ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
F
2 0

U

S

Í V

E

1 2 3 4

L

6

1 0 K X 1 K X 1 0 X 1

X

1

5 6

S
A V a S S l d T P i s i o

í m

b

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DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

000 Mfd. Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF).2 μF x 10 V (letra "A"). . ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor. _.1 Mfd a 100. 2.000 Mfd. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi.000 pF = 2.dielétrico. parecido com os diodos. + _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação. • Tântalo : 0. Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0. Ex: A225 = 2. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo.200.5 Mfd a 10. Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1. circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador).

Isto indica que o capacitor está bom. . 7. 5. Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. 4. 6.3. CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. Agora inverta as pontas de prova. O multímetro registra uma resistência maior. Coloque a ponta de prova preta no negativo. Resistência maior.

05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho. ou seja. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso. Veja a aula prática no curso online www. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso.com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. inverta os cabos.CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta. Isto ocorre quando o capacitor está bom. • Posicione a chave seletora na escala X10. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto. Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho.000 mF 0.000mF.cursodeeletronica. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu . Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala.

000 x 10.000 x 1. Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1. Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato.000 ---------x 0.1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% .000. onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.01 x 0. A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica". Os resistores são identificados através de um código de cores.material. Potenciômetro).000 x 100.

1 . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor.RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 .Erro Percentual RNom .Tolerância .Fator multiplicativo . então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro.Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa .Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4.Vermelho = 2 3° Faixa .7kΩ 1° Faixa .Violeta = 7 3° Faixa .RMed = 217k 3 .Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa . .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 .Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed).Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância . 3 .Fator multiplicativo .Amarelo = 4 2° Faixa . Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.Vermelho = 2 2° Faixa .Tolerância . utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom.E% = [(RNom.Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo .Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom).RNom = 220k 2 .Resistência Nominal RMed . 2 .De posse dos dois valores anotados.RMed) / RNom]x100 onde: E% . .Resistência Medida 4 .Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor.

Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso. o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo. É um resistor limitador de corrente. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. o resultado não será a soma total.4% de Erro 4 . Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor. Associação em série Na associação em série. é se associando resistências. portanto. de duas formas: em série e em paralelo.= 1. Lembre-se que a soma das tensões sobre . 1.4% de Erro é aceitável para este resistor. Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V. Nossa fonte de tensão fornece 9V.A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%.

com suportes isolados. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). ajustáveis. com suportes vivos etc. Podem ser fornecidos no tipo fixo. Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana. Agora. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente. . Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta. com relação a R1.componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0. Potências de 10 a 1000W. não indutivos.

IP 23 ou IP 54.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção.Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. O elemento resistivo utilizado é aço inox. . enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V. instalação ao tempo ou abrigada. ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados. podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo. . Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores. Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas.

Metal Óxido Varistor ou M. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. a resistência do PTC aumenta. PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. ou como "trava" em circuitos eletromotores.V. NTC . e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor).O. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. Quando a temperatura se eleva. em série com a bobina desmagnetizadora. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica).

Também é um resistor dependente da temperatura. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior. Quando a temperatura sobre. mas com coeficiente negativo. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. • No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4. precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. e instrumentos de medidas. Este exercício ajudará a decorar a tabela. • . 1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. Este exercício ajudará a decorar a tabela. sua resistência cai.

4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. 2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . . 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4.Verde 5 – Laranja 3.2º anel – vermelho = 2. então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms. 300000 ohms ou 300K. considerando apenas os dois primeiros algarismos). 65000 ohms ou 65K. 3º anel – vermelho = 2. simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros. • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela.

Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor. o terceiro número você vai substituir por zeros. . Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores.1 4. coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. EX. Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante. 451 = 450R. Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada.1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0. • 1 resistor com valor entre 200R a 1K.6º Exemplo: 4 7 0.7 ohms ou 4. • 1 resistor com valor entre 1K a 100K. 1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros.

DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. preto e preto. • Faça o ajuste de Zero.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. • Faça o ajuste de Zero. • Repita o mesmo roteiro acima. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. Confira o valor do resistor pelo código de cores. Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. sendo 20 R – vermelho. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom. Escala de X1 (1X20 = 20R). Verificando o valor do resistor pelo código de cores. veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. Ex. 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro. • Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. • Faça o ajuste de Zero. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. (não tem polaridade). RESISTOR SMD • . • Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. • Faça o ajuste de Zero.

Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Ex: 102 significa 1. Reostato . Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. Tradicionalmente.000 Ω = 1 K. é impossível haver desgaste. Outro método de controle. resistores variáveis são não-confiáveis. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. que não é exatamente um resistor. sendo o 3° algarismo o número de zeros. de volta simples. Os resistores variáveis podem ser dos baratos. mas se comporta como um. ocupando muito menos espaço. Desde que o sensor não toque o filme. rodando com a mão.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. por exemplo. porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar.

Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas. mas. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar.O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: . os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência. Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série. observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo. tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis. Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores.

Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta. o dial indica o número de voltas e Knob convencional. um potenciômetro para o controle de volume de cada canal. Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. Teste do potenciômetro e trimpot. .

Sua idéia era controlar a . funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. Transistor de Efeito de Campo. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. como o próprio nome diz. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. por Julius Edgar Lilienfeld. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo.• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central. que. História Primeira referência: patente feita em 1930.

O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção. mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado.condutividade de um material. . por suas características. mas é o elemento dominante. em sistemas lógicos modernos. por um campo elétrico transversal.

entretanto. não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). o que danificará interiormente o componente. trabalhará perfeitamente. .5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. Do mesmo modo. mesmo na ausência desse resistor de proteção. O circuito. desenvolvido pela Bell Labs em 1999. Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1.

outros processos e difusão. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate. G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. FET SMD FET tradicional. o ponteiro também irá deslocar. Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada.TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. OBS. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). A área das junções foi aumentada. Além disso. e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais. gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. Coloque a ponta de prova preta no Dreno. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.

e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. e usaram as técnicas de difusão. Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. No final da década de 1950. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. Tais transistores podiam dissipar 10 W. Em altas densidades de corrente. pode ocorrer contração de corrente. O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal. É. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea. de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. Esta é a causa da segunda ruptura. Um emissor com uma longa periferia é necessário. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n. O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro.assegurar uma baixa resistência térmica. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W. os processos de difusão simples e de difusão tripla. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A.

Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado.radiofreqüências. Nos últimos anos. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Figura 8. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. A estrutura resultante é gravada em mesa. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. Com efeito. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . se requerida. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento. Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial. Esta construção é o transistor de potência Darlington. uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. no entanto. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente.44. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho.

A estrutura de base em tira. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. . As capacitâncias internas do transistor. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor.fabricação.45) e a largura da base Wb. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita. Na estrutura de base em tira. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas. que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas.1 Pm. a base e o coletor. devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores.45. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF. e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat). Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. é mostrada na Figura 8. Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito. de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. Figura 8.

ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. no entanto. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. o SCR comporta-se como um diodo. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. MCR 106. Ao mesmo tempo. Nas condições indicadas nada acontece. NPN e PNP. Dizemos. pois o componente não conduz corrente alguma. então. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. porém. então. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Ora.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. que se trata de um controle de meia onda. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. Para um tipo comum. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. Veja que ao conduzir a corrente. Temos. C106. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. ele só conduzira metade do semiciclo. ou seja. ele realimenta o circuito. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. etc. b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. como os SCRs da série 105 (TIC 106. Se.

Coloque a ponta de prova preta no anodo. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. ou seja. Faça o ajuste de Zero. Isto indica que o SCR está bom. pois isso pode queimá-lo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. o ânodo negativo em relação ao cátodo. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. sendo este valor expresso em ampères. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo.disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. O ponteiro deverá permanecer em repouso. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. Teste do SCR. Assim. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). .2 ampères tipicamente ou até mais.

Os dispositivos são fabricados num processo único. Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. resistores. FET’s. uma série de componentes . planejados de modo a se obter um circuito completo. ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. Diodos Zener. Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. Como o nome sugere. parcial. etc. o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns. Diodos.

como os CA3130. CA3140. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões.. TL080. destacando-se os comuns para referência como o: 723. TL 082. Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412. etc. que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado.interligados entre si. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. etc. operando com tensões de uma determinada faixa de valores. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente. em uma configuração que permita realizar uma função específica. Existem diversos tipos. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. autofalantes. destinando-se à amplificação de sinais fracos. Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. TL 084.

7474.s que tem tensões fixas. . O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. que é também conhecida por 7400. mas suas características elétricas são totalmente diferentes.. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s.. Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta..Reguladores de Tensão na placa mãe. 7406. para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface. ou seja. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto. Como são centenas de elementos que formam esta família. Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos. Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS. existem manuais especiais que contêm suas características. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40. 7490 etc. Porém. o que é bem diferente dos TTL.

com cargas negativas). O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia. . que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N. A memória de configuração (ou CMOS. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada. pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. ela é alimentada por uma bateria. isto é.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. Para que isto não ocorra. PC CMOS é sinônimo da memória de configuração. isto é. em um circuito chamado pontel sul. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. como preferir) é uma memória do tipo RAM.

Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1. . porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro. é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. 2.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado). ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio. Posicione a chave seletora na escala de X!. Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. 1. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica.

os quais serão conhecidos em breve. Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. Styroflex Os capacitores são identificados. visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. Filtragens. não significa que o CI está defeituoso. Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. acoplamento. Plate. simbolicamente conforme é mostrado abaixo. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência). Capacitores de Cerâmica. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. Caso isto aconteça é porque o CI está em curto. sintonia. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências. Poliéster. trimer e eletrolítico. 4.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. .3. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. Independentemente de seus tipos. para. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. até a faixa de UHF. Exceção feita aos capacitores variáveis. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio. ATENÇÃO. que possuem símbolo próprio. Proceda com este roteiro com todos os pinos.

e muito difícil de compreender para o técnico novato. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0. Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor. Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha."B". o . cerâmica. No exemplo. styroflex. devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. mesmo para os técnicos experientes. mostra capacitores que tem os seus valores.3nF. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula. No capacitor "A". é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. que se lê 104. plate.0033 µF (microfarad = 10-6 F). como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F.3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima.1µF. O valor do capacitor.Simbologia do capacitor poliéster. significa que este capacitor é de 3.

3F e dividir por 10-9 = ( 0. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números. a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%. que será igual a 0.000. Note nos capacitores seguintes. devemos dividir por 10-6 = ( 0.3F e dividimos por 10-12. Até 10pF ±0.3nF ou 3n3F. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C.000. é o primeiro da fila.000.000.000. Para voltarmos ao valor em nF. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo.003. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor.000.0033µF.1pF ±0. Para se transformar este valor em microfarad.001 ). O nosso exemplo.3 por 10-9 = ( 0. teremos 0. de 3300pF.000. devemos pegar 0. Segue na tabela abaixo. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor.000. ou seja.000.5pF ±1.25pF ±0. resultando 3300pF."n" minúsculo é colocado ao meio dos números. o resultado é 3.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de .000. pegamos 0.001 ).3 F. Para transformar em picofarad. os códigos de tolerâncias de capacitância. Multiplicando-se 3. apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor.003. envolvidos com um círculo azul.000.003.001 ).

J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora. Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores. filtros. um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. Observe o desenho abaixo. O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes. Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de .

Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . que não ultrapassa -56%. Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. como por exemplo: X7R.N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima". Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. +22%. Para um capacitor Z5U. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância". dentro desses limites de temperatura. Y5F e Z5U. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos.

0% B ±1. representa a tensão nominal. No capacitor "A". correspondem a 33000. A cor branca. E o vermelho. . as 3 primeiras cores são. equivalendo a 33 nF.5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo. que é de 250 volts. -82%. mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo.7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%.2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3. é referente a ±10% de tolerância. laranja. laranja e laranja.5% C ±2. logo adiante. ±7. -56%.Capacitância A ±1.3% E ±4.

1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados. Veja abaixo: Capacitores . Só podemos saber através de um capacímetro.

o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso. não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. . 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor. Faça o ajuste de Zero. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER. OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. confundindo assim o teste do capacitor.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. Isto indica que o capacitor está bom. isto indica que o mesmo está em curto defeituoso.

Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. . Aí é gerado um campo magnético. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. mas com tensão alterada. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). para que o transformador funcione. que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece. que pode ou não ser variável. Nos aparelhos de som. Nos aparelhos de som o som fica baixo. No Cd player o disco não gira. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. ele tem que ser variável. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. para mais ou para menos. então é produzida no circuito secundário uma corrente. mas. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. o som fica baixo. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. geralmente espiras de fio.

se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. Dessa forma. pois a fração N2/N1 agora vale 2. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1. A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. isto é.0 (100/50). Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras. É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. as perdas envolvidas serão elevadas. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts. Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. Se o circuito primário for o que tem menos espiras. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo.5 (50/100). porque a fração N2/N1 vale 0. Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas. ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta. Se for o que tem mais espiras. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault. teremos no circuito secundário 220 Volts. . Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. Se tivermos. um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente.

devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). Também. Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo. Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal.000 Gaussian. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. Transformador com blindagem eletrostática. o projeto ideal de como deve ser um transformador. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. No fato.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. Transformador com três enrolamentos. com respeito aos convencionais . que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e. Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor. como nenhum outro tipo. No transformador toroidal.

o campo magnético. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". Indutância Indutância é a característica física de um indutor. Energia A energia (medida em joules. conseqüentemente. É dada por: . que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor. eles são volumosos em uma pequena escala. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador. por exemplo. Porém. Nesses casos. normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. é raro a construção de indutores em CI's. fio de cobre.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e. e praticamente restritos.

que se opõe até mesmo à corrente direta. Porém. ω é a freqüência angular. e L é a indutância. Fem) é induzida. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. exceto quando a corrente é ligada e desligada. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz. f é a freqüência em Hertz. Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta.onde I é a corrente que circula pelo indutor. Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais. A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor. No geral. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . caso em que faz a mudança de modo mais gradual.

incluindo recepções e transmissões de rádio. mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível. Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo. A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional.A corrente através de indutores em série permanece a mesma. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. Por sua habilidade de alterar sinais AC. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador. mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura.

em que é preciso alterar o valor da tensão da . Transforma o valor da tensão. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte. de 220 Volt para 24 Volt. conforme as aplicações. mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. mas tem três bobines no primário e três no secundário. ou vice-versa. juntamente com o motor de corrente alternada. Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. cada bobine do secundário está dividida em duas. distribuição e utilização da energia elétrica. uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário). por exemplo. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada. Nalguns casos.É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. e. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico.

este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. • Para testar o transformador de baixa potência. por exemplo.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Utilizam-se também noutros casos. • Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o . posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. como. Ex. • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). • Faça o ajuste de Zero. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador. indicando resistência alta. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil.

podendo ser de germânio ou silício. Seu símbolo é mostrado abaixo. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. . Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação. resistência baixa. O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. são dispositivos formados basicamente por uma junção PN.Este teste indica que este lado do transformador é o secundário. Lembre: Primário do transformador resistência alta. Secundário do transformador resistência baixa. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte.

tensão máxima inversa 400V 1N4005. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. tensão máxima inversa 800V 1N4007. o valor de pico da tensão alternada. especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001. . normalmente de silício. tensão máxima inversa 200V 1N4004. ou seja. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. Para um transformador de 12V. quando polarizado no sentido contrario. os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. elevando-se esta capacidade. tensão máxima inversa 50 V 1N4002. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère). tensão máxima inversa 100V 1N4003. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. Na onda completa. permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. à medida que seu número aumenta. tensão máxima inversa 600V 1N4006.No primeiro esquema. Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). por exemplo. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente.

significando que o mesmo está em perfeita forma de uso.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10. Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10. significa que o mesmo está defeituoso. se o ponteiro deslocar. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo. Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos. o ponteiro não deverá deslocar-se.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo. OBS: ao inverter as pontas de prova. DICAS: . Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos.

Diodo SCHOTTKY retificadores. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. computador. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10. som. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). Impede o funcionamento do som. 6. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. por exemplo: 3. * Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. . 12. Isto significa que o diodo nesta escala está bom. * Troque as pontas de prova. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV. * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. monitor. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante. Provoca a queima do fusível. cabo preto no catodo e vermelho no anodo. se o diodo for de tensão abaixo de 12V. CD Player. 18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo. * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. 1.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. ou seja. 9. impressora etc.

O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1. use somente o multímetro analógico para estes testes. quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. .D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a . Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs. Nos equipamentos de som. I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o . NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos.

TESTE DAS CHAVES. Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso. Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1. 110V / 25 A. como por exemplo: 220V / 30A. Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada.  Significando que esta seção da chave está boa.  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades. Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo. . CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado. desligando ou ligando respectivamente a chave.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro. etc.  Pegue uma chave. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor. conforme mostra a ilustração abaixo.

caso contrário poderá danificar o multímetro. a mesma estará danificada. Atenção. Separe as chaves defeituosas. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro. . Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. Como você já sabe. + (positivo) e – (negativo). Escala para medir tensões alternadas. as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. ou seja. devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas.

250 – 50 – 10. enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. . Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. Medindo tensão alternada de 110V. Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números. caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro.Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova.

Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão.• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 . o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200. Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100. isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV. o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor.

Chave seletora em 250 ACV. O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV . o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.

o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. Enquanto não há luz incidindo no fototransistor. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. possui apenas dois terminais acessíveis. O fototransistor possui diversas aplicações. na ausência de luz. associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. Ele pode. não haverá uma corrente no emissor. a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. variando para cada transistor). a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. temos a relação Ic = beta Ib. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. Isso provocará um aumento da corrente de base. e a tensão de saída será zero. o coletor e o emissor. a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. ao mesmo tempo. Assim. Como o transistor convencional. resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. Em geral. A aplicação mais usual é a de um interruptor. porém. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. enquanto os elétrons passam do emissor para a base. sendo mais encontrado em aplicações on-off. Com a incidência de . estando ele em corte. Como a base está normalmente desconectada. Como nas outras células fotocondutivas. onde a não linearidade do transistor não é um problema. a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. Quando há luz incidindo. onde beta é um valor fornecido pelo fabricante. a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que.

este conduz. Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura. o transistor fica cortado. Para elevadas temperaturas. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. para medição de movimentos lineares. Sempre quando um fóton é absorvido. basta uni-los como na figura. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. Assim. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. logo a saída estará em nível lógico "1".n tenham como característica de serem rápidos. quando não há presença de luz. teremos uma corrente no emissor. provocando uma tensão igual a IeRe. NO entanto. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. Tais como os transistores bipolares. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a. utilizando dois fototransistores. Embora os fotodiodos p-n ou p-i. Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl. para medição angular.luz. Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. Entretanto. o receptor não está conduzindo. Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. não apresentam no entanto ganho. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. quando há presença da mesma o transistor conduz. entretanto quando não há presença de luminosidade. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total. Para isso. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. A base do fototransistor é sensível a luz. cancelando uma à outra. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) . podemos compensar esse erro. um par elétron lacuna é gerado. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. ou junto à uma engrenagem. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. logo a saída estará em nível lógico "0".

Veja um circuito usando o foto-transistor: . baixo consumo e isolamento total. com amplificador já incorporado. contudo a pouca uniformidade. como se fosse um transistor normal. O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. muda todos os dias. para ativar as luzes. nenhuma parte mecânica. porém de grande importância para a eletrônica. Quando o LED está aceso. Pelas razões apontadas. O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. o fototransistor responde entrando em condução. células de CdS e fototransistores. mantendo sempre um preço competitivo. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança. Com este novo fotodiodo. muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. Até agora. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. obtemos assim diferentes níveis na saída. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED. somente um sinal luminoso. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples.

FOTO .transistores é o mesmo dos foto. pela polarização de sua base. criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. os foto-transistores são usados com a base livre (NC). libera portadores de carga.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções. Se a corrente liberada for de base de um transistor. Desta forma. Ter este fator controlado externamente. os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem. .TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor. sendo a maior parte da faixa infravermelho. A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente.Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos. O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies. Nas aplicações normais.

Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. lâmpada ou lanterna).Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor. caso contrário inverta as pontas de prova. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia. Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação. .

Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar. Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente . O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto. O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos. Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um.

por exemplo. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. o ponto interessante deste projeto de alarme. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. o último transistor excita um relé que controla a carga externa. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. . Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente. mas. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. ou menos. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. como. que utiliza um feixe de luz modulado. uma lente.de aparelhos e equipamentos. de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. o receptor. Devido às suas pequenas dimensões. é a utilização apenas de transistores. O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos. pode ser usado. O transmissor consiste num astável.

desligar e inverter a polaridade do motor. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. devido a alta corrente exigida pelas . o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados. Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo. A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé.Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima. São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. Por mais qualidade que houver nos dispositivos.

câmeras de vídeo . etc. LED SMD Hoje. lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos. DVD . os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos .surface mount device . geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos. Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. maquinas fotográficas . Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação. inclusive os da categoria SMD . com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete . Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. • • Posicione a chave seletora na escala X10.bobinas. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa. Teste do Relê. O LED deve acender indicando que o mesmo está bom. Por último. . Localize os terminais da bobina. Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina.

esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova. OBS.• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. defeituoso). . ou seja. O LED tem sua polaridade. Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs. Positivo e Negativo. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa. significa que o mesmo está aberto (queimado.

Este componente é uma bobina. começando com a letra B. Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor.Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. .

Os transistores começam com a letra Q. Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV. Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I. Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV. O .

. O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6. Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas. O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. Posicione a chave seletora em 250DCV. a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV.ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100.

com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES .O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6. A chave seletora deverá ficar em 10. Veja na aula prática do www. A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10.cursodeeletronica.

Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente. vídeocassetes. Existem vários tipos de fotoacopladores. também chamado de acoplador ótico. Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . aparelhos de som. é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz. sem contato elétrico entre eles. este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto.Aplicando uma tensão nos pinos do LED. conforme você vê na figura abaixo. ou seja. optoacoplador ou optoisolador. Desta forma. Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador.Fotoacoplador. . Estes componentes são usados como sensores em alarmes. • • • • Posicione a chave seletora na escala X10. contendo muitos componentes no interior do CI. outros ainda mais complexos. alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo).

linha +B. linha de sinal. Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema. ligações de linhas. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho.Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. linha de pulso e terra (negativo). . porém suas ligações são iguais. Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas. linha –B. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos.

TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .Veja os componentes e suas simbologias.

Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. Um exemplo prático é: linha +B de 110V. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V. . Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor. Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B. linha +B de 12V etc. pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes.

Esta tensão sai do transformador de pulsos. Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.Linha +B de 300V. Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. por sinal é de maior confiança. é retificada por um diodo. fusível. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste. jamper. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar. indicando que o diodo está bom. fusíveis e fios. . fio. Com ele podemos encontrar trilha rompida. chaves. jamper e bobina. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico. Vermelha no anodo e preta no catodo. passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. bobinas. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso. Este teste é feito nas trilhas. Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). Linha +B de 103V. Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade. Coloque a ponta de prova preta no anodo.

Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. significa que o diodo está com defeito (em curto). O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. 2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto. Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa. Com o . esfregando de maneira a tirar toda impureza. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa. Deve ter boa isolação térmica.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero.

Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. Para sanar esse problema. Porem após certo tempo de uso. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. Isso é facilmente percebido. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro. 3) Tipo revolver. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w. a mesma pode romper. 2) Media potência: potência entre 30 60 w.tempo. basta substituí-la por uma nova. danificando o mesmo ou algum componente. Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída. devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos. Pois do contrario. Quando isso ocorrer. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. Estação de solda Estação de solda analógica. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. pois a ponta não irá aquecer. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”.

etc.I. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados. Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). para facilitar a transmissão de calor. Circuitos integrados. poliéster eletrolítico.s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda. diodos. Escala para os testes X1 e X10 X1K. 2) Antes de iniciar a soldagem. circuito integrados. Transistores. .Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados. plate e styroflex.       Capacitor de cerâmica. Transformador e bobina. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas. Resistores. Diodos.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. não somente em contato com o ferro de solda. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro. 3) Durante a soldagem. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico.

Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões. cerâmica. Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito.  Todos. poliéster. 2. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R. não importa a polaridade dos cabos. Veja exemplo abaixo: 5R . Se por acaso ao testar os capacitores. marcando um certo valor ôhmico. eletrolítico. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. poliéster. plate e styroflex. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1. isto conforme o seu valor. Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas. Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado. você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco. plate e styroflex. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. 3. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta).  Capacitor de cerâmica.

Na placa sempre vem indicando o terminal da base.  Multímetro na escala X10. isto se o mesmo for NPN. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto. inverta as pontas de prova.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10. mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base. ou seja. Vamos começar pelo meio mais fácil. o ponteiro desloca um pouco.    Coloque a ponta de prova preta na base. este é um teste que indica que o transistor está bom. Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5. O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor.   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Muito bem. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO. . Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa. é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração. isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. indicando que o mesmo é PNP. Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. Localize os terminais do transistor no outro lado da placa.

Multímetro na escala X10. Catodo. porém isto não significa que o mesmo está bom. não se preocupe em saber onde se encontra a base. Atenção.    Multímetro na escala de X10. inverta as pontas de prova. Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor.  . A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo. Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5. o transistor está aberto.    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor. Se o ponteiro deslocar até o zero. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Se.  Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos. uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa. Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site. significa que o mesmo está em curto (defeituoso). Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5. coloque as pontas de prova do multímetro. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto. acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). TRANSISTOR ABERTO. vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um. Coloque a ponta de prova preta no terminal da base.

Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. Resistor com o terceiro anel de cor. significa que o mesmo está em curto. Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1. o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. dourado. preto e marrom. Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata.  Inverta as pontas de prova. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20. Resistores. prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo. vermelho e preto. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor. caso contrário o mesmo está alterado. dourado. Vamos fazer estes testes por partes. Caso o ponteiro . a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). preto e marrom. ex. Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel. isto não indica que o diodo está com defeito. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade).

50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso). o segundo anel não importa. Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. Resistor com o terceiro anel de cor. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor.do multímetro estacionar no número 40. ex. Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. significa que o resistor estará alterado. Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. laranja ou amarelo. verde e marro. vermelho. Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5). Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor. o resistor estará alterado. os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. se o resistor começar com a cor vermelha. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. pode ser qualquer cor. que corresponde o número 2 do código de cores. então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. laranja e amarelo.

Falta de cor em um TV ou Monitor. . siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada. aparelho não funciona etc.cores do primeiro anel do resistor ex. CI. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3. transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. usaremos o multímetro na escala X10. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI. Para identificar o CI em curto (Zero ohm). Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. som baixo em equipamento de som ou TV. Este é um teste para saber se o CI está em curto. Ex. porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. falha de leitura em CD etc. estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. neste caso o multímetro não detecta. ex. O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro.. Posicione o multímetro na escala X10. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo. queima de fusível.

Este é o primário do transformador. Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. transformador DRIVE. Transformador. e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI. Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. O multímetro deverá registrar uma resistência alta. • Para testar o transformador de baixa potência. verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. transformador de pulsos. Agora teste os fios do outro lado do transformador. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. • . Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. Ex. Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. entre 200R a 1K. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso. Mantenha o multímetro na escala X10. e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. mas isto não significa que o CI está com defeito. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • • • Faça o ajuste de Zero. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. faça este teste com os outros fios. transformador indutor etc.

e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). • • • • Desligue o aparelho da tomada. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. isto porque são bobinas diferentes. Localize a bobina do outro lado da placa. Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. Este teste é para saber se está em curto ou aberta. Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1. É dado forma por três camadas de material drogado. • Bobina. Secundário do transformador resistência baixa. Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. Regule o multímetro no Zero. Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. ou polarization direto). Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode .

temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base. Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas. Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. De todos os semicondutores.polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso. conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E). Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas. . BASE (B) e COLETOR (C). certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades. Representando isso através de símbolos. o que equivale a sentidos opostos para as correntes. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta.

farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. etc. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. . ou a Motorola que usa MPS ou MPSA. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. Estes transistores normalmente são de silício. indicando amplificação.R1. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. No entanto. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. R2. São usados em circuito de Áudio. Osciladores. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante.

em curto TELEF. Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Transistor em curto IMPRESS Transistor . Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. . A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um.Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. Posicione o multímetro na escala X10. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica.

A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central. Posicione o multímetro na escala X10. Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro.

veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro. pois este terminal do transistor é o Emissor. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa. • • • • • • Pegue um transistor NPN. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. . No instante que o ponteiro deslocar. veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP. caso contrário troque as pontas de prova. Posicione o multímetro na escala X10K. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um.

o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo. Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. o transistor apresenta 3 entradas. no cotidiano da eletrônica. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. e necessitam de um capacitor externo de 0. ou seja. procuraremos nesta disciplina. Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. uma de frente para a outra. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. Estas seções são chamadas de coletor. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. porém que não corresponde à indicação do mesmo. Em geral. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. A voltagem é especificada pelo valor xx. O transistor é um sanduíche de duas junções pn. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). ele necessita de uma fonte de alimentação. base e emissor. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização. O nome transistor vem do inglês. formando uma sequência de junções npn. Tal código vem marcado no corpo por uma letra. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. O transistor é um dispositivo ativo. cada processador é composto por uma infinidade de transistores .1 mF para evitar . em condições ótimas de operação. Por ex. número ou sequência deles. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. Consequentemente. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. sendo composto por trans(fer+res)istor. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base. Pelo fato de ser um dispositivo ativo. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor. ou seja.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. Transistores de média potência. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação.

Como devem dissipar potências altas.BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle.instabilidades. . como pode ser observado no esquema abaixo. Encapsulamento de um transistor . e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta. Transistores de potência. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. tensões elevadas. Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos. aquecendo muito.

e é quase sinônimo de MOSFET. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). de longe. mas ainda são chamados de MOSFETs. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. é. o campo . mas alguns fabricantes. Os chips modernos usam comportas de polisilício. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. tais como o arsenieto de gálio. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor). principalmente a IBM.MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. onde as comportas (gates) eram de metal.

como o da fonte ou do dreno.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). A corrente do dreno para a fonte é . A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . há uma fraca corrente invertida. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . uma parte do canal é desligado. controlado pela tensão na comporta. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. assim. O transístor é ligado. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. e não há condução entre o dreno e a fonte.Vth O transístor fica ligado. O MOSFET opera como um resistor. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. .elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele.

3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado. como memória. chipset.temos substrato N e duas regiões P).Em circuitos digitais.NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N. MOSFET O MOSFET tipo N. tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS). Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato. Assim. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15). os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. conforme figura 3-14. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. O transistor MOSFET é usado no PC. este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N. etc. O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe. . com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS .

de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. ao contrária do JFET. sendo (a) canal N e (b) canal P. Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução. tal como no JFET. 3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida.Observe-se que. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source. 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento. sendo bastante usada. . 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS.

mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. só quando polarizado pelo G. o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. permanecendo em repouso. basta curtocircuitar seus terminais. não havendo sinal no output e no gate de T1. Coloque a ponta de prova vermelha no S. e daí a output= 1. IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo . ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. Com input=0 T2 entra em corte. ou seja. Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra.3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. especialmente na fabricação de microprocessadores. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). praticamente aterrando o output (nível 0). veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). é mostrada na figura 3-19. Temos dois transistores de depleção. tornando o consumo de energia muito baixo. Agora retorne a ponta de prova preta para o D. o que por sua vez corta T1. Posicione a chave seletora na escala X1. Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar. Coloque a ponta de prova preta no D. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. Para desarmar o MOSFET. TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET.

............ ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: . SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício...... A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes.............. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura... MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência.............. MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ... D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais.......G = Gate............ .... aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo............. NPN e PNP................

um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. Se. no entanto. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. o SCR comporta-se como um diodo. então. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. então.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. pois o componente não conduz corrente alguma. Nas condições indicadas nada acontece. Assim. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. etc. . pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. sendo este valor expresso em ampères. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo. Veja que ao conduzir a corrente. Temos. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. ele realimenta o circuito. ele só conduzira metade do semiciclo. Para um tipo comum. como os SCRs da série 105 (TIC 106. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. C106.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. porém. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. Ao mesmo tempo.2 ampères tipicamente ou até mais. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. que se trata de um controle de meia onda. ou seja. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Ora. MCR 106. Dizemos.

não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente.com . Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. por e-mail . Teste do SCR. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. O ponteiro deverá permanecer em repouso. • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. o ânodo negativo em relação ao cátodo. telefone 61 85953815. Faça o ajuste de Zero. • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. ou seja. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). pois isso pode queimá-lo. Isto indica que o SCR está bom.

EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador . para que as duas . com a freqüência do oscilador local. 2 .gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar.a freqüência da estação sintonizada 4 .a freqüência de FI (455Khz) 2 .só sintoniza estações baixas . Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 .rádio não sintoniza nenhuma estação . Oscilador local . verificar resistores que fazem a sua polarização.transistor misturador. que tem o valor de 455Khz.a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 .faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF. criando assim a FI.a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF). Defeitos mais comuns: 1 .falta de ganho no transistor misturador.

Defeitos mais comuns: 1 . ajuste-a. transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF). transistor oscilador.verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite. CIs.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados.estações deslocadas no dial do rádio .áudio fanhoso .não sintoniza nenhuma estação . 2 .sem áudio . de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas. Detetor de envoltória – . outra branca e a outra preta). bobina de antena em núcleo de ferrite. Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela. se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando.sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo . dois ou três transistores amplificadores de FI. 2 . Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável.verificar o transistor oscilador.amplifica e separa a estação desejada. oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador.algum transistor defeituoso. trimmers. filtros cerâmicos. se necessário.entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI. Amplificador de RF . normalmente identificada por ter a cor vermelha. enrolamentos da bobina de antena. varie a sintonia do rádio que está sendo consertado. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. chave de onda. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando.rádio não sintoniza nada . bobina osciladora. para conseguir uma recepção melhor e um volume maior. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável. 2 . Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador. Defeitos mais comuns: 1 . Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas.verificar transistor amplificador de RF. Defeitos mais comuns: 1 .

você deve limpa-los ou troca-los. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. Componentes comuns neste estágio: alto falante. Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60. Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos. CIs amplificadores de áudio. transformadores. CI ou transistores de saída.sem áudio . capacitores eletrolíticos. Amplificador de áudio. Defeitos mais comuns: 1 . potenciômetro de volume. potenciômetro de tonalidade. regulador de tensão. 2 . Amplifica o sinal de áudio.verificar o alto falante. Verificar transistores ou CI de saída.sem áudio . pequenos transformadores. transistores amplificadores.diodo detetor. Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores. Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor.sem áudio .Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio. Defeitos mais comuns: 1 . transistores. 2 .detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e. 1N4147. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. OA90 ou algum similar.ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. CAG . Em sua saída só teremos o sinal de áudio. capacitores eletrolíticos de alto valor. diodos zeners.verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante. Componentes mais comuns neste estágio: transistores. capacitores. normalmente. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio. pontes retificadoras.som pipocando ou ruim . Defeitos mais comuns: 1 . .verificar transistores. etc. do primeiro transistor amplificador de FI. Capacitores e resistores.

mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada.freqüência sintonizada . No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local. o amplificador de RF separará o sinal desejado.Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 .diodos retificadores.freqüência do OL. tenha ela um sinal forte ou fraco. é o responsável por separar o áudio da FI.rádio não liga . áudio portanto. um capacitor de filtro e um resistor. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. 4 . e o amplificará. o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF. 2 . mecanicamente.a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz). com o potenciômetro de volume).verificar transformador. que é basicamente formado por um diodo. 2 . Este circuito. Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG. no nosso exemplo 1000Khz. Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor. sendo assim em sua saída já teremos áudio. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados.Ronco (ripple) junto com o áudio . Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais. através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções. .freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL). O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação.freqüência sintonizada 3 . suporte de pilhas. capacitor eletrolítico de filtro. O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI. que são: 1 . mecanicamente. A forma de onda do oscilador local é senoidal. O CAG pega uma amostra do sinal detectado. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som. o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar.

quando transistorizado. capacitor variável.com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico).7 Mhz. Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: . através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10. . de base comum.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber. bobinas. Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. transistores. a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local. A freqüência do oscilador local estará sempre 10. Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores.Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local. . . de forma a conseguirmos. Componentes presentes neste estágio: antena. A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos.Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada. a freqüência do oscilador local.Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10.7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada.

que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada. bobinas e transistores. podemos perceber que. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10. A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10.7 Mhz. bobinas. Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo. . até que a indicação de estéreo se acenda. colocando numa estação estéreo e com boa recepção. Desta forma. um exemplo disto e o TDA 7000.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. outras vezes dois. . DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF. portanto. Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente. Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI. transistor oscilador. . nem todo rádio de FM precisa de um limitador. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e. um transistor pode fazer mais de uma função. normalmente. . Existem diversos tipos de discriminadores. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos. Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio.7 Mhz. isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI.Amplificador de FI – amplifica a FI. muitas vezes este trimpot está defeituoso.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável. diodos (sempre mais de um). Troque-o e o ajuste.

Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída. Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro. A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador. desregulados. Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. conforme o tipo do equipamento de som. Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI. que ficam atrás do capacitor variável. Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. Áudio distorcido – verificar o transistor. Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema.

_______.  Capacitores eletrolíticos de saída ____________. Filtro (capacitor eletrolítico). ele pode está ligado a um fusível. tape deck. Diodo bloqueador. micro system etc.  Som não funciona (rádio relógio.  Diodo zener ___________.  Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________. Fusível. Trimpot.  Escreva o valor em Ampèr do fusível.  Capacitores de cerâmica __________.  Diodos bloqueadores __________.  Transistores ____________. Capacitor de cerâmica. Diodos retificadores. Diodo zener. ___________. Transistores.) . Resistores. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação.  Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador. Siga o cabo de força.           Chave liga-desliga. Transformador. chave ou diretamente ao transformador.

9V. Ligue a fonte na tomada. Havendo tensão a fonte está boa.). _____________. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). 25V. meça a tensão no filtro da fonte.• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. . 48V. • Não havendo tensão na saída da fonte. Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. 12V. Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV.

Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV. coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  . Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV. Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário. verifique se há tensão no primário.   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário.

trilhas da entrada da fonte.Havendo tensão alternada na entrada do cabo. chave ou mesmo ligação através de trilhas. Entre o transformador e o cabo de força há fusível. resistores. isto para os Microsystem. fusível. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador. conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. . teste-os na escala de X1. verificar cabos. o defeito encontra-se na placa principal. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. verificar se há solda primário do transformador. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída.de cerâmica. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar. Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. Defeito transistores. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). Testar cabo. significa que o mesmo está bom. chave. Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte. Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. Sim é composto por:transistores. encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador. que Não estabilizador diodos bloqueadores. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som. antes desligue o cabo de força da tomada. Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. diodo zener e capacitor . resistores.

um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display). Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar.Equipamento de som (Amplificador) não funciona. Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado. _____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência. visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave.  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle). . Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave. está fixado também CI regulador de tensão. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem.

geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem). porém o amplificador não funciona. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. solda fria. o problema está na falta de alimentação. Veja exemplo abaixo: Transistor. trilha rompida. se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores.este CI tem a aparência de transistor de média potência. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas. Obs. ou seja. A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores. sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona. . Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by.   Meça a tensão na saída de som. Todas as funções frontais funcionam.   Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente. CI.

  Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída. .  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores). o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI. solda fria ou trilha rompida. o defeito está na própria saída. estes resistores são de valores baixos. Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som). deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas.  Caso a saída esteja alimentada.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída.  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação. a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada. podendo ser os transistores ou CI. Verificar solda fria ou trilha rompida.     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI. resistores de baixos valores abertos. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores. Substituir CI (se a saída for dotada de CI).  Coloque a ponta de prova preta no terra. A tensão positiva e negativa é acima de 20V.

Sempre que for fazer consertos na saída de som. . plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades. Substituir CI de saída.  Coloque a ponta de prova preta no terra. Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor). Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som. qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. Veja quantos ohms tem o alto-falante. Atenção.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito.   Posicione a chave seletora na escala X1. _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________.  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som.

 Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo. é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã.  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro. MÓDULO DE SOM (AUTO) . Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante. 2. o valor deve ser igual.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1. Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom.

estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . tape. mesa de som. violão elétrico. teclado etc. encontra-se também alguns capacitores. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive. É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto. CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. CD player. Raramente os transformadores queimam. gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples.

5. grave. 4. Faça uma relação deste componentes como: CI.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. Tape. 4. agudo. por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). grave. especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2. Transistores. • Aparelho de som totalmente mudo.7mF. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. Abra o aprelho cuidadosamente. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. 6. • Medir os resistores de valores acima de 10K. No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. Teclado etc. você pode notar que neles há os controles citados acima. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos. estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume.2 mF. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo. Pegue um equipamento de som (microsystem). Identifique os controles grave. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. agudo e volume. • Um dos canais não funciona. . isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. e controles frontais. Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. 3. siga o roteiro abaixo: 1. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. 2. esta entrada serve para receber sinais de CD player. Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso).

APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. • Verificar as trilhas e solda fria.• • Testar os transistores fora da plca. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. pode haver algum dos transistores com fulga. aqueles semi profissionais. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. por esta razão é necessário substituir o mesmo. pode haver algum transistor aberto ou em curto. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. • Substituir CI do canal defeituoso. O Compact Disc Player com . • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. Caso a tensão é presente no CI. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. Verifique se há tensão no CI. UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso. trilhas e verificar se há solda fria. o procedimento é o mesmo. ele altera diminuindo a pré amplificação. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. siga o roteiro acima. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. caso não haja verifique a fonte de alimentação. Substituir o CI.

o técnico de áudio. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível. Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. decodificando os frames. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas.leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. que até então reparava toca discos. RAM SYSCON . D das bobinas (dispositivo axial duplo). alguns deles muito sofisticados e complexos. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. Durante o processamento. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. os seis foto diodos e o diodo laser. Aos poucos. BOBINA BOBINA A. PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. onde podemos localizar a bobina do tracking. é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). vê-se obrigado agora a reparar CDPs. a bobina de foco. B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser.

após passar pelos amplificadores e filtros. Se as entradas forem iguais. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. os diodos A+C terão um +nívelB maior. a saída terá nível alto. temos dois outros detectores. No pick-up. SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. através dos quatro fotodiodos. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. Este . B+D terá um nível maior. quando o disco está (A C) . indicando sinal fora de foco. Servo Tracking: O servo tracking. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais.( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. Ao contrário. Quando o disco está muito perto da cabeça. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. que colocará em funcionamento o drive. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. de trilhagem. que é fornecida pelo servo.O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). corrigir o foco sobre a pista do disco. Porém. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. O pick-up. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. enviando esta informação ao servo. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco. a saída será nula. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. se as entradas forem diferentes.

O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete.Este servo é dependente do servo tracking. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. compensando alguma diferença de polarização. PLL REF. Veja esquema abaixo. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. conforme vemos no esquema abaixo. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. EFM LPF .

é ativado o drive do motor de giro do disco. É utilizada para o endereçamento de um circuito. Faz isto por meio do servo. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. O micro controla. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). Cada motor tem. entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. além do CI de controle do servo. A via de endereço é unidirecional. o circuito de processamento do sinal. do teclado. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. através das instruções. de acordo com a operação que está sendo realizada. do servo e do circuito loading. posteriormente. A CPU faz todo o controle de funções. O microprocessador. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). O disco não pode girar a uma velocidade angular constante. também terão estas funções controladas pelo micro.SPINDLE DEMOD. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. um drive para gerar corrente de excitação. além do servo. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. pois caso o fizesse. Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro.

A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador. para depois então ser convertido pelo D/.L. na realidade. EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. a partir de um cristal interno. DEMOD. O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial. Cada D porta é. No receptor. geralmente igual a da fonte de VCC. totalizando 16 bits. Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT).hardware. Contadores: São temporizadores binários. Para conhecer um microcontrolador. Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock. C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). esquema abaixo). No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. um flip-flop tipo D ou latch. não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio. Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14). Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit.1 khz. saber apenas sua pinagem. Após o demodulador EFM CPU para cada canal.005%. . pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. De um modo geral. Antes. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída. travado pelo PLL (elo de fase travada).

LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio.  Verifique: transistores.). diodos. inutilizando-o.  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. bem como deslocar a lente objetiva).  Rede de alimentação com flutuação. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência. DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup.  Vida útil reduzida dos componentes. etc. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex. o sinal de áudio será pré-amplificado. pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão. etc. pois não há como recondiciona-lo). Pré-amplificador: Neste estágio. uma entrada e duas saídas. um tape desk. caixas acústicas. respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão. SEQÜÊNCIA DE TESTES .Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas. amplificadores de potência.  Ligação à rede de alimentação incorreta.  Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. equalizador. capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). No caso do CDP.

Encontrando o sinal Eye Pattern.O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco. Se estiver.  DEFECT: Sinal detector de defeito. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa. Se não ocorrer este movimento. onde não há sinal. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser. substitua esses circuitos integrados. ajustamos o PLCK. Se não tiver. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4. Se não tiver. Em geral. então o defeito poderá estar no servo. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio. Não encontrando este valor. Feito isso. Contudo. tendo tensões nas saídas destes drivers. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente). Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. o disco fica sincronizado com o clock do aparelho. Tracking e PLCK (velocidade).  MIRR: Circuito espelho.5V.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída).3218 Mhz. Se o defeito persistir mesmo após os ajustes. ou seja. se este ocorrer.  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). Retornando ao teste do movimento da lente objetiva.  EYE PATTERN: Sinal de RF.  GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta.  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase. Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador. é uma tensão DC de 2. conforme veremos a diante. É especialmente usado nos modos Search e Skip. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking. Deverá efetuar os ajustes do foco. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes.  EFM: Saída de dados digitais. .  ASY: Auto-simetria. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto.

LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis. PLCK: Clock do sistema (4. ⇒ Os quatro sinais (MDP. SCOR. Portanto. comece por verificar. d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual). c) Se não há intermitências de tensões.código que contém o TOC.       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. DATA. SUBQ e SQCK: Sinais do sub. CLOCK. um CDP requer 5 ajustes.  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco). RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro. MSD: Controla a velocidade do disco. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits. acusando problemas de regulagem. MON e FSW) são pertencentes as servo CLV.      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) .  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor. Saem do processador PCM para o micro. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). a) Se todos os valores de tesão existem. MSD. antes de qualquer tipo de análise no aparelho. São sinais de pulso.  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem. Basicamente. b) Se não há tensões com flutuações. ao mexer nos fios ou conectores. porém.

Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura.Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo. Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. noções genéricas de como fazer estes ajustes.5 us/divisão e 0. Se houver problemas no sistema de filtragem digital. Daremos. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste. haverá falhas no som. . teremos o sinal musical do disco ininterrupto. Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições. com este disco sendo reproduzido. Neste último caso. Reproduza este disco. ⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up. retoque os ajustes de foco e Tracking. no entanto. Coloque o disco de teste. Ajuste o osciloscópio para 0.5 V/divisão em AC.

Reproduza o disco./div. DC) na saída do amplificador do servoTracking.2 ms. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco). ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking. Veja na figura abaixo.3218 Mhz. Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0.5 a 3 VPP.Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern. Reproduza o disco de teste. Pode ser colocado antes do driver da bobina. Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up). Uma vez terminado este ajuste. Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4. retire o curto do trimpot de ganho.5 VRMS no VTVM. Coloque o disco de teste. Coloque o osciloscópio (0. A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK). Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior. . ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking.

DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. deverá estar desligado. Se. usando uma escova de dente para isto. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). pode ser limpa com álcool isopropílico. com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco.000 horas. Potenciômetros. # NOTA: Estes valores são genéricos. que provavelmente estará defeituosa. Na unidade óptica. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. logicamente. Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). Caso haja gordura impregnada na lente. O aparelho. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. no entanto. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos). com álcool isopropílico em seu interior. varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido.Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. Não toque com as mãos a lente. nos dirigimos até a fonte de alimentação. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva. Este dado. onde temos a lente e as bobinas. a placa de circuito impresso estiver oxidada. No entanto. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção. por se tratar de . injete pequenos jatos sob a unidade óptica. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). eventualmente.

A opção do microprocessador é a menos provável.um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores. lubrifique levemente as partes móveis. as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon. o microprocessador não pode trabalhar. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada. Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais.  Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. que encontra-se na circunferência mais interna do disco. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica. é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display).  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas. Assism que o disco é carregado. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . é feita do TOC. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante. Sem a leitura do TOC. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco. Com graxa de silicone. a não ser que o Display também esteja incorreto. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado.

da qual o laser é o elemento principal.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C .Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: . No entanto. é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc. defeitos nestes estágios.Servo de tracking . DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos.Descolamento da(s) lente(s) B . O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas. no prisma. demora muito a localizar faixas. poderemos encontrar.Como o leitor pode observar. não lê as últimas. Fica impossível indicar a mais provável. referimo-nos a ajustes. uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos. trata-se de um defeito complexo. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento.Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica.Servo de foco . DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . não lê as primeiras.Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS . eventualmente.Unidade óptica  Pula trilhas . lentes colimadoras e. Tracking e CLV nos dianósticos. visto que todas elas são essenciais nesta função. lentes colimadoras e pelas lentes objetivas. Do ponto de vista prático. depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter).  Problemas no laser O esquema a seguir. não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR . O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente. ilustra um pick-up óptico do CDP. com sete possibilidades distintas.

Escreva seu valor ôhmico.. Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref.....Unidade óptica .. HF e GND...........Servo do motor slide. VR4 escreva sua referencia e endereço.  Marque com um círculo os pontos TP...... Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1. e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais... DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF..... Ajuste em Cd player tracking OFF set.Neste defeito.. a leitura do disco é feita em saltos...  localize o trimpot tracking OFF set.. Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye .....  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2..... Insira o disco no compartimento. pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2.... r10........ na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: ..  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref... ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2..... este é ligado no pino 20 do CI 2.....

5 Vpp mais ou menos 0. é executada pelo microfone. posteriormente recriá-los. impulso elétrico-vibração. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos. . DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. gravá-los em vários meios (discos. A primeira conversão.) para o valor DC de 50mv.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força. fitas. Mínimo 2vpp .5 distorções. é feito pelo alto-falante. vibração-impulso elétrico.) para. etc. chave e fusíveis.típico 2. enquanto que o segundo. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set. Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon.pattern. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras. Focus off SET.

leve em consideração os seguintes detalhes: . São menores e leves. usualmente por baixo de 250 Hz. são componentes integrados. Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar.Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. tamanho e consumo intermediários. de tipo passivo e ativo. São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. Crossover: Também chamado divisor de freqüência. Médios: Têm uma resposta em freqüência. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. e nao requerem de grande potência para tocar alto. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal. ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers. apesar de também haver independentes. Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas. Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). entre ½ e 2 polegadas.

Medida: Logicamente. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO. Partes do alto falante . Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância. É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2. 4 e 8. O primeiro valor é o mais importante e realístico. e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados. e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. de acordo com o modelo de carro que possuirmos. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante.

Na figura a baixo. Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina.Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). .União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M). Estilete: Para cortes necessários durante a montagem. Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A .

Serve de qualquer marca. do rótulo azul. 3. * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência.Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H . É escura e melhor de aplicar. em situações extremas.Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo. B . Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. Solúvel em acetona. 2.Resiste a 150ºC.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G . para motores diesel. A melhor é a da 3M. use Araldite lento (24h). e acabamento com laca automotiva preta F . O Araldite rápido não é resistente o bastante. * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra.União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . Nas unidades de PA (alta potência). * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo. Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada.União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra). precisamos de colas resistentes a altas temperaturas. Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina. Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1. Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. Remova da carcaça todos os resíduos de papel. formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo. Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã. . Depois de tudo limpo. D . laváveis com água. Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo.União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E . Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume. As demais (desse e de outros fabricantes). não deixando marcas. não servem. centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos).Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M).

marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. 12. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). A água abre os poros do papel. 14. Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha). Misture água e cola branca (meio a meio). 9. Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. 8. Solde as malhas nos terminais do alto-falante. aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. Material para impermeabilizar o cone e protetor. Cole o cone na carcaça e na aranha. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. 15. Use cola a base de PVA. Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. a . Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. 13. É hora de colar a aranha. 5. 7. observe que eles devem passar por dentro da aranha. que serão soldados dos terminais do alto-falante. de boa qualidade . 6. eles devem permacer grandes. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). 11. Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. Antes de colar o cone. Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. para cima nem para baixo). 10. PRONTO! O alto-falante está recondicionado.Cascorez Extra (a do rótulo azul). Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem. nesse caso use menos água. Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã.4. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone.

de difícil localização. Por ultimo. e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. Durante o processo. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do . contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. só retirando depois de seco. (não protege contra a chuva. Use Cascorez ou cola para junta de motores. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. pois é comum que ela se solte parcialmente. aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem. A propósito. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. Muito usado na proteção de estofamentos. Portanto. carpetes. etc. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta. observando como foi feita a montagem original.cola penetra nas fibras. Imã Outro ponto muito importante. gerando ruídos no falante. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). que prolonga a vida útil do cone. cuidado). cole bem a calota no cone. e ponha um peso sobre ela durante a secagem. Para impermeabilizar. pelo uso. velas náuticas.

médios. indutor e alto-falante. Por exemplo: 1 capacitor . • • Ativos .18 dB Como podemos ver. ou seja. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação. antes de enviá-lo aos alto falantes.são compostos de circuitos eletrônicos Passivos . Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador.18 dB 2 indutores + 1 capacitor . o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes. pois isto acarretaria um excesso de excursão. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5.000 Hz a resposta em freqüência. eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. Os filtros podem ser ativos ou passivos. drivers. . o passivo e o ativo. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas. Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo. DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal. como o caso dos tweeters. etc. Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida.6 dB 1 capacitor + 1 indutor . O passivo é composto de capacitores e bobinas. Existem dois tipos de divisores. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante. já o ativo através de um circuito eletrônico. neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5. que varia de acordo com os componentes que são utilizados. Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e. Para isto são utilizados os filtros. médio-graves. Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado.12 dB 2 capacitores + 1 indutor . a medida que aumentamos a quantidade de componentes. Já no caso do passivo existem perdas.falante.000 Hz.6 dB 1 indutor . ou seja.

correias.) cabeça apagadora. polia tratora. Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE. polia de retorno da fita. Localize no Tape Deck. 1. molas de tração. 2. eixo capstan. capta os sinais elétricos. motor disco capstan. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes. Quando na gravação. A mecânica do gravador. sensor final de fita (apalpador). gravados na fita. é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única. que depois é aplicada ao amplificador. a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos. Quando na leitura. CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. é constituído de: rolo pressor. circuito pré – amplificador. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. enviado ao circuito pré – amplificador. gravando – os na .

Geralmente em tapes decks stereos com dois canais. . variando de cabeça para cabeça . CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. o teste da cabeça com o multímetro. a reprodução como a gravação. ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita. Localize o circuito pré – amplificador. No entanto. coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. Ao acionar a tecla FF. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. existe uma película que fica em contato com a fita . e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. a bobina da cabeça . basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador . quando esta se desgasta . Também na parte frontal da cabeça. Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco. 1.fita. deixando a polia tratora em alta rotação. para manter a rotação de 33 RPM. havendo então a necessidade de substituição da cabeça. fornece uma certa resistência . Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som. sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. O teste é feito na escala de X1.

Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo. deixando a polia de retorno da fita. . O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve. coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. 1 . EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan.MOTOR O motor interliga o sistema mecânico. Localize o disco capstan. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. para não forcar o motor. através de correias. em alta rotação.

de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. Pegue o cartão de treinamento e teste no local. caso o tape Deck não tenha o foto transistor. produzindo pulsos para. esta um imã em circulo. Ao termino da fita. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. este disco fica girando. .SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. fazendo o motor desligar. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. eliminado os pulsos. ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. peca ajuda ao instrutor. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. que adotam o sistema de disparo . quando chega ao fim . mantendo o REDSWTH constante. a polia para de girar. Nesta polia. mantendo o feixe de luz constante. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho. alternado o feixe de luz. Fazendo assim. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. foto transistor ou REDSWTH. usam sensores como apalpador. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor.

polias. retire-os e tente coloca-los novamente. CONTADOR NUMÉRICO A função especifica. 1 . Faça o teste da chave comutadora . SOM BAIXO O radio funciona normal. Faça um teste das correias e veja se há desgaste. 2 . caso de duvida pegue o cartão do mostruário . o som é baixo. mas ao colocar a fita. Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. quando a tecla de gravação é pressionada. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. é marcar de número a posição de músicas. com as polias e motor. fazem a pressão entre engrenagem. mantendo também em nível constante. A chave comutadora.CORREIAS As correias fazem conexão. ou outras informações na fita. 1 . Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido. teclas e antes de funções especificas. inverte o circuito para o sistema de gravação. quando apenas na reprodução da fita.

caso contraria . MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado. A cabeça pode se danificar por completo. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . então deverá ser testado a mesma. faça estudos da mecânica. usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. GRAVA. observando bem as posições de molas.nos terminais da cabeça. deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. Medir tensão nos transistores do circuito. a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda . confirmando o bom estado dos mesmos. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal. deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. substitui a cabeça. esta limpeza é feita na parte frontal. verificar se há resistor de alimentação aberto. REPRODUZ. SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. devendo ser substituída . o aparelho deverá estar ligado. encostar nas ligações da cabeça . Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. o qual diferencia muito pouco um do outro. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. É comum este cabo se soltar junto à cabeça. impedindo a reprodução do som. Verificar se há solda fria ou trilha rompida. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . polias. Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. som baixo. As tensões estando normais. deverá então testar os transistores. caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório. . correias e peças diversas. que seja alimentada por tensão especifica. Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. Fazer limpeza na cabeça. possua cabeça aparadora. lembramos que para se verificar o áudio. lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . não encontrado tensão. Trabalhar no circuito de BIAS. para conferir com exatidão os valores de tensões . é aconselhável Ter o esquema do aparelho . Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça.

deverá ser substituída. O motor também causa este sintoma. causa a rotação irregular. isto provocará a rotação irregular . transistores. percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . . Estes capacitores fazem aterramento. Se ao acionar a tecla rec. . APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . Rolo pressor. Verificar se há trilha ou solda fria. segui – se as ligações da mesma. os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. que encosta-se à fita. ao esticar as correias com os dedos. baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído . antes de executar o conserto do mecanismo . apagando as informações gravadas. se danificou . se alguma mola se soltou. como se fosse peca solta encostando em algo que gira . deverá ser observado no mecanismo. esta cabeça é acionada de forma. Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem. acionar o mesmo . que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec. devendo ser substituído no último caso . capacitores e resistores. QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. devendo ser substituído.Como vimos ela é constituída de bobina e que .se a cabeça estiver boa. . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . Há mecanismo que é dotado de um sistema. O circuito é constituído de bobinas. que gera tensões especificas (tensão alternada). ligar o aparelho . a cabeça não se movimentar.observação : é importante .

o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais. capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. ou polia que a faz girar com defeito . TELEFONE CONVENCIONAL. ou seja não está rompido. Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. . não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona). Proceda da mesma maneira com o outro pólo. imagens e sinais de televisão.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações.NO MODO PLAY. sinais gráficos. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido.  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um. quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. ela poderá estar gasta . • Testando ponte retificadora. Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores. A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora. Em conseqüência.ou mesmo alguma engrenagem .  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha. como os computadores e outros processadores de sinais. Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons.

Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos. o ponteiro não deverá deslocar-se. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho. •     Testando a chave de gancho. Localize por traz os contatos da chave. Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante. Remova a placa do circuito impresso (PCI). Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos. . Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo.  Verifique as trilhas e se não há fio solto.  Inverta as pontas de provas.  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo.

 Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume. • Testando o CI. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  A ponta de prova que estava no pino 1.  Ouvirá um chiado. caso contrário o mesmo está danificado.  multímetro na escala X10.  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado. .Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  Agora teste o pino 3 com todos. a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda).  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI. depois o pino 4 até o último. Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto. indicando que o buzzer está bom. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda).  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante). coloque no pino 2. observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto. Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos.  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada.

 Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI).  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala. porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”. . Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local. pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado. porém você não ouve o que ela fala. geralmente ele se danifica. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha. Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local.  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um.  Posicione a chave do multímetro na escala X10. o melhor teste é substitui-lo.  No monofono há um microfone de eletreto.  Verifique se há fio solto dentro do monofono. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência. significando que o mesmo está bom. Verifique as trilhas e solda fria.  Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor.  Inverta as pontas de prova. A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI. sendo impossível o multímetro identificar.

caso contrário o mesmo deverá ser substituído.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas.  Veja também as soldas dos pinos do CI. que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas.  Substitua o cristal.  O fone também provoca este sintoma. por traz dela há vários contatos circulares. agora localiza mais uma vez este circuito. coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI. nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira.  Uma vez verificado o teclado. Treine este teste com alguns transistores fora da placa. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se.  Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma. Transistor em curto provoca este sintoma. . Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis). é importante primeiramente fazer limpeza no teclado. Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas. Falha ao discar certos números.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma. experiente nos outros terminais. Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio.  Siga os fios do teclado até ao CI. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal).  No último caso substitua o CI.  Com o multímetro na escala X1. neste caso é aconselhável substituí-lo. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois). Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência.

. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. Substitua o cabo de linha. Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador. devemos dividi-lo em duas partes..  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores. passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz . Em seguida .  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado. Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil . Não memoriza o último número.. ..  Substitua o CI de memória. UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil . . como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base . neste caso é preciso substituir este CI.  Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam). O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado.. ANTENA UNIADE BASE .. antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória.. Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva.  Para estudarmos o telefone sem fio. Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. onde .

do tipo LSI. Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso). onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3. é envido o sinal piloto de 4. resultado daí a FI (freqüência intermediaria).000 Hz).4 KHZ.4 kHz. A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. com sinal piloto de 4. A CPU é um micro processador dedicado. Tão logo é acionada a chave para o modo use . 1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3.6 V . A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49.78 MHz.600 MHz a 49.6 a 49. fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49.780 MHz. O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura. que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação . A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização).haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). a seção transmissora entra em operação . Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem.

. ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . se é a base ou portátil. ou seja . depois é só adotar os métodos convencionais de reparação . Tendo um começo delineado para as medições .19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) .7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor . I) Com osciloscópio: seguindo os sinais. Portanto.10. a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito.

Tendo sinal piloto após o DETETOR e. principalmente o clock. O defeito está na base. oscilador. Se estiverem corretas. TÉCNICAS DE CONSERTOS . As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil. 1. prosseguimos no diagnostico. Caso contrário reparamos a fonte. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico .CI DTMF ou DP do portátil . 4. o defeito está na seção de recepção. conversor e amplificador de FI.foto acoplador da base. verifique : oscilador VXO. 2. Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. Passo: verificamos os pulsos da CPU. NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil . CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. logicamente. O defeito está no portátil. Então verifique: amplificador de RF.CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6). Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico . não tendo no transmissor desta unidade. PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4. B) Só tem sinal piloto no portátil. DETETOR de tom da base. CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico . etc). devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. 5. Modulador e CPU. corrente alta. Para isto . Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo. tanto da base como do portátil. Não encontrado. Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto. 3. Passo: verificamos as baterias do portátil. circuito de proteção da alimentação ou CPU.II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa.

Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte. Ligue a fonte na tomada. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). • Nos telefones mais comuns. • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. teste a continuidade do primário do transformador. 9V ou 12V). Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: . Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte. veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte.Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. a fonte de alimentação é usada externamente.

abra a fonte para testar o cabo. • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador.• Se houver continuidade. Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV. Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI. Ligue o telefone. Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). significa que o transformador está queimado. este é o de saída. O terminal que registrar maior tensão. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. resistores. observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. Coloque a ponta de prova preta no terra. Mantenha o multímetro na . O defeito estará dentro da fonte. fusível e continuidade dos cabos. Se o cabo estiver bom. diodo zener e capacitores. diodos. Neste caso não compensa substituir o transformador. A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). abrindo o telefone e testando o transformador. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento. Não havendo tensão. significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito.

verifique os diodos retificadores. Esc. Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. pois o mesmo não está respondendo os comandos. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. Não havendo tensão no filtro. Esc. Tensão contínua. havendo tensão substitua o CI. Fale com seu professor. resistores. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação. verificar se há solda fria.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. e transformador. meça as tensões do CI. sem sinal de linha. Telefone não funciona. testar diodo zener CI ou transistor. trilhas e solda fria. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. 50 DCV. fusível. . Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa. Circuito Estabilizador Tensão alternada. trilhas e verificar se há solda fria. porém o LED indicador fica aceso. Identificação do circuito de linha. 50 ACV. Veja aulas práticas no filme. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet.

Foto acoplador. Resistor ____________. REDSWITH (rele).Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha. ou seja. DIODOS . Capacitor de cerâmico _______. Bobina ____________. Resistor de baixo valor. Foto acoplador. Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. . Sensor REDSWITH (rele) ___________.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel. Transistor. não é preciso retira-los para testa-los. Diodo _________. Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. Foto acoplador __________. Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO. • • • • • Diodos. Transistor __________. Capacitor eletrolítico ________. Bobinas. Indutor ________.

o ponteiro deverá deslocar até o zero. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. • • • Uma vez identificado o diodo. . use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo. Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo. pegue duas pilhas. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente.BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador. Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. indicando que a mesma está boa. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo). No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz.

o defeito se encontra na estrada da linha. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. Veja aula prática na internet. Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1.TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10. . veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha). CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom). Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico.

NÃO FAZ REDISCAGEM . Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. neste caso a limpeza não resolve. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI. Antes de testar qualquer componente. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . verifique a manta que está abaixo das teclas. Caso tudo esteja OK. .Os fios do buzzer vão a um CI. veja se há solda fria ou trilha rompida.CI DTMF ou DP do portátil . será necessário a substituição da manta.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo. não raspe com objeto metálico estes contatos. substitua o CI. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes. eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem. Limpe todos os contatos com álcool isopropílico.memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil.

Este processo é denominado de HAND-OFF.  Verificar se há soda fria.  Testar bateria. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro. distribuídas em diferentes partes em uma área. Transistor da Base e transistor da unidade móvel.  Verificar se há solda fria.  Substituir mini alto falante. sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência.  Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel). Isto explica porque mesmo em movimento. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell. neste caso é preciso substituir o CI. sem que essa mudança seja notada pelo usuário.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel.  Substituir microfone. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ. Em telefonia celular. Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF. Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio.  Verificar ligações do mini alto falante. .  Substituir transistor de antena. A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado.

PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service. O espectro é dividido em dois grupos de freqüências. CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . A seguir vemos a configuração de um sistema celular. uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz). ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel.

Esta seção de recepção é um sintetizador de RF.A seguir ilustramos as células. . A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil). implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade. O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil). por exemplo). Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema. cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. E esta é taxa da varredura vertical. E também. o feixe traça a linha. O segundo tipo de movimento é vertical. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. ou 60Hz. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. o PAL-M. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. maior é a resolução. no sentido descendente. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente. Logo. E vice-versa. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos.750 linhas / segundos. o primeiro quadro. a quantidade de linhas é 525. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. . Então tudo se repete para que se complete o campo par. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. a corrente cai abruptamente. O movimento da esquerda para a direita. feita com máxima velocidade possível. quer no televisor. dominados osciladores horizontal e vertical.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo. e cada quadro é composto de 525 linhas. Um. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros. já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo. Inicialmente. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. são feitas com velocidade constante. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem. ou faz sua varredura. A seguir o movimento vertical é ascendente. quando as linhas varridas. As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores. Os da direita para esquerda. Na próxima etapa. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro. Este é um movimento relativamente lento. Quer na câmara de vídeo. ou 15.750Hz. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda.500 pixels. Prática. e assim indefinidamente. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem. em função da relação de aspecto. No padrão de TV adotado no Brasil.

Assim. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. Os intervalos do sinal de vídeo. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. e um intervalo maior ao final de cada campo. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. o nível de branco e o nível de preto. para o retraço horizontal. VÍDEO. Seja ela uma câmara de vídeo. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. ou qualquer outra. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . para o retraço vertical.A rigor. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores. uma estação da TV. Como disse antes. com seus elementos de imagem. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. superpostos aos intervalos de retraço vertical. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. O nível de preto. INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. também chamados de apagamento. um VCR. SINC. Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. e excursionado entre os dois limites. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. que representam um sinal de vídeo completo.

65 A. foi desenvolvida pela Philips. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0. no caso de saturação do núcleo do transformador. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz. Esta fonte que usa o CI TDA 8380.21 A. é variado. curto-circuito e circuito aberto.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V. que opera numa freqüência de 25kHz. também dotada pela Sharp. de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado. Tensão Principal: 103-115-145 V/0. Transistor ou SCR). FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: . sobrecargas.44 A Tensão para o Circuito de Controle REM. Operando numa freqüência elevada. o tempo de condução de um componente de controle ( CI. e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas.: 8 V/0. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída. Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada.

No momento em que as saídas estabilizam. RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. a qual é causado por sinais de RF. sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador.CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR . quando a fonte é ligada. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380.

Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). Endereço do fusível ___________. Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada. Endereço da chave _________.Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível. O fusível está bom? __________. veja exemplo acima). geralmente estão próximo um do outro. . • Teste o fusível no local. • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). para evitar choque elétrico e queima do multímetro. • Teste a chave liga desliga no local. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ . F101 Exercício: Pegue uma TV. Endereço do filtro: ________. S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. A chave está boa? ___________. Remova a tampa traseira.

se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes. • Endereço do regulador: __________. MOSFET Teste estes componentes no local. Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo. S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI. Pegue uma TV: . Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto.• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. CI ou MOSFET).

. Ponte retificadora. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____. Transdutor _____ _____ _____.TV _______________. DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Chave. CI _____ _____. Regulador de Tensão. • • • • • • • • • Fusível ________. ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. Termistor ______. Transistor _____ _____ _____ _____ _____. MODELO _______________. Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______.

Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa. Componentes a serem testados:  CI oscilador. Ponte retificadora – Escala X10. Regulador de Tensão – Escala X10. Fusível – Escala X1.  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes. Trilhas rompidas também provocam este sintoma.  Resistores osciladores. substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado.). OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida. Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Chave liga desliga – Escala X1.Caso o fusível estiver queimado. O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente.  Faça o teste em outro TV. internamente está uma grande  . só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição. Capacitores eletrolíticos. Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes. ou MOSFET) e quando o regulador é um CI.

