ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
F
2 0

U

S

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1 2 3 4

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1 0 K X 1 K X 1 0 X 1

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5 6

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A V a S S l d T P i s i o

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DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

_. • Tântalo : 0.dielétrico. Ex: A225 = 2.000 Mfd. Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi.1 Mfd a 100. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo.000 pF = 2. circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador). parecido com os diodos.2 μF x 10 V (letra "A").000 Mfd. . Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF). + _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos. Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1.5 Mfd a 10. ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos.200. 2.

Coloque a ponta de prova preta no negativo. Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. 5. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. 7. 6. Agora inverta as pontas de prova. Isto indica que o capacitor está bom. 4.3. O multímetro registra uma resistência maior. . CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. Resistência maior.

000mF.05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu . apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala.000 mF 0. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho.CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores.com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso. inverta os cabos.cursodeeletronica. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto. Isto ocorre quando o capacitor está bom. ou seja. • Posicione a chave seletora na escala X10. Veja a aula prática no curso online www.

000 x 1. Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1. Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato. onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% . A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica".000 x 10.000 x 100. Os resistores são identificados através de um código de cores. Potenciômetro).000.000 ---------x 0.01 x 0.material.

Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância .7kΩ 1° Faixa .Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo .RMed = 217k 3 . 1 .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa .Resistência Medida 4 .Violeta = 7 3° Faixa . utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom.Vermelho = 2 3° Faixa .Fator multiplicativo . 2 .RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 .Amarelo = 4 2° Faixa .Resistência Nominal RMed .Erro Percentual RNom .Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom). .RMed) / RNom]x100 onde: E% . Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa .De posse dos dois valores anotados.Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed).Fator multiplicativo .Vermelho = 2 2° Faixa .Tolerância . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor.E% = [(RNom. então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro.RNom = 220k 2 .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 .Tolerância .Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor. .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4. 3 .

A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%. Nossa fonte de tensão fornece 9V. Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor. de duas formas: em série e em paralelo. é se associando resistências. o resultado não será a soma total.= 1. Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V.4% de Erro é aceitável para este resistor. Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. portanto. É um resistor limitador de corrente. 1.4% de Erro 4 . Associação em série Na associação em série. Lembre-se que a soma das tensões sobre . o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo.

Potências de 10 a 1000W. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana. Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0. com suportes vivos etc.componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação. Podem ser fornecidos no tipo fixo. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. ajustáveis. Agora. . com suportes isolados. com relação a R1. não indutivos.

Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas.Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. IP 23 ou IP 54. enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores. podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo. assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção. . O elemento resistivo utilizado é aço inox. instalação ao tempo ou abrigada. Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. . Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V. ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados.

Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. ou como "trava" em circuitos eletromotores. em série com a bobina desmagnetizadora.V. a resistência do PTC aumenta. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes.Metal Óxido Varistor ou M. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). NTC . onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores.O. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Quando a temperatura se eleva.

Também é um resistor dependente da temperatura. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. Este exercício ajudará a decorar a tabela. e instrumentos de medidas. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. • No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4. • . precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. 1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. Quando a temperatura sobre. Este exercício ajudará a decorar a tabela. mas com coeficiente negativo. sua resistência cai. precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior.

considerando apenas os dois primeiros algarismos). 2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . 3º anel – vermelho = 2.Verde 5 – Laranja 3. simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros. então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms. 65000 ohms ou 65K. 4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. .2º anel – vermelho = 2. • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela. 300000 ohms ou 300K. 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4.

coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos.7 ohms ou 4. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200. EX.6º Exemplo: 4 7 0. Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores. o terceiro número você vai substituir por zeros. Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor. • 1 resistor com valor entre 200R a 1K.1 4. TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. 1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros. Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante. .1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada. • 1 resistor com valor entre 1K a 100K. 451 = 450R.

Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores. • Faça o ajuste de Zero. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro. • Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. (não tem polaridade). Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. Escala de X1 (1X20 = 20R). Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom. Confira o valor do resistor pelo código de cores. • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Faça o ajuste de Zero. sendo 20 R – vermelho. RESISTOR SMD • . • Faça o ajuste de Zero. Ex. preto e preto. • Repita o mesmo roteiro acima.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. • Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. • Faça o ajuste de Zero. veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro. Verificando o valor do resistor pelo código de cores.

porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. de volta simples. Ex: 102 significa 1. rodando com a mão. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. sendo o 3° algarismo o número de zeros. São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. que não é exatamente um resistor. é impossível haver desgaste. Tradicionalmente.000 Ω = 1 K. resistores variáveis são não-confiáveis. mas se comporta como um. Os resistores variáveis podem ser dos baratos. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números. Outro método de controle. Desde que o sensor não toque o filme. Reostato . ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem. por exemplo.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. ocupando muito menos espaço.

os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência.O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão. observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo. Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: . tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis. mas. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores. Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas. Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série.

um potenciômetro para o controle de volume de cada canal. o dial indica o número de voltas e Knob convencional. Teste do potenciômetro e trimpot. Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. .Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta.

• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. que. Transistor de Efeito de Campo. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central. História Primeira referência: patente feita em 1930. por Julius Edgar Lilienfeld. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. como o próprio nome diz. Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. Sua idéia era controlar a . funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo.

. mas é o elemento dominante.condutividade de um material. por suas características. O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção. O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado. mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. em sistemas lógicos modernos. por um campo elétrico transversal.

Do mesmo modo. desenvolvido pela Bell Labs em 1999. mesmo na ausência desse resistor de proteção.5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada. O circuito. com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1. o que danificará interiormente o componente. . não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). trabalhará perfeitamente.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. entretanto.

Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada. A área das junções foi aumentada. G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. o ponteiro também irá deslocar. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais.TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. OBS. FET SMD FET tradicional. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate. gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. Além disso. outros processos e difusão. Coloque a ponta de prova preta no Dreno.

Tais transistores podiam dissipar 10 W. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. É. Esta é a causa da segunda ruptura. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro. Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. Um emissor com uma longa periferia é necessário. Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W.assegurar uma baixa resistência térmica. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea. e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência. Em altas densidades de corrente. O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. e usaram as técnicas de difusão. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. No final da década de 1950. os processos de difusão simples e de difusão tripla. Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. pode ocorrer contração de corrente. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal.

Esta construção é o transistor de potência Darlington. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor. no entanto. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial.44. Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado. Figura 8. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. Com efeito. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente. Nos últimos anos. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento.radiofreqüências. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. se requerida. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial. A estrutura resultante é gravada em mesa.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum.

45) e a largura da base Wb. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo.fabricação. é mostrada na Figura 8. devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores. Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro. A estrutura de base em tira. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente. A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. a base e o coletor. As capacitâncias internas do transistor. . que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas. Na estrutura de base em tira. de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8.1 Pm. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0. Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. Figura 8. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat).45.

NPN e PNP. Veja que ao conduzir a corrente. b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. ou seja. ele só conduzira metade do semiciclo. o SCR comporta-se como um diodo. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. Se.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. etc. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. então. como os SCRs da série 105 (TIC 106. ele realimenta o circuito. MCR 106. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. C106. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . Para um tipo comum. que se trata de um controle de meia onda. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. Nas condições indicadas nada acontece. no entanto. Ora. Dizemos. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. Ao mesmo tempo. pois o componente não conduz corrente alguma. Temos. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. então. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. porém.

Teste do SCR. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. pois isso pode queimá-lo. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Faça o ajuste de Zero. . ou seja. O ponteiro deverá permanecer em repouso. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. sendo este valor expresso em ampères. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta.disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. Isto indica que o SCR está bom. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. o ânodo negativo em relação ao cátodo. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. Assim.2 ampères tipicamente ou até mais.

uma série de componentes . Diodos Zener. o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns. resistores. Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. Os dispositivos são fabricados num processo único. parcial. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício. FET’s. Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. etc.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. planejados de modo a se obter um circuito completo. Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. Como o nome sugere. Diodos.

operando com tensões de uma determinada faixa de valores. Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito. Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente. Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. CA3140. TL 082. etc. destinando-se à amplificação de sinais fracos. autofalantes. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . TL 084. que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado. Existem diversos tipos.interligados entre si.. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. TL080. em uma configuração que permita realizar uma função específica. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. etc. como os CA3130. destacando-se os comuns para referência como o: 723. Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões.

mas suas características elétricas são totalmente diferentes. A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS. Como são centenas de elementos que formam esta família. Porém. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s. existem manuais especiais que contêm suas características. o que é bem diferente dos TTL. que é também conhecida por 7400.. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74. 7490 etc. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. 7474.s que tem tensões fixas. Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta.Reguladores de Tensão na placa mãe. . ou seja. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface. O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. 7406.. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto. Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos.. cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40.

como preferir) é uma memória do tipo RAM. . ela é alimentada por uma bateria. A memória de configuração (ou CMOS. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. isto é. pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia. com cargas negativas). Para que isto não ocorra. PC CMOS é sinônimo da memória de configuração. em um circuito chamado pontel sul. isto é.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N. que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema. Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada.

é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica. 2. 1. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1. Posicione a chave seletora na escala de X!. . ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado). porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro.

Proceda com este roteiro com todos os pinos. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. Filtragens. os quais serão conhecidos em breve. 4. não significa que o CI está defeituoso. Plate. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. Exceção feita aos capacitores variáveis. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência). sintonia. visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. Poliéster. Caso isto aconteça é porque o CI está em curto. trimer e eletrolítico. Independentemente de seus tipos. Capacitores de Cerâmica. simbolicamente conforme é mostrado abaixo.3.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. para. que possuem símbolo próprio. Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. ATENÇÃO. . Styroflex Os capacitores são identificados. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. até a faixa de UHF. acoplamento. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio.

plate. Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha."B".Simbologia do capacitor poliéster. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0. styroflex. o . devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. significa que este capacitor é de 3. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. que se lê 104. Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor. cerâmica.3nF. No exemplo. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula.0033 µF (microfarad = 10-6 F). e muito difícil de compreender para o técnico novato. como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3. No capacitor "A". O valor do capacitor.1µF. mesmo para os técnicos experientes.3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima. é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. mostra capacitores que tem os seus valores.

apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor. o resultado é 3. devemos pegar 0.001 ). devemos dividir por 10-6 = ( 0. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor.3F e dividimos por 10-12.000.3 por 10-9 = ( 0. resultando 3300pF. Multiplicando-se 3. Para se transformar este valor em microfarad. Segue na tabela abaixo.000. de 3300pF.000. ou seja.0033µF.25pF ±0.3nF ou 3n3F. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo.000.000. Até 10pF ±0.000.000. é o primeiro da fila.3F e dividir por 10-9 = ( 0. Para voltarmos ao valor em nF.003.001 ). O nosso exemplo.001 ).1pF ±0. envolvidos com um círculo azul.000. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números.000. Para transformar em picofarad. pegamos 0.000.000.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de . os códigos de tolerâncias de capacitância. a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%.003. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C.3 F."n" minúsculo é colocado ao meio dos números. Note nos capacitores seguintes. teremos 0. que será igual a 0.5pF ±1.003.

sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes. um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de . Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores. O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). filtros. com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas. Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. Observe o desenho abaixo.J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora.

Para um capacitor Z5U. Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima".N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. Y5F e Z5U. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância". +22%. dentro desses limites de temperatura. Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes. Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . como por exemplo: X7R. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. que não ultrapassa -56%.

2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3.Capacitância A ±1.7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%. correspondem a 33000. -82%. -56%. laranja. logo adiante. A cor branca. representa a tensão nominal.5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo. No capacitor "A".3% E ±4.0% B ±1. é referente a ±10% de tolerância. E o vermelho. . mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo. ±7. que é de 250 volts. equivalendo a 33 nF.5% C ±2. as 3 primeiras cores são. laranja e laranja.

Veja abaixo: Capacitores .1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados. Só podemos saber através de um capacímetro.

Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER. 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. Isto indica que o capacitor está bom. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. Faça o ajuste de Zero. Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. . confundindo assim o teste do capacitor. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K. isto indica que o mesmo está em curto defeituoso. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar.

que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). No Cd player o disco não gira. mas. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. . O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). Nos aparelhos de som o som fica baixo. Nos aparelhos de som. o som fica baixo. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. mas com tensão alterada. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. Aí é gerado um campo magnético. DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. geralmente espiras de fio. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso. para que o transformador funcione. então é produzida no circuito secundário uma corrente. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece. para mais ou para menos. que pode ou não ser variável.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. ele tem que ser variável.

teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. . Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário. Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas. Se for o que tem mais espiras.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). pois a fração N2/N1 agora vale 2. Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. Se o circuito primário for o que tem menos espiras. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%. Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras. Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada. sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. isto é. um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. Se tivermos. teremos no circuito secundário 220 Volts. Dessa forma. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault.0 (100/50). Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. as perdas envolvidas serão elevadas. porque a fração N2/N1 vale 0. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts.5 (50/100). É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta. se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts.

Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo. Transformador com blindagem eletrostática. Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal. Também. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e. com respeito aos convencionais . Os pontos mostram o início de cada enrolamento. Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. o projeto ideal de como deve ser um transformador. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. No fato. Transformador com três enrolamentos. No transformador toroidal.000 Gaussian. devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. como nenhum outro tipo.

por exemplo. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. Energia A energia (medida em joules. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". fio de cobre. o campo magnético. que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor. e praticamente restritos. Nesses casos. Indutância Indutância é a característica física de um indutor. conseqüentemente. É dada por: . eles são volumosos em uma pequena escala. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras. é raro a construção de indutores em CI's. Porém. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e.

a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor. exceto quando a corrente é ligada e desligada. Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais. que se opõe até mesmo à corrente direta.onde I é a corrente que circula pelo indutor. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . ω é a freqüência angular. A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância. Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). caso em que faz a mudança de modo mais gradual. A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. f é a freqüência em Hertz. No geral. Porém. Fem) é induzida. e L é a indutância.

Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível.A corrente através de indutores em série permanece a mesma. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. incluindo recepções e transmissões de rádio. Por sua habilidade de alterar sinais AC. O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo. que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total.

mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. distribuição e utilização da energia elétrica. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores. de 220 Volt para 24 Volt. Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. Nalguns casos. e. em que é preciso alterar o valor da tensão da . uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário). No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. por exemplo. Transforma o valor da tensão. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte.É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada. conforme as aplicações. mas tem três bobines no primário e três no secundário. juntamente com o motor de corrente alternada. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico. cada bobine do secundário está dividida em duas. ou vice-versa.

por exemplo. indicando resistência alta. TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. • Para testar o transformador de baixa potência. • Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o . Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. Utilizam-se também noutros casos. • Faça o ajuste de Zero. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. como. • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador. Ex. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.

Este teste indica que este lado do transformador é o secundário. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte. O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte. Lembre: Primário do transformador resistência alta. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação. Seu símbolo é mostrado abaixo. . são dispositivos formados basicamente por uma junção PN. podendo ser de germânio ou silício. resistência baixa. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. Secundário do transformador resistência baixa.

especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001. tensão máxima inversa 50 V 1N4002. permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. normalmente de silício. tensão máxima inversa 100V 1N4003. à medida que seu número aumenta. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. o valor de pico da tensão alternada. tensão máxima inversa 400V 1N4005. quando polarizado no sentido contrario.No primeiro esquema. os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. Para um transformador de 12V. tensão máxima inversa 600V 1N4006. Na onda completa. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente. enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. tensão máxima inversa 800V 1N4007. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. elevando-se esta capacidade. por exemplo. tensão máxima inversa 200V 1N4004. . ou seja. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère).

Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica. OBS: ao inverter as pontas de prova.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10. significando que o mesmo está em perfeita forma de uso. se o ponteiro deslocar.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10. o ponteiro não deverá deslocar-se. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos. significa que o mesmo está defeituoso. DICAS: . Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos. Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo.

cabo preto no catodo e vermelho no anodo. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV. * Troque as pontas de prova. * Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. se o diodo for de tensão abaixo de 12V. 18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. som.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. computador. Impede o funcionamento do som. por exemplo: 3. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10. Isto significa que o diodo nesta escala está bom. Provoca a queima do fusível. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. 12. * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. 1. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. . Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante. ou seja. CD Player. 6. monitor. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). impressora etc. 9. Diodo SCHOTTKY retificadores. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito.

NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos. O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1. I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o . use somente o multímetro analógico para estes testes.D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a . quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. . Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs. Nos equipamentos de som.

conforme mostra a ilustração abaixo. como por exemplo: 220V / 30A. Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave. CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso.  Pegue uma chave.  Significando que esta seção da chave está boa.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro. Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada. etc.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado. . desligando ou ligando respectivamente a chave.  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades. Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1. TESTE DAS CHAVES. 110V / 25 A. Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor.

ou seja. A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro. Escala para medir tensões alternadas. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas. + (positivo) e – (negativo). C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. a mesma estará danificada. Separe as chaves defeituosas. Como você já sabe. caso contrário poderá danificar o multímetro. . E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. Atenção.

Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números. Medindo tensão alternada de 110V. . enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro.Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova. 250 – 50 – 10.

o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100. Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor.• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 .

O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV . Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250.Chave seletora em 250 ACV. o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.

onde beta é um valor fornecido pelo fabricante. Enquanto não há luz incidindo no fototransistor. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. não haverá uma corrente no emissor. porém. Assim. Como nas outras células fotocondutivas. O fototransistor possui diversas aplicações. temos a relação Ic = beta Ib. estando ele em corte. e a tensão de saída será zero.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. Como o transistor convencional. a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. Em geral. Isso provocará um aumento da corrente de base. onde a não linearidade do transistor não é um problema. sendo mais encontrado em aplicações on-off. Ele pode. ao mesmo tempo. Com a incidência de . o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. variando para cada transistor). a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. enquanto os elétrons passam do emissor para a base. Quando há luz incidindo. a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente. associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. na ausência de luz. A aplicação mais usual é a de um interruptor. o coletor e o emissor. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico. possui apenas dois terminais acessíveis. a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. Como a base está normalmente desconectada. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que.

podemos compensar esse erro. para medição de movimentos lineares. Assim. logo a saída estará em nível lógico "1". A base do fototransistor é sensível a luz. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) . Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. quando há presença da mesma o transistor conduz. na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica. para medição angular. logo a saída estará em nível lógico "0". Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. utilizando dois fototransistores.n tenham como característica de serem rápidos. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. Tais como os transistores bipolares. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total. Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl. teremos uma corrente no emissor. Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. NO entanto. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. o receptor não está conduzindo. este conduz. Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. Para isso. os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura.luz. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. Sempre quando um fóton é absorvido. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. Embora os fotodiodos p-n ou p-i. um par elétron lacuna é gerado. Entretanto. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. entretanto quando não há presença de luminosidade. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. não apresentam no entanto ganho. Para elevadas temperaturas. basta uni-los como na figura. quando não há presença de luz. ou junto à uma engrenagem. provocando uma tensão igual a IeRe. cancelando uma à outra. o transistor fica cortado.

para ativar as luzes. Veja um circuito usando o foto-transistor: . uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança. Até agora. mantendo sempre um preço competitivo. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. Pelas razões apontadas. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. porém de grande importância para a eletrônica. contudo a pouca uniformidade. obtemos assim diferentes níveis na saída. muda todos os dias. a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. nenhuma parte mecânica. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. Com este novo fotodiodo. células de CdS e fototransistores. Quando o LED está aceso. muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. o fototransistor responde entrando em condução. baixo consumo e isolamento total. com amplificador já incorporado. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples. como se fosse um transistor normal. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED. somente um sinal luminoso.

A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente.transistores é o mesmo dos foto.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. Se a corrente liberada for de base de um transistor. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor. . libera portadores de carga. pela polarização de sua base. Nas aplicações normais. Desta forma. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente. os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem.TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto. Ter este fator controlado externamente. FOTO . sendo a maior parte da faixa infravermelho. O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies. os foto-transistores são usados com a base livre (NC).Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos.

Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor. . que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. lâmpada ou lanterna). Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação.Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc. caso contrário inverta as pontas de prova. Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia.

Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um. O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto. O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos.Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar. Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente .

Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. é a utilização apenas de transistores. que utiliza um feixe de luz modulado. uma lente. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. como. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. o receptor. O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2. mas. . O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. O transmissor consiste num astável. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. o último transistor excita um relé que controla a carga externa. o ponto interessante deste projeto de alarme. pode ser usado. Devido às suas pequenas dimensões.de aparelhos e equipamentos. por exemplo. ou menos.

São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. devido a alta corrente exigida pelas .Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima. Por mais qualidade que houver nos dispositivos. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo. o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados. Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé. desligar e inverter a polaridade do motor.

Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. Localize os terminais da bobina. • • Posicione a chave seletora na escala X10. o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. câmeras de vídeo . DVD . Por último. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Teste do Relê. Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação. etc. maquinas fotográficas . . LED SMD Hoje. O LED deve acender indicando que o mesmo está bom.bobinas. lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos. os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos . Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos. com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete .surface mount device . inclusive os da categoria SMD . Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina.

Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs. Positivo e Negativo. esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova.• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. defeituoso). significa que o mesmo está aberto (queimado. ou seja. O LED tem sua polaridade. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa. OBS. .

Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor.Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. Este componente é uma bobina. começando com a letra B. .

Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV. Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV. Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I.Os transistores começam com a letra Q. O .

ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100. a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV. O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. Posicione a chave seletora em 250DCV. Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas. . O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6.

cursodeeletronica. Veja na aula prática do www.O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6. A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10.com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES . A chave seletora deverá ficar em 10.

também chamado de acoplador ótico. Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto. conforme você vê na figura abaixo. é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz. este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. ou seja.Aplicando uma tensão nos pinos do LED. Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo). Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. . Existem vários tipos de fotoacopladores. optoacoplador ou optoisolador. sem contato elétrico entre eles. Estes componentes são usados como sensores em alarmes. vídeocassetes. • • • • Posicione a chave seletora na escala X10. contendo muitos componentes no interior do CI.Fotoacoplador. Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador. aparelhos de som. eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). outros ainda mais complexos. Desta forma. Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente.

Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas.Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. . ligações de linhas. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. linha +B. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos. Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. linha de pulso e terra (negativo). visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema. linha de sinal. Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. porém suas ligações são iguais. linha –B. Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho.

Veja os componentes e suas simbologias. TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .

pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. linha +B de 12V etc. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho. Um exemplo prático é: linha +B de 110V. A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes. Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B. . Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor.Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V.

Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. Vermelha no anodo e preta no catodo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. por sinal é de maior confiança. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. Com ele podemos encontrar trilha rompida.Linha +B de 300V. jamper e bobina. Esta tensão sai do transformador de pulsos. . O ponteiro do multímetro não deverá deslocar. é retificada por um diodo. fusíveis e fios. Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). bobinas. fusível. Este teste é feito nas trilhas. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico. chaves. jamper. fio. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso. Linha +B de 103V. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. indicando que o diodo está bom. passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste. Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade.

2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. significa que o diodo está com defeito (em curto). Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa. esfregando de maneira a tirar toda impureza. Com o . Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples. Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. Deve ter boa isolação térmica. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho.

Quando isso ocorrer. Para sanar esse problema. 2) Media potência: potência entre 30 60 w. basta substituí-la por uma nova. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. pois a ponta não irá aquecer. Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. a mesma pode romper. Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. 3) Tipo revolver. Porem após certo tempo de uso. Estação de solda Estação de solda analógica. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. danificando o mesmo ou algum componente. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente. Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”.tempo. Pois do contrario. pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . Isso é facilmente percebido. devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos.

