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eletronica aplicada

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ELETRÔNICA APLICADA A MANUTENÇÃO

Curso de Eletrônica On Line - Básica e Aplicada a Manutenção
- Carga horária de 24 hrs ( 12 terças feiras ) - Conteúdo : Grandezas elétricas : Tensão VCA/ VCC - Corrente - Potência - Resistência - Condutância - Capacitância e Indutância elétricas / Instrumentos de medidas elétricas Voltimetro , Amperimetro , Capacimetro , Indutometro , Ohmimetro , Medidor de ESR , Frequencimentro , Osciloscópio / Tipos , Funcionamento básico e medidas de componentes eletrônicos - Fusíveis , Resistores , Indutores , Capacitores , Diodos , Transistores , Transformadores , Circuitos integrados , Cristais e Osciladores / Utilização de ferramentas e materiais usados para substituir componentes eletrônicos : Estação e ferro de solda , sugador de solda , solda , fluxo , escova antiestática / Cuidados com eletricidade estática e ferramentas usadas Funcionamento básico de Fontes de alimentação analógicas e chaveadas , Análise de defeitos em Fontes de alimentação , substituição de componentes e reparos de fontes de alimentação de Desktops e Notebooks. - Material didático : Link para baixar : Apostilas de eletrônica , Power Point das aulas ministradas , Datasheets de componentes , Esquemas eletrônicos de Fontes de alimentação e documentos técnicos importantes. - O Curso será ministrado On Line pelo Professor Marcos Jerônimo toda terça feira de 9 as 11 hrs e de 18 as 20 hrs - O curso terá início na terça feira do dia 1 de novembro de 9 as 11 hrs e outra turma de 18 as 20 hrs - As aulas On line serão ministradas através da sala de palestras do Clube dos Notebooks e conterão vídeos gravados , Slides em Power Point e aulas ao vivo , nas aulas terá sempre a presença do Professor para tirar dúvidas da aula ministrada aos alunos. - Para evitar a participação de pessoas não autorizadas na sala de cursos toda terça feira uma hora antes do início das aulas o Aluno matrículado receberá por E-mail uma senha para entrar na sala e não será permitido a presença de alunos não matrículados ou que não tenham sido convidados pelo Clube dos Notebooks. - Valor do curso 95 PPD ( 95 Pontos de Permuta Digital ) 1 PPD = 1 Real OBS: Estes Pontos de Permuta Digital são adquiridos no Portal de Permuta Digital , os mesmos podem ser comprados diretamente no Portal ou através de recebimentos em Permutas efetuadas por você dentro do Portal , esta promoção visa a incentivar você a fazer negócios em permutas , estes negócios podem ser feitos através da oferta de produtos novos , sem uso ou obsoletos que você tenha para negociar e por serviços profissionais que você ofereça em permuta a comunidade cadastrada no Portal , para este curso não será aceito pagamentos em dinheiro ao Clube dos Notebooks , só através do Portal onde este e outros Cursos do Clube dos Notebooks estão anunciados, faça seu cadastro e faça esta Permuta e conheça outros negócios que poderá fazer dentro do Portal que poderão mudar seus resultados financeiros. Acesse agora mesmo o link http://www.permutagora.com.br para fazer seu cadastro gratuito de Produtos e serviços , adquirir este curso e conhecer esta tendência de negócios mundial e que já está disponível no Brasil. http://www.permutagora.com.br

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COMPONENTES ELETRÔNICOS

Funções e medidas FUSÍVEIS E DISJUNTORES Os fusíveis e disjuntores são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até incêndios, explosões e eletrocutamentos. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos domésticos e na indústria leve, enquanto que os disjuntores são projetados principalmente para atender as necessidades da industria pesada. O funcionamento do fusível baseia-se no princípio segundo o qual uma corrente que passa por um condutor gera calor proporcional ao quadrado de sua intensidade. Quando a corrente atinge a intensidade máxima tolerável, o calor gerado não se dissipa com rapidez suficiente, derretendo um componente e interrompendo o circuito. O tipo mais simples é composto basicamente de um recipiente tipo soquete, em geral de porcelana, cujos terminais são ligados por um fio curto, que se derrete quando a corrente que passa por ele atinge determinada intensidade. O chumbo e os estanho são dois metais utilizados para esse fim. O chumbo se funde a 327º C e o estanho, a 232º C. Se a corrente for maior do que aquela que vem especificada no fusível: 10A, 20A, 30A, etc, o seu filamento se funde (derrete). Quanto maior for a corrente especificada pelo fabricante, maior a espessura do filamento. Assim, se a espessura do filamento do fusível suporta no máximo uma corrente de 10A e por um motivo qualquer a corrente exceder esse valor, a temperatura atingida pelo filamento será suficiente para derrete-lo, e desta forma a corrente é interrompida. Os fusíveis se encontram normalmente em dois lugares nas instalações elétricas de uma residência: no quadro de distribuição e junto do relógio medidor. Alem disso eles estão presentes no circuito elétrico dos aparelhos eletrônicos, no circuito elétrico do carro, etc. O fusível de cartucho, manufaturado e lacrado em fábrica, consiste de um corpo oco não condutivo, de vidro ou plástico, cujo elemento condutor está ligado interiormente a duas cápsulas de metal, os terminais, localizados nas extremidades. Símbolos

ELOS FUSÍVEIS PASITROL

Os elos fusíveis Positrol, com suas características de tempo-corrente precisas (TCCs), elementos fusíveis não danificáveis, e capacidade superior de interrupção de faltas, lhe proporciona o que há de mais moderno em desempenho de elos fusíveis. Eles eliminam as operações indevidas devido a alterações das TCCs (sneakouts), e a necessidade de atuação dos equipamentos de proteção a montante para fazer o serviço dos elos fusíveis, reduzindo o custo da operação e melhorando a confiabilidade dos serviços... dois fatores que são primordiais no meio competitivo atual. As seguintes características excepcionais dos elos fusíveis Positrol tornam estes benefícios possíveis. Não danificáveis e permanentemente preciso. Os elos fusíveis Positrol não são afetados pelo tempo de vida, por vibrações ou oscilações que aqueçam o elemento até próximo ao seu ponto de fusão. Eles não são danificáveis, e sendo assim, só operarão quando tiverem que operar e não quando tiverem que operar. Eles não falharão. Para uma Concessionária Pública, isto significa dinheiro... os elos fusíveis Positrol eliminam as intervenções necessárias para se encontrar e substituir desnecessariamente os elos fusíveis queimados. Como os elos fusíveis Positrol não são danificáveis, não há necessidade de zonas de segurança ou tolerância exageradas. O máximo aproveitamento dos fusíveis pode ser alcançado sem medo de que ocorram mudanças nas características de tempo-corrente, que causam problemas nos planos de proteção e coordenação cuidadosamente preparados. A durabilidade das TCCs do Positrol tem sido repetidamente evidenciada através de exaustivos testes laboratoriais.

Tolerâncias Limitadas

Os elos de fusíveis Positrol da S&C têm tolerâncias excepcionalmente limitadas... Tipicamente a metade da de outros elos fusíveis... o que significa que se pode contar com eles para eliminar faltas mais rapidamente. As tolerâncias limitadas e o fato de serem não danificáveis combinam-se de forma a permitir a escolha do menor elo fusível para cada aplicação, garantindo proteção máxima e coordenação intensificada. Com os elos fusíveis Positrol você pode até mesmo coordenar os valores adjacentes de capacidade. As magníficas características de desempenho dos elos fusíveis Positrol são o resultado de um projeto competente, aliado à dedicada atenção para os detalhes de fabricação. Os elementos fusíveis de prata, pratacobre eutético, e níquel-cromo (dependendo do valor) são inerentemente não danificáveis. O material dos fios, de pureza e condutividade cuidadosamente confirmadas, é passado através de moldes de precisão e a secção transversal exata é confirmada por micrômetro a laser. A montagem meticulosa assegura que não haja rachaduras, torções, nem alargamentos que possam comprometer a precisão das TCCs. Os elementos são moldados aos seus terminais para conexões permanentes não danificáveis. Desempenho Superior de Interrupção de Faltas

O elo fusível—não o tubo fusível da chave fusível—determina a capacidade de uma chave fusível de interromper tensões de falta de baixa magnitude, particularmente faltas no lado secundário de transformadores com suas tensões de restabelecimento transitórias severas (TRVs). Testes extensos feitos através de um amplo espectro de faltas secundárias... com TRVs realisticamente severas... têm comprovado o desempenho inigualável dos elos fusíveis Positrol da S&C, quer sejam aplicados em chaves fusíveis dotadas de exaustão simples ou dupla. Estes elos com seus revestimentos em fibra de vidro de filamento enrolado com força de ruptura controlada, seguramente interrompem todos os níveis de curvas secundárias em sistemas até 27kV, e em aplicações de fase-neutra em sistemas 38kV. Ampla escolha de velocidades Os elos fusíveis Positrol estão disponíveis em oito velocidades: T, K, QR (intercambiável com as velocidades do “QA”), DR (intercambiável com as velocidades “D”), KSR (intercambiáveis com as velocidades “KS”), N, Standard e coordenadas. Todas estas velocidades, mais as opções de

valores de corrente de 1 a 200A, tornam a ótima coordenação e a máxima proteção uma realidade prática em cada ponto de seccionalização, início de circuito, transformador de distribuição e banco de capacitor.

Informações de aplicação fáceis desenvolvidas com a mesma atenção a detalhes dispensados aos próprios elos fusíveis Positrol, estão disponíveis para facilitar a escolha dos elos fusíveis da S&C. Solicite à S&C o boletim de dados 350-110 para proteção de transformador, ou o 350-130 para proteção do capacitor ou o 350-170 para coordenação em série, todos da S&C. Estes guias de aplicação minimizam o trabalho de escolha do elo fusível mais adequado para cada tipo de proteção necessária. FUSÍVEIS LIMITADORES FAULT TAMER

A nova geração em proteção para transformadores de poste — Os fusíveis limitadores Fault Tamer combinam um elo fusível montado em série com um limitador auxiliar em um único e poderoso conjunto que pode ser facilmente incorporado em instalações novas ou existentes de transformadores de distribuição aérea de 14.4-kV, 25-kV, e 34.5-kV. O Fault Tamer proporciona proteção contra curto circuito ao sistema, limita a corrente de passagem a um nível que minimizará potenciais explosões dos transformadores devido a falhas internas de grande magnitude, e também minimiza os danos por falhas externas de grande magnitude como descargas nas buchas. O Fault Tamer oferece muito mais vantagens que as chaves fusíveis convencionais, incluindo chaves fusíveis montadas com fusíveis limitadores de corrente externos. FUSÍVEIS NA CAIXA DE ENTRADA” “Aficionados do som estão trocando seus modernos disjuntores da entrada por fusíveis. A menor indutividade destes componentes permite, nos transientes musicais, maior

disponibilidade de corrente.” Realmente os fusíveis possuem algumas vantagens em relação aos disjuntores e, para ser mais preciso, possuem exatamente três vantagens e somente uma desvantagem! Em primeiro lugar, é correto dizer que os fusíveis possuem menor indutividade do que os disjuntores. Estes possuem bobinas para a função de proteção contra curtos-circuitos, como já comentávamos, as quais representam maiores indutâncias à passagem da corrente, quando da existência de transientes de corrente. Em segundo lugar, a resistência elétrica dos fusíveis é muito mais baixa do que a dos disjuntores, pois os fusíveis não possuem as já comentadas bobinas e nem os enrolamentos que existem em torno dos bimetais que dão proteção contra as sobrecorrentes. Em terceiro lugar, todo fusível de qualidade desliga mais rápido do que qualquer disjuntor, ou seja, a proteção que um fusível pode dar, é melhor do que aquela que o disjuntor correspondente poderá oferecer. A única desvantagem do fusível é que, quando queima, precisa ser trocado. Já o disjuntor, nesta situação, apenas precisa ser religado. Evidentemente, não estamos aqui fazendo comentários de qualquer fusível. Existem, como vocês bem sabem, vários tipos de fusíveis. Há os fusíveis de rolha e também os de cartucho que, em algumas condições especiais, podem vir até a explodir. Não, aqui não estou comentando sobre estes fusíveis. Refirome sim, aos fusíveis Diazed e aos fusíveis NH. Àqueles componentes de aplicação industrial (NH) e de aplicação residencial (Diazed) lá na Europa e que também, estão à venda no mercado nacional. Há vários fabricantes no Brasil e aqui novamente recomendo os fusíveis da Siemens, pela sua elevada qualidade. Para colocar os fusíveis, recomendo que vocês utilizem uma chave seccionadora sob carga trifásica, do tipo 3NP4010, da Siemens, e de fusíveis NH, tamanho 000, ou tamanho 00. Caso vocês não estejam utilizando as três fases, não coloquem nada no pólo central, pois o neutro deverá passar diretamente, sem ser interrompido, como vocês poderão ver no artigo acima mencionado. TESTE DO FUSÍVEL O uso do multímetro para testar fusível só indica que o mesmo está bom ou rompido. O multímetro não indica a Amperagem nem a tensão de trabalho. • • Pegue alguns fusíveis para fazer os testes. Posicione a chave seletora na escala de X1.

• •

Faça o ajuste de Zero, (o ajuste de zero é para regular o multímetro de maneira que ao encostarmos uma ponta de prova na outra, o ponteiro do multímetro desloca até o Zero). Una as pontas de prova e ajuste o controle que há no multímetro de maneira que o ponteiro fique em cima do Zero. Pronto ajuste está feito. Cada escala que mudarmos deve ser feito o ajuste. Pegue um dos fusíveis e coloque as pontas de prova nas extremidades do fusível conforme mostra a figura abaixo: O ponteiro deverá deslocar até o Zero indicando que o fusível está bom.
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DICA: Fusível bom – O ponteiro desloca até o Zero. Fusível rompido (queimado) – O ponteiro não desloca. • Veja na aula prática no curso online www.cursodeeletronica.com

CAPACITOR ELETROLÍTICO É um tipo de capacitor muito importante dentro de um circuito eletrônico. No capacitor eletrolítico temos uma das armaduras composta de alumínio que entra em contato com uma substância química ativa e se oxida, criando assim uma outra camada isolante que age como dielétrico. Assim quanto mais fina for a camada isolante (dielétrico), maior será a capacidade do capacitor, permitindo com o uso de componentes relativamente pequenos o alcance de elevadas capacitâncias. Os capacitores eletrolíticos são polarizados, isto é, sua armadura positiva terá que ser sempre a mesma. Se invertermos a polaridade no circuito de forma a carregar a amadura positiva de carga negativa, o material isolante (dielétrico) se destruirá, inutilizando o capacitor. Como podemos concluir sobre estes componentes, foram desenvolvidos para permitir o alcance de capacitância mais elevado, e resistir a tensão de trabalho e isolação mais alta em relação a sua capacitância. No seu ramo, há tipo que utiliza o óxido de alumínio como

000 Mfd. Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de X1. Existem dois tipos de eletrolíticos: Aqueles que têm o corpo metálico (semelhante aos comuns) e os com o corpo em epóxi. ASSTP mostra logo em seguida as simbologias que representam os capacitores eletrolíticos.200. e assim conhecido como capacitor eletrolítico de alumínio e outro tipo que utiliza o óxido de tântalo.000 Mfd.2 μF x 10 V (letra "A"). Veja abaixo: ELETROLÍTICO SMD BOBINA SMD Teste do capacitor eletrolítico SMD 1. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do capacitor. 2. + _ + Estes capacitores são utilizados especificamente em filtragem de fontes de alimentação. circuitos osciladores de baixa freqüência acoplamento de sinal de baixa freqüência e circuito de tempo (temporizador). _. Ex: A225 = 2. As faixas de capacitância destes componentes são as seguintes: • Alumínio: 0. .5 Mfd a 10. Eletrolíticos e bobinas SMD As bobinas SMD têm um encapsulamento de epóxi semelhantes a dos transistores e diodos.1 Mfd a 100. parecido com os diodos.dielétrico. Alguns têm as características indicadas por uma letra (tensão de trabalho) e um número (valor em pF). • Tântalo : 0.000 pF = 2.

Coloque a ponta de prova preta no negativo.3. 4. . 5. Resistência maior. Agora inverta as pontas de prova. O multímetro registra uma resistência maior. 6. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando um valor ôhmico. CAPACITOR EM CURTO (defeituoso) o ponteiro desloca até o Zero fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova. 7. Veja que o ponteiro não se aproxima do Zero. Isto indica que o capacitor está bom.

05 Mf a 220 mF Observe também que o capacitor eletrolítico tem polaridade (+ e -) também é encontrado no capacitor o valor de tensão de trabalho. Veja a aula prática no curso online www. Veja a tabela abaixo e separe alguns capacitores de valores que correspondem a cada escala.000 mF 0. ESCALA X1 OU X10 X 1K VALORES EM MICROFARADE 330 Mf a 10. Observe que o ponteiro irá deslocar e retornar para a posição de repouso. • Pegue um capacitor que seu valore esteja entre 330mF a 10. Estes testes também servem para estes tipos de capacitores. • Posicione a chave seletora na escala X10. • Troque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. inverta os cabos. • Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e mantenha as pntas de prova do multímetro fixas nos terminais do capacitor e observe que o ponteiro do multímetro deslocou-se e retornou para o ponto de repouso. apenas o valor de capacitância para posicionarmos a chave seletora na escala correta.CAPCITOR ABERTO (defeituoso) o ponteiro não registra resistência fazendo o teste nas duas inversões das pontas de prova.cursodeeletronica. ou seja. cuja finalidade é oferecer oposição à passagem de corrente elétrica através de seu .com RESISTÊNCIA ELÉTRICA Resistores Resistores elétricos são componentes eletrônicos. Nos seus testes não é preciso ver sua polaridade nem a tensão de trabalho. Capacitor Poliéster: TESTE DOS CAPACITORES ELETROLÍTICOS COMUNS Para fazermos os testes dos capacitores eletrolíticos é necessário verificarmos em primeiro lugar seu valor em Microfarade para podermos posicionar a chave seletora na escala correta. cabo preto no lugar do vermelho e o vermelho no lugar do preto.000mF. Isto ocorre quando o capacitor está bom.

01 x 0. Unidade kilo Ohm Mega Ohm Ohm Ω kΩ = 10exp3 Ω MΩ = 10exp6 Ω Os Resistores podem ser Fixos ou Variáveis Fixos: São resistores cuja resistência elétrica não pode ser alterada (apresentam dois terminais) Variáveis: São aqueles cuja resistência elétrica pode ser alterada através de um eixo ou curso (Reostato. A essa oposição é dado o nome de "Resistência Elétrica".1 ---- Tolerân cia ---1% 2% ---------------------5% 10% 20% .000 x 10.000 x 100.material. Potenciômetro). onde cada cor e a posição da mesma no corpo dos resistores representam um valor ou um fator multiplicativo.000. Os resistores são identificados através de um código de cores. Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Dourado Prateado Sem cor 1° 2° Fator Multiplicativo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 ---x1 x 10 x 100 x 1.000 ---------x 0.000 x 1.

Erro Percentual RNom . Se o E% calculado estiver dentro da faixa da tolerância Nominal do resistor. utilize a seguinte fórmula: E% = [(RNom. então o resistor encontra-se dentro da faixa aceitável de erro.Fator multiplicativo .Vermelho = 2 3° Faixa .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10000 = 220000Ω5 ou 220KΩ Como determinar se a tolerância em relação ao valor do resistor encontra-se dentro da faixa aceitável Para determinarmos a aceitabilidade de um resistor basta seguir os passos abaixo: 1 .Tolerância .Compare o E% com a Tolerância Nominal do resistor.De posse dos dois valores anotados. 1 .RNom = 220k 2 . Exemplo: Imagine se desejásemos saber se o resitor acima de 220k encontra-se aceitável.Resistência Nominal RMed .Exemplos: 1° 2° 3° 4° Faixa Faixa Faixa Faixa Vermelho = 2 Vermelho = 2 Fator multiplicativo .Vermelho = 2 2° Faixa .7kΩ 1° Faixa .Marrom = 10 exp1 = 10 Tolerância .Ouro = 5% Valor do resistor = 47x100 = 4700Ω ou 4.Determine o valor Nominal do resistor a ser medido através do código de cores (RNom). .Ouro = 5% Valor do resistor = 22x10 = 220Ω5% 1° Faixa . 2 .E% = [(RNom.RMed) / RNom]x100 ==> E% = [(220-217)/220]x100 .RMed = 217k 3 .Fator multiplicativo .Amarelo = 10 exp4 = 10000 4° Faixa .Meça o resistor com uma Multímetro na escala adequada para o valor Nominal (RMed).Vermelho = 10 exp2 = 100 4° Faixa .Resistência Medida 4 . 3 .RMed) / RNom]x100 onde: E% .Violeta = 7 3° Faixa . .Tolerância .Amarelo = 4 2° Faixa .

4% de Erro é aceitável para este resistor. Qual deve ser a tensão entre os terminais de R1? A resposta é 9V – 2V = 7V. É um resistor limitador de corrente. portanto.4% de Erro 4 . Nossa fonte de tensão fornece 9V.A faixa de tolerância do resistor é Ouro=5%. o resultado total (RT) será igual a soma de todas as resistências empregadas: Associação em paralelo Quando associamos resistências em paralelo. Associação de Resistências Uma forma de se obter uma resistência de um determinado valor. Observe a ilustração: Um LED típico requer uma corrente de intensidade de 10 mA e proporciona uma "queda de tensão" de 2V enquanto está aceso. mas sim a soma através da seguinte fórmula: 1/RT = 1/R1+1/R2 Limitador de corrente Agora você já está pronto para calcular o valor ôhmico do resistor que deve ser conectado em série com um LED. Lembre-se que a soma das tensões sobre . 1.= 1. o resultado não será a soma total. Associação em série Na associação em série. de duas formas: em série e em paralelo. é se associando resistências.

componentes em série deve ser igual à tensão da fonte de alimentação. . Agora. ajustáveis. Resistores de Fio Descoberto: Estes resistores são fabricados em fio de NiCr enrolado sobre um núcleo cerâmico roscado de forma que o fio se encaixa mantendo uma isolação garantida entre espiras. com relação a R1. Para calcular sua resistência usamos a fórmula: R1 = U ¸ I Substituindo-se U e I por seus valores temos: R1 = 7V ¸ 0. com suportes isolados. Resistores Tubulares de Fita Ondulada: Estes resistores são fabricados em fita de NiCr ondulada e enrolada sobre núcleo de porcelana. Potências de 10 a 1000W. temos duas informações: a intensidade de corrente que passa por ele (10mA) e a tensão que ele suporta (7V). com suportes vivos etc. não indutivos. Podem ser fornecidos no tipo fixo. Sua principal característica é a grande capacidade de dissipação de energia e tem baixa resistência e alta corrente.01A = 700Ω Resistores Tubulares de Fio: Estes resistores são fabricados com elemento resistivo em fio de NiCr enrolado sobre núcleo de porcelana e vitrificados à fogo. Em geral sua resistência ôhmica é baixa porém sua corrente é alta.

ferro fundido ou fio de NiCr dependendo dos níveis de corrente selecionados. enrolados de cutelo sobre núcleos cerâmicos seccionados de forma a permitir sua utilização em equipamentos sujeitos a grandes vibrações. IP 23 ou IP 54. . assimétrica a valores pré- Resistores para Filtro de Harmônicos: Estes resistores geralmente fornecidos em grupos de 3 unidades com diferença máxima de resistência ôhmica de 3% entre si. instalação ao tempo ou abrigada. Estes resistores geralmente limitam a corrente entre valores de 2 a 5A em 480V ou 460V.Resistores de Lâminas (“Edgewound”):Resistores de fita de NiCr de grande seção. Resistores de Aterramento: Estes resistores são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores. de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito estabelecidos. podem ser fabricados para instalação abrigada ou ao tempo.Podem ser fornecidos na forma circular ou ovalada. Podem ser fornecidos com ou sem trafo de corrente e nos graus de proteção IP 00. . O elemento resistivo utilizado é aço inox. Resistores de Aterramento (Alto Valor): Estes resistores são fornecidos com painel de supervisão detectando a mínima corrente de curto dando uma indicação pulsante permitindo a localização inicial das falhas.

Metal Óxido Varistor ou M.V. Quando a temperatura se eleva. em série com a bobina desmagnetizadora. a resistência do PTC aumenta. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. PTC É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). ou como "trava" em circuitos eletromotores. NTC .O. Ele é usado geralmente para proteção contra curtoscircuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável.

1ºExemplo: 4 2 2 Ouro (dourado) Nos resistores comuns de 4 aneis coloridos sempre o 4º anel será dourado ou prata. • No exemplo acima: 1º anel – amarelo = 4. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. Este exercício ajudará a decorar a tabela.Também é um resistor dependente da temperatura. • . precisamos usar a tabela do código de cores da página anterior. Este exercício ajudará a decorar a tabela. Quando a temperatura sobre. NTX são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. e instrumentos de medidas. Agora vamos outros exemplos mais práticos de leitura dos resistores. mas com coeficiente negativo. RESISTORES (LEITURA) Para fazermos a leitura dos resistores comuns e especiais. precisamos usar a tabela do código de cores da 1ª página. sua resistência cai.

então o valor do resistor acima fica da seguinte forma: • 4200 ohms. 2º Exemplo: 6 5 3 Ouro Azul 6 . simplesmente substituímos o número do terceiro anel por zeros.2º anel – vermelho = 2. 3º anel – vermelho = 2. .Verde 5 – Laranja 3. • No lugar de multiplicarmos o 3º anel conforme a tabela. 4º Exemplo: 1 0 0 Ouro (dourado) Marrom 1 – Preto 0 – Preto 0 10 ohms ou 10R (Quando o terceiro anel vier com a preta será ignorado. 3º Exemplo: 3 0 4 Ouro (dourado) Laranja 3 – Preto 0 – Amarelo 4. considerando apenas os dois primeiros algarismos). 300000 ohms ou 300K. 65000 ohms ou 65K.

Siga este exemplo para todos os resistores de cinco cores.7R (Quando o terceiro anel vir com a cor dourada. o terceiro número você vai substituir por zeros. 1º Exemplo: 4 2 7 2 1% de tolerância Amarelo 4 – Violeta 7 – Vermelho 2 – Vermelho 2 47200. TESTES DOS RESISTORES Pegue 4 resistores: • 1 resistor com valor menos de 200R. 451 = 450R.7 ohms ou 4. Nos resistores SMDs já vem escrito o seu valor. Leitura dos resistores de cinco aneis coloridos. • 1 resistor com valor entre 1K a 100K.1 4. EX. 1% Observe que é no quarto anel que colocamos o número de Zeros. coloca-se uma vírgula entre os dois primeiros algarismos). Se o terceiro número for 3 você vai substituir por 3 zeros (000) e assim por diante. • 1 resistor com valor entre 200R a 1K.1 Ouro (dourado) Amarelo 4 – Violeta 7 – Dourado 0.6º Exemplo: 4 7 0. .

Confira o valor do resistor pelo código de cores. Ex. Resistor alterado (defeituoso) – o ponteiro do multímetro marca uma resistência diferente do valor encontrado através do código de cores. • Pegue o resistor com valor entre 200R e 1K. o ponteiro do multímetro estaciona sobre o número 20 ou próximo do 20 significando que o mesmo está bom. • Faça o ajuste de Zero. Escala de X1 (1X20 = 20R). 2 0 6 2 4 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 0 K 8 M R 7 0 2 K 6 S í m b o l o s O ponteiro do multímetro irá deslocar e estacionar sobre um número ou próximo dele. • Proceda da mesma maneira dos testes anteriores. preto e preto. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do resistor conforme mostra a figura abaixo. DICA: Resistor aberto (queimado) – o ponteiro do multímetro não desloca. • Pegue o resistor com valor entre 1K a 100K. RESISTOR SMD • . • Faça o ajuste de Zero. veja onde o ponteiro estacionou e multiplique 10 x o número próximo ao ponteiro. • Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor.• 1 resistor com valor entre 100K a 2M. • Faça o ajuste de Zero. sendo 20 R – vermelho. • Faça o ajuste de Zero. • Multiplique a escala X1 pelo número próximo do ponteiro. (não tem polaridade). Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Verificando o valor do resistor pelo código de cores. Vamos testar o resistor com o valor menor de 200R: • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. • Pegue o resistor com valor entre 100K a 2M. • Repita o mesmo roteiro acima.

Outro método de controle. de volta simples. Esse resistor variável de 2000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. Alguns resistores variáveis modernos usam materiais plásticos que não corroem. São soldados do lado de baixo da placa pelo lado das trilhas. porque o fio ou o metal podem se corroer ou se desgastar. sendo o 3° algarismo o número de zeros.Os resistores têm 1/3 do tamanho dos resistores convencionais. Reostato . Ex: 102 significa 1. ocupando muito menos espaço. por exemplo. Resistor variável Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. que não é exatamente um resistor. Têm o valor marcado no corpo através de 3 números.000 Ω = 1 K. resistores variáveis são não-confiáveis. é impossível haver desgaste. rodando com a mão. Desde que o sensor não toque o filme. mas se comporta como um. envolve um sistema sensor fotoelétrico que mede a densidade ótica de um pedaço de filme. ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Os resistores variáveis podem ser dos baratos. Tradicionalmente.

Note que o valor indicado no corpo do potenciômetro é igual a soma dos resistores abaixo do cursor e acima do cursor. A figura a seguir mostras alguns tipos de potenciômetro e acessórios: . Um potenciômetro é equivalente a dois resistores colocados em série. tem um eixo semelhante ao potenciômetro e é usado em divisores de tensão ou como simples resistências ajustáveis. tendo o cursor conectado ao centro dos resistores. os potenciômetros são usados em baixas correntes e elevados valores de resistência. Potenciômetro O potenciômetro é um dispositivo resistivo muito usado em circuitos divisores de tensão. mas. O potenciômetro é composto por uma trilha resistiva na forma de ferradura por onde um cursor metálico desliza assim a resistência entre o cursor e as extremidades do potenciômetro podem variar. observe a figura e a foto do potenciômetro na figura abaixo.O reostato está mais para uma resistência variável do que para um potenciômetro. Os reostatos são usados quando o valor da resistência é muito baixo e as correntes elevadas.

Potenciômetro convencional observe o potenciômetro duplo muito usados em amplificadores com dois canais. o dial indica o número de voltas e Knob convencional. um potenciômetro para o controle de volume de cada canal. Teste do potenciômetro e trimpot. .Knob de precisão usado com os potenciômetros de precisão com giro de mais de uma volta.

que. TRANSISTOR FET FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. por Julius Edgar Lilienfeld.• • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala X1K. como o próprio nome diz. Gire lentamente o eixo do potenciômetro ou do trimpot. Observe que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma variação de resistência ao girar o eixo. Coloque a outra ponta de prova em um dos terminais central. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal central. História Primeira referência: patente feita em 1930. um pesquisador ucraniano nascido em 1882 e que imigrou para os EUA n a década de 20 do século passado. Sua idéia era controlar a . Transistor de Efeito de Campo. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção.

em sistemas lógicos modernos.condutividade de um material. mas o sistema proposto por Lilenfeld não funcionaria na prática. . O domínio de semicondutores e da física necessária para a construção dos FETs só aparece no início dos anos cinqüenta do século passado. O FET é um desenvolvimento tecnológico posterior ao transistor de junção. por um campo elétrico transversal. por suas características. mas é o elemento dominante.

Do mesmo modo. o que danificará interiormente o componente. Minúsculas faíscas podem saltar de seu dedo para esse terminal de entrada. . O circuito. trabalhará perfeitamente. com 50 nm de gate Esquema de um FET com nanotubo de carbono (diâmetro cerca de 1. Um resistor de 1 megohm ligado à porta do FET ajuda a protege-lo de ser danificado por faíscas acidentais em seu terminal de entrada.Imagem de microscópio eletrônico de um FET vertical. mesmo na ausência desse resistor de proteção. não toque a parte metálica do fio de 'antena' (que deve ser um fio encapado). entretanto.5 nm) Atenção: Evite tocar a porta do FET. desenvolvido pela Bell Labs em 1999.

TESTE DO TRANSISTOR FET Para testar o FET vamos usar o multímetro analógico. e a pelota do coletor foi ligada ao invólucro para . gravação em mesa e a escolha dos níveis de dopagem permitem que os transistores sejam fabricados com características especiais para satisfazer a requisitos particulares. • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Se ao testar o FET o ponteiro do multímetro deslocar até o 0 (zero) significa que o mesmo está defeituoso (em curto). G D S FORMAS ESPECIAIS DE TRANSISTORES DE JUNÇÃO Atualmente o fabricante de transistores tem uma variedade de técnicas e de materiais à sua disposição. Coloque a ponta de prova preta no Dreno. O ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência. Depois coloque a ponta de prova preta no Sourse. Coloque a ponta de prova vermelha no Gate. OBS. outros processos e difusão. FET SMD FET tradicional. o ponteiro também irá deslocar. Além disso. Geometrias especiais para manipulação de grandes potências ou operação em radiofreqüências têm sido desenvolvidas e assim a faixa de operação do transistor foi ampliada. Os transistores de potência de germânio foram fabricados durante o início da década de 1950 "aumentando proporcionalmente" os transistores de junção por liga de pequenos sinais. A área das junções foi aumentada.

Os primeiros transistores de potência de silício foram introduzidos no final de 1950. Os aperfeiçoamentos neste tipo de transistor permitem que ele seja usado atualmente com potências de até 30 W. de modo que a corrente concentra-se ao longo da periferia do emissor. Este tipo de transistor apresentou um bom ganho até uma corrente de 5 A. As regiões da base e do emissor foram sucessivamente difundidas num lado de uma fatia de silício do tipo n.assegurar uma baixa resistência térmica. e a ligação elétrica à base foi feita pela liga dos contatos de retificação através do emissor. Em altas densidades de corrente. Estruturas mais complexas de base-emissor podem ser produzidas para combinar a grande área do emissor e a periferia longa requerida para manipulação de alta potência com o restrito espaçamento requerido para operação de alta freqüência. muitas vezes capaz de suportar tensões de 1 KV ou mais. o emissor de índio era dopado com gálio para aumentar a dopagem do emissor e portanto aprimorar o ganho nas altas correntes. O emissor é gravado em mesa para permitir que a ligação elétrica seja feita com a base. os processos de difusão simples e de difusão tripla. Este tipo de transistor tem um alto valor de regime de tensão. os nomes servindo para descrever a forma do emissor. e o coletor fortemente dopado proporciona baixa resistência elétrica e térmica. Um emissor com uma longa periferia é necessário. Os refinamentos ao processo de fabricação durante os anos de 1960 levaram ao atual transistor de potência difundido capaz de manipular correntes de até 30 A e potências de até 150 W. No final da década de 1950. A transição do emissor torna-se mais polarizada diretamente do que o centro. mas apresentaram uma rápida queda no ganho para correntes acima de 1 A. e usaram as técnicas de difusão. a base larga proporciona boas propriedades de segunda ruptura. Este tipo de transistor reduz o risco de pontos quentes pelo uso de uma base homogênea. É. Tais transistores podiam dissipar 10 W. Estas estruturas não podem ter sido produzidas em transistores práticos sem a técnica planar de difusão através de uma fôrma na camada de óxido. A terceira difusão forma um coletor difundido fortemente dopado sobre o outro lado. Duas estruturas que têm sido usadas com sucesso são a estrela e a floco de neve. Os transistores de potência por difusão tripla são fabricados difundindo-se as regiões da base e do emissor num lado de uma bolacha do coletor. pode ocorrer contração de corrente. Esta é a causa da segunda ruptura. O processo epitaxial planar permite que outros aprimoramentos sejam feitos nos transistores de potência. Foram desenvolvidas geometrias para possibilitar aos transistores de potência operar nas . O processo hometaxial ou de difusão simples usa uma difusão simultânea sobre os lados opostos de uma pastilha de base homogênea. Dois processos de fabricação são usados para este tipo de transistor de potência. e o aumento proporcional não mais pode ser feito. portanto necessário projetar estruturas de base-emissor que diferem das geometrias anular ou em forma de pera dos transistores de pequeno sinal. formando regiões de emissor e de coletor fortemente dopadas.

uma considerável quantidade do volume do amplificador ser ocupada por esses dois transistores. se requerida. Um desenvolvimento recente permite que seja economizado espaço combinando-se os transistores pré-amplificador e de saída na mesma fração de pastilha de silício num encapsulamento. Se ambos os transistores forem montados sobre dissipadores de calor. Uma placa de metal é incorporada no invólucro plástico para garantir um bom contato térmico entre o elemento transistor e um dissipador de calor. tem havido certa tendência para os encapsulamentos plásticos. Nos últimos anos. Uma tal geometria é a estrutura interdigitalizada onde os contatos da base estão inseridos entre os contatos do emissor. Um díodo também pode ser formado através dos terminais de coletor e de emissor para proteção. que pode ter um ganho de corrente de até l 000 e saídas de potência de até 150 W. Os transistores que usam estas estruturas podem operar nas radiofreqüências. Uma camada epitaxial levemente dopada é crescida num coletor fortemente dopado. Uma outra estrutura usada em transistores de potência é a estrutura mexa ou de base epitaxial. no entanto. Os transistores de potência são usualmente encapsulados em invólucros metálicos possibilitando a montagem num dissipador de calor.44. Figura 8. Os ganhos de corrente dos dois transistores são controlados durante a . Com efeito. e uma simples difusão usada para formar o emissor na camada de base epitaxial. Os dois transistores e os resistores de base-emissor são formados numa fração de pastilha por difusões sucessivas usando o processo de base epitaxial.44 Diagrama de circuito do transistor de potência Darlington O diagrama de circuito de um transistor Darlington é mostrado na Figura 8. Os transistores mexa são reforçados e têm baixa resistência de coletor. Um transistor de potência usado como transistor de saída num amplificador geralmente requer um transistor pré-amplificador para proporcionar potência de entrada suficiente.radiofreqüências. Uma outra é a estrutura sobreposta onde uns grandes números de tiras separados do emissor são interligados pela metalização numa região de base comum. com potências típicas de 175 W a 75 MHz e 5 W a 4 GHz. Isto tem diminuído consideravelmente o custo do encapsulamento do transistor sem afetar o desempenho. uns grandes números de transistores de alta freqüência separados são conectados em paralelo para conduzir uma grande corrente. A estrutura resultante é gravada em mesa. Esta construção é o transistor de potência Darlington.

Um processo de fabricação epitaxial planar deve ser usado para manter baixa a resistência do coletor. a base e o coletor. Estes são a largura da tira do emissor (We na Figura 8. Na estrutura de base em tira. Duas geometrias são geralmente usadas: a base de anel e a base de tira ou fita. e as capacitâncias espúrias da montagem e do invólucro. formando a estrutura interdigitalizada já descrita para os transistores de potência de RF.1 Pm. SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. O nível da dopagem é escolhido para se adequar à freqüência de operação e à tensão. O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura. que geralmente é preferida para operação em freqüências mais altas. Os transistores para operação em alta freqüência ou para chaveamento rápido devem Ter espaçamentos estreitos entre o emissor.fabricação. de modo que o ganho global varia linearmente ao longo de uma faixa da corrente de coletor. . Esta linearidade de ganho é combinada com espaçamentos menores do que ocorreria com transistores discretos ligados no mesmo circuito. A estrutura de base em tira. Nos transistores da atualidade que operam até a região de microondas. A estrutura de base em anel é "reduzida proporcionalmente" a partir da estrutura anular usada para os transistores de baixa freqüência. devem ser mantidas tão baixas quanto possível para evitar a restrição do limite das freqüências superiores. Estas vantagens do transistor Darlington são combinadas com uma desvantagem: o alto valor de VCE(sat). é mostrada na Figura 8. As capacitâncias internas do transistor. aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo.45. Figura 8. Muitas dessas estruturas podem ser ligadas em paralelo para aumentar a capacidade de transporte de corrente.45) e a largura da base Wb. a largura do emissor pode ser tão baixa quanto 1 Pm e a largura da base 0.45 Estruturo "stripe-base” para transistores de alta freqüência. duas dimensões são críticas para o limite das freqüências superiores.

este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente. porém. no entanto. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN. ele só conduzira metade do semiciclo. C106. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: a) Desligando a alimentação por um período de tempo. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. b) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. NPN e PNP. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes. Dizemos. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. o SCR comporta-se como um diodo. Para um tipo comum. que se trata de um controle de meia onda. então. Se. pois o componente não conduz corrente alguma.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para . então. como os SCRs da série 105 (TIC 106. Nas condições indicadas nada acontece. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. Ora. Temos. Ao mesmo tempo. MCR 106. ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa.A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta. etc. Veja que ao conduzir a corrente. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. ele realimenta o circuito. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. ou seja.

sendo este valor expresso em ampères. O ponteiro deverá permanecer em repouso. Isto indica que o SCR está bom. Assim. ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. o ânodo negativo em relação ao cátodo. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate.disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. • • • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1. Coloque a ponta de prova preta no anodo. ou seja. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado.2 ampères tipicamente ou até mais. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito. pois isso pode queimá-lo. Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). Teste do SCR. . Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. Faça o ajuste de Zero. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo.

etc. Diodos. Na figura a baixo temos o aspecto real de alguns tipos de Circuito Integrado e seu símbolo mais comum. ou mesmo um conjunto determinado de componentes com características iguais. o Circuito Integrado é um componente formado por transistores comuns.2 0 6 C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s CIRCUITO INTEGRADO Na verdade não podemos tratar os Circuitos Integrados como sendo componentes semicondutores simples. Os dispositivos são fabricados num processo único. resistores. Como o nome sugere. planejados de modo a se obter um circuito completo. uma série de componentes . Processo de fabricação A idéia básica da elaboração de um circuito integrado é colocar em um pequeno chip (pastilha de silício). Estes dispositivos são um conjunto de componentes ativos e passivos já interligados numa certa configuração. parcial. todos obtidos a partir do material semicondutor de uma pastilha de silício. Diodos Zener. FET’s.

Tipos que fazem uso de transistores de efeitos de campos. Existem diversos tipos. autofalantes. Temos também os reguladores de 5 terminais eles já contem transistores em seu interior e fornecem tensões e correntes de acordo com as necessidades do circuito. que é apresentado em invólucro de 14 pinos como mostra a figura ao lado. largamente usado em fontes de alimentação de Televisores: . etc. TL 082. como os CA3130. Os tipos mais comuns desta família são os amplificadores operacionais e os comparadores de tensão cujo símbolo o ASSTP mostra logo abaixo: 1 2 3 4 5 6 7 14 3 13 12 11 2 10 9 8 4 1 S Os amplificadores operacionais comuns são dispositivos de baixa potência e por isso não podem excitar diretamente lâmpadas. Uma família muito importante deste tipo de CI é os que têm por elemento os reguladores de tensões. Existem amplificadores operacionais duplos e quádruplos. Um exemplo de regulador de tensão é o STR 5412. etc. destacando-se os comuns para referência como o: 723. O segundo tipo de integrado dessa família é o TIMER e o representante mais conhecido é o 555. operando com tensões de uma determinada faixa de valores.interligados entre si. cuja diagrama e pinagem é mostrado pelo ASSTP logo abaixo: + C o n tro le D e s c a rg a L im ia r D is p a ro 7 6 2 8 4 555 1 5 3 S a íd a Te rra B y-p a ss Reguladores de Tensões. destinando-se à amplificação de sinais fracos. em uma configuração que permita realizar uma função específica. TL080. Circuitos Integrados Lineares São Circuitos que normalmente exercem a função de amplificação e temporização. TL 084.. Esses amplificadores com FET’s se caracterizam por sua elevadíssima impedância de entrada e baixíssimo consumo de corrente. CA3140.

cuja integrante começam em sua maioria com o numero 40. Diversas são as famílias de Circuitos Integrados Digitais que podemos encontrar nos aparelhos eletrônicos. o que se segue indica a função a qual ele ira executar no circuito. o que é bem diferente dos TTL. ou seja. 7490 etc. que é também conhecida por 7400.. Os integrantes de uma determinada família possuem determinadas características que permitem sua ligação uns com os outros de forma direta. 0V ou uma determinada tensão que representa o nível alto.. 7406. Os integrados da família CMOS podem ser alimentados com tensões entre 3 e 15V. Os integrantes dessa família têm as mesmas funções dos TTL’s. . Porém. existem manuais especiais que contêm suas características. mas duas são as mais comuns para os montadores e Técnicos: A primeira delas é a família TTL (Transistor-Transistor Logic). mas suas características elétricas são totalmente diferentes. já que todos os integrados tem sua sigla começada por 74..Reguladores de Tensão na placa mãe.s que tem tensões fixas. 7474. O Técnico que trabalha com tais integrados devem obrigatoriamente possuir tal manual. para liga-lo aos circuitos externos é preciso usar elementos adicionais de interface. Como são centenas de elementos que formam esta família. Regulador de tensão Circuito Integrado Digital Os circuitos Integrados Digitais formam famílias de características específicas e são projetados para trabalhar apenas com dois níveis lógicos. A segunda família de Circuito Integrado Digital em importância é o dos CMOS.

significando que o seu conteúdo é apagado quando a sua alimentação é cortada. com cargas positivas) e em NMOS (se for usado semicondutor do tipo N.CMOS CMOS é uma tecnologia de construção de cicuitos integrados. isto é. PC CMOS é sinônimo da memória de configuração. O conteúdo da memória de configuração é normalmente alterado através de um programa chamado setup. ela é alimentada por uma bateria. em um circuito chamado pontel sul. que também alimenta o relógio de tempo real (RTC) do sistema. A memória de configuração (ou CMOS. pois esta memória é fabricada com a tecnologia CMOS. Esta tecnologia subdivide-se em PMOS (se for usado semicondutor do tipo P. Na memória de configuração dados sobre a configuração de hardware do sistema são gravados. tais como o tipo do disco rígido e a ordem de boot. Para que isto não ocorra. CMOS EPROM Atualmente a memória de configuração está integrada no chipset da placa-mãe. como preferir) é uma memória do tipo RAM. com cargas negativas). . isto é. Vários tipos de circuitos integrados são construídos usando esta tecnologia.

2. . Veja a maneira de fazer a contagem dos pinos do CI na figura a seguir: 1 2 3 4 14 8 Pino 1 do CI Teste do CI na placa. O CI pode alterar seu circuito interno com o uso ou mesmo com alguma alteração de corrente elétrica. ficando este teste com medidas de tensões e forma de ondas pelo o osciloscópio. Posicione a chave seletora na escala de X!. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 1.TESTE DO CI O uso do multímetro para testar o CI (circuito integrado). é com o objetivo de saber se o mesmo está em curto. 1. porém esta alteração dificilmente pode ser identificada pelo multímetro.

Capacitores de Cerâmica. Exceção feita aos capacitores variáveis. Lembre-se que o aparelho deve estar desligado da tomada. até a faixa de UHF. Coloque a ponta de prova preta nos outros terminais um a um verificando se o ponteiro desloca até ao zero. trimer e eletrolítico. Os capacitores Plate são usados em circuitos de Rádiofreqüência. que possuem símbolo próprio. não significa que o CI está defeituoso. Proceda com este roteiro com todos os pinos. Styroflex Os capacitores são identificados. 4. sendo encontrados na faixa de 1Pf a 470. simbolicamente conforme é mostrado abaixo. ATENÇÃO. Os Capacitores Styroflex tem seu uso comum em circuitos osciladores de RF (Rádio freqüência).3. acoplamento. os quais serão conhecidos em breve. para. Plate. com o objetivo de acoplar e desacoplar freqüências. Os capacitores de poliéster são empregados em circuito de RF e áudio. Ao testar pinos que o ponteiro não desloca. e desacoplamento de sinal de áudio e tensão. Caso isto aconteça é porque o CI está em curto.000 Pf (470 nf) com tensão de até alguns milhares de Volts. Filtragens. Independentemente de seus tipos. Poliéster. sintonia. Depois você deve colocar a ponta de prova vermelha no terminal 2 e repetir todo o roteiro. Os capacitores de cerâmica são utilizados em circuitos de alta freqüência. visto que este teste é só para saber se o CI está em curto. .

que se lê 104. No exemplo. Capacitores usando letras em seus valores O desenho acima.Simbologia do capacitor poliéster. plate. significa que este capacitor é de 3."B". Capacitores Alguns capacitores apresentam uma codificação que é um tanto estranha. o . Quando aparece no capacitor uma letra "n" minúscula. cerâmica. mesmo para os técnicos experientes. O valor do capacitor. é de 3300 pF (picofarad = 10-12 F) ou 3. impressos em nanofarad (nF) = 10-9F. e muito difícil de compreender para o técnico novato.1µF. mostra capacitores que tem os seus valores. devemos acrescentar mais 4 zeros após os dois primeiros algarismos. é de 100000 pF ou 100 nF ou 0. styroflex. como um dos tipos apresentados ao lado por exemplo: 3n3. Observemos o exemplo abaixo: O valor do capacitor.0033 µF (microfarad = 10-6 F).3nF. No capacitor "A".3 nF (nanofarad = 10-9 F) ou 0.

