ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
F
2 0

U

S

Í V

E

1 2 3 4

L

6

1 0 K X 1 K X 1 0 X 1

X

1

5 6

S
A V a S S l d T P i s i o

í m

b

o l o s

DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

parecido com os diodos.1 Mfd a 100. . Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. • Tântalo : 0. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo. 2.000 Mfd.200. Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos. + _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação.000 Mfd. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor.dielétrico. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0. Ex: A225 = 2. _. ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos. Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF). circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador). Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi.5 Mfd a 10.2 μF x 10 V (letra "A").000 pF = 2.

Resistência maior. O multímetro registra uma resistência maior. Isto indica que o capacitor está bom.3. Coloque a ponta de prova preta no negativo. 4. 5. 7. . Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. 6. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. Agora inverta as pontas de prova.

CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso.000mF.cursodeeletronica. Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho. apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu . Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala.com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos.05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho. inverta os cabos. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso. • Posicione a chave seletora na escala X10. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. Isto ocorre quando o capacitor está bom. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto.000 mF 0. Veja a aula prática no curso online www. ou seja.

onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.000 x 1.000 x 100.000 ---------x 0.000. Potenciômetro). Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato.material.01 x 0. Os resistores são identificados através de um código de cores.000 x 10.1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% . A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica". Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1.

3 . . 2 .RMed = 217k 3 .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4.RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 .Fator multiplicativo . então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro.E% = [(RNom.Tolerância .Erro Percentual RNom .Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor.Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância .Amarelo = 4 2° Faixa . 1 . .Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom).RNom = 220k 2 .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa .Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed).Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor.Vermelho = 2 2° Faixa .Tolerância .7kΩ 1° Faixa . utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom.Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo .Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa .De posse dos dois valores anotados.Vermelho = 2 3° Faixa .RMed) / RNom]x100 onde: E% . Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.Fator multiplicativo .Resistência Medida 4 .Violeta = 7 3° Faixa .Resistência Nominal RMed .

portanto. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. Lembre-se que a soma das tensões sobre . Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V. Associação em série Na associação em série.= 1. 1. Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor. Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso.4% de Erro é aceitável para este resistor. É um resistor limitador de corrente. de duas formas: em série e em paralelo.4% de Erro 4 . é se associando resistências.A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%. o resultado não será a soma total. o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo. Nossa fonte de tensão fornece 9V.

ajustáveis. . não indutivos. Potências de 10 a 1000W. com relação a R1. com suportes vivos etc. Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). com suportes isolados.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. Podem ser fornecidos no tipo fixo. Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0.componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente. Agora.

podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo. Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas. assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si. Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V. . .Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. O elemento resistivo utilizado é aço inox. IP 23 ou IP 54. instalação ao tempo ou abrigada. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção. enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados.

NTC . Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. em série com a bobina desmagnetizadora. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes.Metal Óxido Varistor ou M. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica).V. Quando a temperatura se eleva. a resistência do PTC aumenta. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. ou como "trava" em circuitos eletromotores. PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo.O. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor).

• No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4. Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior. Este exercício ajudará a decorar a tabela. Quando a temperatura sobre. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais.Também é um resistor dependente da temperatura. 1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. e instrumentos de medidas. sua resistência cai. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. mas com coeficiente negativo. Este exercício ajudará a decorar a tabela. • .

2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . 300000 ohms ou 300K. • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela. . então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms. 65000 ohms ou 65K. 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4.2º anel – vermelho = 2.Verde 5 – Laranja 3. considerando apenas os dois primeiros algarismos). 4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros. 3º anel – vermelho = 2.

1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros. coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). • 1 resistor com valor entre 200R a 1K. 451 = 450R.1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0. Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200. • 1 resistor com valor entre 1K a 100K.7 ohms ou 4. Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores. .1 4.6º Exemplo: 4 7 0. Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada. Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor. TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. EX. o terceiro número você vai substituir por zeros.

• Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • Repita o mesmo roteiro acima. RESISTOR SMD • . Ex. 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. • Faça o ajuste de Zero. Escala de X1 (1X20 = 20R). • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. Confira o valor do resistor pelo código de cores. sendo 20 R – vermelho. Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. Verificando o valor do resistor pelo código de cores. • Faça o ajuste de Zero. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom. Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. • Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. preto e preto. • Faça o ajuste de Zero. (não tem polaridade). • Faça o ajuste de Zero. veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro.

rodando com a mão. por exemplo. de volta simples. São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem. mas se comporta como um. Desde que o sensor não toque o filme. Reostato . resistores variáveis são não-confiáveis. ocupando muito menos espaço. porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar. Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. Tradicionalmente. Os resistores variáveis podem ser dos baratos.000 Ω = 1 K.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. que não é exatamente um resistor. Outro método de controle. sendo o 3° algarismo o número de zeros. ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. Ex: 102 significa 1. é impossível haver desgaste.

Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão. Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série. tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis.O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar. Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores. mas. observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo. os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: .

um potenciômetro para o controle de volume de cada canal.Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta. Teste do potenciômetro e trimpot. Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. o dial indica o número de voltas e Knob convencional. .

como o próprio nome diz. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. por Julius Edgar Lilienfeld. Sua idéia era controlar a . Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. História Primeira referência: patente feita em 1930. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central.• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. que. Transistor de Efeito de Campo. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção.

por um campo elétrico transversal. mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. por suas características. mas é o elemento dominante. em sistemas lógicos modernos. O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado. . O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção.condutividade de um material.

mesmo na ausência desse resistor de proteção. desenvolvido pela Bell Labs em 1999. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. O circuito. não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). . Do mesmo modo.5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada. entretanto. com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1. o que danificará interiormente o componente. trabalhará perfeitamente.

o ponteiro também irá deslocar. gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada. Além disso. Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais. FET SMD FET tradicional. OBS. Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate. outros processos e difusão.TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. A área das junções foi aumentada. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). Coloque a ponta de prova preta no Dreno.

Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W. Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. Tais transistores podiam dissipar 10 W. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. Um emissor com uma longa periferia é necessário.assegurar uma baixa resistência térmica. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n. e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor. Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea. Em altas densidades de corrente. Esta é a causa da segunda ruptura. No final da década de 1950. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. pode ocorrer contração de corrente. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. os processos de difusão simples e de difusão tripla. e usaram as técnicas de difusão. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro. O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. É. O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência.

44. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento. Esta construção é o transistor de potência Darlington. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor. Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado.radiofreqüências. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente. uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. Figura 8. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial. uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho. Nos últimos anos. A estrutura resultante é gravada em mesa. no entanto. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . se requerida. Com efeito. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor.

aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo. .fabricação. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat). Na estrutura de base em tira. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor.45. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito. As capacitâncias internas do transistor. Figura 8. formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF. que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor. A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas.45) e a largura da base Wb. devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita.1 Pm. a base e o coletor. é mostrada na Figura 8. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores. A estrutura de base em tira. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro.

Temos. ele realimenta o circuito. Ao mesmo tempo. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. então. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. que se trata de um controle de meia onda. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. ou seja. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Ora. etc. Dizemos. C106. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. no entanto. Se. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. ele só conduzira metade do semiciclo. o SCR comporta-se como um diodo. pois o componente não conduz corrente alguma. Veja que ao conduzir a corrente. como os SCRs da série 105 (TIC 106. NPN e PNP. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. Nas condições indicadas nada acontece. Para um tipo comum. porém. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. então. MCR 106. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo.

disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. Coloque a ponta de prova preta no anodo. sendo este valor expresso em ampères. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. ou seja. Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. Isto indica que o SCR está bom. Faça o ajuste de Zero. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. . Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. pois isso pode queimá-lo. O ponteiro deverá permanecer em repouso. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. o ânodo negativo em relação ao cátodo. Teste do SCR. Assim.2 ampères tipicamente ou até mais. Tensão máxima é quando o SCR está desligado.

resistores. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício. o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns. uma série de componentes . Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. Os dispositivos são fabricados num processo único. FET’s. Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). etc.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. Diodos Zener. ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. planejados de modo a se obter um circuito completo. parcial. Diodos. Como o nome sugere.

Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito. em uma configuração que permita realizar uma função específica. operando com tensões de uma determinada faixa de valores. TL 084. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412.interligados entre si. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado. etc. TL 082. CA3140. etc. destinando-se à amplificação de sinais fracos. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . como os CA3130.. destacando-se os comuns para referência como o: 723. Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente. Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. autofalantes. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. TL080. Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. Existem diversos tipos.

Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto. cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40. mas suas características elétricas são totalmente diferentes.. 7474. 7490 etc. O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). 7406. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74. Porém.s que tem tensões fixas.Reguladores de Tensão na placa mãe. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. que é também conhecida por 7400. para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface. Como são centenas de elementos que formam esta família. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s. ou seja. existem manuais especiais que contêm suas características. Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta. A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS.. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. . o que é bem diferente dos TTL..

PC CMOS é sinônimo da memória de configuração.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. ela é alimentada por uma bateria. em um circuito chamado pontel sul. com cargas negativas). isto é. como preferir) é uma memória do tipo RAM. Para que isto não ocorra. Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. . O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema. A memória de configuração (ou CMOS. isto é. Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia.

O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica. 2. 1. . é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado). Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1. Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. Posicione a chave seletora na escala de X!. porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro.

Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. que possuem símbolo próprio. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. ATENÇÃO. sintonia. Poliéster. Independentemente de seus tipos. acoplamento. trimer e eletrolítico. Exceção feita aos capacitores variáveis. Capacitores de Cerâmica. Plate. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. para. visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. os quais serão conhecidos em breve.3. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. Filtragens. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências. não significa que o CI está defeituoso. simbolicamente conforme é mostrado abaixo. até a faixa de UHF. . Caso isto aconteça é porque o CI está em curto. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência). Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. Styroflex Os capacitores são identificados.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. 4. Proceda com este roteiro com todos os pinos.

cerâmica. e muito difícil de compreender para o técnico novato. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0. é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. mostra capacitores que tem os seus valores. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3. Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula. Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha. mesmo para os técnicos experientes. No exemplo. significa que este capacitor é de 3. plate."B". o . Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor.0033 µF (microfarad = 10-6 F).Simbologia do capacitor poliéster. que se lê 104. styroflex.3nF. No capacitor "A".1µF. O valor do capacitor.3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0.

"n" minúsculo é colocado ao meio dos números. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C. o resultado é 3.000. os códigos de tolerâncias de capacitância. Multiplicando-se 3.000.000. resultando 3300pF.000. Segue na tabela abaixo. Até 10pF ±0.000.000.3nF ou 3n3F.001 ). a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%. teremos 0.003. pegamos 0.000. é o primeiro da fila.5pF ±1. devemos dividir por 10-6 = ( 0.003.3F e dividir por 10-9 = ( 0. O nosso exemplo.1pF ±0. envolvidos com um círculo azul.001 ).003. ou seja.001 ).000. de 3300pF.25pF ±0. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor.000. Note nos capacitores seguintes. Para transformar em picofarad.3 F. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números.000. Para se transformar este valor em microfarad. que será igual a 0.000. devemos pegar 0.3F e dividimos por 10-12. apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor.0033µF.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de .3 por 10-9 = ( 0. Para voltarmos ao valor em nF. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo.

J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora. Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de . um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores. Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas. sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes. Observe o desenho abaixo. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. filtros. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes.

+22%. Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes. dentro desses limites de temperatura. como por exemplo: X7R. É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos.N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . Y5F e Z5U. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. Para um capacitor Z5U. a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima". Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. que não ultrapassa -56%. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância".

laranja e laranja. -56%.2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3. logo adiante. que é de 250 volts. A cor branca. mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo.5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo. representa a tensão nominal.7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%. E o vermelho. -82%. No capacitor "A". laranja.5% C ±2. as 3 primeiras cores são. é referente a ±10% de tolerância.Capacitância A ±1. correspondem a 33000. ±7.0% B ±1.3% E ±4. . equivalendo a 33 nF.

Veja abaixo: Capacitores . Só podemos saber através de um capacímetro.1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados.

OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. Isto indica que o capacitor está bom.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. . isto indica que o mesmo está em curto defeituoso. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER. Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar. Faça o ajuste de Zero. confundindo assim o teste do capacitor. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso. Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K.

Nos aparelhos de som. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. mas com tensão alterada. DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. Aí é gerado um campo magnético. o som fica baixo. ele tem que ser variável. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). que pode ou não ser variável. DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece. geralmente espiras de fio. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso. O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). para mais ou para menos. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. então é produzida no circuito secundário uma corrente. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. Nos aparelhos de som o som fica baixo. . que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. mas.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. para que o transformador funcione. No Cd player o disco não gira.

sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault. Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%.0 (100/50). Dessa forma. . teremos no circuito secundário 220 Volts. um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário. isto é. Se for o que tem mais espiras. pois a fração N2/N1 agora vale 2. Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. Se tivermos. Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta.5 (50/100). Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). Se o circuito primário for o que tem menos espiras. as perdas envolvidas serão elevadas. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. porque a fração N2/N1 vale 0. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo. teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada.

Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal. Também. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e. No transformador toroidal. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. Transformador com blindagem eletrostática. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). com respeito aos convencionais .000 Gaussian. Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16. Transformador com três enrolamentos. Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. como nenhum outro tipo. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. No fato. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. o projeto ideal de como deve ser um transformador.

Indutância Indutância é a característica física de um indutor. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras. por exemplo. eles são volumosos em uma pequena escala. que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. e praticamente restritos. é raro a construção de indutores em CI's. conseqüentemente. fio de cobre.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. É dada por: . normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. o campo magnético. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador. Energia A energia (medida em joules. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". Porém. no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e. Nesses casos.

Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais. que se opõe até mesmo à corrente direta. Porém. A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz.onde I é a corrente que circula pelo indutor. f é a freqüência em Hertz. Fem) é induzida. Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta. e L é a indutância. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. No geral. Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância. exceto quando a corrente é ligada e desligada. a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor. ω é a freqüência angular. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). caso em que faz a mudança de modo mais gradual.

Por sua habilidade de alterar sinais AC. O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo.A corrente através de indutores em série permanece a mesma. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência. mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. incluindo recepções e transmissões de rádio. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador. Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível. Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura. que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total.

O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. Transforma o valor da tensão. Nalguns casos. distribuição e utilização da energia elétrica. No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. ou vice-versa. conforme as aplicações. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada. e. mas tem três bobines no primário e três no secundário. juntamente com o motor de corrente alternada. de 220 Volt para 24 Volt. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores.É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte. Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. por exemplo. uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário). em que é preciso alterar o valor da tensão da . cada bobine do secundário está dividida em duas. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada.

• Para testar o transformador de baixa potência. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. Ex. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. • Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o . por exemplo. como. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador. indicando resistência alta. Utilizam-se também noutros casos. • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). • Faça o ajuste de Zero. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.

são dispositivos formados basicamente por uma junção PN. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte.Este teste indica que este lado do transformador é o secundário. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte. resistência baixa. Secundário do transformador resistência baixa. Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. . Lembre: Primário do transformador resistência alta. podendo ser de germânio ou silício. Seu símbolo é mostrado abaixo.

tensão máxima inversa 100V 1N4003. Na onda completa. tensão máxima inversa 50 V 1N4002. tensão máxima inversa 400V 1N4005. . Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001.No primeiro esquema. quando polarizado no sentido contrario. à medida que seu número aumenta. temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. Para um transformador de 12V. o valor de pico da tensão alternada. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère). tensão máxima inversa 200V 1N4004. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. normalmente de silício. tensão máxima inversa 600V 1N4006. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. tensão máxima inversa 800V 1N4007. Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem. por exemplo. ou seja. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. elevando-se esta capacidade. os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF).

D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos. DICAS: . se o ponteiro deslocar.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10. Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos. o ponteiro não deverá deslocar-se. Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica. OBS: ao inverter as pontas de prova. significando que o mesmo está em perfeita forma de uso.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10. Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. significa que o mesmo está defeituoso.

ou seja. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. som. Provoca a queima do fusível. monitor. * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. 12. CD Player. por exemplo: 3. impressora etc. Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). se o diodo for de tensão abaixo de 12V. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. 6. 9. computador. Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. Isto significa que o diodo nesta escala está bom. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito. * Troque as pontas de prova. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. 1. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV. Diodo SCHOTTKY retificadores. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. . 18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo. * Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. cabo preto no catodo e vermelho no anodo. Impede o funcionamento do som. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel.

use somente o multímetro analógico para estes testes. Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs.D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a . quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos. . I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o . O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1. Nos equipamentos de som.

Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1. . Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada. etc. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor.  Significando que esta seção da chave está boa. como por exemplo: 220V / 30A. conforme mostra a ilustração abaixo.  Pegue uma chave. CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento. 110V / 25 A. desligando ou ligando respectivamente a chave.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso. Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo. Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave. TESTE DAS CHAVES.  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado.

Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. a mesma estará danificada. ou seja. Separe as chaves defeituosas. Escala para medir tensões alternadas. + (positivo) e – (negativo). C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. Atenção. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro. . as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. caso contrário poderá danificar o multímetro. E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. Como você já sabe.

Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova. enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro. Medindo tensão alternada de 110V. 250 – 50 – 10. Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. . Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números.

isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 . Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão.• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100. o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor.

Chave seletora em 250 ACV. o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250. O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV . Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.

o coletor e o emissor. Isso provocará um aumento da corrente de base. a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. porém. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. Como o transistor convencional. a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. Quando há luz incidindo. possui apenas dois terminais acessíveis. onde beta é um valor fornecido pelo fabricante. a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. Assim. Em geral. temos a relação Ic = beta Ib. associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. Como nas outras células fotocondutivas. A aplicação mais usual é a de um interruptor. não haverá uma corrente no emissor. Ele pode. estando ele em corte. onde a não linearidade do transistor não é um problema. sendo mais encontrado em aplicações on-off. Enquanto não há luz incidindo no fototransistor. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado. o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. Como a base está normalmente desconectada. O fototransistor possui diversas aplicações. na ausência de luz. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. variando para cada transistor). o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que. e a tensão de saída será zero. resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. enquanto os elétrons passam do emissor para a base. ao mesmo tempo. Com a incidência de . a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente.

ou junto à uma engrenagem.n tenham como característica de serem rápidos. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. podemos compensar esse erro. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica.luz. provocando uma tensão igual a IeRe. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. A base do fototransistor é sensível a luz. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. não apresentam no entanto ganho. Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a. Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. logo a saída estará em nível lógico "1". Para isso. basta uni-los como na figura. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total. os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura. Sempre quando um fóton é absorvido. para medição angular. quando há presença da mesma o transistor conduz. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. quando não há presença de luz. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. entretanto quando não há presença de luminosidade. Embora os fotodiodos p-n ou p-i. para medição de movimentos lineares. Entretanto. logo a saída estará em nível lógico "0". na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. utilizando dois fototransistores. um par elétron lacuna é gerado. Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. NO entanto. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. o receptor não está conduzindo. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. Tais como os transistores bipolares. este conduz. o transistor fica cortado. Assim. teremos uma corrente no emissor. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. Para elevadas temperaturas. cancelando uma à outra. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) .

nenhuma parte mecânica. Até agora. Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. baixo consumo e isolamento total. para ativar as luzes. uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte. o fototransistor responde entrando em condução. O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. muda todos os dias. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. como se fosse um transistor normal. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. Veja um circuito usando o foto-transistor: . contudo a pouca uniformidade. obtemos assim diferentes níveis na saída. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. Com este novo fotodiodo. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. células de CdS e fototransistores. a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. Quando o LED está aceso. Pelas razões apontadas. com amplificador já incorporado. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. mantendo sempre um preço competitivo. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. porém de grande importância para a eletrônica. somente um sinal luminoso. APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples.

O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies.TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto. sendo a maior parte da faixa infravermelho. pela polarização de sua base. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. Ter este fator controlado externamente. FOTO . . Desta forma. Se a corrente liberada for de base de um transistor.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções. os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem.transistores é o mesmo dos foto. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente. Nas aplicações normais.Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor. os foto-transistores são usados com a base livre (NC). A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. libera portadores de carga. criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente.

Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. caso contrário inverta as pontas de prova. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente.Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. lâmpada ou lanterna). Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação. Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia. Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor. . painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc.

O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos.Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar. Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente . Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um. O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto.

como. o ponto interessante deste projeto de alarme. O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. O transmissor consiste num astável. . O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2. o receptor. que utiliza um feixe de luz modulado. o último transistor excita um relé que controla a carga externa. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. é a utilização apenas de transistores. uma lente.de aparelhos e equipamentos. por exemplo. ou menos. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. mas. Devido às suas pequenas dimensões. pode ser usado. de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente.

A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé. o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados. Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. desligar e inverter a polaridade do motor. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. Por mais qualidade que houver nos dispositivos. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo. devido a alta corrente exigida pelas .Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima.

O LED deve acender indicando que o mesmo está bom. lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos. LED SMD Hoje. inclusive os da categoria SMD . Teste do Relê. Localize os terminais da bobina.surface mount device . Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos .bobinas. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. DVD . Por último. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa. com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete . . geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos. Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. etc. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. maquinas fotográficas . câmeras de vídeo . • • Posicione a chave seletora na escala X10. Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação.

ou seja. OBS.• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. defeituoso). . significa que o mesmo está aberto (queimado. Positivo e Negativo. Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs. O LED tem sua polaridade. esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa.

Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor.Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. Este componente é uma bobina. . começando com a letra B.

Os transistores começam com a letra Q. O . Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV. Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I. Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV.

Posicione a chave seletora em 250DCV.ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100. Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas. O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6. O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. . a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV.

A chave seletora deverá ficar em 10. Veja na aula prática do www.O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6.com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES . A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10.cursodeeletronica.

eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). • • • • Posicione a chave seletora na escala X10. também chamado de acoplador ótico. Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. Desta forma. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente. aparelhos de som. Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador.Fotoacoplador. sem contato elétrico entre eles. conforme você vê na figura abaixo. vídeocassetes. optoacoplador ou optoisolador. . Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo). Estes componentes são usados como sensores em alarmes. outros ainda mais complexos. ou seja. Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. contendo muitos componentes no interior do CI. é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz.Aplicando uma tensão nos pinos do LED. Existem vários tipos de fotoacopladores. Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto.

linha de pulso e terra (negativo). Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. . Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema. porém suas ligações são iguais. Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. linha de sinal. ligações de linhas. Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas. linha +B.Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. linha –B. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho.

Veja os componentes e suas simbologias. TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .

. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V. Um exemplo prático é: linha +B de 110V. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho. A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor. Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B.Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. linha +B de 12V etc.

Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade. fusíveis e fios. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso. jamper. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar.Linha +B de 300V. é retificada por um diodo. fio. fusível. jamper e bobina. passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. Linha +B de 103V. indicando que o diodo está bom. chaves. Coloque a ponta de prova preta no anodo. Com ele podemos encontrar trilha rompida. Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Este teste é feito nas trilhas. Vermelha no anodo e preta no catodo. por sinal é de maior confiança. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico. Esta tensão sai do transformador de pulsos. Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. . bobinas. Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste.

Com o . Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador. esfregando de maneira a tirar toda impureza. Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. Deve ter boa isolação térmica. significa que o diodo está com defeito (em curto). O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. 2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho.

a mesma pode romper. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. 3) Tipo revolver. Estação de solda Estação de solda analógica. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w. Pois do contrario. Isso é facilmente percebido. 2) Media potência: potência entre 30 60 w. devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos. pois a ponta não irá aquecer. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. danificando o mesmo ou algum componente. basta substituí-la por uma nova. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. Quando isso ocorrer. pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso. Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída.tempo. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro. Porem após certo tempo de uso. Para sanar esse problema.

circuito integrados. .I. Transformador e bobina. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas. etc. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados. para facilitar a transmissão de calor. Resistores. Circuitos integrados. Escala para os testes X1 e X10 X1K. 3) Durante a soldagem.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores. não somente em contato com o ferro de solda. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). 2) Antes de iniciar a soldagem.Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. Diodos. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro.s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda. poliéster eletrolítico. Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos. diodos.       Capacitor de cerâmica. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. plate e styroflex. Transistores.

isto conforme o seu valor. Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões.  Todos. 3. Se por acaso ao testar os capacitores. Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito. marcando um certo valor ôhmico. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco. Veja exemplo abaixo: 5R . Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste. 2. plate e styroflex. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. eletrolítico. Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. poliéster. plate e styroflex.  Capacitor de cerâmica. poliéster. não importa a polaridade dos cabos. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). cerâmica. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta).

Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5. indicando que o mesmo é PNP. O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor. Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova. inverta as pontas de prova. . mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto. este é um teste que indica que o transistor está bom. verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa. o ponteiro desloca um pouco. é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração. Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5. Muito bem. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. isto se o mesmo for NPN. Localize os terminais do transistor no outro lado da placa. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um.    Coloque a ponta de prova preta na base.  Multímetro na escala X10. ou seja.   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Na placa sempre vem indicando o terminal da base. Vamos começar pelo meio mais fácil.

inverta as pontas de prova. Se o ponteiro deslocar até o zero. Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado. Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site. A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. o transistor está aberto. Coloque a ponta de prova preta no terminal da base. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa. Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5.  . acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). significa que o mesmo está em curto (defeituoso). mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto. coloque as pontas de prova do multímetro. TRANSISTOR ABERTO. Catodo. não se preocupe em saber onde se encontra a base.  Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos. O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5. Atenção. porém isto não significa que o mesmo está bom. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo.    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor. Multímetro na escala X10. uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um. Se.    Multímetro na escala de X10.

Resistores.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1. dourado. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico. você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. preto e marrom. Caso o ponteiro . dourado. Vamos fazer estes testes por partes. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. Resistor com o terceiro anel de cor. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata. vermelho e preto.  Inverta as pontas de prova. Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero. significa que o mesmo está em curto. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. ex. isto não indica que o diodo está com defeito. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. preto e marrom. prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo. a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. caso contrário o mesmo está alterado.

laranja ou amarelo. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. que corresponde o número 2 do código de cores. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. verde e marro. 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso). Resistor com o terceiro anel de cor. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha.do multímetro estacionar no número 40. Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. o segundo anel não importa. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. significa que o resistor estará alterado. pode ser qualquer cor. Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. laranja e amarelo. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. vermelho. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5). Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). o resistor estará alterado. ex. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. se o resistor começar com a cor vermelha. Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima.

CI. Falta de cor em um TV ou Monitor. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. Para identificar o CI em curto (Zero ohm). ex. O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro. Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada. aparelho não funciona etc. falha de leitura em CD etc. som baixo em equipamento de som ou TV. Ex. transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. queima de fusível. neste caso o multímetro não detecta. estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. Este é um teste para saber se o CI está em curto. usaremos o multímetro na escala X10. Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados.cores do primeiro anel do resistor ex.. Posicione o multímetro na escala X10. . se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo. porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3.

• . verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. Mantenha o multímetro na escala X10. • • • Faça o ajuste de Zero.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. Transformador. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). transformador de pulsos. O multímetro deverá registrar uma resistência alta. Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. transformador DRIVE. Ex. transformador indutor etc. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. entre 200R a 1K. mas isto não significa que o CI está com defeito. e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI. faça este teste com os outros fios. Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. Agora teste os fios do outro lado do transformador. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. • Para testar o transformador de baixa potência. Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. Este é o primário do transformador. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso.

Localize a bobina do outro lado da placa. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente. Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). Regule o multímetro no Zero. Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. ou polarization direto). Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. Este teste é para saber se está em curto ou aberta. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. É dado forma por três camadas de material drogado. os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1. • • • • Desligue o aparelho da tomada. TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode . O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. • Bobina. isto porque são bobinas diferentes.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. Secundário do transformador resistência baixa.

o que equivale a sentidos opostos para as correntes. Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas. De todos os semicondutores. Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. . certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades. Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas.polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta. BASE (B) e COLETOR (C). conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E). Representando isso através de símbolos. temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base.

a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. etc. indicando amplificação. Osciladores. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. São usados em circuito de Áudio. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. Estes transistores normalmente são de silício. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente.R1. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. No entanto. farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. . No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção. R2. ou a Motorola que usa MPS ou MPSA.

Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. em curto TELEF.Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. Posicione o multímetro na escala X10. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro. . Transistor em curto IMPRESS Transistor .

o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. Posicione o multímetro na escala X10.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central. Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante. Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro.

A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP. No instante que o ponteiro deslocar. veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro. Posicione o multímetro na escala X10K.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. . • • • • • • Pegue um transistor NPN. caso contrário troque as pontas de prova. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. pois este terminal do transistor é o Emissor.

Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. porém que não corresponde à indicação do mesmo. procuraremos nesta disciplina. O transistor é um sanduíche de duas junções pn. O transistor é um dispositivo ativo. A voltagem é especificada pelo valor xx. uma de frente para a outra. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. o transistor apresenta 3 entradas. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. Tal código vem marcado no corpo por uma letra. base e emissor. Estas seções são chamadas de coletor. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. formando uma sequência de junções npn. o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo. Por ex. sendo composto por trans(fer+res)istor. Pelo fato de ser um dispositivo ativo. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. Consequentemente. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. ou seja. Transistores de média potência. no cotidiano da eletrônica. e necessitam de um capacitor externo de 0. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A. Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base.1 mF para evitar . cada processador é composto por uma infinidade de transistores . número ou sequência deles. ele necessita de uma fonte de alimentação. ou seja. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. O nome transistor vem do inglês. em condições ótimas de operação. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. Em geral.

e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta. Encapsulamento de um transistor . como pode ser observado no esquema abaixo. Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos.instabilidades. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. tensões elevadas. . Como devem dissipar potências altas. Transistores de potência.BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle. aquecendo muito.

embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. o campo . Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). mas alguns fabricantes. o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. principalmente a IBM. O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. Os chips modernos usam comportas de polisilício. tais como o arsenieto de gálio. onde as comportas (gates) eram de metal. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor). mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. mas ainda são chamados de MOSFETs. e é quase sinônimo de MOSFET. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício.MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. de longe. é.

dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. controlado pela tensão na comporta.elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. há uma fraca corrente invertida. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que .Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. como o da fonte ou do dreno. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. O MOSFET opera como um resistor. uma parte do canal é desligado. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. assim. A corrente do dreno para a fonte é . O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. . e não há condução entre o dreno e a fonte. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. O transístor é ligado. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs .Vth O transístor fica ligado. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta.

. chipset. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. Assim.Em circuitos digitais. tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS). etc.temos substrato N e duas regiões P). 3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado. MOSFET O MOSFET tipo N. que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe.NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N. O transistor MOSFET é usado no PC. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N. este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato. com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS . conforme figura 3-14. como memória. O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15).

A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS. Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. 3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida. tal como no JFET. ao contrária do JFET.Observe-se que. . 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento. sendo bastante usada. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source. o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução. sendo (a) canal N e (b) canal P. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação.

o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. Posicione a chave seletora na escala X1. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). e daí a output= 1. especialmente na fabricação de microprocessadores. Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra. o que por sua vez corta T1. permanecendo em repouso. ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. tornando o consumo de energia muito baixo. mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. Coloque a ponta de prova vermelha no S. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. ou seja. IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo . TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET. Com input=0 T2 entra em corte.3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. basta curtocircuitar seus terminais. não havendo sinal no output e no gate de T1. Para desarmar o MOSFET. Temos dois transistores de depleção. só quando polarizado pelo G. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). é mostrada na figura 3-19. Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. Agora retorne a ponta de prova preta para o D. praticamente aterrando o output (nível 0). Coloque a ponta de prova preta no D.

................ O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo...... ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: ......... D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais............... A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta........ MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência... pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes...G = Gate... ........................... MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ... SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício......... NPN e PNP...

ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. como os SCRs da série 105 (TIC 106. ele só conduzira metade do semiciclo. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. Se. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. que se trata de um controle de meia onda. Para um tipo comum. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. Assim.2 ampères tipicamente ou até mais. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. pois o componente não conduz corrente alguma. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. Temos. sendo este valor expresso em ampères. ele realimenta o circuito. este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. C106. etc. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. . MCR 106. Ora. porém. Ao mesmo tempo. Nas condições indicadas nada acontece. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. então. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. no entanto. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. então. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. ou seja. Veja que ao conduzir a corrente.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo. Dizemos. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. o SCR comporta-se como um diodo. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo.

pois isso pode queimá-lo. telefone 61 85953815. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. O ponteiro deverá permanecer em repouso. ou seja. • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência.com . o ânodo negativo em relação ao cátodo. Faça o ajuste de Zero. Isto indica que o SCR está bom. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. por e-mail . Teste do SCR. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo.

verificar resistores que fazem a sua polarização.a freqüência da estação sintonizada 4 .EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador . que tem o valor de 455Khz. 2 . Defeitos mais comuns: 1 . Oscilador local .falta de ganho no transistor misturador.a freqüência de FI (455Khz) 2 .a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF). para que as duas .só sintoniza estações baixas .faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF.transistor misturador. criando assim a FI. com a freqüência do oscilador local. Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 .gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar.a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 .rádio não sintoniza nenhuma estação .

verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite. outra branca e a outra preta). 2 .entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI. 2 .verificar transistor amplificador de RF. oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável. normalmente identificada por ter a cor vermelha. bobina osciladora. varie a sintonia do rádio que está sendo consertado. chave de onda. Amplificador de RF . CIs. transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF). Detetor de envoltória – .rádio não sintoniza nada . para conseguir uma recepção melhor e um volume maior.sem áudio . Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador. Defeitos mais comuns: 1 .áudio fanhoso . enrolamentos da bobina de antena. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela.sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo .amplifica e separa a estação desejada. se necessário.verificar o transistor oscilador. 2 . Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. transistor oscilador. Defeitos mais comuns: 1 . dois ou três transistores amplificadores de FI. Defeitos mais comuns: 1 . Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador. trimmers.algum transistor defeituoso. Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando. bobina de antena em núcleo de ferrite.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável.não sintoniza nenhuma estação . filtros cerâmicos. de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas.estações deslocadas no dial do rádio . se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando. ajuste-a.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados.

1N4147. Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor. ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e.sem áudio . Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio. CAG . Defeitos mais comuns: 1 .sem áudio . transformadores.verificar transistores. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. capacitores. . pequenos transformadores.sem áudio . você deve limpa-los ou troca-los. CIs amplificadores de áudio. transistores. pontes retificadoras. Verificar transistores ou CI de saída. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio.ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. etc.diodo detetor. Componentes comuns neste estágio: alto falante. Em sua saída só teremos o sinal de áudio.verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante.Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio. Capacitores e resistores. potenciômetro de volume. OA90 ou algum similar. normalmente. Defeitos mais comuns: 1 . Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos. Componentes mais comuns neste estágio: transistores. Amplifica o sinal de áudio.verificar o alto falante. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. diodos zeners. transistores amplificadores. Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60. capacitores eletrolíticos de alto valor. Amplificador de áudio. capacitores eletrolíticos.som pipocando ou ruim .detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. 2 . do primeiro transistor amplificador de FI. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores. Defeitos mais comuns: 1 . CI ou transistores de saída. regulador de tensão. potenciômetro de tonalidade. 2 .

Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais.Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 . 4 . é o responsável por separar o áudio da FI. sendo assim em sua saída já teremos áudio.rádio não liga . 2 . No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local. 2 .diodos retificadores.Ronco (ripple) junto com o áudio . A forma de onda do oscilador local é senoidal. que é basicamente formado por um diodo. que são: 1 . com o potenciômetro de volume). mecanicamente.verificar transformador. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG.freqüência do OL. O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI. Este circuito. Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. no nosso exemplo 1000Khz. suporte de pilhas. e o amplificará. O CAG pega uma amostra do sinal detectado. um capacitor de filtro e um resistor. .freqüência sintonizada 3 .a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz). capacitor eletrolítico de filtro. o amplificador de RF separará o sinal desejado. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados. através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções. O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação. tenha ela um sinal forte ou fraco. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som.freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL). Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor. mecanicamente. mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada. o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. áudio portanto.freqüência sintonizada . o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF.

Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada. capacitor variável. . A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos. a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local.7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber.Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local.Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. . Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores. Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: . Componentes presentes neste estágio: antena. através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10. a freqüência do oscilador local. Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. A freqüência do oscilador local estará sempre 10.Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10.7 Mhz. de base comum. bobinas. quando transistorizado.com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico). transistores. de forma a conseguirmos. .

nem todo rádio de FM precisa de um limitador. . colocando numa estação estéreo e com boa recepção.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. Desta forma. Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável. um transistor pode fazer mais de uma função. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10. . Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor. isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI. que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. bobinas e transistores. DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF.Amplificador de FI – amplifica a FI. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo.7 Mhz. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos. Existem diversos tipos de discriminadores. transistor oscilador. outras vezes dois. Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. . diodos (sempre mais de um). A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e. muitas vezes este trimpot está defeituoso. bobinas. normalmente. portanto. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio. . Troque-o e o ajuste. Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente.7 Mhz. podemos perceber que. Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado. um exemplo disto e o TDA 7000. até que a indicação de estéreo se acenda.

Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro. VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída. Áudio distorcido – verificar o transistor. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema. que ficam atrás do capacitor variável. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers. desregulados. Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador. Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho. Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI.Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. conforme o tipo do equipamento de som.

 Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________. Transistores. ___________. Diodo bloqueador. Diodos retificadores.           Chave liga-desliga.  Diodos bloqueadores __________. Fusível.  Diodo zener ___________.  Som não funciona (rádio relógio. Trimpot. chave ou diretamente ao transformador. Diodo zener.  Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador. Capacitor de cerâmica.  Capacitores eletrolíticos de saída ____________.) . _______. Transformador. ele pode está ligado a um fusível.  Capacitores de cerâmica __________. micro system etc. tape deck. Resistores. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação. Siga o cabo de força. Filtro (capacitor eletrolítico).  Transistores ____________.  Escreva o valor em Ampèr do fusível.

Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. Havendo tensão a fonte está boa. Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. . 48V. 9V.• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. 12V. meça a tensão no filtro da fonte.). • Não havendo tensão na saída da fonte. 25V. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Ligue a fonte na tomada. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. _____________.

verifique se há tensão no primário. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV. Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário. coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  . Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV.   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário.

Testar cabo.de cerâmica. Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. chave. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. teste-os na escala de X1. resistores. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída. tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. trilhas da entrada da fonte. antes desligue o cabo de força da tomada. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . resistores. chave ou mesmo ligação através de trilhas. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador. Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. significa que o mesmo está bom. o defeito encontra-se na placa principal. Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar.Havendo tensão alternada na entrada do cabo. verificar cabos. . verificar se há solda primário do transformador. Defeito transistores. fusível. Entre o transformador e o cabo de força há fusível. Sim é composto por:transistores. isto para os Microsystem. encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador. Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte. diodo zener e capacitor . que Não estabilizador diodos bloqueadores.

Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle). Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar.Equipamento de som (Amplificador) não funciona. visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave. _____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência. está fixado também CI regulador de tensão. . Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem. um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display).  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave.

Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by. porém o amplificador não funciona.este CI tem a aparência de transistor de média potência. se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores. ou seja. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. trilha rompida.   Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente.   Meça a tensão na saída de som. Obs. A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores. Veja exemplo abaixo: Transistor. Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas. . sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. CI. geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. o problema está na falta de alimentação. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona. solda fria. Todas as funções frontais funcionam. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem).

solda fria ou trilha rompida. podendo ser os transistores ou CI. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores). Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som).     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI. a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação.  Coloque a ponta de prova preta no terra.   Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes.  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída. . resistores de baixos valores abertos.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas. Substituir CI (se a saída for dotada de CI). Verificar solda fria ou trilha rompida. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores. A tensão positiva e negativa é acima de 20V. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída.  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa. estes resistores são de valores baixos. deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor. o defeito está na própria saída.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída. o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI.  Caso a saída esteja alimentada.

qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades. Atenção. . Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor). Substituir CI de saída.   Posicione a chave seletora na escala X1. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma.  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som.  Coloque a ponta de prova preta no terra. _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________. Sempre que for fazer consertos na saída de som. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som. Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. Veja quantos ohms tem o alto-falante. plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas.

Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro. é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante.  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1. o valor deve ser igual. Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal.  Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo. 2.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. MÓDULO DE SOM (AUTO) .

teclado etc. violão elétrico. gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto. é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). encontra-se também alguns capacitores. tape. Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples. mesa de som. estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. Raramente os transformadores queimam. CD player. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive.

Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume. balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. 2.7mF. • Aparelho de som totalmente mudo. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. esta entrada serve para receber sinais de CD player. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. • Medir os resistores de valores acima de 10K. Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. grave. Faça uma relação deste componentes como: CI. O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). Pegue um equipamento de som (microsystem). . Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso). por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. 4. • Um dos canais não funciona. agudo e volume. você pode notar que neles há os controles citados acima. Tape. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. Transistores. Teclado etc. siga o roteiro abaixo: 1. isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo.2 mF. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos. agudo. Abra o aprelho cuidadosamente.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. Identifique os controles grave. Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. e controles frontais. 3. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. 6. 5. especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2. 4. grave.

por esta razão é necessário substituir o mesmo. siga o roteiro acima. Substituir o CI. trilhas e verificar se há solda fria. • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. pode haver algum transistor aberto ou em curto. APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. Verifique se há tensão no CI. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. caso não haja verifique a fonte de alimentação. ele altera diminuindo a pré amplificação. • Verificar as trilhas e solda fria. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. O Compact Disc Player com . aqueles semi profissionais. é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. Caso a tensão é presente no CI.• • Testar os transistores fora da plca. o procedimento é o mesmo. pode haver algum dos transistores com fulga. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. • Substituir CI do canal defeituoso.

Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. os seis foto diodos e o diodo laser. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas. RAM SYSCON . a bobina de foco. PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. vê-se obrigado agora a reparar CDPs.leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. BOBINA BOBINA A. Durante o processamento. alguns deles muito sofisticados e complexos. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. Aos poucos. onde podemos localizar a bobina do tracking. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser. B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. decodificando os frames. o técnico de áudio. D das bobinas (dispositivo axial duplo). é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). que até então reparava toca discos. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível.

temos dois outros detectores. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. B+D terá um nível maior. Porém. Ao contrário. corrigir o foco sobre a pista do disco. quando o disco está (A C) . Este . Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. que colocará em funcionamento o drive. Se as entradas forem iguais. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. se as entradas forem diferentes. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). de trilhagem. Quando o disco está muito perto da cabeça. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco.O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. após passar pelos amplificadores e filtros. SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. a saída será nula. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. O pick-up. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. indicando sinal fora de foco. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F).( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). os diodos A+C terão um +nívelB maior. enviando esta informação ao servo. que é fornecida pelo servo. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. através dos quatro fotodiodos. Servo Tracking: O servo tracking. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. No pick-up. a saída terá nível alto.

conforme vemos no esquema abaixo. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). PLL REF. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Veja esquema abaixo. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize.Este servo é dependente do servo tracking. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. EFM LPF . compensando alguma diferença de polarização.

O microprocessador. MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. do servo e do circuito loading. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. de acordo com a operação que está sendo realizada. posteriormente. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . é ativado o drive do motor de giro do disco. Faz isto por meio do servo. pois caso o fizesse. além do servo. A CPU faz todo o controle de funções. Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. o circuito de processamento do sinal. além do CI de controle do servo. Cada motor tem. O disco não pode girar a uma velocidade angular constante. O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. através das instruções.SPINDLE DEMOD. O micro controla. também terão estas funções controladas pelo micro. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. A via de endereço é unidirecional. um drive para gerar corrente de excitação. do teclado. É utilizada para o endereçamento de um circuito.

A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). totalizando 16 bits. Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit. um flip-flop tipo D ou latch. O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial. No receptor. DEMOD. não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. Contadores: São temporizadores binários. geralmente igual a da fonte de VCC. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. saber apenas sua pinagem.1 khz.005%. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada.L. pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída. a partir de um cristal interno. travado pelo PLL (elo de fase travada). . C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. De um modo geral. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). Para conhecer um microcontrolador. para depois então ser convertido pelo D/. torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. na realidade. Antes. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock.hardware. esquema abaixo). EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14). Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. Após o demodulador EFM CPU para cada canal. O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio. Cada D porta é. necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos.

pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). No caso do CDP.  Rede de alimentação com flutuação. Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão. um tape desk. inutilizando-o. DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup. respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão. capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). bem como deslocar a lente objetiva). diodos. etc. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex. caixas acústicas.  Ligação à rede de alimentação incorreta.Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas.  Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. Pré-amplificador: Neste estágio. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência. equalizador. etc. uma entrada e duas saídas. amplificadores de potência. LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio.).  Vida útil reduzida dos componentes. o sinal de áudio será pré-amplificado.  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. SEQÜÊNCIA DE TESTES .  Verifique: transistores. pois não há como recondiciona-lo).

É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco. Se não tiver. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa. Retornando ao teste do movimento da lente objetiva.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. é uma tensão DC de 2. Tracking e PLCK (velocidade).  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase. Se não tiver. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser.  MIRR: Circuito espelho. substitua esses circuitos integrados. onde não há sinal.  GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta.  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). Contudo.  EFM: Saída de dados digitais.5V. Se o defeito persistir mesmo após os ajustes. Feito isso. Se estiver.  DEFECT: Sinal detector de defeito. se este ocorrer. É especialmente usado nos modos Search e Skip. . tendo tensões nas saídas destes drivers. ou seja. então o defeito poderá estar no servo.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída).O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. Não encontrando este valor. Deverá efetuar os ajustes do foco. Em geral.3218 Mhz. conforme veremos a diante. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio. Encontrando o sinal Eye Pattern.  EYE PATTERN: Sinal de RF. ajustamos o PLCK. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente). o disco fica sincronizado com o clock do aparelho.  ASY: Auto-simetria. Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes. Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada. Se não ocorrer este movimento. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto.

SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro. Saem do processador PCM para o micro. RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. MSD. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes. b) Se não há tensões com flutuações. SCOR. DATA. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). a) Se todos os valores de tesão existem. MON e FSW) são pertencentes as servo CLV. um CDP requer 5 ajustes. acusando problemas de regulagem. LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits. c) Se não há intermitências de tensões. ⇒ Os quatro sinais (MDP. CLOCK. d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual).      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) .  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco).código que contém o TOC. ao mexer nos fios ou conectores. MSD: Controla a velocidade do disco.  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem. Basicamente. São sinais de pulso.       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. comece por verificar. PLCK: Clock do sistema (4. SUBQ e SQCK: Sinais do sub. antes de qualquer tipo de análise no aparelho. porém. Portanto.  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor.

Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições. Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste. retoque os ajustes de foco e Tracking. teremos o sinal musical do disco ininterrupto. .5 us/divisão e 0.Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes. Coloque o disco de teste. Neste último caso. Se houver problemas no sistema de filtragem digital. com este disco sendo reproduzido. Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura. Ajuste o osciloscópio para 0. no entanto. haverá falhas no som. Reproduza este disco. noções genéricas de como fazer estes ajustes. Daremos. ⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up.5 V/divisão em AC. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo.

Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4.Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern./div. Coloque o disco de teste. Reproduza o disco. ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. Pode ser colocado antes do driver da bobina. Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0. A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK). Coloque o osciloscópio (0. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco). DC) na saída do amplificador do servoTracking. Veja na figura abaixo. ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking.5 a 3 VPP. Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior.3218 Mhz. . Reproduza o disco de teste. retire o curto do trimpot de ganho. ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up).2 ms. Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes. Uma vez terminado este ajuste.5 VRMS no VTVM.

que provavelmente estará defeituosa. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido. O aparelho. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. # NOTA: Estes valores são genéricos. Não toque com as mãos a lente. deverá estar desligado. Este dado. Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. Na unidade óptica. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos).Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção. injete pequenos jatos sob a unidade óptica. No entanto. por se tratar de . eventualmente. onde temos a lente e as bobinas. a placa de circuito impresso estiver oxidada. Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. nos dirigimos até a fonte de alimentação. logicamente. no entanto.000 horas. com álcool isopropílico em seu interior. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva. com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. Se. usando uma escova de dente para isto. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). Potenciômetros. pode ser limpa com álcool isopropílico. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco. Caso haja gordura impregnada na lente.

 Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. Assism que o disco é carregado. Sem a leitura do TOC.um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores. as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada. é feita do TOC. é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display). Com graxa de silicone. que encontra-se na circunferência mais interna do disco. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset.  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . o microprocessador não pode trabalhar. a não ser que o Display também esteja incorreto. lubrifique levemente as partes móveis. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco. A opção do microprocessador é a menos provável. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante. Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado.

da qual o laser é o elemento principal. DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos.Descolamento da(s) lente(s) B . No entanto.Como o leitor pode observar. demora muito a localizar faixas. lentes colimadoras e.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C . O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente.Servo de tracking . lentes colimadoras e pelas lentes objetivas. não lê as primeiras. é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal.Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica. ilustra um pick-up óptico do CDP. é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento. referimo-nos a ajustes.Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco.Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS . Do ponto de vista prático. O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas. defeitos nestes estágios. Tracking e CLV nos dianósticos. uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos. poderemos encontrar. eventualmente. depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter).Servo de foco . Fica impossível indicar a mais provável. DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . no prisma. com sete possibilidades distintas.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: . trata-se de um defeito complexo.Unidade óptica  Pula trilhas . visto que todas elas são essenciais nesta função. não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. não lê as últimas. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR .  Problemas no laser O esquema a seguir.

Ajuste em Cd player tracking OFF set......  localize o trimpot tracking OFF set.  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2.. a leitura do disco é feita em saltos. r10..... Insira o disco no compartimento..... na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: ........ Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref... HF e GND...... este é ligado no pino 20 do CI 2.............. e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais..Unidade óptica . Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1. DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF. pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2... ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2...... Escreva seu valor ôhmico.  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref.. Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye .Servo do motor slide....  Marque com um círculo os pontos TP...Neste defeito...... VR4 escreva sua referencia e endereço.

posteriormente recriá-los.típico 2. impulso elétrico-vibração. vibração-impulso elétrico.) para o valor DC de 50mv. enquanto que o segundo.5 Vpp mais ou menos 0. gravá-los em vários meios (discos.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força.) para.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset. chave e fusíveis. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos. A primeira conversão. é executada pelo microfone. DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. é feito pelo alto-falante. . fitas. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon.pattern. Mínimo 2vpp . Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento.5 distorções. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set. etc. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras. Focus off SET.

Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais. tamanho e consumo intermediários. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais. leve em consideração os seguintes detalhes: . ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers. Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas. Crossover: Também chamado divisor de freqüência. Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. apesar de também haver independentes. Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. são componentes integrados. entre ½ e 2 polegadas. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. de tipo passivo e ativo. usualmente por baixo de 250 Hz. Médios: Têm uma resposta em freqüência. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal. e nao requerem de grande potência para tocar alto. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. São menores e leves. Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar.

e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes. Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2. É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante. de acordo com o modelo de carro que possuirmos. 4 e 8. Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. O primeiro valor é o mais importante e realístico.Medida: Logicamente. Partes do alto falante . Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO.

União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M). Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. Na figura a baixo. . as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A . Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina.Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). Estilete: Para cortes necessários durante a montagem.

Nas unidades de PA (alta potência). As demais (desse e de outros fabricantes). Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo. * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo.Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H .União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E .Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo. formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo. do rótulo azul. não deixando marcas. * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra. 2. . Remova da carcaça todos os resíduos de papel. laváveis com água. O Araldite rápido não é resistente o bastante. para motores diesel. Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã. É escura e melhor de aplicar.Resiste a 150ºC. A melhor é a da 3M. e acabamento com laca automotiva preta F .União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G .União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra). D . B . Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina. use Araldite lento (24h). 3. em situações extremas. Serve de qualquer marca. centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos). precisamos de colas resistentes a altas temperaturas. Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. Depois de tudo limpo. Solúvel em acetona. Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1. não servem. Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada.Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M). Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume.

4. Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado. Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã. Material para impermeabilizar o cone e protetor.Cascorez Extra (a do rótulo azul). Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). 13. 7. Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. observe que eles devem passar por dentro da aranha. AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha). eles devem permacer grandes. Use cola a base de PVA. Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. de boa qualidade . a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. 9. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. 8. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. para cima nem para baixo). 5. 12. PRONTO! O alto-falante está recondicionado. marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. 10. Solde as malhas nos terminais do alto-falante. 6. nesse caso use menos água. 14. aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. É hora de colar a aranha. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina. Cole o cone na carcaça e na aranha. que serão soldados dos terminais do alto-falante. 11. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. A água abre os poros do papel. a . 15. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). Antes de colar o cone. Misture água e cola branca (meio a meio).

Para impermeabilizar. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do . etc. Portanto. e ponha um peso sobre ela durante a secagem. Muito usado na proteção de estofamentos. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta.cola penetra nas fibras. que prolonga a vida útil do cone. cole bem a calota no cone. só retirando depois de seco. aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. pelo uso. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. gerando ruídos no falante. velas náuticas. carpetes. Use Cascorez ou cola para junta de motores. pois é comum que ela se solte parcialmente. e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem. de difícil localização. cuidado). contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. Imã Outro ponto muito importante. Durante o processo. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). (não protege contra a chuva. A propósito. observando como foi feita a montagem original. Por ultimo.

18 dB 2 indutores + 1 capacitor . Para isto são utilizados os filtros. Os filtros podem ser ativos ou passivos. médios. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5. Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante.são compostos de circuitos eletrônicos Passivos . Por exemplo: 1 capacitor .6 dB 1 indutor . etc. Já no caso do passivo existem perdas.18 dB Como podemos ver.000 Hz. ou seja. o passivo e o ativo.falante. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante. . antes de enviá-lo aos alto falantes. Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências. eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. Existem dois tipos de divisores. drivers. Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes.000 Hz a resposta em freqüência. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação. que varia de acordo com os componentes que são utilizados. neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5. DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida. já o ativo através de um circuito eletrônico. a medida que aumentamos a quantidade de componentes.6 dB 1 capacitor + 1 indutor . O passivo é composto de capacitores e bobinas.12 dB 2 capacitores + 1 indutor . • • Ativos . Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador. Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo. como o caso dos tweeters. médio-graves. pois isto acarretaria um excesso de excursão. Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado. o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. ou seja. indutor e alto-falante.

) cabeça apagadora. polia de retorno da fita. é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única. correias. enviado ao circuito pré – amplificador. gravados na fita. molas de tração. eixo capstan. chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. capta os sinais elétricos. motor disco capstan. 2. circuito pré – amplificador. Localize no Tape Deck. polia tratora. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. A mecânica do gravador. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes. CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina. Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE. Quando na leitura. sensor final de fita (apalpador). gravando – os na . é constituído de: rolo pressor. que depois é aplicada ao amplificador.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. Quando na gravação. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante. a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos. 1.

Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. havendo então a necessidade de substituição da cabeça.fita. escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. Também na parte frontal da cabeça. . POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. No entanto. sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som. a reprodução como a gravação. existe uma película que fica em contato com a fita . coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). Geralmente em tapes decks stereos com dois canais. CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador . Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. 1. deixando a polia tratora em alta rotação. quando esta se desgasta . Ao acionar a tecla FF. ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. Localize o circuito pré – amplificador. a bobina da cabeça . O teste é feito na escala de X1. CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita. basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. para manter a rotação de 33 RPM. variando de cabeça para cabeça . o teste da cabeça com o multímetro. fornece uma certa resistência .

retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. para não forcar o motor. deixando a polia de retorno da fita. em alta rotação. através de correias. O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. 1 . Localize o disco capstan. Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo. . EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve.MOTOR O motor interliga o sistema mecânico.

foto transistor ou REDSWTH. peca ajuda ao instrutor. usam sensores como apalpador. que adotam o sistema de disparo . ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. produzindo pulsos para. de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. Fazendo assim. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor. esta um imã em circulo. fazendo o motor desligar. caso o tape Deck não tenha o foto transistor. . este disco fica girando. eliminado os pulsos. Ao termino da fita. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. mantendo o REDSWTH constante. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. quando chega ao fim . mantendo o feixe de luz constante. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho.SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. alternado o feixe de luz. Nesta polia. Pegue o cartão de treinamento e teste no local. a polia para de girar.

Faça um teste das correias e veja se há desgaste.CORREIAS As correias fazem conexão. teclas e antes de funções especificas. fazem a pressão entre engrenagem. A chave comutadora. MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. CONTADOR NUMÉRICO A função especifica. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. mas ao colocar a fita. Faça o teste da chave comutadora . inverte o circuito para o sistema de gravação. com as polias e motor. caso de duvida pegue o cartão do mostruário . quando a tecla de gravação é pressionada. 1 . o som é baixo. mantendo também em nível constante. 1 . é marcar de número a posição de músicas. SOM BAIXO O radio funciona normal. 2 . Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido. quando apenas na reprodução da fita. retire-os e tente coloca-los novamente. ou outras informações na fita. polias.

SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda . encostar nas ligações da cabeça . Verificar se há solda fria ou trilha rompida. . REPRODUZ. Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. lembramos que para se verificar o áudio. Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. para conferir com exatidão os valores de tensões . É comum este cabo se soltar junto à cabeça. impedindo a reprodução do som. deverá então testar os transistores. possua cabeça aparadora. polias. faça estudos da mecânica. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. GRAVA. observando bem as posições de molas. que seja alimentada por tensão especifica. esta limpeza é feita na parte frontal. o qual diferencia muito pouco um do outro. este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal. Trabalhar no circuito de BIAS. Fazer limpeza na cabeça. Medir tensão nos transistores do circuito. correias e peças diversas. deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça. confirmando o bom estado dos mesmos. então deverá ser testado a mesma. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. A cabeça pode se danificar por completo. caso contraria . lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. o aparelho deverá estar ligado. verificar se há resistor de alimentação aberto. é aconselhável Ter o esquema do aparelho . caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório. deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. As tensões estando normais. não encontrado tensão.nos terminais da cabeça. som baixo. MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado. devendo ser substituída . substitui a cabeça.

se alguma mola se soltou. O circuito é constituído de bobinas. acionar o mesmo . que gera tensões especificas (tensão alternada). SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . deverá ser observado no mecanismo. baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído . apagando as informações gravadas. isto provocará a rotação irregular . . devendo ser substituído no último caso . Há mecanismo que é dotado de um sistema. ligar o aparelho . segui – se as ligações da mesma. como se fosse peca solta encostando em algo que gira . APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . se danificou .se a cabeça estiver boa. causa a rotação irregular. devendo ser substituído. que encosta-se à fita.Como vimos ela é constituída de bobina e que . deverá ser substituída. . . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. antes de executar o conserto do mecanismo . Se ao acionar a tecla rec. os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. a cabeça não se movimentar. QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem.observação : é importante . O motor também causa este sintoma. esta cabeça é acionada de forma. capacitores e resistores. Verificar se há trilha ou solda fria. transistores. Rolo pressor. percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec. ao esticar as correias com os dedos. Estes capacitores fazem aterramento.

A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora. Proceda da mesma maneira com o outro pólo. TELEFONE CONVENCIONAL. ela poderá estar gasta . ou polia que a faz girar com defeito . o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais. • Testando ponte retificadora. . ou seja não está rompido. Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons.  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um.  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha.NO MODO PLAY. quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações. sinais gráficos. Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido.ou mesmo alguma engrenagem .  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores. imagens e sinais de televisão. Em conseqüência. capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. como os computadores e outros processadores de sinais. não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona).

Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho. Remova a placa do circuito impresso (PCI).  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10. o ponteiro não deverá deslocar-se.  Verifique as trilhas e se não há fio solto. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. .  Inverta as pontas de provas. Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos. Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo. •     Testando a chave de gancho. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Localize por traz os contatos da chave. Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero.

.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda). • Testando o CI.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um.  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante). observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto.  Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume.  multímetro na escala X10. coloque no pino 2.  Agora teste o pino 3 com todos. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda). Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto.  Ouvirá um chiado.  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI.Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos. depois o pino 4 até o último. caso contrário o mesmo está danificado.  A ponta de prova que estava no pino 1. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado. indicando que o buzzer está bom. a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo. Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada.

 Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala. porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz. .  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Inverta as pontas de prova. porém você não ouve o que ela fala. o melhor teste é substitui-lo. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”. geralmente ele se danifica. Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.  Verifique se há fio solto dentro do monofono. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência. significando que o mesmo está bom.  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência. A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um.  Posicione a chave do multímetro na escala X10. Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local.  Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI). pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado.  No monofono há um microfone de eletreto. Verifique as trilhas e solda fria. sendo impossível o multímetro identificar.

 Com o multímetro na escala X1. Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se. Falha ao discar certos números. agora localiza mais uma vez este circuito. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal). Transistor em curto provoca este sintoma. Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis).  O fone também provoca este sintoma. Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. neste caso é aconselhável substituí-lo. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio. . nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira. que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI.  No último caso substitua o CI. Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira. por traz dela há vários contatos circulares. coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas.  Veja também as soldas dos pinos do CI. Treine este teste com alguns transistores fora da placa. experiente nos outros terminais.  Siga os fios do teclado até ao CI.  Uma vez verificado o teclado.  Substitua o cristal. é importante primeiramente fazer limpeza no teclado. Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas. caso contrário o mesmo deverá ser substituído. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois).  Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma.

 Substitua o CI de memória. passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz . Em seguida ..  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores. Não memoriza o último número. Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam). onde . Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória. UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil ... Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. Substitua o cabo de linha.  Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado. ANTENA UNIADE BASE . devemos dividi-lo em duas partes. como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base .  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado..  Para estudarmos o telefone sem fio. . Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva. . Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador... O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil .. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. neste caso é preciso substituir este CI.

1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3. A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização).780 MHz.4 KHZ. Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem. O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura.000 Hz). que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação .78 MHz.6 a 49. A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49.4 kHz. com sinal piloto de 4.600 MHz a 49. Tão logo é acionada a chave para o modo use .6 V . onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3. é envido o sinal piloto de 4. a seção transmissora entra em operação . A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. resultado daí a FI (freqüência intermediaria). A CPU é um micro processador dedicado. fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49. do tipo LSI.haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso).

ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . Tendo um começo delineado para as medições . já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) . ou seja .10. Portanto. se é a base ou portátil. a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito.19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . . I) Com osciloscópio: seguindo os sinais.7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor . depois é só adotar os métodos convencionais de reparação .

corrente alta. Passo: verificamos os pulsos da CPU. Para isto . 3. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. o defeito está na seção de recepção. 5. Se estiverem corretas. Caso contrário reparamos a fonte. Então verifique: amplificador de RF. Modulador e CPU. Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto. prosseguimos no diagnostico. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . conversor e amplificador de FI.CI DTMF ou DP do portátil . PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4. CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. 2. TÉCNICAS DE CONSERTOS .CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6). Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. Passo: verificamos as baterias do portátil. etc). principalmente o clock.foto acoplador da base. 1. 4. tanto da base como do portátil. O defeito está na base. verifique : oscilador VXO. circuito de proteção da alimentação ou CPU.II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa. Tendo sinal piloto após o DETETOR e. NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico . NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil . devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção. CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico . B) Só tem sinal piloto no portátil. logicamente. As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil. O defeito está no portátil. oscilador. DETETOR de tom da base. Não encontrado. não tendo no transmissor desta unidade.

veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. • Nos telefones mais comuns. Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte. a fonte de alimentação é usada externamente. • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. teste a continuidade do primário do transformador. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: .Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte. 9V ou 12V). Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Ligue a fonte na tomada.

este é o de saída. Ligue o telefone. observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). O terminal que registrar maior tensão. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. O defeito estará dentro da fonte. O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. abrindo o telefone e testando o transformador. Se o cabo estiver bom. resistores. Não havendo tensão. Neste caso não compensa substituir o transformador. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. Mantenha o multímetro na . • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador. Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV. fusível e continuidade dos cabos. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito. significa que o transformador está queimado. A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. diodo zener e capacitores. verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento.• Se houver continuidade. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. abra a fonte para testar o cabo. Coloque a ponta de prova preta no terra. diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. diodos.

porém o LED indicador fica aceso. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. sem sinal de linha. . Tensão contínua. testar diodo zener CI ou transistor. Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa. Circuito Estabilizador Tensão alternada. verifique os diodos retificadores. fusível. trilhas e verificar se há solda fria. havendo tensão substitua o CI. Veja aulas práticas no filme. Identificação do circuito de linha. Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. meça as tensões do CI. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. e transformador. resistores. verificar se há solda fria. Esc. 50 DCV. Telefone não funciona. pois o mesmo não está respondendo os comandos. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. Não havendo tensão no filtro. 50 ACV. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. trilhas e solda fria. Fale com seu professor. Esc. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação.

ou seja. Bobinas. Transistor __________. • • • • • Diodos.Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. Foto acoplador. Sensor REDSWITH (rele) ___________. . DIODOS . Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO. Transistor. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha. não é preciso retira-los para testa-los.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel. Indutor ________. Capacitor de cerâmico _______. Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. Foto acoplador. Resistor ____________. Diodo _________. Capacitor eletrolítico ________. Resistor de baixo valor. REDSWITH (rele). Foto acoplador __________. Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Bobina ____________.

pegue duas pilhas. • • • Uma vez identificado o diodo. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. o ponteiro deverá deslocar até o zero. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo. é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo).BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. . Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente. No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. indicando que a mesma está boa. Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo. Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso.

você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha). este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. Veja aula prática na internet. RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1. o defeito se encontra na estrada da linha. Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico. .TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10. CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom).

CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes.memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI. Caso tudo esteja OK. verifique a manta que está abaixo das teclas. Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. . NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . substitua o CI. eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem. Limpe todos os contatos com álcool isopropílico.CI DTMF ou DP do portátil .Os fios do buzzer vão a um CI.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo. não raspe com objeto metálico estes contatos. NÃO FAZ REDISCAGEM . veja se há solda fria ou trilha rompida. Antes de testar qualquer componente. será necessário a substituição da manta. neste caso a limpeza não resolve.

sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência. Em telefonia celular.  Verificar ligações do mini alto falante. sem que essa mudança seja notada pelo usuário.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. distribuídas em diferentes partes em uma área.  Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel).  Substituir mini alto falante.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell. mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências. neste caso é preciso substituir o CI. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio.  Testar bateria. Este processo é denominado de HAND-OFF. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ. Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula.  Substituir microfone.  Verificar se há solda fria.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel. A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF. Isto explica porque mesmo em movimento. Transistor da Base e transistor da unidade móvel.  Substituir transistor de antena. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE.  Verificar se há soda fria. Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. .

O espectro é dividido em dois grupos de freqüências. ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel. A seguir vemos a configuração de um sistema celular. CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service.PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz).

cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção.A seguir ilustramos as células. por exemplo). implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil). A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. Esta seção de recepção é um sintetizador de RF. A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade. CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil). . Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

E também. A seguir o movimento vertical é ascendente. Inicialmente. O segundo tipo de movimento é vertical. dominados osciladores horizontal e vertical. Prática. E esta é taxa da varredura vertical. Na próxima etapa. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. Este é um movimento relativamente lento. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. Os da direita para esquerda. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. Um. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros.750 linhas / segundos. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente.500 pixels. a corrente cai abruptamente.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. o PAL-M. ou faz sua varredura. E vice-versa. O movimento da esquerda para a direita. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo. feita com máxima velocidade possível. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo. Quer na câmara de vídeo. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem. ou 15.750Hz. quando as linhas varridas. no sentido descendente. o feixe traça a linha. ou 60Hz. quer no televisor. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. . que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. e assim indefinidamente. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos. e cada quadro é composto de 525 linhas. maior é a resolução. a quantidade de linhas é 525. Então tudo se repete para que se complete o campo par. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo. No padrão de TV adotado no Brasil. em função da relação de aspecto. o primeiro quadro. Logo. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. são feitas com velocidade constante. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem. já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda. As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores.

Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. que representam um sinal de vídeo completo. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas. Os intervalos do sinal de vídeo. VÍDEO. para o retraço vertical. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores.A rigor. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . superpostos aos intervalos de retraço vertical. um VCR. também chamados de apagamento. FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. para o retraço horizontal. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. Como disse antes. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. e excursionado entre os dois limites. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. Assim. uma estação da TV. com seus elementos de imagem. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. ou qualquer outra. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. o nível de branco e o nível de preto. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. Seja ela uma câmara de vídeo. SINC. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. e um intervalo maior ao final de cada campo. O nível de preto.

44 A Tensão para o Circuito de Controle REM. é variado. e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada. foi desenvolvida pela Philips. sobrecargas. Transistor ou SCR). Esta fonte que usa o CI TDA 8380.65 A. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz. curto-circuito e circuito aberto. Tensão Principal: 103-115-145 V/0. também dotada pela Sharp. no caso de saturação do núcleo do transformador. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada. de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado.: 8 V/0.21 A.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas. O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída. Operando numa freqüência elevada. FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: . que opera numa freqüência de 25kHz. o tempo de condução de um componente de controle ( CI.

quando a fonte é ligada. de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380. TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR . a qual é causado por sinais de RF. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia.CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). No momento em que as saídas estabilizam.

Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). geralmente estão próximo um do outro. Endereço do fusível ___________. Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada. O fusível está bom? __________. S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. Remova a tampa traseira. . Endereço do filtro: ________. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ .Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível. • Teste a chave liga desliga no local. Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. Endereço da chave _________. veja exemplo acima). • Teste o fusível no local. para evitar choque elétrico e queima do multímetro. A chave está boa? ___________. F101 Exercício: Pegue uma TV.

• Endereço do regulador: __________. Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo. CI ou MOSFET).• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto. se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes. Pegue uma TV: . S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI. Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. MOSFET Teste estes componentes no local.

Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______. ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. Termistor ______. DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____. Regulador de Tensão. MODELO _______________. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . Transistor _____ _____ _____ _____ _____. Chave. Transdutor _____ _____ _____. Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. CI _____ _____. . Ponte retificadora. • • • • • • • • • Fusível ________.TV _______________.

Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Componentes a serem testados:  CI oscilador. Capacitores eletrolíticos. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente. O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência. Chave liga desliga – Escala X1. Ponte retificadora – Escala X10.  Resistores osciladores.  Faça o teste em outro TV. ou MOSFET) e quando o regulador é um CI. Fusível – Escala X1. substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa.Caso o fusível estiver queimado. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado.). OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida. Trilhas rompidas também provocam este sintoma. Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes. internamente está uma grande  . só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição.  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes. Regulador de Tensão – Escala X10.

(veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora). resistores e capacitores. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. Capacitor de cerâmica ‘ em curto’. em curto. Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. Bobina desmagnetizadora – escala X1 .parte do circuito oscilador. Ficando para ser testado resistores e capacitores. CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor. Termistor ‘ em curto’. Regulador de tensão ‘em curto’. Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador. CI – Escala X10.

