ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
F
2 0

U

S

Í V

E

1 2 3 4

L

6

1 0 K X 1 K X 1 0 X 1

X

1

5 6

S
A V a S S l d T P i s i o

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DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

200. 2. Ex: A225 = 2. circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador).000 pF = 2. Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos. Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF).dielétrico.2 μF x 10 V (letra "A"). • Tântalo : 0. Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi.1 Mfd a 100. + _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação.5 Mfd a 10. ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0. .000 Mfd. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor. parecido com os diodos. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1.000 Mfd. _.

O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. 5. Coloque a ponta de prova preta no negativo. Agora inverta as pontas de prova. Isto indica que o capacitor está bom. Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. O multímetro registra uma resistência maior. 4.3. 6. Resistência maior. 7. . CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova.

Veja a aula prática no curso online www. • Posicione a chave seletora na escala X10. inverta os cabos. apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10. Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala.05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho.CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu .000mF.cursodeeletronica.000 mF 0. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto.com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos. Isto ocorre quando o capacitor está bom. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso. ou seja.

1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% .000 x 10. onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.000. Potenciômetro). Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato.01 x 0. Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1.material.000 x 100. A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica".000 ---------x 0. Os resistores são identificados através de um código de cores.000 x 1.

Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância .Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom). .De posse dos dois valores anotados.Tolerância .Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .RNom = 220k 2 .RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 . utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom.Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa .Erro Percentual RNom . .Vermelho = 2 3° Faixa .Vermelho = 2 2° Faixa .Tolerância . então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro. 1 .RMed) / RNom]x100 onde: E% .Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed). 3 .Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor.Resistência Medida 4 . Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4.Fator multiplicativo .Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo .Amarelo = 4 2° Faixa .Fator multiplicativo .7kΩ 1° Faixa .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa .Resistência Nominal RMed . 2 .Violeta = 7 3° Faixa . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor.RMed = 217k 3 .E% = [(RNom.

o resultado não será a soma total. é se associando resistências.4% de Erro é aceitável para este resistor. Nossa fonte de tensão fornece 9V. Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor.= 1. Associação em série Na associação em série. É um resistor limitador de corrente. portanto. Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V. Lembre-se que a soma das tensões sobre .4% de Erro 4 .A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%. de duas formas: em série e em paralelo. o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo. 1.

Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta. com suportes isolados. com suportes vivos etc.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. Potências de 10 a 1000W. Agora. Podem ser fornecidos no tipo fixo. não indutivos. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente. Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). ajustáveis. .componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0. com relação a R1.

instalação ao tempo ou abrigada. Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção. Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores. podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo. IP 23 ou IP 54. . .Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si. Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas. O elemento resistivo utilizado é aço inox.

/ Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. ou como "trava" em circuitos eletromotores. NTC . Quando a temperatura se eleva. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor).V. a resistência do PTC aumenta.Metal Óxido Varistor ou M. PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. em série com a bobina desmagnetizadora. Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas.O.

Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. • . precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. Este exercício ajudará a decorar a tabela. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. Este exercício ajudará a decorar a tabela. precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior. e instrumentos de medidas. Quando a temperatura sobre. 1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. sua resistência cai. mas com coeficiente negativo.Também é um resistor dependente da temperatura. • No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4.

então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms. considerando apenas os dois primeiros algarismos). 3º anel – vermelho = 2.Verde 5 – Laranja 3. simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros. . 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4. 4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. 300000 ohms ou 300K. 65000 ohms ou 65K.2º anel – vermelho = 2. 2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela.

1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0. coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. o terceiro número você vai substituir por zeros. . EX.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada.6º Exemplo: 4 7 0. Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores. Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200. • 1 resistor com valor entre 200R a 1K. Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor. 1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros. 451 = 450R. • 1 resistor com valor entre 1K a 100K.7 ohms ou 4. Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante.1 4.

Ex. Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores. 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Faça o ajuste de Zero.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. • Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. sendo 20 R – vermelho. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom. • Faça o ajuste de Zero. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. RESISTOR SMD • . Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Escala de X1 (1X20 = 20R). • Faça o ajuste de Zero. veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro. Confira o valor do resistor pelo código de cores. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. • Faça o ajuste de Zero. Verificando o valor do resistor pelo código de cores. • Repita o mesmo roteiro acima. DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. (não tem polaridade). preto e preto. • Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro.

que não é exatamente um resistor. Reostato .000 Ω = 1 K. de volta simples. ocupando muito menos espaço. Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. rodando com a mão. resistores variáveis são não-confiáveis. mas se comporta como um. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números. São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. Desde que o sensor não toque o filme. Os resistores variáveis podem ser dos baratos. ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Tradicionalmente. porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. sendo o 3° algarismo o número de zeros. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. é impossível haver desgaste.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. Outro método de controle. Ex: 102 significa 1. por exemplo.

tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar. observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo. os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: .O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. mas. Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série. Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas. Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores.

o dial indica o número de voltas e Knob convencional. um potenciômetro para o controle de volume de cada canal. Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. Teste do potenciômetro e trimpot. .Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta.

Transistor de Efeito de Campo. que. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central. por Julius Edgar Lilienfeld. História Primeira referência: patente feita em 1930. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo.• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. Sua idéia era controlar a . como o próprio nome diz.

mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. . O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção. O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado. por suas características.condutividade de um material. em sistemas lógicos modernos. mas é o elemento dominante. por um campo elétrico transversal.

Do mesmo modo. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada. não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). desenvolvido pela Bell Labs em 1999. Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada. mesmo na ausência desse resistor de proteção. O circuito. trabalhará perfeitamente.5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. . com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1. entretanto.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. o que danificará interiormente o componente.

FET SMD FET tradicional. A área das junções foi aumentada. outros processos e difusão. Coloque a ponta de prova preta no Dreno. gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada. o ponteiro também irá deslocar. e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. OBS. Além disso. O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate.

os processos de difusão simples e de difusão tripla. Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W. Esta é a causa da segunda ruptura. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A.assegurar uma baixa resistência térmica. O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. pode ocorrer contração de corrente. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. Tais transistores podiam dissipar 10 W. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. Em altas densidades de corrente. É. e usaram as técnicas de difusão. e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea. O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n. Um emissor com uma longa periferia é necessário. No final da década de 1950.

Com efeito. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor.radiofreqüências. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Figura 8. Nos últimos anos. Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum. Esta construção é o transistor de potência Darlington. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial. uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. no entanto. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. A estrutura resultante é gravada em mesa.44. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . se requerida. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos.

e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício.45) e a largura da base Wb.1 Pm. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat). a base e o coletor. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor. formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF. é mostrada na Figura 8. Na estrutura de base em tira. As capacitâncias internas do transistor. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas. Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8. devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. Figura 8. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores. que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas.fabricação.45. Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito. . de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente. A estrutura de base em tira.

este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. pois o componente não conduz corrente alguma. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. Ao mesmo tempo. Veja que ao conduzir a corrente. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. porém. MCR 106. como os SCRs da série 105 (TIC 106. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. ele realimenta o circuito. ele só conduzira metade do semiciclo. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. Ora. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. NPN e PNP. Nas condições indicadas nada acontece. Temos. no entanto. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . Para um tipo comum. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. ou seja. que se trata de um controle de meia onda. o SCR comporta-se como um diodo. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. então. Dizemos. C106. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. Se. então. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. etc.

Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. . Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. Faça o ajuste de Zero. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Teste do SCR. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. sendo este valor expresso em ampères. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo.2 ampères tipicamente ou até mais. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. O ponteiro deverá permanecer em repouso.disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. o ânodo negativo em relação ao cátodo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. ou seja. Isto indica que o SCR está bom. pois isso pode queimá-lo. • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. Assim. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. Tensão máxima é quando o SCR está desligado.

ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. Como o nome sugere. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. etc. Os dispositivos são fabricados num processo único. o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns. Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. FET’s. planejados de modo a se obter um circuito completo. Diodos Zener. uma série de componentes . Diodos. Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). resistores. parcial.

Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente. em uma configuração que permita realizar uma função específica. TL 084. TL080. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões. Existem diversos tipos. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado. CA3140.interligados entre si. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412. como os CA3130. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. autofalantes. etc. destinando-se à amplificação de sinais fracos. destacando-se os comuns para referência como o: 723.. operando com tensões de uma determinada faixa de valores. TL 082. etc. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito.

para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface. Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V.Reguladores de Tensão na placa mãe. A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS. o que é bem diferente dos TTL. O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. Como são centenas de elementos que formam esta família. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto.. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s.. ou seja. . 7474. 7406.. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. mas suas características elétricas são totalmente diferentes. existem manuais especiais que contêm suas características. que é também conhecida por 7400. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta. Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos.s que tem tensões fixas. 7490 etc. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74. cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40. Porém.

em um circuito chamado pontel sul. A memória de configuração (ou CMOS. pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. Para que isto não ocorra. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N. significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. como preferir) é uma memória do tipo RAM. isto é. ela é alimentada por uma bateria. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. . Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia. isto é. O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. PC CMOS é sinônimo da memória de configuração. que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema. com cargas negativas). Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados.

2.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado). é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1. 1. . Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. Posicione a chave seletora na escala de X!. ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio. porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica.

Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. sintonia. acoplamento. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. Plate. Poliéster. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. até a faixa de UHF. Exceção feita aos capacitores variáveis. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio. que possuem símbolo próprio. os quais serão conhecidos em breve. para. Styroflex Os capacitores são identificados. trimer e eletrolítico. ATENÇÃO.3.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. 4. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência). simbolicamente conforme é mostrado abaixo. . Caso isto aconteça é porque o CI está em curto. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. Proceda com este roteiro com todos os pinos. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. não significa que o CI está defeituoso. Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. Filtragens. Capacitores de Cerâmica. Independentemente de seus tipos. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências.

cerâmica.3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0.1µF. Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula. devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. o . Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha. mostra capacitores que tem os seus valores. No exemplo. mesmo para os técnicos experientes."B".Simbologia do capacitor poliéster. O valor do capacitor. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F.3nF. como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3.0033 µF (microfarad = 10-6 F). que se lê 104. significa que este capacitor é de 3. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima. plate. No capacitor "A". é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. styroflex. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0. e muito difícil de compreender para o técnico novato.

3F e dividimos por 10-12.000. resultando 3300pF.000. envolvidos com um círculo azul.3F e dividir por 10-9 = ( 0. a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%.000.25pF ±0. os códigos de tolerâncias de capacitância. é o primeiro da fila.000.003. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de . Até 10pF ±0.000.5pF ±1. Para voltarmos ao valor em nF.0033µF.001 ).000.001 ).003. Multiplicando-se 3. Note nos capacitores seguintes.000.000. pegamos 0. teremos 0.3nF ou 3n3F. O nosso exemplo.3 por 10-9 = ( 0. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números.000. de 3300pF.3 F. Para se transformar este valor em microfarad. Segue na tabela abaixo.000. o resultado é 3. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor."n" minúsculo é colocado ao meio dos números. devemos pegar 0. Para transformar em picofarad. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C.1pF ±0. apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor. devemos dividir por 10-6 = ( 0.000.001 ). ou seja.003. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor. que será igual a 0.

Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes. filtros. O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores.J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora. Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de . Observe o desenho abaixo. que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas.

+22%. Y5F e Z5U. Para um capacitor Z5U. que não ultrapassa -56%. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância". Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes.N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. dentro desses limites de temperatura. a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima". como por exemplo: X7R. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos.

Capacitância A ±1.0% B ±1. que é de 250 volts.5% C ±2. representa a tensão nominal. é referente a ±10% de tolerância. laranja e laranja. correspondem a 33000. -82%. as 3 primeiras cores são. laranja. logo adiante.5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo. equivalendo a 33 nF. E o vermelho. . No capacitor "A".7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%. mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo.2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3. ±7.3% E ±4. A cor branca. -56%.

1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados. Só podemos saber através de um capacímetro. Veja abaixo: Capacitores .

Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10. 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. Faça o ajuste de Zero. Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar. isto indica que o mesmo está em curto defeituoso. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso. OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. confundindo assim o teste do capacitor. não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER. . Isto indica que o capacitor está bom.

O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. No Cd player o disco não gira. geralmente espiras de fio. mas com tensão alterada. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. mas. para que o transformador funcione. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. ele tem que ser variável. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. para mais ou para menos. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. então é produzida no circuito secundário uma corrente. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. que pode ou não ser variável. Nos aparelhos de som o som fica baixo. Aí é gerado um campo magnético.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. . DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece. Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. Nos aparelhos de som. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso. o som fica baixo.

0 (100/50). Se tivermos. teremos no circuito secundário 220 Volts. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo. Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. . Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%. ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta. porque a fração N2/N1 vale 0. É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário. Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. Se o circuito primário for o que tem menos espiras. Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras.5 (50/100). sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. isto é. as perdas envolvidas serão elevadas. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. Se for o que tem mais espiras. Dessa forma.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts. A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. pois a fração N2/N1 agora vale 2.

Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. No transformador toroidal. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo. Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. Transformador com blindagem eletrostática.000 Gaussian. Transformador com três enrolamentos. o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e. Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor. Também. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. com respeito aos convencionais . devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. o projeto ideal de como deve ser um transformador. No fato. como nenhum outro tipo. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up).

no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e. Indutância Indutância é a característica física de um indutor. e praticamente restritos. conseqüentemente. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". Nesses casos. eles são volumosos em uma pequena escala. normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. Porém. que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor. por exemplo. o campo magnético. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador. é raro a construção de indutores em CI's.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. Energia A energia (medida em joules. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras. É dada por: . fio de cobre.

Fem) é induzida. Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais. caso em que faz a mudança de modo mais gradual. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz.onde I é a corrente que circula pelo indutor. No geral. exceto quando a corrente é ligada e desligada. Porém. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . e L é a indutância. Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta. f é a freqüência em Hertz. A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância. A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. que se opõe até mesmo à corrente direta. ω é a freqüência angular. a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor.

A corrente através de indutores em série permanece a mesma. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência. incluindo recepções e transmissões de rádio. O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador. Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura. Por sua habilidade de alterar sinais AC. mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível.

É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada. cada bobine do secundário está dividida em duas. uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário). juntamente com o motor de corrente alternada. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico. e. O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. mas tem três bobines no primário e três no secundário. Nalguns casos. conforme as aplicações. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte. Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. em que é preciso alterar o valor da tensão da . No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. de 220 Volt para 24 Volt. ou vice-versa. Transforma o valor da tensão. por exemplo. distribuição e utilização da energia elétrica. mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada.

SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Ex. por exemplo. • Para testar o transformador de baixa potência. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Utilizam-se também noutros casos. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador. como. • Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o . • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. • Faça o ajuste de Zero. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. indicando resistência alta.

O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. .Este teste indica que este lado do transformador é o secundário. Seu símbolo é mostrado abaixo. Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação. resistência baixa. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. Lembre: Primário do transformador resistência alta. são dispositivos formados basicamente por uma junção PN. Secundário do transformador resistência baixa. podendo ser de germânio ou silício. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte.

Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). tensão máxima inversa 800V 1N4007. o valor de pico da tensão alternada. tensão máxima inversa 600V 1N4006. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. tensão máxima inversa 400V 1N4005. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. normalmente de silício. enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente. tensão máxima inversa 100V 1N4003. como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. quando polarizado no sentido contrario. tensão máxima inversa 200V 1N4004. . Para um transformador de 12V. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. por exemplo. os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem.No primeiro esquema. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. ou seja. tensão máxima inversa 50 V 1N4002. especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. elevando-se esta capacidade. temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. à medida que seu número aumenta. Na onda completa. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère).

Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos. Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos. se o ponteiro deslocar.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador. DICAS: . significa que o mesmo está defeituoso. o ponteiro não deverá deslocar-se. Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica. OBS: ao inverter as pontas de prova. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo. significando que o mesmo está em perfeita forma de uso.

18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito. Impede o funcionamento do som. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. impressora etc. . Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante. 6.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. 12. computador. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. cabo preto no catodo e vermelho no anodo. Isto significa que o diodo nesta escala está bom. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. 9. se o diodo for de tensão abaixo de 12V. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. por exemplo: 3. * Troque as pontas de prova. monitor. Diodo SCHOTTKY retificadores. Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. som. Provoca a queima do fusível. CD Player. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV. 1. * Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. ou seja.

I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o . quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs. O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1. use somente o multímetro analógico para estes testes. . NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos. Nos equipamentos de som.D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a .

 Significando que esta seção da chave está boa. Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada. como por exemplo: 220V / 30A.  Pegue uma chave. etc. TESTE DAS CHAVES. CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso. 110V / 25 A. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor. Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro. . Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave.  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades. Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado. conforme mostra a ilustração abaixo. desligando ou ligando respectivamente a chave.

E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. caso contrário poderá danificar o multímetro. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. Separe as chaves defeituosas. ou seja. Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. . + (positivo) e – (negativo). A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas. Atenção. Como você já sabe. C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. a mesma estará danificada. Escala para medir tensões alternadas. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro.

caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro. Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números. . Medindo tensão alternada de 110V. enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. 250 – 50 – 10.Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova.

o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor. isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 .• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100.

Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV. Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250. o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV .Chave seletora em 250 ACV.

o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. na ausência de luz. Quando há luz incidindo. Isso provocará um aumento da corrente de base. onde a não linearidade do transistor não é um problema. não haverá uma corrente no emissor. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. porém. o coletor e o emissor. Com a incidência de . Enquanto não há luz incidindo no fototransistor.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que. ao mesmo tempo. sendo mais encontrado em aplicações on-off. a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado. Em geral. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. variando para cada transistor). associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. Assim. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. temos a relação Ic = beta Ib. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. O fototransistor possui diversas aplicações. Ele pode. possui apenas dois terminais acessíveis. e a tensão de saída será zero. a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico. onde beta é um valor fornecido pelo fabricante. a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. enquanto os elétrons passam do emissor para a base. Como nas outras células fotocondutivas. A aplicação mais usual é a de um interruptor. a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. Como o transistor convencional. estando ele em corte. a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente. Como a base está normalmente desconectada.

logo a saída estará em nível lógico "0". quando há presença da mesma o transistor conduz. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). podemos compensar esse erro. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. Para elevadas temperaturas. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a. ou junto à uma engrenagem. logo a saída estará em nível lógico "1". na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura. utilizando dois fototransistores. quando não há presença de luz. o receptor não está conduzindo. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. Para isso. NO entanto. o transistor fica cortado. Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) . provocando uma tensão igual a IeRe. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. este conduz. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. Assim.luz. para medição de movimentos lineares. para medição angular. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. Entretanto.n tenham como característica de serem rápidos. basta uni-los como na figura. A base do fototransistor é sensível a luz. teremos uma corrente no emissor. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. Tais como os transistores bipolares. entretanto quando não há presença de luminosidade. Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. cancelando uma à outra. Sempre quando um fóton é absorvido. um par elétron lacuna é gerado. não apresentam no entanto ganho. Embora os fotodiodos p-n ou p-i.

Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED. o fototransistor responde entrando em condução. nenhuma parte mecânica.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. como se fosse um transistor normal. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . baixo consumo e isolamento total. porém de grande importância para a eletrônica. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. Pelas razões apontadas. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. com amplificador já incorporado. contudo a pouca uniformidade. muda todos os dias. somente um sinal luminoso. APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples. células de CdS e fototransistores. para ativar as luzes. muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. Até agora. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação. Veja um circuito usando o foto-transistor: . uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança. Quando o LED está aceso. obtemos assim diferentes níveis na saída. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. mantendo sempre um preço competitivo. a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. Com este novo fotodiodo.

Nas aplicações normais. pela polarização de sua base. O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies. A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. Desta forma. FOTO . Ter este fator controlado externamente. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções. Se a corrente liberada for de base de um transistor. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor. os foto-transistores são usados com a base livre (NC). libera portadores de carga.transistores é o mesmo dos foto. sendo a maior parte da faixa infravermelho. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente.TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto. . os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem.Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos.

Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor.Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. caso contrário inverta as pontas de prova. . Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente. Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação. Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia. Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. lâmpada ou lanterna). painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc.

Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar. O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos. Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um. O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto. Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente .

uma lente. O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2.de aparelhos e equipamentos. . de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão. Devido às suas pequenas dimensões. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. é a utilização apenas de transistores. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. por exemplo. ou menos. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. o receptor. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. o último transistor excita um relé que controla a carga externa. como. Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem. pode ser usado. O transmissor consiste num astável. que utiliza um feixe de luz modulado. o ponto interessante deste projeto de alarme. mas. O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos.

desligar e inverter a polaridade do motor. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo.Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima. São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina. o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados. devido a alta corrente exigida pelas . Por mais qualidade que houver nos dispositivos. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave.

bobinas. Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Teste do Relê. etc. . com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete . geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos. • • Posicione a chave seletora na escala X10. maquinas fotográficas . Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação. o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa. os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos .surface mount device . Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. DVD . O LED deve acender indicando que o mesmo está bom. Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. Localize os terminais da bobina. câmeras de vídeo . Por último. LED SMD Hoje. inclusive os da categoria SMD . lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos.

ou seja. significa que o mesmo está aberto (queimado. esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova. . OBS. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa. defeituoso). Positivo e Negativo.• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. O LED tem sua polaridade. Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs.

Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. . Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor. começando com a letra B. Este componente é uma bobina.

Os transistores começam com a letra Q. Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I. Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV. Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV. O .

Posicione a chave seletora em 250DCV. O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas. a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV. O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6.ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100. .

A chave seletora deverá ficar em 10.com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES .cursodeeletronica. A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10. Veja na aula prática do www.O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6.

contendo muitos componentes no interior do CI. conforme você vê na figura abaixo.Aplicando uma tensão nos pinos do LED. eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). optoacoplador ou optoisolador. ou seja. Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. . aparelhos de som. Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador. Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto. alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo). este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz. Estes componentes são usados como sensores em alarmes. Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. também chamado de acoplador ótico. sem contato elétrico entre eles. Desta forma. outros ainda mais complexos. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente.Fotoacoplador. vídeocassetes. • • • • Posicione a chave seletora na escala X10. Existem vários tipos de fotoacopladores.

Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. linha –B. visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema. . Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. porém suas ligações são iguais. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos. Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas. ligações de linhas. linha +B. linha de sinal. linha de pulso e terra (negativo).

Veja os componentes e suas simbologias. TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .

A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes.Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B. . linha +B de 12V etc. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V. pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. Um exemplo prático é: linha +B de 110V. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho. Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor.

Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Linha +B de 103V. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. Vermelha no anodo e preta no catodo. bobinas. jamper e bobina. passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. fio. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico. Este teste é feito nas trilhas. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso.Linha +B de 300V. Com ele podemos encontrar trilha rompida. Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). chaves. Esta tensão sai do transformador de pulsos. jamper. fusível. por sinal é de maior confiança. indicando que o diodo está bom. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. é retificada por um diodo. Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. fusíveis e fios. .

significa que o diodo está com defeito (em curto). 2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. Com o . O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa. Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. esfregando de maneira a tirar toda impureza. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero. Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. Deve ter boa isolação térmica. Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho.

Isso é facilmente percebido. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro. Para sanar esse problema. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. danificando o mesmo ou algum componente. 3) Tipo revolver. Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. a mesma pode romper. pois a ponta não irá aquecer. Porem após certo tempo de uso. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. 2) Media potência: potência entre 30 60 w. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w.tempo. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”. Pois do contrario. Quando isso ocorrer. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos. Estação de solda Estação de solda analógica. Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída. basta substituí-la por uma nova. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso.

para facilitar a transmissão de calor. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. Transformador e bobina. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados. Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos.I. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. diodos. Escala para os testes X1 e X10 X1K. Circuitos integrados. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores. Transistores. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados.       Capacitor de cerâmica. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico.s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda. 2) Antes de iniciar a soldagem. Diodos.Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. Resistores. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro. plate e styroflex. poliéster eletrolítico. 3) Durante a soldagem. . não somente em contato com o ferro de solda. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). circuito integrados. etc.

Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito. 3. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado. Veja exemplo abaixo: 5R . isto conforme o seu valor. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. marcando um certo valor ôhmico. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor.  Capacitor de cerâmica. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. plate e styroflex. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta). Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. Se por acaso ao testar os capacitores. Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1. você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco.  Todos. plate e styroflex. poliéster. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. cerâmica. poliéster. não importa a polaridade dos cabos. 2.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas. Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste. eletrolítico. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R.

isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração. . Localize os terminais do transistor no outro lado da placa. Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. Vamos começar pelo meio mais fácil. Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5. O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa. indicando que o mesmo é PNP. este é um teste que indica que o transistor está bom.  Multímetro na escala X10. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO. inverta as pontas de prova. Muito bem. Na placa sempre vem indicando o terminal da base. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um.   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5. isto se o mesmo for NPN. o ponteiro desloca um pouco.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova. ou seja.    Coloque a ponta de prova preta na base.

uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto. Se o ponteiro deslocar até o zero. Multímetro na escala X10.  . mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5. Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5. Atenção. acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). não se preocupe em saber onde se encontra a base.    Multímetro na escala de X10. Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site. significa que o mesmo está em curto (defeituoso). TRANSISTOR ABERTO. o transistor está aberto. Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado. inverta as pontas de prova. Coloque a ponta de prova preta no terminal da base. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo. A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. porém isto não significa que o mesmo está bom.    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor. coloque as pontas de prova do multímetro.  Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor. O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5. vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um. Se. Catodo.

Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro. Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata. caso contrário o mesmo está alterado. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. significa que o mesmo está em curto. Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel. o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. Resistor com o terceiro anel de cor. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. ex. Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20. a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. isto não indica que o diodo está com defeito. Resistores. Caso o ponteiro . dourado. Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1. Vamos fazer estes testes por partes. você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). preto e marrom.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. dourado.  Inverta as pontas de prova. preto e marrom. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. vermelho e preto. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade).

do multímetro estacionar no número 40. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor. o resistor estará alterado. os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima. o segundo anel não importa. vermelho. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. laranja e amarelo. significa que o resistor estará alterado. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. laranja ou amarelo. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5). Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. pode ser qualquer cor. ex. 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso). Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha. Resistor com o terceiro anel de cor. verde e marro. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). se o resistor começar com a cor vermelha. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. que corresponde o número 2 do código de cores. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor. Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor.

O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro. transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. CI. . se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo. Posicione o multímetro na escala X10. ex. Ex. Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI. porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. Este é um teste para saber se o CI está em curto. som baixo em equipamento de som ou TV. Falta de cor em um TV ou Monitor. usaremos o multímetro na escala X10. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados.cores do primeiro anel do resistor ex. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. queima de fusível. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1.. aparelho não funciona etc. neste caso o multímetro não detecta. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3. Para identificar o CI em curto (Zero ohm). falha de leitura em CD etc. siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada.

e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. • • • Faça o ajuste de Zero. transformador DRIVE. faça este teste com os outros fios. • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. Agora teste os fios do outro lado do transformador. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos. O multímetro deverá registrar uma resistência alta. Este é o primário do transformador. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. transformador indutor etc. mas isto não significa que o CI está com defeito. depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. Transformador. e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). Mantenha o multímetro na escala X10. entre 200R a 1K. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • Para testar o transformador de baixa potência. • . Ex. transformador de pulsos.

Localize a bobina do outro lado da placa. Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode . O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1. • Bobina. Regule o multímetro no Zero. Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). Secundário do transformador resistência baixa. Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. • • • • Desligue o aparelho da tomada. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente. de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). Este teste é para saber se está em curto ou aberta.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. É dado forma por três camadas de material drogado. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). isto porque são bobinas diferentes. ou polarization direto). Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina.

Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas. Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas. De todos os semicondutores. conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. Representando isso através de símbolos. o que equivale a sentidos opostos para as correntes. temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta. . BASE (B) e COLETOR (C). certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E).polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso.

O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. indicando amplificação. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. Estes transistores normalmente são de silício. a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. . Osciladores. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente. R2. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. No entanto. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. ou a Motorola que usa MPS ou MPSA. São usados em circuito de Áudio.R1. etc.

Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. . A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. Transistor em curto IMPRESS Transistor . Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro.Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. em curto TELEF. Posicione o multímetro na escala X10.

Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. Posicione o multímetro na escala X10. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro.

veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. • • • • • • Pegue um transistor NPN. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. . veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. Posicione o multímetro na escala X10K. No instante que o ponteiro deslocar. pois este terminal do transistor é o Emissor. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa. caso contrário troque as pontas de prova.

formando uma sequência de junções npn. Pelo fato de ser um dispositivo ativo. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. Tal código vem marcado no corpo por uma letra. uma de frente para a outra. o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. Em geral. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. procuraremos nesta disciplina. ele necessita de uma fonte de alimentação. Transistores de média potência. sendo composto por trans(fer+res)istor. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. A voltagem é especificada pelo valor xx. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação. O nome transistor vem do inglês. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização. cada processador é composto por uma infinidade de transistores . ou seja. Consequentemente. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. base e emissor. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. o transistor apresenta 3 entradas.1 mF para evitar . O transistor é um dispositivo ativo. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. número ou sequência deles. Estas seções são chamadas de coletor. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base. ou seja. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). no cotidiano da eletrônica. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. porém que não corresponde à indicação do mesmo. O transistor é um sanduíche de duas junções pn. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. em condições ótimas de operação. Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. Por ex. apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. e necessitam de um capacitor externo de 0.

Como devem dissipar potências altas. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. aquecendo muito. como pode ser observado no esquema abaixo.instabilidades. . e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta.BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle. tensões elevadas. Encapsulamento de um transistor . Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos. Transistores de potência.

não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. Os chips modernos usam comportas de polisilício. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. mas ainda são chamados de MOSFETs. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). mas alguns fabricantes. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. e é quase sinônimo de MOSFET. O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. é. o campo . o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor).MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. onde as comportas (gates) eram de metal. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. de longe. principalmente a IBM. tais como o arsenieto de gálio. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante.

dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte.Vth O transístor fica ligado. como o da fonte ou do dreno. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. A corrente do dreno para a fonte é . . assim. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. controlado pela tensão na comporta. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. há uma fraca corrente invertida. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. e não há condução entre o dreno e a fonte. O MOSFET opera como um resistor. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . uma parte do canal é desligado. O transístor é ligado.

chipset. O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. conforme figura 3-14. etc. .temos substrato N e duas regiões P). tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS). que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe. como memória. Assim. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15). este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. 3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo.Em circuitos digitais. com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS . O transistor MOSFET é usado no PC. Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato.NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N. MOSFET O MOSFET tipo N. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N.

Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação. Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. ao contrária do JFET. . 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. sendo bastante usada. 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source. o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução.Observe-se que. A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. sendo (a) canal N e (b) canal P. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. 3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. tal como no JFET.

Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. praticamente aterrando o output (nível 0). Coloque a ponta de prova vermelha no S. não havendo sinal no output e no gate de T1. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. só quando polarizado pelo G. permanecendo em repouso. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). Com input=0 T2 entra em corte. ou seja. Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra. e daí a output= 1. Coloque a ponta de prova preta no D. IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo . o que por sua vez corta T1. veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). Temos dois transistores de depleção. especialmente na fabricação de microprocessadores. Posicione a chave seletora na escala X1. Para desarmar o MOSFET. mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. basta curtocircuitar seus terminais. tornando o consumo de energia muito baixo.3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. é mostrada na figura 3-19. Agora retorne a ponta de prova preta para o D.

......... O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura............ MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência........ A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta.............. D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais............. ...... SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício.... ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: .... NPN e PNP........ MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ................ pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo........G = Gate...

Veja que ao conduzir a corrente. Se. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Dizemos. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. o SCR comporta-se como um diodo. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. etc. então. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. . ou seja. MCR 106.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. no entanto. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. C106. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. ele só conduzira metade do semiciclo. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. Ao mesmo tempo. porém. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. Ora.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. Para um tipo comum. ele realimenta o circuito. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Temos. que se trata de um controle de meia onda.2 ampères tipicamente ou até mais. então. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. sendo este valor expresso em ampères. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. Assim. Nas condições indicadas nada acontece. pois o componente não conduz corrente alguma. como os SCRs da série 105 (TIC 106. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo.

Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. Faça o ajuste de Zero.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. Teste do SCR. por e-mail . O ponteiro deverá permanecer em repouso. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. Isto indica que o SCR está bom. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. o ânodo negativo em relação ao cátodo.com . ou seja. pois isso pode queimá-lo. telefone 61 85953815. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo.

Defeitos mais comuns: 1 . criando assim a FI.a freqüência de FI (455Khz) 2 . para que as duas .faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF. que tem o valor de 455Khz.só sintoniza estações baixas . verificar resistores que fazem a sua polarização. com a freqüência do oscilador local.a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 .transistor misturador.a freqüência da estação sintonizada 4 .rádio não sintoniza nenhuma estação .falta de ganho no transistor misturador.EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador .a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF).gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar. Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 . 2 . Oscilador local .

rádio não sintoniza nada . chave de onda. 2 . Defeitos mais comuns: 1 .estações deslocadas no dial do rádio . 2 . para conseguir uma recepção melhor e um volume maior. normalmente identificada por ter a cor vermelha. dois ou três transistores amplificadores de FI.sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo . varie a sintonia do rádio que está sendo consertado. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável. filtros cerâmicos.algum transistor defeituoso. Amplificador de RF . se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados. trimmers. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando. Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável. Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador.amplifica e separa a estação desejada.verificar transistor amplificador de RF. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. se necessário. transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF).verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite.verificar o transistor oscilador.entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela. ajuste-a. enrolamentos da bobina de antena. Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas. bobina osciladora. de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas. 2 . oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. Defeitos mais comuns: 1 . em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador. Defeitos mais comuns: 1 .sem áudio . CIs. bobina de antena em núcleo de ferrite. Detetor de envoltória – . outra branca e a outra preta).áudio fanhoso .não sintoniza nenhuma estação . transistor oscilador. Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF.

ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros. Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos. 2 . OA90 ou algum similar. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores. Defeitos mais comuns: 1 .verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante. etc. Componentes mais comuns neste estágio: transistores. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. capacitores eletrolíticos de alto valor. Componentes comuns neste estágio: alto falante.verificar transistores. regulador de tensão. . Defeitos mais comuns: 1 . transistores. Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio.sem áudio . Amplifica o sinal de áudio. capacitores. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. 1N4147.diodo detetor. transistores amplificadores. potenciômetro de tonalidade. Capacitores e resistores. capacitores eletrolíticos. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. CAG . normalmente. transformadores. pequenos transformadores. Amplificador de áudio. Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor.sem áudio . CI ou transistores de saída. Em sua saída só teremos o sinal de áudio. Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60. do primeiro transistor amplificador de FI. potenciômetro de volume.Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio.verificar o alto falante.som pipocando ou ruim . diodos zeners. ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e. 2 . CIs amplificadores de áudio. pontes retificadoras.detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. você deve limpa-los ou troca-los.sem áudio . Verificar transistores ou CI de saída. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio. Defeitos mais comuns: 1 .

Este circuito. No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local.freqüência do OL. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. . que é basicamente formado por um diodo.verificar transformador. A forma de onda do oscilador local é senoidal. O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação. o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG. e o amplificará. O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados.a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz). tenha ela um sinal forte ou fraco.freqüência sintonizada . mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada. que são: 1 .rádio não liga . no nosso exemplo 1000Khz. o amplificador de RF separará o sinal desejado. 4 . o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF. Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor. 2 . O CAG pega uma amostra do sinal detectado. mecanicamente.Ronco (ripple) junto com o áudio . suporte de pilhas. com o potenciômetro de volume).Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 . Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais.freqüência sintonizada 3 . um capacitor de filtro e um resistor. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som.diodos retificadores. através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções. capacitor eletrolítico de filtro. 2 . é o responsável por separar o áudio da FI. áudio portanto. sendo assim em sua saída já teremos áudio. mecanicamente.freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL).

.Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local. . a freqüência do oscilador local. a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local. Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: .Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. Componentes presentes neste estágio: antena.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber.7 Mhz.Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10.7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada. de forma a conseguirmos. A freqüência do oscilador local estará sempre 10. de base comum. Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada.com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico). Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores. A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos. bobinas. através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10. quando transistorizado. . Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. transistores. capacitor variável.

Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. . Troque-o e o ajuste. DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF. transistor oscilador. isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI. que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI. . Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente. A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10. . Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas. colocando numa estação estéreo e com boa recepção. um transistor pode fazer mais de uma função. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável. até que a indicação de estéreo se acenda.7 Mhz. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e. um exemplo disto e o TDA 7000. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10. normalmente. Existem diversos tipos de discriminadores. bobinas e transistores. nem todo rádio de FM precisa de um limitador. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo. muitas vezes este trimpot está defeituoso.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. podemos perceber que. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio. outras vezes dois. bobinas. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. portanto. Desta forma. . Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado.Amplificador de FI – amplifica a FI. Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor. diodos (sempre mais de um).7 Mhz.

desregulados. Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída. Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers. que ficam atrás do capacitor variável. Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador. Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. conforme o tipo do equipamento de som. Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI.Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho. Áudio distorcido – verificar o transistor. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema. Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro.

micro system etc. chave ou diretamente ao transformador.  Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador. Trimpot.  Capacitores de cerâmica __________. Diodos retificadores.  Capacitores eletrolíticos de saída ____________. Diodo zener.           Chave liga-desliga.  Diodo zener ___________. tape deck. Capacitor de cerâmica. Diodo bloqueador. ele pode está ligado a um fusível.  Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________.  Escreva o valor em Ampèr do fusível.  Transistores ____________. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação.) .  Diodos bloqueadores __________. Transformador. Fusível. Siga o cabo de força. Resistores.  Som não funciona (rádio relógio. ___________. _______. Transistores. Filtro (capacitor eletrolítico).

Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. _____________. Havendo tensão a fonte está boa. 9V. Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. • Não havendo tensão na saída da fonte. 25V. Ligue a fonte na tomada. 48V.). 12V. .• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. meça a tensão no filtro da fonte. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V).

verifique se há tensão no primário. Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV. coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  .   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário. Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV.

significa que o mesmo está bom. teste-os na escala de X1. tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador.Havendo tensão alternada na entrada do cabo.de cerâmica. Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte. chave. isto para os Microsystem. chave ou mesmo ligação através de trilhas. verificar se há solda primário do transformador. Testar cabo. encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador. . trilhas da entrada da fonte. o defeito encontra-se na placa principal. por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. Sim é composto por:transistores. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). Entre o transformador e o cabo de força há fusível. que Não estabilizador diodos bloqueadores. resistores. verificar cabos. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. diodo zener e capacitor . Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. resistores. conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída. fusível. antes desligue o cabo de força da tomada. Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. Defeito transistores. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som.

_____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência.Equipamento de som (Amplificador) não funciona. um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display). visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem.  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave. Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado. está fixado também CI regulador de tensão. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle). . Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar.

se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores.   Meça a tensão na saída de som. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. .este CI tem a aparência de transistor de média potência. Obs. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem). solda fria. A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores. geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. CI. porém o amplificador não funciona. Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by. ou seja.   Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente. Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas. trilha rompida. o problema está na falta de alimentação. Veja exemplo abaixo: Transistor. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona. Todas as funções frontais funcionam.

a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V. .   Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes. Substituir CI (se a saída for dotada de CI). A tensão positiva e negativa é acima de 20V. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores).  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada.  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. podendo ser os transistores ou CI. isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI. estes resistores são de valores baixos. o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas. o defeito está na própria saída. resistores de baixos valores abertos.  Coloque a ponta de prova preta no terra. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída.     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa.  Caso a saída esteja alimentada. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação. Verificar solda fria ou trilha rompida. solda fria ou trilha rompida. Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som).

Atenção. Substituir CI de saída. Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma. Veja quantos ohms tem o alto-falante. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor).  Coloque a ponta de prova preta no terra. . Sempre que for fazer consertos na saída de som. Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som. Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________. plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas.  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som.   Posicione a chave seletora na escala X1.

Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. 2. MÓDULO DE SOM (AUTO) .  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal.  Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo. o valor deve ser igual. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante. é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro. Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1.

é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone. É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. encontra-se também alguns capacitores. estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . tape. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive. mesa de som. Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples. Raramente os transformadores queimam. CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. CD player. violão elétrico. teclado etc.

7mF. 4. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). 6. grave. Faça uma relação deste componentes como: CI.2 mF.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo. agudo e volume. estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. Transistores. 3. • Medir os resistores de valores acima de 10K. Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. agudo. 4. O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. • Um dos canais não funciona. Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. e controles frontais. você pode notar que neles há os controles citados acima. Identifique os controles grave. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos. . Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume. grave. isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. • Aparelho de som totalmente mudo. No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. Abra o aprelho cuidadosamente. Teclado etc. 5. siga o roteiro abaixo: 1. 2. Pegue um equipamento de som (microsystem). esta entrada serve para receber sinais de CD player. Tape. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso). especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2.

é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência.• • Testar os transistores fora da plca. Verifique se há tensão no CI. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. trilhas e verificar se há solda fria. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. O Compact Disc Player com . ele altera diminuindo a pré amplificação. pode haver algum transistor aberto ou em curto. • Verificar as trilhas e solda fria. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. aqueles semi profissionais. siga o roteiro acima. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. pode haver algum dos transistores com fulga. Substituir o CI. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. o procedimento é o mesmo. UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. • Substituir CI do canal defeituoso. por esta razão é necessário substituir o mesmo. Caso a tensão é presente no CI. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. caso não haja verifique a fonte de alimentação.

decodificando os frames. D das bobinas (dispositivo axial duplo). Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas. alguns deles muito sofisticados e complexos. vê-se obrigado agora a reparar CDPs. onde podemos localizar a bobina do tracking. é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). o técnico de áudio. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos. RAM SYSCON .leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. Aos poucos. os seis foto diodos e o diodo laser. Durante o processamento. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível. que até então reparava toca discos. a bobina de foco. B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. BOBINA BOBINA A.

Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. enviando esta informação ao servo. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. Se as entradas forem iguais. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. que colocará em funcionamento o drive. se as entradas forem diferentes. temos dois outros detectores. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. após passar pelos amplificadores e filtros. Ao contrário. que é fornecida pelo servo. O pick-up. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. No pick-up. quando o disco está (A C) . Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. de trilhagem. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. Quando o disco está muito perto da cabeça. corrigir o foco sobre a pista do disco. através dos quatro fotodiodos. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco.( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). Este . Porém. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. a saída terá nível alto.O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. indicando sinal fora de foco. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Servo Tracking: O servo tracking. a saída será nula. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). os diodos A+C terão um +nívelB maior. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco. B+D terá um nível maior. SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função.

compensando alguma diferença de polarização. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Veja esquema abaixo. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. EFM LPF . Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. PLL REF.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. conforme vemos no esquema abaixo. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho.Este servo é dependente do servo tracking.

Cada motor tem. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. pois caso o fizesse. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. além do CI de controle do servo. é ativado o drive do motor de giro do disco. Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. É utilizada para o endereçamento de um circuito. O microprocessador. do teclado. A CPU faz todo o controle de funções. o circuito de processamento do sinal. de acordo com a operação que está sendo realizada. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). além do servo. faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro. um drive para gerar corrente de excitação.SPINDLE DEMOD. através das instruções. posteriormente. também terão estas funções controladas pelo micro. A via de endereço é unidirecional. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. O micro controla. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). Faz isto por meio do servo. Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. do servo e do circuito loading. entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. O disco não pode girar a uma velocidade angular constante.

recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial.005%. EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock.hardware. não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit. No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. esquema abaixo). O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio. Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. De um modo geral. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits.L. DEMOD. . Contadores: São temporizadores binários. Cada D porta é. pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. travado pelo PLL (elo de fase travada). para depois então ser convertido pelo D/. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. a partir de um cristal interno. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. Para conhecer um microcontrolador. necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos. C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída. um flip-flop tipo D ou latch. Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14). Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador. saber apenas sua pinagem. Antes. totalizando 16 bits. No receptor.A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). na realidade. torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. Após o demodulador EFM CPU para cada canal.1 khz. geralmente igual a da fonte de VCC.

 Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. diodos.). SEQÜÊNCIA DE TESTES . DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup. pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio. bem como deslocar a lente objetiva).  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. um tape desk. Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência.  Verifique: transistores. etc. capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). inutilizando-o.Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas. caixas acústicas. respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão. pois não há como recondiciona-lo). No caso do CDP. etc.  Rede de alimentação com flutuação. equalizador. Pré-amplificador: Neste estágio. o sinal de áudio será pré-amplificado.  Ligação à rede de alimentação incorreta.  Vida útil reduzida dos componentes. uma entrada e duas saídas. amplificadores de potência.

 GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4. então o defeito poderá estar no servo. Se estiver. substitua esses circuitos integrados. se este ocorrer. é uma tensão DC de 2.  EYE PATTERN: Sinal de RF.  MIRR: Circuito espelho. ou seja. Retornando ao teste do movimento da lente objetiva.  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase.  EFM: Saída de dados digitais. ajustamos o PLCK. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador.5V. Se não tiver. É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa. Tracking e PLCK (velocidade). Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio. Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. tendo tensões nas saídas destes drivers.O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. Se não ocorrer este movimento.3218 Mhz. conforme veremos a diante.  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). Se o defeito persistir mesmo após os ajustes. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. onde não há sinal.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída). É especialmente usado nos modos Search e Skip. Feito isso. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente). Encontrando o sinal Eye Pattern. o disco fica sincronizado com o clock do aparelho. Em geral. Se não tiver. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes. .  ASY: Auto-simetria.  DEFECT: Sinal detector de defeito. Contudo. Deverá efetuar os ajustes do foco. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser. Não encontrando este valor. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking.

a) Se todos os valores de tesão existem. SCOR. ⇒ Os quatro sinais (MDP. SUBQ e SQCK: Sinais do sub. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes. SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro. São sinais de pulso. LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis. RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. MSD: Controla a velocidade do disco. b) Se não há tensões com flutuações.código que contém o TOC. CLOCK.  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor.      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) . c) Se não há intermitências de tensões. PLCK: Clock do sistema (4. Portanto. um CDP requer 5 ajustes. MON e FSW) são pertencentes as servo CLV.       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. comece por verificar. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). acusando problemas de regulagem. d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual). Saem do processador PCM para o micro. Basicamente. DATA. antes de qualquer tipo de análise no aparelho.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits.  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem. ao mexer nos fios ou conectores. MSD. porém.  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco).

Neste último caso. . ⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up. Daremos. noções genéricas de como fazer estes ajustes. com este disco sendo reproduzido. Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura.5 us/divisão e 0. Ajuste o osciloscópio para 0.5 V/divisão em AC. teremos o sinal musical do disco ininterrupto. Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. retoque os ajustes de foco e Tracking. Reproduza este disco. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo. Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições. Coloque o disco de teste. no entanto. haverá falhas no som.Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes. Se houver problemas no sistema de filtragem digital.

A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK). ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior.2 ms. Uma vez terminado este ajuste. Coloque o disco de teste.5 VRMS no VTVM. Coloque o osciloscópio (0.5 a 3 VPP. . Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes. retire o curto do trimpot de ganho. Pode ser colocado antes do driver da bobina.3218 Mhz. DC) na saída do amplificador do servoTracking. Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0. ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking. Reproduza o disco. Veja na figura abaixo./div. ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up).Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern. Reproduza o disco de teste. Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco).

O aparelho. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. No entanto. DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. no entanto. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva. Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). com álcool isopropílico em seu interior. usando uma escova de dente para isto. a placa de circuito impresso estiver oxidada. deverá estar desligado. Potenciômetros. com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. Se. que provavelmente estará defeituosa. nos dirigimos até a fonte de alimentação. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). injete pequenos jatos sob a unidade óptica. Na unidade óptica. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco. logicamente. # NOTA: Estes valores são genéricos. Não toque com as mãos a lente.000 horas. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção. varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido. eventualmente. por se tratar de . Este dado.Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). Caso haja gordura impregnada na lente. pode ser limpa com álcool isopropílico. Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. onde temos a lente e as bobinas. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos).

o microprocessador não pode trabalhar. é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display). é feita do TOC. lubrifique levemente as partes móveis. a não ser que o Display também esteja incorreto. Assism que o disco é carregado. as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon. Com graxa de silicone. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado. que encontra-se na circunferência mais interna do disco. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada. A opção do microprocessador é a menos provável. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante.  Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. Sem a leitura do TOC. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco.  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas.um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores.

depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter).Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica.Servo de tracking . demora muito a localizar faixas.Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento. não lê as últimas. O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas. referimo-nos a ajustes.Servo de foco . uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos. não lê as primeiras.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C . da qual o laser é o elemento principal. trata-se de um defeito complexo. DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR . Tracking e CLV nos dianósticos. eventualmente. O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente. No entanto. Do ponto de vista prático. DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . com sete possibilidades distintas. ilustra um pick-up óptico do CDP.Unidade óptica  Pula trilhas . lentes colimadoras e.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: . defeitos nestes estágios.  Problemas no laser O esquema a seguir. lentes colimadoras e pelas lentes objetivas. é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal. visto que todas elas são essenciais nesta função. no prisma. Fica impossível indicar a mais provável.Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS .Descolamento da(s) lente(s) B . não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc.Como o leitor pode observar. poderemos encontrar.

.. Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye ...... Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref... VR4 escreva sua referencia e endereço... na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: ... Insira o disco no compartimento... Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1... Ajuste em Cd player tracking OFF set..Unidade óptica .....Servo do motor slide...... HF e GND..... pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2. Escreva seu valor ôhmico... e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais...  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref......  Marque com um círculo os pontos TP..  localize o trimpot tracking OFF set..... a leitura do disco é feita em saltos.Neste defeito.....  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2. ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2......... este é ligado no pino 20 do CI 2... r10. DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF..

Mínimo 2vpp .pattern.típico 2. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos. chave e fusíveis. etc.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força.) para o valor DC de 50mv. vibração-impulso elétrico. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon.5 distorções.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset. é feito pelo alto-falante. impulso elétrico-vibração. é executada pelo microfone. enquanto que o segundo. fitas. gravá-los em vários meios (discos. posteriormente recriá-los.) para.5 Vpp mais ou menos 0. DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. A primeira conversão. Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento. . Focus off SET.

Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. Crossover: Também chamado divisor de freqüência. entre ½ e 2 polegadas. apesar de também haver independentes. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas. usualmente por baixo de 250 Hz. ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais.Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. e nao requerem de grande potência para tocar alto. leve em consideração os seguintes detalhes: . Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal. geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). de tipo passivo e ativo. São menores e leves. Médios: Têm uma resposta em freqüência. Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar. tamanho e consumo intermediários. são componentes integrados. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais.

e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. O primeiro valor é o mais importante e realístico. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes. e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante. Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. 4 e 8. Partes do alto falante . Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. de acordo com o modelo de carro que possuirmos.Medida: Logicamente. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2.

Na figura a baixo. Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina.União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M). Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. Estilete: Para cortes necessários durante a montagem. . as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A .Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem).

Resiste a 150ºC.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G . do rótulo azul. Remova da carcaça todos os resíduos de papel. não servem.Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H . D . laváveis com água. Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume. A melhor é a da 3M. * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra. Depois de tudo limpo. Nas unidades de PA (alta potência). . Serve de qualquer marca. formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo.União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E . use Araldite lento (24h).Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M). precisamos de colas resistentes a altas temperaturas. Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. em situações extremas. B . Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada. Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo. para motores diesel. não deixando marcas.União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã. * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo. É escura e melhor de aplicar. centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos). Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1.Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo. 2. As demais (desse e de outros fabricantes). e acabamento com laca automotiva preta F . O Araldite rápido não é resistente o bastante.União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra). Solúvel em acetona. Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina. * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência. 3.

que serão soldados dos terminais do alto-falante. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. observe que eles devem passar por dentro da aranha. 5. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. Material para impermeabilizar o cone e protetor. 12. 13. Misture água e cola branca (meio a meio). Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha). É hora de colar a aranha.4. Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã. 8. 15. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone. para cima nem para baixo). AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. 11.Cascorez Extra (a do rótulo azul). 14. Use cola a base de PVA. Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). eles devem permacer grandes. PRONTO! O alto-falante está recondicionado. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. a . Antes de colar o cone. 9. 6. Cole o cone na carcaça e na aranha. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. Solde as malhas nos terminais do alto-falante. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina. nesse caso use menos água. pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. de boa qualidade . A água abre os poros do papel. 10. a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. 7. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado.

o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem. etc. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). velas náuticas. pelo uso. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. Portanto. pois é comum que ela se solte parcialmente. (não protege contra a chuva. cuidado). A propósito. e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. e ponha um peso sobre ela durante a secagem. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. Use Cascorez ou cola para junta de motores. Muito usado na proteção de estofamentos. gerando ruídos no falante. carpetes. Para impermeabilizar. Imã Outro ponto muito importante. cole bem a calota no cone. de difícil localização. Por ultimo. aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. que prolonga a vida útil do cone.cola penetra nas fibras. só retirando depois de seco. Durante o processo. contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do . observando como foi feita a montagem original.

Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e. neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5. eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. Os filtros podem ser ativos ou passivos. médios. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante. Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador. Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo. que varia de acordo com os componentes que são utilizados.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas. O passivo é composto de capacitores e bobinas. o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. pois isto acarretaria um excesso de excursão.18 dB 2 indutores + 1 capacitor . drivers. Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante. ou seja.6 dB 1 indutor .12 dB 2 capacitores + 1 indutor . DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal. Já no caso do passivo existem perdas.000 Hz a resposta em freqüência. Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes. a medida que aumentamos a quantidade de componentes. etc.18 dB Como podemos ver. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5. indutor e alto-falante. Existem dois tipos de divisores. Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências. já o ativo através de um circuito eletrônico. Por exemplo: 1 capacitor . o passivo e o ativo. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida. como o caso dos tweeters.falante. médio-graves.000 Hz. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação. • • Ativos . ou seja. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor. antes de enviá-lo aos alto falantes. Para isto são utilizados os filtros. .6 dB 1 capacitor + 1 indutor .são compostos de circuitos eletrônicos Passivos .

enviado ao circuito pré – amplificador. capta os sinais elétricos. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes. polia de retorno da fita. Quando na leitura. molas de tração.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos. chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. circuito pré – amplificador. correias. 1. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única. Quando na gravação. CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. eixo capstan. é constituído de: rolo pressor. sensor final de fita (apalpador). que depois é aplicada ao amplificador. A mecânica do gravador.) cabeça apagadora. polia tratora. 2. motor disco capstan. Localize no Tape Deck. gravados na fita. gravando – os na . Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE.

CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador .fita. sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco. fornece uma certa resistência . Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som. e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. Ao acionar a tecla FF. ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. Também na parte frontal da cabeça. 1. . a reprodução como a gravação. deixando a polia tratora em alta rotação. a bobina da cabeça . Localize o circuito pré – amplificador. O teste é feito na escala de X1. Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. Geralmente em tapes decks stereos com dois canais. para manter a rotação de 33 RPM. No entanto. o teste da cabeça com o multímetro. variando de cabeça para cabeça . CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. quando esta se desgasta . havendo então a necessidade de substituição da cabeça. existe uma película que fica em contato com a fita . POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita.

MOTOR O motor interliga o sistema mecânico. Localize o disco capstan. retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. . 1 . coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. em alta rotação. EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan. Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo. deixando a polia de retorno da fita. através de correias. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve. O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. para não forcar o motor.

mantendo o REDSWTH constante. esta um imã em circulo. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor. . mantendo o feixe de luz constante. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. quando chega ao fim .SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. usam sensores como apalpador. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. eliminado os pulsos. alternado o feixe de luz. produzindo pulsos para. Nesta polia. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. este disco fica girando. caso o tape Deck não tenha o foto transistor. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho. a polia para de girar. Pegue o cartão de treinamento e teste no local. Fazendo assim. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. Ao termino da fita. fazendo o motor desligar. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. peca ajuda ao instrutor. que adotam o sistema de disparo . foto transistor ou REDSWTH.

ou outras informações na fita. mantendo também em nível constante. fazem a pressão entre engrenagem. quando apenas na reprodução da fita. mas ao colocar a fita. 1 . polias. inverte o circuito para o sistema de gravação. quando a tecla de gravação é pressionada. A chave comutadora. SOM BAIXO O radio funciona normal. o som é baixo. Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido. com as polias e motor. Faça um teste das correias e veja se há desgaste. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. caso de duvida pegue o cartão do mostruário . MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . CONTADOR NUMÉRICO A função especifica.CORREIAS As correias fazem conexão. 2 . retire-os e tente coloca-los novamente. é marcar de número a posição de músicas. 1 . teclas e antes de funções especificas. Faça o teste da chave comutadora .

polias. para conferir com exatidão os valores de tensões . Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça. o qual diferencia muito pouco um do outro. lembramos que para se verificar o áudio. caso contraria . é aconselhável Ter o esquema do aparelho . não encontrado tensão. caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório. SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. o aparelho deverá estar ligado. correias e peças diversas. devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. GRAVA. substitui a cabeça. lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . REPRODUZ. MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado.nos terminais da cabeça. então deverá ser testado a mesma. observando bem as posições de molas. que seja alimentada por tensão especifica. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. Trabalhar no circuito de BIAS. A cabeça pode se danificar por completo. Fazer limpeza na cabeça. faça estudos da mecânica. As tensões estando normais. possua cabeça aparadora. . encostar nas ligações da cabeça . Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. devendo ser substituída . deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. som baixo. É comum este cabo se soltar junto à cabeça. este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda . Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. esta limpeza é feita na parte frontal. deverá então testar os transistores. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . impedindo a reprodução do som. Verificar se há solda fria ou trilha rompida. Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. verificar se há resistor de alimentação aberto. confirmando o bom estado dos mesmos. Medir tensão nos transistores do circuito.

capacitores e resistores. ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . que gera tensões especificas (tensão alternada). se alguma mola se soltou. os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec. percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. devendo ser substituído no último caso . quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. devendo ser substituído. . APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . . antes de executar o conserto do mecanismo . deverá ser substituída. ao esticar as correias com os dedos. O motor também causa este sintoma. Há mecanismo que é dotado de um sistema. Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem. segui – se as ligações da mesma. apagando as informações gravadas. que encosta-se à fita. a cabeça não se movimentar.Como vimos ela é constituída de bobina e que . ligar o aparelho .observação : é importante . Se ao acionar a tecla rec. Rolo pressor. isto provocará a rotação irregular . Verificar se há trilha ou solda fria. baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído . esta cabeça é acionada de forma.se a cabeça estiver boa. deverá ser observado no mecanismo. . Estes capacitores fazem aterramento. como se fosse peca solta encostando em algo que gira . causa a rotação irregular. QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. transistores. se danificou . O circuito é constituído de bobinas. acionar o mesmo .

capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações.ou mesmo alguma engrenagem . o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais. não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona). Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons.NO MODO PLAY. como os computadores e outros processadores de sinais. ela poderá estar gasta . quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. Proceda da mesma maneira com o outro pólo.  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha. • Testando ponte retificadora. Em conseqüência. Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores. ou polia que a faz girar com defeito . sinais gráficos. A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora. TELEFONE CONVENCIONAL. .  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido. Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. ou seja não está rompido.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. imagens e sinais de televisão.

Remova a placa do circuito impresso (PCI). o ponteiro não deverá deslocar-se. .  Verifique as trilhas e se não há fio solto. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Localize por traz os contatos da chave. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo.  Inverta as pontas de provas. •     Testando a chave de gancho. Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante.  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho. Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo. Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos.

 A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. depois o pino 4 até o último. observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto.  Ouvirá um chiado. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado. a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo.  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante).  A ponta de prova que estava no pino 1.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos.  multímetro na escala X10.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda). Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto. Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI. • Testando o CI. caso contrário o mesmo está danificado.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um.  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI. indicando que o buzzer está bom. coloque no pino 2.  Agora teste o pino 3 com todos.  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero. .  Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume.Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda).

porém você não ouve o que ela fala. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala. Verifique as trilhas e solda fria. Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local. Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local. porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz.  Posicione a chave do multímetro na escala X10.  No monofono há um microfone de eletreto. pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência.  Inverta as pontas de prova. significando que o mesmo está bom. . geralmente ele se danifica.  Verifique se há fio solto dentro do monofono.  Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI).  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência.  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. o melhor teste é substitui-lo. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um. sendo impossível o multímetro identificar.  Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI.

que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas. Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis). coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom. Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio.  Substitua o cristal.  Siga os fios do teclado até ao CI.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma. Treine este teste com alguns transistores fora da placa.  Veja também as soldas dos pinos do CI.  No último caso substitua o CI. Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se.  Com o multímetro na escala X1.  O fone também provoca este sintoma. por traz dela há vários contatos circulares. é importante primeiramente fazer limpeza no teclado. Transistor em curto provoca este sintoma. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal). . Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois). nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira.  Uma vez verificado o teclado. agora localiza mais uma vez este circuito.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas. caso contrário o mesmo deverá ser substituído. experiente nos outros terminais. Falha ao discar certos números. neste caso é aconselhável substituí-lo.  Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira.

Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador. ANTENA UNIADE BASE . devemos dividi-lo em duas partes. O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado... passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz . O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil . Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. neste caso é preciso substituir este CI. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. Substitua o cabo de linha. Não memoriza o último número.  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado. Em seguida .  Substitua o CI de memória. Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base .  Para estudarmos o telefone sem fio.  Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. . Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva. ... antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória. UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil . onde .. Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam)..  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores..

780 MHz. Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem.78 MHz. A CPU é um micro processador dedicado. Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso).4 KHZ. Tão logo é acionada a chave para o modo use .4 kHz.600 MHz a 49. com sinal piloto de 4. A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49. que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação . A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização). resultado daí a FI (freqüência intermediaria).6 a 49. onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3. A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. do tipo LSI. a seção transmissora entra em operação .6 V . fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49.000 Hz). O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura. 1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3.haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). é envido o sinal piloto de 4.

ou seja .7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor . Portanto. . a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito.19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . se é a base ou portátil. I) Com osciloscópio: seguindo os sinais. Tendo um começo delineado para as medições . depois é só adotar os métodos convencionais de reparação . ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) .10.

5. TÉCNICAS DE CONSERTOS . DETETOR de tom da base. tanto da base como do portátil. Caso contrário reparamos a fonte. NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil . CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. 2. devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção. logicamente. Passo: verificamos as baterias do portátil. o defeito está na seção de recepção.foto acoplador da base. 4. NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico . Se estiverem corretas.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4. Então verifique: amplificador de RF. conversor e amplificador de FI. O defeito está na base. Não encontrado. circuito de proteção da alimentação ou CPU. verifique : oscilador VXO. prosseguimos no diagnostico. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . oscilador. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. B) Só tem sinal piloto no portátil.II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa. Tendo sinal piloto após o DETETOR e. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. não tendo no transmissor desta unidade. As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil. Modulador e CPU. principalmente o clock. PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria. 3. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo. Para isto .CI DTMF ou DP do portátil . Passo: verificamos os pulsos da CPU. etc). Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto.CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6). O defeito está no portátil. CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico . 1. Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. corrente alta.

teste a continuidade do primário do transformador. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte. Ligue a fonte na tomada. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V).Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte. a fonte de alimentação é usada externamente. • Nos telefones mais comuns. 9V ou 12V). veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: . • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV.

este é o de saída. abrindo o telefone e testando o transformador. Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV.• Se houver continuidade. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. Neste caso não compensa substituir o transformador. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito. Mantenha o multímetro na . O defeito estará dentro da fonte. resistores. fusível e continuidade dos cabos. diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento. • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador. significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. abra a fonte para testar o cabo. diodos. significa que o transformador está queimado. A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). O terminal que registrar maior tensão. diodo zener e capacitores. Coloque a ponta de prova preta no terra. observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. Não havendo tensão. Ligue o telefone. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). Se o cabo estiver bom.

verifique os diodos retificadores. havendo tensão substitua o CI. testar diodo zener CI ou transistor. Identificação do circuito de linha. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação. Telefone não funciona. trilhas e verificar se há solda fria. fusível. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. . Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. porém o LED indicador fica aceso. Esc. 50 DCV. resistores. Circuito Estabilizador Tensão alternada. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. pois o mesmo não está respondendo os comandos. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. e transformador. Veja aulas práticas no filme. meça as tensões do CI. sem sinal de linha. 50 ACV. verificar se há solda fria. Não havendo tensão no filtro. Esc. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet. Tensão contínua. Fale com seu professor. trilhas e solda fria.

DIODOS . Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Capacitor eletrolítico ________. Foto acoplador __________. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. Foto acoplador. Transistor. ou seja. REDSWITH (rele).Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. Resistor de baixo valor. . Indutor ________. Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO. Sensor REDSWITH (rele) ___________. Capacitor de cerâmico _______. Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. Bobina ____________. Foto acoplador. não é preciso retira-los para testa-los. Diodo _________. Bobinas. Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. Transistor __________. Resistor ____________. • • • • • Diodos. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel.

No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente. use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz. . Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. indicando que a mesma está boa. Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso. pegue duas pilhas. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo). Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. o ponteiro deverá deslocar até o zero. • • • Uma vez identificado o diodo. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador.

Veja aula prática na internet. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha). Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. . você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. o defeito se encontra na estrada da linha. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico. veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom). RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1.TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10.

substitua o CI. NÃO FAZ REDISCAGEM . Limpe todos os contatos com álcool isopropílico. veja se há solda fria ou trilha rompida. Antes de testar qualquer componente. verifique a manta que está abaixo das teclas.memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . . Caso tudo esteja OK.Os fios do buzzer vão a um CI. não raspe com objeto metálico estes contatos. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes. será necessário a substituição da manta. neste caso a limpeza não resolve.CI DTMF ou DP do portátil . eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem. Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo.

sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro. Isto explica porque mesmo em movimento. Este processo é denominado de HAND-OFF.  Substituir mini alto falante. neste caso é preciso substituir o CI. Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena. . mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências.  Verificar se há soda fria. A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF. Em telefonia celular.  Verificar ligações do mini alto falante. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio.  Verificar se há solda fria. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula. Transistor da Base e transistor da unidade móvel. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA.  Substituir transistor de antena. sem que essa mudança seja notada pelo usuário.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell.  Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel). distribuídas em diferentes partes em uma área.  Substituir microfone. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células.  Testar bateria.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena.

conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service. uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz).PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. A seguir vemos a configuração de um sistema celular. CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . O espectro é dividido em dois grupos de freqüências. ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel.

Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema. O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil). A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade. . implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. por exemplo).A seguir ilustramos as células. CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil). cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção. A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. Esta seção de recepção é um sintetizador de RF.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

O segundo tipo de movimento é vertical. ou 15. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. ou 60Hz.500 pixels. o primeiro quadro. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. Inicialmente. ou faz sua varredura. o feixe traça a linha. Um. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. quando as linhas varridas. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. no sentido descendente. E vice-versa. a quantidade de linhas é 525. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo. As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente. Prática. maior é a resolução. Então tudo se repete para que se complete o campo par. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda. Este é um movimento relativamente lento. são feitas com velocidade constante. Os da direita para esquerda. o PAL-M. Quer na câmara de vídeo. Na próxima etapa. . já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. em função da relação de aspecto. E também. O movimento da esquerda para a direita. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem. que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. E esta é taxa da varredura vertical. quer no televisor. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem.750Hz. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos. dominados osciladores horizontal e vertical. e cada quadro é composto de 525 linhas. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. a corrente cai abruptamente. feita com máxima velocidade possível. No padrão de TV adotado no Brasil. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. Logo. e assim indefinidamente.750 linhas / segundos. A seguir o movimento vertical é ascendente.

FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. para o retraço vertical. Assim. Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. SINC. O nível de preto. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . e um intervalo maior ao final de cada campo. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores. o nível de branco e o nível de preto. superpostos aos intervalos de retraço vertical. ou qualquer outra. e excursionado entre os dois limites. VÍDEO. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. que representam um sinal de vídeo completo. Os intervalos do sinal de vídeo. para o retraço horizontal. uma estação da TV. também chamados de apagamento. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. um VCR.A rigor. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. com seus elementos de imagem. Seja ela uma câmara de vídeo. Como disse antes.

FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: .: 8 V/0. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz. Transistor ou SCR). Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V. no caso de saturação do núcleo do transformador. foi desenvolvida pela Philips. também dotada pela Sharp. O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída. o tempo de condução de um componente de controle ( CI. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0.44 A Tensão para o Circuito de Controle REM. sobrecargas. Esta fonte que usa o CI TDA 8380.21 A. que opera numa freqüência de 25kHz. Tensão Principal: 103-115-145 V/0.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas. Operando numa freqüência elevada. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0.65 A. e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada. é variado. curto-circuito e circuito aberto.

RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida. CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR . No momento em que as saídas estabilizam. de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. a qual é causado por sinais de RF.CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. quando a fonte é ligada. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador.

S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. Endereço da chave _________. • Teste a chave liga desliga no local. • Teste o fusível no local. Endereço do filtro: ________.Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível. Endereço do fusível ___________. Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada. • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). para evitar choque elétrico e queima do multímetro. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ . A chave está boa? ___________. . geralmente estão próximo um do outro. O fusível está bom? __________. Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). veja exemplo acima). F101 Exercício: Pegue uma TV. Remova a tampa traseira.

Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto.• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. MOSFET Teste estes componentes no local. se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes. CI ou MOSFET). FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo. Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. • Endereço do regulador: __________. Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. Pegue uma TV: . S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI.

ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. • • • • • • • • • Fusível ________. DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . .TV _______________. Transistor _____ _____ _____ _____ _____. Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____. Transdutor _____ _____ _____. Regulador de Tensão. Termistor ______. Chave. Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______. Ponte retificadora. CI _____ _____. MODELO _______________.

Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado. só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição. OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida. Trilhas rompidas também provocam este sintoma. Capacitores eletrolíticos.Caso o fusível estiver queimado. internamente está uma grande  .). substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. Chave liga desliga – Escala X1.  Resistores osciladores. Regulador de Tensão – Escala X10. O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência. Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa. Componentes a serem testados:  CI oscilador. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente.  Faça o teste em outro TV. ou MOSFET) e quando o regulador é um CI. Ponte retificadora – Escala X10. Fusível – Escala X1. Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes.  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes.

CI – Escala X10. Regulador de tensão ‘em curto’. Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. Termistor ‘ em curto’. CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. Bobina desmagnetizadora – escala X1 . Ficando para ser testado resistores e capacitores. Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador. em curto. Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. Capacitor de cerâmica ‘ em curto’. (veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). resistores e capacitores.parte do circuito oscilador. O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora).

• Sincronismo Horizontal.  Transistor Drive. • O Oscilador Horizontal. conhecido como.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. através da etapa Sincronismo geral. e o transistor saída horizontal. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal. • Os pulsos gerados pelo Oscilador. gera uma freqüência da ordem de 15. • Oscilador Horizontal. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência.  Resistor de alimentação do Transistor Drive. . • O Sincronismo Horizontal ou SFH. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal.743 kHz.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. ou amplificador de sincronismo. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal. • Saída Horizontal. Localize o fly-back. a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. Exercício: 1. veja a figura abaixo.

transformador de linhas (flyback) deficiente. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. separando as peças pelo grupo de endereçamento. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. próximo ao fly-back. D406 – C409 – R401 etc. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). LED frontal aceso. Ex. circuitos de protecção deficientes. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON.2. portando os componentes do circuito Horizontal será. Veja o endereço do transistor Horizontal. • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. significa que o grupo do Horizontal é 400. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. . componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. SEM IMAGEM). excesso ou não limitação do +B. siga as mesmas técnicas da fonte.

Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal.Quando o transístor de saída está em curto. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. . Em funcionamento normal. quando algum componente do horizontal está em curto. Quando o brilho ou contraste aumentam. a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio.Proteção com Tiristor Utilizando SCR. o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção.

ou seja. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). Siga a base do transistor Drive. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. O resistor de alimentação está suspenso na placa. e seu Emissor a terra. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. Resistor de alimentação aberto. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. • CI oscilador Horizontal em curto. resistores e diodos. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. Transistor Drive em curto ou aberto. OBS. Ao testar o transistor saída horizontal no local. Veja esquema abaixo: • • . O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. o multímetro registra um curto. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet. o ponteiro irá deslocar até o zero.

+ + B B + B Transistor Drive. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. em curto ou aberto. observando que a escala do multímetro deve está em X1. Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal.  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. ele é usado nos monitores mais novos. passa por este MOSFET. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. Transformador Drive. Este transistor recebe pulsos de correção do processador.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. veja o esquema acima. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. O defeito encontra-se no oscilador horizontal. A tensão sai da fonte. Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço. Veja se há solda fria. Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet. . Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. Substituir CI. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal.

CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. deve ser substituído. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. • • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. Nos sistemas mais sofisticados. automáticos (PLL) para se auto ajustar. Caso esteja aquecendo. Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. levando em conta o seu tamanho. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV. . Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. Substituir Fly-back. Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). ATENÇÃO. Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7). Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. Não coloque capacitor com valor diferente.

a saber. No sistema digital possui um Cristal (VXO). Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. controlador de tensão. O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion). devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. o quadro dente a se esticar nos cantos.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. Para um grande ângulo de deflexão. que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. indutores transformadores.7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora. . Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. 60Hz para o circuito vertical.

D _______________________________________ VR ______________________________________. R ______________________________________. C _________ _________________.  Seguindo os fios da sessão vertical. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. Vertical e Freq Vert. contudo. CI de saída vertical.Obs. visto que. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. RV. TV _______________ MODELO ______________ CI __________. Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Lin Vert. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. CI de identificação (circuito detector de sistema. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. • • • . ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. estágio que será estudado mais adiante). seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.

CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). capacitor eletrolítico. a linha abre no sentido vertical. Resistor de alimentação aberto. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. Diodo em curto. SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. Note que a linha está no sentido horizontal. Bobina YOKE aberta. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical.LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. Solda fria. na forma de freqüência. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . é transferida ao circuito de rádio freqüência. após o que é difundida pela antena da emissora. O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito . captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma.

que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . saturações. Verificar entrada da antena. medir resistor de alimentação ou CI regulador. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia. Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO. tem como função de corrigir as oscilações. distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram. agindo como se fora um estabilizador de sinais. Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V). tome por referência o VARICAP. logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo.automático de ganho) . CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP). . Não havendo tensão.

) Esta informação é gerada no micro e. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS. etc. R-Y. • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico. Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres. contraste. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. Etc. Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais. • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. B-Y e G. geralmente. Substituir seletor. os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma . Ou seja. resistores e diodos). Na verdade.Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. • Substituir processador. Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres. Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). na mesma tela você pode ler o canal seleccionado.• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria.

etc.579545 MHz. Canadá. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente.confusão com a saída de vídeo sinal. Com isso. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. todas as cores ficam alteradas na tela. do CI processador. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade. com o sinal já devidamente amplificado. onde atua a malha de ACC (automatic color control).58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP). Japão. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor.. que é mais instável. saindo os sinais diferença de cor. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro. . tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações. O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens. Vd e d separadamente. É por isso que chamamos a Road. Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint. contraste. Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. anúncios.58Mhz. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma. Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. México. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. Logo em seguida. etc . sem as portadoras de 3.

Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus.750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz. Verificar solda fria. Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. numa linha só o azul. Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido. Grécia e pela maioria dos países do leste europeu. . Dicas: • • • Verificar resistores. usado pela maioria dos países da América do Sul. A imagem é formada por 625 linhas. a freqüência do horizontal é de 15. É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). Basicamente é um NTSC melhorado. a freqüência do horizontal é de 15. os sinais de croma são de 3. com excepção de França(SECAM). Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1).575611 MHz (padrão M).625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. foi desenvolvido na França nos anos 60. na outra só o vermelho. Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. Imagem sem cor. No sistema PAL N.575611 MHz.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada. Os sinais são modulados por uma portadora de 3. sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia. PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60.582056 MHz. os sinais de croma são de 3. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. A freqüência do horizontal é 15.625 Hz e a do vertical é 50 Hz. a imagem é formada por 625 linhas. Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°. Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar. Substituir processador.

______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores. nítidas. Imagem desfocada. Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. ou seja. observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. . Tela escura. G (verde) ou B (Azul). Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. dois fios saem do flyback (foco e screen). R (vermelho). Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal. No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. ela faz com que as imagens fiquem focadas. Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV.Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa.

2. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). 3. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal. ao fly-bak. O resistor tem um valor entre 0.Técnicas de consertos. meça as tensões na saída da fonte. 115V. tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F . c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak.3R a 10R conforme o modelo de cada TV. b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak. Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo. 120V). A Philips costuma dotar um fusível. TV NÃO FUNCIONA 1.

esta continuidade indica que o resistor ou o fusível. estando embutido no CI chaveador. com CCE. Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. veja também se a trilha está rompida. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. enquanto que outras marcas como a CCE. c.d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1.). significa que o oscilador da fonte não está funcionando. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. 115 etc. Há tensão B+ alta? a. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. d. cerca de 6V a 9V. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). Para algumas TVs. nesta trilha você vai encontrar este resistor. Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. Philco etc. é usado na fonte como chaveador um CI. Teste-o fora da placa. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador. 2. este valor varia o valor conforme cada marca de TV. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. f. trilha e a bobina do flyback está boa. siga a trilha que liga o positivo do filtro. Para localizar o resistor. b. A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. o circuito oscilador não possui este CI. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. no resistor de alimentação ou fusível. e. . pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. Meça este resistor fora da placa.

280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. ou seja. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. fusível queimado. chave liga-desliga defeituosa. Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. ligue-a para fazer este teste.g. as causas são: a. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. OBS. Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. indicando a boa continuidade da outra fase AC. se as trilhas. b. significa que a fonte está boa. fusível. Se por acaso uma das fases não houver continuidade. Isto indica que esta fase da rede AC está boa. Testar fusível. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta. 2. valor entre 0. c. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. esta tensão pode varia de TV para TV. Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1. valores que podem chegar entre 12V a 48V. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal). Testar resistor alimentação (de fio). resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. A falta de tensão alta. Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. . TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1.

isto porque ele é aterrado. som etc. Um dos pinos deste CI não se encontra tensão. b. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. 3. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . a. Meça as tensões nos pinos destes CI. sendo que um deles é um FET. 5. d. 1. Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. dois de seus pinos devem apresentar tensões. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia. 6. um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. Testes os transistores fora da placa. significa que há solda fria. Teste os diodos que estão ligados neste circuito. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. c. 4. Caso o CI processador esteja alimentado. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal. TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. No último caso substitua o SYSCOM.). e. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa. Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. vídeo. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. Caso não haja tensão de 5V. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. croma.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. eles parecem transistores de média potencia. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. na trilha que liga a base do transistor Drive. estes CIs reguladores são de três terminais. O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar.siga o roteiro abaixo.

satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. Transistor saída Horizontal 2. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência. . Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. Caso a tensão do coletor surgir. O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive. fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. o multímetro registrará uma resistência alta. ao testar o primário do transformador na escala de X1. Obs. provoca a ausência de tensão em seu coletor. isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. sendo necessário a sua substituição. 4. E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. Teste o transformador Drive na escala X1. O multímetro não detecta defeito no cristal. significa que o CI oscilador está danificado. Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. Quando o transistor Drive entra em curto. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms. 3.

desligue a TV. 2. 3. linha +B. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito. 4. Coloque a ponta de prova preta no terra. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. Teste o diodo zener de 120V. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. 5.Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). caso permaneça o apito. deixando a TV inoperante. ele está ligado na saída da fonte. significa que o fly-back está defeituoso. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto. . o Fly-back ou diodo zener de 120V. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal. 2. Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. Faça o teste do diodo zener na escala X10. solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. Quando o transistor saída horizontal aquece. Teste o regulador de tensão. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. 4. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. Desligue a TV. OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. mude a escala do multímetro para 250 DCV. 1.2mF a 47mF. Veja se o apito permanece. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. 3. 3. 2. se tiver outro em mãos substitua. TV NÃO FUNCIONA. Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero). Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. 1. Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. entre 2. 1.

O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0.  Bobina aberta – o multímetro não registra resistência. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical.4. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte. Com a tensão presente no CI de saída vertical. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido. . 2. Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. o qual se encontra no circuito vertical. 3. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte. verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical. Confirmado o funcionamento da bobina. 1. um deles pode estar danificado e provoca o apito. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical.

Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. você deve trabalhar no circuito oscilador. Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro. • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. “a sua mão deverá estar no metal da chave. Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. croma. naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. vídeo. sendo necessário sua substituição. Localize o CI saída vertical. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. significa que o resistor de alimentação está aberto. som. para sabermos se o CI está danificado. FI de vídeo. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. trimpots. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. o mesmo que está o oscilador horizontal. Certificado de que a saída vertical está boa. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo. trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. que pode ser. . bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. diodos. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical.4. resistores. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. O multímetro não registra este tipo de defeito no CI. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”.

A tensão saindo da fonte. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V. • Verifique se há trilha rompida. verifique se há solda fria no pino do flyback. A tensão saindo do flyback. pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto.1. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. substituir o flyback. meça a tensão alternada no anodo do diodo. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. este resistor está suspenso da placa. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. Se não houver solda fria. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. 2. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo. • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. Se o resistor estiver bom. . 3. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V. 4. não encontrando tensão alternada. Se não tiver o esquema. Usando o esquema da TV. veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta.

porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma. • Linha senoidal Bobina Defletora em curto.7mF etc. 4.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema. . Substituir a bobina por outra da mesma especificação. 10mF. Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela. No último caso substitua o CI de saída vertical. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema. • Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF. Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores. qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa).

Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. estes capacitores podem chegar no máximo 4. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também. Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema.2 mF a 47mF). . Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot. faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada.• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. provocará este sintoma. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. Conforme a TV. observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. que estão ligados ao CI de saída vertical. Caso a imagem preencher a tela. Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. este ajuste retoca a imagem na parte superior. O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. Se o sintoma permanecer. Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. pois qualquer que um deles estiver alterado.

neste caso é aconselhável ter o esquema em mão. faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. Coloque a ponta de prova preta no terra. veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. veja a função de seus pinos. a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. . Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON). Coloque a ponta de prova preta no terra.• • • • • Ligue a TV. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo. Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. Ligue a TV. O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. deve agora medir a tensão de 33V. pode ser que o mesmo esteja aberto. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP).

significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando. VT = tensão variável . BU = Faixa de UHF.  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico. no multímetro digital na escala maior que 50.  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. Com o multímetro na escala 50DCV. • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. • No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V. coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão. você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V). AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) .  Coloque a ponta de prova preta no terra. Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima. Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia. O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. Veja também se há trilha rompida. .  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH. AFT = Sintonia automatica de frequência . ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão . podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). siga o roteiro abaixo. Não havendo a tensão de VT. 10.FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video .  Ligue a TV. 11. BL = ou VL Faixa dos canais baixos . BH = ou VH Faixa dos canais altos . ou mesmo o diodo ZENER em curto. 9. Verifique se há solda fria. 12.

É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas. 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto. faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria. Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. retire este transistor e teste-o. 7. TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. siga a trilha que está ligada a este pino.Saída de sinal de FI. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. significa que o circuito chaveador de banda está bom.  Se não for encontrada a tensão no pino BH. você deve substitui-lo. 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON. No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto. 6. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON.  Caso a TV for dotada de CI. 4= VCC .  A trilha do BH vai a um transistor ou CI. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI.  Teste a trilha. só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL.Entrada de sinais do CLOCK. baixo ou UHF. 4.  Verifique se há solda fria. 3.  Siga o mesmo roteiro dos canais altos. Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda. 5= IF . substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. canal baixo e UHF. 3= SCL . devendo ser substituído o VARICAP. 6= CAG – Controle Automático de Ganho. VARICAP com sistema digital. . 5.Entrada de tensão +B.

além das pistas normais de cobre. o CI é de tecnologia digital. O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. Nesta placa. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". ex: 01010 ). algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". existem as pistas de Carbono. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. que apresenta uma certa condutibilidade elétrica.CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta". por isso mesmo trabalha só com informação digital. . ( 5K ou mais ). Para quem não sabe. e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock. ( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. a qual é necessária para que o CI reconheça. Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms". ( uma palavra digital. deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. Afinal. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI. (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada.

Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo. led IR ). inibe o sistema.gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI . aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida. nas áreas de pressão das teclas. 6. . 2) Por outro lado à placa de circuito impresso. é bom vê-lo também.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade . vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ). por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda. Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente .1) Nesse conjunto ( transistor. existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms. isto é sincronizado. 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa. no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo.e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI. 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ). 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto.que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente. é bom dar uma olhada neste componente também.

e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. 12) Atenção ao suporte de pilhas que. 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. ( medir com aparelho capacímetro digital ). pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. 13) Existe no PCI. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). ( placa de circuito integrado ). ( ligações entre pistas ). 8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ).7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. . ora dá. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. para poder dar manutenção com o controle remoto aberto. vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas. de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas. ora não. pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. e vale também para oxidação ( ferrugem ). também seria bom dar uma boa olhada neles. alguns jumpers. acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim. é bom medi-los e trocá-los quando necessário. devem ser checados com cuidados.

A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA. O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente. “ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. Lembre-se de que o cliente. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado. . não é crítico. porém com baixo som. O LED receptor ( BP 109 ).Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção. O LED é comum e de cor vermelha. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. Montar em uma placa de circuito impresso. A bateria usada é de 9 volts comum.

aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. . de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional.O receptor não possui bom alcance. mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando. Para evitar também o abre e fecha do controle. temos o diagrama elétrico ( esquema ).

Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ). Com relação à placa de circuito impresso . ( escala x1K ou 20K ). é muito mais técnico o trabalho e agradável. porque o usuário do controle.os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. Retire-a. Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem.Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. não acha!!! Com relação à manta de borracha . . acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). Seria melhor então colá-los não só com a cola própria. Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. aconselho usar os dois métodos. Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . porem. somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal. é melhor fazer a troca da manta. que normalmente se encaixa somente por pinos guias.vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada. ( ainda bem ). Quando os contatos da manta já não estão bons.uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. Medições feitas com multímetro analógico ou digital. volume e canal ruins ). faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto. mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado. recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo. ( alguns K ohms. o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. Se você dispuser de um ohmimetro. então vale a penas trocar estes contatos se necessário. antes de trocá-lo assim de imediato. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons). a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. mas também com um pouco de super-bonder. Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema.

Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono. por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais. . ( que é ou será você ). logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível.umedecido com água e álcool. podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. deslize suavemente sobre as áreas de contato. Em casos mais raros. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade. o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados. ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ). pois. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. esta na faixa de freqüência do infravermelho. O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. Considerações finais sobre controle remoto. quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ). Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital.Utilizando um papel absorvente . ( conduz de um lado e não do outro ). Remonte cuidadosamente o conjunto. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. porem sua medição será igual à de um diodo comum. e assim não condenaremos o CI tão facilmente.

Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features.

O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec.024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms.) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33.3 ms. mais viva é a reprodução de imagem .Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel. você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #. Quanto maior o #. .1/30 sec. mais rápido é o tempo de resposta.=33.

branco (500) max.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #. maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação. max. mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65.777. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #.216 cores 1cd/m2 Painel A max. branco preto (1000) (1) Painel B max.536 cores 32bbpp=16. este item indica quando o display está todo branco .

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

está acionado. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho. Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2). localizado no painel frontal do aparelho.1. .

1V no pino 2 do IC6300.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V. então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback. • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy. Isto é. que está ligado na placa A3U. Para isto. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. Inclusive.1V. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2. a freqüência irá aumentar muito. On State • Confirmar a tensão de 1. se a linha de feedback estiver aberto. a tensão no pino 4 irá aumentar. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300. Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas. Para isolar o fotoacoplador. Caso não existir tensão no pino 5.8 volts. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. • Confirmar a tensão de 16. Em operação normal. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. a tensão no pino 4 irá diminuir. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300. este pino deve ter aproximadamente 1. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B). Fazendo isso. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. . devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300. Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. Se as tensões estiverem normais. Esta tensão deve permanecer constante. verificar o fusível F6000.1V no pino 4 do IC6300. Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range.

• Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16. . • Confirmar a tensão de 3.Confirmar a tensão de 3. • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.pino92.pino2 cai de 3. a tensão no CN1007 .3V através do FL1001.3V (reset) através do IC1001 .3V para 0V.15MHz (Clock do sistema).

medir através do JL1072. • Confirmar o nível DC de 2.pino3. 33V.9V no CN6203 .Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 . Após o oscilador . 10.5 no CN6202.pino7. • Confirmar as tensões não reguladas de 15V.5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17.

2V) no conector CN9401 – pinos 41.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. 1.Item 5. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17.9V no conector CN6203 – pino 3. Esta etapa faz-se necessária.5V. 43 e 44.5V e 33V.1.2V – VC1. • Ao ligar o aparelho. 1. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000. PANEL 5V.2V – VC1. indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente. 17. Esta tensão de 16. o não reguladas 10.5V.5V.5V. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER. existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: . A9V. • Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel). Esta etapa faz-se necessária. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. indica que existe algum problema no microprocessador. 2.2. Esta tensão de 16. 15V . Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06. 15V e 17. • Confirmar as tensões de saída: D5V. Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 .5V. o não reguladas 10. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER. Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V.da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. Fonte de Alimentação).2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V. • Confirmar os sinais de Power 2. o microprocessador libera os sinais de Power2.

• Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2.2V – DCALERT2. a) Televisor não possui tensão de 3. • Confirmar a tensão regulada de 17.5V através do CN6200/pinos1 a 5. DC ALERT 1.1V (Proteção de DCALERT1 acionada).1.2. DC ALERT 2 .PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3.2. .1V – DCALERT1.A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3.

IC8653. DC ALERT 3 .5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U).AU_15V .2V (Proteção de DCALERT2 acionada). • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U). • Confirmar a tensão regulada de 10.3. 2.a) Televisor não possui tensão de 3. b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V .

• Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15. que não deve estar oscilando.2V – DCALERT3.2V (Proteção de DCALERT3 acionada).• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3. .7V. • Caso não encontrar a tensão de 15.7V (AU15V). a) Televisor não possui tensão de 3. verificar a fonte de alimentação.

. Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.4.2.1V BackLight.

b) Televisor possui tensão de 3. Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V). Tensão Anormal na Fonte de Alimentação . • Confirmar a tensão regulada de 17. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito.5V no pino 1 do conector CN1003.1V.8V (Placa A3U). 2. • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V).6.3V (Placa A3U) – PAINEL DET.a) Televisor não possui tensão de 3. o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção. localizado na placa B. . • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. Se não existir o sinal de Panel_Det. 2.1V. Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2.5.

8V. que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007). Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B. Quando esta proteção é acionada.a) Televisor não possui tensão de 2. • Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2.7. . que monitora a temperatura interna do aparelho. Este sensor composto pelo IC1007. o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes.

3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. Por isso. O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T. Backlight e Dimmer). .Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica. etc. Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD.). apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD. Neste material. KLV-S23A10T. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo. KLV-S26A10T e KLV-S32A10T). Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. 2) Alimentação na placa inversora (17. 2.5V). devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). microprocessador. pois fazem parte do conjunto do painel LCD. temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente.

o mesmo desliga e entra em modo de proteção. 2) Sinal de Backlight de 3. conforme item 3. Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando.2. Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0.1V no conector CN8603. Porém. Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). Se a amplitude estiver muito baixa.2A.2A e o aparelho desligar em seguida. a lâmpada está com defeito.3. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito.38A (Backlight acesso. permanecendo em 0. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Imagem em modo padrão.1. Devemos então.3. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. Se o consumo de corrente não chegar aos 1. Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando. indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente). indica que a placa inversora não está funcionando. Para isto. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17. 3. 3. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando. Ajuste de Backlight normal).5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202.38A. não indica a operação correta das lâmpadas. 3. devemos verificar: . a corrente pula para 1. localizado na placa A3U. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. mas logo após o aparelho ligar. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga. localizado na placa da fonte G2.

Neste caso.4. verifique a linha de “Panel Detect”. o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Se não existir tensão de Backlight. 3. Se ambas as alimentações estiverem corretas. o defeito provavelmente está no painel LCD.1V no conector CN8603 – pino 5. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. Para isto.5V. localizado no coletor do transistor Q8616. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. verifique se o transistor Q8601 está cortado. 4. verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . Se faltar alimentação de 17. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. verifique se os conectores estão soltos. o aparelho desliga. . 2) Sinal de Backlight de 3. Se a linha de comunicação estiver OK. localizado na placa A3U. localizado na placa da fonte G2. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora. Se a amplitude estiver muito baixa. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho.1V). Em seguida. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente. conforme item 3. mas não existe sinal de vídeo. Se estiverem OK. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). devemos verificar: 1) Alimentações de 17. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”).1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. a lâmpada está com defeito. localizado na placa A3U.

Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms.5. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: . devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída.

a) Verificar as alimentações de 17. b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i. Se for encontrado este sintoma.3V no conector CN8603 – pino 4. ii. Se não existir tensão de Backlight. Panel Detect – Em operação normal possui 2. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver. localizado na placa A3U. devemos verificar: . iii. Se realmente a amplitude estiver muito baixa.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Este sinal controla o nível de luminância do backlight.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD.1V no conector CN8603 – pino 5. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. localizado na placa da fonte G2. 6.1V). a placa inversora deve estar com problema. verifique se o transistor Q8601 está cortado. localizado na placa A3U. será detectado determinada amplitude. o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas. Backlight – Em operação normal possui 3.

porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V. mas não aparecerá imagem. Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B). RC-. 17 e 19 (RA-. 9. confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. localizado na placa A3U.2. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. mas estiver sem imagem. Favor verificar: . localizado na placa A3U.e RD+). O aparelho funcionará normalmente.Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. 3. RB+. 5. RC+. 6.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. 7. mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. Sem vídeo. 11. 6.1. RD. RB-. RA+. o mesmo apresentar áudio. 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: . de preferência em Raster “Branco”.

.As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica.

No caso da tela das TVs. plasma. a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV. LCD.Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. na verdade. Isto é. etc – no entanto. um padrão definido pela National Television . mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela). O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar.

completa e sem cintilação (flicker).Systems Committee. Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p). A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). é mais comum medirmos a resolução em pixels. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). Da mesma forma. O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA. Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. você tem uma definição padrão e uma alta definição. para sermos exatos. a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). ou varridas na tela.080 linhas. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. a tela terá 480 linhas na vertical. Portanto. e vice versa. plasma e televisões de microdisplay. conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV. a tela terá o número de linhas na horizontal. se existem 640 pixels dispostos verticalmente. mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. Como os pixels são organizados em um padrão de grade. . A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1. Portanto. com apenas 480 linhas de resolução. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva. mas com tecnologias digitais tais como LCD. criando uma imagem nítida. A razão é simples: as telas ED são mais baratas.

080p. Em geral. No entanto. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). Em termos práticos. LCD ou TVs de projeção microdisplay. por exemplo) é muito difícil. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico.A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja. No entanto. 480p. Na verdade. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma. como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. Por esta razão. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem.080i. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas. 1. as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções. oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. Elas também tendem a ser menores e com mais . etc. TVs de LCD: Entre as TVs digitais. o número de pixels na horizontal também importa. Em geral.

Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay.opções de resoluções. e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano. Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. uma tecnologia criada pela Texas Instruments. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) . Assim como acontece com as TVs de LCD. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing). Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela. DLP ou LcoS. combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. tais como LCD.

Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony. não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. Uma análise final. . O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p.1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV. No meio tempo. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa.07 milhões de pixels.

Esses módulos são conectados através de placas. que é a placa principal do computador. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível. a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador. proporcionando portabilidade. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. . cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. a memória. Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC. onde grande parte dos módulos são conectados. os conectores de expansão e os circuitos de apoio. elétricas e eletrônicas destes circuitos. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões. expansibilidade e conectividade aos computadores. os quais irão determinar as características mecânicas.

O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. (Circuito Integrado) de memória cache on board. Como exemplo temos os slots MCA e PCI. . assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA. ISA.em um slot ISA. Nas placas-mãe mais modernas. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe. Existem slots para os padrões: Pc-XT. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe. há slots específicos para cada padrão.Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe.I. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão. MCA. PCI. Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT. VLB. há o slot ISA. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT. Como exemplo. EISA.

porque esse programa fica gravado no C. Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador. podem ser encontrados. placas de vídeo. Circuíto de Clock. placas controladoras.I. pertence à classe das memórias ROM. mesmo sem alimentação.I. Este circuito é encontrado em placas-mãe. Por serem constituídos de cristal de quartzo. cristais de clock que são componentes eletrônicos.Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais. . sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. em seus circuitos. isto é. a freqüência é muito precisa. É um programa contido em um circuito integrado. que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência. Este C. BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador. HD e etc.

fast e auto). principalmente nas placas-mãe. O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware).O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware.I. que são atribuídas aos itens do SETUP. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente. desligado. impossibilitando o seu funcionamento. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada. através do usuário.I. se for pressionada a tecla “DEL”. A tecnologia mais utilizada é a EPROM. localizado próximo ao C. do BIOS. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. de memória RAM. Ao ligar o computador. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware. normal. então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional.I. da BIOS e da . mas com o advento dos PCs modernos. Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP. isto é. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes. as variáveis do SETUP (condições de ligado. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”). também existem outros dois códigos de programa. são armazenadas em um circuito independente do C. As alterações realizadas no SETUP. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. principalmente da placa-mãe. é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. são armazenadas em um C. Caso o autoteste não identifique nenhum erro.

. ao se desligar o computador. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. Existem mídias de diversos tamanhos. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. o mais adotado é o de 3 ½”. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado. que é volátil. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados. constituídas de metais leves como o alumínio. maior será a sua capacidade de armazenamento. estando uma sobreposta a outra. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação. Por ser armazenada em C. devido ao seu tamanho reduzido. Ao ligá-lo novamente. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. de memória RAM. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM.I. toda a configuração seria perdida. sem haver contato entre elas. Para evitar esse processo. seria necessário configurar o SETUP. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. sendo conseqüentemente. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria. quando o computador for desligado. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. Atualmente.memória RAM principal do computador.

o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação. MONTAGEM DO PC . os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. com capacidade de 2 a 4 gigas. Comparando novamente com os discos em vinil. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia. Durante a leitura. razão porque. estas cabeças seriam a agulha do toca disco. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia. o processo se inverte. Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido.THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. o que ocorre durante a gravação. tais como: no disco rígido. mas existem diferenças. A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira.

Hoje. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. é algo que não tem preço. disposição para procurar os componentes certos. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. por exemplo. Pentium 4 de 3 GHz. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5. Não é para qualquer um. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2.4 GHz. Pior: comprar coisas incompatíveis. paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel. é detonar no processador. não se gasta demais no chip. Às vezes. A primeira tentação. resista! A pedida é procurar. Exige domínio de hardware. Nas lojas. memória. É uma grande diversão. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir. Não cola. em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois. Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça.1 e rede Gigabit .Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte. para impressionar o público leigo. por exemplo. boas escolhas seriam. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. HD. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho. com 128 MB de memória. na hora de construir um PC. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. tempo livre. exatamente do jeito que você quer. sem a configuração definida. por exemplo. Nessa faixa. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento.

0. com preços razoáveis. Infineon. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete. Quando se fala em placa de vídeo. Os contatos ficam mais acessíveis. Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset. Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. MSI e Abit. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus. No capítulo HD. Kingston. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. Para isso. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. Em memória.Ethernet) que podem dispensar outras compras. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe. que pode danificar um dos componentes do computador. Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2. já está na hora depensar em dois discos rígidos. Depois. Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. A seguir. . suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI. NEC. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada. Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos.. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. de preferência ambos com 7 200 rpm. removendo seus parafusos traseiros. Corsair. abra o gabinete. encaixe o conector de reset. por exemplo. Depois. Há muita marca boa por aí.

montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. Tanto para o led de força quanto para o de HD. de marcado no manual da placa-mãe. Para osicionar o PC Speaker. o alto-falante miniatura do gabinete.LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. o alto-falante miniatura do gabinete. Basta conectar novamente. conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual. o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. USB Conectar as placa-mãe é. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Para posicionar o PC Speaker. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito. Ground. provavelmente. -D. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. faça a correspondência do pino positivo. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . com o fio vermelho do alto-falante. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. demarcado no manual da placa-mãe. para que eles funcionem. na posição correta. É preciso plugar oito pinos individualmente. com o fio vermelho do alto-falante. Encaixe ambos. +D e +5V). faça a correspondência do pino positivo. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard.

destrave o soquete do chip. Esse canto serve como referência para a instalação do chip. comprados in a box. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. Para isso. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. encaixando-a em sua trava. localize. então. isto é. VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). no soquete. Para isso. o encaixe de três pinos para esse fim. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). pressione levemente a alavanca a seu lado. Localize. o conector do ventilador. na placa-mãe. Ele está ao lado das guias para o cooler. vamos instalar o processador e seu cooler. com menos contatos. Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos. plugue sua fonte de força. o canto equivalente. observando sua saliência que indica a forma de conexão.com defeito. Como . Depois. A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas. Coloque. no mesmo pacote.

Primeiro. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul. com um pouco de força. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória. segurando-o pelas pontas. puxando-as para fora. pressionando o cooler contra o processador. Finalmente. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. Repita a operação. Depois. e colocar no slot. Note que só existe um jeito de encaixar a memória. Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. devemos abrir as travas. As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico.

perto do soquete do processador. é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. com 20 pinos. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. Cuidado para não forçar muito os conectores. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. portas paralela e serial. No caso do nosso Solid. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. Antes de começar a encaixar esses suportes. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. com quatro. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela. remova a existente no gabinete. mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la). . Para instalá-los. apertando-os o suficiente para prender a placa. tente mover a placa-mãe. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. Se não estiverem.atenção especial com os parafusos. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar. entre outras. e outro menor. são quadrados plásticos. como placa de som. jogando-a fora. São dois conectores: um maior. Depois. Para instalar essa plaquinha.

é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido. O conector de HD. mas. só há uma maneira de encaixálo. será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). Plugue-a na placa-mãe. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. o que facilita a instalação. passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave). é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. preto. como não há a protuberância. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). Note que. No desenho. por exemplo. . Depois. Depois disso. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). devido a uma protuberância plástica no meio do conector. o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. é azul. Fazer isso é bem fácil. e o de CD.A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante.

Identificá-los é fácil. cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete). CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim. Eles são . a seguir. Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave. conecte os cabos de força do gabinete nos HDs.HDS NA GAVETA Posicione. que deve ser casado com o equivalente no conector. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido.

o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). o cabo de dados do CD tem uma . e partem da fonte do gabinete. com quatro orifícios em cada um. GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. Os HDs estão prontos para o funcionamento. empurre a tampa por dentro do gabinete. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips. soltando-a. é hora de conectar os cabos de dados e força. É só isso. Ele só pode ser colocado na posição correta. então. Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector. Por isso. Coloque. Como nos HDs. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid. devido ao formato do conector do cabo de força. Assim. empurrando-o para trás. Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos.brancos. Será preciso reservar um conector para cada drive. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. Para fazer essa operação. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. de forma que ele fique bem preso ao drive. O encaixe dos conectores de força é intuitivo.

É o único componente que vai num slot AGP. libere a trava do slot AGP. Para isso. Ali ficarão os conectores da placa. pressione a trava para baixo. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente. Depois. é hora de instalar a placa de vídeo. ela se desprende totalmente. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. pegue um parafuso e use-o. fácil. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. Em seguida. fazendo com que o slot fique completamente livre.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada. mesmo para quem tem banda larga. . caso o serviço de internet saia do ar. para enviar faxes ou servir de reserva. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. Veja como fazer essa operação. Quando uma das pontas da tampa se soltar. Um modem de 56K é sempre útil. Depois de alguns movimentos. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. com a chave Philips. que receberá a placa de vídeo. ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. libera-se um espaço externo do gabinete. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. Com isso. mova-a para cima e para baixo várias vezes.

MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete. Depois empurre. com a chave Philips. mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem. parafusando seu conector com os dedos. CAIXAS DE SOM Finalmente.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. teclado. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo. . TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe.

utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). atribuição de IRQ e de slots PCI. isto é. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem. etc. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. utiliza-se a tecla Esc. Nos computadores PC ditos genéricos. basta pressionar Enter. para acessar os menus. Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo. Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. para realizar algum “ajuste fino”. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot. senão elas serão perdidas. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador. Para sair de um menu e retornar ao principal. Para selecionar um menu. F10. os que “não têm marca”. deve-se gravar estas alterações antes de sair. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup.CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. alguns aceitam o F2. principalmente nos acessos à memória DRAM. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. Para gravar a configuração realizada. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. sair do menu principal significa sair do setup. Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. Já nos computadores de marca é muito variável. que também é utilizada para sair do menu principal. mas cuidado. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. neste caso evitando . No Setup. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup. CTRL+F2. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. isto é.

que. o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE. Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. Nesta opção será inserido o número de cilindros. isto é. Time – Permite a configuração da hora atual. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. dependendo do Setup. a qual permitirá a configuração automática dos discos. Atualmente. são utilizados os drives de 1. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post.44 MB e 3 ½”. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. Desta forma. A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. o que está na extremidade do cabo flat. Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B. que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. esta opção deverá estar desligada.que alguém utilize o computador). Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador. Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup. isto é. O mais usual é a opção “All error”. de cabeças e de setores dos discos rígidos. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos. o que está no conector central cabo flat. sendo que esta proteção é limitada somente à . Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive.

senão. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. é possível deixá-la desabilitada. 2 nd Boot Device. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. opte por “high”. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. Se o computador estiver com periféricos recentes. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. “low”. que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. devido ao uso deste recurso. Caso o computador não utilize periférico PS/2.R. 1 st Boot Device. Quick Power On Self Test – Estando ativa. Caso esta memória apresente algum tipo de falha.A. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro. ele procurará no disco rígido. a performance do computador será elevada. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). antes que a falha realmente aconteça. só que com mais recursos. permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. a performance do computador será elevada. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. nesta opção. C”.M. 3 rd Boot Device. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. evitando que haja qualquer gravação neste local. caso não haja sistema operacional. S. isto é.T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa. devido ao uso deste recurso. Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. devido à . Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. Em situação normal. Por exemplo: “A. segundo.monitoração da área de Boot do disco rígido. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional. é possível deixá-la desabilitada. esta opção deverá ser desativada. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot. terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional. Estando ativa. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. Estando ativa. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. deve-se deixar desativado. se não. desabilite esta opção.

que é o caso do Bios. antes de iniciar a repetição do caractere. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”). Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. o sistema ganhará mais um IRQ livre. se eles estiverem na DRAM. Deve-se ativar. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. o acesso será mais rápido do que na ROM. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. quando a mesma tecla for mantida pressionada. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. que é o caso do Bios. o acesso será mais rápido do que na ROM. que deve portanto ser ativado. se eles estiverem na DRAM. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. Mantendo desativado. o que é pouco usual. desative esta opção. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas. Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus). Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. Chipset Features Setup .utilização de periféricos muito antigos. Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. caso seja utilizado algum periférico USB.

Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. 8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. do barramento PCI para o barramento ISA. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. do barramento PCI para o barramento ISA. sendo este último o mais rápido. o que elevará a performance do computador. que será realizada pelo próprio Bios. Quanto menor. aumentará a performance do computador. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Opte pela mais rápida. Power Management Setup . aumentará a performance do computador. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. pois será a mais rápida. opte por 1/4. mais rápido serão os acessos à memória. em contra partida perde-se em desempenho. A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. Estando ativada. Estando ativada. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. Estando ativada. podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. deve-se escolher a que tiver os menores valores. mais rápido serão os acessos à memória. poderá causar travamentos. Quanto menor. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. Podendo optar por “fast” ou “fastest”. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. aumentará a performance do computador.

através de seus IRQs. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. o que proporciona maior economia de energia. serão desenergizados. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. bastando optar por “Auto”. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário.Nesta parte da configuração. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. todos os dispositivos do computador. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. ou então “Manual”. Portanto. Integrated Peripherals . o monitor e o disco rígido serão desenergizados. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. deve-se optar por “Yes”. caso o computador fique sem atividade. Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI. Portanto. isto é. deve-se alterar o menor número de opções possível. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. exceto a CPU. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. a CPU entrará em modo de economia. onde o usuário irá definir. o que não é aconselhável. para não provocar conflitos com os dispositivos.

deve-se optar por “disabled”.IDE Primary Master PIO. em seguida coloque o CD em seu computador. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. desde que o modo de operação seja o ECP. A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. IDE Primary Slave PIO. Se for utilizar apenas a controladora on board. Siga corretamente todos os passos. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. pois o CD é preciso carregar para aparecer. logo em seguida aperte a . IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. “EPP” e o “ECP”. mantenha esta opção desativada. que geralmente é a porta do mouse. Deixando inativa. Deve-se deixar ativa. Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. Podendo ser o “SPP”. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum. Deve-se deixar ativa. O padrão é optar por “COM 2”. Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. esta opção deverá ficar ativa. Se estiver utilizando um modem interno. que geralmente é “378”. espere um pouco. como um modem externo. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. lembrando que é fácil instalar. sendo este último o mais rápido. O padrão é optar por “COM 1”. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. Deixando inativa. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. Opte por “Auto”.

Bloco Chaveador (regulador): . Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7. você terá que esperar aparecer que esta concluída. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. e aperte a tecla ESC. Windows Vista. 3. 2. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP.cantim. _________________________________________________. baixe o programa e mude o tema. pois os temas podem ser colocados no Xp. Para completar a formatação. Acesse http://www. Bloco DC: 1. ____________________. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX.tecla F8 para continuar. O seu antecessor. _________________________________________________. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. e quando chegar terá duas opções de formatar. Veja no filme. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE. programas). Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem. 2. exclua a repartição e em seguida formate. A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. ____________________.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7. Clique no link que aparece na pagina.html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador. ____________________. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. O computador sozinho não realizaria nada. Bloco AC: 1.

interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. 3. Jogo de chaves. analógico ou digital. _________________________________________________. 4. tomada. Alicate de bico e corte.1. Bloco 1. _________________________________________________. Oscilador: _________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . 2. 2. _________________________________________________. Ferro de solda. 3. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. _________________________________________________. O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________. Circuito serial. _________________. Sugador de solda. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. _________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte.

Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. Faça o teste na escala X1 do multímetro. Com a fonte ligada no circuito serial. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso.1. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. _________ __________________________________________________________. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. a mesma está em condições de uso. Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. 2. 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. veja no filme o procedimento correto e escreva. • _________________________________. siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. __ __________________________________________________________ . • _______________________. Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. _________________ __________________________________________________________ . Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________. ______________ __________________________________________________________ . . 3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________.

Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte. Trabalhando no circuito oscilador. Estando tudo OK. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. cerâmicas e diodos bloqueadores. Para testar o transformador de pulsos e os diodos. veja na aula do DVD ROM e escreva. deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. Veja no filme estas dicas e escreva. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. testa os componentes que estão ligados ao CI. Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. . veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. capacitores eletrolíticos. os seus furos possuem formatos diferentes. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral. que deve ser ligado na placa da CPU. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. o defeito está no circuito oscilador. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. Se os componentes de polarização estiverem bons.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida.

Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. e outros. o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores. 2. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. ___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). Abordaremos esses aspectos a seguir. Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. esperando receber uma programação. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5. é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos. Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. Excel.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador. Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. Com a intensidade _________________________ . . ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. ____________________________________________________ 3. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1.

mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware. Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. mesmo quando o computador está desligado.• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente. segundos. em geral apenas 64 bytes. A memória RAM possui uma capacidade muito pequena.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido . o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas. minutos. meses e anos. dias. Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente.

Em geral. o programa CMOS Setup entra em execução. Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. Para realizar esta programação. Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior. . é usado um programa conhecido como CMOS Setup. ser combinados de várias formas. Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente).•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. para executar o CMOS Setup. depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU. e durante a contagem de memória. devemos realizar um boot.

no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. dando lugar ao barramento PCI. Vejamos em que constitui cada um deles. ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU. O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. Em geral. conhecidos como "Slots ISA". que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes. controladores de interrupção. A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. já no início dos anos 90.Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB . usado nas placas de CPU Pentium. Para resolver este problema. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. PCI).Podemos citar. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: . Cada um desses barramentos possui sinais de dados. fabricadas em 1993 e 1994. por exemplo: •Barramento local . e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486. chegando à versão de 16 bits. como a interface de teclado. caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. na versão de 8 bits. Em 1995. essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores. capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits. Possui características herdadas do IBM PC AT. endereços e controle. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. Este é um ponto muito importante.Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho. a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus). timers e diversos outros circuitos.Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . e mesmo nas de 386. e sim. Entretanto. as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI . e também é usado internamente nessas placas. Do ponto de vista do usuário. o que não era permitido pelo barramento ISA. começou a cair em desuso.

isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. 6) Chipset Muito importantes são esses chips. . Observe que todas as versões do Pentium.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). tão veloz quanto o VLB. responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM. 30. este chip também faz parte do chipset i430TX. Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. usado em placas de CPU Pentium II. Com o barramento PCI operando a 30 MHz. possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. com exceção das primeiras a serem lançadas. temos 100 MB/s. etc. em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. o barramento PCI pode operar com 25. controle dos barramentos ISA e PCI. existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI. usado em placas de CPU Pentium. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32). no qual o clock PCI é de 25 MHz. Além de integrar o chipset i440LX. controladores de DMA e de interrupções. usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. Por exemplo. temos 120 MB/s. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). e aproveitado para o Pentium II). a Intel criou também um novo barramento. já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). Isto significa que. 33 MHz ou mais. circuitos que formam as interfaces IDE. As primeiras dessas placas. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s. porém muito mais versátil. que é o Pentium-75. um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100. com exceção do modelo de 75 MHz. e no "lanterninha".

Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe. Com as pontas dos dedos. placa de som e no HD. Roteiro de teste: 1. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos. Entre várias de suas funções. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro. OBS. encoste levemente nos circuitos integrados. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente. • Teste os reguladores tensão que há na placa. Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. teste os resistores e bobinas na placa mãe.O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. Os CIs que mais aquecem são: o processador. Verifique se os Cis estão aquecendo. Veja no filme. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. os CIs que estão na placa de vídeo. a técnica de conserto é fazer um pente fino. Qualquer resistor de baixo valor. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. 2. chipset. use o multímetro na menor escala de resistência. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão. Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. modem. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. . Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa. veja no filme. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte.

A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe. Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe. com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. Ao analisar um padrão de vídeo. HD. . 5. mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. unidade de CD e cabos). e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board). som. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico). memórias. Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura.3. o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. modem. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. desde o numero de pixels até o número de cores. Retire todas as placas (vídeo. Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. dependendo do tamanho da memória de vídeo. mas sim a imagem como um todo. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe. unidade de disquete. ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. 4.

MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 .26 e 0. Para os monitores comuns os valores são 0.28 de polegada.Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível.

Observe como evoluiu o número de cores e a resolução. assim como aumentar o número de cores. Isso quer dizer que. temos de diminuir a outra. . Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. para aumentar uma. Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária.360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere.

O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. Por exemplo. em 1987. portanto. é a necessidade de se chegar a uma padronização. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . é conseguida com a menor resolução em cada caso. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. no caso dos monitores de vídeo. mas de características diferentes no mercado.. Assim. para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes.A maior quantidade de cores. denominado super VGA ou SVGA. portanto.Cada padrão. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade. Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente. Conforme veremos nos itens seguintes.

A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores.Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela. entretanto. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. uma resolução pequena não é admissível. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso. O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores. que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo.Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x .ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. Quanto maior for o número de cores. Assim. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. maior deve ser a memória de vídeo necessária. Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia. teve um limite para a capacidade de resolução.

Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo. TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. Quanto maior o número de cores. Neste caso. entretanto. LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade. Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores.33.1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem. mas sim na própria . Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor. Ocorre. o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo.3 Mbytes. que para os diversos padrões de vídeo. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo.

Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. podendo ser causa de problemas de funcionamento. que devem ser ajustados para uma operação correta. e no outro faz com que diminua. Os controles digitais são os que usam teclas. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. Por exemplo. Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam. ao ser tocado num lado. faz com que a tela aumente. que devem ser ajustados para uma operação correta. Acompanhando as explicações no vídeo. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. um controle de tamanho de tela. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico.

Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha. Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. cabeças. Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa. setores e trilhas. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. Veja se na placa há bobinas. Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima.__________________________________________________________ _________________________________________________________. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. e alimentado por um dos conectores da fonte. HD (Hard Disk). Para lubrificar os contatos do Slot. Disco rígido Trilhas Cabeça Setores . aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). As bobinas têm a aparência de resistor SMD. monitor não arma ao ligar o micro. Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. A resistência ôhmica deve ser Zero. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. faça isso usando um solda fina. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido. caso contrário a mesma está aberta. O primeiro passo a tomar é: 1. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes. É um disco de alta capacidade. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot.

O Modem foi criado em 1960 pela AT&T. • MODEM ISDN. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe. MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE. • HISTORICO. .TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. • Modem externo que é conectado à porta serial do micro. • Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. • ASDL. • CABLE MODEM. MODEMS CONVENCIONAIS.

Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade. Nos fios da linha telefônica atual. Ela é do tipo 2B+B.200 33. V. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação. V. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps.34 – Transmissão entre 19. 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo. V. V. Alta velocidade na conexão. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps. pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado . Ser imune interferências. criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados.32 – Utiliza em transmissão de 9. Acesso acima 128 Kb com a Internet. Vídeo conferencia em tempo real.400 bps. 2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria.200 a 2400 bps.600.600 a 14.22 – Utiliza transmissão de 1.

APLICAÇÕES: Vídeo conferencia. . SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados. FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. 4 – TECNOLOGIA ASDL. A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha.pelo usuário. qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. Vantagens do uso da tecnologia ASDL . o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. FUNCIONAMENTO DO ASDL.

Se as entradas forem iguais. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). Porém. Acompanhando as explicações no vídeo. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. corrigir o foco sobre a pista do disco. ) Quando o disco está muito perto da cabeça. se as entradas forem diferentes. passa por esta placa. REF. quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). possibilita a execução de som no computador. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador. que colocará em funcionamento o drive. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. Tudo o que é ligado a som. indicando sinal fora de foco. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Caixas de som e a Placa de som). Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. O pick-up. através dos quatro fotodiodos. B+D terá um nível maior. a saída terá nível alto. Ao contrário. PICK-UP AMP LPF . DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função.PLACA DE SOM – A Placa de som. que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. (A+C . escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________.( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. a saída será nula. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up.

Servo Tracking: O servo tracking. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. EFM LPF . A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento.Este servo é dependente do servo tracking. Veja esquema abaixo. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. de trilhagem. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. PLL REF. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. compensando alguma diferença de polarização. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. conforme vemos no esquema abaixo. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. No pick-up. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. enviando esta informação ao servo. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. temos dois outros detectores. a trilhagem é efetuada por meios ópticos.

Como __________________________________________________________. Veja no filme mais detalhes. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte .veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________.veja no filme e preencha os espaços em brancos. verificar conectores. Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica. fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça. se nada resolver substituir a unidade óptica. resolver: . RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. Como __________________________________________________________.SPINDLE DEMOD.

Dica: ___________________________________________________________________. Como __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dicas: __________________________________________________________________. Dicas: __________________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . Como __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som. Como __________________________________________________________. . resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Windows. Programas como.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. IMPRESSORAS Controladores de impressora. Como resolver: __________________________________________________________. resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona . Removendo a senha do SETUP . travam. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Word etc. Cabos flats .

A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. as fontes e os commandos. não nas aplicações individuais. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. as impressoras têm microplaquetas de memória e. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. Ao imprimir um original em uma aplicação. regulando. embora pareçam ser parte da aplicação. como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. de filas de cópia melhoradas. O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. Em todas as versões de Windows. não pon Microsoft. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. ou com descarregar na linha. e incluem no pacote Windows pelo conforto. como o PDL que se usa. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. Como os PCes. forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem .Como com muitos periféricos. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. Regularmente. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos.

Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação . requererão mais memória. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. podem manter ao búfer muito menor. Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema. Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. Os multitasks dos sistemas operandose. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. geralmente podem imprimir no fundo. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. como Windows 9x. mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas.ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto. retornando a sua operação normal. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado.

....... Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector......................... Relacione os transistores da fonte:..... Relacione os diodos bloqueadores ............................. → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa.................................................................. ....... tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial........... use o multímetro analógico ou digital)................................................ Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte..A fonte de alimentação da impressora jato de tinta.......... com diferença em alguns componentes................. Relacione os diodos retificadores ........... Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra................... Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal.... Escreva seu endereço ........ Escreva endereço do trimpot.. verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms...................... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um................ Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes. Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos..... restam apenas os terminais de tensão alta e baixa.............................. Relacione os CIs da fonte................... Teste o foto acoplador no local ................ ou vem como SMD (micro transistor)....................... Escreva o endereço do fotoacoplador .......................................................... na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs. Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial...........

. Tensão Baixa. no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms. 5 Volts. 24 Volts. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa . no capacitor deverá marcar no máximo 10V. Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts. A outra ponta de prova . 4 Volts. coloque nos terminais do processador um a um. endereço do CI. Use este mesmo procedimento para todos os CIs. significa que este é o pino +B (tensão baixa). Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. 6 Volts.• • Tensão Alta. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico.00 que é o preço de uma cabeça nova. Escreva no seu caderno o número do pino CI. DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão. veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa.   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. 18 Volts. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa.   Multímetro analógico ou digital. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. 20 Volts. 32 Volts e etc. referência do CI e sua função.

Por mais que você force. Retirando a tampa. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. lembre de anotar a sua posição EXATA.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir. É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema. quando re-introduzido na impressora. com isso. Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . E não desentopem sozinhas. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna. Para quem não conhece. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. A tinta se solidifica e tapa o buraco. Retirando o eixo fora (com Cuidado). para poder retirar a trava rotativa branca. que tem de ser deslizada para fora. qualquer coisa elas entopem. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. Por melhores que elas sejam. você vai ter de retirar duas travas. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e. É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. que é o que segura o eixo. extremamente flexível. mas não de baixo para cima. a tinta não sai. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment.. Com a cabeça de impressão na mão. Ou você troca a cabeça.. você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. Depois. Se não existisse esse vácuo. uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. \Pronto. é uma mangueira feita de silicone. Quase todas elas são iguais para desmontar. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. que cai no papel. quando você consegue compra-lo. você pode retirar o carro de impressão inteiro. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. desmonte a impressora.

Se você observar em baixo. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças. sejam eles originais ou não. As matriciais já eram assim. Todos os furos desentupidos. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade. vai o que está mais à mão. a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade. para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água. custa R$150. Note que não adianta tentar empurrar para cima. e cobrar o justo valor ao seu cliente. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. mas procure PUXAR o álcool por baixo. Depois do banho. remonte calmamente a impressora. Afinal. podendo danificar o mecanismo). . O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. O suprimento alternativo pode até ser mais barato. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). Depois de montada a impressora. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. E dá trabalho. vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. não tente injetar álcool por baixo. sem faltar nenhum. você pode carimbar a impressora com o selo OK. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos. Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes.baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. Caso algum fura esteja obstruído. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. Você vai encher a seringa de álcool. Com isto a sucção feita pela seringa. vai entupir a cabeça mais ainda. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original. Note que se você tiver. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. mas como somos “em desenvolvimento” . Imagine as cabeças de impressão como um funil. Se todos os jatos estiverem funcionando. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. vamos para a parte complicada.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

Eles começam com a letra C.). Eles começam com a letra D. Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________. Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI. Eles começam com a letra IC . D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores. Localize o fusível seguindo o cabo de força. R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________. Eles começam com a letra Q OU TS. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE. Relacione os endereços dos capacitores. todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 . __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________. eles tem a letra inicial R. Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados). Escreva o endereço do fusível _____________. Relacione os endereços dos diodos.CI ou U.120 etc. ___________ ____________ _____________.Pegue um monitor. Primeiramente comece com os resistores. _____________ ______________ _____________ . se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima.

ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI. . O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. faz ligação com o PTC. ele começa com a letra R (componente resistivo térmico).Escreva o endereço do PTC. As trilhas que estão ligadas a este conector. B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). Endereço do PTC ___________. PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA. Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra.

Teste com o multímetro na escala X1. (este Zener estabiliza a tensão do CI. quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)).47R a 10R. . deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto. (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste. (este resistor tem valores entre 100K a 680K. veja aula prática pela internet). Ponte retificadora (aberta) . Chave liga-desliga (aberta) .Teste com o multímetro na escala de X1. Teste o diodo zener que está próximo ao CI. Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora.Teste com o multímetro na escala de X1.Fusível (queimado) . (este teste pode ser feito com o CI no local. é aconselhável testar o resistor fora da placa). Regulador de Tensão (aberto) . SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet).Teste com o multímetro na escala X1. Verificar se o regulador está sem fuga.Teste com o multímetro na escala X10. quando ele abre a tensão é interrompida) . (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0. Testar o resistor de alimentação do CI.

Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. 1. .Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. 5. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. o teste não é de confiança. Filtro em curto Regulador de tensão em curto. Bobina desmagnetizadora em curto. pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar). 6. 3. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R. Por fim substitua o CI oscilador. Ponte retificadora em curto. 2. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF. Mesmo se testarmos estes capacitores. POSITOR em curto. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor. 4.

separando as peças pelo grupo de endereçamento. O sincronismo é gerado no próprio computador. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. próximo ao fly-back. observe o diagrama acima. 3. de modo que cada linha comece no instante certo. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. Localize o fly-back.O teste pode ser feito no local. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador. A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical. . O multímetro deve está na escala de X1. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. a resistência ôhmica varia de 2R a 10R. veja a figura abaixo: Fly-back 4. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”. e o transistor saída horizontal. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). siga as mesmas técnicas da fonte.

Ao testar o transistor saída horizontal no local. Q. OBS. portando os componentes do circuito Horizontal será. R. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. significa que o grupo do Horizontal é 400. D406 – C409 – R401 etc. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal.Transistor saída horizontal 5. Ex. O outro terminal do . você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. ______________________________________________. Veja o endereço do transistor Horizontal. o ponteiro irá deslocar até o zero. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. D. ______________________________________________. ______________________________________________. S. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). ou seja. ______________________________________________. ______________________________________________. C. ______________________________________________. LED frontal aceso. o multímetro registra um curto. T. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal. e seu Emissor a terra.

A tensão sai da fonte. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). • CI oscilador Horizontal em curto.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. O resistor de alimentação está suspenso na placa.transformador também está ligado a terra. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. • • Transistor Drive em curto ou aberto. em curto ou aberto. Veja ilustração abaixo. Resistor de alimentação aberto. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. . passa por este MOSFET. ele é usado nos monitores mais novos. resistores e diodos. Veja se há solda fria. Transformador Drive.  Siga a base do transistor Drive.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. veja o esquema acima. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive.

observando que a escala do multímetro deve está em X1. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM. . veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal.

Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Substituir CI.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. é aconselhável medir o resistor. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. Não coloque capacitor com valor diferente. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar. Antes verifique os ajustes frontais. Substituir Fly-back. Os principais pontos de medidas de tensões são: 1. ATENÇÃO. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). Entrada de tensão no MOSFET. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. .

OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. solda fria. verificar se o MOSFET está aberto. O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador. Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. Não havendo tensão no coletor. ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. esta é a tensão principal de alimentação do CI. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. Coletor do transistor saída horizontal. veja o esquema acima. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). 3. Coletor do transistor Drive.MOSFET + + B B + B 2. medir resistor que alimenta o transformador Drive. Trilha rompida. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. .

isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente.  Seguindo os fios da sessão vertical. RV. Lin Vert. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. . Vertical e Freq Vert. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio.O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. contudo.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. Obs.

Diodo em curto. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. Solda fria. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. . C __________________________________. LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Resistor de alimentação aberto. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. capacitor eletrolítico. VR ______________________________________________. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. Note que a linha está no sentido horizontal. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. D _______________________________________________. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). R _______________________________________________. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. Bobina YOKE aberta.CI __________. a linha abre no sentido vertical.

Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical.  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência. estágio que será estudado mais adiante). visto que. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. • • • . CI de identificação (circuito detector de sistema. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R.• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). CI de saída vertical. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR.

3.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. aproximadamente. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo.azul . verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV. Estes sinais têm amplitude de. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul).vermelho 4.P. 0. MEDIDAS DE TENSÕES.7mF a 47mF. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um.verde 5. valores de 4. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Coloque a ponta de prova preta no terra. • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. entre 12V a 24V.7 V. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”). aproximadamente. a p. Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico.

Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador.Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador. ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio. veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência. . Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador.

teste-o fora da placa. . Vamos analisar primeiramente a polarização. recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. veja esquema abaixo: Resistor de polarização. Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto. • O cinescópio. Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores. Verifique se há solda fria ou trilha partida.Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. Flyback. que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor. Linhas de retraço sem imagem.

verifique também este diodo. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. Faça o ajuste de Zero. veja figura a seguir: . Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. Ausência de uma das cores. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. EX. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado. falta vermelho.• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. _______ _____________. Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto.

Verificar se algum deles está em curto ou aberto. Veja figura abaixo: . cada terminal ou seja cada fio. isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. • No flyback há dois controles. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. Com o multímetro analógico na escala de X10. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms). Teste também os diodos e resistores.• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. pode-se testar os transistores RGB no local. Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores. um para o foco e outro para SCREEN.

Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar. ou seja. sem nitidez. Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. acontecendo isto deixe o melhor ajuste.FOCO. Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco. faça o teste com outro cinescópio. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 . Os pinos 1. Quando a imagem está desfocada.2 e 3 recebem os sinais . • • • SCREEN. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura. Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado.Este é igual ao do monitor convencional. Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor.

É um conector com vias de 0 ou 1.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar. o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD. É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display. Neste processo há perdas no sinal de vídeo. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI. A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. Lembrando que o monitor LCD é digital. Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS. LVDS . contraste. CI Scaler .Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão . Sem o clock os CIs digitais não funcionam. É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. CI Micro (ou simplesmente MICRO) . Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa . O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display. etc. O CI scaler é controlado pelo micro. porém sem imagem. ao contrário do convencional que é analógico. A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo. Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD. Clock .Converte os sinais vindos do scaler em imagens.Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. A eeprom armazena os dados de controle do monitor. Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI. Display LCD .2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. Conector DVI . Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15.É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo.

Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor. Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho. Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": . Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira.7 V para alimentar o scaler e o micro. Fonte inverter .Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display. Fonte de alimentação . No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos.3 e/ou 1.escolhida dentro do sistema operacional. Após basta retirar a tampa. Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor. Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3. É controlada pelo micro. e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter.

Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC. Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD. Esta é a placa da fonte. Está é a placa principal. Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display. Este é a placa da fonte inverter.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

o transformador chopper. A seguir temos o fusível. Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal. São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor.Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes.

Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. Os mosfets são controlados por um CI oscilador. Às vezes há dois trafos. assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. O choque na alta tensão não é fatal. mas dói bastante. Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado.Localizamos um transformador grande no meio da placa. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas). O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz. A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada. Tal tensão vai acender a lâmpada.

CI mosfet . Próximo ao scaler temos o cristal de clock.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD.3 e 2.5 V para alimentação do scaler. Os reguladores fornecem +B de 3.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD. Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido. O maior deles é o scaler e o menor é o micro. micro e display LCD. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela. Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display. De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD. Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro. TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: .

000 divisões nesta tela. Quanto maior a resolução da tela. então dá um total de 1.296 divisões.432 pixels e 2. pixel morto.000 pixels. Cada transistor deste chama-se TFT. A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels. Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado). TFT . vidro quebrado. possui 786. tais como manchas. outro verde (G) e outro azul (B). Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768. assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam. CI ou lâmpada queimada. o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido. Como cada pixel tem 3 cores. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel . Veja abaixo a estrutura básica: .É a menor parte que forma a imagem. um vermelho (R).440. ele deve ser trocado inteiro.Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro.Importante: O display de LCD é um módulo só. Daí ela é formada por 480. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1. queimavam o filamento ou entravam em curto. Conforme explicado.440.359. mais divisões ela deve ter. Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido.000 transistores destes montados no vidro. portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar."Thin Film Transistor" . Cada pixel é formado por 3 subpixels.

cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem. ele pode apresentar 256 níveis de brilho. Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16.216 cores. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão). Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão). o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. ou seja. aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. este aparecendo verde.777. sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. Para cada imagem formada no painel LCD. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. Como cada pixel tem três cores. . vermelho ou azul bem claro na frente da tela. Se todos os bits forem 1. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1. mais de 16 milhões de cores.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1". Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez.

aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores. através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas. Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . Polarizador .Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção. Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro. mas não tão próximas como nos sólidos. sua direção é alterada. No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas. Veja a estrutura na figura abaixo: . Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes. Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada.

a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display. Assim o display fica escuro. Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display. Quando há tensão aplicada entre os polarizadores. Assim o display fica claro. Veja abaixo: .Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight"). as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado.

O monitor pode ter duas ou mais destas. Cristal líquido . Filtro de cor .Direciona a luz para o display LCD. Guia de luz .É formada por: Lâmpadas CCFL . ajustamos o brilho do display. Fonte inversora .Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT.Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores .Refle a luz para o guia.Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display. Prisma .Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas. Placa TFT . Refletor .Só deixam a luz passar numa direção.Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight. Controlando a tensão para a lâmpada. Placa de circuito impresso do display LCD . Backlight .Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel.Tela LCD .Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets. Difusor .Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD.

Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL).acionamento para os TFT. Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V. Esta fonte é formada por transformadores. se der defeito em qualquer parte. A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter. Se for tensão contínua ela também acende. A tela LCD. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: . o conjunto todo deve ser trocado. Aplicando uma alta tensão entre os catodos. O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. argônio e mercúrio). Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada. a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro. Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor. o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz).

Porém estes componentes não são substituídos quando queimam. A solução é a troca do display inteiro. Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão). Ao passarem pelo conector LVDS.a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT. O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro.2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos. Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: . Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1.

DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display. podendo em certos casos ser também no display.Na placa do display também entra um +B de 3. Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores. Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos.3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI. ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display. São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: .

O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa. Veja abaixo os pontos de ligação: .Arranje uma fonte de 12 V .Pode ser de monitor LCD condenado.COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 .Pode ser um eliminador de pilhas. Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática.Arranje uma fonte inverter .Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas. Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 . Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 . display velho de notebook ou até de um scanner velho. Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande.Ligue a fonte na placa do inverter . uma fonte de computador ou qualquer outra fonte.

A lâmpada deve emitir uma luz branca. Ligue a fonte na tomada. teste uma de cada vez. Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas). Se ao testar em algum par de terminais.Se o display tiver mais de uma lâmpada. Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: .4 . Se a lâmpada não acender. ela está queimada. Em cada par de terminais que formos ligando o inverter.Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . Neste caso a solução é a troca do display. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo. o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada.

O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores). 1 .Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V.Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte . Veja na figura abaixo: . algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro.

Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .7 V.Medir os +B que alimentam o CI scaler .3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2.Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.5 V ou 1.TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 .

fonte inverter com defeito ou sem +B.Tem alta tensão no conector da lâmpada . é sinal que tem alta tensão. Pode ser ocasionado por lâmpada queimada.Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor. IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA . Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B . seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo. Veja o procedimento abaixo: C . Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display.Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000. Vamos ao procedimento: A.Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas.Meça o +B que alimenta a fonte inverter . um de cada vez. Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada.Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada.Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter .

Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD. Se não variar. Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Se as lâmpadas estão boas. o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA . Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM. ACENDE O LED DO PAINEL.Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente.

Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX). A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa. porém estes dois CIs já devem vir gravados. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro. Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro. . Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador.A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos.

onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la. o defeito é mesmo na fonte inverter. Se a lâmpada do display acender. nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas. para ter certeza se é ele. Se o display não acender. Após localizar este transistor. o defeito pode estar neste transistor. Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro. meça a tensão num dos pinos extremos.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. Veja abaixo: . Pode ser um PNP.

Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto). A .Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). a ponte retificadora.Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor. Veja abaixo: B .Antes da troca teste a ponte retificadora. Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte. resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico. . coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI).Fusível queimado .NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal. bobina filtro de rede. Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro. o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível. Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper.

Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte. A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário. resistores. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER.Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W. fotoacoplador. A seguir troque: CI da fonte. Veja abaixo como se faz: C . PORÉM O MONITOR NÃO LIGA . transistores e bobinas da fonte.Tem tensão no capacitor de filtro. mas a fonte chaveada não funciona . o CI está em curto. Se mexer. o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos.O ponteiro não deve mexer.

Verifique se chega +B no CI micro (3. na eeprom ou no cristal de clock. B .Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro.Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3. Conforme já explicado este CI fica na placa principal.3 ou 5 V). Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando. Veja abaixo: .3 V que alimenta o micro. conforme indicado abaixo: A .

TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER. mas não tem na saída do CI regulador.Se tem tensão na entrada . especialmente se o regulador está muito quente. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão. diodos. MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter. conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. Agora se tivermos estes comandos normalmente. trafo e trocar o CI oscilador. o defeito está no CI micro. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter. Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). bobinas. resistores.

Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter.O fusível está normal .Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas.Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter. Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A . A .Teste o fusível que há placa do inverter . Veja a localização de um fusível destes abaixo: B .

Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler. A .B . Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .

sendo 3.Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display.3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior.B . Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo. TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler. Veja abaixo: .

este CI deve ser trocado. D .Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C . o defeito está no display que deverá ser trocado. Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador.Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador.B . Se agora aparecer tensão normal.Tem +B normal no scaler e no display: .

710N e 740N.Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra.Ferro de solda 30 ou 40 W. Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução. Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro. 540N. . TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: . EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N. ponta fina e bem limpa.

Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha).Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix". Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. . A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI. Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas.Escova de dentes.Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado. 2 . Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha.Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado. .Solda de baixa fusão. .. . álcool isopropílico e o pano de camiseta. A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes. A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro. Tome cuidado de não exagerar na quantidade.Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado. especialmente no caso dos micros.Álcool isopropílico para a limpeza da placa. .Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico). encoste-a nas trilhas. Veja abaixo o CI já retirado da placa: . 1 . .

3 . A solda descerá . Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos. 4 . Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. A finalidade desta operação é fixar o CI na placa. Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto. Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo. encostando-o nos pinos grudados. aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos.Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC.Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. .

 Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão).. Também deve ser substituído. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN. 4. Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado. FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. Saída Vertical.. substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V. agora podemos fazer os ajustes. Pronto. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback. Coletor do Transistor Drive Horizontal. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem.  Saída da fonte. esta tensão e proveniente do flyback. No flyback há dois controles. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal.TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho. Tensão de 33V para o circuito Tuner. um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN.7mF a 47mF / 160V a 250V. Fazendo o ajuste de foco: . com imagem sem definição (nitidez).

Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto. significa que o cinescópio está fraco. diminua nos controles o: 3. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória. SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. devendo ser substituído.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. ligue o aparelho. Contraste (retire todo contraste. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. 2. isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas. verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. Dica: Para um bom ajuste. Brilho (retirando por total o brilho). Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado. A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. 5. • • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. Retire também toda cor. NOTA. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. uma imagem regular. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. . ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. geralmente é de cor vermelha e o mais groso. 4. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração.

se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal. 6. Com todos os controles no ponto zero. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. 11. contraste e cor.Observação: Ao diminuir todos os controle. faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. brilho. siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. Aumente o controle de contraste até a metade. verificando a qualidade da imagem. Agora aumente o controle de brilho ao máximo. 8. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. Agora aumente o brilho contraste e cor. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. 7. . Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. Sempre que consertar um monitor ou TV. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. 10. Se for preciso faça outro ajuste de foco. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida. veja se o foco e Screen estão ajustados. e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. 12. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. 9.

Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. Ligue o aparelho. tanto para o TV como para o Monitor. 13. 4. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. ex. 9. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. Localizado as cores de cada trimpot. voltamos para o ajuste. Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. veja bem. G (verde). 12. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio. 2. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. Para identificar estes trimpots. todas as cores devem aparecer nas imagens. deixando todos nos sentidos anti-horários. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. 10. Verde e Azul (RGB). . Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. Observe que há mais dois trimpots. abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. 6. basta com uma chave de fenda isolada. 14. tem mais azul que vermelho o verde. Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. vermelho e verde. 3. No caso de monitores. Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais. B (azul). próximo aos três que você está ajustando. verde e azul. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. cada trimpot regula uma com R (vermelho). 11.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). 8. Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada. 7. 5. Vermelho. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório.

Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. Desligue o aparelho. Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina.15. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. provocando estas manchas. Antes de fazer o ajuste de pureza. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. Outras maneiras das manchas surgirem é a . Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente. 4. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. 3. Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. 5. 2. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. 16. Obs. O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. Ligue o aparelho por alguns minutos. 17. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando. ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente.

2. passaremos então ao processo do ajuste de pureza. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. siga o roteiro abaixo: 1. 6.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. . Remova a tampa traseira do aparelho. 3. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. Girar os anéis de pureza. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência. 3. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. 5. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. 2. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. isto no caso de TV. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação. 1. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA.

Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio. Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V. Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras. afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. 1. Ligue o aparelho. esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste. 2.AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. Interruptor . No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. sendo necessário a substituição do cinescópio. Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou.

Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo. Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta. sendo preciso substituir o tubo de imagem. Ligue o aparelho. 4. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas. O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. Ligue a bobina em um transformador de 110V. 3. verde ou vermelha. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram. 2.

Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. 2. Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. que é um pouco demorado. Localize o trimpot de altura.parada. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. . Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. 7. 5. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. AJUSTANDO O VERTICAL 1. Ligue o aparelho. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. 4. Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. 3. Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. 6. 2. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. Ajustando a convergência 1. porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). Ligue o aparelho.

Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor. Com uma chave de fenda isolada. 4. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical. . É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela. Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Este ajuste só é feito nos TVs.3. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco.

O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. Por exemplo. Caso a imagem não melhorar. contrário do que muitos possam pensar. O que significa dizer que. aqueles que só reproduzem DVD e CD são. CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio. 3. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. sem dor de cabeça. 4.. VCD e Videokê. CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. Apresentarei. CD. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. com 8 cm de diâmetro.AJUSTANDO O AGC 1. Localize o trimpot AGC. REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD. etc. com 12cm de diâmetro. agora. Um microcomputador só reproduz discos de DVD. ou de karaokê. os aparelhos de DVD mais simples. CD. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. Estes são os ajustes de TV e Monitores. assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. um “2 em 1” ... Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos. observando se a imagem melhora. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. com diâmetro de 4. . DVD PLAYER Ultimamente. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. É como dizer que. VCD. 20 minutos. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos. embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. 5. ele precisa ser um “4 em 1”.2” (8 cm). O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. 2. Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). Ligue o TV. na verdade.7” (12 cm) e 3.

Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. como discos de armazenamento de média densidade. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. CD-ROM CONTEÚDO Dados.5 GB reprodução. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3).4 GB reprodução. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos. Prata: 2 lados de simples camada – 9. geralmente.em microcomputadores.7 GB reprodução. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD. TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas. CAPACIDADE 650 MB. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4. VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM.Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. – cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um . aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco. DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”. São utilizados.

São utilizados. em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio. geralmente. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . geralmente. a cópia analógica pode ser praticada. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos. Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio. dependendo do programa utilizado. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. 3: Os aparelhos gravadores de CD. Entretanto.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. Obs. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . Neste caso.Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. Obs. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. só permitem a cópia digital de um CD original. geralmente. Obs. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. Ou seja.

Obs. Obs. CD. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos. DVD.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio.Utilizados geralmente em videogames. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA.DA CD Data Áudio. dependendo do programa utilizado. CD de dados de alta densidade.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. geralmente. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB.RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados. Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias. A capacidade para dados é de 4. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas.CD High Density Compact Disc. Entretanto. A capacidade para dados é de 4. HD. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar.7 GB. CD-I CD Interativo. CD-I READY . DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD.

o sinal elétrico será variado. que o feixe toca na cova enfocado. sendo direcionada à lente de foco. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. basicamente.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo).2. Disco Óptico e Magnético Regravável. ou “sinal de HF”. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector. uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. O sinal elétrico segue. Durante a reprodução. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido.”. chamado de “sinal de R. a incidência fica ligeiramente fora de foco. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. permitindo assim a sua reflexão. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode). A unidade óptica é formada .CD-DA Interativo. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. MO-DISC Magneto Optical Disc. PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. com níveis altos e baixos. na Fig. portanto. impossibilitando o retorno da luz aos detectores. até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. um prisma. Assim. o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas. reduzindo sua espessura.F. Essa lente faz o feixe de luz convergir. Quando o feixe encontra um relevo. que transforma a informação de luz em informação elétrica. sendo. e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva. o raio laser chega até o detector. então. na faixa dos megahertz. . foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si. a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma.

Em seguida. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico. as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. em seguida. Após o processador de sinais arrumar. muitos moldes podem ser produzidos. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC. é vaporizado com uma camada de alumínio. Antes. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico. uma vez gravados. com um material ácido. o plástico. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). codificar. a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo. Após a montagem. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. já com as informações digitais impressas. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco. o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco). a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. que é uma película de tinta onde. Por isso. e fica próximo ao selo. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. a qual irá sensibilizar um disco mestre. acontecendo um arranhão. O disco é banhado.3). O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel. produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands).que é revestido de material fotoelétrico. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. Nas fábricas. Por último.GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras.Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. . parte da gravação seria danificada. Veja. Podemos perceber por esse processo que. misturar e serializar todas as informações. também.

Recentemente. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. (aproximadamente 50%). Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. aproximadamente. Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. já com pouca potência. esses poderão ser reproduzidos normalmente. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor. embora ainda muito caros. uma vez que as covas já foram formadas. 250 graus Celsius. Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. as primeiras produzem luz laser de maior potência. o que significa que. arranhões e poeiras no disco são permitidos. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco.Esses discos possuem uma película sensível ao calor.por exemplo. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. não há como desfaze-las. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. de forma que. devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. porém. Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. Portanto. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos. com relação ao diâmetro do arranhão. a superfície é derretida. a tolerância é ainda maior. apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original.Por esse motivo. quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. Apesar do grão de poeira ou arranhão. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. Entretanto. formando-se as covas. pelo lado do plástico protetor. pois . As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) . não o deixe com o selo virado para baixo. ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais.

ocultandose os inúmeros lados ruins. qualquer outra situação. os bits altos e baixos. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. Há.Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. A única vantagem desses discos. possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. Mas. é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. com relação aos anteriores. e com maior potência no laser.Em outras palavras. permitindo a regravação. O DVD. da luz. assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. podendo chegar a 30% de um DVD original. Assim. Durante a leitura. Como o DVD reproduz imagem e som. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas). entretanto. ou não. e que o superaria em todos os aspectos. Durante o processo de apagamento. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. após o resfriamento. produz. infelizmente. a tecnologia mais avançada do DV. muitos acham que. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino. assim . uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. No DVD-RW. garantem o retorno. principalmente por parte dos idosos. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. o que não é bem verdade. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores. que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que. É interessante. divulgar o lado bom do DVD. para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. No interesse de vender mais aparelhos. com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. evoluiu do CD. Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores. Talvez. . em pontos específicos. comercialmente. além de fácil utilização. Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW. definido. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. o poder de reflexão desses discos é bem menor. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. enganosa.

pois o aparelho de TV terá.Mas a dublagem aqui no Brasil é feita. Bem. não sintonizam canais e não possuem saída de R. e o DVD é disco. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. interatividade.F. multi história. mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. aqueles que só têm o sistema nacional.. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete. simplesmente em estéreo (dois canais).Esse problema é muito sério. obrigatoriamente. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela. Bem. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. ângulos de cena. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares.. Isso significa ter um aparelho com grande potencial.. o usuário. eles não estão disponíveis . que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. ou DTS de 6 canais. que possuir entradas A/V. para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio. etc. comprar outro aparelho de TV. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. . Os aparelhos de DVD não mostram a hora. o usuário terá que comprar um outro equipamento. Mas. no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. Embora estejamos no Brasil. número de idiomas disponíveis. sem contar que. entre 8 idiomas.O interessante é ter em casa os dois aparelhos. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC. na maioria dos casos. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida.O VCR é fita. ou apenas alguns mais evidentes são previstos. Entretanto. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. também. Isso faz muita diferença.. para o sistema AC-3. Isso acontece porque o disco é produzido. se você escolher “Português”. A única solução para esse caso será. Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. que o usuário prefere ouvir. ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC. esse também depende de estar disponível no disco. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. na grande maioria dos discos comerciai. geralmente. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco. Que maravilha! Entretanto. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir.

antes de usa-lo . que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono.7. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução). ou até a voz de algum personagem. principalmente. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação.8. L ou R. que comportaria. como ilustrado na Fig. os tipos de conexos que poderemos encontrar. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada.Nesses casos. Veja na figura. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos. ou às entradas de um aparelho de som. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. que pode ser um determinado instrumento musical. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. consultar seu técnico Além disso. sendo induzidas a acionar o seu técnico.A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais. Isto é fato. na entrada de áudio. e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. antes. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD. . ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. Fazendo isso. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. e também para pessoas idosas. Por isso. o que acaba gerando confusão. INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples. para não perder o seu valioso cliente. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. no mínimo. dois ou três filmes. muitas pessoas cometem erros.

e como as mesmas estão dispostas. é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”. para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade. Essa placa contém um processador de R.9 e Fig.SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”. Pro Logic ou AC-3. respectivamente.F. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer).1. chaves sensoras . FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos.Nessa saída. o sub woofer. engrenagens. produzindo.É muito comum ela se encontrar instalada .1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig. consegue-se mais uma saída. o que se costuma chamar de “5. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional.1”(“cinco ponto um canais”. PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma. UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão. Com oDTS ou o AC-3. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv). servomecanismos(“servos”).. A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores. ou super graves. correia e gaveta. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais. sendo um para a matriz R (Pr). DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5. não envolvendo demodulações nem separações. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial. totalizando 6 canais.Entretanto. Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. e já estão separadas. deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada. portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo.

e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). ou seja. um para cada tipo de mídia. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig. é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes. 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade.11). PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. Em muitos desses casos. dar orçamento ou reparar defeitos. memória e reguladores. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores. na Figs.Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. microprocessador principal. o cliente perderá a confiança nele.Fica na frente do mesmo. 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig. processadores de áudio. um para o DVD e outro para o CD. por trás do painel frontal e possui chaves .ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes. Nestes casos. PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho.Entretanto. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. embutidos na placa do M-PEG-Fig. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. descompressor MPEG2. orientar. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída. deve haver dois circuitos DSP. display e microprocessador do display.13). se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. Mas. LED.12). ela pode não existir. em alguns aparelhos. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG. .Geralmente. decodificadores. a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo. Veja. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores.11. seja para instalar. Além disso. ou até assustado com o aparelho. PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho.

Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos. . a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. dar orçamento ou reparar defeitos.TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. seja para instalar. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina. Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. através do menu. Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos.Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. através do menu. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico.O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) . Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. orientar. que facilitam. Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. ou até assustado com o aparelho. Em muitos desses casos.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos). Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. o cliente perderá a confiança nele. Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. que facilitam. ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores.

“Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). e selecionar opções através da tecla “OK”.Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. na tela do menu principal . Assim. etc. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. ou seja. Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). pelo menos. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. A maioria dos filmes é dublada em. Nesse menu. legenda. O menu principal é acessado. os menus serão diferentes para discos diferentes. dois idiomas. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. o menu do titulo escolhido. escolha de títulos e capítulos. original ou dublado. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. três idiomas para as legendas. pelo menos. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla . “Down” (para baixo).Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma. O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. geralmente. Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. legenda. etc. etc. nível de censura. através de uma tecla denominada Set-Up.. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Após o aparecimento do menu. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. Poucos discos possuem mais de idioma ao menu. “Select” ou “Enter”. apresentada no rodapé da tela. e os menus dos filmes são acessados. Ao se escolher um determinado titulo. formato de tela. Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. A maioria dos discos traz. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima).abre-se um “Sub-menu”. formato de tela. Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. ficha técnica. escolhendose a opção Titulo 1. o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. Titulo 2. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho. Menu É o menu do disco. os quais podem ser escolhidos através do menu do disco.

É como se fosse uma pausa sem imagem. durante a reprodução.“Sair”. e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título. durante a reprodução. com aparelho em STBY. ou “Voltar ao menu principal”. Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. quando o “Play for solicitado”. Em outros. cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. o display permanecera apagado. mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. o filme retornará do inicio. o display acenderá. Ao se pressionar a tecla STBY. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. a imagem será congelada. Durante a reprodução. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. Geralmente. se abrirá. um capitulo é pulado para frente. o aparelho exibirá a tela do menu principal. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. contamos com a função também através do controle remoto. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. Teclas Básicas Tecla “Power”. se estiver aberta. Ao ser pressionada. se a gaveta estiver fechada. Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. se fechará. um capitulo é pulado para trás. “Stand-by” ou “Liga”. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). o filme será interrompido. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. ou então um único LED bicolor. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. . Alimentando-se o DVD Player. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. Durante a reprodução. Paro o disco que contenham mais de um titulo.

agora. vale ressaltar que o avanço não é linear.. Nos aparelhos mais populares (maioria). O DVD avança saltando de quadro em quadro.Pressionando-se “Enter”. “OK” ou “Sect”.Mas. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”). Existe. em seguida. o tamanho da moldura se modifica para 2x.Cada vez que pressionada a tecla Zoom. para frente e para trás. etc. podemos escolher entre oito níveis de censura. Assim. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. por exemplo. cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. “Down”. pressione a tecla Play. respectivamente. existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e. 8x . Para voltar à reprodução em velocidades normal. 4x. “Down”. x8. e evitar que uma criança. as teclas “Up”. possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. A imagem pode ser exibida lentamente. “Left” e “Right”. Se o filme foi gravado com três ângulos. para frente e para trás. principalmente nas velocidades mais rápidas. pode-se mudar a posição da moldura na tela. ainda um tipo de aparelho no qual. que podem estar disponíveis em alguns discos. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”. isso não será possível. e em varias velocidades. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes. a moldura toma toda a tela. Entretanto.. utilizando as teclas “Up”. como é o caso da tecla “Scan”. pressione a tecla Play. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . a cada vez que forem pressionadas. “Left” e “Right”. como nos videocassetes. Entretanto. Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). Conforme o modelo e o fabricante. possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. o resultado é bem confuso. mover a tela. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes.Para voltar à reprodução em velocidade normal. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. no controle remoto. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. Essa senha é criada pelo usuário. essa tecla pode funcionar de maneira diferente. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens. já que não dá para se entender uma seqüência. Utilizando-se. x4.

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

A memória EEPROM não é veloz. Com base nos comandos provenientes do teclado. Quando se trata de CD. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta. Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal.. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display. nem oferece muito espaço interno. A memória SRAM é composta por flip-flops e é. o drive se encarrega de excitar o motor. geralmente. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. para o servo do sleed. ou um novo capítulo do DVD.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. do DSP. Mas.. através dos menus disponíveis. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”. o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. Memórias Geralmente. Essa tensão faz com que a lente suba . o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. quando se trata de DVD. O comando da gaveta “LDO” é então. Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. apesar de ser mais lenta que a SRAM. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação. oferecendo excelente espaço interno. o micro lê esse pino. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho.o microprocessador libera um comando. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. portanto.DRAM e EEPROM. etc. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. destinada a procura de foco. A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível. títulos. Por isso. enquanto que. mais veloz. ou informar ao usuário sobre esses modos. capítulos. A memória DRAM é formada por células capacitivas. Algumas informações podem ser visualizadas no display. mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”.. proveniente. através da via SLEED IN. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD. o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. por meio da interligação com um de seus pinos. antes de iniciar a procura do foco. o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD).

o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD.F do CD é entregue ao DSP do CD. Os sinais de controle. os sinais A. e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD. velocidade de trabalho. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso. Quando o foco não é encontrado. principalmente. Somente se não conseguir uma leitura conhecida. anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. o micro considerará falta de disco na gaveta. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. enquanto que. áudio/vídeo e CIRC. Nota-se também que. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal.F do CD e do DVD. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD. A saída do VCO é chamada de CLVO. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso. e a potencia do laser reduzida para CD. Isso se faz necessário. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas. VIDEOKE. primeiro a sair). como MP3. serem separados por um demultiplexador. Em alguns aparelhos o disco será ejetado. e assim. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. O sinal de controle segue. de forma que. VCD. a: freqüência envolvida. que foram gravados no disco na forma EFM. O sinal de R. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros. então. através da qual circulação por um determinado tempo. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. Dessa comparação. detectar os eventuais erros de leitura.C e D são somados para conseguir os sinais de R. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade. a saída de dados è no formato série. no DSP do CD.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. etc. os sinais de R. a procura de foco é repetida por uma vez e. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. exigido para as informações de vídeo croma. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. Após encontrar o foco.totalmente. para a interface do microprocessador.B. em seguida. Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. seguem para demodulador EFM. e o sinal de R.F. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP.primeiro a entrar. os dados . cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata.F do CD e do DVD. No interior dos amplificadores de R. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos. e com potência de laser de DVD. No interior do DSP. Caso tenha sucesso na primeira leitura.

substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. formando as imagens de forma completa. resultando. o disco não será reproduzido. Esse . pois. assim. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória. os sinais são levados ao MPEG. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos. Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. numa menor complexidade para o calculo da média. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. e uma mensagem de erro será exibida na tela. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data). algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. será notado um congelamento demorado. Após a descompressão. Se o erro efetuar um quadro inteiro. seguindo. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. é possível determinar um símbolo errado através da media. sendo liberados depois. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. Neste instante. No processo de reprodução. Neste setor. um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. Caso haja algum impedimento. para descobrir o F. para descobrir o B. e assim descobre que o código correto é 5. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. Após a recomposição dos dados. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. entre E e G. após alguns cálculos. O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. ou seja. o deslocamento da memória será interrompido. Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. Para facilitar a correção. entre G e I. onde acontecerá a descompressão. tipo de mídia. etc. Em seguida. o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. para descobrir o H. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. o processador CIRC solicitara uma pausa. o que vai acontecer muito. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. os dados são recomposto. então. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural.que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. para os circuitos de áudio e vídeo. até que o processador termine de fazer a correção. Neste caso. Neste caso. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. por censura. o processador CIRC calculará a média entre A e C. a reprodução do disco será interrompida. A principal delas é da media aritmética. código de área..

liberado pelo DSP do CD. Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica).1). Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). assim. transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas. entregue pelo processador de vídeo. interferindo em outros aparelhos. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). então. onde os bits serão enfileirados. Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. então. quando um CD estiver sendo reproduzido. localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento. seguem para um conversor paralelo/serial. caso esse sistema esteja disponível. também faz a separação dos canais “L” e “R”. e uma saída de vídeo e croma. A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED. O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. fornece o primeiro pulso de alimentação. para o decodificador AC-3. as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho. criando. e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. para que o oscilador de chaveamento. então. saídos em apenas um via. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”. Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. tem por função. para o conversor digital/analógico de vídeo. O sinal de áudio serial segue. incorporadas. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. onde será decodificado em seis canais (5. ao pino . o setor “Partida”. esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”. Os sinais de vídeo seguem. através de R2. para o distribuidor de áudio. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out).processador reconhece também os códigos de áudio. chegando ao dreno do MOSFET Q1. Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). e os separam dos códigos de vídeo. O sinal já codificado em AC-3 segue. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. para alimentar o conector de saída de vídeo linear. O sinal de áudio. que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. chavear a tensão continua proveniente da fonte primária.

As ondas de chaveamento são. O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. fazendo variar os valores no secundário da fonte. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. em algumas fontes. aproximadamente. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). seguindo depois para os catodos e grades do display. destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. o zener entrará em curto. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. então. embora não sejam estabilizadas. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte.1 do C. Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. fazendo a fonte desarmar imediatamente. os circuitos alimentados pela mesma. produzida no secundário da fonte. destinada à alimentação do filamento do display. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. para alimentar o seu LED interno. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores.Essa tensão alimenta. geralmente. o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. . protegendo. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. Variando a largura de pulso. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. muito sobrecarregada. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. inicialmente. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. Como essa saída é. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. 4 volts. um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”). Caso a tensão do secundário varie. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. A tensão de 12 volts. utiliza-se um diodo de alta corrente ou. assim. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. de controle IC1. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida.I. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. Assim. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução. produzindo. assim.

para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 .CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 .I. As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 . “terra”. “terra”.DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 .F do CD) Pino 48 .I. Seus principais pinos são: Pino 09 .) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD.Massa (“terra”) Pino 78 .Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 .I.Reset (pulso de inicializaçao do C. servo do DVD e DSP de CD.OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) .SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 .+ Vcc5 volts (alimentação do C. do C.) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.) Pino 98 .TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 . Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R.I.Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 .) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading.CD RF IN (entrada do sinal de R.FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 . do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 . do C.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 .+ 5 V (alimentação do C.DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 .F.) Pino 26 – GND (massa.I.I. TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.+ 5 V (alimentação do C.) Pino 100 .Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.

) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa.) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 .+ 5 V (alimentação do C.) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C. é um distribuidor de áudio.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.I. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.+ 5 V (alimentação do C.I. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 . isso tudo . e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. “terra”. Por outro lado.I. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A.TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD. do integrado) Pino 23 .I. do C. “terra” do C.DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros.I. “terra”.I.

diodo laser. também. Assim. o defeito pode estar na correia do loading. Alguns.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. fazem parte da mesma. Neste caso. discos originais e domésticos. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. na fonte. Verifique se o diodo laser está acendendo.. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar. Caso não esteja. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. fazendo a unidade óptica trepidar.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. esquemas. Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD. inicialmente. verifique as chaves “Limit Switch”. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD. Esse tipo de verificação não requer instrumentos.. etc. e outros que. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto. infelizmente. Há possibilidade. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira. instrumento e componentes. Mas. prisma a lente. Dessa forma. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. Caso contrário.Depois de uma boa verificação. Deve-se. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe.. Caso contrário. Essa situação é normal. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. de DVD. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. na chave de gaveta fechada. e nem mesmo ferro de solda. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. verifique o drive e a sua tensão de alimentação. pois só assim os fabricantes. Se a o . o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. etc. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica.. verificar como está no momento o menu de Set-Up. ou um simples palpite. até mesmo antes de abrir o aparelho. também. do diodo laser estar avariado. mas use a correia muito apertada. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. a unidade óptica com o problema é o mais provável. ou no drive do sleed. Se o motor sleed fica girando direto. Verifique se a procura de foco está acontecendo. como detetores de foco. Se o disco não gira. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. troque a correia do loading. é provável que o foco não esteja sendo encontra. Se o motor de loading não gira. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo. e se a óptica se eleva completamente. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho.

Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. na serigrafia da placa. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. Assim. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. Quando o resistor é de valor muito baixo. Entretanto. também. ou de sobradores térmicos. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. Nestes casos. em conseqüência. É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. embalagem e transporte. Na verdade. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. e o ultimo representa o multiplicador. principalmente dos técnicos mais veteranos. Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. o numero de zeros. o custo de estocagem. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. ou de “estação de retrabalhado”. O maior problema não é esta no tipo de componente. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. adotam preços quase absurdos para elas. visando facilitar a manutenção. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. que são usados como “jumpers”. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. muitas das vezes. . Mas. a unidade é sempre suspeita. alguns particularidades desses componentes. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. de avançar para as verificações eletrônicas. simplificando bastante o conserto do aparelho. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica. principalmente na placa do MPEG. Entretanto. é bom conhecer. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior.aparelho já tem mais de três anos. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. nem instrumentos avançados e. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. há alguns anos. Para os que pensem assim. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. e o circuito fica com dimensões bem menores.

em alguns poucos casos. uma regra básica pode ajudar: 1º . Quando as regras descritas acima não ajudarem. abaixo desse capacitor.Transistores sem letras ao final: Exemplos. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais.Na maioria dos capacitores.estiverem com coloração diferente. deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores.O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. para um teste mais confiável. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD. BC 827R. e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo. 3º . muitas vezes. com um ohmímetro analógico. Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital. . sem retirá-los da placa. Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. geralmente. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. etc. 2º . Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos. BCF 29R. No circuito. planejando-se uma posição adequada. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. devido ao seu curto tempo de vida. Mas. Para facilitar. para se saber o valor dos resistores. remover a solda de um dos seus terminais. Entretanto. as trilhas serão corroídas e se partirão. são mais altos. principalmente de fuga. use as seguintes regras: 1º . não eletrolíticos. Se as trilhas do circuito impresso. geralmente os menores. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo. Nestes casos. se parecem muito com os resistores. Entretanto. BCF 29. etc. BC 827. úmidas ou esbranquiçadas. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor.podemos encontrar alguns. 2º . a medição será mais confiável desligando-os do circuito. na maioria dos circuitos. pelo menos. e precisa ser trocado.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. sem especificação alguma.A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica. 4º . Caso não se faça logo a troca . para que o mesmo possa ser incluído na placa. Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor.