000. apenas para economizar uma vírgula e evitar erro de interpretação de seu valor. resultando 3300pF. devemos dividir por 10-6 = ( 0.001 ). a letra "K" = ±10% ou "M" = ±20%. Para transformar em picofarad. Alguns fabricantes fazem capacitores com formatos e valores impressos como os apresentados abaixo. o quanto que o capacitor pode variar de seu valor em uma temperatura padrão de 25° C.001 ).3 por 10-9 = ( 0.25pF ±0. Note nos capacitores seguintes. Multiplicando-se 3.003. Esta letra refere-se a tolerância do capacitor.000. pegamos 0. A letra "J" significa que este capacitor pode variar até ±5% de seu valor.5pF ±1. teremos 0.3F e dividir por 10-9 = ( 0. os códigos de tolerâncias de capacitância.000.0pF Código B C D F G H ±1% ±2% ±3% 10pF Acima de .000.001 ). o resultado é 3. Até 10pF ±0. é o primeiro da fila."n" minúsculo é colocado ao meio dos números. envolvidos com um círculo azul.0033µF.000.000. o aparecimento de uma letra maiúscula ao lado dos números. de 3300pF.000.000. O nosso exemplo. Segue na tabela abaixo. Para se transformar este valor em microfarad.3nF ou 3n3F.003.000. devemos pegar 0.000.1pF ±0.3 F. que será igual a 0.3F e dividimos por 10-12. Para voltarmos ao valor em nF.000. ou seja.003.

Observe o desenho abaixo. compensação de temperatura e acoplamento e filtragem em circuitos de RF. com alta estabilidade de capacitância e perdas mínimas. filtros. que define a variação da capacitância dentro de uma determinada faixa de temperatura. O "TC" é normalmente expresso em % ou ppm/°C ( partes por milhão / °C ). Os capacitores ao lado são de coeficiente de temperatura linear e definido. É usado uma seqüência de letras ou letras e números para representar os coeficientes. um pouco sobre coeficiente de temperatura "TC". Código NPO N075 N150 N220 Coeficiente temperatura -0± -75± -150± -220± 30ppm/°C 30ppm/°C 30ppm/°C 60ppm/°C de .J K M S Z P ±5% ±10% ±20% -50% -20% +80% -20% ou +100% -20% +100% -0% Agora. Na tabela aseguir estão mais alguns coeficientes de temperatura e as tolerâncias que são muito utilizadas por diversos fabricantes de capacitores. sendo recomendados para aplicação em circuitos ressonantes.

Veja as três tabelas abaixo para compreender este exemplo e entender outros coeficientes. seguido de +85°C que significa "Temperatura Máxima" e uma variação "Máxima de capacitância". que não ultrapassa -56%.N330 N470 N750 N1500 N2200 N3300 N4700 N5250 P100 -330± -470± 60ppm/°C 60ppm/°C -750± 120ppm/°C -1500± 250ppm/°C -2200± 500ppm/°C -3300± 500ppm/°C -4700± 1000ppm/°C -5250± 1000ppm/°C +100± 30ppm/°C Outra forma de representar coeficientes de temperatura é mostrado abaixo. Os coeficientes são também representados exibindo seqüências de letras e números. +22%. Y5F e Z5U. Temperatura Temperatura Variação Máxima Mínima Máxima de . a faixa de operação é de +10°C que significa "Temperatura Mínima". É usada em capacitores que se caracterizam pela alta capacitância por unidade de volume (dimensões reduzidas) devido a alta constante dielétrica sendo recomendados para aplicação em desacoplamentos. dentro desses limites de temperatura. acoplamentos e supressão de interferências em baixas tensões. Para um capacitor Z5U. como por exemplo: X7R.

-82%. correspondem a 33000. as 3 primeiras cores são. representa a tensão nominal. equivalendo a 33 nF. logo adiante. laranja. No capacitor "A". -56%.Capacitância A ±1. laranja e laranja.5% P Capacitores de Poliéster Metalizado usando código de cores A tabela abaixo.2% D X -55°C Y -30°C Z +10°C 2 +45°C 4 +65°C 5 +85°C 6 +105°C 7 +125°C ±3. E o vermelho. A cor branca. .3% E ±4.0% B ±1. que é de 250 volts. é referente a ±10% de tolerância. mostra como interpretar o código de cores dos capacitores abaixo.5% C ±2.7% F ±10% R ±15% S ±22% T +22% U +22% V +22% Capacitores de Cerâmica Multicamada -33%. ±7.

1ª Algarismo PRETO 0 MARROM 1 VERMELHO 2 LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA BRANCO 3 4 5 6 7 8 9 2ª Algarismo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 3ª N° de 4ª 5ª zeros Tolerância Tensão 0 00 000 0000 00000 ± 20% ± 10% 250V 400V 630V - Os capacitores SMDs não vem com valores indicados. Só podemos saber através de um capacímetro. Veja abaixo: Capacitores .

não podemos segurar com as mãos os terminais do componente. Troque as pontas de provas nos terminais do capacitor. Isto indica que o capacitor está bom. O ponteiro do multímetro não deve deslocar até o Zero. Faça o ajuste de Zero. Observe que ao encostar as pontas de prova nos terminais do capacitor o ponteiro do multímetro desloca e depois retorna para o estado de repouso. Coloque as pontas de provas nos terminais do capacitor. 2 0 1 6 0 n F 1 0 0 p F 1 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X 0 n F S í m b o l o • • PEGUE UM CAPACITOR DE CERÂMICA. . OBS: esta oscilação do ponteiro do multímetro só ocorre quando testamos o capacitor Poliéster. Segure com as mãos apenas um dos terminais do capacitor. isto indica que o mesmo está em curto defeituoso. o ponteiro irá deslocar e retornar para o estado de repouso. confundindo assim o teste do capacitor. Mantenha a chave coletora do multímetro na escala de X10k. ATENÇÃO: Ao testarmos qualquer componente na escala de X10K. pois nosso corpo tem uma alta resistência ôhmica e o multímetro irá registrar. Teste dos capacitores: (Poliéster – Plate – Styroflex) • • • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro nas escala X10K. PEGUE UM CAPACITOR POLIÉSTER.Para testar estes capacitores na placa devemos usar o multímetro na escala X10.

para mais ou para menos. então é produzida no circuito secundário uma corrente. Se o ponteiro permanecer estático significa que o capacitor está bom. o som fica baixo. ele tem que ser variável. que tem a mesma forma da corrente que atravessa o circuito primário. e quando um circuito é atravessado por um campo magnético variável é gerada uma corrente elétrica nesse circuito. . DICAS: Capacitor em curto defeituoso: Em qualquer aparelho provoca a queima do funsível. que pode ou não ser variável. Pratique em sua aula testando vários capacitores e escreva quantos capacitores defeituosos foram encontrados: __________. dependendo da forma como varia a corrente no circuito primário. O circuito secundário é atravessado pelo campo magnético variável gerado no circuito primário. mas com tensão alterada. O circuito primário é atravessado por uma corrente alternada (variável). Aí é gerado um campo magnético. No Cd player o disco não gira. DICA: Capacitor em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o Zero e lá permanece. sendo o primeiro circuito chamado de primário e o outro de secundário. TRANSFORMADORES: Princípio de funcionamento O funcionamento do transformador é explicado através da Lei de Faraday da Indução Eletromagnética (LFIEM). mas. Nos aparelhos de som o som fica baixo. O transformador básico é constituído de dois circuitos independentes. Este mesmo procedimento serve para os capacitores Plate e Styroflex. Nos aparelhos de som. que nos diz que quando um circuito é atravessado por uma corrente variável é produzido um campo magnético.• • • • Siga o mesmo procedimento do teste do capacitor Poliéster. geralmente espiras de fio. Veja no vídeo desta aula as dicas e cuidados necessários para testar estes capacitores fora e dentro da placa. Capacitor com fuga: Nas TVs e Monitores a tela apresenta duas faixas escuras nas laterais. Nas TVs e Monitores a imagem fica em preto e branco. para que o transformador funcione. Capacitor com fuga (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca em qualquer ponto da escala permanecendo sem retornar para o estado de repouso.

0 (100/50). É esta a razão pela qual mesmo um pequeno transformador doméstico de 12V (como um carregador de celular) se revela tão pesado. Na verdade a relação N1/N2 fica em torno de 80%. A tensão no circuito 2 (tensão de saída) é igual a tensão no circuito 1 (tensão de entrada) multiplicado pela fração N2/N1. se o circuito primário for atravessado por uma tensão de 110 Volts. Se for o que tem mais espiras. Se o meio através do qual se dá a transferência do campo magnético das espiras do primário para o secundário for o ar. dependendo apenas da escolha do circuito primário e secundário. sendo N2 o número de espiras do circuito 2 e N1 o número de espiras do circuito 1.de acordo com um fator de proporcionalidade: a relação no número de espiras dos circuitos (N1/N2). as perdas envolvidas serão elevadas. Dessa forma. Se tivermos. Se o circuito primário for o que tem menos espiras. Leia mais sobre as perdas em livros ou apostilas especializadas. porque a fração N2/N1 vale 0. um primário de 100 espiras ligado a 110V só induz cerca de 45V no secundário de 50 espiras. pois a fração N2/N1 agora vale 2. pelo contrário 50 espiras no circuito primário e 100 espiras no circuito secundário e o circuito primário for atravessado pelos mesmos 110 Volts. o que na realidade não acontece porque acontecem perdas de energia durante o processo. Isso se toda a potência aplicada ao primário fosse induzida no secundário. e secundário aquele onde é gerada a corrente de saída. . Para minimizar estas perdas são utilizados materiais ferrosos (ferromagnetites) que ajudam a transmitir o campo magnético. sendo as principais as perdas por histerese e as correntes de Foucault. Considerando um transformador constituído por um circuito primário de 100 espiras e um circuito secundário de 50 espiras.5 (50/100). ocorre o contrário: tensão diminui e corrente aumenta. a tensão será aumentada e a corrente diminuída. teremos no circuito secundário 220 Volts. um mesmo transformador pode tanto ser usado para aumentar quanto para diminuir a tensão de uma corrente. isto é. Chama-se primário o circuito que é atravessado pela corrente de entrada. Num transformador simples não se distinguem os circuitos primário e secundário. teremos no circuito secundário uma tensão de 55 Volts. Mesmo nestes materiais ocorrem perdas. Estas causam uma perda de cerca de 20% na tensão induzida no secundário.

Estes detalhes reservam substancialmente para melhorar as características e os rendimentos do toroidal que transforma. o fluxo magnético é uniformemente concentrado no núcleo e.Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com dois enrolamentos e núcleo de ferro. desaparece praticamente o ruído causado pelo magnetismo e favorece a dissipação do calor. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). No transformador toroidal. Transformador toroidal A transformação do toroidal representa. como nenhum outro tipo. com respeito aos convencionais . O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. Também. devido à ausência de vibrações das ferrragens são eliminados. Transformador com três enrolamentos.000 Gaussian. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. Transformador com blindagem eletrostática. Faraday projetou e winded o primeiro transformador em um núcleo toroidal. Os núcleos do toroidal que TORIVAC faz são construídos com a placa magnética de perdas muito baixas e a indução do saturação da descarga que tratou térmica reserva para alcançar valores do saturação de uniforme 16. o projeto ideal de como deve ser um transformador. No fato. enquanto o enrolamento é distribuído por toda a superfície do núcleo. Os pontos mostram o início de cada enrolamento.

normalmente o alumínio é utilizado como material condutor. Nesses casos. Porém. eles são volumosos em uma pequena escala. no SI) armazenada num indutor é igual à quantidade de trabalho necessária para estabalecer o fluxo de corrente através do indutor e. É dada por: . e praticamente restritos. Indutores podem ser construídos em circuitos integrados utilizando o mesmo processo que é usados em chips de computador. é raro a construção de indutores em CI's.INDUTOR Um indutor é geralmente construído como uma bobina de material condutor. Pequenos indutores usados para freqüências muito altas são algumas vezes feitos com um fio passando através de um cilindro de ferrite. por exemplo. Indutância Indutância é a característica física de um indutor. conseqüentemente. sendo muito mais comum o uso de um circuito chamado "gyrator". fio de cobre. o campo magnético. Um núcleo de material ferromagnético aumenta a indutância concentrando as linhas de força de campo magnético que fluem pelo interior das espiras. Energia A energia (medida em joules. que utiliza um capacitor comportando-se como se fosse um indutor.

exceto quando a corrente é ligada e desligada. Para encontrar a indutância equivalente total (Leq): . Um indutor ideal não oferece resistência para corrente direta. que se opõe até mesmo à corrente direta.onde I é a corrente que circula pelo indutor. caso em que faz a mudança de modo mais gradual. uma voltagem alternada senoidal (ou força eletromotriz. ω é a freqüência angular. No geral. Porém. f é a freqüência em Hertz. a relação entre a variação da tensão de acordo com o tempo v(t) através de um indutor com indutância L e a variação da corrente de acordo com o tempo i(t) que passa por ele é descrita pela equação diferencial: Quando uma corrente alternada (AC) senoidal flui por um indutor. Fem) é induzida. e L é a indutância. A amplitude da Fem está relacionada com a amplitude da corrente e com a freqüência da senóide pela seguinte equação: onde ω é a freqüência angular da senóide definida em termos da freqüência f por: A reatância indutiva é definida por: onde XLé a reatância indutiva medida em OHMS (medida de resistencia). A reatância indutiva é o componente positivo imaginário da impedância. Em circuitos elétricos Um indutor resiste somente a mudanças de corrente. todos os indutores do mundo real são construídos a partir de materiais com resistência elétrica finita. A impedância complexa de um indutor é dada por: onde j é a unidade imaginária. Redes de indutores Cada indutor de uma configuração em paralelo possui a mesma diferença de potencial (voltagem) que os demais.

mas a voltagem de cada indutor pode ser diferente. Por sua habilidade de alterar sinais AC. O indutor é carregado para uma fração específica da freqüência de troca do regulador e descarregado pelo restante do ciclo. Para encontrar a indutância total: Fator Q O fator Q de um indutor pode ser encontrado através desta fórmula. A soma das diferenças de potencial é igual à voltagem total.A corrente através de indutores em série permanece a mesma. TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS . incluindo recepções e transmissões de rádio. Como a reatância indutiva XL muda com a freqüência. os indutores são usados extensivamente em circuitos analógicos e processamento de sinais. onde R é a resistência elétrica interna: Aplicações Os indutores estão relacionados aos eletromagnetos em estrutura. Um indutor é normalmente usado como saída de uma fonte chaveada de alimentação. um filtro eletrônico pode usar indutores em conjunto com capacitores e outros componentes para filtrar partes específicas da freqüência do espectro. mas são usados para um propósito diferente: armazenar energia em um campo magnético. que é um componente fundamental de qualquer rede elétrica nacional. Esta relação de carrega/descarrega é o que reduz (ou impulsiona) a voltagem de entrada para seu novo nível. Dois (ou mais) indutores acoplados formam um transformador.

conforme as aplicações. No transformador monofásico existe um núcleo de ferro em torno do qual estão montadas duas bobines. por exemplo. O transformador trifásico funciona de forma similar ao monofásico. Transforma o valor da tensão. subindo os valores no início do transporte e diminuindo estes valores próximos dos utilizadores. em que é preciso alterar o valor da tensão da .É uma máquina elétrica usada em corrente alternada. mostrou o grande interesse da utilização da corrente alternada. juntamente com o motor de corrente alternada. ou vice-versa. Outras utilizações generalizadas são na maioria das aparelhagens domésticas e industriais. O transformador tem inúmeras aplicações e existem transformadores para muitas potências e tensões. Os transformadores mais generalizados são o monofásico e o trifásico. Esta capacidade do transformador permitiu a grande expansão no transporte. de 220 Volt para 24 Volt. Nalguns casos. mas tem três bobines no primário e três no secundário. distribuição e utilização da energia elétrica. se sob a forma de corrente contínua ou sob a forma de corrente alternada. e. As aplicações mais importantes são no transporte e distribuição de energia elétrica. numa época em que se confrontavam ideias sobre a melhor maneira de usar a energia elétrica. cada bobine do secundário está dividida em duas. uma para receber a tensão (o primário) e outra para fornecer a tensão (o secundário).

• Coloque as pontas de prova nos fios do outro lado do transformador conforme mostra a figura abaixo: 2 0 1 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V S S T P í m b o l o a l d i s i o . TESTE DO TRANSFORMADOR Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). • Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador (ponta do fio descascada) T 2 0 R A N S F O 1 R M A D O R 6 2 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 3 S A V a S S l d T P í m b o l o i s i o Este teste indica o primário do transformador. • Faça o ajuste de Zero. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. por exemplo. Utilizam-se também noutros casos. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. • Para testar o transformador de baixa potência.rede de alimentação para adaptá-los aos valores a que o aparelho funciona. Ex. como. indicando resistência alta. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. para alimentar o alto falante com o sinal proveniente do circuito de saída dum amplificador.

. são dispositivos formados basicamente por uma junção PN. resistência baixa. Seu símbolo é mostrado abaixo. O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. Catodo Anodo Diodo Retificador Normalmente são diodos de silício e sua finalidade é transformar a corrente alternada em corrente contínua nas fontes de alimentação. Lembre: Primário do transformador resistência alta. Secundário do transformador resistência baixa. O tamanho e o formato dependem da corrente e tensão que eles irão suportar dentro do circuito ao qual farão parte. DIODOS Os Diodos semicondutores ou simplesmente diodos. DICA: Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. No esquema abaixo temos uma aplicação prática do diodo retificador em dois tipos de fonte.Este teste indica que este lado do transformador é o secundário. podendo ser de germânio ou silício.

enquanto que no segundo esquema é aproveitado apenas um semiciclo. tensão máxima inversa 1000V É boa prática visando dar maior proteção ao diodo. Diodo SCHOTTKY A passagem de uma região para outra não ocorre instantaneamente. tensão máxima inversa 50 V 1N4002. especialmente quando se quer levar a corte um diodo que está saturado (de ON para OFF). a tensão de pico é da ordem de 17V o que significa que o diodo deve suportar esta tensão. Na onda completa. quando polarizado no sentido contrario. O diodo Schottky é feito exatamente para contornar esse problema. Quando usamos diodos neste tipo de aplicação (retificação de tensão). tensão máxima inversa 100V 1N4003. permitindo uma rápida comutação além de ter menor voltagem. . os dois semiciclos da tensão alternada da rede são aproveitados. como o ASSTP exemplifica abaixo: 1N4001. à medida que seu número aumenta. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) Estes diodos. precisamos usar tipos que tenham uma tensão inversa maior do que a que vai aparecer em funcionamento. tensão máxima inversa 200V 1N4004. ou seja. por exemplo. mas que também podem ser de germânio em aplicações especiais. o valor de pico da tensão alternada. se caracterizam por operarem com correntes relativamente baixas. a de se utilizar aquela cuja tensão inversa máxima. Os de série 1N4000 são os mais comuns suportando corrente de até 1A (ampère). temos dois diodos retificadores fazendo uma retificação de onda completa e no segundo apenas um diodo fazendo o que se chama de retificação de meia onda. tensão máxima inversa 400V 1N4005. elevando-se esta capacidade. tensão máxima inversa 800V 1N4007. Para um transformador de 12V. seja acima da tensão que normalmente lhe será aplicada. Classificam-se em função da corrente máxima que podem conduzir e retificar a tensão de pico que suportam. tensão máxima inversa 600V 1N4006.No primeiro esquema. normalmente de silício.

se o ponteiro deslocar.  O ponteiro deslocará marcando uma resistência próxima ao número 10. DICAS: . Diodo em curto = o ponteiro desloca até o Zero nos dois sentidos. significando que o mesmo está em perfeita forma de uso. Inverta as pontas de prova nos terminais do diodo. Diodo com fuga = o ponteiro desloca no sentido inverso marcando certa resistência ôhmica.  Coloque a ponta de prova vermelha no cátodo e a ponta de prova preta no ânodo. cabo preto no cátodo e vermelho no ânodo. D 2 0 6 I O D O S X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S í m b o l o s A V S S T P a l d i s i o Estes testes servem para todos os tipos de diodos. o ponteiro não deverá deslocar-se. OBS: ao inverter as pontas de prova.Símbolo Aspecto real dos diodos Schottky TESTE DOS DIODOS  Pegue um diodo retificador.  Posicione a chave seletora na escala de X1 ou X10. significa que o mesmo está defeituoso. Diodo aberto = o ponteiro não desloca em nenhum dos sentidos.

18 Volts e também pela potência que nos diz qual é a corrente máxima que podemos controlar sem que ocorra a destruição do dispositivo. funcionando como um regulador de tensão muito eficiente. Isto significa que o diodo nesta escala está bom.O diodo retificador quando entra em curto (fica defeituoso) 1. cabo preto no catodo e vermelho no anodo. provoca o mesmo sintoma dos diodos Atenção: Para testar o diodo Zener primeiramente vamos usar o multímetro na escala X10. . por exemplo: 3. * Coloque a ponta de prova preta no Anodo e a ponta de prova vermelha no Catodo. Os diodos Zener são então especificados pela tensão que mantém em seus terminais. * Troque as pontas de prova dos terminais do diodo. O ponteiro do multímetro deverá ficar imóvel. Diodos de uso geral (bloqueador e sinal) quando está com defeito. 9. 1. deixa as imagem das TV e monitores em preto e branco e faz baixa as tensões das fontes chaveadas. Impede o funcionamento do som. ou seja. Agora posicione a chave seletora na escala X10K * Coloque a ponta de prova preta no anodo e aponta de prova vermelha no catodo. impressora etc. monitor. * O ponteiro deverá deslocar marcando certa resistência. * Troque as pontas de prova. * O ponteiro do multímetro deverá deslocar até o zero (0). Provoca a queima do fusível. Diodo Zener Mantém entre seus terminais a tensão constante. computador. 12. som. se o diodo for de tensão abaixo de 12V. 6. Diodo SCHOTTKY retificadores. CD Player. O ponteiro irá deslocar marcando certa resistência. você troca o fusível e ele queima novamente ao liga uma TV.

Nos equipamentos de som. NOTA: O multímetro digital na faz com precisão os teste dos diodos. quando o diodo zener está alterado o som fica baixo ou mesmo com distorção. use somente o multímetro analógico para estes testes. . O diodo Zener quando está alterado (defeituoso) 1. I s t o v a r ia c o n fo r m e o v a lo r d e t e n s ã o d e c a d a d io d o .D I C A : D io d o s Z e n e r c o m t e n s õ e s a b a ix o d e 1 2 V o m u lt ím t r o d e v e r á m a r c a r u m a c e r t a r e s is t ê n c ia n a e in v e r s ã o d a s p o n t a s d e p r o v a . Provoca alteração nas imagens dos monitores e nas TVs.

Abaixo temos um exemplo de chave liga -desliga e seu símbolo.  Acione a chave observando o ponteiro do multímetro.  Uma das pontas de prova deverá ficar em um dos terminais enquanto que a outra ponta  de prova será conectada em um dos outros pólos das extremidades. Em algumas chaves não se encontra o valor impresso. CHAVE liga desliga Tem como função no circuito bloquear ou permitir a passagem de tensão no momento de seu acionamento. 110V / 25 A. mas com o seu emprego sabe-se o seu valor. Pegue algumas chaves para testes  Pegue um multímetro e posicione a chave seletora da escala de X1. desligando ou ligando respectivamente a chave. etc.Assista os vídeos para ter um melhor aprendizado. Ao acionar a chave o ponteiro deverá deslocar-se até o zero indicando a continuidade dos contatos interno da chave. conforme mostra a ilustração abaixo. como por exemplo: 220V / 30A. TESTE DAS CHAVES.  Pegue uma chave. Vem impresso em seu corpo o valor de tensão e corrente suportada. .  Significando que esta seção da chave está boa.

Atenção. Nas medidas das tensões alternadas não é necessário obedecer as polaridades. Como você já sabe. a mesma estará danificada. Caso qualquer uma das seções da chave não houver a continuidade indicada pelo multímetro. A ponta de prova preta e vermelha pode estar em qualquer um dos pólos da rede elétrica que não causará nem um dano ao multímetro. as tensões alternadas são encontradas na rede elétrica. devemos posicionar a chave seletora do multímetro para a escala que correspondem às tensões que serão medidas veja a ilustração abaixo: Escala para medir tensões contínuas. . C 2 0 H A V E 1 2 3 4 5 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 S A V S S T P a l d i s i o í m b o l o Medidas de tensões (escalas do multímetro): Escala de tensão da chave seletora Para se medir tensões. caso contrário poderá danificar o multímetro. E dentro dos equipamentos eletrônicos estas tensões são encontradas antes dos diodos retificadores. Antes de medir qualquer tensão verifique cuidadosamente a posição da chave seletora. ou seja. + (positivo) e – (negativo). Escala para medir tensões alternadas. Separe as chaves defeituosas.

. Agora você observa que na escala de tensão o 0 (zero) começa no início da escala. enquanto que na leitura de componentes o 0 (zero) é no final da escala. Medindo tensão alternada de 110V.Nas medidas das tensões contínuas é necessário obedecer a polaridade das pontas de prova. caso contrário poderá danificar a bobina do galvanômetro que sustenta o ponteiro do multímetro. 250 – 50 – 10. Escala de tensão do visor A leitura das tensões alternada e contínua será feita nesta escala com os finais dos números.

isto porque a chave seletora foi posicionada em 250 ACV Medindo uma tensão alternada de 220V • • Posiciona a chave seletora do multímetro na escala de 250 ACV. O ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200 .• • Posicione a chave seletora na escala de 250ACV. O ponteiro irá deslocar um ponto depois do número 100. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Chave seletora em 250ACV Veja que a leitura foi feita na escala do visor com o número de final 250. o ponteiro do multímetro irá deslocar um ponto depois do número 100 do visor. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. o ponteiro irá deslocar dois pontos depois do número 200.

O ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30 Chave seletora em 50 ACV . o ponteiro irá deslocar e estacionar entre os números 20 e 30. Medindo uma tensão alternada de 24V • • Posicione a chave seletora na escala de 50 ACV.Chave seletora em 250 ACV. Ao colocar as pontas de prova nos pontos onde se encontra a tensão. Neste exemplo a leitura também é feita no visor com a escala com o número de final 250.

a leitura deverá ser feita na escala do visor que no final tem o número 50 • FOTOTRANSISTOR: O fototransistor é mais um dispositivo que funciona baseado no fenômeno da fotocondutividade. Assim. para Ib sendo a corrente da base e Ic a do coletor. e a tensão de saída será zero. o que por conseqüência implicará numa variação da corrente de coletor beta vezes maior (lembrando que. Com a incidência de . resultando na tensão do coletor igual à tensão de polarização Vcc. o coletor e o emissor. O fototransistor possui diversas aplicações. sendo a base incluída apenas para eventual polarização ou controle elétrico. porém. possui apenas dois terminais acessíveis. Como o transistor convencional. na ausência de luz. detectar a incidência de luz e fornecer um ganho dentro de um único componente. Em geral. sendo essa variação proporcional à intensidade da luz incidente. estando ele em corte. Ele pode. variando para cada transistor). enquanto os elétrons passam do emissor para a base. a corrente que circula por ela dependerá apenas do fluxo luminoso incidente. o fototransistor é uma combinação de dois diodos de junção. sendo mais encontrado em aplicações on-off.Você observa que ao mudar a chave seletora para posição de 50 ACV. Como a base está normalmente desconectada. Isso provocará um aumento da corrente de base. temos a relação Ic = beta Ib. não haverá uma corrente no emissor. onde a não linearidade do transistor não é um problema. Enquanto não há luz incidindo no fototransistor. A aplicação mais usual é a de um interruptor. a corrente de base será zero e o fototransistor estará cortado. a incidência de luz (fótons) provoca o surgimento de buracos na vizinhança da junção basecoletor. Quando há luz incidindo. Esta tensão conduzirá os buracos para o emissor. ao mesmo tempo. associado ao efeito transistor aparece o efeito fotoelétrico. a tensão no coletor irá diminuir devido ao aumento da corrente. Como nas outras células fotocondutivas. onde beta é um valor fornecido pelo fabricante.

a corrente Iceo (corrente que circula no componente enquanto não existe incidência de luz) dobrará. não apresentam no entanto ganho. detectores de fotodiodos fazem uso dos portadores fotogerados. Seja uma junção reversamente polarizada sob iluminação. um par elétron lacuna é gerado. Embora os fotodiodos p-n ou p-i. essa corrente terá um valor significativo em relação à corrente total. Para elevadas temperaturas. cancelando uma à outra. para medição de movimentos lineares. logo a saída estará em nível lógico "0". quando não há presença de luz. fótons são absorvidos por toda parte com um coeficiente de absorção a. Tais como os transistores bipolares.luz. é nesta região que é desejável a geração de pares foto portadores. Sempre quando um fóton é absorvido. podemos compensar esse erro. provocando uma tensão igual a IeRe. quando há presença da mesma o transistor conduz. Fotodiodo P N Como nos fotocondutores. na unidade ótica do CD Player e em sistema contador de pulso. para medição angular. Constituição do Fotodiodo e Aplicações: O fotodiodo é um diodo de junção construído de forma especial. Quando um facho de luz é apontado para o receptor. Para isso. Um fotodiodo é uma junção p-n cuja corrente reversa aumenta quando absorve fótons. de modo a possibilitar a utilização da luz como fator determinante no controle da corrente elétrica. Abaixo foi representado uma situação onde a presença de luz (LED) liga ou desliga o circuito acoplado ao receptor (fototransistor). os fototransistores estão sujeitos à variações de temperatura. o receptor não está conduzindo. Sensor Crepuscular(aplicação do fotodiodo) . utilizando dois fototransistores. este conduz. ou junto à uma engrenagem. NO entanto. teremos uma corrente no emissor. Entretanto.n tenham como característica de serem rápidos. Pode ser aplicado no foco automático de filmadoras. Com o aumento da temperatura em torno de 8 a 10 graus celsius. Porém somente quando um campo elétrico está presente é que podem esses portadores serem transportados para uma direção particular. fazendo com que essa corrente Iceo em ambos possua os mesmos valores. Como a junção p-n pode somente ter um campo elétrico na região de depleção. entretanto quando não há presença de luminosidade. Assim. o transistor fica cortado. Podemos usar esse fotointerruptor junto à uma barra perfurada. logo a saída estará em nível lógico "1". A base do fototransistor é sensível a luz. basta uni-los como na figura. Os fototransistores são dispositivos sensíveis a luz. a corrente fornecida pela incidência da luz passará inteiramente pelo resistor Rl.

O isolamento é garantido porque não há contato elétrico. muitas das soluções passavam pela utilização de foto resistências. nenhuma parte mecânica. Com o LED apagado o fototransistor entra em corte. Podemos também controlar o fototransistor através de sua base. mantendo sempre um preço competitivo. Além disso o horário do próprio nascer e por do Sol não é constante. Estes componentes são capazes de isolar com total segurança dois circuitos eletrônicos. O S7183 é um fotodiodo com amplificador orientado para aplicações de detecção crepuscular. obtemos assim diferentes níveis na saída. Sabendo que podemos alterar a luminosidade do LED. muda todos os dias. como se fosse um transistor normal. Os Acopladores Ópticos possuem diversas vantagens sobre outros tipos de acopladores: alta velocidade de comutação. mantendo uma comunicação ou controle entre ambos. Até agora. O seu funcionamento é simples: há um emissor de luz (geralmente um LED) e um receptor ( fótotransistor ) . baixo consumo e isolamento total. cujo principal inconveniente era a da aplicação de um amplificador de sinal. para ativar as luzes. Pelas razões apontadas. porém de grande importância para a eletrônica. a solução que reúne maior consenso é aquela que utiliza sensores de luz ambiente também conhecidos como crepusculares. permite ultrapassar o inconveniente com simplicidade e alta performance em termos de sensibilidade e linearidade. a não linearidade e o fato de que o Cd é um elemento altamente poluídor desviaram a atenção para a utilização de fotodiodos. células de CdS e fototransistores. com amplificador já incorporado. contudo a pouca uniformidade. o fototransistor responde entrando em condução. Este controle não pode ser efetuado de forma eficaz utilizando temporizadores. somente um sinal luminoso. Veja um circuito usando o foto-transistor: . Quando o LED está aceso. APLICAÇÃO DO TRANSISTOR (Acopladores Óticos) Os Acopladores Ópticos são componentes muito simples. uma vez que em dias de chuva ou nevoeiro intenso pode ser necessário ativar o sistema de iluminação por razões de segurança.Nos sistemas de iluminação publica é importante saber em que altura é que está suficientemente escuro. Com este novo fotodiodo.

criando assim uma corrente cuja intensidade depende também da luz ou radiação incidente. A corrente que circula entre o coletor e o emissor que depende da luz é então aproveitada para controle do circuito externo. sendo a maior parte da faixa infravermelho.Foto-transistor SFH 3100 F A Siemens fabrica uma diversidade de foto-transistores através da "Siemens Semiconductor Group" que no dia 1 de abril de 1999 se tornou legalmente uma subsidiária da Siemens com o nome de "Infineon Technologies" que já uma das líderes mundiais no desenvolvimento de semicondutores discretos.diodos : a incidência de luz ou infravermelho nas junções.transistores é o mesmo dos foto. libera portadores de carga. FOTO . Se a corrente liberada for de base de um transistor. teremos como efeito adicional a amplificação pois a corrente total de coletor será multiplicada pelo ganho do componente. Nas aplicações normais. os foto-transistores são usados com a base livre (NC). Ter este fator controlado externamente. Logo abaixo temos o símbolo de um foto-transistor. é especialmente desenvolvido para aplicações na faixa de comprimento de onda de 840 nm a 1080 nm. . pela polarização de sua base.TRANSISTORES RESUMO: O princípio de funcionamento dos foto. O foto-transistor SFH 3100 F é fabricado pela Infineon Technologies. os foto-transistores além de serem mais sensíveis que os fotos diodos podem. Desta forma.

Este componente permite ligar ou desligar circuitos quando o valor da corrente que passa na bobina do electroíman ultrapassa um certo valor crítico. Coloque as pontas de prova nos terminais do foto transistor. que permite ligar e desligar um circuito em que o relé esteja inserido. • Relé O Relé pode ser usado por correntes acima do seu limite de operação. Um relé é um electroíman solidário com um jogo de contactos de abertura e/ou fecho. Os relés de proteção são utilizados/instalados tipicamente em painéis de média tensão. Ao penetrar a luz no foto transistor ele irá permitir a passagem de corrente elétrica entre coletor e emissor.Simbologia TESTE DO FOTO TRANSISTOR • • • Pegue um foto transistor. As SEs (subestações) podem ser de transmissão ou distribuição de energia. Como a bobina tem uma determinada resistência podemos pensar em termos de tensão aplicada em vez de pensarmos em corrente. lâmpada ou lanterna). Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1K. caso contrário inverta as pontas de prova. painéis de proteção e controle em SEs (subestações) e etc. Aponte o foto transistor para uma luz (luz solar. Pode observar-se o contacto móvel actuado pelo electroíman. verifique se o ponteiro do multímetro desloca. .

Relé Anunciador RCS 11/12 APLICAÇÃO: O Relé de Comando e Sinalização RCS 11 é geralmente usado para a sinalização ou indicação de defeitos ou para a supervisão permanente . O resultado pode ser surpreendente por exemplo em circuitos contadores de impulsos que contam mais do que o previsto. Este fenómeno chamado na literatura inglesa "bounce" tem muita importância em circuitos digitais pois em circuitos com contactos mecânicos origina vários impulsos quando se espera só um. O par de contactos quando actua gera transitoriamente não um mas uma série de impulsos.Quando o contacto liga ou desliga a interrupção de corrente não é bem definida como se poderia esperar.

mas. Também é importante no receptor prever o uso de recursos ópticos para melhorar o alcance e para rejeitar eventuais fontes de luz moduladas no ambiente. uma lente. o último transistor excita um relé que controla a carga externa. que utiliza um feixe de luz modulado. controle e comando ou em Painéis e Mesas de Comando. . pode ser usado. por exemplo. o ponto interessante deste projeto de alarme. ou menos. O transmissor consiste num astável. Controle Remoto Infra-vermelho O projeto é de um controle remoto infra-vermelho de um canal que pode ser usado também como sensor de um alarme de passagem. vários relés podem ser agrupados para formar conjuntos. Devido às suas pequenas dimensões.de aparelhos e equipamentos. O LED pode ser de qualquer tipo infravermelho e a potência depende das características deste componente e do eventual uso de recursos ópticos. cuja frequência depende dos capacitores usados (100 nF) e é ajustada numa certa faixa de valores pelo trimpot de 1 K. nesse caso o circuito de amplificação com transistores poderia ser substituído por um CI. O relé usado é o MC2RC2 ou MCH2RC2. como. Na figura 1 temos o transmissor e na figura 2. O uso do CI LM393 na entrada pode filtrar as demais fontes de luz. o receptor. O receptor usa um fototransistor comum e três transistores amplificadores. porém qualquer equivalente de 50 mA de corrente de acionamento de bobina. é a utilização apenas de transistores. de modo que são adequados para a montagem em quadros de supervisão.

A eficiência desse tipo de sistema é baseado unicamente na qualidade dos contatos e na construção mecânica do relé. Por mais qualidade que houver nos dispositivos. São usados para ligar ou desligar circuitos de potência mais alta a partir de uma tensão e corrente baixa. devido a alta corrente exigida pelas . Como funciona o Relé Mecânico ? Existem diversas formas de gerenciar um Motor CC através de Relés. O relê possui internamente uma bobina acionada por uma tensão baixa (6 a 24 V) e as lâminas formando a chave. desligar e inverter a polaridade do motor. tornando esse sistema obsoleto e de alto custo. utilizando combinações dos contatos normalmente aberto e/ou normalmente fechado para ligar. A chave é acionada pelo campo magnético da bobina. o sistema de contatos mecânicos é pouco compatível com os sistemas microcontrolados.Relê (RESUMO) O relê é um tipo de chave formada por lâminas (duas ou mais) acionadas pelo campo magnético de uma bobina próxima.

maquinas fotográficas .surface mount device . câmeras de vídeo . Anote a dica ela é muito importante quando você for fazer consertos. Teste do Relê. • • Posicione a chave seletora na escala X10. . LED SMD Hoje.bobinas. O LED deve acender indicando que o mesmo está bom. Caso o LED não acender troque as pontas de prova dos terminais do LED. Veja na aula prática no no curso online como fazer o teste dos contatos ligando o rele numa fonte de alimentação. inclusive os da categoria SMD . etc. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do LED SMD. os LED´s assumem os mais variados formatos e tamanhos . Por último. lembramos que a vida útil dos contatos dos relés é limitada em operações aonde a alta corrente de partida dos motores desgastam as pastilhas e o centelhamento devido a carga indutiva causa carbonização severa em cada operação de abertura dos contatos. DVD . Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. com tamanhos "super reduzidos" ideais para serem instalados em painéis de produtos como vídeo cassete . Localize os terminais da bobina. geração de ruídos eletromagnéticos pelo indutor e pela manobra dos mecanismos. Teste do LED SMD • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. o ponteiro deverá deslocar marcando uma certa resistência indicando que a mesma está boa.

O LED tem sua polaridade. ou seja.• Se o LED SMD não acender em nenhuma das colocações das pontas de prova em seu terminal. Positivo e Negativo. Fazendo a identificação dos nomes dos componentes (tipo SMD) na placa. defeituoso). OBS. Veja logo abaixo fotos com as indicações dos componentes SMDs. significa que o mesmo está aberto (queimado. . esta é a razão dele acender só em uma das posições das pontas de prova.

começando com a letra B. Este componente é uma bobina.Aqui você estão dois tipos de capacitores eletrolíticos e no endereço deles começa com a letra C. . Todo o componente que seu endereço começar com a letra R é um resistor.

Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 110 DCV. O . Os circuitos integrados põem começar com a letra U ou CI a casos que o circuito integrado vem apenas com a letra I.Os transistores começam com a letra Q. Medindo tensão contínua de 110V • • Posicione a chave seletora na escala 250 DCV.

O ponteiro deverá estacionar um ponto depois do 100. a diferença é que os décimos são lidos na parte de cima da escala veja: Medindo tensão contínua de 6V • • Posicione a chave seletora na escala de 10DCV Coloque a ponta de prova preta no negativo e a ponta de prova vermelha no positivo onde será medida a tensão de 6 DCV. Posicione a chave seletora em 250DCV. Observação importante: As leituras das tensões serão lidas na mesma numeração da escala do visor que foram lidas as tensões alternadas.ponteiro deverá deslocar e estacionar um ponto depois do número 100. . O ponteiro deverá deslocar e estacionar em cima do número 6.

O ponteiro deverá estacionar em cima do número 6. Veja na aula prática do www.cursodeeletronica.com curso online mais exemplos FOTOACOPLADORES . A chave seletora deverá ficar em 10. A gora a leitura é feita na escala do visor que tem no final o número 10.

Use duas pilhas para alimentar o fotoacoplador. Abaixo vemos o símbolo e alguns tipos de fotoacopladores: Funcionamento . optoacoplador ou optoisolador. . é um componente formado basicamente por um LED e um fototransístor dentro de um CI com a função de transferir uma informação elétrica entre dois circuitos através de luz. aparelhos de som. ou seja.Fotoacoplador. Desta forma. este acende e a luz polariza a base do fototransístor interno. Coloque as pontas de prova em dois terminais do foto. • • • • Posicione a chave seletora na escala X10. outros ainda mais complexos. Ao ligar as pilhas no foto o ponteiro deverá registrar um resistência ôhmica. Existem vários tipos de fotoacopladores. sem contato elétrico entre eles. o fototransístor conduz e faz a corrente circular por outro circuito isolado eletricamente. alguns com dois LEDs e dois fototransístores (duplo).Aplicando uma tensão nos pinos do LED. eletrônica industrial e em fontes chaveadas são usados para ajudar a regular as tensões de saída (+B). vídeocassetes. contendo muitos componentes no interior do CI. conforme você vê na figura abaixo. Estes componentes são usados como sensores em alarmes. Abaixo vemos alguns tipos de fotoacopladores complexos: Teste do fotoacoplador. também chamado de acoplador ótico.

linha de sinal. Esquema elétrico Nos esquemas elétricos você encontra apenas as simbologias interligadas entre si compondo um circuito. Com a prática você vai acostumar e entender as ligações. linha +B. mas o que você precisar saber com segurança é identificar e conhecer todos os componentes através da simbologia. Nas etapas do curso você terá aulas práticas de análise de esquema correspondente ao seu estudo. .Veja mais detalhes na aula prática no vídeo e escreva as dicas: Fazendo a identificação dos componentes através da simbologia no esquema. linha de pulso e terra (negativo). Isto vale para qualquer tipo de aparelho eletrônico. A posição dos componentes no esquema é totalmente diferente com a do aparelho. Existem nos esquemas alguns macetes importantes como: cruzamento de linhas. porém suas ligações são iguais. Por enquanto abordaremos a interpretação dos esquemas que é um padrão para qualquer marca e modelo de aparelho. ligações de linhas. linha –B. caso contrário terá dificuldade para executar consertos. A interpretação do esquema é de suma importância nos consertos. visto que muitas das soluções são encontradas através da análise de esquema.

TRANSISTOR Ponte retificadora Circuito Integrado .Veja os componentes e suas simbologias.

. pois na hora da manutenção é preciso você identificar a peça no esquema para conferir sua referência e tensão de trabalho. Transformador de pulsos identificando o percurso da linha +B. A linha +B no esquema e onde a tensão positiva percorre no circuito para alimentar os componentes. A tensão da linha +B pode variar de acordo com cada marca e modelo de aparelho.Resistor Capacitor eletrolítico É muito importante você memorizar as simbologias dos componentes. Então através do esquema você localiza o resistor e ver o seu valor. Veja no esquema logo a seguir a linha B+ de 300V e a linha +B 103V. linha +B de 12V etc. Um bom exemplo é quando um resistor está carbonizado sem qualquer possibilidade de identificar as cores. Um exemplo prático é: linha +B de 110V.

jamper e bobina. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência ôhmica Troque a pontas de prova. . Construindo um circuito de continuidade (ótimo para testar trilhas). passando por uma bobina a ao positivo de um capacitor eletrolítico. jamper. Com ele podemos encontrar trilha rompida. Vermelha no anodo e preta no catodo. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar. bobinas. chaves. O circuito de continuidade é simples de montar e muito eficaz no teste. Para fazer o teste de continuidade você pode usar o multímetro analógico o multímetro digital ou o circuito de continuidade. por sinal é de maior confiança. Esta tensão sai do transformador de pulsos. fio. fusíveis e fios.Linha +B de 300V. Na verdade é comum resolver uma boa parte dos problemas (defeitos) quando se usa o teste de continuidade. Logo abaixo é mostrado o esquema do circuito de continuidade: Com este simples circuito você pode até testar diodo no local com segurança Teste do Diodo Retificador SMD • • • • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. é retificada por um diodo. Linha +B de 103V. indicando que o diodo está bom. Esta tensão sai dos catodos dos diodos e vai até ao transformador de pulso. Coloque a ponta de prova preta no anodo. fusível. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. Este teste é feito nas trilhas. Teste de continuidade O teste de continuidade se dá em todos os consertos nos equipamentos eletrônico.

Deve ter boa isolação térmica. é muito importante você fazer uma boa limpeza na placa. Com a escova ou pincel espalhe o tiner por toda placa.Dica: Se o ponteiro do multímetro deslocar até ao Zero. Fazendo limpeza na placa Após substituir componente e finalizando o conserto. significa que o diodo está com defeito (em curto). 2) Resistência interna: a passagem de corrente elétrica faz com a mesma se aquece. O ferro de solda ou soldador é composto basicamente de três elementos: Ferro de solda simples. Use um pequeno pincel ou mesmo uma escova dental. Com o . esfregando de maneira a tirar toda impureza. ao secar você vai observar que as soldas que você fez vão parecer com as da fábrica. Ferro de solda É o aparelho que fornece calor necessário para soldar os terminais e fios. Use o tiner de limpeza ele é ótimo para dar aquele acabamento no seu trabalho. Ferro de solda especial 1) Cabo : que permite o manuseio do soldador.

Quando essa camada de oxido for muito grande a ponta deve ser substituída. basta substituí-la por uma nova. 2) Media potência: potência entre 30 60 w. Porem após certo tempo de uso. 2) Tipo reto com regulador de temperatura. Estação de solda Estação de solda analógica. Importante: A resistência interna e os fios de ligação devem estar bem isolados eletricamente da ponta metálica do ferro. 3) Alta potência: potências maiores de 60 w. Isso é facilmente percebido. Para circuitos eletrônicos utilizamos potências de ordem de 30 w ou mesmo de 40 w. Pois do contrario. pode-se criar um contato elétrico entre a ponta e o circuito impresso. devido aos aquecimentos e resfriamentos sucessivos. a mesma pode romper. A escolha do soldador deve ser feita de acordo com a potencia que se deseja trabalhar. trabalhos em SMD Estação de solda para Acessórios para um bom trabalho em soldagem: Absorvedor de fumaça Ferros de soldar Alicates . Isso pode ser percebido pois a solda não adere facilmente ao terminal ou fio a ser soldado. pois a ponta não irá aquecer. 3) Tipo revolver. uma camada de oxido é formada na superfície da mesma. danificando o mesmo ou algum componente. 3) Ponta de soldar: é feita de cobre com um tratamento térmico para se evitar oxidação. polir a ponta com uma lima bem fina e estanhá-la novamente.tempo. Quando isso ocorrer. Existem três faixas de potencia: 1) Baixa potência: potências menores do que 30 w. TIPOS DE SOLDADOR Existem no mercado 3 tipos de soldador: 1) Tipo reto ou tipo “lápis”. Para sanar esse problema.

circuito integrados. poliéster eletrolítico. 2) Antes de iniciar a soldagem. etc. Seqüência de trabalho 1) Coloque o ferro de solda em contato direto com todos os terminais a serem soldados.I. encoste a ponta do fio de solda nas peças e não na ponta do ferro. Circuitos integrados. não somente em contato com o ferro de solda. 3) Durante a soldagem. derreta um pouco de solda nos terminais a serem soldados. diodos.       Capacitor de cerâmica. Isso quer dizer que a solda enquanto está sendo aplicada deve derreter-se. Transformador e bobina. Resistores. Transistores. Diodos. Componentes que podem ser identificados rapidamente quando defeituosos. inclusive as trilhas (quando se tratar de solda em circuito impresso). plate e styroflex.Fitas dessoldadoras Alinhadores e performadores de C. .s Lupas Panos e dedeiras anti-estáticas Dispensers Pinças Estações de solda e dessolda Pulseiras anti-estáticas Sopradores térmicos Estações de retrabalhos para SMD TÉCNICAS DE SOLDAGEM Numa boa soldagem os pontos a serem soldados precisam ser aquecidos à temperatura de fusão da solda. Escala para os testes X1 e X10 X1K. mas também em contato com terminais das peças a serem soldadas. 4) Quando se tratar de componentes sensíveis ao calor (transistores. para facilitar a transmissão de calor.) utilize um alicate ou uma pinça entre o ponto de soldagem e o corpo do componente. Ferramenta que será usada:   Multímetro analógico.

marcando um certo valor ôhmico. isto conforme o seu valor. 3. plate e styroflex. Observação: ao testar o capacitor eletrolítico na placa quando ele não está em curto (capacitor eletrolítico bom). Se por acaso ao testar os capacitores. Faça o teste e observe que o ponteiro retorna mais em uma das inversões. Isto não indica que o capacitor em teste está com defeito. cerâmica. Coloque as pontas de prova do multímetro nos terminais do capacitor. o ponteiro deslocar e estacionar em qualquer ponto da escala e começar e retornar é porque existe algum capacitor eletrolítico ligado na mesma trilha do capacitor que está sendo testado.Aparelhos eletrônicos que podem ser usados estas técnicas. você vai observar que o ponteiro do multímetro desloca e retorna um pouco. 2. Localize os terminais do capacitor a ser testado por baixo da placa. depois inverta as pontas de prova (onde estava a ponta de prova preta coloque agora a ponta de prova vermelha e no lugar da vermelha coloque a ponta de prova preta). Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Veja exemplo abaixo: 5R . não importa a polaridade dos cabos. poliéster. plate e styroflex. Lembrete – não é necessário retirar o componente da placa para fazer o teste.  Capacitor de cerâmica. Este é um teste para saber se o capacitor está em curto (defeituoso) 1. verifique em primeiro lugar antes de retira-lo se o capacitor está ligado através das trilhas a uma bobina o mesmo resistor em paralelo de valor abaixo de 10R. eletrolítico. poliéster.  Todos. Capacitor em curto – o ponteiro do multímetro deslocará até o zero nas duas inversões das pontas de prova. Atenção o aparelho a ser testado deve está desligado da tomada para evitar choques elétricos e danos no multímetro. Importante – ao testar qualquer capacitor na placa e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero indicando que o mesmo está em curto.