O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora). CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. Bobina desmagnetizadora – escala X1 . resistores e capacitores. Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador. Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. (veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor. Ficando para ser testado resistores e capacitores. CI – Escala X10.parte do circuito oscilador. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. em curto. Capacitor de cerâmica ‘ em curto’. Termistor ‘ em curto’. Regulador de tensão ‘em curto’.

veja a figura abaixo. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal. através da etapa Sincronismo geral. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal. ou amplificador de sincronismo. conhecido como.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. • Saída Horizontal. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal.743 kHz. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. Exercício: 1. • Oscilador Horizontal. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal.  Resistor de alimentação do Transistor Drive. a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. • O Sincronismo Horizontal ou SFH. • O Oscilador Horizontal. . gera uma freqüência da ordem de 15. e o transistor saída horizontal. Localize o fly-back. • Sincronismo Horizontal.  Transistor Drive. • Os pulsos gerados pelo Oscilador.

portando os componentes do circuito Horizontal será. D406 – C409 – R401 etc. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. Ex. excesso ou não limitação do +B. SEM IMAGEM). siga as mesmas técnicas da fonte. significa que o grupo do Horizontal é 400. circuitos de protecção deficientes. . O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). próximo ao fly-back. Veja o endereço do transistor Horizontal. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON. componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa. separando as peças pelo grupo de endereçamento. LED frontal aceso. transformador de linhas (flyback) deficiente.2.

a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. Quando o brilho ou contraste aumentam. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY. Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio. Em funcionamento normal. . quando algum componente do horizontal está em curto. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo.Quando o transístor de saída está em curto.Proteção com Tiristor Utilizando SCR. o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção.

O resistor de alimentação está suspenso na placa. • CI oscilador Horizontal em curto.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. Siga a base do transistor Drive. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. o ponteiro irá deslocar até o zero. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. Veja esquema abaixo: • • . Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet. Resistor de alimentação aberto. resistores e diodos. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. e seu Emissor a terra. Ao testar o transistor saída horizontal no local. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. Transistor Drive em curto ou aberto. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. ou seja. OBS. o multímetro registra um curto. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção.

Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. ele é usado nos monitores mais novos. Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço. Transformador Drive. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet.+ + B B + B Transistor Drive.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal).  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. em curto ou aberto. O defeito encontra-se no oscilador horizontal. A tensão sai da fonte. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. passa por este MOSFET. • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. veja o esquema acima. Veja se há solda fria. . Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. Substituir CI. observando que a escala do multímetro deve está em X1.

O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7). deve ser substituído. CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. . Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). levando em conta o seu tamanho. Substituir Fly-back. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV. A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. • • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo. automáticos (PLL) para se auto ajustar. Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). Caso esteja aquecendo. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. Não coloque capacitor com valor diferente. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. Nos sistemas mais sofisticados.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. ATENÇÃO.

devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos. controlador de tensão. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). . No sistema digital possui um Cristal (VXO). portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. o quadro dente a se esticar nos cantos. 60Hz para o circuito vertical. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion). Para um grande ângulo de deflexão. indutores transformadores. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. a saber. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes.7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora.

 Seguindo os fios da sessão vertical. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. Vertical e Freq Vert. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. RV. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. visto que. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). CI de saída vertical.Obs. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. contudo. D _______________________________________ VR ______________________________________. • • • . estágio que será estudado mais adiante). TV _______________ MODELO ______________ CI __________. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. CI de identificação (circuito detector de sistema. C _________ _________________. Lin Vert. R ______________________________________. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots.

Bobina YOKE aberta. Note que a linha está no sentido horizontal. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. na forma de freqüência. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Solda fria.LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. capacitor eletrolítico. a linha abre no sentido vertical. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito . O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. após o que é difundida pela antena da emissora. Diodo em curto. é transferida ao circuito de rádio freqüência. captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia. Resistor de alimentação aberto. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma.

CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP).automático de ganho) . agindo como se fora um estabilizador de sinais. Verificar entrada da antena. Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo. que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V). . tem como função de corrigir as oscilações. medir resistor de alimentação ou CI regulador. Não havendo tensão. distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram. logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. saturações. tome por referência o VARICAP. Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO.

etc. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS.) Esta informação é gerada no micro e.• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria. geralmente.Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. resistores e diodos). Etc. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). contraste. os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. na mesma tela você pode ler o canal seleccionado. • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico. Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais. Na verdade. Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres. ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma . Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres. • Substituir processador. Ou seja. R-Y. Substituir seletor. B-Y e G.

. Canadá. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. etc. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente. Logo em seguida. sem as portadoras de 3. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva. . Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. etc .58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP). do CI processador. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. Com isso. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. Vd e d separadamente. todas as cores ficam alteradas na tela.579545 MHz. contraste. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade.58Mhz. que é mais instável. Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. Japão. O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens. anúncios. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor. É por isso que chamamos a Road. tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3.confusão com a saída de vídeo sinal. Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. onde atua a malha de ACC (automatic color control). saindo os sinais diferença de cor. México. com o sinal já devidamente amplificado. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro.

na outra só o vermelho.625 Hz e a do vertical é 50 Hz. Imagem sem cor.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. A imagem é formada por 625 linhas. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. os sinais de croma são de 3. . foi desenvolvido na França nos anos 60. O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°.575611 MHz (padrão M). No sistema PAL N. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60. Grécia e pela maioria dos países do leste europeu.750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz. a imagem é formada por 625 linhas. Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1). sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia. numa linha só o azul. Verificar solda fria. Dicas: • • • Verificar resistores. Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar. a freqüência do horizontal é de 15. É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). os sinais de croma são de 3. Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus. Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. Basicamente é um NTSC melhorado.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada. Substituir processador. já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio. usado pela maioria dos países da América do Sul. Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido. PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . com excepção de França(SECAM).575611 MHz.582056 MHz. Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. a freqüência do horizontal é de 15.625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. A freqüência do horizontal é 15. Os sinais são modulados por uma portadora de 3.

Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa. Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. R (vermelho). observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. nítidas. Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV. ______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. . G (verde) ou B (Azul). ou seja. Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal. Tela escura. Imagem desfocada. dois fios saem do flyback (foco e screen). Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. ela faz com que as imagens fiquem focadas.

ao fly-bak. 2. 3. c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak. b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V. tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F . 120V). meça as tensões na saída da fonte. A Philips costuma dotar um fusível.3R a 10R conforme o modelo de cada TV. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo.Técnicas de consertos. O resistor tem um valor entre 0. 115V. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal. TV NÃO FUNCIONA 1. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak.

2. Para localizar o resistor. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto. Philco etc. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. veja também se a trilha está rompida. cerca de 6V a 9V. Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. enquanto que outras marcas como a CCE. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador. esta continuidade indica que o resistor ou o fusível. d. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. estando embutido no CI chaveador.d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1. Há tensão B+ alta? a. no resistor de alimentação ou fusível. e. Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. o circuito oscilador não possui este CI. o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). nesta trilha você vai encontrar este resistor. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. Meça este resistor fora da placa. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). com CCE. Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. siga a trilha que liga o positivo do filtro. Para algumas TVs. A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. é usado na fonte como chaveador um CI. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. c. pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. trilha e a bobina do flyback está boa. f.). b. . este valor varia o valor conforme cada marca de TV. 115 etc. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. Teste-o fora da placa. significa que o oscilador da fonte não está funcionando.

Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. se as trilhas. 280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte. chave liga-desliga defeituosa. esta tensão pode varia de TV para TV. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte. ligue-a para fazer este teste. indicando a boa continuidade da outra fase AC. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1. .g. Testar resistor alimentação (de fio). Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. 2. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). valor entre 0. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). Testar fusível. Isto indica que esta fase da rede AC está boa. c. b. Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1. O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. as causas são: a. ou seja. OBS. Se por acaso uma das fases não houver continuidade. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal). Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora. fusível. valores que podem chegar entre 12V a 48V. A falta de tensão alta. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. fusível queimado. significa que a fonte está boa. significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta.

O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. Caso não haja tensão de 5V. Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. eles parecem transistores de média potencia. Teste os diodos que estão ligados neste circuito. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. estes CIs reguladores são de três terminais. Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. Meça as tensões nos pinos destes CI. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia. Caso o CI processador esteja alimentado. 5. 4. TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. No último caso substitua o SYSCOM. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. significa que há solda fria. 3. 1. c. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar. b. som etc. dois de seus pinos devem apresentar tensões.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . e. a. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. isto porque ele é aterrado. d. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal.siga o roteiro abaixo. 6. um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . Um dos pinos deste CI não se encontra tensão. na trilha que liga a base do transistor Drive. Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal. sendo que um deles é um FET. vídeo. Testes os transistores fora da placa. croma.).

fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. Teste o transformador Drive na escala X1. . Obs. Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. sendo necessário a sua substituição. o multímetro registrará uma resistência alta. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms. Transistor saída Horizontal 2. provoca a ausência de tensão em seu coletor. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência. Quando o transistor Drive entra em curto. ao testar o primário do transformador na escala de X1. E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. 3. O multímetro não detecta defeito no cristal. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. 4. satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro. significa que o CI oscilador está danificado. Caso a tensão do coletor surgir. este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive.

OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. deixando a TV inoperante. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal.2mF a 47mF. 1. entre 2. Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero). 3. TV NÃO FUNCIONA. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. 2. 1. Veja se o apito permanece. 2. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. Desligue a TV. desligue a TV. se tiver outro em mãos substitua. Teste o regulador de tensão. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. Coloque a ponta de prova preta no terra. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. o Fly-back ou diodo zener de 120V. significa que o fly-back está defeituoso. 1. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu. Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal. ele está ligado na saída da fonte. 4. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito. . 3. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. linha +B. 4. caso permaneça o apito. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto. 3. mude a escala do multímetro para 250 DCV. Quando o transistor saída horizontal aquece. Faça o teste do diodo zener na escala X10. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. 2. Teste o diodo zener de 120V.Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. 5.

. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical. 1. um deles pode estar danificado e provoca o apito. o qual se encontra no circuito vertical. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte. 2. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. 3. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. Confirmado o funcionamento da bobina. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical.  Bobina aberta – o multímetro não registra resistência. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical. Com a tensão presente no CI de saída vertical. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido. Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora.4.

Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. croma. trimpots. Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. O multímetro não registra este tipo de defeito no CI. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. para sabermos se o CI está danificado. você deve trabalhar no circuito oscilador. naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. som. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. FI de vídeo. o mesmo que está o oscilador horizontal. trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo. . resistores. que pode ser. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”. significa que o resistor de alimentação está aberto. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. diodos.4. vídeo. sendo necessário sua substituição. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. Certificado de que a saída vertical está boa. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. “a sua mão deverá estar no metal da chave. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. Localize o CI saída vertical.

. veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta. meça a tensão alternada no anodo do diodo. • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. • Verifique se há trilha rompida. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. Usando o esquema da TV. Se não houver solda fria. substituir o flyback. verifique se há solda fria no pino do flyback. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. não encontrando tensão alternada. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V. pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. Se o resistor estiver bom. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V.1. este resistor está suspenso da placa. Se não tiver o esquema. A tensão saindo do flyback. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. A tensão saindo da fonte. 4. 3. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. 2.

• Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela. qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. • Linha senoidal Bobina Defletora em curto. Substituir a bobina por outra da mesma especificação. caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema. No último caso substitua o CI de saída vertical. Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores. porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma. 10mF. .7mF etc. 4. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa).

Caso a imagem preencher a tela. provocará este sintoma. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. . Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. que estão ligados ao CI de saída vertical. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda. impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema. este ajuste retoca a imagem na parte superior. Se o sintoma permanecer. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos.2 mF a 47mF). observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. pois qualquer que um deles estiver alterado.• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. estes capacitores podem chegar no máximo 4. faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot. O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. Conforme a TV. Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa.

A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. Ligue a TV. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo. neste caso é aconselhável ter o esquema em mão. Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON).• • • • • Ligue a TV. Coloque a ponta de prova preta no terra. Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). pode ser que o mesmo esteja aberto. A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. . Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. veja a função de seus pinos. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. Coloque a ponta de prova preta no terra. deve agora medir a tensão de 33V. a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP. faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP).

12. no multímetro digital na escala maior que 50. • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. BU = Faixa de UHF. . Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima.  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH. 11. • No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V. Veja também se há trilha rompida. coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão. podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). 9. significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando. siga o roteiro abaixo. Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia.  Ligue a TV. O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. VT = tensão variável . BH = ou VH Faixa dos canais altos .  Coloque a ponta de prova preta no terra.  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico. ou mesmo o diodo ZENER em curto. ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão . BL = ou VL Faixa dos canais baixos .FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video . Verifique se há solda fria. 10. AFT = Sintonia automatica de frequência . Não havendo a tensão de VT. AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) .  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. Com o multímetro na escala 50DCV. você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V).

Entrada de sinais do CLOCK. 3= SCL . 5. significa que o circuito chaveador de banda está bom. 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON.Saída de sinal de FI. 4= VCC . VARICAP com sistema digital.Entrada de tensão +B. devendo ser substituído o VARICAP. No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto.  Caso a TV for dotada de CI.  Siga o mesmo roteiro dos canais altos. baixo ou UHF. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. . faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON. Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda.  A trilha do BH vai a um transistor ou CI. 4. 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto. TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. 5= IF . Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. canal baixo e UHF. retire este transistor e teste-o. 7.  Verifique se há solda fria. você deve substitui-lo. 3. 6= CAG – Controle Automático de Ganho. 6. É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI.  Teste a trilha. só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL.  Se não for encontrada a tensão no pino BH. siga a trilha que está ligada a este pino. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria.

deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI. existem as pistas de Carbono.CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". por isso mesmo trabalha só com informação digital. que apresenta uma certa condutibilidade elétrica. algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. além das pistas normais de cobre. Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms". Nesta placa. ( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). . O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. ( uma palavra digital. os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta". a qual é necessária para que o CI reconheça. Para quem não sabe. o CI é de tecnologia digital. e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock. ex: 01010 ). Afinal. (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada. o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". ( 5K ou mais ).

isto é sincronizado. vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo. 2) Por outro lado à placa de circuito impresso. .Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo. 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa.que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente.gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI . aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida. 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ).1) Nesse conjunto ( transistor. nas áreas de pressão das teclas.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade . 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto. 6. inibe o sistema. por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda. existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms.e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI. Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente . é bom dar uma olhada neste componente também. é bom vê-lo também. led IR ). 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ).

( medir com aparelho capacímetro digital ). ( placa de circuito integrado ). alguns jumpers. 8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. 12) Atenção ao suporte de pilhas que. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ). o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. ora dá. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas. e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. ( ligações entre pistas ). pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. devem ser checados com cuidados. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. para poder dar manutenção com o controle remoto aberto. . acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim. também seria bom dar uma boa olhada neles. Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. e vale também para oxidação ( ferrugem ). de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. 13) Existe no PCI.7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. ora não. é bom medi-los e trocá-los quando necessário.

O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente. “ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. porém com baixo som. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado. O LED é comum e de cor vermelha. Montar em uma placa de circuito impresso. Lembre-se de que o cliente. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto. A bateria usada é de 9 volts comum. A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. O LED receptor ( BP 109 ).Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. não é crítico. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção. .

. temos o diagrama elétrico ( esquema ). Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando. Para evitar também o abre e fecha do controle. mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional. aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção.O receptor não possui bom alcance.

mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado. . faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto. é melhor fazer a troca da manta. Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema. aconselho usar os dois métodos. o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. não acha!!! Com relação à manta de borracha .Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ).uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. que normalmente se encaixa somente por pinos guias. Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. Seria melhor então colá-los não só com a cola própria.os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal. Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). então vale a penas trocar estes contatos se necessário. porem. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons). Medições feitas com multímetro analógico ou digital. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante. volume e canal ruins ). somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). é muito mais técnico o trabalho e agradável. ( escala x1K ou 20K ). Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. mas também com um pouco de super-bonder. Se você dispuser de um ohmimetro. ( ainda bem ). e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . Quando os contatos da manta já não estão bons. antes de trocá-lo assim de imediato. a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. Retire-a. ( alguns K ohms. porque o usuário do controle. Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem. Com relação à placa de circuito impresso .vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada. recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo.

porem sua medição será igual à de um diodo comum. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono. Remonte cuidadosamente o conjunto. podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. ( que é ou será você ). quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ). ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ). o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados.Utilizando um papel absorvente . e assim não condenaremos o CI tão facilmente. pois.umedecido com água e álcool. Em casos mais raros. logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade. Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível. ( conduz de um lado e não do outro ). O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. Considerações finais sobre controle remoto. deslize suavemente sobre as áreas de contato. por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. esta na faixa de freqüência do infravermelho. .

TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features. Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .

Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel. .=33. O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec.) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #. você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #. mais rápido é o tempo de resposta. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33.3 ms.024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms. mais viva é a reprodução de imagem .1/30 sec. Quanto maior o #.

mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65.216 cores 1cd/m2 Painel A max. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #. este item indica quando o display está todo branco . maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação. branco (500) max. max.536 cores 32bbpp=16.777. branco preto (1000) (1) Painel B max.

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2).1. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho. localizado no painel frontal do aparelho. está acionado. .

a tensão no pino 4 irá aumentar. a freqüência irá aumentar muito. b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B). Para isolar o fotoacoplador. Para isto. • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. Caso não existir tensão no pino 5.8 volts.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300. Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range. devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2.1V no pino 2 do IC6300. então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback.1V no pino 4 do IC6300. verificar o fusível F6000. Isto é. que está ligado na placa A3U. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. Fazendo isso. a tensão no pino 4 irá diminuir. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. este pino deve ter aproximadamente 1. On State • Confirmar a tensão de 1. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy. se a linha de feedback estiver aberto. Se as tensões estiverem normais. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente. . Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas.1V. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. • Confirmar a tensão de 16. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300. Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. Esta tensão deve permanecer constante. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. Inclusive. Em operação normal.

3V para 0V.3V (reset) através do IC1001 . • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.pino92. a tensão no CN1007 .15MHz (Clock do sistema).pino2 cai de 3. • Confirmar a tensão de 3.Confirmar a tensão de 3. • Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16.3V através do FL1001. .

pino3.Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 .pino7. • Confirmar as tensões não reguladas de 15V.5 no CN6202.9V no CN6203 .5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17. Após o oscilador . 10. 33V. • Confirmar o nível DC de 2. medir através do JL1072.

2V – VC1.5V. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER. 17.Item 5. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16.5V. Esta etapa faz-se necessária. PANEL 5V.da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202.1. Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3.2V – VC1. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. Esta tensão de 16. o não reguladas 10. 43 e 44. • Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel). Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 . 1. A9V. 1.5V.5V. o não reguladas 10. 15V e 17. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. 15V . • Confirmar os sinais de Power 2. Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V. • Ao ligar o aparelho. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER. indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06. indica que existe algum problema no microprocessador. 2.5V. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2. • Confirmar as tensões de saída: D5V. o microprocessador libera os sinais de Power2. Esta etapa faz-se necessária.2.9V no conector CN6203 – pino 3.2V) no conector CN9401 – pinos 41. • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17.5V e 33V. Esta tensão de 16. existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: . Fonte de Alimentação).

1. • Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2.PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3.1V (Proteção de DCALERT1 acionada).2V – DCALERT2. DC ALERT 1. • Confirmar a tensão regulada de 17. DC ALERT 2 .2. .5V através do CN6200/pinos1 a 5. a) Televisor não possui tensão de 3.2.A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3.1V – DCALERT1.

5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U). DC ALERT 3 . • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U).3.IC8653.2V (Proteção de DCALERT2 acionada). • Confirmar a tensão regulada de 10.a) Televisor não possui tensão de 3. 2.AU_15V . b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V .

• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3. . que não deve estar oscilando. a) Televisor não possui tensão de 3.2V (Proteção de DCALERT3 acionada). • Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15. • Caso não encontrar a tensão de 15.7V. verificar a fonte de alimentação.2V – DCALERT3.7V (AU15V).

4. Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.2.1V BackLight. .

Tensão Anormal na Fonte de Alimentação . 2. 2. • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. • Confirmar a tensão regulada de 17.1V. . • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V).5. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito.5V no pino 1 do conector CN1003. Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V).6.3V (Placa A3U) – PAINEL DET.1V. localizado na placa B. b) Televisor possui tensão de 3. o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção.8V (Placa A3U). Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2. Se não existir o sinal de Panel_Det.a) Televisor não possui tensão de 3.

8V.a) Televisor não possui tensão de 2. que monitora a temperatura interna do aparelho.7. o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes. Quando esta proteção é acionada. Este sensor composto pelo IC1007. Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B. • Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2. . que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007).

placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD. temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. 3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. pois fazem parte do conjunto do painel LCD. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. KLV-S26A10T e KLV-S32A10T). microprocessador. .Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente. Neste material. devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. 2. KLV-S23A10T. apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. Por isso. O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T.5V). 2) Alimentação na placa inversora (17. Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo. etc.). Backlight e Dimmer). 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica.

1V no conector CN8603. 3. indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. localizado na placa da fonte G2.2.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. conforme item 3. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando. 3. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito.38A. Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0.2A e o aparelho desligar em seguida. permanecendo em 0. localizado na placa A3U. Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando. Imagem em modo padrão. Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela. não indica a operação correta das lâmpadas. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente). a lâmpada está com defeito. Se a amplitude estiver muito baixa.3.2A. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga.3. indica que a placa inversora não está funcionando. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga. Devemos então. mas logo após o aparelho ligar. a corrente pula para 1. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). Se o consumo de corrente não chegar aos 1. Porém.38A (Backlight acesso. 2) Sinal de Backlight de 3. Para isto. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. o mesmo desliga e entra em modo de proteção. Ajuste de Backlight normal). devemos verificar: . Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando. 3. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito.1.

Para isto. localizado no coletor do transistor Q8616. verifique a linha de “Panel Detect”. devemos verificar: 1) Alimentações de 17. 3. o aparelho desliga.1V no conector CN8603 – pino 5. 4. . Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Em seguida. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho. mas não existe sinal de vídeo. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente. localizado na placa A3U. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”). verifique se os conectores estão soltos. a lâmpada está com defeito. 2) Sinal de Backlight de 3. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada. Se faltar alimentação de 17. verifique se o transistor Q8601 está cortado. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”).1V). Se a amplitude estiver muito baixa. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. conforme item 3. o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa. verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . Neste caso.1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. localizado na placa da fonte G2. Se ambas as alimentações estiverem corretas. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído. o defeito provavelmente está no painel LCD. Se estiverem OK.5V.4. Se a linha de comunicação estiver OK.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. Se não existir tensão de Backlight. localizado na placa A3U. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído.

Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms.5. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: . conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms.

1V no conector CN8603 – pino 5.3V no conector CN8603 – pino 4. a placa inversora deve estar com problema. Se não existir tensão de Backlight. Se for encontrado este sintoma. 6. Panel Detect – Em operação normal possui 2. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver. localizado na placa da fonte G2. localizado na placa A3U. será detectado determinada amplitude. iii. b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD. verifique se o transistor Q8601 está cortado. Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem. localizado na placa A3U.1V). Se realmente a amplitude estiver muito baixa.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. devemos verificar: . a) Verificar as alimentações de 17. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Este sinal controla o nível de luminância do backlight. Backlight – Em operação normal possui 3. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. ii.

3. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: . O aparelho funcionará normalmente.2.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. RB-. RB+. RC+. 5. 9.1. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. Sem vídeo. 6. Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B). 7. de preferência em Raster “Branco”. Favor verificar: . mas não aparecerá imagem. 11. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. localizado na placa A3U. 17 e 19 (RA-. RD. confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1. RA+.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. mas estiver sem imagem.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7.e RD+). 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais.Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. 6. porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V. RC-. mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho. o mesmo apresentar áudio. localizado na placa A3U.

.As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica.

No caso da tela das TVs. O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar. Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT. Isto é. um padrão definido pela National Television . a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela). o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. LCD.Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. na verdade. plasma. etc – no entanto.

criando uma imagem nítida. A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. é mais comum medirmos a resolução em pixels. A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). para sermos exatos. conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p). mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. a tela terá 480 linhas na vertical. a tela terá o número de linhas na horizontal. Portanto. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. Da mesma forma.080 linhas. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. ou varridas na tela. plasma e televisões de microdisplay. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV. Como os pixels são organizados em um padrão de grade. e vice versa. A razão é simples: as telas ED são mais baratas. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. você tem uma definição padrão e uma alta definição. completa e sem cintilação (flicker). . Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela. A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. com apenas 480 linhas de resolução. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). Portanto. se existem 640 pixels dispostos verticalmente. a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. mas com tecnologias digitais tais como LCD. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA.Systems Committee. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1.

oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. TVs de LCD: Entre as TVs digitais. por exemplo) é muito difícil.080i. como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. etc. 1. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768.A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. LCD ou TVs de projeção microdisplay.080p. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. Em geral. as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções. Em termos práticos. Em geral. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. Por esta razão. o número de pixels na horizontal também importa. certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. No entanto. No entanto. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico. Elas também tendem a ser menores e com mais . e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas. 480p. Na verdade.