Circuitos integrados. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados. para facilitar a transmissão de calor.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico.s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda.Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. circuito integrados. etc. 3) Durante a soldagem. Transformador e bobina. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). poliéster eletrolítico. plate e styroflex. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores. Transistores. 2) Antes de iniciar a soldagem. Escala para os testes X1 e X10 X1K.       Capacitor de cerâmica. não somente em contato com o ferro de solda. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados. Diodos. diodos. Resistores. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas.I. .

você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco. Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto. 3.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas. Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. Veja exemplo abaixo: 5R . 2.  Capacitor de cerâmica. poliéster. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. Se por acaso ao testar os capacitores. isto conforme o seu valor. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R. poliéster. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. plate e styroflex. Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões. cerâmica.  Todos. eletrolítico. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta). plate e styroflex. Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1. não importa a polaridade dos cabos. marcando um certo valor ôhmico.

O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10. Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. o ponteiro desloca um pouco. Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5. é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto. Muito bem. indicando que o mesmo é PNP. Vamos começar pelo meio mais fácil. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5. isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base. ou seja. Localize os terminais do transistor no outro lado da placa.    Coloque a ponta de prova preta na base. . isto se o mesmo for NPN. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova.   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.  Multímetro na escala X10. inverta as pontas de prova. Na placa sempre vem indicando o terminal da base. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. este é um teste que indica que o transistor está bom. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um. verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa.

O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5. mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5. TRANSISTOR ABERTO. Se. inverta as pontas de prova. Se o ponteiro deslocar até o zero. o transistor está aberto. Catodo.    Multímetro na escala de X10. Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado. acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. Coloque a ponta de prova preta no terminal da base. uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. Multímetro na escala X10. coloque as pontas de prova do multímetro. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto. vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um. significa que o mesmo está em curto (defeituoso).  Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos. Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5. A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. não se preocupe em saber onde se encontra a base.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa.  . Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site.    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo. porém isto não significa que o mesmo está bom. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Atenção.

Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel.  Inverta as pontas de prova. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20. Resistor com o terceiro anel de cor. isto não indica que o diodo está com defeito. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata. prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo. Vamos fazer estes testes por partes. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. caso contrário o mesmo está alterado. significa que o mesmo está em curto. Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro. dourado.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. preto e marrom.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor. ex. dourado. preto e marrom. Resistores. você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1. Caso o ponteiro . vermelho e preto. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor.

os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. pode ser qualquer cor. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor. vermelho. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). o segundo anel não importa. o resistor estará alterado. 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso). Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima. Resistor com o terceiro anel de cor. Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. laranja ou amarelo. se o resistor começar com a cor vermelha. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). significa que o resistor estará alterado. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. laranja e amarelo. Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. que corresponde o número 2 do código de cores. verde e marro. ex. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5).do multímetro estacionar no número 40.

usaremos o multímetro na escala X10. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. falha de leitura em CD etc. neste caso o multímetro não detecta. . siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada. CI. Ex. aparelho não funciona etc. transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. ex. Falta de cor em um TV ou Monitor. queima de fusível. O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro.cores do primeiro anel do resistor ex. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3. Posicione o multímetro na escala X10. Este é um teste para saber se o CI está em curto. Para identificar o CI em curto (Zero ohm).. estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1. som baixo em equipamento de som ou TV. Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo.

Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. Agora teste os fios do outro lado do transformador.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. • • • Faça o ajuste de Zero. Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). O multímetro deverá registrar uma resistência alta. verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. • . coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. entre 200R a 1K. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso. transformador de pulsos. Este é o primário do transformador. • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. Ex. Mantenha o multímetro na escala X10. transformador indutor etc. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos. Transformador. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. mas isto não significa que o CI está com defeito. • Para testar o transformador de baixa potência. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. faça este teste com os outros fios. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). transformador DRIVE. e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI.

Secundário do transformador resistência baixa. isto porque são bobinas diferentes. de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode . Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. • • • • Desligue o aparelho da tomada. de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. Localize a bobina do outro lado da placa. Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. É dado forma por três camadas de material drogado. Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente. Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. Este teste é para saber se está em curto ou aberta. e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. • Bobina. ou polarization direto). Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. Regule o multímetro no Zero.

Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas. Representando isso através de símbolos. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E).polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso. Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. De todos os semicondutores. temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base. Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas. o que equivale a sentidos opostos para as correntes. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta. . BASE (B) e COLETOR (C). certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades.

São usados em circuito de Áudio. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. . farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. Estes transistores normalmente são de silício. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção. ou a Motorola que usa MPS ou MPSA. R2. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente. indicando amplificação. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício.R1. No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. No entanto. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. etc. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. Osciladores.

em curto TELEF. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. . Transistor em curto IMPRESS Transistor .Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro. Posicione o multímetro na escala X10. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um.

Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . Posicione o multímetro na escala X10.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante.

pois este terminal do transistor é o Emissor. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa. veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Posicione o multímetro na escala X10K. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. . veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. caso contrário troque as pontas de prova. A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. No instante que o ponteiro deslocar. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. • • • • • • Pegue um transistor NPN. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP.

e necessitam de um capacitor externo de 0. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A. Transistores de média potência. O transistor é um sanduíche de duas junções pn. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. formando uma sequência de junções npn. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação. ou seja.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. ele necessita de uma fonte de alimentação. O nome transistor vem do inglês. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. número ou sequência deles. Tal código vem marcado no corpo por uma letra. Estas seções são chamadas de coletor. o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. sendo composto por trans(fer+res)istor. procuraremos nesta disciplina. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base. Em geral. em condições ótimas de operação. A voltagem é especificada pelo valor xx. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. O transistor é um dispositivo ativo. porém que não corresponde à indicação do mesmo. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor. cada processador é composto por uma infinidade de transistores . o transistor apresenta 3 entradas. base e emissor. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. ou seja. uma de frente para a outra. Por ex. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização. Pelo fato de ser um dispositivo ativo. Consequentemente.1 mF para evitar . Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. no cotidiano da eletrônica.

BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos. aquecendo muito. como pode ser observado no esquema abaixo. Transistores de potência. tensões elevadas. Encapsulamento de um transistor . e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta. Como devem dissipar potências altas. .instabilidades.

Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. principalmente a IBM. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. e é quase sinônimo de MOSFET. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. Os chips modernos usam comportas de polisilício. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). tais como o arsenieto de gálio. de longe. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. mas ainda são chamados de MOSFETs. o campo . A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor). O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. é. o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos.MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. onde as comportas (gates) eram de metal. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. mas alguns fabricantes.

A corrente do dreno para a fonte é . Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. controlado pela tensão na comporta. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. assim. . ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. O transístor é ligado. O MOSFET opera como um resistor. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos.Vth O transístor fica ligado. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. uma parte do canal é desligado. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . e não há condução entre o dreno e a fonte. como o da fonte ou do dreno. há uma fraca corrente invertida.

que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe. tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS).Em circuitos digitais. este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. como memória. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. Assim. O transistor MOSFET é usado no PC.temos substrato N e duas regiões P). MOSFET O MOSFET tipo N. etc. conforme figura 3-14. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15). com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS . Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato. chipset. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. . O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N. 3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado.NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N.

ao contrária do JFET. sendo (a) canal N e (b) canal P. o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source. Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. 3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida. Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. sendo bastante usada.Observe-se que. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. . tal como no JFET. 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS.

especialmente na fabricação de microprocessadores. tornando o consumo de energia muito baixo. não havendo sinal no output e no gate de T1. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). e daí a output= 1. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo .3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. permanecendo em repouso. ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. só quando polarizado pelo G. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar. Com input=0 T2 entra em corte. Posicione a chave seletora na escala X1. Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra. TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET. praticamente aterrando o output (nível 0). ou seja. Agora retorne a ponta de prova preta para o D. o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. o que por sua vez corta T1. Para desarmar o MOSFET. Coloque a ponta de prova vermelha no S. basta curtocircuitar seus terminais. mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. Temos dois transistores de depleção. é mostrada na figura 3-19. Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. Coloque a ponta de prova preta no D.

................. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo......................G = Gate...... MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência............ A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta..... SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício..... MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ..... D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais.... O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura.. NPN e PNP. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes................ .......... ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: .

Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. sendo este valor expresso em ampères. ele realimenta o circuito. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Temos.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. . porém. etc. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. o SCR comporta-se como um diodo.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. Veja que ao conduzir a corrente. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. Ora. Ao mesmo tempo. MCR 106. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. que se trata de um controle de meia onda. Assim.2 ampères tipicamente ou até mais. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. Para um tipo comum. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Nas condições indicadas nada acontece. ou seja. como os SCRs da série 105 (TIC 106. no entanto. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. então. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. C106. então. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. ele só conduzira metade do semiciclo. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. Dizemos. Se. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. pois o componente não conduz corrente alguma. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores.

Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. O ponteiro deverá permanecer em repouso. o ânodo negativo em relação ao cátodo. ou seja. Isto indica que o SCR está bom.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente.com . Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. por e-mail . caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). Faça o ajuste de Zero. telefone 61 85953815. Coloque a ponta de prova preta no anodo. • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. Teste do SCR. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. pois isso pode queimá-lo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate.

EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador . para que as duas .só sintoniza estações baixas . Defeitos mais comuns: 1 .falta de ganho no transistor misturador. 2 . Oscilador local .transistor misturador.a freqüência da estação sintonizada 4 . verificar resistores que fazem a sua polarização. com a freqüência do oscilador local.a freqüência de FI (455Khz) 2 .rádio não sintoniza nenhuma estação . criando assim a FI. que tem o valor de 455Khz.faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF. Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 .a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF).a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 .gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar.

outra branca e a outra preta). chave de onda. 2 . bobina de antena em núcleo de ferrite. Defeitos mais comuns: 1 . transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF). se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando. oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador. trimmers.algum transistor defeituoso. transistor oscilador.verificar o transistor oscilador.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando. Amplificador de RF . 2 . CIs. em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador. de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas. Defeitos mais comuns: 1 . varie a sintonia do rádio que está sendo consertado.verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite. se necessário. Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF. Detetor de envoltória – . para conseguir uma recepção melhor e um volume maior.entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI.amplifica e separa a estação desejada.sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo .estações deslocadas no dial do rádio . enrolamentos da bobina de antena.áudio fanhoso . 2 .rádio não sintoniza nada . filtros cerâmicos. dois ou três transistores amplificadores de FI.não sintoniza nenhuma estação . Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela. normalmente identificada por ter a cor vermelha.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável. ajuste-a. Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas.verificar transistor amplificador de RF. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. Defeitos mais comuns: 1 .sem áudio . bobina osciladora.

você deve limpa-los ou troca-los.sem áudio . normalmente.verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio. Amplifica o sinal de áudio. etc. pequenos transformadores.sem áudio . ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e. Defeitos mais comuns: 1 . regulador de tensão.diodo detetor. Componentes mais comuns neste estágio: transistores. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores. potenciômetro de volume. transistores. Defeitos mais comuns: 1 . capacitores. CI ou transistores de saída. CIs amplificadores de áudio.verificar transistores. Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos. capacitores eletrolíticos de alto valor. 2 . diodos zeners.Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio.verificar o alto falante. potenciômetro de tonalidade. transistores amplificadores. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio. OA90 ou algum similar. transformadores.ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros. Defeitos mais comuns: 1 . 2 . Em sua saída só teremos o sinal de áudio. Amplificador de áudio. Capacitores e resistores. Componentes comuns neste estágio: alto falante. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. pontes retificadoras. capacitores eletrolíticos. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. 1N4147. .detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60.som pipocando ou ruim . CAG . Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor. do primeiro transistor amplificador de FI. Verificar transistores ou CI de saída.sem áudio .

Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 . Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais.diodos retificadores. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. sendo assim em sua saída já teremos áudio. 2 .freqüência do OL. No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local. A forma de onda do oscilador local é senoidal.a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz). é o responsável por separar o áudio da FI. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados. Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor. o amplificador de RF separará o sinal desejado. o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar.freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL).freqüência sintonizada 3 . 2 . capacitor eletrolítico de filtro. o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF. um capacitor de filtro e um resistor. áudio portanto. através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções. suporte de pilhas. O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI.Ronco (ripple) junto com o áudio . que é basicamente formado por um diodo. mecanicamente.freqüência sintonizada . 4 . Este circuito. com o potenciômetro de volume).rádio não liga . Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. tenha ela um sinal forte ou fraco. e o amplificará. O CAG pega uma amostra do sinal detectado. que são: 1 . O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação. mecanicamente. no nosso exemplo 1000Khz. mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som. .verificar transformador.

7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada. Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. quando transistorizado. A freqüência do oscilador local estará sempre 10. . Componentes presentes neste estágio: antena. de base comum. de forma a conseguirmos. Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores. a freqüência do oscilador local. a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local.Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. transistores. Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada. A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber.Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10.Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local. .com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico). Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: . capacitor variável. .7 Mhz. bobinas. através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10.

nem todo rádio de FM precisa de um limitador. bobinas e transistores. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI. Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor. bobinas.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável.7 Mhz. . Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente.Amplificador de FI – amplifica a FI. até que a indicação de estéreo se acenda. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10. um transistor pode fazer mais de uma função. Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. normalmente. A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10. Existem diversos tipos de discriminadores. diodos (sempre mais de um). Troque-o e o ajuste.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. colocando numa estação estéreo e com boa recepção. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo. que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada. um exemplo disto e o TDA 7000. podemos perceber que. outras vezes dois.7 Mhz. . Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos. transistor oscilador. portanto. muitas vezes este trimpot está defeituoso. Desta forma. isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI. . Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas. . DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF.

desregulados. Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. Áudio distorcido – verificar o transistor. Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador. Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI. A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema. Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro. Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers.Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. conforme o tipo do equipamento de som. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. que ficam atrás do capacitor variável. VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída. Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho.

 Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador.) .  Capacitores eletrolíticos de saída ____________.  Escreva o valor em Ampèr do fusível.  Diodo zener ___________. Diodo zener.  Capacitores de cerâmica __________. Siga o cabo de força. Diodos retificadores. Transformador. ele pode está ligado a um fusível. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação. _______. Transistores.           Chave liga-desliga.  Som não funciona (rádio relógio. chave ou diretamente ao transformador. ___________. tape deck. micro system etc. Diodo bloqueador. Capacitor de cerâmica.  Diodos bloqueadores __________. Filtro (capacitor eletrolítico). Fusível. Resistores. Trimpot.  Transistores ____________.  Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________.

• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. 12V. _____________. Havendo tensão a fonte está boa. 9V. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Ligue a fonte na tomada. 48V. meça a tensão no filtro da fonte.). Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. • Não havendo tensão na saída da fonte. . Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. 25V.

coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  . Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV. Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV.   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário. verifique se há tensão no primário. Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário.

resistores. que Não estabilizador diodos bloqueadores. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). Testar cabo. antes desligue o cabo de força da tomada. significa que o mesmo está bom. Entre o transformador e o cabo de força há fusível. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída. diodo zener e capacitor . trilhas da entrada da fonte. Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. verificar cabos. tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador. chave ou mesmo ligação através de trilhas. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som. resistores.de cerâmica. chave. o defeito encontra-se na placa principal. Defeito transistores. Sim é composto por:transistores. fusível. conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. teste-os na escala de X1. Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte.Havendo tensão alternada na entrada do cabo. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador. isto para os Microsystem. por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. . verificar se há solda primário do transformador.

. Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave. está fixado também CI regulador de tensão. visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave. um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display). Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar. _____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência. Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado.Equipamento de som (Amplificador) não funciona.  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle). porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem.

Veja exemplo abaixo: Transistor. geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. solda fria. Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by.   Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente. o problema está na falta de alimentação. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem). . Obs. Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. ou seja. A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores.este CI tem a aparência de transistor de média potência. sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. Todas as funções frontais funcionam. CI. trilha rompida. porém o amplificador não funciona. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona.   Meça a tensão na saída de som.

o defeito está na própria saída. a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V. podendo ser os transistores ou CI. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída. o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI. estes resistores são de valores baixos. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. Substituir CI (se a saída for dotada de CI).  Coloque a ponta de prova preta no terra. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores).   Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada. Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som).  Caso a saída esteja alimentada. resistores de baixos valores abertos. isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI.  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída. . A tensão positiva e negativa é acima de 20V. Verificar solda fria ou trilha rompida. solda fria ou trilha rompida. deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1.  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores.     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI.

Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. . _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________. Substituir CI de saída. Atenção. Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor).  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades. Sempre que for fazer consertos na saída de som.   Posicione a chave seletora na escala X1.  Coloque a ponta de prova preta no terra. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som. Veja quantos ohms tem o alto-falante. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito. qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som. Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som.

MÓDULO DE SOM (AUTO) . Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro.  Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom.  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal. é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã. 2. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1. o valor deve ser igual.

estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone. teclado etc. violão elétrico. CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive. Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). encontra-se também alguns capacitores. É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto. CD player. Raramente os transformadores queimam. gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. tape. mesa de som.

Identifique os controles grave.7mF. estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. esta entrada serve para receber sinais de CD player. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso). Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. 6. especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2. Faça uma relação deste componentes como: CI. e controles frontais. 3. Teclado etc. • Aparelho de som totalmente mudo. Pegue um equipamento de som (microsystem). 4. . grave. Abra o aprelho cuidadosamente. Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo. Transistores. você pode notar que neles há os controles citados acima.2 mF. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume. • Medir os resistores de valores acima de 10K.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. agudo. 5. Tape. Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. • Um dos canais não funciona. 2. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. grave. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. siga o roteiro abaixo: 1. agudo e volume. por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). 4.

por esta razão é necessário substituir o mesmo. Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. • Substituir CI do canal defeituoso. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. pode haver algum dos transistores com fulga. siga o roteiro acima. • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso. aqueles semi profissionais.• • Testar os transistores fora da plca. O Compact Disc Player com . ele altera diminuindo a pré amplificação. pode haver algum transistor aberto ou em curto. • Verificar as trilhas e solda fria. Verifique se há tensão no CI. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. Caso a tensão é presente no CI. APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. caso não haja verifique a fonte de alimentação. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. trilhas e verificar se há solda fria. Substituir o CI. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. o procedimento é o mesmo.

a bobina de foco. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível. Aos poucos. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. Durante o processamento. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas. é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). BOBINA BOBINA A. o técnico de áudio. que até então reparava toca discos. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos. alguns deles muito sofisticados e complexos.leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser. RAM SYSCON . Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. vê-se obrigado agora a reparar CDPs. D das bobinas (dispositivo axial duplo). PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. decodificando os frames. onde podemos localizar a bobina do tracking. os seis foto diodos e o diodo laser.

SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. se as entradas forem diferentes. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. No pick-up. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. de trilhagem. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. através dos quatro fotodiodos. enviando esta informação ao servo. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. que colocará em funcionamento o drive. a saída terá nível alto. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. os diodos A+C terão um +nívelB maior. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos).O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. Porém. Servo Tracking: O servo tracking. após passar pelos amplificadores e filtros. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up.( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Ao contrário. Quando o disco está muito perto da cabeça. que é fornecida pelo servo. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). Este . temos dois outros detectores. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). Se as entradas forem iguais. quando o disco está (A C) . indicando sinal fora de foco. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. B+D terá um nível maior. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco. corrigir o foco sobre a pista do disco. O pick-up. a saída será nula.

TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. compensando alguma diferença de polarização. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). PLL REF. EFM LPF . O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco.Este servo é dependente do servo tracking. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. Veja esquema abaixo. conforme vemos no esquema abaixo. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking.

através das instruções. O micro controla. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. de acordo com a operação que está sendo realizada. É utilizada para o endereçamento de um circuito. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). Cada motor tem. O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. posteriormente. do servo e do circuito loading. além do CI de controle do servo. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. o circuito de processamento do sinal. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . O microprocessador. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. é ativado o drive do motor de giro do disco. faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro. Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. A via de endereço é unidirecional. A CPU faz todo o controle de funções. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). do teclado. MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. também terão estas funções controladas pelo micro. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. além do servo. Faz isto por meio do servo. pois caso o fizesse. um drive para gerar corrente de excitação. O disco não pode girar a uma velocidade angular constante.SPINDLE DEMOD.

Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída.005%. Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). DEMOD. recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador. não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14). Cada D porta é. totalizando 16 bits.1 khz.hardware. No receptor.A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). Após o demodulador EFM CPU para cada canal. C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. Antes. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos. Contadores: São temporizadores binários. Para conhecer um microcontrolador. De um modo geral. Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit. na realidade. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock.L. Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. um flip-flop tipo D ou latch. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial. EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. geralmente igual a da fonte de VCC. saber apenas sua pinagem. travado pelo PLL (elo de fase travada). Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. a partir de um cristal interno. pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. esquema abaixo). O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio. para depois então ser convertido pelo D/. .

Pré-amplificador: Neste estágio.  Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência. diodos. Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão. etc.  Rede de alimentação com flutuação.  Ligação à rede de alimentação incorreta. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex. etc. SEQÜÊNCIA DE TESTES .  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. amplificadores de potência. o sinal de áudio será pré-amplificado. respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão.Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas.). uma entrada e duas saídas. LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio.  Verifique: transistores. inutilizando-o. caixas acústicas. equalizador. No caso do CDP.  Vida útil reduzida dos componentes. bem como deslocar a lente objetiva). pois não há como recondiciona-lo). capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). um tape desk.

3218 Mhz. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser.  ASY: Auto-simetria. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída).  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. É especialmente usado nos modos Search e Skip.  EFM: Saída de dados digitais.O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa. o disco fica sincronizado com o clock do aparelho.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio.5V.  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase. Se não tiver. se este ocorrer. ajustamos o PLCK. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente). ou seja. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4.  DEFECT: Sinal detector de defeito.  MIRR: Circuito espelho. Encontrando o sinal Eye Pattern. onde não há sinal.  EYE PATTERN: Sinal de RF. Não encontrando este valor. então o defeito poderá estar no servo. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto. Feito isso. é uma tensão DC de 2. É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco. conforme veremos a diante. Contudo. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking. tendo tensões nas saídas destes drivers. Em geral. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes. Tracking e PLCK (velocidade). Se o defeito persistir mesmo após os ajustes. Retornando ao teste do movimento da lente objetiva.  GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta. Se estiver. . Se não tiver. substitua esses circuitos integrados. Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. Se não ocorrer este movimento. Deverá efetuar os ajustes do foco.

DATA.  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco).  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem. c) Se não há intermitências de tensões. comece por verificar. Basicamente.      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) . porém.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits. CLOCK. SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro. a) Se todos os valores de tesão existem. Saem do processador PCM para o micro.código que contém o TOC.  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor. Portanto.       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. SUBQ e SQCK: Sinais do sub. PLCK: Clock do sistema (4. b) Se não há tensões com flutuações. SCOR. MON e FSW) são pertencentes as servo CLV. MSD. acusando problemas de regulagem. ao mexer nos fios ou conectores. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual). RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis. um CDP requer 5 ajustes. São sinais de pulso. ⇒ Os quatro sinais (MDP. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes. MSD: Controla a velocidade do disco. antes de qualquer tipo de análise no aparelho.

Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes. teremos o sinal musical do disco ininterrupto. noções genéricas de como fazer estes ajustes. Coloque o disco de teste.5 V/divisão em AC. retoque os ajustes de foco e Tracking. Daremos. Se houver problemas no sistema de filtragem digital. haverá falhas no som. Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste. no entanto. Reproduza este disco.5 us/divisão e 0. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo. Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. . Ajuste o osciloscópio para 0. Neste último caso. Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura. ⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up. com este disco sendo reproduzido.

. Reproduza o disco de teste./div. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco). ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking.2 ms. Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0. ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up). Coloque o osciloscópio (0.3218 Mhz. DC) na saída do amplificador do servoTracking. Coloque o disco de teste. Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4.5 VRMS no VTVM. A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK).Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern. Pode ser colocado antes do driver da bobina. Veja na figura abaixo. ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking. Reproduza o disco.5 a 3 VPP. Uma vez terminado este ajuste. retire o curto do trimpot de ganho. Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes.