Muito bem.  Multímetro na escala X10. mas também não é problema porque mostraremos a técnica fácil de você identificar a base. Se o ponteiro não deslocar marcando estes valores entre 10 e 5.Na verdade ao testar o capacitor você estará testando o resistor ou bobina os quais indicarão praticamente zero (0) ohms na escala X10. vermelho na base e o preto nos outros dois terminais um a um. Na placa sempre vem indicando o terminal da base. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. Observação: ao testar um transistor e indicar que o mesmo é um PNP ou NPN. Vamos começar pelo meio mais fácil. Então o ponteiro do multímetro deverá marcar valor entre 10 e 5. este é um teste que indica que o transistor está bom. isto se o mesmo for NPN. você vai notar que em alguns casos o ponteiro marca um certo valor alto ao inverter as pontas de prova.  Transistores Este é um teste para saber se o transistor está em curto ou aberto. Localize os terminais do transistor no outro lado da placa. RESUMO – ao testar os capacitores na placa o ponteiro não deverá indicar zero ohms (curto). inverta as pontas de prova. isto é comum devido outro componente que está ligado à mesma trilha do transistor. é claro que em alguns equipamentos a placa está totalmente sem numeração. verificando pela letra B (base) que está impresso ao lado de um dos terminais do transistor na placa. o ponteiro desloca um pouco. O ponteiro deverá deslocar aproximadamente entre o número 10 e 5 do visor. .   Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Agora vejamos como fazer o teste rapidamente para saber se o mesmo está em curto ou aberto: TRANSISTOR EM CURTO.    Coloque a ponta de prova preta na base. ou seja. indicando que o mesmo é PNP.

Coloque a ponta de prova preta no terminal da base. uma em cada terminal e vá invertendo observando se o ponteiro desloca até o zero. acontecendo isto o mesmo está em curto (defeituoso). vermelha na base e a ponta de prova preta nos outros dois terminais um a um. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo do diodo e aponta de prova preta no anodo. Veja a aula prática de teste do transistor no nosso site. Multímetro na escala X10. O ponteiro do multímetro deverá marcar uma resistência entre 10 e 5.    Multímetro na escala de X10. Você observar que o ponteiro do multímetro sempre desloca marcando qualquer valor ao testar o mesmo na placa. Se o ponteiro do multímetro não deslocar marcando um valor entre 10 e 5. A outra ponta de prova coloque em um dos outros dois terminais. significa que o mesmo está em curto (defeituoso). Localize por baixo da placa os terminais do diodo que será testado. mesmo assim o ponteiro não marcar valor entre 10 e 5. inverta as pontas de prova. Se o ponteiro deslocar até o zero.  Diodos Este é um teste para saber se os diodos estão em curtos ou abertos. Atenção.  .    Observação: o transistor só indica que está bom quando o ponteiro do multímetro desloca marcando um valor entre 10 e 5 quando uma das pontas está fixa na base e a outra é conectada nos outros dois terminais um a um marcando o mesmo valor. Uma dica rapidinha – se a intenção é localizar transistor em curto.   Coloque qualquer ponta de prova em um dos terminais do transistor. Na placa você vai encontrar junto ao diodo a sua simbologia. Coloque a ponta de prova vermelha nos outros dois terminais um a um. não se preocupe em saber onde se encontra a base. o transistor está aberto. porém isto não significa que o mesmo está bom. Se. Catodo. coloque as pontas de prova do multímetro. TRANSISTOR ABERTO.

prata ou dourado: O ponteiro deverá chegar ao 0(zero) ou bem próximo. Ao testar o diodo em qualquer sentido e o ponteiro do multímetro deslocar até o zero. o ponteiro desloca marcando um certo valor ôhmico. caso contrário o mesmo está alterado. Começaremos com os resistores que tem o terceiro anel de cor: Prata. isto não indica que o diodo está com defeito. Resistor com o terceiro anel de cor. preto e marrom.  Inverta as pontas de prova. dourado. Nota: este teste serve para qualquer tipo de diodo. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. o valor da resistência que está marcando é porque o multímetro está detectando outras peças que estão ligadas na mesma trilha do diodo. Resistores. significa que o mesmo está em curto. ex. Resistor com o terceiro anel de cor preta: O ponteiro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores do primeiro e segundo anel.  Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores na escala X1 com o terceiro anel de cor prata. os dois primeiros anéis juntos correspondem o número 20.  Este é um teste para saber se os resistores estão alterados ou abertos. Vamos fazer estes testes por partes. O ponteiro do multímetro não deverá marcar o mesmo valor. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). você vai observar que ao testar alguns diodos no sentido inverso (cabo preto no catodo e cabo vermelho no anodo). a ponta de prova vermelha no anodo e a ponta de prova preta no catodo. vermelho e preto. preto e marrom. então o ponteiro deverá estacionar no número 20 do visor do multímetro. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca. Caso o ponteiro . dourado. Verificando resistor aberto:   Multímetro escala X1.

Verificando resistor aberto: Multímetro escala X1K. Se o resistor estiver aberto o ponteiro não desloca   Verificando resistor alterado:   Continuando o teste dos resistores. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor que o terceiro anel vem com uma destas cores citadas acima (o resistor não tem polaridade). Caso o ponteiro estacione perto do 10 ou mais distante. Resistor com terceiro anel de cor amarelo: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de . Outro exemplo: se o resistor que for testar tiver o primeiro anel de cor amarelo (4) e o terceiro anel de co laranja. sendo agora na escala X1K com o terceiro anel de cor vermelha. 50 ou 100 o mesmo está alterado (defeituoso). Outro exemplo: resistor com o primeiro anel de cor verde (5) e o terceiro anel de vermelha. Resistor com o terceiro anel de cor marrom: O ponteiro do multímetro deverá estacionar no número da escala do visor que corresponda o mesmo número do código de cores dos três anéis do resistor. o ponteiro deverá estacionar próximo ao número 40 do visor da escala do multímetro. vermelho. que corresponde o número 2 do código de cores. Coloque as pontas de prova nos terminais do resistor. significa que o resistor estará alterado. Resistores que tem o terceiro anel de cor: vermelha. o resistor estará alterado. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel marrom (1). verde e marro. o segundo anel não importa. Resistor com o terceiro anel de cor. pode ser qualquer cor.do multímetro estacionar no número 40. Caso o ponteiro estacione próximo ao número 50 ou mais acima. ex. os três anéis formam o número 251 então o ponteiro do multímetro deverá estacionar entre o número 200 e 300. Então o ponteiro deverá estacionar bem próximo ao cinco (5). laranja e amarelo. vermelha: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. Resistor com o terceiro anel de cor laranja: O ponteiro deverá chegar próximo ao número da escala do visor que corresponde o código de cores do primeiro anel do resistor ex. se o resistor começar com a cor vermelha. laranja ou amarelo. então o ponteiro do multímetro deverá estacionar no número dois na escala do visor do multímetro. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao 10 da escala do visor.

. ex. CI. Ex. se o resistor que for testado tiver o primeiro anel de cor vermelha (2) e terceiro anel de cor amarelo. Falta de cor em um TV ou Monitor. Atenção: resistores que tem o terceiro anel de cor verde deverão ser retirados para serem testados. aparelho não funciona etc. queima de fusível. O pino 1 do CI está com um marca tanto na placa como no seu próprio invólucro. som baixo em equipamento de som ou TV. . porém há alguns sintomas que são provenientes do CI em curto. Localize o pino 1 do CI (CI soldado na placa). neste caso o multímetro não detecta. transistor ou resistor aquecendo demasiadamente. Coloque a ponta de prova vermelha no pino 2 Mantenha a ponta de prova preta no pino 1 e coloque agora a ponta de prova vermelha no pino 3. estes são sintomas característicos de uma alteração no CI. o ponteiro do multímetro deverá estacionar próximo ao número 200 no visor do multímetro. Este é um teste para saber se o CI está em curto. usaremos o multímetro na escala X10. Veja exemplo a seguir: 1 2 3 4 14 8 • • • Coloque a ponta de prova preta no pino 1. Sabe-se que um CI pode provocar vários sintomas no aparelho os quais são manifestos de acordo com o defeito do CI.cores do primeiro anel do resistor ex. Posicione o multímetro na escala X10. falha de leitura em CD etc. siga o roteiro abaixo: • • • • Desligue o aparelho da tomada. Para identificar o CI em curto (Zero ohm).

entre 200R a 1K. SECUNDÁRIO – Saída de tensão 90V – 60V – 12V – 18V – 6V – etc. transformador DRIVE. Vamos começar o teste com um transformador de pequena potência. Mantenha o multímetro na escala X10. • • • Faça o ajuste de Zero. O multímetro deverá registrar uma resistência alta. lembre-se que o objetivo deste teste é saber se o mesmo está em curto resistência 0 “zero” (defeituoso). Transformadores de força: Usando o multímetro para testar o transformador podemos localizar o primário e secundário e saber se o mesmo está rompido (queimado). e repita o teste com a ponta de prova vermelha em todos os pinos do CI. faça este teste com os outros fios. mas isto não significa que o CI está com defeito. posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. • Com este teste saber se o transformador está em curto ou aberto. transformador de pulsos. Coloque uma das pontas de prova do multímetro em um dos fios do transformador que está soldado na chave ou fusível. Agora passe a ponta de prova preta para o pino 2. Lembrando que não é preciso retirar os fios do local. Transformador.• • • • Mantendo a ponta de prova preta no pino 1 vá colocando a ponta de prova vermelha em todos os pinos um a um. Transformador de um rádio relógio ou rádio portátil. Obs: Em determinados pinos do CI o ponteiro do multímetro registrará alguma resistência enquanto que outros o ponteiro não desloca permanecendo em repouso. depois a pino 4 com todos e assim até o último pino. • . Há nos equipamentos vários tipos de transformadores como: transformador de força. Este é o primário do transformador. Ex. Caso o ponteiro desloque até o zero significa que o CI está em curto (defeituoso). Faça o teste com a ponta de prova preta no pino 3 com todos os pinos. PRIMÁRIO – Entrada de tensão alta 220V – 110V – 240V etc. Agora teste os fios do outro lado do transformador. verificando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. este tipo de transformador tem uma amperagem baixa: 250mA – 800mA – 500mA. coloque uma das pontas de prova em um dos fios que está soldado na placa. Coloque a outra ponta de prova em dos fios que está saindo do mesmo lado do transformador. transformador indutor etc. e a outra ponta de prova coloque em qualquer outro fio que está soldado na mesma placa. • Para testar o transformador de baixa potência.

de qualquer maneira cada fio deverá ter seu par. e a outra é conectada a uma bateria no sentido oposto (polarization inverso). • • • • Desligue o aparelho da tomada. Atenção: se o transformador possui mais de 4 fios na saída. os cabos do multímetro não deverão está com mal contato. Se a corrente na união do polarization direto por meio da adição de um sinal for variada. Faça este mesmo teste com os outros fios que estão soldados na placa. Uma união é conectada à bateria para permitir o fluxo da corrente (polarization negativo frontal. isto porque são bobinas diferentes. • Bobina. pode ser que um ou mais fios não conduza com os outros. Coloque as pontas de prova nos terminais da bobina. Para testarmos as bobinas usaremos o multímetro na escala X1. Localize a bobina do outro lado da placa.o ponteiro deverá deslocar até ao Zero (0). Se houver algum dos fios que não conduza com nem um que está soldado na placa significa que o transformador está aberto (defeituoso). O teste o transformador de potência é feito na escala X1 e segue o mesmo roteiro acima. TRANSISTORES BIPOLARES O transistor bipolar foi inventado em 1948 para substituir o tubo de vácuo do triode . Caso o ponteiro não desloque a bobina está com defeito. ou polarization direto). Este teste é para saber se está em curto ou aberta. de uniões pn desse formulário dois (bipolar) com pnp das configurações ou de npn. a corrente da união do polarization inverso do transistor variará conseqüentemente. O princípio pode ser usado construir os amplificadores em que um sinal pequeno aplicado à união do . Lembre-se: Primário do transformador resistência alta. É dado forma por três camadas de material drogado. Regule o multímetro no Zero. o ponteiro deverá deslocar marcando resistência próxima do Zero (0). Transformador aberto (queimado) o ponteiro não desloca. Secundário do transformador resistência baixa.

conforme mostra a figura abaixo: C C B N P N E B P N P E N PN PN P Temos então os transistores do tipo NPN e PNP. Em cada região é ligado um terminal e eles recebem o nome de EMISSOR (E). certamente os transistores são os mais importantes pela sua gama de utilidades. BASE (B) e COLETOR (C). De todos os semicondutores. temos as duas possibilidades abaixo: Funcionamento do transistor pode ser analisado facilmente se tomarmos o tipo NPN pôr base. Para o PNP bastará inverter as polaridades das fontes externas. o que equivale a sentidos opostos para as correntes. sendo B1 de tensão baixa e B2 tensão alta. Representando isso através de símbolos. Simbologias dos transistores NPN e PNP C B C B E NPN E PNP Temos então o esquema 1 com um transistor NPN e duas baterias externas.polarization direto causará uma mudança grande na corrente da união do polarization inverso. Os transistores são dispositivos semicondutores formados por 3 camadas de material semicondutor de tipos alternados. .

. Osciladores. São usados em circuito de Áudio. Verificamos então o seguinte: Quando variamos R1 de modo que a corrente entre a Base e o Emissor que tem sua junção polarizada diretamente.R1. sua finalidade e a intensidade das correntes com que podem trabalhar. correntes de 800 mA a 1 Ampère e amplificam ou geram sinais de baixa freqüências. O transistor “amplifica corrente” e isso possibilita sua utilização em muitos tipos de circuitos. A seguir temos o aspecto real destes transistores de pequeno porte e que podem ter invólucros de metal ou plástico. No Japão temos 2SC além de outras siglas que dependem do fabricante. isso faz com que surja uma corrente entre Coletor e Emissor que aumenta na mesma proporção. No entanto. farão com que variações maiores da corrente entre Coletor e Emissor ocorram. a corrente provocada pela circulação Base-Emissor é muito maior. etc. Pequenas variações que provocamos na corrente entre a base e o emissor. R2. Tipos de Transistores Podemos encontrar diversos tipos de transistores conforme a tecnologia usada na sua fabricação. Uma classificação geral que facilita a compreensão é a seguinte: a) Transistores de uso geral São transistores que operam com tensões em torno de 60 ou 80V. mas existem alguns fabricantes que têm siglas próprias como a Texas que usam em alguns deles a sigla TIS. O resistor R1 funciona como polarização de Base e o R2 como polarização de Coletor. Estes transistores normalmente são de silício. ou a Motorola que usa MPS ou MPSA. mas tipos antigos de germânio ainda podem ser encontrados em rádios e outros aparelhos. Para os tipos Europeus temos a sigla AC para os tipos de germânio e a sigla BC para os tipos de silício. Existem diversas nomenclaturas para estes componentes: Os tipos americanos começam em sua maioria com as letras 2N. indicando amplificação.

Os componentes estudados quando defeituosos provocam estes sintomas: Aparelho Não funciona TV Transistor em curto SOM Transistor em curto Transistor em curto Sem som Transist or aberto Sem imagem Transistor em curto Som baixo Transist or aberto Queima fusível Transistor curto de Falta cor em Transist or em curto em - VÍDEO Transist or em curto Transist or Transistor aberto aberto - Transist Transistor or em curto curto Transist or aberto Transist or em curto Diodo curto Transistor curto Transistor curto - em - COMPUT. . Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Coloque a ponta de prova preta no terminal central mantendo-a fixa. Posicione o multímetro na escala X10. Transistor em curto em em - LABORATÓRIO – Teste dos Transistores: (BASE – NPN / PNP) Teste do transistor NPN com a base no centro: • • • • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores NPN que a base é no terminal central usando o multímetro. Transistor em curto IMPRESS Transistor . em curto TELEF. A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um.

Todo transistor que a base conduz com o cabo preto é NPN. Posicione o multímetro na escala X10. Separe todos os transistores NPN com a base no terminal da direita. Veja no filme e faça as anotações: Teste do transistor PNP com a base na direita: . A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. Teste do transistor NPN com a base na direita: • • • • Coloque a ponta de prova preta no terminal direito mantendo-a fixa. veja figura abaixo: • Nos transistores de pequena potência a base pode ser encontrada na direita ou esquerda dependendo de sua referência e fabricante. veja figura abaixo: Base Teste do transistor PNP com a base no centro: • • • Pegue vários transistores de pequena potência: Separe todos os transistores PNP que a base é no terminal central usando o multímetro.• Separe todos os transistores NPN com a base no terminal central.

veja figura abaixo: C 2 0 1 2 3 3 C 7 2 3 6 1 0 K X 1 K X 1 0 X 1 X C 1 2 3 3 S í m b o l o s N P N P N P TESTE DE COLETOR E EMISSOR Para testarmos o coletor e emissor de um transistor usaremos a escala de X10K do multímetro. Posicione o multímetro na escala X10K. veja qual o terminal a ponta de prova preta está conectada. Verifique se o ponteiro do multímetro desloca. . A ponta de prova preta coloque nos outros dois terminais um a um. Coloque a ponta de prova preta em um dos terminais do transistor que não seja a base. Separe todos os transistores PNP com a base no terminal da direita. caso contrário troque as pontas de prova. pois este terminal do transistor é o Emissor. Todo transistor que a base conduz com o cabo vermelho é PNP. o ponteiro do multímetro deverá deslocar-se marcando a mesma resistência ôhmica. No instante que o ponteiro deslocar. escala mais sencível e lembrando que não se pode colocar os dedos nos terminais do transistor enquanto testa.• • • • Coloque a ponta de prova vermelha no terminal da direita mantendo-a fixa. DICA: Transistor Bom – o ponteiro desloca apenas em um sentido do teste coletor e emissor. • • • • • • Pegue um transistor NPN. Coloque a ponta de prova vermelha no outro terminal que não seja a base.

Pelo fato de ser um dispositivo ativo. Regulador de Voltagem Os reguladores de tensão de 3 conexões são os dispositivos mais comumente utilizados na regulagem de tensão. Existem várias formas de se apresentar um transistor de junção. sendo composto por trans(fer+res)istor. Por ex. ou seja. O transistor é um sanduíche de duas junções pn. Transistores de média potência são um dos desenvolvimentos mais importante da física de estado sólido e da engenharia de dispositivos dos últimos 50 anos. formando uma sequência de junções npn. estes dispositivos apresentam uma corrente máxima de saída de 1 A.Transistor com fuga (defeituoso) – na inversão das pontas de prova entre coletor e emissor o multímetro registra resistência ôhmica. uma de frente para a outra. o transistor apresenta 3 entradas. O transistor é um dispositivo ativo. Voce pode imaginá-los como um tipo especial de zener. A integração dos transistores tem sido a base de todo o desenvolvimento da indústria de informática. seguir uma apresentação que realce o comportamento físico dos portadores no dispositivo e sua forma de utilização.1 mF para evitar . Tal código vem marcado no corpo por uma letra. indicando valores que podem variar como pode ser visto em suas características. Já vimos que fontes de alimentação são dispositivos com certa complexidade. procuraremos nesta disciplina. uma para o sinal de entrada e as outras duas associadas ao sinal de saída e à alimentação. número ou sequência deles. sendo mais fácil alimentar externamente o transistor. O nome transistor vem do inglês. Em geral. Consequentemente. o transistor BC808 vem com indicação 5BS no corpo. porém a posição destes terminais varia de acordo com o código. portanto ele é capaz de amplificar a potência do sinal de entrada. a corrente no coletor é proporcional à corrente na base. ou seja. A corrente na base controla a passagem de corrente no coletor. apresenta características de um resistência associada com capacidade de transferir a informação. As tensões negativas são reguladas pela família 79xx. e necessitam de um capacitor externo de 0. A voltagem é especificada pelo valor xx. Estes dispositivos apresentam três conexões (entrada. no cotidiano da eletrônica. Transistores SMD Os transistores podem vir com 3 ou 4 terminais. base e emissor. porém que não corresponde à indicação do mesmo. Transistores de média potência. saída e terra) e são regulados na fabrica para uma saída fixa de tensão (positiva para a família 78xx e negativa para 79xx). cada processador é composto por uma infinidade de transistores . ele necessita de uma fonte de alimentação. em condições ótimas de operação. Estas seções são chamadas de coletor.

. Estes são transistores destinados a operação com corrente elevada e também em alguns casos. Como devem dissipar potências altas.BD135 Os transistores de média potência bipolares de junção apresentam três pinos para controle. tensões elevadas. aquecendo muito. Transistores de potência. e dependendo do tipo de encapsulamento a localização dos contatos é distinta. Encapsulamento de um transistor .instabilidades. são dotados de invólucros plásticos ou metálicos que permitem sua montagem num radiador de calor. como pode ser observado no esquema abaixo.

Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. mas ainda são chamados de MOSFETs. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. O terminal de comporta é uma camada de polisilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. principalmente a IBM. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. é. onde as comportas (gates) eram de metal. Os chips modernos usam comportas de polisilício. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. e é quase sinônimo de MOSFET. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. o tipo mais comum de transistores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. tais como o arsenieto de gálio. ou transistor de efeito de campo de metal-óxido semicondutor). de longe.MOSFET P O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. o campo . Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). mas alguns fabricantes.

dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. e não há condução entre o dreno e a fonte. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. assim. A corrente do dreno para a fonte é . Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . controlado pela tensão na comporta. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. . • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET.Vth O transístor fica ligado. O transístor é ligado. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. uma parte do canal é desligado. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. como o da fonte ou do dreno. O MOSFET opera como um resistor.elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. há uma fraca corrente invertida. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs .

com uma camada metálica onde sobressai o gate unindo os três (no MOSEFT tipo P -PMOS . os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo.Em circuitos digitais. O modo de saturação é usado mais em aplicações de circuitos analógicos. Com tensão positiva no gate atrai-se elétrons do substrato. tensão positiva no gate do NMOS coloca-o em condução (igualmente para tensão negativa no gate do PMOS).NMOS consiste de um substrato P no qual se incrustam duas regiões N. pois há uma descontinuidade entre as duas regiões N.temos substrato N e duas regiões P). MOSFET O MOSFET tipo N. este tipo de transistor é usado como regulador de voltagem da placa-mãe. como memória. que tem como objetivo baixar a tensão de alimentação fornecida pela fonte de alimentação do PC na tensão requerida pelo processador e demais circuitos conectados à placa-mãe. Assim. 3-15 MOSFET em condução Com o gate a 0 Volt o transistor permanece cortado. . chipset. etc. o que permite a passagem de corrente da source para o dreno. O transistor MOSFET é usado no PC. preenchendo a área descontínua com outra região N (figura 3-15). conforme figura 3-14.

o MOSFET "normalmente" está cortado e precisa de sinal externo para entrar em condução. tal como no JFET.Observe-se que. sendo (a) canal N e (b) canal P. O símbolo do MOSFET de depleção é visto na figura 3-17. ao contrária do JFET. cujo tamanho dependerá da tensão no substrato e determinará a condutância no canal. sendo bastante usada. Por esse motivo o substrato pode ser considerado um segundo gate e é feito um eletrodo para sua ligação. cujo símbolo é visto na figura 3-16 para (a) NMOS (b) PMOS. . 3-16 símbolo do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS O esquema apresentado a seguir refere-se a MOSFET de incremento. de modo que sem aplicação de sinal externo há condução. 3-18 símbolo simplificado do MOSFET (a) NMOS (b) PMOS Uma simplificação do símbolo de MOSFET é apresentada na figura 3-18(a) NMOS (b) PMOS. Não é feita distinção entre modos de depleção ou incremento e sobre substrato. A nova região formada para condução é oposta à do substrato (N e P ou P e N) Coma vimos anteriormente aparecerá uma zona de depleção entre elas. A região de depleção entre substrato e esta área pode ser alargada por aplicação de polarização inversa no gate. 3-17 símbolo do MOSFET de depleção (a) NMOS (b) PMOS O MOSFET de depleção é fabricado com a região de descontinuidade já preenchida. A única diferença do símbolo de MOSFET de incremento está nos traços ligando substrato a dreno e source.

Agora retorne a ponta de prova preta para o D. ao encostar as pontas de prova nos terminais D e S o ponteiro não deve deslocar. Temos dois transistores de depleção. o ponteiro do multímetro não deverá deslocar. tornando o consumo de energia muito baixo. basta curtocircuitar seus terminais. provocando sua condução (FET de depleção conduz sem sinal externo). praticamente aterrando o output (nível 0). Veja que a fonte de alimentação nunca está conectada ao terra. Com input=0 T2 entra em corte. Obeserve que o ponteiro do multímetro desloca marcando uma resistência ôhmica. especialmente na fabricação de microprocessadores. Para desarmar o MOSFET. permanecendo em repouso. o que por sua vez corta T1. é mostrada na figura 3-19. só quando polarizado pelo G. Coloque a ponta de prova vermelha no S.3-19 chaveamento com dois FETs Uma das configurações mais comuns de MOSFET. ATENÇAO: o objetivo de desarmar o MOSFET é para fazer seu teste de maneira confiável. e daí a output= 1. IRF 630 IRF 630 G D S Curtucircuitando o MOSFET para desarma-lo . Coloque a ponta de prova preta no D. veja a polaridade do MOSFET logo abaixo e a maneira de curtocircuitar seus terminais para desarma-lo. Com o sinal de entrada (input) em nível 1 T2 conduz. TESTE DO MOSFET • • • • • • • Pegue um MOSFET. T2 denominando-se "drive" (dirigente) e T1 "load" (carga). ou seja. Posicione a chave seletora na escala X1. Retire a ponta de prova preta do D e coloque a mesma no G. mantendo a ponta de prova vermelha fixa no S. não havendo sinal no output e no gate de T1.

......... ligados de forma indicada no esquema que é mostrado abaixo: .......... ..G = Gate.... aparência e símbolo são mostrados pelo ASSTP logo abaixo... D = Dreno (saída de tensão) S = Fonte (entrada de tensão) DICA: MOSFET em curto (defeituoso) – Ponteiro do multímetro desloca até o zero ao encostar as pontas de prova nos seus terminais................ MOSFET aberto (defeituoso) – Veja no filme e anote a dica: ............... O SCR é um dispositivo semicondutor de 4 camadas cuja estrutura.... NPN e PNP........................ A (a n o d o ) A G (G a t e ) G C ou K (c a to d o ) E S TR U TU R A C S ÍM B O L O A estrutura indicada se for decomposta...... SCR SCR é a abreviação de Silicon Controlled RecTifier ou Retificador Controlador de Silício. MOSFET bom – Ao polarizar o Gate o ponteiro desloca marcando uma resistência........ pode ser considerada como sendo dois transistores de dopagens diferentes....

este será polarizado no sentido de saturar o transistor NPN que então conduz fortemente a corrente.) bastam aproximadamente 200 mA sob 1 Volts para disparar o componente que pode então conduzir correntes de até 3. então. Isso significa que se usarmos o SCR em um circuito de corrente alternada. Para esta finalidade vamos supor que entre o ânodo e o cátodo seja aplicada uma tensão de alimentação e em série com o componente uma carga. então. que se trata de um controle de meia onda. Os SCRs podem então ser usados como dispositivos de controle de potência e até mesmo osciladores por estas características importantes deste tipo de componente. no entanto. um SCR para a rede de 110V deve suportar pelo menos 200V e o dobro para a rede de 220V. Veja que ao conduzir a corrente. ou seja. pois ela só pode fluir de seu ânodo para o cátodo. Levando-se em conta a analogia com os dois transistores. a corrente de coletor do transistor NPN é justamente a corrente de base do transistor PNP no sentido de saturá-lo. Corrente máxima é quanto o SCR pode conduzir quando está ligado. aplicarmos um pulso positivo de curta duração à comporta (gate) do SCR. Nas condições indicadas nada acontece. sendo este valor expresso em ampères. também a condução do transistor PNP fluindo uma forte corrente entre o ânodo e cátodo. Ora. d) Curto-Circuitando o ânodo com o cátodo. Dizemos. etc. Para um tipo comum. pois o componente não conduz corrente alguma. Correntes intensas da ordem de vários ampères podem ser conduzidas a partir de pulsos de disparos muito fracos. C106. flui uma corrente pelo coletor do transistor PNP e esta corrente é justamente a que polariza ou mantém polarizado o Transistor NPN.Anado A G a te G PN P N PN C a to d o C Temos então o que se denomina de uma chave regenerativa. como os SCRs da série 105 (TIC 106. Temos. MCR 106. o SCR comporta-se como um diodo. Tensão máxima é quando o SCR está desligado. ficará fácil entender o princípio básico de funcionamento deste componente. Para desligar o circuito é preciso interromper a corrente entre o ânodo e o cátodo e isso pode ser feito de duas maneiras: c) Desligando a alimentação por um período de tempo. Se. No caso da rede de energia isso significa o valor de pico. Ao mesmo tempo. Assim. porém. ele realimenta o circuito. .2 ampères tipicamente ou até mais. ele só conduzira metade do semiciclo. ele fica praticamente submetido a tensão de alimentação do circuito.

• • • • • • Posicione a chave do multímetro na escala X1.com . ou seja.Não devemos aplicar pulso negativo na comporta do SCR quando ele estiver polarizado inversamente. telefone 61 85953815. Teste do SCR. observe que o ponteiro do multímetro permanece estacionado marcando resistência. o ânodo negativo em relação ao cátodo. Volte a ponta de prova preta (do Gate) sem retira-la do Anodo. não devem ser retiradas dos terminais Anodo e Catodo. Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. O ponteiro deverá permanecer em repouso. Mantendo as pontas de prova fixas no Anodo e Catodo. C a t o d o A n o d o G a t e T I C 2 2 6 2 0 6 T I C 2 2 6 T I C 2 2 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 T I C 2 2 6 C S C G A í m G b A o l o s Todas as dúvidas poderão ser tiradas cursodeeletronica@gmail. Faça o ajuste de Zero. caso contrário não é possível saber se o SCR está armando (bom). pois isso pode queimá-lo. Coloque a ponta de prova preta no anodo. por e-mail . • ATENÇÃO: Ao testar o SCR as pontas de prova vermelha e a preta. Isto indica que o SCR está bom. (chamamos isto de polarizar) neste momento o ponteiro do multímetro deslocará. arraste a ponta de prova preta lentamente sem retira-la do anodo até encostar no Gate.

falta de ganho no transistor misturador. Oscilador local .a freqüência da estação sintonizada 4 .só sintoniza estações baixas .a freqüência do oscilador local (freqüência da estação sintonizada mais a FI) 3 . Na saída deste estágio teremos quatro sinais: 1 .a freqüência da estação desejada mais a freqüência do oscilador local Estes sinais serão filtrados no amplificador de FI Componentes comuns neste estágio: transistor misturador (em muito casos começa com BF).transistor misturador. com a freqüência do oscilador local.rádio não sintoniza nenhuma estação . para que as duas . que tem o valor de 455Khz.a freqüência de FI (455Khz) 2 . criando assim a FI.EQUIPAMENTO DE SOM Diagrama de blocos de um rádio de AM Misturador . verificar resistores que fazem a sua polarização. 2 .faz o batimento (mistura) da freqüência selecionada pelo amplificador de RF. Defeitos mais comuns: 1 .gera uma freqüência com um valor 455Khz maior que a freqüência (ou estação) que se deseja sintonizar.

Observação: em muitos rádios a função de amplificador de RF.amplifica e separa a estação desejada.sintoniza alguma estações mas com o áudio muito baixo . Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. Componentes comuns neste estágio: capacitor variável. Componentes comuns neste estágio: três bobinas de FI (uma amarela.sem áudio . oscilador e misturador pode ser feita pelo mesmo transistor. se o rádio bom apitar o oscilador do rádio que você conserta está funcionando.rádio não sintoniza nada .áudio fanhoso . Defeitos mais comuns: 1 . para conseguir uma recepção melhor e um volume maior. trimmers.não sintoniza nenhuma estação . CIs. Amplificador de RF . Esta mecanicamente ligado ao amplificador de RF através do eixo do capacitor variável. outra branca e a outra preta). Normalmente ajusta-se a bobina para as estações baixas e o trimmer para as estações altas.algum transistor defeituoso. chave de onda.entrem em batimento no misturador e seja possível gerar a FI. 2 .estações deslocadas no dial do rádio . Detetor de envoltória – . transistor oscilador.verificar o transistor oscilador. transistor amplificador (que em muitos casos começam com as letras BF).verificar transistor amplificador de RF. Para ter certeza que o oscilador está funcionando ligue um rádio bom perto do rádio que você está consertando. em outros um transistor faz a função de oscilador e o outro de amplificador de RF e misturador. se necessário. bobina de antena em núcleo de ferrite. Amplificador de FI – amplifica a FI (455Khz) e elimina as outras freqüências presentes na saída do misturador. bobina osciladora.bobinas desajustadas ou com os contatos oxidados. filtros cerâmicos.ajustar bobina osciladora e trimmer que fica no capacitor variável. ajuste-a. Defeitos mais comuns: 1 . varie a sintonia do rádio que está sendo consertado. enrolamentos da bobina de antena. normalmente identificada por ter a cor vermelha. de forma a termos uma qualidade de áudio boa e semelhante para todas as estações sintonizadas.verifique a posição da bobina de antena sobre o núcleo de ferrite. 2 . 2 . dois ou três transistores amplificadores de FI. Defeitos mais comuns: 1 .

pequenos transformadores. normalmente. Defeitos mais comuns: 1 . capacitores. capacitores eletrolíticos de alto valor.detecta o sinal de áudio separando-o da portadora de FI. Amplifica o sinal de áudio. . Verificar transistores ou CI de saída. Componentes encontrados neste estágio: diodo detetor (normalmente de vidro) que pode ser o 1N60. etc.verificar capacitor que liga a saída dos transistores com o alto falante. de forma que este excite corretamente o alto falante e reproduza o som. você deve limpa-los ou troca-los. Defeitos mais comuns: 1 .sem áudio . Veja a aula prática do DVD ROM e anote as técnicas de consertos do circuito de FI e CAG: Pré-amplificador de áudio – aumenta o nível do sinal de áudio proveniente do detetor. potenciômetro de tonalidade. CAG .verificar transistores. diodos zeners. Defeitos mais comuns: 1 . OA90 ou algum similar. Normalmente a entrada deste circuito está ligado com o detetor ou entre o detetor e o pré-amplificador de áudio. Capacitores e resistores.Controle Automático de Ganho – a partir do sinal de recepção cria uma tensão que irá aumentar ou diminuir o ganho do rádio. Em sua saída só teremos o sinal de áudio. 2 . transistores amplificadores. Em alguns rádios só está ligado em um destes dois pontos. Normalmente o secundário da terceira bobina de FI. do primeiro transistor amplificador de FI. pontes retificadoras.som pipocando ou ruim . potenciômetro de volume. transformadores. Componentes comuns neste estágio: diodos retificadores.diodo detetor. ë formado por capacitores eletrolíticos e resistores formando um filtro RC e comandam o ganho do transistor amplificador de RF e. pode ser formada por baterias e seus suportes ou por transformadores diodos. capacitores eletrolíticos. Componentes comuns neste estágio: alto falante. 2 .ruídos ao se mexer no potenciômetro de volume ou tonalidade sujeira nos contatos ou eixos dos potenciômetros.verificar o alto falante. Componentes mais comuns neste estágio: transistores.sem áudio . regulador de tensão. transistores. 1N4147. Amplificador de áudio.sem áudio . CIs amplificadores de áudio. Fonte Fornece a alimentação para todos os estágios do rádio. CI ou transistores de saída.

O amplificador de FI irá filtrar estes sinais só deixando passar a FI. que são: 1 . e o amplificará.freqüência sintonizada + a freqüência do oscilador local (OL). 2 . . o passa através de um filtro formado por uma constante RC e comanda o ganho dos estágios de FI e amplificador de RF. é o responsável por separar o áudio da FI. com o potenciômetro de volume).verificar transformador. um capacitor de filtro e um resistor.Ronco (ripple) junto com o áudio . O CAG é necessário para que possamos receber qualquer estação. A forma de onda do oscilador local é senoidal. áudio portanto. mau contato na chave liga-desliga (normalmente a chave liga desliga está ligada. ao mesmo tempo aumentará ou diminuirá a intensidade deste sinal de acordo com o CAG. que é basicamente formado por um diodo.freqüência sintonizada 3 . tenha ela um sinal forte ou fraco. o sinal do oscilador local terá uma freqüência sempre 455 kHz maior que o sinal que se deseja sintonizar. Este circuito. Na saída do amplificador de FI teremos um sinal com amplitude suficiente para excitar o circuito detetor.rádio não liga . através do eixo de um mesmo capacitor variável com várias seções.diodos retificadores. isto é conseguido pelo simples fato que a parte de sintonia do amplificador de RF e o oscilador local estão ligados. o amplificador de RF separará o sinal desejado. 4 . capacitor eletrolítico de filtro. no nosso exemplo 1000Khz. 2 . mecanicamente.a freqüência do oscilador local que é a FI (455Khz).freqüência do OL. O quanto este sinal será amplificado dependerá do CAG. Depois do batimento teremos na saída do misturado quatro sinais. Este áudio será pré-amplificado e equalizado pelo préamplificador de áudio e depois será amplificado pelo amplificador de áudio para que possa excitar corretamente o alto falante e gerar o som.Veja as dicas sobre a alimentação no circuito de FI e faça sua anotação: Dicas de defeitos mais comuns: 1 . mecanicamente. No misturador este sinal será misturado com o sinal proveniente do oscilador local. O CAG pega uma amostra do sinal detectado. suporte de pilhas. Sistema de Funcionamento do rádio: Todos os sinais de RF estarão presentes na antena do rádio. sendo assim em sua saída já teremos áudio.freqüência sintonizada .

.7 Mhz mais alta que a estação que se deseja receber. capacitor variável. de forma a conseguirmos. Normalmente os estágios amplificadores utilizam a configuração. A fonte de alimentação fornece a tensão e a corrente necessárias para o correto funcionamento dos circuitos.7 Mhz.Misturador – faz o batimento da estação sintonizada com o sinal senoidal gerado pelo oscilador local. Componentes presentes neste estágio – transistores amplificadores.7 Mhz mais alta em relação a estação sintonizada. A freqüência do oscilador local estará sempre 10. Receptor de FM DIAGRAMA EM BLOCO DO RECEPTOR FM Em um receptor básico de FM teremos os seguintes módulos ou estágios: .Oscilador local – gera uma onda senoidal sempre 10. . a diferença entre a estação sintonizada e o oscilador local e a soma da estação sintonizada com o oscilador local. Componentes presentes neste estágio: antena.Amplificador de RF – circuito responsável pela amplificação e seleção da estação desejada. . bobinas. quando transistorizado. a freqüência do oscilador local. de base comum. Em sua saída teremos quatro sinais: a estação sintonizada. através do batimento dos sinais a freqüência intermediária (FI) de 10. transistores.com a mesma intensidade de volume (dentro de certos limites é lógico).

.7 Mhz.7 Mhz.Amplificador de FI – amplifica a FI.Componentes presentes neste estágio: Capacitor variável. nem todo rádio de FM precisa de um limitador. muitas vezes este trimpot está defeituoso. diodos (sempre mais de um). isto é possível pois a informação de áudio está na variação da freqüência e não da amplitude da FI. normalmente.Discriminador de FM – este estágio separa a FI do sinal de áudio. bobinas e transistores. . Desta forma. um transistor pode fazer mais de uma função. colocando numa estação estéreo e com boa recepção. Troque-o e o ajuste. Muito rádios FM antigos usavam um CI (MC1310 se não me engano) que era o responsável pela demodulação estéreo e.Limitador – este estágio serve para limitar a amplitude do sinal de FI. que corresponde a diferença entre a freqüência do oscilador local e a freqüência da estação desejada. Componentes mais comuns neste estágio – transistores e bobinas. Esta limitação é necessária para o perfeito funcionamento de alguns tipos de discriminadores. Existem diversos tipos de discriminadores. . bobinas. Outras informações: Em aparelhos estéreo existem alguns defeitos que são muito comuns: Rádio não fica estéreo – verifique se não há um trimpot para ajuste do estéreo. A FI será modulada em freqüência e terá um valor central de 10. Existem outros CIs que são um rádio FM inteiro praticamente. outras vezes dois. DICAS: Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor amplificador de RF. o trimpot que fazia este ajuste apresentava defeitos. Existem rádios FM que podem Ter estes estágios formados por um circuito integrado. . portanto. transistor oscilador. até que a indicação de estéreo se acenda. Componentes presentes neste estágio: Filtros cerâmicos de 10. Em muito receptores estes estágios podem Ter como elemento ativo um só transistor. Componentes mais comuns neste estágio: Bobinas. podemos perceber que. Na saída deste estágio teremos o sinal de áudio. um exemplo disto e o TDA 7000.

Também encontra na saída da fonte a potência em Watts que determina o valor em decibel nos altofalantes. Rádio não sintoniza nada – verificar transistores amplificadores de FI ou CIs que amplifiquem a FI. A fonte de alimentação pode fornecer uma ou mais tensões. Verificar transformador de entrada e transistor de regulagem da tensão da fonte. O equipamento de som para seu bom funcionamento é preciso que a fonte de alimentação esteja fornecendo as tensões exigidas pelo o aparelho. desregulados. Som com um ruído grave de fundo – verificar diodos retificadores e capacitor eletrolítico de filtro. VEJA MAIS DETALHES NO CURSO ONLINE OU NO DVD ROM DIAGRAMA DE UM SISTEMA DE SOM (MICRO SYSTEM) FONTE DE ALIMENTAÇÃO Fonte de alimentação é um conjunto de componentes que juntos fornecem as tensões de saída. Não sintoniza nenhuma estação – verificar o transistor oscilador. outras vezes um pouco de algum óleo fino em seu eixo resolve o problema.Barulho ao se mudar de estação – limpar o capacitor variável (as vezes é necessário desmontá-lo e limpá-lo com álcool isopropílico. que ficam atrás do capacitor variável. Áudio distorcido – verificar o transistor. Componentes que formam a fonte de alimentação: . Estações fora da posição no dial (mostrador) – bobinas descalibradas ou trimmers. Rádio não liga – verificar suporte de pilhas e ver se os seus contatos não estão oxidados. Rádio com som fanhoso – verificar ajuste da bobina do discriminador (geralmente estão ligadas a dois diodos detetores). conforme o tipo do equipamento de som. Não sintoniza nenhuma estação – verificar transistor misturador.

 Capacitores de cerâmica __________. _______.  Relacione os valores dos capacitores eletrolíticos da fonte:  Filtro (o maior capacitor eletrolítico) _________. Resistores.  Som não funciona (rádio relógio. Diodos retificadores. Abra um aparelho de som e relacione todos os componentes que fazem parte da fonte de alimentação. Transformador. Transistores. tape deck. ___________. ele pode está ligado a um fusível. Filtro (capacitor eletrolítico). Siga o cabo de força.           Chave liga-desliga. Diodo bloqueador.  Diodo zener ___________. Capacitor de cerâmica.) .  Transistores ____________. Trimpot.  Diodos bloqueadores __________. chave ou diretamente ao transformador.  Escreva o valor em Ampèr do fusível.  Escreva quantos fios encontra-se no secundário do transformador.  Capacitores eletrolíticos de saída ____________. Diodo zener. Fusível. micro system etc.

9V. 48V. • Não havendo tensão na saída da fonte. meça a tensão no filtro da fonte.• • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V. 25V.). _____________. 12V. Coloque a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo capacitor. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. Coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor eletrolítico de saída da fonte. Havendo tensão a fonte está boa. . Veja a tensão de saída e escreva a tensão encontrada. Ligue a fonte na tomada.

Coloque a pontas de prova nos fios do transformador conforme mostra figura abaixo:  Não havendo tensão no secundário. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 ACV.   Não havendo a tensão do filtro da fonte meça a tensão alternada no secundário. verifique se há tensão no primário. coloque as pontas de prova na entrada do cabo de força conforme mostra a figura abaixo:  . Posicione a chave seletora na escala de 250 ACV.

Poderá haver problema com um destes componentes que fazem parte da entrada da fonte. encontra-se na fonte de circuito alimentação este circuito estabilizador.Havendo tensão alternada na entrada do cabo. Testar cabo. chave ou mesmo ligação através de trilhas. Como foi mostrado nas secundário do defeituoso. tensão? Não Sim Equipamento de som não funciona Testar diodos retificadores e Medir tensão alternada no trilhas. isto para os Microsystem. trilhas da entrada da fonte. Há tensão? fonte Não Sim O transformador está quimado. verificar cabos. testar Este circuito está entre a ponte retificadora e o filtro de saída. Sim é composto por:transistores. chave. que Não estabilizador diodos bloqueadores. verificar se há solda primário do transformador. antes desligue o cabo de força da tomada. fusível. significa que o mesmo está bom. Há Circuito estabilizador de tensão tensão? Trabalhar no A maioria dos equipamentos de som.de cerâmica. teste-os na escala de X1. . por esta razão a tensão entra no primário e não sai no secundário. Há tensão Não na saída da Havendo tensão contínua no filtro de saída da Sim fonte . Siga o fluxograma abaixo para identificar o componente defeitouso na fria. Há zener anteriores pode-se notar que há uma lógica para esta identificação. Defeito transistores. diodos Quando há defeitoMedir tensão alternada no roteiro de testes para facilitar a na fonte segue-se um bloqueadores e páginas região que há componente transformador. o defeito encontra-se na placa principal. resistores. Fonte boa Medir tensão no filtro (maior Fonte boa  capacitor eletrolítico). resistores. Entre o transformador e o cabo de força há fusível. neste circuito faz com que a fonte deixa de funcionar. conforme foi fonte? mostrado no primeiro passo. diodo zener e capacitor .

porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem. um destes transistores regula a tensão que alimenta a placa principal bem com o painel frontal (display).  Relacione os componentes que estão ligados a esta chave. Quando há defeito neste circuito o equipamento de som ou amplificador também deixa de funcionar. Nesta mesma placa de alumínio onde se encontram estes transistores. está fixado também CI regulador de tensão. . Para identificar este circuito siga as ligações através das trilhas que estão ligadas na micro chave. ligada ao circuito digital SYSCON (Sistema de Controle). _____________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________  Próximo à fonte há uma placa de alumínio onde estão fixados uns transistores de média potência. visto que a chave liga-desliga é substituída por uma micro chave. Circuito Stand by No microsystem ou apenas um amplificador este circuito é muito usado.Equipamento de som (Amplificador) não funciona.

A saída de som pode ser dotada de CI ou Transistores. Acontecendo este sintoma quando não há saída de som nos dois canais que são separados. porém o amplificador não funciona. geralmente uma das saídas estará funcionando indicando que há alimentação. solda fria. sendo necessário verificar se há resistor de alimentação aberto. Obs. Neste caso é quando não há som nas duas caixas acústicas. se a saída de som é constituída por dois (2) CIs ou quatro (4) transistores. Tanto o transistor como o CI quando defeituosos provocam este sintoma (Equipamento de som ou amplificador não funciona.este CI tem a aparência de transistor de média potência. trilha rompida. o problema está na falta de alimentação.   Neste caso raramente os dois canais se danificariam simultaneamente. Para melhor identificação deste circuito veja no esquema do equipamento. . CI. Outra observação importante é saber se os canais direito e esquerdo são separador. Todas as funções frontais funcionam. porém o display fica acesso e as teclas de comando não obedecem). Abra um amplificador ou microsystem e relacione estes componentes especificando qual é o CI e transistor _____________ Para este mesmo sintoma verifique os resistores e diodos que estão ligados no circuito stand by. ou seja. Veja exemplo abaixo: Transistor.   Meça a tensão na saída de som.