DLP ou LcoS. Assim como acontece com as TVs de LCD. e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) . Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades. nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. tais como LCD. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. uma tecnologia criada pela Texas Instruments. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing).opções de resoluções. Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela.

não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento.1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. Uma análise final. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony. Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2.07 milhões de pixels. O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa. . No meio tempo.

elétricas e eletrônicas destes circuitos. Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC. Esses módulos são conectados através de placas. os quais irão determinar as características mecânicas. proporcionando portabilidade. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões. a memória. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. . a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível. expansibilidade e conectividade aos computadores. cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa. que é a placa principal do computador. os conectores de expansão e os circuitos de apoio. onde grande parte dos módulos são conectados.

Como exemplo temos os slots MCA e PCI. (Circuito Integrado) de memória cache on board. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. MCA. Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. EISA. O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. PCI. ISA. que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão. Nas placas-mãe mais modernas. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C.em um slot ISA. assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma.I. .Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe. Existem slots para os padrões: Pc-XT. VLB. Como exemplo. há slots específicos para cada padrão.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. há o slot ISA.

pertence à classe das memórias ROM. placas controladoras. em seus circuitos.I. Este circuito é encontrado em placas-mãe. a freqüência é muito precisa. Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador.I. mesmo sem alimentação. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. Por serem constituídos de cristal de quartzo. HD e etc. É um programa contido em um circuito integrado. sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. isto é.Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais. porque esse programa fica gravado no C. podem ser encontrados. cristais de clock que são componentes eletrônicos. Este C. placas de vídeo. . BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador. que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência. Circuíto de Clock.

é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. Ao ligar o computador. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente. através do usuário. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware. de memória RAM. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado.O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável. da BIOS e da . mas com o advento dos PCs modernos. Caso o autoteste não identifique nenhum erro. são armazenadas em um circuito independente do C. O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada.I. As alterações realizadas no SETUP. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes. A tecnologia mais utilizada é a EPROM. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP. Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. também existem outros dois códigos de programa. impossibilitando o seu funcionamento. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. que são atribuídas aos itens do SETUP. principalmente nas placas-mãe. do BIOS. principalmente da placa-mãe. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. localizado próximo ao C. normal. fast e auto).I. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”). são armazenadas em um C. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware). as variáveis do SETUP (condições de ligado. se for pressionada a tecla “DEL”.I. desligado. então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional. isto é.

Atualmente. ao se desligar o computador. . constituídas de metais leves como o alumínio. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás. devido ao seu tamanho reduzido. que é volátil. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. seria necessário configurar o SETUP. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação. Ao ligá-lo novamente. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. toda a configuração seria perdida. sendo conseqüentemente. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. sem haver contato entre elas. Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria.memória RAM principal do computador. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM.I. Existem mídias de diversos tamanhos. maior será a sua capacidade de armazenamento. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados. Por ser armazenada em C. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado. Para evitar esse processo. estando uma sobreposta a outra. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. o mais adotado é o de 3 ½”. quando o computador for desligado. de memória RAM.

o processo se inverte. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido. os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. MONTAGEM DO PC . razão porque. Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia. A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira.THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. mas existem diferenças. Durante a leitura. tais como: no disco rígido. com capacidade de 2 a 4 gigas. estas cabeças seriam a agulha do toca disco. Comparando novamente com os discos em vinil. o que ocorre durante a gravação. o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação.

em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir. sem a configuração definida. na hora de construir um PC. tempo livre. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel.Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte. Nas lojas. É uma grande diversão. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento. por exemplo. Não é para qualquer um. resista! A pedida é procurar.4 GHz. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5.1 e rede Gigabit . Pentium 4 de 3 GHz. boas escolhas seriam. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. não se gasta demais no chip. Exige domínio de hardware. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. Não cola. Pior: comprar coisas incompatíveis. HD. Hoje. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. Nessa faixa. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho. para impressionar o público leigo. por exemplo. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2. A primeira tentação. é algo que não tem preço. disposição para procurar os componentes certos. com 128 MB de memória. exatamente do jeito que você quer. Às vezes. memória. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. é detonar no processador. por exemplo.

abra o gabinete. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete.0. Quando se fala em placa de vídeo. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira. que pode danificar um dos componentes do computador. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada. por exemplo. No capítulo HD. Em memória. os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. Kingston. com preços razoáveis. Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset. removendo seus parafusos traseiros. encaixe o conector de reset. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). já está na hora depensar em dois discos rígidos. Os contatos ficam mais acessíveis. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos.Ethernet) que podem dispensar outras compras. A seguir. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. MSI e Abit. de preferência ambos com 7 200 rpm. suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI.. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe. Depois. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. Infineon. Depois. Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. Para isso. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus. Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. Há muita marca boa por aí. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. . Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2. NEC. Corsair.

conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. faça a correspondência do pino positivo. montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. Encaixe ambos. -D. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . com o fio vermelho do alto-falante.LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Tanto para o led de força quanto para o de HD. Para osicionar o PC Speaker. Ground. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. USB Conectar as placa-mãe é. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. na posição correta. Basta conectar novamente. para que eles funcionem. demarcado no manual da placa-mãe. É preciso plugar oito pinos individualmente. faça a correspondência do pino positivo. de marcado no manual da placa-mãe. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito. com o fio vermelho do alto-falante. Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual. Para posicionar o PC Speaker. provavelmente. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. o alto-falante miniatura do gabinete. o alto-falante miniatura do gabinete. +D e +5V).

Ele está ao lado das guias para o cooler. na placa-mãe. Localize. Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos. Esse canto serve como referência para a instalação do chip. A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas. plugue sua fonte de força. Como . Depois. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). localize. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. Coloque. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. com menos contatos. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda. no mesmo pacote. Para isso. SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. no soquete. isto é. pressione levemente a alavanca a seu lado. então. o canto equivalente. VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). encaixando-a em sua trava. comprados in a box. observando sua saliência que indica a forma de conexão. o conector do ventilador.com defeito. destrave o soquete do chip. vamos instalar o processador e seu cooler. o encaixe de três pinos para esse fim. Para isso.

Primeiro. Finalmente. Depois. Repita a operação. com um pouco de força. Note que só existe um jeito de encaixar a memória. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. e colocar no slot. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente. não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. segurando-o pelas pontas. ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória. pressionando o cooler contra o processador. puxando-as para fora. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo. devemos abrir as travas. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico.

remova a existente no gabinete. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe. é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. e outro menor. com quatro. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. portas paralela e serial. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. são quadrados plásticos. Depois. Para instalá-los. tente mover a placa-mãe. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. entre outras. como placa de som. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. com 20 pinos. São dois conectores: um maior. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. jogando-a fora. . Antes de começar a encaixar esses suportes. Cuidado para não forçar muito os conectores. Se não estiverem. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. Para instalar essa plaquinha. mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la). LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela. perto do soquete do processador.atenção especial com os parafusos. apertando-os o suficiente para prender a placa. No caso do nosso Solid. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar.

o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. é azul.A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. Depois disso. por exemplo. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave). O conector de HD. pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. só há uma maneira de encaixálo. Plugue-a na placa-mãe. é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido. Note que. Fazer isso é bem fácil. será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). No desenho. e o de CD. O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. como não há a protuberância. mas. o que facilita a instalação. devido a uma protuberância plástica no meio do conector. é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. . DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). preto. Depois.

a seguir.HDS NA GAVETA Posicione. O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave. conecte os cabos de força do gabinete nos HDs. CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim. Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete. cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete). Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. que deve ser casado com o equivalente no conector. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido. Eles são . Identificá-los é fácil.

empurrando-o para trás. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta. Será preciso reservar um conector para cada drive. devido ao formato do conector do cabo de força. é hora de conectar os cabos de dados e força. o cabo de dados do CD tem uma . Para fazer essa operação. soltando-a. de forma que ele fique bem preso ao drive. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. Os HDs estão prontos para o funcionamento. É só isso.brancos. Ele só pode ser colocado na posição correta. Por isso. Coloque. Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. então. O encaixe dos conectores de força é intuitivo. com quatro orifícios em cada um. e partem da fonte do gabinete. GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. Assim. Como nos HDs. o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. empurre a tampa por dentro do gabinete. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips.

para enviar faxes ou servir de reserva. É o único componente que vai num slot AGP. libera-se um espaço externo do gabinete. pressione a trava para baixo. ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. Depois. Com isso. Um modem de 56K é sempre útil. pegue um parafuso e use-o. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente. Para isso. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. Quando uma das pontas da tampa se soltar. . fazendo com que o slot fique completamente livre. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. Em seguida. Depois de alguns movimentos. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. Veja como fazer essa operação. mova-a para cima e para baixo várias vezes. fácil. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. mesmo para quem tem banda larga. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. é hora de instalar a placa de vídeo. libere a trava do slot AGP. O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. com a chave Philips. ela se desprende totalmente. Ali ficarão os conectores da placa. caso o serviço de internet saia do ar. que receberá a placa de vídeo.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada.

Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem. MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. teclado. CAIXAS DE SOM Finalmente. com a chave Philips. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete. . Depois empurre. a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe. parafusando seu conector com os dedos.

No Setup. etc. Já nos computadores de marca é muito variável. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup. utiliza-se a tecla Esc. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador. sair do menu principal significa sair do setup. para realizar algum “ajuste fino”. isto é. Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. F10. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup. mas cuidado. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. alguns aceitam o F2. Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). que também é utilizada para sair do menu principal. utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. neste caso evitando .CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. Para sair de um menu e retornar ao principal. os que “não têm marca”. isto é. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem. CTRL+F2. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. Para gravar a configuração realizada. Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. Nos computadores PC ditos genéricos. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. para acessar os menus. basta pressionar Enter. senão elas serão perdidas. atribuição de IRQ e de slots PCI. principalmente nos acessos à memória DRAM. Para selecionar um menu. deve-se gravar estas alterações antes de sair. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot.

que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador. são utilizados os drives de 1. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos. dependendo do Setup.44 MB e 3 ½”. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B. O mais usual é a opção “All error”. Atualmente. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. Time – Permite a configuração da hora atual. Desta forma. esta opção deverá estar desligada. Nesta opção será inserido o número de cilindros. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post. isto é. Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive. Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. o que está na extremidade do cabo flat. a qual permitirá a configuração automática dos discos. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. que. isto é. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. de cabeças e de setores dos discos rígidos. o que está no conector central cabo flat. o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE.que alguém utilize o computador). sendo que esta proteção é limitada somente à . Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador.

caso não haja sistema operacional. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas. senão. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. antes que a falha realmente aconteça. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot. segundo. devido ao uso deste recurso.M. desabilite esta opção. Estando ativa. devido ao uso deste recurso. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. Quick Power On Self Test – Estando ativa. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. é possível deixá-la desabilitada. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. isto é. permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional. se não. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot. Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. ele procurará no disco rígido. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional.A. Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. Por exemplo: “A. 1 st Boot Device.R. esta opção deverá ser desativada. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. só que com mais recursos. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. deve-se deixar desativado. é possível deixá-la desabilitada. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. 2 nd Boot Device. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. a performance do computador será elevada. “low”. Caso o computador não utilize periférico PS/2. devido à .T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa.monitoração da área de Boot do disco rígido. a performance do computador será elevada. nesta opção. evitando que haja qualquer gravação neste local. Estando ativa. C”. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro. Em situação normal. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. 3 rd Boot Device. opte por “high”. Se o computador estiver com periféricos recentes. S.

Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. que deve portanto ser ativado. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso.utilização de periféricos muito antigos. antes de iniciar a repetição do caractere. Deve-se ativar. o que é pouco usual. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. que é o caso do Bios. o sistema ganhará mais um IRQ livre. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. se eles estiverem na DRAM. Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo. desative esta opção. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”). o acesso será mais rápido do que na ROM. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. quando a mesma tecla for mantida pressionada. significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus). XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. Mantendo desativado. Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. que é o caso do Bios. caso seja utilizado algum periférico USB. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. Chipset Features Setup . se eles estiverem na DRAM. o acesso será mais rápido do que na ROM. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas.

Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2. mais rápido serão os acessos à memória. Estando ativada. em contra partida perde-se em desempenho. Quanto menor. sendo este último o mais rápido. Podendo optar por “fast” ou “fastest”. aumentará a performance do computador. do barramento PCI para o barramento ISA. podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. aumentará a performance do computador. aumentará a performance do computador. pois será a mais rápida. Opte pela mais rápida. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. mais rápido serão os acessos à memória.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. opte por 1/4. Power Management Setup . Estando ativada. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. que será realizada pelo próprio Bios. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. poderá causar travamentos. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas. 8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. deve-se escolher a que tiver os menores valores. do barramento PCI para o barramento ISA. A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. o que elevará a performance do computador. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Estando ativada. Quanto menor.

exceto a CPU. deve-se optar por “Yes”. Integrated Peripherals . Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. bastando optar por “Auto”. onde o usuário irá definir. ou então “Manual”. isto é. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. Portanto. através de seus IRQs. Portanto. serão desenergizados. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. o que proporciona maior economia de energia. em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. deve-se alterar o menor número de opções possível. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário. a CPU entrará em modo de economia. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. todos os dispositivos do computador.Nesta parte da configuração. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. para não provocar conflitos com os dispositivos. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. o que não é aconselhável. PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. o monitor e o disco rígido serão desenergizados. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. caso o computador fique sem atividade.

Se for utilizar apenas a controladora on board. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. Opte por “Auto”. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. pois o CD é preciso carregar para aparecer. Deve-se deixar ativa. Deixando inativa. deve-se optar por “disabled”. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. mantenha esta opção desativada. Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board. lembrando que é fácil instalar. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. como um modem externo. O padrão é optar por “COM 2”. que geralmente é a porta do mouse. logo em seguida aperte a . desde que o modo de operação seja o ECP. espere um pouco. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. Deve-se deixar ativa. Se estiver utilizando um modem interno. em seguida coloque o CD em seu computador. O padrão é optar por “COM 1”. IDE Primary Slave PIO. Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. Deixando inativa. esta opção deverá ficar ativa. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. Podendo ser o “SPP”. A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. que geralmente é “378”. sendo este último o mais rápido.IDE Primary Master PIO. Siga corretamente todos os passos. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. “EPP” e o “ECP”.

O seu antecessor. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. Clique no link que aparece na pagina. exclua a repartição e em seguida formate. e aperte a tecla ESC. Bloco Chaveador (regulador): . programas). ____________________. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. pois os temas podem ser colocados no Xp. você terá que esperar aparecer que esta concluída. Bloco AC: 1. Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7. Acesse http://www. Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem. 2. Para completar a formatação. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX.cantim. _________________________________________________. 2. ____________________. _________________________________________________. A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft. Windows Vista. Veja no filme. Bloco DC: 1. 3. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7.html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador.tecla F8 para continuar. ____________________. O computador sozinho não realizaria nada. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível. e quando chegar terá duas opções de formatar. baixe o programa e mude o tema.

Oscilador: _________________. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________. _________________________________________________. 3. Sugador de solda. _________________________________________________. tomada. 2. Bloco 1. 4. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. _________________________________________________. _________________. 3. Alicate de bico e corte. Ferro de solda. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. Circuito serial. Jogo de chaves. interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. _________________. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. 2. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte. _________________________________________________. analógico ou digital.1.

Faça o teste na escala X1 do multímetro. veja no filme o procedimento correto e escreva. _________________ __________________________________________________________ . _________ __________________________________________________________. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. a mesma está em condições de uso. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. • _______________________. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso.1. 2. 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. ______________ __________________________________________________________ . Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________. Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. __ __________________________________________________________ . . Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. • _________________________________. Com a fonte ligada no circuito serial. 3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________.

. os seus furos possuem formatos diferentes. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. Se os componentes de polarização estiverem bons. cerâmicas e diodos bloqueadores. Para testar o transformador de pulsos e os diodos. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Estando tudo OK. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. Trabalhando no circuito oscilador. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. veja na aula do DVD ROM e escreva. Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. testa os componentes que estão ligados ao CI. capacitores eletrolíticos. o defeito está no circuito oscilador.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. Veja no filme estas dicas e escreva. que deve ser ligado na placa da CPU. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral.

___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. . ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5. esperando receber uma programação. ____________________________________________________ 3. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1. Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. Abordaremos esses aspectos a seguir. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. Excel. 2. Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. Com a intensidade _________________________ . Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas. e outros. Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos. veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador.

mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware.• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. A memória RAM possui uma capacidade muito pequena. minutos. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. segundos. dias. Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido . Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. meses e anos. em geral apenas 64 bytes. mesmo quando o computador está desligado. Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente.

Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU. depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. . devemos realizar um boot. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. o programa CMOS Setup entra em execução. ser combinados de várias formas. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente).•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. Para realizar esta programação. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup. para executar o CMOS Setup. Em geral. ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. é usado um programa conhecido como CMOS Setup. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior. e durante a contagem de memória. Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU.

ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU. conhecidos como "Slots ISA". Cada um desses barramentos possui sinais de dados. Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486. PCI). controladores de interrupção. na versão de 8 bits. Para resolver este problema. endereços e controle. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. Este é um ponto muito importante.Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. Do ponto de vista do usuário. que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. Possui características herdadas do IBM PC AT. caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. Em 1995. Em geral. e também é usado internamente nessas placas. O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: . para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. e mesmo nas de 386. as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. timers e diversos outros circuitos.Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . fabricadas em 1993 e 1994. A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB. e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT.Podemos citar. e sim. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI .Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB . A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. começou a cair em desuso. dando lugar ao barramento PCI. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. como a interface de teclado. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI. Entretanto. usado nas placas de CPU Pentium. por exemplo: •Barramento local . já no início dos anos 90. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores. essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. Vejamos em que constitui cada um deles. chegando à versão de 16 bits. a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus). o que não era permitido pelo barramento ISA. Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho.

dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. temos 100 MB/s. com exceção do modelo de 75 MHz. este chip também faz parte do chipset i430TX. suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). usado em placas de CPU Pentium II. porém muito mais versátil. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32). 6) Chipset Muito importantes são esses chips. controle dos barramentos ISA e PCI. já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. com exceção das primeiras a serem lançadas. o barramento PCI pode operar com 25. Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. Além de integrar o chipset i440LX. equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. etc. usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s. um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100. e no "lanterninha". responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). que é o Pentium-75. e aproveitado para o Pentium II). As primeiras dessas placas. tão veloz quanto o VLB. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). 33 MHz ou mais. . a Intel criou também um novo barramento. isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. Observe que todas as versões do Pentium. Por exemplo.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. no qual o clock PCI é de 25 MHz. Isto significa que. usado em placas de CPU Pentium. controladores de DMA e de interrupções. Com o barramento PCI operando a 30 MHz. 30. temos 120 MB/s. Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. circuitos que formam as interfaces IDE. existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI.

O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente. Qualquer resistor de baixo valor. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. • Teste os reguladores tensão que há na placa. placa de som e no HD. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. . Roteiro de teste: 1. 2. Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe. chipset. Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. os CIs que estão na placa de vídeo. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. veja no filme. Os CIs que mais aquecem são: o processador. teste os resistores e bobinas na placa mãe. Entre várias de suas funções. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. a técnica de conserto é fazer um pente fino. modem. Veja no filme. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão. use o multímetro na menor escala de resistência. Com as pontas dos dedos. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. encoste levemente nos circuitos integrados. Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos. Verifique se os Cis estão aquecendo. OBS. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa.

O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board). memórias. c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. mas sim a imagem como um todo. HD. Ao analisar um padrão de vídeo.3. A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. som. mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. . 4. Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura. ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. dependendo do tamanho da memória de vídeo. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe. desde o numero de pixels até o número de cores. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico). com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. unidade de CD e cabos). Retire todas as placas (vídeo. 5. modem. A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe. unidade de disquete. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe.

26 e 0. Para os monitores comuns os valores são 0.28 de polegada. MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 .Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível.

assim como aumentar o número de cores. Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária.Observe como evoluiu o número de cores e a resolução. Isso quer dizer que. temos de diminuir a outra. para aumentar uma. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere.360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. .

o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical. Por exemplo. Assim. no caso dos monitores de vídeo. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador. portanto. existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC. Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente.Cada padrão. em 1987. Conforme veremos nos itens seguintes. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. é conseguida com a menor resolução em cada caso. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. é a necessidade de se chegar a uma padronização.. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes. para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal.A maior quantidade de cores. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . mas de características diferentes no mercado. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade. portanto. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. denominado super VGA ou SVGA.

maior deve ser a memória de vídeo necessária. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo. A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores. Assim. entretanto. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso. Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória.Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x . que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA.Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia. uma resolução pequena não é admissível. Quanto maior for o número de cores.ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. teve um limite para a capacidade de resolução. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores.

Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões. o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo. Quanto maior o número de cores. que para os diversos padrões de vídeo. exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. Ocorre. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo. Neste caso. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem.33.1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. entretanto. mas sim na própria .3 Mbytes. TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade. LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores.

Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. Os controles digitais são os que usam teclas. O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam. um controle de tamanho de tela. podendo ser causa de problemas de funcionamento. Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo. Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. faz com que a tela aumente. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). que devem ser ajustados para uma operação correta. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. e no outro faz com que diminua. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . ao ser tocado num lado. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico. Acompanhando as explicações no vídeo.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. Por exemplo. que devem ser ajustados para uma operação correta.

Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. faça isso usando um solda fina. Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). Para lubrificar os contatos do Slot. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha. setores e trilhas. aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. Veja se na placa há bobinas. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima. Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. cabeças. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido. Disco rígido Trilhas Cabeça Setores . use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). O primeiro passo a tomar é: 1. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot. A resistência ôhmica deve ser Zero. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. As bobinas têm a aparência de resistor SMD. Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa.__________________________________________________________ _________________________________________________________. e alimentado por um dos conectores da fonte. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. HD (Hard Disk). É um disco de alta capacidade. com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. monitor não arma ao ligar o micro. caso contrário a mesma está aberta.

• Modem externo que é conectado à porta serial do micro. O Modem foi criado em 1960 pela AT&T. MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE. • HISTORICO. • ASDL. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo.TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. MODEMS CONVENCIONAIS. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe. . • Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. • CABLE MODEM. • MODEM ISDN.

criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados. 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo. 2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). Ela é do tipo 2B+B. V. V.34 – Transmissão entre 19. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB. V.600 a 14. Ser imune interferências. Vídeo conferencia em tempo real.200 33. pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos. Nos fios da linha telefônica atual. A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria.400 bps.22 – Utiliza transmissão de 1. Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps.200 a 2400 bps. Acesso acima 128 Kb com a Internet.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado .32 – Utiliza em transmissão de 9.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação. V. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas. Alta velocidade na conexão.600.

A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. . APLICAÇÕES: Vídeo conferencia. qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. 4 – TECNOLOGIA ASDL. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha. SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade. FUNCIONAMENTO DO ASDL. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. Vantagens do uso da tecnologia ASDL .pelo usuário.