. Exercício: 1. • O Oscilador Horizontal. • O Sincronismo Horizontal ou SFH. • Oscilador Horizontal. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal. através da etapa Sincronismo geral. Localize o fly-back. gera uma freqüência da ordem de 15. veja a figura abaixo. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. • Os pulsos gerados pelo Oscilador.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal. a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. • Saída Horizontal. e o transistor saída horizontal. • Sincronismo Horizontal.  Resistor de alimentação do Transistor Drive. ou amplificador de sincronismo. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal. conhecido como.743 kHz.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal.  Transistor Drive.

transformador de linhas (flyback) deficiente. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa. próximo ao fly-back. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. significa que o grupo do Horizontal é 400. siga as mesmas técnicas da fonte. separando as peças pelo grupo de endereçamento. .2. portando os componentes do circuito Horizontal será. Ex. SEM IMAGEM). • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. LED frontal aceso. circuitos de protecção deficientes. excesso ou não limitação do +B. Veja o endereço do transistor Horizontal. D406 – C409 – R401 etc. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço.

Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY.Proteção com Tiristor Utilizando SCR.Quando o transístor de saída está em curto. a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo. . o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção. Em funcionamento normal. Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio. quando algum componente do horizontal está em curto. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. Quando o brilho ou contraste aumentam. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal.

Ao testar o transistor saída horizontal no local. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. OBS. Transistor Drive em curto ou aberto. Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. • CI oscilador Horizontal em curto. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. resistores e diodos. Resistor de alimentação aberto. o multímetro registra um curto. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. o ponteiro irá deslocar até o zero. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. e seu Emissor a terra. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. Veja esquema abaixo: • • . Siga a base do transistor Drive. ou seja. O resistor de alimentação está suspenso na placa. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores.

veja o esquema acima.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. passa por este MOSFET. Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador. Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Veja se há solda fria. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. Transformador Drive. em curto ou aberto. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal. Substituir CI. . ele é usado nos monitores mais novos. • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. observando que a escala do multímetro deve está em X1. O defeito encontra-se no oscilador horizontal. A tensão sai da fonte. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo.  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet.+ + B B + B Transistor Drive. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K.

Nos sistemas mais sofisticados. Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV. deve ser substituído. O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7). Caso esteja aquecendo. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. Substituir Fly-back. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). Não coloque capacitor com valor diferente. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). • • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo. automáticos (PLL) para se auto ajustar.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. . a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. ATENÇÃO. levando em conta o seu tamanho.

que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion). A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. controlador de tensão. a saber.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). . No sistema digital possui um Cristal (VXO). Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. Para um grande ângulo de deflexão. O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. 60Hz para o circuito vertical. Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. indutores transformadores. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal.7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora. Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. o quadro dente a se esticar nos cantos. devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos.

• • • . Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. visto que. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.Obs. TV _______________ MODELO ______________ CI __________. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. CI de saída vertical. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. R ______________________________________. C _________ _________________.  Seguindo os fios da sessão vertical. estágio que será estudado mais adiante). D _______________________________________ VR ______________________________________. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. contudo. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). CI de identificação (circuito detector de sistema. Lin Vert. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. Vertical e Freq Vert. RV.

CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). capacitor eletrolítico. captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia. Solda fria. é transferida ao circuito de rádio freqüência. SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. Resistor de alimentação aberto. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado.LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. após o que é difundida pela antena da emissora. Diodo em curto. na forma de freqüência. Note que a linha está no sentido horizontal. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito . a linha abre no sentido vertical. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo. Bobina YOKE aberta.

agindo como se fora um estabilizador de sinais. que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo. . Não havendo tensão.automático de ganho) . medir resistor de alimentação ou CI regulador. Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO. Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia. tem como função de corrigir as oscilações. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. tome por referência o VARICAP. logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram. Verificar entrada da antena. CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP). saturações. Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V).

• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria. os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais. Ou seja. Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres. Na verdade. contraste. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. B-Y e G. geralmente. Substituir seletor.Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. • Substituir processador. todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma . R-Y.) Esta informação é gerada no micro e. etc. na mesma tela você pode ler o canal seleccionado. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS. Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres. • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. resistores e diodos). Etc.

Logo em seguida. Com isso. Vd e d separadamente.58Mhz. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor. Canadá.confusão com a saída de vídeo sinal. etc . O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens. etc.58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP). Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho. Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações. que é mais instável. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y.. onde atua a malha de ACC (automatic color control).579545 MHz. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. É por isso que chamamos a Road. saindo os sinais diferença de cor. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. México. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro. . Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint. contraste. com o sinal já devidamente amplificado. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. sem as portadoras de 3. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal. anúncios. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade. do CI processador. Japão. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. todas as cores ficam alteradas na tela. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva.

750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz.582056 MHz. Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio.625 Hz e a do vertical é 50 Hz. Imagem sem cor. usado pela maioria dos países da América do Sul. foi desenvolvido na França nos anos 60.575611 MHz. Dicas: • • • Verificar resistores. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60. a freqüência do horizontal é de 15. O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°. Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia. A freqüência do horizontal é 15. Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido. a imagem é formada por 625 linhas.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1). Substituir processador. A imagem é formada por 625 linhas. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. Basicamente é um NTSC melhorado.575611 MHz (padrão M). Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. os sinais de croma são de 3. Grécia e pela maioria dos países do leste europeu. Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar.625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. com excepção de França(SECAM). PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . numa linha só o azul. Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus. No sistema PAL N.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada. Verificar solda fria. É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). . Os sinais são modulados por uma portadora de 3. os sinais de croma são de 3. Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. a freqüência do horizontal é de 15. na outra só o vermelho.

______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores. observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. R (vermelho).Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa. Imagem desfocada. Tela escura. Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. dois fios saem do flyback (foco e screen). nítidas. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV. . Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal. ou seja. Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. G (verde) ou B (Azul). ela faz com que as imagens fiquem focadas.

TV NÃO FUNCIONA 1. tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F . 2.Técnicas de consertos. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak. 120V). A Philips costuma dotar um fusível. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. 3. meça as tensões na saída da fonte. b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V. Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo. O resistor tem um valor entre 0. c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak.3R a 10R conforme o modelo de cada TV. ao fly-bak. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). 115V.

c. 115 etc. estando embutido no CI chaveador. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). Para localizar o resistor. este valor varia o valor conforme cada marca de TV. significa que o oscilador da fonte não está funcionando. esta continuidade indica que o resistor ou o fusível.d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1. e. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. siga a trilha que liga o positivo do filtro. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. o circuito oscilador não possui este CI. cerca de 6V a 9V. d. Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador. trilha e a bobina do flyback está boa. . Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. f. Meça este resistor fora da placa. 2.). A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. com CCE. Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. no resistor de alimentação ou fusível. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. Philco etc. veja também se a trilha está rompida. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. Teste-o fora da placa. nesta trilha você vai encontrar este resistor. enquanto que outras marcas como a CCE. Para algumas TVs. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). Há tensão B+ alta? a. b. é usado na fonte como chaveador um CI. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto.

fusível. Testar fusível. c. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. Testar resistor alimentação (de fio). Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. ligue-a para fazer este teste. resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. indicando a boa continuidade da outra fase AC. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. A falta de tensão alta. Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte. b. se as trilhas. OBS. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1. ou seja. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). esta tensão pode varia de TV para TV. Isto indica que esta fase da rede AC está boa. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal). Se por acaso uma das fases não houver continuidade. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. 2. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. valor entre 0. O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. as causas são: a. peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. . Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte. significa que a fonte está boa.g. Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. valores que podem chegar entre 12V a 48V. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). chave liga-desliga defeituosa. significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta. 280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora. TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1. fusível queimado. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora.

Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. 3. e. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . significa que há solda fria.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . estes CIs reguladores são de três terminais. 5. O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. dois de seus pinos devem apresentar tensões. Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. na trilha que liga a base do transistor Drive. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal. c. Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal. 4. b. d. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. 1. Um dos pinos deste CI não se encontra tensão. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar. No último caso substitua o SYSCOM. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. isto porque ele é aterrado. vídeo. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia. Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. som etc.siga o roteiro abaixo. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. Teste os diodos que estão ligados neste circuito.). a. croma. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. Caso não haja tensão de 5V. Testes os transistores fora da placa. 6. Meça as tensões nos pinos destes CI. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. Caso o CI processador esteja alimentado. TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. sendo que um deles é um FET. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. eles parecem transistores de média potencia.

provoca a ausência de tensão em seu coletor. 4. Teste o transformador Drive na escala X1. significa que o CI oscilador está danificado. Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. Quando o transistor Drive entra em curto. . isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. Caso a tensão do coletor surgir. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive. E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. 3. Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. Transistor saída Horizontal 2. ao testar o primário do transformador na escala de X1. o multímetro registrará uma resistência alta. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro. Obs. sendo necessário a sua substituição. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência. O multímetro não detecta defeito no cristal. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms.

Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. significa que o fly-back está defeituoso. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. ele está ligado na saída da fonte. 4. 3. 5. . 2. Teste o diodo zener de 120V. 1. 4. Faça o teste do diodo zener na escala X10. o Fly-back ou diodo zener de 120V. TV NÃO FUNCIONA. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. mude a escala do multímetro para 250 DCV. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. 3.Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. Teste o regulador de tensão. Quando o transistor saída horizontal aquece. se tiver outro em mãos substitua. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero). Desligue a TV. Coloque a ponta de prova preta no terra. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto. 2. Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. linha +B. Veja se o apito permanece. entre 2. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. 1. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal. 1. caso permaneça o apito. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal. deixando a TV inoperante. 3. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu. Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal. solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. 2. desligue a TV. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito.2mF a 47mF.

Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV.  Bobina aberta – o multímetro não registra resistência. . 3. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical. um deles pode estar danificado e provoca o apito. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora. Confirmado o funcionamento da bobina. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical.4. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido. 2. 1. verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical. Com a tensão presente no CI de saída vertical. o qual se encontra no circuito vertical.

Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. que pode ser. para sabermos se o CI está danificado. o mesmo que está o oscilador horizontal. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. significa que o resistor de alimentação está aberto. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. “a sua mão deverá estar no metal da chave. . Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. Localize o CI saída vertical. bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. vídeo. resistores. som. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”. FI de vídeo. Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. sendo necessário sua substituição. você deve trabalhar no circuito oscilador. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. croma.4. diodos. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical. trimpots. Certificado de que a saída vertical está boa. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. O multímetro não registra este tipo de defeito no CI.

verifique se há solda fria no pino do flyback. • Verifique se há trilha rompida. substituir o flyback. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. A tensão saindo da fonte. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. Se não houver solda fria. • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. Usando o esquema da TV. Se não tiver o esquema. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta. 2. . pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto. meça a tensão alternada no anodo do diodo.1. A tensão saindo do flyback. 3. 4. Se o resistor estiver bom. este resistor está suspenso da placa. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. não encontrando tensão alternada.

Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. . qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Substituir a bobina por outra da mesma especificação. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa). porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma.7mF etc. 4. 10mF. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema. No último caso substitua o CI de saída vertical. caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema. • Linha senoidal Bobina Defletora em curto. • Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF.

• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. pois qualquer que um deles estiver alterado. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. provocará este sintoma.2 mF a 47mF). Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. Caso a imagem preencher a tela. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. Conforme a TV. O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. . faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também. estes capacitores podem chegar no máximo 4. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda. este ajuste retoca a imagem na parte superior. impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema. Se o sintoma permanecer. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa. que estão ligados ao CI de saída vertical. observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos. Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot.

Coloque a ponta de prova preta no terra. pode ser que o mesmo esteja aberto.• • • • • Ligue a TV. veja a função de seus pinos. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo. deve agora medir a tensão de 33V. Ligue a TV. qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. Coloque a ponta de prova preta no terra. Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP). Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. . Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON). a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP. faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). neste caso é aconselhável ter o esquema em mão.

VT = tensão variável . Com o multímetro na escala 50DCV.FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video . BH = ou VH Faixa dos canais altos . Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima. . BL = ou VL Faixa dos canais baixos .  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico. siga o roteiro abaixo.  Coloque a ponta de prova preta no terra. 12.  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. Verifique se há solda fria. O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. 9. • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. no multímetro digital na escala maior que 50. AFT = Sintonia automatica de frequência . AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) . ou mesmo o diodo ZENER em curto. 11. ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão .  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH. podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). Veja também se há trilha rompida.  Ligue a TV. Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia. • No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V. BU = Faixa de UHF. Não havendo a tensão de VT. 10. significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando. coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão. você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V).

 Verifique se há solda fria. 5= IF .  Siga o mesmo roteiro dos canais altos. Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. 6= CAG – Controle Automático de Ganho. É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas. você deve substitui-lo. 3. devendo ser substituído o VARICAP. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. 4. siga a trilha que está ligada a este pino. baixo ou UHF. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria.  Se não for encontrada a tensão no pino BH.  A trilha do BH vai a um transistor ou CI. 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto.Entrada de tensão +B. substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. 7. só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL. canal baixo e UHF. TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON.Entrada de sinais do CLOCK. faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON. Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda. 5.Saída de sinal de FI.  Caso a TV for dotada de CI. 6.  Teste a trilha. VARICAP com sistema digital. 3= SCL . significa que o circuito chaveador de banda está bom. 4= VCC . retire este transistor e teste-o. . No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto.

( 5K ou mais ). ( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). o CI é de tecnologia digital. além das pistas normais de cobre. ex: 01010 ). Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. . que apresenta uma certa condutibilidade elétrica. o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock. Afinal. a qual é necessária para que o CI reconheça. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms". algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. existem as pistas de Carbono. O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI. ( uma palavra digital. Nesta placa. Para quem não sabe. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. por isso mesmo trabalha só com informação digital.CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada. deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta".

led IR ). existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms.gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI . no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo. 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ). 6. 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ). 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa. 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto.Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo. 2) Por outro lado à placa de circuito impresso.e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI. é bom dar uma olhada neste componente também. isto é sincronizado. por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda. é bom vê-lo também.1) Nesse conjunto ( transistor.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade .que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente. . Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente . inibe o sistema. vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . nas áreas de pressão das teclas. aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida.

e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. 8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. e vale também para oxidação ( ferrugem ). onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas. 13) Existe no PCI. pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. 12) Atenção ao suporte de pilhas que. ora dá. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas. alguns jumpers. é bom medi-los e trocá-los quando necessário. acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim. ora não. de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. também seria bom dar uma boa olhada neles. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. . 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. ( placa de circuito integrado ). pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. ( ligações entre pistas ). devem ser checados com cuidados. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ).7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. para poder dar manutenção com o controle remoto aberto. ( medir com aparelho capacímetro digital ).

porém com baixo som. Montar em uma placa de circuito impresso. O LED é comum e de cor vermelha. A bateria usada é de 9 volts comum. A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA. O LED receptor ( BP 109 ). O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado.Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção. “ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. . não é crítico. Lembre-se de que o cliente.

. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. temos o diagrama elétrico ( esquema ). de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional. aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção. Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando.O receptor não possui bom alcance. mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. Para evitar também o abre e fecha do controle.

antes de trocá-lo assim de imediato. Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. então vale a penas trocar estes contatos se necessário. Quando os contatos da manta já não estão bons. o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons). Seria melhor então colá-los não só com a cola própria. faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto.uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado. mas também com um pouco de super-bonder. Se você dispuser de um ohmimetro. Retire-a. porem.vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada. que normalmente se encaixa somente por pinos guias. não acha!!! Com relação à manta de borracha . . volume e canal ruins ). Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. Medições feitas com multímetro analógico ou digital. a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo. Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem. é muito mais técnico o trabalho e agradável. ( escala x1K ou 20K ). Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. é melhor fazer a troca da manta. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante. acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal.Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. Com relação à placa de circuito impresso . Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema. porque o usuário do controle. ( alguns K ohms. Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ).os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). ( ainda bem ). aconselho usar os dois métodos.

Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais. o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade. Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. Considerações finais sobre controle remoto.umedecido com água e álcool. pois. logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso. Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ).Utilizando um papel absorvente . Em casos mais raros. e assim não condenaremos o CI tão facilmente. Remonte cuidadosamente o conjunto. . Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital. o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível. ( conduz de um lado e não do outro ). ( que é ou será você ). quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ). esta na faixa de freqüência do infravermelho. O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono. porem sua medição será igual à de um diodo comum. deslize suavemente sobre as áreas de contato.

Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features.

) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #.3 ms.=33. você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #.024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms.Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel.1/30 sec.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33. mais rápido é o tempo de resposta. Quanto maior o #. . O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1. mais viva é a reprodução de imagem .

branco preto (1000) (1) Painel B max.216 cores 1cd/m2 Painel A max. max. maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #.536 cores 32bbpp=16. mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65. branco (500) max.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #.777. este item indica quando o display está todo branco .

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

localizado no painel frontal do aparelho.1. Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2). está acionado. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho. .

então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback. Para isolar o fotoacoplador. que está ligado na placa A3U. Inclusive. Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range. devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300. • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300. a tensão no pino 4 irá aumentar. b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B). • Confirmar a tensão de 16. Se as tensões estiverem normais. Para isto. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. On State • Confirmar a tensão de 1. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente.8 volts. Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas. . se a linha de feedback estiver aberto. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. Esta tensão deve permanecer constante. a tensão no pino 4 irá diminuir. Isto é. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300.1V no pino 2 do IC6300.1V. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. verificar o fusível F6000. Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. este pino deve ter aproximadamente 1. Em operação normal. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy. a freqüência irá aumentar muito.1V no pino 4 do IC6300. Caso não existir tensão no pino 5. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. Fazendo isso.

3V (reset) através do IC1001 .pino92.3V para 0V.15MHz (Clock do sistema).pino2 cai de 3. .3V através do FL1001. • Confirmar a tensão de 3. • Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16. • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.Confirmar a tensão de 3. a tensão no CN1007 .

medir através do JL1072. • Confirmar as tensões não reguladas de 15V. • Confirmar o nível DC de 2.pino3. 10.5 no CN6202.pino7.9V no CN6203 .5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17.Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 . 33V. Após o oscilador .

Fonte de Alimentação). 15V . 2. o microprocessador libera os sinais de Power2. Esta etapa faz-se necessária. • Confirmar os sinais de Power 2. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000. • Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel). 1. Esta tensão de 16.5V.2V – VC1. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V. indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16.2V – VC1. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17.2. Esta tensão de 16. o não reguladas 10. Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V. Esta etapa faz-se necessária. • Confirmar as tensões de saída: D5V. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER.5V. Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06.Item 5.9V no conector CN6203 – pino 3.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. 1. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER.5V. 17. existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: .da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17.2V) no conector CN9401 – pinos 41. PANEL 5V. 43 e 44. Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3. • Ao ligar o aparelho. Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 . 15V e 17.1.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V.5V. indica que existe algum problema no microprocessador. A9V.5V e 33V. o não reguladas 10.5V.

A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3. • Confirmar a tensão regulada de 17. DC ALERT 2 . DC ALERT 1.2.1V – DCALERT1.1.1V (Proteção de DCALERT1 acionada). a) Televisor não possui tensão de 3. .2.PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3.2V – DCALERT2. • Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2.5V através do CN6200/pinos1 a 5.

a) Televisor não possui tensão de 3.3.AU_15V . 2.2V (Proteção de DCALERT2 acionada). • Confirmar a tensão regulada de 10. • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U). DC ALERT 3 . b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V .5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U).IC8653.

2V – DCALERT3. verificar a fonte de alimentação.• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3.7V. . que não deve estar oscilando.7V (AU15V).2V (Proteção de DCALERT3 acionada). • Caso não encontrar a tensão de 15. • Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15. a) Televisor não possui tensão de 3.

Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.2.1V BackLight.4. .

5. Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2.6.5V no pino 1 do conector CN1003. Se não existir o sinal de Panel_Det. localizado na placa B. • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V). • Confirmar a tensão regulada de 17. Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V).a) Televisor não possui tensão de 3.3V (Placa A3U) – PAINEL DET. 2.8V (Placa A3U).1V. Tensão Anormal na Fonte de Alimentação . b) Televisor possui tensão de 3. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito. 2. . o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção.1V.

o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes.8V. Quando esta proteção é acionada. Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B.7. Este sensor composto pelo IC1007. que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007). • Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2.a) Televisor não possui tensão de 2. . que monitora a temperatura interna do aparelho.

KLV-S26A10T e KLV-S32A10T). Neste material. pois fazem parte do conjunto do painel LCD. Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo. . microprocessador.).5V). etc. Por isso. placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD.Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente. 2) Alimentação na placa inversora (17. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. 2. 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica. Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. Backlight e Dimmer). 3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. KLV-S23A10T. O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T.

3. devemos verificar: . Se a amplitude estiver muito baixa. Ajuste de Backlight normal).2. não indica a operação correta das lâmpadas. localizado na placa da fonte G2. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga. 3. Imagem em modo padrão. conforme item 3. 2) Sinal de Backlight de 3. 3. indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando. Para isto. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito. mas logo após o aparelho ligar. a lâmpada está com defeito. localizado na placa A3U. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente). Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. a corrente pula para 1. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17. Porém.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202.1V no conector CN8603.38A (Backlight acesso. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”).38A.2A. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga. indica que a placa inversora não está funcionando. permanecendo em 0. Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. Se o consumo de corrente não chegar aos 1.3.2A e o aparelho desligar em seguida. Devemos então.1. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. 3. Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0. Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela. Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando. o mesmo desliga e entra em modo de proteção.

localizado na placa da fonte G2. o aparelho desliga. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente.4. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho. conforme item 3. mas não existe sinal de vídeo. Se não existir tensão de Backlight. 3. localizado na placa A3U. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. . Neste caso. 2) Sinal de Backlight de 3. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”). Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. localizado na placa A3U. 4. o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa. Se faltar alimentação de 17. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada. verifique a linha de “Panel Detect”. localizado no coletor do transistor Q8616. verifique se o transistor Q8601 está cortado. Se a linha de comunicação estiver OK.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. verifique se os conectores estão soltos.1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Se ambas as alimentações estiverem corretas.1V). verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . Em seguida. Se estiverem OK. o defeito provavelmente está no painel LCD.5V.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Para isto. a lâmpada está com defeito. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”).1V no conector CN8603 – pino 5. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído. Se a amplitude estiver muito baixa. devemos verificar: 1) Alimentações de 17.

A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: . Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito.5. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito.

iii. 6. Se for encontrado este sintoma. Este sinal controla o nível de luminância do backlight.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. localizado na placa da fonte G2. será detectado determinada amplitude. Backlight – Em operação normal possui 3.3V no conector CN8603 – pino 4. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD. o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. a) Verificar as alimentações de 17. b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. localizado na placa A3U. ii. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. devemos verificar: . localizado na placa A3U. Se não existir tensão de Backlight. Panel Detect – Em operação normal possui 2. Se realmente a amplitude estiver muito baixa.1V). Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem. verifique se o transistor Q8601 está cortado. a placa inversora deve estar com problema.1V no conector CN8603 – pino 5.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo.

RC-. 11. mas não aparecerá imagem. porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V. RD. RB-. de preferência em Raster “Branco”. o mesmo apresentar áudio. localizado na placa A3U. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. RA+. 5. mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho.e RD+). confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1. 6.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B). RB+. Favor verificar: .1. RC+. mas estiver sem imagem. 7. 3. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. Sem vídeo. 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7.Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. 9. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: .2. 6. 17 e 19 (RA-. localizado na placa A3U. O aparelho funcionará normalmente.

.As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica.