Substituir CI (se a saída for dotada de CI). isto para o caso da saída ser constituída por apenas um CI. Faça o teste de continuidade dos alto-falantes Amplificador de som desligado da tomada. solda fria ou trilha rompida.   Pegue um aparelho de som e faça a identificação da saída de som seguindo os fios dos conectores dos alto-falantes. Isto indica que a fonte está fornecendo alimentação normal para a saída.  Caso a saída esteja alimentada. Neste tipo de equipamento que a saída é dotada por um CI na saída. o defeito está na própria saída. A tensão positiva e negativa é acima de 20V. resistores de baixos valores abertos. Canal direito ou esquerdo não funciona (sem som). Verificar solda fria ou trilha rompida. deverá ter o máximo de cuidado para não fazer curto com a ponta de prova do multímetro entre os terminais do CI ou Transistor.     Testar resistores que estão ligados aos pinos do transistor ou CI. Testar transistor de saída (se a saída for dotada de transistores).  Coloque a ponta de prova preta no terra.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. No caso da saída for composta por dois CIs ou quatro transistores. estes resistores são de valores baixos. podendo ser os transistores ou CI.O amplificador de som que a saída é dotada por um CI apenas.  Posicione a chave do multímetro na escala de 50DCV. Um dos pinos deverá haver tensão acima de 20 V. o procedimento será o mesmo:  Verificar se há tensão no CI.  Relacione todos os componentes que fazem parte da saída de som e meça os componentes no local _________________________________________ __________________________________________________________________  Para medir a tensão na saída. deverá haver em um ou mais pinos do CI tensão positiva e negativa. o problema poderá está no próprio CI ou mesmo na falta de alimentação.  Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do CI um a um observando os valores de tensões encontradas nos pinos. . a tensão encontrada em um dos pinos deverá ser acima de 12V.

Veja quantos ohms tem o alto-falante.   Posicione a chave seletora na escala X1. Sempre que for fazer consertos na saída de som.  Você deverá ouvir um chiado nos alto-falantes indicando que a continuidade da saída está normal. Pegue um aparelho de som e faça estes testes de continuidades. plugues de fone de ouvido ou apenas trilhas. Substituir capacitores eletrolíticos da saída de som. Relacione os componentes que foram encontrados entre a saída e os alto-falantes. Entre os alto-falantes e o CI ou transistores de saída encontra-se resistores. Som baixo ou som roço     Testar resistores da saída de som. Substituir CI de saída.  Coloque a ponta de prova preta no terra. _____________________________________________ _____________________________________________ ____________________________________________. Testar transistores da saída (fuga entre coletor e emissor). Ligue os alto-falantes na parte traseira do aparelho de som. é necessário saber se a fonte está fornecendo a tensão adequada de acordo com a exigida do circuito. . qualquer um destes componentes abrindo provocará a ausência de som. Medindo a resistência ôhmica do alto-falante:  Coloque as pontas de prova nos terminais do alto-falante. Alto-falante quando alterado também tabém provoca este sintoma.  Raspe levemente a ponta de prova vermelha nos terminais do CI ou transistores de saída de som. Atenção.

Alto-falante nestas condições faz com que o som fique baixo e roço. Verificando o ruído do alto-falante:  Posicione a chave seletora na escala X1.  Uma das pontas de prova do multímetro deverá fixa em um dos terminais do alto-falante. 2. Caso o ruído reproduzido for satisfatório de acordo com o tamanho do alto-falante significa que o mesmo está bom. MÓDULO DE SOM (AUTO) .  A outra ponta de prova deverá raspar levemente no outro terminal. O ruído produzido deverá ser satisfatório conforme o tamanho do alto-falante.  Outro procedimento simples para saber se o alto-falante está com o cone preso o qual produz som baixo. é com a própria mão acionar o cone para dentro e soltando levemente sentindo nas pontas dos dedos se o cone arranha no imã. Observe que o papel do alto-falante sobe de desce quando é passado a ponta de prova no terminal. Confira a resistência ôhmica do alto-falante com a registrada do multímetro. o valor deve ser igual.

Para consertar este tipo de equipamento é bastante simples. é um circuito que faz uma pré amplificação dos sinais de entrada como: microfone. encontra-se também alguns capacitores. violão elétrico. Este circuito é coposto por transistores de saída ou CI e transformadores de saída e drive. É aconselhável verificar as trilhas quando os transistores entram em curto.Os módulos de som para autos consiste apenas num circuito conhecido com POWER (POTÊNCIA). CD player. tape. Na substituição dos transistores é aconselhável usar a pasta térmica visto que estes transistores trabalham com temperatura elevada. estas fonte de sinais geram uma corrente em forma de pulsos sonoros . teclado etc. Raramente os transformadores queimam. CIRCUITO PRÉ-AMPLIFICADOR O circuito pré-amplificador como o próprio nome sugere. gralmente quando as saídas ou apenas uma das saídas deixa de funcionar é só substituir os transistores de saída ou mesmo CI se houver. mesa de som.

Pegue um equipamento de som (microsystem). 6. Identifique os controles grave. Nos microsystem este circuito já está acoplado no próprio aparelho. Exercício prático Para identificar o circuito pré-amplificador já imbutido no aprelhos de som. • Um dos canais não funciona.7mF. 5. Abra o aprelho cuidadosamente. especificando a quantidade de cada _____________________________ Técnicas de consertos SOM BAIXO Componentes a serem testados ou substituídos • Capacitores eletrolítico – é aconselhável substistuir os capacitores de capacitância baixa (2. O circuito pré-amplificador pode vir imbutido nos equipamentos de som ou separadamente. 4. Tape. deixando passar apenas a metade ou menos da metade dos sinais. geralmente o controle de volume é duplo e já faz o equilíbrio de som nos dois canais). agudo. 4. .2 mF. e controles frontais. • O controle de grave ou agudo deixa de funcionar. 3. Faça uma relação deste componentes como: CI. balanço e até mesmo outras chaves que auxiliam a qualidade do som. estes resistores podem aterar os valores ôhmico deixando passar pouca tenção. esta entrada serve para receber sinais de CD player. agudo e volume. 2. grave. Siga os fios da entrada Auxiliar até a placa PCI (Placa de Circuito Impresso). Os sintomas mais comuns que apresentam no circuito préamplificares são: • Som baixo. • Aparelho de som totalmente mudo. Localize na parte trazeira do aparelho a entrada AUXILIAR. 10mF) estes capacitores custumam aterar sua capacitância de maneira a impedir a passagem completa dos sinais. Transistores. agudo e balanço (o controle de balanço é obtativo em alguns aparelhos.muito baixa que o ouvido humano não não é capaz de interpretar. No circuito pré-amplificador encontra-se os controles de volume. grave. por isto é necessário este circuito para fazer uma pré amplificação e aplicar ao amplificador (POWER). isto provoca a diminuição da pré amplificação dos sinais. • Medir os resistores de valores acima de 10K. você pode notar que neles há os controles citados acima. Teclado etc. Seguindo as trilhas e componentes você vai notar aque este conjunto de peças estão ligadas aos controles de volume. siga o roteiro abaixo: 1.

UM DOS CANAIS NÃO FUNCIONA Componentes a serem testados ou substituídos • Testar os transistor do canal defeituoso.• • Testar os transistores fora da plca. • Para o pré amplificador separdo do microsystem. • Testar resistor de baixo valor entre 1R a 1K. siga as trilhas que sai da fonte e localize estes componentes para serem testados. Lembre-se que uma vêz a tensão é presente no CI. o procedimento é o mesmo. é comum sair da fonte uma tenão para o circuito pré-amplificador. por esta razão é necessário substituir o mesmo. sgnifica que a fonte está fornecendo a tensão corretamente e o CI não está processando o funcionamento. APARELHO DE SOM TOTALMENTE MUDO • • Este é um sintoma característico da falta de tensão no circuito ou mesmo o CI defeituoso. CD PLAYER Nos últimos anos se tem conseguido avanços tecnológicos notáveis na gravação e reprodução do som. Verifique se há tensão no CI. substitua este CI pois com certeza ele está defeituoso. caso não haja verifique a fonte de alimentação. aqueles semi profissionais. O Compact Disc Player com . Esta tensão é aplicada ao circuito através de um resistor ou transistor de média potência. Substituir capacitores que estão ligados ao controle que não funciona. • Verificar as trilhas e solda fria. siga o roteiro acima. trilhas e verificar se há solda fria. • Substituir CI do canal defeituoso. Substituir o CI. ele altera diminuindo a pré amplificação. O CONTROLE DE GRAVE OU AGUDO DEIXA DE FUNCIONAR • • Testar o próprio controle. Caso a tensão é presente no CI. pode haver algum transistor aberto ou em curto. pode haver algum dos transistores com fulga.

RAM SYSCON . Antes de passarmos para as considerações práticas do CPD. PICK-UP SERVO EFM/PCM D/A DEMUX PRÉ SLIDE GIRO MICRO RAM LOAD DISPLAY FONTE TECLAS No esquema a seguir temos o diagrama em blocos do pick-up. O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e EFM APC transforma-lo em sinal analógico audível. alguns deles muito sofisticados e complexos. B O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através E-F TRCCK FOCO C. BOBINA BOBINA A. onde podemos localizar a bobina do tracking. vê-se obrigado agora a reparar CDPs. o técnico de áudio. vamos considerar brevemente a teoria de funcionamento. Durante o processamento. decodificando os frames. que até então reparava toca discos.leitura óptica é sem dúvida o mais marcante desses avanços. os seis foto diodos e o diodo laser. DIAGRAMAS EM BLOCOS DO CPD O esquema a seguir ilustra um diagrama em blocos simplificados do CDP. D das bobinas (dispositivo axial duplo). a bobina de foco. é LASER SERVO utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC). Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser. Aos poucos. sem a qual ficaria impossível compreender as orientações práticas. O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos.

após passar pelos amplificadores e filtros. que é fornecida pelo servo. e transformados em um sinal denominado Eye Pattern. a saída será nula. de trilhagem. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). enviando esta informação ao servo. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). Servo Tracking: O servo tracking. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco.( +D) PLL longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. B+D terá um nível maior. corrigir o foco sobre a pista do disco. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. os diodos A+C terão um +nívelB maior. através dos quatro fotodiodos. SERVO O CDP possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função.O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up. além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. Ao contrário. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. Um circuito FOCO comparará a diferença deste sinal com uma referência PLL REF. indicando sinal fora de foco. quando o disco está (A C) . Se as entradas forem iguais. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). Quando o disco está muito perto da cabeça. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. se as entradas forem diferentes. No pick-up. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Este . Porém. temos dois outros detectores. envia o sinal elétrico ao PICK-UP AMP LPF amplificador do servo foco. a saída terá nível alto. que colocará em funcionamento o drive. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. O pick-up.

O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. PLL REF. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete.mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize.Este servo é dependente do servo tracking. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). conforme vemos no esquema abaixo. compensando alguma diferença de polarização. EFM LPF . Veja esquema abaixo. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP.

MICROPROCESSADOR DO SYSCON O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display. além do CI de controle do servo. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). A CPU faz todo o controle de funções. do teclado. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados. Faz isto por meio do servo. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer. pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. de acordo com a operação que está sendo realizada. o circuito de processamento do sinal. entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. além do servo. pois caso o fizesse. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. é ativado o drive do motor de giro do disco. do servo e do circuito loading. O disco não pode girar a uma velocidade angular constante. um drive para gerar corrente de excitação. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. O micro controla. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu . posteriormente. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. A via de endereço é unidirecional. Cada motor tem.SPINDLE DEMOD. Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e. também terão estas funções controladas pelo micro. faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro. através das instruções. fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e. O microprocessador. É utilizada para o endereçamento de um circuito.

torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. a partir de um cristal interno. Cada D porta é. Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock.A REGISTRADOR DE STATUS Clock PLL: Internamente CONTROLE INTERNA VCO (oscilador controlado por temos um VIA DE tensão). para depois então ser convertido pelo D/. . necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos. pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0. Antes. No receptor. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída.005%. Contadores: São temporizadores binários. C O N T R O L E REGISTRADORES DE USO GERAL U N I D A D E VIA DE DADOS INTERNA ACUMULADOR U. No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador para os circuitos mute e de ênfase. totalizando 16 bits. Pelo N processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na MUTE recuperar-se 8 bits freqüência de 44. DEMOD.L. um flip-flop tipo D ou latch. O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio.hardware.1 khz. geralmente igual a da fonte de VCC. Depois foi codificado em DEEFM (8 para 14). De um modo geral. saber apenas sua pinagem. Para conhecer um microcontrolador. recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos ( além dos circuitos do microprocessador. Latch é uma cédula de E memória com capacidade de armazenar um bit. EFM CORREÇÃO AO APC CONVERSOR D/A DE ( L) -ÊNFASE O conversor D/A tem EFM função / recuperar o sinal analógico de por SERVO D A DEMUX áudio. decodifica-se este código EFM ÊNFASE ( R) RAM recuperando 16 bits. na realidade. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. travado pelo PLL (elo de fase travada). não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”. Após o demodulador EFM CPU para cada canal. O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial. Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. esquema abaixo).

 Ligação à rede de alimentação incorreta.  Rede de alimentação com flutuação.  Uso incorreto (nunca deixar próximo a campos magnéticos. Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão.  Verifique: transistores. etc. capacitores e amplificadores operacionais (são os de maior índice de casos de defeitos). pois não há como recondiciona-lo). Pré-amplificador: Neste estágio. adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência. SEQÜÊNCIA DE TESTES . amplificadores de potência. DICAS DE REPARAÇÃO As causas mais comuns geradoras de defeitos em CDP são:  Temperatura excessiva (normalmente descola as lentes do pickup. bem como deslocar a lente objetiva).  Vida útil reduzida dos componentes. diodos.  Transporte (vibrações bruscas podem quebrar os enrolamentos das bobinas do pick-up. No caso do CDP. o sinal de áudio será pré-amplificado. LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio. um tape desk. pode danificar a fonte de alguns CIs do tipo LSI (Larga Escala de Integração). respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão.). etc.Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas. caixas acústicas. inutilizando-o. impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex. equalizador. uma entrada e duas saídas.

Se não tiver. Se o defeito persistir mesmo após os ajustes.  FÉ: Tensão de erro de foco (saída). Retornando ao teste do movimento da lente objetiva. São eles:  LD: Sinal que alimenta o drive do laser.3218 Mhz. então coloque um disco e verifique com o osciloscópio se tem um sinal Eye Pattern (mostrado anteriormente).5V. Tracking e PLCK (velocidade). É especialmente usado nos modos Search e Skip. medimos com o frequencímetro o clock PLCK de 4. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto. Não encontrando este valor.  DEFECT: Sinal detector de defeito. o disco fica sincronizado com o clock do aparelho.  EYE PATTERN: Sinal de RF. ou seja.O primeiro teste a fazer é verificar se a lente objetiva se movimenta sem o disco. Feito isso. É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco. tendo tensões nas saídas destes drivers. . Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta. Verifique se não há nenhum tripont dos ajustes danificados. é uma tensão DC de 2. se este ocorrer. conforme veremos a diante. Contudo. ligue o aparelho e observe se a lente do pick-up se movimenta para cima e para baixo pelo menos umas três vezes.  MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase. tente ajusta-lo para obter a melhor figura no osciloscópio. Se não tiver. Encontrando o sinal Eye Pattern. Em geral. Se estiver. deverá verificar os sinais de controle do micro-processador.  FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta. é bem provável que a unidade óptica esteja danificada.  ASY: Auto-simetria. onde não há sinal.  GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta. temos a possibilidade de termos a unidade óptica defeituosa. Verifique com um voltímetro se tem tensões nas saídas dos drivers das bobinas de foco e Tracking.  TE: Tensão de erro de trilhagem (saída). Deverá efetuar os ajustes do foco. então o defeito poderá estar no servo.  MIRR: Circuito espelho. Se não ocorrer este movimento.  EFM: Saída de dados digitais. verifique inicialmente se o microprocessador está liberando o sinal para o amplificador e driver do laser. ajustamos o PLCK. substitua esses circuitos integrados.

d) Se há um perfeito aterramento e se não há componentes oxidados (exame apenas visual).       FONTE DE ALIMENTAÇÃO A determinação de defeitos de qualquer aparelho eletrônico deve iniciar sempre pela confirmação do funcionamento adequado da fonte de alimentação. São sinais de pulso. CLOCK. um CDP requer 5 ajustes. Basicamente. a) Se todos os valores de tesão existem. SCOR. porém. c) Se não há intermitências de tensões. SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro. ao mexer nos fios ou conectores.  FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem. SUBQ e SQCK: Sinais do sub. DATA.  RF: Sinal lido pelos fotodiodos do pick-up (reflexões do disco). Saem do processador PCM para o micro.      Foco Bias (Polarização do Servo Foco) Ganho do Foco Balança do Tracking (Servo Tracking) Ganho do Tracking Freqüência de PCM (Relacionado também com a velocidade do disco) . MON e FSW) são pertencentes as servo CLV. AJUSTES A maior parte dos defeitos de um CDP são solucionados com ajustes. LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis. acusando problemas de regulagem. RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips. PLCK: Clock do sistema (4. MSD: Controla a velocidade do disco. Portanto.3218 Mhz) DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits. antes de qualquer tipo de análise no aparelho. MSD.código que contém o TOC. comece por verificar.  MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor. passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC). ⇒ Os quatro sinais (MDP. b) Se não há tensões com flutuações.

⇒ Foco Bias Conecte o osciloscópio na saída dos amplificadores dos 4 fotodiodos do pick-up.Sempre será necessário ter o manual de serviço de aparelho para poder realizar estes ajustes. retoque os ajustes de foco e Tracking. haverá falhas no som. teremos o sinal musical do disco ininterrupto. no entanto. Se o sistema de filtragem estiver em perfeitas condições.5 us/divisão e 0. Neste último caso. com este disco sendo reproduzido. Se houver problemas no sistema de filtragem digital. . Coloque como indica a figura na face de leitura do disco. Ajuste o osciloscópio para 0. Daremos. Coloque o disco de teste.5 V/divisão em AC. noções genéricas de como fazer estes ajustes. Reproduza este disco. temos uma dica interessante para você mesmo elaborar um disco de teste. Corte 4 tiras finas de uma fita adesiva escura. Instrumentos Necessários para Ajustes Disco de teste (qualquer um) Osciloscópio Frequencímetro VTVM ou voltímetro digital Na figura abaixo.

3218 Mhz. Uma vez terminado este ajuste. Coloque o disco de teste. ⇒ Ganho do Servo Foco Conecte o VTVM na saída para a bobina de foco (no pick-up). ⇒ Balanço de Tracking Curto-circuite os extremos do trimpot de ganho do Tracking.2 ms.5 a 3 VPP. Importante é não esquecer de zerar o osciloscópio antes de começar os ajustes. Ajuste o trimpot de balanço no Tracking para que a parte superior da forma de onda fique igual à parte inferior. Ajuste o trimpot de ganho de servo foco para obter a leitura de 0. Ligue o aparelho (não precisa colocar disco). Veja na figura abaixo. . ⇒ Ganho de Servo Tracking Conecte o VTVM na saída para a bobina de Tracking./div. Reproduza o disco. Reproduza o disco de teste.Ajuste o trimpot do Foco Bias para obter a melhor figura do Eye Pattern. Esta figura deve estar bem simétrica e a amplitude varia de 1. Ajuste o trimpot do CLV ou Clock até obter a leitura de 4. Coloque o osciloscópio (0. retire o curto do trimpot de ganho.5 VRMS no VTVM. Pode ser colocado antes do driver da bobina. DC) na saída do amplificador do servoTracking. A B ⇒ Clock PCM Coloque o frequencímetro no pino do CI correspondente ao clock PCM (as vezes vem marcado PLCK).

Estima-se uma vida útil da unidade laser de 6. O aparelho. pois ela é muito sensível (devido aos finos enrolamentos das bobinas de servo e Tracking que a sustentam). # NOTA: Estes valores são genéricos.000 horas. no entanto. Evite manipular a lente pois poderá arrebentar um dos fios das bobinas do servo. Potenciômetros. Não toque com as mãos a lente. Se. injete pequenos jatos sob a unidade óptica. LIMPEZA DA UNIDADE ÓPTICA Com uma seringa de injeção. com álcool isopropílico em seu interior. nos dirigimos até a fonte de alimentação. No entanto. deve-se aplicar um jato (a uns 15 cm de distância) de freon (spray limpador de contatos). Este dado.Ajuste o Trimpot de ganho do Tracking para obter leitura de 30 mV. A lubrificação deve ser feita com graxa de silicone em doses mínimas (o excesso de lubrificação é pior do que escassez). Na unidade óptica. deverá estar desligado. pois por meio deste jato pode-se remover poeiras que estejam grudadas na lente objetiva. faça um movimento bem leve e cuidadoso para tentar remover esta gordura (lembrando que gordura e sujeira irá dificultar o feixe de laser sobre o disco. DEFEITOS MAIS COMUNS EM COMPACT DISC PLAYER  Nada funciona (Display Apagado): De imediato. logicamente. por se tratar de . pode ser limpa com álcool isopropílico. varia de acordo com a temperatura e condições ambientais (umidade) a que o aparelho é submetido. onde temos a lente e as bobinas. eventualmente. trimpots e chaves podem ser limpos com spray limpador de contatos. dificultando os ajustes de foco e trilhamento). usando uma escova de dente para isto. a placa de circuito impresso estiver oxidada. Recomenda-se seguir as instruções fornecidas pelos fabricantes em seus manuais de serviços. com um cotonete umedecido em álcool isopropílico. que provavelmente estará defeituosa. Caso haja gordura impregnada na lente.

Com graxa de silicone.  Nada funciona (Display Aceso) Estando o Display aceso. é indício de que a fonte esteja boa (pelo menos a seção de entrada e a seção referente à tensão do Display). é feita do TOC. as causas destes defeitos podem ser: • Driver do monitor loading • Motor loading • Mecanismo danificado do loading • Microprocessador do Syscon. o tempo de cada faixa e o tempo total do disco. Sem a leitura do TOC. Diagnóstico: (Sempre colocaremos as opções em forma hierárquica.  Não lê o TOC (ou Demora muito para acessar o TOC) O TOC (Table Of Contents) contém o número de músicas. que encontra-se na circunferência mais interna do disco. a não ser que o Display também esteja incorreto. Há casos em que o mecanismo da bandeja está emperrado.um aparelho digital com inúmeros chips microcontroladores e microprocessadores. NOTA: o disco gira Diagnóstico: • • • • • • • Unidade Óptica Servo de Foco Servo de Tracking CI processador EFM Servo CLV CI Amplificador de RF (Eye Pattern) Microprocessador . lubrifique levemente as partes móveis. Diagnóstico: Microprocessador do Syscon Circuito do Reset Instabilidade da tensão de +5V  Bandeja não abre Estando a fonte e o Display normais. uma pane no circuito do reset também pode tornar o aparelho inoperante. Faça uma limpeza geral e verifique se não há engrenagem danificada. A opção do microprocessador é a menos provável. o microprocessador não pode trabalhar. da maior até a menor probabilidade): Fonte de alimentação – seção de entrada Fonte de alimentação – regulagem Circuito Reset. Assism que o disco é carregado.

Servo de tracking . poderemos encontrar. No entanto.Rompimento dos fios que sustentam e(B+D) = 0 (A+C) – movem a lente objetiva C . é feita a transformação de LENTES LENTES OBJETIVAS luz vertical emGRADE DE DIVISOR DE direcionando o feixe luminoso até os luz horizontal. ilustra um pick-up óptico do CDP. não reproduz o disco (fica mudo) e intermitência de leitura. Do ponto de vista prático.Descolamento da(s) lente(s) B . DIFRAÇÃO FEIXE COLIMADORAS fotodiodos. lentes colimadoras e. DIODO LASER -  Não lê as primeiras faixas ou as últimas faixas Diagnóstico: . é o responsável pelos seguintes defeitos: não lê o toc. trata-se de um defeito complexo.Como o leitor pode observar.Unidade óptica  Pula trilhas . eventualmente. da qual o laser é o elemento principal.  Leitura do TOC incorreta Diagnóstico: . não lê as primeiras. Fica impossível indicar a mais provável. lentes colimadoras e pelas lentes objetivas. visto que todas elas são essenciais nesta função.  Problemas no laser O esquema a seguir. referimo-nos a ajustes. Queima do diodo laser LENTES DISC Enfraquecimento do PLACA DE ¼ ganho (sensibilidade) dos CILÍNDRICAS DE ONDA A fotodiodos DETECTOR . no prisma. Tracking e CLV nos dianósticos. demora muito a localizar faixas.Servo de foco . O percurso da luz produzida pelo diodo laser passa por uma lente. depois pelo prisma polarizador (Beam Splitter). não lê as últimas.Descolamento do prisma óptico D FOTODIODOS . defeitos nestes estágios. O percurso da luz refletida pelo disco é a partir das lentes objetivas.Queima de uma das bobinas (foco ou trilhamento) A unidade óptica. uma unidade óptica laser pode apresentar os seguintes problemas ou defeitos.Servo de Foco Amplificador de RF Servo de Tracking NOTA: Na maioria dos casos que mencionamos os servos de foco. com sete possibilidades distintas. que são controladas através das bobinas de foco e trilhamento.

.. Dicas para ajustes com o OSCILOSCÓPIO E\F BALANCE Selecione o osciloscópio para DC Ajuste o zero do osciloscópio nos pontos de teste teao e vref.. DICA: Mantenha o compartimento sem disco  Conecte o voltímetro DC nos pontos TC+ e T Curto circuite os pontos TOFF e GND  Ajuste o VR4 de modo que a tensão indicada seja 600mv ou mais ou menos 20mv  Localize no esquema o ponto TOFF........Unidade óptica ... e r6 ajuste o vr1 (ef balance) de modo que o sinal torne-se simétrico em relação a vref ou seja a (superior) b (inferior) iguais.. ACIONE A TECLA PLAY curto circuite o ponto de ligação de r2..... este é ligado no pino 20 do CI 2. Ajuste em Cd player tracking OFF set. VR4 escreva sua referencia e endereço......  Faça um círculo de lápis de cor verde nos pontos teao e vref.  Marque com um círculo vermelho o ponto PCK (TP PCK) é ligado no pino 18 do CI 2.....Servo do motor slide.. Insira o disco no compartimento.. na mesma faixa (música é faixa e em cada faixa há “n” trilhas) Diagnóstico: . pinte de lápis de cor sua ligação até no pino 20 o CI 2.... Processador de RF O CI responsável pelo processamento de RF (sinal lido pelos foto diodo da unidade óptica é composto por um conjunto de amplificadores operacionais de elevado ganho destinados a amplificar os sinais lidos pelos fotos diodos e transformá-los na portadora eye ........... Escreva referencia e endereço do VR  Marque com uma seta verde o trimpot VR 7 que é ligado no pino 61 do servo CI 1.... r10.... a leitura do disco é feita em saltos. Escreva seu valor ôhmico....  localize o trimpot tracking OFF set......  Marque com um círculo os pontos TP.. HF e GND...Neste defeito...

gravá-los em vários meios (discos. é executada pelo microfone. chave e fusíveis. Mínimo 2vpp . Focus off SET.pattern. Para isso é necessário converter as vibrações sonoras em impulsos elétricos. Mantenha o compartimento sem disco DICA:  Conecte um voltímetro DC nos pontos FC+ e FC  Ajuste o vr5 (foco OFF set.típico 2.  Nada funciona display aceso = verificar o circuito de reset.5 distorções. etc. DICAS PARA AJUSTES COM OSCILOSCÓPIO Insira o disco de teste no compartimento  Conecte o osciloscópio nos pontos de teste GND e HF  Acione a tecla play e verifique a figura N osciloscópio nível de HF deve ser de 2. fitas. vibração-impulso elétrico.5 Vpp foto sem ALGUNS DOS DEFEITOS EM CD PLAYER  Cd não funciona = Verificar cabo de força. impulso elétrico-vibração. é feito pelo alto-falante. posteriormente recriá-los.) para o valor DC de 50mv. Este mesmo CI faz as operações dos níveis de cada diodo para servir de referencia para o servo de trilhamento.) para. . A primeira conversão. enquanto que o segundo.5 Vpp mais ou menos 0. do Loading Recondicionamento de Alto falantes O Alto-falante é um dispositivo que tem como objetivo recriar os sons originalmente produzidos pelas mais variadas fontes sonoras. tensão de 5 Volts Micro processador do Syscon  Bandeja não abre = driver do motor Loading  Motor Loading = Mecanismo danificado microprocessador do Syscon.

São menores e leves.Cada tipo de alto-falante tem seus segredos. entre ½ e 2 polegadas. leve em consideração os seguintes detalhes: . apesar de também haver independentes. Suas dimensões costumam ir de 8 até 18 polegadas. Woofers: São os alto-falantes com a melhor resposta a freqüências baixas. Médios: Têm uma resposta em freqüência. Crossover: Também chamado divisor de freqüência. são componentes integrados. São os encarregados de ressaltar os golpes rítmicos de som mais grave. de tipo passivo e ativo. Requerem de grande potência para dar um volume de som alto e deslocam muito ar ao tocar. ou menos de 100 Hz se se tratar de subwoofers. tamanho e consumo intermediários. Quando precisar se decidir pelo conjunto de altofalantes para seu som. Algumas de suas características a seguir: Tweeters: Têm uma resposta a freqüências de som agudo. o que requer que em sua montagem seja necessário contemplar caixas ou perfurações na luneta para aproveitar o porta-malas do carro como tal. usualmente por baixo de 250 Hz. e nao requerem de grande potência para tocar alto. geralmente por cima de 2 KHz (quilohertz). Este dispositivo é capaz de dividir as faixas de freqüência de saída da potência ou o estéreo para que a cada alto-falante cheguem só os sinais correspondentes a cada tipo. São os que melhor respondem na faixa de freqüência da voz humana e alguns instrumentos musicais. Em algumas potências ou estéreos e ainda alto-falantes multiaxiais. Seu som é muito direcional e deve-se ter um especial cuidado na localização ao instalá-los.

É preciso verificar qual é o valor ideal de impedância a ser utilizada de acordo com a saída do estéreo ou amplificador que formos utilizar. e o qual deve ultrapassar o máximo nível de potência entregue pelo amplificador ou estéreo para evitar distorções e resguardar a integridade de todo o equipamento de áudio do carro. existem certas limitações dadas pelo espaço disponível para a montagem dos alto-falantes. Potência: Há dois valores com os que se relacionam os alto-falantes: Watts RMS e PMPO. Partes do alto falante . Um valor entre 85 e 95 dB medido a 1 metro de distância. este valor é tecnicamente um dos mais importantes. O segundo valor costuma ser muito mais alto e refere-se à potência máxima que o altofalante suporta nos picos instantâneos de volume alto de som. e aplicando 1 Watt de potência é uma medida adequada. Impedância: Este valor faz referência à oposição na passagem da corrente elétrica que exerce a bobina que provoca o deslocamento do cone do alto-falante. de acordo com o modelo de carro que possuirmos. Mede-se em Ohms e seus valores mais comuns são 2. Mede-se em dB (Decibéis) e representa o nível de volume de som aproximado que será obtido ao fazer soar um alto-falante. O primeiro valor é o mais importante e realístico. 4 e 8.Medida: Logicamente. Diâmetro e profundidade do altofalante são os valores mais importantes. Sensibilidade: Apesar de não ser dos mais utilizados.

Estilete: Para cortes necessários durante a montagem. Negativo de filme fotográfico: Para fazer a centralização da bobina. Na figura a baixo.União bobina/aranha/cone: adesivo industrial EC-847 (da 3M). as partes do alto falante e os materiais a serem usados: A .Material para fazer o recondicionamento do alto falante: Cola: Araldite lento (24h) para colar a bobina ao cone e a' aranha (centragem). Cola de contato: Para colar o cone e aranha a' carcaça. .

centralize a bobina usando tiras de negativo de filme (estes que você usa para tirar fotos). e acabamento com laca automotiva preta F . Depois de tudo limpo. É escura e melhor de aplicar.Resiste a 150ºC. Com um pouco de prática você saberá exatamente a posição mais adequada para deixar a bobina. 2.União guarnição/cone/carcaça: EC-847 ou cola para junta de motores E . . laváveis com água.Proteção da borda (de papel): composta a base de PVA ("geléia") G . Corte as tiras numa largura de 1 cm e encaixe-as entre a bobina e o núcleo do imã. não deixando marcas. A melhor é a da 3M. Outro detalhe é que a altura da bobina precisa ser observada. Montagem do material do alto falante (passo a passo) 1. 3. * Para unir a bobina ao cone e aranha em falantes de pequena e média potência.União calota/cone: cola para junta de motores ou cola branca (Cascorez extra).Proteção do cone contra umidade: Scotchgard * A cola para junta de motores é vendida em lojas de material automotivo. D . Serve de qualquer marca. B . Remova da carcaça todos os resíduos de papel. Esta posição da bobina vai influenciar na qualidade de som e volume. use Araldite lento (24h). não servem. Você deve encaixar a bobina até a altura do núcleo. para motores diesel. O Araldite rápido não é resistente o bastante. * A laca preta pode ser encontrada em lojas de material automotivo. * A cola branca a base de PVA é a Cascorez extra. Solúvel em acetona. Use um pedaço de negativo de filme para fazer a limpeza por volta do núcleo que fica a bobina dentro imã. precisamos de colas resistentes a altas temperaturas. As demais (desse e de outros fabricantes). formando um círculo de maneira que a bobina fique isolada do núcleo. Estas podem chegar a 300ºC sobre o fio da bobina.Centralização da bobina durante a colagem: filme de poliéster ou radiografia H . em situações extremas. Nas unidades de PA (alta potência).Proteção da cordoalha: EC-847 ou cola para junta de motores (3M).União aranha/carcaça: adesivo industrial EC-847 ou Araldite 24h C . do rótulo azul.

Misture água e cola branca (meio a meio). AGUARDE A SECAGEM DO CONE E DA ARANHA. 11. Passe cola nos fios da bobina e nas malhas colando-os no cone. 13.Cascorez Extra (a do rótulo azul). Passe as malhas pelos furos que foram feitos no cone. observe que eles devem passar por dentro da aranha. aguarde alguns minutos para a aranha ficar mais firme. Estes furos servirão para passar os fios da bobina. Aplique com um pincel com movimentos circulares em uma só' direção e deixe secar por algumas horas antes de usar. para cima nem para baixo). 7. Material para impermeabilizar o cone e protetor. É hora de colar a aranha. Centralize bem a canopla e cole-a de maneira que cubra os fios da bobina bem como os furos que foram feitos para fassar estes fios. Lembre-se de deixar os fios da bobina sempre para cima. A água abre os poros do papel. Passe cola também na parte de baixo do cone (onde será fixada a aranha). Solde as malhas nos terminais do alto-falante. Passe cola na base circular de cima do alto-falante (local onde o cone é fixado). 12. Não deixe cair cola na bobina nem na tiras de filme que estão centralizando a bobina. 9. marque o local no cone com a própria canopla onde será colada. Não esqueça de manter as pontas dos fios da bobina para cima. a . Antes de colar o cone. Use cola a base de PVA. 6. Posicione a aranha de maneira que a fôrma da bobina passe dentro da aranha conforme o filme ao lado. Passe cola na canopla (calota) e também no cone. Observe que as tiras de filme ficam passando por dentro da aranha. 10. pois você irá passa-los pelo cone mais adiante. Cuidado porque existem umas que ja' vem diluídas. a aranha tem que ficar colada de maneira que não fique esticada (não repuxando para os lados. Primeiro cole a aranha na bobina em seguida cole a aranha na base do imã. 14. eles devem permacer grandes. 8. Faça dois furos por traz do cone conforme mostra o filme ao lado. que serão soldados dos terminais do alto-falante. 5. Solde as malhas nos fios da bobina (as malhas são fios trançados os quais você encontra nas eletrônicas). de boa qualidade . nesse caso use menos água. PRONTO! O alto-falante está recondicionado. Veja que as tiras de filme e os fios da bobina continuam passando no centro da aranha e do cone. Cole o cone na carcaça e na aranha. Normalmente é útil para recuperar cones de falantes antigos que ainda estejam funcionando bem.4. 15. Depois da cola secar retire as tiras de filme que estão entre a bobina e o núcleo do imã.

e quase totalmente desconhecido: os ímãs dos falantes perdem sua forca magnética com o passar do tempo. Para impermeabilizar. contra a chuva (não intensa) use Scotchgard um spray impermeabilizante. carpetes. cole bem a calota no cone. velas náuticas. gerando ruídos no falante. e a tendência (em especial nos casos de excesso de potencia aplicada) é que o campo magnético por ele produzido desmagnetize o imã do . pelo uso. observando como foi feita a montagem original. A propósito. e ponha um peso sobre ela durante a secagem. Imã Outro ponto muito importante. aumentando sua rigidez e deixando uma proteção contra a umidade. Portanto. é melhor deixar o filme plástico ainda na bobina (como na montagem do alto falante). só retirando depois de seco. pois é comum que ela se solte parcialmente. que prolonga a vida útil do cone. Muito usado na proteção de estofamentos. Use Cascorez ou cola para junta de motores. O campo magnético gerado pela bobina se opõe ao do falante. cuidado). o papel tende a se expandir ligeiramente e voltar ao normal após a secagem. Posição correta da bobina: A melhor maneira de saber a posição correta da bobina é desmontar com bastante atenção a unidade defeituosa. cole a canopla (calota protetor) e passe a mistura sobre esta. Durante o processo. etc. de difícil localização. Por ultimo. (não protege contra a chuva.cola penetra nas fibras.

antes de enviá-lo aos alto falantes. já o ativo através de um circuito eletrônico. ou seja. o passivo e o ativo. • • Ativos . etc. Isto se deve ao fato de o capacitor e o indutor possuírem reatâncias e. Isto ocorre pelo simples fato de que o corte é sempre feito antes do amplificador. Isto assegura que cada alto falante receba somente as frequências para as quais foi designado. DIVISOR DE FREQUÊNCIAS A função de um divisor de frequência é separar o sinal em seções ou bandas de sinal.18 dB 2 indutores + 1 capacitor . Existem dois tipos de divisores.6 dB 1 capacitor + 1 indutor . Os filtros podem ser ativos ou passivos. a medida que aumentamos a quantidade de componentes. Os divisores de freqüências são utilizados também como uma espécie de proteção para alguns alto-falantes.000 Hz. Já no caso do passivo existem perdas. médios.12 dB 2 capacitores + 1 indutor . . eles acabam fazendo com que a tensão de saída do amplificador seja dividida entre capacitor. como o caso dos tweeters. Por exemplo: 1 capacitor . que varia de acordo com os componentes que são utilizados. como são utilizados após a saída do amplificador e antes do alto-falante.18 dB Como podemos ver.6 dB 1 indutor . indutor e alto-falante. pois isto acarretaria um excesso de excursão. Os divisores de freqüências são utilizados para separar as freqüências que interessam a um determinado tipo de alto-falante. drivers. ou seja.são compostos de circuitos eletrônicos Passivos . Isto porque muitos destes alto-falantes não podem ser submetidos a baixas freqüências.são compostos de capacitores e indutores A vantagem do divisor ativo é que ele não acarreta perdas.falante.000 Hz a resposta em freqüência. Isso acontece principalmente quando são feitos de AlNiCo. não existe nenhum componente que faz com que a tensão de saída do amplificador seja dividida. aumentamos também a taxa de atenuação do divisor. o que com certeza poderia causar uma possível distorção sonora e até mesmo um rompimento da suspensão. um médio-grave deve receber apenas freqüências compreendidas na faixa de 80 a 5. O passivo é composto de capacitores e bobinas. Um divisor de freqüências possui sempre uma taxa de atenuação. neste caso temos de utilizar um divisor de freqüências que limite em 80 e 5. Para isto são utilizados os filtros. médio-graves.

Podemos observar conforme a figura abaixo: TAPE O circuito eletrônico do TAPE. gravados na fita.) cabeça apagadora. circuito pré – amplificador. A mecânica do gravador. Localize no Tape Deck. polia tratora. Localize a parte mecânica do gravador e faca a memorização desses componentes. motor disco capstan. 2. capta os sinais elétricos. sendo ouvido em sinais auditivo no Alto – falante. enviado ao circuito pré – amplificador. é constituído de: cabeça reprodutora e gravadora (cabeça única. chave comutadora de gravação – reprodução e contador numérico. correias. molas de tração. é constituído de: rolo pressor. polia de retorno da fita. que depois é aplicada ao amplificador. Quando na leitura.Esta taxa é exatamente o quanto o corte será preciso. 1. sensor final de fita (apalpador). a mesma cabeça converte os sinais de áudio em sinais elétricos. eixo capstan. Quando na gravação. circuito de BIAS (circuito oscilador para nível de gravação) e circuito de rotação do motor. gravando – os na . CIRCUITO ELETRÔNICO Cabeça reprodutora e gravadora A cabeça do gravador é constituída internamente de bobina. os componentes que compõem o circuito eletrônico e faca a memorização desses componentes.

O teste é feito na escala de X1. e evitar a flutuação de sinais tanto na gravação como na reprodução. CIRCUITO DE BIAS É um circuito oscilador que tem também como finalidade de obter um equilíbrio de sinais na gravação. sabe-se apenas se a bobina da mesma está rompida. escreva a referência dos capacitores eletrolíticos que se encontram neste bloco.fita. coloque o sistema mecânico em adiantamento da fita. Localize o circuito pré – amplificador. fornece uma certa resistência . 1. POLIA TRATORA Esta polia mantém o embobinamento da fita quando em funcionamento. existe uma película que fica em contato com a fita . No entanto. quando esta se desgasta . ele terá dois trimpot fazendo a sintonia dos canais. Também o pré – amplificador existe filtros para se obter uma boa qualidade de som. CIRCUITO PRÉ – AMPLIFICADOR Este circuito tem como finalidade de adaptar a impedância da cabeça ( resistência ôhmica ) com a do amplificador . Esta flutuação pode ser interpretada como som desafinado. . CIRCUITO DE ROTAÇÃO DO MOTOR Este circuito regula a tensão que alimenta o motor mantendo – o numa rotação constante. a reprodução como a gravação. variando de cabeça para cabeça . Também na parte frontal da cabeça. ROLO PRESSOR Fica em contato com a fita. deixando a polia tratora em alta rotação. havendo então a necessidade de substituição da cabeça. a bobina da cabeça . para manter a rotação de 33 RPM. Ao acionar a tecla FF. o teste da cabeça com o multímetro. Há casos que a reprodução ruim ou vice – versa. basta seguir os fios da cabeça única que irá encontrar o circuito pré – amplificador. ficam com as informações de nível baixo (som baixo). Geralmente em tapes decks stereos com dois canais.

retire do mecanismo e tente coloca-lo novamente. Localize o disco capstan.MOTOR O motor interliga o sistema mecânico. EIXO CAPSTAN Este eixo está preso ao disco capstan. coloca o sistema em posição de rebobinamento de fita. DISCO CAPSTAN Este disco mantém a rotação do mecanismo leve. . em alta rotação. este eixo mantém a rotação 33RPM e também ajuda a corrigir as flutuações. deixando a polia de retorno da fita. para não forcar o motor. POLIA DE RETORNO DA FITA Quando aciona a tecla REW. 1 . O rolo pressor pressionará a fita no eixo capstan desta forma. Ele mantém o bom funcionamento do mecanismo. através de correias.

caso o tape Deck não tenha o foto transistor. o foto transistor deixa de pulsar e o circuito desarma e assim desliga o motor. Nesta polia. usam sensores como apalpador.SENSOR FINAL DE FITA Alguns mecanismos. quando chega ao fim . produzindo pulsos para. o foto transistor entra em corte mantendo em funcionamento um circuito que alimenta o motor quando a fita chega ao fim este disco para de girar. . Pegue o cartão de treinamento e teste no local. que adotam o sistema de disparo . esta um imã em circulo. peca ajuda ao instrutor. eliminado os pulsos. fazendo o motor desligar. Localize o sensor final de fita se este é com apalpador ou foto transistor. Um disco perfurado fica entre o fato transistor e o infravermelho. FOTO TRANSISTOR Este sensor fica instalado debaixo do mecanismo. Ao termino da fita. ao girar as linhas de forca do imã aciona o REDSWITH em forma alterada. Fazendo assim. a polia para de girar. este disco fica girando. de forma a receber um feixe de luz emitido por um LED infravermelho. REDSWITH Fica instalado debaixo do circuito perto de uma polia. alternado o feixe de luz. Acionar um circuito semelhante ao fato transistor. mantendo o feixe de luz constante. mantendo o REDSWTH constante. foto transistor ou REDSWTH.

mantendo também em nível constante. é marcar de número a posição de músicas. 2 . 1 . quando apenas na reprodução da fita. ou outras informações na fita. o som é baixo. teclas e antes de funções especificas. Faça um teste das correias e veja se há desgaste. MOLAS DE TRAÇÃO Estas molas. Qual o procedimento correto caso o tape Deck apresentar apitos em forma de zumbido. retire-os e tente coloca-los novamente. caso de duvida pegue o cartão do mostruário . 1 . Segui – se então os seguintes itens: verificar se há áudio com o nível satisfatório . polias. Faça o teste da chave comutadora . CONTADOR NUMÉRICO A função especifica. A chave comutadora. CHAVE COMUTADORA Esta chave é acionada. mas ao colocar a fita. com as polias e motor. quando a tecla de gravação é pressionada. fazem a pressão entre engrenagem. SOM BAIXO O radio funciona normal. inverte o circuito para o sistema de gravação.CORREIAS As correias fazem conexão.

deverá trabalhar no circuito pré – amplificador do gravador. lembrando que os dedos deverão estar em contato com a parte metálica . Sempre que tiver oportunidade de estar com um gravador aberto em mãos. Medir tensão nos transistores do circuito. confirmando o bom estado dos mesmos. para conferir com exatidão os valores de tensões . este sinal deverá ser de nível suficiente para vibrar o cone do auto falante . usando um pedaço de camurça ou flanela umedecida com álcool isopropílico. observando bem as posições de molas. Fazer limpeza na cabeça. SEM SOM Segui – se o mesmo roteiro anterior. É comum este cabo se soltar junto à cabeça. devendo ser substituída . deverá ser testada a chave comutadora e componente adjacentes. . deverá então testar os transistores. aos poucos ficará fotografado em memória o sistema mecânico do Tape. lembramos que para se verificar o áudio. Verificar se há solda fria ou trilha rompida. MAS AS INFORMAÇÕES ANTERIORES NÃO SE APAGAM Caso o gravador a ser reparado. o qual diferencia muito pouco um do outro. que seja alimentada por tensão especifica. polias. substitui a cabeça. MAS NÃO GRAVA É um sintoma comum da cabeça. GRAVA. Teste o cabo blindado que liga a cabeça com o circuito pré – amplificador. correias e peças diversas. a maneira de se verificar se há áudio na cabeça é : com chave de fenda .nos terminais da cabeça. REPRODUZ. devido o movimento para frente e para trás da base que fixa a cabeça. Trabalhar no circuito de BIAS. não encontrado tensão. caso contraria . esta limpeza é feita na parte frontal. então ouvirá um zumbido no auto falante em forma de sinal de áudio . encostar nas ligações da cabeça . verificar se há resistor de alimentação aberto. o aparelho deverá estar ligado. Pegue um radio – gravador para fazer os testes de áudio limpeza de cabeça. Substitua os capacitores eletrolíticos de acoplamento. Não obtendo áudio nos terminais da cabeça. então deverá ser testado a mesma. A cabeça pode se danificar por completo. As tensões estando normais. som baixo. faça estudos da mecânica. possua cabeça aparadora. impedindo a reprodução do som. Acontecendo isto significa que o circuito pré – amplificador do gravador está normal. é aconselhável Ter o esquema do aparelho . caso não obtenha resultado do nível do som satisfatório.

QUANDO APENAS NA REPRODUÇÃO DA FITA Lubrificar a chave comutadora. Rolo pressor. capacitores e resistores. se alguma mola se soltou. O circuito é constituído de bobinas. Verificar se há trilha ou solda fria. ao esticar as correias com os dedos. a cabeça não se movimentar. se danificou . acionar o mesmo . SOM DESAFINA ROTAÇÃO IRREGULAR Certificar se as correias estão comas pressão correta. . deverá ser observado no mecanismo. segui – se as ligações da mesma. deverá ser substituída.Como vimos ela é constituída de bobina e que . ou mesmo a base que sustenta o pedaço de imã ( cabeça ) . que gera tensões especificas (tensão alternada). quando ela recebe uma tensão gira um campo magnético na parte frontal apagando as informações contidas na fita . . que encosta-se à fita. apagando as informações gravadas. transistores. devendo ser substituído. antes de executar o conserto do mecanismo . APITOS EM FORMA DE ZUMBIDO . ligar o aparelho .se a cabeça estiver boa. Estes capacitores fazem aterramento. causa a rotação irregular. que a cabeça apagadoura é um pequeno pedaço de imã ao acionar a tecla rec. devendo ser substituído no último caso . O motor também causa este sintoma. baixar por completo e tentar ouvir alguma espécie de ruído . Deve – se observar com atenção em que região do mecanismo se encontra irregularidade. Se ao acionar a tecla rec. isto provocará a rotação irregular . percebe – se a falta de elasticidade a correia de pouca pressão. Há mecanismo que é dotado de um sistema. os fios vão estar ligados ao circuito oscilador. como se fosse peca solta encostando em algo que gira . .observação : é importante . Substituir capacitores eletrolíticos que fazem filtragem. esta cabeça é acionada de forma.

Telefone é um aparelho transmissor de sinais para a comunicação instantânea e remota de sons.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.NO MODO PLAY. ou polia que a faz girar com defeito . como os computadores e outros processadores de sinais. Conserto: Telefone não funciona • Verificar se há continuidade no cabo de linha. . ou seja não está rompido.ou mesmo alguma engrenagem . quando o ponteiro deslocar até o zero significa que este pólo do fio está bom. ela poderá estar gasta . Em conseqüência. TELEFONE CONVENCIONAL. veja figura abaixo:  Qualquer um dos pólos se estiver rompido.  Coloque a outra ponta de prova em uma das extremidades dos fios um a um. • Testando ponte retificadora. capazes de cifrar e traduzir mensagens comunicadas através de linhas telefônicas. não passa a tensão vindo da companhia telefônica e isto faz com que o telefone fique mudo (não funciona). Proceda da mesma maneira com o outro pólo. o telefone ampliou pouco a pouco seu espectro de ação mediante a conexão a diversos dispositivos terminais. Inicialmente dedicado à transmissão de conversações entre dois interlocutores.  Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada de linha. imagens e sinais de televisão. o telefone transformou-se desde a segunda metade do século XX num elemento primordial dos sistemas de telecomunicações. A FITA É ENGOLIDA PARA DENTRO Este sintoma é causado pela falta de giro da polia tratora. sinais gráficos.

Catodo Anodo  Coloque a ponta de prova preta no anodo.  Inverta as pontas de provas. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Remova a placa do circuito impresso (PCI). •     Testando a chave de gancho. Localize por traz os contatos da chave.  Coloque a ponta de prova vermelha no catodo. o ponteiro não deverá deslocar-se.  O ponteiro do multímetro deverá deslocar-se até próximo ao número 10. Veja figura abaixo:  Se qualquer um dos diodos retificadores estiver aberto ou em curto o telefone ficará inoperante. Lembre: A chave deverá passar continuidade ao acionar a base do gancho. Lembre: diodo em curto – ponteiro do multímetro desloca até ao zero nos dois sentidos. Coloque as pontas de prova nos terminais da chave e acione o gacho observando se o ponteiro do multímetro desloca até o Zero.  Verifique as trilhas e se não há fio solto. . Diodo aberto – o ponteiro do multímetro não desloca em nenhum dos sentidos.

a menos que você tenha um capacímetro para testa-lo.  A ponta de prova que estava no pino 1. Lembre: CI em curto (defeituoso) o ponteiro do multímetro desloca até o zero.  Os componentes que estão soldados ao CI faz parte do circuito de chamada.  Coloque uma das pontas de prova em dos fios do buzzer que está soldado na placa (sobre a solda). Posicione a chave seletora do  Coloque uma das pontas de prova no primeiro pino do CI.  Agora teste o pino 3 com todos.Campainha não toca • Trabalhando no circuito de chamada.  Siga os fios do Buzze (pequeno alto-falante). .  Neste caso é aconselhável substituir o capacitor visto que o mesmo pode está com seu valor alterado.  O outro fio está ligado a um dos pinos do CI.  Um dos fios está ligado ao circuito impresso que faz ajuste de volume. coloque no pino 2.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um.  Ouvirá um chiado. depois o pino 4 até o último.  A outra ponta de prova raspe levemente no outro fio que também está soldado na placa (sobre a solda). observando se o ponteiro desloca até o zero indicando que o CI está em curto. indicando que o buzzer está bom. caso contrário o mesmo está danificado. Se o ponteiro deslocar até o zero o CI está em curto.  Siga as ligações dos pinos do CI que estão soldados os capacitores eletrolíticos.  multímetro na escala X10. • Testando o CI. • Testando o Buzze:  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X1.  A outra ponta de prova coloque em todos os pinos um a um observando se o ponteiro do multímetro desloca até o zero.

 Posicione a chave do multímetro na escala X10. A pessoa do outro lado da linha ouve o que você fala. sendo impossível o multímetro identificar. Ouve-se perfeitamente a voz da pessoa que está do outro lado da linha. Verifique as trilhas e solda fria.  Verifique se há fio solto dentro do monofono. o melhor teste é substitui-lo.  Coloque a ponta de prova preta no terminal central do transistor.  Coloque as pontas de prova nos terminais do capacitor e veja se o ponteiro do multímetro desloca até o zero. O ponteiro do multímetro não deverá deslocar marcando a mesma resistência.  Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. Técnicas de consertos:  Teste os capacitores no local. pois o mesmo pode está com alguns dos transistores internamente alterado. Técnicas de consertos:  Teste dos transistores no local. .  Inverta as pontas de prova. significando que o mesmo está bom. ocorrendo isto significa que o capacitor está em curto provocando este sintoma “você ouve mas a sua voz não é ouvida”. porém você não ouve o que ela fala. vermelha no terminal central e a preta nos outros dois terminais um a um. geralmente ele se danifica.  Verifique também os contatos do controle de volume na placa do circuito impresso (PCI). porém quando você fala a outra pessoa não ouve a sua voz.  No monofono há um microfone de eletreto. A solda fria é quando a solda dilata desprendendo o terminal do componente da solda:  No último caso substitua o CI.  A ponta de prova vermelha coloque nos outros dois terminais um a um verifique se o ponteiro do multímetro desloca marcando a mesma resistência.

 Se o fone estiver com defeito também provoca este sintoma. nos contatos da PCI passe a borracha levemente até remover a sujeira.  Substitua o cristal. Lembre: O ponteiro do multímetro só poderá deslocar marcando a mesma resistência em um só sentido (um terminal com dois). é importante primeiramente fazer limpeza no teclado. raspe levemente nos fios que fazem parte do circuito de áudio. neste caso é aconselhável substituí-lo.  No último caso substitua o CI. veja se há solda fria no cabo flat (conjunto de fios que ligam o teclado a PIC principal).  Veja também as soldas dos pinos do CI. coloque o mono fono no ouvido e você ouvirá um ruído indicando que o fone está bom. que irão tocar nas trilhas da PIC quando acionamos as teclas.  O fone também provoca este sintoma.  Com o multímetro na escala X1. Som baixo Em aula anterior você aprendeu a localizar o circuito de áudio.  Siga os fios do teclado até ao CI. Se o ponteiro não deslocar marcando a mesma resistência. por traz dela há vários contatos circulares.  Escreva os pinos que o teclado está ligado: Técnicas de consertos:  Para este sintoma. agora localiza mais uma vez este circuito. Remova cuidadosamente a PCI que está por traz das teclas. . Treine este teste com alguns transistores fora da placa. No caso deste sintoma é aconselhável retirar os transistores para verificar se há algum com fuga. Falha ao discar certos números.  Observe uma manta emborrachada que está em contato com as teclas.  Uma vez verificado o teclado. Estes contatos são de grafite e com o uso tende a desgastar-se. A limpeza pode ser feita com uma borracha (borracha de apagar desenho a lápis). caso contrário o mesmo deverá ser substituído. • Trabalhando no circuito de discagem: O circuito de discagem é composto pelo teclado e CI. Quando ocorre o desgaste é preciso trocar a manta inteira. Transistor em curto provoca este sintoma. experiente nos outros terminais.

como mostra a figura F1 unidade portátil e unidade base . UNIDADE MÓVEL Unidade portátil Na figura F2 vemos o diagrama em blocos da unidade portátil . . Substitua a chave do gancho (nesta chave cria sujeira nos contatos o eles se desgastam).. Depois passa pelo amplificador de RF e pelo misturador.. Substitua o cabo de linha. Ao retirar o monofono do gancho ouve-se bastante ruídos:     Sintoma característico de fio com mau contato ou soda fria. ANTENA UNIADE BASE . Capacitores eletrolíticos que trabalham no circuito de voz devem ser substituídos porque no multímetro não é possível fazer a leitura capacitiva... antes de substituir verifique se há solda fria e teste os capacitores de cerâmica que está ligados aos pinos do CI de memória. passa por um amplificador sintonizado em 46 MHz . O sinal proveniente da base é irradiado com uma modulação de 46 MHz e recebido pela antena de ferrite que esta na unidade portátil .. ..  Para os telefones que o CI de memória está incorporado no CI de teclado. Quando o capacitor altera seu valor ficando o som baixo. Não memoriza o último número. neste caso é preciso substituir este CI.  Para estudarmos o telefone sem fio. devemos dividi-lo em duas partes. Em seguida . onde .  Teste também os resistores conferindo seus valores de acordo com o código de cores.  Substitua o CI de memória.  Há telefones que a memória está separada do CI de teclado. Verificar os contatos da tomada de linha fixa na parede. O CI de memória fica fróximo ao CI de teclado..

4 KHZ. resultado daí a FI (freqüência intermediaria). que incorpora em seus registradores internos todo o conjunto de instruções e códigos de operação . A seção do amplificador envolve uma filtragem e uma ênfase do sinal (processo de equalização). é envido o sinal piloto de 4.4 kHz.haverá o batimento com o sinal gerado pelo oscilador local (VXO). Somente a partir deste é que inicia-se o processo de teclagem.600 MHz a 49. A CPU libera todos os pulsos de chaveamento para todos os estágios da unidade. O sinal é então filtrado e amplificado pela FI e passa pelo detetor de quadratura. a seção transmissora entra em operação .000 Hz). 1) RF 2) MIXER 3) FI 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6) FILTRO RECEPÇÃO 7 e 17 ) OSCILADOR 8 ) DTMF 9 ) MATRIZ TECLADO 10 ) CPU 11) FILTRO TRANSMISSÃO 12 e 14 ) AMPLIFICADOR 13 ) MODULADOR 15 ) CHAVEAMENTO 16 ) LEDS 18) BATERIA 3. do tipo LSI. onde se obtém o áudio na faixa telefônica (300 a 3. Tão logo é acionada a chave para o modo use .78 MHz. Ao posicionar (chavear) a unidade para o modo use (uso).6 V . A freqüência de transmissão da unidade portátil é de 49. com sinal piloto de 4.780 MHz. A CPU é um micro processador dedicado.6 a 49. fazendo operar o oscilador para que no Modulador tenhamos a portadora modulada em AM de 49.

10. a primeira providência deve ser a de identificar qual unidade é a que esta com defeito. depois é só adotar os métodos convencionais de reparação . ao mesmo tempo que ele transmite ele recebe . se é a base ou portátil. I) Com osciloscópio: seguindo os sinais.7 MHz 4) DETETOR 5) AMPLIFICADOR DE ÁUDIO 6 e14 ) OSCILADOR 7) TRAFO DE ISOLACAO 8) LINHA DE TELEFONE DETETOR COM CHAVEAMENTO 9) CHAVEAMENTO 10) FONTE 11) MICROFONE 12) AMPLIFICADOR 13) MODULADOR 15) AMPLIFICADOR RF 16) CPU 17) TECLAS 18) LEDS RECARREGADOR O primeiro raciocínio que devemos Ter ao reparar um telefone sem fio é que este é um transceptor . .19) RECARREGADOR MICROFONE 1 2 3 4 5 8 7 9 10 16 12 13 14 17 14 18 19 1) RF 2) MIXER 3) FI . ou seja . Tendo um começo delineado para as medições . já que a linha é do tipo FULL DÚPLEX ( bidirecional ) . Portanto.

prosseguimos no diagnostico. Passo: verificamos as baterias do portátil. OS DEZ DEFEITOS MAIS COMUNS DO TELEFONE SEM FIO I) II) III) IV) V) VI) BASE NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – fonte de alimentação ou CPU. etc). Caso contrário reparamos a fonte. CI tone ringer do portátil ou transdutor piezelétrico do portátil. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes . O defeito está no portátil.CPU da base ou circuito de interface da CPU da base (veja a figura F6). TÉCNICAS DE CONSERTOS . 3. tanto da base como do portátil. corrente alta. o defeito está na seção de recepção.foto acoplador da base. circuito de proteção da alimentação ou CPU. Modulador e CPU. 4. Se estiverem corretas. logicamente. conversor e amplificador de FI. O defeito está na base. devemos isolar se o estágio defeituoso é da transmissão ou da recepção. Passo: verificamos os pulsos da CPU. NÃO FAZ REDISCAGEM: Diagnóstico –memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil . DETETOR de tom da base. Tendo sinal piloto após o DETETOR e. principalmente o clock. Verifique se após o sinal de áudio encontramos o sinal piloto. 1. verifique : oscilador VXO. B) Só tem sinal piloto no portátil. Para isto . NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . CAMPAINHA NÃO TOCA: Diagnóstico .II) III) Com o multímetro: medindo as tenções e usando o raciocínio da lei de ohm (tenção baixa. Passo verificar se tem sinal piloto no transmissor da base e no transmissor do portátil CONCLUSÕES: A) Só tem sinal piloto na base. não tendo no transmissor desta unidade. Passo: medimos as tensões da fonte de alimentação da base. Na falta de osciloscópio poderá ser utilizada uma ponta de prova lógica. 5. Então verifique: amplificador de RF. Não encontrado. 2. As explicações valem tanto para a base quanto para o portátil. Com pesquisador de sinais Vejamos um defeito de telefone sem fio em que o aparelho se encontra mudo.Passo : este passo consiste em localizar o defeito na unidade diagnosticada no passo 4. oscilador. PORTÁTIL NÃO FUNCIONA: Diagnóstico – bateria.CI DTMF ou DP do portátil . NÃO SE CONSEGUE LINHA TELEFÔNICA: Diagnóstico .

Coloque as pontas de prova nos pinos de tomada conforme mostra a figura abaixo: . teste a continuidade do primário do transformador. 9V ou 12V). Coloque a ponta de prova vermelha no orifício central do plugue de saída da fonte. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. a fonte de alimentação é usada externamente. Posicione a chave seletora do multímetro na escala de 50 DCV. Coloque a ponta de prova preta na lateral do plugue de saída da fonte. Fazendo consertos: • • • Não havendo tensão na saída da fonte. • Nos telefones mais comuns. verifique se a fonte está na rede (110V – 220V). Ligue a fonte na tomada.Telefone não funciona (LED indicador apagado) Sintoma característico do mau funcionamento da fonte de alimentação. veja figura abaixo: Pegue uma fonte para fazer o teste de tensão. • • • • • Meça a tensão de saída da fonte (6V.

Neste caso não compensa substituir o transformador.• Se houver continuidade. visto que o mesmo tem o valor igual ou maior do que a fonte completa. Coloque a ponta de prova vermelha nos terminais do transistor ou CI um a um. Coloque a ponta de prova preta no terra. verificar se há tensão na saída da ponte retificadora. resistores. Caso não haja continuidade ao testar os pinos de tomada conforme visto anteriormente. Ligue o telefone. Pegue um telefone para identificar o circuito estabilizador de tensão. diodos. Se o cabo estiver bom. sai a tensão estabilizada para alimentar o circuito. A saída da ponte está no positivo e negativo do filtro (maior capacitor eletrolítico da fonte). O defeito estará dentro da fonte. • • • • • • No regulador (CI ou transistor). Posicione a chave seletora do multímetro na escala 50 DCV. abra a fonte para testar o cabo. este é o de saída. Não havendo tensão. fusível e continuidade dos cabos. abrindo o telefone e testando o transformador. Para os telefones que a fonte é interna segue o mesmo procedimento. diodos e continuidade do cabo que está ligado ao plugue de saída. significa que o transformador está queimado. observando qual deles registra maior tensão (6V a 12V). significa que o cabo e o Primário do transformado está bom. O circuito estabilizador de tensão do telefone sem fio é composto por: Transistor de média potência ou CI. diodo zener e capacitores. • É necessário abrir a fonte para testar o secundário do transformador. Medindo tensão de saída do circuito estabilizador e dicas de consertos. O terminal que registrar maior tensão. Mantenha o multímetro na .

Veja aulas práticas no filme. fusível. Tensão contínua. verifique os diodos retificadores. . 50 ACV. Telefone não funciona.• • escala de 50V e coloque a ponta de prova preta no terminal negativo do capacitor e a ponta de prova vermelha no positivo do mesmo. e transformador. consulte sua apostila “laboratório de componentes” e as aulas de testes pela internet. Esc. Caso tenha dúvida para fazer o teste dos componentes. trilhas e solda fria. 50 DCV. Testar diodos que estão ligados aos pinos do CI. Se não tiver a apostila de laboratório de componentes adquira para melhor aprendizado. Seqüência de medidas de tensões na fonte de alimentação. trilhas e verificar se há solda fria. Circuito Estabilizador Tensão alternada. Fale com seu professor. resistores. Fonte boa – Trabalhar na placa onde se encontra o CI (CPU) o maior CI da placa. meça as tensões do CI. Caso haja tensão no filtro o defeito está no circuito estabilizador. verificar se há solda fria. Não havendo tensão no filtro. porém o LED indicador fica aceso. sem sinal de linha. Identificação do circuito de linha. testar diodo zener CI ou transistor. pois o mesmo não está respondendo os comandos. havendo tensão substitua o CI. Esc.

Indutor Principais componentes quando defeituosos provocam o sintoma citado na página anterior. não é preciso retira-los para testa-los. Veja mais detalhes na apostila de laboratório BÁSICO.Teste dos diodos são feitos na escala X10 no local. Logo em seguida mostramos uma relação de componentes. Diodo _________. REDSWITH (rele). Indutor ________. Transistor __________. DIODOS . Sensor REDSWITH (rele) ___________. Resistor de baixo valor. . Capacitor eletrolítico ________.Este é um sintoma cujo defeito pode se encontrar tanto na base como no móvel. Foto acoplador __________. Resistor ____________. ou seja. Foto acoplador. Foto acoplador. coloque na frente de cada um a quantidade que foi entrado. Capacitor de cerâmico _______. Bobina ____________. BASE: • • • • • • • • • • • • Abra a base para identificar o circuito de linha. • • • • • Diodos. Siga os fios da linha telefônica na placa PCI. Bobinas. Transistor.

• • • Uma vez identificado o diodo. Identifique o diodo interno colocando as pontas de prova nos dois terminais (próximo um do outro conforme mostra a figura abaixo). No foto acoplador de um lado há um diodo emissor de luz e do outro lado um foto transistor. Coloque as pontas de prova do multímetro nos outros dois terminais do foto acoplador. é preciso usar uma alimentação de 3V e o multímetro analógico. Note que o multímetro só registra resistência quando as pilhas alimentam o diodo e o mesmo aplica luz do foto transistor. o multímetro registrará uma resistência ôhmica indicando que o foto acoplador está bom. indicando que a mesma está boa. Coloque o positivo da pilha no catodo do diodo e o negativo da pilha no anodo do diodo. o ponteiro deverá deslocar até o zero. . Bobina queimado (aberta) o ponteiro do multímetro permanece em repouso. Vá testando e invertendo as pontas de prova até identificar o diodo. use o multímetro analógico para identificar o lado do foto onde se encontra o diodo. Lembre-se que ao testar o diodo o multímetro só irá registrar a condução em um só sentido. Ao ligar as pillhas nos terminais do diodo. FOTO ACOPLADOR – Para fazer o teste deste componente.BOBINAS – Para fazer o teste da bobina usa-se a escala X1. O teste é feito nestas duas extremidades da frente e nas duas de traz. pegue duas pilhas. • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10.

veja aula prática na internet acompanhando com apostila de laboratório do básico. CAMPAINHA NÃO TOCA Este é um sitoma característico do circuito de chamada (detetor de tom). . o defeito se encontra na estrada da linha. Confira o valor ôhmico de acordo com o código de cores comparando com a leitura do multímetro. Veja mais detalhes sobre o teste do transistor na apostila de laboratório do Básico.TRANSISTOR – Teste o transistor no local na escala de X10. Raspe levemente as pontas de prova do multímetro nos terminais do buzzer. Veja aula prática na internet. Em alguns telefones há um buzzer na BASE e em outros o Buzzer encontra-se na unidade móvel. você ouvirá um ruído indicando que o buzzer está bom. RESISTOR DE BAIXO VALOR – Teste os resistores de baixo valor na escala de X1. este é o mesmo teste do buzzer do telefone convencional. Primeiramente vamos testar o buzzer: • • Posicione a chave seletora na escala X1. Verifique com atenção as trilhas e se há solda fria. Obs: geralmente quando há este sintoma (Sem sinal de linha).

eles contem uma resistência ôhmica de contato para gerar pulsos adquados para discagem. NÃO FAZ REDISCAGEM .CI DTMF ou DP do portátil . será necessário a substituição da manta.  Neste caso verifique em primeiro lugar o contato da tecla (MANTA) da rediscagem se está limpo. Quando altera a resistência ôhmica destes contatos ocorre este sintoma Não sinaliza não disca. NÃO SINALIZA (NÃO DISCA): Diagnóstico . .Os fios do buzzer vão a um CI. substitua o CI. CPU do portátil ou relê de linha da base e seus componentes adjacentes.memória de REDISCAGEM ou teclado do portátil. Limpe todos os contatos com álcool isopropílico. Caso tudo esteja OK. Antes de testar qualquer componente. verifique a manta que está abaixo das teclas. neste caso a limpeza não resolve. Teste também diodos e resistores que estão ligados ao CI. não raspe com objeto metálico estes contatos. veja se há solda fria ou trilha rompida.

 Substituir microfone. sem que essa mudança seja notada pelo usuário. NO TELEFONE VOCÊ NÃO OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. Em telefonia celular. mas suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências. . Transistor da Base e transistor da unidade móvel.  Substituir transistor de antena. sendo que cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência. uma chamada telefônica não é interrompida: o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro. PORÉM A OUTRA PESSOA OUVE A SUA VOZ. Este processo é denominado de HAND-OFF. TELEFONIA CELULAR O sistema de telefonia celular é aquele que realiza uma comunicação telefônica por meio de RF. PORÉM A OUTRA PESSOA NÂO OUVE A SUA VOZ. NO TELEFONE VOCÊ OUVE A PESSOA FALAR DO OUTRO LADO DA LINHA. SINAL FRACO – o telefone só funciona próximo à unidade BASE. a região a ser coberta por sinais de radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células. neste caso é preciso substituir o CI.O conceito CELULAR foi desenvolvido em 1947 pelos laboratórios Bell. Isto explica porque mesmo em movimento. Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE.  Verificar ligações do microfone na unidade móvel.  Verificar se o fio da antena está solto (antena da base e antena da unidade móvel). A memória na maioria dos telefones está internamento no CI do teclado.  Substituir mini alto falante.  Verificar se há soda fria.  Verificar se há solda fria. A seguir podemos ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a demonstração da atuação de cada célula.  Testar bateria. distribuídas em diferentes partes em uma área.  Verificar ligações do mini alto falante.  Substituir capacitores de cerâmica no circuito de antena. Ele é baseado na possibilidade de reutilização das freqüências de áudio. Este transistor está ligado a uma bobina em forma de espiral que por sua vez está soldado a antena.

conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service.PADRÕES No Brasil foi adotado o mesmo padrão dos Estados Unidos. uma para transmissão da unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção da unidade móvel (869 a 849 MHz). CENTRAL PÚBLICA DE TELEFONE RNT CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE ( CCC) ESTAÇÃO RÁDIO BASE 1 (ERB) ÁUDIO DADOS ÁUDIO ERB 2 ÁUDIO DADOS ERB 3 ÁUDIO DADOS . A seguir vemos a configuração de um sistema celular. O espectro é dividido em dois grupos de freqüências. ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base e as transmissões/recepções com a unidade móvel.

Uma CCC (central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como um cérebro do sistema. implementado com circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para processamento lógico. . cada célula tem em seu centro uma estação Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção. A antena está conectada a um filtro duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria unidade. CENTRAL TELEFÔNICA CENTRAL ADMINISTRADOR SERVIÇO MÓVEL MÓVEL ANTENA COMPUTAÇÃO OPERADOR MÓVEL CONTROLE DIAGRAMA EM BLOCOS A seguir vemos o diagrama em blocos de um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou portátil).A seguir ilustramos as células. O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e é recebido pela antena da unidade móvel (portátil). A capacidade de processamento da CCC deve ser suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade. por exemplo). Esta seção de recepção é um sintetizador de RF.

MÓDULO RECEPTOR

SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE DADOS

12C
PORT

XTAL 9,6Mhz TC XO

EPROM

DUPLEX FILTER
MICRO COMTROLADOR (CPU)

BUS LATCH

RAM

MÓDULO TRANSMISSOR
SINTETIZADOR

PROCESSADOR DE ÁUDIO

12C-BUS
ADC

INTO PWM

VARREDURA DO TECLADO

FONTE (NICDS)

FILTRO DUPLEX O filtro duplex é composto por dois filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado. MÓDULO TRANSMISSOR Conforme o diagrama em blocos anterior, temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W e outros com potências menores da ordem de 0,6 W. O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia controlada por microprocessador. MODULAÇÃO

O sinal da voz proveniente do microfone de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na razão de 2:1, préênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor. PROCESSADOR DE ÁUDIO Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.

Este circuito também é conectado ao microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade. Neste estágio é feito também a discagem (circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms. De fato, o telefone celular, não possui o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado. PROCESSADOR DE DADOS Esta unidade é responsável pelo processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade móvel. Na transmissão, a unidade portátil deve codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco, deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a portadora da voz com esse tom. O TAS é nominalmente conhecido pelo valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz. O CI que executa estas funções incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado. Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase, índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma de níveis de tensão contínua. KEYPAD

1 4 7 *
C1 C2

2 5 8 0
C3

3 6 9 #
C4

A B C D

R1 R2 R3 R4

KEY 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 A B C D * #

ROW 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 1 2 3 4 4 4

COLUMN 1 2 3 1 2 3 1 2 3 2 4 4 4 4 1 3

CODE (83-80) 1111 0111 1011 1101 0101 1001 1110 0110 1010 0100 0011 0001 0010 0000 1100 1000

 Abra o celular retire a borracha que cobre a superfície da PCI (Placa Circuito Impresso) e meça se há continuidade nos seus terminais, todos os contatos devem marcar uma certa resistência, caso não marcar nenhum valor ôhmico a borracha deve ser substituída.  Limpe toda placa da PCI com Álcool Isoproprílico retirando sujeiras e desgaste de borracha, sujeira, pó e oxidação provocam mal contatos e algumas teclas podem não vir a funcionar corretamente.  Nunca use grafite na PCI para recuperar contatos perdidos devido ao desgaste natural da PCI UNIDADE DO MICROCONTROLADOR O microcontrolador é um circuito integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas especialmente para um determinado projeto. Não existem equivalências para o micro controlador. MEMÓRIAS EXTERNAS Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o micro controlador está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.

O LATCH é um dispositivo que tem a função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando ativa, deixa passar a informação. A RAM é uma memória volátil que perde seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar números de telefone e para armazenamento temporário de dados do microcontrolador. A EPROM é uma ROM programável (pode ser também EEPROM que é apagada eletricamente e regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo assinante em sua base de dados. Nesta EPROM ficará registrado o NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com sete algarismos, a identificação do sistema celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção da banda para a programação de
Freqüências de transmissão da unidade móvel

824 MHz

849 MHz

procura (banda “A” ou banda “B”). A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM. Os aparelhos celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc. Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho, além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador. BATERIA

Todo telefone celular necessita de alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD. A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que quando em stand-by.

Utilização e Cuidados com a Bateria As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.   Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria. Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão. Desligue o telefone antes de retirar a bateria. Não tente desmontar a bateria.

 

 Retire a bateria e com um voltímetro analógico ou digital meça nos terminais da bateria (+) e (-) A Tensão, se a carga está completa.  Verifique se há mal contato como oxidação sujeira nos terminais de contato com freqüência devido as baixas e altas temperaturas do meio ambiente.  Abra o celular e meça à resistência ôhmica nos terminais de entrada (+) e (-). Se caso não tiver nenhuma continuidade há fortes indícios que há trilhas rompidas ou soldas frias. ANTENA

A antena é o elemento que fará a emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O tipo Marconi tem o

tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho, portanto, desta antenas são de alguns centímetros. Já as antenas veiculares podem ter diversos aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela própria unidade.

Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência

Seu telefone celular portátil, sem fio, é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e também envia sinais de (RF) rádio freqüência. Cuidados com a Antena Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone. Veículos Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados. O Telefone aquece durante chamadas longas Isso não é problema devido ao seu tamanho, o telefone poderá aquecer ligeiramente durante chamadas prolongadas. Circuito de Chamada não Funciona  Verifique primeiro se não há mal contato nos terminais do fone de ouvido, meça a resistência ôhmica campainha, caso não marcar valor ôhmico pode estar aberta a bobina e deverá ser substituída.  Verifique a configuração do seu aparelho O Sinal oscila Durante à um Envio de Sinal ou Recebimento de Chamada

 Verifique a antena se não há mal contato nos seus terminais, se há contato internamente na PCI.  Ao substituir a antena deve-se colocar o mesmo tamanho ou original de freqüência, nunca passe cola nos seus terminais podem provocar mal contatos e oscilação das ondas de RF (rádio freqüência) e diminuir o sinal. As Chamadas estão Caindo  Você está provavelmente numa área geográfica com serviço celular mínimo. Aguarde o indicador de intensidade de sinal no Display do seu telefone mostrar um sinal relativamente mais forte. A Bateria Parece não estar Carregando na Capacidade Total  Condicione a bateria, descarregando-a totalmente e carregando-a três vezes. TV ANALÓGICA (TRC) Televisão, ou transmitir imagens à distancia, foi um sucesso desde o início porque foi possível dominar as técnicas de captar imagens eletronicamente, de condiciona-las para a transmissão, e de reconstituílas no destino. Você já inspecionou uma foto de jornal com o auxilio de uma lupa? Se ainda não, faça-o agora mesmo. Valerá a pena, porque essa simples experiência o credenciará a entender tudo sobre TV e sobre vídeo. Escolha uma foto branca e preta, e observe como a imagem é formada por pequenos pontinhos com diversas gradações de cinza, variando do branco ao preto. Esses pontinhos recebem o nome técnico de elementos de imagem, ou pixels. E todos juntos contêm a informação visual completa da imagem. OK até aqui? Desde o início, a analogia entre a imagem e a eletrônica parecia simples. Bastaria atribuir um nível de voltagem ao branco, outro ao preto, e entre esses dois limites, níveis intermediários, variando na proporção do grau de cinza de cada pixel. Numa câmara fotográfica a imagem passa das lentes, e acaba por impressionar um filme foto – sensível. Essa idéia poderia ser utilizada nas câmaras de vídeo, desde que o filme fosse substituído por uma superfície capaz de ser impressionada pela luz. Ela seria dividida em pixels, dispostos em linhas horizontais e colunas verticais. Outra parte da câmara de vídeo faria a leitura dos pixels na superfície foto-sensível, gerando os níveis de voltagem correspondentes às variações de cinza. Como fazer isso? Imagine-se lendo um pagina de qualquer livro e mentalize os movimentos que seus olhos fazem

enquanto você lê. Eles começam na parte esquerda da primeira linha, caminham até o extremo direito dessa mesma linha, para descer e recomeçar na esquerda da próxima linha, indo novamente para a direita, e assim por diante, num processo repetitivo que vai até o final da pagina. Esse é essencialmente o mesmo processo utilizado na Segunda parte de qualquer câmara de vídeo para transformar em sinais elétricos as informações da superfície sensível à luz. Os olhos das câmaras são um feixe de elétrons, que caminha como olhos humanos durante a leitura, percorrendo os pixels de cada linha da esquerda para linha após linha, até que a imagem seja completada. Quanto mais luz, mais elétrons. Essa equação simples é a única que determina a geração dos sinais de vídeo monocromáticos. Ou seja, branco e preto. Um sinal deste tipo, que apenas informa a maior ou menor quantidade de luz de cada pixel, é chamado sinal de luminância, ou abreviadamente, Y. Esses sinais seriam então transmitidos por cabos ou ondas de rádio, para que o televisor reconstituísse a imagem no destino por tanto, o Aparelho televisor faria o inverso do que fez a câmara de vídeo. Para vermos imagens é preciso que a tela do televisor irradie luz. Por essa razão, as telas são inteiramente revestidas com material fosforescente aluminizado, que se ilumina com a incidência do feixe de elétrons do televisor. Veja na ilustração das partes principais de um televisor branco e preto. O canhão de elétrons é os dispositivos que produz o feixe de elétrons. As peças indicadas V e H são chamadas placas defletoras verticais e horizontais, respectivas, cuja função é fazer com que o feixe se desloque nos sentidos verticais e horizontais. Esses deslocamentos denominados varreduras, são ilustrados eles devem acompanhar exatamente os deslocamentos descritos antes pelo o feixe de elétrons da câmara de vídeo. Por isso mesmo, as varreduras das câmaras e dos televisores trabalham em sincronismo. Do contrario, as informações das imagens poderiam acabar colocadas em linhas erradas. Esse sincronismo é obtido de forma semelhante a um metrônomo marcando o andamento da música. Gerando pela câmara de vídeo na forma de pulsos eletrônicos, eles são os pulsos de sincronismo, ou apenas sync. Os traços cheios mostram o feixe caminhando da esquerda para direita em cada linha. E os traços pontilhados mostram o feixe retornando para o lado esquerdo da linha inferior. MOVIMENTOS CONTÍNUOS E RESOLUÇÃO Quando assistimos a um filme no cinema, não vemos cenas que se desenvolvem continuamente, como a vida real. Embora tenhamos exatamente essa impressão. O truque consiste em nos apresentar uma seqüência de fotografias com velocidade suficientemente alta. E a mesma coisa ocorre com a televisão, onde vemos uma seqüência de quadros.

Então, com que velocidade deveria ser apresentada os quadros de imagem na televisão? Bem, a solução foi barbada. Afinal, todos os estudos necessários já haviam sido desenvolvidos pela industria cinematográfica. Eles se apóiam numa das propriedades de nosso sentido da visão – a persistência. Trata-se da impressão visual que temos de continuar a enxergar a luz mesmo após a supressão da fonte que a produz. Esse tempo é da ordem de 1/10 de segundo para maioria das pessoas. Portanto, se algumas imagens nos são apresentadas durante o tempo de persistência, nosso mecanismo de visão as integrará numa coisa só. Se essas imagens forem iguais, teremos a impressão de estar vendo uma fotografia. E se as cenas consecutivas corresponderem a uma seqüência, teremos a impressão de ver movimentos contínuos. Estudos mostraram que para causar a impressão de movimento continuo, as cenas deveriam ser, no mínimo, 16 por segundos. Enquanto o cinema utilizava e ainda utiliza 24 fotos por segundo, Brasil, Estados Unidos, Japão, e alguns outros países adotaram como padrão de televisão a quantidade de30 quadros por segundo. Mas de repente surgiu um problema, que foi a impressão de tremulação da imagem. E este aspecto teve que ser analisado com profundidade antes do lançamento comercial da televisão. De fato, mesmo tendo a impressão de movimento continuo, quando a quantidade de imagem por segundo é insuficiente, temos a impressão que durante os momentos em que a tela está negra, ou seja, nos intervalos de transição de um quadro de imagem para o próximo, o brilho da primeira imagem não se integra suavemente com da seguinte. E o resultado visual é a tremulação de imagens. Fenômeno tão mais notável quanto mais brilho tem a imagem. Portanto a tremulação deveria ser controlada sob pena de se impor severa fadiga visual aos telespectadores. Conclui-se que em televisão, não seria prudente trabalhar com menos do que 50 imagens por segundo. O que é bem mais do que é preciso para que tenhamos a impressão de movimentos contínuos. O cinema já havia encontrado uma solução para isso. Que consiste em reproduzir duas vezes cada fotografia. Com o que se chega um total de 48 imagens por segundo. No caso da televisão, a solução foi utilizar a técnica de entrelaçamento. Inicialmente apenas as linhas ímpares. E só quando todas elas foram varridas das linhas pares. Portanto, na realidade, cada quadro de televisão é formado por dois campos. O das linhas ímpares e o das pares. Denominados campos pares e campo ímpar. E o resultado é a apresentação de 60 campos por segundo, eliminado a tremulação de imagens. Ainda assim podemos dizer que a imagem de televisão é apenas uma certa quantidade de linhas, cada qual com uma certa quantidade de pixels. Confere? Pesquisas iniciais mostraram claramente que o grau de detalhes desejado só seria obtido se cada imagem fosse apresentada com menos 100.000 pixels. Antes de prosseguir com isso devemos saber que na televisão convencional, para cada4 pixels horizontais há sempre 3 pixels verticais.

dominados osciladores horizontal e vertical. que faz com que ele se desloque horizontalmente de um lado para outro. Assim a freqüência é:30quadros X 525 linhas =15. E esta é taxa da varredura vertical. Ao final do primeiro retraço vertical o campo ímpar já está completo. quando as linhas varridas. e cada quadro é composto de 525 linhas. . E vice-versa. Enquanto a corrente elétrica (eixo vertical da figura) aumenta linear e vagarosamente. em função da relação de aspecto. o PAL-M. O movimento da esquerda para a direita.Ao que se dá o nome de relação de aspecto de 4:3. Então tudo se repete para que se complete o campo par. o primeiro quadro. quando o feixe descreve os chamados retraços horizontais. Prática. A seguir o movimento vertical é ascendente. são feitas com velocidade constante. Inicialmente. As partes superior e direita representam graficamente os comandos de movimento impostos ao feixe de Elétrons por circuito internos das câmaras e dos televisores. maior é a resolução. quer no televisor. Coisa semelhante ocorre com o oscilador vertical. Este é um movimento relativamente lento. Esse movimento também é feito com a máxima velocidade possível. Resolução é a medida objetiva do grau de detalhes e de qualidade da imagem.750 linhas / segundos. e o feixe faz o retraço horizontal pode ser facilmente calculada. se lembrarmos que cada segundo contém 30quadros. que trabalha na freqüência de:30 quadros X 2 campos = 60pulsos /segundos. e assim indefinidamente. E isso nos remete a um dos conceitos fundamentais do vídeo: a resolução de imagem.500 pixels. ou 60Hz. o feixe de elétrons fica constante e simultaneamente submetido a dois tipos de movimentos.750Hz. a quantidade de linhas é 525. Quer na câmara de vídeo. O segundo tipo de movimento é vertical. Na próxima etapa. feita com máxima velocidade possível. Um. a corrente cai abruptamente. E esse mesmo processo se repete 30vezes em cada segundo. ou faz sua varredura. No padrão de TV adotado no Brasil. já que equivale a todo o tempo necessário para que o feixe descreva as varreduras de todas as linhas de um campo. temos 525X 4:3 = 700 pixels por linha = 367. E também. no sentido descendente. podemos dizer que quanto mais pixels estão disponíveis na tela. ou 15. Os da direita para esquerda. O oscilador horizontal controla o feixe de elétrons através de uma forma de onda. Essa freqüência também é chamada taxa de varredura horizontal. o feixe traça a linha. possibilitando que o feixe o descreva o chamado retraço vertical. Logo. O PROCESSO COMPLETO Agora vamos mostrar como se desenvolve o processo completo.

FI DE ÁUDIO E SAÍDA DE ÁUDIO PRCESSAMENTO DE CROMA. INTERVALOS E PULSOS DE SINCRONISMO. E vimos que eles devem coincidir com os tempos de retraço dos televisores. superpostas aos intervalos de retraço horizontal. o nível de branco e o nível de preto. um VCR. ou qualquer outra. É exatamente para obter e manter essa coincidência ao longo de todo o tempo que existem os pulsos de Sincronismo nos sinais de vídeo. Os pulsos de Sincronismo horizontal são as marcas escuras. SINC. Os intervalos do sinal de vídeo. HORIZONTAL E VERTICAL VERTICAL FONTE HORIZONTAL DEMODULADOR SISTEMA DE CONTROLE E SINTONIA . Estamos falando daquela voltagem variável com o tempo. há um pequeno intervalo ao final de cada linha. Como disse antes. do ponto de vista elétrico esses pulsos correspondem ao nível preto. e excursionado entre os dois limites.A rigor. que representam um sinal de vídeo completo. A função dos pulsos de Sincronismo é fazer com que os osciladores horizontais e verticais dos televisores. e um intervalo maior ao final de cada campo. VÍDEO. para o retraço horizontal. superpostos aos intervalos de retraço vertical. são períodos sem informações de imagem durante os quais o feixe de elétrons esta fazendo os retraços horizontais e verticais. uma estação da TV. Há um pulso de Sincronismo horizontal para cada linha. com seus elementos de imagem. que a cada instante corresponde ao brilho de cada pixel. cujas funções estão esquematizadas e trabalharam em Sincronismo com osciladores da fonte geradora de sinal. Assim. E é por essa razão que devem ser feitos com nível de preto para que não sejam visíveis. para o retraço vertical. os tempos consumidos pelos retraços horizontais e verticais são desperdícios inevitáveis. Os pulsos de apagamento presentes nos sinais de vídeo originais correspondem aos tempos de retraço determinados pela câmara que gera a imagem. já que não podem ser utilizados para portar informações de imagem. As informações de conteúdo de imagem estão nas linhas. O Sincronismo vertical é dado por uma série de pulsos. Seja ela uma câmara de vídeo. também chamados de apagamento. O nível de preto.

e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada. é variado. sobrecargas. foi desenvolvida pela Philips. FUNCIONAMENTO DA FONTE A seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado: . de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado. Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada.FONTE CHAVEADA Nas fontes chaveadas. Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0.65 A. que opera numa freqüência de 25kHz. Tensão Principal: 103-115-145 V/0. Transistor ou SCR). O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída.: 8 V/0.21 A. pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão. no caso de saturação do núcleo do transformador. curto-circuito e circuito aberto. com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz.31 A As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V. Operando numa freqüência elevada. também dotada pela Sharp. Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0. Esta fonte que usa o CI TDA 8380.44 A Tensão para o Circuito de Controle REM. o tempo de condução de um componente de controle ( CI.

No momento em que as saídas estabilizam. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia. EXERCÍCIOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) Pulsos CIRCUITO DE PARTIDA TBA 8380 Transformador de FILTRO DE REDE RETIFI – CADOR COMU – TADOR . RETIFICADOR DE ENTRADA Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento. TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador. o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador. CI OSCILADOR DE TENSÃO Trata-se do TBA8380. que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador). de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. quando a fonte é ligada. sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida.CONTROLE OSCILADOR RETIFICADORES SECUNDÁRIO FILTRO DE REDE Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito. a qual é causado por sinais de RF.

Remova a tampa traseira. S + K E 4 F 2 / 0 8 • • • • Outras fontes a ponte retificadora e composta por quatro diodos separados. veja exemplo acima). F101 Exercício: Pegue uma TV. Localize o fusível e escreva seu endereço (o endereço se encontra escrito na placa ao lado da peça. geralmente estão próximo um do outro. • Teste o fusível no local. Endereço da chave _________. • Localize a ponte retificadora e escreva seu endereço (algumas fontes a ponte retificadora é composta por quatro diodos embutidos em um só componente). Localize a chave liga desliga e escreva seu endereço (em alguns TVs a chave pode ser do tipo micro chave ou chave comum). O fusível está bom? __________. Endereço do filtro: ________. Endereço do fusível ___________. Localize o filtro e escreva seu endereço (o filtro é o maior capacitor eletrolítico da fonte). . Atenção: estes testes deveram ser feitos com o aparelho desligado da tomada. A chave está boa? ___________. para evitar choque elétrico e queima do multímetro. • Teste a chave liga desliga no local. • • Endereço da ponte retificadora ou dos 4 diodos: ___ ____ _____ ____ .Vamos conhecer os principais componentes da fonte de alimentação Veja abaixo como identificar os componentes da fonte através dos seus endereços: FONTE EX: Endereço do Fusível.

MOSFET Teste estes componentes no local. Veja a aula prática no filme para melhor compreensão. Pegue uma TV: . Lembramos que o teste do regulador no local só é para saber se o mesmo está em curto. Estes são os principais componentes da fonte: FUSÍVEL – CHAVE – PONTE RETIFICADORA – REGULADOR. S T K 1 1 0 2 IRF 630 CI. Faça esta aula com outro tipo de TV para melhor aprendizado. FONTE Exercício: Relacione todos os endereços dos componentes da fonte de acordo com seu grupo.• Localize o regulador de tensão e escreva seu endereço (o regulador de tensão de uma fonte de alimentação pode ser um transistor de potência. se for preciso saber se existe alguma alteração é necessário retira-lo para fazer seus testes. CI ou MOSFET). • Endereço do regulador: __________.

DICAS: Componentes a serem testados: • • • • Fusível. Resistores ______ ______ _____ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ _____ _____ _____ _____ _____ _____ _____. Ponte retificadora. Chave. . Transdutor _____ _____ _____. MODELO _______________. CI _____ _____. ANOTAÇÕES: TV NÃO FUNCIONA – Sem som sem imagem. Diodos ________ _______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______ ______. Termistor ______. • • • • • • • • • Fusível ________. Capacitor de cerâmica ______ _____ _____ ______ _____ _____ _____ _____ _____ . Transistor _____ _____ _____ _____ _____.TV _______________. Regulador de Tensão. Capacitor eletrolítico _____ _____ _____ _____ _____ _____.

ou MOSFET) e quando o regulador é um CI. A ponte retificadora composta por 4 diodos embutidos poderá ser substituída por 4 diodos separadamente. O regulador de tensão deverá ser substituído por outro da mesma referência. substitua por outro da mesma amperagem (2 A – 3 A – 4 A etc. OBS: Teste as trilhas para saber se há alguma rompida. Fusível – Escala X1. Capacitores eletrolíticos. Chave liga desliga – Escala X1.  Pegue uma TV para fazer os testes destes componentes. internamente está uma grande  . Veja cada escala do multímetro que dever ser usada para testar estes componentes. só que é necessário ter mais experiência com conserto e leitura de esquemas para fazer a substituição. Regulador de Tensão – Escala X10. Obs: Alguns TVs o Regulador de tensão é um CI (circuito integrado.  Faça o teste em outro TV. Trilhas rompidas também provocam este sintoma. Ponte retificadora – Escala X10.  Resistores osciladores. Observação: resistores que estão ligados aos pinos do CI oscilador que deverão ser testados. Componentes a serem testados:  CI oscilador.Caso o fusível estiver queimado. Anotações Mais dicas: Estando fusível chave e ponte retificadora boa passaremos para outra etapa.).

resistores e capacitores. Quando a fonte é dotada por este tipo de regulador não se encontra o CI oscilador. Resistores – Escala de acordo com a tabela de código do código de cores. CI – Escala X10. (veja mais detalhes na apostilas TESTES DE COMPONENTES). Capacitor de cerâmica ‘ em curto’. Bobina desmagnetizadora ‘em curto’. Capacitores eletrolíticos – Escala de acordo com seu valor.parte do circuito oscilador. Ficando para ser testado resistores e capacitores. Termistor ‘ em curto’. Capacitor eletrolítico (filtro) ‘ em curto’. Escala para teste do Termistor – bobina desmagnetizadora Termistor – Escala X1. CI OSCILADOR Escala para teste do CI Oscilador. Regulador de tensão ‘em curto’. O fusível queima ao ligar o TV DICAS Componentes a serem testados:       Diodos retificadores (ponte retificadora). Bobina desmagnetizadora – escala X1 . em curto.

 Transistor Drive.CIRCUITO HORIZONTAL Diagrama em bloco do circuito Horizontal Ao circuito Vertical Sincronismo Geral Sincronismo Horizontal Oscilador Horizontal Saída Horizontal O circuito Horizontal se divide em: • Sincronismo geral. veja a figura abaixo. • Os pulsos chegam ao circuito Horizontal. • Os pulsos gerados pelo Oscilador. DENTE DE SERRA é enviado a etapa de Saída Horizontal. ou amplificador de sincronismo. tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo Sincronismo geral e lança-los ao Circuito Oscilador Horizontal. através da etapa Sincronismo geral. • O Sincronismo Horizontal ou SFH. gera uma freqüência da ordem de 15. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. Localize o fly-back. • Oscilador Horizontal.  Resistor ou CI regulador de tensão baixa que alimenta o circuito oscilador horizontal. e o transistor saída horizontal. .743 kHz. Principais componentes do circuito horizontal  Transistor Saída horizontal.  Resistor de alimentação do Transistor Drive. a bobina Defletora (yoke) não tem endereço. • Saída Horizontal. Exercício: 1. • Sincronismo Horizontal. • O Oscilador Horizontal. conhecido como.

siga as mesmas técnicas da fonte. significa que o grupo do Horizontal é 400. próximo ao fly-back. Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal ou circuito de controle SYSCON. D406 – C409 – R401 etc. Dicas: Componentes do circuito horizontal quando defeituosos provocam este sintoma: Circuito Proteção Curto Transístor Horizontal Proteção devido a curto no circuito do horizontal Quando o transístor de saída do horizontal entra em curto a causa pode ser externa. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). LED frontal aceso. Veja o endereço do transistor Horizontal. separando as peças pelo grupo de endereçamento. . excesso ou não limitação do +B.2. Ex. circuitos de protecção deficientes. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. SEM IMAGEM). • TV NÃO FUNCIONA (SEM SOM. pois todo o componente que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. componentes de apoio no circuito de potência de saída horizontal danificados. transformador de linhas (flyback) deficiente. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. Pegue uma TV e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. portando os componentes do circuito Horizontal será.

o pino x-ray fica com tensão entrando em modo de proteção. a tensão do pino ABL é alta e não afecta o controle de contraste do circuito integrado faz tudo. o +B de 100V aparece no emissor polarizando o zener e actuando sobre o tiristor fazendo com que o CI da fonte entre em proteção. Circuito ABL (Limitador de Brilho Automático) O circuito ABL tem como função impedir que o brilho e ou o contraste ultrapasse o limite e rapidamente exista uma deterioração do cinescópio. este pino tem um valor de 0 Volts em funcionamento normal. a tensão do pino ABL diminui actuando automáticamente no ajuste de contraste. quando algum componente do horizontal está em curto. Em funcionamento normal. .Proteção com Tiristor Utilizando SCR. Quando o brilho ou contraste aumentam.Quando o transístor de saída está em curto. Proteção Transístor com o CI FAZ TUDO A proteção através do CI faz tudo efetua-se atraés do pino X-RAY.

Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. resistores e diodos. Veja ilustração abaixo e se possível à aula pela internet. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. OBS. Resistor de alimentação aberto. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor.• Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). ou seja. Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. O resistor de alimentação está suspenso na placa. e seu Emissor a terra. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. • CI oscilador Horizontal em curto. o multímetro registra um curto. o ponteiro irá deslocar até o zero. O outro terminal do transformador também está ligado a terra. Transistor Drive em curto ou aberto. Veja esquema abaixo: • • . Siga a base do transistor Drive. Ao testar o transistor saída horizontal no local.

O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança. passa por este MOSFET. Transformador Drive. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). A tensão sai da fonte. em curto ou aberto. • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). Substituir capacitores eletrolíticos ligados aos pinos do CI oscilador.  Veja aula prática dos testes de componentes da internet.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. Substituir CI. Nos televisores mais modernos este ajuste é feito através de Modo de Serviço.  Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. Veja se há solda fria. ele é usado nos monitores mais novos. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. observando que a escala do multímetro deve está em X1. . Este transistor recebe pulsos de correção do processador. O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. Resistor de alimentação  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. Dicas: Veja se há ajuste no trimpot oscilador horizontal.+ + B B + B Transistor Drive. veja o esquema acima. O defeito encontra-se no oscilador horizontal.

deve ser substituído. Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dentede-serra e aplicará este sinal até o Drive (4). • • • • Dicas: Verifique se o Fly-back está aquecendo. Não coloque capacitor com valor diferente. A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV.Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. Caso esteja aquecendo. Os sinais de sincronismo composto passam por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). ATENÇÃO. O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7). a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o TV. Substituir Fly-back. levando em conta o seu tamanho. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. automáticos (PLL) para se auto ajustar. A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem. Nos sistemas mais sofisticados. é necessária a produção de um campo magnético que varia linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. CIRCUITO VERTICAL Para varredura do quadro no cinescópio. . onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes dimensões). Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra).

lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. No sistema digital possui um Cristal (VXO). . O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. Um conjunto de divisores lógicos produzirá com bastante precisão os valores necessários. indutores transformadores. Para um grande ângulo de deflexão. devem fazer o casamento de impedância entre os dois circuitos e garantir a transferência dos impulsos para que a bobina de deflexão esteja livre de ruídos provocados por efeitos resistivos ou capacitivos.7 A função do Pincushion é fazer um acoplamento entre a etapa de saída do amplificador vertical e a bobina defletora. Esta distorção almofada é corrigida por circuitos formados por capacitores. controlador de tensão. A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. o quadro dente a se esticar nos cantos. 60Hz para o circuito vertical. Veja ilustração abaixo: Exercício • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde). que convenientemente projetados compensarão essas distorções que seriam notadas nas telas grandes. a saber. parecendo com uma almofada (termo traduzido do inglês Pincushion).

ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. Faixa escura na parte superior e inferior Dicas: Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. contudo. estágio que será estudado mais adiante). seu valor pode ser alterado provocando este sintoma). um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. C _________ _________________. visto que.  Seguindo os fios da sessão vertical. Lin Vert. R ______________________________________. CI de saída vertical. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Em alguns TVs os fios da YOKE são de cores diferentes.Obs. CI de identificação (circuito detector de sistema. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. Vertical e Freq Vert. • • • . Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. RV. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. D _______________________________________ VR ______________________________________. TV _______________ MODELO ______________ CI __________.

a linha abre no sentido vertical. após o que é difundida pela antena da emissora. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. Bobina YOKE aberta. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. SINTONIA – FI DE VÍDEO A imagem propagada pela emissora de TV. que a ele é transferido pelo bloco de sintoma. na forma de freqüência. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. capacitor eletrolítico. Note que a linha está no sentido horizontal. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá provocar este sintoma. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Diodo em curto. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. Resistor de alimentação aberto. Um estagio importante do circuito de FI de vídeo denominado CAG (circuito . caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. é transferida ao circuito de rádio freqüência. Dicas: Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. em UHF (Unidade de Alta Freqüência ) ou VHF ( alta freqüência variável ) . Solda fria. O circuito de FI de vídeo (freqüência intermediaria de vídeo) é uma etapa de componentes programados para receber e amplificar o sinal de vídeo.LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. captada pelas antenas dos receptores de TV e identificada como sinal de vídeo é transportada ao circuito de sintonia.

saturações. tanto na entrada quanto na saída do circuito de FI de vídeo. medir resistor de alimentação ou CI regulador. Daí este sinal pré– amplificado é admitido no CIRCUITO DE VÍDEO. tem como função de corrigir as oscilações.automático de ganho) . Tela azul sem som sem imagem Dicas: • • Medir tensão +B no seletor (9V a 12V). Exercício: Relacione todos os componentes que fazer parte do circuito de sintonia. CIRCUITO DE SINTONIA O circuito de sintonia é formado por um Seletor de canais TUNER (VARICAP). Verificar entrada da antena. que tem a função de converte – lo em imagem e tranferi–lá ao cinescópio (tubo de imagem) . logo abaixo mostramos um exemplo com a função de cada pino. __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________. agindo como se fora um estabilizador de sinais. Não havendo tensão. tome por referência o VARICAP. . distorções ou perda de sinal de vídeo que por ventura ocorram.

• Substituir processador.Y Para que haja um correto posicionamento dos caracteres na tela há necessidade do pulso vertical em um os pinos do processador retirado do oscilador vertical e do pulso horizontal sendo este vindo do enrolamento externo do flyback. Na verdade. Veja mais detalhes nas segunda parte da apostila TÉCNICAS DE CONSERTOS. ter três ou quatro pés dele que são normalmente apresentados como RGB e Y gerar uma .• • • Verificar trilhas dos pinos do seletor e solda fria. Todos esses pulsos são enviados aos pinos do processador para mixagem dos sinais. • Testar diodos que estão ligados a saída RGB conectado a ao SYSCON. geralmente. resistores e diodos). Ou seja. contraste. todas as TVs modernas tem OSD (On Scren Display display = display). Verificar a tensão de VT (tensão variável 33V). etc. Gerador de caracteres Ao acionarmos qualquer função via teclado ou remoto surge em um dos pinos (FB) do IC os pulsos para comandar a inserção dos caracteres. NÃO APRESENTA CARACTERES Dicas: • Verificar trilhas e solda fria. Etc. B-Y e G. Substituir seletor. na mesma tela você pode ler o canal seleccionado.) Esta informação é gerada no micro e. Em um ou mais pinos tem-se os pulsos para determinar as cores dos caracteres. O OSD (On Screen Display) Andaluzia diagrama da Figura 3 está faltando alguma coisa. os menus para ajustar os parâmetros operacionais (brilho. R-Y. • Verificar saída de pulso do vertical (capacitor eletrolítico.

Esses caracteres alfanuméricos de cor sobre a tela do vídeo aparentemente normal. este caracteres alfanuméricos são gerados com a cor desejada pelo criador do micro. ainda é o sistema usado em vários países como EUA. O azul em fase e o vermelho defasado em 90°. ou sinais colocados não são afectadas pelo brilho. Processamento de crominância O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3. Note que em sistemas e RVA E o único sinal de que deve ser rápido e ao mesmo tempo no sistema com a RV e os três sinais devem ser de alta velocidade. do CI processador. Logo em seguida. entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y. pode sofrer alteração de fase e passar por exemplo para 100° em relação ao azul. anúncios. que é mais instável. México. Porém durante a transmissão devido à interferências e outros fatores o vermelho. É por isso que chamamos a Road.. Japão. . Com isso. sem as portadoras de 3. tempo suficiente para permitir ao utilizador fazer as suas adaptações.58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP). todas as cores ficam alteradas na tela. onde atua a malha de ACC (automatic color control). contraste. Vd e d separadamente. Neste tipo os sinais de cor são modulados por um sinal de 3. Desenvolvido por uma equipe de engenheiros nos Estados Unidos em 1938. separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma. etc . Esta deficiência do sistema NTSC é corrigida por um controle chamado Tint.58Mhz. O chip gera um sinal que é tratado por uma chave chamada inserção localizado na selva. É muitas vezes apelidado de (Never Twice Same Color) Foi o primeiro sistema de transmissão de sinais a cores. saindo os sinais diferença de cor.confusão com a saída de vídeo sinal. * Quando estiver em OSD é enviado para o ecrã que cria uma tensão entre os três cores primárias fornecidas pelo micro. O microprocessador comunica com o mundo exterior através da inserção na tela mensagens.579545 MHz. Standards Televisão PAL-NTSC-SECAM Sistema NTSC Significa "National Television System Commitee" ou Comissão para o Sistema Nacional de Televisão. que actua no CI Multi funções e faz o vermelho voltar para 90° em relação ao azul automaticamente. * Quando você vê a imagem de vídeo do ecrã normal. etc. Esta chave é controlada pelo micro três faixas (uma para cada cor) e dois vídeos e OSD. Canadá. com o sinal já devidamente amplificado. evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor.

Verificar solda fria. Portugal (PAL-N) América Latina e a maioria dos países europeus. A freqüência do horizontal é 15.625 Hz e a do vertical é 50 Hz. foi desenvolvido na Alemanha pela Telefunken nos anos 60. com excepção de França(SECAM). Ou seja o vermelho é transmitido numa linha correto e na outra invertido. foi desenvolvido na França nos anos 60. A imagem é formada por 625 linhas. Corrige a deficiência do NTSC visualmente. Dicas: • • • Verificar resistores. Neste os sinais azul e vermelho são transmitidos sequencialmente. Exemplo: Na linha 1 o vermelho vai a 90° e chega a 100° (cores diferentes). Demodulador RGB O circuito demodulador ou amplificador de cor é composto por transistores ou por CI fixado numa placa de alumínio.Sistema PAL Significa "Phase Alternate Line" ou Linha de Fase Alternada. a freqüência do horizontal é de 15. Grécia e pela maioria dos países do leste europeu.No PAL M a imagem é formada por 525 linhas. Basicamente é um NTSC melhorado. .582056 MHz.575611 MHz (padrão M). Na linha 2 o vermelho vai a -90° e chega com a mesma alteração (-90+10) = -80°(cores diferentes da linha 1). na outra só o vermelho. a imagem é formada por 625 linhas.575611 MHz. No sistema PAL N. já que o olho não consegue perceber a diferença de cores entre duas linhas consecutivas de imagem. Substituir processador. os sinais de croma são de 3. Os sinais são armazenados numa memória no televisor e processados. sendo adoptado neste país e em alguns outros Rússia.625 Hz e a freqüência do vertical é 50 Hz. O azul (U) é modulado em fase (0°) e o vermelho (V) numa linha de imagem é modulado em 90° e na linha seguinte em -90°. os sinais de croma são de 3.750 Hz e a freqüência do vertical é 60 Hz. Assim temos no TV: linha 1 vermelho em 100° e na linha 2 vermelho em 80°. Os sinais são modulados por uma portadora de 3. PAL M(Brasil) e PAL N(Portugal) . É o sistema usado pelo Brasil (PAL-M). Daí o TV desinverte o sinal e fica 80°. Sistema SECAM Significa "Systeme Electronique Couleur Avec Memoire" ou Sistema Eletrônico de Cores Seqüenciais com Memória. Imagem sem cor. numa linha só o azul. usado pela maioria dos países da América do Sul. Visualizamos no ecrãn a média das cores das duas linhas: 100+80 = 180/2 = 90 ° que é a fase do sinal transmitido e em consequência a cor correcta que devemos visualizar. a freqüência do horizontal é de 15.

Tela escura. Há outro pino que recebe uma tensão vindo do flyback denominada de TENSÃO DE FOCO. nítidas. Ausência da cor VERDE Logo abaixo mostramos um exemplo da placa do cinescópio juntamente com a placa principal de um TV. observe que ele se encontra numa placa que está o soquete do cinescópio. Exercício: • Pegue uma TV e relacione os endereços que estão na placa do cinescópio. No soquete do cinescópio há um pino que recebe uma tensão denominada TENSÃO DE SCREEN ela polariza o cinescópio produzindo o brilho. ou seja. . Veja que os fios da placa do cinescópio estão ligados a placa principal. O circuito demodulador começa na placa principal terminando na placa do cinescópio. Imagem desfocada. Veja ilustração abaixo um exemplo do circuito demodulador. ela faz com que as imagens fiquem focadas.Os sinais R (vermelho) G (verde) B (azul) é amplificado nesta etapa. R (vermelho). ______________________________________________________ ______________________________________________________ ______________________________________________________ O mau funcionamento nesta placa apresenta os sintomas: • • • Falta uma das cores. G (verde) ou B (Azul). dois fios saem do flyback (foco e screen).

3. tendo seu aspecto conforme mostra abaixo: F .3R a 10R conforme o modelo de cada TV. 120V). c) Seguindo esta trilha você encontra um resistor de alimentação de potência ou fusível que está ligado em série com um dos pinos do fly-bak. significa que o defeito está na linha +B entre a saída e o fly-bak. 2. ao fly-bak. TENSÕES PRESENTES DA SAÍDA FONTE a) Com as tensões na saída e não no coletor do transistor saída horizontal. Não encontrando tensão no coletor saída horizontal. TV NÃO FUNCIONA 1. 115V. A Philips costuma dotar um fusível. meça as tensões na saída da fonte. O resistor tem um valor entre 0.Técnicas de consertos. Verificar se há tensão no coletor do transistor saída horizontal (veja como medir tensões na apostila “MEDIDAS DE TENSOES EM TV”). Há tensões na saída da fonte? SIM – siga o roteiro abaixo. b) A linha + B é a trilha que liga um dos diodos de tensão mais alta (90V.

enquanto que outras marcas como a CCE. . Uma dica: Para saber mais rápido se há algum problema com a continuidade da linha +B que é composta pelo resistor ou fusível. Todo tipo de oscilador de fonte é alimentado com uma tensão baixa. pegue o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1 ou com o multímetro digital na escala 200. esta continuidade indica que o resistor ou o fusível. Quando a tensão B+ alta está presente no chaveador e não há tensões na saída da fonte. 2. este valor varia o valor conforme cada marca de TV. Confira as tensões baixas no CI oscilador da fonte. c. d. Para algumas TVs. Para localizar o resistor. Um dos pinos do CI recebe a tensão de 280V ou 300V (veja na apostila de MEDIDAS DE TENSÕES EM TV com fazer estas medidas). veja também se a trilha está rompida. Há tensão B+ alta? a. significa que o oscilador da fonte não está funcionando.). é usado na fonte como chaveador um CI. trilha e a bobina do flyback está boa. A tensão alta passa por um resistor que tem o valor entre 150K a 680K. TENSÕES AUSENTES NA SAÍDA DA FONTE 1. A tensão baixa do oscilador vem do filtro que produz a tensão de 280V a 300V. este diodo está ligado a um dos pinos do CI. com CCE. Philco etc. Meça este resistor fora da placa. siga a trilha que liga o positivo do filtro. estando embutido no CI chaveador. e) Verifique também se há solda fria no pino do flyback. nesta trilha você vai encontrar este resistor. Na ausência desta tensão o oscilador deixa de funcionar não produzindo a freqüência que faz o chaveamento no MOSFET ou CI conforme a marca da TV. Verifique se há tensão +B alta de 280V a 300V no chaveador MOSFET. porém em um dos pinos deve-se encontrar uma tensão baixa para fazer funcionar a parte do oscilador que está dentro do chaveador. Um destes componentes abrindo impedirá o percurso da tensão até ao coletor do transistor saída horizontal. no resistor de alimentação ou fusível. Teste-o fora da placa.d) Faça o teste do resistor ou fusível no local na escala de X1. e. b. f. Em algumas marcas de TVs como a Sharp possui um pequeno CI como oscilador. o multímetro deverá registra a continuidade entre estes dois pontos (coletor e catodo do diodo de saída da fonte). o circuito oscilador não possui este CI. A casos que esta tensão baixa fica ausente devido o diodo zener que entra em curto. Coloque uma das pontas de prova no coletor do transistor saída horizontal e a outra ponta de prova no catodo do diodo da linha +B (90V. cerca de 6V a 9V. 115 etc.

significa que a fonte está boa. Quando a tensão de 90V ou 115V está presente no coletor do transistor saída horizontal. fusível. Uma dica: para saber se há percurso de tensão alternada até a ponte retificadora. chave e trilhas que ligam a ponte retificadora. Agora coloque a ponta de prova no outro pino de toma e com a outra ponta prova coloque na outra entrada da ponte. coloque uma das pontas de prova em um dos pinos da tomada e a outra ponta de prova nas duas entradas da ponte retificador uma a uma até que o ponteiro do multímetro desloque marcando resistência 0 (Zero). ou seja. Se por acaso uma das fases não houver continuidade. TENSÃO NORMAL NO COLETOR SAÍDA HORIZONTAL 1. Isto indica que esta fase da rede AC está boa.g. porque uma ou duas fases da rede AC pode passar por ela. O defeito pode estar no oscilador horizontal ou Stand by. Verifique se há solda fria na ponte e no resistor de fio. b. A falta de tensão alta. se as trilhas. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. OBS. valores que podem chegar entre 12V a 48V. Testar fusível. Nos modelos mais antigos a ponte retificadora é constituída por quatro diodos separados sendo os quatros interligados. Substitua o CI caso os resistores e diodos que estão ligados nos pinos do CI estiverem bons. o ponteiro do multímetro deverá registrar resistência 0 (Zero). Testar resistor alimentação (de fio). Se a TV que em mão tiver uma chave liga-desliga frontal. peque o multímetro e posicione a chave seletora na escala X1. Meça a tensão no coletor do transistor Drive. O CI oscilador pode entrar em curto e as tensões em seus pinos ficam ausentes. indicando a boa continuidade da outra fase AC. as causas são: a. . c. valor entre 0. Estes capacitores quando altera seus valores provocam a ausência de tensão na saída da fonte. Uma dica: Os capacitores eletrolíticos de pequeno valor que estão ligados ao CI oscilador devem ser substituídos quando há defeito na fonte. fusível queimado. TENSÃO +B ALTA (AUSENTE) 1. chave liga-desliga defeituosa. retire o transistor do stand by e ligue a TV se funcionar significa que o defeito se encontra do circuito stand by. ligue-a para fazer este teste.3R a 10R este resistor está ligado a ponte retificadora – fazer o teste na escala X1. 280V a 300V no chaveador é motivo da falta de retificação na ponte retificadora. resistor de fio ou mesmo alguma solda fria. Ponte retificadora aberta – testar a ponte na escala X1. chave e o transdutor (pequeno transformador que faz o papel de filtro AC “Alternada Corrente”) estão bons. significa que nesta fase há algum rompimento como: trilha aberta. 2. esta tensão pode varia de TV para TV. Para saber se o defeito está no circuito stand by ou no processador (oscilador horizontal).

Teste os diodos que estão ligados neste circuito. Caso o CI processador esteja alimentado. TENSÃO AUSENTE NO COLETOR DO TRANSISTOR DRIVE 1. Meça as tensões nos pinos destes CI. na trilha que liga a base do transistor Drive. c. É aconselhável testar o transistor Drive fora da placa. Verifique se há 5V em um ou mais pinos do SYSCON. 5. verifique se há solda fria nos pinos deste CI. sendo que um deles é um FET. Se não houver tensão no coletor do transistor Drive. estes CIs reguladores são de três terminais. a. e. croma. No último caso substitua o SYSCOM. uma de 12V ou 5V e a outra mais alta. eles parecem transistores de média potencia. significa que o resistor de alimentação do transformador Drive pode está aberto . som etc. o pino que liga a base do transistor Drive é a saída do oscilador horizontal. CIRCUITO STAND BY Este circuito quando está inoperante faz com que a TV deixe de funcionar. isto porque ele é aterrado. 1. Testes os transistores fora da placa. b.Há tensão no coletor do transistor Drive? Sim . um dos pinos deste CI está ligado aos transistores do circuito STAND BY. Verifique se há solda fria ou trilha rompida. vídeo. dois de seus pinos devem apresentar tensões. d.siga o roteiro abaixo. 4. Teste também o transistor saída horizontal fora da placa. 6. Não encontrando tensão nos pinos do CI processador significa que há resistor aberto ou mesmo algum CI regulador de tensão de 12V ou 5V. 3. Um dos pinos deste CI não se encontra tensão. siga a trilha que liga a base do transistor drive até um dos pinos do processador. significa que há solda fria. no próprio transistor Drive e também na base e emissor do transistor saída horizontal. O FET é aconselhável substituir por outro da mesma referência. para verificar se há fuga entre coletor e emissor. Neste CI alguns dos seus pinos fazem parte do oscilador horizontal. Caso não haja tensão de 5V.). Este CI recebe uma tensão da fonte que é regulada para 5V e ele está próximo ao SYSCON 2. Verifique se há tensão nos pinos do CI oscilador (o CI oscilador horizontal é o mesmo CI processador onde se encontra o circuito oscilador vertical. Em algumas TVs este circuito e composto por dois ou mais transistores de pequena potencia. trilha rompida ou mesmo o CI regulador de 5V está aberto. Substitua o CI de 5V por outro da mesma referencia. Para você saber qual o pino de saída do oscilador horizontal.

sendo necessário a sua substituição. Transistor saída Horizontal 2. + + B B Fly-back CI oscilador Horizontal + B Transistor Drive Transformador Drive Resistor de alimentação do transistor Drive Você observa que a tensão sai da fonte passa pelo resistor de alimentação que alimenta o coletor do transistor Drive através da bobina do transformador Drive. Para saber se o transistor está em curto basta testa-lo no local na escala X10 do multímetro. 3. este cristal quando danifica também altera a freqüência do oscilador. isole a base do transistor Drive usando o sugador de solda ou retire um lado do resistor que está ligado em sua base. O lado do transformador Drive que liga a base do transistor saída horizontal é o secundário e ao medi-lo com o multímetro na escala X1 o multímetro registrará 0 Zero ohms.ou mesmo uma solda fria no próprio resistor bem como o transformador Drive aberto. Caso a tensão do coletor surgir. provoca a ausência de tensão em seu coletor. fazendo que o mesmo aqueça demasiadamente chegando até queima-lo. Ligue a TV e verifique se a tensão no coletor do transistor Drive apareceu. Teste o transformador Drive na escala X1. . o multímetro registrará uma resistência alta. ao testar o primário do transformador na escala de X1. Para saber se o problema da queda de tensão está no CI processador (oscilador horizontal). Quando o transistor Drive entra em curto. Uma dica: O CI oscilador horizontal quando altera sua freqüência. significa que o CI oscilador está danificado. 4. E aconselhável substitui-lo antes da troca do processador. O multímetro não detecta defeito no cristal. Nas TVs atuais existe um cristal ligado ao CI processador. satura a base do transistor Drive provocando a queda de tensão no resistor de alimentação. O primário do transformador Drive está ligado ao resistor de alimentação e ao coletor do transistor Drive. com variação entre 30R a 800R dependendo de cada marca e modelo de TV. Obs.

Faça o teste do diodo zener na escala X10. Coloque a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal.2mF a 47mF. se tiver outro em mãos substitua. ele está ligado na saída da fonte. 2. Coloque a ponta de prova preta no terra. Posicione a chave seletora do multímetro na escala X10. 1. 4. significa que o fly-back está defeituoso. . caso permaneça o apito. 2. substitua os capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte de pequenos valores. o Fly-back ou diodo zener de 120V. 1. Neste caso o apito está sendo produzido na fonte e ela não fornece a tensão de 115V. Para saber onde se encontra o defeito siga o roteiro abaixo. linha +B. Veja se o apito permanece. OUVE-SE UM APITO Este apito que se ouve na TV é proveniente do retorno de tensão +B podendo ser no circuito horizontal ou mesmo na fonte. 4. E quando o próprio fly-back aquece é porque ele está em curto e provoca o apito. Teste o diodo zener de 120V. desligue a TV. Ao colocar a ponta de prova preta no terra e a ponta de prova vermelha no coletor do transistor saída horizontal e o ponteiro do multímetro não deslocar até o zero. ligue a TV e faça e medida de tensão no coletor do transistor saída horizontal. 3. 3.Atenção: há casos que o oscilador deixa de funcionar deixando a tensão do coletor do transistor drive com o mesmo valor da tensão +B (120V). Retire o transistor saída horizontal e teste-o para saber se ele está em curto. e ligue a TV para saber se o defeito desapareceu. entre 2. 3. veja se o transistor saída horizontal está aquecendo ou mesmo o fly-back. Você vai nota que a tensão está abaixo de 115V ou tensão 0 (zero). mude a escala do multímetro para 250 DCV. 2. meça a tensão no coletor do transistor saída horizontal. deixando a TV inoperante. 1. 5. Ao ligar a TV sem o transistor saída horizontal e o apito sumir. solde o transistor saída horizontal em seu lugar e ligue a TV mais uma vez. enquanto que a TV está ligada produzindo o apito. Se o transistor de saída horizontal e o diodo zener estiverem bons. Teste o regulador de tensão. TV NÃO FUNCIONA. O ponteiro do multímetro foi até o zero? SIM – siga o roteiro a baixo. Quando o transistor saída horizontal aquece. O ponteiro chegando ao zero significa que o próprio transistor pode estar em curto. Desligue a TV. ligue a TV sem o diodo zener e sem o transistor saída horizontal.

 Bobina aberta – o multímetro não registra resistência. Teste a bobina defletora: • • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1. desligue a TV e verifique agora se há solda fria no conector da bobina defletora. O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R. Ligue a TV e meça a tensão no CI de saída vertical.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0. o qual se encontra no circuito vertical. lembre-se que a tensão encontrada na saída é em torno de 12V a 24V podendo variar de acordo com cada marca e modelo de TV. . 1.4. Confirmado o funcionamento da bobina. RISCO BRANCO NO CENTRO DA TELA Este é um sintoma bastante conhecido. 3. verifique as trilhas que ligam os pinos do CI saída vertical. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 Lembre-se que dois dos fios da bobina vão para o circuito saída vertical. Com a tensão presente no CI de saída vertical. Uma dica: Verifique os capacitores eletrolíticos na saída da fonte. 2. Há tensão no CI de saída vertical? Sim siga o roteiro abaixo. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. um deles pode estar danificado e provoca o apito. Se ainda o defeito permanecer substitua o CI oscilador da fonte.

o seu corpo servirá de polarizador estático para excitar o CI. observe se a linha branca no centro da tela movimenta para cima e para baixo. naturalmente o circuito oscilador que está no processador está danificado. Certificado de que a saída vertical está boa. você deve trabalhar no circuito oscilador. som. • LEMBRE-SE antes de fazer este teste é preciso ter a certeza que as trilhas. . para sabermos se o CI está danificado. vídeo. diodos. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI. trimpots. Uma maneira de descobrir os pinos que fazem parte do oscilador vertical sem o esquema é seguir as trilhas que estão ligadas aos pinos do CI de saída vertical. Teste resistores e diodos que estão ligados aos pinos do oscilador. significa que o resistor de alimentação está aberto. saída da fonte ou secundário do flyback está com problema. trilha rompida ou no ponto que é fornecida a tensão do vertical. FI de vídeo. Pode ocorrer que o CI de saída vertical rompa algum elemento interno e provoque este sintoma. Tensão ausente no CI de saída vertical Ao medir as tensões no CI de saída vertical e não for encontrada a tensão +B (12V a 24V). Com uma chave de fenda fina encoste-a nos pinos do CI um a um sem fazer curto um com outro. solda fria na trilha +B de alimentação do circuito vertical. que pode ser. pode ocorrer que a linha branca tende a si abrir. não há perigo de choque porque a tensão que há no CI é baixa”. • • • • Verifique se há algum pino do oscilador vertical com solda fria ou trilha rompida. Se for encontrado algum capacitor eletrolítico no circuito oscilador substitua-º Por ultimo substitua o CI processador. croma. resistores. Localize o CI saída vertical. bobina defletora e a alimentação do CI estão normais. Algum dos pinos do CI de saída vão ao processador através de resistor capacitor ou diodo.4. “a sua mão deverá estar no metal da chave. Isto ocorre quando o CI de saída vertical está bom sendo que o defeito encontra-se do oscilador vertical. Veja se há algum trimpot no circuito vertical e faça seus testes. O multímetro não registra este tipo de defeito no CI. faça o seguinte: • • • Ligue a TV. Ao encostar a chave de fenda nos pinos do CI e risco branco no centro da tela permanecer estático significa que o CI está danificado. O circuito oscilador vertical encontra-se no CI processador. sendo necessário sua substituição. o mesmo que está o oscilador horizontal.

Se o resistor estiver bom. • • • Ligue a TV e meça a tensão no catodo do diodo que sai da bobina do flyback. • Verifique se há solda fria nos terminais do diodo de 24V. este resistor está suspenso da placa. verifique se há solda fria no pino do flyback. 3. Se não tiver o esquema. pode ocorrer do resistor que está em série com o diodo de retificação da tensão de 24V está aberto. • Meça o resistor que está ligado ao diodo de retificação dos 24V. 2. 4. Se não encontrar tensão contínua no catodo do diodo. Usando o esquema da TV. siga a trilha de entrada de tensão do resistor ou use o esquema para saber se a tensão vem do flyback ou da fonte. .1. não encontrando tensão alternada. Siga o pino de tensão e veja qual é o resistor de alimentação e teste-o no local usando a escala do multímetro correspondente ao seu valor. trilha rompida e a ausência de tensão permanecer. A tensão saindo do flyback. siga os pinos do CI de saída um a um até encontrar ligado a trilha um resistor de potencia. veja qual o pino do CI que recebe a tensão mais alta. Se não houver solda fria. A tensão saindo da fonte. substituir o flyback. • Verifique se há trilha rompida. meça a tensão alternada no anodo do diodo. Quando a saída vertical é alimentada pela fonte de alimentação. • Verifique se há solda fria no terminal do transformador de pulsos que liga o diodo de 24V.

• Linha senoidal Bobina Defletora em curto. Há preenchimento da tela? SIM – siga o roteiro abaixo. No último caso substitua o CI de saída vertical. 10mF. porém vale ressaltar que componentes alterados também causam este sintoma. qualquer destes capacitores quando alteram provocam este sintoma. Ao medir a bobina na escala X1 o ponteiro desloca até o zero indicando que a bobina está em curto (defeituosa). Se você possuir o capacímetro faça o teste nestes capacitores. • Ligado aos pinos do CI de saída vertical encontra-se um ou mais capacitores eletrolíticos de baixos valores: 22mF. . Localize o trimpot de altura e gire-o para direita e para esquerda observando se a imagem preenche a tela.7mF etc. Faixa escura na parte superior e inferior Para corrigir este sintoma às vezes com um pequeno ajuste resolva o problema.Faixa escura na parte superior com linhas de retraços. Substituir a bobina por outra da mesma especificação. 4. caso contrário substitua um por um observando qual deles está com problema.

Localize todos os capacitores eletrolíticos de baixo valor (2. proceda da mesma maneira girando levemente o trimpot para direita e para esquerda. Caso a TV for dotada do ajuste de linearidade. Tela azul sem som sem imagem Sintoma causado mau funcionamento do circuito FI de Vídeo ou Sintonia. . Caso o ajuste não obedeça siga o roteiro abaixo: • • • • • Confira a tensão de alimentação do CI de saída vertical de acordo com a do esquema. este ajuste retoca a imagem na parte superior. impedindo que as pessoas fiquem com a cabeça esticada. Teste o trimpot de altura fora da placa obedecendo à escala do multímetro de acordo com o valor ôhmico do trimpot. Se tiver alterado substitua-o por outro do mesmo valor. Lubrifique também o trimpot do ajuste de linearidade e ressolde-o também.• • • • • • Use uma chave plástica para fazer o ajuste. observe se as legendas que aparecem na parte inferior das imagens fiquem legíveis e visíveis. Faça uma lubrificação no trimpot com óleo específico para componentes eletrônicos. Se o sintoma permanecer. provocará este sintoma. que estão ligados ao CI de saída vertical. Conforme a TV. estes capacitores podem chegar no máximo 4. • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. Se não tiver o esquema você deverá comparar com outro aparelho da mesma marca e modelo. O sintoma permanecendo substitua o CI de saída vertical. pois qualquer que um deles estiver alterado.2 mF a 47mF). Para garantir o serviço ressolde os terminais do trimpot. faça os testes dos resistores que estão ligados ao CI. Estas medidas devem ser feitas com os resistores fora da placa. O primeiro passo que deve tomar e verificar se o circuito de FI e Sintonia estão sendo alimentados. Caso a imagem preencher a tela. substitua-os por outros do mesmo valor de capacitância e tensão. faça o ajuste de maneira que a mesma não fique esticada.

Ligue a TV. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI processador que fazem parte no Circuito FI de Vídeo. A tensão de 33V tem uma variação de 01V a 33V em um dos pinos do VARICAP. deve agora medir a tensão de 33V. Um ou mais pinos do CI que fazem parte do circuito FI é do CAG. Coloque a ponta de prova vermelha no pino +B do seletor (VARICAP). O VARICAP ESTÁ ALIMENTADO? SIM siga o roteiro abaixo: Com a alimentação +B presente no VARICAP. neste caso é aconselhável ter o esquema em mão. pode ser que o mesmo esteja aberto. caso contrário siga a trilha que alimenta o CAG e teste o resistor que recebe alimentação. veja a função de seus pinos. Teste também os capacitores de cerâmicas que há neste circuito bem como algum resistor que liga o CI à terra. Uma observação é que nas TVs mais antigas quando falta tensão no circuito AGC a imagem fica com muito chuvisco e até mesmo sem imagem por completo. A média de tensão encontrada no VARICAP é em torno de 9V a 12V. faça uma comparação com alguns esquemas que você possui. Coloque a ponta de prova preta no terra. Um dos pinos do CAG deve ser alimentado. Esta tensão alimenta o circuito de sintonia dentro do VARICAP e é controlada por um circuito digital (CI Microprocessador SYSCON). veja também se há solda fria ou trilha rompida no circuito do CAG. . qualquer defeito neste circuito provoca este sintoma. Nos esquemas normalmente vêm suas especificações. • • • • Posicione a chave seletora do multímetro analógico na escala de 50 DCV. a ASSTP mostra um exemplo de um dos tipos de seletor conforme a primeira parte desta apostila. Coloque a ponta de prova preta no terra. Fazendo as medidas de tensões no seletor de canais (VARICAP).• • • • • Ligue a TV.

significa que a tensão de 33V está presente e o circuito e o SYSCON está trabalhando. AFT = Sintonia automatica de frequência . 12. podendo variar entre 6K a 12K dependo da marca e modelo da TV). você deve usar o esquema para localizar o resistor de alimentação do diodo ZENER (33V). O resistor pode está aberto (resistor de fio de 2W a 3W. • No pino VT encontra-se a tensão variável de 01V a 33V. Com o multímetro na escala 50DCV. Verifique se há solda fria. AGC= Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) . no multímetro digital na escala maior que 50. 10. 9. Se a TV que tem em mãos for do tipo que o VARICA tem a mesma configuração do exemplo que mostramos acima. • • • TV NÃO PEGA CANAIS ALTOS – 8. VT = tensão variável . Quando a tensão de VT aumenta e diminui ao fazer a sintonia. siga o roteiro abaixo.  Posicione o multímetro na escala de 50 DCV do multímetro analógico.  Coloque a ponta de prova vermelha no pino BH. BL = ou VL Faixa dos canais baixos . BU = Faixa de UHF.  Coloque a ponta de prova preta no terra. ou mesmo o diodo ZENER em curto. BH = ou VH Faixa dos canais altos . Veja também se há trilha rompida.FI = Saída do sinal de frequencia intermediaria de video . coloque a ponta de prova preta no terra e aponta de prova vermelha no pino VT e no controle remonto ou no botão frontal da TV faça a sintonia observando se o ponteiro do multímetro registra a alteração da tensão.  Vá mudando de canal observando se em algum instante a tensão aparece no pino BH ou VH. Não havendo a tensão de VT. ( unidade de alta frequência ) MB ou + B linha de tensão . 11.  Ligue a TV. .

3= SCL . só que o pino de referência do VARICAP é o BL ou VL.  Caso a TV for dotada de CI.Entrada de sinais do CLOCK. 6= CAG – Controle Automático de Ganho. Se aparecer a tensão ao mudar de canais. Lembramos que a falta da sintonia dos canais poder ser problema do VARICAP ou do SYSCON. 7. faça uma análise completa nas trilhas das chaves e também nas próprias chaves usando o multímetro. 2= DAS – Terminal de saída de dados canal alto. 3. em primeiro lugar dever verificar se há trilhas rompidas ou solda fria.Saída de sinal de FI. canal baixo e UHF. significa que o circuito chaveador de banda está bom. baixo ou UHF.Entrada de tensão +B. 4. 5= IF . Tanto o transistor ou CI fazem parte do circuito chaveador de banda. Se a TV possuir o transistor no lugar do CI. Pode acontecer que as mudanças de canais só ocorrem quando usa o controle remoto enquanto que nos controles frontais da TV estejam inoperantes. siga a trilha que está ligada a este pino. 4= VCC . 1 2 3 4 5 6 1= ENABLE – Terminal de saída de dados de comunicação com o SYSCON. substituir o transistor mesmo se o mesmo encontrar um mínimo de fuga. você deve substitui-lo. 5.  Siga o mesmo roteiro dos canais altos. No caso do circuito digital quando há problema na sintonia de canal alto. TV NÃO PEGA CANAIS BAIXOS – 2. .  Teste a trilha. 6. devendo ser substituído o VARICAP. retire este transistor e teste-o. VARICAP com sistema digital.  Verifique se há solda fria.  A trilha do BH vai a um transistor ou CI. É importante você ter em mãos um VARICAP e um SYSCON para tirar dúvidas com respeito a estes sintomas.  Se não for encontrada a tensão no pino BH.

( igual àqueles bips sonoros do seu telefone ou celular ). ( 5K ou mais ). por isso mesmo trabalha só com informação digital. pois o mesmo contato passa por várias ilhas formando uma informação digital. clock na realidade é um sincronizador de informações principalmente quando se trabalha com mais de um CI. existem as pistas de Carbono. ex: 01010 ). Abaixo desta membrana está uma placa de circuito impresso (PCI) com as conexões ao circuito integrado. a qual é necessária para que o CI reconheça. além das pistas normais de cobre. que apresenta uma certa condutibilidade elétrica. O CI vai ler a cada teclada esta informação e processar o comando necessário. Afinal. Trata-se de uma mistura de "Borracha sintética de ferrite". Nesta placa. ( uma palavra digital. Podemos ler a resistência ôhmica dos contatos de uma manta utilizando um multímetro na escala ôhmica de X1K se o multímetro for analógico ou na escala ôhmica de 20 K no digital e medir entre dois pontos (próximos) do contato da manta. Os controles remotos trabalham com o processo de modulação de tons. algo da ordem de algumas centenas de ohms e até alguns "K ohms". Para quem não sabe. os teclados numéricos desses dispositivos são constituídos por uma membrana de borracha conhecida por "Manta". . e esses tons é que interessam ao microprocessador de qualquer aparelho controlado por controles remoto e não a freqüência de clock.CONTROLE REMOTO Por uma questão de praticidade e principalmente "custo". o qual é responsável pelo transporte de dados para dentro e fora do CI. (um composto condutor) que atuam como contatos a serem fechados ( unidos pela resistência da manta) pela tecla pressionada. O CI possui um clock interno que geralmente é de aproximadamente 455Khz. deve entender então que a manta esta com sua vida útil no fim. O processo de leitura que o CI faz nós chamamos de matriz. o CI é de tecnologia digital. Lembrando que uma resistência medida de alguns "K ohms".

por isso é melhor trocar o cristal a cada controle que entrar para manutenção e o cliente avisar que parou depois de uma queda.gerando erros de interpretação ou até o bloqueio do CI . 6. inibe o sistema. isto é sincronizado. é bom vê-lo também. 3) Um terceiro problema que poderá ocorrer é o da perda de contato entre as pistas de carbono e as pistas de cobre da placa seja pelo envelhecimento ou trincas na placa. nas áreas de pressão das teclas. 2) Por outro lado à placa de circuito impresso. led IR ). aí a solução é pegar o multímetro digital e colocar na escala de continuidade ( aquela que apita quando a resistência for muito próxima de zero) e ir a cata da pista interrompida.1) Nesse conjunto ( transistor.que por reconhecer várias teclas pressionadas simultaneamente. no caso do controle remoto assegura que controle remoto e microprocessador do aparelho controlado operem ao mesmo tempo. 4) Pode ocorrer pistas interrompidas devido a mau uso ou ainda a queda acidental do controle remoto. existe geralmente um resistor de baixo valor em torno de 1 ohms. .e com isto a resistência normal de algumas centenas de ohms passa para valores maiores que poderão não mais ser identificados pelo CI. vão se contaminando com o composto da manta e passam a oferecer fuga (resistividade) mesmo sem a pressão da tecla . Problemas mais comum em controles remotos Contato de borracha de ferrite Ilhas de cobre e carbono 1) Com o passar do tempo dois processos ocorrem simultaneamente . é bom dar uma olhada neste componente também. 6) Todo controle remoto possui um transistor driver em conjunto com o emissor de infravermelho ( led incolor ).Assim fica garantido que todos os CI vão trabalhar ao mesmo tempo.a manta de borracha condutora vai se tornando mais rígida e recoberta por depósitos de impurezas que vão elevando a sua resistividade . 5) Devido à queda acidental do controle pode acontecer danos no cristal ( ressonador cerâmico ).

8) Capacitores eletrolíticos costumam secar. Procedimentos para manutenção em controles remotos Importante: A maioria dos controles remotos trabalham com 3 Volts. porque eles costumam apresentar problemas internos e ocasionar um defeito que chamamos de intermitente. ora não. é bom medi-los e trocá-los quando necessário. ( placa de circuito integrado ). acho melhor começar a pensar em adquirir ferramentas e treinamento para essa tecnologia que não é tão nova assim. ora dá. vazamento de pilhas dentro do controle remoto. 10) Diodos que estiver ligados ao circuito matriz. e seria bom que tivesse em mãos um suporte de 2 pilhas com fios preto e vermelho. para poder dar manutenção com o controle remoto aberto. e vale também para oxidação ( ferrugem ). 13) Existe no PCI. ( medir com aparelho capacímetro digital ). 12) Atenção ao suporte de pilhas que. também seria bom dar uma boa olhada neles. o suporte que sustenta as molinhas ou mesmo os contatos das pilhas. onde os seus contatos são de carbono e suas conexões são através de ilhas.7) Existe controle remoto com tecnologia SMD. vão se degradando e não oferecem mais um bom contato para as pilhas. . ( componentes montados na superfície da placa e do lado cobreado ). pequenos buracos onde costuma aparecer muitos mau contatos é bom verificar. ( ligações entre pistas ). de tanto o cliente ficar trocando as pilhas ou mesmo queda acidental do controle remoto. pois ocasionam pequenas fugas e paralisa o CI. alguns jumpers. 9) Capacitores que vão ligados ao terra ( negativo ). 11) Muito cuidado com resistores de alto valor em placas de circuito impresso. Suporte de ( 2 pilhas ) usado em radio portátil. devem ser checados com cuidados.

“ sempre “ só traz o controle remoto quebrado na mão até a oficina e nunca traz o aparelho junto para você. O transistor BC 548 é de uso geral podendo ser substituído facilmente. O resistor é de 470 omhs de ¼ de watts. Montar em uma placa de circuito impresso. O LED receptor ( BP 109 ). não é crítico. O LED é comum e de cor vermelha. Lembre-se de que o cliente. pode ser substituído por qualquer um que tenha no mercado. Montagem de um receptor de controles remotos Monte um aparelho simples para a manutenção em controle remoto como o da figura abaixo e de fácil construção.Use um receptor universal em sua bancada para realizar testes e ajustes nos controles remotos em manutenção. porém com baixo som. Diagrama elétrico ( esquema ) de um receptor para testes em controle remoto. . A bateria usada é de 9 volts comum. Outra versão de receptor de controle remoto muito usado utiliza um falante no lugar do LED. A bateria pode ser substituída por uma fonte externa de 9 volts por 500 mA.

Importante: Aconselho ter na bancada um aparelho de testes de controle remoto com um led pelo menos para se ter um retorno visual do que estamos fazendo e se o controle esta emitindo. Procure sempre se aperfeiçoar em qualquer área em que esteja atuando. aconselho que você tenha em mãos um cotonete com um bombril enrolado nas pontas para fazer a vez da manta e verificar se aciona na placa de circuito impresso os pontos de contatos enquanto estiver em manutenção.O receptor não possui bom alcance. temos o diagrama elétrico ( esquema ). . mas funciona perfeitamente para a manutenção de qualquer controle remoto Lembre-se sempre que ferramenta é algo indispensável para qualquer manutenção e nunca é demais. Diagrama elétrico de um controle remoto Abaixo. Para evitar também o abre e fecha do controle. de um controle remoto do aparelho de televisão da marca Samsung modelo CN – 5052 – Z nacional.

mas se pensar-mos bem os controles remoto são ópticos e pode falsear o resultado. faça uma medida antes e depois da limpeza e perceba a diferença! Pode e deve se lavar tanto a manta quanto a parte plástica do controle remoto. Se você dispuser de um ohmimetro. Existem no mercado alguns contatos adesivos a venda para solucionar temporariamente o problema. logo é melhor ter em mãos um controle remoto velho na bancada de serviços com o intuito de se testar o cristal. aconselho usar os dois métodos. Importante: ( centenas de ohms contatos da manta bom ). acima de 4k ou mais contatos da manta ruim ). Com relação à placa de circuito impresso . ( alguns K ohms. Importante: Existe um jeito de se contornar isso fazendo o seguinte procedimento: Pegar contatos de outros controles remotos velhos ou mesmo de contatos de calculadoras e até de contatos de teclados de computadores. Muito cuidado com as mantas elas soltam um óleo que serve para manter os contatos por mais tempo e para que não ressequem. porque o usuário do controle. porem. Porque controle remoto que entram para manutenção costumam ter pelo menos as teclas de ( liga / desliga. volume e canal ruins ). é muito mais técnico o trabalho e agradável. recorte os contatos que estejam ruim do controle remoto em manutenção com um estilete de escritório comum e recorte de outro controle velho os contatos bons é claro e logo após cole-os no controle remoto em manutenção com super-bonder deixando secar por alguns minutos antes de testá-los e fechá-lo. Retire-a. ( escala x1K ou 20K ). e pelo lado dos contatos (lado inverso das teclas . .vide foto) passe um algodão com álcool (isopropilico) retirando uma fina camada de borracha que pode estar impermeabilizada. porque os controles remoto trabalham por modulação de tons).uma limpeza é mais simples e pode ser executada da seguinte forma: desmonte com bastante cuidado o aparelho até liberar a manta. é melhor fazer a troca da manta. a manta libera gradualmente um óleo que acaba a festa destes contatos adesivos. que normalmente se encaixa somente por pinos guias. ( ainda bem ). somente usa o controle e ainda não toma os devidos cuidados inclusive com a higiene ( mão suja ). Seria melhor então colá-los não só com a cola própria. Importante: como a maioria dos controles remotos opera na freqüência de 455 Khz. (a freqüência de clock do cristal não é tão importante.Alguns técnicos utilizam um radio AM fora de sintonia para poderem ouvir os tons do controle remoto em teste. então vale a penas trocar estes contatos se necessário. antes de trocá-lo assim de imediato. não acha!!! Com relação à manta de borracha . Quando os contatos da manta já não estão bons. Medições feitas com multímetro analógico ou digital.os cuidados na limpeza devem ser maiores para não se agravar mais ainda o problema. o problema é apenas o custo da mesma e que ainda estão um pouco longe do bolso do cliente e até do nosso. mas também com um pouco de super-bonder.

o led emissor de IR (infra-red) ou o seu driver (normalmente um BC337 ou BC327) podem estar queimados. Escala ôhmica x1 analógico ou escala de diodos no digital. Nestes casos só um técnico habilitado poderá verificar o problema. podemos dizer que o circuito de matriz consiste em uma etapa dos controles remotos onde o CI comanda através de um pulso que chamamos de "scan". . Considerações finais sobre controle remoto. Aprofundando um pouco mais os conhecimentos em circuitos eletrônicos. ( VOCÊ NUNCA VAI VÊ-LO ACENDER!! ). e assim não condenaremos o CI tão facilmente. Remonte cuidadosamente o conjunto. O controle remoto opera com um único CI e um elemento ressonador (cerâmico) para o clock verifique sua perfeita conexão ao circuito. Em casos mais raros. ( que é ou será você ). o qual é responsável pela leitura de qual tecla foi pressionada. observando para que nenhum cabo (flat cable) ou fio tenha se interrompido. por isso o técnico reparador deve se informar cada vez mais. logo se ligarmos um osciloscópio nesta linha poderemos visualizar este pulso. esta na faixa de freqüência do infravermelho. quando medido com um multímetro ( analógico ou digital ). Logo também poderemos visualizar com o osciloscópio medindo em cima do cristal se o CI esta gerando clock ou mesmo se o cristal esta oscilando todo o conjunto. Proceda também a uma limpeza dos contados das pilhas. O controle remoto invadiu os lares das pessoas para nunca mais sair. ATENÇÃO: a luz emitida por este Led não é visível. ( conduz de um lado e não do outro ).umedecido com água e álcool. já existe outros tipos de controles remotos de alta tecnologia no mercado e que tanto os controles simples como os de alta tecnologias virão para manutenção e gerando mais uma forma de se ganhar o tão suado pão de cada dia. Evite esforços mais profundos para não destruir as pistas de carbono. porem sua medição será igual à de um diodo comum. pois.Utilizando um papel absorvente . deslize suavemente sobre as áreas de contato. Elimine os fiapos e com um soprador térmico (pode ser um secador de cabelos) aplique um aquecimento (moderado!) na placa para eliminar toda umidade.