REF. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). Tudo o que é ligado a som. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. PICK-UP AMP LPF . escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. B+D terá um nível maior.( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. possibilita a execução de som no computador. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. a saída será nula. Acompanhando as explicações no vídeo. ) Quando o disco está muito perto da cabeça. (A+C . Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. se as entradas forem diferentes. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. passa por esta placa. Caixas de som e a Placa de som). corrigir o foco sobre a pista do disco. DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. Se as entradas forem iguais. Porém. Ao contrário. que colocará em funcionamento o drive. indicando sinal fora de foco. a saída terá nível alto. FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. através dos quatro fotodiodos. que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco.PLACA DE SOM – A Placa de som. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). O pick-up.

Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. Veja esquema abaixo. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. enviando esta informação ao servo. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal.Este servo é dependente do servo tracking. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente.Servo Tracking: O servo tracking. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. conforme vemos no esquema abaixo. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. de trilhagem. temos dois outros detectores. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. compensando alguma diferença de polarização. No pick-up. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. EFM LPF . PLL REF.

veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: . RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos. se nada resolver substituir a unidade óptica. Como __________________________________________________________. Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte . verificar conectores. fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça.veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). Como __________________________________________________________. Como __________________________________________________________. Veja no filme mais detalhes.SPINDLE DEMOD. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica.

Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona . travam. Como __________________________________________________________. Como __________________________________________________________. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos. IMPRESSORAS Controladores de impressora. . Como __________________________________________________________. Cabos flats . Programas como. Removendo a senha do SETUP .Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som. Como resolver: __________________________________________________________. Windows. Dica: ___________________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Word etc.Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . Dicas: __________________________________________________________________. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dicas: __________________________________________________________________.

ou com descarregar na linha. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la. não nas aplicações individuais. as fontes e os commandos. embora pareçam ser parte da aplicação. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. não pon Microsoft. Em todas as versões de Windows. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. regulando.Como com muitos periféricos. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. de filas de cópia melhoradas. poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. como o PDL que se usa. Como os PCes. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. Regularmente. as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória. forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor. O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. e incluem no pacote Windows pelo conforto. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). as impressoras têm microplaquetas de memória e. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. Ao imprimir um original em uma aplicação. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem .

Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado.ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação . reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. Os multitasks dos sistemas operandose. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. podem manter ao búfer muito menor. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema. Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. geralmente podem imprimir no fundo. requererão mais memória. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. retornando a sua operação normal. embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. como Windows 9x. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto.

............. restam apenas os terminais de tensão alta e baixa....... use o multímetro analógico ou digital).... Escreva seu endereço .......... Relacione os transistores da fonte:....................................... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um.............. Teste o foto acoplador no local ................ Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal................ ou vem como SMD (micro transistor)... verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms............ Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial............. Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra.............................. Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte...... Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos................ Relacione os diodos bloqueadores .... Relacione os CIs da fonte.................................................... na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs.............. Escreva o endereço do fotoacoplador ............. → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa.......................................... Escreva endereço do trimpot........... com diferença em alguns componentes....... Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes................................................ Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector.................... ................A fonte de alimentação da impressora jato de tinta......... tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial................ Relacione os diodos retificadores ......................

DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão.• • Tensão Alta. no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms. significa que este é o pino +B (tensão baixa). no capacitor deverá marcar no máximo 10V. . Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector. 32 Volts e etc. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. Use este mesmo procedimento para todos os CIs. 18 Volts. 6 Volts. 24 Volts. Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts. 5 Volts.   Multímetro analógico ou digital.00 que é o preço de uma cabeça nova. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal. Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. endereço do CI. referência do CI e sua função.   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa. 20 Volts. Tensão Baixa. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa . 4 Volts. Escreva no seu caderno o número do pino CI. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa. A outra ponta de prova . coloque nos terminais do processador um a um. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico.

Para quem não conhece. uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. Retirando o eixo fora (com Cuidado). que é o que segura o eixo. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. que cai no papel. quando re-introduzido na impressora. você pode retirar o carro de impressão inteiro. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. Com a cabeça de impressão na mão. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça. que tem de ser deslizada para fora. É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. Quase todas elas são iguais para desmontar. é uma mangueira feita de silicone.. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. Retirando a tampa. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. para poder retirar a trava rotativa branca. qualquer coisa elas entopem. Depois. mas não de baixo para cima. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . E não desentopem sozinhas. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. Por melhores que elas sejam. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. Ou você troca a cabeça. com isso. Por mais que você force. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta. desmonte a impressora.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. a tinta não sai. lembre de anotar a sua posição EXATA. extremamente flexível.. você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. quando você consegue compra-lo. \Pronto. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça. você vai ter de retirar duas travas. o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna. Se não existisse esse vácuo. A tinta se solidifica e tapa o buraco.

vamos para a parte complicada. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. Afinal. e cobrar o justo valor ao seu cliente.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. mas como somos “em desenvolvimento” . Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. custa R$150. Se você observar em baixo. você pode carimbar a impressora com o selo OK. O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. remonte calmamente a impressora. E dá trabalho. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. Você vai encher a seringa de álcool. Com isto a sucção feita pela seringa. vai entupir a cabeça mais ainda. prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. Note que não adianta tentar empurrar para cima. Note que se você tiver. sem faltar nenhum. As matriciais já eram assim. não tente injetar álcool por baixo. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil. Depois de montada a impressora. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma. encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade. Imagine as cabeças de impressão como um funil. Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original.baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. vai o que está mais à mão. Depois do banho. Caso algum fura esteja obstruído. . Todos os furos desentupidos. O suprimento alternativo pode até ser mais barato. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). sejam eles originais ou não. coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. Se todos os jatos estiverem funcionando. mas procure PUXAR o álcool por baixo. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos. podendo danificar o mecanismo). para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

_____________ ______________ _____________ . Primeiramente comece com os resistores. se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima.CI ou U. Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI. Relacione os endereços dos diodos. Eles começam com a letra IC . R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________.120 etc. ___________ ____________ _____________. Localize o fusível seguindo o cabo de força. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE.). Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________.Pegue um monitor. __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________. Eles começam com a letra D. Escreva o endereço do fusível _____________. D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores. Eles começam com a letra C. todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 . Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados). eles tem a letra inicial R. Relacione os endereços dos capacitores. Eles começam com a letra Q OU TS.

As trilhas que estão ligadas a este conector. Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA. O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. Endereço do PTC ___________. B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado. faz ligação com o PTC. ele começa com a letra R (componente resistivo térmico). . eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI. Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra.Escreva o endereço do PTC.

Teste com o multímetro na escala X1. quando ele abre a tensão é interrompida) .47R a 10R. quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)). SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons.Teste com o multímetro na escala de X1. (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste. .Teste com o multímetro na escala de X1. (este teste pode ser feito com o CI no local. Testar o resistor de alimentação do CI. Ponte retificadora (aberta) . Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora.Teste com o multímetro na escala X1. (este resistor tem valores entre 100K a 680K. é aconselhável testar o resistor fora da placa). (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0. deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto.Teste com o multímetro na escala X10.Fusível (queimado) . veja aula prática pela internet). Teste o diodo zener que está próximo ao CI. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet). Regulador de Tensão (aberto) . Chave liga-desliga (aberta) . Verificar se o regulador está sem fuga. (este Zener estabiliza a tensão do CI.

pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar). Ponte retificadora em curto. Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. 2. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. 1. Mesmo se testarmos estes capacitores. . (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF. POSITOR em curto. Por fim substitua o CI oscilador. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor. 4.Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. 6. Filtro em curto Regulador de tensão em curto. Bobina desmagnetizadora em curto. o teste não é de confiança. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R. 5. 3. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas.

Localize o fly-back.O teste pode ser feito no local. próximo ao fly-back. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. de modo que cada linha comece no instante certo. A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). a resistência ôhmica varia de 2R a 10R. siga as mesmas técnicas da fonte. O multímetro deve está na escala de X1. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. . O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. veja a figura abaixo: Fly-back 4. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador. e o transistor saída horizontal. separando as peças pelo grupo de endereçamento. 3. O sincronismo é gerado no próprio computador. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. observe o diagrama acima.

C. ______________________________________________. o multímetro registra um curto. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal. ______________________________________________. ou seja. R. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal. significa que o grupo do Horizontal é 400. S. O outro terminal do . Veja o endereço do transistor Horizontal. Q. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. e seu Emissor a terra. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. T. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída.Transistor saída horizontal 5. o ponteiro irá deslocar até o zero. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. OBS. Ao testar o transistor saída horizontal no local. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. D406 – C409 – R401 etc. ______________________________________________. LED frontal aceso. portando os componentes do circuito Horizontal será. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). ______________________________________________. ______________________________________________. D. Ex. ______________________________________________.

Este transistor encontra-se próximo ao Flyback.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. Resistor de alimentação aberto.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. • • Transistor Drive em curto ou aberto. • CI oscilador Horizontal em curto. . Transformador Drive.transformador também está ligado a terra. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive. O resistor de alimentação está suspenso na placa. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. veja o esquema acima. em curto ou aberto. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. ele é usado nos monitores mais novos.  Siga a base do transistor Drive. passa por este MOSFET. Veja ilustração abaixo. Veja se há solda fria. resistores e diodos. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. A tensão sai da fonte. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms.

 Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM. observando que a escala do multímetro deve está em X1. veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. . O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança.

ATENÇÃO. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. Entrada de tensão no MOSFET. Os principais pontos de medidas de tensões são: 1. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. é aconselhável medir o resistor. Substituir CI. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). Substituir Fly-back. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET. Não coloque capacitor com valor diferente. Antes verifique os ajustes frontais. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. .

O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. esta é a tensão principal de alimentação do CI. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. Não havendo tensão no coletor. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. solda fria. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador. Trilha rompida. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. Coletor do transistor Drive. ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. veja o esquema acima. Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. Coletor do transistor saída horizontal. 3.MOSFET + + B B + B 2. medir resistor que alimenta o transformador Drive. . verificar se o MOSFET está aberto.

Lin Vert.O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. contudo. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Vertical e Freq Vert.  Seguindo os fios da sessão vertical. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. RV. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. . Obs.

a linha abre no sentido vertical. Note que a linha está no sentido horizontal. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical.CI __________. C __________________________________. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Diodo em curto. Resistor de alimentação aberto. R _______________________________________________. LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. . VR ______________________________________________. capacitor eletrolítico. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. D _______________________________________________. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. Bobina YOKE aberta. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Solda fria. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical.

Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R. CI de identificação (circuito detector de sistema.  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. CI de saída vertical. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala. FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR. • • • . seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável.• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor. estágio que será estudado mais adiante). visto que.

Coloque a ponta de prova preta no terra. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. valores de 4.azul . aproximadamente. aproximadamente. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”). • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. Estes sinais têm amplitude de.P. Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico. 0. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um.verde 5. 3.7mF a 47mF. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. a p. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul). entre 12V a 24V. MEDIDAS DE TENSÕES.vermelho 4. verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV.7 V.

Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador. veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência. ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio. Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador. Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador. .

• O cinescópio. recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. Linhas de retraço sem imagem. Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores. Vamos analisar primeiramente a polarização. Verifique se há solda fria ou trilha partida. Flyback. teste-o fora da placa. . que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor.Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto. veja esquema abaixo: Resistor de polarização.

EX. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto. falta vermelho. verifique também este diodo. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado.• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal. Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. Ausência de uma das cores. _______ _____________. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. veja figura a seguir: . Faça o ajuste de Zero. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1.

cada terminal ou seja cada fio. Teste também os diodos e resistores. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms). • No flyback há dois controles. isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B. pode-se testar os transistores RGB no local. Verificar se algum deles está em curto ou aberto. Veja figura abaixo: . Com o multímetro analógico na escala de X10. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas.• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. um para o foco e outro para SCREEN. Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores.

Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor. • • • SCREEN. Quando a imagem está desfocada.2 e 3 recebem os sinais . Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. faça o teste com outro cinescópio. Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado.Este é igual ao do monitor convencional. Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar. Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco. acontecendo isto deixe o melhor ajuste. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura. ou seja. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 . sem nitidez.FOCO. Os pinos 1.

Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS. ao contrário do convencional que é analógico. A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. LVDS . A eeprom armazena os dados de controle do monitor. Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI.Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. CI Scaler ."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão .2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. Clock . Sem o clock os CIs digitais não funcionam. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar. O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. porém sem imagem. etc. É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display.Converte os sinais vindos do scaler em imagens. É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. Display LCD . São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa . Lembrando que o monitor LCD é digital.É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo. Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa. Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler.É um conector com vias de 0 ou 1. desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. contraste. Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15. Neste processo há perdas no sinal de vídeo. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD. CI Micro (ou simplesmente MICRO) . A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo.Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor. Conector DVI . Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD. Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. O CI scaler é controlado pelo micro.

Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": . Após basta retirar a tampa.3 e/ou 1.Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor.Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display. Fonte de alimentação . Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor. Fonte inverter . e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter. Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3. Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando. No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT. É controlada pelo micro.escolhida dentro do sistema operacional. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho.7 V para alimentar o scaler e o micro. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos. Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira.

Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC. Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector. Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display. Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor. Esta é a placa da fonte. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Este é a placa da fonte inverter. Está é a placa principal.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal. o transformador chopper. São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor. Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador. A seguir temos o fusível.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas). assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz. Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. Os mosfets são controlados por um CI oscilador. Às vezes há dois trafos. Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada. mas dói bastante. O choque na alta tensão não é fatal. Tal tensão vai acender a lâmpada. A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado.Localizamos um transformador grande no meio da placa.

Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela. De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD.5 V para alimentação do scaler.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle. TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. micro e display LCD. O maior deles é o scaler e o menor é o micro. Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD. CI mosfet . Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: . Os reguladores fornecem +B de 3. Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display.3 e 2. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro. Próximo ao scaler temos o cristal de clock.

440. outro verde (G) e outro azul (B). Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas. então dá um total de 1.000 pixels. Como cada pixel tem 3 cores. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1. Cada transistor deste chama-se TFT. vidro quebrado. A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels. ele deve ser trocado inteiro. pixel morto. o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido. tais como manchas. um vermelho (R). assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam. mais divisões ela deve ter. Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768. Quanto maior a resolução da tela. queimavam o filamento ou entravam em curto."Thin Film Transistor" .Importante: O display de LCD é um módulo só.432 pixels e 2.000 divisões nesta tela.000 transistores destes montados no vidro.Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro. CI ou lâmpada queimada. Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido. Veja abaixo a estrutura básica: . Cada pixel é formado por 3 subpixels.440. Daí ela é formada por 480. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel .É a menor parte que forma a imagem. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado). portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar.296 divisões. possui 786.359. TFT . Conforme explicado.

vermelho ou azul bem claro na frente da tela. ele pode apresentar 256 níveis de brilho. Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado.777. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem. Como cada pixel tem três cores. Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez.216 cores. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1. mais de 16 milhões de cores. este aparecendo verde. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão). aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. Para cada imagem formada no painel LCD. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16. o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. Se todos os bits forem 1. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão). . ou seja. Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1".

aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas. Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas. Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro. Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido. mas não tão próximas como nos sólidos. através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. Polarizador . Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Veja a estrutura na figura abaixo: . sua direção é alterada.Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção. Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes.

assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight"). Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display. Quando há tensão aplicada entre os polarizadores.Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. Assim o display fica claro. as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado. o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display. Assim o display fica escuro. Veja abaixo: .

Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel. Backlight . Difusor .Só deixam a luz passar numa direção.Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight. O monitor pode ter duas ou mais destas. Refletor .Direciona a luz para o display LCD.É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores . Cristal líquido .Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets. Prisma . Filtro de cor .Refle a luz para o guia. Fonte inversora .Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT. Placa de circuito impresso do display LCD .Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display.É formada por: Lâmpadas CCFL . Placa TFT . Guia de luz . Controlando a tensão para a lâmpada. ajustamos o brilho do display.Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD.Tela LCD .Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas.

Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. Se for tensão contínua ela também acende.acionamento para os TFT. Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada. Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). o conjunto todo deve ser trocado. porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. Esta fonte é formada por transformadores. AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL). A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. se der defeito em qualquer parte. dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. Aplicando uma alta tensão entre os catodos. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: . A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor. O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. A tela LCD. O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada. argônio e mercúrio). transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz). Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V.

2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos. Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro. Porém estes componentes não são substituídos quando queimam. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT. O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs.a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. A solução é a troca do display inteiro. Ao passarem pelo conector LVDS. CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão). Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: .

ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando. podendo em certos casos ser também no display.Na placa do display também entra um +B de 3. Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: . Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores. Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display. São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display.3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI.

Arranje uma fonte de 12 V .Arranje uma fonte inverter . Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 . Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 .Ligue a fonte na placa do inverter .Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas. O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa.COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 . Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática.Pode ser de monitor LCD condenado.Pode ser um eliminador de pilhas. uma fonte de computador ou qualquer outra fonte. display velho de notebook ou até de um scanner velho. Veja abaixo os pontos de ligação: . Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande.

Se ao testar em algum par de terminais. A lâmpada deve emitir uma luz branca. Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas). Se a lâmpada não acender. Em cada par de terminais que formos ligando o inverter. teste uma de cada vez. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: . Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo.4 .Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . Ligue a fonte na tomada. ela está queimada. o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada. Neste caso a solução é a troca do display.Se o display tiver mais de uma lâmpada.

Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V. Veja na figura abaixo: . algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro.Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte .O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores). 1 .

TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 .Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2.7 V.5 V ou 1.Medir os +B que alimentam o CI scaler . Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .

Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor. ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada. Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display. Veja o procedimento abaixo: C .Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. Pode ser ocasionado por lâmpada queimada. Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B .Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas.Tem alta tensão no conector da lâmpada . seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo. Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada. Vamos ao procedimento: A.Meça o +B que alimenta a fonte inverter . IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA . um de cada vez. é sinal que tem alta tensão. fonte inverter com defeito ou sem +B.Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000.Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter .

Se as lâmpadas estão boas. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA .Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada. Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas. Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD. Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Se não variar. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente. ACENDE O LED DO PAINEL.

porém estes dois CIs já devem vir gravados. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX). Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro. Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador. .A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos. Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada. A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa. Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro.

o defeito é mesmo na fonte inverter. Após localizar este transistor. onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. o defeito pode estar neste transistor. meça a tensão num dos pinos extremos. Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro. nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas. Veja abaixo: . Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. Se a lâmpada do display acender.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. Se o display não acender. para ter certeza se é ele. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la. Pode ser um PNP.

coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI).Fusível queimado . bobina filtro de rede. o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível. a ponte retificadora. Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro.NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal. resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico.Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto).Antes da troca teste a ponte retificadora. . A . Veja abaixo: B .Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper. Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor. Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte.

Tem tensão no capacitor de filtro. Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte.Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W. Se mexer. resistores. PORÉM O MONITOR NÃO LIGA . mas a fonte chaveada não funciona . A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário. o CI está em curto. transistores e bobinas da fonte.O ponteiro não deve mexer. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER. o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos. Veja abaixo como se faz: C . A seguir troque: CI da fonte. fotoacoplador.

Verifique se chega +B no CI micro (3.3 ou 5 V). B .3 V que alimenta o micro. Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando.Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3. Veja abaixo: . conforme indicado abaixo: A . Conforme já explicado este CI fica na placa principal. na eeprom ou no cristal de clock.Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro.

mas não tem na saída do CI regulador. Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). diodos. conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter. o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. o defeito está no CI micro. especialmente se o regulador está muito quente. MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter.Se tem tensão na entrada . resistores. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão. bobinas. Agora se tivermos estes comandos normalmente. trafo e trocar o CI oscilador. TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER.

Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas. A .O fusível está normal .Teste o fusível que há placa do inverter .Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter.Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter. Veja a localização de um fusível destes abaixo: B . Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A .

B .Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: . Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo. A .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.

TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A .Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display.B .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler. sendo 3. Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo. Veja abaixo: .3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior.

Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador.Tem +B normal no scaler e no display: .Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C . o defeito está no display que deverá ser trocado.Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador. este CI deve ser trocado. D . Se agora aparecer tensão normal.B .

. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução. 540N. Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento.Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra. 710N e 740N. ponta fina e bem limpa. EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N.Ferro de solda 30 ou 40 W. TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: . Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro.

2 . Veja abaixo o CI já retirado da placa: .Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado. A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro.Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado. Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas. encoste-a nas trilhas.Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha).Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix". Tome cuidado de não exagerar na quantidade. . especialmente no caso dos micros. . A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI.Escova de dentes. A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes.Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado. 1 . . álcool isopropílico e o pano de camiseta. . Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. . .Solda de baixa fusão.. Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha.Álcool isopropílico para a limpeza da placa.Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico).

Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto. aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos. encostando-o nos pinos grudados.Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos. A finalidade desta operação é fixar o CI na placa. Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC. . A solda descerá .3 . Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo.Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. 4 .

No flyback há dois controles. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. Fazendo o ajuste de foco: . esta tensão e proveniente do flyback. Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. 4. Pronto. com imagem sem definição (nitidez). FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja. um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma.TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho.  Saída da fonte.. agora podemos fazer os ajustes. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback.. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem.7mF a 47mF / 160V a 250V. Coletor do Transistor Drive Horizontal. Saída Vertical. Também deve ser substituído. substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal. Tensão de 33V para o circuito Tuner. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado.  Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão).

• • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado. significa que o cinescópio está fraco. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Brilho (retirando por total o brilho). Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. NOTA. Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. Dica: Para um bom ajuste. SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). Retire também toda cor. Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória. ligue o aparelho. 5. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. uma imagem regular. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). geralmente é de cor vermelha e o mais groso. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração. 4. Contraste (retire todo contraste. diminua nos controles o: 3. A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. devendo ser substituído.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. . 2. verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas.

8. se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal. 6. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. brilho. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. Agora aumente o brilho contraste e cor. veja se o foco e Screen estão ajustados. 11. Agora aumente o controle de brilho ao máximo. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida.Observação: Ao diminuir todos os controle. 9. e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. 7. faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. Aumente o controle de contraste até a metade. 12. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. Sempre que consertar um monitor ou TV. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. verificando a qualidade da imagem. contraste e cor. Com todos os controles no ponto zero. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. Se for preciso faça outro ajuste de foco. 10. .

5. basta com uma chave de fenda isolada. Verde e Azul (RGB). Observe que há mais dois trimpots. 13. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. deixando todos nos sentidos anti-horários. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. 6. Localizado as cores de cada trimpot. G (verde). No caso de monitores. Ligue o aparelho. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio. . estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. 12. próximo aos três que você está ajustando. ex. tem mais azul que vermelho o verde. Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. 11. abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. tanto para o TV como para o Monitor. todas as cores devem aparecer nas imagens. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. Vermelho. cada trimpot regula uma com R (vermelho). Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada. B (azul). verde e azul. 8. posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. vermelho e verde. 4. Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. 10. 3. Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais. Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. 14. veja bem. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. Para identificar estes trimpots. Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. 2. Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. voltamos para o ajuste. 7. 9.

Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. Obs.15. 3. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. Antes de fazer o ajuste de pureza. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem. provocando estas manchas. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando. O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. Desligue o aparelho. Outras maneiras das manchas surgirem é a . O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. Ligue o aparelho por alguns minutos. 5. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. 17. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo. 16. 4. Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. 2. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste. coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente.

3. isto no caso de TV. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência. 6. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. Remova a tampa traseira do aparelho. Girar os anéis de pureza. 2. siga o roteiro abaixo: 1. 2. Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. 5. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência. 1. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. passaremos então ao processo do ajuste de pureza. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. . 3. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação.

Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. sendo necessário a substituição do cinescópio. Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras. 1. afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. Ligue o aparelho. 2. Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V.AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio. Interruptor . esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste. Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou.

2. Ligue o aparelho.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. verde ou vermelha. dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. sendo preciso substituir o tubo de imagem. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta. 3. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas. 4. caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul. Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo. Ligue a bobina em um transformador de 110V. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram.

4. Localize o trimpot de altura. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Ajustando a convergência 1. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. Ligue o aparelho. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. 6. Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. Ligue o aparelho. AJUSTANDO O VERTICAL 1. 3. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. que é um pouco demorado. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original. 7. 5. 2.parada. . Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). 2. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho.

Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. Com uma chave de fenda isolada. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER. isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco. enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. . Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela.3. gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal. Este ajuste só é feito nos TVs. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical. 4.

Um microcomputador só reproduz discos de DVD. assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. VCD. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. com 12cm de diâmetro.2” (8 cm).. contrário do que muitos possam pensar. CD. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. sem dor de cabeça. na verdade. Apresentarei. agora. O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. um “2 em 1” . Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. Caso a imagem não melhorar. Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda. CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio. O que significa dizer que. com 8 cm de diâmetro. DVD PLAYER Ultimamente. etc. REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD. Ligue o TV. 2. CD. ou de karaokê. aqueles que só reproduzem DVD e CD são. os aparelhos de DVD mais simples. É como dizer que. os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. observando se a imagem melhora. 4. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. 3. . Por exemplo. um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. com diâmetro de 4. VCD e Videokê.AJUSTANDO O AGC 1. porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos. 5. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos. O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. 20 minutos. Estes são os ajustes de TV e Monitores... Localize o trimpot AGC.7” (12 cm) e 3. ele precisa ser um “4 em 1”.

VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3). DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”.4 GB reprodução.Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. geralmente. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4.em microcomputadores. Prata: 2 lados de simples camada – 9. CD-ROM CONTEÚDO Dados. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas. aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. São utilizados.7 GB reprodução. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD. Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM. CAPACIDADE 650 MB. – cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um . São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. como discos de armazenamento de média densidade.5 GB reprodução. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos.

Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio. geralmente. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos. Obs. Ou seja. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . 3: Os aparelhos gravadores de CD.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. a cópia analógica pode ser praticada. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. Neste caso. em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade. Entretanto. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . Obs. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco. não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. só permitem a cópia digital de um CD original. geralmente. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. geralmente. DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. São utilizados. dependendo do programa utilizado.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. Obs. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB.Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD.

DA CD Data Áudio. Obs. DVD. CD. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado.CD High Density Compact Disc. Entretanto. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. HD. CD de dados de alta densidade. A capacidade para dados é de 4.7 GB. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. geralmente. dependendo do programa utilizado. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD.Utilizados geralmente em videogames. Obs.RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio. CD-I CD Interativo. A capacidade para dados é de 4. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. CD-I READY .

a incidência fica ligeiramente fora de foco. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. então. foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si. na faixa dos megahertz.F. a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma. MO-DISC Magneto Optical Disc.CD-DA Interativo. reduzindo sua espessura. o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas. o sinal elétrico será variado.”. que transforma a informação de luz em informação elétrica. portanto. sendo. e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. sendo direcionada à lente de foco. ou “sinal de HF”. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. um prisma. com níveis altos e baixos. Durante a reprodução. na Fig. chamado de “sinal de R.2. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo). Quando o feixe encontra um relevo. Disco Óptico e Magnético Regravável. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode). basicamente. Essa lente faz o feixe de luz convergir. que o feixe toca na cova enfocado. Assim. permitindo assim a sua reflexão. O sinal elétrico segue. PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido. até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. o raio laser chega até o detector. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector. . uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. impossibilitando o retorno da luz aos detectores. A unidade óptica é formada .

os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. Podemos perceber por esse processo que. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco). as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. em seguida. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. Após o processador de sinais arrumar. Em seguida. O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo.que é revestido de material fotoelétrico. o plástico.3). e fica próximo ao selo. com um material ácido. codificar. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. já com as informações digitais impressas. também. Por último. a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands).Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel. . misturar e serializar todas as informações. acontecendo um arranhão. Antes. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. O disco é banhado. Por isso. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. uma vez gravados.GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras. Veja. parte da gravação seria danificada. Após a montagem. muitos moldes podem ser produzidos. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC. a qual irá sensibilizar um disco mestre. é vaporizado com uma camada de alumínio. os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. que é uma película de tinta onde. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. Nas fábricas. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco.

não há como desfaze-las. a tolerância é ainda maior.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. não o deixe com o selo virado para baixo. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco. Portanto. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor. uma vez que as covas já foram formadas. já com pouca potência. Apesar do grão de poeira ou arranhão. formando-se as covas. Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. a superfície é derretida. aproximadamente. Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD. (aproximadamente 50%). pelo lado do plástico protetor. GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) .Esses discos possuem uma película sensível ao calor. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos. embora ainda muito caros. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original. o que significa que. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. as primeiras produzem luz laser de maior potência. Recentemente. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. esses poderão ser reproduzidos normalmente.por exemplo. porém. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. pois . arranhões e poeiras no disco são permitidos. ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. de forma que. 250 graus Celsius.Por esse motivo. quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. Entretanto. Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. com relação ao diâmetro do arranhão.

que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que. definido. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”. divulgar o lado bom do DVD. infelizmente. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. Há. e com maior potência no laser. em pontos específicos. . com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. comercialmente. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas). Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW. Assim. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”. Mas. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino. Durante a leitura. muitos acham que. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. É interessante. com relação aos anteriores. ou não. a tecnologia mais avançada do DV. qualquer outra situação. entretanto. Talvez. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. da luz. o que não é bem verdade. os bits altos e baixos. podendo chegar a 30% de um DVD original. uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. garantem o retorno. assim . ocultandose os inúmeros lados ruins. enganosa. evoluiu do CD. assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores.Em outras palavras. Como o DVD reproduz imagem e som. Durante o processo de apagamento. o poder de reflexão desses discos é bem menor. e que o superaria em todos os aspectos. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. permitindo a regravação. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. principalmente por parte dos idosos. No DVD-RW.Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. A única vantagem desses discos. produz. No interesse de vender mais aparelhos. Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores. possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. O DVD.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. após o resfriamento. é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. além de fácil utilização.

ou apenas alguns mais evidentes são previstos. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. entre 8 idiomas. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. pois o aparelho de TV terá. simplesmente em estéreo (dois canais). Isso acontece porque o disco é produzido. ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC. que o usuário prefere ouvir. etc. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. esse também depende de estar disponível no disco. comprar outro aparelho de TV. aqueles que só têm o sistema nacional. Os aparelhos de DVD não mostram a hora.Mas a dublagem aqui no Brasil é feita. Embora estejamos no Brasil. A única solução para esse caso será. Bem. interatividade. multi história..O interessante é ter em casa os dois aparelhos. Isso faz muita diferença. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela.. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio. também. que possuir entradas A/V. mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. Bem. .F.. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco. sem contar que. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. não sintonizam canais e não possuem saída de R. ou DTS de 6 canais. ângulos de cena. eles não estão disponíveis .. obrigatoriamente. o usuário terá que comprar um outro equipamento. Mas. geralmente. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC. Que maravilha! Entretanto. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir. Isso significa ter um aparelho com grande potencial. Entretanto.Esse problema é muito sério. o usuário. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. e o DVD é disco. no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete.O VCR é fita. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. se você escolher “Português”. na grande maioria dos discos comerciai. para o sistema AC-3. para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. número de idiomas disponíveis. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares. na maioria dos casos.

.A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. que comportaria. principalmente. consultar seu técnico Além disso. antes de usa-lo . muitas pessoas cometem erros. ou às entradas de um aparelho de som. Isto é fato.7. e também para pessoas idosas. Fazendo isso. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá.Nesses casos. antes. e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução). você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. dois ou três filmes. na entrada de áudio. os tipos de conexos que poderemos encontrar. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). sendo induzidas a acionar o seu técnico. L ou R. que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. no mínimo. o que acaba gerando confusão. para não perder o seu valioso cliente. INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples. Por isso.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. que pode ser um determinado instrumento musical. Veja na figura. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos. ou até a voz de algum personagem. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. como ilustrado na Fig.8. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade.

chaves sensoras . reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial. deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada.. consegue-se mais uma saída. servomecanismos(“servos”).É muito comum ela se encontrar instalada .1. e já estão separadas.1”(“cinco ponto um canais”. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores.Entretanto. DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5.e como as mesmas estão dispostas. ou super graves. totalizando 6 canais. Pro Logic ou AC-3. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv). portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade. PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma. não envolvendo demodulações nem separações. engrenagens. respectivamente. produzindo. A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer). o que se costuma chamar de “5.Nessa saída. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”. UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão. FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos.9 e Fig. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais. sendo um para a matriz R (Pr). é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. correia e gaveta.1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig. para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna.SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . Essa placa contém um processador de R. Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. Com oDTS ou o AC-3.F. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional. o sub woofer.

11. Além disso. na Figs. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. Veja. um para o DVD e outro para o CD. 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig. a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo. é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. orientar. memória e reguladores.12). deve haver dois circuitos DSP. Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores. dar orçamento ou reparar defeitos. por trás do painel frontal e possui chaves . .Fica na frente do mesmo.Entretanto. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. descompressor MPEG2. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores. o cliente perderá a confiança nele. Nestes casos. microprocessador principal. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete. ela pode não existir. em alguns aparelhos. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída. ou até assustado com o aparelho. seja para instalar. Em muitos desses casos.Geralmente. se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes. PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. decodificadores. e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). embutidos na placa do M-PEG-Fig. LED. display e microprocessador do display. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG.11). PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig. um para cada tipo de mídia.13). PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade.Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. ou seja. processadores de áudio.ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. Mas. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD.

EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar.Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. seja para instalar. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. através do menu. Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos. Em muitos desses casos. que facilitam. Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos. . Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. dar orçamento ou reparar defeitos. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar.TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. orientar. construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores. o cliente perderá a confiança nele. Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. ou até assustado com o aparelho. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. que facilitam. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina. através do menu. Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos).O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) . ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD.

os quais podem ser escolhidos através do menu do disco. Após o aparecimento do menu.abre-se um “Sub-menu”. “Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). escolha de títulos e capítulos. “Select” ou “Enter”. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. geralmente. Nesse menu. o menu do titulo escolhido. Titulo 2. através de uma tecla denominada Set-Up. etc. A maioria dos discos traz. Assim. o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. escolhendose a opção Titulo 1. Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho.Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma. pelo menos. ou seja. Ao se escolher um determinado titulo. etc. legenda. “Down” (para baixo). A maioria dos filmes é dublada em. O menu principal é acessado. dois idiomas.Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima). Poucos discos possuem mais de idioma ao menu. legenda. etc. pelo menos. três idiomas para as legendas. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. ficha técnica. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. apresentada no rodapé da tela. e selecionar opções através da tecla “OK”. Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). Menu É o menu do disco.. original ou dublado. formato de tela. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. formato de tela. os menus serão diferentes para discos diferentes. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. e os menus dos filmes são acessados. O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. nível de censura. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla . Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. na tela do menu principal .

Em outros. Durante a reprodução. o aparelho exibirá a tela do menu principal. . e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez.“Sair”. durante a reprodução. quando o “Play for solicitado”. cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. se a gaveta estiver fechada. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. um capitulo é pulado para trás. um capitulo é pulado para frente. Alimentando-se o DVD Player. Paro o disco que contenham mais de um titulo. Ao se pressionar a tecla STBY. durante a reprodução.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. o display permanecera apagado. ou “Voltar ao menu principal”. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. o display acenderá. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes. se fechará. Teclas Básicas Tecla “Power”. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. o filme retornará do inicio. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. “Stand-by” ou “Liga”. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. Durante a reprodução. Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). a imagem será congelada. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. Ao ser pressionada. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. com aparelho em STBY. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). contamos com a função também através do controle remoto. se abrirá. se estiver aberta. o filme será interrompido. ou então um único LED bicolor. Geralmente. É como se fosse uma pausa sem imagem.

Entretanto. Para voltar à reprodução em velocidades normal. “Down”. principalmente nas velocidades mais rápidas. Nos aparelhos mais populares (maioria). etc. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar. essa tecla pode funcionar de maneira diferente. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”).. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”. para frente e para trás. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes. respectivamente. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. Entretanto. vale ressaltar que o avanço não é linear. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes. pressione a tecla Play. e evitar que uma criança. para frente e para trás. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem.Mas. no controle remoto. Utilizando-se. pode-se mudar a posição da moldura na tela. “Down”.. “OK” ou “Sect”. x4. pressione a tecla Play. as teclas “Up”. produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. o resultado é bem confuso. agora. x8. ainda um tipo de aparelho no qual.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens. A imagem pode ser exibida lentamente. Assim. Conforme o modelo e o fabricante. como é o caso da tecla “Scan”. que podem estar disponíveis em alguns discos. a moldura toma toda a tela. o tamanho da moldura se modifica para 2x. a cada vez que forem pressionadas. utilizando as teclas “Up”.Cada vez que pressionada a tecla Zoom.Para voltar à reprodução em velocidade normal. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up. existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e. 8x . Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). “Left” e “Right”.Pressionando-se “Enter”. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. Se o filme foi gravado com três ângulos. já que não dá para se entender uma seqüência. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . e em varias velocidades. por exemplo. como nos videocassetes. Existe. possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. mover a tela.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. 4x. O DVD avança saltando de quadro em quadro. “Left” e “Right”. podemos escolher entre oito níveis de censura. Essa senha é criada pelo usuário. isso não será possível. em seguida. cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha.

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

títulos. do DSP.. mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”. ou informar ao usuário sobre esses modos. através dos menus disponíveis. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal. A memória SRAM é composta por flip-flops e é. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho. A memória EEPROM não é veloz. destinada a procura de foco. o micro lê esse pino. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. Quando se trata de CD.DRAM e EEPROM. Por isso. enquanto que. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. O comando da gaveta “LDO” é então. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação. geralmente. Memórias Geralmente. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. quando se trata de DVD. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível. Algumas informações podem ser visualizadas no display. o drive se encarrega de excitar o motor. etc. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. por meio da interligação com um de seus pinos. Mas. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. A memória DRAM é formada por células capacitivas. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. mais veloz. para o servo do sleed. nem oferece muito espaço interno. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display.. oferecendo excelente espaço interno.. antes de iniciar a procura do foco.o microprocessador libera um comando. através da via SLEED IN. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela. ou um novo capítulo do DVD. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. Essa tensão faz com que a lente suba . Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. proveniente. o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. capítulos. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta. o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD). Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. apesar de ser mais lenta que a SRAM. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. portanto. Com base nos comandos provenientes do teclado.

os sinais A. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. serem separados por um demultiplexador. em seguida. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. VCD. principalmente.F do CD e do DVD. Isso se faz necessário. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. exigido para as informações de vídeo croma.C e D são somados para conseguir os sinais de R. Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho. áudio/vídeo e CIRC. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata. e assim. a procura de foco é repetida por uma vez e. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ. anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. através da qual circulação por um determinado tempo. Quando o foco não é encontrado. e com potência de laser de DVD. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. de forma que. como MP3. que foram gravados no disco na forma EFM. no DSP do CD. Nota-se também que. e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. No interior do DSP. primeiro a sair). Dessa comparação. No interior dos amplificadores de R. detectar os eventuais erros de leitura. Os sinais de controle. os dados . então. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas.F do CD é entregue ao DSP do CD. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. VIDEOKE. o micro considerará falta de disco na gaveta. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos.F. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. e o sinal de R. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD.B. etc. Caso tenha sucesso na primeira leitura. a saída de dados è no formato série. para a interface do microprocessador. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos.totalmente. enquanto que.primeiro a entrar. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso. o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD. Em alguns aparelhos o disco será ejetado. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal.F do CD e do DVD.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. A saída do VCO é chamada de CLVO. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP. Após encontrar o foco. seguem para demodulador EFM. e a potencia do laser reduzida para CD. a: freqüência envolvida. O sinal de controle segue. O sinal de R. Somente se não conseguir uma leitura conhecida. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. velocidade de trabalho. os sinais de R.

após alguns cálculos. Neste instante. onde acontecerá a descompressão. e uma mensagem de erro será exibida na tela. Neste caso. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. formando as imagens de forma completa. os sinais são levados ao MPEG. o deslocamento da memória será interrompido. Se o erro efetuar um quadro inteiro. Esse . para descobrir o H. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. etc. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. então. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . será notado um congelamento demorado. entre E e G. até que o processador termine de fazer a correção. por censura. No processo de reprodução. Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. os dados são recomposto. o processador CIRC calculará a média entre A e C.que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. Após a descompressão. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. sendo liberados depois. numa menor complexidade para o calculo da média. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. a reprodução do disco será interrompida. O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória. assim. o disco não será reproduzido. A principal delas é da media aritmética. Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. Neste caso. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural. Em seguida. Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. Após a recomposição dos dados. código de área. e assim descobre que o código correto é 5. para descobrir o F. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data). pois. resultando. para descobrir o B. substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. o que vai acontecer muito. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. ou seja. seguindo. Neste setor. o processador CIRC solicitara uma pausa. é possível determinar um símbolo errado através da media. entre G e I. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. Para facilitar a correção. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. para os circuitos de áudio e vídeo. algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. Caso haja algum impedimento.. tipo de mídia. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos.

Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear. e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. seguem para um conversor paralelo/serial. O sinal de áudio. Os sinais de vídeo seguem. A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED.1). então. para alimentar o conector de saída de vídeo linear. ao pino . interferindo em outros aparelhos. transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas.processador reconhece também os códigos de áudio. onde os bits serão enfileirados. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). para o decodificador AC-3. então. também faz a separação dos canais “L” e “R”. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela. criando. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out). o setor “Partida”. que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”. chegando ao dreno do MOSFET Q1. saídos em apenas um via. O sinal já codificado em AC-3 segue. chavear a tensão continua proveniente da fonte primária. O sinal de áudio serial segue. incorporadas. e uma saída de vídeo e croma. através de R2. onde será decodificado em seis canais (5. Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. caso esse sistema esteja disponível. para que o oscilador de chaveamento. entregue pelo processador de vídeo. para o distribuidor de áudio. para o conversor digital/analógico de vídeo. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica). fornece o primeiro pulso de alimentação. que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico. então. O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. liberado pelo DSP do CD. as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho. e os separam dos códigos de vídeo. quando um CD estiver sendo reproduzido. Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). tem por função. assim. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”.

Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD. utiliza-se um diodo de alta corrente ou. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. então. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário. de controle IC1. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução. Caso a tensão do secundário varie. Assim. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. destinada à alimentação do filamento do display. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. embora não sejam estabilizadas. As ondas de chaveamento são. fazendo variar os valores no secundário da fonte.1 do C. produzida no secundário da fonte. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. em algumas fontes. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. fazendo a fonte desarmar imediatamente. A tensão de 12 volts. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores. os circuitos alimentados pela mesma. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. inicialmente.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts. Como essa saída é. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. seguindo depois para os catodos e grades do display. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. 4 volts. geralmente. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte. assim. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. para alimentar o seu LED interno. produzindo.I. muito sobrecarregada. assim. o zener entrará em curto. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. protegendo. aproximadamente. . o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”).Essa tensão alimenta. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. Variando a largura de pulso.

DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 .FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD.+ 5 V (alimentação do C.) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.) Pino 98 .I. Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R.) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading.Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 .Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 .Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 . As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 .Reset (pulso de inicializaçao do C.SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 .CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 .+ Vcc5 volts (alimentação do C. “terra”. do C. “terra”.I. servo do DVD e DSP de CD.) Pino 100 . TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.CD RF IN (entrada do sinal de R.I.Massa (“terra”) Pino 78 .I.TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 .I.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 .F.I.+ 5 V (alimentação do C. Seus principais pinos são: Pino 09 . do C.) Pino 26 – GND (massa.Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 .F do CD) Pino 48 . do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 .OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) . para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 .

“terra”.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 .TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD.) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C.+ 5 V (alimentação do C.DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C.I. isso tudo . “terra” do C. é um distribuidor de áudio. “terra”. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 . do integrado) Pino 23 . e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. Por outro lado. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo. do C.I. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros.+ 5 V (alimentação do C.I.I.I.) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD.I.

Neste caso. discos originais e domésticos. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho. inicialmente. também. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira. prisma a lente. até mesmo antes de abrir o aparelho. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. Se o motor sleed fica girando direto. esquemas. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. e nem mesmo ferro de solda. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo. pois só assim os fabricantes. verificar como está no momento o menu de Set-Up. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. instrumento e componentes. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada.Depois de uma boa verificação. Se o motor de loading não gira. na chave de gaveta fechada. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. Caso contrário. o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. também.. Deve-se.. Verifique se o diodo laser está acendendo. o defeito pode estar na correia do loading. verifique o drive e a sua tensão de alimentação.. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto. Alguns. etc. fazendo a unidade óptica trepidar. etc. Se a o . Há possibilidade. de DVD. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. é provável que o foco não esteja sendo encontra.. Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD. Essa situação é normal. Caso contrário. ou no drive do sleed. diodo laser. Esse tipo de verificação não requer instrumentos. Caso não esteja.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. do diodo laser estar avariado. a unidade óptica com o problema é o mais provável. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe. troque a correia do loading. Mas. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. mas use a correia muito apertada.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. infelizmente. ou um simples palpite. na fonte. como detetores de foco. verifique as chaves “Limit Switch”. Dessa forma. fazem parte da mesma. Se o disco não gira. e outros que. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. e se a óptica se eleva completamente. Assim. Verifique se a procura de foco está acontecendo. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo.

em conseqüência. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. principalmente na placa do MPEG. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. há alguns anos. Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. nem instrumentos avançados e. ou de “estação de retrabalhado”. Na verdade. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. Quando o resistor é de valor muito baixo. Entretanto. Entretanto. embalagem e transporte. a unidade é sempre suspeita. O maior problema não é esta no tipo de componente. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. simplificando bastante o conserto do aparelho. Nestes casos. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. muitas das vezes. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. alguns particularidades desses componentes. principalmente dos técnicos mais veteranos. Para os que pensem assim. Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. Assim. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior. Mas.aparelho já tem mais de três anos. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. também. de avançar para as verificações eletrônicas. e o circuito fica com dimensões bem menores. ou de sobradores térmicos. e o ultimo representa o multiplicador. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. . que são usados como “jumpers”. os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. na serigrafia da placa. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. visando facilitar a manutenção. o numero de zeros. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. adotam preços quase absurdos para elas. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. o custo de estocagem. é bom conhecer. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica.

abaixo desse capacitor. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. para um teste mais confiável. devido ao seu curto tempo de vida. úmidas ou esbranquiçadas. etc. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos. planejando-se uma posição adequada. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. Para facilitar. geralmente. Quando as regras descritas acima não ajudarem. Entretanto. etc. 2º . Entretanto. Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital. e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada. Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor.podemos encontrar alguns. em alguns poucos casos. 4º . são mais altos. . muitas vezes. Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD. sem retirá-los da placa. 2º . não eletrolíticos. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo. deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. sem especificação alguma. remover a solda de um dos seus terminais. para que o mesmo possa ser incluído na placa. para se saber o valor dos resistores.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo. No circuito. Mas. Caso não se faça logo a troca . pelo menos. geralmente os menores. principalmente de fuga. levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação. BCF 29. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. na maioria dos circuitos. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica. uma regra básica pode ajudar: 1º . as trilhas serão corroídas e se partirão. BC 827. 3º . Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD.Transistores sem letras ao final: Exemplos. Se as trilhas do circuito impresso. a medição será mais confiável desligando-os do circuito. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. use as seguintes regras: 1º .A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo.estiverem com coloração diferente. BCF 29R. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor. com um ohmímetro analógico. se parecem muito com os resistores.Na maioria dos capacitores.O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. e precisa ser trocado. BC 827R. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. Nestes casos. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais.