No caso da tela das TVs. a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. etc – no entanto. mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela). O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar.Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT. Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. um padrão definido pela National Television . o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV. na verdade. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. Isto é. LCD. plasma.

com apenas 480 linhas de resolução. você tem uma definição padrão e uma alta definição. mas com tecnologias digitais tais como LCD. plasma e televisões de microdisplay. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. Portanto. e vice versa. completa e sem cintilação (flicker). O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA. ou varridas na tela. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). . conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p). A razão é simples: as telas ED são mais baratas. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva.080 linhas. Portanto. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. é mais comum medirmos a resolução em pixels. a tela terá 480 linhas na vertical. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. se existem 640 pixels dispostos verticalmente. Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela. criando uma imagem nítida. A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais.Systems Committee. A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. para sermos exatos. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. Como os pixels são organizados em um padrão de grade. a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). Da mesma forma. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1. a tela terá o número de linhas na horizontal.

Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas. Em geral. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos.080p. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. Por esta razão. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. 1. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. Em geral. e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma. No entanto. oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768. Na verdade. certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. LCD ou TVs de projeção microdisplay. 480p. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem. como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. Em termos práticos. etc. No entanto. as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções.080i. por exemplo) é muito difícil. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. Elas também tendem a ser menores e com mais .A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja. o número de pixels na horizontal também importa. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). TVs de LCD: Entre as TVs digitais.

Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. DLP ou LcoS. e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo.opções de resoluções. Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) . Assim como acontece com as TVs de LCD. Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing). tais como LCD. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. uma tecnologia criada pela Texas Instruments.

Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2. Uma análise final.07 milhões de pixels. O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony. No meio tempo.1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. . não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento.

proporcionando portabilidade. que é a placa principal do computador. onde grande parte dos módulos são conectados. a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador. a memória. cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa. os quais irão determinar as características mecânicas. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. Esses módulos são conectados através de placas. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível. expansibilidade e conectividade aos computadores. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. . elétricas e eletrônicas destes circuitos.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. os conectores de expansão e os circuitos de apoio. Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC.

Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe. há o slot ISA. . que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT. há slots específicos para cada padrão. Nas placas-mãe mais modernas.I. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe.em um slot ISA. MCA. ISA. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C. Como exemplo temos os slots MCA e PCI.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. PCI. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. Existem slots para os padrões: Pc-XT. Como exemplo. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. VLB. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma. EISA. (Circuito Integrado) de memória cache on board.Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe. assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA.

Este circuito é encontrado em placas-mãe. BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador. sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. cristais de clock que são componentes eletrônicos. . que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência.Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais. podem ser encontrados. Circuíto de Clock. em seus circuitos. placas de vídeo. porque esse programa fica gravado no C. Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador.I. Este C. É um programa contido em um circuito integrado. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. isto é. pertence à classe das memórias ROM. Por serem constituídos de cristal de quartzo. a freqüência é muito precisa.I. mesmo sem alimentação. HD e etc. placas controladoras.

desligado. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”).O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware. Ao ligar o computador. impossibilitando o seu funcionamento. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware). de memória RAM.I. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. principalmente da placa-mãe. Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. localizado próximo ao C. Caso o autoteste não identifique nenhum erro. é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. principalmente nas placas-mãe. A tecnologia mais utilizada é a EPROM.I. do BIOS. se for pressionada a tecla “DEL”. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware. as variáveis do SETUP (condições de ligado. isto é. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP.I. através do usuário. da BIOS e da . O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada. As alterações realizadas no SETUP. mas com o advento dos PCs modernos. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado. também existem outros dois códigos de programa. são armazenadas em um C. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. normal. que são atribuídas aos itens do SETUP. fast e auto). então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes. são armazenadas em um circuito independente do C. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente.

quando o computador for desligado. Para evitar esse processo. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM. no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. devido ao seu tamanho reduzido. Atualmente. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. que é volátil. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. ao se desligar o computador. constituídas de metais leves como o alumínio. estando uma sobreposta a outra. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação.I. maior será a sua capacidade de armazenamento. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria. de memória RAM. . Existem mídias de diversos tamanhos. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. sem haver contato entre elas. Por ser armazenada em C. seria necessário configurar o SETUP. toda a configuração seria perdida. Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. o mais adotado é o de 3 ½”. sendo conseqüentemente. Ao ligá-lo novamente. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado.memória RAM principal do computador.

Durante a leitura. Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação.THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. Comparando novamente com os discos em vinil. razão porque. o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação. o processo se inverte. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia. estas cabeças seriam a agulha do toca disco. com capacidade de 2 a 4 gigas. tais como: no disco rígido. os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido. o que ocorre durante a gravação. MONTAGEM DO PC . mas existem diferenças.

paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel. por exemplo. Não é para qualquer um. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. Nessa faixa. exatamente do jeito que você quer.1 e rede Gigabit . na hora de construir um PC. HD. com 128 MB de memória. é algo que não tem preço. Às vezes. por exemplo. tempo livre. Exige domínio de hardware. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento. em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois.Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte. Pentium 4 de 3 GHz.4 GHz. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. por exemplo. boas escolhas seriam. é detonar no processador. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2. É uma grande diversão. disposição para procurar os componentes certos. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5. Não cola. resista! A pedida é procurar. Hoje. Pior: comprar coisas incompatíveis. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. Nas lojas. para impressionar o público leigo. não se gasta demais no chip. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. A primeira tentação. sem a configuração definida. memória.

Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada. Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. de preferência ambos com 7 200 rpm. por exemplo. Há muita marca boa por aí. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. MSI e Abit. Para isso. Os contatos ficam mais acessíveis. Kingston. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). com preços razoáveis. removendo seus parafusos traseiros. A seguir. . Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. Corsair. Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2. Quando se fala em placa de vídeo. Infineon. NEC. Depois. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe.0. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. encaixe o conector de reset. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. que pode danificar um dos componentes do computador. abra o gabinete.Ethernet) que podem dispensar outras compras. No capítulo HD.. Depois. Em memória. já está na hora depensar em dois discos rígidos.

o alto-falante miniatura do gabinete. Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual. para que eles funcionem. o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. com o fio vermelho do alto-falante. faça a correspondência do pino positivo. Para osicionar o PC Speaker. Basta conectar novamente. provavelmente. Ground. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito. É preciso plugar oito pinos individualmente. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . na posição correta. Para posicionar o PC Speaker. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard. montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. -D. USB Conectar as placa-mãe é. de marcado no manual da placa-mãe. conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. Tanto para o led de força quanto para o de HD. +D e +5V).LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. o alto-falante miniatura do gabinete. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. faça a correspondência do pino positivo. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. demarcado no manual da placa-mãe. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. com o fio vermelho do alto-falante. Encaixe ambos.

então. Para isso. Depois. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. comprados in a box. o canto equivalente. no soquete. o conector do ventilador. SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas. Ele está ao lado das guias para o cooler. encaixando-a em sua trava. destrave o soquete do chip. pressione levemente a alavanca a seu lado. observando sua saliência que indica a forma de conexão. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. Localize. na placa-mãe. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda. isto é. o encaixe de três pinos para esse fim. com menos contatos. plugue sua fonte de força. no mesmo pacote. Coloque. VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. Esse canto serve como referência para a instalação do chip. localize. Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos.com defeito. vamos instalar o processador e seu cooler. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). Para isso. Como .

A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . devemos abrir as travas. com um pouco de força. segurando-o pelas pontas. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo. pressionando o cooler contra o processador. Primeiro. e colocar no slot. Repita a operação. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. Note que só existe um jeito de encaixar a memória.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul. puxando-as para fora. Finalmente. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. Depois. mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória.

LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela. mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la). tente mover a placa-mãe. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. São dois conectores: um maior. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. e outro menor. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. entre outras. Se não estiverem. com quatro. perto do soquete do processador. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. apertando-os o suficiente para prender a placa. com 20 pinos. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. Depois. HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. como placa de som. Cuidado para não forçar muito os conectores. No caso do nosso Solid. é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete. . Antes de começar a encaixar esses suportes. remova a existente no gabinete. Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. jogando-a fora. portas paralela e serial. Para instalá-los. Para instalar essa plaquinha. são quadrados plásticos.atenção especial com os parafusos. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe.

o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante. . o que facilita a instalação. Note que. pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. No desenho. passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave). Depois. é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. preto. só há uma maneira de encaixálo. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). devido a uma protuberância plástica no meio do conector. como não há a protuberância. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido.A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. e o de CD. O conector de HD. mas. por exemplo. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. Fazer isso é bem fácil. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). é azul. Depois disso. Plugue-a na placa-mãe.

conecte os cabos de força do gabinete nos HDs. Eles são . Identificá-los é fácil. cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete).HDS NA GAVETA Posicione. CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. a seguir. Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim. Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete. O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave. que deve ser casado com o equivalente no conector.

empurre a tampa por dentro do gabinete. de forma que ele fique bem preso ao drive. e partem da fonte do gabinete. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. O encaixe dos conectores de força é intuitivo. é hora de conectar os cabos de dados e força. empurrando-o para trás. É só isso. devido ao formato do conector do cabo de força. Por isso. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta. Será preciso reservar um conector para cada drive. Para fazer essa operação. Assim. GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). o cabo de dados do CD tem uma . Coloque. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips. soltando-a. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid.brancos. então. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. Os HDs estão prontos para o funcionamento. Como nos HDs. Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos. Ele só pode ser colocado na posição correta. com quatro orifícios em cada um. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector.

ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. libera-se um espaço externo do gabinete. Depois de alguns movimentos. mova-a para cima e para baixo várias vezes. É o único componente que vai num slot AGP. é hora de instalar a placa de vídeo. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. Veja como fazer essa operação. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada. fácil. Ali ficarão os conectores da placa. pegue um parafuso e use-o. Depois. caso o serviço de internet saia do ar. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. para enviar faxes ou servir de reserva. que receberá a placa de vídeo. . pressione a trava para baixo. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. Em seguida. Para isso. fazendo com que o slot fique completamente livre. ela se desprende totalmente. Com isso. mesmo para quem tem banda larga. Quando uma das pontas da tampa se soltar. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. com a chave Philips. Um modem de 56K é sempre útil. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. libere a trava do slot AGP.

mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem. CAIXAS DE SOM Finalmente.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. . TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe. parafusando seu conector com os dedos. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem. Depois empurre. com a chave Philips. teclado. Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo.

que também é utilizada para sair do menu principal. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). basta pressionar Enter. principalmente nos acessos à memória DRAM. Para selecionar um menu. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot. No Setup. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem. utiliza-se a tecla Esc.CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. Para sair de um menu e retornar ao principal. atribuição de IRQ e de slots PCI. utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. CTRL+F2. etc. Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. Já nos computadores de marca é muito variável. isto é. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup. para acessar os menus. Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo. alguns aceitam o F2. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. para realizar algum “ajuste fino”. Para gravar a configuração realizada. neste caso evitando . F10. senão elas serão perdidas. isto é. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. mas cuidado. sair do menu principal significa sair do setup. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup. Nos computadores PC ditos genéricos. os que “não têm marca”. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. deve-se gravar estas alterações antes de sair. Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador.

dependendo do Setup. O mais usual é a opção “All error”. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post. são utilizados os drives de 1. a qual permitirá a configuração automática dos discos. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. isto é. que. Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B. que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. sendo que esta proteção é limitada somente à . Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos. Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. Nesta opção será inserido o número de cilindros. Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. de cabeças e de setores dos discos rígidos.44 MB e 3 ½”. o que está na extremidade do cabo flat. caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador.que alguém utilize o computador). que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Time – Permite a configuração da hora atual. Desta forma. Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. o que está no conector central cabo flat. esta opção deverá estar desligada. o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE. Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive. isto é. Atualmente. Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup.

Estando ativa. esta opção deverá ser desativada. Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. devido ao uso deste recurso. devido ao uso deste recurso. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. nesta opção. o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. senão. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot.A. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. antes que a falha realmente aconteça.monitoração da área de Boot do disco rígido. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. Estando ativa. devido à . evitando que haja qualquer gravação neste local. 1 st Boot Device. se não. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro. Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. opte por “high”. desabilite esta opção. Em situação normal. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. “low”. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. Por exemplo: “A. deve-se deixar desativado. que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional. segundo. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. 3 rd Boot Device. 2 nd Boot Device. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. isto é.M. S. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional. só que com mais recursos. Caso o computador não utilize periférico PS/2. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. a performance do computador será elevada. Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. a performance do computador será elevada. é possível deixá-la desabilitada. Quick Power On Self Test – Estando ativa. C”. Se o computador estiver com periféricos recentes. é possível deixá-la desabilitada.T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. ele procurará no disco rígido. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas.R. caso não haja sistema operacional.

antes de iniciar a repetição do caractere. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. o acesso será mais rápido do que na ROM. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas. Chipset Features Setup . Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. Deve-se ativar. XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”). Mantendo desativado. que é o caso do Bios. o acesso será mais rápido do que na ROM. Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. o sistema ganhará mais um IRQ livre. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. desative esta opção. caso seja utilizado algum periférico USB. quando a mesma tecla for mantida pressionada. que deve portanto ser ativado. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. se eles estiverem na DRAM. USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus). Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada.utilização de periféricos muito antigos. Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. se eles estiverem na DRAM. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. o que é pouco usual. que é o caso do Bios.

A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. 8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Podendo optar por “fast” ou “fastest”. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. pois será a mais rápida. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Power Management Setup . mais rápido serão os acessos à memória. aumentará a performance do computador. aumentará a performance do computador. podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. poderá causar travamentos. Estando ativada. Quanto menor. Opte pela mais rápida. Quanto menor. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. o que elevará a performance do computador. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. em contra partida perde-se em desempenho. sendo este último o mais rápido. aumentará a performance do computador. que será realizada pelo próprio Bios. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. Estando ativada. deve-se escolher a que tiver os menores valores. opte por 1/4. mais rápido serão os acessos à memória. Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2. do barramento PCI para o barramento ISA. Estando ativada. do barramento PCI para o barramento ISA. Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas.

Nesta parte da configuração. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. para não provocar conflitos com os dispositivos. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. Portanto. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. exceto a CPU. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. o monitor e o disco rígido serão desenergizados. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. onde o usuário irá definir. através de seus IRQs. em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. todos os dispositivos do computador. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. o que não é aconselhável. Portanto. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. serão desenergizados. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. a CPU entrará em modo de economia. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. bastando optar por “Auto”. ou então “Manual”. o que proporciona maior economia de energia. caso o computador fique sem atividade. isto é. deve-se optar por “Yes”. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia. Integrated Peripherals . Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. deve-se alterar o menor número de opções possível. Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI.

Podendo ser o “SPP”. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum.IDE Primary Master PIO. Se for utilizar apenas a controladora on board. “EPP” e o “ECP”. pois o CD é preciso carregar para aparecer. Deixando inativa. Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. sendo este último o mais rápido. Deixando inativa. que geralmente é “378”. lembrando que é fácil instalar. Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. Opte por “Auto”. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. que geralmente é a porta do mouse. deve-se optar por “disabled”. esta opção deverá ficar ativa. Siga corretamente todos os passos. Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. mantenha esta opção desativada. Se estiver utilizando um modem interno. como um modem externo. A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). Deve-se deixar ativa. O padrão é optar por “COM 2”. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. logo em seguida aperte a . O padrão é optar por “COM 1”. desde que o modo de operação seja o ECP. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. espere um pouco. IDE Primary Slave PIO. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. Deve-se deixar ativa. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. em seguida coloque o CD em seu computador.

A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. ____________________. 2. Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem.html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador. Para completar a formatação. Bloco AC: 1. ____________________. e aperte a tecla ESC. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível. Clique no link que aparece na pagina. e quando chegar terá duas opções de formatar. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP. Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7. Bloco DC: 1. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE.cantim. 3. programas). O seu antecessor. Veja no filme. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX. pois os temas podem ser colocados no Xp. exclua a repartição e em seguida formate. _________________________________________________. Acesse http://www. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. você terá que esperar aparecer que esta concluída. 2. _________________________________________________. Windows Vista. baixe o programa e mude o tema. O computador sozinho não realizaria nada. ____________________. Bloco Chaveador (regulador): .tecla F8 para continuar.

4. 2.1. Alicate de bico e corte. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. Oscilador: _________________. _________________________________________________. O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. Sugador de solda. Ferro de solda. _________________________________________________. _________________. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. Jogo de chaves. analógico ou digital. Bloco 1. Circuito serial. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________. interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. _________________________________________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte. 3. 3. _________________________________________________. 2. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . tomada. _________________.

3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. a mesma está em condições de uso. veja no filme o procedimento correto e escreva. Com a fonte ligada no circuito serial. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. Faça o teste na escala X1 do multímetro. No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. __ __________________________________________________________ . siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. 2. 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. _________________ __________________________________________________________ . • _______________________. Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________.1. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso. • _________________________________. Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. . ______________ __________________________________________________________ . Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. _________ __________________________________________________________.

veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida. capacitores eletrolíticos. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. o defeito está no circuito oscilador. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. Para testar o transformador de pulsos e os diodos. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. Trabalhando no circuito oscilador.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. os seus furos possuem formatos diferentes. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. Veja no filme estas dicas e escreva. testa os componentes que estão ligados ao CI. . Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. que deve ser ligado na placa da CPU. deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral. Se os componentes de polarização estiverem bons. veja na aula do DVD ROM e escreva. cerâmicas e diodos bloqueadores. Estando tudo OK. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte.

____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. . Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. ___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores. ____________________________________________________ 3. é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos. Abordaremos esses aspectos a seguir.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador. Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. 2. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. esperando receber uma programação. veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1. Excel. Com a intensidade _________________________ . ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1. e outros. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas.

Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. A memória RAM possui uma capacidade muito pequena. Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. em geral apenas 64 bytes. minutos.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido . segundos. mesmo quando o computador está desligado. meses e anos. o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas.• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente. dias.

depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. é usado um programa conhecido como CMOS Setup. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior.•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. ser combinados de várias formas. para executar o CMOS Setup. Para realizar esta programação. e durante a contagem de memória. Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU. devemos realizar um boot. Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU. Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup. Em geral. . ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente). o programa CMOS Setup entra em execução.

Em geral. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus).Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . e sim. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU. Este é um ponto muito importante. as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. e também é usado internamente nessas placas. começou a cair em desuso. PCI). Vejamos em que constitui cada um deles. Cada um desses barramentos possui sinais de dados. Possui características herdadas do IBM PC AT. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores. Em 1995. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI. já no início dos anos 90. essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. Do ponto de vista do usuário. na versão de 8 bits. timers e diversos outros circuitos. fabricadas em 1993 e 1994.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI . caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. o que não era permitido pelo barramento ISA. dando lugar ao barramento PCI. controladores de interrupção. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: . por exemplo: •Barramento local . Para resolver este problema. endereços e controle. Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. como a interface de teclado. chegando à versão de 16 bits. Entretanto.Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. e mesmo nas de 386. usado nas placas de CPU Pentium.Podemos citar. conhecidos como "Slots ISA". A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB. Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486. no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits. que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes.Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB .

usado em placas de CPU Pentium II.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI. com exceção do modelo de 75 MHz. temos 120 MB/s. que é o Pentium-75. equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. o barramento PCI pode operar com 25. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s. Por exemplo. usado em placas de CPU Pentium. Observe que todas as versões do Pentium. Isto significa que. 30. já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. . suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. 33 MHz ou mais. isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32). Com o barramento PCI operando a 30 MHz. e aproveitado para o Pentium II). um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100. responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM. porém muito mais versátil. com exceção das primeiras a serem lançadas. Além de integrar o chipset i440LX. a Intel criou também um novo barramento. no qual o clock PCI é de 25 MHz. controladores de DMA e de interrupções. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). 6) Chipset Muito importantes são esses chips. Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. este chip também faz parte do chipset i430TX. Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. tão veloz quanto o VLB. em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. circuitos que formam as interfaces IDE. e no "lanterninha". As primeiras dessas placas. temos 100 MB/s. controle dos barramentos ISA e PCI. etc.

Com as pontas dos dedos. use o multímetro na menor escala de resistência. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa. Verifique se os Cis estão aquecendo. Os CIs que mais aquecem são: o processador. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. teste os resistores e bobinas na placa mãe. Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. • Teste os reguladores tensão que há na placa. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. Qualquer resistor de baixo valor. Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe. veja no filme. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. 2. modem. bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. . Veja no filme. chipset. os CIs que estão na placa de vídeo. Entre várias de suas funções. encoste levemente nos circuitos integrados. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos.O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. OBS. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. Roteiro de teste: 1. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. a técnica de conserto é fazer um pente fino. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte. placa de som e no HD. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente.

mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board). mas sim a imagem como um todo. o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. Ao analisar um padrão de vídeo. modem.3. Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. unidade de disquete. desde o numero de pixels até o número de cores. 4. memórias. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe. unidade de CD e cabos). devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe. . Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe. som. Retire todas as placas (vídeo. Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura. c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. dependendo do tamanho da memória de vídeo. ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. 5. e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. HD. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico).

28 de polegada. MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 . Para os monitores comuns os valores são 0.Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível.26 e 0.

360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. Isso quer dizer que. temos de diminuir a outra. assim como aumentar o número de cores.Observe como evoluiu o número de cores e a resolução. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere. Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária. Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. . para aumentar uma.

Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente. no caso dos monitores de vídeo. Por exemplo.A maior quantidade de cores. a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC. denominado super VGA ou SVGA. existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal.. é conseguida com a menor resolução em cada caso. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. Assim. portanto. em 1987. é a necessidade de se chegar a uma padronização. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes. O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical.Cada padrão. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade. mas de características diferentes no mercado. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. Conforme veremos nos itens seguintes. portanto.

ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia. maior deve ser a memória de vídeo necessária. que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA. Assim. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. entretanto. A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores. Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo. teve um limite para a capacidade de resolução. Quanto maior for o número de cores. O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores. para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x .Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela. uma resolução pequena não é admissível.Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso.

entretanto. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo. Ocorre. que para os diversos padrões de vídeo. Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo. mas sim na própria . exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo.3 Mbytes. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada. Neste caso. o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores. Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor.33. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem.1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. Quanto maior o número de cores. TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade.

que devem ser ajustados para uma operação correta. Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam. ao ser tocado num lado. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. e no outro faz com que diminua. faz com que a tela aumente. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. Por exemplo. um controle de tamanho de tela. podendo ser causa de problemas de funcionamento. Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. Acompanhando as explicações no vídeo. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. que devem ser ajustados para uma operação correta. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . Os controles digitais são os que usam teclas.

__________________________________________________________ _________________________________________________________. HD (Hard Disk). A resistência ôhmica deve ser Zero. As bobinas têm a aparência de resistor SMD. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. faça isso usando um solda fina. veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. monitor não arma ao ligar o micro. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha. use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima. É um disco de alta capacidade. Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa. O primeiro passo a tomar é: 1. e alimentado por um dos conectores da fonte. caso contrário a mesma está aberta. aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. Para lubrificar os contatos do Slot. Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. cabeças. Veja se na placa há bobinas. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido. Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). setores e trilhas. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes. Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. Disco rígido Trilhas Cabeça Setores .

MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE.TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. • CABLE MODEM. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo. • ASDL. • Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. . • MODEM ISDN. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. • Modem externo que é conectado à porta serial do micro. O Modem foi criado em 1960 pela AT&T. • HISTORICO. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe. MODEMS CONVENCIONAIS. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores.

34 – Transmissão entre 19.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps. Ser imune interferências.200 a 2400 bps. Vídeo conferencia em tempo real. Acesso acima 128 Kb com a Internet. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado . Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade.400 bps. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB. V. Ela é do tipo 2B+B. criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados. V. Nos fios da linha telefônica atual. pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos. V. Alta velocidade na conexão.32 – Utiliza em transmissão de 9.600 a 14.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps. 2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo. V.600. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas.200 33.22 – Utiliza transmissão de 1. A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria.

FUNCIONAMENTO DO ASDL. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. Vantagens do uso da tecnologia ASDL . FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha. qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps. 4 – TECNOLOGIA ASDL.pelo usuário. APLICAÇÕES: Vídeo conferencia. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. . escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados.

PLACA DE SOM – A Placa de som. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco.( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. indicando sinal fora de foco. REF. a saída será nula. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. B+D terá um nível maior. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). que colocará em funcionamento o drive. ) Quando o disco está muito perto da cabeça. se as entradas forem diferentes. Porém. a saída terá nível alto. Acompanhando as explicações no vídeo. quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Tudo o que é ligado a som. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. Caixas de som e a Placa de som). através dos quatro fotodiodos. PICK-UP AMP LPF . O pick-up. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. (A+C . corrigir o foco sobre a pista do disco. Ao contrário. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador. possibilita a execução de som no computador. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. passa por esta placa. DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. Se as entradas forem iguais. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco.

a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. PLL REF. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). EFM LPF . Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). Veja esquema abaixo. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. conforme vemos no esquema abaixo. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). temos dois outros detectores. No pick-up. de trilhagem. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais.Este servo é dependente do servo tracking. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro.Servo Tracking: O servo tracking. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. compensando alguma diferença de polarização. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. enviando esta informação ao servo.

fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça.SPINDLE DEMOD. Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos. Veja no filme mais detalhes. Como __________________________________________________________. se nada resolver substituir a unidade óptica. Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). verificar conectores.veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________.veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: . resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte . Como __________________________________________________________.

Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som. Cabos flats . Word etc. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Programas como. Dicas: __________________________________________________________________. Como __________________________________________________________. Como resolver: __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dicas: __________________________________________________________________. resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona . Como __________________________________________________________. Removendo a senha do SETUP . .Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . IMPRESSORAS Controladores de impressora. Como __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. travam. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dica: ___________________________________________________________________. Windows.

você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. de filas de cópia melhoradas. A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. Regularmente. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. as impressoras têm microplaquetas de memória e. Ao imprimir um original em uma aplicação. ou com descarregar na linha. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. e incluem no pacote Windows pelo conforto. as fontes e os commandos. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. como o PDL que se usa. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). não nas aplicações individuais.Como com muitos periféricos. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos. regulando. embora pareçam ser parte da aplicação. Em todas as versões de Windows. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. Como os PCes. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem . não pon Microsoft. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor.

e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. requererão mais memória. Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. geralmente podem imprimir no fundo.ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação . mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto. Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas. como Windows 9x. reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. podem manter ao búfer muito menor. retornando a sua operação normal. Os multitasks dos sistemas operandose.

..... Relacione os diodos bloqueadores .. Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector................ com diferença em alguns componentes...................................... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um.. Relacione os diodos retificadores ............... verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms... ........... Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal........ → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa...A fonte de alimentação da impressora jato de tinta................ Escreva endereço do trimpot....................................... tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial................. Relacione os CIs da fonte........ Escreva o endereço do fotoacoplador ............ Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial................................. Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos........... Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte............................................ Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes............... Teste o foto acoplador no local ........................................... Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra................................... na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs........... use o multímetro analógico ou digital)............. restam apenas os terminais de tensão alta e baixa.. Escreva seu endereço ...................... ou vem como SMD (micro transistor).................. Relacione os transistores da fonte:...............................

referência do CI e sua função. Escreva no seu caderno o número do pino CI. 20 Volts. coloque nos terminais do processador um a um.00 que é o preço de uma cabeça nova. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. 5 Volts. DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão. 6 Volts. 32 Volts e etc. 4 Volts. Tensão Baixa. endereço do CI. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico. 24 Volts. significa que este é o pino +B (tensão baixa). veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa. no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms.   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector. no capacitor deverá marcar no máximo 10V. . Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts.   Multímetro analógico ou digital. 18 Volts.• • Tensão Alta. A outra ponta de prova . Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa . Use este mesmo procedimento para todos os CIs. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal.

Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. quando você consegue compra-lo. uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. com isso. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça.. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. A tinta se solidifica e tapa o buraco. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. qualquer coisa elas entopem. quando re-introduzido na impressora. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. Para quem não conhece. E não desentopem sozinhas. mas não de baixo para cima. Depois. para poder retirar a trava rotativa branca. que tem de ser deslizada para fora. que é o que segura o eixo.. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e. a tinta não sai. desmonte a impressora. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e. Retirando o eixo fora (com Cuidado). você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. é uma mangueira feita de silicone. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. extremamente flexível. Por melhores que elas sejam. você vai ter de retirar duas travas. Por mais que você force. lembre de anotar a sua posição EXATA. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça. É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson. É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. que cai no papel. Ou você troca a cabeça. Se não existisse esse vácuo. Com a cabeça de impressão na mão.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. Retirando a tampa. Quase todas elas são iguais para desmontar.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir. você pode retirar o carro de impressão inteiro. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça. \Pronto.

Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes. Note que se você tiver. E dá trabalho. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil. mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. vai o que está mais à mão. O suprimento alternativo pode até ser mais barato. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. Depois do banho. Caso algum fura esteja obstruído. para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade.baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. remonte calmamente a impressora. Imagine as cabeças de impressão como um funil. vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. . Você vai encher a seringa de álcool. Com isto a sucção feita pela seringa. podendo danificar o mecanismo). sem faltar nenhum. e cobrar o justo valor ao seu cliente. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma. Depois de montada a impressora. Todos os furos desentupidos. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos. A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. custa R$150. mas como somos “em desenvolvimento” . Se todos os jatos estiverem funcionando. Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças. As matriciais já eram assim. sejam eles originais ou não. mas procure PUXAR o álcool por baixo. não tente injetar álcool por baixo. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). Se você observar em baixo. é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. Note que não adianta tentar empurrar para cima. Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água. Afinal. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. vai entupir a cabeça mais ainda. você pode carimbar a impressora com o selo OK. vamos para a parte complicada.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI.CI ou U.120 etc. Localize o fusível seguindo o cabo de força. Escreva o endereço do fusível _____________. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________.Pegue um monitor. eles tem a letra inicial R. Eles começam com a letra D. se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima. Relacione os endereços dos diodos. Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. Relacione os endereços dos capacitores. Eles começam com a letra Q OU TS. _____________ ______________ _____________ . todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 . D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores. __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE. Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados). Primeiramente comece com os resistores.). Eles começam com a letra C. Eles começam com a letra IC . ___________ ____________ _____________. R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________.

Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra. eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI. . Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. Endereço do PTC ___________. As trilhas que estão ligadas a este conector. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. faz ligação com o PTC. ele começa com a letra R (componente resistivo térmico). PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA.Escreva o endereço do PTC. B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado.

(este teste pode ser feito com o CI no local. deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons. . quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)). Verificar se o regulador está sem fuga. Testar o resistor de alimentação do CI. quando ele abre a tensão é interrompida) .Fusível (queimado) .Teste com o multímetro na escala X1.Teste com o multímetro na escala de X1.47R a 10R. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet). veja aula prática pela internet). Ponte retificadora (aberta) . Teste o diodo zener que está próximo ao CI. (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0.Teste com o multímetro na escala de X1.Teste com o multímetro na escala X10. Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora. Regulador de Tensão (aberto) . (este resistor tem valores entre 100K a 680K. Chave liga-desliga (aberta) . (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste. é aconselhável testar o resistor fora da placa). (este Zener estabiliza a tensão do CI.Teste com o multímetro na escala X1.

POSITOR em curto. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. 3. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R. 4. 6. o teste não é de confiança. (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF. Bobina desmagnetizadora em curto. Por fim substitua o CI oscilador. 1. Mesmo se testarmos estes capacitores. 5. . Ponte retificadora em curto. Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor.Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. Filtro em curto Regulador de tensão em curto. 2. pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar).

siga as mesmas técnicas da fonte. A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical. 3. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. próximo ao fly-back. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. separando as peças pelo grupo de endereçamento. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. . O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). O multímetro deve está na escala de X1. e o transistor saída horizontal. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”.O teste pode ser feito no local. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. veja a figura abaixo: Fly-back 4. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador. de modo que cada linha comece no instante certo. Localize o fly-back. observe o diagrama acima. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. O sincronismo é gerado no próprio computador. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. a resistência ôhmica varia de 2R a 10R.

LED frontal aceso. D406 – C409 – R401 etc. Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. T. ______________________________________________. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). S. ou seja. O outro terminal do . ______________________________________________. ______________________________________________. portando os componentes do circuito Horizontal será. o multímetro registra um curto. ______________________________________________. e seu Emissor a terra. C.Transistor saída horizontal 5. Ex. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. significa que o grupo do Horizontal é 400. Veja o endereço do transistor Horizontal. OBS. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. D. Ao testar o transistor saída horizontal no local. ______________________________________________. Q. o ponteiro irá deslocar até o zero. ______________________________________________. R.

(solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). Veja se há solda fria. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive.transformador também está ligado a terra. Resistor de alimentação aberto. Transformador Drive. A tensão sai da fonte. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. Veja ilustração abaixo.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. ele é usado nos monitores mais novos. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. passa por este MOSFET. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. • CI oscilador Horizontal em curto. • • Transistor Drive em curto ou aberto. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. O resistor de alimentação está suspenso na placa. veja o esquema acima. em curto ou aberto. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor.  É aconselhável testar este transistor fora da placa.  Siga a base do transistor Drive. . resistores e diodos. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal).

O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. observando que a escala do multímetro deve está em X1.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal. .

Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. é aconselhável medir o resistor. ATENÇÃO. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. Entrada de tensão no MOSFET. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET. Os principais pontos de medidas de tensões são: 1. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. Não coloque capacitor com valor diferente. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. Antes verifique os ajustes frontais. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Substituir Fly-back. . Substituir CI. Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra).

Trilha rompida. Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. veja o esquema acima.MOSFET + + B B + B 2. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. solda fria. . Coletor do transistor saída horizontal. medir resistor que alimenta o transformador Drive. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. Coletor do transistor Drive. O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. 3. ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. esta é a tensão principal de alimentação do CI. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. verificar se o MOSFET está aberto. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V. Não havendo tensão no coletor. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior.

Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. Obs. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical.O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. contudo. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. . TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. RV. • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Vertical e Freq Vert. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio.  Seguindo os fios da sessão vertical. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. Lin Vert. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots.

Resistor de alimentação aberto. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. VR ______________________________________________. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. C __________________________________. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. Bobina YOKE aberta.CI __________. R _______________________________________________. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. . Solda fria. a linha abre no sentido vertical. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. Note que a linha está no sentido horizontal. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. capacitor eletrolítico. Diodo em curto. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. D _______________________________________________. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante).

• • • . FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR.• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. CI de saída vertical. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. CI de identificação (circuito detector de sistema. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala.  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. visto que. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor. estágio que será estudado mais adiante). ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável.

vermelho 4. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo. valores de 4. entre 12V a 24V. 0. MEDIDAS DE TENSÕES. Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico. • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. 3. aproximadamente. Estes sinais têm amplitude de. verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte. Coloque a ponta de prova preta no terra. aproximadamente. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul). a p.7 V.P.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”).verde 5.azul .7mF a 47mF.

Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador. . Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador. ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio. veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência. Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador.

veja esquema abaixo: Resistor de polarização.Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. • O cinescópio. Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto. . Linhas de retraço sem imagem. teste-o fora da placa. que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). Flyback. • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor. Vamos analisar primeiramente a polarização. Verifique se há solda fria ou trilha partida. recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores.

Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. veja figura a seguir: . Ausência de uma das cores. falta vermelho. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado. _______ _____________. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. EX. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. Faça o ajuste de Zero. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto. verifique também este diodo.• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal.

cada terminal ou seja cada fio. pode-se testar os transistores RGB no local. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B.• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. Teste também os diodos e resistores. Veja figura abaixo: . Com o multímetro analógico na escala de X10. um para o foco e outro para SCREEN. Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas. isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. Verificar se algum deles está em curto ou aberto. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms). • No flyback há dois controles.

Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor. Os pinos 1.FOCO. sem nitidez. • • • SCREEN. Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 . Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura. Quando a imagem está desfocada. acontecendo isto deixe o melhor ajuste. faça o teste com outro cinescópio.Este é igual ao do monitor convencional.2 e 3 recebem os sinais . Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. ou seja. Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco.

Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI. O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD.É um conector com vias de 0 ou 1.2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. Sem o clock os CIs digitais não funcionam.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler. Clock . o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD. A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo. desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. CI Scaler . Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15. LVDS . Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD. É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. Display LCD . contraste. CI Micro (ou simplesmente MICRO) . Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS.Converte os sinais vindos do scaler em imagens. Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display.Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar. O CI scaler é controlado pelo micro. Neste processo há perdas no sinal de vídeo. ao contrário do convencional que é analógico. Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI. Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa. porém sem imagem.É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo. Lembrando que o monitor LCD é digital. É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. etc. A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa . A eeprom armazena os dados de controle do monitor.Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão . Conector DVI .

Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira.7 V para alimentar o scaler e o micro.escolhida dentro do sistema operacional. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos. Após basta retirar a tampa.3 e/ou 1. e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter.Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor. No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT. Fonte de alimentação .Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display. Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": . Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3. É controlada pelo micro. Fonte inverter . Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando. Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor.

Este é a placa da fonte inverter. Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor. Esta é a placa da fonte. Está é a placa principal. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector. Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display. Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor.Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes. o transformador chopper. São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos. A seguir temos o fusível. a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal.

O choque na alta tensão não é fatal. O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz. mas dói bastante. Às vezes há dois trafos. Os mosfets são controlados por um CI oscilador. Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada.Localizamos um transformador grande no meio da placa. A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. Tal tensão vai acender a lâmpada. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado. sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas).

Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela. micro e display LCD. Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle. De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD. TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. Os reguladores fornecem +B de 3. Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: . Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado. Próximo ao scaler temos o cristal de clock.3 e 2. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro. CI mosfet . O maior deles é o scaler e o menor é o micro.5 V para alimentação do scaler.

Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas. outro verde (G) e outro azul (B).Importante: O display de LCD é um módulo só. Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel . um vermelho (R). mais divisões ela deve ter.000 pixels. vidro quebrado.440.000 divisões nesta tela. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1. portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar. o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido. Cada pixel é formado por 3 subpixels.296 divisões.000 transistores destes montados no vidro.432 pixels e 2. TFT . Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido. então dá um total de 1. Veja abaixo a estrutura básica: . CI ou lâmpada queimada. pixel morto. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado). A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels."Thin Film Transistor" . possui 786. queimavam o filamento ou entravam em curto. Conforme explicado. assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam. Como cada pixel tem 3 cores. ele deve ser trocado inteiro.Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro. Daí ela é formada por 480. Quanto maior a resolução da tela. Cada transistor deste chama-se TFT.359.440.É a menor parte que forma a imagem. tais como manchas.

ele pode apresentar 256 níveis de brilho. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão). Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado. Como cada pixel tem três cores. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. Para cada imagem formada no painel LCD. Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez. aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem. Se todos os bits forem 1.216 cores. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. .777. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16. o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. mais de 16 milhões de cores. vermelho ou azul bem claro na frente da tela. Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1". ou seja. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão). o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. este aparecendo verde. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1.

Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada. Veja a estrutura na figura abaixo: . No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas. através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. sua direção é alterada. Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro.Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção. Polarizador . Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas. Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido. aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . mas não tão próximas como nos sólidos.

as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. Assim o display fica claro.Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. Assim o display fica escuro. assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight"). o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado. a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display. Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display. Quando há tensão aplicada entre os polarizadores. Veja abaixo: .

Filtro de cor .Só deixam a luz passar numa direção.Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight. Difusor .Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets. Guia de luz .Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel.É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores .Tela LCD .É formada por: Lâmpadas CCFL .Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display.Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT. ajustamos o brilho do display. Backlight .Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas. Refletor . Placa TFT .Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD. Placa de circuito impresso do display LCD .Direciona a luz para o display LCD.Refle a luz para o guia. Controlando a tensão para a lâmpada. O monitor pode ter duas ou mais destas. Cristal líquido . Fonte inversora . Prisma .Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .

Esta fonte é formada por transformadores.acionamento para os TFT. O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. Aplicando uma alta tensão entre os catodos. argônio e mercúrio). Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V. dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro. A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor. AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL). A tela LCD. o conjunto todo deve ser trocado. Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada. transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz). se der defeito em qualquer parte. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: . Se for tensão contínua ela também acende. o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada.

Ao passarem pelo conector LVDS. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro. Porém estes componentes não são substituídos quando queimam.a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs. CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão). Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: . Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1. A solução é a troca do display inteiro. Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT.2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos.

Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: . Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos. Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display.Na placa do display também entra um +B de 3.3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI. São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando. podendo em certos casos ser também no display. DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display.

Pode ser um eliminador de pilhas. uma fonte de computador ou qualquer outra fonte.Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas.Arranje uma fonte inverter .COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 . O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa. Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 . Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande.Pode ser de monitor LCD condenado.Arranje uma fonte de 12 V . Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 . display velho de notebook ou até de um scanner velho.Ligue a fonte na placa do inverter . Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática. Veja abaixo os pontos de ligação: .

Se ao testar em algum par de terminais. Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas). Se a lâmpada não acender.4 . Em cada par de terminais que formos ligando o inverter. A lâmpada deve emitir uma luz branca. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: . teste uma de cada vez.Se o display tiver mais de uma lâmpada. Ligue a fonte na tomada. Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo. ela está queimada.Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . Neste caso a solução é a troca do display. o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada.

Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte .Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V. algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro. 1 . Veja na figura abaixo: .O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores).

TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 .5 V ou 1.Medir os +B que alimentam o CI scaler . Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2.7 V.Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.

Veja o procedimento abaixo: C . IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA . um de cada vez.Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas. seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo.Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000. fonte inverter com defeito ou sem +B.Meça o +B que alimenta a fonte inverter . é sinal que tem alta tensão. Vamos ao procedimento: A. Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B . Pode ser ocasionado por lâmpada queimada.Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada. Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display.Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter .Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor.Tem alta tensão no conector da lâmpada . Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada.

Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM.Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada. Se não variar. Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA . o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Se as lâmpadas estão boas. ACENDE O LED DO PAINEL.

Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX).A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos. Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro. Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada. porém estes dois CIs já devem vir gravados. A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador. .

Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. Após localizar este transistor. onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. Se a lâmpada do display acender. o defeito pode estar neste transistor. Pode ser um PNP. para ter certeza se é ele. nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas. Se o display não acender. meça a tensão num dos pinos extremos. Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. o defeito é mesmo na fonte inverter. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la. Veja abaixo: .

Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper.NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal. .Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). bobina filtro de rede. coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI). Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor. Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto).Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico. Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte.Fusível queimado .Antes da troca teste a ponte retificadora. Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro. o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível. Veja abaixo: B . A . a ponte retificadora.

Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W. Veja abaixo como se faz: C . o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos. resistores. PORÉM O MONITOR NÃO LIGA . A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário. A seguir troque: CI da fonte. fotoacoplador. transistores e bobinas da fonte. Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte. Se mexer. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER.Tem tensão no capacitor de filtro.O ponteiro não deve mexer. mas a fonte chaveada não funciona . o CI está em curto.

conforme indicado abaixo: A . na eeprom ou no cristal de clock. Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando.3 ou 5 V).3 V que alimenta o micro.Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3. Conforme já explicado este CI fica na placa principal. B .Verifique se chega +B no CI micro (3.Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro. Veja abaixo: .

resistores. diodos. MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter.Se tem tensão na entrada . mas não tem na saída do CI regulador. O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter. conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). especialmente se o regulador está muito quente. TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER. bobinas. o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. Agora se tivermos estes comandos normalmente. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão. trafo e trocar o CI oscilador. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. o defeito está no CI micro.

Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A .Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas.Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter. Veja a localização de um fusível destes abaixo: B .O fusível está normal .Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: . A .Teste o fusível que há placa do inverter .Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter.

A . Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .B .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.

3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior.B . sendo 3.Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler. Veja abaixo: . TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A .Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display. Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.

Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador. o defeito está no display que deverá ser trocado. Se agora aparecer tensão normal. D .B .Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C .Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador. este CI deve ser trocado.Tem +B normal no scaler e no display: .

EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N. 710N e 740N. . ponta fina e bem limpa. TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: . Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução.Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra. 540N.Ferro de solda 30 ou 40 W. Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro.

Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado. .Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado. . A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes. . Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas.Escova de dentes. Veja abaixo o CI já retirado da placa: . .Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix".Álcool isopropílico para a limpeza da placa.Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado..Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha). A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI. encoste-a nas trilhas.Solda de baixa fusão. . Tome cuidado de não exagerar na quantidade. álcool isopropílico e o pano de camiseta. Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha. 2 . especialmente no caso dos micros. A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro.Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico). 1 . .

aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos. Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. A solda descerá .Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. . Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. 4 .Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. A finalidade desta operação é fixar o CI na placa.3 . Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC. Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo. encostando-o nos pinos grudados. soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos. Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto.

Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal. FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem.  Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão). com imagem sem definição (nitidez).  Saída da fonte. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. No flyback há dois controles.. Saída Vertical.7mF a 47mF / 160V a 250V. um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado. esta tensão e proveniente do flyback. Fazendo o ajuste de foco: . 4. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback..TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho. Tensão de 33V para o circuito Tuner. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN. agora podemos fazer os ajustes. Pronto. Coletor do Transistor Drive Horizontal. Também deve ser substituído.

devendo ser substituído. • • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração. 5. Brilho (retirando por total o brilho). Dica: Para um bom ajuste. NOTA. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). Retire também toda cor. Contraste (retire todo contraste. veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. diminua nos controles o: 3. geralmente é de cor vermelha e o mais groso. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. 2. Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto. uma imagem regular. ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. . Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado. significa que o cinescópio está fraco. Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. 4. ligue o aparelho.

se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal. Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. Com todos os controles no ponto zero. contraste e cor. verificando a qualidade da imagem. 7. . e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. 6. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida. Agora aumente o controle de brilho ao máximo.Observação: Ao diminuir todos os controle. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. 11. 10. Se for preciso faça outro ajuste de foco. 8. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. Aumente o controle de contraste até a metade. faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. Agora aumente o brilho contraste e cor. 12. veja se o foco e Screen estão ajustados. Sempre que consertar um monitor ou TV. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. 9. brilho. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil.

abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. Verde e Azul (RGB). Ligue o aparelho. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. voltamos para o ajuste. 8. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. 14. 4. veja bem. verde e azul. Vermelho. B (azul). todas as cores devem aparecer nas imagens. Localizado as cores de cada trimpot. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais. Para identificar estes trimpots. Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. 2. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. 11. 5. é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela. No caso de monitores. 9. Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. tem mais azul que vermelho o verde. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio. Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. Observe que há mais dois trimpots. próximo aos três que você está ajustando. 6. 7. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. basta com uma chave de fenda isolada. estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. vermelho e verde. 3.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. deixando todos nos sentidos anti-horários. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório. . cada trimpot regula uma com R (vermelho). 13. 12. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada. ex. G (verde). 10. tanto para o TV como para o Monitor.

Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. 2. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. provocando estas manchas. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. 17. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina. O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. Outras maneiras das manchas surgirem é a . ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente. Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. Desligue o aparelho. Obs.15. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. 4. Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. 3. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. Ligue o aparelho por alguns minutos. Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. Antes de fazer o ajuste de pureza. 5. 16. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem.

2. . 6. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora. Remova a tampa traseira do aparelho. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação. 1. 5. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. isto no caso de TV. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. 3. Girar os anéis de pureza. 3. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. 2. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. siga o roteiro abaixo: 1. passaremos então ao processo do ajuste de pureza.

Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V. No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. sendo necessário a substituição do cinescópio. Interruptor . Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras. Ligue o aparelho. Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou.AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. 2. Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio. 1. esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste.

4. caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas. 3. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . Ligue o aparelho. Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. 2. verde ou vermelha. dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo. sendo preciso substituir o tubo de imagem. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. Ligue a bobina em um transformador de 110V. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul.

porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. Localize o trimpot de altura. VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior.parada. 3. Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. 4. . AJUSTANDO O VERTICAL 1. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. Ajustando a convergência 1. 7. 2. Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. 2. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. Ligue o aparelho. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original. que é um pouco demorado. 5. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. Ligue o aparelho. 6.

Com uma chave de fenda isolada.3. Este ajuste só é feito nos TVs. É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal. enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. 4. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco. . gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical.

sem dor de cabeça. um “2 em 1” . CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio. Localize o trimpot AGC. 2. CD.2” (8 cm). contrário do que muitos possam pensar. 20 minutos. ou de karaokê. agora. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda. Um microcomputador só reproduz discos de DVD. assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. É como dizer que..AJUSTANDO O AGC 1. VCD. ele precisa ser um “4 em 1”. com 8 cm de diâmetro. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos. CD. etc. VCD e Videokê. Estes são os ajustes de TV e Monitores. os aparelhos de DVD mais simples. 4. na verdade.. 5. O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. Caso a imagem não melhorar. observando se a imagem melhora. . porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos. O que significa dizer que. DVD PLAYER Ultimamente. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. Por exemplo. Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. 3. um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). Ligue o TV. Apresentarei. aqueles que só reproduzem DVD e CD são. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD.. O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. com 12cm de diâmetro. os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. com diâmetro de 4.7” (12 cm) e 3.

em microcomputadores. como discos de armazenamento de média densidade. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos.Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. – cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um . Prata: 2 lados de simples camada – 9. DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”. São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. geralmente. CAPACIDADE 650 MB. Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco.4 GB reprodução.5 GB reprodução. TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas.7 GB reprodução. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3). VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. São utilizados. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4. CD-ROM CONTEÚDO Dados. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD.

Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. Obs. geralmente. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . Entretanto. em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade. DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. geralmente. Ou seja. São utilizados. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . dependendo do programa utilizado. só permitem a cópia digital de um CD original.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. 3: Os aparelhos gravadores de CD. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio. Obs. Obs. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais. Neste caso. não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos. geralmente. a cópia analógica pode ser praticada. Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio.

2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. Obs. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB.7 GB.RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD.DA CD Data Áudio. Entretanto.CD High Density Compact Disc. DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. A capacidade para dados é de 4. CD de dados de alta densidade. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. Obs. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado. DVD.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar. dependendo do programa utilizado. CD-I READY . Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio. CD.Utilizados geralmente em videogames. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA. HD. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados. A capacidade para dados é de 4. CD-I CD Interativo.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. geralmente.

CD-DA Interativo. o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas. foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si.F. uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. na faixa dos megahertz. Assim. sendo direcionada à lente de foco. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo). e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva. Quando o feixe encontra um relevo. até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. . MO-DISC Magneto Optical Disc. o raio laser chega até o detector. sendo. chamado de “sinal de R. então. A unidade óptica é formada . PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. reduzindo sua espessura. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode). impossibilitando o retorno da luz aos detectores. com níveis altos e baixos. Disco Óptico e Magnético Regravável. a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma. Durante a reprodução.”. O sinal elétrico segue. portanto. basicamente. que o feixe toca na cova enfocado. ou “sinal de HF”. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector.2.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. permitindo assim a sua reflexão. um prisma. na Fig. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. a incidência fica ligeiramente fora de foco. o sinal elétrico será variado. Essa lente faz o feixe de luz convergir. que transforma a informação de luz em informação elétrica.

em seguida. Nas fábricas. o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco). os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). uma vez gravados. o plástico. acontecendo um arranhão. . os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. O disco é banhado. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico.GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras. misturar e serializar todas as informações. parte da gravação seria danificada. muitos moldes podem ser produzidos. Por último. também. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. Antes. Após a montagem. Por isso. que é uma película de tinta onde. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. Em seguida.3). a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel. codificar.Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands). a qual irá sensibilizar um disco mestre. é vaporizado com uma camada de alumínio. e fica próximo ao selo. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC. Após o processador de sinais arrumar. O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. Veja.que é revestido de material fotoelétrico. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo. com um material ácido. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. já com as informações digitais impressas. a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. Podemos perceber por esse processo que. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico.

a superfície é derretida. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. de forma que. uma vez que as covas já foram formadas. com relação ao diâmetro do arranhão. arranhões e poeiras no disco são permitidos. As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos. Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. a tolerância é ainda maior. Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD.Por esse motivo. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. Portanto. não há como desfaze-las.por exemplo. não o deixe com o selo virado para baixo. (aproximadamente 50%). apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original. pois . Apesar do grão de poeira ou arranhão. pelo lado do plástico protetor.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. 250 graus Celsius.Esses discos possuem uma película sensível ao calor. Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD. o que significa que. esses poderão ser reproduzidos normalmente. A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. formando-se as covas. Recentemente. Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco. devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. embora ainda muito caros. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. já com pouca potência. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). porém. aproximadamente. ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. Entretanto. GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) . as primeiras produzem luz laser de maior potência.

principalmente por parte dos idosos. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”. garantem o retorno. No interesse de vender mais aparelhos. assim . No DVD-RW. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. divulgar o lado bom do DVD. qualquer outra situação. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores. uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. além de fácil utilização. O DVD.Em outras palavras. definido. infelizmente. Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”. e com maior potência no laser. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino. Durante a leitura. entretanto. enganosa. Assim. com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. com relação aos anteriores. Mas. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores. comercialmente. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. É interessante. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. o que não é bem verdade. permitindo a regravação.Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. Como o DVD reproduz imagem e som. podendo chegar a 30% de um DVD original. que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. Talvez. Há. da luz. possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. o poder de reflexão desses discos é bem menor. A única vantagem desses discos. os bits altos e baixos. em pontos específicos. muitos acham que. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. produz. . após o resfriamento. evoluiu do CD. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. ou não. Durante o processo de apagamento. a tecnologia mais avançada do DV. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas). Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. e que o superaria em todos os aspectos. ocultandose os inúmeros lados ruins.

Isso acontece porque o disco é produzido. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete. simplesmente em estéreo (dois canais). para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. número de idiomas disponíveis.. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco.. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC. na grande maioria dos discos comerciai. A única solução para esse caso será. eles não estão disponíveis . mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. Isso significa ter um aparelho com grande potencial.O VCR é fita. sem contar que.O interessante é ter em casa os dois aparelhos. esse também depende de estar disponível no disco.Mas a dublagem aqui no Brasil é feita. Bem. aqueles que só têm o sistema nacional. . no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. para o sistema AC-3. ou apenas alguns mais evidentes são previstos. Embora estejamos no Brasil.. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. que possuir entradas A/V. multi história. Entretanto. Que maravilha! Entretanto. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares. Bem. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. etc. que o usuário prefere ouvir. ou DTS de 6 canais. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. o usuário. na maioria dos casos. pois o aparelho de TV terá. e o DVD é disco. Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. geralmente..Esse problema é muito sério. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela. Mas. entre 8 idiomas.F. comprar outro aparelho de TV. Isso faz muita diferença. não sintonizam canais e não possuem saída de R. se você escolher “Português”. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. o usuário terá que comprar um outro equipamento. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. obrigatoriamente. ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC. também. ângulos de cena. Os aparelhos de DVD não mostram a hora. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. interatividade. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio.

na entrada de áudio. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos.Nesses casos. que comportaria. como ilustrado na Fig. muitas pessoas cometem erros. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). Isto é fato. Fazendo isso. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. antes. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação. consultar seu técnico Além disso. L ou R. que pode ser um determinado instrumento musical. o que acaba gerando confusão. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. e também para pessoas idosas. INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples. o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD.A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais. sendo induzidas a acionar o seu técnico. para não perder o seu valioso cliente. Por isso. ou até a voz de algum personagem. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono.7. que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. principalmente. . você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. dois ou três filmes. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. no mínimo. Veja na figura. antes de usa-lo .8. e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. os tipos de conexos que poderemos encontrar. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução). ou às entradas de um aparelho de som.

Essa placa contém um processador de R. Pro Logic ou AC-3. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão.Entretanto. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer). DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5. sendo um para a matriz R (Pr). engrenagens.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional. o sub woofer. A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores. é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. servomecanismos(“servos”). o que se costuma chamar de “5.1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig.1. não envolvendo demodulações nem separações. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv).SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”. portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo.9 e Fig. correia e gaveta.. chaves sensoras .É muito comum ela se encontrar instalada .1”(“cinco ponto um canais”. ou super graves. deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada. para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores. Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. Com oDTS ou o AC-3.e como as mesmas estão dispostas. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais. consegue-se mais uma saída. e já estão separadas. produzindo. FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos. PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma. totalizando 6 canais. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . respectivamente.F. reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial.Nessa saída.

em alguns aparelhos.Fica na frente do mesmo. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. descompressor MPEG2. um para o DVD e outro para o CD.11). 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade. . PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho. PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. decodificadores. Nestes casos.12). deve haver dois circuitos DSP. por trás do painel frontal e possui chaves . Em muitos desses casos. se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. embutidos na placa do M-PEG-Fig. orientar. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG.13). Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes. Veja. e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. LED. um para cada tipo de mídia. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída. ou até assustado com o aparelho. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete.Geralmente. dar orçamento ou reparar defeitos. memória e reguladores.Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. microprocessador principal. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores. Mas. display e microprocessador do display. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig. o cliente perderá a confiança nele. ou seja. 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico.ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. Além disso.Entretanto. na Figs. ela pode não existir. seja para instalar.11. a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo. processadores de áudio. é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes.

EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. através do menu.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos).Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. seja para instalar. Em muitos desses casos. Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos. Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos. que facilitam.O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) .TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. ou até assustado com o aparelho. orientar. através do menu. . construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores. Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. dar orçamento ou reparar defeitos. o cliente perderá a confiança nele. Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. que facilitam. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina.

Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. ou seja. escolhendose a opção Titulo 1. nível de censura. apresentada no rodapé da tela. A maioria dos filmes é dublada em. Poucos discos possuem mais de idioma ao menu. escolha de títulos e capítulos. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. através de uma tecla denominada Set-Up. Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). Ao se escolher um determinado titulo. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. geralmente.Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma. Menu É o menu do disco. Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. Nesse menu. “Select” ou “Enter”. o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. etc. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. e os menus dos filmes são acessados. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. Assim. etc. formato de tela. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima). O menu principal é acessado. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. três idiomas para as legendas. e selecionar opções através da tecla “OK”. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. ficha técnica. Após o aparecimento do menu. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho. etc.Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. dois idiomas. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla . Titulo 2. os menus serão diferentes para discos diferentes. legenda. legenda. pelo menos. “Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). pelo menos. na tela do menu principal . A maioria dos discos traz. O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. “Down” (para baixo). Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. os quais podem ser escolhidos através do menu do disco. o menu do titulo escolhido. original ou dublado..abre-se um “Sub-menu”. Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. formato de tela.

se a gaveta estiver fechada. e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. com aparelho em STBY. o display permanecera apagado. um capitulo é pulado para trás. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. contamos com a função também através do controle remoto. “Stand-by” ou “Liga”.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. . Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título. durante a reprodução. o filme será interrompido. mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. ou “Voltar ao menu principal”. o display acenderá. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. se abrirá. o aparelho exibirá a tela do menu principal. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. Teclas Básicas Tecla “Power”. Durante a reprodução. É como se fosse uma pausa sem imagem. Em outros.“Sair”. ou então um único LED bicolor. Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes. durante a reprodução. um capitulo é pulado para frente. Ao se pressionar a tecla STBY. Alimentando-se o DVD Player. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez. Paro o disco que contenham mais de um titulo. Geralmente. Durante a reprodução. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco. a imagem será congelada. Ao ser pressionada. se estiver aberta. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). o filme retornará do inicio. quando o “Play for solicitado”. se fechará. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto.

x4.Para voltar à reprodução em velocidade normal.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens. vale ressaltar que o avanço não é linear. O DVD avança saltando de quadro em quadro. Conforme o modelo e o fabricante. isso não será possível. e em varias velocidades. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. “OK” ou “Sect”. respectivamente. possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. o resultado é bem confuso. utilizando as teclas “Up”. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes.. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar. pode-se mudar a posição da moldura na tela. Para voltar à reprodução em velocidades normal. no controle remoto. para frente e para trás. Entretanto. 4x. que podem estar disponíveis em alguns discos. o tamanho da moldura se modifica para 2x. Existe. e evitar que uma criança. Assim. Utilizando-se. etc. cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha. agora. “Left” e “Right”. a moldura toma toda a tela. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . Nos aparelhos mais populares (maioria). “Down”.Pressionando-se “Enter”. essa tecla pode funcionar de maneira diferente. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. por exemplo. Essa senha é criada pelo usuário. “Left” e “Right”. pressione a tecla Play. as teclas “Up”. a cada vez que forem pressionadas. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. pressione a tecla Play. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e. já que não dá para se entender uma seqüência. A imagem pode ser exibida lentamente. ainda um tipo de aparelho no qual. 8x . para frente e para trás. podemos escolher entre oito níveis de censura.. Se o filme foi gravado com três ângulos. Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up.Cada vez que pressionada a tecla Zoom. como é o caso da tecla “Scan”. Entretanto. “Down”. como nos videocassetes. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”. principalmente nas velocidades mais rápidas. em seguida.Mas. possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. mover a tela. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”). x8.

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

A memória EEPROM não é veloz. capítulos. o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD). etc. títulos.. Mas. através dos menus disponíveis. destinada a procura de foco. proveniente.. Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta. Por isso. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal. antes de iniciar a procura do foco. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. A memória DRAM é formada por células capacitivas. nem oferece muito espaço interno. Memórias Geralmente. A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. através da via SLEED IN. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. ou um novo capítulo do DVD. A memória SRAM é composta por flip-flops e é.o microprocessador libera um comando. o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. apesar de ser mais lenta que a SRAM. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. Com base nos comandos provenientes do teclado. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação.. mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor. O comando da gaveta “LDO” é então. oferecendo excelente espaço interno.DRAM e EEPROM. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. mais veloz. o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. ou informar ao usuário sobre esses modos. o micro lê esse pino. Essa tensão faz com que a lente suba . o drive se encarrega de excitar o motor. enquanto que. do DSP. o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. Algumas informações podem ser visualizadas no display. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela. quando se trata de DVD.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. por meio da interligação com um de seus pinos. portanto. Quando se trata de CD. para o servo do sleed. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser. geralmente.

principalmente. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. Após encontrar o foco. serem separados por um demultiplexador. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. Somente se não conseguir uma leitura conhecida. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. o micro considerará falta de disco na gaveta. No interior do DSP. e a potencia do laser reduzida para CD. primeiro a sair). Dessa comparação. Nota-se também que. seguem para demodulador EFM. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. e assim. e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. VCD. e com potência de laser de DVD. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. Caso tenha sucesso na primeira leitura. então. exigido para as informações de vídeo croma. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP. O sinal de R. áudio/vídeo e CIRC.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD.F do CD é entregue ao DSP do CD. para a interface do microprocessador. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. Os sinais de controle. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros.F. Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco. enquanto que. Quando o foco não é encontrado. como MP3. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD. Em alguns aparelhos o disco será ejetado. a procura de foco é repetida por uma vez e. Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso.primeiro a entrar.C e D são somados para conseguir os sinais de R. em seguida. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ.B. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal. VIDEOKE.totalmente. através da qual circulação por um determinado tempo. os sinais de R. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. velocidade de trabalho. os dados . e o sinal de R. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos. O sinal de controle segue. cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata. A saída do VCO é chamada de CLVO. No interior dos amplificadores de R. de forma que.F do CD e do DVD. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”.F do CD e do DVD. anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. que foram gravados no disco na forma EFM. no DSP do CD. a: freqüência envolvida. os sinais A. Isso se faz necessário. a saída de dados è no formato série. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. detectar os eventuais erros de leitura. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade. etc.

Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. para os circuitos de áudio e vídeo. No processo de reprodução. Neste instante. ou seja. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. seguindo. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. onde acontecerá a descompressão. sendo liberados depois. para descobrir o H. o que vai acontecer muito. formando as imagens de forma completa. O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. e assim descobre que o código correto é 5. Caso haja algum impedimento. tipo de mídia. a reprodução do disco será interrompida. etc. então. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos. o processador CIRC calculará a média entre A e C. até que o processador termine de fazer a correção. após alguns cálculos. Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. e uma mensagem de erro será exibida na tela. é possível determinar um símbolo errado através da media. código de área. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. assim. resultando. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural. Neste setor. Esse ..que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. Se o erro efetuar um quadro inteiro. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. numa menor complexidade para o calculo da média. o processador CIRC solicitara uma pausa. Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. os sinais são levados ao MPEG. Neste caso. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. Após a recomposição dos dados. entre G e I. será notado um congelamento demorado. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . o disco não será reproduzido. Para facilitar a correção. Após a descompressão. por censura. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data). um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. Em seguida. os dados são recomposto. Neste caso. entre E e G. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. o deslocamento da memória será interrompido. para descobrir o F. A principal delas é da media aritmética. para descobrir o B. pois. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória.

que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”. caso esse sistema esteja disponível.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica). Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. fornece o primeiro pulso de alimentação. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela.processador reconhece também os códigos de áudio. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas. ao pino . entregue pelo processador de vídeo. então. tem por função. Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear. A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico. para alimentar o conector de saída de vídeo linear. também faz a separação dos canais “L” e “R”.1). para que o oscilador de chaveamento. então. Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). chavear a tensão continua proveniente da fonte primária. incorporadas. Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. saídos em apenas um via. para o distribuidor de áudio. assim. A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED. chegando ao dreno do MOSFET Q1. interferindo em outros aparelhos. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). através de R2. que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”. onde os bits serão enfileirados. Os sinais de vídeo seguem. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out). localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento. para o conversor digital/analógico de vídeo. então. O sinal já codificado em AC-3 segue. seguem para um conversor paralelo/serial. O sinal de áudio. o setor “Partida”. liberado pelo DSP do CD. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. e os separam dos códigos de vídeo. as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho. quando um CD estiver sendo reproduzido. Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). para o decodificador AC-3. Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). e uma saída de vídeo e croma. O sinal de áudio serial segue. e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. onde será decodificado em seis canais (5. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. criando.

geralmente. muito sobrecarregada. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. então. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. seguindo depois para os catodos e grades do display. 4 volts. assim. Assim. fazendo a fonte desarmar imediatamente.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. de controle IC1. A tensão de 12 volts. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário. As ondas de chaveamento são. Caso a tensão do secundário varie. embora não sejam estabilizadas. utiliza-se um diodo de alta corrente ou. fazendo variar os valores no secundário da fonte. Como essa saída é. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. destinada à alimentação do filamento do display. o zener entrará em curto. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. os circuitos alimentados pela mesma. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. Variando a largura de pulso. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. assim. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. protegendo. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte. um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”).1 do C. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. produzindo. . produzida no secundário da fonte. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores. em algumas fontes. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução.I. aproximadamente. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts. inicialmente. para alimentar o seu LED interno.Essa tensão alimenta.

) Pino 98 . do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 .) Pino 26 – GND (massa.+ Vcc5 volts (alimentação do C.OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) .F do CD) Pino 48 .FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 . Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R. “terra”. servo do DVD e DSP de CD.Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 .CD RF IN (entrada do sinal de R. do C.TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 . do C. As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 . Seus principais pinos são: Pino 09 .) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD.DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 .SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 .I.+ 5 V (alimentação do C.F.Reset (pulso de inicializaçao do C.I. TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.I.I.I.) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading. para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 .CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 .) Pino 100 .+ 5 V (alimentação do C.Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 .Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.I.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 . “terra”.Massa (“terra”) Pino 78 .DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 .

é um distribuidor de áudio. “terra”.I.I. “terra”. Por outro lado. isso tudo .+ 5 V (alimentação do C.I.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.I. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.+ 5 V (alimentação do C. “terra” do C.I. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 .) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 . do C. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo.I. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros. do integrado) Pino 23 .) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD.) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa.DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C.

infelizmente. ou no drive do sleed. do diodo laser estar avariado. de DVD. Mas. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. também. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. discos originais e domésticos. também. verifique o drive e a sua tensão de alimentação. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. esquemas. Se a o . Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD. Assim. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD. instrumento e componentes. e nem mesmo ferro de solda. Verifique se o diodo laser está acendendo.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. etc. Verifique se a procura de foco está acontecendo.. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. pois só assim os fabricantes. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo. na fonte. Alguns. verificar como está no momento o menu de Set-Up. fazendo a unidade óptica trepidar.. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto. Se o motor sleed fica girando direto. etc. até mesmo antes de abrir o aparelho. Se o motor de loading não gira. Esse tipo de verificação não requer instrumentos. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. na chave de gaveta fechada. Caso contrário. Deve-se. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. diodo laser.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo... ou um simples palpite. Caso não esteja. mas use a correia muito apertada. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. inicialmente. e outros que. e se a óptica se eleva completamente. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar.Depois de uma boa verificação. Dessa forma. Essa situação é normal. a unidade óptica com o problema é o mais provável. Neste caso. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe. Se o disco não gira. prisma a lente. deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. verifique as chaves “Limit Switch”. o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. fazem parte da mesma. o defeito pode estar na correia do loading. é provável que o foco não esteja sendo encontra. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. Há possibilidade. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. como detetores de foco. troque a correia do loading. Caso contrário.

na serigrafia da placa. Nestes casos. nem instrumentos avançados e. Quando o resistor é de valor muito baixo. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. . os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. principalmente na placa do MPEG. o custo de estocagem. simplificando bastante o conserto do aparelho. Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. e o ultimo representa o multiplicador. Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica. que são usados como “jumpers”. Para os que pensem assim. também. principalmente dos técnicos mais veteranos. muitas das vezes. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. e o circuito fica com dimensões bem menores. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. ou de sobradores térmicos. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. ou de “estação de retrabalhado”. visando facilitar a manutenção. a unidade é sempre suspeita.aparelho já tem mais de três anos. é bom conhecer. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. há alguns anos. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. embalagem e transporte. Entretanto. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. Na verdade. o numero de zeros. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. alguns particularidades desses componentes. Entretanto. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. Mas. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. de avançar para as verificações eletrônicas. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. Assim. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior. em conseqüência. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. adotam preços quase absurdos para elas. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). O maior problema não é esta no tipo de componente.

Na maioria dos capacitores. abaixo desse capacitor. pelo menos.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo. Entretanto. planejando-se uma posição adequada. com um ohmímetro analógico. BC 827. geralmente os menores. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. 3º . 2º . deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho. use as seguintes regras: 1º . Se as trilhas do circuito impresso. BCF 29. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. para que o mesmo possa ser incluído na placa. 4º . e precisa ser trocado. remover a solda de um dos seus terminais. Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. se parecem muito com os resistores.podemos encontrar alguns. etc. uma regra básica pode ajudar: 1º . Para facilitar. são mais altos. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica.Transistores sem letras ao final: Exemplos. Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD. BCF 29R. úmidas ou esbranquiçadas. etc. muitas vezes. Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. principalmente de fuga. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. sem especificação alguma. as trilhas serão corroídas e se partirão. 2º . para se saber o valor dos resistores. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais. Mas. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor. em alguns poucos casos.estiverem com coloração diferente. No circuito. Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD. Entretanto.A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo. geralmente. sem retirá-los da placa. Quando as regras descritas acima não ajudarem. Nestes casos. Caso não se faça logo a troca . BC 827R. . levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação. Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos. e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada. a medição será mais confiável desligando-os do circuito.O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. para um teste mais confiável. na maioria dos circuitos. devido ao seu curto tempo de vida. não eletrolíticos. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo.