Não toque com as mãos a lente. que provavelmente estará defeituosa. Na unidade óptica. a placa de circuito impresso estiver oxidada. Potenciômetros. O aparelho. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. logicamente. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção.000 horas. pode ser limpa com álcool isopropílico. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). injete pequenos jatos sob a unidade óptica. usando uma escova de dente para isto. Este dado. No entanto. Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. com álcool isopropílico em seu interior.Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. onde temos a lente e as bobinas. eventualmente. # NOTA: Estes valores são genéricos. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). no entanto. varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido. por se tratar de . Caso haja gordura impregnada na lente. nos dirigimos até a fonte de alimentação. deverá estar desligado. Se. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos). com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva.

Com graxa de silicone. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado. Sem a leitura do TOC. o microprocessador não pode trabalhar. lubrifique levemente as partes móveis. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica. Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset. A opção do microprocessador é a menos provável. é feita do TOC. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . a não ser que o Display também esteja incorreto. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada. as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon.  Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display).  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas. Assism que o disco é carregado. que encontra-se na circunferência mais interna do disco.um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante.

O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente.Como o leitor pode observar. DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos. Do ponto de vista prático. não lê as primeiras. no prisma. Fica impossível indicar a mais provável.Servo de foco . com sete possibilidades distintas.Unidade óptica  Pula trilhas . é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc. ilustra um pick-up óptico do CDP. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR .Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica.Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco. não lê as últimas. O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas. uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos. poderemos encontrar.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: .Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS . depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter). No entanto.Descolamento da(s) lente(s) B . lentes colimadoras e pelas lentes objetivas.  Problemas no laser O esquema a seguir. DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . trata-se de um defeito complexo. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento. visto que todas elas são essenciais nesta função. lentes colimadoras e. é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal. demora muito a localizar faixas. referimo-nos a ajustes.Servo de tracking . da qual o laser é o elemento principal. não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. defeitos nestes estágios.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C . eventualmente. Tracking e CLV nos dianósticos.

.Servo do motor slide......... DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF.. VR4 escreva sua referencia e endereço...........  localize o trimpot tracking OFF set.Unidade óptica . a leitura do disco é feita em saltos.... ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2. r10..Neste defeito.. na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: . HF e GND.... Escreva seu valor ôhmico.... Insira o disco no compartimento....... este é ligado no pino 20 do CI 2. Ajuste em Cd player tracking OFF set. e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais.  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref.. Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref... Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1.  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2.................  Marque com um círculo os pontos TP. pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2.. Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye ....

vibração-impulso elétrico.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset. é executada pelo microfone. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras.típico 2.) para o valor DC de 50mv.pattern. . posteriormente recriá-los. fitas. é feito pelo alto-falante.5 distorções.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força. Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento.5 Vpp mais ou menos 0. Focus off SET. etc. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos. chave e fusíveis. impulso elétrico-vibração. enquanto que o segundo.) para. A primeira conversão. DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. gravá-los em vários meios (discos. Mínimo 2vpp .

Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. São menores e leves. usualmente por baixo de 250 Hz. Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los. apesar de também haver independentes. tamanho e consumo intermediários. Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. e nao requerem de grande potência para tocar alto. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais. Crossover: Também chamado divisor de freqüência.Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). entre ½ e 2 polegadas. Médios: Têm uma resposta em freqüência. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. leve em consideração os seguintes detalhes: . Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar. de tipo passivo e ativo. São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. são componentes integrados. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais. ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers.

Medida: Logicamente. Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2. Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO. e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. de acordo com o modelo de carro que possuirmos. 4 e 8. e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância. O primeiro valor é o mais importante e realístico. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados. Partes do alto falante . É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes.

Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). . Na figura a baixo. as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A . Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina. Estilete: Para cortes necessários durante a montagem.União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M).

Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã. É escura e melhor de aplicar.União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume.Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H . laváveis com água. Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada. Remova da carcaça todos os resíduos de papel. Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1. As demais (desse e de outros fabricantes). Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. 2. * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência. em situações extremas.Resiste a 150ºC. 3.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G . não servem. Nas unidades de PA (alta potência). Serve de qualquer marca. não deixando marcas.União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E . D .Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo. * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo. e acabamento com laca automotiva preta F . A melhor é a da 3M. centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos). B . formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo. use Araldite lento (24h). Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo. Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina. . O Araldite rápido não é resistente o bastante.União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra). para motores diesel. Solúvel em acetona. Depois de tudo limpo. * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra. precisamos de colas resistentes a altas temperaturas.Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M). do rótulo azul.

nesse caso use menos água. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. A água abre os poros do papel. marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. Solde as malhas nos terminais do alto-falante. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. PRONTO! O alto-falante está recondicionado. Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. Use cola a base de PVA. a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. 15. 10. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone. Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem. que serão soldados dos terminais do alto-falante.Cascorez Extra (a do rótulo azul). Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã. de boa qualidade . Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha).4. 9. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. Material para impermeabilizar o cone e protetor. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. Cole o cone na carcaça e na aranha. 14. 5. 6. 8. Misture água e cola branca (meio a meio). eles devem permacer grandes. 11. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). 12. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina. É hora de colar a aranha. para cima nem para baixo). Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado. AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. observe que eles devem passar por dentro da aranha. a . pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. Antes de colar o cone. Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). 7. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. 13.

Use Cascorez ou cola para junta de motores. aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. pois é comum que ela se solte parcialmente. Durante o processo. pelo uso. só retirando depois de seco. cuidado). velas náuticas. e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. (não protege contra a chuva. Por ultimo. carpetes. observando como foi feita a montagem original. contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. A propósito. Para impermeabilizar. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. etc. o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem. Imã Outro ponto muito importante. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. Portanto.cola penetra nas fibras. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). de difícil localização. e ponha um peso sobre ela durante a secagem. Muito usado na proteção de estofamentos. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta. que prolonga a vida útil do cone. gerando ruídos no falante. cole bem a calota no cone. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do .

Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes. como o caso dos tweeters.12 dB 2 capacitores + 1 indutor . a medida que aumentamos a quantidade de componentes. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e. eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. já o ativo através de um circuito eletrônico. médio-graves. Existem dois tipos de divisores.falante. indutor e alto-falante. Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo.18 dB 2 indutores + 1 capacitor .6 dB 1 capacitor + 1 indutor . O passivo é composto de capacitores e bobinas. ou seja. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor. o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. que varia de acordo com os componentes que são utilizados. DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal. Para isto são utilizados os filtros.18 dB Como podemos ver. médios. Os filtros podem ser ativos ou passivos. drivers.000 Hz a resposta em freqüência. Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante. Por exemplo: 1 capacitor . ou seja. .são compostos de circuitos eletrônicos Passivos . • • Ativos . Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado. neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5. Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências. antes de enviá-lo aos alto falantes.000 Hz. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida. pois isto acarretaria um excesso de excursão.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas. Já no caso do passivo existem perdas. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação. o passivo e o ativo. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante. etc.6 dB 1 indutor . Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5.

molas de tração. Quando na gravação. A mecânica do gravador. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. eixo capstan. chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. 2. 1. capta os sinais elétricos. polia de retorno da fita. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. correias. enviado ao circuito pré – amplificador. sensor final de fita (apalpador). CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. gravando – os na . é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única.) cabeça apagadora. Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE. Quando na leitura. gravados na fita. é constituído de: rolo pressor. circuito pré – amplificador. motor disco capstan. Localize no Tape Deck. a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos. que depois é aplicada ao amplificador. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante. polia tratora.

deixando a polia tratora em alta rotação. POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. o teste da cabeça com o multímetro. fornece uma certa resistência . Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. O teste é feito na escala de X1. para manter a rotação de 33 RPM. basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita. existe uma película que fica em contato com a fita . Também na parte frontal da cabeça. a reprodução como a gravação. escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco. a bobina da cabeça . 1. Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som. Geralmente em tapes decks stereos com dois canais. sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. Ao acionar a tecla FF. Localize o circuito pré – amplificador. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. No entanto. CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador . .fita. ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. havendo então a necessidade de substituição da cabeça. e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. variando de cabeça para cabeça . quando esta se desgasta .

deixando a polia de retorno da fita. Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo.MOTOR O motor interliga o sistema mecânico. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. para não forcar o motor. retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve. através de correias. em alta rotação. EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan. Localize o disco capstan. O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. . 1 .

foto transistor ou REDSWTH. mantendo o feixe de luz constante. que adotam o sistema de disparo . produzindo pulsos para. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho. Pegue o cartão de treinamento e teste no local. ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor. este disco fica girando. peca ajuda ao instrutor. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. esta um imã em circulo. Fazendo assim. usam sensores como apalpador. Ao termino da fita.SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. a polia para de girar. quando chega ao fim . . Nesta polia. mantendo o REDSWTH constante. caso o tape Deck não tenha o foto transistor. alternado o feixe de luz. eliminado os pulsos. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. fazendo o motor desligar.

A chave comutadora. Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . polias. 1 . retire-os e tente coloca-los novamente. quando apenas na reprodução da fita. mas ao colocar a fita. fazem a pressão entre engrenagem. o som é baixo. inverte o circuito para o sistema de gravação. 2 . 1 . Faça um teste das correias e veja se há desgaste. SOM BAIXO O radio funciona normal. mantendo também em nível constante. é marcar de número a posição de músicas. CONTADOR NUMÉRICO A função especifica. quando a tecla de gravação é pressionada. teclas e antes de funções especificas. Faça o teste da chave comutadora . MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. com as polias e motor. caso de duvida pegue o cartão do mostruário . ou outras informações na fita. Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido.CORREIAS As correias fazem conexão.

faça estudos da mecânica. caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório. . verificar se há resistor de alimentação aberto. lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . substitui a cabeça. confirmando o bom estado dos mesmos. Fazer limpeza na cabeça. esta limpeza é feita na parte frontal. então deverá ser testado a mesma. o aparelho deverá estar ligado. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. impedindo a reprodução do som. para conferir com exatidão os valores de tensões . REPRODUZ. Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. As tensões estando normais. usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. correias e peças diversas. é aconselhável Ter o esquema do aparelho . Trabalhar no circuito de BIAS. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. não encontrado tensão. Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. caso contraria . que seja alimentada por tensão especifica.nos terminais da cabeça. lembramos que para se verificar o áudio. o qual diferencia muito pouco um do outro. a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda . polias. observando bem as posições de molas. possua cabeça aparadora. Verificar se há solda fria ou trilha rompida. este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . deverá então testar os transistores. devendo ser substituída . Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça. SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. GRAVA. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. encostar nas ligações da cabeça . MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado. É comum este cabo se soltar junto à cabeça. Medir tensão nos transistores do circuito. A cabeça pode se danificar por completo. som baixo. Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal.

ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . ligar o aparelho . . devendo ser substituído. acionar o mesmo . se alguma mola se soltou. que gera tensões especificas (tensão alternada). esta cabeça é acionada de forma.observação : é importante . como se fosse peca solta encostando em algo que gira . deverá ser observado no mecanismo. . Se ao acionar a tecla rec. Rolo pressor. SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. devendo ser substituído no último caso . que encosta-se à fita. se danificou . Verificar se há trilha ou solda fria. que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec.Como vimos ela é constituída de bobina e que . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. transistores.se a cabeça estiver boa. deverá ser substituída. antes de executar o conserto do mecanismo . . O circuito é constituído de bobinas. QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. capacitores e resistores. Há mecanismo que é dotado de um sistema. APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . O motor também causa este sintoma. Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem. percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. apagando as informações gravadas. segui – se as ligações da mesma. os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. a cabeça não se movimentar. causa a rotação irregular. quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . Estes capacitores fazem aterramento. isto provocará a rotação irregular . ao esticar as correias com os dedos. baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído .

capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores. Em conseqüência. TELEFONE CONVENCIONAL. Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons. • Testando ponte retificadora.ou mesmo alguma engrenagem . ou seja não está rompido. imagens e sinais de televisão.  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. ou polia que a faz girar com defeito . sinais gráficos. o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais. não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona).  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha. como os computadores e outros processadores de sinais.NO MODO PLAY. quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido. . ela poderá estar gasta . Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. Proceda da mesma maneira com o outro pólo. A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora.

 Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho.  Inverta as pontas de provas. Localize por traz os contatos da chave. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo. Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante. Remova a placa do circuito impresso (PCI). . o ponteiro não deverá deslocar-se. Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos.  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10.  Verifique as trilhas e se não há fio solto. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero. •     Testando a chave de gancho.

Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto.  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda). Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero. . observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto.  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI.  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante). • Testando o CI.  A ponta de prova que estava no pino 1. coloque no pino 2.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda).Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um. indicando que o buzzer está bom. caso contrário o mesmo está danificado. depois o pino 4 até o último. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  multímetro na escala X10.  Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume.  Agora teste o pino 3 com todos. a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo.  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada.  Ouvirá um chiado.

A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI. porém você não ouve o que ela fala.  Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor. significando que o mesmo está bom. sendo impossível o multímetro identificar. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”.  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  No monofono há um microfone de eletreto.  Inverta as pontas de prova. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha. Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala.  Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI).  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência.  Posicione a chave do multímetro na escala X10. o melhor teste é substitui-lo.  Verifique se há fio solto dentro do monofono. Verifique as trilhas e solda fria. geralmente ele se danifica. pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado. porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz. . Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local.

é importante primeiramente fazer limpeza no teclado.  Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma.  No último caso substitua o CI.  Com o multímetro na escala X1. Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio. Falha ao discar certos números. caso contrário o mesmo deverá ser substituído.  Uma vez verificado o teclado.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio.  Siga os fios do teclado até ao CI. neste caso é aconselhável substituí-lo. Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois).  O fone também provoca este sintoma. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal). Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se. agora localiza mais uma vez este circuito. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI. Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas.  Veja também as soldas dos pinos do CI. Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira. nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis).  Substitua o cristal. coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom. experiente nos outros terminais. Treine este teste com alguns transistores fora da placa.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas. . que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas. por traz dela há vários contatos circulares. Transistor em curto provoca este sintoma.

UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil .  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado.  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores. Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz ..  Para estudarmos o telefone sem fio. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. onde . neste caso é preciso substituir este CI. Não memoriza o último número. devemos dividi-lo em duas partes..  Substitua o CI de memória. Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam). Substitua o cabo de linha. Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador. ANTENA UNIADE BASE . O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado.  Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. . O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil .. Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. Em seguida .. .. como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base . Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva... antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória.

onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3.78 MHz. com sinal piloto de 4. O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura.4 KHZ. 1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3. resultado daí a FI (freqüência intermediaria). Tão logo é acionada a chave para o modo use .haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem.780 MHz. do tipo LSI. A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49. A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização). que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação .6 V . Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso). A CPU é um micro processador dedicado.4 kHz.000 Hz).600 MHz a 49. é envido o sinal piloto de 4. A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49.6 a 49. a seção transmissora entra em operação .

ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . . a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito. ou seja . Tendo um começo delineado para as medições . se é a base ou portátil.7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor .19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . Portanto. depois é só adotar os métodos convencionais de reparação . I) Com osciloscópio: seguindo os sinais. já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) .10.

CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico . não tendo no transmissor desta unidade.II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa. 4. Tendo sinal piloto após o DETETOR e. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. Caso contrário reparamos a fonte. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. Passo: verificamos as baterias do portátil.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4. O defeito está no portátil. Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto. conversor e amplificador de FI. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . verifique : oscilador VXO. DETETOR de tom da base. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. principalmente o clock. As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil. Se estiverem corretas. 1. oscilador. Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. O defeito está na base. NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil . Não encontrado.CI DTMF ou DP do portátil . 2. prosseguimos no diagnostico. CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. Modulador e CPU. corrente alta. o defeito está na seção de recepção. etc). devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção. Para isto . circuito de proteção da alimentação ou CPU. tanto da base como do portátil. logicamente. Passo: verificamos os pulsos da CPU. 5. TÉCNICAS DE CONSERTOS .CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6).foto acoplador da base. PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria. NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico . Então verifique: amplificador de RF. Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo. B) Só tem sinal piloto no portátil. 3.

• • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. 9V ou 12V). Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte. Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte. a fonte de alimentação é usada externamente. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V).Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. teste a continuidade do primário do transformador. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. • Nos telefones mais comuns. Ligue a fonte na tomada. Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: .

Se o cabo estiver bom. diodo zener e capacitores. O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI. significa que o transformador está queimado. Coloque a ponta de prova preta no terra. fusível e continuidade dos cabos. Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. abra a fonte para testar o cabo. significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. resistores. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento.• Se houver continuidade. A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. Ligue o telefone. O terminal que registrar maior tensão. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. O defeito estará dentro da fonte. diodos. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. este é o de saída. verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. Neste caso não compensa substituir o transformador. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). Não havendo tensão. abrindo o telefone e testando o transformador. Mantenha o multímetro na . • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador. Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV.

havendo tensão substitua o CI. Tensão contínua. verificar se há solda fria. Veja aulas práticas no filme. Não havendo tensão no filtro. sem sinal de linha. Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. testar diodo zener CI ou transistor. meça as tensões do CI. Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. 50 DCV. Esc. trilhas e solda fria. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet. 50 ACV. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. fusível. porém o LED indicador fica aceso. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação. e transformador. trilhas e verificar se há solda fria. resistores. Esc. . Telefone não funciona. pois o mesmo não está respondendo os comandos. Fale com seu professor. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. verifique os diodos retificadores. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. Circuito Estabilizador Tensão alternada. Identificação do circuito de linha.

• • • • • Diodos. Diodo _________. Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Resistor ____________. Bobina ____________. Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel. Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. Transistor. Foto acoplador. Foto acoplador.Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. Indutor ________. Foto acoplador __________. Capacitor eletrolítico ________. Capacitor de cerâmico _______. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. não é preciso retira-los para testa-los. ou seja. . Resistor de baixo valor. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha. Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. Bobinas. REDSWITH (rele). Transistor __________. Sensor REDSWITH (rele) ___________. DIODOS .

• • • Uma vez identificado o diodo. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. . Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. o ponteiro deverá deslocar até o zero. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. pegue duas pilhas. Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo). No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. indicando que a mesma está boa. Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso. Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo.

o defeito se encontra na estrada da linha. este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. . Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico.TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10. RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha). CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom). Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. Veja aula prática na internet.

Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. veja se há solda fria ou trilha rompida. eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem.CI DTMF ou DP do portátil . verifique a manta que está abaixo das teclas. neste caso a limpeza não resolve. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico .memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI. não raspe com objeto metálico estes contatos. Limpe todos os contatos com álcool isopropílico.Os fios do buzzer vão a um CI. NÃO FAZ REDISCAGEM . será necessário a substituição da manta. . Caso tudo esteja OK.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes. Antes de testar qualquer componente. substitua o CI.

 Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel). Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE. Isto explica porque mesmo em movimento. . Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena. sem que essa mudança seja notada pelo usuário. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA.  Substituir mini alto falante. A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado.  Substituir microfone. Transistor da Base e transistor da unidade móvel. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell.  Verificar se há solda fria. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro.  Verificar ligações do mini alto falante. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. distribuídas em diferentes partes em uma área. Este processo é denominado de HAND-OFF.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel. mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências.  Substituir transistor de antena.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena.  Verificar se há soda fria. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ. Em telefonia celular.  Testar bateria. neste caso é preciso substituir o CI. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio.

ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel. conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service. CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . A seguir vemos a configuração de um sistema celular.PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz). O espectro é dividido em dois grupos de freqüências.

A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil). implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. . O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil). Esta seção de recepção é um sintetizador de RF. Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema. por exemplo). A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade.A seguir ilustramos as células. cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

Logo. ou 15. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. e cada quadro é composto de 525 linhas. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente. feita com máxima velocidade possível. Na próxima etapa. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem. a corrente cai abruptamente. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. E também. e assim indefinidamente. O movimento da esquerda para a direita. Inicialmente. maior é a resolução. dominados osciladores horizontal e vertical. Um. o feixe traça a linha. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. A seguir o movimento vertical é ascendente. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. Os da direita para esquerda. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo.500 pixels. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. o PAL-M. quando as linhas varridas. são feitas com velocidade constante. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem. quer no televisor. Então tudo se repete para que se complete o campo par. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos. a quantidade de linhas é 525. No padrão de TV adotado no Brasil. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. ou faz sua varredura. O segundo tipo de movimento é vertical. que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. o primeiro quadro. no sentido descendente.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo.750Hz. E vice-versa. . As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro.750 linhas / segundos. Quer na câmara de vídeo. em função da relação de aspecto. E esta é taxa da varredura vertical. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros. Prática. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. Este é um movimento relativamente lento. ou 60Hz.

uma estação da TV. FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. ou qualquer outra. Como disse antes. também chamados de apagamento. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . SINC. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. um VCR. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha. que representam um sinal de vídeo completo. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. superpostos aos intervalos de retraço vertical. para o retraço vertical. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. e um intervalo maior ao final de cada campo. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. O nível de preto. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. Assim. o nível de branco e o nível de preto. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. Seja ela uma câmara de vídeo. VÍDEO. e excursionado entre os dois limites. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas.A rigor. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. Os intervalos do sinal de vídeo. para o retraço horizontal. com seus elementos de imagem.

O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída. também dotada pela Sharp. e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada. o tempo de condução de um componente de controle ( CI. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz. Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. Transistor ou SCR). que opera numa freqüência de 25kHz.: 8 V/0. Operando numa freqüência elevada. Tensão Principal: 103-115-145 V/0. é variado. curto-circuito e circuito aberto.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas. foi desenvolvida pela Philips. de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado. Esta fonte que usa o CI TDA 8380. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0.65 A.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V.21 A. FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: . sobrecargas. no caso de saturação do núcleo do transformador. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0.44 A Tensão para o Circuito de Controle REM.

sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida. CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380. de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. No momento em que as saídas estabilizam. quando a fonte é ligada. a qual é causado por sinais de RF. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador.CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR .

Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ . A chave está boa? ___________. Endereço da chave _________. Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). O fusível está bom? __________. S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. Endereço do fusível ___________. . veja exemplo acima). • Teste a chave liga desliga no local. Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada. Remova a tampa traseira. • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Endereço do filtro: ________.Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível. geralmente estão próximo um do outro. • Teste o fusível no local. F101 Exercício: Pegue uma TV. para evitar choque elétrico e queima do multímetro.

FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo. MOSFET Teste estes componentes no local. se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes. • Endereço do regulador: __________.• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. CI ou MOSFET). Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto. Pegue uma TV: . Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI.

TV _______________. • • • • • • • • • Fusível ________. Ponte retificadora. Chave. CI _____ _____. Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. Termistor ______. Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______. ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____. Transdutor _____ _____ _____. Regulador de Tensão. DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Transistor _____ _____ _____ _____ _____. . MODELO _______________.

ou MOSFET) e quando o regulador é um CI. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente.  Faça o teste em outro TV. substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição. Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes. Ponte retificadora – Escala X10.). internamente está uma grande  .  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes. Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa. Fusível – Escala X1. Componentes a serem testados:  CI oscilador. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado. Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Trilhas rompidas também provocam este sintoma. OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida.Caso o fusível estiver queimado. Regulador de Tensão – Escala X10. Chave liga desliga – Escala X1.  Resistores osciladores. Capacitores eletrolíticos. O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência.

O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora).parte do circuito oscilador. CI – Escala X10. CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. (veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). em curto. Ficando para ser testado resistores e capacitores. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. Regulador de tensão ‘em curto’. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. resistores e capacitores. Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor. Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. Termistor ‘ em curto’. Bobina desmagnetizadora – escala X1 . Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador. Capacitor de cerâmica ‘ em curto’.