Itens a serem Abordados: • Termos utilizados • Princípios do LCD • Estrutura do painel LCD • Driving Circuit Unit • O que é S-LCD? • • • • Comparativo CRTxLCD Princípios do 3LCD Tecnologia DLP Comparativo 3LCDxDLP Termos utilizados .TV LCD Introdução à Tecnologia LCD Objetivos: Prover conhecimentos sobre os princípios de funcionamento da tecnologia LCD assim como seus principais features.

Resolução do Display: É o número de pontos ou pixels alinhados no painel.1/30 sec.) Branco Todo Preto • Tempo de resposta (# = tempo em ms) Quanto menor o #. mais viva é a reprodução de imagem .024*RGB*768 WXGA =1366*RGB*768 Todo Preto Todo Tempo de resposta (ms.3 ms. Quanto maior o #. mais detalhada é a reprodução de imagem # Indica o número de pontos horizontais e verticais VGA = 640*RGB*480 SVGA = 800*RGB*600 XGA =1. você irá notar a tela borrada ao decorrer das imagens 1366 pixels 768 pixels 1pixel contém 3 sub pixels • Contraste É a relação entre Preto e Branco Quanto maior o #. mais rápido é o tempo de resposta. O sinal de Painel A possui maior Contraste que o Painel B vídeo do DVD é composto de 30 quadros/sec.=33.3 ms Se o tempo de resposta é maior de 33. .

216 cores 1cd/m2 Painel A max. este item indica quando o display está todo branco . branco (500) max.777.Número de steps Termos utilizados Cromaticidade É o número de steps entre as cores Quanto maior o #.536 cores 32bbpp=16. branco preto (1000) (1) Painel B max. mais detalhada é a reprodução da imagem bpp (bit por pixel) Tipicamente 8bpp=256 cores 16bpp=65. max. maior o brilho do display 1cd/m2 = aproximadamente o brilho de 1 vela Na especificação. preto (5) Contraste: 1000:1 Contraste: 100:1 • Brilho É a quantidade de luz visível partindo de um ponto do display Unidade de brilho = cd/m2 Quanto maior o #.

Marca A
Mesmo Número Ângulo de
Ângulo de visão: 170 graus visão:

Marca B
• Ângulo de Visão
170 graus

Contraste Máximo

Contraste 10:1

É o ângulo onde a relação de contraste chega a 10:1 Indicada em graus. Pode ser medida na vertical (superior e inferior) e na horizontal (direita e esquerda) Por exemplo: L/R/U/D = 170 graus

Ângulo de visão

Ângulo de visão

-90 +/-45 graus

+90

-90 +/-45 graus

+90

1㎡

Tenha sempre em mente ……..
# a especificação pode gerar confusões, devido a:

170°

# pode ser fabricado e

Contrast: 800:1

manipulado de diversas formas. O padrão utilizado pela Sony é concreto #; não existem outras formas de medição

Princípios do LCD
O LCD é uma tecnologia transmissiva. O display trabalha variando quantidades de luminosidade branca (Backlight) de intensidade fixa através de um filtro ativo. Os elementos vermelhos, verdes e azuis de um pixel são conseguidos após a luz branca ser filtrada. A maioria dos cristais líquido são compostos orgânicos onde, em seu estado natural, arranjam-se em uma forma não alinhada.

É possível controlar precisamente o alinhamento destas moléculas depositando o cristal líquido ao longo de uma superfície finamente sulcada. O alinhamento das moléculas segue os sulcos, caso os sulcos estiverem exatamente paralelos, então o alinhamento das moléculas se torna também exatamente paralelo.

Três itens são requeridos para um display LCD funcionar: • Fonte de luz (backlight) • Polarização da fonte de luz • Cristais líquidos para manipular a polarização da luz O princípio dos displays de LCD é baseado nas propriedades de polarizar os filtros e a luz próprios. As ondas de luz naturais são orientadas em ângulos aleatórios. As linhas do polarizador agem como uma rede, obstruindo todas as ondas de luz aparte daquelas paralelamente orientadas às linhas. Um segundo filtro polarizador com

linhas perpendiculares (em 90 graus) ao primeiro conseqüentemente obstruiria totalmente a luz já polarizada. A luz passaria somente através do segundo polarizador se suas linhas estivessem exatamente paralelas com as primeiras, ou se a própria luz fosse girada para combinar o segundo polarizador. Um display de cristal líquido do tipo twisted nematic (TN) consiste em dois filtros polarizadores com suas linhas perpendicularmente arranjadas (em 90 graus), que, como descrito acima, obstruiriam completamente toda a luz que tentar passar. Porém entre estes polarizadores estão os cristais líquidos girados. Conseqüentemente a luz é polarizada pelo primeiro filtro, girada em 90 graus pelos cristais líquidos, permitindo finalmente que passe completamente através do segundo filtro polarizador. Entretanto, quando uma tensão elétrica é aplicada através do cristal líquido, as moléculas se realinham verticalmente, permitindo que a luz passe sem distorção mas sendo obstruída pelo segundo polarizador. Conseqüentemente, nenhuma tensão significa a passagem completa de luz, enquanto que tensão aplicada significa nenhuma luz emergindo no extremo oposto.
(Thin Film Transistor Liquid Crystal Display)

TFT- LCD

Muitas companhias adotaram a tecnologia do transistor de película fina (TFT) para melhorar a qualidade de imagens coloridas. Em uma tela de TFT, conhecida também

como matriz ativa, uma matriz extra de transistores é conectada ao painel do LCD - um transistor para cada cor (RGB) para =Fonte de Luz cada pixel. Estes transistores controlam os pixels, eliminando em parte os problemas de = Cores formação da imagem e da velocidade lenta de resposta que afeta os LCDs non-TFT. Os elementos de cristal líquido de cada pixel são arranjados de modo que em seu estado normal (com nenhuma tensão aplicada) a luz proveniente do filtro passivo seja polarizada “incorretamente” e assim obstruída. Porém quando uma tensão for aplicada através dos elementos de cristal líquido, estes giram até 90 graus em proporção à tensão, mudando sua polarização e deixando a luz passar completamente. Os transistores controlam o grau do giro do cristal líquido e a intensidade dos elementos vermelhos, verdes e azuis de cada pixel que dá forma à imagem no display.

Backlight Polarizador & Cristal Líquido Filtro de Cor

Criação de Cor

Off State

On State

O alinhamento das moléculas de Cristal Líquido controla a passagem de luz por cor

Painel de Vidro

= Proteção
Ambos eletrodos no mesmo substrato

Imagem Final

Filtro de Cor

R sub pixel

G sub pixel

1pixel contém 3 sub pixels

In-Plane Switching (IPS) Em uma exposição padrão do TFT quando uma extremidade do cristal é fixa e uma tensão é aplicada, o cristal distorce-se, mudando o ângulo de

polarização da luz transmitida. Um ponto negativo da tecnologia básica do TN é que o alinhamento das moléculas do cristal líquido altera o posicionamento das moléculas que estão fora do eletrodo. Com o IPS, os cristais são preferencialmente horizontais do que verticais, e o campo elétrico é aplicado entre cada extremidade do cristal. Isto melhora os ângulos de visão consideravelmente, mas significa que são necessários dois transistores para cada pixel.
On State

REMOÇÃO DO PEDESTAL MONTADO
a) Retirar os três parafusos demarcados em vermelho

b) Retirar os quatro parafusos demarcados em vermelho

REMOÇÃO DO GABINETE TRASEIRO MONTADO
Retirar os onze parafusos demarcados em vermelho

Obs: Ao retirar o gabinete traseiro, tome cuidado com o teclado.

REMOÇÃO DO SUPORTE VESA MONTADO
Retirar os dois parafusos superiores do suporte e retirar o mesmo.

REMOÇÕES DO SUPORTE LATERAL E A BRINDAGEM SUPERIOR S1

REMOÇÃO DOS CONECTORES DAS PLACAS P, TU e B

REMOÇÃO DO CONECTOR DA PLACA H3 REMOÇÃO DO PAINEL LCD REMOÇÃO DO PAINEL LCD .

REMOÇÃO DO PAINEL LCD Placa Inversora .

Placa Lógica DICAS E REPARO DA TV LCD .

localizado no painel frontal do aparelho. Fonte de Alimentação 1) Televisor não liga: • A primeira verificação que deve ser feito é verificar se o LED vermelho.1. está acionado. Confirmar a tensão de Standby 5V no conector CN6203 – pino 1 (PCI G2). .

Se ela estiver muito acima ou abaixo deste range. há um problema na carga do secundário do transformador T6300. deve-se desligar o aparelho e desconectar o conector CN6203. Alimente a fonte de standby com uma tensão AC e verifique os itens descritos anteriormente. Para isto. que está ligado na placa A3U.1V no pino 2 do IC6300. • Confirmar a tensão de 16. Esta tensão deve permanecer constante. devemos aterrar o resistor R6306 ou curto circuitar os pinos 3 e 4 do foto-acoplador PH6300. algum curto ou consumo excessivo na linha de StandBy 5V. Caso não existir tensão no pino 5. Caso ocorra um problema de sobre-tensão proveniente de algum defeito na linha de feedback. • Confirmar a freqüência dos pinos 7 e 8 do IC6300 em relação a GND – pino 3. então existe algum problema em alguma linha do secundário ou na linha de feedback.1V. On State • Confirmar a tensão de 1. Pode-se trabalhar com a fonte de standby separado do aparelho. a tensão no pino 4 irá aumentar. o IC6300 deverá diminuir a sua freqüência de trabalho para 4 KHz e a tensão no secundário do transformador T6300 (STANDBY 5V) será de 2. Para isolar o fotoacoplador. Esta tensão está diretamente relacionada com a tensão de saída de 5V. Isto é.1V no pino 4 do IC6300.a) Televisor não possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 170V (em 110V) ou 308V (em 220V) no pino 5 do IC6300. . Se o foto-acoplador PH6300 estiver com problemas. se a linha de feedback estiver aberto. b) Televisor possui tensão de standby 5V: • Confirmar a tensão de 5V através do CN1003 – pino 9 (PCI B).8 volts. o IC6300 não irá controlar corretamente a tensão de StandBy. este pino deve ter aproximadamente 1. Se as tensões estiverem normais. Esta freqüência deve estar em aproximadamente de 100 a120KHz. Caso ocorra um curto-circuito na linha de 5V. a freqüência irá aumentar muito. Em operação normal. Esta tensão é necessária para a partida do IC6300. o IC6300 não deve estar controlando a freqüência de trabalho do transformador T6300. Inclusive. Fazendo isso. verificar o fusível F6000. Se a tensão aumentar e o aparelho desligar imediatamente. a tensão no pino 4 irá diminuir. a ponte retificadora D6300 e o termistor TH6300.

a tensão no CN1007 .3V para 0V.pino92.pino2 cai de 3. • Confirmar se ao ligar o televisor através da tecla POWER.Confirmar a tensão de 3.3V através do FL1001. . • Confirmar a tensão de 3.3V (reset) através do IC1001 .15MHz (Clock do sistema). • Confirmar a forma de onda do XTAL1001 de 16.

Power On: • Confirmar se o nível DC “POWER1” é liberado pelo IC1001 .5 no CN6202. medir através do JL1072. 33V.5V através do CN6200 e a tensão regulada de 17.pino7. Após o oscilador .9V no CN6203 . • Confirmar o nível DC de 2. 10.pino3. • Confirmar as tensões não reguladas de 15V.

5V.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V.5V.2.2V) no conector CN9401 – pinos 41. • Confimar se o sinal de POWER 1 (Power ON) foi para 2. 17.2V – VC1. o não reguladas 10. 15V . existem 5 proteções no chassi WAX – linha BRAVIA: . Confirmando operação da fonte de alimentação principal primária • Confirmar a tensão de Standby 5V.2V é produzida a partir da tensão de Standby 5V. Esta tensão de 16. Fonte de Alimentação). indica que o microprocessador recebeu o comando de acionamento e está funcionando corretamente. • Ao ligar o aparelho. indica que existe algum problema no microprocessador. 2.5V. o microprocessador libera os sinais de Power2. Confirmando operação da fonte de alimentação principal secundária • Confirmar a tensão de Standby 5V. o Se o Led Verde não acender após pressionar o botão POWER. Proteções Conforme o item 13 da apostila de Treinamento Técnico 01/06.5V. 15V e 17. o não reguladas 10. 1.Item 5.1. Esta etapa faz-se necessária. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. • Confirmar as tensões de saída: D5V.5V e 33V. • Confirmar se existe tensão retificada após a ponte retificadora D6000.9V no conector CN6203 – pino 3. pois o IC6300 deve ser alimentado com uma tensão de 16. • Verificar PS8501 (D5V) e PS8551 (Painel). • Confirmar a existência das tensões da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. 43 e 44. Esta etapa faz-se necessária. Power3 e Power4 para liberarem as tensões dos reguladores secundários (conforme explicação contida na apostila de Treinamento Técnico 01/06 . Power 3 e Power 4 vão à nível alto (3. o Led Verde acende? o Se o Led Verde acender após pressionar o botão POWER. 1.5V. A9V.da fonte de alimentação funcionar e aparecerem as tensões nos conectores CN6200 e CN6202. • Confimar todas as tensões provenientes da fonte de alimentação principal primária: o regulada 17. Esta tensão de 16.2V – VC1. PANEL 5V. • Confirmar os sinais de Power 2.

• Confirmar a tensão regulada de 17.2.A_9V • Confirmar através do IC1001/pino 45 (JL1054) se existe tensão de 3. .2V – DCALERT2. DC ALERT 1. • Confirmar a tensão de 5V através do IC8552/pino2 (Placa A3U) 2.5V através do CN6200/pinos1 a 5.1V – DCALERT1. DC ALERT 2 . a) Televisor não possui tensão de 3.1V (Proteção de DCALERT1 acionada).2.1.PANEL_5V • Confirmar através do IC1001/pino 44 (JL1055) se existe tensão de 3.

5V através do CN8601/pinos 9 ou 10 (Placa A3U).2V (Proteção de DCALERT2 acionada).AU_15V .IC8653. • Confirmar a alimentação A9V através do CN9405/pino4 (Placa A3U).a) Televisor não possui tensão de 3. DC ALERT 3 . • Confirmar a tensão regulada de 10. b) Caso não tiver alimentação de A9V: • Verificar o regulador de 9V . 2.3.

2V – DCALERT3. • Caso não encontrar a tensão de 15. a) Televisor não possui tensão de 3. que não deve estar oscilando. verificar a fonte de alimentação.• Confirmar através do IC1001/pino51 (JL1057) se existe tensão de 3.2V (Proteção de DCALERT3 acionada).7V. • Confirmar através do CN8601/pinos 13 ou 14 se existe tensão de 15.7V (AU15V). .

4.1V BackLight. .2. Back Light • Confirmar através do CN8603/pino5 se existe tensão de 3.

localizado na placa B. o microprocessador recebe uma amostra desta tensão no pino 121 do microprocessador e aciona a proteção. Tensão Anormal na Fonte de Alimentação .6.1V.8V (Placa A3U). Se esta tensão diminuir (abaixo de 10V) ou aumentar (acima de 23V). • Confirmar a tensão regulada de 17.5V no pino 1 do conector CN1003. b) Televisor possui tensão de 3.3V (Placa A3U) – PAINEL DET. . Tensão anormal nos Alto-Falantes • Confirmar através do R7813 ou do coletor do Q7744 se existe a tensão de 2. o conjunto do painel LCD pode estar com defeito.5. • Confirmar através do CN8603/pino4 se existe a tensão de 2. • Confirmar através do CN6203/pino4 se existe a queda de tensão da linha Acc OF Det (0V).1V. Se não existir o sinal de Panel_Det. 2. 2.a) Televisor não possui tensão de 3.

• Confirmar se existe nível DC na saída de áudio 2.8V. . que monitora a temperatura interna do aparelho. Este sensor composto pelo IC1007. Quando esta proteção é acionada. Temperatura Interna Alta Existe um sensor na placa B.a) Televisor não possui tensão de 2. o aparelho desliga e o LED pisca 7 vezes.7. que se comunica com o microprocessador através das linhas de comunicação de Data e Clock (pinos 1 e 2 do IC1007).

Por isso. vamos abordar sobre como determinar se o defeito está no painel LCD e a troca do mesmo. Neste material.Placa Inversora do Backlight Placa lógica do LCD No momento do reparo. microprocessador. 4) Alimentação na placa lógica (PANEL 5V). pois fazem parte do conjunto do painel LCD. temos que ter uma prioridade: determinar se o defeito encontra-se no painel LCD ou nas outras placas do aparelho (fonte. . Este material irá discutir os sintomas e métodos de verificação para verificar se o defeito encontra-se no painel LCD. 2) Alimentação na placa inversora (17. etc. placa inversora de Backlight ou na placa lógica do LCD. Painel LCD Para verificarmos se o painel LCD está funcionando corretamente. KLV-S23A10T. apenas tensões e sinais serão necesssários para confirmar se estes componentes estão com defeito. 2.5V). devemos verificar alguns pontos: 1) Saída do Inversor que alimenta as lâmpadas de backlight. O método de análise é o mesmo para todos os modelos do chassi WAX (KLV-S19A10T. Backlight e Dimmer). 5) Dados nas entradas de vídeo/sincronismo da placa lógica. Tanto a placa inversora quanto a placa lógica do LCD não pode ser substituída. 3) Sinais de controle da placa inversora (Panel Detect. KLV-S26A10T e KLV-S32A10T).).

a lâmpada está com defeito.3. indica que a placa inversora não está funcionando. Quando a placa inversora alimenta algumas lâmpadas e aparece sinal de vídeo na tela.2A e o aparelho desligar em seguida. o mesmo desliga e entra em modo de proteção.38A. Verifique as tensões no conector CN6202 que alimenta a placa inversora: 1) Alimentações de 17.2. 2) Sinal de Backlight de 3.1V no conector CN8603. não indica a operação correta das lâmpadas.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. Este consumo indica apenas que os inversores estão funcionando. 3. mas logo após o aparelho ligar.38A (Backlight acesso. permanecendo em 0. a corrente pula para 1. localizado na placa A3U. localizado na placa da fonte G2. conforme item 3.3. A causa mais comum para este sintoma é defeito em uma ou mais lâmpadas ou um drive de saída inversora com defeito. verificar: 1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. Isto indica que a placa inversora está funcionando e alguma coisa está desligando.1.2A. Esta é uma rápida indicação que o backlight está funcionando. Se o consumo de corrente não chegar aos 1. devemos verificar: . indica que a placa lógica está funcionando e que há algum defeito na placa inversora ou em alguma lâmpada. Placa Inversora não Liga Verificamos um consumo de corrente muito baixo ao ligar o aparelho e o mesmo desliga. 2) Depois de 5 segundos (aproximadamente). (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). Imagem em modo padrão. 3. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Para isto. Ajuste de Backlight normal). Placa Inversora de Backlight A primeira análise que devemos realizar para descobrir um possível defeito na placa inversora é o consumo de corrente AC quando o aparelho é ligado: 1) Corrente Inicial do aparelho é de 0. áudio e vídeo são detectados e logo depois o aparelho desliga. 3. Detectando defeito na placa Inversora Ao ligar o aparelho. Devemos então. Placa Inversora Liga e logo depois Desliga Verificamos que o consumo de corrente está normal. Se a amplitude estiver muito baixa. Porém. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído.

conforme item 3. localizado na placa A3U. localizado na placa da fonte G2. a lâmpada está com defeito. 2) Sinal de Backlight de 3.5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202. localizado na placa A3U. o mesmo apresenta alguma linha (horizontal ou vertical) defeituosa. Se a linha de comunicação estiver OK. verifique a linha de “Panel Detect”. Para isto. a placa inversora pode estar com problema ou existe algum problema na alimentação da placa inversora.Pinos 194 a 203 do IC5000 – processador de vídeo que pode estar com mau-contato. Se não existir tensão de Backlight. verifique se o transistor Q8601 está cortado. o aparelho desliga. . devemos verificar: 1) Alimentações de 17.1) Uma ou mais lâmpadas de backlight está com defeito. Em seguida. mas não existe sinal de vídeo. 3. 2) Para confirmar que a placa inversora está detectando defeito na lâmpada.1V no conector CN8603 – pino 5. (Verificar item “Entradas e Saídas do Inversor de Backlight”). 4.4.1V). localizado no coletor do transistor Q8616. Se estiverem OK. Conseqüentemente o painel completo deve ser substituído. Se a amplitude estiver muito baixa. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. verifique se os conectores estão soltos. Neste caso. Placa Inversora sem funcionamento Ao ligar o aparelho detecta o áudio momentaneamente.5V. o defeito provavelmente está no painel LCD. a placa inversora está com problemas e o painel completo deve ser substituído. verifique a comunicação de dados entre o microprocessador e o processador de vídeo: . Se faltar alimentação de 17. verifique a placa da fonte G2 (Verificar “Troubleshooting – KLV-S26A10T – parte da fonte de alimentação”). Se ambas as alimentações estiverem corretas. Verifique a amplitude da forma de onda de saída do inversor em cada um dos conectores de saída. Painel LCD com defeito Se ao ligarmos o aparelho.

A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída. devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. A maneira mais rápida para medir estas saídas é colocar a ponta de prova perto dos conectores de saída.5. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: . devemos verificar: 1) Confirmar as saídas da placa inversora de backlight A saída da placa inversora é de aproximadamente 1100Vrms. conforme figura abaixo: a) Devemos encontrar a forma de onda abaixo: 5. Entradas e Saídas do Inversor de Backlight Se o aparelho desligar por algum defeito.

b) Verificar os sinais de controle da placa inversora: i. localizado na placa A3U.3V no conector CN8603 – pino 4. loacalizado na placa A3U e se o microprocessador está liberando sinal de Backlight (3. Este sinal vai a zero quando existir alguma falha no circuito inversor ou em uma ou mais lâmpadas. Se realmente a amplitude estiver muito baixa. localizado na placa da fonte G2. Panel Detect – Em operação normal possui 2. 2) Confirmar os sinais de controle da placa inversora de backlight Se todas as formas de ondas que devemos medir de acordo com o item anterior estiverem faltando. Backlight – Em operação normal possui 3. a placa inversora deve estar com problema. Se não existir tensão de Backlight.b) Se verificarmos a forma de onda abaixo. ii. o circuito inversor pode estar com defeito ou um ou mais sinais de controle pode estar faltando. Se for encontrado este sintoma. favor mover a ponta de prova pois dependendo da posição em que a ponta de prova estiver.1V). a) Verificar as alimentações de 17. iii. Dimmer – 1V a 5V dependendo da imagem. localizado na placa A3U. 6. Este sinal controla o nível de luminância do backlight. Placa Lógica do LCD Um defeito na placa lógica irá afetar a imagem e/ou o sincronismo do painel LCD. verifique se o transistor Q8601 está cortado.1V no conector CN8603 – pino 5. será detectado determinada amplitude. devemos verificar: .5V nos pinos 1 a 5 do conector CN6202.

localizado na placa A3U. 6. RA+. o mesmo apresentar áudio. Favor verificar: . 11. 5. RC-. porém com tela branca/sem sinal o sintoma provavelmente é a falta da linha de alimentação PANEL_5V. O aparelho funcionará normalmente.Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5.1) Tensão PANEL 5V: Confirmar tensão de 5. 9. 2) Sinais de Vídeo/Sincronismo: Utilizando um gerador de sinais.e RD+).1. Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. mas com tela branca/sem sinal Se ao ligarmos o aparelho. 7. Sem vídeo. RD. mas não aparecerá imagem. mas estiver sem imagem. 6. RC+. 3. confirmar os sinais no conector CN5000 – pinos 1. Distorção de Vídeo ou Falta de Sincronismo Problemas de distorção de vídeo ou falta de sincronismo podem estar relacionados a defeitos na parte de processamento de vídeo (placa B). Esta linha de alimentação é proveniente do regulador de 5V – IC8552. RB-. RB+. localizado na placa A3U.2. placa lógica do LCD ou no próprio cabo LVDS: . 17 e 19 (RA-.3V (PANEL_5V) no conector CN9405 – pinos 6 e 7. de preferência em Raster “Branco”.

.As figuras abaixo apresentam alguns defeitos encontrados quando há algum problema no cabo LVDS ou falta de dados para a placa lógica.

O termo resolução é usado para descrever a quantidade de informação que a tela pode mostrar. o número de pontos usados para constituir a imagem é o que realmente importa quando falamos de HDTV. etc – no entanto. um padrão definido pela National Television . mas apenas cerca de 480 linhas são mostradas na tela).Distorção de Cor Distorção de Cor e Luminância Distorção de Sincronismo Distorção de Sincronismo Resolução HDTV Uma imagem é projetada em uma tela linha por linha e ponto por ponto. O modo como a imagem é criada na tela depende do tipo de tecnologia usada – CRT. LCD. a resolução é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar. A maioria das TVs nos Estados Unidos e no Brasil é desenvolvida para mostrar 480 linhas verticais (na verdade o número de linhas é um pouco maior. na verdade. Esta é a forma como as estações de TV transmitem seus sinais por mais de 50 anos. Isto é. No caso da tela das TVs. plasma.

Portanto. o número de linhas na horizontal é igual ao número de pixels em uma linha na vertical. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1. mas com tecnologias digitais tais como LCD. completa e sem cintilação (flicker). Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas do que uma convencional: pelo menos 720 linhas. Existem dois métodos: entrelaçada ou progressiva. ou varridas na tela. Isto também é normalmente chamado de Definição Padrão (Standard Definition ou SD). O ED é extremamente popular entre compradores de TV de plasma – na verdade o EDTV atualmente representa a maioria das TV de plasma vendida nos EUA. Da mesma forma. enquanto que a definição aprimorada usa 480 linhas progressivas (480p). A definição padrão é feita de até 480 linhas entrelaçadas (também conhecida como 480i). A razão é simples: as telas ED são mais baratas. criando uma imagem nítida. conhecida como NTSC (o sistema PAL-M adotado no Brasil funciona de forma idêntica. Este é um método eficiente e econômico para enviar informações através de ondas de TV. mas que oferece uma qualidade de imagem inferior ao da varredura progressiva. mas e o meio termo? Os comitês padronizadores também trataram disto. é mais comum medirmos a resolução em pixels. a tela terá 480 linhas na vertical. Você pode está se perguntando: se a definição padrão e a definição aprimorada consistem de 480 linhas. plasma e televisões de microdisplay.080 linhas. com apenas 480 linhas de resolução. uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. em que esta segunda é melhor? A resposta está na maneira em que as linhas são desenhadas. . Portanto. Como os pixels são organizados em um padrão de grade. você tem uma definição padrão e uma alta definição. Tecnologias e Resoluções A resolução pode ser expressa em linhas. A varredura entrelaçada é um método que varre primeiro as linhas pares e depois repete o processo de varredura para as linhas ímpares. A definição aprimorada (Enhanced Definition ou ED) habita entre a definição padrão e a alta definição. A varredura progressiva desenha cada linha da imagem em seqüência. Por exemplo: se existem 480 pixels dispostos horizontalmente na tela.Systems Committee. se existem 640 pixels dispostos verticalmente. Pixels são pequenos pontos coloridos que ordenados formam uma imagem na TV. para sermos exatos. a tela terá o número de linhas na horizontal. a diferença básica entre NTSC e PAL-M é como a cor é produzida). e vice versa.

Por esta razão. LCD ou TVs de projeção microdisplay. etc. Em geral. Alguns tubos de TVs podem até mesmo mostrar resolução completa de 1. No entanto. oferecendo 720p de alta definição com pixels extras. a maioria dos fabricantes de TVs CRT não divulga a real resolução nativa em sua documentação. TVs de LCD: Entre as TVs digitais. o processo de que imagens são criadas é essencialmente analógico. quanto maior o número de pixels melhor é a imagem. a tecnologia CRT é capaz de fornecer vídeo de alta definição. No entanto. no mercado norte-americano podemos encontrar 11 variedades diferentes de resoluções de TV LCD. 1.080p. por exemplo) é muito difícil. O tipo mais comum – 56% de todas as TVs vendidas lá – é a de resolução 1366x768.080i. Resoluções TV de LCD HD/ED/SD 1920x1080 HD (1080p) 1280x1024 HD (720p) 1440x900 HD (720p) 1366x768 HD (720p) 1280x768 HD (720p) 1280x720 HD (720p) 1024x1024 ED (480p) 1024x768 ED (480p) 800x600 ED (480p) 640x480 ED (480p) 480x240 SD (480i) • TVs de Plasma: Essas TVs são vendidas com 37 polegadas. e fazer uma comparação realista entre uma tela de CRT com uma tecnologia realmente digital (como plasma. o número de pixels na horizontal também importa. Elas também tendem a ser menores e com mais . certos tipos de TVs tendem a ter certos níveis de resolução. Existem 27 fabricantes que atualmente oferecem TVs de LCD com resolução nativa de 1366x768 na maioria das cadeias de loja dos EUA (fonte: Current Analysis). as TVs LCD de tela plana (tela de cristal líquido) vêm com uma variedade enorme de resoluções. Em termos práticos. podendo chegar até 100 polegadas em determinados modelos. como os seguintes: • • TVs de CRT: As TVs de CRT (Tubos de Raios Catódicos) na realidade não dividem suas linhas horizontais varridas em pixels. Na verdade. Em geral. 480p.A maioria dos formatos HDTV é geralmente referenciada pelo número de linhas na vertical – e se essas linhas utilizam varredura entrelaçada ou progressiva – ou seja.

Todos as outras TVs de projeção confiam na tecnologia de microdisplay. combinando as melhores qualidades dessas duas tecnologias. Enquanto que as TVs de plasma com resolução de 1080p (1920x1080 pixels) são produzidas em pequenas quantidades. Esta tecnologia utiliza um processador com milhões de minúsculos espelhos centrais que criam os pixels direcionando a luz para dentro ou para a fora da tela. uma tecnologia criada pela Texas Instruments. Resoluções tela RPTV 1920x1080 1386x788 1366x768 HD/ED/SD HD (1080p) HD (720p) HD (720p) . Assim como acontece com as TVs de LCD. Um sistema com projeção baseado em LCD contém pequenos painéis LCD. e portanto estão sujeitas às mesmas questões da resolução analógica das telas CRT descritas acima. tais como LCD. Isto acontece em parte porque existem poucos fabricantes de componentes para TVs de plasmas no mundo. Essas minúsculas partículas de cristal líquido na tela mudam constantemente bloqueando e permitindo a passagem da luz. DLP ou LcoS.opções de resoluções. ligando e desligando os pixels para criar a imagem na tela. a resolução de tela mais comum para as TVs de plasma é 1366x768. Resoluções TV de Plasma 1366x768 1365x768 1280x768 1024x1024 1024x768 1024x720 640x480 HD/ED/SD HD (720p) HD (720p) HD (720p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) ED (480p) 852x480 ED (480p) • TVs de projeção (RPTVs): Algumas TVs de projeção utilizam tecnologia CRT para gerar a imagem na tela. e por isso a tendência de uma maior padronização no tamanho da tela bem como na resolução. A tecnologia LCoS é um sistema híbrido baseado nas tecnologias LCD e DLP. Originalmente o DLP significava Processamento Digital de Luz (Digital Light Processing). nenhuma foi oferecida ainda para o mercado norte-americano.

não existe na verdade muito benefício em ter uma TV chamada “verdadeiramente de alta resolução” no momento. mas seus olhos podem realmente perceber a diferença entre uma tela de 1280x720 ou uma de 1366x768? A resposta depende da pessoa.07 milhões de pixels. O problema é que as redes de televisão no EUA estão oferecendo conteúdo nativo em 1080p. . Uma análise final. Algumas TVs têm recursos para expandir sinais de baixa resolução para usar todos os 2. No meio tempo. alta resolução definitivamente parece muito bom no papel. consumidores precisam decidir se vale à pena pagar mais para comprar uma TV 1080p “protegida contra mudanças no futuro” agora ou esperar até que eles tenham acesso a fontes de vídeo que realmente colocarão suas TVs funcionando com todo o seu potencial. Novas fontes de vídeo estão em um caminho que promete eventualmente fornecer conteúdo 1080p nativo – como a próxima geração de aparelhos de DVD de alta definição e o PlayStation 3 da Sony.1280x720 HD (720p) Conclusões Enquanto que o 1080p (mínimo de 1920x1080 pixels) é atualmente o supra-sumo da resolução HDTV.

a memória. os quais irão determinar as características mecânicas. . os conectores de expansão e os circuitos de apoio. a placa-mãe tem um papel muito importante para o funcionamento do computador. que é a placa principal do computador. elétricas e eletrônicas destes circuitos. Isso se deve porque nela estão contidos o processador. proporcionando portabilidade. onde grande parte dos módulos são conectados. Estes padrões asseguram que esta interação seja possível.MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES Os computadores são organizados em módulos que interagem entre si. cabos ou trilhas de circuito impresso quando estão na mesma placa. Na página seguinte é possível observar uma placa-mãe. Placa-mãe Nos computadores compatíveis com o padrão IBM – PC. expansibilidade e conectividade aos computadores. Esses módulos são conectados através de placas. de modo que cada dispositivo tenha uma finalidade específica rigorosamente definida por diversos padrões.

em um slot ISA. Mas há slots de um padrão que permite a conexão de uma placa que seja de outro padrão. Existem slots para os padrões: Pc-XT. MCA.Slots de Expansão do Barramento Slots são conectores plásticos que possibilitam o encaixe de outras placas na placa-mãe. VLB. ISA. que permite a conexão de uma placa ISA ou Pc-XT. EISA. há slots específicos para cada padrão. . há o slot ISA. Como esses slots são uma extensão do barramento e existem vários padrões de arramentos. Nas placas-mãe mais modernas. Socket de Conexão da Memória Cache on Board Este socket permite que seja conectado à placa-mãe um C. conforme a foto a seguir: Socket do Processador Este socket é destinado à conexão do processador (CPU) na placa-mãe. Como exemplo temos os slots MCA e PCI. Já no slot VLB é possível conectar uma placa VLB ou ISA ou Pc-XT. PCI. assim como um slot EISA pode conectar uma placa EISA ou ISA. Como exemplo.I.é que nesses casos o padrão do barramento foi apenas uma extensão do nterior. as memórias cache vêm soldadas diretamente na mesma. Há padrões de barramento que apenas as placas specificadas para eles é que podem ser conectadas aos slots. O mesmo tem sofrido constantes modificações devido às alterações de pinagens e formatos dos processadores. que só permitem a conexão de placas MCA e PCI respectivamente. (Circuito Integrado) de memória cache on board. É através do slot que uma placa é ligada ao barramento da placa-mãe.

Ele gerencia a entrada e a saída de dados do hardware do computador. mesmo sem alimentação. placas de vídeo.I. que geram pulsos elétricos com formato de onda quadrada em uma determinada freqüência. É um programa contido em um circuito integrado. cristais de clock que são componentes eletrônicos. podem ser encontrados.I. Este C. placas controladoras. mesmo com o computador desligado o programa não é perdido. Este circuito é encontrado em placas-mãe. sendo utilizada para determinar o ritmo de funcionamento dos dispositivos e possibilitar a sincronização entre os mesmos. HD e etc. Por serem constituídos de cristal de quartzo. pertence à classe das memórias ROM. a freqüência é muito precisa. isto é. .Circuito de Clock Na maioria dos dispositivos computacionais. BIOS (Basic Input Output System) É o sistema básico de entrada e saída de um computador. porque esse programa fica gravado no C. em seus circuitos. Circuíto de Clock.

se for pressionada a tecla “DEL”. mas com o advento dos PCs modernos. isto é. ele poderá enviar ao monitor uma mensagem de erro. do BIOS. Caso o autoteste não identifique nenhum erro. O POST é o programa que executa o autoteste no computador sempre que o mesmo é ligado. durante o autoteste da memória DRAM (“contagem da memória”). que são atribuídas aos itens do SETUP. A tecnologia mais utilizada é a EPROM.O BIOS pode ser gravado com qualquer uma dessas tecnologias: · EPROM – Memória somente de leitura programável e apagável.I. localizado próximo ao C. · EEPROM – Memória somente de leitura programável e apagável eletricamente. através do autofalante do gabinete emitir “beeps” que sinalizam o erro ou travar o micro. que é o POST (Power On Self Test) e o SETUP (programa que configura o funcionamento do hardware). normal. principalmente da placa-mãe. é possível que o computador esteja em condições de ser iniciado. Neste circuito integrado em que o código do programa BIOS é armazenado. As alterações realizadas no SETUP. marcas diferentes e fabricantes diferentes necessita de um“ajuste fino” para compatibilizar e “armonizar” todo o sistema. da BIOS e da . são armazenadas em um C. desligado. surgirá no monitor a tela de interface do programa SETUP. fast e auto). Esta memória RAM armazena apenas a configuração realizada pelo usuário. através do usuário. Se o POST identificar um erro nos dispositivos do hardware. impossibilitando o seu funcionamento. as variáveis do SETUP (condições de ligado. também existem outros dois códigos de programa. O SETUP é um programa que permite configurar alguns parâmetros do hardware.I. principalmente nas placas-mãe.I. então é concedida a BIOS a autorização para a carga do sistema operacional. Ao ligar o computador. atualmente a EEPROM tem sido largamente utilizada. de memória RAM. são armazenadas em um circuito independente do C. que por ser um circuito que permite a conexão de dispositivos de arquiteturas diferentes.

ao se desligar o computador. Disco Rígido Comparando com os discos flexíveis (disquetes) os discos rígidos também são não voláteis. Existem mídias de diversos tamanhos.memória RAM principal do computador.I. Para evitar esse processo. foi acrescentada às placas-mãe uma pequena bateria. maior será a sua capacidade de armazenamento. o mais adotado é o de 3 ½”. Por ser armazenada em C. no disco rígido cada mídia tem duas faces que são utilizadas para o armazenamento de dados. que é volátil. e os de 2 ½ “são utilizados em notebook. possível adquirir discos rígidos de vários tamanhos. Como diferenças temos: Os discos rígidos atuais são compostos de mídias. que são acopladas a um mesmo eixo de rotação. de memória RAM. cuja finalidade é manter salvo o conteúdo já gravado na referida memória RAM. sendo conseqüentemente. seria necessário configurar o SETUP. constituídas de metais leves como o alumínio. Conforme se aumenta o número de mídias do disco rígido. têm uma mídia magnética que irá armazenar os dados e têm regiões elimitadas para receber os dados a serem gravados. devido ao seu tamanho reduzido. sem haver contato entre elas. Ao ligá-lo novamente. Assim como existe em cada disco de música em vinil duas faces com conteúdo gravado. . toda a configuração seria perdida. estando cobertas por um substrato sensível à exposição de campos eletromagnéticos. quando o computador for desligado. Atualmente. Os de 5 ¼“ eram adotados há mais de duas décadas atrás. Em um disco rígido é possível encontrar mais de uma mídia. estando uma sobreposta a outra.

o que ocorre durante a gravação. O processo de leitura e gravação dos dados são realizados pelas cabeças leitoras do disco rígido. e durante o funcionamento do disco rígido ela fica flutuando sobre cada face da mídia. os discos rígidos são fabricados em ambientes extremamente limpos onde a quantidade de poeira em suspensão no ar tende a zero. mas existem diferenças. Durante a leitura. Comparando novamente com os discos em vinil.THOSHIBA a primeira lançar o disco rígido menor do mundo. tais como: no disco rígido. razão porque. o processo se inverte. o campo magnético presente na mídia influencia os sensores da cabeça de leitura e gravação. A cabeça de leitura e gravação é tão pequena que chega ter dimensões inferiores a partículas de poeira. MONTAGEM DO PC . Leituras e gravações são realizadas a partir da polarização magnética entre a cabeça de leitura e gravação e a região da mídia que estiver sobre a influência do campo magnético gerado pela cabeça de leitura e gravação. com capacidade de 2 a 4 gigas. estas cabeças seriam a agulha do toca disco. a cabeça tanto pode ler quanto gravar um dado e a mesma não entra em contato com a mídia.

Outra tentação é sair por aí comprando as peças só com uma idéia vaga do micro que se quer na cabeça. paciência para fazer tudo se encaixar na medida exata. Sobra verba para bancar outros componentes muito importantes — como placa mãe. exige até amigos do peito para tirar você de enrascadas técnicas aparentemente insolúveis. por exemplo. é algo que não tem preço. HD. A menos que você tenha uma montanha de dinheiro para torrar. Às vezes. para impressionar o público leigo.1 e rede Gigabit . resista! A pedida é procurar. A vantagem? Uau! Montar a sua máquina ideal. memória. Pior: comprar coisas incompatíveis. Gastar uma nota para ter um dos chips mais avançados do momento. é detonar no processador. boas escolhas seriam. o Athlon XP 2400 e o Celeron de 2. Ou o contrário — levar para casa uma placa-mãe do barulho e depois usar componentes de uma geração anterior. Hoje. tempo livre. Nas lojas. Nessa faixa.Um bom micro começa a nascer com uma lista de compras bem bolada — sem desperdício nem exagero Montar um PC é uma arte. com 128 MB de memória. Não é para qualquer um. Uma das vantagens de montar um PC é essa: conseguir uma máquina equipada de forma equilibrada. em memória avançada demais para a placa-mãe modesta comprada depois. disposição para procurar os componentes certos. A placa-mãe tem de ser o fio condutor da lista de compras de um micro zerinho. Pentium 4 de 3 GHz. na hora de construir um PC. por exemplo. por exemplo. Pode-se gastar dinheiro à toa — investir. exatamente do jeito que você quer. Não cola. se vê muito chip de última geração mal acompanhado. sem a configuração definida. Exige domínio de hardware. A primeira tentação. É uma grande diversão.4 GHz. não se gasta demais no chip. sensatamente a melhor relação custo/benefício entre os processadores da AMD e da Intel. Modelos de qualidade trazem componentes embutidos (como placas de som 5.

No capítulo HD. Quem for se aventurar com programas gráficos pesados e edição de vídeo deve ir ainda mais longe. Entre os nomes confiáveis de memória estão Samsung. que pode danificar um dos componentes do computador. Quando se fala em placa de vídeo. NEC. Corsair. Kingston. BOTÃO DE LIGAR E RESET Agora coloque o conector do botão de ligar do gabinete. LOCALIZAÇÃO DOS CABOS Antes de qualquer coisa. tudo vai depender da ambição em games (e da conta bancária) do dono da máquina. já está na hora depensar em dois discos rígidos.0. Posicione a placa-mãe ao alcance desses cabos. abra o gabinete. Em memória. é preciso descarregar a eletricidade estática do corpo. os leds e as portas USB frontais do micro do gabinete à placa-mãe. Primeiras conexões Vamos começar a montagem do micro conectando os botões de ligar e de reset. Entre as marcas de peso hoje em dia estão Asus. É mais prático fazer isso antes de colocar a motherboard dentro do gabinete. ache os cabos que ligam os botões de ligar e reset do micro e as portas USB frontais (os cabos terminam em conectores plásticos). Uma saída interessante é um combo que leia DVDs e grave CDs com alta velocidade. MSI e Abit.Ethernet) que podem dispensar outras compras. de preferência ambos com 7 200 rpm. Deixar um segundo HD menor para backups e dados importantes pode ser providencial. removendo seus parafusos traseiros. Requisitos básicos atualmente numa placa-mãe são seis portas USB 2. encaixe o conector de reset. seguindo o manual da placa-mãe para localizar os pinos corretos. Outro componente central num computador hoje é um gravador de CD. Há muita marca boa por aí. Opções da Matrox e Seagate com 120 GB estão na ordem do dia. deve-se pensar em dois pentes de 256 MB cada. suporte a leitura simultânea de pentes de memória DDR e pelo menos quatro slots PCI. A seguir. Depois. Os contatos ficam mais acessíveis. Infineon. com preços razoáveis.. Para isso. . por exemplo. Depois. toque em uma superfície metálica descoberta uma torneira.

o alto-falante miniatura do gabinete. de marcado no manual da placa-mãe. montar um cada um dos portas USB frontais na a parte mais chata de micro. faça a correspondência do pino positivo. demarcado no manual da placa-mãe. faça a correspondência do pino positivo. para que eles funcionem. com o fio vermelho do alto-falante. Para posicionar o PC Speaker. USB Conectar as placa-mãe é.LEDS DE FORÇA E HD Localize a posição dos pinos das luzes no manual da placa-mãe. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou com defeito. Basta conectar novamente. Não se preocupe se os pinos forem invertidos acidentalmente: os leds não vão queimar. conecteo aos pinos indicados no manual da motherboard. Todos os conectores têm nomes (por exemplo. o alto-falante miniatura do gabinete. conecte-o aos pinos indicados no manual da motherboard. com o fio vermelho do alto-falante. Tanto para o led de força quanto para o de HD. É preciso plugar oito pinos individualmente. Para osicionar o PC Speaker. desenho no manual da seguindo o placa-mãe. +D e +5V). na posição correta. É só juntar o conector com seu pino equivalente na placa. -D. Ground. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. Encaixe ambos. PC SPEAKER Para instalar na placa-mãe o PC Speaker. É útil ter o PC Speaker conectado para ouvir os bips de alerta quando algum componente está ligado de forma errada ou . provavelmente. o cabo positivo é colorido e o negativo é branco. Preste atenção onde ficam os pinos positivo e negativo (terra) na descrição do manual.

Note que um dos cantos do processador tem alguns pinos a menos. observando sua saliência que indica a forma de conexão. vamos instalar o processador e seu cooler. com menos contatos. comprados in a box. FORÇA PARA O COOLER Antes de conectar o ventilador ao processador. Para isso. Ele está ao lado das guias para o cooler. no soquete. o conector do ventilador. Coloque o processador na posição que corresponde ao canto observado acima no soquete. plugue sua fonte de força. isto é. encaixando-a em sua trava. destrave o soquete do chip. Para isso. Localize. localize. SOQUETE LIVRE Em primeiro lugar. Esse canto serve como referência para a instalação do chip. o canto equivalente. no mesmo pacote. abaixe a alavanca e mova-a para a esquerda.com defeito. O processador em seu lugar Antes de colocar a placa-mãe no gabinete. puxe-a (com cuidado) para a esquerda e para cima. o encaixe de três pinos para esse fim. Depois. com cuidado para não tocar com os dedos em seus pinos metálicos (o que pode danificar o chip). pressione levemente a alavanca a seu lado. Como . Coloque. então. VENTILADOR POSICIONADO Agora é hora de encaixar o cooler. Levante a alavanca até o topo (fazendo um ângulo de 90 graus com o soquete). na placa-mãe. A HORA DO PROCESSADOR Pegue o Celeron por suas bordas.

não será preciso aplicar uma pasta para ajudar na transmissão do calor. Motherboard na mão Veja como acomodar a placa-mãe sem ter dor de cabeça Posicionar a motherboard no gabinete exige . com um pouco de força. puxando-as para fora. devemos abrir as travas. e colocar no slot. Primeiro. ENCAIXE DA MEMÓRIA O próximo passo é pegar o primeiro pente de memória. só que dessa vez no segundo slot de memória com a cor azul. Use as guias ao lado do processador para posicioná-lo.nosso ventilador já vem com um adesivo térmico. segurando-o pelas pontas. A vez da memória RAM Veja como instalar os pentes de DDR 400 em dois passos Colocar memória no PC não tem mistério. Depois. mova as alavancas no topo do ventilador para o lado oposto de cada uma delas. SLOT PREPARADO O primeiro passo é escolher qual o slot de memória a ser usado. pressionando o cooler contra o processador. A cor semelhante indica que eles têm esse recurso de leitura simultânea. Note que só existe um jeito de encaixar a memória. Vamos usar os dois slots azuis de nossa P4P80. As placasmães recentes conseguem ler dois pentes simultaneamente. Finalmente. Repita a operação. Sempre é melhor trabalhar com pentes de memória em pares do que com um só de maior capacidade. pressione o cooler em suas pontas plásticas até que elas se encaixem nas guias. Será preciso fazer um pouco de força (sem exageros) pressionando o pente para que as travas se fechem automaticamente.

entre outras. Encaixe-os (só existe uma maneira possível) e pronto. remova a existente no gabinete. coloque a plaquinha que veio na caixa da placa-mãe em seu lugar. Os orifícios que casarem com a placa-mãe recebem os suportes. apertando-os o suficiente para prender a placa. Pode ser preciso verificar as correspondências várias vezes. com quatro. PLACA DE CONEXÕES EXTERNAS As placas-mãe recentes trazem uma plaquinha metálica customizada para as suas conexões externas. e outro menor. LIGAÇÕES ELÉTRICAS O último passo para deixar a placa-mãe instalada é plugar os conectores de força do gabinete nela. No caso do nosso Solid. Observe se os orifícios sobre os suportes plásticos estão visíveis. tente mover a placa-mãe. Cuidado para não forçar muito os conectores. . mas sem exagerar (pois isso pode danificá-la).atenção especial com os parafusos. jogando-a fora. são quadrados plásticos. pegue a placa-mãe e segure-a sobre a bandeja de metal. Antes de começar a encaixar esses suportes. O maior fica próximo aos contatos dos cabos IDE e o menor. Depois. Se não estiverem. como placa de som. Basta pressioná-los para que eles se encaixem na bandeja. HORA DE PARAFUSAR Coloque a placa-mãe sobre os suportes plásticos e empurre os contatos externos até que eles fiquem bem encaixados na plaquinha instalada anteriormente. com 20 pinos. perto do soquete do processador. São dois conectores: um maior. Separe a chave Philips e mãos à obra! SUPORTES PLÁSTICOS Cada gabinete tem seu tipo de suporte para a placa-mãe. portas paralela e serial. Para instalar essa plaquinha. Pegue a chave Philips e colo que os parafusos nesses orifícios. Para instalá-los. Veja quais os orifícios da bandeja têm correspondência na placa-mãe. é preciso encaixálos na bandeja de metal no lado direito do gabinete.

pois os nomes e as cores desses conectores tornam as opções óbvias. O cabo para os drives de CD tem instalação semelhante. o que facilita a instalação.A conexão dos cabos IDE dos discos rígidos à placa-mãe é moleza Com a placa-mãe posicionada. Depois disso. é azul. Note que. preto. Plugue-a na placa-mãe. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD Pegue o cabo IDE para os discos rígidos e escolha a ponta que tem um único conector ( o outro lado tem dois). por exemplo. devido a uma protuberância plástica no meio do conector. é só parafusar tudo e encaixar os cabos de dados. No desenho. mas. Mova o jumper para a primeira coluna vertical de pinos no HD de 120 GB (tornando-o master). oriente-se pelo pino que falta no contato da Ligando as pontas HDs em ponto de bala Veja como instalar os dois discos rígidos com rapidez ! Como o micro tem dois HDs. passe o jumper do HD de 40 GB para os dois primeiros pinos da linha superior de contatos (deixando-o como slave). será preciso configurar um deles para ser o máster (mestre) e o outro para slave (escravo). só há uma maneira de encaixálo. O conector de HD. Fazer isso é bem fácil. o próximo passo é conectar os cabos de dados dos discos rígidos e dos drives de CD e disquete. é preciso seguir o diagrama colado na parte de cima de cada disco rígido. QUEM É O MESTRE? Para ajustar os HDs para máster e slave. como não há a protuberância. há a indicação da posição do jumper para ser master ou slave. Depois. e o de CD. .