3º . exceto em alguns poucos casos. Vbe com 0. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD. e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos. Mesmo após uma boa investigação. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas. após retirá-los. base baixa. O transistor comum deve ser arrumado. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico. base baixa. encontramos substitutos para eles. dificilmente. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa.. Caso positivo. e se os flat cables estão em boas condições.6 volt a mais que o emissor. a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha. inchados ou com uma coloração estranha.I.I. Daí. Vbe com 0. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa. e testa os componentes periféricos.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. emissor baixo.Coletor baixo. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. troque o transistor. Troca-se o C. a seguir. emissor baixo. de preferência deitados. e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos). reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores.Coletor baixo.7 V: base “alerta”. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms.Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. verifica os sinais de entradas e saídas. chegamos logo à causa do problema. a base deve estar sempre com 0. As tensões que saem da fonte são.7 V: curto na linha de saída. base baixa. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p. para verificar se não estão úmidos. Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). emissor baixo. geralmente. 2º . Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor. base normal. Veja. Vbe maior que 0. o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. há curto na linha. há defeito no circuito. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. Por esse motivo. ou coletor “aberto”.Coletor normal.Coletor normal. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra. Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e.6 V. após a sua troca. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n. alguns exemplos: 1º . principalmente alguns reguladores.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com . não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha. emissor baixo. deixando a troca do integrado sempre por ultimo.Vbe com 0. 4º .

coletor baixo.7 V: junção de base “aberta”. Vbe com mais de 0. Assim.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base. Os integrados reguladores são mais simples. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. Nessas verificações você precisará apenas do multímetro. Para este caso. Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo. se não obtiver sucesso. e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em . dinheiro em caixa e paciência. coletor baixo. 2º. base baixa. geralmente. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco.I. inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo. alguns exemplos de anormalidades: 1º . Vbe com 0. Vbe menor que 0. o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código. 4º . de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. base baixa. mas você precisará de muito mais tempo. Veja a seguir. base alta.Emissor baixo. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída. Mas. você deverá verificar. a base deve ser 0. • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação. coletor alto. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico. e pode obter um resultado muito bom. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados. Esses integrados possuem. pelo menos. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída. estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída.6 volt menor que a tensão do emissor. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital.Emissor normal. para cerear logo o defeito. Vbe menor que 0. sendo o terminal de entrada o primeiro. se o C. deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock. do diagrama esquemático do aparelho. coletor baixo. Para essas ultimas verificações você precisará.transistores p-n-p.Emissor normal. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador. inicialmente. • Caso o áudio do CD também esteja ausente. 3º . o aparelho não deixará de ser consertado. Se não contar com essas facilidades. por exemplo. base baixa. é do integrado.Emissor normal. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial. geralmente. três terminais.6 V : transistor em curto. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas. o defeito. o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída.

ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido.primeiro lugar. a leitura do CD é seqüencial.. nem sempre o defeito será na unidade óptica. o pior é não dizer. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. geralmente.. ao substitui-a. . a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. mas. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. Mas. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal. no caso do CD. • Não gira o disco. o motivo principal. O que acontece é que. inverte a rotação. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. vai para Stop. não funcionam bem. As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. dificultando a leitura do disco. limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. Entretanto. o defeito inicia-se com esse sintoma. muitas vezes. Suas vias são ligadas. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato.Bem. empeno das lâminas. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original. principalmente porque. a leitura é aleatória. alegando que determinados discos não funcionam e. querendo o dinheiro do conserto de volta. Correias mais grossas. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. ao microprocessador de controle. • Inicia girando o disco com indecisão. Porem. no DVD. e o aparelho funcionará bem. mas no caso do DVD. alem de tudo o que já foi dito. se o diodo laser estiver novo. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. não lê o TOC. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. na maioria das vezes. apresenta uma mensagem de erro. É triste ter que dizer isso ao cliente. a unidade óptica já esta comprometida. enquanto que. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica. onde está o microprocessador. é sinal de que. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. e da mesma espessura. mesmo nesses casos. Mas. Geralmente. mesmo com a lente suja. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois. é facilmente corrigido. em algumas vezes. e apresenta “No Disc”. mais finas ou muito menores. mesmo limpando-se o disco. É claro que. a luz vencerá a sujeira da lente. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente. muito apertadas. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. pois. mesmo ainda novos.

• Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. Caso negativa. ou não oscilação no primário. Entretanto. caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. ao se misturar com poeira. Portanto. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. verifique se há tensão no capacitor de filtro. Se o mesmo estiver rompido. Entretanto. portanto. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. que se transforma em pasta abrasiva. veja se o diodo laser está acendendo. Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. Lente Procura o Foco. facilitando. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. é porque há algum curto na parte secundaria. • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. antes de substituí-la. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. verifique o fusível. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. antes de substituir o fusível. diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. através de códigos no display. mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. Alguns aparelhos informam. O Disco Gira. deve-se iniciar a limpeza da lente. Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado. troque a unidade óptica. Mas o Disco não Gira Nesses casos. logo após a ponte retificadora. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking. geralmente. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. • Posicionamento do mecanismo. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. que . Neste caso.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. Caso não resolva. um defeito oriundo da unidade óptica. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. esses códigos serão também exibidos no display. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. O Display não Acende. A Gaveta Fecha. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. para o sintoma em questão.

onde o sinal de áudio é separado do vídeo.impeçam a fonte de oscilar. incluindo a correia do loading. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho. correspondente a essa tecla. se o controle remoto está em bom estado. para tirar conclusões. verifique a chave de toque. Display Exibe os Capítulos. Teste também opções de saídas diferentes. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. . limpe bem a placa frontal. Entretanto. Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. Entretanto. desde o DSP até o processador. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. verifique todo caminho dos sinais.I. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma. é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá. geralmente. circuito de clock. verifique as tensões. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. Esses fusitores queimam. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. Disco Gira. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. troque o C. ou baixa. Mas. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. Portanto.I. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. circuito de reset e memórias. Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso. Caso o C. geralmente é falta da fonte de -30V. geralmente. devido a capacitores de filtro em curto. verifique os circuitos de saída de vídeo. incluindo o capacitor de filtro. ou da tensão de filamento do display. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. do drive esteja alimentado e o sintoma persista. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. O Display não Acende.

“Área Livre”. Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”.No controle remoto. agora. “Verifique a Região” ou.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. 01 para região 1. um disco de DVD que não seja destinado à Área 4. A modificação por hardware implicará na compra de kit específico. Modelo DVD P2000: 1º . “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”. Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões. 4º . 6º . Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas. Normalmente.Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software . 02 para região 2. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre. Uma lista numérica aparecerá na tela. enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware. 2º . alterando-se apenas o software. e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas.Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas. à direita. 4º . 7º . conhecida também por “Região Zero”.Solte.Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. solte as teclas.Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números. 3º . ou traz de fora do país. 3º . AKAI – Modelo DVD P1000: 1º . e assim pro diante) 5º .Ao aparecer o “logo” da AKAI. 2º . e o introduz no aparelho. O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou.. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software.Desligue o aparelho. Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta.. não posso garantir a precisão das mesmas. Isso acontece quando o usuário consegue.Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward. como essa informações foram obtidas de fonte informais. a tecla preta. Apenas alguns casos é que.Ao aparecer no display um texto de endereço e dado.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos. AIWA Modelo DVD 2240: . “Multi-Regiao” . etc.Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer. “Code Free” ou “Todas as Áreas”. libere as teclas “Fast Forward e Stop”. Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. pressionando a tecla On/ Off.

3º . 2º . 3º .Digite o código 314159.Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”. 2º .Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta. selecione a região desejada.Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”.No controle remoto.Pressione “0” para “Área Livre”. 3º .. 3º . o numero da região desejada. pressione a tecla “Left” três vezes. 3º .Selecionar “Versão”. pressionar “Enter” para Região Zero.Pressione a tecla “Step” e.Sem disco na gaveta. em seguida. 2º . COUGAR Vários Modelos 1º .Feche a gaveta do aparelho. digite o código “2168”.Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho. Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º . 4º .Acessar “Região” com a senha 1369.Entrar no menu “Set-Up”. A gaveta se fechará e o filme será iniciado.Abre a gaveta e pressione “Setup”. em seguida a tecla “Setup”. 3º . selecione a região desejada. 2º . etc.Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. “Rverse” e “Forward”.Digite “1111” e . através do controle remoto. para selecionar “Code Free”.Navegando no menu. Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º . 5º . Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”. através do controle remoto. Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º . escolha a região desejada. 2º .Pressione a tecla “9” do controle remoto.1º . .Abra a gaveta do aparelho e.Mantenha o aparelho sem disco. 2º . “Seta para baixo” e “Seta para direita”.Pressione “Step”. 2º . 4º . APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. 5º .Digite o código “38888”. Outro processo para esses modelos 1º .Navegando no menu. CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º . “Seta para esquerda”. “a-b”. 2º .Pressione “Play”. 4º . 3º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. pressione a tecla “Pause”.o controle remoto.Mantenha a gaveta se disco..Ao aparecer o menu “Loopholes”. e a tecla “Hight” uma vez. pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”. “Seta para cima”. “1” para região 1.

Com a gaveta do aparelho aberta. Modelos D-12.Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. 2º . 4º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”.digite 9). “Clear” e “36”.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer.Após isso.Digite “10”. o “CodeFree”. GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º . 2º . o “CodeFree” estará instalado.Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”. LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º .DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º . 3º . etc. Caso não funcione. digite o código da região desejada.Com a gaveta aberta. 4º. pressione a tecla “Setup”. Após surgir a mensagem (AUTO). Ligue o aparelho pelo controle remoto.Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”.Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo.. Modelo DV 2100: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. 2º. 2º . de 0 a 6.Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º . 3º . Outro processo para esse mesmo modelo: 1º . 4º . digite “3010”. “Clear”. D-22 e DV 6500: 1º . 2º .Ao surgir a mensagem (CODE).Digite “2010”. Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º . “Shuffle” e “Next” para finalizar. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4). Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. o “CodeFree” estará instalado. 3º .Pressione a tecla “Pause” e desligue. solte as teclas. .Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”. 2º . A região atual será revelada. Após a mensagem (Auto).. está pronto.Digite o numero da região desejada. Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º . digitar “8926” e o código da região.Pressione a tecla “Exit”.Pressione as teclas “Step”.Ao aparecer no display um texto de endereço e dados.Pressione a tecla “Enter”.Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”.

a senha “1111”. com o “Setup” em “Basic”. a tecla “Play”.Pressione a tecla “Display”. DV 434 e DV 626: 1º . sem disco. a tecla “Play”. 2º .Digite a senha 00700000000. 2º . 2º . 4º. com o “Setup” em “Basic”. pressione a tecla “Menu” e o numero 1. 3º . PIONER Modelo DV 333: 1º . em seguida. em seguida. Modelos DV 302. a tecla “Setup”.Após o fechamento da gaveta. a modificação estará pronta.Escolha no menu. A tela exibirá o numero da região atual. 3º . 2º . 6º .Pressione a tecla “Condition”. 4º . digitar. A tela exibirá o numero da região atual.OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . Na tela será exibida uma mensagem. 2º . informando que a Regiao Zero foi selecionada.Mantenha a gaveta fechada.Com o aparelho ligado.Pressione a tecla 0 e.Digite a senha 00800000000.Pressione a tecla “Condition”. a ultima opção à direita (“General”).Pressione a tecla “Enter”. 3º . 2º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto. sem disco.Pressione a tecla “Play” e. selecione a nova região e saia do “Setup”. O aparelho estará pronto para a Região 4.Com a gaveta aberta.Mantenha a gaveta fechada.Escolha no menu. selecione a nova região e saia do “Setup”. o código 159. Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware. O aparelho estará pronto para a Região Zero. pelo controle remoto. Modelo DV 414 e DV L606: 1º . em seguida. Modelo DV 525 .Pressione a tecla “Display”. Para selecionar a Região 4: 1º .Com o aparelho ligado. sem disco. Para selecionar a Região Zero: 1º . 4º .Com o aparelho ligado. A tela exibirá o numero da região atual. o código 159. em seguida.Pressione a tecla “Play” e.Pressione a tecla “Display” e. 3º. Modelo DVD 711. 5º . sem disco.Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região.Pressione a tecla “Display”. a ultima opção à direita (“General”). sem disco. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. 3º . 4º .Pressione a tecla 0 e. em seguida.

Obs: Modelos DV L500. DV L90.Pressione a tecla “Display”. pressione a tecla “seta para baixo”. Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware. Obs: Modelos HTZ-55. sem disco.Com a tecla “Power” desligada.Pressionar a tecla “Menu”.Pressione a tecla “Condition”. 2º . 3º . selecione a nova região pressione “setup”. L919. DV L535. 2º . 4º . 3º . DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware.Ao surgir a mensagem “Code”.Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”.Pressione a tecla “Power”.Pressione 1 para discos americanos.Após aparecer “NO DISC”. DV 515.Com o aparelho ligado.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º . 2º .Ligue o aparelho.Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los. digite o código da região desejada (0 a 9). DV 05. 4º .Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202).Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto. 3º . Modelos DV500.Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU.A tela exibirá o numero da região atual.Com a tecla “Power” desligada. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. L515. L 717. 4º . 2º . (Para usar discos da Área 1) 1º . “COND” e “10 KEY”.Pressione as teclas: “DVD/CD”. 2º . de 1 a 6.1º . 2º . DV 700 e DV 909: 1º . SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º . L700 devem ser modificados por hardware. pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º . ou 4 para discos brasileiros.Digite “1” e pressione as teclas “DISP”. sem disco. pressione a tecla “PREV”.Escolha a opção (“General”).Pressione a tecla “Power”. DV C302. “SUB”. 4º . SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION . 3º .Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). pressione a tecla “Stop”. L505. Modelo HTZ-7: 1º . DV 343. “Menu” e “10 Key”. 2º .

O desempenho da máquina será de pouca utilidade. Entretanto. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna. em alguns poucos aparelhos domésticos. à medida em que os processadores ficam mais potentes. em alguns aparelhos. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete. no caso dos desktops. o Macrovision não atua. desabilite o Macrovision. o mesmo não é afetado. fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. O macrovision afeta. fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. Como o AGC do receptor TV é diferente. a situação é radicalmente diferente. Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV. mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo. . Como o sistema foi desenvolvido por software. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. mas. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. Segunda geração de baterias. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware. incorporado ao conversor D/ A. Para tal. em intervalos de alguns segundos.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. Nickel Metal Hydrid). NiCd.Quando surgir o menu.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º . Nickel Cadmiun em inglês). NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks. Baterias de Niquel Hidreto Metálico. Eram mais baratas. eles consomem mais energia. No DVD ROM. do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais. principalmente a cópia de filmes.

Em 2001. provocando um apito da fonte do notebook. um Dual Core 1. agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. XP Professional e XP Media Center.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1.33 GHz consome mais do que um centrino de 1. apresenta resistência interna zero. São mais leves. . utilizada para se medir baterias de automóveis). Lithium Ion). enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. Em geral. A intenção é reduzir custos. ou próxima disto. pois o Linux não exige pagamento de licenças. abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home. DICA: Uma bateria esgotada. Isso significa que. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos.00 GHz. se o consumo for de 2000 mA. A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP. Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU.proporcionavam maior carga. Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado. dentro de uma mesma família de processadores. AH. e faz comparações com as baterias de NiCad. Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio. a bateria consegue manter 2 horas. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio". um centrino de 1. seja NiCad. Li-Ion ou NiMh. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. se o consumo do notebook for de 4000 mA. As mais modernas baterias para notebooks.66 GHz. a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias.

etc) e o Sistema operacional. a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). monitor. CPU. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. que não têm o chip. dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. As máquinas mais antigas. em caso de necessidade. tendo em vista as . uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos. placa de rede. geralmente em locais de trabalho) ou a internet. placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). sejam desktop ou mini torres. fax/modem.. Este sistema integrado. como a Dell. Com o crescimento da internet. dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. Atualmente. atualmente (2007).Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi. ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes. discos flexíveis ou "floppy". essas redes podem ser locais (LANs. placas ou interface de som.11b. restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. memória RAM. teclado.. quando ela é adquirida). mas isso pode tomar tempo considerável. praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para. Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook. O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. Em termos de sistema. Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. e passou por sucessivas e rápidas evoluções. fornecem os CDs como um opcional.

em alguns casos. está se restringindo aos notebooks. também. Hoje. o conceito de "sistema proprietário". Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente. Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro. notebook ou laptops. Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. passou a ser conhecido como "sistema proprietário". Notebook São computadores portáteis com peso entre 2.. ou de "arquitetura fechada". Anteriormente. Digital etc. Então. só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos.5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops". só as grandes empresas como IBM. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of .peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante. alta resolução de vídeo. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. e o objetivo para o qual foi previsto. e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). O seu projeto é diferente. O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis. A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops". Os periféricos como "fax/modem" e multimídia. construído por fabricante diferente. é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. seus problemas e sistemas operacionais. pesam acima de 3 quilos. mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. Compac.

A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. pequenos editores de texto. Os notebooks. . Seu peso é menor que 2 quilos. são os HD. edição de textos e alguns programas específicos.5mm. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook. "Palmtop". pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. e planilhas. os HDs de 19mm estão sendo abandonados. menos de um quilo. Diagrama em bloco Na figura abaixo . o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar.5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks. pesam. Os HD para notebooks são menores. (2. O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”.Integration” . devido às suas peculiaridades. agendas. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados. e em alguns casos.

por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada. e os floppies de 1.44MB e drive de . o hard disk. de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. Este conversor pode gerar várias tensões: +12. transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC. Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados.0V.2. alimenta uma bateria principal para carregá-la. entre 750 e 1200 V. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico. +2. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio. não necessariamente nesta ordem. -12 e +5 ou -5V.9 e/ou +3. eventualmente. por exemplo: +12.apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. portanto. (iluminação e controle de brilho do LCD). conhecido como inverter board (inversor). +5. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro). -5. -12. Este circuito. e.

Em todos eles . Samsung e Zenith. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. seguida da palavra erro # xxx.0 a +3. . Award. aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. entre outros. É recomendada a consulta à Internet. podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais. algumas vezes. utilizam chips com o seu logotipo. consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA. Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante. As empresas: American Megatrends. figura abaixo. porém no final. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes. Os fabricantes de notebooks. IBM. Neste caso. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos. ao ligar um computador. a CPU. ou qualquer coisa parecida com isso. estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell.se for detectado um erro.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. AST.0V. e cumprindo as instruções do BIOS. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST. e o xxx o código correspondente ao erro. Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres).CD-ROM. ou se tem um chip igual. mas as rotinas de BIOS não foram completadas. +5 e/ou +12V. de +2. Phoenix. para qualquer máquina. Award Bios. quem está por traz é sempre AMI. O sinal # significa número. Na tabela a seguir. para substituição ou o reparo chegou ao fim .

Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. Allen. nada acontece. não há como executar o reparo. e. estejam corrompidas ou erradas. laptop ou palmtop. Normalmente. porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo. os custos de manutenção na área de SMD. mas o computador não parte. Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. Se a execução das rotinas do BIOS for completada.IBM. Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. ao disco rígido e/ou flexível. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. Phillips. (não deu o boot). tipo de parafusos usados na fixação da tampa.montagem de componentes em superfície. nem um led indicador acende. Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados. quase sempre serão considerados altos pelos clientes. A falta de vídeo. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management). caso o manual de serviços não esteja disponível : a. Finalmente. Seqüência de abertura b. Phoenix etc. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho. Se o computador executou todas as rotinas do POST. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema. nestes casos. podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. Recomenda-se que cada passo . torna-se cansativa. o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. retirada da bateria principal (battery pack). fundo e laterais: comum. observe e anote sempre. ou às portas ativas. e.. ainda temos problemas na configuração do BIOS. spline e torx. no LCD e/ou no monitor externo. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória.. Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). se ao ligarmos o equipamento. neste caso. Como já foi mencionado anteriormente. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente.

mas que pode resultar em avaria grave. devemos partir para a pesquisa efetiva. Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador.2. resistores queimados. A causa mais simples. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . Sugere-se ainda. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. em 10% dos casos. uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. Defeito no mouse ou TrackBall 8. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. típico. Componentes do conversor DC/DC avariados 4. É quase certo que. Não tenha dúvida que esta inspeção . Defeitos na tela de cristal líquido 6. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. logo após a abertura do equipamento. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso. entretanto. Note. Como já foi exposto anteriormente. enfim. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema. Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. que a troca de um fusível. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. Defeito na CPU 10. Disco rígido inoperante 2. a olho nu. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. são: 1. é a inspeção visual. vai revelar fusíveis e indutores abertos. Disco Flexível inoperante 5. transistores e circuitos integrados queimados . estufados ou vazando. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido. pode não resolver o seu problema. capacitores eletrolíticos abertos. Algumas vezes.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . Teclado inoperante 7. Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware.seja levado a efeito com paciência e calma. uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. medindo-se tensões e formas de onda.

nos pratos.. ou da substituição de qualquer componente . As placas magnéticas (e). Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. soldados à placa lógica. Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b). são componentes cuja confiabilidade é baixa. Assim. cabeças. é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo... muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa.defeito mecânico. estão fixadas à estrutura principal (j). ou elétrico. É o caso da substituição de componentes SMD. vejamos o seguinte: se os HD convencionais.Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos. As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d)..defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros. pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes. alterando a sua geometria. motor etc. recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia. Quantum. consideramos como defeitos físicos. braços de posicionamento.defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) . cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns. que são pratos confeccionados com metal (a). Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. em sites da Seagate. Nos dois primeiros casos (a e b). Western Digital etc. c) . o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) .

interno. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. principalmente. É evidente que. entretanto. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. o chip (ROM). O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. Por exemplo. que implique na abertura do HD. chips com informações (ROM) que. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. programas específicos para uso profissional. a recuperação depende da extensão do dano. Cumpre. neste momento. se for necessário apagar a partição do HD. e Windows. executam uma espécie de "pulo por cima". para isto. No caso. não permitem que haja gravação no HD. e tente utilizálo. dos programas que serão utilizados. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. bypass. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. ao se recuperar os dados destes drives. ou ainda. o seu desempenho e. Existem. isto é necessário). e ou apenas como demonstração. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. deve estar desabilitado. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet. no entanto. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. também do DOS. é o Easy Recovery. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. esta informação é correta. todas as alterações. Entretanto. é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. alertar que. (e muitas vezes. No último caso (c). é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. mesmo que eles continuem a operar. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. O Scandisk. possivelmente existirão. Em princípio. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . Os programas de recuperação. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais. Quase todos vêm protegidos contra cópia. no circuito de interface do HD. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD.

000 Volts ou mais. ou devido a uma condição espúria qualquer. Se. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria. Normalmente. é projetado para suportar estas variações. Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem. mesmo assim. a queima do fusível de proteção é resultante de: .Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1. que são os disjuntores térmicos. na bateria principal. -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. . sob determinadas condições. Quando esta estiver completamente carregada. Ao ligarmos o notebook à rede externa. nada podemos fazer para evitá-las.Entretanto. . . em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook. a sua bateria passa a ser carregada. ocorrem muito raramente e. Estes picos são anormais.Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. são os mais sujeitos a avarias. cortando a passagem da corrente de carga da bateria.Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook. sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. Vamos . o adaptador. variações que chegam. automaticamente. o circuito sensor do notebook interrompe a carga.Quanto às flutuações. a 25% da tensão nominal da rede. Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação. a tendência é que a temperatura das células aumente. por falha no circuito sensor. no máximo.

junto ao conector. Quando a vida útil de uma bateria se esgota. que. neste momento. alguma vezes até menos). Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega.supor agora. que no momento de conectar a fonte ao micro. por qualquer razão. As células internas. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. sejam elas de NiCad. A tendência é sobrecarregar a bateria. Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. tendem ao superaquecimento. provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. ou o fusível de linha queima. NiMh ou Li-Ion. no caso. o próprio adaptador AC/DC (Fonte). o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente. . e. Antes que isso ocorra. outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. reduzindo sua vida útil. Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio.

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