Coletor normal. Veja. Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e. Daí. dificilmente. o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. emissor baixo. troque o transistor. e se os flat cables estão em boas condições.7 V: base “alerta”.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos). algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa. Vbe com 0.Coletor baixo. chegamos logo à causa do problema. Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. alguns exemplos: 1º . e testa os componentes periféricos. Por esse motivo. de preferência deitados. a seguir. e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos. a base deve estar sempre com 0. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms. base baixa.6 volt a mais que o emissor. Troca-se o C. inchados ou com uma coloração estranha. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores. verifica os sinais de entradas e saídas. há curto na linha. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico.Coletor normal. emissor baixo. exceto em alguns poucos casos. 4º . O transistor comum deve ser arrumado. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. 2º . As tensões que saem da fonte são. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor.. 3º . base baixa. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. encontramos substitutos para eles. há defeito no circuito.Vbe com 0. após retirá-los. emissor baixo.I. ou coletor “aberto”. Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). base baixa.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n. base normal. não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha.Coletor baixo. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com . após a sua troca. Vbe com 0. para verificar se não estão úmidos. Vbe maior que 0. geralmente. Mesmo após uma boa investigação. principalmente alguns reguladores.6 V. a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha. Caso positivo. emissor baixo.Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. deixando a troca do integrado sempre por ultimo.7 V: curto na linha de saída.I.

deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock. coletor baixo.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial.6 volt menor que a tensão do emissor. a base deve ser 0. pelo menos.Emissor baixo. base baixa.Emissor normal. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. o defeito. do diagrama esquemático do aparelho. 2º. Nessas verificações você precisará apenas do multímetro. alguns exemplos de anormalidades: 1º . o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo.Emissor normal. estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico. coletor baixo. se não obtiver sucesso. inicialmente. Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo.Emissor normal. • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas. inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo. Esses integrados possuem. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída. • Caso o áudio do CD também esteja ausente. coletor alto.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base. e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em . geralmente. 4º . o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída. Vbe com 0.transistores p-n-p. Se não contar com essas facilidades. sendo o terminal de entrada o primeiro. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador.7 V: junção de base “aberta”.6 V : transistor em curto. é do integrado. mas você precisará de muito mais tempo. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída. base alta. por exemplo. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco. Vbe com mais de 0. coletor baixo. de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. 3º . Veja a seguir. você deverá verificar. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código. geralmente. dinheiro em caixa e paciência. Para este caso. três terminais. e pode obter um resultado muito bom. Para essas ultimas verificações você precisará. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital. Mas. o aparelho não deixará de ser consertado. Os integrados reguladores são mais simples. Assim. Vbe menor que 0. Vbe menor que 0. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação. base baixa.I. se o C. base baixa. para cerear logo o defeito.

limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. Suas vias são ligadas. a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. muito apertadas. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito. mais finas ou muito menores. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original.. no DVD. onde está o microprocessador.Bem. e da mesma espessura. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. não lê o TOC. ao microprocessador de controle. Geralmente. a leitura é aleatória. Mas. geralmente. O que acontece é que. a unidade óptica já esta comprometida. o defeito inicia-se com esse sintoma. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. a luz vencerá a sujeira da lente. e apresenta “No Disc”. mesmo com a lente suja. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. se o diodo laser estiver novo.. é facilmente corrigido. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica. Mas.primeiro lugar. É triste ter que dizer isso ao cliente. • Inicia girando o disco com indecisão. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente. mesmo nesses casos. é sinal de que. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. alem de tudo o que já foi dito. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. no caso do CD. . As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido. não funcionam bem. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. • Não gira o disco. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. na maioria das vezes. o motivo principal. ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido. mas no caso do DVD. vai para Stop. empeno das lâminas. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois. ao substitui-a. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. mesmo ainda novos. em algumas vezes. inverte a rotação. alegando que determinados discos não funcionam e. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. e o aparelho funcionará bem. a leitura do CD é seqüencial. Correias mais grossas. mesmo limpando-se o disco. apresenta uma mensagem de erro. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal. Entretanto. É claro que. pois. muitas vezes. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato. principalmente porque. Porem. enquanto que. mas. o pior é não dizer. nem sempre o defeito será na unidade óptica. dificultando a leitura do disco. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. querendo o dinheiro do conserto de volta.

diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. verifique o fusível. Se o mesmo estiver rompido. ao se misturar com poeira. Entretanto. Alguns aparelhos informam. mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. Portanto. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. verifique se há tensão no capacitor de filtro. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. portanto. troque a unidade óptica. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking. • Posicionamento do mecanismo. • Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. facilitando. esses códigos serão também exibidos no display. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. através de códigos no display. Caso não resolva. Mas o Disco não Gira Nesses casos. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. veja se o diodo laser está acendendo. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. Lente Procura o Foco. A Gaveta Fecha. um defeito oriundo da unidade óptica.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. antes de substituir o fusível. ou não oscilação no primário. antes de substituí-la. Caso negativa. Entretanto. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. para o sintoma em questão. que se transforma em pasta abrasiva. O Display não Acende. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. Neste caso. geralmente. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. logo após a ponte retificadora. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. é porque há algum curto na parte secundaria. O Disco Gira. que . Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. deve-se iniciar a limpeza da lente.

se o controle remoto está em bom estado. ou baixa. devido a capacitores de filtro em curto. Teste também opções de saídas diferentes. Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso.I. geralmente é falta da fonte de -30V. verifique todo caminho dos sinais. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. para tirar conclusões. do drive esteja alimentado e o sintoma persista. Entretanto. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. Disco Gira. Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. Portanto. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. incluindo a correia do loading. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. Entretanto. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. Display Exibe os Capítulos. é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. desde o DSP até o processador. Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. circuito de reset e memórias. troque o C. verifique os circuitos de saída de vídeo. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. verifique as tensões. correspondente a essa tecla. circuito de clock.impeçam a fonte de oscilar. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. geralmente. limpe bem a placa frontal. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. . O Display não Acende. incluindo o capacitor de filtro. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho. Mas. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal. Esses fusitores queimam. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts.I. verifique a chave de toque. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. onde o sinal de áudio é separado do vídeo. geralmente. Caso o C. ou da tensão de filamento do display. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá.

“Multi-Regiao” . ou traz de fora do país.. Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta. solte as teclas. 4º . Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”. um disco de DVD que não seja destinado à Área 4. à direita. não posso garantir a precisão das mesmas. 3º . 7º .Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. 2º .Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas. “Code Free” ou “Todas as Áreas”. e o introduz no aparelho. Uma lista numérica aparecerá na tela. 02 para região 2. e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas. O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou.Ao aparecer no display um texto de endereço e dado.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. e assim pro diante) 5º . alterando-se apenas o software. “Área Livre”. 6º . Isso acontece quando o usuário consegue.Ao aparecer o “logo” da AKAI. Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software . enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware.Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. Normalmente.Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward.No controle remoto. 3º .Solte. a tecla preta. Modelo DVD P2000: 1º . libere as teclas “Fast Forward e Stop”. Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos. “Verifique a Região” ou. conhecida também por “Região Zero”. Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões. AIWA Modelo DVD 2240: . Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. pressionando a tecla On/ Off. agora. como essa informações foram obtidas de fonte informais.Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números.Desligue o aparelho. 2º . A modificação por hardware implicará na compra de kit específico. 01 para região 1. Apenas alguns casos é que.. AKAI – Modelo DVD P1000: 1º . etc. “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”.Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). 4º .

Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta.Pressione “0” para “Área Livre”. selecione a região desejada.Digite o código “38888”. “Seta para cima”. “Rverse” e “Forward”.Ao aparecer o menu “Loopholes”. para selecionar “Code Free”.Mantenha a gaveta se disco.Pressione “Play”. em seguida.Navegando no menu.Pressione “Step”. 3º . selecione a região desejada. pressione a tecla “Pause”.1º . 2º . A gaveta se fechará e o filme será iniciado. CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º . pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”. 3º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto.Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”.. 4º . 4º .Feche a gaveta do aparelho.Abre a gaveta e pressione “Setup”. através do controle remoto.Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho. APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. 2º .Entrar no menu “Set-Up”. Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º .Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”. 2º . Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º . 2º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. COUGAR Vários Modelos 1º . 3º . 5º .Navegando no menu. 2º . o numero da região desejada. 2º . 2º . 4º . 3º .Sem disco na gaveta.Digite “1111” e . digite o código “2168”.o controle remoto.Pressione a tecla “9” do controle remoto. 3º .Pressione a tecla “Step” e. pressionar “Enter” para Região Zero.Selecionar “Versão”. através do controle remoto.Mantenha o aparelho sem disco. Outro processo para esses modelos 1º . 3º . “Seta para baixo” e “Seta para direita”. etc.Digite o código 314159. escolha a região desejada. Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º . e a tecla “Hight” uma vez.. “a-b”. “Seta para esquerda”. Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”.No controle remoto.Acessar “Região” com a senha 1369. 5º . “1” para região 1. pressione a tecla “Left” três vezes. 3º . .Abra a gaveta do aparelho e. em seguida a tecla “Setup”. 2º .

Após isso. pressione a tecla “Setup”. Após a mensagem (Auto). Caso não funcione.Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo.Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. o “CodeFree” estará instalado.Pressione a tecla “Enter”. 2º .Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer. o “CodeFree” estará instalado. Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º . Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º .Com a gaveta do aparelho aberta.Pressione as teclas “Step”.Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”.Pressione a tecla “Exit”. está pronto..digite 9). 2º . 4º.. digite o código da região desejada. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4). “Clear” e “36”. LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º . 3º . etc. Modelos D-12. GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º .Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”. 3º .DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º . digite “3010”. 2º.Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”.Digite o numero da região desejada. A região atual será revelada.Com a gaveta aberta.Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º .Ao surgir a mensagem (CODE). 3º . solte as teclas. Após surgir a mensagem (AUTO).Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”. 4º . 2º . D-22 e DV 6500: 1º .Digite “2010”.Ao aparecer no display um texto de endereço e dados. . o “CodeFree”. “Shuffle” e “Next” para finalizar.Pressione a tecla “Pause” e desligue. Outro processo para esse mesmo modelo: 1º . 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. “Clear”. digitar “8926” e o código da região. Modelo DV 2100: 1º .Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º . Ligue o aparelho pelo controle remoto. 4º .Digite “10”. de 0 a 6. 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”.

a ultima opção à direita (“General”). Modelos DV 302. informando que a Regiao Zero foi selecionada. a tecla “Play”. 5º . Para selecionar a Região 4: 1º .Com o aparelho ligado.Digite a senha 00700000000. em seguida. pressione a tecla “Menu” e o numero 1.Digite a senha 00800000000. 3º . a tecla “Setup”.Após o fechamento da gaveta.Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região. 3º . O aparelho estará pronto para a Região 4. Para selecionar a Região Zero: 1º . em seguida. sem disco. a ultima opção à direita (“General”). sem disco. O aparelho estará pronto para a Região Zero. 6º .Pressione a tecla “Display” e. pressione a tecla “Setup” no controle remoto.Pressione a tecla “Condition”. A tela exibirá o numero da região atual. o código 159. 2º .Com o aparelho ligado. 4º . A tela exibirá o numero da região atual.Pressione a tecla “Display”. 4º . selecione a nova região e saia do “Setup”.Com o aparelho ligado. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. digitar. 3º . 2º . sem disco. em seguida. 2º .Pressione a tecla “Display”. com o “Setup” em “Basic”. 2º . 2º . Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware.Pressione a tecla 0 e. a modificação estará pronta.Com a gaveta aberta. em seguida.OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . Na tela será exibida uma mensagem. com o “Setup” em “Basic”. pelo controle remoto.Escolha no menu. a tecla “Play”.Escolha no menu.Mantenha a gaveta fechada. sem disco. PIONER Modelo DV 333: 1º . em seguida.Pressione a tecla “Play” e. a senha “1111”. selecione a nova região e saia do “Setup”.Pressione a tecla “Enter”. DV 434 e DV 626: 1º . Modelo DV 414 e DV L606: 1º . o código 159.Pressione a tecla 0 e. sem disco. Modelo DV 525 .Mantenha a gaveta fechada. 4º . 3º . 2º .Pressione a tecla “Display”. Modelo DVD 711. 4º.Pressione a tecla “Condition”.Pressione a tecla “Play” e. A tela exibirá o numero da região atual. 3º.

DV L90.Pressione a tecla “Power”. 4º . sem disco. pressione a tecla “Setup” no controle remoto.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. pressione a tecla “Stop”.Pressionar a tecla “Menu”. 2º . DV 343. 3º . selecione a nova região pressione “setup”.A tela exibirá o numero da região atual.Pressione 1 para discos americanos. DV 515.Ao surgir a mensagem “Code”. L 717.Pressione a tecla “Condition”. Modelos DV500. 3º . “Menu” e “10 Key”. (Para usar discos da Área 1) 1º . L919. DV 05. 2º . Obs: Modelos DV L500. 2º . 4º .1º . pressione a tecla “PREV”. ou 4 para discos brasileiros. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º .Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202). 2º . 2º .Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”. Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º . SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º .Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). “COND” e “10 KEY”. de 1 a 6.Digite “1” e pressione as teclas “DISP”. 4º . 3º .Pressione a tecla “Power”. 4º . Modelo HTZ-7: 1º . sem disco. L505. DV 700 e DV 909: 1º . SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION . 2º . Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware.Com a tecla “Power” desligada.Após aparecer “NO DISC”.Ligue o aparelho.Escolha a opção (“General”).Com a tecla “Power” desligada. 2º . DV C302. Obs: Modelos HTZ-55. 3º .Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU. digite o código da região desejada (0 a 9). “SUB”.Pressione a tecla “Display”. DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware. pressione a tecla “seta para baixo”.Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los.Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto.Pressione as teclas: “DVD/CD”.Com o aparelho ligado. L700 devem ser modificados por hardware. L515. pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. DV L535.

no caso dos desktops. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. eles consomem mais energia. pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. Para tal. fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. NiCd. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º . Segunda geração de baterias.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware. em alguns aparelhos. fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. o mesmo não é afetado. à medida em que os processadores ficam mais potentes. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks. Nickel Metal Hydrid). Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV. Eram mais baratas. principalmente a cópia de filmes. mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo. o Macrovision não atua. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. . O desempenho da máquina será de pouca utilidade. em intervalos de alguns segundos. Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna. Como o AGC do receptor TV é diferente. mas. incorporado ao conversor D/ A. Nickel Cadmiun em inglês). Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais. Entretanto. Baterias de Niquel Hidreto Metálico. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. desabilite o Macrovision. NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks.Quando surgir o menu. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. em alguns poucos aparelhos domésticos. Como o sistema foi desenvolvido por software. No DVD ROM. a situação é radicalmente diferente. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente. O macrovision afeta.

Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora.66 GHz. Em 2001. apresenta resistência interna zero. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows. Li-Ion ou NiMh. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos. DICA: Uma bateria esgotada. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio. Isso significa que. abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora. utilizada para se medir baterias de automóveis).proporcionavam maior carga. pois o Linux não exige pagamento de licenças. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio". O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU. XP Professional e XP Media Center. Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado. um centrino de 1. provocando um apito da fonte do notebook. um Dual Core 1. se o consumo for de 2000 mA. a bateria consegue manter 2 horas. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias. . A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP. seja NiCad. se o consumo do notebook for de 4000 mA. agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. São mais leves. Lithium Ion). Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. A intenção é reduzir custos. ou próxima disto. dentro de uma mesma família de processadores.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home.33 GHz consome mais do que um centrino de 1. Em geral. AH. e faz comparações com as baterias de NiCad.00 GHz. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. As mais modernas baterias para notebooks.

restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi.Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). quando ela é adquirida). mas isso pode tomar tempo considerável. Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook. dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. e passou por sucessivas e rápidas evoluções. As máquinas mais antigas. esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para. dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802. placa de rede. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. CPU.11b. atualmente (2007). Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. teclado. em caso de necessidade. sejam desktop ou mini torres. Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. Atualmente. fax/modem. O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos. tendo em vista as . Com o crescimento da internet. ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. memória RAM. placas ou interface de som. placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). essas redes podem ser locais (LANs. monitor. praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. Este sistema integrado. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. que não têm o chip.. O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. discos flexíveis ou "floppy". como a Dell. fornecem os CDs como um opcional. Em termos de sistema. etc) e o Sistema operacional.. geralmente em locais de trabalho) ou a internet.

O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. Então. mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. Anteriormente. Os periféricos como "fax/modem" e multimídia. só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos. A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops". Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro.. e o objetivo para o qual foi previsto. notebook ou laptops. Hoje. seus problemas e sistemas operacionais. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). Digital etc. e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). em alguns casos. Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. construído por fabricante diferente. Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. Notebook São computadores portáteis com peso entre 2. FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of . Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. o conceito de "sistema proprietário". Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. pesam acima de 3 quilos. alta resolução de vídeo. está se restringindo aos notebooks. Compac. O seu projeto é diferente. só as grandes empresas como IBM. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. passou a ser conhecido como "sistema proprietário".5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops". ou de "arquitetura fechada". Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente.peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante. também.

são os HD.Integration” . edição de textos e alguns programas específicos. (2. Diagrama em bloco Na figura abaixo . .5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. e em alguns casos. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook. Os HD para notebooks são menores. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados. O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD. agendas. devido às suas peculiaridades. A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar. menos de um quilo. Os notebooks. e planilhas. os HDs de 19mm estão sendo abandonados.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”. Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks.5mm. Seu peso é menor que 2 quilos. pesam. "Palmtop". pequenos editores de texto.

Este circuito. de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico. -12.44MB e drive de .apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. eventualmente. -5. +2.0V. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados. por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. por exemplo: +12. +5. entre 750 e 1200 V. o hard disk. alimenta uma bateria principal para carregá-la. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro).9 e/ou +3. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas. não necessariamente nesta ordem. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio. portanto. (iluminação e controle de brilho do LCD). transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC.2. Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada. conhecido como inverter board (inversor). -12 e +5 ou -5V. e. Este conversor pode gerar várias tensões: +12. Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. e os floppies de 1.

porém no final. Em todos eles . para substituição ou o reparo chegou ao fim . Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA. de +2.0 a +3. quem está por traz é sempre AMI. +5 e/ou +12V. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes. entre outros. e o xxx o código correspondente ao erro. A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. utilizam chips com o seu logotipo. aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. seguida da palavra erro # xxx. O sinal # significa número. IBM. . figura abaixo. Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. As empresas: American Megatrends.0V. Neste caso. ou qualquer coisa parecida com isso. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST. o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais. e cumprindo as instruções do BIOS. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. mas as rotinas de BIOS não foram completadas. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos. podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). AST. para qualquer máquina. É recomendada a consulta à Internet. Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres).CD-ROM. Na tabela a seguir.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. Os fabricantes de notebooks. estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. ao ligar um computador. Samsung e Zenith.se for detectado um erro. algumas vezes. Award Bios. Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante. Phoenix. ou se tem um chip igual. estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell. Award. a CPU.

IBM. Como já foi mencionado anteriormente. Phoenix etc. razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. e. Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. laptop ou palmtop. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. Se a execução das rotinas do BIOS for completada. Se o computador executou todas as rotinas do POST.. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes. tipo de parafusos usados na fixação da tampa. estejam corrompidas ou erradas. (não deu o boot). Finalmente. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória. mas o computador não parte. Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. Normalmente. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho. ao disco rígido e/ou flexível. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management). Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. ou às portas ativas. Seqüência de abertura b. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). retirada da bateria principal (battery pack). Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. Allen. nada acontece. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema. e. o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo.. caso o manual de serviços não esteja disponível : a. neste caso.montagem de componentes em superfície. Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. A falta de vídeo. ainda temos problemas na configuração do BIOS. no LCD e/ou no monitor externo. fundo e laterais: comum. spline e torx. os custos de manutenção na área de SMD. nem um led indicador acende. torna-se cansativa. Phillips. Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados. se ao ligarmos o equipamento. observe e anote sempre. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente. Recomenda-se que cada passo . quase sempre serão considerados altos pelos clientes. nestes casos. não há como executar o reparo.

Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. enfim. uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware. uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. é a inspeção visual.2. Componentes do conversor DC/DC avariados 4. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso. em 10% dos casos. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. pode não resolver o seu problema. típico. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. que a troca de um fusível. Teclado inoperante 7. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador. estufados ou vazando. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. Não tenha dúvida que esta inspeção . resistores queimados. Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. capacitores eletrolíticos abertos. vai revelar fusíveis e indutores abertos. entretanto. Sugere-se ainda. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. são: 1. É quase certo que. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. transistores e circuitos integrados queimados . detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido. Disco rígido inoperante 2. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. Note. logo após a abertura do equipamento. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . A causa mais simples. Defeito na CPU 10. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. medindo-se tensões e formas de onda.seja levado a efeito com paciência e calma. Defeitos na tela de cristal líquido 6. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. mas que pode resultar em avaria grave. Algumas vezes. a olho nu. Disco Flexível inoperante 5. Defeito no mouse ou TrackBall 8. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. Como já foi exposto anteriormente. devemos partir para a pesquisa efetiva.

defeito mecânico. Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b). ou elétrico. alterando a sua geometria. braços de posicionamento.. As placas magnéticas (e). Assim. cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns. recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia.defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) . são componentes cuja confiabilidade é baixa. pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes.. motor etc. estão fixadas à estrutura principal (j). ou da substituição de qualquer componente . As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d). é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo. o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) .defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros. Nos dois primeiros casos (a e b). c) . vejamos o seguinte: se os HD convencionais. Western Digital etc. que são pratos confeccionados com metal (a). Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. nos pratos. É o caso da substituição de componentes SMD. O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. cabeças.. consideramos como defeitos físicos..Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos. muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa. Quantum. em sites da Seagate. Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. soldados à placa lógica.

é o Easy Recovery. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. principalmente. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. entretanto. também do DOS. Em princípio. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. No caso. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. o seu desempenho e.interno. e ou apenas como demonstração. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. e tente utilizálo. dos programas que serão utilizados. esta informação é correta. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. mesmo que eles continuem a operar. Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. No último caso (c). é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD. e Windows. (e muitas vezes. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. deve estar desabilitado. chips com informações (ROM) que. executam uma espécie de "pulo por cima". não permitem que haja gravação no HD. Entretanto. para isto. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. Os programas de recuperação. teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . Quase todos vêm protegidos contra cópia. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD. bypass. O Scandisk. O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. todas as alterações. possivelmente existirão. ou ainda. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais. É evidente que. programas específicos para uso profissional. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. Cumpre. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. no entanto. alertar que. que implique na abertura do HD. a recuperação depende da extensão do dano. neste momento. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet. no circuito de interface do HD. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. se for necessário apagar a partição do HD. isto é necessário). Por exemplo. Existem. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. ao se recuperar os dados destes drives. o chip (ROM).

nada podemos fazer para evitá-las. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria. em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC. a 25% da tensão nominal da rede.Entretanto.000 Volts ou mais. . automaticamente. o circuito sensor do notebook interrompe a carga. variações que chegam. a sua bateria passa a ser carregada. sob determinadas condições. a queima do fusível de proteção é resultante de: . ocorrem muito raramente e.Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1. ou devido a uma condição espúria qualquer. por falha no circuito sensor. Quando esta estiver completamente carregada. Ao ligarmos o notebook à rede externa. Vamos .Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. é projetado para suportar estas variações. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. . Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação.Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook. cortando a passagem da corrente de carga da bateria. Estes picos são anormais. mesmo assim. que são os disjuntores térmicos. o adaptador. Se. são os mais sujeitos a avarias. Normalmente. a tendência é que a temperatura das células aumente. no máximo. na bateria principal.Quanto às flutuações. . -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem.

neste momento. que. Quando a vida útil de uma bateria se esgota. Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. e. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. ou o fusível de linha queima. Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. sejam elas de NiCad. no caso. reduzindo sua vida útil. alguma vezes até menos).supor agora. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. tendem ao superaquecimento. Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. o próprio adaptador AC/DC (Fonte). que no momento de conectar a fonte ao micro. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega. As células internas. Antes que isso ocorra. junto ao conector. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. . A tendência é sobrecarregar a bateria. NiMh ou Li-Ion. o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente. por qualquer razão. Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio.