ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
F
2 0

U

S

Í V

E

1 2 3 4

L

6

1 0 K X 1 K X 1 0 X 1

X

1

5 6

S
A V a S S l d T P i s i o

í m

b

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DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

+ _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação. . circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador).5 Mfd a 10. Ex: A225 = 2.200.1 Mfd a 100. ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos.000 Mfd.000 Mfd. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1. Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi. • Tântalo : 0. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo. 2.dielétrico.2 μF x 10 V (letra "A"). Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos. parecido com os diodos. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0.000 pF = 2. Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF). _.

Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. . 5. Resistência maior. Isto indica que o capacitor está bom.3. 4. Coloque a ponta de prova preta no negativo. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. 6. Agora inverta as pontas de prova. 7. CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. O multímetro registra uma resistência maior.

ou seja. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10.000mF. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso.cursodeeletronica.000 mF 0. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. • Posicione a chave seletora na escala X10. Isto ocorre quando o capacitor está bom.CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta.com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos. Veja a aula prática no curso online www. Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala. inverta os cabos.05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu . Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho.

1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% . Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato. Potenciômetro).000.000 x 10.000 ---------x 0.000 x 100. Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1.000 x 1. Os resistores são identificados através de um código de cores.01 x 0.material. A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica". onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.

Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom).Amarelo = 4 2° Faixa .RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 .Resistência Nominal RMed . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor.Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor. 3 .Vermelho = 2 2° Faixa .Fator multiplicativo .Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo . 2 . .7kΩ 1° Faixa .Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed). 1 .E% = [(RNom.De posse dos dois valores anotados. Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.RMed = 217k 3 . utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom.Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa .RMed) / RNom]x100 onde: E% .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4.Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância . .Fator multiplicativo .Erro Percentual RNom .RNom = 220k 2 .Resistência Medida 4 .Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .Violeta = 7 3° Faixa .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa .Tolerância .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 . então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro.Tolerância .Vermelho = 2 3° Faixa .

de duas formas: em série e em paralelo. o resultado não será a soma total. 1. Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V. o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo. Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso. Associação em série Na associação em série. É um resistor limitador de corrente.4% de Erro 4 . é se associando resistências. Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor. portanto.A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. Lembre-se que a soma das tensões sobre .= 1.4% de Erro é aceitável para este resistor. Nossa fonte de tensão fornece 9V.

com relação a R1. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente. com suportes vivos etc.componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação. . Agora. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). Potências de 10 a 1000W. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. ajustáveis.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. não indutivos. com suportes isolados. Podem ser fornecidos no tipo fixo. Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta. Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana.

Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção. podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo. .Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. . Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. O elemento resistivo utilizado é aço inox. instalação ao tempo ou abrigada. ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados. IP 23 ou IP 54. Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V. assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si.

ou como "trava" em circuitos eletromotores. em série com a bobina desmagnetizadora. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. NTC .Metal Óxido Varistor ou M. a resistência do PTC aumenta. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). PTCs são freqüentemente encontrados em televisores.V. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado.O. Quando a temperatura se eleva.

RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. Este exercício ajudará a decorar a tabela. Este exercício ajudará a decorar a tabela. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. sua resistência cai.Também é um resistor dependente da temperatura. 1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. Quando a temperatura sobre. • No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4. • . e instrumentos de medidas. precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior. mas com coeficiente negativo. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas.

. simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros. 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4. 4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. 300000 ohms ou 300K. • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela. 3º anel – vermelho = 2. considerando apenas os dois primeiros algarismos).Verde 5 – Laranja 3. 2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . 65000 ohms ou 65K.2º anel – vermelho = 2. então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms.

1 4. 1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros. Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos. 451 = 450R. o terceiro número você vai substituir por zeros.6º Exemplo: 4 7 0. Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada. TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. . Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores.1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0. EX. coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). • 1 resistor com valor entre 1K a 100K. Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante. • 1 resistor com valor entre 200R a 1K.7 ohms ou 4. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200.

• Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. Ex. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro. RESISTOR SMD • . veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro. • Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. • Faça o ajuste de Zero. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Faça o ajuste de Zero. • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. • Faça o ajuste de Zero. sendo 20 R – vermelho. • Repita o mesmo roteiro acima. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Verificando o valor do resistor pelo código de cores. preto e preto. Escala de X1 (1X20 = 20R). • Faça o ajuste de Zero. Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores. Confira o valor do resistor pelo código de cores.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. (não tem polaridade). DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom.

São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. mas se comporta como um. de volta simples. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. Reostato . Desde que o sensor não toque o filme. Os resistores variáveis podem ser dos baratos. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. resistores variáveis são não-confiáveis. por exemplo. é impossível haver desgaste.000 Ω = 1 K. porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números. Outro método de controle. sendo o 3° algarismo o número de zeros. ocupando muito menos espaço. que não é exatamente um resistor. Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Ex: 102 significa 1. rodando com a mão. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. Tradicionalmente. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem.

tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis. os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência. Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores. Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar. Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão.O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: . observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo. mas. Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série.

Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. . um potenciômetro para o controle de volume de cada canal. o dial indica o número de voltas e Knob convencional. Teste do potenciômetro e trimpot.Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta.

funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. como o próprio nome diz. Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. por Julius Edgar Lilienfeld. que. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo. Transistor de Efeito de Campo.• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central. História Primeira referência: patente feita em 1930. Sua idéia era controlar a .

mas é o elemento dominante. . O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado. por um campo elétrico transversal. em sistemas lógicos modernos. O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção. mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. por suas características.condutividade de um material.

Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada. desenvolvido pela Bell Labs em 1999. .5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. o que danificará interiormente o componente. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada. trabalhará perfeitamente.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. mesmo na ausência desse resistor de proteção. O circuito. Do mesmo modo. não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1. entretanto.

Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. A área das junções foi aumentada. Coloque a ponta de prova preta no Dreno. o ponteiro também irá deslocar. G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. outros processos e difusão. Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. FET SMD FET tradicional. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate. OBS.TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. Além disso. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais.

O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência. Esta é a causa da segunda ruptura. No final da década de 1950. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. os processos de difusão simples e de difusão tripla. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea.assegurar uma baixa resistência térmica. de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal. É. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas. O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. Um emissor com uma longa periferia é necessário. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n. pode ocorrer contração de corrente. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. Tais transistores podiam dissipar 10 W. e usaram as técnicas de difusão. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. Em altas densidades de corrente. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor.

Esta construção é o transistor de potência Darlington. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. Figura 8. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento.radiofreqüências. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial. uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente. Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. Com efeito. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos. Nos últimos anos. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial. se requerida.44.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. no entanto. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho. A estrutura resultante é gravada em mesa.

A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. Figura 8. que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas. Na estrutura de base em tira. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo. de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor. As capacitâncias internas do transistor. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores.45) e a largura da base Wb. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0. Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito.1 Pm. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat). devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores. . formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita. e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro.fabricação. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. é mostrada na Figura 8.45.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. a base e o coletor. A estrutura de base em tira.

Para um tipo comum. Se. Dizemos. como os SCRs da série 105 (TIC 106. MCR 106. Veja que ao conduzir a corrente. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. Temos. então. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. Ao mesmo tempo. Nas condições indicadas nada acontece. NPN e PNP. o SCR comporta-se como um diodo. ele só conduzira metade do semiciclo. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. ou seja. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. que se trata de um controle de meia onda. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. C106. b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. porém. etc. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . pois o componente não conduz corrente alguma.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. então. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Ora. no entanto. ele realimenta o circuito.

O ponteiro deverá permanecer em repouso.disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. Teste do SCR. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. ou seja. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Faça o ajuste de Zero. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. . o ânodo negativo em relação ao cátodo. pois isso pode queimá-lo. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom).2 ampères tipicamente ou até mais. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. sendo este valor expresso em ampères. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Assim. Isto indica que o SCR está bom.

Como o nome sugere. FET’s. etc. Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. Diodos Zener. Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. planejados de modo a se obter um circuito completo. Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). Diodos.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. Os dispositivos são fabricados num processo único. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício. parcial. resistores. ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. uma série de componentes . o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns.

Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. CA3140. destinando-se à amplificação de sinais fracos. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. em uma configuração que permita realizar uma função específica. TL 082.interligados entre si. destacando-se os comuns para referência como o: 723. Existem diversos tipos. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. como os CA3130. que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado. etc. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. operando com tensões de uma determinada faixa de valores. Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito. etc. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões. TL 084. autofalantes. Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente.. TL080.

Porém. O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. 7490 etc. 7406. ou seja. Como são centenas de elementos que formam esta família. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto. existem manuais especiais que contêm suas características. cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s.. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos. que é também conhecida por 7400. para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface.. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. 7474. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V.s que tem tensões fixas. .Reguladores de Tensão na placa mãe. o que é bem diferente dos TTL. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74. Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta.. mas suas características elétricas são totalmente diferentes. A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS.

A memória de configuração (ou CMOS. Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. em um circuito chamado pontel sul. significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. . PC CMOS é sinônimo da memória de configuração. isto é. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia. O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N. ela é alimentada por uma bateria.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. isto é. como preferir) é uma memória do tipo RAM. com cargas negativas). pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. Para que isto não ocorra. que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema.

2. 1. . Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica. ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio. Posicione a chave seletora na escala de X!. é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado).

sintonia. Caso isto aconteça é porque o CI está em curto.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. Poliéster. Proceda com este roteiro com todos os pinos. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. até a faixa de UHF. Styroflex Os capacitores são identificados. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência). Plate. Exceção feita aos capacitores variáveis. que possuem símbolo próprio. simbolicamente conforme é mostrado abaixo. Independentemente de seus tipos. 4. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências. Filtragens. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. Capacitores de Cerâmica. acoplamento. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. ATENÇÃO. trimer e eletrolítico. não significa que o CI está defeituoso. Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. . visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. para. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio.3. os quais serão conhecidos em breve.

mesmo para os técnicos experientes. plate. que se lê 104. No exemplo.1µF. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. o . O valor do capacitor.3nF. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula.Simbologia do capacitor poliéster. é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3. e muito difícil de compreender para o técnico novato.0033 µF (microfarad = 10-6 F). styroflex. Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha. Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor. devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima."B". significa que este capacitor é de 3. No capacitor "A". mostra capacitores que tem os seus valores. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0.3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0. cerâmica.

003. que será igual a 0.000."n" minúsculo é colocado ao meio dos números.000.000. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor. é o primeiro da fila.000.000.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de . a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%. de 3300pF. ou seja.000. Para transformar em picofarad.000. resultando 3300pF. envolvidos com um círculo azul.3 F. os códigos de tolerâncias de capacitância. Até 10pF ±0.3 por 10-9 = ( 0. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números.001 ).3F e dividimos por 10-12. Para voltarmos ao valor em nF. Segue na tabela abaixo.000. Para se transformar este valor em microfarad.003. devemos dividir por 10-6 = ( 0. O nosso exemplo.000. o resultado é 3. Multiplicando-se 3.5pF ±1.3nF ou 3n3F. pegamos 0.3F e dividir por 10-9 = ( 0.0033µF.003.000. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor. teremos 0. devemos pegar 0.001 ). apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor.000.25pF ±0. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C.001 ). Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo.1pF ±0. Note nos capacitores seguintes.

Observe o desenho abaixo. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de . O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas. que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura.J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora. sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. filtros. Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores.

+22%. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância". Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. como por exemplo: X7R. Y5F e Z5U.N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. dentro desses limites de temperatura. que não ultrapassa -56%. Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. Para um capacitor Z5U. a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima".

5% C ±2. -82%.7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%. representa a tensão nominal. -56%. E o vermelho. correspondem a 33000. laranja e laranja.2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3. A cor branca.0% B ±1. . equivalendo a 33 nF. mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo. No capacitor "A".5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo.Capacitância A ±1. laranja.3% E ±4. que é de 250 volts. logo adiante. as 3 primeiras cores são. ±7. é referente a ±10% de tolerância.

Só podemos saber através de um capacímetro. Veja abaixo: Capacitores .1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados.

Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. confundindo assim o teste do capacitor. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K. Faça o ajuste de Zero. isto indica que o mesmo está em curto defeituoso. . Isto indica que o capacitor está bom. OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso.

O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. que pode ou não ser variável. geralmente espiras de fio. então é produzida no circuito secundário uma corrente. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. para que o transformador funcione.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. para mais ou para menos. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso. que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. Nos aparelhos de som o som fica baixo. O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). No Cd player o disco não gira. mas. Aí é gerado um campo magnético. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. o som fica baixo. mas com tensão alterada. . Nos aparelhos de som. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético. DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. ele tem que ser variável. DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece.

5 (50/100). Se tivermos. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts. É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas. Se o circuito primário for o que tem menos espiras.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. pois a fração N2/N1 agora vale 2. as perdas envolvidas serão elevadas. Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário. ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta. se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts.0 (100/50). teremos no circuito secundário 220 Volts. . um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. isto é. Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%. Dessa forma. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault. Se for o que tem mais espiras. porque a fração N2/N1 vale 0.

Também. Transformador com blindagem eletrostática.000 Gaussian. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor. No fato.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). o projeto ideal de como deve ser um transformador. Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. No transformador toroidal. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal. como nenhum outro tipo. Transformador com três enrolamentos. devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. com respeito aos convencionais . o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e.

conseqüentemente. eles são volumosos em uma pequena escala. normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e. e praticamente restritos. Energia A energia (medida em joules. por exemplo. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". É dada por: . Nesses casos. Indutância Indutância é a característica física de um indutor. o campo magnético.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. é raro a construção de indutores em CI's. Porém. que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor. fio de cobre. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras.

A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância.onde I é a corrente que circula pelo indutor. Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais. Fem) é induzida. No geral. Porém. ω é a freqüência angular. f é a freqüência em Hertz. que se opõe até mesmo à corrente direta. e L é a indutância. Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . exceto quando a corrente é ligada e desligada. caso em que faz a mudança de modo mais gradual. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz. Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta.

A corrente através de indutores em série permanece a mesma. mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura. incluindo recepções e transmissões de rádio. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador. Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. Por sua habilidade de alterar sinais AC. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total. Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência.

É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. por exemplo. mas tem três bobines no primário e três no secundário. uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário). cada bobine do secundário está dividida em duas. distribuição e utilização da energia elétrica. Nalguns casos. No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. em que é preciso alterar o valor da tensão da . Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico. Transforma o valor da tensão. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. conforme as aplicações. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte. O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. e. juntamente com o motor de corrente alternada. de 220 Volt para 24 Volt. mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada. ou vice-versa. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores.

indicando resistência alta. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. • Para testar o transformador de baixa potência. Ex. Utilizam-se também noutros casos. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. como. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • Faça o ajuste de Zero. por exemplo. • Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o .

resistência baixa. O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. Seu símbolo é mostrado abaixo. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte. . O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. Secundário do transformador resistência baixa. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. podendo ser de germânio ou silício. Lembre: Primário do transformador resistência alta. são dispositivos formados basicamente por uma junção PN. Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação.Este teste indica que este lado do transformador é o secundário.

à medida que seu número aumenta. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. Para um transformador de 12V. tensão máxima inversa 200V 1N4004. temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. . tensão máxima inversa 400V 1N4005. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. ou seja.No primeiro esquema. Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. quando polarizado no sentido contrario. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère). tensão máxima inversa 50 V 1N4002. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem. especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001. os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. por exemplo. seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. tensão máxima inversa 800V 1N4007. o valor de pico da tensão alternada. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. normalmente de silício. Na onda completa. tensão máxima inversa 100V 1N4003. a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. elevando-se esta capacidade. tensão máxima inversa 600V 1N4006. Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente.

significando que o mesmo está em perfeita forma de uso. se o ponteiro deslocar. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos. o ponteiro não deverá deslocar-se. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo. OBS: ao inverter as pontas de prova. DICAS: . Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo. Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos. Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10. significa que o mesmo está defeituoso.

* Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. ou seja. monitor. computador. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10. 6. cabo preto no catodo e vermelho no anodo. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito. 1. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. impressora etc. 18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. * Troque as pontas de prova. * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. Impede o funcionamento do som. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. Isto significa que o diodo nesta escala está bom. Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. CD Player. se o diodo for de tensão abaixo de 12V. por exemplo: 3. Diodo SCHOTTKY retificadores. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV. Provoca a queima do fusível. som. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. 9. 12. . Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante.

use somente o multímetro analógico para estes testes. I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o . O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1.D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a . Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs. . Nos equipamentos de som. quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos.

CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento. Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1. Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada. como por exemplo: 220V / 30A. .  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades. TESTE DAS CHAVES. etc. Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave.  Significando que esta seção da chave está boa. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso.  Pegue uma chave. 110V / 25 A.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado. Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo. desligando ou ligando respectivamente a chave. conforme mostra a ilustração abaixo.

as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. Escala para medir tensões alternadas. caso contrário poderá danificar o multímetro. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. Como você já sabe. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro. ou seja. + (positivo) e – (negativo). devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas. Separe as chaves defeituosas. a mesma estará danificada. E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. Atenção. Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. .

enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. . Medindo tensão alternada de 110V. Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números.Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova. 250 – 50 – 10. Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro.

isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV.• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200. o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 . Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100.

Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV .Chave seletora em 250 ACV. o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.

variando para cada transistor). a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. Assim. Quando há luz incidindo. Ele pode. estando ele em corte. Isso provocará um aumento da corrente de base. o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. sendo mais encontrado em aplicações on-off. Em geral. porém. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. A aplicação mais usual é a de um interruptor. Como nas outras células fotocondutivas. onde a não linearidade do transistor não é um problema. associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado. na ausência de luz. a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico. resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. enquanto os elétrons passam do emissor para a base. Como o transistor convencional. ao mesmo tempo. Como a base está normalmente desconectada. o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. onde beta é um valor fornecido pelo fabricante. O fototransistor possui diversas aplicações. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. Enquanto não há luz incidindo no fototransistor.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. temos a relação Ic = beta Ib. Com a incidência de . o coletor e o emissor. e a tensão de saída será zero. não haverá uma corrente no emissor. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. possui apenas dois terminais acessíveis.

este conduz. quando não há presença de luz. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. utilizando dois fototransistores. logo a saída estará em nível lógico "1". para medição de movimentos lineares. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total.n tenham como característica de serem rápidos.luz. Assim. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. para medição angular. cancelando uma à outra. entretanto quando não há presença de luminosidade. logo a saída estará em nível lógico "0". Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. Entretanto. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. ou junto à uma engrenagem. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). Para elevadas temperaturas. Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. teremos uma corrente no emissor. a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. basta uni-los como na figura. na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. provocando uma tensão igual a IeRe. o transistor fica cortado. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. A base do fototransistor é sensível a luz. os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura. Sempre quando um fóton é absorvido. não apresentam no entanto ganho. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. um par elétron lacuna é gerado. NO entanto. Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. quando há presença da mesma o transistor conduz. Tais como os transistores bipolares. o receptor não está conduzindo. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) . podemos compensar esse erro. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. Para isso. Embora os fotodiodos p-n ou p-i. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a.

muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. nenhuma parte mecânica. Pelas razões apontadas. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. células de CdS e fototransistores. Com este novo fotodiodo. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED. contudo a pouca uniformidade. baixo consumo e isolamento total. Quando o LED está aceso. o fototransistor responde entrando em condução. obtemos assim diferentes níveis na saída. Até agora. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. Veja um circuito usando o foto-transistor: . a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte. O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. porém de grande importância para a eletrônica. com amplificador já incorporado. como se fosse um transistor normal.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação. mantendo sempre um preço competitivo. somente um sinal luminoso. APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples. muda todos os dias. para ativar as luzes.

transistores é o mesmo dos foto. libera portadores de carga. pela polarização de sua base. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. Desta forma. os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem. criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente. FOTO . Se a corrente liberada for de base de um transistor. sendo a maior parte da faixa infravermelho. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente. . O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções.TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto.Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos. Nas aplicações normais. os foto-transistores são usados com a base livre (NC). Ter este fator controlado externamente. A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor.

Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor. Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. lâmpada ou lanterna). Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. .Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. caso contrário inverta as pontas de prova. Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente. Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia. painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc.

Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um. O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto. O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos.Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar. Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente .

o último transistor excita um relé que controla a carga externa. como. o ponto interessante deste projeto de alarme. mas. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. o receptor. O transmissor consiste num astável. é a utilização apenas de transistores. uma lente. de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão. que utiliza um feixe de luz modulado. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. . ou menos. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem.de aparelhos e equipamentos. pode ser usado. Devido às suas pequenas dimensões. O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2. por exemplo. Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente.

desligar e inverter a polaridade do motor. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo.Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima. Por mais qualidade que houver nos dispositivos. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé. o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados. devido a alta corrente exigida pelas . Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina.

etc. Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação. os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos . Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina.surface mount device .bobinas. maquinas fotográficas . Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. LED SMD Hoje. câmeras de vídeo . o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa. inclusive os da categoria SMD . DVD . Teste do Relê. Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. O LED deve acender indicando que o mesmo está bom. . Localize os terminais da bobina. • • Posicione a chave seletora na escala X10. lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos. com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete . Por último. geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos.

defeituoso).• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. significa que o mesmo está aberto (queimado. . O LED tem sua polaridade. esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova. OBS. Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa. Positivo e Negativo. ou seja.

Este componente é uma bobina.Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. . começando com a letra B. Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor.

Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV.Os transistores começam com a letra Q. Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV. Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I. O .

O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6. O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. . Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas.ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100. Posicione a chave seletora em 250DCV. a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV.

Veja na aula prática do www.com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES .cursodeeletronica. A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10.O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6. A chave seletora deverá ficar em 10.

Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador. Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . vídeocassetes. eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). • • • • Posicione a chave seletora na escala X10.Fotoacoplador. conforme você vê na figura abaixo. Existem vários tipos de fotoacopladores. alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo).Aplicando uma tensão nos pinos do LED. também chamado de acoplador ótico. optoacoplador ou optoisolador. é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz. Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. sem contato elétrico entre eles. ou seja. outros ainda mais complexos. Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente. . aparelhos de som. Desta forma. contendo muitos componentes no interior do CI. Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. Estes componentes são usados como sensores em alarmes.

Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas. ligações de linhas. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. linha +B. Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. linha –B. linha de pulso e terra (negativo). Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. . Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos. linha de sinal. visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema.Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. porém suas ligações são iguais.

TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .Veja os componentes e suas simbologias.

Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V. pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. . Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B. linha +B de 12V etc. Um exemplo prático é: linha +B de 110V.Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho. A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes. Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor.

indicando que o diodo está bom. Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. bobinas. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. Linha +B de 103V. Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. é retificada por um diodo. fio. Vermelha no anodo e preta no catodo. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso. . Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar. jamper e bobina. Esta tensão sai do transformador de pulsos. Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade. fusível. Com ele podemos encontrar trilha rompida. por sinal é de maior confiança. Este teste é feito nas trilhas.Linha +B de 300V. Coloque a ponta de prova preta no anodo. fusíveis e fios. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico. jamper. chaves.

Deve ter boa isolação térmica. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. esfregando de maneira a tirar toda impureza. Com o . Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho. significa que o diodo está com defeito (em curto). 2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples.

Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída. Quando isso ocorrer. 2) Media potência: potência entre 30 60 w. Para sanar esse problema. danificando o mesmo ou algum componente. Isso é facilmente percebido. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w. Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. pois a ponta não irá aquecer. 3) Tipo revolver. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro.tempo. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente. basta substituí-la por uma nova. pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso. Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. Porem após certo tempo de uso. Estação de solda Estação de solda analógica. Pois do contrario. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. a mesma pode romper. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”.

não somente em contato com o ferro de solda. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados.       Capacitor de cerâmica. 2) Antes de iniciar a soldagem. poliéster eletrolítico. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro. Transistores. Resistores. Transformador e bobina. para facilitar a transmissão de calor. Diodos. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. etc. Escala para os testes X1 e X10 X1K. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores.I. 3) Durante a soldagem. Circuitos integrados. diodos. circuito integrados.Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. . plate e styroflex.s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda.

 Capacitor de cerâmica. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. não importa a polaridade dos cabos. Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões. plate e styroflex. plate e styroflex. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta). Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. marcando um certo valor ôhmico. Veja exemplo abaixo: 5R . 3. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R. Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito. Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor.  Todos. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado. você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco. poliéster. 2. Se por acaso ao testar os capacitores. eletrolítico. isto conforme o seu valor. cerâmica. poliéster. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto. Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas.

O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um. inverta as pontas de prova. Localize os terminais do transistor no outro lado da placa.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10. . Vamos começar pelo meio mais fácil. Na placa sempre vem indicando o terminal da base.   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. indicando que o mesmo é PNP. ou seja. mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base. Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto.  Multímetro na escala X10. o ponteiro desloca um pouco. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração. este é um teste que indica que o transistor está bom. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova. Muito bem.    Coloque a ponta de prova preta na base. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO. Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5. Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa. isto se o mesmo for NPN. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um.

 Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos. Se o ponteiro deslocar até o zero.  . Multímetro na escala X10. TRANSISTOR ABERTO. significa que o mesmo está em curto (defeituoso). O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5. Catodo. inverta as pontas de prova. mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto. coloque as pontas de prova do multímetro. A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. não se preocupe em saber onde se encontra a base. Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado. Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5. Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Se. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo. Coloque a ponta de prova preta no terminal da base. o transistor está aberto. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa.    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor.    Multímetro na escala de X10. Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor. porém isto não significa que o mesmo está bom. acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). Atenção. vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um.

dourado. dourado.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. significa que o mesmo está em curto. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20. a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1. vermelho e preto. prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo.  Inverta as pontas de prova. Resistor com o terceiro anel de cor. Vamos fazer estes testes por partes. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. caso contrário o mesmo está alterado. preto e marrom. preto e marrom. você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. isto não indica que o diodo está com defeito. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico. Caso o ponteiro . ex. Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. Resistores. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor.

significa que o resistor estará alterado. Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha. os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. se o resistor começar com a cor vermelha. que corresponde o número 2 do código de cores. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. laranja ou amarelo. laranja e amarelo. ex. Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. vermelho. o segundo anel não importa. Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5). Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex.do multímetro estacionar no número 40. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. Resistor com o terceiro anel de cor. verde e marro. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. o resistor estará alterado. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor. Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. pode ser qualquer cor. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso).

transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. aparelho não funciona etc. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo. estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro. neste caso o multímetro não detecta. Falta de cor em um TV ou Monitor. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. Para identificar o CI em curto (Zero ohm). Posicione o multímetro na escala X10. Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados. Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI.cores do primeiro anel do resistor ex. porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. Este é um teste para saber se o CI está em curto. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). . ex. siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada. Ex.. CI. usaremos o multímetro na escala X10. queima de fusível. falha de leitura em CD etc. som baixo em equipamento de som ou TV.

depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. faça este teste com os outros fios.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. O multímetro deverá registrar uma resistência alta. Ex. Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso. Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). • Para testar o transformador de baixa potência. • . Transformador. Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. • • • Faça o ajuste de Zero. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. transformador DRIVE. Agora teste os fios do outro lado do transformador. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. Este é o primário do transformador. e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. mas isto não significa que o CI está com defeito. verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. transformador de pulsos. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). entre 200R a 1K. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. transformador indutor etc. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. Mantenha o multímetro na escala X10. e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI.

Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. Localize a bobina do outro lado da placa. Este teste é para saber se está em curto ou aberta. Regule o multímetro no Zero. Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). ou polarization direto). Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. isto porque são bobinas diferentes. O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. Secundário do transformador resistência baixa.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). É dado forma por três camadas de material drogado. TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode . de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. • Bobina. o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. • • • • Desligue o aparelho da tomada. Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente.

temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E). De todos os semicondutores. Representando isso através de símbolos. Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas. Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. o que equivale a sentidos opostos para as correntes. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta. conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. .polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso. BASE (B) e COLETOR (C). certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades. Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas.

R2. No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. No entanto. farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. Estes transistores normalmente são de silício. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. São usados em circuito de Áudio. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. indicando amplificação. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção.R1. a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. ou a Motorola que usa MPS ou MPSA. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. etc. . Osciladores. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício.

Transistor em curto IMPRESS Transistor . Posicione o multímetro na escala X10. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um.Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. . Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. em curto TELEF.

Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Posicione o multímetro na escala X10. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro. veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante.

• • • • • • Pegue um transistor NPN. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro. . A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um. Posicione o multímetro na escala X10K. caso contrário troque as pontas de prova. No instante que o ponteiro deslocar. veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. pois este terminal do transistor é o Emissor. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP.

O transistor é um sanduíche de duas junções pn. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. o transistor apresenta 3 entradas. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. em condições ótimas de operação. Transistores de média potência. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização. Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. uma de frente para a outra. ou seja. Por ex. Consequentemente. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). ou seja. sendo composto por trans(fer+res)istor. Pelo fato de ser um dispositivo ativo. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. Estas seções são chamadas de coletor. ele necessita de uma fonte de alimentação. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. Tal código vem marcado no corpo por uma letra.1 mF para evitar . formando uma sequência de junções npn. porém que não corresponde à indicação do mesmo. base e emissor. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. e necessitam de um capacitor externo de 0. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. O transistor é um dispositivo ativo. cada processador é composto por uma infinidade de transistores . Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. A voltagem é especificada pelo valor xx. O nome transistor vem do inglês. procuraremos nesta disciplina. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. no cotidiano da eletrônica. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A. Em geral. número ou sequência deles. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base.

instabilidades. tensões elevadas. e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta. Encapsulamento de um transistor . aquecendo muito.BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle. Transistores de potência. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos. Como devem dissipar potências altas. como pode ser observado no esquema abaixo. .

O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. de longe. Os chips modernos usam comportas de polisilício. e é quase sinônimo de MOSFET. tais como o arsenieto de gálio. O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante.MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. onde as comportas (gates) eram de metal. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. principalmente a IBM. é. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor). embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. o campo . mas ainda são chamados de MOSFETs. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). mas alguns fabricantes.

Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. uma parte do canal é desligado. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. como o da fonte ou do dreno. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. e não há condução entre o dreno e a fonte. A corrente do dreno para a fonte é . . dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. controlado pela tensão na comporta. há uma fraca corrente invertida. assim. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET.Vth O transístor fica ligado. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. O transístor é ligado. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. O MOSFET opera como um resistor.

chipset. O transistor MOSFET é usado no PC. tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS). 3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado. conforme figura 3-14.temos substrato N e duas regiões P). este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15).Em circuitos digitais. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. como memória. com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS . etc. que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N. MOSFET O MOSFET tipo N. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. . Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato. Assim.NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N.

3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida. . Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. tal como no JFET. sendo bastante usada. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação. A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução. ao contrária do JFET. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source. de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. sendo (a) canal N e (b) canal P.Observe-se que. 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento.

não havendo sinal no output e no gate de T1. ou seja. o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. Para desarmar o MOSFET. basta curtocircuitar seus terminais. Coloque a ponta de prova vermelha no S. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). Coloque a ponta de prova preta no D. Agora retorne a ponta de prova preta para o D. Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. permanecendo em repouso. veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. só quando polarizado pelo G. tornando o consumo de energia muito baixo. e daí a output= 1. Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. Temos dois transistores de depleção.3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. Com input=0 T2 entra em corte. especialmente na fabricação de microprocessadores. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. Posicione a chave seletora na escala X1. é mostrada na figura 3-19. praticamente aterrando o output (nível 0). o que por sua vez corta T1. IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo . TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar.

....... .. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: . aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo................ D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais.....G = Gate...................... pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes...... NPN e PNP.. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício............ MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência........ A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta... O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura................ MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ......

um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. etc. então.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. como os SCRs da série 105 (TIC 106. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Veja que ao conduzir a corrente. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. porém. Assim. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo.2 ampères tipicamente ou até mais. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. no entanto. pois o componente não conduz corrente alguma. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo. MCR 106. sendo este valor expresso em ampères. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. Se. Nas condições indicadas nada acontece. que se trata de um controle de meia onda. ou seja. Dizemos. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. Para um tipo comum. ele realimenta o circuito. Temos. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. . Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Ora.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. C106. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. ele só conduzira metade do semiciclo. então. o SCR comporta-se como um diodo. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. Ao mesmo tempo. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo.

Faça o ajuste de Zero. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. Coloque a ponta de prova preta no anodo. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. Isto indica que o SCR está bom. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). Teste do SCR. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. por e-mail . o ânodo negativo em relação ao cátodo.com . arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. O ponteiro deverá permanecer em repouso. telefone 61 85953815. pois isso pode queimá-lo. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. ou seja. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo.

2 .transistor misturador. com a freqüência do oscilador local. Oscilador local . que tem o valor de 455Khz. criando assim a FI.só sintoniza estações baixas .falta de ganho no transistor misturador. Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 .EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador . para que as duas .a freqüência da estação sintonizada 4 .rádio não sintoniza nenhuma estação .a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 .a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF).faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF.a freqüência de FI (455Khz) 2 . verificar resistores que fazem a sua polarização.gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar. Defeitos mais comuns: 1 .

áudio fanhoso .verificar transistor amplificador de RF.não sintoniza nenhuma estação . 2 . em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador. Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador. ajuste-a.entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI. transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF). 2 . Defeitos mais comuns: 1 .rádio não sintoniza nada . varie a sintonia do rádio que está sendo consertado.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados. Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas. trimmers. para conseguir uma recepção melhor e um volume maior.amplifica e separa a estação desejada. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. dois ou três transistores amplificadores de FI. enrolamentos da bobina de antena. bobina de antena em núcleo de ferrite. 2 .algum transistor defeituoso.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável. Defeitos mais comuns: 1 .verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite.verificar o transistor oscilador. normalmente identificada por ter a cor vermelha. filtros cerâmicos. Detetor de envoltória – . Amplificador de RF .sem áudio . outra branca e a outra preta). Componentes comuns neste estágio: capacitor variável.estações deslocadas no dial do rádio . CIs. Defeitos mais comuns: 1 .sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo . de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas. se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando. se necessário. chave de onda. Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável. transistor oscilador. bobina osciladora. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando. Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF.

Amplificador de áudio. capacitores eletrolíticos. Em sua saída só teremos o sinal de áudio. 2 . Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60. Defeitos mais comuns: 1 . transformadores. ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e. diodos zeners. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor. do primeiro transistor amplificador de FI.sem áudio . OA90 ou algum similar. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. 1N4147. regulador de tensão. você deve limpa-los ou troca-los.detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio. transistores. pequenos transformadores. . Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos.sem áudio . normalmente. Componentes comuns neste estágio: alto falante.ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros. Defeitos mais comuns: 1 .som pipocando ou ruim . Amplifica o sinal de áudio. CIs amplificadores de áudio.diodo detetor. capacitores eletrolíticos de alto valor.sem áudio . Defeitos mais comuns: 1 . potenciômetro de tonalidade. CAG . 2 .verificar transistores.Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio. CI ou transistores de saída. etc. potenciômetro de volume. Componentes mais comuns neste estágio: transistores. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. Capacitores e resistores. capacitores. transistores amplificadores. Verificar transistores ou CI de saída. pontes retificadoras. Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio.verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante.verificar o alto falante.

Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local. áudio portanto. 4 . é o responsável por separar o áudio da FI. que é basicamente formado por um diodo. através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções. sendo assim em sua saída já teremos áudio. 2 . mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada. um capacitor de filtro e um resistor.rádio não liga . O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI.a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz). o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF. mecanicamente. com o potenciômetro de volume).freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL). Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais. O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação.freqüência do OL. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados.verificar transformador. tenha ela um sinal forte ou fraco.Ronco (ripple) junto com o áudio . que são: 1 . suporte de pilhas. O CAG pega uma amostra do sinal detectado.diodos retificadores. e o amplificará. 2 .freqüência sintonizada 3 . o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som.freqüência sintonizada . no nosso exemplo 1000Khz. Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor. Este circuito. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG. o amplificador de RF separará o sinal desejado.Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 . A forma de onda do oscilador local é senoidal. mecanicamente. . capacitor eletrolítico de filtro.

a freqüência do oscilador local.7 Mhz.com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico). Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores. . A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos. bobinas.Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. A freqüência do oscilador local estará sempre 10.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber. a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local. Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. . capacitor variável.7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada. de base comum. Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: . quando transistorizado. .Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local. através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10.Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10. Componentes presentes neste estágio: antena. transistores. Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada. de forma a conseguirmos.

. . Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente. diodos (sempre mais de um). um exemplo disto e o TDA 7000. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI.7 Mhz.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. nem todo rádio de FM precisa de um limitador. Desta forma. outras vezes dois. bobinas e transistores. . DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF. isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI. normalmente. podemos perceber que. Troque-o e o ajuste. transistor oscilador. Existem diversos tipos de discriminadores. muitas vezes este trimpot está defeituoso. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos. colocando numa estação estéreo e com boa recepção. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas. Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10. bobinas. um transistor pode fazer mais de uma função. . que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio. até que a indicação de estéreo se acenda. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e.Amplificador de FI – amplifica a FI. portanto.7 Mhz. Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor. Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado.

Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema. Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. que ficam atrás do capacitor variável. Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. Áudio distorcido – verificar o transistor. Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho. Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers. conforme o tipo do equipamento de som. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador. VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída.Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. desregulados. Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro. A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI.

micro system etc. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação. ___________.  Escreva o valor em Ampèr do fusível. chave ou diretamente ao transformador. Trimpot.  Som não funciona (rádio relógio. Diodos retificadores.  Capacitores eletrolíticos de saída ____________.  Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador. Transistores. Fusível. Diodo zener. tape deck. Transformador.           Chave liga-desliga.  Capacitores de cerâmica __________.  Transistores ____________.  Diodos bloqueadores __________. ele pode está ligado a um fusível. _______.  Diodo zener ___________.) . Capacitor de cerâmica. Siga o cabo de força. Resistores.  Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________. Diodo bloqueador. Filtro (capacitor eletrolítico).

Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. _____________. Ligue a fonte na tomada. . Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. 25V. • Não havendo tensão na saída da fonte. 48V.• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. 12V. 9V. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. Havendo tensão a fonte está boa.). meça a tensão no filtro da fonte.

   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário. coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  . verifique se há tensão no primário. Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário. Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV.

fusível. resistores.de cerâmica. Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. Testar cabo. resistores. verificar cabos. antes desligue o cabo de força da tomada. tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte. chave. Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador. que Não estabilizador diodos bloqueadores. conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . .Havendo tensão alternada na entrada do cabo. verificar se há solda primário do transformador. teste-os na escala de X1. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar. diodo zener e capacitor . Defeito transistores. Entre o transformador e o cabo de força há fusível. Sim é composto por:transistores. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. significa que o mesmo está bom. trilhas da entrada da fonte. isto para os Microsystem. o defeito encontra-se na placa principal. chave ou mesmo ligação através de trilhas. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador.

Equipamento de som (Amplificador) não funciona. Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado. . visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave. um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display). _____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência. Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem. Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar.  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. está fixado também CI regulador de tensão. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle).

  Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente. Todas as funções frontais funcionam. Veja exemplo abaixo: Transistor.este CI tem a aparência de transistor de média potência. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem). Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas.   Meça a tensão na saída de som. sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. trilha rompida. se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. solda fria. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by. Obs. porém o amplificador não funciona. ou seja. . CI. A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores. o problema está na falta de alimentação.

o defeito está na própria saída. deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor. solda fria ou trilha rompida. podendo ser os transistores ou CI.   Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes.  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. estes resistores são de valores baixos.  Caso a saída esteja alimentada. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores. . a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V. A tensão positiva e negativa é acima de 20V. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores). isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI. Verificar solda fria ou trilha rompida.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída.  Coloque a ponta de prova preta no terra. Substituir CI (se a saída for dotada de CI).  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação. Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som). resistores de baixos valores abertos. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada. o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída.  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas.     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI.

 Coloque a ponta de prova preta no terra. Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor).   Posicione a chave seletora na escala X1. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. Substituir CI de saída. Veja quantos ohms tem o alto-falante. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som. . Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma. plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas.  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som. qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. Atenção. Sempre que for fazer consertos na saída de som. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades.

é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante. 2. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1. MÓDULO DE SOM (AUTO) . o valor deve ser igual. Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal. Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro.  Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom.  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal.

Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples. CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. CD player. gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. violão elétrico. mesa de som. teclado etc. encontra-se também alguns capacitores. estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive. tape. é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). Raramente os transformadores queimam.

O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. • Aparelho de som totalmente mudo. • Medir os resistores de valores acima de 10K. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos. Tape. Identifique os controles grave. por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). esta entrada serve para receber sinais de CD player. você pode notar que neles há os controles citados acima.7mF. agudo. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. Pegue um equipamento de som (microsystem). estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. 4. 5. agudo e volume.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. e controles frontais. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). 2. Transistores. especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2. isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. 6. Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume. 4. • Um dos canais não funciona. . Abra o aprelho cuidadosamente. No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo. 3. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso). balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. grave.2 mF. Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. Faça uma relação deste componentes como: CI. Teclado etc. siga o roteiro abaixo: 1. grave.

• • Testar os transistores fora da plca. caso não haja verifique a fonte de alimentação. por esta razão é necessário substituir o mesmo. Verifique se há tensão no CI. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. Substituir o CI. ele altera diminuindo a pré amplificação. Caso a tensão é presente no CI. Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência. trilhas e verificar se há solda fria. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. • Substituir CI do canal defeituoso. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. pode haver algum transistor aberto ou em curto. aqueles semi profissionais. o procedimento é o mesmo. • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. siga o roteiro acima. UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. O Compact Disc Player com . é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. • Verificar as trilhas e solda fria. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. pode haver algum dos transistores com fulga.

leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. onde podemos localizar a bobina do tracking. Aos poucos. é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). BOBINA BOBINA A. alguns deles muito sofisticados e complexos. RAM SYSCON . B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser. Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. vê-se obrigado agora a reparar CDPs. D das bobinas (dispositivo axial duplo). a bobina de foco. Durante o processamento. que até então reparava toca discos. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível. os seis foto diodos e o diodo laser. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. decodificando os frames. o técnico de áudio.

enviando esta informação ao servo. Ao contrário. B+D terá um nível maior. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). No pick-up. através dos quatro fotodiodos.O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. O pick-up. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). que é fornecida pelo servo. os diodos A+C terão um +nívelB maior. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. a saída será nula. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. corrigir o foco sobre a pista do disco.( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Servo Tracking: O servo tracking. que colocará em funcionamento o drive. de trilhagem. Quando o disco está muito perto da cabeça. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. a saída terá nível alto. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). quando o disco está (A C) . Porém. após passar pelos amplificadores e filtros. temos dois outros detectores. Se as entradas forem iguais. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. se as entradas forem diferentes. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. indicando sinal fora de foco. Este .

Este servo é dependente do servo tracking. EFM LPF . de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. conforme vemos no esquema abaixo. Veja esquema abaixo. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. PLL REF. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. compensando alguma diferença de polarização. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking.

também terão estas funções controladas pelo micro. além do servo. O micro controla. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). do servo e do circuito loading. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. além do CI de controle do servo. posteriormente. Faz isto por meio do servo. A via de endereço é unidirecional. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). pois caso o fizesse. MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. do teclado. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. O microprocessador. O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. O disco não pode girar a uma velocidade angular constante. Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. o circuito de processamento do sinal. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. um drive para gerar corrente de excitação. Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro. entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. de acordo com a operação que está sendo realizada. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. através das instruções. É utilizada para o endereçamento de um circuito. Cada motor tem. A CPU faz todo o controle de funções. é ativado o drive do motor de giro do disco.SPINDLE DEMOD.

. Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14).hardware. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. Cada D porta é. torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. No receptor. Para conhecer um microcontrolador.1 khz.005%. não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída. O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial. DEMOD. Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit.L. o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador.A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). para depois então ser convertido pelo D/. Antes. geralmente igual a da fonte de VCC. De um modo geral. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio. travado pelo PLL (elo de fase travada). EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. esquema abaixo). O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. um flip-flop tipo D ou latch. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock. necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos. saber apenas sua pinagem. a partir de um cristal interno. na realidade. totalizando 16 bits. Após o demodulador EFM CPU para cada canal. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. Contadores: São temporizadores binários. No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right).

diodos.  Vida útil reduzida dos componentes. capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). pois não há como recondiciona-lo). Pré-amplificador: Neste estágio.  Ligação à rede de alimentação incorreta.  Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex.  Rede de alimentação com flutuação. caixas acústicas.). o sinal de áudio será pré-amplificado. SEQÜÊNCIA DE TESTES . DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup. equalizador. amplificadores de potência. inutilizando-o. No caso do CDP.  Verifique: transistores. pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). etc. um tape desk. uma entrada e duas saídas. Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência.  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio. etc. bem como deslocar a lente objetiva).Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas.

Contudo. ajustamos o PLCK. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking. Se estiver. Se não tiver. substitua esses circuitos integrados. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio. tendo tensões nas saídas destes drivers. Tracking e PLCK (velocidade). então o defeito poderá estar no servo.  MIRR: Circuito espelho. Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. onde não há sinal.  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída).3218 Mhz.  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). É especialmente usado nos modos Search e Skip. . É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco.O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada. Deverá efetuar os ajustes do foco. o disco fica sincronizado com o clock do aparelho. se este ocorrer. conforme veremos a diante. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto. Se não ocorrer este movimento. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente). Não encontrando este valor.5V.  DEFECT: Sinal detector de defeito. ou seja.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser.  EYE PATTERN: Sinal de RF. Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. é uma tensão DC de 2. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes. Em geral. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador. Se o defeito persistir mesmo após os ajustes. Encontrando o sinal Eye Pattern. Se não tiver.  EFM: Saída de dados digitais. Retornando ao teste do movimento da lente objetiva. Feito isso.  ASY: Auto-simetria. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa.  GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta.

Portanto. LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis.código que contém o TOC.  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem.      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) . DATA. b) Se não há tensões com flutuações.  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco). São sinais de pulso. um CDP requer 5 ajustes. SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro.       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. SCOR.  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor. RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes. CLOCK. a) Se todos os valores de tesão existem. porém. ⇒ Os quatro sinais (MDP. antes de qualquer tipo de análise no aparelho. c) Se não há intermitências de tensões.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits. ao mexer nos fios ou conectores. PLCK: Clock do sistema (4. Saem do processador PCM para o micro. MSD. comece por verificar. Basicamente. MON e FSW) são pertencentes as servo CLV. MSD: Controla a velocidade do disco. acusando problemas de regulagem. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). SUBQ e SQCK: Sinais do sub. d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual).

retoque os ajustes de foco e Tracking. Ajuste o osciloscópio para 0. .Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes.5 V/divisão em AC. Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. Reproduza este disco. noções genéricas de como fazer estes ajustes. Neste último caso. Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura. Coloque o disco de teste. com este disco sendo reproduzido. Daremos. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo. no entanto.5 us/divisão e 0. haverá falhas no som. Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições. teremos o sinal musical do disco ininterrupto. Se houver problemas no sistema de filtragem digital. ⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste.

Coloque o disco de teste. Veja na figura abaixo. Reproduza o disco de teste./div. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. DC) na saída do amplificador do servoTracking. Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4. A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK). ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up). ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking. retire o curto do trimpot de ganho. Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior.Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern.5 VRMS no VTVM. Reproduza o disco. Pode ser colocado antes do driver da bobina. . ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking.5 a 3 VPP. Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes. Coloque o osciloscópio (0. Uma vez terminado este ajuste. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco). Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0.2 ms.3218 Mhz.

logicamente. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. eventualmente. O aparelho. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). que provavelmente estará defeituosa. Se. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). no entanto. deverá estar desligado. No entanto. usando uma escova de dente para isto. Na unidade óptica. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. pode ser limpa com álcool isopropílico.Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. onde temos a lente e as bobinas. Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos). Não toque com as mãos a lente. injete pequenos jatos sob a unidade óptica. varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido. a placa de circuito impresso estiver oxidada. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção.000 horas. com álcool isopropílico em seu interior. Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. por se tratar de . Caso haja gordura impregnada na lente. Potenciômetros. Este dado. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). nos dirigimos até a fonte de alimentação. com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. # NOTA: Estes valores são genéricos.

as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon. Assism que o disco é carregado. é feita do TOC. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display).um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante. A opção do microprocessador é a menos provável. Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais. Sem a leitura do TOC. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset.  Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada.  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas. lubrifique levemente as partes móveis. o microprocessador não pode trabalhar. que encontra-se na circunferência mais interna do disco. a não ser que o Display também esteja incorreto. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco. Com graxa de silicone. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado.

Servo de tracking . Tracking e CLV nos dianósticos. O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR .Descolamento da(s) lente(s) B . eventualmente. lentes colimadoras e pelas lentes objetivas. demora muito a localizar faixas. uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos. não lê as últimas. Do ponto de vista prático. com sete possibilidades distintas. trata-se de um defeito complexo. Fica impossível indicar a mais provável. ilustra um pick-up óptico do CDP. defeitos nestes estágios. depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter). referimo-nos a ajustes.Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento.Servo de foco . DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos. é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc.Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS . O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas. da qual o laser é o elemento principal. no prisma.Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: . No entanto. não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. poderemos encontrar.  Problemas no laser O esquema a seguir.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C . DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal. não lê as primeiras.Como o leitor pode observar. visto que todas elas são essenciais nesta função. lentes colimadoras e.Unidade óptica  Pula trilhas .

.  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref... pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2. a leitura do disco é feita em saltos.... Escreva seu valor ôhmico. r10............ Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1........ DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF...Neste defeito.. Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref.. este é ligado no pino 20 do CI 2..  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2.Servo do motor slide. HF e GND....... VR4 escreva sua referencia e endereço.  localize o trimpot tracking OFF set.. na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: .  Marque com um círculo os pontos TP......... Insira o disco no compartimento. Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye ........Unidade óptica . e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais..... Ajuste em Cd player tracking OFF set.. ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2.....

chave e fusíveis. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set.5 Vpp mais ou menos 0.5 distorções. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras. DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento. impulso elétrico-vibração. Mínimo 2vpp . gravá-los em vários meios (discos. etc. é feito pelo alto-falante. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos.) para o valor DC de 50mv.) para.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força. Focus off SET.pattern.típico 2. enquanto que o segundo. . é executada pelo microfone. vibração-impulso elétrico.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset. posteriormente recriá-los. fitas. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon. A primeira conversão.

Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar. Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. de tipo passivo e ativo. entre ½ e 2 polegadas. São menores e leves. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas.Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. usualmente por baixo de 250 Hz. Médios: Têm uma resposta em freqüência. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais. tamanho e consumo intermediários. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais. e nao requerem de grande potência para tocar alto. São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers. leve em consideração os seguintes detalhes: . geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). são componentes integrados. apesar de também haver independentes. Crossover: Também chamado divisor de freqüência. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal.

Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. de acordo com o modelo de carro que possuirmos. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. Partes do alto falante . O primeiro valor é o mais importante e realístico. e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2.Medida: Logicamente. 4 e 8. É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância.

União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M). as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A . Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina.Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). Na figura a baixo. Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. . Estilete: Para cortes necessários durante a montagem.

Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G . Nas unidades de PA (alta potência).Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H . Solúvel em acetona. Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada.Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M). Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1. Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. É escura e melhor de aplicar. Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume. use Araldite lento (24h). As demais (desse e de outros fabricantes). D . * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra. não deixando marcas.Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo.Resiste a 150ºC. para motores diesel. Serve de qualquer marca. * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo. B . Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina. Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo.União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E . do rótulo azul. A melhor é a da 3M. em situações extremas. não servem. .União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . laváveis com água. 2. precisamos de colas resistentes a altas temperaturas. Depois de tudo limpo. * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência. Remova da carcaça todos os resíduos de papel. e acabamento com laca automotiva preta F . Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo. centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos). 3.União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra). O Araldite rápido não é resistente o bastante.

Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. 5. 9. Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado. Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã. Solde as malhas nos terminais do alto-falante. marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. Antes de colar o cone. 7. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. eles devem permacer grandes. Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. 12. para cima nem para baixo). 14. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem. A água abre os poros do papel. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina.Cascorez Extra (a do rótulo azul). Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. Cole o cone na carcaça e na aranha. Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha). de boa qualidade . 13. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. que serão soldados dos terminais do alto-falante. 10. PRONTO! O alto-falante está recondicionado. Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. observe que eles devem passar por dentro da aranha. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). 6. Use cola a base de PVA. a . Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. 8. 15.4. É hora de colar a aranha. Material para impermeabilizar o cone e protetor. 11. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. Misture água e cola branca (meio a meio). nesse caso use menos água.

e ponha um peso sobre ela durante a secagem. velas náuticas. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta. contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). cuidado). aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. de difícil localização. cole bem a calota no cone. gerando ruídos no falante. A propósito. Use Cascorez ou cola para junta de motores. Portanto. só retirando depois de seco. carpetes. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. observando como foi feita a montagem original. Muito usado na proteção de estofamentos. Durante o processo. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do . pois é comum que ela se solte parcialmente. etc. pelo uso. Imã Outro ponto muito importante. que prolonga a vida útil do cone.cola penetra nas fibras. Por ultimo. (não protege contra a chuva. e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. Para impermeabilizar. o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem.

médio-graves. médios. . que varia de acordo com os componentes que são utilizados. Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador. eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. Por exemplo: 1 capacitor .12 dB 2 capacitores + 1 indutor . Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante. Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor. pois isto acarretaria um excesso de excursão.000 Hz. o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5. a medida que aumentamos a quantidade de componentes. Já no caso do passivo existem perdas. Existem dois tipos de divisores. Os filtros podem ser ativos ou passivos. O passivo é composto de capacitores e bobinas. Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado. Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes. indutor e alto-falante. drivers. • • Ativos . o passivo e o ativo. como o caso dos tweeters.18 dB 2 indutores + 1 capacitor . Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo. já o ativo através de um circuito eletrônico. DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal. Para isto são utilizados os filtros. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas. ou seja. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e.000 Hz a resposta em freqüência. etc. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação.18 dB Como podemos ver. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante. ou seja.falante. antes de enviá-lo aos alto falantes.6 dB 1 capacitor + 1 indutor .são compostos de circuitos eletrônicos Passivos .6 dB 1 indutor . neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5.

CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante. A mecânica do gravador. Quando na gravação. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. gravando – os na . chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. é constituído de: rolo pressor. Quando na leitura. que depois é aplicada ao amplificador. eixo capstan. capta os sinais elétricos.) cabeça apagadora. polia de retorno da fita. 2. a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. correias. circuito pré – amplificador. é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. sensor final de fita (apalpador). polia tratora. gravados na fita. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes. enviado ao circuito pré – amplificador. molas de tração. Localize no Tape Deck. Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE. motor disco capstan. 1.

sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. O teste é feito na escala de X1. CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador . Geralmente em tapes decks stereos com dois canais. deixando a polia tratora em alta rotação. basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). Também na parte frontal da cabeça. quando esta se desgasta . No entanto. fornece uma certa resistência . escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco. Ao acionar a tecla FF. 1. ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita.fita. para manter a rotação de 33 RPM. CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. havendo então a necessidade de substituição da cabeça. ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. variando de cabeça para cabeça . a bobina da cabeça . Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. a reprodução como a gravação. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. existe uma película que fica em contato com a fita . Localize o circuito pré – amplificador. . coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. o teste da cabeça com o multímetro. Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som.

através de correias. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. . retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. para não forcar o motor. EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan. Localize o disco capstan. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve. em alta rotação. Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo. deixando a polia de retorno da fita.MOTOR O motor interliga o sistema mecânico. 1 .

eliminado os pulsos. fazendo o motor desligar. Ao termino da fita. foto transistor ou REDSWTH. peca ajuda ao instrutor. quando chega ao fim . Nesta polia. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. caso o tape Deck não tenha o foto transistor. mantendo o REDSWTH constante. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. este disco fica girando. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. Fazendo assim. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho. a polia para de girar. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. que adotam o sistema de disparo . esta um imã em circulo. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. Pegue o cartão de treinamento e teste no local. mantendo o feixe de luz constante.SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. . produzindo pulsos para. de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. usam sensores como apalpador. ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. alternado o feixe de luz.

1 . CONTADOR NUMÉRICO A função especifica. A chave comutadora. ou outras informações na fita. Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . caso de duvida pegue o cartão do mostruário . mantendo também em nível constante. Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido. o som é baixo. quando apenas na reprodução da fita. mas ao colocar a fita. é marcar de número a posição de músicas. quando a tecla de gravação é pressionada.CORREIAS As correias fazem conexão. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. Faça o teste da chave comutadora . inverte o circuito para o sistema de gravação. 2 . com as polias e motor. MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. SOM BAIXO O radio funciona normal. teclas e antes de funções especificas. polias. Faça um teste das correias e veja se há desgaste. retire-os e tente coloca-los novamente. 1 . fazem a pressão entre engrenagem.

Fazer limpeza na cabeça. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . Trabalhar no circuito de BIAS. faça estudos da mecânica. impedindo a reprodução do som. devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. polias. Verificar se há solda fria ou trilha rompida. este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . substitui a cabeça. lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . som baixo. para conferir com exatidão os valores de tensões . o qual diferencia muito pouco um do outro. é aconselhável Ter o esquema do aparelho . Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal. então deverá ser testado a mesma. possua cabeça aparadora. encostar nas ligações da cabeça . caso contraria . correias e peças diversas.nos terminais da cabeça. . confirmando o bom estado dos mesmos. SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. devendo ser substituída . Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. que seja alimentada por tensão especifica. observando bem as posições de molas. deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. não encontrado tensão. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado. esta limpeza é feita na parte frontal. Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça. Medir tensão nos transistores do circuito. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. deverá então testar os transistores. lembramos que para se verificar o áudio. A cabeça pode se danificar por completo. É comum este cabo se soltar junto à cabeça. caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório. verificar se há resistor de alimentação aberto. a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda . As tensões estando normais. o aparelho deverá estar ligado. Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. REPRODUZ. GRAVA.

percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. segui – se as ligações da mesma. ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem. deverá ser observado no mecanismo. esta cabeça é acionada de forma. isto provocará a rotação irregular . QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. . quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . deverá ser substituída. que encosta-se à fita. capacitores e resistores. como se fosse peca solta encostando em algo que gira . os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. que gera tensões especificas (tensão alternada). ao esticar as correias com os dedos. . Rolo pressor. O circuito é constituído de bobinas. que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec. antes de executar o conserto do mecanismo . se danificou . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . devendo ser substituído. SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. . baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído . transistores. apagando as informações gravadas. Verificar se há trilha ou solda fria. Se ao acionar a tecla rec. causa a rotação irregular. acionar o mesmo . O motor também causa este sintoma.Como vimos ela é constituída de bobina e que . a cabeça não se movimentar.se a cabeça estiver boa. Há mecanismo que é dotado de um sistema. se alguma mola se soltou. ligar o aparelho .observação : é importante . devendo ser substituído no último caso . Estes capacitores fazem aterramento.

• Testando ponte retificadora. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações. TELEFONE CONVENCIONAL. Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. ou polia que a faz girar com defeito . Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores. Em conseqüência. Proceda da mesma maneira com o outro pólo. .  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora. ela poderá estar gasta . Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons. imagens e sinais de televisão.  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha. como os computadores e outros processadores de sinais. não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona).NO MODO PLAY.  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um. o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais.ou mesmo alguma engrenagem . ou seja não está rompido. sinais gráficos. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido.

Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos. Localize por traz os contatos da chave.  Inverta as pontas de provas. o ponteiro não deverá deslocar-se. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero. Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos. •     Testando a chave de gancho. Remova a placa do circuito impresso (PCI).  Verifique as trilhas e se não há fio solto. Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo. Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10. .

Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto.  multímetro na escala X10.  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante).  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda).  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado. coloque no pino 2. .  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI. depois o pino 4 até o último.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda).  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada. • Testando o CI. observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto.  Agora teste o pino 3 com todos. a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo.  A ponta de prova que estava no pino 1. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume. caso contrário o mesmo está danificado.  Ouvirá um chiado.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos. indicando que o buzzer está bom. Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.

 Posicione a chave do multímetro na escala X10.  Inverta as pontas de prova. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala. pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado. Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local.  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um.  Verifique se há fio solto dentro do monofono. porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz. Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local. porém você não ouve o que ela fala.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.  No monofono há um microfone de eletreto. Verifique as trilhas e solda fria. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência. geralmente ele se danifica. .  Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor. significando que o mesmo está bom. o melhor teste é substitui-lo.  Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI). sendo impossível o multímetro identificar. A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI.  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha.

caso contrário o mesmo deverá ser substituído. é importante primeiramente fazer limpeza no teclado. nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira.  Com o multímetro na escala X1. Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira. neste caso é aconselhável substituí-lo.  Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma.  No último caso substitua o CI.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas. Treine este teste com alguns transistores fora da placa. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI. por traz dela há vários contatos circulares. agora localiza mais uma vez este circuito.  Veja também as soldas dos pinos do CI. Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se. Transistor em curto provoca este sintoma. experiente nos outros terminais. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis). Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas. coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom. Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio. .  Substitua o cristal. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio. que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois).  O fone também provoca este sintoma. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal).  Siga os fios do teclado até ao CI. Falha ao discar certos números.  Uma vez verificado o teclado.

 Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. neste caso é preciso substituir este CI. Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam).. Substitua o cabo de linha.  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores. como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base .. passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz . ANTENA UNIADE BASE . O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil . onde . O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado.  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado... Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva.  Para estudarmos o telefone sem fio. Em seguida .  Substitua o CI de memória. . devemos dividi-lo em duas partes. UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil . antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória.... Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador. Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. . Não memoriza o último número.

780 MHz. resultado daí a FI (freqüência intermediaria). A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49.4 KHZ.600 MHz a 49.4 kHz. Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso).haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). é envido o sinal piloto de 4. Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem. Tão logo é acionada a chave para o modo use .6 a 49. fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49. A CPU é um micro processador dedicado. A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. com sinal piloto de 4. do tipo LSI. A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização). 1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3.000 Hz). O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura.78 MHz. que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação .6 V . a seção transmissora entra em operação . onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3.

10.19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . se é a base ou portátil. I) Com osciloscópio: seguindo os sinais. ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . . ou seja .7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor . já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) . a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito. Portanto. depois é só adotar os métodos convencionais de reparação . Tendo um começo delineado para as medições .

prosseguimos no diagnostico. As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil.foto acoplador da base. Não encontrado. Tendo sinal piloto após o DETETOR e. circuito de proteção da alimentação ou CPU. devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4.CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6). verifique : oscilador VXO. o defeito está na seção de recepção. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . logicamente. oscilador. 4. não tendo no transmissor desta unidade. CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. 2. Caso contrário reparamos a fonte. principalmente o clock. Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. tanto da base como do portátil. Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo. etc). Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto. NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico . O defeito está na base. TÉCNICAS DE CONSERTOS . 5. NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil .CI DTMF ou DP do portátil . Então verifique: amplificador de RF. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. conversor e amplificador de FI. 3. DETETOR de tom da base. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. corrente alta. CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico . B) Só tem sinal piloto no portátil. O defeito está no portátil. PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria. Passo: verificamos as baterias do portátil. Para isto . Se estiverem corretas. 1. Passo: verificamos os pulsos da CPU. Modulador e CPU.II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico .

Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte. Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: . Ligue a fonte na tomada. teste a continuidade do primário do transformador. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte.Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. a fonte de alimentação é usada externamente. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. 9V ou 12V). • Nos telefones mais comuns. • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte.

A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). significa que o transformador está queimado. Se o cabo estiver bom. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito. abra a fonte para testar o cabo. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. abrindo o telefone e testando o transformador. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. Neste caso não compensa substituir o transformador. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento. O defeito estará dentro da fonte. • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador. Ligue o telefone. Não havendo tensão. significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. este é o de saída. observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. O terminal que registrar maior tensão.• Se houver continuidade. resistores. diodos. Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. fusível e continuidade dos cabos. Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV. Coloque a ponta de prova preta no terra. diodo zener e capacitores. Mantenha o multímetro na . O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI.

pois o mesmo não está respondendo os comandos. resistores. Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa. porém o LED indicador fica aceso. 50 DCV.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. trilhas e solda fria. verificar se há solda fria. havendo tensão substitua o CI. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet. verifique os diodos retificadores. Não havendo tensão no filtro. . Circuito Estabilizador Tensão alternada. Telefone não funciona. Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. Fale com seu professor. meça as tensões do CI. testar diodo zener CI ou transistor. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. trilhas e verificar se há solda fria. 50 ACV. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. e transformador. fusível. Veja aulas práticas no filme. Identificação do circuito de linha. sem sinal de linha. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. Esc. Tensão contínua. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação. Esc.

Bobinas. Foto acoplador. Resistor ____________. Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. REDSWITH (rele). não é preciso retira-los para testa-los. Resistor de baixo valor.Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. DIODOS . Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. Sensor REDSWITH (rele) ___________. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha. . Foto acoplador __________. Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO. Foto acoplador. Transistor. Diodo _________. Bobina ____________. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. Indutor ________. Capacitor eletrolítico ________. Capacitor de cerâmico _______. ou seja. Transistor __________. • • • • • Diodos.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel.

• • • Uma vez identificado o diodo. Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente. use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo). é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso. No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. pegue duas pilhas. . Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo.BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz. o ponteiro deverá deslocar até o zero. indicando que a mesma está boa. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.

o defeito se encontra na estrada da linha. RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1. Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom). este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. . você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. Veja aula prática na internet. veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha).TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10.

memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil. Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI. será necessário a substituição da manta.Os fios do buzzer vão a um CI. verifique a manta que está abaixo das teclas. Limpe todos os contatos com álcool isopropílico. Caso tudo esteja OK. veja se há solda fria ou trilha rompida. Antes de testar qualquer componente. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico .CI DTMF ou DP do portátil . neste caso a limpeza não resolve. . substitua o CI.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes. não raspe com objeto metálico estes contatos. NÃO FAZ REDISCAGEM . eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem.

 A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado.  Substituir transistor de antena. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células. mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências. Isto explica porque mesmo em movimento.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. neste caso é preciso substituir o CI. distribuídas em diferentes partes em uma área.  Verificar se há solda fria.  Testar bateria. Transistor da Base e transistor da unidade móvel. sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE.  Substituir microfone. Este processo é denominado de HAND-OFF. Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena.  Verificar ligações do mini alto falante. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula. Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio.  Verificar se há soda fria. .  Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel). sem que essa mudança seja notada pelo usuário. Em telefonia celular. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA.  Substituir mini alto falante.

uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz). conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service. ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel.PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . O espectro é dividido em dois grupos de freqüências. A seguir vemos a configuração de um sistema celular.

CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil). A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade. . Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema. cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção. por exemplo). implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. Esta seção de recepção é um sintetizador de RF. A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil).A seguir ilustramos as células.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

750 linhas / segundos. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros. que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. Este é um movimento relativamente lento. E esta é taxa da varredura vertical. quer no televisor. ou 60Hz. já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo. o PAL-M. feita com máxima velocidade possível. e cada quadro é composto de 525 linhas. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem. Prática. quando as linhas varridas. No padrão de TV adotado no Brasil. e assim indefinidamente. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. a quantidade de linhas é 525. O segundo tipo de movimento é vertical. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo. As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores.750Hz. E também. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo. no sentido descendente. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente. E vice-versa. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. dominados osciladores horizontal e vertical. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. maior é a resolução.500 pixels. ou faz sua varredura. o primeiro quadro. Quer na câmara de vídeo. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. O movimento da esquerda para a direita. em função da relação de aspecto. Um. ou 15. a corrente cai abruptamente. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda. Então tudo se repete para que se complete o campo par. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. A seguir o movimento vertical é ascendente. Inicialmente. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos. . são feitas com velocidade constante. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. o feixe traça a linha. Na próxima etapa. Os da direita para esquerda. Logo.

Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. Assim. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. e excursionado entre os dois limites. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas. Como disse antes. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. para o retraço horizontal. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. para o retraço vertical. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. ou qualquer outra. e um intervalo maior ao final de cada campo. Seja ela uma câmara de vídeo. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. o nível de branco e o nível de preto. também chamados de apagamento. que representam um sinal de vídeo completo. VÍDEO. um VCR. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores. O nível de preto. FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. uma estação da TV. superpostos aos intervalos de retraço vertical. SINC.A rigor. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. Os intervalos do sinal de vídeo. com seus elementos de imagem. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha.

foi desenvolvida pela Philips. que opera numa freqüência de 25kHz.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V. e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada. Transistor ou SCR). sobrecargas. Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada.44 A Tensão para o Circuito de Controle REM. no caso de saturação do núcleo do transformador. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0.65 A.21 A. Tensão Principal: 103-115-145 V/0. O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída. de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado. também dotada pela Sharp. Operando numa freqüência elevada. Esta fonte que usa o CI TDA 8380. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. o tempo de condução de um componente de controle ( CI.: 8 V/0. é variado. FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: . curto-circuito e circuito aberto.

CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR . quando a fonte é ligada. RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. No momento em que as saídas estabilizam. a qual é causado por sinais de RF. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia. CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380. de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários.

para evitar choque elétrico e queima do multímetro. A chave está boa? ___________. Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). F101 Exercício: Pegue uma TV. O fusível está bom? __________. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ . • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Endereço do filtro: ________. • Teste o fusível no local. Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. . Remova a tampa traseira. Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada.Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível. Endereço da chave _________. • Teste a chave liga desliga no local. veja exemplo acima). geralmente estão próximo um do outro. Endereço do fusível ___________.

Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto. CI ou MOSFET). Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. MOSFET Teste estes componentes no local. S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI. Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes.• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo. • Endereço do regulador: __________. Pegue uma TV: .

MODELO _______________. Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. CI _____ _____.TV _______________. Regulador de Tensão. ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. . Termistor ______. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . Transdutor _____ _____ _____. Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______. Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____. Transistor _____ _____ _____ _____ _____. • • • • • • • • • Fusível ________. Chave. DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Ponte retificadora.

O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência. Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Chave liga desliga – Escala X1. Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa.  Resistores osciladores. ou MOSFET) e quando o regulador é um CI. só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição.Caso o fusível estiver queimado. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado. Fusível – Escala X1. Ponte retificadora – Escala X10.  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes. substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. Capacitores eletrolíticos. Regulador de Tensão – Escala X10.).  Faça o teste em outro TV. OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente. Componentes a serem testados:  CI oscilador. Trilhas rompidas também provocam este sintoma. internamente está uma grande  . Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes.

Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador.parte do circuito oscilador. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor. Bobina desmagnetizadora – escala X1 . O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora). Capacitor de cerâmica ‘ em curto’. em curto. Ficando para ser testado resistores e capacitores. resistores e capacitores. Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. Termistor ‘ em curto’. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. Regulador de tensão ‘em curto’. CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. (veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. CI – Escala X10.

a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. . • Os pulsos gerados pelo Oscilador. • Sincronismo Horizontal. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal. Localize o fly-back. através da etapa Sincronismo geral.  Resistor de alimentação do Transistor Drive.743 kHz. • Oscilador Horizontal. ou amplificador de sincronismo.  Transistor Drive. • O Sincronismo Horizontal ou SFH. Exercício: 1. conhecido como. • Saída Horizontal.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. veja a figura abaixo. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. e o transistor saída horizontal. gera uma freqüência da ordem de 15.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal. • O Oscilador Horizontal.

excesso ou não limitação do +B. LED frontal aceso. separando as peças pelo grupo de endereçamento. Veja o endereço do transistor Horizontal. próximo ao fly-back. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. portando os componentes do circuito Horizontal será. • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. D406 – C409 – R401 etc.2. componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. . __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa. siga as mesmas técnicas da fonte. SEM IMAGEM). circuitos de protecção deficientes. significa que o grupo do Horizontal é 400. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON. Ex. transformador de linhas (flyback) deficiente.

Quando o brilho ou contraste aumentam. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal. Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. Em funcionamento normal. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo. Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio.Quando o transístor de saída está em curto. quando algum componente do horizontal está em curto. o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção.Proteção com Tiristor Utilizando SCR. .

Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. Veja esquema abaixo: • • . 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. Resistor de alimentação aberto. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. o multímetro registra um curto. Transistor Drive em curto ou aberto. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. o ponteiro irá deslocar até o zero. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. OBS. resistores e diodos.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). Ao testar o transistor saída horizontal no local. Siga a base do transistor Drive. ou seja. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. e seu Emissor a terra. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. O resistor de alimentação está suspenso na placa. • CI oscilador Horizontal em curto. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet.

Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda).  É aconselhável testar este transistor fora da placa. observando que a escala do multímetro deve está em X1. • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. Veja se há solda fria. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. em curto ou aberto.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet. veja o esquema acima. Transformador Drive.+ + B B + B Transistor Drive. O defeito encontra-se no oscilador horizontal. ele é usado nos monitores mais novos. Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal.  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador. A tensão sai da fonte. Substituir CI. Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço. . passa por este MOSFET. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K.

• • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo. Substituir Fly-back. Caso esteja aquecendo. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV. Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). ATENÇÃO. CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. deve ser substituído. . Não coloque capacitor com valor diferente.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. Nos sistemas mais sofisticados. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. levando em conta o seu tamanho. Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. automáticos (PLL) para se auto ajustar. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7).

a saber. que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. indutores transformadores. Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. 60Hz para o circuito vertical. No sistema digital possui um Cristal (VXO).  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion).7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora. controlador de tensão. devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos. Para um grande ângulo de deflexão. Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. . o quadro dente a se esticar nos cantos.

TV _______________ MODELO ______________ CI __________. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. D _______________________________________ VR ______________________________________. CI de identificação (circuito detector de sistema. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. contudo. CI de saída vertical. Lin Vert. Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. Vertical e Freq Vert. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. RV. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.  Seguindo os fios da sessão vertical. R ______________________________________. estágio que será estudado mais adiante). mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. C _________ _________________.Obs. visto que. • • • . • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente.

é transferida ao circuito de rádio freqüência. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. após o que é difundida pela antena da emissora. captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. capacitor eletrolítico. Solda fria. Resistor de alimentação aberto.LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. na forma de freqüência. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito . Note que a linha está no sentido horizontal. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma. a linha abre no sentido vertical. Diodo em curto. Bobina YOKE aberta.

Não havendo tensão. tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo. agindo como se fora um estabilizador de sinais. . tem como função de corrigir as oscilações. que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . Verificar entrada da antena. Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V). distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram. Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. medir resistor de alimentação ou CI regulador. tome por referência o VARICAP. CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP). logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO. saturações.automático de ganho) .

Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. Na verdade. na mesma tela você pode ler o canal seleccionado.) Esta informação é gerada no micro e. geralmente. Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS. R-Y. Ou seja. Substituir seletor.• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria. etc. ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma . resistores e diodos). Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais. B-Y e G. os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. contraste. • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico. Etc. • Substituir processador. todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres.

Canadá. com o sinal já devidamente amplificado. anúncios. Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva.58Mhz. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro. tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho.58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP).confusão com a saída de vídeo sinal. contraste. Vd e d separadamente. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3. que é mais instável. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal.. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade. . etc. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma. O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens. Japão. Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. do CI processador.579545 MHz. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor. Logo em seguida. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. saindo os sinais diferença de cor. É por isso que chamamos a Road. México. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. etc . Com isso. sem as portadoras de 3. todas as cores ficam alteradas na tela. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. onde atua a malha de ACC (automatic color control).

O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°.625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido. Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1). Substituir processador.582056 MHz. A freqüência do horizontal é 15. Basicamente é um NTSC melhorado.575611 MHz. Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. na outra só o vermelho. PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar. . os sinais de croma são de 3.750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz. Dicas: • • • Verificar resistores. já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. No sistema PAL N. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia.575611 MHz (padrão M). Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus. usado pela maioria dos países da América do Sul. É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). os sinais de croma são de 3. Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. foi desenvolvido na França nos anos 60. Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio. A imagem é formada por 625 linhas. Verificar solda fria. numa linha só o azul. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60. Imagem sem cor. a freqüência do horizontal é de 15. Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. com excepção de França(SECAM). Grécia e pela maioria dos países do leste europeu. a imagem é formada por 625 linhas.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada.625 Hz e a do vertical é 50 Hz.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. Os sinais são modulados por uma portadora de 3. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. a freqüência do horizontal é de 15.

Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. . Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. dois fios saem do flyback (foco e screen). No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. ______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores.Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa. Tela escura. Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. ou seja. Imagem desfocada. nítidas. ela faz com que as imagens fiquem focadas. Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. R (vermelho). G (verde) ou B (Azul). Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal.

O resistor tem um valor entre 0.Técnicas de consertos. tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F . c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal. 3. Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. 115V. 2. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). 120V). b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V. ao fly-bak.3R a 10R conforme o modelo de cada TV. meça as tensões na saída da fonte. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak. A Philips costuma dotar um fusível. TV NÃO FUNCIONA 1.

d. estando embutido no CI chaveador. este valor varia o valor conforme cada marca de TV. veja também se a trilha está rompida. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). f. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. 2. Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. enquanto que outras marcas como a CCE. Para algumas TVs. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. Philco etc. 115 etc. cerca de 6V a 9V. no resistor de alimentação ou fusível. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. e. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. com CCE. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. b. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. . nesta trilha você vai encontrar este resistor. Teste-o fora da placa. trilha e a bobina do flyback está boa. Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. esta continuidade indica que o resistor ou o fusível. A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto. o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. Há tensão B+ alta? a. Meça este resistor fora da placa. c.d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1. siga a trilha que liga o positivo do filtro. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. Para localizar o resistor. significa que o oscilador da fonte não está funcionando. é usado na fonte como chaveador um CI. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador.). o circuito oscilador não possui este CI.

Se por acaso uma das fases não houver continuidade. Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. fusível. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte. . indicando a boa continuidade da outra fase AC. b. valor entre 0. as causas são: a. Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1. A falta de tensão alta. significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta. resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal). peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. Testar fusível. Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. c. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora. porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. 280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora.g. ou seja. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. chave liga-desliga defeituosa. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. esta tensão pode varia de TV para TV. Isto indica que esta fase da rede AC está boa. valores que podem chegar entre 12V a 48V. Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. 2. fusível queimado. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. OBS. significa que a fonte está boa. Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte. ligue-a para fazer este teste. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1. se as trilhas. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. Testar resistor alimentação (de fio).

estes CIs reguladores são de três terminais. significa que há solda fria. d. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. sendo que um deles é um FET. Um dos pinos deste CI não se encontra tensão. Meça as tensões nos pinos destes CI. Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. e. c. b. Caso não haja tensão de 5V. na trilha que liga a base do transistor Drive. dois de seus pinos devem apresentar tensões. a. Caso o CI processador esteja alimentado. 6. Testes os transistores fora da placa. No último caso substitua o SYSCOM. TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. 5. um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. vídeo. 3. som etc. 4. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal.siga o roteiro abaixo. O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar.). Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. eles parecem transistores de média potencia. Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . croma. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. Teste os diodos que estão ligados neste circuito. 1. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. isto porque ele é aterrado.

este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência. satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. sendo necessário a sua substituição. significa que o CI oscilador está danificado. E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. O multímetro não detecta defeito no cristal. fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. o multímetro registrará uma resistência alta. 3. Obs. Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. ao testar o primário do transformador na escala de X1. Quando o transistor Drive entra em curto. O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive. Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. 4. Caso a tensão do coletor surgir. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms. . Teste o transformador Drive na escala X1.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive. Transistor saída Horizontal 2. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. provoca a ausência de tensão em seu coletor.

ele está ligado na saída da fonte. 2. o Fly-back ou diodo zener de 120V. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. mude a escala do multímetro para 250 DCV. significa que o fly-back está defeituoso. 2. Quando o transistor saída horizontal aquece. 1. se tiver outro em mãos substitua. . Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero). Teste o regulador de tensão. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito. 5. Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. Coloque a ponta de prova preta no terra. Desligue a TV. 1.2mF a 47mF. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. TV NÃO FUNCIONA. caso permaneça o apito. Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto. desligue a TV. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. 3. entre 2. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal. 1. solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. linha +B. Faça o teste do diodo zener na escala X10.Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal. 3. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. 3. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal. 4. Veja se o apito permanece. deixando a TV inoperante. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. 2. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. 4. Teste o diodo zener de 120V. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu.

Confirmado o funcionamento da bobina. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. um deles pode estar danificado e provoca o apito. Com a tensão presente no CI de saída vertical. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte.4. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte. o qual se encontra no circuito vertical. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido. 3. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV. 1. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. . verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical.  Bobina aberta – o multímetro não registra resistência.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. 2. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora.

trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo. Localize o CI saída vertical. o mesmo que está o oscilador horizontal. • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. Certificado de que a saída vertical está boa. FI de vídeo. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. “a sua mão deverá estar no metal da chave. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. O multímetro não registra este tipo de defeito no CI. croma.4. sendo necessário sua substituição. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. para sabermos se o CI está danificado. significa que o resistor de alimentação está aberto. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. que pode ser. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical. você deve trabalhar no circuito oscilador. . naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro. trimpots. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. som. resistores. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. vídeo. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. diodos.

pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto. • Verifique se há trilha rompida. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo.1. meça a tensão alternada no anodo do diodo. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. A tensão saindo do flyback. 4. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. 3. Se não tiver o esquema. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. . • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. Se o resistor estiver bom. substituir o flyback. verifique se há solda fria no pino do flyback. Se não houver solda fria. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V. A tensão saindo da fonte. este resistor está suspenso da placa. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V. 2. Usando o esquema da TV. não encontrando tensão alternada. veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta.

qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa). caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. No último caso substitua o CI de saída vertical.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. 4. Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela. porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma. Substituir a bobina por outra da mesma especificação. Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema. . 10mF. • Linha senoidal Bobina Defletora em curto. • Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF.7mF etc.

Conforme a TV. Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. estes capacitores podem chegar no máximo 4. este ajuste retoca a imagem na parte superior. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos. Se o sintoma permanecer. . O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema. Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. provocará este sintoma. Caso a imagem preencher a tela. que estão ligados ao CI de saída vertical.• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa. Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda.2 mF a 47mF). impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. pois qualquer que um deles estiver alterado.

a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. neste caso é aconselhável ter o esquema em mão. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. Ligue a TV. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo.• • • • • Ligue a TV. Coloque a ponta de prova preta no terra. qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. deve agora medir a tensão de 33V. veja a função de seus pinos. Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. . Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON). Coloque a ponta de prova preta no terra. O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP). A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. pode ser que o mesmo esteja aberto. faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV.

no multímetro digital na escala maior que 50. 12. ou mesmo o diodo ZENER em curto. Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia. 11.  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico.  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. Veja também se há trilha rompida. O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. siga o roteiro abaixo. 10. .  Ligue a TV. BL = ou VL Faixa dos canais baixos . BH = ou VH Faixa dos canais altos . coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão. AFT = Sintonia automatica de frequência .FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video . BU = Faixa de UHF.  Coloque a ponta de prova preta no terra.  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH. Não havendo a tensão de VT. ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão . • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. VT = tensão variável . podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). Verifique se há solda fria. Com o multímetro na escala 50DCV. Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima. • No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V. você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V). 9. AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) . significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando.

TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI. 4. substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria.  Verifique se há solda fria. só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL. VARICAP com sistema digital. faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. significa que o circuito chaveador de banda está bom. 7. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. 4= VCC . 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto. canal baixo e UHF.Entrada de sinais do CLOCK. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON. 6= CAG – Controle Automático de Ganho. No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto. siga a trilha que está ligada a este pino. baixo ou UHF. você deve substitui-lo. 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON.Entrada de tensão +B. 3. retire este transistor e teste-o. Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda. 5.  Caso a TV for dotada de CI.Saída de sinal de FI.  Se não for encontrada a tensão no pino BH. .  Siga o mesmo roteiro dos canais altos.  Teste a trilha. devendo ser substituído o VARICAP. 6. 5= IF . É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas. Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. 3= SCL .  A trilha do BH vai a um transistor ou CI.

CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". que apresenta uma certa condutibilidade elétrica. algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock. a qual é necessária para que o CI reconheça. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta". o CI é de tecnologia digital. Para quem não sabe. por isso mesmo trabalha só com informação digital. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms". além das pistas normais de cobre. . O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. ( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. ( 5K ou mais ). Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. existem as pistas de Carbono. ex: 01010 ). Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada. ( uma palavra digital. Afinal. Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. Nesta placa. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI.

que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente. aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida. por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda. no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo. 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa.Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo. nas áreas de pressão das teclas. . existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms. 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ).1) Nesse conjunto ( transistor. led IR ). é bom dar uma olhada neste componente também. isto é sincronizado. 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ). 6.e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI. inibe o sistema.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade .gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI . vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . 2) Por outro lado à placa de circuito impresso. é bom vê-lo também. 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto. Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente .

( ligações entre pistas ). também seria bom dar uma boa olhada neles. o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ). alguns jumpers. Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. para poder dar manutenção com o controle remoto aberto. acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim.7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. é bom medi-los e trocá-los quando necessário. . de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. devem ser checados com cuidados. pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas. ( medir com aparelho capacímetro digital ). ora dá. e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. 12) Atenção ao suporte de pilhas que. ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). ( placa de circuito integrado ). e vale também para oxidação ( ferrugem ). 8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. ora não. onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas. 13) Existe no PCI.

. A bateria usada é de 9 volts comum. porém com baixo som.Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. O LED receptor ( BP 109 ). Lembre-se de que o cliente. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. “ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. Montar em uma placa de circuito impresso. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA. não é crítico. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção. O LED é comum e de cor vermelha. O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente.

O receptor não possui bom alcance. temos o diagrama elétrico ( esquema ). mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Para evitar também o abre e fecha do controle. Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. . aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional. Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando.

Quando os contatos da manta já não estão bons. Medições feitas com multímetro analógico ou digital. então vale a penas trocar estes contatos se necessário. volume e canal ruins ).Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. Se você dispuser de um ohmimetro. antes de trocá-lo assim de imediato. somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). . não acha!!! Com relação à manta de borracha . o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante. aconselho usar os dois métodos. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons). Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem. mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado.uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. Seria melhor então colá-los não só com a cola própria. ( alguns K ohms. recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo. mas também com um pouco de super-bonder. é muito mais técnico o trabalho e agradável. Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. ( ainda bem ). acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). Retire-a. a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. que normalmente se encaixa somente por pinos guias.vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada.os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema. faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto. porque o usuário do controle. Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. é melhor fazer a troca da manta. porem. logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal. ( escala x1K ou 20K ). e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ). Com relação à placa de circuito impresso .

podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. . ( que é ou será você ). Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. Remonte cuidadosamente o conjunto. Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital. e assim não condenaremos o CI tão facilmente. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. porem sua medição será igual à de um diodo comum. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono.umedecido com água e álcool. esta na faixa de freqüência do infravermelho. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível. deslize suavemente sobre as áreas de contato. Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ). o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados. logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso.Utilizando um papel absorvente . pois. O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade. Considerações finais sobre controle remoto. Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais. Em casos mais raros. ( conduz de um lado e não do outro ). quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ).

TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features. Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .

) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #.024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms. você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #. mais rápido é o tempo de resposta.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33.1/30 sec. .=33.3 ms. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1. mais viva é a reprodução de imagem . Quanto maior o #. O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec.Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel.

maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação. este item indica quando o display está todo branco .536 cores 32bbpp=16. branco preto (1000) (1) Painel B max. branco (500) max.777. mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65. max.216 cores 1cd/m2 Painel A max. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #.

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

localizado no painel frontal do aparelho. Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2).1. está acionado. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho. .

a tensão no pino 4 irá diminuir. b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B). então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback. Isto é. Se as tensões estiverem normais. Inclusive. a tensão no pino 4 irá aumentar. Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V.1V no pino 2 do IC6300. Para isolar o fotoacoplador.1V no pino 4 do IC6300. On State • Confirmar a tensão de 1. verificar o fusível F6000. Em operação normal.1V. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. • Confirmar a tensão de 16. Fazendo isso. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente. Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas. Para isto. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy. Esta tensão deve permanecer constante. devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. se a linha de feedback estiver aberto. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. que está ligado na placa A3U. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300. este pino deve ter aproximadamente 1.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300.8 volts. • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. . Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. Caso não existir tensão no pino 5. a freqüência irá aumentar muito.

Confirmar a tensão de 3. • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.15MHz (Clock do sistema).pino2 cai de 3.3V (reset) através do IC1001 . a tensão no CN1007 .3V através do FL1001. • Confirmar a tensão de 3. • Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16.3V para 0V.pino92. .

pino7. • Confirmar o nível DC de 2.5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17.9V no CN6203 . • Confirmar as tensões não reguladas de 15V. medir através do JL1072. Após o oscilador . 33V.5 no CN6202.Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 . 10.pino3.

Item 5.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: .1. 1. Esta tensão de 16. o não reguladas 10. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER. o microprocessador libera os sinais de Power2. • Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel).5V. 17. PANEL 5V.5V. 1. • Ao ligar o aparelho. Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 . 15V .5V. • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. Esta etapa faz-se necessária.2V) no conector CN9401 – pinos 41. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000. indica que existe algum problema no microprocessador. Esta tensão de 16.2.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. A9V.da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202. • Confirmar as tensões de saída: D5V. 43 e 44.2V – VC1. Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06. Fonte de Alimentação). Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V. • Confirmar os sinais de Power 2.9V no conector CN6203 – pino 3. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V.5V e 33V. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER.5V. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2. Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3. 2.5V. 15V e 17. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. o não reguladas 10.2V – VC1. Esta etapa faz-se necessária.

1V (Proteção de DCALERT1 acionada).A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3.2V – DCALERT2. DC ALERT 1. a) Televisor não possui tensão de 3.1V – DCALERT1.1. • Confirmar a tensão regulada de 17.2.2. .5V através do CN6200/pinos1 a 5.PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3. • Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2. DC ALERT 2 .

• Confirmar a tensão regulada de 10. DC ALERT 3 .IC8653.3. 2. • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U).a) Televisor não possui tensão de 3.2V (Proteção de DCALERT2 acionada).5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U). b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V .AU_15V .

• Caso não encontrar a tensão de 15. que não deve estar oscilando.• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3.7V (AU15V). .7V.2V (Proteção de DCALERT3 acionada). verificar a fonte de alimentação. a) Televisor não possui tensão de 3.2V – DCALERT3. • Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15.

1V BackLight. Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.2.4. .

Se não existir o sinal de Panel_Det.6. 2.8V (Placa A3U). Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V). • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. b) Televisor possui tensão de 3.3V (Placa A3U) – PAINEL DET. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito.1V. localizado na placa B.5. Tensão Anormal na Fonte de Alimentação . • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V). 2. • Confirmar a tensão regulada de 17. . Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2. o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção.5V no pino 1 do conector CN1003.a) Televisor não possui tensão de 3.1V.

8V. Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B. • Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2. o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes. Quando esta proteção é acionada.7. que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007). Este sensor composto pelo IC1007. que monitora a temperatura interna do aparelho.a) Televisor não possui tensão de 2. .

2) Alimentação na placa inversora (17. . apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. KLV-S23A10T. pois fazem parte do conjunto do painel LCD. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo. 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica. devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. 3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. 2. Por isso. etc.). temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. Neste material. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). Backlight e Dimmer). placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD.5V).Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. KLV-S26A10T e KLV-S32A10T). O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T. Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD. Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente. Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. microprocessador.

Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela.3. indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga. a corrente pula para 1. Porém. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga.38A (Backlight acesso.38A. 3. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17. indica que a placa inversora não está funcionando. localizado na placa da fonte G2. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito.1. Para isto. localizado na placa A3U. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando.2A. Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando.2A e o aparelho desligar em seguida. conforme item 3. Ajuste de Backlight normal). Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente).3. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). 3.2. Se o consumo de corrente não chegar aos 1. Imagem em modo padrão. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. a lâmpada está com defeito. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. 2) Sinal de Backlight de 3. 3. devemos verificar: . Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0. o mesmo desliga e entra em modo de proteção. não indica a operação correta das lâmpadas. mas logo após o aparelho ligar.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Se a amplitude estiver muito baixa.1V no conector CN8603. permanecendo em 0. Devemos então.

Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. 4. verifique se o transistor Q8601 está cortado.1V). o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Se faltar alimentação de 17. localizado na placa A3U. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho. o defeito provavelmente está no painel LCD. Se a linha de comunicação estiver OK.1V no conector CN8603 – pino 5. a lâmpada está com defeito. localizado na placa da fonte G2. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). conforme item 3. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora.5V. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”). verifique a linha de “Panel Detect”. verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. localizado na placa A3U. mas não existe sinal de vídeo.4. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente. devemos verificar: 1) Alimentações de 17. Para isto. verifique se os conectores estão soltos. .5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202.1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. Se não existir tensão de Backlight.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. localizado no coletor do transistor Q8616. o aparelho desliga. Se estiverem OK. Se a amplitude estiver muito baixa. Neste caso. Se ambas as alimentações estiverem corretas. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído. Em seguida. 2) Sinal de Backlight de 3. 3.

Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: .5.

localizado na placa A3U.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo. 6. ii. devemos verificar: . b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD. Se realmente a amplitude estiver muito baixa. localizado na placa A3U.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Panel Detect – Em operação normal possui 2. localizado na placa da fonte G2. iii. Este sinal controla o nível de luminância do backlight. Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem. a placa inversora deve estar com problema.1V). o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. Se não existir tensão de Backlight. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. será detectado determinada amplitude. a) Verificar as alimentações de 17. verifique se o transistor Q8601 está cortado. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas.3V no conector CN8603 – pino 4. Backlight – Em operação normal possui 3. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3.1V no conector CN8603 – pino 5. Se for encontrado este sintoma.

Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B).Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. Favor verificar: . RC+. Sem vídeo. 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais. RC-. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. RD. de preferência em Raster “Branco”. RA+. confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: . mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. O aparelho funcionará normalmente. 6. o mesmo apresentar áudio. 5. 17 e 19 (RA-.1.e RD+). 11.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. RB+. localizado na placa A3U. localizado na placa A3U. 3. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. 7. 9. 6. RB-.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. mas não aparecerá imagem. porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V. mas estiver sem imagem.2.

As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica. .

Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela). O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar. O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT.Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. LCD. a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. etc – no entanto. No caso da tela das TVs. na verdade. plasma. Isto é. um padrão definido pela National Television . o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV.

plasma e televisões de microdisplay. Portanto. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. a tela terá 480 linhas na vertical. a tela terá o número de linhas na horizontal.Systems Committee. se existem 640 pixels dispostos verticalmente. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. e vice versa. A razão é simples: as telas ED são mais baratas. A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p). O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA. para sermos exatos. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. Portanto. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1. completa e sem cintilação (flicker). A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV. mas com tecnologias digitais tais como LCD. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. ou varridas na tela. Da mesma forma. é mais comum medirmos a resolução em pixels. Como os pixels são organizados em um padrão de grade. Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela. conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. com apenas 480 linhas de resolução. Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. você tem uma definição padrão e uma alta definição. criando uma imagem nítida. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. .080 linhas.

como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). Em termos práticos. por exemplo) é muito difícil. Elas também tendem a ser menores e com mais . Por esta razão. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768. Em geral.080i. o número de pixels na horizontal também importa. 480p. Em geral.080p. 1. as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico.A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja. certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas. oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. TVs de LCD: Entre as TVs digitais. e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma. etc. Na verdade. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem. No entanto. LCD ou TVs de projeção microdisplay. No entanto.

combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) .opções de resoluções. e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. Assim como acontece com as TVs de LCD. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing). Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela. uma tecnologia criada pela Texas Instruments. nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. tais como LCD. Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. DLP ou LcoS.

07 milhões de pixels. No meio tempo. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony. Uma análise final. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. .1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV. não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento. Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa.

proporcionando portabilidade. a memória. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. Esses módulos são conectados através de placas. expansibilidade e conectividade aos computadores. . Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC. elétricas e eletrônicas destes circuitos. que é a placa principal do computador. onde grande parte dos módulos são conectados. os quais irão determinar as características mecânicas. a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa. os conectores de expansão e os circuitos de apoio. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível.

em um slot ISA. ISA. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. Existem slots para os padrões: Pc-XT. há slots específicos para cada padrão. PCI. EISA. O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. MCA. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. (Circuito Integrado) de memória cache on board. VLB. .Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe. Como exemplo. Como exemplo temos os slots MCA e PCI. há o slot ISA. que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão.I. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT. Nas placas-mãe mais modernas. Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma.

pertence à classe das memórias ROM. Este C.I. placas controladoras. cristais de clock que são componentes eletrônicos. BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. mesmo sem alimentação.I. .Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais. que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência. Este circuito é encontrado em placas-mãe. porque esse programa fica gravado no C. Por serem constituídos de cristal de quartzo. É um programa contido em um circuito integrado. em seus circuitos. Circuíto de Clock. HD e etc. a freqüência é muito precisa. isto é. podem ser encontrados. sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. placas de vídeo. Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador.

mas com o advento dos PCs modernos. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware.I.I. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado. são armazenadas em um C. através do usuário. se for pressionada a tecla “DEL”. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. isto é.O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. As alterações realizadas no SETUP. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente. é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP. Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. principalmente da placa-mãe. localizado próximo ao C. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware. de memória RAM. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada. impossibilitando o seu funcionamento. da BIOS e da . principalmente nas placas-mãe. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware). O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. também existem outros dois códigos de programa. Ao ligar o computador. normal. do BIOS.I. que são atribuídas aos itens do SETUP. então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional. desligado. Caso o autoteste não identifique nenhum erro. fast e auto). as variáveis do SETUP (condições de ligado. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”). são armazenadas em um circuito independente do C. A tecnologia mais utilizada é a EPROM.

no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação. seria necessário configurar o SETUP. devido ao seu tamanho reduzido. Por ser armazenada em C. Atualmente. quando o computador for desligado. o mais adotado é o de 3 ½”. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás.memória RAM principal do computador. estando uma sobreposta a outra. que é volátil. maior será a sua capacidade de armazenamento. Existem mídias de diversos tamanhos. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. toda a configuração seria perdida. de memória RAM. Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. Para evitar esse processo.I. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria. sendo conseqüentemente. sem haver contato entre elas. constituídas de metais leves como o alumínio. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. Ao ligá-lo novamente. . ao se desligar o computador. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM.

THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. com capacidade de 2 a 4 gigas. o que ocorre durante a gravação. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia. mas existem diferenças. tais como: no disco rígido. estas cabeças seriam a agulha do toca disco. o processo se inverte. Comparando novamente com os discos em vinil. Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação. os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. MONTAGEM DO PC . A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira. razão porque. o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação. Durante a leitura.

tempo livre. sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel. para impressionar o público leigo. Hoje. com 128 MB de memória.4 GHz. disposição para procurar os componentes certos.Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte. por exemplo. É uma grande diversão. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. por exemplo. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. não se gasta demais no chip. Não cola. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. é detonar no processador. Não é para qualquer um. boas escolhas seriam. Nessa faixa. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. exatamente do jeito que você quer. por exemplo.1 e rede Gigabit . sem a configuração definida. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir. memória. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5. paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. Nas lojas. Pior: comprar coisas incompatíveis. A primeira tentação. HD. resista! A pedida é procurar. na hora de construir um PC. Exige domínio de hardware. é algo que não tem preço. Pentium 4 de 3 GHz. em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois. Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2. Às vezes. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho.

Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos. Infineon. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. Kingston. já está na hora depensar em dois discos rígidos. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. Corsair. de preferência ambos com 7 200 rpm. suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. A seguir. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. Quando se fala em placa de vídeo. que pode danificar um dos componentes do computador. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. MSI e Abit. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. abra o gabinete. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira. encaixe o conector de reset. Em memória. Depois. . por exemplo. com preços razoáveis. NEC. Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset. No capítulo HD. Os contatos ficam mais acessíveis.. Depois. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete. Para isso. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe. Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. Há muita marca boa por aí.0. Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. removendo seus parafusos traseiros. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada.Ethernet) que podem dispensar outras compras.

conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. provavelmente. Encaixe ambos. faça a correspondência do pino positivo. demarcado no manual da placa-mãe. de marcado no manual da placa-mãe. Para posicionar o PC Speaker. É preciso plugar oito pinos individualmente. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito.LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Basta conectar novamente. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. +D e +5V). o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. Tanto para o led de força quanto para o de HD. para que eles funcionem. o alto-falante miniatura do gabinete. USB Conectar as placa-mãe é. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard. com o fio vermelho do alto-falante. com o fio vermelho do alto-falante. -D. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. na posição correta. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . Ground. faça a correspondência do pino positivo. Para osicionar o PC Speaker. o alto-falante miniatura do gabinete. montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual.

pressione levemente a alavanca a seu lado. vamos instalar o processador e seu cooler. no soquete. comprados in a box. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. o canto equivalente. localize. plugue sua fonte de força. encaixando-a em sua trava. o conector do ventilador. com menos contatos. no mesmo pacote. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. Para isso. Depois. Esse canto serve como referência para a instalação do chip. isto é. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos. então. Para isso. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda. destrave o soquete do chip. A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas. Localize. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. Coloque.com defeito. observando sua saliência que indica a forma de conexão. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. Como . na placa-mãe. VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. Ele está ao lado das guias para o cooler. o encaixe de três pinos para esse fim.

Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. devemos abrir as travas. Finalmente. As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente. Note que só existe um jeito de encaixar a memória.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . Repita a operação. segurando-o pelas pontas. A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. com um pouco de força. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente. Depois. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo. mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. puxando-as para fora. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. e colocar no slot. não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. pressionando o cooler contra o processador. Primeiro. ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória.

Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. Depois. No caso do nosso Solid. apertando-os o suficiente para prender a placa. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. são quadrados plásticos. entre outras. perto do soquete do processador. portas paralela e serial. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar. Para instalá-los. Cuidado para não forçar muito os conectores. com quatro. com 20 pinos. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela.atenção especial com os parafusos. . é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete. tente mover a placa-mãe. Se não estiverem. São dois conectores: um maior. remova a existente no gabinete. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. jogando-a fora. e outro menor. Antes de começar a encaixar esses suportes. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe. como placa de som. mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la). HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. Para instalar essa plaquinha.

oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. . Plugue-a na placa-mãe. por exemplo. o que facilita a instalação. é azul. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave). só há uma maneira de encaixálo. devido a uma protuberância plástica no meio do conector. e o de CD. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. No desenho.A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. Fazer isso é bem fácil. é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido. Note que. pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). Depois. mas. O conector de HD. O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante. é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. Depois disso. preto. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). como não há a protuberância.

Eles são . O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido.HDS NA GAVETA Posicione. CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. conecte os cabos de força do gabinete nos HDs. Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. a seguir. Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete. que deve ser casado com o equivalente no conector. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim. cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete). Identificá-los é fácil.

Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid. Ele só pode ser colocado na posição correta. Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector. é hora de conectar os cabos de dados e força. o cabo de dados do CD tem uma . Assim. Como nos HDs. Por isso. então. Para fazer essa operação. É só isso. empurre a tampa por dentro do gabinete. empurrando-o para trás. o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). com quatro orifícios em cada um. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips. Será preciso reservar um conector para cada drive. O encaixe dos conectores de força é intuitivo. Coloque. soltando-a. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. Os HDs estão prontos para o funcionamento. GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. devido ao formato do conector do cabo de força. de forma que ele fique bem preso ao drive. e partem da fonte do gabinete. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta.brancos.

caso o serviço de internet saia do ar.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada. ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. Um modem de 56K é sempre útil. que receberá a placa de vídeo. fácil. Depois. é hora de instalar a placa de vídeo. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. . pegue um parafuso e use-o. mesmo para quem tem banda larga. É o único componente que vai num slot AGP. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. Para isso. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente. ela se desprende totalmente. Depois de alguns movimentos. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. Veja como fazer essa operação. Quando uma das pontas da tampa se soltar. Ali ficarão os conectores da placa. libere a trava do slot AGP. com a chave Philips. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. Em seguida. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. libera-se um espaço externo do gabinete. fazendo com que o slot fique completamente livre. Com isso. pressione a trava para baixo. mova-a para cima e para baixo várias vezes. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. para enviar faxes ou servir de reserva.

mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. parafusando seu conector com os dedos. Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor. TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo. MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. teclado. . Depois empurre. CAIXAS DE SOM Finalmente. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe. a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. com a chave Philips. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete.

Já nos computadores de marca é muito variável. F10. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup. CTRL+F2. etc. atribuição de IRQ e de slots PCI. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem.CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. mas cuidado. Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo. sair do menu principal significa sair do setup. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. alguns aceitam o F2. que também é utilizada para sair do menu principal. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. No Setup. isto é. utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. deve-se gravar estas alterações antes de sair. principalmente nos acessos à memória DRAM. Para sair de um menu e retornar ao principal. para realizar algum “ajuste fino”. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). os que “não têm marca”. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. Para selecionar um menu. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. isto é. neste caso evitando . basta pressionar Enter. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. senão elas serão perdidas. Nos computadores PC ditos genéricos. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. para acessar os menus. Para gravar a configuração realizada. utiliza-se a tecla Esc.

Desta forma. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post. isto é. Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador.que alguém utilize o computador). Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. O mais usual é a opção “All error”. isto é. são utilizados os drives de 1. Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive. Time – Permite a configuração da hora atual. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos. Nesta opção será inserido o número de cilindros. de cabeças e de setores dos discos rígidos. sendo que esta proteção é limitada somente à . Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". que. o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE. A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. o que está na extremidade do cabo flat. esta opção deverá estar desligada. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup. Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B.44 MB e 3 ½”. caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. o que está no conector central cabo flat. Atualmente. dependendo do Setup. que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. a qual permitirá a configuração automática dos discos.

Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas.R. a performance do computador será elevada. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. Em situação normal. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot. Estando ativa. C”. “low”. é possível deixá-la desabilitada. devido ao uso deste recurso.monitoração da área de Boot do disco rígido. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro. Se o computador estiver com periféricos recentes. se não. devido ao uso deste recurso. segundo. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. antes que a falha realmente aconteça. Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. isto é. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. desabilite esta opção. terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional.T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa. permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. evitando que haja qualquer gravação neste local. esta opção deverá ser desativada. deve-se deixar desativado. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. Estando ativa. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. é possível deixá-la desabilitada. 2 nd Boot Device. Quick Power On Self Test – Estando ativa. o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. caso não haja sistema operacional.A. Por exemplo: “A. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. a performance do computador será elevada. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. Caso o computador não utilize periférico PS/2. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. ele procurará no disco rígido. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. opte por “high”. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. S. só que com mais recursos.M. devido à . Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). 1 st Boot Device. 3 rd Boot Device. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. senão. nesta opção. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional.

antes de iniciar a repetição do caractere. desative esta opção. que é o caso do Bios. se eles estiverem na DRAM. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. Deve-se ativar. o acesso será mais rápido do que na ROM. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. caso seja utilizado algum periférico USB. XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. Chipset Features Setup . Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. o sistema ganhará mais um IRQ livre. Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. se eles estiverem na DRAM. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”). USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus). Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional.utilização de periféricos muito antigos. quando a mesma tecla for mantida pressionada. o acesso será mais rápido do que na ROM. Mantendo desativado. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. que deve portanto ser ativado. o que é pouco usual. que é o caso do Bios. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo.

podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. o que elevará a performance do computador.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. Estando ativada. Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM. opte por 1/4. aumentará a performance do computador. mais rápido serão os acessos à memória. Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. poderá causar travamentos. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Power Management Setup . em contra partida perde-se em desempenho. mais rápido serão os acessos à memória. Estando ativada. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. do barramento PCI para o barramento ISA. Estando ativada. Quanto menor. 8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. sendo este último o mais rápido. Opte pela mais rápida. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. Quanto menor. do barramento PCI para o barramento ISA. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. deve-se escolher a que tiver os menores valores. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM. Podendo optar por “fast” ou “fastest”. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2. que será realizada pelo próprio Bios. pois será a mais rápida. aumentará a performance do computador. aumentará a performance do computador. A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas.

em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário. deve-se alterar o menor número de opções possível. em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. caso o computador fique sem atividade. o que não é aconselhável. deve-se optar por “Yes”.Nesta parte da configuração. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. o que proporciona maior economia de energia. o monitor e o disco rígido serão desenergizados. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. bastando optar por “Auto”. todos os dispositivos do computador. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. Portanto. isto é. exceto a CPU. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. ou então “Manual”. a CPU entrará em modo de economia. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. através de seus IRQs. Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. Portanto. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. Integrated Peripherals . PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. serão desenergizados. onde o usuário irá definir. Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. para não provocar conflitos com os dispositivos.

deve-se optar por “disabled”. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. esta opção deverá ficar ativa. Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. espere um pouco. “EPP” e o “ECP”. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. em seguida coloque o CD em seu computador. Deixando inativa. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. Deixando inativa. lembrando que é fácil instalar. Se for utilizar apenas a controladora on board. O padrão é optar por “COM 2”. Se estiver utilizando um modem interno. Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. sendo este último o mais rápido. Deve-se deixar ativa. Podendo ser o “SPP”. como um modem externo. que geralmente é a porta do mouse. Siga corretamente todos os passos. Opte por “Auto”. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. O padrão é optar por “COM 1”. que geralmente é “378”. IDE Primary Slave PIO. A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. mantenha esta opção desativada. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. logo em seguida aperte a .IDE Primary Master PIO. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. pois o CD é preciso carregar para aparecer. desde que o modo de operação seja o ECP. Deve-se deixar ativa. Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board.

Bloco DC: 1. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem. exclua a repartição e em seguida formate.tecla F8 para continuar. você terá que esperar aparecer que esta concluída. 3. Bloco Chaveador (regulador): . _________________________________________________. 2. Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7. baixe o programa e mude o tema. ____________________. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. pois os temas podem ser colocados no Xp.cantim. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE. A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. e aperte a tecla ESC. Clique no link que aparece na pagina. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7. Bloco AC: 1. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX. Windows Vista. O seu antecessor. Veja no filme. O computador sozinho não realizaria nada. programas). e quando chegar terá duas opções de formatar. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP. ____________________. ____________________. Para completar a formatação.html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador. 2. Acesse http://www. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. _________________________________________________. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft.

interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. 2. O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. Jogo de chaves. 4. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. tomada. Sugador de solda. 3. _________________________________________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte.1. _________________________________________________. 2. Oscilador: _________________. 3. Alicate de bico e corte. _________________________________________________. _________________. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. Ferro de solda. Bloco 1. _________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . _________________________________________________. Circuito serial. analógico ou digital.

veja no filme o procedimento correto e escreva. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. . 2. 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________.1. _________ __________________________________________________________. Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. Faça o teste na escala X1 do multímetro. Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. 3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. a mesma está em condições de uso. _________________ __________________________________________________________ . Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. Com a fonte ligada no circuito serial. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. • _________________________________. ______________ __________________________________________________________ . No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. • _______________________. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso. __ __________________________________________________________ .

deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. capacitores eletrolíticos. os seus furos possuem formatos diferentes. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. que deve ser ligado na placa da CPU. veja na aula do DVD ROM e escreva. o defeito está no circuito oscilador. Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte. Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. cerâmicas e diodos bloqueadores. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral. Veja no filme estas dicas e escreva. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. testa os componentes que estão ligados ao CI. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Trabalhando no circuito oscilador. Para testar o transformador de pulsos e os diodos. veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. Se os componentes de polarização estiverem bons. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida. Estando tudo OK.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. .

Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores. Abordaremos esses aspectos a seguir. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas. Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. e outros. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. ____________________________________________________ 3. Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. . é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador. ___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. esperando receber uma programação. Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. 2. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. Excel. Com a intensidade _________________________ .

o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas. dias. mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware. Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. minutos.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. segundos. A memória RAM possui uma capacidade muito pequena. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido . meses e anos. Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. em geral apenas 64 bytes.• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente. mesmo quando o computador está desligado. Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito.

a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. devemos realizar um boot. Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU. . Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. o programa CMOS Setup entra em execução. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. e durante a contagem de memória. ser combinados de várias formas.•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente). Em geral. é usado um programa conhecido como CMOS Setup. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior. Para realizar esta programação. ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU. para executar o CMOS Setup. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup.

A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB.Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB . que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes. Vejamos em que constitui cada um deles. A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. conhecidos como "Slots ISA". Em geral. O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. já no início dos anos 90.Podemos citar.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI . e também é usado internamente nessas placas. começou a cair em desuso. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits. usado nas placas de CPU Pentium. fabricadas em 1993 e 1994. as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho. timers e diversos outros circuitos. Entretanto. endereços e controle. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT. Este é um ponto muito importante. e sim. Do ponto de vista do usuário.Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: . a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus). Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486. no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. chegando à versão de 16 bits. o que não era permitido pelo barramento ISA. controladores de interrupção. na versão de 8 bits.Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . Para resolver este problema. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. e mesmo nas de 386. Possui características herdadas do IBM PC AT. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI. caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. Cada um desses barramentos possui sinais de dados. ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. dando lugar ao barramento PCI. Em 1995. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. como a interface de teclado. por exemplo: •Barramento local . PCI).

33 MHz ou mais. existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. Por exemplo. no qual o clock PCI é de 25 MHz. controle dos barramentos ISA e PCI. que é o Pentium-75. temos 100 MB/s. Isto significa que. já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. Observe que todas as versões do Pentium. em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM. isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. este chip também faz parte do chipset i430TX. Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. 6) Chipset Muito importantes são esses chips. possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. . Além de integrar o chipset i440LX. Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. e no "lanterninha". suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. usado em placas de CPU Pentium II. o barramento PCI pode operar com 25. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). 30. um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. Com o barramento PCI operando a 30 MHz. e aproveitado para o Pentium II). temos 120 MB/s. com exceção do modelo de 75 MHz. Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. com exceção das primeiras a serem lançadas. porém muito mais versátil. circuitos que formam as interfaces IDE. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s. controladores de DMA e de interrupções. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). usado em placas de CPU Pentium. etc. As primeiras dessas placas. equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. tão veloz quanto o VLB. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32). a Intel criou também um novo barramento.

Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. Qualquer resistor de baixo valor. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. Os CIs que mais aquecem são: o processador. os CIs que estão na placa de vídeo. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. placa de som e no HD. teste os resistores e bobinas na placa mãe. Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. Verifique se os Cis estão aquecendo. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte. use o multímetro na menor escala de resistência. modem. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente. . bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro. chipset. 2. • Teste os reguladores tensão que há na placa. Com as pontas dos dedos. Veja no filme. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. Roteiro de teste: 1. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão. Entre várias de suas funções. Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe. a técnica de conserto é fazer um pente fino. veja no filme. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos. OBS.O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. encoste levemente nos circuitos integrados.

O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board).3. com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. modem. c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. Ao analisar um padrão de vídeo. Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. Retire todas as placas (vídeo. Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. 4. A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe. HD. devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. 5. memórias. desde o numero de pixels até o número de cores. . som. unidade de disquete. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico). Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura. e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. dependendo do tamanho da memória de vídeo. o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. unidade de CD e cabos). mas sim a imagem como um todo. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe.

28 de polegada.26 e 0.Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível. Para os monitores comuns os valores são 0. MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 .

Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária. Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. para aumentar uma. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere. Isso quer dizer que.360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. assim como aumentar o número de cores.Observe como evoluiu o número de cores e a resolução. . temos de diminuir a outra.

para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. Por exemplo. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador.Cada padrão. é conseguida com a menor resolução em cada caso. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. portanto. no caso dos monitores de vídeo. é a necessidade de se chegar a uma padronização. Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente.. em 1987. o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical. portanto. O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. Assim.A maior quantidade de cores. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. mas de características diferentes no mercado. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. Conforme veremos nos itens seguintes. denominado super VGA ou SVGA.

Quanto maior for o número de cores. para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x .Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores. Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso. entretanto. Assim. maior deve ser a memória de vídeo necessária.Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela.ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo. que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. teve um limite para a capacidade de resolução. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia. uma resolução pequena não é admissível.

TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo. que para os diversos padrões de vídeo.3 Mbytes. LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. entretanto. Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor. Ocorre. Quanto maior o número de cores. exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. mas sim na própria . o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo. Neste caso.1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões.33. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores. Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade.

Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. ao ser tocado num lado. podendo ser causa de problemas de funcionamento. Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. Acompanhando as explicações no vídeo. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. Por exemplo. e no outro faz com que diminua. Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. Os controles digitais são os que usam teclas. Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico. que devem ser ajustados para uma operação correta. faz com que a tela aumente.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. um controle de tamanho de tela. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. que devem ser ajustados para uma operação correta. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações.

Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. faça isso usando um solda fina. Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. Para lubrificar os contatos do Slot. setores e trilhas. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. As bobinas têm a aparência de resistor SMD. monitor não arma ao ligar o micro. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot. HD (Hard Disk). Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. O primeiro passo a tomar é: 1. Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. Veja se na placa há bobinas.__________________________________________________________ _________________________________________________________. É um disco de alta capacidade. veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido. Disco rígido Trilhas Cabeça Setores . e alimentado por um dos conectores da fonte. caso contrário a mesma está aberta. Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa. A resistência ôhmica deve ser Zero. use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. cabeças. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha.

• MODEM ISDN. MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE.TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. • CABLE MODEM. • ASDL. • Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. . MODEMS CONVENCIONAIS. • HISTORICO. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo. O Modem foi criado em 1960 pela AT&T. • Modem externo que é conectado à porta serial do micro.

2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos. A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria. Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas. Vídeo conferencia em tempo real. V. Ser imune interferências.600.34 – Transmissão entre 19. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps. Alta velocidade na conexão. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB. Ela é do tipo 2B+B. criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados. V.32 – Utiliza em transmissão de 9. Nos fios da linha telefônica atual. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado . V.22 – Utiliza transmissão de 1.200 33.400 bps. V.200 a 2400 bps.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps. Acesso acima 128 Kb com a Internet.600 a 14.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação. 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo.

FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade. A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps. . Vantagens do uso da tecnologia ASDL . o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. FUNCIONAMENTO DO ASDL.pelo usuário. qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. 4 – TECNOLOGIA ASDL. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. APLICAÇÕES: Vídeo conferencia. escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais.

escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. que colocará em funcionamento o drive. a saída terá nível alto. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). PICK-UP AMP LPF . Acompanhando as explicações no vídeo. B+D terá um nível maior. FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. se as entradas forem diferentes. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. Se as entradas forem iguais. passa por esta placa. O pick-up. Caixas de som e a Placa de som). possibilita a execução de som no computador. Porém. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador.PLACA DE SOM – A Placa de som. Ao contrário. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. a saída será nula.( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. REF. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. (A+C . ) Quando o disco está muito perto da cabeça. através dos quatro fotodiodos. DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. Tudo o que é ligado a som. quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). corrigir o foco sobre a pista do disco. indicando sinal fora de foco.

Este servo é dependente do servo tracking. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. EFM LPF . O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. compensando alguma diferença de polarização. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). enviando esta informação ao servo. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). Veja esquema abaixo. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. PLL REF. temos dois outros detectores. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro.Servo Tracking: O servo tracking. de trilhagem. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. No pick-up. conforme vemos no esquema abaixo. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda).

RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. Veja no filme mais detalhes. Como __________________________________________________________. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte .veja no filme e preencha os espaços em brancos. fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça.SPINDLE DEMOD. Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________.veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . verificar conectores. Como __________________________________________________________. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica. resolver: . Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). se nada resolver substituir a unidade óptica. Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos.

Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dicas: __________________________________________________________________. Como __________________________________________________________. . Dicas: __________________________________________________________________. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . Programas como.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dica: ___________________________________________________________________. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Cabos flats . resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona .Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som. Removendo a senha do SETUP . Como resolver: __________________________________________________________. Como __________________________________________________________. travam.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Windows. Word etc. IMPRESSORAS Controladores de impressora.

Como com muitos periféricos. não pon Microsoft. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. embora pareçam ser parte da aplicação. Como os PCes. não nas aplicações individuais. A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. as fontes e os commandos. como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. e incluem no pacote Windows pelo conforto. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem . Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. como o PDL que se usa. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. Em todas as versões de Windows. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. regulando. forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. as impressoras têm microplaquetas de memória e. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. de filas de cópia melhoradas. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. ou com descarregar na linha. Regularmente. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor. Ao imprimir um original em uma aplicação.

e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto. como Windows 9x. geralmente podem imprimir no fundo. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS. mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. Os multitasks dos sistemas operandose. podem manter ao búfer muito menor. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. retornando a sua operação normal. embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado. Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação .ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. requererão mais memória.

.... Relacione os diodos retificadores ...................................................... Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte............... Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal... → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa.... na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs.......... Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos.............................................................................. restam apenas os terminais de tensão alta e baixa. Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes. Escreva seu endereço . verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms......... com diferença em alguns componentes............................... ou vem como SMD (micro transistor)...................... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um.................... tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial.............. Escreva endereço do trimpot. use o multímetro analógico ou digital)........... Relacione os diodos bloqueadores ...... Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra..................................................A fonte de alimentação da impressora jato de tinta..... Relacione os transistores da fonte:................... Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector....... Teste o foto acoplador no local .......... Relacione os CIs da fonte....................... Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial........................................... ......................... Escreva o endereço do fotoacoplador ......

coloque nos terminais do processador um a um. . Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts. 5 Volts. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa .   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. 32 Volts e etc. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. 4 Volts. A outra ponta de prova .   Multímetro analógico ou digital. no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico.• • Tensão Alta. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal. 20 Volts. veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa. Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. significa que este é o pino +B (tensão baixa). Tensão Baixa. 6 Volts. referência do CI e sua função. DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa. Escreva no seu caderno o número do pino CI. 18 Volts. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector.00 que é o preço de uma cabeça nova. Use este mesmo procedimento para todos os CIs. 24 Volts. no capacitor deverá marcar no máximo 10V. endereço do CI.

Depois. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna.. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e. com isso. Para quem não conhece. A tinta se solidifica e tapa o buraco. você vai ter de retirar duas travas. Por melhores que elas sejam. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. Se não existisse esse vácuo. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. Quase todas elas são iguais para desmontar. retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment. mas não de baixo para cima. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. lembre de anotar a sua posição EXATA. Retirando a tampa. extremamente flexível. \Pronto. E não desentopem sozinhas. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. quando re-introduzido na impressora. Por mais que você force. você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. quando você consegue compra-lo. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. é uma mangueira feita de silicone.. É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta. que tem de ser deslizada para fora. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. Ou você troca a cabeça. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça. qualquer coisa elas entopem. você pode retirar o carro de impressão inteiro. que cai no papel. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. Com a cabeça de impressão na mão. Retirando o eixo fora (com Cuidado). desmonte a impressora. a tinta não sai.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. para poder retirar a trava rotativa branca. o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . que é o que segura o eixo. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo.

baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. Com isto a sucção feita pela seringa. Caso algum fura esteja obstruído. As matriciais já eram assim. Imagine as cabeças de impressão como um funil. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. vai entupir a cabeça mais ainda. não tente injetar álcool por baixo. custa R$150. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). Se você observar em baixo. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. você pode carimbar a impressora com o selo OK. podendo danificar o mecanismo). . mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original. a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade. Todos os furos desentupidos. prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando. Note que se você tiver. sejam eles originais ou não. é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade. A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil. Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água. Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. Depois de montada a impressora. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. remonte calmamente a impressora. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos. Afinal. E dá trabalho. sem faltar nenhum. mas procure PUXAR o álcool por baixo. vai o que está mais à mão. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. Se todos os jatos estiverem funcionando. coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. Note que não adianta tentar empurrar para cima. Você vai encher a seringa de álcool. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). O suprimento alternativo pode até ser mais barato. mas como somos “em desenvolvimento” . Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes. vamos para a parte complicada. e cobrar o justo valor ao seu cliente. Depois do banho. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

___________ ____________ _____________. eles tem a letra inicial R. Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. Eles começam com a letra D. Eles começam com a letra IC . R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________. Primeiramente comece com os resistores. __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________.CI ou U. Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados). se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima. todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 .Pegue um monitor. Eles começam com a letra C. D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores. Relacione os endereços dos capacitores. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________. _____________ ______________ _____________ .). Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI. Escreva o endereço do fusível _____________. Eles começam com a letra Q OU TS. Relacione os endereços dos diodos.120 etc. Localize o fusível seguindo o cabo de força.

Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. Endereço do PTC ___________. PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA. ele começa com a letra R (componente resistivo térmico). faz ligação com o PTC. As trilhas que estão ligadas a este conector. . B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado. eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI.Escreva o endereço do PTC.

Teste o diodo zener que está próximo ao CI. Chave liga-desliga (aberta) . (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0. quando ele abre a tensão é interrompida) . (este teste pode ser feito com o CI no local. Regulador de Tensão (aberto) . veja aula prática pela internet). Testar o resistor de alimentação do CI. Ponte retificadora (aberta) .Teste com o multímetro na escala X1. é aconselhável testar o resistor fora da placa). deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto.Teste com o multímetro na escala de X1. (este Zener estabiliza a tensão do CI.Teste com o multímetro na escala X1.Fusível (queimado) .Teste com o multímetro na escala X10. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet). (este resistor tem valores entre 100K a 680K. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons. quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)). .47R a 10R.Teste com o multímetro na escala de X1. (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste. Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora. Verificar se o regulador está sem fuga.

3. . SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor. 4. Filtro em curto Regulador de tensão em curto. Bobina desmagnetizadora em curto. 1. Ponte retificadora em curto. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. Mesmo se testarmos estes capacitores. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. 5. 2. 6. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R. Por fim substitua o CI oscilador. o teste não é de confiança. pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar). POSITOR em curto. Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF.Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas.

O multímetro deve está na escala de X1. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). próximo ao fly-back. separando as peças pelo grupo de endereçamento. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”. 3. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. veja a figura abaixo: Fly-back 4. e o transistor saída horizontal. de modo que cada linha comece no instante certo. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador.O teste pode ser feito no local. O sincronismo é gerado no próprio computador. a resistência ôhmica varia de 2R a 10R. . observe o diagrama acima. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. Localize o fly-back. siga as mesmas técnicas da fonte. A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical.

o multímetro registra um curto. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. O outro terminal do . Q. S. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). D. Ao testar o transistor saída horizontal no local. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. ______________________________________________. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. R. e seu Emissor a terra. D406 – C409 – R401 etc. ______________________________________________. o ponteiro irá deslocar até o zero. ______________________________________________. OBS. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. ou seja. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. LED frontal aceso. Ex. ______________________________________________. T. ______________________________________________. ______________________________________________. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal. Veja o endereço do transistor Horizontal. portando os componentes do circuito Horizontal será. C. significa que o grupo do Horizontal é 400. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal.Transistor saída horizontal 5.

Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. . • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). Resistor de alimentação aberto. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. Veja se há solda fria. • • Transistor Drive em curto ou aberto. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. O resistor de alimentação está suspenso na placa. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback.transformador também está ligado a terra. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback.  Siga a base do transistor Drive. • CI oscilador Horizontal em curto. ele é usado nos monitores mais novos. veja o esquema acima. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. em curto ou aberto. A tensão sai da fonte. resistores e diodos. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Transformador Drive. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. Veja ilustração abaixo. passa por este MOSFET.

FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal. observando que a escala do multímetro deve está em X1. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. .

Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. . é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Substituir Fly-back. Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. Não coloque capacitor com valor diferente. é aconselhável medir o resistor. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Entrada de tensão no MOSFET. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar. Substituir CI. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. Antes verifique os ajustes frontais. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). ATENÇÃO. Os principais pontos de medidas de tensões são: 1.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K.

MOSFET + + B B + B 2. O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador. Não havendo tensão no coletor. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V. esta é a tensão principal de alimentação do CI. medir resistor que alimenta o transformador Drive. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. solda fria. . Trilha rompida. Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. veja o esquema acima. Coletor do transistor saída horizontal. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior. verificar se o MOSFET está aberto. Coletor do transistor Drive. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. 3.

lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. contudo. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. RV. . A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Vertical e Freq Vert. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. Obs.O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. Lin Vert.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio.  Seguindo os fios da sessão vertical. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.

Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. C __________________________________. Diodo em curto. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. . capacitor eletrolítico. a linha abre no sentido vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Resistor de alimentação aberto. Note que a linha está no sentido horizontal. Bobina YOKE aberta. Solda fria. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical.CI __________. D _______________________________________________. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). VR ______________________________________________. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. R _______________________________________________. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto.

FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0.  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência. CI de identificação (circuito detector de sistema. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor. • • • . CI de saída vertical. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). visto que. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala.• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. estágio que será estudado mais adiante). ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor.

Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um. Estes sinais têm amplitude de. verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV. aproximadamente. Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico. MEDIDAS DE TENSÕES. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. a p. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo. valores de 4. 3.verde 5.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. 0. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”). Coloque a ponta de prova preta no terra. • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul).azul .vermelho 4.7 V.P.7mF a 47mF. entre 12V a 24V. aproximadamente.

veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência. ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio. .Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador. Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador. Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador.

teste-o fora da placa. • O cinescópio. Verifique se há solda fria ou trilha partida. veja esquema abaixo: Resistor de polarização. Linhas de retraço sem imagem. Vamos analisar primeiramente a polarização. Flyback. recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores. que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). .Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor. Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto.

verifique também este diodo. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. Faça o ajuste de Zero. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. _______ _____________. falta vermelho. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. EX. veja figura a seguir: .• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado. Ausência de uma das cores.

Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. Veja figura abaixo: . isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. Verificar se algum deles está em curto ou aberto. pode-se testar os transistores RGB no local. cada terminal ou seja cada fio. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas. Com o multímetro analógico na escala de X10. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B.• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms). • No flyback há dois controles. um para o foco e outro para SCREEN. Teste também os diodos e resistores.

faça o teste com outro cinescópio. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 . acontecendo isto deixe o melhor ajuste. Os pinos 1. Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. Quando a imagem está desfocada. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura.Este é igual ao do monitor convencional. Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar. Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor.FOCO. ou seja. sem nitidez.2 e 3 recebem os sinais . • • • SCREEN. Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco. Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado.

Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão .Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor. O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD. CI Micro (ou simplesmente MICRO) . São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa .Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar. ao contrário do convencional que é analógico. porém sem imagem. LVDS . Clock .2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. A eeprom armazena os dados de controle do monitor. A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display. o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD. CI Scaler .É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo. A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo. Conector DVI . Sem o clock os CIs digitais não funcionam.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. Neste processo há perdas no sinal de vídeo. Lembrando que o monitor LCD é digital.É um conector com vias de 0 ou 1. Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa. Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. Display LCD . Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. O CI scaler é controlado pelo micro. contraste.Converte os sinais vindos do scaler em imagens. É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD. etc. Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display.

Fonte de alimentação . É controlada pelo micro. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos. e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho. Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando. Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira. Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor. Fonte inverter . No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT.7 V para alimentar o scaler e o micro. Após basta retirar a tampa.escolhida dentro do sistema operacional.Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display.Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor.3 e/ou 1. Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": . Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3.

Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD. Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Está é a placa principal. Esta é a placa da fonte. Este é a placa da fonte inverter. Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor. Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

o transformador chopper.Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes. A seguir temos o fusível. a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor. São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos.

Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz. Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas). IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. O choque na alta tensão não é fatal. mas dói bastante.Localizamos um transformador grande no meio da placa. Tal tensão vai acender a lâmpada. A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada. Às vezes há dois trafos. Os mosfets são controlados por um CI oscilador. Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado.

3 e 2. O maior deles é o scaler e o menor é o micro. Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle. CI mosfet . De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD. TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela.5 V para alimentação do scaler. micro e display LCD. Próximo ao scaler temos o cristal de clock. Os reguladores fornecem +B de 3. Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: . Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD.

então dá um total de 1.É a menor parte que forma a imagem. Daí ela é formada por 480. pixel morto. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado).296 divisões. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel .432 pixels e 2. queimavam o filamento ou entravam em curto. tais como manchas. Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido. possui 786.440. Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas. um vermelho (R). o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido. A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels. Veja abaixo a estrutura básica: . vidro quebrado. Como cada pixel tem 3 cores.440. assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam.359.Importante: O display de LCD é um módulo só. Conforme explicado. ele deve ser trocado inteiro. CI ou lâmpada queimada.000 divisões nesta tela. outro verde (G) e outro azul (B).Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro. Quanto maior a resolução da tela. mais divisões ela deve ter."Thin Film Transistor" . TFT . Cada pixel é formado por 3 subpixels. Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768.000 transistores destes montados no vidro. Cada transistor deste chama-se TFT.000 pixels. portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1.

o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez. o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão). Como cada pixel tem três cores. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem. sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. mais de 16 milhões de cores. aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1. ou seja. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16. ele pode apresentar 256 níveis de brilho. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão).216 cores. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. vermelho ou azul bem claro na frente da tela.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1". Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel.777. este aparecendo verde. Se todos os bits forem 1. Para cada imagem formada no painel LCD. .

através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. Polarizador . No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas. Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido. sua direção é alterada.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada. Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro. Veja a estrutura na figura abaixo: . aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas.Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção. mas não tão próximas como nos sólidos. Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores.

Veja abaixo: . Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display. Quando há tensão aplicada entre os polarizadores. ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado. assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight"). a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display.Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. Assim o display fica claro. Assim o display fica escuro.

ajustamos o brilho do display. Filtro de cor . Backlight .Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT.Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas.Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel.Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight. Guia de luz . O monitor pode ter duas ou mais destas.É formada por: Lâmpadas CCFL .Só deixam a luz passar numa direção. Refletor .Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display.É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores .Tela LCD .Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD. Fonte inversora .Refle a luz para o guia. Difusor . Placa TFT . Placa de circuito impresso do display LCD . Cristal líquido . Prisma . Controlando a tensão para a lâmpada.Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets.Direciona a luz para o display LCD.

dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro.acionamento para os TFT. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: . Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada. A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor. Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V. o conjunto todo deve ser trocado. A tela LCD. porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter. O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. Esta fonte é formada por transformadores. argônio e mercúrio). O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada. o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. Se for tensão contínua ela também acende. Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). se der defeito em qualquer parte. Aplicando uma alta tensão entre os catodos. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz). AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL).

a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT. CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão). Porém estes componentes não são substituídos quando queimam. Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1. O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs.2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos. Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro. Ao passarem pelo conector LVDS. A solução é a troca do display inteiro. Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: .

Na placa do display também entra um +B de 3. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display. podendo em certos casos ser também no display. Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores. Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: . ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando. São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display. Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos.3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI.

Pode ser de monitor LCD condenado.Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas. O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa.Pode ser um eliminador de pilhas. Veja abaixo os pontos de ligação: . uma fonte de computador ou qualquer outra fonte. Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática.Ligue a fonte na placa do inverter .COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 . Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande. Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 .Arranje uma fonte de 12 V . Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 .Arranje uma fonte inverter . display velho de notebook ou até de um scanner velho.

Neste caso a solução é a troca do display. o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada.Se o display tiver mais de uma lâmpada. teste uma de cada vez. Se ao testar em algum par de terminais. Ligue a fonte na tomada. Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo. A lâmpada deve emitir uma luz branca. Em cada par de terminais que formos ligando o inverter. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Se a lâmpada não acender.4 . ela está queimada.Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: . Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas).

algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro.Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte . 1 .Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V. Veja na figura abaixo: .O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores).

5 V ou 1.7 V.Medir os +B que alimentam o CI scaler .3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2.Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 . Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .

Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada. um de cada vez. fonte inverter com defeito ou sem +B.Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas. Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display. ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada. seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo. Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B . Pode ser ocasionado por lâmpada queimada. Veja o procedimento abaixo: C .Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor. Vamos ao procedimento: A. IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA .Meça o +B que alimenta a fonte inverter .Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. é sinal que tem alta tensão.Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000.Tem alta tensão no conector da lâmpada .Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter .

Se não variar. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente. ACENDE O LED DO PAINEL. Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM. o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas. Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA . Se as lâmpadas estão boas.Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada.

Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro. Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX). Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro. . porém estes dois CIs já devem vir gravados. A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa. Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada.A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos.

nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. Após localizar este transistor. Pode ser um PNP. meça a tensão num dos pinos extremos. para ter certeza se é ele. Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la. onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. o defeito é mesmo na fonte inverter. Se a lâmpada do display acender. Veja abaixo: . Se o display não acender. o defeito pode estar neste transistor.

coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI). Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor.Antes da troca teste a ponte retificadora. o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível.Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico. bobina filtro de rede.NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal.Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . a ponte retificadora. A .Fusível queimado . Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte. Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro. . Veja abaixo: B . Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper. Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto).

A seguir troque: CI da fonte. mas a fonte chaveada não funciona .O ponteiro não deve mexer. Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte. o CI está em curto. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER.Tem tensão no capacitor de filtro. Veja abaixo como se faz: C . fotoacoplador. o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos. A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário. resistores. Se mexer. transistores e bobinas da fonte. PORÉM O MONITOR NÃO LIGA .Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W.

Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3.Verifique se chega +B no CI micro (3.3 ou 5 V). conforme indicado abaixo: A . na eeprom ou no cristal de clock. Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando.3 V que alimenta o micro. Veja abaixo: . Conforme já explicado este CI fica na placa principal. B .Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro.

mas não tem na saída do CI regulador. trafo e trocar o CI oscilador. O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter.Se tem tensão na entrada . resistores. Agora se tivermos estes comandos normalmente. conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER. Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter. diodos. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. bobinas. especialmente se o regulador está muito quente. o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. o defeito está no CI micro. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão.

Veja a localização de um fusível destes abaixo: B .Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter.O fusível está normal . A .Teste o fusível que há placa do inverter . Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A .Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter.Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas.

Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler. A .Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .B . Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.

Veja abaixo: .B .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior.Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display. TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A . sendo 3. Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.

Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador.Tem +B normal no scaler e no display: . D . este CI deve ser trocado. Se agora aparecer tensão normal. o defeito está no display que deverá ser trocado.B .Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C . Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador.

Ferro de solda 30 ou 40 W.Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra. 710N e 740N. 540N. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução. Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento. EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N. ponta fina e bem limpa. TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: . Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro. .

Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha. . Tome cuidado de não exagerar na quantidade. A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro.Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado.Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix". .Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha).. Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes.Solda de baixa fusão. 2 .Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado.Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico).Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado.Escova de dentes. Veja abaixo o CI já retirado da placa: . . Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas. 1 . .Álcool isopropílico para a limpeza da placa. álcool isopropílico e o pano de camiseta. . A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI. especialmente no caso dos micros. encoste-a nas trilhas. .

soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos.Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. 4 . encostando-o nos pinos grudados. Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC. A solda descerá . A finalidade desta operação é fixar o CI na placa. aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos.3 .Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. . Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto. Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo.

Tensão de 33V para o circuito Tuner. Saída Vertical. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma. 4. esta tensão e proveniente do flyback. Fazendo o ajuste de foco: .TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal.. agora podemos fazer os ajustes. Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado.  Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão). um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN. No flyback há dois controles. Coletor do Transistor Drive Horizontal. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V.  Saída da fonte. Também deve ser substituído. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback.7mF a 47mF / 160V a 250V. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem. Pronto.. FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja. com imagem sem definição (nitidez).

isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas. uma imagem regular. verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. Dica: Para um bom ajuste. Retire também toda cor. 4. devendo ser substituído. • • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. Brilho (retirando por total o brilho). A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. ligue o aparelho. NOTA. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). 2. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração. 5. Contraste (retire todo contraste. Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória. Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto. diminua nos controles o: 3. geralmente é de cor vermelha e o mais groso. Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. . Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. significa que o cinescópio está fraco.

siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. Com todos os controles no ponto zero. 9. 11. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. Agora aumente o controle de brilho ao máximo. contraste e cor. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. 7. Agora aumente o brilho contraste e cor. Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. 8.Observação: Ao diminuir todos os controle. e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida. 6. . Sempre que consertar um monitor ou TV. se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. Aumente o controle de contraste até a metade. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. brilho. Se for preciso faça outro ajuste de foco. 12. veja se o foco e Screen estão ajustados. verificando a qualidade da imagem. 10.

voltamos para o ajuste. todas as cores devem aparecer nas imagens. G (verde). 11. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório. 4. cada trimpot regula uma com R (vermelho). 2. 7. vermelho e verde. Verde e Azul (RGB). é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). 5. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada. veja bem. Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. próximo aos três que você está ajustando. ex. posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio. 10. 9. No caso de monitores. 3. . deixando todos nos sentidos anti-horários. estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. tanto para o TV como para o Monitor. basta com uma chave de fenda isolada. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. verde e azul. B (azul). Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. 13. Observe que há mais dois trimpots. Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. Localizado as cores de cada trimpot. Ligue o aparelho. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. 12. Para identificar estes trimpots. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. 8. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. Vermelho. 6. Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. tem mais azul que vermelho o verde. 14.

15. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. 2. 16. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. Ligue o aparelho por alguns minutos. Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. Obs. Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina. 4. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. 17. 3. Antes de fazer o ajuste de pureza. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. Desligue o aparelho. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. Outras maneiras das manchas surgirem é a . Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. provocando estas manchas. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem. 5. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando. Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste.

passaremos então ao processo do ajuste de pureza. Girar os anéis de pureza. 3. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. . Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência. 2. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. 2. 3. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. isto no caso de TV. Remova a tampa traseira do aparelho. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação. 1. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. siga o roteiro abaixo: 1. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. 6. 5.

AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste. Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras. No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. Ligue o aparelho. 1. sendo necessário a substituição do cinescópio. Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. 2. afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V. Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio. Interruptor . Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou.

3. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. 2. Ligue o aparelho. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram. verde ou vermelha. O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. Ligue a bobina em um transformador de 110V. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. 4. dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul. sendo preciso substituir o tubo de imagem. Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo.

Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. 4. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior. Ligue o aparelho. . 6. Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. 2. VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior. 7. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Ligue o aparelho. 5. porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). 2.parada. 3. AJUSTANDO O VERTICAL 1. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. Ajustando a convergência 1. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. Localize o trimpot de altura. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. que é um pouco demorado. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação.

veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. Com uma chave de fenda isolada. enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. . isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical.3. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. Este ajuste só é feito nos TVs. 4. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER. Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor.

assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. ele precisa ser um “4 em 1”. Apresentarei.AJUSTANDO O AGC 1. um “2 em 1” . VCD e Videokê. um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD. contrário do que muitos possam pensar. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. 2. na verdade. O que significa dizer que. 20 minutos..2” (8 cm). Estes são os ajustes de TV e Monitores. CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio. com diâmetro de 4. agora. 4. Um microcomputador só reproduz discos de DVD. com 8 cm de diâmetro.. CD. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. . embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. ou de karaokê. Caso a imagem não melhorar. VCD. com 12cm de diâmetro. 5. Por exemplo. É como dizer que. etc. observando se a imagem melhora. DVD PLAYER Ultimamente. CD. 3. aqueles que só reproduzem DVD e CD são. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. os aparelhos de DVD mais simples.7” (12 cm) e 3. Localize o trimpot AGC. Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. Ligue o TV. porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos. sem dor de cabeça. Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda.. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos.

– cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um .5 GB reprodução. geralmente. TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas.em microcomputadores. Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3). CD-ROM CONTEÚDO Dados. VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. Prata: 2 lados de simples camada – 9. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4. Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. como discos de armazenamento de média densidade.4 GB reprodução. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM.7 GB reprodução.Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos. São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. São utilizados. DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”. CAPACIDADE 650 MB.

em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio. só permitem a cópia digital de um CD original. Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio. não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. Obs.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. São utilizados. a cópia analógica pode ser praticada. DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . Entretanto. Obs. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. Obs. Ou seja. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. geralmente. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . geralmente. 3: Os aparelhos gravadores de CD.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. geralmente. Neste caso.Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco. dependendo do programa utilizado. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD.

A capacidade para dados é de 4.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas.7 GB.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. Obs. DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. CD de dados de alta densidade. Entretanto. Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA. Obs. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas.RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD.CD High Density Compact Disc. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos.Utilizados geralmente em videogames. CD-I CD Interativo.DA CD Data Áudio. geralmente. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio. HD. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar. CD. DVD. A capacidade para dados é de 4. CD-I READY . A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados. dependendo do programa utilizado.

sendo.F. A unidade óptica é formada . até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. basicamente. portanto. o sinal elétrico será variado. MO-DISC Magneto Optical Disc. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. que o feixe toca na cova enfocado. uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. com níveis altos e baixos. sendo direcionada à lente de foco. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. chamado de “sinal de R. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode). na Fig. reduzindo sua espessura. Durante a reprodução. PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. Assim.”. o raio laser chega até o detector. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido. foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si. Disco Óptico e Magnético Regravável. e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva. a incidência fica ligeiramente fora de foco.CD-DA Interativo. então. O sinal elétrico segue.2. na faixa dos megahertz. que transforma a informação de luz em informação elétrica. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. Essa lente faz o feixe de luz convergir. impossibilitando o retorno da luz aos detectores. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. ou “sinal de HF”. . Quando o feixe encontra um relevo. a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma. permitindo assim a sua reflexão. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo). o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas. um prisma.

. Veja. Após o processador de sinais arrumar. parte da gravação seria danificada.3). já com as informações digitais impressas. Por último. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC.que é revestido de material fotoelétrico. as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. misturar e serializar todas as informações. e fica próximo ao selo. Após a montagem. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). é vaporizado com uma camada de alumínio. também. muitos moldes podem ser produzidos. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. Por isso. O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico. o plástico. uma vez gravados. os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico. produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands).GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras. Nas fábricas. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. a qual irá sensibilizar um disco mestre. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco). em seguida. com um material ácido. acontecendo um arranhão. codificar. Antes. a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo.Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. Em seguida. a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. O disco é banhado. que é uma película de tinta onde. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. Podemos perceber por esse processo que. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel.

Recentemente.Por esse motivo. não o deixe com o selo virado para baixo. Apesar do grão de poeira ou arranhão. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. embora ainda muito caros. o que significa que. a tolerância é ainda maior. 250 graus Celsius. GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) . Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. Entretanto.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. arranhões e poeiras no disco são permitidos. uma vez que as covas já foram formadas. apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original. esses poderão ser reproduzidos normalmente. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. já com pouca potência. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD. pelo lado do plástico protetor. de forma que. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais. Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. (aproximadamente 50%). ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. com relação ao diâmetro do arranhão. As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. aproximadamente. porém.por exemplo. pois . formando-se as covas. a superfície é derretida. as primeiras produzem luz laser de maior potência.Esses discos possuem uma película sensível ao calor. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. Portanto. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos. não há como desfaze-las. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor.

além de fácil utilização. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores. Assim. o poder de reflexão desses discos é bem menor. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”. enganosa. Durante o processo de apagamento. No DVD-RW. e com maior potência no laser. e que o superaria em todos os aspectos. Talvez.Em outras palavras. produz. O DVD. os bits altos e baixos. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”. Como o DVD reproduz imagem e som. Mas. muitos acham que. da luz. em pontos específicos. divulgar o lado bom do DVD.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. definido. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. o que não é bem verdade. para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. qualquer outra situação. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. após o resfriamento. assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. É interessante. ocultandose os inúmeros lados ruins. com relação aos anteriores. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores. assim . é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. ou não. Há. garantem o retorno. No interesse de vender mais aparelhos. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino. evoluiu do CD. permitindo a regravação. . podendo chegar a 30% de um DVD original.Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. a tecnologia mais avançada do DV. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas). Durante a leitura. comercialmente. com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que. entretanto. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. principalmente por parte dos idosos. A única vantagem desses discos. infelizmente. Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW.

Os aparelhos de DVD não mostram a hora. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. . Mas.Esse problema é muito sério. o usuário terá que comprar um outro equipamento. ou apenas alguns mais evidentes são previstos. que o usuário prefere ouvir. obrigatoriamente. ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC. número de idiomas disponíveis. Isso faz muita diferença. Entretanto. eles não estão disponíveis . aqueles que só têm o sistema nacional. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC. geralmente.Mas a dublagem aqui no Brasil é feita. interatividade. também. A única solução para esse caso será. ou DTS de 6 canais. pois o aparelho de TV terá. Bem. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir. Bem. na grande maioria dos discos comerciai. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. e o DVD é disco.. Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. o usuário.. simplesmente em estéreo (dois canais). se você escolher “Português”. esse também depende de estar disponível no disco. Isso acontece porque o disco é produzido.O interessante é ter em casa os dois aparelhos. que possuir entradas A/V.F. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. para o sistema AC-3. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. Que maravilha! Entretanto. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio. multi história. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. ângulos de cena.O VCR é fita. para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. Isso significa ter um aparelho com grande potencial. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. etc. entre 8 idiomas. na maioria dos casos. comprar outro aparelho de TV. não sintonizam canais e não possuem saída de R... Embora estejamos no Brasil. sem contar que. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares.

Por isso. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. antes de usa-lo . para não perder o seu valioso cliente. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade. consultar seu técnico Além disso.8. muitas pessoas cometem erros. Fazendo isso. você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução).Nesses casos.A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá. ou às entradas de um aparelho de som. ou até a voz de algum personagem. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono.7. o que acaba gerando confusão. sendo induzidas a acionar o seu técnico. no mínimo. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. L ou R. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. os tipos de conexos que poderemos encontrar. na entrada de áudio. antes. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD. que comportaria. principalmente. que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. que pode ser um determinado instrumento musical. Veja na figura. ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples. e também para pessoas idosas. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. dois ou três filmes. Isto é fato. . como ilustrado na Fig.

para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. Essa placa contém um processador de R. A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores.9 e Fig. correia e gaveta. é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. consegue-se mais uma saída.. deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada. FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv). chaves sensoras .Nessa saída. não envolvendo demodulações nem separações. reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial. ou super graves. portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional. Pro Logic ou AC-3. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”.É muito comum ela se encontrar instalada .1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer).1. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores. produzindo.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade.F. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão.1”(“cinco ponto um canais”. sendo um para a matriz R (Pr).SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”.Entretanto.e como as mesmas estão dispostas. e já estão separadas. DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5. servomecanismos(“servos”). Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. engrenagens. respectivamente. PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma. Com oDTS ou o AC-3. totalizando 6 canais. o sub woofer. o que se costuma chamar de “5.

Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. na Figs. descompressor MPEG2. orientar. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig. a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo. ou até assustado com o aparelho. é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes. microprocessador principal. processadores de áudio. ela pode não existir. Nestes casos. por trás do painel frontal e possui chaves . deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. Em muitos desses casos.Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. memória e reguladores. 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig. Veja.ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade. se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG. LED. decodificadores. um para cada tipo de mídia. PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. um para o DVD e outro para o CD. e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). deve haver dois circuitos DSP. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída.11). display e microprocessador do display. embutidos na placa do M-PEG-Fig. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. Mas. PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho.Fica na frente do mesmo. Além disso. em alguns aparelhos.Geralmente. ou seja.Entretanto.13). dar orçamento ou reparar defeitos. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes.12). PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. . o cliente perderá a confiança nele. Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores.11. seja para instalar.

Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores. Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. orientar. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. o cliente perderá a confiança nele. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. ou até assustado com o aparelho.Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. dar orçamento ou reparar defeitos. EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco.O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) . Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina. ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. que facilitam. Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. que facilitam. através do menu.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos). Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. através do menu. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico.TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. . Em muitos desses casos. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. seja para instalar. Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos.

ou seja. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. “Down” (para baixo). Poucos discos possuem mais de idioma ao menu. etc. Após o aparecimento do menu. escolhendose a opção Titulo 1.Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. original ou dublado. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho. na tela do menu principal .. “Select” ou “Enter”. ficha técnica. Titulo 2. dois idiomas. Menu É o menu do disco. Assim. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima). Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). legenda. “Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). formato de tela. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla . escolha de títulos e capítulos. e selecionar opções através da tecla “OK”. os quais podem ser escolhidos através do menu do disco. o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. formato de tela. através de uma tecla denominada Set-Up. Ao se escolher um determinado titulo. O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. legenda. pelo menos. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. etc. A maioria dos discos traz. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Nesse menu. apresentada no rodapé da tela. Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. três idiomas para as legendas. Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. geralmente. o menu do titulo escolhido.Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma. pelo menos. etc.abre-se um “Sub-menu”. O menu principal é acessado. A maioria dos filmes é dublada em. Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. nível de censura. e os menus dos filmes são acessados. os menus serão diferentes para discos diferentes.

ou então um único LED bicolor. Ao se pressionar a tecla STBY. se abrirá.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto. Ao ser pressionada. o aparelho exibirá a tela do menu principal. mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. se estiver aberta. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco. Em outros. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. . contamos com a função também através do controle remoto. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. o filme retornará do inicio. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. quando o “Play for solicitado”. Alimentando-se o DVD Player. ou “Voltar ao menu principal”. Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). um capitulo é pulado para trás. um capitulo é pulado para frente. a imagem será congelada. durante a reprodução. cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. o display acenderá. Teclas Básicas Tecla “Power”. Geralmente. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título. se fechará. com aparelho em STBY. Durante a reprodução. se a gaveta estiver fechada. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. durante a reprodução. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). É como se fosse uma pausa sem imagem. o display permanecera apagado. Durante a reprodução. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. “Stand-by” ou “Liga”. Paro o disco que contenham mais de um titulo. o filme será interrompido. Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes.“Sair”.

Conforme o modelo e o fabricante.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens. essa tecla pode funcionar de maneira diferente.. “Down”. Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). podemos escolher entre oito níveis de censura. agora.. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha. “OK” ou “Sect”. em seguida. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”). possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. vale ressaltar que o avanço não é linear.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. Entretanto. por exemplo. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”.Mas. “Down”. utilizando as teclas “Up”. pode-se mudar a posição da moldura na tela. o tamanho da moldura se modifica para 2x.Cada vez que pressionada a tecla Zoom. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. “Left” e “Right”. e evitar que uma criança. 4x. “Left” e “Right”. O DVD avança saltando de quadro em quadro. a cada vez que forem pressionadas. Essa senha é criada pelo usuário. ainda um tipo de aparelho no qual. como é o caso da tecla “Scan”.Pressionando-se “Enter”. Para voltar à reprodução em velocidades normal. que podem estar disponíveis em alguns discos. isso não será possível. Assim. para frente e para trás. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes. Se o filme foi gravado com três ângulos. como nos videocassetes. 8x . existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. mover a tela. pressione a tecla Play. x4. A imagem pode ser exibida lentamente. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes. respectivamente. x8. o resultado é bem confuso. possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. etc. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up. Utilizando-se. principalmente nas velocidades mais rápidas. para frente e para trás. a moldura toma toda a tela. no controle remoto. Existe. e em varias velocidades. já que não dá para se entender uma seqüência. pressione a tecla Play. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem. Entretanto. as teclas “Up”.Para voltar à reprodução em velocidade normal. Nos aparelhos mais populares (maioria).

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

Quando se trata de CD. o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. mais veloz. ou um novo capítulo do DVD. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal. oferecendo excelente espaço interno. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. geralmente. através dos menus disponíveis. o micro lê esse pino. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. A memória DRAM é formada por células capacitivas. A memória SRAM é composta por flip-flops e é. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor. Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. ou informar ao usuário sobre esses modos. A memória EEPROM não é veloz. apesar de ser mais lenta que a SRAM. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada.. proveniente. o drive se encarrega de excitar o motor. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. capítulos. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. enquanto que. para o servo do sleed. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. quando se trata de DVD. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display. destinada a procura de foco. nem oferece muito espaço interno. Por isso. portanto. Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. Essa tensão faz com que a lente suba . o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD). A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. Com base nos comandos provenientes do teclado. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. antes de iniciar a procura do foco.o microprocessador libera um comando.. títulos. por meio da interligação com um de seus pinos. o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta. Mas. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação. etc. o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho.DRAM e EEPROM. Memórias Geralmente. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela. através da via SLEED IN.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. do DSP.. Algumas informações podem ser visualizadas no display. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser. O comando da gaveta “LDO” é então. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD.

anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. No interior do DSP.B. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”. Caso tenha sucesso na primeira leitura. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD. VCD.F. os sinais de R. e a potencia do laser reduzida para CD. e assim. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho. O sinal de R. velocidade de trabalho. para a interface do microprocessador.F do CD e do DVD. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP. a: freqüência envolvida. Em alguns aparelhos o disco será ejetado. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. que foram gravados no disco na forma EFM.totalmente. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. A saída do VCO é chamada de CLVO. No interior dos amplificadores de R. de forma que.F do CD é entregue ao DSP do CD. Os sinais de controle. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco. Isso se faz necessário. os dados . a saída de dados è no formato série. principalmente. Dessa comparação. seguem para demodulador EFM. exigido para as informações de vídeo croma. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal. e com potência de laser de DVD. Somente se não conseguir uma leitura conhecida. então. Após encontrar o foco. como MP3. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade. a procura de foco é repetida por uma vez e. Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso. Nota-se também que. VIDEOKE. e o sinal de R. etc. em seguida. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas. O sinal de controle segue. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata. enquanto que.primeiro a entrar.C e D são somados para conseguir os sinais de R. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. primeiro a sair). Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD. através da qual circulação por um determinado tempo.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. detectar os eventuais erros de leitura. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. no DSP do CD. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos. serem separados por um demultiplexador. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso. os sinais A. e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD.F do CD e do DVD. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. o micro considerará falta de disco na gaveta. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. Quando o foco não é encontrado. áudio/vídeo e CIRC.

algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. Neste caso. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. Caso haja algum impedimento. Esse . O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. assim. após alguns cálculos. substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. sendo liberados depois. Neste instante. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data). Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. e assim descobre que o código correto é 5. resultando. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória. etc. será notado um congelamento demorado. um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. A principal delas é da media aritmética. seguindo. o deslocamento da memória será interrompido. a reprodução do disco será interrompida.que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. onde acontecerá a descompressão. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. Após a descompressão. No processo de reprodução. os dados são recomposto. formando as imagens de forma completa. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. então. e uma mensagem de erro será exibida na tela. numa menor complexidade para o calculo da média. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. para os circuitos de áudio e vídeo. o processador CIRC calculará a média entre A e C. o disco não será reproduzido. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. Para facilitar a correção. até que o processador termine de fazer a correção. tipo de mídia. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos. Se o erro efetuar um quadro inteiro. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. para descobrir o B. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. Neste caso. Em seguida.. os sinais são levados ao MPEG. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural. Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. entre E e G. código de área. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. entre G e I. o que vai acontecer muito. por censura. pois. Neste setor. para descobrir o H. é possível determinar um símbolo errado através da media. o processador CIRC solicitara uma pausa. para descobrir o F. ou seja. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. Após a recomposição dos dados.

chegando ao dreno do MOSFET Q1. através de R2. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED. que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela. também faz a separação dos canais “L” e “R”. então. criando. interferindo em outros aparelhos. para o conversor digital/analógico de vídeo. para o decodificador AC-3. onde os bits serão enfileirados. então. Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear. esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. para que o oscilador de chaveamento. ao pino . e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. para o distribuidor de áudio. e uma saída de vídeo e croma. chavear a tensão continua proveniente da fonte primária.processador reconhece também os códigos de áudio. Os sinais de vídeo seguem. seguem para um conversor paralelo/serial. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). O sinal de áudio serial segue. O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. fornece o primeiro pulso de alimentação. Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. tem por função. localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento. O sinal já codificado em AC-3 segue. então. Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. e os separam dos códigos de vídeo. entregue pelo processador de vídeo. liberado pelo DSP do CD. onde será decodificado em seis canais (5. saídos em apenas um via. quando um CD estiver sendo reproduzido. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out). incorporadas. o setor “Partida”. O sinal de áudio. assim. para alimentar o conector de saída de vídeo linear.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica).1). A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico. caso esse sistema esteja disponível. as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho.

Essa tensão alimenta. protegendo. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. Caso a tensão do secundário varie. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. o zener entrará em curto. Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD. geralmente. A tensão de 12 volts. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. de controle IC1. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. Assim. o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. As ondas de chaveamento são. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário. fazendo variar os valores no secundário da fonte. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. produzida no secundário da fonte.I. em algumas fontes. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. assim. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. inicialmente. A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. fazendo a fonte desarmar imediatamente. os circuitos alimentados pela mesma. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte. 4 volts.1 do C. Como essa saída é. utiliza-se um diodo de alta corrente ou.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. aproximadamente. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1. . destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. produzindo. então. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts. Variando a largura de pulso. para alimentar o seu LED interno. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. seguindo depois para os catodos e grades do display. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida. embora não sejam estabilizadas. destinada à alimentação do filamento do display. muito sobrecarregada. assim. O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”).

) Pino 98 . TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.CD RF IN (entrada do sinal de R.Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 .Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.I. Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R. “terra”.) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 .SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 . para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 .TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 . Seus principais pinos são: Pino 09 . do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 .) Pino 100 .I. do C.) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD. “terra”. do C.FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .+ Vcc5 volts (alimentação do C.+ 5 V (alimentação do C.Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 .I.) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading.I.CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 . servo do DVD e DSP de CD.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 . As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 .DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 .+ 5 V (alimentação do C.I.DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 .I.F do CD) Pino 48 .F.) Pino 26 – GND (massa.DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.Reset (pulso de inicializaçao do C.OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) .Massa (“terra”) Pino 78 .

Por outro lado. é um distribuidor de áudio.) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C. isso tudo . do integrado) Pino 23 . e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 .I.I.TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD.I. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A. “terra”.+ 5 V (alimentação do C. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 . e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. do C.DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.I. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo. “terra”.+ 5 V (alimentação do C.I.) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa.I. “terra” do C.

fazem parte da mesma.Depois de uma boa verificação. e se a óptica se eleva completamente. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo. o defeito pode estar na correia do loading. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo. infelizmente. é provável que o foco não esteja sendo encontra. mas use a correia muito apertada. Caso não esteja. troque a correia do loading. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. Se a o . deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho. e nem mesmo ferro de solda. etc. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. prisma a lente. Verifique se o diodo laser está acendendo. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD. Mas. Assim. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica.. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. Se o disco não gira. ou no drive do sleed. na fonte.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. Alguns. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. como detetores de foco. verifique as chaves “Limit Switch”. discos originais e domésticos.. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. Há possibilidade. também. de DVD. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. diodo laser. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. inicialmente. fazendo a unidade óptica trepidar. na chave de gaveta fechada. Caso contrário. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada. instrumento e componentes. Verifique se a procura de foco está acontecendo.. até mesmo antes de abrir o aparelho. a unidade óptica com o problema é o mais provável. pois só assim os fabricantes. Caso contrário. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar. verificar como está no momento o menu de Set-Up. esquemas. Se o motor sleed fica girando direto. Esse tipo de verificação não requer instrumentos.. o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. do diodo laser estar avariado. etc. Neste caso. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto. e outros que. Deve-se.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. Essa situação é normal. ou um simples palpite. Se o motor de loading não gira. também. verifique o drive e a sua tensão de alimentação. Dessa forma. Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD.

o custo de estocagem. Para os que pensem assim. também.aparelho já tem mais de três anos. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. em conseqüência. principalmente dos técnicos mais veteranos. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. ou de “estação de retrabalhado”. Nestes casos. alguns particularidades desses componentes. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. o numero de zeros. O maior problema não é esta no tipo de componente. nem instrumentos avançados e. é bom conhecer. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. a unidade é sempre suspeita. que são usados como “jumpers”. . A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. principalmente na placa do MPEG. simplificando bastante o conserto do aparelho. Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. e o ultimo representa o multiplicador. visando facilitar a manutenção. ou de sobradores térmicos. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD. Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. muitas das vezes. Quando o resistor é de valor muito baixo. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. Na verdade. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. e o circuito fica com dimensões bem menores. na serigrafia da placa. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. adotam preços quase absurdos para elas. Assim. há alguns anos. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. Entretanto. Mas. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. de avançar para as verificações eletrônicas. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. Entretanto. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. embalagem e transporte.

deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho. Nestes casos. na maioria dos circuitos. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. as trilhas serão corroídas e se partirão. Caso não se faça logo a troca . Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital.podemos encontrar alguns. para que o mesmo possa ser incluído na placa. devido ao seu curto tempo de vida. não eletrolíticos. em alguns poucos casos. Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor. levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação. BC 827R. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais. 2º . Para facilitar. úmidas ou esbranquiçadas. abaixo desse capacitor. se parecem muito com os resistores. No circuito. Entretanto. planejando-se uma posição adequada. remover a solda de um dos seus terminais. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor. etc. use as seguintes regras: 1º .O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. BC 827. uma regra básica pode ajudar: 1º . e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores. etc. 4º . são mais altos. e precisa ser trocado. pelo menos. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. Mas. sem especificação alguma. Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD.estiverem com coloração diferente.A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo. com um ohmímetro analógico. 2º . 3º . principalmente de fuga. Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo. geralmente. Entretanto. BCF 29.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. para um teste mais confiável. a medição será mais confiável desligando-os do circuito. sem retirá-los da placa. BCF 29R.Na maioria dos capacitores. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. Se as trilhas do circuito impresso. geralmente os menores. para se saber o valor dos resistores. . Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. Quando as regras descritas acima não ajudarem.Transistores sem letras ao final: Exemplos. muitas vezes.

de preferência deitados. e se os flat cables estão em boas condições. Vbe com 0. ou coletor “aberto”. Caso positivo. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com . e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos). emissor baixo. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD.I. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p. exceto em alguns poucos casos. 3º .6 V. Troca-se o C. a seguir.Coletor normal. e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos. há curto na linha. Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. Por esse motivo.I. Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). dificilmente. não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha. chegamos logo à causa do problema. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos. e testa os componentes periféricos. As tensões que saem da fonte são. emissor baixo. algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa.Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. emissor baixo. após retirá-los. após a sua troca. Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e.Coletor normal. Vbe com 0. base baixa.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor. a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha.6 volt a mais que o emissor. encontramos substitutos para eles. inchados ou com uma coloração estranha. troque o transistor. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n. deixando a troca do integrado sempre por ultimo.Vbe com 0. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas. Vbe maior que 0. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa. principalmente alguns reguladores. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. geralmente. Daí.7 V: base “alerta”. o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms. há defeito no circuito. alguns exemplos: 1º . base baixa. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra.Coletor baixo. base normal. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico. 4º . 2º . Veja.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor.Coletor baixo. para verificar se não estão úmidos. emissor baixo. a base deve estar sempre com 0. O transistor comum deve ser arrumado. reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores.7 V: curto na linha de saída. Mesmo após uma boa investigação.. verifica os sinais de entradas e saídas. base baixa.