• O Oscilador Horizontal. ou amplificador de sincronismo. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal. Localize o fly-back.  Transistor Drive. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal. • O Sincronismo Horizontal ou SFH. • Oscilador Horizontal. • Saída Horizontal. . e o transistor saída horizontal. veja a figura abaixo. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal. através da etapa Sincronismo geral.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. Exercício: 1. a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. • Os pulsos gerados pelo Oscilador. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal.743 kHz. conhecido como.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. • Sincronismo Horizontal. gera uma freqüência da ordem de 15.  Resistor de alimentação do Transistor Drive.

próximo ao fly-back. SEM IMAGEM). O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). circuitos de protecção deficientes. separando as peças pelo grupo de endereçamento. Ex. componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. D406 – C409 – R401 etc. transformador de linhas (flyback) deficiente. siga as mesmas técnicas da fonte. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON. portando os componentes do circuito Horizontal será. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. significa que o grupo do Horizontal é 400. • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. LED frontal aceso. . excesso ou não limitação do +B. Veja o endereço do transistor Horizontal. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa.2. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401.

Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio. Quando o brilho ou contraste aumentam. a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. . Em funcionamento normal. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal.Proteção com Tiristor Utilizando SCR. o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo.Quando o transístor de saída está em curto. Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY. quando algum componente do horizontal está em curto.

O resistor de alimentação está suspenso na placa. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. o ponteiro irá deslocar até o zero. Ao testar o transistor saída horizontal no local. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. ou seja. e seu Emissor a terra.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. Resistor de alimentação aberto. Veja esquema abaixo: • • . Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. Siga a base do transistor Drive. Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet. o multímetro registra um curto. resistores e diodos. Transistor Drive em curto ou aberto. OBS. • CI oscilador Horizontal em curto.

veja o esquema acima.  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. A tensão sai da fonte. ele é usado nos monitores mais novos. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. passa por este MOSFET. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. Transformador Drive. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. O defeito encontra-se no oscilador horizontal. Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço. • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. em curto ou aberto. .+ + B B + B Transistor Drive. Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador. observando que a escala do multímetro deve está em X1.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet. Este transistor recebe pulsos de correção do processador.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. Substituir CI. Veja se há solda fria. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal.

Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7). Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). levando em conta o seu tamanho. Não coloque capacitor com valor diferente. Nos sistemas mais sofisticados. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. ATENÇÃO. • • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). Caso esteja aquecendo. A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. deve ser substituído. . Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. automáticos (PLL) para se auto ajustar. Substituir Fly-back. CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV.

Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion). A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. 60Hz para o circuito vertical. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL.7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora. O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. a saber. controlador de tensão. devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos. Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. . que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes. Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. o quadro dente a se esticar nos cantos. indutores transformadores. No sistema digital possui um Cristal (VXO).  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Para um grande ângulo de deflexão. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA.

isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. CI de identificação (circuito detector de sistema. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. • • • . D _______________________________________ VR ______________________________________. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. estágio que será estudado mais adiante). Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes. Lin Vert. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.Obs. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. R ______________________________________. CI de saída vertical. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal.  Seguindo os fios da sessão vertical. C _________ _________________. Vertical e Freq Vert. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). visto que. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. TV _______________ MODELO ______________ CI __________. RV. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. contudo. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical.

em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. Note que a linha está no sentido horizontal. capacitor eletrolítico. após o que é difundida pela antena da emissora. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. Resistor de alimentação aberto. Diodo em curto. O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. Solda fria. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia. Bobina YOKE aberta. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. a linha abre no sentido vertical. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito .LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. é transferida ao circuito de rádio freqüência. na forma de freqüência.

medir resistor de alimentação ou CI regulador. tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo. tem como função de corrigir as oscilações. saturações. Não havendo tensão. tome por referência o VARICAP. logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia.automático de ganho) . distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram. . Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V). Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO. Verificar entrada da antena. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . agindo como se fora um estabilizador de sinais. CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP).

todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. na mesma tela você pode ler o canal seleccionado. ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma . • Substituir processador.• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS. Ou seja. B-Y e G. • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico. Na verdade. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. resistores e diodos). Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres. R-Y. geralmente. Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais.Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. contraste. etc. Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres.) Esta informação é gerada no micro e. Etc. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. Substituir seletor.

anúncios. que é mais instável. com o sinal já devidamente amplificado. Com isso.. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente. saindo os sinais diferença de cor.58Mhz. Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. contraste. . Canadá. etc. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva.579545 MHz. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3.58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP). do CI processador. etc . México. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma.confusão com a saída de vídeo sinal. sem as portadoras de 3. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro. Logo em seguida. tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações. Vd e d separadamente. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal. Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. todas as cores ficam alteradas na tela. É por isso que chamamos a Road. Japão. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. onde atua a malha de ACC (automatic color control). Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint.

na outra só o vermelho. .575611 MHz (padrão M).582056 MHz. Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1).575611 MHz. a freqüência do horizontal é de 15.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada. os sinais de croma são de 3. já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. No sistema PAL N. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. numa linha só o azul. A freqüência do horizontal é 15.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°. Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60.750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz. com excepção de França(SECAM). a freqüência do horizontal é de 15. É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. usado pela maioria dos países da América do Sul. Verificar solda fria. foi desenvolvido na França nos anos 60. Imagem sem cor. sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia. Basicamente é um NTSC melhorado. Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar. os sinais de croma são de 3. Dicas: • • • Verificar resistores. Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. Grécia e pela maioria dos países do leste europeu. Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido.625 Hz e a do vertical é 50 Hz. A imagem é formada por 625 linhas. Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus. Os sinais são modulados por uma portadora de 3. Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). Substituir processador.625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. a imagem é formada por 625 linhas.

R (vermelho). Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. Tela escura. observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. G (verde) ou B (Azul).Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa. ______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores. dois fios saem do flyback (foco e screen). nítidas. Imagem desfocada. Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. ela faz com que as imagens fiquem focadas. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. . ou seja. Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV. No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal.

ao fly-bak. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal.Técnicas de consertos. b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V. O resistor tem um valor entre 0. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F . 2. TV NÃO FUNCIONA 1. c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak. 115V. A Philips costuma dotar um fusível. 3. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. 120V).3R a 10R conforme o modelo de cada TV. Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo. meça as tensões na saída da fonte.

d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1. Meça este resistor fora da placa. Philco etc. f. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. este valor varia o valor conforme cada marca de TV. pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. esta continuidade indica que o resistor ou o fusível. Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. 115 etc. siga a trilha que liga o positivo do filtro. o circuito oscilador não possui este CI. cerca de 6V a 9V. e. significa que o oscilador da fonte não está funcionando. estando embutido no CI chaveador. trilha e a bobina do flyback está boa. Há tensão B+ alta? a. Teste-o fora da placa. no resistor de alimentação ou fusível. d. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto. veja também se a trilha está rompida. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. Para algumas TVs. com CCE. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. b. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador. é usado na fonte como chaveador um CI. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. enquanto que outras marcas como a CCE.). Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. Para localizar o resistor. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). . c. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. nesta trilha você vai encontrar este resistor. o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). 2.

esta tensão pode varia de TV para TV. significa que a fonte está boa. 280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora. as causas são: a. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. fusível. valor entre 0. valores que podem chegar entre 12V a 48V. TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1. Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. c. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. Testar fusível. Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. . peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. Isto indica que esta fase da rede AC está boa. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. chave liga-desliga defeituosa. A falta de tensão alta. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal). Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte. se as trilhas. ou seja. Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. ligue-a para fazer este teste. porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. Se por acaso uma das fases não houver continuidade. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). OBS. indicando a boa continuidade da outra fase AC. Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1.g. b. Testar resistor alimentação (de fio). fusível queimado. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta. 2.

Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. 1. eles parecem transistores de média potencia. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. vídeo. Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. Teste os diodos que estão ligados neste circuito. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar. significa que há solda fria. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. 3. dois de seus pinos devem apresentar tensões. Caso o CI processador esteja alimentado. Meça as tensões nos pinos destes CI. na trilha que liga a base do transistor Drive. Um dos pinos deste CI não se encontra tensão.siga o roteiro abaixo. 5. d. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. croma. c. Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal. 6. um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. isto porque ele é aterrado. Testes os transistores fora da placa. b. som etc. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. Caso não haja tensão de 5V. 4. estes CIs reguladores são de três terminais. sendo que um deles é um FET. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. e.). a. No último caso substitua o SYSCOM. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal.

E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. o multímetro registrará uma resistência alta. Caso a tensão do coletor surgir. Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms. Teste o transformador Drive na escala X1. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. significa que o CI oscilador está danificado. este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. Transistor saída Horizontal 2. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive. 4. 3. Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. O multímetro não detecta defeito no cristal.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive. fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). Obs. satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. sendo necessário a sua substituição. Quando o transistor Drive entra em curto. provoca a ausência de tensão em seu coletor. . ao testar o primário do transformador na escala de X1. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência.

2mF a 47mF. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. TV NÃO FUNCIONA. 5. Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. Coloque a ponta de prova preta no terra. Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero).Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). ele está ligado na saída da fonte. mude a escala do multímetro para 250 DCV. . desligue a TV. caso permaneça o apito. significa que o fly-back está defeituoso. Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. Teste o diodo zener de 120V. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal. 3. Teste o regulador de tensão. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. Quando o transistor saída horizontal aquece. solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. o Fly-back ou diodo zener de 120V. 3. OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. 2. 4. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito. 1. 2. 2. linha +B. se tiver outro em mãos substitua. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. 3. Desligue a TV. 1. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal. 4. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu. entre 2. deixando a TV inoperante. 1. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. Faça o teste do diodo zener na escala X10. Veja se o apito permanece. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto.

o qual se encontra no circuito vertical. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora. 3. um deles pode estar danificado e provoca o apito. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. .  Bobina aberta – o multímetro não registra resistência. 1. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido.4. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. Com a tensão presente no CI de saída vertical. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte. verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical. 2. Confirmado o funcionamento da bobina. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte. Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical.

croma. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo. o mesmo que está o oscilador horizontal. . O multímetro não registra este tipo de defeito no CI. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. trimpots. Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro.4. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. que pode ser. • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). significa que o resistor de alimentação está aberto. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. você deve trabalhar no circuito oscilador. bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. vídeo. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. “a sua mão deverá estar no metal da chave. diodos. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. sendo necessário sua substituição. não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”. para sabermos se o CI está danificado. Certificado de que a saída vertical está boa. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical. naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. som. trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. resistores. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. Localize o CI saída vertical. FI de vídeo.

veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto. . verifique se há solda fria no pino do flyback. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. 3. Usando o esquema da TV. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V.1. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V. Se não houver solda fria. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. substituir o flyback. 4. • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. A tensão saindo do flyback. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. meça a tensão alternada no anodo do diodo. Se não tiver o esquema. Se o resistor estiver bom. 2. • Verifique se há trilha rompida. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. não encontrando tensão alternada. este resistor está suspenso da placa. A tensão saindo da fonte.

No último caso substitua o CI de saída vertical. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema. Substituir a bobina por outra da mesma especificação. 10mF. • Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores. . porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma.7mF etc. 4. caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema. • Linha senoidal Bobina Defletora em curto.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa). qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela.

• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa.2 mF a 47mF). impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda. Caso a imagem preencher a tela. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. pois qualquer que um deles estiver alterado. faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada. Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema. provocará este sintoma. Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. . estes capacitores podem chegar no máximo 4. que estão ligados ao CI de saída vertical. este ajuste retoca a imagem na parte superior. Conforme a TV. Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos. Se o sintoma permanecer.

Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON). faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). veja a função de seus pinos. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. pode ser que o mesmo esteja aberto. veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. Coloque a ponta de prova preta no terra. Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP). neste caso é aconselhável ter o esquema em mão. a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. Ligue a TV. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP.• • • • • Ligue a TV. Coloque a ponta de prova preta no terra. qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. . A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. deve agora medir a tensão de 33V.

• No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V.  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. Não havendo a tensão de VT. ou mesmo o diodo ZENER em curto. coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão. BU = Faixa de UHF. siga o roteiro abaixo. O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. .  Ligue a TV. AFT = Sintonia automatica de frequência . BH = ou VH Faixa dos canais altos . 10. • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. Verifique se há solda fria. BL = ou VL Faixa dos canais baixos . ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão . significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando. você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V). 12.FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video . Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia. no multímetro digital na escala maior que 50. VT = tensão variável .  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico. 9. Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima.  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH.  Coloque a ponta de prova preta no terra. podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) . 11. Veja também se há trilha rompida. Com o multímetro na escala 50DCV.

VARICAP com sistema digital. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON. 3. só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL.  Teste a trilha. No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto. 4= VCC . 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto. TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. 5= IF . você deve substitui-lo.  Caso a TV for dotada de CI.  Se não for encontrada a tensão no pino BH. 7. devendo ser substituído o VARICAP. . Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. 5. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria. retire este transistor e teste-o.Entrada de sinais do CLOCK. 6. 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON.  Verifique se há solda fria.Entrada de tensão +B. 3= SCL . 6= CAG – Controle Automático de Ganho.  A trilha do BH vai a um transistor ou CI. É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas.  Siga o mesmo roteiro dos canais altos.Saída de sinal de FI. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. baixo ou UHF. siga a trilha que está ligada a este pino. significa que o circuito chaveador de banda está bom. Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda. substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. 4. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI. canal baixo e UHF.

que apresenta uma certa condutibilidade elétrica. a qual é necessária para que o CI reconheça. Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms". ( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). . o CI é de tecnologia digital. algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". ( uma palavra digital. Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock. Nesta placa. Afinal. ( 5K ou mais ). O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. por isso mesmo trabalha só com informação digital. além das pistas normais de cobre. ex: 01010 ). deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. Para quem não sabe. o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta".CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada. existem as pistas de Carbono.

2) Por outro lado à placa de circuito impresso. por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda.1) Nesse conjunto ( transistor. nas áreas de pressão das teclas. led IR ).gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI .Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo.que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente. inibe o sistema. vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto. 6. aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida. existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms. isto é sincronizado. 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ).e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade . 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa. é bom vê-lo também. 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ). . é bom dar uma olhada neste componente também. no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo. Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente .

acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim. é bom medi-los e trocá-los quando necessário. também seria bom dar uma boa olhada neles. onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas. 13) Existe no PCI. o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). . e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. e vale também para oxidação ( ferrugem ). Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. devem ser checados com cuidados. alguns jumpers. de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. ora não. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. 8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. ora dá. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ). 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. ( placa de circuito integrado ). ( medir com aparelho capacímetro digital ). para poder dar manutenção com o controle remoto aberto.7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. ( ligações entre pistas ). 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. 12) Atenção ao suporte de pilhas que. vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas.

Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. não é crítico. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado. Montar em uma placa de circuito impresso. “ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA. O LED é comum e de cor vermelha. porém com baixo som. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. A bateria usada é de 9 volts comum. O LED receptor ( BP 109 ). . O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente. Lembre-se de que o cliente. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto.

de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional.O receptor não possui bom alcance. aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção. Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando. temos o diagrama elétrico ( esquema ). . mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. Para evitar também o abre e fecha do controle.

porque o usuário do controle. Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ). que normalmente se encaixa somente por pinos guias. Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem. Se você dispuser de um ohmimetro. logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal. ( alguns K ohms.Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. . o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. é muito mais técnico o trabalho e agradável. Medições feitas com multímetro analógico ou digital. mas também com um pouco de super-bonder. somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). aconselho usar os dois métodos. porem. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons).vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada. e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo. Com relação à placa de circuito impresso . Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). não acha!!! Com relação à manta de borracha . Quando os contatos da manta já não estão bons. Seria melhor então colá-los não só com a cola própria. Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema. volume e canal ruins ).uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. antes de trocá-lo assim de imediato. então vale a penas trocar estes contatos se necessário.os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante. a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. ( escala x1K ou 20K ). Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado. faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto. Retire-a. ( ainda bem ). é melhor fazer a troca da manta.

logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso. . ( que é ou será você ). deslize suavemente sobre as áreas de contato. pois. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". Remonte cuidadosamente o conjunto. e assim não condenaremos o CI tão facilmente. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível. o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. Em casos mais raros. Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ). por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais.umedecido com água e álcool. porem sua medição será igual à de um diodo comum. O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade. esta na faixa de freqüência do infravermelho. o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados. ( conduz de um lado e não do outro ).Utilizando um papel absorvente . Considerações finais sobre controle remoto. ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ). Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital.

TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features. Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .

você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33.=33. mais viva é a reprodução de imagem .) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #. Quanto maior o #.1/30 sec. mais rápido é o tempo de resposta. O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec. .024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms.3 ms. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1.Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel.

mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65. maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação.216 cores 1cd/m2 Painel A max.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #. branco (500) max. max. branco preto (1000) (1) Painel B max.536 cores 32bbpp=16. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #. este item indica quando o display está todo branco .777.

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

1. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho. está acionado. localizado no painel frontal do aparelho. . Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2).

b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B). • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. este pino deve ter aproximadamente 1. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. Para isto.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300. Esta tensão deve permanecer constante. . Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. Em operação normal. a freqüência irá aumentar muito. Caso não existir tensão no pino 5.8 volts. verificar o fusível F6000. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. se a linha de feedback estiver aberto. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. On State • Confirmar a tensão de 1. Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas. a tensão no pino 4 irá aumentar. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300. Para isolar o fotoacoplador. que está ligado na placa A3U. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300.1V no pino 2 do IC6300. então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback. Inclusive. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V.1V no pino 4 do IC6300. Fazendo isso. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. a tensão no pino 4 irá diminuir. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy.1V. Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range. • Confirmar a tensão de 16. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente. Se as tensões estiverem normais. Isto é. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2.

.3V para 0V. • Confirmar a tensão de 3. a tensão no CN1007 .3V através do FL1001.pino92.Confirmar a tensão de 3.15MHz (Clock do sistema).3V (reset) através do IC1001 . • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.pino2 cai de 3. • Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16.

10.pino7. • Confirmar as tensões não reguladas de 15V. • Confirmar o nível DC de 2.5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17. 33V.5 no CN6202.Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 .9V no CN6203 . Após o oscilador .pino3. medir através do JL1072.

• Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel).da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000. • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2.5V e 33V.9V no conector CN6203 – pino 3. 43 e 44. • Confirmar as tensões de saída: D5V.5V.2V) no conector CN9401 – pinos 41. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER. 1. o microprocessador libera os sinais de Power2.1. Esta etapa faz-se necessária. 1.5V. 15V . Esta etapa faz-se necessária. o não reguladas 10. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. Fonte de Alimentação). pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16.5V. existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: . A9V. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V. Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06.5V. 2.2. Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3. PANEL 5V. indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente. Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V. Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 . • Ao ligar o aparelho.2V – VC1. • Confirmar os sinais de Power 2.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER. 15V e 17. 17.2V – VC1. o não reguladas 10. Esta tensão de 16.Item 5. Esta tensão de 16. indica que existe algum problema no microprocessador.5V.

a) Televisor não possui tensão de 3. DC ALERT 1.A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3. . DC ALERT 2 .2.2.1V – DCALERT1.1V (Proteção de DCALERT1 acionada).1. • Confirmar a tensão regulada de 17. • Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2.PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3.2V – DCALERT2.5V através do CN6200/pinos1 a 5.

5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U). • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U). 2.IC8653.2V (Proteção de DCALERT2 acionada).AU_15V .3.a) Televisor não possui tensão de 3. b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V . DC ALERT 3 . • Confirmar a tensão regulada de 10.

a) Televisor não possui tensão de 3.2V – DCALERT3. • Caso não encontrar a tensão de 15.7V. . verificar a fonte de alimentação.• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3. que não deve estar oscilando.2V (Proteção de DCALERT3 acionada). • Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15.7V (AU15V).

4. Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.1V BackLight. .2.

• Confirmar a tensão regulada de 17. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito.3V (Placa A3U) – PAINEL DET. Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V).5V no pino 1 do conector CN1003. . Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2.a) Televisor não possui tensão de 3.6. Se não existir o sinal de Panel_Det. • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. localizado na placa B. 2.1V. b) Televisor possui tensão de 3. Tensão Anormal na Fonte de Alimentação .8V (Placa A3U).5. 2.1V. • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V). o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção.

que monitora a temperatura interna do aparelho. • Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2.8V. . Quando esta proteção é acionada.a) Televisor não possui tensão de 2. Este sensor composto pelo IC1007. Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B. o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes.7. que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007).

apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. etc. 2) Alimentação na placa inversora (17. Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD. KLV-S26A10T e KLV-S32A10T). O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T. 3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. Por isso. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo.). devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. Neste material. temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. KLV-S23A10T. microprocessador. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. pois fazem parte do conjunto do painel LCD. .5V). Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente. Backlight e Dimmer). 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica.Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD. 2.

Imagem em modo padrão.38A. localizado na placa da fonte G2. localizado na placa A3U. o mesmo desliga e entra em modo de proteção. indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. 2) Sinal de Backlight de 3. mas logo após o aparelho ligar. 3.2A. Ajuste de Backlight normal).3. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. 3. Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando.2A e o aparelho desligar em seguida.1. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída.1V no conector CN8603. Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). a corrente pula para 1.2. 3. devemos verificar: . indica que a placa inversora não está funcionando. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga. Se o consumo de corrente não chegar aos 1. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito. Para isto. Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela. conforme item 3. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente). Devemos então. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17. não indica a operação correta das lâmpadas. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando. Se a amplitude estiver muito baixa.38A (Backlight acesso. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga. permanecendo em 0.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Porém. a lâmpada está com defeito.3.

Se a linha de comunicação estiver OK. verifique se os conectores estão soltos. conforme item 3. o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora. Se a amplitude estiver muito baixa.1V). 2) Sinal de Backlight de 3. o aparelho desliga.5V. 3. Em seguida. a lâmpada está com defeito. Se ambas as alimentações estiverem corretas.1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. o defeito provavelmente está no painel LCD. localizado no coletor do transistor Q8616. Se faltar alimentação de 17.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. 4. Para isto. Neste caso.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Se não existir tensão de Backlight. verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . devemos verificar: 1) Alimentações de 17. localizado na placa A3U. verifique se o transistor Q8601 está cortado. mas não existe sinal de vídeo. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”). localizado na placa A3U. verifique a linha de “Panel Detect”. . Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído.4. localizado na placa da fonte G2. Se estiverem OK. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído.1V no conector CN8603 – pino 5. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho.

devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: .5. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída.

localizado na placa A3U.1V no conector CN8603 – pino 5. 6.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. a) Verificar as alimentações de 17. iii. Se for encontrado este sintoma. Se não existir tensão de Backlight. a placa inversora deve estar com problema. localizado na placa A3U. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo. localizado na placa da fonte G2.1V). verifique se o transistor Q8601 está cortado. Panel Detect – Em operação normal possui 2. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3.3V no conector CN8603 – pino 4. Backlight – Em operação normal possui 3. devemos verificar: . será detectado determinada amplitude. Este sinal controla o nível de luminância do backlight. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver. o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. Se realmente a amplitude estiver muito baixa. ii. Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem.

Favor verificar: . 11. RC-. 9. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: . 6. de preferência em Raster “Branco”. o mesmo apresentar áudio. mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. RD. localizado na placa A3U. RA+. 7. mas estiver sem imagem.Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. RB+.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. localizado na placa A3U.1. 6. Sem vídeo. confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1. 3. 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais. Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B).e RD+). mas não aparecerá imagem. RC+. RB-. O aparelho funcionará normalmente. 5.2.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. 17 e 19 (RA-. porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7.

As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica. .

O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT. mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela). etc – no entanto. Isto é. No caso da tela das TVs. na verdade. a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar.Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. plasma. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. LCD. o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV. um padrão definido pela National Television .

a tela terá o número de linhas na horizontal. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva. a tela terá 480 linhas na vertical. completa e sem cintilação (flicker). Como os pixels são organizados em um padrão de grade. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. Portanto. plasma e televisões de microdisplay. A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1. Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela. enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p).080 linhas. Da mesma forma. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. ou varridas na tela. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV.Systems Committee. a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). se existem 640 pixels dispostos verticalmente. criando uma imagem nítida. A razão é simples: as telas ED são mais baratas. mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). é mais comum medirmos a resolução em pixels. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). . O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA. para sermos exatos. você tem uma definição padrão e uma alta definição. com apenas 480 linhas de resolução. conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. mas com tecnologias digitais tais como LCD. A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. e vice versa. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. Portanto.

Por esta razão. oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. TVs de LCD: Entre as TVs digitais. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). por exemplo) é muito difícil. o número de pixels na horizontal também importa. Na verdade. Elas também tendem a ser menores e com mais . Em termos práticos. Em geral.080p. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico. 480p. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. 1. as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. etc.080i. Em geral. No entanto. como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma.A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja. LCD ou TVs de projeção microdisplay. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem. certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. No entanto. Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas.

Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. DLP ou LcoS. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo. Assim como acontece com as TVs de LCD. combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay. uma tecnologia criada pela Texas Instruments. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. tais como LCD. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) . e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing). Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano.opções de resoluções. Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades.

não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento. .07 milhões de pixels. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa. Uma análise final.1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2. No meio tempo.

Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. os quais irão determinar as características mecânicas. expansibilidade e conectividade aos computadores. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível. elétricas e eletrônicas destes circuitos. a memória.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. que é a placa principal do computador. a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões. proporcionando portabilidade. cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. Esses módulos são conectados através de placas. onde grande parte dos módulos são conectados. os conectores de expansão e os circuitos de apoio. .

que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT.em um slot ISA. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA. (Circuito Integrado) de memória cache on board. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão. PCI.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. Como exemplo temos os slots MCA e PCI. . O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. Como exemplo. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. há o slot ISA. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe. EISA.I. MCA. Nas placas-mãe mais modernas.Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe. VLB. Existem slots para os padrões: Pc-XT. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma. há slots específicos para cada padrão. ISA. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT.

. HD e etc. em seus circuitos. Este circuito é encontrado em placas-mãe. cristais de clock que são componentes eletrônicos. placas controladoras. Por serem constituídos de cristal de quartzo. que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência.Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais.I. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. É um programa contido em um circuito integrado.I. podem ser encontrados. Circuíto de Clock. porque esse programa fica gravado no C. mesmo sem alimentação. isto é. sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador. a freqüência é muito precisa. Este C. placas de vídeo. pertence à classe das memórias ROM. BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador.

da BIOS e da . também existem outros dois códigos de programa. que são atribuídas aos itens do SETUP.I. são armazenadas em um C. As alterações realizadas no SETUP. as variáveis do SETUP (condições de ligado. através do usuário. se for pressionada a tecla “DEL”. então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional. A tecnologia mais utilizada é a EPROM. principalmente da placa-mãe. do BIOS. são armazenadas em um circuito independente do C. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware. desligado. impossibilitando o seu funcionamento. principalmente nas placas-mãe. Ao ligar o computador. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”). isto é. Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP. mas com o advento dos PCs modernos. Caso o autoteste não identifique nenhum erro. normal. é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes.O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware. O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. de memória RAM. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware).I. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. fast e auto). localizado próximo ao C.I. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada.

estando uma sobreposta a outra. o mais adotado é o de 3 ½”. maior será a sua capacidade de armazenamento. toda a configuração seria perdida. sem haver contato entre elas. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. devido ao seu tamanho reduzido. Ao ligá-lo novamente. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. de memória RAM. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação. que é volátil. sendo conseqüentemente.memória RAM principal do computador. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM. seria necessário configurar o SETUP. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. Atualmente. quando o computador for desligado. Por ser armazenada em C. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. constituídas de metais leves como o alumínio. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria. Existem mídias de diversos tamanhos. Para evitar esse processo. . Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. ao se desligar o computador. no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados.I.

mas existem diferenças. os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. o processo se inverte. razão porque.THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação. Comparando novamente com os discos em vinil. o que ocorre durante a gravação. tais como: no disco rígido. MONTAGEM DO PC . estas cabeças seriam a agulha do toca disco. Durante a leitura. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido. A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira. com capacidade de 2 a 4 gigas. o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia.

sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel. resista! A pedida é procurar. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. exatamente do jeito que você quer. por exemplo. É uma grande diversão. memória. Não é para qualquer um. por exemplo. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho. é detonar no processador. Hoje. A primeira tentação. disposição para procurar os componentes certos. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. Não cola. Às vezes. Nessa faixa. Pentium 4 de 3 GHz. Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça. Nas lojas. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. com 128 MB de memória. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois. na hora de construir um PC. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2.4 GHz. Exige domínio de hardware. para impressionar o público leigo. é algo que não tem preço. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir.Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte.1 e rede Gigabit . HD. por exemplo. Pior: comprar coisas incompatíveis. boas escolhas seriam. não se gasta demais no chip. sem a configuração definida. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. tempo livre.

os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe. Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset.0. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. Depois. Os contatos ficam mais acessíveis. já está na hora depensar em dois discos rígidos. Kingston. MSI e Abit. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). Depois. Há muita marca boa por aí. Infineon. Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. Corsair. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus.. Para isso. abra o gabinete. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. NEC. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. . Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2.Ethernet) que podem dispensar outras compras. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. que pode danificar um dos componentes do computador. de preferência ambos com 7 200 rpm. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira. suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI. A seguir. encaixe o conector de reset. Quando se fala em placa de vídeo. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. por exemplo. Em memória. com preços razoáveis. Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos. removendo seus parafusos traseiros. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada. No capítulo HD.

demarcado no manual da placa-mãe. faça a correspondência do pino positivo. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual. com o fio vermelho do alto-falante. É preciso plugar oito pinos individualmente. Para osicionar o PC Speaker. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. Tanto para o led de força quanto para o de HD. o alto-falante miniatura do gabinete. o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito. +D e +5V). Encaixe ambos. USB Conectar as placa-mãe é. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. o alto-falante miniatura do gabinete. faça a correspondência do pino positivo. provavelmente. conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. de marcado no manual da placa-mãe. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard. para que eles funcionem. -D. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. na posição correta. Para posicionar o PC Speaker. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. Basta conectar novamente. com o fio vermelho do alto-falante.LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. Ground.

Localize. na placa-mãe. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). o encaixe de três pinos para esse fim. no soquete. Para isso. SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. Como . VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda. isto é. o conector do ventilador. pressione levemente a alavanca a seu lado. Depois. com menos contatos. localize. destrave o soquete do chip. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos. no mesmo pacote. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). comprados in a box. Coloque. encaixando-a em sua trava. Para isso. vamos instalar o processador e seu cooler. o canto equivalente. plugue sua fonte de força. A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas. Esse canto serve como referência para a instalação do chip.com defeito. Ele está ao lado das guias para o cooler. observando sua saliência que indica a forma de conexão. então.

Repita a operação. Depois. segurando-o pelas pontas. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente. Finalmente. Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente. Primeiro. ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. e colocar no slot. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. Note que só existe um jeito de encaixar a memória. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. com um pouco de força. devemos abrir as travas. A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo. pressionando o cooler contra o processador. puxando-as para fora.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul.

perto do soquete do processador. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar. HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. Para instalar essa plaquinha. com 20 pinos. tente mover a placa-mãe. é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete. São dois conectores: um maior.atenção especial com os parafusos. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe. No caso do nosso Solid. Se não estiverem. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. são quadrados plásticos. e outro menor. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. jogando-a fora. LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela. mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la). Depois. . como placa de som. remova a existente no gabinete. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. Antes de começar a encaixar esses suportes. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. portas paralela e serial. com quatro. apertando-os o suficiente para prender a placa. Cuidado para não forçar muito os conectores. entre outras. Para instalá-los.

como não há a protuberância. O conector de HD. o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). por exemplo. Fazer isso é bem fácil. preto. só há uma maneira de encaixálo. O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante. e o de CD. Depois disso. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave).A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. mas. Plugue-a na placa-mãe. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido. Depois. No desenho. devido a uma protuberância plástica no meio do conector. oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. Note que. . pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. o que facilita a instalação. é azul.

Eles são . cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete). O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave. conecte os cabos de força do gabinete nos HDs. Identificá-los é fácil. CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. a seguir. que deve ser casado com o equivalente no conector. Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete.HDS NA GAVETA Posicione. Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido.

de forma que ele fique bem preso ao drive. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips. devido ao formato do conector do cabo de força. com quatro orifícios em cada um. então. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid.brancos. Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos. empurre a tampa por dentro do gabinete. soltando-a. Coloque. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. Será preciso reservar um conector para cada drive. Para fazer essa operação. O encaixe dos conectores de força é intuitivo. o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. É só isso. Os HDs estão prontos para o funcionamento. Como nos HDs. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. o cabo de dados do CD tem uma . Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector. Assim. Ele só pode ser colocado na posição correta. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. e partem da fonte do gabinete. Por isso. é hora de conectar os cabos de dados e força. empurrando-o para trás.

Para isso. Veja como fazer essa operação. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. fácil. libere a trava do slot AGP. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. É o único componente que vai num slot AGP. . Em seguida. mesmo para quem tem banda larga. libera-se um espaço externo do gabinete. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. caso o serviço de internet saia do ar. ela se desprende totalmente. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. com a chave Philips. é hora de instalar a placa de vídeo. pressione a trava para baixo. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. que receberá a placa de vídeo.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. Depois de alguns movimentos. para enviar faxes ou servir de reserva. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente. O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. fazendo com que o slot fique completamente livre. Com isso. Depois. mova-a para cima e para baixo várias vezes. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. pegue um parafuso e use-o. ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. Um modem de 56K é sempre útil. Ali ficarão os conectores da placa. Quando uma das pontas da tampa se soltar.

. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. parafusando seu conector com os dedos. Depois empurre. teclado. TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe. a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. com a chave Philips. mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe. Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete. CAIXAS DE SOM Finalmente.

deve-se gravar estas alterações antes de sair. No Setup. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. etc.CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. que também é utilizada para sair do menu principal. Para gravar a configuração realizada. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem. atribuição de IRQ e de slots PCI. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. utiliza-se a tecla Esc. CTRL+F2. utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. Para sair de um menu e retornar ao principal. sair do menu principal significa sair do setup. alguns aceitam o F2. isto é. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup. os que “não têm marca”. para realizar algum “ajuste fino”. para acessar os menus. Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo. Para selecionar um menu. neste caso evitando . Já nos computadores de marca é muito variável. principalmente nos acessos à memória DRAM. basta pressionar Enter. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. Nos computadores PC ditos genéricos. senão elas serão perdidas. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. isto é. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup. mas cuidado. F10.

Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive. Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. o que está no conector central cabo flat. Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador. Time – Permite a configuração da hora atual. isto é. o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE. que. a qual permitirá a configuração automática dos discos. são utilizados os drives de 1.44 MB e 3 ½”. A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. o que está na extremidade do cabo flat. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B. Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". sendo que esta proteção é limitada somente à . que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. Nesta opção será inserido o número de cilindros. Desta forma. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos.que alguém utilize o computador). que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. de cabeças e de setores dos discos rígidos. esta opção deverá estar desligada. Atualmente. dependendo do Setup. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. isto é. O mais usual é a opção “All error”. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup. Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador.

2 nd Boot Device. é possível deixá-la desabilitada. antes que a falha realmente aconteça. nesta opção. ele procurará no disco rígido. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). 3 rd Boot Device. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional. que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. isto é. “low”. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. a performance do computador será elevada. Em situação normal. S. Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas. Se o computador estiver com periféricos recentes. 1 st Boot Device. Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. senão. devido à . Por exemplo: “A. opte por “high”. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. esta opção deverá ser desativada.M. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. segundo.T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot.A. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. C”. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. Estando ativa. Estando ativa. desabilite esta opção. deve-se deixar desativado. terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional. é possível deixá-la desabilitada. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. só que com mais recursos. se não. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. Quick Power On Self Test – Estando ativa. devido ao uso deste recurso. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. devido ao uso deste recurso.R. caso não haja sistema operacional. Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. evitando que haja qualquer gravação neste local. a performance do computador será elevada. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho.monitoração da área de Boot do disco rígido. Caso o computador não utilize periférico PS/2.

XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. se eles estiverem na DRAM. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. que deve portanto ser ativado. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. desative esta opção. Deve-se ativar. o acesso será mais rápido do que na ROM. Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. que é o caso do Bios. antes de iniciar a repetição do caractere. se eles estiverem na DRAM. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. o que é pouco usual. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus). significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”).utilização de periféricos muito antigos. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. caso seja utilizado algum periférico USB. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. o acesso será mais rápido do que na ROM. que é o caso do Bios. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. Mantendo desativado. Chipset Features Setup . Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo. quando a mesma tecla for mantida pressionada. Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas. o sistema ganhará mais um IRQ livre.

Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. sendo este último o mais rápido. opte por 1/4. do barramento PCI para o barramento ISA. mais rápido serão os acessos à memória. aumentará a performance do computador. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. deve-se escolher a que tiver os menores valores. podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM. mais rápido serão os acessos à memória. o que elevará a performance do computador. Podendo optar por “fast” ou “fastest”. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. em contra partida perde-se em desempenho. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. Power Management Setup . 8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Estando ativada. aumentará a performance do computador. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. pois será a mais rápida.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2. Estando ativada. do barramento PCI para o barramento ISA. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. que será realizada pelo próprio Bios. Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Estando ativada. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. Quanto menor. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. aumentará a performance do computador. poderá causar travamentos. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. Quanto menor. Opte pela mais rápida.

Portanto. isto é. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. bastando optar por “Auto”. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário. caso o computador fique sem atividade. deve-se optar por “Yes”. serão desenergizados. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. através de seus IRQs. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. onde o usuário irá definir. o que não é aconselhável. exceto a CPU. ou então “Manual”. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. a CPU entrará em modo de economia. Integrated Peripherals . todos os dispositivos do computador. PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. o monitor e o disco rígido serão desenergizados. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. para não provocar conflitos com os dispositivos. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. Portanto. o que proporciona maior economia de energia. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia.Nesta parte da configuração. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI. deve-se alterar o menor número de opções possível.

Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. Opte por “Auto”. que geralmente é a porta do mouse. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. Deixando inativa. “EPP” e o “ECP”. A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board.IDE Primary Master PIO. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. logo em seguida aperte a . que geralmente é “378”. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. O padrão é optar por “COM 1”. Deixando inativa. O padrão é optar por “COM 2”. desde que o modo de operação seja o ECP. pois o CD é preciso carregar para aparecer. como um modem externo. espere um pouco. deve-se optar por “disabled”. lembrando que é fácil instalar. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. Deve-se deixar ativa. Se for utilizar apenas a controladora on board. mantenha esta opção desativada. Podendo ser o “SPP”. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. Deve-se deixar ativa. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. IDE Primary Slave PIO. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. sendo este último o mais rápido. Siga corretamente todos os passos. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. esta opção deverá ficar ativa. em seguida coloque o CD em seu computador. Se estiver utilizando um modem interno.

exclua a repartição e em seguida formate. Acesse http://www.cantim. programas). Para completar a formatação. A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. O seu antecessor. pois os temas podem ser colocados no Xp.tecla F8 para continuar. 2. você terá que esperar aparecer que esta concluída. O computador sozinho não realizaria nada. 3. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP. e aperte a tecla ESC. e quando chegar terá duas opções de formatar. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft. ____________________. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7. ____________________. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. Veja no filme. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX. baixe o programa e mude o tema. Bloco DC: 1. 2. Bloco Chaveador (regulador): .html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível. ____________________. Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. _________________________________________________. Clique no link que aparece na pagina. _________________________________________________. Bloco AC: 1. Windows Vista.

Sugador de solda. 3. Circuito serial. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . analógico ou digital. _________________. 4. _________________________________________________. 3. Bloco 1. tomada. O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte. Alicate de bico e corte. 2.1. Ferro de solda. _________________________________________________. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. _________________________________________________. Oscilador: _________________. 2. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________. _________________. Jogo de chaves. _________________________________________________.

Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. 2. siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. Faça o teste na escala X1 do multímetro. Com a fonte ligada no circuito serial. • _______________________. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. _________________ __________________________________________________________ . 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. 3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. . veja no filme o procedimento correto e escreva. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso. __ __________________________________________________________ . Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. _________ __________________________________________________________. ______________ __________________________________________________________ . • _________________________________.1. a mesma está em condições de uso.

Trabalhando no circuito oscilador.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. cerâmicas e diodos bloqueadores. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. . Para testar o transformador de pulsos e os diodos. capacitores eletrolíticos. testa os componentes que estão ligados ao CI. que deve ser ligado na placa da CPU. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida. Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. Veja no filme estas dicas e escreva. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. os seus furos possuem formatos diferentes. Estando tudo OK. o defeito está no circuito oscilador. deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral. veja na aula do DVD ROM e escreva. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. Se os componentes de polarização estiverem bons.

Com a intensidade _________________________ . veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1. Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. ____________________________________________________ 3. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1. . Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. Abordaremos esses aspectos a seguir. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. 2. e outros. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. esperando receber uma programação. ___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores. Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. Excel. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5.

A memória RAM possui uma capacidade muito pequena.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware. mesmo quando o computador está desligado. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. dias. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. em geral apenas 64 bytes. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido . Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. meses e anos. segundos.• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. minutos. Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas. Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito.

Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. o programa CMOS Setup entra em execução. devemos realizar um boot. ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. e durante a contagem de memória. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup. . Em geral. é usado um programa conhecido como CMOS Setup. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. Para realizar esta programação. para executar o CMOS Setup. ser combinados de várias formas. a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior.•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente). Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU.

capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. timers e diversos outros circuitos. como a interface de teclado. Para resolver este problema. Entretanto. e mesmo nas de 386. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU.Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB . O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. na versão de 8 bits. Vejamos em que constitui cada um deles. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores.Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. Possui características herdadas do IBM PC AT. Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486. já no início dos anos 90. Em geral. Do ponto de vista do usuário. Em 1995. endereços e controle. chegando à versão de 16 bits. Cada um desses barramentos possui sinais de dados. controladores de interrupção. para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. o que não era permitido pelo barramento ISA. Este é um ponto muito importante. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI. conhecidos como "Slots ISA". PCI). usado nas placas de CPU Pentium. dando lugar ao barramento PCI. e também é usado internamente nessas placas.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI . que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes.Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho. fabricadas em 1993 e 1994. a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus). as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. e sim. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: .Podemos citar. e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits. A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. começou a cair em desuso. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. por exemplo: •Barramento local .

já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. o barramento PCI pode operar com 25. com exceção das primeiras a serem lançadas. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). Observe que todas as versões do Pentium. suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. com exceção do modelo de 75 MHz. em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. controle dos barramentos ISA e PCI. Por exemplo. usado em placas de CPU Pentium. porém muito mais versátil. As primeiras dessas placas. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. tão veloz quanto o VLB. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. a Intel criou também um novo barramento. etc. isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. e aproveitado para o Pentium II). controladores de DMA e de interrupções. 6) Chipset Muito importantes são esses chips. possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. no qual o clock PCI é de 25 MHz. Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. que é o Pentium-75. 30. um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100. Com o barramento PCI operando a 30 MHz. este chip também faz parte do chipset i430TX. temos 100 MB/s. responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM. . e no "lanterninha". dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. Além de integrar o chipset i440LX. usado em placas de CPU Pentium II. circuitos que formam as interfaces IDE. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. 33 MHz ou mais. Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. Isto significa que. Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. temos 120 MB/s. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32).

use o multímetro na menor escala de resistência. OBS. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão.O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. Entre várias de suas funções. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. chipset. Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa. placa de som e no HD. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. Verifique se os Cis estão aquecendo. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. Com as pontas dos dedos. • Teste os reguladores tensão que há na placa. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente. teste os resistores e bobinas na placa mãe. 2. encoste levemente nos circuitos integrados. Veja no filme. Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe. os CIs que estão na placa de vídeo. bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro. modem. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. . Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. Qualquer resistor de baixo valor. a técnica de conserto é fazer um pente fino. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. Roteiro de teste: 1. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos. Os CIs que mais aquecem são: o processador. veja no filme. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte.

Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura. com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe. unidade de CD e cabos). desde o numero de pixels até o número de cores. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. Retire todas as placas (vídeo. devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. HD. Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. memórias. 4. 5. O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board). unidade de disquete. dependendo do tamanho da memória de vídeo. mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico). ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. som. e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. Ao analisar um padrão de vídeo. modem. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe.3. . o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. mas sim a imagem como um todo. A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe.

26 e 0. Para os monitores comuns os valores são 0. MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 .Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível.28 de polegada.

Observe como evoluiu o número de cores e a resolução.360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. Isso quer dizer que. assim como aumentar o número de cores. Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária. Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere. temos de diminuir a outra. . para aumentar uma.

O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. Por exemplo. Conforme veremos nos itens seguintes. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes. Assim. portanto. o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical.Cada padrão. em 1987. a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente. portanto. mas de características diferentes no mercado. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. denominado super VGA ou SVGA. para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal. é a necessidade de se chegar a uma padronização. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . é conseguida com a menor resolução em cada caso. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade.. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. no caso dos monitores de vídeo.A maior quantidade de cores.

O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores. maior deve ser a memória de vídeo necessária. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo. para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x . Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória. Quanto maior for o número de cores.ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA.Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. teve um limite para a capacidade de resolução. A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. uma resolução pequena não é admissível. entretanto. Assim. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia.Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela.

Quanto maior o número de cores. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade. Neste caso. TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões. Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor. Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo.1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. que para os diversos padrões de vídeo. exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo. Ocorre. entretanto. mas sim na própria . Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade.33.3 Mbytes. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada.

Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . um controle de tamanho de tela. ao ser tocado num lado. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. podendo ser causa de problemas de funcionamento. Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. que devem ser ajustados para uma operação correta. que devem ser ajustados para uma operação correta. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações. Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo. Por exemplo. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. Acompanhando as explicações no vídeo. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. Os controles digitais são os que usam teclas. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). faz com que a tela aumente. e no outro faz com que diminua.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico. O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam.

Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. Para lubrificar os contatos do Slot. É um disco de alta capacidade. Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes. A resistência ôhmica deve ser Zero. Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). Disco rígido Trilhas Cabeça Setores . aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. cabeças. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha. Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. Veja se na placa há bobinas. Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima. O primeiro passo a tomar é: 1. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot. As bobinas têm a aparência de resistor SMD. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido.__________________________________________________________ _________________________________________________________. caso contrário a mesma está aberta. monitor não arma ao ligar o micro. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. setores e trilhas. e alimentado por um dos conectores da fonte. Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. faça isso usando um solda fina. use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). HD (Hard Disk).

• Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. • Modem externo que é conectado à porta serial do micro. • ASDL. • MODEM ISDN. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. . • HISTORICO. MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE. MODEMS CONVENCIONAIS. • CABLE MODEM. O Modem foi criado em 1960 pela AT&T.TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo.

2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo.200 33. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado .32 – Utiliza em transmissão de 9. V. V.600. Ela é do tipo 2B+B. A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria. Vídeo conferencia em tempo real. V. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação.200 a 2400 bps.34 – Transmissão entre 19. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps. V. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas. Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade. Acesso acima 128 Kb com a Internet.400 bps.22 – Utiliza transmissão de 1. Alta velocidade na conexão. Ser imune interferências. pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos. Nos fios da linha telefônica atual.600 a 14. criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados.

FUNCIONAMENTO DO ASDL. SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados. 4 – TECNOLOGIA ASDL. Vantagens do uso da tecnologia ASDL . . qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. APLICAÇÕES: Vídeo conferencia.pelo usuário. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha.

( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). através dos quatro fotodiodos. passa por esta placa. ) Quando o disco está muito perto da cabeça. Tudo o que é ligado a som. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. Ao contrário. B+D terá um nível maior. O pick-up. se as entradas forem diferentes. (A+C . Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. a saída terá nível alto. PICK-UP AMP LPF .PLACA DE SOM – A Placa de som. Caixas de som e a Placa de som). que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador. indicando sinal fora de foco. a saída será nula. FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. REF. possibilita a execução de som no computador. que colocará em funcionamento o drive. Se as entradas forem iguais. corrigir o foco sobre a pista do disco. Acompanhando as explicações no vídeo. Porém.

compensando alguma diferença de polarização. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Veja esquema abaixo. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. de trilhagem. PLL REF. EFM LPF . TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP.Este servo é dependente do servo tracking. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. conforme vemos no esquema abaixo. No pick-up. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). temos dois outros detectores. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking.Servo Tracking: O servo tracking. enviando esta informação ao servo.

resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . verificar conectores. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica. Como __________________________________________________________.SPINDLE DEMOD. Veja no filme mais detalhes. se nada resolver substituir a unidade óptica. Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). resolver: . RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça. Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte . Como __________________________________________________________.veja no filme e preencha os espaços em brancos. Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________.veja no filme e preencha os espaços em brancos.

Como __________________________________________________________. Word etc. Como __________________________________________________________.Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som. Como __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona . Cabos flats . Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. IMPRESSORAS Controladores de impressora. Dicas: __________________________________________________________________. Removendo a senha do SETUP . . Windows. Dicas: __________________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . Dica: ___________________________________________________________________. Programas como. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como resolver: __________________________________________________________. Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. travam.

O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. Como os PCes. forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem . embora pareçam ser parte da aplicação.Como com muitos periféricos. regulando. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos. ou com descarregar na linha. as fontes e os commandos. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. as impressoras têm microplaquetas de memória e. Ao imprimir um original em uma aplicação. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. como o PDL que se usa. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória. Em todas as versões de Windows. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. e incluem no pacote Windows pelo conforto. A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. Regularmente. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor. de filas de cópia melhoradas. não pon Microsoft. não nas aplicações individuais. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la.

embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS.ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. retornando a sua operação normal. reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação . Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. geralmente podem imprimir no fundo. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. Os multitasks dos sistemas operandose. Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. podem manter ao búfer muito menor. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. como Windows 9x. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado. requererão mais memória.

............................ Relacione os transistores da fonte:................................. Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal................................................. Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra............... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um......... restam apenas os terminais de tensão alta e baixa.............. tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial................ ou vem como SMD (micro transistor)............................................................................ Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte............ verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms............... Relacione os diodos bloqueadores ................................... com diferença em alguns componentes..... Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos......................... Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial..... ........................... Relacione os diodos retificadores ................... → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa........ use o multímetro analógico ou digital)... na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs.. Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes.... Escreva endereço do trimpot. Relacione os CIs da fonte........ Teste o foto acoplador no local ...... Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector.... Escreva o endereço do fotoacoplador ..............................A fonte de alimentação da impressora jato de tinta....................... Escreva seu endereço .

32 Volts e etc. veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa.   Multímetro analógico ou digital. 18 Volts. Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. . Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa. Tensão Baixa.• • Tensão Alta. endereço do CI. coloque nos terminais do processador um a um. no capacitor deverá marcar no máximo 10V. 6 Volts.   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector. significa que este é o pino +B (tensão baixa). no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms. Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts. Use este mesmo procedimento para todos os CIs. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa . 4 Volts. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico. Escreva no seu caderno o número do pino CI. A outra ponta de prova . referência do CI e sua função.00 que é o preço de uma cabeça nova. 5 Volts. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão. 20 Volts. 24 Volts.

É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. com isso. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça. Com a cabeça de impressão na mão. você pode retirar o carro de impressão inteiro. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema. quando re-introduzido na impressora.. Quase todas elas são iguais para desmontar. Por mais que você force. desmonte a impressora. a tinta não sai. que tem de ser deslizada para fora. quando você consegue compra-lo. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson.. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. Depois. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e. você vai ter de retirar duas travas. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. extremamente flexível. retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. é uma mangueira feita de silicone. lembre de anotar a sua posição EXATA. A tinta se solidifica e tapa o buraco. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça. E não desentopem sozinhas. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. que cai no papel. Para quem não conhece. Por melhores que elas sejam. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. \Pronto. uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. mas não de baixo para cima. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . para poder retirar a trava rotativa branca. Retirando a tampa. Retirando o eixo fora (com Cuidado). que é o que segura o eixo. Se não existisse esse vácuo. qualquer coisa elas entopem. você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. Ou você troca a cabeça.

coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. Com isto a sucção feita pela seringa. Caso algum fura esteja obstruído. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade. prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. vamos para a parte complicada. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. O suprimento alternativo pode até ser mais barato. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. . é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. vai o que está mais à mão. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. podendo danificar o mecanismo). custa R$150. Note que não adianta tentar empurrar para cima. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. não tente injetar álcool por baixo. sem faltar nenhum. Depois de montada a impressora.baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. Se todos os jatos estiverem funcionando. E dá trabalho. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). e cobrar o justo valor ao seu cliente. mas procure PUXAR o álcool por baixo. para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando. Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. Você vai encher a seringa de álcool. As matriciais já eram assim. A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. Afinal. mas como somos “em desenvolvimento” . encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. Todos os furos desentupidos. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil. você pode carimbar a impressora com o selo OK. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. remonte calmamente a impressora. Note que se você tiver. Depois do banho. Imagine as cabeças de impressão como um funil. Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes. a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade. Se você observar em baixo. sejam eles originais ou não. vai entupir a cabeça mais ainda.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________. eles tem a letra inicial R. todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 . __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________.CI ou U. Eles começam com a letra IC . Relacione os endereços dos diodos. Eles começam com a letra C. Eles começam com a letra D. Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI. R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________. ___________ ____________ _____________. Primeiramente comece com os resistores. Relacione os endereços dos capacitores.Pegue um monitor. D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores. _____________ ______________ _____________ .120 etc. Localize o fusível seguindo o cabo de força. Escreva o endereço do fusível _____________. Eles começam com a letra Q OU TS.). se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima. Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados).

Escreva o endereço do PTC. . B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado. As trilhas que estão ligadas a este conector. O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI. Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra. PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. faz ligação com o PTC. Endereço do PTC ___________. Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). ele começa com a letra R (componente resistivo térmico). Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas.

(este resistor tem valores entre 100K a 680K. (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0. Ponte retificadora (aberta) . (este Zener estabiliza a tensão do CI. (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste.Teste com o multímetro na escala X1. veja aula prática pela internet). Chave liga-desliga (aberta) .47R a 10R. Verificar se o regulador está sem fuga.Teste com o multímetro na escala X1. é aconselhável testar o resistor fora da placa). (este teste pode ser feito com o CI no local. deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto.Teste com o multímetro na escala X10. Regulador de Tensão (aberto) .Fusível (queimado) .Teste com o multímetro na escala de X1. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons. quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)).Teste com o multímetro na escala de X1. . quando ele abre a tensão é interrompida) . Teste o diodo zener que está próximo ao CI. Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet). Testar o resistor de alimentação do CI.

Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. 3. o teste não é de confiança. 5. POSITOR em curto. 6. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R. Filtro em curto Regulador de tensão em curto. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor. 2. Bobina desmagnetizadora em curto. 4. . Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar). (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF. Ponte retificadora em curto. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. 1. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. Por fim substitua o CI oscilador. Mesmo se testarmos estes capacitores.

O multímetro deve está na escala de X1. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”. veja a figura abaixo: Fly-back 4.O teste pode ser feito no local. de modo que cada linha comece no instante certo. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). O sincronismo é gerado no próprio computador. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. separando as peças pelo grupo de endereçamento. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. siga as mesmas técnicas da fonte. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. a resistência ôhmica varia de 2R a 10R. . Localize o fly-back. observe o diagrama acima. e o transistor saída horizontal. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. próximo ao fly-back. A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical. 3.

se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. significa que o grupo do Horizontal é 400. Veja o endereço do transistor Horizontal. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. ______________________________________________. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal. ______________________________________________. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. ______________________________________________. Ao testar o transistor saída horizontal no local. OBS. Ex. ou seja. o ponteiro irá deslocar até o zero. D406 – C409 – R401 etc. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). Q. LED frontal aceso. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. o multímetro registra um curto. e seu Emissor a terra. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal. O outro terminal do . ______________________________________________. T.Transistor saída horizontal 5. portando os componentes do circuito Horizontal será. ______________________________________________. C. R. ______________________________________________. S. D.

Transformador Drive. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive. Resistor de alimentação aberto. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback.transformador também está ligado a terra. A tensão sai da fonte. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. em curto ou aberto. O resistor de alimentação está suspenso na placa. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Veja ilustração abaixo.  Siga a base do transistor Drive. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. • • Transistor Drive em curto ou aberto. ele é usado nos monitores mais novos. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal).  É aconselhável testar este transistor fora da placa. veja o esquema acima. resistores e diodos. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. • CI oscilador Horizontal em curto. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. Veja se há solda fria. . passa por este MOSFET. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor.

veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. observando que a escala do multímetro deve está em X1. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. . Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal.

. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. é aconselhável medir o resistor. Substituir CI. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. Antes verifique os ajustes frontais. Não coloque capacitor com valor diferente. Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. Os principais pontos de medidas de tensões são: 1. Entrada de tensão no MOSFET. Substituir Fly-back. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. ATENÇÃO.

ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V.MOSFET + + B B + B 2. . Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. Coletor do transistor Drive. 3. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior. medir resistor que alimenta o transformador Drive. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. veja o esquema acima. verificar se o MOSFET está aberto. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. esta é a tensão principal de alimentação do CI. O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. solda fria. Trilha rompida. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). Não havendo tensão no coletor. O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador. OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. Coletor do transistor saída horizontal.

• O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. RV. Obs. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal.O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. contudo. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. Lin Vert. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Vertical e Freq Vert. .  Seguindo os fios da sessão vertical. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.

LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical.CI __________. C __________________________________. . Solda fria. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. R _______________________________________________. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. Resistor de alimentação aberto. VR ______________________________________________. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. Note que a linha está no sentido horizontal. Bobina YOKE aberta. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. a linha abre no sentido vertical. Diodo em curto. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. capacitor eletrolítico. D _______________________________________________. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical.

Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. visto que. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. CI de identificação (circuito detector de sistema. estágio que será estudado mais adiante). seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado.• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R. FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR. CI de saída vertical.  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência. • • • . Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala.

entre 12V a 24V. • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. valores de 4. verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV. MEDIDAS DE TENSÕES. aproximadamente.P. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte. 3. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul). Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal.azul .7 V. Coloque a ponta de prova preta no terra. Estes sinais têm amplitude de.vermelho 4. a p.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um.verde 5.7mF a 47mF. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”). 0. aproximadamente.

Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador. Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador. . veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência. ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio.Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador.

veja esquema abaixo: Resistor de polarização. • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor.Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. teste-o fora da placa. Flyback. Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto. Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores. • O cinescópio. que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). . recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. Vamos analisar primeiramente a polarização. Verifique se há solda fria ou trilha partida. Linhas de retraço sem imagem.

Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado. falta vermelho. Ausência de uma das cores. _______ _____________.• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal. Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. EX. veja figura a seguir: . verifique também este diodo. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. Faça o ajuste de Zero.

cada terminal ou seja cada fio. Com o multímetro analógico na escala de X10. Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B. Verificar se algum deles está em curto ou aberto. Teste também os diodos e resistores. pode-se testar os transistores RGB no local. Veja figura abaixo: . • No flyback há dois controles.• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. um para o foco e outro para SCREEN. isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms).

ou seja. acontecendo isto deixe o melhor ajuste. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura. faça o teste com outro cinescópio.Este é igual ao do monitor convencional.FOCO. sem nitidez. Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor. Os pinos 1. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 .2 e 3 recebem os sinais . Quando a imagem está desfocada. • • • SCREEN. Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar. Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado. Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco.

Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa. Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD. Conector DVI . É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa . CI Micro (ou simplesmente MICRO) . desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo. Clock . Lembrando que o monitor LCD é digital."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão .É um conector com vias de 0 ou 1.2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler.Converte os sinais vindos do scaler em imagens. Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15. etc. O CI scaler é controlado pelo micro. Sem o clock os CIs digitais não funcionam. porém sem imagem. o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD. Display LCD . Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI. LVDS . Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI.Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor.É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo. CI Scaler . É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. Neste processo há perdas no sinal de vídeo. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display. contraste.Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD. A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. A eeprom armazena os dados de controle do monitor. ao contrário do convencional que é analógico. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar.

3 e/ou 1. e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter.7 V para alimentar o scaler e o micro. Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": . Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando. Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira. Fonte inverter . Após basta retirar a tampa. Fonte de alimentação . Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor.escolhida dentro do sistema operacional. Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3.Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor. No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos. É controlada pelo micro. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho.Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display.

Está é a placa principal. Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor. Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC. Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display. Esta é a placa da fonte. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Este é a placa da fonte inverter.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD. Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

o transformador chopper. Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador.Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes. a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal. São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . A seguir temos o fusível. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor.

Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado. Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). mas dói bastante. A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. Tal tensão vai acender a lâmpada. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada. sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas). Os mosfets são controlados por um CI oscilador. O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz.Localizamos um transformador grande no meio da placa. Às vezes há dois trafos. assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. O choque na alta tensão não é fatal.

Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz. Os reguladores fornecem +B de 3. De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD.5 V para alimentação do scaler. CI mosfet . TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado. O maior deles é o scaler e o menor é o micro. Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: . Próximo ao scaler temos o cristal de clock.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD. Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD. micro e display LCD.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle.3 e 2. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro. Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display.

000 transistores destes montados no vidro. A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels. pixel morto. o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido. Conforme explicado.296 divisões. vidro quebrado. queimavam o filamento ou entravam em curto. um vermelho (R). Cada pixel é formado por 3 subpixels. ele deve ser trocado inteiro.Importante: O display de LCD é um módulo só. assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado). Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768.432 pixels e 2. TFT . Veja abaixo a estrutura básica: .440. tais como manchas.000 divisões nesta tela. Daí ela é formada por 480.359. outro verde (G) e outro azul (B). mais divisões ela deve ter. possui 786. Como cada pixel tem 3 cores.Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro. então dá um total de 1. Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido. Cada transistor deste chama-se TFT.000 pixels. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel . portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar. Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas. Quanto maior a resolução da tela.440.É a menor parte que forma a imagem. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1. CI ou lâmpada queimada."Thin Film Transistor" .

Se todos os bits forem 1. o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão). sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado. ou seja.777.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1". ele pode apresentar 256 níveis de brilho.216 cores. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem. . Como cada pixel tem três cores. este aparecendo verde. mais de 16 milhões de cores. cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16. o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. Para cada imagem formada no painel LCD. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1. vermelho ou azul bem claro na frente da tela. Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão).

através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores. Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas. mas não tão próximas como nos sólidos. Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido. Veja a estrutura na figura abaixo: . No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas. sua direção é alterada. Polarizador .Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada. aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores.

as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado. Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display. Assim o display fica claro. Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display. o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. Quando há tensão aplicada entre os polarizadores. Assim o display fica escuro. Veja abaixo: .Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight").

Direciona a luz para o display LCD. O monitor pode ter duas ou mais destas.Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight.Só deixam a luz passar numa direção. ajustamos o brilho do display. Placa TFT .É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores .É formada por: Lâmpadas CCFL . Placa de circuito impresso do display LCD . Fonte inversora . Prisma . Guia de luz .Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel. Cristal líquido . Refletor .Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD. Backlight .Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT. Difusor . Controlando a tensão para a lâmpada. Filtro de cor .Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets.Refle a luz para o guia.Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas.Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .Tela LCD .Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display.

transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz). Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL). o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). Aplicando uma alta tensão entre os catodos. o conjunto todo deve ser trocado. O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. A tela LCD. Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada. a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. Esta fonte é formada por transformadores. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: .acionamento para os TFT. se der defeito em qualquer parte. Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V. dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro. Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. argônio e mercúrio). Se for tensão contínua ela também acende. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada. A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter.

CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão). Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: . O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs. A solução é a troca do display inteiro. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT.2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro. Porém estes componentes não são substituídos quando queimam. Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1.a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. Ao passarem pelo conector LVDS.

Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display. ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando.Na placa do display também entra um +B de 3. DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display. Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: . São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. podendo em certos casos ser também no display.3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI. Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores.

O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa.Ligue a fonte na placa do inverter .Arranje uma fonte inverter . Veja abaixo os pontos de ligação: . Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande.COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 . Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 .Pode ser de monitor LCD condenado.Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas. display velho de notebook ou até de um scanner velho.Arranje uma fonte de 12 V . Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática. uma fonte de computador ou qualquer outra fonte. Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 .Pode ser um eliminador de pilhas.

Ligue a fonte na tomada. Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas). Em cada par de terminais que formos ligando o inverter. Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo. Neste caso a solução é a troca do display. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: . o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada. Se ao testar em algum par de terminais.4 . teste uma de cada vez. ela está queimada.Se o display tiver mais de uma lâmpada.Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . Se a lâmpada não acender. A lâmpada deve emitir uma luz branca.

O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores). algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro. Veja na figura abaixo: .Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte . 1 .Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V.

7 V.5 V ou 1.TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 . Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2.Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.Medir os +B que alimentam o CI scaler .

Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display. ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada. um de cada vez.Tem alta tensão no conector da lâmpada .Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas. seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo. Veja o procedimento abaixo: C .Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000. é sinal que tem alta tensão.Meça o +B que alimenta a fonte inverter . Vamos ao procedimento: A. Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B . IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA . Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada. Pode ser ocasionado por lâmpada queimada.Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. fonte inverter com defeito ou sem +B.Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor.Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter .

o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas.Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada. Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM. Se não variar. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente. ACENDE O LED DO PAINEL. Se as lâmpadas estão boas. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA .

Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada.A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX). Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro. Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro. . Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador. porém estes dois CIs já devem vir gravados. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa.

Se a lâmpada do display acender. Se o display não acender. Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro. Veja abaixo: . Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. para ter certeza se é ele. Após localizar este transistor. onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. o defeito é mesmo na fonte inverter. o defeito pode estar neste transistor. meça a tensão num dos pinos extremos. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la. Pode ser um PNP.

Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto). A . Veja abaixo: B . coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI). resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico.Fusível queimado . Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro.Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível. Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor. a ponte retificadora. bobina filtro de rede.Antes da troca teste a ponte retificadora.NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal. .Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper. Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte.

Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte. o CI está em curto. mas a fonte chaveada não funciona . resistores. PORÉM O MONITOR NÃO LIGA .O ponteiro não deve mexer. transistores e bobinas da fonte. Se mexer.Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER.Tem tensão no capacitor de filtro. Veja abaixo como se faz: C . A seguir troque: CI da fonte. o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos. A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário. fotoacoplador.

conforme indicado abaixo: A . Veja abaixo: .Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3. Conforme já explicado este CI fica na placa principal.Verifique se chega +B no CI micro (3.3 ou 5 V).3 V que alimenta o micro. Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando. B .Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro. na eeprom ou no cristal de clock.

Agora se tivermos estes comandos normalmente. O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . resistores. mas não tem na saída do CI regulador. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão. diodos. TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER. bobinas. o defeito está no CI micro.Se tem tensão na entrada . o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter. Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). trafo e trocar o CI oscilador. especialmente se o regulador está muito quente.

Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A . Veja a localização de um fusível destes abaixo: B .Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas.Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter.O fusível está normal .Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter.Teste o fusível que há placa do inverter . A .

Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo. A .B .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .

TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A . sendo 3.Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display. Veja abaixo: .B .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior. Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.

Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C . Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador.B .Tem +B normal no scaler e no display: .Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador. D . este CI deve ser trocado. o defeito está no display que deverá ser trocado. Se agora aparecer tensão normal.

ponta fina e bem limpa. 540N. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução. Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro. Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento. EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N. 710N e 740N. .Ferro de solda 30 ou 40 W.Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra. TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: .

A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes. álcool isopropílico e o pano de camiseta. encoste-a nas trilhas.Escova de dentes..Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado. 1 . A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI. .Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix". .Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha).Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico).Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado. .Álcool isopropílico para a limpeza da placa. especialmente no caso dos micros. . Veja abaixo o CI já retirado da placa: . . Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas. .Solda de baixa fusão. Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro. 2 . Tome cuidado de não exagerar na quantidade. Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha.Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado.

Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos.Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. encostando-o nos pinos grudados. . Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto. 4 .3 . A finalidade desta operação é fixar o CI na placa. aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos. Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. A solda descerá . Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo.Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC.

No flyback há dois controles. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN.TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho. esta tensão e proveniente do flyback. Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback. agora podemos fazer os ajustes. Fazendo o ajuste de foco: . com imagem sem definição (nitidez).  Saída da fonte.  Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão). Pronto. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal. Tensão de 33V para o circuito Tuner. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja.7mF a 47mF / 160V a 250V. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado.. um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN. 4. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem. substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V. Também deve ser substituído.. Coletor do Transistor Drive Horizontal. Saída Vertical.

NOTA. 4. Dica: Para um bom ajuste. isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. significa que o cinescópio está fraco. verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. 5. veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. Contraste (retire todo contraste. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). 2. Brilho (retirando por total o brilho). • • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. . ligue o aparelho. diminua nos controles o: 3.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. devendo ser substituído. Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. geralmente é de cor vermelha e o mais groso. uma imagem regular. Retire também toda cor. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória. Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto.

contraste e cor.Observação: Ao diminuir todos os controle. e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. verificando a qualidade da imagem. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. brilho. faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. veja se o foco e Screen estão ajustados. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. Sempre que consertar um monitor ou TV. 8. 11. 9. 10. Com todos os controles no ponto zero. Aumente o controle de contraste até a metade. 12. Se for preciso faça outro ajuste de foco. 6. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil. Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida. 7. siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. . Agora aumente o brilho contraste e cor. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. Agora aumente o controle de brilho ao máximo.

Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais. 14. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. 12. abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. 5. veja bem. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. próximo aos três que você está ajustando. tanto para o TV como para o Monitor. ex. Verde e Azul (RGB). Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. 9. B (azul). 7. 3. Observe que há mais dois trimpots. 8. Localizado as cores de cada trimpot. Vermelho. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio. Ligue o aparelho. tem mais azul que vermelho o verde. No caso de monitores. 11.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. 2. 13. estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. Para identificar estes trimpots. basta com uma chave de fenda isolada. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. 4. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. deixando todos nos sentidos anti-horários. vermelho e verde. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. todas as cores devem aparecer nas imagens. cada trimpot regula uma com R (vermelho). é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). . Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. 10. voltamos para o ajuste. verde e azul. Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. 6. posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela. G (verde). Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada.

Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente. Antes de fazer o ajuste de pureza. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina. 4. Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. 3. Outras maneiras das manchas surgirem é a . coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. 2. 17. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando.15. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. Ligue o aparelho por alguns minutos. Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. Obs. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. 16. provocando estas manchas. Desligue o aparelho. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. 5. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo.

Girar os anéis de pureza. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. Remova a tampa traseira do aparelho. 2. passaremos então ao processo do ajuste de pureza. isto no caso de TV. Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. . siga o roteiro abaixo: 1. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação. 1. 2. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. 6. 5. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. 3. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. 3.

sendo necessário a substituição do cinescópio. esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste. No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. 1.AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou. Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V. 2. Interruptor . Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio. Ligue o aparelho. Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras.

4. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul. verde ou vermelha. 2. 3.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. Ligue a bobina em um transformador de 110V. sendo preciso substituir o tubo de imagem. O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. Ligue o aparelho. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas. Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram. Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta.

Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. 6. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior. Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. Ajustando a convergência 1. que é um pouco demorado. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. 5.parada. Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. Ligue o aparelho. Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. AJUSTANDO O VERTICAL 1. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior. porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. 2. 3. 2. . Localize o trimpot de altura. Ligue o aparelho. 7. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. 4. Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original.

4. isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. . enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. Este ajuste só é feito nos TVs. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. Com uma chave de fenda isolada. É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal.3. gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER.

um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). aqueles que só reproduzem DVD e CD são. um “2 em 1” . agora. . os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. VCD. 2. observando se a imagem melhora.7” (12 cm) e 3. 20 minutos. com 12cm de diâmetro. 5. porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos.AJUSTANDO O AGC 1.. etc. ele precisa ser um “4 em 1”. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. CD. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. Localize o trimpot AGC. VCD e Videokê.. Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda. O que significa dizer que. Caso a imagem não melhorar. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. na verdade. Um microcomputador só reproduz discos de DVD. CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio. Apresentarei.. ou de karaokê. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. 4. REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD. Ligue o TV. contrário do que muitos possam pensar. Por exemplo.2” (8 cm). com 8 cm de diâmetro. com diâmetro de 4. os aparelhos de DVD mais simples. embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. É como dizer que. Estes são os ajustes de TV e Monitores. O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. 3. DVD PLAYER Ultimamente. Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. CD. sem dor de cabeça.

Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos. TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas. São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. CAPACIDADE 650 MB. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD.4 GB reprodução.em microcomputadores. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4. Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3). – cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um .Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. CD-ROM CONTEÚDO Dados. Prata: 2 lados de simples camada – 9. VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”. como discos de armazenamento de média densidade.5 GB reprodução.7 GB reprodução. geralmente. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM. São utilizados.

só permitem a cópia digital de um CD original. DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. geralmente. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco. Obs. Entretanto. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais. geralmente. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. São utilizados. em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade. dependendo do programa utilizado. 3: Os aparelhos gravadores de CD. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. Obs. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . Neste caso. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD. geralmente. Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio. Ou seja. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. a cópia analógica pode ser praticada.Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. Obs. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio.

HD. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. CD-I READY .RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. A capacidade para dados é de 4.7 GB. DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos. dependendo do programa utilizado. Obs. DVD. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas.DA CD Data Áudio.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado. Obs. CD-I CD Interativo. CD. geralmente.CD High Density Compact Disc. A capacidade para dados é de 4. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA. CD de dados de alta densidade. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar.Utilizados geralmente em videogames. Entretanto. Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio.

basicamente. Disco Óptico e Magnético Regravável. então. o sinal elétrico será variado. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido. portanto. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. a incidência fica ligeiramente fora de foco.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si. que o feixe toca na cova enfocado. impossibilitando o retorno da luz aos detectores. a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. reduzindo sua espessura. . o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas.”. ou “sinal de HF”. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode).F. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo). Essa lente faz o feixe de luz convergir. e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva. chamado de “sinal de R. o raio laser chega até o detector. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector. Assim. na Fig. que transforma a informação de luz em informação elétrica. Durante a reprodução. permitindo assim a sua reflexão. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. Quando o feixe encontra um relevo. um prisma. A unidade óptica é formada . sendo. até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. MO-DISC Magneto Optical Disc. O sinal elétrico segue.CD-DA Interativo. na faixa dos megahertz. sendo direcionada à lente de foco.2. com níveis altos e baixos.

Veja. que é uma película de tinta onde. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco. também.GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras. O disco é banhado. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco). produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands). Após a montagem. Em seguida. codificar. a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo. e fica próximo ao selo. os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. . o plástico. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). parte da gravação seria danificada.3). as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. misturar e serializar todas as informações.Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. muitos moldes podem ser produzidos.que é revestido de material fotoelétrico. O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. a qual irá sensibilizar um disco mestre. a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. acontecendo um arranhão. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico. em seguida. Por último. Após o processador de sinais arrumar. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. Nas fábricas. é vaporizado com uma camada de alumínio. Antes. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico. já com as informações digitais impressas. a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel. Por isso. Podemos perceber por esse processo que. uma vez gravados. com um material ácido.

Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD.Esses discos possuem uma película sensível ao calor. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. embora ainda muito caros. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco. esses poderão ser reproduzidos normalmente. (aproximadamente 50%). apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original. 250 graus Celsius. já com pouca potência. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos.por exemplo. aproximadamente. com relação ao diâmetro do arranhão. o que significa que. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original. de forma que. Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor. quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. porém. arranhões e poeiras no disco são permitidos. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. pelo lado do plástico protetor.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) . devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. Portanto. As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. a tolerância é ainda maior. não o deixe com o selo virado para baixo. não há como desfaze-las. Recentemente. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). Apesar do grão de poeira ou arranhão. a superfície é derretida. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. uma vez que as covas já foram formadas. pois .Por esse motivo. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. formando-se as covas. as primeiras produzem luz laser de maior potência. Entretanto.

da luz. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”. em pontos específicos. é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que. o que não é bem verdade. ocultandose os inúmeros lados ruins. Durante a leitura. com relação aos anteriores. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”. permitindo a regravação. infelizmente. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. o poder de reflexão desses discos é bem menor. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. . possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. O DVD. evoluiu do CD. Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores. para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. Assim. qualquer outra situação. produz. A única vantagem desses discos. divulgar o lado bom do DVD. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. Como o DVD reproduz imagem e som. No interesse de vender mais aparelhos. enganosa. e com maior potência no laser. comercialmente. com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. muitos acham que. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas). assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. principalmente por parte dos idosos. podendo chegar a 30% de um DVD original. Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. É interessante. após o resfriamento. e que o superaria em todos os aspectos. Mas. definido. além de fácil utilização. ou não. uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. a tecnologia mais avançada do DV. No DVD-RW. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino.Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. Durante o processo de apagamento. entretanto. os bits altos e baixos. garantem o retorno. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. assim . Há.Em outras palavras. Talvez.

ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC.. Isso significa ter um aparelho com grande potencial..O VCR é fita. ou DTS de 6 canais. no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC. A única solução para esse caso será. que possuir entradas A/V. na grande maioria dos discos comerciai. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. Mas. interatividade. não sintonizam canais e não possuem saída de R. para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. Os aparelhos de DVD não mostram a hora. comprar outro aparelho de TV. geralmente.O interessante é ter em casa os dois aparelhos. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir. Entretanto. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida. Bem.F. Embora estejamos no Brasil. número de idiomas disponíveis. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. sem contar que. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares. aqueles que só têm o sistema nacional. eles não estão disponíveis . também. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. obrigatoriamente. se você escolher “Português”. etc. Isso acontece porque o disco é produzido...Mas a dublagem aqui no Brasil é feita. o usuário terá que comprar um outro equipamento. Bem. multi história. e o DVD é disco. para o sistema AC-3. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. o usuário. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela. ângulos de cena. ou apenas alguns mais evidentes são previstos. Que maravilha! Entretanto. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco. mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. pois o aparelho de TV terá. na maioria dos casos.Esse problema é muito sério. entre 8 idiomas. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. . Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. que o usuário prefere ouvir. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete. esse também depende de estar disponível no disco. simplesmente em estéreo (dois canais). Isso faz muita diferença.

A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais.7. L ou R.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução). dois ou três filmes. você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. para não perder o seu valioso cliente. o que acaba gerando confusão. . antes. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD. ou até a voz de algum personagem. como ilustrado na Fig. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. principalmente. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada. muitas pessoas cometem erros. que pode ser um determinado instrumento musical. os tipos de conexos que poderemos encontrar. na entrada de áudio. Veja na figura. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro.Nesses casos. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação. antes de usa-lo . Por isso. Isto é fato. INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples. e também para pessoas idosas. Fazendo isso. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos. consultar seu técnico Além disso. no mínimo. ou às entradas de um aparelho de som. e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. sendo induzidas a acionar o seu técnico. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. que comportaria. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade.8.

SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”. ou super graves. DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5. não envolvendo demodulações nem separações. é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. consegue-se mais uma saída.F. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais. respectivamente. o que se costuma chamar de “5. sendo um para a matriz R (Pr). deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional. portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial. totalizando 6 canais. servomecanismos(“servos”). correia e gaveta. Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma. Essa placa contém um processador de R. UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão. para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna.1”(“cinco ponto um canais”.Entretanto.e como as mesmas estão dispostas.1.1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv). Com oDTS ou o AC-3.Nessa saída. FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”. chaves sensoras . engrenagens. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer).É muito comum ela se encontrar instalada . o sub woofer. A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores. produzindo. Pro Logic ou AC-3.9 e Fig.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores.. e já estão separadas.

13). a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo.Fica na frente do mesmo. PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. Além disso. se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. por trás do painel frontal e possui chaves . em alguns aparelhos. orientar. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes.11).11. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig.ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. na Figs. ela pode não existir.Entretanto. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. Em muitos desses casos. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG. ou seja.Geralmente. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores. microprocessador principal. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída. seja para instalar. ou até assustado com o aparelho. um para cada tipo de mídia. Mas. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete. 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade. decodificadores. LED. Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores. o cliente perderá a confiança nele. display e microprocessador do display. PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho. dar orçamento ou reparar defeitos. um para o DVD e outro para o CD. descompressor MPEG2. Nestes casos. embutidos na placa do M-PEG-Fig. processadores de áudio.12). é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes. deve haver dois circuitos DSP. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. .Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. Veja. PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. memória e reguladores. e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig.

construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores. orientar. através do menu. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina. seja para instalar. .TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. Em muitos desses casos. que facilitam. dar orçamento ou reparar defeitos. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco.O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) . Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos. Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos. Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. ou até assustado com o aparelho. que facilitam. Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. o cliente perderá a confiança nele. Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos). a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar.Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. através do menu. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar.

formato de tela. original ou dublado. A maioria dos filmes é dublada em. e os menus dos filmes são acessados. nível de censura. Após o aparecimento do menu. Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho. etc. apresentada no rodapé da tela. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. A maioria dos discos traz. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Menu É o menu do disco. “Select” ou “Enter”. Titulo 2. Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. “Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. legenda. os quais podem ser escolhidos através do menu do disco. ou seja. etc. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima). Ao se escolher um determinado titulo. geralmente. e selecionar opções através da tecla “OK”. na tela do menu principal . O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). Poucos discos possuem mais de idioma ao menu. Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. “Down” (para baixo).. ficha técnica. escolha de títulos e capítulos. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. o menu do titulo escolhido. três idiomas para as legendas. formato de tela. Assim. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. através de uma tecla denominada Set-Up. dois idiomas. legenda. pelo menos. Nesse menu.abre-se um “Sub-menu”. escolhendose a opção Titulo 1. os menus serão diferentes para discos diferentes. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla .Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. O menu principal é acessado. etc. Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. pelo menos.Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma.

ou então um único LED bicolor. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. um capitulo é pulado para frente. se a gaveta estiver fechada. Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes. contamos com a função também através do controle remoto. Durante a reprodução. se abrirá. É como se fosse uma pausa sem imagem. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). Paro o disco que contenham mais de um titulo. ou “Voltar ao menu principal”. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. se estiver aberta. Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto. quando o “Play for solicitado”. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. Ao ser pressionada. Ao se pressionar a tecla STBY. durante a reprodução. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. “Stand-by” ou “Liga”. a imagem será congelada. se fechará. durante a reprodução. o filme retornará do inicio. Alimentando-se o DVD Player. com aparelho em STBY. o filme será interrompido. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). Durante a reprodução. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. Em outros. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. Geralmente.“Sair”. um capitulo é pulado para trás. Teclas Básicas Tecla “Power”. e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. o aparelho exibirá a tela do menu principal. o display acenderá. . cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. o display permanecera apagado.

. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”. Essa senha é criada pelo usuário. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”). possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. como nos videocassetes. “Down”. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar. agora.Pressionando-se “Enter”.Para voltar à reprodução em velocidade normal. em seguida. para frente e para trás. pressione a tecla Play. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. Assim. respectivamente. vale ressaltar que o avanço não é linear. o resultado é bem confuso. Se o filme foi gravado com três ângulos. pressione a tecla Play.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. e em varias velocidades. a cada vez que forem pressionadas. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. como é o caso da tecla “Scan”. “Left” e “Right”. 4x. no controle remoto. cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha. para frente e para trás. Existe. Nos aparelhos mais populares (maioria). Entretanto. x4. A imagem pode ser exibida lentamente. produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. utilizando as teclas “Up”. Para voltar à reprodução em velocidades normal. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes. x8.Cada vez que pressionada a tecla Zoom. podemos escolher entre oito níveis de censura. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up.Mas. mover a tela. “Down”. etc. possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. “OK” ou “Sect”. Entretanto. as teclas “Up”. a moldura toma toda a tela. e evitar que uma criança. Utilizando-se.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens.. Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e. Conforme o modelo e o fabricante. que podem estar disponíveis em alguns discos. “Left” e “Right”. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes. O DVD avança saltando de quadro em quadro. por exemplo. o tamanho da moldura se modifica para 2x. 8x . já que não dá para se entender uma seqüência. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . pode-se mudar a posição da moldura na tela. isso não será possível. essa tecla pode funcionar de maneira diferente. ainda um tipo de aparelho no qual. principalmente nas velocidades mais rápidas.

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

o microprocessador libera um comando. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. Mas. Por isso. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. Quando se trata de CD. O comando da gaveta “LDO” é então. Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. geralmente. do DSP. ou informar ao usuário sobre esses modos.. títulos. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela. Memórias Geralmente. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal. enquanto que. Essa tensão faz com que a lente suba . o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. capítulos. proveniente. etc. A memória DRAM é formada por células capacitivas. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. para o servo do sleed. A memória SRAM é composta por flip-flops e é. destinada a procura de foco. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. apesar de ser mais lenta que a SRAM. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display. nem oferece muito espaço interno.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”. através da via SLEED IN. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada.. Com base nos comandos provenientes do teclado. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho. portanto. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. oferecendo excelente espaço interno. o drive se encarrega de excitar o motor. por meio da interligação com um de seus pinos. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”.DRAM e EEPROM. o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta. através dos menus disponíveis. mais veloz. quando se trata de DVD. o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD). mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor. o micro lê esse pino. antes de iniciar a procura do foco. o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. Algumas informações podem ser visualizadas no display. ou um novo capítulo do DVD. A memória EEPROM não é veloz.. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível.

a procura de foco é repetida por uma vez e. de forma que.totalmente. O sinal de controle segue. VIDEOKE. então. anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD.F do CD é entregue ao DSP do CD. o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD. Nota-se também que. e com potência de laser de DVD. Em alguns aparelhos o disco será ejetado. serem separados por um demultiplexador. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. no DSP do CD. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. velocidade de trabalho. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. Após encontrar o foco. Dessa comparação.F. No interior do DSP.F do CD e do DVD. detectar os eventuais erros de leitura. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. etc. para a interface do microprocessador. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade.B. Quando o foco não é encontrado. seguem para demodulador EFM. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata. e a potencia do laser reduzida para CD. como MP3. a saída de dados è no formato série. Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros.C e D são somados para conseguir os sinais de R.primeiro a entrar. os dados . No interior dos amplificadores de R. Caso tenha sucesso na primeira leitura. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso.F do CD e do DVD. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. principalmente. O sinal de R. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal. a: freqüência envolvida. enquanto que. Isso se faz necessário. os sinais de R. e o sinal de R. primeiro a sair). Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso. Somente se não conseguir uma leitura conhecida. e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. que foram gravados no disco na forma EFM. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco. VCD. áudio/vídeo e CIRC. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”. Os sinais de controle. em seguida. os sinais A. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. A saída do VCO é chamada de CLVO. e assim. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho. através da qual circulação por um determinado tempo. o micro considerará falta de disco na gaveta. exigido para as informações de vídeo croma.

Neste caso. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. Para facilitar a correção. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. etc. então. entre E e G. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. Após a recomposição dos dados. Neste instante. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. a reprodução do disco será interrompida. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. para descobrir o F. entre G e I. assim. Esse . os dados são recomposto. A principal delas é da media aritmética. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. No processo de reprodução. onde acontecerá a descompressão. o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. ou seja. é possível determinar um símbolo errado através da media. e uma mensagem de erro será exibida na tela. Em seguida. para os circuitos de áudio e vídeo. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural. Após a descompressão. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data). código de área. algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. sendo liberados depois. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória. Caso haja algum impedimento. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. para descobrir o B. o deslocamento da memória será interrompido. formando as imagens de forma completa. seguindo. O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. Neste setor. Neste caso.. por censura. Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. resultando. o disco não será reproduzido. um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. o processador CIRC calculará a média entre A e C. até que o processador termine de fazer a correção. após alguns cálculos. tipo de mídia. para descobrir o H. Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. o processador CIRC solicitara uma pausa.que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. os sinais são levados ao MPEG. Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. Se o erro efetuar um quadro inteiro. o que vai acontecer muito. e assim descobre que o código correto é 5. pois. será notado um congelamento demorado. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. numa menor complexidade para o calculo da média.

liberado pelo DSP do CD. interferindo em outros aparelhos. saídos em apenas um via. para o distribuidor de áudio. para que o oscilador de chaveamento. ao pino . também faz a separação dos canais “L” e “R”. Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. onde os bits serão enfileirados. assim. então. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. o setor “Partida”.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica). Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). para o conversor digital/analógico de vídeo. O sinal de áudio serial segue. localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento. as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho. Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear.processador reconhece também os códigos de áudio. entregue pelo processador de vídeo. A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico. então. então. chavear a tensão continua proveniente da fonte primária. através de R2. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. seguem para um conversor paralelo/serial. que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. caso esse sistema esteja disponível. e os separam dos códigos de vídeo. quando um CD estiver sendo reproduzido. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out). A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED. tem por função. chegando ao dreno do MOSFET Q1. O sinal já codificado em AC-3 segue. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela. fornece o primeiro pulso de alimentação. O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”.1). Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). Os sinais de vídeo seguem. para o decodificador AC-3. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. e uma saída de vídeo e croma. para alimentar o conector de saída de vídeo linear. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. criando. incorporadas. que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. onde será decodificado em seis canais (5. e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. O sinal de áudio. esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”.

o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores. inicialmente. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. destinada à alimentação do filamento do display. aproximadamente. um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”). fazendo variar os valores no secundário da fonte. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). então. A tensão de 12 volts. em algumas fontes. Caso a tensão do secundário varie. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. Como essa saída é. 4 volts. de controle IC1. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts. assim.1 do C. embora não sejam estabilizadas. utiliza-se um diodo de alta corrente ou. produzida no secundário da fonte.Essa tensão alimenta. . A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. Assim. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução.I. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida. As ondas de chaveamento são. O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. seguindo depois para os catodos e grades do display. o zener entrará em curto. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte. assim. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. os circuitos alimentados pela mesma. geralmente. Variando a largura de pulso. fazendo a fonte desarmar imediatamente. para alimentar o seu LED interno. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. protegendo. destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. muito sobrecarregada. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. produzindo.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário.

F do CD) Pino 48 .TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 . TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD.) Pino 98 . “terra”. para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 .+ Vcc5 volts (alimentação do C.I.I. Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R.SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 .) Pino 26 – GND (massa.) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading. do C.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 .Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 .) Pino 100 .Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 .F. Seus principais pinos são: Pino 09 . do C.DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.Reset (pulso de inicializaçao do C.+ 5 V (alimentação do C.I.Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 . servo do DVD e DSP de CD.+ 5 V (alimentação do C.I.DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 .I.OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) .I.Massa (“terra”) Pino 78 .Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 . As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 .DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 . do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 . “terra”.) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.CD RF IN (entrada do sinal de R.

DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C.) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 .I. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros. “terra”. Por outro lado.TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD. “terra” do C. do integrado) Pino 23 . e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. é um distribuidor de áudio. isso tudo .I.I.) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 .I. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo. do C.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.+ 5 V (alimentação do C. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.+ 5 V (alimentação do C.) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD.I.I. “terra”.

Deve-se. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. Caso não esteja. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD. de DVD. Se o motor sleed fica girando direto. Mas. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto. também. fazem parte da mesma. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo. ou no drive do sleed. mas use a correia muito apertada. etc. diodo laser.. e nem mesmo ferro de solda. é provável que o foco não esteja sendo encontra. ou um simples palpite. e outros que. etc. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. fazendo a unidade óptica trepidar. Dessa forma. Caso contrário. do diodo laser estar avariado. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. verifique o drive e a sua tensão de alimentação. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. Neste caso. o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. esquemas. Há possibilidade. como detetores de foco. Caso contrário. Esse tipo de verificação não requer instrumentos. na chave de gaveta fechada. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. prisma a lente. infelizmente. verificar como está no momento o menu de Set-Up.. o defeito pode estar na correia do loading. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. Assim. troque a correia do loading. inicialmente. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD. Verifique se o diodo laser está acendendo. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica. na fonte. deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho. e se a óptica se eleva completamente. discos originais e domésticos..Depois de uma boa verificação. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. também. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. até mesmo antes de abrir o aparelho. Se o disco não gira. Se o motor de loading não gira. Verifique se a procura de foco está acontecendo.. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. a unidade óptica com o problema é o mais provável. Se a o . pois só assim os fabricantes. Alguns. instrumento e componentes. verifique as chaves “Limit Switch”. Essa situação é normal.

Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. Quando o resistor é de valor muito baixo. a unidade é sempre suspeita. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. também. Na verdade. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. Assim. há alguns anos.aparelho já tem mais de três anos. visando facilitar a manutenção. Entretanto. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. muitas das vezes. principalmente dos técnicos mais veteranos. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. principalmente na placa do MPEG. O maior problema não é esta no tipo de componente. adotam preços quase absurdos para elas. Para os que pensem assim. Nestes casos. Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. simplificando bastante o conserto do aparelho. na serigrafia da placa. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. de avançar para as verificações eletrônicas. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. e o ultimo representa o multiplicador. Entretanto. os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. alguns particularidades desses componentes. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. . que são usados como “jumpers”. embalagem e transporte. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. e o circuito fica com dimensões bem menores. Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. é bom conhecer. Mas. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). o custo de estocagem. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. ou de sobradores térmicos. é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. em conseqüência. nem instrumentos avançados e. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. ou de “estação de retrabalhado”. o numero de zeros. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica. A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD.

são mais altos. 4º . remover a solda de um dos seus terminais. Entretanto. e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica. se parecem muito com os resistores. a medição será mais confiável desligando-os do circuito. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor. Quando as regras descritas acima não ajudarem. planejando-se uma posição adequada. Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor. BCF 29R. etc. em alguns poucos casos. 2º . as trilhas serão corroídas e se partirão.podemos encontrar alguns. BCF 29.Transistores sem letras ao final: Exemplos. 2º . uma regra básica pode ajudar: 1º . . No circuito. BC 827R. Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD. Para facilitar. use as seguintes regras: 1º . Entretanto. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo. principalmente de fuga. levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação. Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos.estiverem com coloração diferente. geralmente os menores. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. Caso não se faça logo a troca . sem especificação alguma. BC 827. deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. úmidas ou esbranquiçadas. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. abaixo desse capacitor. com um ohmímetro analógico. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. para se saber o valor dos resistores.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo. pelo menos. Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores. na maioria dos circuitos. Se as trilhas do circuito impresso. para um teste mais confiável. para que o mesmo possa ser incluído na placa. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais. muitas vezes. Mas.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. etc.Na maioria dos capacitores. não eletrolíticos. geralmente. Nestes casos.O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. 3º . e precisa ser trocado. Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD.A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. sem retirá-los da placa. devido ao seu curto tempo de vida.

Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). Veja. O transistor comum deve ser arrumado. Vbe com 0. Vbe maior que 0.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor. Vbe com 0. base baixa. e se os flat cables estão em boas condições. Troca-se o C. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas.I. 3º . chegamos logo à causa do problema. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD.Coletor normal. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra. base baixa. emissor baixo. não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha. As tensões que saem da fonte são. a base deve estar sempre com 0. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms. base normal.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. Daí. verifica os sinais de entradas e saídas.. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p.Coletor baixo. Mesmo após uma boa investigação. algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. ou coletor “aberto”. há curto na linha. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa. encontramos substitutos para eles. Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com .6 volt a mais que o emissor.7 V: curto na linha de saída. troque o transistor.Coletor baixo.7 V: base “alerta”. de preferência deitados. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. alguns exemplos: 1º . 2º . deixando a troca do integrado sempre por ultimo. a seguir. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n. geralmente. emissor baixo.Coletor normal.6 V. emissor baixo. após a sua troca. após retirá-los. emissor baixo. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos.Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. inchados ou com uma coloração estranha. 4º . e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos). dificilmente.I. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa. base baixa. o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. exceto em alguns poucos casos. a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha. Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e. Por esse motivo. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos. e testa os componentes periféricos. para verificar se não estão úmidos. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor. Caso positivo. principalmente alguns reguladores.Vbe com 0. reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores. há defeito no circuito.

inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco. 3º . o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo. 2º. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador.Emissor normal. dinheiro em caixa e paciência. mas você precisará de muito mais tempo. o defeito.6 V : transistor em curto. e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em . Nessas verificações você precisará apenas do multímetro. 4º . Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo. base baixa.I. coletor baixo. sendo o terminal de entrada o primeiro. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial. Assim. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico. Vbe com 0.6 volt menor que a tensão do emissor. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital. do diagrama esquemático do aparelho. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. coletor baixo.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base.Emissor normal. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação. de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. a base deve ser 0. se não obtiver sucesso. inicialmente. Para essas ultimas verificações você precisará. se o C.transistores p-n-p. pelo menos. geralmente. três terminais.Emissor normal. deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock.Emissor baixo. • Caso o áudio do CD também esteja ausente. você deverá verificar. Se não contar com essas facilidades.7 V: junção de base “aberta”. Mas. base baixa. Esses integrados possuem. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída. e pode obter um resultado muito bom. base alta. o aparelho não deixará de ser consertado. geralmente. base baixa. coletor alto. • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD. Vbe com mais de 0. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. Vbe menor que 0. é do integrado. Veja a seguir. coletor baixo. Os integrados reguladores são mais simples. alguns exemplos de anormalidades: 1º . Vbe menor que 0. estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas. o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída. para cerear logo o defeito. por exemplo. Para este caso.

Porem. a leitura é aleatória. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. mas. a unidade óptica já esta comprometida. • Não gira o disco. enquanto que. é sinal de que. vai para Stop. É triste ter que dizer isso ao cliente. Mas.. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. ao substitui-a. no caso do CD. não funcionam bem. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato. apresenta uma mensagem de erro. inverte a rotação. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. Correias mais grossas. a leitura do CD é seqüencial. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. muitas vezes. Entretanto. Mas. alegando que determinados discos não funcionam e. mesmo ainda novos. a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. não lê o TOC. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente. mesmo nesses casos. empeno das lâminas. muito apertadas. é facilmente corrigido. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal. ao microprocessador de controle. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. onde está o microprocessador. o motivo principal. geralmente. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. e apresenta “No Disc”. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original. e da mesma espessura. . As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido. Geralmente.primeiro lugar. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica. pois. no DVD. mais finas ou muito menores.Bem. alem de tudo o que já foi dito. e o aparelho funcionará bem. na maioria das vezes. mesmo com a lente suja. É claro que. mesmo limpando-se o disco. se o diodo laser estiver novo. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito. • Inicia girando o disco com indecisão.. o pior é não dizer. nem sempre o defeito será na unidade óptica. O que acontece é que. principalmente porque. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. Suas vias são ligadas. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos. em algumas vezes. querendo o dinheiro do conserto de volta. dificultando a leitura do disco. mas no caso do DVD. ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido. o defeito inicia-se com esse sintoma. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. a luz vencerá a sujeira da lente.

caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. portanto. logo após a ponte retificadora. que se transforma em pasta abrasiva. ou não oscilação no primário. veja se o diodo laser está acendendo. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. Caso negativa. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. Entretanto. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking. Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. ao se misturar com poeira. Caso não resolva. um defeito oriundo da unidade óptica. • Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. O Display não Acende. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. antes de substituir o fusível. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. Mas o Disco não Gira Nesses casos.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. para o sintoma em questão. antes de substituí-la. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. esses códigos serão também exibidos no display. • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. Alguns aparelhos informam. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta. Lente Procura o Foco. é porque há algum curto na parte secundaria. que . mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. deve-se iniciar a limpeza da lente. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. através de códigos no display. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado. Entretanto. facilitando. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. Se o mesmo estiver rompido. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. verifique o fusível. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. Neste caso. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. geralmente. • Posicionamento do mecanismo. O Disco Gira. troque a unidade óptica. A Gaveta Fecha. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. verifique se há tensão no capacitor de filtro. Portanto.

incluindo o capacitor de filtro. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho.I. Mas. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. verifique as tensões. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts. verifique os circuitos de saída de vídeo. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. geralmente. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. onde o sinal de áudio é separado do vídeo. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal. ou baixa. circuito de clock. ou da tensão de filamento do display. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. Display Exibe os Capítulos. verifique todo caminho dos sinais. devido a capacitores de filtro em curto. troque o C. geralmente é falta da fonte de -30V. O Display não Acende.impeçam a fonte de oscilar. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. para tirar conclusões. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada. desde o DSP até o processador. se o controle remoto está em bom estado. Teste também opções de saídas diferentes. Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá.I. limpe bem a placa frontal. Portanto. do drive esteja alimentado e o sintoma persista. é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. correspondente a essa tecla. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. Entretanto. Disco Gira. . Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco. Caso o C. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. geralmente. Esses fusitores queimam. circuito de reset e memórias. incluindo a correia do loading. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. Entretanto. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. verifique a chave de toque. Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma.

02 para região 2. Uma lista numérica aparecerá na tela. pressionando a tecla On/ Off. agora. Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software. 6º . Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões. libere as teclas “Fast Forward e Stop”. 3º .Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. conhecida também por “Região Zero”. Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. Apenas alguns casos é que. à direita.Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer..Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas. 4º .Ao aparecer o “logo” da AKAI. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software . mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). 4º . O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou. 2º .Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward. alterando-se apenas o software.Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. 3º . Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta. a tecla preta.Desligue o aparelho. enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware. “Área Livre”.Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números. como essa informações foram obtidas de fonte informais. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre. ou traz de fora do país.. “Code Free” ou “Todas as Áreas”. Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas. 7º .Ao aparecer no display um texto de endereço e dado. e assim pro diante) 5º . e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas. e o introduz no aparelho. Isso acontece quando o usuário consegue.No controle remoto. um disco de DVD que não seja destinado à Área 4. AKAI – Modelo DVD P1000: 1º . 2º . “Verifique a Região” ou. Modelo DVD P2000: 1º . A modificação por hardware implicará na compra de kit específico. solte as teclas. AIWA Modelo DVD 2240: . Normalmente. Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”. não posso garantir a precisão das mesmas. “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos. “Multi-Regiao” .Solte. 01 para região 1.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. etc.

3º .. “Seta para esquerda”. pressione a tecla “Left” três vezes. selecione a região desejada. 3º . pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”. 2º .Ao aparecer o menu “Loopholes”. Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º .Navegando no menu.Feche a gaveta do aparelho. 3º . “Rverse” e “Forward”. APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. para selecionar “Code Free”.Pressione “0” para “Área Livre”.Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”. 3º . 2º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. 2º . Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º .Sem disco na gaveta. 2º .Entrar no menu “Set-Up”. 4º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto.Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta. 4º .Pressione “Step”. A gaveta se fechará e o filme será iniciado. “1” para região 1. 2º . COUGAR Vários Modelos 1º .Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho. 3º .o controle remoto. Outro processo para esses modelos 1º .Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”.Abra a gaveta do aparelho e.Digite o código “38888”. através do controle remoto.Pressione “Play”. selecione a região desejada. 2º . “a-b”. em seguida. pressionar “Enter” para Região Zero.Mantenha a gaveta se disco. “Seta para baixo” e “Seta para direita”. ..Mantenha o aparelho sem disco.No controle remoto. através do controle remoto. 2º .Abre a gaveta e pressione “Setup”.Digite o código 314159. o numero da região desejada.Pressione a tecla “9” do controle remoto.Acessar “Região” com a senha 1369.1º . escolha a região desejada. digite o código “2168”. em seguida a tecla “Setup”. Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º .Navegando no menu. Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”. 2º .Digite “1111” e . 3º . “Seta para cima”. CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º . 5º .Pressione a tecla “Step” e. 4º . 3º .Selecionar “Versão”. e a tecla “Hight” uma vez. etc. pressione a tecla “Pause”. 5º .

Após surgir a mensagem (AUTO).DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º . D-22 e DV 6500: 1º . 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”. 3º .Digite “10”. 3º . Outro processo para esse mesmo modelo: 1º .Após isso.Com a gaveta aberta.Ao surgir a mensagem (CODE).Digite o numero da região desejada. 4º . o “CodeFree”. o “CodeFree” estará instalado.Com a gaveta do aparelho aberta. 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”.Pressione a tecla “Exit”. Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º . 2º . “Shuffle” e “Next” para finalizar. “Clear”. digite “3010”.Digite “2010”. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4).Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º .digite 9).Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”. 2º.. Caso não funcione.Pressione as teclas “Step”.Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”. digitar “8926” e o código da região.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer. Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º .Pressione a tecla “Enter”.Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. “Clear” e “36”. 2º . 3º . GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º . Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º .Pressione a tecla “Pause” e desligue. solte as teclas.Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo. Ligue o aparelho pelo controle remoto. Modelos D-12.. LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”. .Ao aparecer no display um texto de endereço e dados. de 0 a 6. 2º .Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”.Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. A região atual será revelada. está pronto. 4º. pressione a tecla “Setup”. etc. digite o código da região desejada. 4º . o “CodeFree” estará instalado. Modelo DV 2100: 1º . Após a mensagem (Auto).

DV 434 e DV 626: 1º . Modelos DV 302.Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região. 4º . a tecla “Play”. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. sem disco. a ultima opção à direita (“General”).Pressione a tecla 0 e. a modificação estará pronta. 4º. a ultima opção à direita (“General”). Modelo DV 414 e DV L606: 1º . a senha “1111”. em seguida. em seguida. A tela exibirá o numero da região atual.OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . A tela exibirá o numero da região atual.Com o aparelho ligado.Mantenha a gaveta fechada. 4º .Pressione a tecla “Condition”. Modelo DV 525 . em seguida.Pressione a tecla “Condition”. 3º . 2º .Escolha no menu. sem disco.Digite a senha 00700000000. PIONER Modelo DV 333: 1º .Pressione a tecla “Play” e. selecione a nova região e saia do “Setup”. 4º . pelo controle remoto.Escolha no menu. a tecla “Play”. 2º .Digite a senha 00800000000. 3º .Pressione a tecla “Enter”. 3º . Para selecionar a Região Zero: 1º . informando que a Regiao Zero foi selecionada. 2º . a tecla “Setup”. pressione a tecla “Setup” no controle remoto.Pressione a tecla “Display”. sem disco. 6º .Com o aparelho ligado. 3º.Mantenha a gaveta fechada. 5º .Pressione a tecla “Display”. com o “Setup” em “Basic”. selecione a nova região e saia do “Setup”.Pressione a tecla “Display”. digitar. sem disco. 2º . 2º . Para selecionar a Região 4: 1º . O aparelho estará pronto para a Região 4. 3º . Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware. Modelo DVD 711. 2º . A tela exibirá o numero da região atual. O aparelho estará pronto para a Região Zero.Pressione a tecla “Play” e.Pressione a tecla 0 e.Pressione a tecla “Display” e. em seguida. sem disco. com o “Setup” em “Basic”.Com a gaveta aberta.Após o fechamento da gaveta.Com o aparelho ligado. Na tela será exibida uma mensagem. em seguida. o código 159. pressione a tecla “Menu” e o numero 1. o código 159.

Pressione as teclas: “DVD/CD”.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. 4º . “SUB”.Pressionar a tecla “Menu”.Pressione a tecla “Display”. pressione a tecla “Stop”. 2º .Escolha a opção (“General”). 3º . L 717. DV 05.Pressione 1 para discos americanos.Com o aparelho ligado. Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware. 3º . DV L535. pressione a tecla “Pause” e o código “314159”.Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los.Com a tecla “Power” desligada. 3º . Obs: Modelos DV L500. L505. Modelos DV500. DV C302.Com a tecla “Power” desligada. “Menu” e “10 Key”. pressione a tecla “seta para baixo”. (Para usar discos da Área 1) 1º . ou 4 para discos brasileiros.Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto. selecione a nova região pressione “setup”. de 1 a 6.Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202). DV 343. 3º .Após aparecer “NO DISC”. 4º .Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). sem disco. Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º . L515. “COND” e “10 KEY”. DV 700 e DV 909: 1º .Pressione a tecla “Condition”. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. 2º . 2º . Obs: Modelos HTZ-55.Digite “1” e pressione as teclas “DISP”. 4º .Pressione a tecla “Power”. 2º .1º .Pressione a tecla “Power”.Ligue o aparelho. Modelo HTZ-7: 1º . L700 devem ser modificados por hardware. 2º . SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º .Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU. L919.Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”. 4º . 2º .Ao surgir a mensagem “Code”. digite o código da região desejada (0 a 9). DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware. SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION . 2º . DV 515. sem disco. DV L90. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º .A tela exibirá o numero da região atual. pressione a tecla “PREV”.

no caso dos desktops. mas. O macrovision afeta. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente. em intervalos de alguns segundos. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. à medida em que os processadores ficam mais potentes. o mesmo não é afetado. Como o AGC do receptor TV é diferente. eles consomem mais energia. Nickel Metal Hydrid). o Macrovision não atua. desabilite o Macrovision. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete. No DVD ROM. Entretanto. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna.Quando surgir o menu. . mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo. a situação é radicalmente diferente.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. Baterias de Niquel Hidreto Metálico. NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks. Como o sistema foi desenvolvido por software. O desempenho da máquina será de pouca utilidade. Eram mais baratas. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware. Nickel Cadmiun em inglês). Para tal. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. incorporado ao conversor D/ A. Segunda geração de baterias. principalmente a cópia de filmes. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . em alguns poucos aparelhos domésticos. Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º . NiCd. Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV. fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. em alguns aparelhos. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks.

um Dual Core 1. apresenta resistência interna zero. um centrino de 1. Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora. provocando um apito da fonte do notebook. A intenção é reduzir custos. agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. seja NiCad. O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU. Lithium Ion).proporcionavam maior carga. Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. DICA: Uma bateria esgotada. A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1. Li-Ion ou NiMh. e faz comparações com as baterias de NiCad.66 GHz. abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora. dentro de uma mesma família de processadores. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home. São mais leves. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. a bateria consegue manter 2 horas.00 GHz. ou próxima disto. se o consumo do notebook for de 4000 mA. Em geral. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos. XP Professional e XP Media Center. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio". se o consumo for de 2000 mA.33 GHz consome mais do que um centrino de 1. a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. pois o Linux não exige pagamento de licenças. utilizada para se medir baterias de automóveis). . Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias. AH. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. Em 2001. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio. As mais modernas baterias para notebooks. Isso significa que.

restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. fornecem os CDs como um opcional.. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. As máquinas mais antigas. memória RAM. esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para.11b. fax/modem. ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes. Este sistema integrado. em caso de necessidade. O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). teclado. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. como a Dell. Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. sejam desktop ou mini torres. mas isso pode tomar tempo considerável. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. essas redes podem ser locais (LANs. dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. placa de rede. placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). tendo em vista as . discos flexíveis ou "floppy". placas ou interface de som. monitor.Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. Atualmente. uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos. a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). atualmente (2007). Em termos de sistema. dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. Com o crescimento da internet. geralmente em locais de trabalho) ou a internet. CPU. praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook.. e passou por sucessivas e rápidas evoluções. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi. quando ela é adquirida). Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. que não têm o chip. etc) e o Sistema operacional.

ou de "arquitetura fechada".5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops". O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. só as grandes empresas como IBM. O seu projeto é diferente. está se restringindo aos notebooks. construído por fabricante diferente. Anteriormente. e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). Notebook São computadores portáteis com peso entre 2. alta resolução de vídeo. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis. Então. mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. Hoje. Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro. Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. Os periféricos como "fax/modem" e multimídia. só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos. também. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. o conceito de "sistema proprietário". e o objetivo para o qual foi previsto. passou a ser conhecido como "sistema proprietário". Digital etc. pesam acima de 3 quilos. notebook ou laptops. Compac. em alguns casos. A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops"..peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante. é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of . Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). seus problemas e sistemas operacionais.

O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. Os notebooks. o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar. Diagrama em bloco Na figura abaixo .5mm.Integration” . devido às suas peculiaridades. . pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks. menos de um quilo. e em alguns casos. pesam. são os HD.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”. Seu peso é menor que 2 quilos. pequenos editores de texto. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook. agendas. (2. Os HD para notebooks são menores. os HDs de 19mm estão sendo abandonados.5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados. "Palmtop". edição de textos e alguns programas específicos. e planilhas.

eventualmente. e.apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. e os floppies de 1. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico. Este circuito. de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro). -12.9 e/ou +3. por exemplo: +12.0V. -12 e +5 ou -5V. +5. alimenta uma bateria principal para carregá-la. Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. -5. portanto. Este conversor pode gerar várias tensões: +12. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio. (iluminação e controle de brilho do LCD). +2. não necessariamente nesta ordem. entre 750 e 1200 V. transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC. por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. o hard disk. Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas.44MB e drive de . conhecido como inverter board (inversor).2.

+5 e/ou +12V. quem está por traz é sempre AMI. AST.se for detectado um erro. para substituição ou o reparo chegou ao fim . Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres).0V.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. Neste caso. podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). utilizam chips com o seu logotipo. aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. Award. consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. mas as rotinas de BIOS não foram completadas. e cumprindo as instruções do BIOS. e o xxx o código correspondente ao erro. O sinal # significa número. seguida da palavra erro # xxx. para qualquer máquina. Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. IBM. . Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante. Award Bios. de +2. a CPU. Os fabricantes de notebooks. As empresas: American Megatrends. porém no final. algumas vezes. Phoenix. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST. o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais.CD-ROM. É recomendada a consulta à Internet.0 a +3. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos. figura abaixo. A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. Na tabela a seguir. estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell. ou qualquer coisa parecida com isso. Em todos eles . entre outros. ou se tem um chip igual. Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. Samsung e Zenith. ao ligar um computador. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes.

. podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. mas o computador não parte. tipo de parafusos usados na fixação da tampa. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management). Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente.IBM. caso o manual de serviços não esteja disponível : a. fundo e laterais: comum. estejam corrompidas ou erradas. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema. (não deu o boot). Phoenix etc. e. não há como executar o reparo. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. ou às portas ativas. Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. laptop ou palmtop. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória. Como já foi mencionado anteriormente. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. Normalmente. Phillips. Allen. Seqüência de abertura b. Se o computador executou todas as rotinas do POST.montagem de componentes em superfície. spline e torx. A falta de vídeo. Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. torna-se cansativa. se ao ligarmos o equipamento. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho. Recomenda-se que cada passo . retirada da bateria principal (battery pack). nestes casos. no LCD e/ou no monitor externo. quase sempre serão considerados altos pelos clientes. ao disco rígido e/ou flexível. os custos de manutenção na área de SMD. e.. nada acontece. ainda temos problemas na configuração do BIOS. o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo. razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. nem um led indicador acende. Finalmente. Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. Se a execução das rotinas do BIOS for completada. observe e anote sempre. neste caso.

Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador. capacitores eletrolíticos abertos. devemos partir para a pesquisa efetiva. Como já foi exposto anteriormente. vai revelar fusíveis e indutores abertos. resistores queimados. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. que a troca de um fusível. são: 1. Algumas vezes. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. Não tenha dúvida que esta inspeção . Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. medindo-se tensões e formas de onda. uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido. A causa mais simples. Disco rígido inoperante 2. transistores e circuitos integrados queimados . típico. Sugere-se ainda. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. pode não resolver o seu problema. entretanto. Teclado inoperante 7.2. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema. Defeito no mouse ou TrackBall 8. enfim. Note. Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. Defeitos na tela de cristal líquido 6. logo após a abertura do equipamento. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . Componentes do conversor DC/DC avariados 4. É quase certo que. mas que pode resultar em avaria grave.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. Defeito na CPU 10.seja levado a efeito com paciência e calma. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. é a inspeção visual. estufados ou vazando. a olho nu. Disco Flexível inoperante 5. em 10% dos casos.

. Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. É o caso da substituição de componentes SMD. Nos dois primeiros casos (a e b). alterando a sua geometria. pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes. Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b).defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) .defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros.Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos.defeito mecânico. braços de posicionamento. o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) . cabeças. As placas magnéticas (e). O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d). estão fixadas à estrutura principal (j). é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo. Assim. consideramos como defeitos físicos.. Western Digital etc. vejamos o seguinte: se os HD convencionais. nos pratos. ou elétrico.. são componentes cuja confiabilidade é baixa. cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns. em sites da Seagate. recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia. Quantum. Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. c) . ou da substituição de qualquer componente . que são pratos confeccionados com metal (a). soldados à placa lógica. muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa. motor etc..

Em princípio. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. deve estar desabilitado. isto é necessário). ou ainda. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet.interno. programas específicos para uso profissional. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD. também do DOS. e ou apenas como demonstração. principalmente. esta informação é correta. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. mesmo que eles continuem a operar. a recuperação depende da extensão do dano. ao se recuperar os dados destes drives. alertar que. no entanto. executam uma espécie de "pulo por cima". se for necessário apagar a partição do HD. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. Entretanto. Cumpre. e Windows. o seu desempenho e. É evidente que. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. No caso. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. chips com informações (ROM) que. é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. dos programas que serão utilizados. é o Easy Recovery. para isto. entretanto. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. que implique na abertura do HD. é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. O Scandisk. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. No último caso (c). teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . possivelmente existirão. Existem. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. no circuito de interface do HD. todas as alterações. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. neste momento. Por exemplo. Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD. e tente utilizálo. não permitem que haja gravação no HD. Os programas de recuperação. bypass. Quase todos vêm protegidos contra cópia. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. (e muitas vezes. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. o chip (ROM). Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais.

são os mais sujeitos a avarias. cortando a passagem da corrente de carga da bateria. Ao ligarmos o notebook à rede externa. na bateria principal. . Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem. Quando esta estiver completamente carregada. a tendência é que a temperatura das células aumente. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook. o adaptador. a sua bateria passa a ser carregada. ocorrem muito raramente e. ou devido a uma condição espúria qualquer. variações que chegam. mesmo assim. o circuito sensor do notebook interrompe a carga. .Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook.000 Volts ou mais.Entretanto. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. . sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. Se. Vamos .Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. sob determinadas condições. -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. automaticamente. nada podemos fazer para evitá-las. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria. a queima do fusível de proteção é resultante de: . por falha no circuito sensor. Normalmente. Estes picos são anormais.Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1. no máximo. a 25% da tensão nominal da rede. em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC.Quanto às flutuações. Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação. é projetado para suportar estas variações. que são os disjuntores térmicos.

Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio. NiMh ou Li-Ion.supor agora. e. outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. . Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. no caso. por qualquer razão. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. sejam elas de NiCad. o próprio adaptador AC/DC (Fonte). reduzindo sua vida útil. Quando a vida útil de uma bateria se esgota. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. ou o fusível de linha queima. o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente. Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário. neste momento. A tendência é sobrecarregar a bateria. Antes que isso ocorra. alguma vezes até menos). Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. junto ao conector. que. tendem ao superaquecimento. que no momento de conectar a fonte ao micro. As células internas. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega.

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