Vbe com 0. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor. Por esse motivo. não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha. emissor baixo. e se os flat cables estão em boas condições. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. após a sua troca.Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. Mesmo após uma boa investigação. Daí. 4º . a base deve estar sempre com 0.I. de preferência deitados.I. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos. 2º . Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e. e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos).7 V: base “alerta”. a seguir. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa. O transistor comum deve ser arrumado. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n. deixando a troca do integrado sempre por ultimo. Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor. algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. após retirá-los. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. dificilmente.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. principalmente alguns reguladores. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p. há defeito no circuito. troque o transistor. reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores. para verificar se não estão úmidos. alguns exemplos: 1º . chegamos logo à causa do problema.6 V. o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. base normal..Coletor normal. exceto em alguns poucos casos. ou coletor “aberto”. Vbe com 0. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms. As tensões que saem da fonte são. 3º . a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha.Coletor baixo. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra. base baixa. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com . geralmente. inchados ou com uma coloração estranha. Vbe maior que 0. emissor baixo. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas. há curto na linha. Troca-se o C. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico.Coletor baixo. e testa os componentes periféricos.Coletor normal. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD. Caso positivo.Vbe com 0. emissor baixo. emissor baixo. verifica os sinais de entradas e saídas. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. encontramos substitutos para eles.7 V: curto na linha de saída. base baixa. Veja.6 volt a mais que o emissor. base baixa.

o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo. o defeito. a base deve ser 0.transistores p-n-p. inicialmente.6 volt menor que a tensão do emissor. estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital. Para este caso. Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo. pelo menos. três terminais. geralmente. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico. coletor baixo. o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída. Os integrados reguladores são mais simples. Mas. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas. deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock.I. Vbe com 0. se o C. Vbe com mais de 0. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados. se não obtiver sucesso.6 V : transistor em curto.Emissor normal. por exemplo. Esses integrados possuem. dinheiro em caixa e paciência. Assim. base alta. base baixa. Nessas verificações você precisará apenas do multímetro. você deverá verificar. Se não contar com essas facilidades. base baixa. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador. coletor alto.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base. de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. Vbe menor que 0. base baixa. • Caso o áudio do CD também esteja ausente. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. coletor baixo.Emissor normal. para cerear logo o defeito. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída. 4º . Para essas ultimas verificações você precisará. e pode obter um resultado muito bom. do diagrama esquemático do aparelho. • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD. inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo.7 V: junção de base “aberta”. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco.Emissor baixo. geralmente. alguns exemplos de anormalidades: 1º . e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em .Emissor normal. Veja a seguir. o aparelho não deixará de ser consertado. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída. é do integrado. coletor baixo. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial. 3º . 2º. mas você precisará de muito mais tempo. sendo o terminal de entrada o primeiro. Vbe menor que 0.

dificultando a leitura do disco. nem sempre o defeito será na unidade óptica. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal. É triste ter que dizer isso ao cliente. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica. Entretanto. inverte a rotação. o defeito inicia-se com esse sintoma. a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. enquanto que. • Não gira o disco. Mas. mesmo nesses casos. ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que.. mesmo ainda novos. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois.Bem. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. o motivo principal. não funcionam bem. • Inicia girando o disco com indecisão. muitas vezes. . a unidade óptica já esta comprometida. limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido.. mais finas ou muito menores. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos. mesmo limpando-se o disco. é facilmente corrigido. e da mesma espessura. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. Mas. onde está o microprocessador. no caso do CD. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato. principalmente porque. geralmente. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. e o aparelho funcionará bem. Suas vias são ligadas. mas. em algumas vezes. Porem. É claro que. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito.primeiro lugar. a leitura é aleatória. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente. ao microprocessador de controle. a luz vencerá a sujeira da lente. vai para Stop. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. mesmo com a lente suja. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. e apresenta “No Disc”. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original. é sinal de que. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. mas no caso do DVD. Correias mais grossas. alegando que determinados discos não funcionam e. não lê o TOC. alem de tudo o que já foi dito. o pior é não dizer. na maioria das vezes. se o diodo laser estiver novo. apresenta uma mensagem de erro. Geralmente. O que acontece é que. muito apertadas. pois. a leitura do CD é seqüencial. no DVD. querendo o dinheiro do conserto de volta. empeno das lâminas. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. ao substitui-a.

Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. Mas o Disco não Gira Nesses casos. • Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. Neste caso. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. portanto. ao se misturar com poeira. Entretanto. Caso não resolva. troque a unidade óptica. verifique o fusível. O Display não Acende. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. é porque há algum curto na parte secundaria.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. através de códigos no display. • Posicionamento do mecanismo. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. para o sintoma em questão. Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. Se o mesmo estiver rompido. um defeito oriundo da unidade óptica. Entretanto. mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. Alguns aparelhos informam. antes de substituí-la. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. Lente Procura o Foco. O Disco Gira. Caso negativa. antes de substituir o fusível. A Gaveta Fecha. ou não oscilação no primário. que . diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. deve-se iniciar a limpeza da lente. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. esses códigos serão também exibidos no display. verifique se há tensão no capacitor de filtro. Portanto. logo após a ponte retificadora. veja se o diodo laser está acendendo. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado. facilitando. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. que se transforma em pasta abrasiva. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. geralmente. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta.

correspondente a essa tecla. Display Exibe os Capítulos. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco. onde o sinal de áudio é separado do vídeo. Disco Gira. Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal. circuito de clock.impeçam a fonte de oscilar. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. geralmente. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. geralmente. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma. Mas. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. se o controle remoto está em bom estado. do drive esteja alimentado e o sintoma persista. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho. verifique a chave de toque. incluindo o capacitor de filtro. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá. . Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso. ou baixa.I. é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. geralmente é falta da fonte de -30V. verifique as tensões. Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. incluindo a correia do loading. troque o C. Portanto. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. circuito de reset e memórias. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada. Esses fusitores queimam. desde o DSP até o processador. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. Entretanto. ou da tensão de filamento do display. Entretanto. Caso o C. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. limpe bem a placa frontal. para tirar conclusões. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. O Display não Acende.I. verifique todo caminho dos sinais. devido a capacitores de filtro em curto. verifique os circuitos de saída de vídeo. Teste também opções de saídas diferentes.

não posso garantir a precisão das mesmas. “Multi-Regiao” . pressionando a tecla On/ Off. 3º . Normalmente. como essa informações foram obtidas de fonte informais.. AIWA Modelo DVD 2240: . AKAI – Modelo DVD P1000: 1º .Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. 4º . um disco de DVD que não seja destinado à Área 4.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos. 2º .Ao aparecer no display um texto de endereço e dado. “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”. Apenas alguns casos é que. 2º . A modificação por hardware implicará na compra de kit específico. “Code Free” ou “Todas as Áreas”. Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas. Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software. Uma lista numérica aparecerá na tela.Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward. libere as teclas “Fast Forward e Stop”. a tecla preta. Isso acontece quando o usuário consegue. O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou. 7º . 01 para região 1. Modelo DVD P2000: 1º . Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões.Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer. Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta.Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas. conhecida também por “Região Zero”..Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números. 3º .Ao aparecer o “logo” da AKAI. e assim pro diante) 5º . 4º . solte as teclas. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”. “Verifique a Região” ou. 02 para região 2. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre. agora. à direita.Desligue o aparelho. e o introduz no aparelho.No controle remoto. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software .Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. “Área Livre”.Solte. ou traz de fora do país. 6º . alterando-se apenas o software. enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware. etc.

“1” para região 1.Pressione a tecla “9” do controle remoto.Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho. “a-b”. 2º . “Seta para cima”. Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º . “Seta para baixo” e “Seta para direita”..Selecionar “Versão”. A gaveta se fechará e o filme será iniciado. 4º .Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta. 2º . Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º .Abre a gaveta e pressione “Setup”. etc. 2º . em seguida. “Rverse” e “Forward”. 4º .Acessar “Região” com a senha 1369.Pressione “Play”.. 3º . 2º . CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º .o controle remoto.Pressione a tecla “Step” e. 2º . “Seta para esquerda”.Mantenha o aparelho sem disco.Navegando no menu. pressione a tecla “Pause”.Sem disco na gaveta.Digite “1111” e . 3º .Digite o código “38888”. 5º . 2º . 3º .Ao aparecer o menu “Loopholes”. Outro processo para esses modelos 1º . digite o código “2168”. através do controle remoto. .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. 3º .Feche a gaveta do aparelho.Abra a gaveta do aparelho e. pressione a tecla “Left” três vezes.Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”.Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”. 3º . APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. COUGAR Vários Modelos 1º . selecione a região desejada. o numero da região desejada. para selecionar “Code Free”. 3º . através do controle remoto. 4º .Pressione “0” para “Área Livre”. Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º .Navegando no menu.Mantenha a gaveta se disco.Entrar no menu “Set-Up”.Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. pressionar “Enter” para Região Zero. pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”. 5º . 2º . selecione a região desejada.No controle remoto. em seguida a tecla “Setup”.1º . escolha a região desejada.Digite o código 314159.Pressione “Step”. Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”. 3º . 2º . e a tecla “Hight” uma vez.

digite “3010”. .Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”.Ao surgir a mensagem (CODE).Ao aparecer no display um texto de endereço e dados. Após surgir a mensagem (AUTO). Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º ..Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”. Modelo DV 2100: 1º .Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. “Clear”.Pressione a tecla “Exit”.Digite “2010”. 3º .Pressione a tecla “Pause” e desligue. “Clear” e “36”.. digitar “8926” e o código da região.Pressione as teclas “Step”.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer. A região atual será revelada. LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º . 2º. 4º.Com a gaveta do aparelho aberta.Digite o numero da região desejada. GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º . “Shuffle” e “Next” para finalizar. 3º . Modelos D-12.digite 9). 4º .Com a gaveta aberta.Pressione a tecla “Enter”.Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”.Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo. digite o código da região desejada. está pronto.Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”. o “CodeFree”. o “CodeFree” estará instalado. Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º . 3º . Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º . 4º . 2º .Digite “10”.Após isso. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4). 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. etc. pressione a tecla “Setup”. 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”. Outro processo para esse mesmo modelo: 1º . de 0 a 6. Caso não funcione. o “CodeFree” estará instalado. 2º .DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. 2º . Ligue o aparelho pelo controle remoto. Após a mensagem (Auto). D-22 e DV 6500: 1º . solte as teclas.

Com o aparelho ligado.Pressione a tecla “Enter”. a modificação estará pronta. 4º .Com o aparelho ligado. o código 159. sem disco.Pressione a tecla “Display”. Para selecionar a Região 4: 1º . Para selecionar a Região Zero: 1º .Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região.Pressione a tecla “Display”. 2º . em seguida. 4º .Mantenha a gaveta fechada. sem disco.Digite a senha 00800000000. Modelo DVD 711.Pressione a tecla “Condition”. 4º . a senha “1111”. 2º . sem disco. selecione a nova região e saia do “Setup”. 3º . a ultima opção à direita (“General”). A tela exibirá o numero da região atual. pressione a tecla “Menu” e o numero 1. 5º . em seguida. Modelo DV 525 . Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware.Pressione a tecla “Condition”. 3º . 2º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto. em seguida. pelo controle remoto. 3º . a tecla “Play”.Escolha no menu. informando que a Regiao Zero foi selecionada. 4º.Pressione a tecla “Display” e.Escolha no menu. digitar. 3º.Pressione a tecla “Play” e. em seguida.Pressione a tecla 0 e.Com a gaveta aberta. A tela exibirá o numero da região atual. em seguida. selecione a nova região e saia do “Setup”.Pressione a tecla 0 e. a tecla “Play”. O aparelho estará pronto para a Região Zero. 2º .Após o fechamento da gaveta. sem disco. A tela exibirá o numero da região atual.Com o aparelho ligado. o código 159. sem disco. Na tela será exibida uma mensagem. Modelos DV 302. 6º . O aparelho estará pronto para a Região 4. PIONER Modelo DV 333: 1º . 2º . 2º . Modelo DV 414 e DV L606: 1º . 3º .Mantenha a gaveta fechada. a tecla “Setup”.Pressione a tecla “Display”. a ultima opção à direita (“General”).Pressione a tecla “Play” e. com o “Setup” em “Basic”.OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto.Digite a senha 00700000000. com o “Setup” em “Basic”. DV 434 e DV 626: 1º .

Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los. 3º . DV 515.Com a tecla “Power” desligada.Ao surgir a mensagem “Code”. 4º . (Para usar discos da Área 1) 1º .1º . ou 4 para discos brasileiros.Digite “1” e pressione as teclas “DISP”. 4º .Após aparecer “NO DISC”. 3º . L700 devem ser modificados por hardware. Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware. SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION .Escolha a opção (“General”). DV L90.Pressione a tecla “Power”. 3º .Com a tecla “Power” desligada.Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU. sem disco. de 1 a 6. “Menu” e “10 Key”. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º .Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202). pressione a tecla “seta para baixo”.A tela exibirá o numero da região atual. Modelo HTZ-7: 1º . L 717. 2º . DV C302. “COND” e “10 KEY”.Pressione as teclas: “DVD/CD”. Obs: Modelos DV L500. 2º . DV 700 e DV 909: 1º .Pressione a tecla “Display”. pressione a tecla “PREV”. DV 343. 3º . 4º . 2º .Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto. DV 05.Pressione 1 para discos americanos. Modelos DV500. DV L535. L919. SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º . Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º .Ligue o aparelho. L505.Pressione a tecla “Power”. 2º .Com o aparelho ligado. 2º .Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”. 4º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto. pressione a tecla “Stop”.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware. L515. digite o código da região desejada (0 a 9).Pressionar a tecla “Menu”.Pressione a tecla “Condition”. Obs: Modelos HTZ-55. 2º . 2º . “SUB”.Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). sem disco. selecione a nova região pressione “setup”.

Nickel Metal Hydrid). incorporado ao conversor D/ A. NiCd. O desempenho da máquina será de pouca utilidade. Como o AGC do receptor TV é diferente. do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. o Macrovision não atua. desabilite o Macrovision. Baterias de Niquel Hidreto Metálico. NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. Nickel Cadmiun em inglês). pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. Como o sistema foi desenvolvido por software. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º . O macrovision afeta. eles consomem mais energia. em alguns aparelhos.Quando surgir o menu. Para tal. Eram mais baratas. o mesmo não é afetado. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. à medida em que os processadores ficam mais potentes. principalmente a cópia de filmes. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks. mas. em alguns poucos aparelhos domésticos. Entretanto. mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete. fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. no caso dos desktops. Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. a situação é radicalmente diferente. No DVD ROM. em intervalos de alguns segundos. . A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. Segunda geração de baterias. Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna.

A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP. DICA: Uma bateria esgotada. Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. pois o Linux não exige pagamento de licenças. enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. seja NiCad. um centrino de 1. Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home. provocando um apito da fonte do notebook. Lithium Ion). abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora. São mais leves. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. e faz comparações com as baterias de NiCad. se o consumo do notebook for de 4000 mA. Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias. utilizada para se medir baterias de automóveis). a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. Em 2001. se o consumo for de 2000 mA. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. Em geral.66 GHz. A intenção é reduzir custos.33 GHz consome mais do que um centrino de 1. AH. As mais modernas baterias para notebooks. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio". ou próxima disto. Li-Ion ou NiMh. dentro de uma mesma família de processadores.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio.00 GHz.proporcionavam maior carga. agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. a bateria consegue manter 2 horas. O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. Isso significa que. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos. apresenta resistência interna zero. um Dual Core 1. XP Professional e XP Media Center. .

O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). Com o crescimento da internet. Atualmente. essas redes podem ser locais (LANs. a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). Este sistema integrado. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. etc) e o Sistema operacional. fax/modem. quando ela é adquirida). placa de rede. Em termos de sistema. atualmente (2007). tendo em vista as . monitor. dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. que não têm o chip. geralmente em locais de trabalho) ou a internet. e passou por sucessivas e rápidas evoluções.11b. CPU.. praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. memória RAM. sejam desktop ou mini torres. podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi. uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos.Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. teclado. placas ou interface de som. dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802. em caso de necessidade. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. como a Dell. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook. As máquinas mais antigas. discos flexíveis ou "floppy". esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. mas isso pode tomar tempo considerável. ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes. fornecem os CDs como um opcional..

pesam acima de 3 quilos. em alguns casos. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente.. Anteriormente. A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops". notebook ou laptops. Notebook São computadores portáteis com peso entre 2.peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante. Hoje. passou a ser conhecido como "sistema proprietário". alta resolução de vídeo. Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. Compac. Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of . Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. também. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis. seus problemas e sistemas operacionais. está se restringindo aos notebooks.5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops". só as grandes empresas como IBM. ou de "arquitetura fechada". construído por fabricante diferente. Então. Digital etc. e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). o conceito de "sistema proprietário". e o objetivo para o qual foi previsto. mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos. Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. O seu projeto é diferente. Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro. Os periféricos como "fax/modem" e multimídia.

Integration” . o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados. "Palmtop". pequenos editores de texto. (2. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook. A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. Os notebooks. pesam. pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. Diagrama em bloco Na figura abaixo .5mm. agendas. os HDs de 19mm estão sendo abandonados. Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks. e em alguns casos.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”. Os HD para notebooks são menores. Seu peso é menor que 2 quilos. O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD. . devido às suas peculiaridades. são os HD. edição de textos e alguns programas específicos.5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. menos de um quilo. e planilhas.

Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. entre 750 e 1200 V.0V. eventualmente. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. não necessariamente nesta ordem. conhecido como inverter board (inversor). e os floppies de 1.2.44MB e drive de .apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. +5. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados. (iluminação e controle de brilho do LCD). +2. portanto. -5. transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro). Este circuito. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas. -12. alimenta uma bateria principal para carregá-la. e. de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio. -12 e +5 ou -5V. por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico. por exemplo: +12.9 e/ou +3. o hard disk. Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada. Este conversor pode gerar várias tensões: +12.

consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos.CD-ROM.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. Award. Phoenix. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes. o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais. +5 e/ou +12V. Samsung e Zenith. e cumprindo as instruções do BIOS. estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. ao ligar um computador. IBM. algumas vezes. e o xxx o código correspondente ao erro. para qualquer máquina. Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres). podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA. . Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST. para substituição ou o reparo chegou ao fim . Os fabricantes de notebooks. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. porém no final. Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante.0V. figura abaixo. Neste caso. seguida da palavra erro # xxx. mas as rotinas de BIOS não foram completadas. Na tabela a seguir. ou se tem um chip igual. quem está por traz é sempre AMI.se for detectado um erro. As empresas: American Megatrends. Award Bios. ou qualquer coisa parecida com isso. de +2. A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. utilizam chips com o seu logotipo. entre outros. estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell. Em todos eles . É recomendada a consulta à Internet. aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". O sinal # significa número.0 a +3. a CPU. AST.

Se o computador executou todas as rotinas do POST. Seqüência de abertura b. Normalmente. e. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. Allen. tipo de parafusos usados na fixação da tampa. Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados.IBM. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management). fundo e laterais: comum. nada acontece. Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). e. spline e torx. Phoenix etc. os custos de manutenção na área de SMD. (não deu o boot). não há como executar o reparo. A falta de vídeo. ou às portas ativas. torna-se cansativa. razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. observe e anote sempre. neste caso. Como já foi mencionado anteriormente. Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho. Finalmente. Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. estejam corrompidas ou erradas. laptop ou palmtop. quase sempre serão considerados altos pelos clientes. mas o computador não parte. retirada da bateria principal (battery pack). porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo. ainda temos problemas na configuração do BIOS. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. no LCD e/ou no monitor externo. Phillips. se ao ligarmos o equipamento. nestes casos. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória.montagem de componentes em superfície. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes.. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema.. caso o manual de serviços não esteja disponível : a. nem um led indicador acende. podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. Recomenda-se que cada passo . o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. Se a execução das rotinas do BIOS for completada. ao disco rígido e/ou flexível.

detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso. em 10% dos casos. Defeitos na tela de cristal líquido 6. Defeito no mouse ou TrackBall 8. logo após a abertura do equipamento. estufados ou vazando. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. mas que pode resultar em avaria grave. Não tenha dúvida que esta inspeção . uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. capacitores eletrolíticos abertos. Como já foi exposto anteriormente. devemos partir para a pesquisa efetiva. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. transistores e circuitos integrados queimados . pode não resolver o seu problema. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware. típico. Disco rígido inoperante 2. enfim. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. que a troca de um fusível. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. Teclado inoperante 7. resistores queimados.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . a olho nu. Disco Flexível inoperante 5. medindo-se tensões e formas de onda.2. Note. Componentes do conversor DC/DC avariados 4. vai revelar fusíveis e indutores abertos. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. Defeito na CPU 10. A causa mais simples.seja levado a efeito com paciência e calma. é a inspeção visual. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. entretanto. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador. são: 1. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. Algumas vezes. É quase certo que. Sugere-se ainda. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema.

estão fixadas à estrutura principal (j). o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) . recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia. ou da substituição de qualquer componente . muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa. que são pratos confeccionados com metal (a). pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes.defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) . braços de posicionamento. são componentes cuja confiabilidade é baixa.. em sites da Seagate.defeito mecânico. Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. alterando a sua geometria. Nos dois primeiros casos (a e b). Assim. nos pratos.Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos. motor etc. vejamos o seguinte: se os HD convencionais. cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns.. Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b).defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros.. cabeças. c) . Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. consideramos como defeitos físicos. é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo. ou elétrico. soldados à placa lógica.. É o caso da substituição de componentes SMD. Quantum. Western Digital etc. As placas magnéticas (e). O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d).

todas as alterações. é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. que implique na abertura do HD. principalmente. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. Cumpre. é o Easy Recovery. se for necessário apagar a partição do HD. O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD. possivelmente existirão. deve estar desabilitado. Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. no circuito de interface do HD. programas específicos para uso profissional. (e muitas vezes. é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. e ou apenas como demonstração. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. Quase todos vêm protegidos contra cópia. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. a recuperação depende da extensão do dano. Existem. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. isto é necessário). teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . No último caso (c). neste momento. ou ainda. não permitem que haja gravação no HD. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. entretanto. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. mesmo que eles continuem a operar. para isto. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD.interno. No caso. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. e Windows. bypass. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. esta informação é correta. alertar que. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. executam uma espécie de "pulo por cima". dos programas que serão utilizados. O Scandisk. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet. Em princípio. ao se recuperar os dados destes drives. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. também do DOS. o seu desempenho e. Entretanto. Por exemplo. Os programas de recuperação. no entanto. É evidente que. e tente utilizálo. chips com informações (ROM) que. o chip (ROM).

o adaptador. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook.000 Volts ou mais. ocorrem muito raramente e. a 25% da tensão nominal da rede. . sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. mesmo assim.Quanto às flutuações. variações que chegam. automaticamente.Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. a queima do fusível de proteção é resultante de: .Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria. em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC. Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem. . Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação. Quando esta estiver completamente carregada. sob determinadas condições. Se. Estes picos são anormais. ou devido a uma condição espúria qualquer. . -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. por falha no circuito sensor. são os mais sujeitos a avarias. nada podemos fazer para evitá-las.Entretanto. o circuito sensor do notebook interrompe a carga. Vamos . é projetado para suportar estas variações. na bateria principal. que são os disjuntores térmicos. Normalmente.Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1. Ao ligarmos o notebook à rede externa. a sua bateria passa a ser carregada. no máximo. a tendência é que a temperatura das células aumente. cortando a passagem da corrente de carga da bateria.

sejam elas de NiCad. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio. por qualquer razão. no caso. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. e. alguma vezes até menos). que no momento de conectar a fonte ao micro. Quando a vida útil de uma bateria se esgota. tendem ao superaquecimento. provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. junto ao conector. neste momento. Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. Antes que isso ocorra. o próprio adaptador AC/DC (Fonte). A tendência é sobrecarregar a bateria. reduzindo sua vida útil. Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. NiMh ou Li-Ion. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega. . As células internas. que. ou o fusível de linha queima. Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário.supor agora. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente.

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