• Caso o áudio do CD também esteja ausente. para cerear logo o defeito. Veja a seguir. o aparelho não deixará de ser consertado. você deverá verificar. estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída. e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em . a base deve ser 0.6 volt menor que a tensão do emissor. Vbe com mais de 0. se o C. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída. 4º . base alta. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial. Para este caso. coletor alto. pelo menos. base baixa. Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo. se não obtiver sucesso. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco.transistores p-n-p. inicialmente. geralmente. Assim. Mas. Vbe menor que 0. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código. inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo. deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock. Se não contar com essas facilidades. Para essas ultimas verificações você precisará.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. coletor baixo. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital. mas você precisará de muito mais tempo. de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. 3º . • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD. Vbe com 0. coletor baixo. Esses integrados possuem.Emissor baixo. Nessas verificações você precisará apenas do multímetro.Emissor normal. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas.I. dinheiro em caixa e paciência. por exemplo. e pode obter um resultado muito bom. o defeito. do diagrama esquemático do aparelho. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base. Os integrados reguladores são mais simples. é do integrado. base baixa. o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo. geralmente. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída.Emissor normal. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados.6 V : transistor em curto.Emissor normal. sendo o terminal de entrada o primeiro. alguns exemplos de anormalidades: 1º . coletor baixo. 2º. três terminais. base baixa. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador. o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída.7 V: junção de base “aberta”. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. Vbe menor que 0. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico.

a leitura é aleatória. Suas vias são ligadas. limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. mesmo com a lente suja. As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido. Geralmente. na maioria das vezes. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. O que acontece é que. inverte a rotação. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica.. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. o defeito inicia-se com esse sintoma. a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. mais finas ou muito menores. vai para Stop.primeiro lugar. . muitas vezes. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos.. no caso do CD. nem sempre o defeito será na unidade óptica. se o diodo laser estiver novo. a leitura do CD é seqüencial. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito. É claro que. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. não funcionam bem. no DVD. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal. mesmo limpando-se o disco. muito apertadas. o pior é não dizer. empeno das lâminas. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original. Correias mais grossas. Porem. Mas. mesmo nesses casos. a luz vencerá a sujeira da lente. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. dificultando a leitura do disco. e da mesma espessura. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. alem de tudo o que já foi dito. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois. apresenta uma mensagem de erro. mas. e o aparelho funcionará bem. É triste ter que dizer isso ao cliente. ao substitui-a. • Inicia girando o disco com indecisão. mas no caso do DVD. é facilmente corrigido. ao microprocessador de controle. querendo o dinheiro do conserto de volta. • Não gira o disco. mesmo ainda novos. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. é sinal de que. em algumas vezes. geralmente. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido. a unidade óptica já esta comprometida.Bem. onde está o microprocessador. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. principalmente porque. enquanto que. Mas. não lê o TOC. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. o motivo principal. Entretanto. e apresenta “No Disc”. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. alegando que determinados discos não funcionam e. pois.

Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. que . • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. troque a unidade óptica. antes de substituí-la. Caso negativa. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. para o sintoma em questão. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. veja se o diodo laser está acendendo. logo após a ponte retificadora. um defeito oriundo da unidade óptica. caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. ou não oscilação no primário. ao se misturar com poeira. esses códigos serão também exibidos no display. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. Portanto. verifique se há tensão no capacitor de filtro. A Gaveta Fecha. Alguns aparelhos informam. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. é porque há algum curto na parte secundaria. Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. • Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. Se o mesmo estiver rompido. antes de substituir o fusível. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. O Display não Acende. O Disco Gira. que se transforma em pasta abrasiva. Neste caso. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. portanto. Caso não resolva. Mas o Disco não Gira Nesses casos. Entretanto. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado. geralmente.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. através de códigos no display. Lente Procura o Foco. • Posicionamento do mecanismo. mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. Entretanto. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. verifique o fusível. facilitando. diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. deve-se iniciar a limpeza da lente. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking.

é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. O Display não Acende. ou baixa. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. Portanto. Display Exibe os Capítulos. Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma. incluindo o capacitor de filtro. do drive esteja alimentado e o sintoma persista.I. geralmente. Disco Gira. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. geralmente é falta da fonte de -30V. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. ou da tensão de filamento do display. Teste também opções de saídas diferentes.impeçam a fonte de oscilar. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. circuito de reset e memórias. verifique todo caminho dos sinais. para tirar conclusões. circuito de clock. onde o sinal de áudio é separado do vídeo. devido a capacitores de filtro em curto. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. Entretanto. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts. limpe bem a placa frontal. desde o DSP até o processador. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. Mas. Esses fusitores queimam. verifique os circuitos de saída de vídeo. se o controle remoto está em bom estado. verifique a chave de toque. Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. geralmente. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco.I. Entretanto. . correspondente a essa tecla. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal. Caso o C. verifique as tensões. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. troque o C. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá. incluindo a correia do loading. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada.

AIWA Modelo DVD 2240: . enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware.Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. a tecla preta.Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas. 7º .No controle remoto. agora. 2º . ou traz de fora do país. Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta.. 02 para região 2. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre. AKAI – Modelo DVD P1000: 1º .Desligue o aparelho. 2º . “Code Free” ou “Todas as Áreas”. 6º . conhecida também por “Região Zero”. “Área Livre”. Apenas alguns casos é que. “Multi-Regiao” . Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”.Solte. Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. Modelo DVD P2000: 1º . 4º . Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões. Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software.Ao aparecer o “logo” da AKAI. um disco de DVD que não seja destinado à Área 4. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software . etc. 3º .Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer.Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward..Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. 3º . Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas. solte as teclas. “Verifique a Região” ou. O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou.Ao aparecer no display um texto de endereço e dado. A modificação por hardware implicará na compra de kit específico.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. Uma lista numérica aparecerá na tela. alterando-se apenas o software. Isso acontece quando o usuário consegue. Normalmente. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos. pressionando a tecla On/ Off.Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números. à direita. como essa informações foram obtidas de fonte informais. 4º . e o introduz no aparelho. não posso garantir a precisão das mesmas. libere as teclas “Fast Forward e Stop”. 01 para região 1. “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”. e assim pro diante) 5º .

o numero da região desejada. escolha a região desejada.1º .Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta. para selecionar “Code Free”. 2º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. pressionar “Enter” para Região Zero.Pressione “Step”.Digite o código 314159. selecione a região desejada. 3º . pressione a tecla “Pause”..Digite “1111” e . Outro processo para esses modelos 1º . 2º .Feche a gaveta do aparelho. “1” para região 1.Mantenha o aparelho sem disco. 4º . 5º . digite o código “2168”. pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”.Pressione “0” para “Área Livre”. e a tecla “Hight” uma vez. selecione a região desejada. através do controle remoto. etc. 3º . 2º . 3º .Acessar “Região” com a senha 1369. CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º ..o controle remoto. 3º .Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”.Sem disco na gaveta. 5º . 3º . “a-b”.Selecionar “Versão”.Mantenha a gaveta se disco.Pressione “Play”. 2º . COUGAR Vários Modelos 1º .Ao aparecer o menu “Loopholes”. Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º . Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”.Navegando no menu. Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º .Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho.Pressione a tecla “9” do controle remoto.Navegando no menu.Digite o código “38888”.Pressione a tecla “Step” e.Abre a gaveta e pressione “Setup”.Abra a gaveta do aparelho e. Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. 3º . 2º . 3º .Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”. 2º .Entrar no menu “Set-Up”. “Seta para cima”. 2º . 2º . “Seta para baixo” e “Seta para direita”. 4º .No controle remoto. através do controle remoto. em seguida. A gaveta se fechará e o filme será iniciado. APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. “Rverse” e “Forward”. . pressione a tecla “Left” três vezes. “Seta para esquerda”. 4º . em seguida a tecla “Setup”.

4º.Pressione a tecla “Enter”. está pronto. “Clear” e “36”.Após isso. digitar “8926” e o código da região. GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º . o “CodeFree” estará instalado.Digite o numero da região desejada. Após a mensagem (Auto). Após surgir a mensagem (AUTO). pressione a tecla “Setup”. 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”. “Clear”. 4º . digite o código da região desejada. 4º .Pressione a tecla “Pause” e desligue. etc.Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. o “CodeFree”.digite 9).Ao surgir a mensagem (CODE). LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º . solte as teclas. Modelo DV 2100: 1º . Outro processo para esse mesmo modelo: 1º .Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo. . de 0 a 6.Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”. “Shuffle” e “Next” para finalizar.Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”.Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”. o “CodeFree” estará instalado.Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”.Digite “2010”. 3º .Com a gaveta do aparelho aberta.DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º ..Pressione as teclas “Step”. Caso não funcione. 2º . 2º . Modelos D-12.. A região atual será revelada. digite “3010”. 3º . 3º . 2º.Pressione a tecla “Exit”. D-22 e DV 6500: 1º . 2º . Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º . Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º . Ligue o aparelho pelo controle remoto. 2º . mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4).Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer.Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º .Ao aparecer no display um texto de endereço e dados.Com a gaveta aberta.Digite “10”.

a tecla “Play”.Pressione a tecla “Play” e.Pressione a tecla “Condition”. informando que a Regiao Zero foi selecionada. O aparelho estará pronto para a Região Zero. 2º . DV 434 e DV 626: 1º . com o “Setup” em “Basic”. 3º .Com o aparelho ligado. 2º . a modificação estará pronta.OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . a tecla “Setup”.Com o aparelho ligado.Após o fechamento da gaveta. em seguida.Mantenha a gaveta fechada. sem disco.Pressione a tecla “Enter”. Para selecionar a Região Zero: 1º .Digite a senha 00800000000.Digite a senha 00700000000. sem disco. Para selecionar a Região 4: 1º .Com a gaveta aberta. a ultima opção à direita (“General”). 3º . 2º . a senha “1111”. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. 2º .Escolha no menu.Pressione a tecla “Display”. o código 159. sem disco. 2º . Modelos DV 302. Modelo DV 525 . com o “Setup” em “Basic”.Pressione a tecla “Display”. Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware. a ultima opção à direita (“General”). A tela exibirá o numero da região atual. Na tela será exibida uma mensagem. 3º . A tela exibirá o numero da região atual. 4º . em seguida.Pressione a tecla “Display” e. 3º. selecione a nova região e saia do “Setup”. pressione a tecla “Menu” e o numero 1. 3º . selecione a nova região e saia do “Setup”. a tecla “Play”. PIONER Modelo DV 333: 1º . em seguida.Escolha no menu.Pressione a tecla “Condition”. em seguida. O aparelho estará pronto para a Região 4.Pressione a tecla “Play” e. sem disco. Modelo DV 414 e DV L606: 1º . 4º .Pressione a tecla 0 e. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. 6º .Com o aparelho ligado. 2º . 5º . o código 159.Pressione a tecla 0 e. 4º .Pressione a tecla “Display”. 4º. pelo controle remoto. A tela exibirá o numero da região atual. sem disco. digitar.Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região.Mantenha a gaveta fechada. Modelo DVD 711. em seguida.

3º . ou 4 para discos brasileiros. 4º . Obs: Modelos DV L500. pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. pressione a tecla “Stop”.Após aparecer “NO DISC”. pressione a tecla “PREV”. selecione a nova região pressione “setup”. sem disco.Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). 2º .Escolha a opção (“General”). digite o código da região desejada (0 a 9). Modelo HTZ-7: 1º .Com o aparelho ligado. de 1 a 6.Pressionar a tecla “Menu”. pressione a tecla “seta para baixo”.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º . 2º . 3º . SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION . DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware. DV 700 e DV 909: 1º .Pressione a tecla “Power”. 4º . 2º . L 717. L505. L700 devem ser modificados por hardware. DV 515. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. L515. Obs: Modelos HTZ-55.Pressione 1 para discos americanos. DV L535. sem disco. 2º .Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202).Pressione a tecla “Power”.Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los. SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º . DV L90.Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU.Pressione a tecla “Display”. Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware. 4º . Modelos DV500.Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto. 2º .Com a tecla “Power” desligada. “COND” e “10 KEY”. DV C302.Pressione as teclas: “DVD/CD”. DV 343.Com a tecla “Power” desligada.A tela exibirá o numero da região atual.Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”.Ao surgir a mensagem “Code”.Pressione a tecla “Condition”. Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º . DV 05. 3º . “Menu” e “10 Key”. 2º . 2º .Digite “1” e pressione as teclas “DISP”. “SUB”.Ligue o aparelho. L919. (Para usar discos da Área 1) 1º .1º . 4º . 3º .

à medida em que os processadores ficam mais potentes. o Macrovision não atua. Baterias de Niquel Hidreto Metálico. em alguns aparelhos. do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. Nickel Cadmiun em inglês). Segunda geração de baterias. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware.Quando surgir o menu. no caso dos desktops. Como o AGC do receptor TV é diferente. No DVD ROM. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . . principalmente a cópia de filmes. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. Eram mais baratas. O macrovision afeta. O desempenho da máquina será de pouca utilidade. a situação é radicalmente diferente. Para tal. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. Nickel Metal Hydrid). em alguns poucos aparelhos domésticos. NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete. fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. Como o sistema foi desenvolvido por software. Entretanto. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks. pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. NiCd. incorporado ao conversor D/ A. Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais. eles consomem mais energia. mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. em intervalos de alguns segundos. mas.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º . desabilite o Macrovision. Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna. o mesmo não é afetado.

provocando um apito da fonte do notebook. Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. A intenção é reduzir custos. AH.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1. agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio". O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU. . Li-Ion ou NiMh. São mais leves. Isso significa que. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio. se o consumo do notebook for de 4000 mA. a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos. abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora. DICA: Uma bateria esgotada. dentro de uma mesma família de processadores. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias. enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. um Dual Core 1. Lithium Ion). se o consumo for de 2000 mA. a bateria consegue manter 2 horas. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. pois o Linux não exige pagamento de licenças. Em 2001. um centrino de 1. A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP. As mais modernas baterias para notebooks. ou próxima disto.00 GHz.33 GHz consome mais do que um centrino de 1. Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora. seja NiCad. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows.proporcionavam maior carga. Em geral. XP Professional e XP Media Center. apresenta resistência interna zero. e faz comparações com as baterias de NiCad.66 GHz. utilizada para se medir baterias de automóveis).

essas redes podem ser locais (LANs. CPU. memória RAM. Em termos de sistema. placa de rede. a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. Com o crescimento da internet. monitor. como a Dell. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. mas isso pode tomar tempo considerável. Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. em caso de necessidade. sejam desktop ou mini torres.11b.. O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. fax/modem. placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. As máquinas mais antigas. teclado. quando ela é adquirida). esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para. etc) e o Sistema operacional. e passou por sucessivas e rápidas evoluções.. restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. placas ou interface de som. discos flexíveis ou "floppy". dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802. podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi. Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos. fornecem os CDs como um opcional. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. Atualmente. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. atualmente (2007).Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. que não têm o chip. geralmente em locais de trabalho) ou a internet. tendo em vista as . ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes. Este sistema integrado.

pesam acima de 3 quilos. Compac. Notebook São computadores portáteis com peso entre 2. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. só as grandes empresas como IBM. ou de "arquitetura fechada". o conceito de "sistema proprietário". mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. Digital etc. notebook ou laptops. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis.. construído por fabricante diferente. Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro. A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops". alta resolução de vídeo. Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. Hoje. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. seus problemas e sistemas operacionais. e o objetivo para o qual foi previsto. O seu projeto é diferente. Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. Os periféricos como "fax/modem" e multimídia. é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of .5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops".peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante. está se restringindo aos notebooks. só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos. em alguns casos. Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente. O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. passou a ser conhecido como "sistema proprietário". também. Anteriormente. Então.

O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD.5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. e planilhas.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”. Diagrama em bloco Na figura abaixo . Os notebooks.5mm. Os HD para notebooks são menores. Seu peso é menor que 2 quilos. "Palmtop". o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados. são os HD. os HDs de 19mm estão sendo abandonados. e em alguns casos.Integration” . menos de um quilo. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. devido às suas peculiaridades. pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. edição de textos e alguns programas específicos. agendas. A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook. (2. . pesam. Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks. pequenos editores de texto.

por exemplo: +12. -12 e +5 ou -5V. portanto.0V. conhecido como inverter board (inversor). por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. +5. -12. alimenta uma bateria principal para carregá-la.2. e os floppies de 1. o hard disk. Este circuito. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico. Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada.9 e/ou +3. (iluminação e controle de brilho do LCD). de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro). eventualmente. -5.apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. Este conversor pode gerar várias tensões: +12. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio.44MB e drive de . e. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. não necessariamente nesta ordem. +2. entre 750 e 1200 V. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas.

estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos. . algumas vezes. Neste caso. Em todos eles . podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". Na tabela a seguir. figura abaixo. Phoenix. mas as rotinas de BIOS não foram completadas. AST. para substituição ou o reparo chegou ao fim . O sinal # significa número. Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante. Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA.0 a +3. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST.CD-ROM.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. As empresas: American Megatrends. ao ligar um computador. ou qualquer coisa parecida com isso. +5 e/ou +12V. entre outros. consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes. Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres). quem está por traz é sempre AMI. Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. Award Bios. a CPU. IBM. utilizam chips com o seu logotipo. e cumprindo as instruções do BIOS.se for detectado um erro. estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. de +2. Os fabricantes de notebooks. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. e o xxx o código correspondente ao erro. seguida da palavra erro # xxx. Samsung e Zenith. ou se tem um chip igual.0V. o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais. É recomendada a consulta à Internet. Award. para qualquer máquina. porém no final.

e. mas o computador não parte. ao disco rígido e/ou flexível. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management).IBM. Seqüência de abertura b. estejam corrompidas ou erradas.montagem de componentes em superfície. fundo e laterais: comum. Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. tipo de parafusos usados na fixação da tampa. porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo. observe e anote sempre. Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados. podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória. quase sempre serão considerados altos pelos clientes. caso o manual de serviços não esteja disponível : a. não há como executar o reparo. Como já foi mencionado anteriormente. se ao ligarmos o equipamento. nem um led indicador acende. nestes casos. torna-se cansativa. o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. retirada da bateria principal (battery pack). Recomenda-se que cada passo . Phoenix etc. os custos de manutenção na área de SMD.. Phillips. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema. Se o computador executou todas as rotinas do POST. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente. Se a execução das rotinas do BIOS for completada. Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho.. Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes. A falta de vídeo. spline e torx. (não deu o boot). Finalmente. Normalmente. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. neste caso. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. ainda temos problemas na configuração do BIOS. ou às portas ativas. Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). no LCD e/ou no monitor externo. e. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. nada acontece. razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. Allen. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). laptop ou palmtop.

Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador.2. mas que pode resultar em avaria grave. Como já foi exposto anteriormente. capacitores eletrolíticos abertos. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . Não tenha dúvida que esta inspeção . uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. resistores queimados. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. medindo-se tensões e formas de onda. Defeito no mouse ou TrackBall 8. típico.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . a olho nu. A causa mais simples. devemos partir para a pesquisa efetiva. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. que a troca de um fusível. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso. estufados ou vazando. Componentes do conversor DC/DC avariados 4. Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware. vai revelar fusíveis e indutores abertos. transistores e circuitos integrados queimados . Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. Defeito na CPU 10. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. Teclado inoperante 7. entretanto. são: 1. Defeitos na tela de cristal líquido 6. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. enfim. Note. Sugere-se ainda. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido.seja levado a efeito com paciência e calma. é a inspeção visual. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. logo após a abertura do equipamento. Disco rígido inoperante 2. Algumas vezes. É quase certo que. pode não resolver o seu problema. em 10% dos casos. Disco Flexível inoperante 5.

consideramos como defeitos físicos. em sites da Seagate. braços de posicionamento. estão fixadas à estrutura principal (j).. soldados à placa lógica. É o caso da substituição de componentes SMD. que são pratos confeccionados com metal (a). cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns. O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. nos pratos. é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo. são componentes cuja confiabilidade é baixa.. ou da substituição de qualquer componente . pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes. vejamos o seguinte: se os HD convencionais. Quantum. alterando a sua geometria.defeito mecânico. Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa. recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia.. motor etc.defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros. ou elétrico. c) . Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b). As placas magnéticas (e). o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) . Assim. Nos dois primeiros casos (a e b)..defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) . Western Digital etc.Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos. As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d). Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. cabeças.

ou ainda. teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . Existem. todas as alterações. Em princípio. Entretanto. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. executam uma espécie de "pulo por cima". dos programas que serão utilizados. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. Quase todos vêm protegidos contra cópia. deve estar desabilitado. é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais. Por exemplo. no circuito de interface do HD. ao se recuperar os dados destes drives. se for necessário apagar a partição do HD. é o Easy Recovery. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. e tente utilizálo. É evidente que. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. e ou apenas como demonstração. O Scandisk. Os programas de recuperação. (e muitas vezes. que implique na abertura do HD. também do DOS. mesmo que eles continuem a operar. no entanto. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. isto é necessário). o seu desempenho e. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. não permitem que haja gravação no HD. Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD. alertar que. entretanto. possivelmente existirão. neste momento. Cumpre. principalmente. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. programas específicos para uso profissional. chips com informações (ROM) que. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. No caso. No último caso (c). Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD. e Windows.interno. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. esta informação é correta. bypass. a recuperação depende da extensão do dano. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet. para isto. o chip (ROM).

. o circuito sensor do notebook interrompe a carga. mesmo assim. Vamos .Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1.Entretanto. são os mais sujeitos a avarias. automaticamente. Se. por falha no circuito sensor. ocorrem muito raramente e. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. variações que chegam. Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria.Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. que são os disjuntores térmicos.Quanto às flutuações. Quando esta estiver completamente carregada. a queima do fusível de proteção é resultante de: .Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook. em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC. sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem. cortando a passagem da corrente de carga da bateria. nada podemos fazer para evitá-las. . na bateria principal. sob determinadas condições. ou devido a uma condição espúria qualquer. a 25% da tensão nominal da rede. Normalmente. Ao ligarmos o notebook à rede externa. -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. a tendência é que a temperatura das células aumente. a sua bateria passa a ser carregada. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook. . o adaptador.000 Volts ou mais. é projetado para suportar estas variações. Estes picos são anormais. no máximo.

que no momento de conectar a fonte ao micro. por qualquer razão. Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. . que. Quando a vida útil de uma bateria se esgota. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega. outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. ou o fusível de linha queima. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. alguma vezes até menos). Antes que isso ocorra. Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário. provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. tendem ao superaquecimento. As células internas. reduzindo sua vida útil. o próprio adaptador AC/DC (Fonte).supor agora. o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente. no caso. e. NiMh ou Li-Ion. A tendência é sobrecarregar a bateria. junto ao conector. sejam elas de NiCad. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio. Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. neste momento.

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