Eles são . Coloque dois parafusos para fixar cada um dos HDs no gabinete. O outro é um espaço sem pinos no disco rígido. Identificá-los é fácil. a seguir. CABOS EM ORDEM Conecte o cabo de dados em cada um dos discos rígidos. conecte os cabos de força do gabinete nos HDs. Existem dois indicativos para verificar se a conexão está correta: a saliência plástica no cabo deve casar com a reentrância no HD. cada disco rígido em um dos compartimentos do gabinete para esse fim (eles ficam abaixo do espaço para o drive de disquete). que deve ser casado com o equivalente no conector. FORÇA PARA OS DISCOS Por fim.HDS NA GAVETA Posicione. O ideal é colocar o HD master no compartimento acima do slave.

e partem da fonte do gabinete. Os HDs estão prontos para o funcionamento. Coloque dois parafusos da lateral usando uma chave Philips. de forma que ele fique bem preso ao drive. devido ao formato do conector do cabo de força.brancos. é hora de conectar os cabos de dados e força. Ele só pode ser colocado na posição correta. GRAVADORA E LEITORA DE DVD E CD em cinco minutos Deixe o micro pronto para gravar e ler DVDs e CDs. Assim. CABOS EM POSIÇÃO Com o drive posicionado. o cabo de dados do CD tem uma . Por isso. Veja como instalar um o drive de DVD e CD em dois passos. O gabinete Solid tem duas tampas para cobrir drives de CD e DVD. O encaixe dos conectores de força é intuitivo. o drive pela frente do gabinete (com a parte frontal da gravadora como na imagem). então. Ligue os dois HDs usando um pouco de força em cada conector. Para fazer essa operação. empurre a tampa por dentro do gabinete. com quatro orifícios em cada um. soltando-a. escolha um par que alcance com facilidade os discos rígidos nas baias onde eles foram instalados. Coloque. Será preciso reservar um conector para cada drive. ENCAIXE DO DRIVE Retire a tampa da baia superior do Solid. empurrando-o para trás. mantém o funcionamento normal dos drives (com botão de abrir a bandeja que hospeda o disco) e o visual externo uniforme com a cor preta. Como nos HDs. É só isso.

O cabo de força também é igual ao usado nos HDs — só tem uma forma de ser conectado. Depois que ela estivera bem posicionada no slot. caso o serviço de internet saia do ar. ENCAIXE DA PLACA Encaixe a placa de vídeo cuidadosamente. Veja como fazer essa operação. empurre a tampa metálica do gabinete correspondente à posição do slot AGP. Depois. comece a pressioná-la com um pouco de força até que a trava do slot AGP se feche automaticamente. Com isso. É o único componente que vai num slot AGP.protuberância plástica que indica a posição a ser encaixada. pressione a trava para baixo. para enviar faxes ou servir de reserva. libere a trava do slot AGP. Quando uma das pontas da tampa se soltar. mova-a para cima e para baixo várias vezes. pegue um parafuso e use-o. Placa de vídeo é no AGP Com todos os drives colocados. Para isso. fácil. TRAVA ABERTA Em primeiro lugar. . fazendo com que o slot fique completamente livre. Coloque os dois cabos (dados e força) e depois encaixe a tampa preta do gabinete (retirada no passo anterior) sobre o drive. Ele será usado para as conexões da placa de vídeo para o monitor. ela se desprende totalmente. que receberá a placa de vídeo. libera-se um espaço externo do gabinete. Depois de alguns movimentos. junto com a chave Philips para prender a placa de vídeo ao gabinete. Em seguida. Micro pronto para a web Instalar um modem é fácil. com a chave Philips. é hora de instalar a placa de vídeo. mesmo para quem tem banda larga. Um modem de 56K é sempre útil. Essa trava evita movimentos que podem danificar a placa de vídeo e a motherboard. Ali ficarão os conectores da placa.

a tampa metálica do gabinete elativa a esse slot até que ela se solte. mouse e caixas de som MONITOR Plugue o monitor na placa de vídeo. parafusando seu conector com os dedos. O ideal é manter um espaço livre sob a placa de vídeo. para que o cooler dela possa funcionar com eficiência e sem apertos. Vamos usar o penúltimo slot (de cima para baixo) para colocar o modem. MOUSE Encaixe o mouse numa das portas USB do micro. Depois empurre. com a chave Philips. coloque o plugue verde das caixas de som no encaixe de mesma cor na placa-mãe. Últimos encaixes Chegou a hora de ligar monitor. . CAIXAS DE SOM Finalmente.O MELHOR SLOT O primeiro passo antes de instalar qualquer placa no micro é escolher um bom slot PCI para ela. Aproveite para conectar o cabo da linha telefônica ao modem. A PLACA EM SEU LUGAR Encaixe o modem no slot escolhido e use um parafuso para fixá-lo ao gabinete. teclado. TECLADO Conecte o teclado casando a cor (roxa) de seu plugue com a placamãe.

Caso tenha sido feita alguma alteração no mesmo. Advanced Chipset Setup – Neste menu são configurados alguns parâmetros do chipset da placa-mãe. os que “não têm marca”. isto é. No Setup. etc. Nos computadores PC ditos genéricos. mas cuidado. basta pressionar Enter. Para sair de um menu e retornar ao principal. isto é. Auto Configuration With BIOS Defaults – Atribui a configuração de fábrica em todas as opções do Setup. e a sua finalidade é permitir que o montador realize a configuração dos recursos do hardware sempre após a montagem ou em qualquer outro momento após a montagem. Para gravar a configuração realizada. utilizam-se as teclas Page Down e Page Up. Já nos computadores de marca é muito variável. Standard CMOS Setup – Neste menu são configurados os recursos mais simples do computador. Para selecionar um menu. PCI/Plug and Play Setup – Neste menu é configurada a alocação de recursos Plug and Play. Change Password – Neste menu é atribuída a senha de proteção (podendo proteger o Setup ou o próprio sistema. é necessário utilizar as teclas com setas de movimentação do teclado. F10. principalmente nos acessos à memória DRAM. basta selecionar no menu principal a opção” Save and Exit Setup“. Peripheral Setup (ou Integrated Peripherals) – Neste menu são configurados os recursos integrados à placamãe (periféricos on-board). que também é utilizada para sair do menu principal. resolver conflitos ou instalar algum dispositivo. deve-se gravar estas alterações antes de sair. Power Management Setup – Neste menu é configurado o gerenciamento do consumo de energia elétrica do computador. para acessar os menus. permitem o acesso ao Setup pressionando a tecla “DEL” durante a contagem da memória DRAM realizada pelo computador no momento do Boot. para realizar algum “ajuste fino”. sair do menu principal significa sair do setup. utiliza-se a tecla Esc. CTRL+F2. senão elas serão perdidas. alguns aceitam o F2. Para selecionar uma opção em um item de configuração do Setup.CONFIGURAÇÃO DO PC O Setup é um software armazenado no circuito integrado que contém a BIOS. atribuição de IRQ e de slots PCI. cuja maioria das opções está relacionada com o desempenho do computador. neste caso evitando . Advanced CMOS Setup – Neste menu são configurados alguns critérios de funcionamento do computador e também é possível acelerar o mesmo.

Standard CMOS Setup Date – Permite a configuração da data atual. Bios Features Setup Vírus Warning – Permite ativar (“Enabled”)ou não (“Disabled”) a proteção contra vírus. Como a maioria dos computadores atuais são equipados com um único drive. Para configurar os discos rígidos é aconselhado utilizar a opção “IDE HDD Auto-Detection” situada no menu principal do Setup. Sempre que ele for acessado os discos serão pesquisados no computador. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. Time – Permite a configuração da hora atual. Save Setup and Exit ou Write to CMOS and Exit – Possibilita salvar as configurações do Setup e em seguida será dado um Boot automaticamente no computador. isto é. que será utilizada como referência para todos os softwares instalados no computador. o que está na extremidade do cabo flat. Halt On – Permite selecionar que tipo de erro será explícito no vídeo se a Bios encontrar alguma falha durante a execução do Post. sendo que esta proteção é limitada somente à . caso o monitor seja monocromático a opção é “mono”. são utilizados os drives de 1. as rotinas de software da BIOS irão detectar a geometria dos discos. que abilita a apresentação das mensagens de erro para todos os tipos de erro identificáveis pelo Post. esta opção deverá estar desligada. de cabeças e de setores dos discos rígidos. poderá ser “none” ou “disabled” Vídeo – Permite a configuração do tipo de monitor. Drive A – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive A. Desta forma. Nesta opção será inserido o número de cilindros.44 MB e 3 ½”. isto é. Para os VGA coloridos e os SVGA deve-se optar por "EGA / VGA". Hard Disks – Permite a configuração manual dos discos rígidos instalados no computador. A seleção pelo modo de proteção geralmente é feita através de uma opção do menu “Advenced Setup” Auto Detect Hard Disk ou HDD Auto Detect ou IDE Setup – Neste menu são configurados automaticamente os discos rígidos. a qual permitirá a configuração automática dos discos.que alguém utilize o computador). o que não deve ser usado em discos IDE e EIDE. Drive B – Permite a seleção do drive de disco flexível instalado como Drive B. o que está no conector central cabo flat. Atualmente. O mais usual é a opção “All error”. que. dependendo do Setup. Hard Disk Utility ou HDD Low Level Format – Neste menu é possível formatar fisicamente os discos rígidos. Without Save Setup and Exit ou Do Not Write to CMOS and Exit – Possibilita a saída do Setup sem salvar a configuração realizada e em seguida será dado um novo Boot no computador.

deve-se deixar desativado. “low”.M. 3 rd Boot Device. S. 2 nd Boot Device. devido à . o Bios irá procurar primeiro o drive de disquete. Esta opção só deve estar ativa (“Enabled”) depois que for realizada a instalação do sistema operacional no computador. é possível deixá-la desabilitada. Boot UP System Speed – Permite definir a velocidade do processo de Boot. segundo. 4 th Boot Device – Permitem definir qual será o periférico a ser pesquisado em primeiro.T for Hard Disks – Caso o disco rígido seja compatível com o padrão SMART e esta opção estiver ativa.A. Quick Power On Self Test – Estando ativa. desabilite esta opção. evitando que haja qualquer gravação neste local. permitirá a execução do processo de Boot em menor tempo. devido ao uso deste recurso. aparecerá uma mensagem dizendo que existe um possível ataque de vírus. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. Em situação normal. Boot UP Floppy Seek – Permite habilitar ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. Estando ativa. sendo que é necessário ter dois drives flexíveis instalados no computador. PS/2 Mouse Function Control – Permite ligar ou não a porta PS/2. mas que na verdade são os arquivos de boot do sistema operacional sendo gravados na região de Boot. Caso o computador não utilize periférico PS/2. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho.monitoração da área de Boot do disco rígido. Boot Sequence – Permite definir a seqüência de Boot. se não. Caso esta memória apresente algum tipo de falha. senão. Tem a mesma finalidade do Boot Sequence. ele procurará no disco rígido. isto é.R. terceiro e quarto lugar em busca do sistema operacional. 1 st Boot Device. é possível deixá-la desabilitada. External Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache externa. devido ao uso deste recurso. Internal Cache – Permite habilitar ou desabilitar a memória cache interna do processador (L1). que conseqüentemente será liberado um IRQ do computador. o disco rígido informará o sistema quanto a uma possível falha futura. Esta proteção também intervém na execução da formatação e do particionamento. Swap Floppy Drive – Permite inverter os drives flexíveis. Como não se utilizam mais discos de 40 trilhas. Esta opção deverá ser empregada sempre que o computador ainda não estiver com o sistema operacional instalado. a performance do computador será elevada. permitindo que o usuário execute um backup deste disco rígido para outro. antes que a falha realmente aconteça. Estando ativa. Boot UP Numlock Status – Permite definir se a função Numlock será ativada ou não durante o processo de boot. opte por “high”. Se o computador estiver com periféricos recentes. só que com mais recursos. esta opção deverá ser desativada. Por exemplo: “A. o que não afetará o funcionamento do computador e sim o desempenho. o drive que era “A:” passa a chamar-se de “B:” e vice e versa. caso não haja sistema operacional. a performance do computador será elevada. o que na maioria das vezes gera a perda total dos dados contidos no disco rígido. quais são os periféricos que serão pesquisados durante a busca ao sistema operacional. C”. o que irá tornar o Boot um pouco mais rápido. nesta opção.

XXXXX-XXXXX Shadow – Todas as opções que tiverem algum endereço e a palavra shadow no final. IDE HDD Block Mode – Permite definir se o acesso ao disco rígido será feito em blocos de dados ao invés de cluster a cluster. o acesso será mais rápido do que na ROM. Deve-se optar por “Fast” para aumentar a performance do computador. Deve-se ativar. USB Function – Permite habilitar ou não o USB (Universal Serial Bus).utilização de periféricos muito antigos. sendo aplicável a computadores com mais de uma placa de vídeo e com sistema operacional que suporte este recurso. o sistema ganhará mais um IRQ livre. se eles estiverem na DRAM. caso seja utilizado algum periférico USB. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. Algumas placas modernas 3D precisam desse recurso. Caso o computador tenha uma placa de vídeo. Typematic Rate (chars/sec) – Permite definir o número de repetições do caractere por segundo após uma tecla ser pressionada. PCI/VGA Palette Snoop – Permite definir se o computador irá utilizar a mesma paleta de cores para as placas de vídeo instaladas. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) – Esta opção deverá ser ativada somente quando for utilizado um computador com mais de 64 MB de DRAM e o sistema operacionalinstalado for OS/2. que estando ativo irá aumentar a performance do computador. System Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios para a memória DRAM. Vídeo Bios Shadow – Permite copiar os dados de alguns endereços do Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. Como estes dados são acessados com frequência pelo sistema operacional. Gate 20 option – Permite definir se o acesso aos endereços de memória acima de 1 MB será feito de forma rápida ou não. significa que alguns dados do Bios de outros dispositivos também serão copiados para a DRAM. quando a mesma tecla for mantida pressionada. que é o caso do Bios. Security Option – Permite definir se a senha de proteção será aplicada ao Setup (“Setup”) ou será aplicada ao Setup e ao sistema (“System” ou “Always”). Assign IRQ for VGA – Permite habilitar ou não a concessão de um IRQ para a placa de vídeo. Mantendo desativado. o que é pouco usual. antes de iniciar a repetição do caractere. desative esta opção. Typematic Rate Delay (msec) – Permite definir quantos milessegundos o sistema deverá esperar após ter sido pressionada uma tecla. Typematic Rate Setting – Permite habilitar ou não o controle de repetição de teclas. Deve-se ativar esta opção para aumentar a performance do computador. se eles estiverem na DRAM. o acesso será mais rápido do que na ROM. que deve portanto ser ativado. Chipset Features Setup . que é o caso do Bios.

8 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. Dram Read Burst (EDO/FPM) – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da DRAM. aumentará a performance do computador. Estando ativada. ISA Bus Clock – Permite definir a velocidade de operação do barramento ISA em relação ao PCI. Reduce Dram Leadoff Cycle – Permite habilitar ou não a diminuição automática do tempo concedido ao primeiro ciclo de acesso à DRAM. porque esta configuração irá colocar os dispositivos do hardware para funcionar sem levá-los aos limites de performance. Porém deixando ativada em computadores com memórias lentas. 16 Bit I/O Recovery Time – Permite definir o tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados. do barramento PCI para o barramento ISA. mais rápido serão os acessos à memória. Estando ativada. do barramento PCI para o barramento ISA. aumentará a performance do computador. poderá causar travamentos. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. Estando ativada. Peer Concurrency – Permite definir se dois ou mais dispositivos PCI poderão funcionar ao mesmo tempo. Se na opção aparecer uma sequência de quatro dígitos. aumentará a performance do computador. deve-se escolher a que tiver os menores valores. Dram Write Burst Timing – Permite definir o tempo de espera entre cada ciclo de escrita da DRAM. Quanto menor. opte por 1/4. Se o sistema estiver com o clock externo de 66 ou 100 Mhz. podendo ser 1/3 ou 1/3 da velocidade do barramento PCI. Cache Timing – Permite definir a velocidade dos acessos à cache L2.Auto Configuration – Permite habilitar a autoconfiguração do Chipset Features Setup. Quanto menor. Vídeo BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios da placa de vídeo para a memória DRAM. A opção mais rápida é a x222 que deve ser utilizada somente em computadores com DRAM do tipo EDO. o que elevará a performance do computador. Dram Timing Control – Permite definir a velocidade em que a DRAM irá operar. pois será a mais rápida. em contra partida perde-se em desempenho. Opte pela mais rápida. Power Management Setup . que será realizada pelo próprio Bios. System BIOS Cacheable – Permite habilitar ou não a cópia de dados e instruções da Bios para a memória DRAM. sendo este último o mais rápido. A vantagem de optar pela configuração automática é o ganho de confiabilidade. mais rápido serão os acessos à memória. Podendo optar por “fast” ou “fastest”.

Portanto. o monitor e o disco rígido serão desenergizados. para não provocar conflitos com os dispositivos. não será sugerido o que deverá ser ativado ou não. Portanto. caso o computador fique sem atividade. deve-se alterar o menor número de opções possível. bastando optar por “Auto”. Doze Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. Suspend Mode – Após o intervalo de tempo escolhido. possibilitando ou não que estas atividades ativem o sistema. serão apresentados a seguir os itens mais simples a serem configurados: Plug and Play OS – Permite definir se o sistema operacional instalado no computador aceita o padrão plug and play. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events – Permitem habilitar a monitoração da atividade de alguns periféricos. Resources Controlled by – Permite definir quem controla os recursos. isto é. Em “Disabled” este gerenciamento será desativado. HDD Power Down – Permite definir o tempo que antecede ao momento de o disco rígido ser desernegizado. todos os dispositivos do computador. Este recurso não pode ser aplicado a discos SCSI.Nesta parte da configuração. através de seus IRQs. a CPU entrará em modo de economia. PNP/PCI Configuration Setup Nesta parte do Setup. Integrated Peripherals . em “Min Saving” será aplicada uma pré-configuração que objetiva a mínima economia de energia. deve-se optar por “Yes”. o que proporciona maior economia de energia. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. Se for instalado o Windows 9X ou o Windows 2000 por exemplo. exceto a CPU. retornando ao modo normal no momento em que houver atividade no computador. a questão de estar ativa ou não dependerá da intenção do usuário em relação à economia de energia. ou então “Manual”. PM Control by APM – Permite definir se o padrão APM (Advanced Power Management) será empregado no computador. o sistema poderá atribuir automaticamente a alocação de IRQ e DMA para os dispositivos. o que não é aconselhável. serão desenergizados. onde o usuário irá definir. Power Management – Permite definir o modo de operação do gerenciamento de energia. Standby Mode – Após o intervalo de tempo escolhido nesta opção (1 mim até 1 hora) de inatividade do computador. em “Max Saving” será aplicada uma préconfiguração que objetiva a máxima economia de energia e em “User Defined” a configuração deverá ser personalizada pelo usuário.

Deixando inativa. Se estiver utilizando um modem interno. deve-se optar por “disabled”. On-Chip Secundary PCI IDE ou On board Secundary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta secundária da controladora EIDE on board na placa-mãe. mas tem algumas formas de instalar corretamente sem erro algum.IDE Primary Master PIO. “EPP” e o “ECP”. que geralmente é a porta do mouse. Onboard Serial Port 2 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 2. IDE Secundary Master PIO e IDE Secundary Slave PIO – Permitem definir o modo de operação PIO dos discos rígidos ou dos CD-Rom EIDE instalados na controladora on board. Deve-se deixar ativa. O padrão é optar por “COM 2”. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. Onboard Parallel Port Mode – Permite definir o modo de operação da porta paralela. permite o funcionamento de uma interface controladora de discos conectadas ao slots do barramento. espere um pouco. se estiver utilizando algum periférico conectado à porta serial 2 (DB 25) através de cabo. esta opção deverá ficar ativa. Deve-se deixar ativa. como um modem externo. Deixando inativa. PCI IDE 2 nd Channel – Permite habilitar ou não o funcionamento de uma interface controladora EIDE conectada em um slot PCI. sendo este último o mais rápido. INSTALAÇÃO DO WINDOWS A Microsoft melhora a instalação do Windows. Siga corretamente todos os passos. que geralmente é “378”. Podendo ser o “SPP”. On-Chip Primary PCI IDE ou On board Primary IDE – Permitem habilitar ou desabilitar a porta primária da controladora EIDE on board na placa-mãe. ECP Mode Use DMA – Permite definir o canal de DMA a ser alocado para a porta paralela. Opte por “Auto”. Se o computador estiver com seus drives flexíveis ligados à controladora on board. pois desta forma o Bios irá detectar qual é o modo de operação máximo que as unidades podem suportar. mantenha esta opção desativada. Onboard Serial Port 1 – Permite definir qual porta de comunicação será atribuída a porta serial 1. desde que o modo de operação seja o ECP. em seguida coloque o CD em seu computador. pois o CD é preciso carregar para aparecer. Onboard Parallel Port – Permite definir o endereço porta da impressora. Onboard FDD Controller – Permite habilitar ou não a controladora de drivers de disquete on board na placamãe. logo em seguida aperte a . A instalação pode ser feita através de um Cd de instalação (Windows XP). O padrão é optar por “COM 1”. para instalar o windows existem várias maneiras de se fazer isso. IDE Primary Slave PIO. Se for utilizar apenas a controladora on board. lembrando que é fácil instalar.

pois os temas podem ser colocados no Xp. Bloco DC: 1. teve mais sucesso em Notebooks ou computadores com alta capacidade de memória. Acesse http://www. 2. você terá que esperar aparecer que esta concluída. ____________________. Windows Vista. exclua a repartição e em seguida formate. baixe o programa e mude o tema. Bloco AC: 1. MANUTENÇÃO NO PC A informática – informação automática – só é possível graças à utilização de partes físicas do computador (HARDWARE) e de partes lógicas (SOFTWARE. realiza uma série de comparações e nos retorna com um resultado compreensível. O computador sozinho não realizaria nada. pois logo após já será tudo salvo e disponível para o funcionamento de Windows XP. ____________________. ____________________. Bloco Chaveador (regulador): .html E veja passo a passo como baixar e instalar os temas no seu computador. Para completar a formatação. _________________________________________________. 3. O Windows 7 é o mais recente lançamento da grande e poderosa empresa Microsoft. Mas não são só os usuários que podem ter o computador com características do Windows 7.tecla F8 para continuar. _________________________________________________.cantim. Vamos começar o curso pela fonte de alimentação (AT E ATX) Principais componentes da fonte AT – ATX. e aperte a tecla ESC. programas). Clique no link que aparece na pagina. Veja no filme. O Computador É a máquina que permite a entrada de dados. A aparência do Windows 7 é bem bonita e faz um enorme sucesso entre os usuários. O seu antecessor. e quando chegar terá duas opções de formatar. Preste a atenção para que tudo ocorra bem e depois é só salvar. Tudo isso é feito através de programas (softwares) criados pelo homem. 2.org/2008/07/tema-para-windows-xpwindows-7.

Circuito serial. Ferro de solda. 4. 2. Oscilador: _________________. 2. Tomada Entrada de tensão Lâmpada de 100W Interruptor Anote algumas informações mostradas no filme: ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________ ____________________________________________________.1. _________________________________________________. interruptor e um cabo de força com pino de tomada em uma das extremidades. é preciso você ter em mãos as seguintes ferramentas: • • • • • • Multímetro. Logo abaixo mostramos o esquema do circuito Serial. 3. tomada. Alicate de bico e corte. _________________________________________________. Bloco 1. 3. _________________________________________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: Para fazer o diagnóstico e conserto da fonte. _________________. Diagnosticando a fonte e fazendo consertos: . O circuito Serial é constituído por uma lâmpada de 100W. _________________________________________________. _________________. Jogo de chaves. analógico ou digital. A função do circuito Serial é proteger componentes da fonte enquanto se faz o reparo e monitorizar curto na entrada AC e DC. Sugador de solda.

______________ __________________________________________________________ . Pegue uma fonte e meça a tensão Estando a fonte com as saídas de tensões corretas. __ __________________________________________________________ . Na falta de tensão no 2o ponto chave testa. Escreva cada um seguindo as instruções da fita: Na falta de tensão no 1o ponto chave testa. • _________________________________. a mesma está em condições de uso. 2. Veja no vídeo quais as tensões de saídas encontradas e escreva seus valores: • _________________________________. 3o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. Para saber se a fonte está boa ela deve fornecer as tensões necessárias na saída. siga as instruções no filme e preencha os espaços vazios: 1o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. No filme mostra os procedimentos necessários para identificar componentes defeituosos de acordo com a falta de tensão em cada ponto chave. Na falta de tensão no 3o ponto chave testa. Vejamos um sintoma muito comum nestas fontes AT e ATX: FONTE NÃO FUNCIONA – TENSÕES DE SAÍDA AUSENTES. . Faça o teste na escala X1 do multímetro. _________ __________________________________________________________. Com a fonte ligada no circuito serial. Faça a conexão da fonte no circuito serial e ligue-o. _________________ __________________________________________________________ Uma pergunta muito comum: Na ausência de tensão DCV no filtro é preciso retirar a ponte retificadora para teste? Veja na fita a resposta e escreva. 2o ponto chave é ______________________ e a tensão encontrada deve ser de ____________________. veja no filme o procedimento correto e escreva. _________________ __________________________________________________________ .1. vamos conferir as tensões nos pontos chaves da fonte para saber qual o estágio que está defeituoso. • _______________________. desligue a fonte do circuito serial e descarregue os filtros. ATENÇÃO: sempre que for fazer algum teste de componente na placa da fonte após as medidas de tensões. Pegue uma fonte e meça a tensão • _______________________.

Trabalhando no circuito oscilador. veja na fita TESTES E LEITURAS DE COMPONENTES. Se os componentes de polarização estiverem bons. capacitores eletrolíticos. . o defeito está no circuito oscilador. que deve ser ligado na placa da CPU. deve ser tomada alguma precaução necessária para não condenar estes componentes erroneamente. Veja na fita e escreva estes componentes: ______________________ __________________________________________________________. Isto evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida. sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Há um detalhe importante para ser visto ao testar o CI. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________ Se tiver alguma dúvida sobre o teste dos resistores. OBS: Conector da fonte de alimentação (ATX) As fontes de alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias. Uma vez confirmada a tensão de DCV no 1o ponto chave da fonte. Veja no filme estas dicas e escreva. veja na aula do DVD ROM e escreva. Para as tensões de saída estar presentes neste tipo de fonte.Se no 1o ponto chave da fonte for encontrada a tensão DCV e as tensões de saídas continuarem ausentes. Para testar o transformador de pulsos e os diodos. Outro sintoma comum nestas fontes AT e ATX: QUEIMA DE FUSÍVEL. testa os componentes que estão ligados ao CI. _______________________________________________________________________ _______________________________________________________________________. Veja no vídeo e observe que além da presença de uma guia plástica na parte lateral. Ao substituir um fusível da fonte e ao ligá-la queima outra vez o fusível substituído. cerâmicas e diodos bloqueadores. é preciso haver um disparo inicial de um pulso através da chave frontal do gabinete da CPU. os seus furos possuem formatos diferentes. O próprio CI deve ser testado no local para saber se o mesmo está em curto. deve-se testar os componentes polarizadores dos transistores reguladores de tensão. veja os diodos e filtros do secundário do transformador de pulsos. Estando tudo OK.

Para podermos solucionar este problema devemos usar o circuito serial como protetor de fusível. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 5.Este é um sintoma característico de componente em curto na entrada da fonte ou no circuito retificador. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 4. Veja no vídeo e anote as dicas que são mostradas. Excel. o que incluirá diversos tipos de placas de CPU equipadas com diversos tipos de microprocessadores. ___________________________________________________ ___________________________________________________ PLACA MÃE Placas de CPU Para fazer uma manutenção com segurança. Com a intensidade _________________________ . Seu funcionamento é baseado em programas e procedimentos. Microprocessador Podemos encontrar placas de CPU baseadas em diversos microprocessadores. e outros. Quem faz essa programação é justamente a ROM do computador. você vai testar: ____________ ____________________________ ___________ ____________________________. Tudo que acontece em um computador provém da Unidade Central de Processamento (UCP ou CPU). Circuito Integrado – É um componente que reúne no seu interior vários circuitos com diversas funções. . é preciso que você conheça bem as placas de CPU e diversos dos seus aspectos. as quais vimos através de linguagem de máquina decodificada por programa como: Windows. ____________________________________________________ ____________________________________________________ 2. também referenciada como Processador ou Microprocessador Memória ROM (Read Only Memory) – Memória apenas de leitura – Quando ligamos o computador o microprocessador fica inoperante. 2. Ligando o circuito serial na fonte verifica-se qual ______________ ___________________. Abordaremos esses aspectos a seguir. Nele é feito o gerenciamento de todos os recursos disponíveis no sistema. ____________________________________________________ 3. veja no vídeo como fazer e anote todos os procedimentos logo abaixo: 1. Processador – Considerado o cérebro ou até mesmo o coração de microcomputador. esperando receber uma programação. todas elas muito importantes na manutenção da fonte: 1.

• Cache de Memória – Encontra-se internamente no Processador ou externamente. LEITURA DOS RESISTORES Resistores SMD – São micros resistores soldados na placa mãe. Veja nos exemplos abaixo como se lê estes resistores. mesmo quando o computador está desligado. mas é suficiente para armazenar as diversas opções de funcionamento a nível de hardware. Capacitores – Sua função é filtrar e eliminar ruídos da corrente que percorre no circuito. CMOS e bateria O chip CMOS possui dupla função: •Um relógio-calendário •Uma pequena quantidade de memória RAM Graças à presença da bateria que mantém o chip CMOS em funcionamento permanente.000 Ohms 10K 10 Ohms 10R Acompanhe os testes destes resistores no vídeo. Diodos – Sua função e permitir a passagem da corrente apenas em um sentido. dias. o relógio-calendário do chip CMOS passa o tempo todo marcando horas. minutos. meses e anos. em geral apenas 64 bytes. segundos. Resistores – É um componente que tem como função limitar a corrente no circuito. 252 103 100 471 2 5 2500 Ohms 2K5 00 1 0 000 1 0 0 4 7 0 470 Ohms 470R 10. A memória RAM possui uma capacidade muito pequena. Foi desenvolvida para melhorar o desempenho de leitura que o processador faz com a memória RAM. Alguns exemplos dessas opções são: •A quantidade de memória RAM •O tipo de microprocessador instalado •O número e os tipos dos drivers de disquete •Parâmetros do disco rígido .

a partir dos seus três barramentos básicos: •Barramento de dados •Barramento de endereços •Barramento de controle Esses barramentos podem dependendo da finalidade. é usado um programa conhecido como CMOS Setup. para executar o CMOS Setup. .•Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso à memória •Parâmetros relacionados com a velocidade de acesso aos slots •Senhas •Habilitação das interfaces existentes na placa de CPU •Modos de atuação da memória cache. é apresentada uma mensagem indicando qual é a tecla que deve ser pressionada para executar o CMOS Setup. Para realizar esta programação. Em geral. Normalmente esta mensagem tem o seguinte aspecto: Press DEL to run Setup Ao pressionar a tecla indicada (isto precisa ser feito durante a contagem de memória. devemos realizar um boot. ser combinados de várias formas. Isto inclui: •Memória •Chips da placa de CPU (Ex: VLSI) •Placas de expansão A maior parte dos sinais digitais que compõem os barramentos são originados no próprio microprocessador. o programa CMOS Setup entra em execução. Barramentos Barramentos são conjuntos de sinais digitais com os quais o microprocessador comunica-se com o seu exterior. e durante a contagem de memória. Esta instalação ocorre quando é montado o computador. Este programa está armazenado na mesma memória ROM onde fica localizado o BIOS da placa de CPU. ou então quando é feita a substituição da placa de CPU. depois disso a tecla não ativa mais o CMOS Setup. sendo portanto necessário realizar um novo boot para que a contagem de memória apareça novamente). Todos esses itens devem ser programados quando é feita a instalação da placa de CPU.

Usado nas placas de CPU Pentium e nas mais recentes. na versão de 8 bits. Este barramento foi muito utilizado nas placas de CPU 486.Podemos citar. e mesmo nas de 386. Possui características herdadas do IBM PC AT.Constitui os slots de 8 e 16 bits •Barramento VLB . que se tornou uma barreira para o desenvolvimento de dispositivos mais velozes. Entretanto. usado nas placas de CPU Pentium. começou a cair em desuso. Para que os gráficos sejam apresentados na tela em alta velocidade. conhecidos como "Slots ISA". Para resolver este problema. capazes de operar com taxas de transferência superiores a 10 MB/s. terá que instalar também uma placa SVGA padrão PCI. Os fabricantes de discos rígidos tornaram-se capacitados a produzir modelos de alto desempenho. Este é um ponto muito importante. como a interface de teclado.Faz a conexão entre microprocessador e memória •Barramento ISA . essas placas de CPU possuíam dois ou três slots VLB. Em 1995. as placas SVGA modernas possuem uma grande quantidade de memória de vídeo. para a comunicação entre o microprocessador e determinados dispositivos da placa de CPU. o que interessa é a presença dos slots de 8 e 16 bits. e posteriormente aperfeiçoado no IBM PC AT. Para operar com altas resoluções e elevado número de cores. no qual o microprocessador utilizado era o veloz (na sua época) 80286 de 8 MHz. alguns dispositivos tornaram-se mais velozes que o permitido pelo barramento ISA: a placa de vídeo e a placa controladora de disco rígido. PCI). O barramento ISA (Industry Standard Architecture) foi originado no IBM PC. endereços e controle. Cada um desses barramentos possui sinais de dados. por exemplo: •Barramento local . A placa de CPU 486 da figura 4 apresenta slots VLB. e sim. timers e diversos outros circuitos. a VESA (Video Electronics Standards Association) criou um novo barramento veloz chamado VLB (VESA Local Bus). Vejamos em que constitui cada um deles. dando lugar ao barramento PCI. o que não era permitido pelo barramento ISA. A taxa máxima de 8 MB/s permitida pelo barramento ISA já não era suficiente. nos quais podiam ser conectadas as seguintes placas: . ISA Este barramento é formado pelos slots de 8 e 16 bits existentes nas placas de CPU. era preciso que o microprocessador pudesse transferir dados para a placa de vídeo com taxas de transferência mais elevadas. caso deseje substituir a placa de CPU por uma mais moderna (que certamente não possuirá slots VLB. Do ponto de vista do usuário. Se você possui um computador com uma placa de CPU 486 equipada com slots VLB e placas de expansão VLB. fabricadas em 1993 e 1994. VLB O velho barramento ISA mostrou-se adequado para diversos tipos de placas de expansão. já no início dos anos 90.Usado em muitas placas de CPU 486 •Barramento PCI . Em geral. chegando à versão de 16 bits. controladores de interrupção. e também é usado internamente nessas placas.

em geral com encapsulamento SIMM de 72 vias. Por exemplo. etc. a Intel criou também um novo barramento. já que ambos utilizam um clock PCI de 33 MHz. com exceção do modelo de 75 MHz. usado já nas primeiras placas de CPU Pentium a serem lançadas no mercado. Soquete para as memórias As placas de CPU Pentium II. temos 120 MB/s. existe muito pouca diferença no clock do barramento PCI. controladores de DMA e de interrupções. usado em placas de CPU Pentium. A figura 6 mostra o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). . Veja no filme os tipos de soquetes bem como um exemplo de memória. no qual o clock PCI é de 25 MHz. As primeiras dessas placas. praticamente todas as placas de CPU Pentium atuais utilizam a versão de 32 bits. suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM. Além de integrar o chipset i440LX. 33 MHz ou mais. isto resulta em uma taxa de transferência igual a cerca de 132 MB/s. circuitos que formam as interfaces IDE. com exceção das primeiras a serem lançadas. Como em cada ciclo de clock são transferidos 4 bytes (32 bits). temos 100 MB/s. tão veloz quanto o VLB. que é o Pentium-75. porém muito mais versátil. possuem soquetes para a instalação de memórias SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias. Observe que todas as versões do Pentium. Possui as seguintes características: •Opera com 32 ou 64 bits •Apresenta taxas de transferência de até 132 MB/s. e aproveitado para o Pentium II). Utiliza um clock igual à metade do clock externo do microprocessador Pentium. Com o barramento PCI operando a 30 MHz. o barramento PCI pode operar com 25. este chip também faz parte do chipset i430TX. um Pentium200 é capaz de transferir dados pelo barramento PCI com a mesma velocidade do Pentium-100.•Placa SVGA VLB •Placa IDEPLUS VLB PCI Ao desenvolver o microprocessador Pentium. equipadas com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro. usado em placas de CPU Pentium II. 6) Chipset Muito importantes são esses chips. 30. dependendo do clock do microprocessador Pentium utilizado. Trata-se do barramento PCI (Peripheral Component Interconnect). Isto significa que. com 32 bits •Possui suporte para o padrão PnP (Plug and Play) Apesar de poder operar com 32 ou 64 bits (os slots PCI de 64 bits são um pouco maiores que os de 32). controle dos barramentos ISA e PCI. e no "lanterninha". responsáveis por várias tarefas vitais: controle da memória DRAM.

a técnica de conserto é fazer um pente fino. Procedimento: • Meça as tensões na saída da fonte. . modem. criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão. teste os resistores e bobinas na placa mãe. Ligue o computador com apenas a placa de vídeo. FAZENDO CONSERTO NA PLACA MÃE Para qualquer sintoma na placa mãe. para isso é aconselhável treinar bem os testes dos componentes SMDs. bobina ou mesmo o jamper se estiver aberto impedirá a passagem da tensão na placa impedindo seu funcionamento. Qualquer resistor de baixo valor. Com pouco de prática você pode detectar o componente defeituoso rapidamente. Verifique se os Cis estão aquecendo. Com as pontas dos dedos. • Teste os reguladores tensão que há na placa. placa de som e no HD. retire todas as outras placas bem como o HD e espere por alguns segundos. Entre várias de suas funções. chipset. encoste levemente nos circuitos integrados. Os CIs de pequeno porte geralmente trabalham frios. Localize na placa os resistores abaixo de 800R e as bobinas. • Se a tensão estiver presente na saída da fonte. veja no filme os testes e pratique em qualquer placa. Roteiro de teste: 1. Os CIs que mais aquecem são: o processador. use o multímetro na menor escala de resistência. OBS. Se não houver tensões faça a substituição da fonte ou execute o conserto da mesma. Não encoste os dedos nos terminais dos Cis. uma delas é o controle do barramento gráfico AGP. 2. veja no filme. Se os CIs que devem trabalhar mornos estiverem frios é porque não há alimentação na placa. os CIs que estão na placa de vídeo. Pode o correr que algumas das placa esteja com algum componente em curto fazendo impedir o funcionamento da placa Mãe.O outro integrante do chipset i440LX é mostrado Vídeo. Veja no filme. bem como os Jamper e faça os testes como o computador desligado para evitar curto e danificar mais componentes juntamente com o multímetro.

c)Modo – refere-se ao tipo de informação que está sendo apresentada na tela. Ao analisar um padrão de vídeo. mas sim a imagem como um todo. som. Retire todas as placas (vídeo.3. A distância de dois pontos de imagem é importante para a resolução. d)Quadro de caracteres – esta característica refere-se ao número de pixels que é usado para representar um caractere. devemos levar em conta os seguintes fatores: a)Resolução – que é dada pelo numero de pixels verticais e horizontais da imagem b)Número de Cores – que vai depender da forma como a resolução é programada e também do modo de operação. com o tempo os adaptadores evoluíram gerando sinais com cada vez mais recursos. memórias. Neste ponto é interessante abordar um característica do monitor que o técnico deve conhecer e que justamente se relaciona com a resolução. O adaptador de vídeo pode ser uma placa encaixada no barramento do PC ou pode estar embutido na forma de chips na própria placa-mãe (vídeo on board). 4. unidade de CD e cabos). ADAPTADORES DE VÍDEO (PLACA DE VÍDEO) O hardware que transforma os sinais digitais gerados pelo PC num sinal que possa ser trabalhado pelo monitor transformando-os numa imagem é denominado “adaptador de vídeo” ou “controlador de vídeo”. HD. unidade de disquete. Faça uma limpeza com tiner de limpeza em toda placa nos dois lados e depois faça uma secagem usando um secador de cabelo numa média temperatura. Podemos dizer que até chegar a integração na placa-mãe. e a própria velocidade com que as imagens podem ser mudadas. mas tanto como os computadores antigos como os modernos ainda estão funcionando com grande quantidade de padrões sendo utilizada. Quase sempre a limpeza resolve 50% dos problemas. pois deve ser a menor possível para que o olho não perceba os pontos individuais. 5. o que significa a necessidade do técnico ter uma noção deles. . desde o numero de pixels até o número de cores. se apenas texto ou se é um desenho (gráfico). A tendência natural dos adaptadores de vídeo e estar “on board” ou na forma de circuitos da própria placa-mãe. modem. Este mesmo tipo de limpeza serve para os restantes das placas que ligam na placa mãe. dependendo do tamanho da memória de vídeo.

28 de polegada. Para os monitores comuns os valores são 0.Esta distância é dada pelo “dot pitch” e precisa ser a menor possível. MDA – Monochrome Display Adapter – época: 1981 Resolução 640 x 200 resolução 640 x 200 320 x 200 160 x 200 320 x 200 640 x 200 resolução 720 x 350 720 x 348 resolução 640 x 350 720 x 350 640 x 350 320 x 200 640 x 200 640 x 350 resolução 640 x 480 resolução 720 x 400 Número de cores 1 Número de cores 16 16 16 4 2 Número de cores 1 1 Número de cores 16 4 16 16 16 16 Número de cores 256 Número de cores 16 Modo de operação texto Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação texto Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Texto Quadro de caracteres 9 X 14 Quadro de caracteres 8x8 8x8 Nenhum Nenhum nenhum Quadro de caracteres 9 x 14 Nenhum Quadro de caracteres 8 x 14 9 x 14 nenhum nenhum nenhum nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres 9 x 16 CGA – Color Graphics Adapter – época: 1981 HGC –Hercules Graphic Card – época: 1982 EGA – Enhanced Graphic Adapter – época:1984 PGA – Professional Graphics array – época: 1987 VGA – Vídeo Graphics Array – época:1987 .26 e 0.

. Isso quer dizer que. temos de diminuir a outra.Observe como evoluiu o número de cores e a resolução. Aumentar a resolução significa aumentar a quantidade de memória necessária. Observe o leitor que a quantidade de cores depende também da resolução. assim como aumentar o número de cores.360 x 400 640 x 480 640 x 480 320 x 200 resolução 320 x 400 640 x 400 640 x 480 320 x 200 resolução 800 x 600 resolução 1024 x 768 640 x 480 1024 x 768 resolução 640 x 480 1024 x 768 640 x 480 1056 x 400 16 16 1 256 Número de cores 4 2 2 256 Número de cores 16 Número de cores 16 256 256 Número de cores 256 256 65 536 16 Texto Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Texto Texto Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Modo de operação Gráfico Gráfico Gráfico Texto 9 x 16 Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres 8 x 16 8 x 16 Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum Quadro de caracteres Nenhum Nenhum Nenhum 8 x 16 MCGA – Memory Controller Gate Array – época 1987 Super VGA – Especificação VESA – época: 1989 8514/A – época 1987 XGA – Extended graphic Array – época:1989 A tabela acima mostra os padrões de vídeo IBM e os diferentes adaptadores de vídeo que podem ser encontrados nos computadores gerando sinais para os monitores. Note também que no modo “texto” é preciso definir o tamanho da matriz que define cada caractere. para aumentar uma.

existem diversos padrões VESA para sinais de vídeo que culminam com SVGA. no caso dos monitores de vídeo. O que diferencia cada padrão é o numero de pixels de resolução. FREQUENCIA DE VARREDURA O numero de pixels e. é a necessidade de se chegar a uma padronização. em 1987. portanto. Assim. o numero de cores e as freqüências usadas nas varreduras horizontal e vertical. é conseguida com a menor resolução em cada caso. e como ponto importante para se obter uma maior resolução possível. VESA significa “Vídeo Eletronics Standards Association ou Associação de Padrões Eletrônicos de Vídeo. a resolução de um monitor dependem do padrão de vídeo usado pelo adaptador. Os padrões da VESA levaram em consideração diversos tipos de monitores já existentes. portanto. denominado super VGA ou SVGA. a VESA resolver estabelecer uma padronização para estes periféricos do PC..A maior quantidade de cores. para conseguir o número de pixels de imagem usa freqüências próprias de sincronismo ou varredura vertical horizontal.Cada padrão. Nas tabelas ao lado temos as características dos diversos adaptadores: MDA: Freqüência Vertical:50 Hz Freqüência horizontal: 18 430 Hz CGA . Esta freqüência mínima definiu um padrão que é o mais usado atualmente. Conforme veremos nos itens seguintes. mas de características diferentes no mercado. VESA Como acontece com certa freqüência quando mitos fabricantes começam a ter produtos com a mesma finalidade. Para obter o numero de pixels de uma imagem produzida por qualquer dos sistemas basta multiplicar a resolução horizontal pela vertical. determinaram que para se obter maior velocidade de renovação das imagens com um mínimo de cintilação. uma freqüência de pelo menos 72 Hz de varredura vertical deveria ser usada. no XGA de 1024 x 768 temos 768 432 pixels. Por exemplo.

para reproduzir uma imagem de 1 310 720 pixels (1280 x . O VGA durante um bom tempo atendeu as necessidades dos usuários de computadores. Observe que enquanto no VGA para uma resolução de 307 200 pixels (640 x 480) com 256 cores precisamos de apenas 307 kbytes de memória. é se ele tem quantidade de memória necessária para isso.Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 15 570 Hz HGC Freqüência Vertical: 50Hz Freqüência horizontal: 18 100Hz EGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal:21 850Hz PGA Freqüência Vertical:60Hz Freqüência horizontal: 30 500Hz O SUPER VGA Para apresentar muitas imagens ao mesmo tempo numa tela.Um maior número de pontos de imagens na tela se faz necessário. Um ponto importante é que a imagem que é apresentada na tela de um monitor deve ficar armazenada numa memória de vídeo. como se exige atualmente na maioria das aplicações gráficas e de multimídia. Assim. maior deve ser a memória de vídeo necessária.ou ainda para apresentar imagens com pequenos detalhes na tela de um monitor. teve um limite para a capacidade de resolução. Quanto maior for o número de cores. ou ainda atender a uma consulta sobre possível causa de não reprodução de todas as cores ou máxima definição de um monitor. entretanto. que só foi superada com o advento do SUPER VGA ou SVGA. uma característica importante para a qual o técnico deve estar atento ao recomendar um monitor de vídeo para o cliente. A tabela abaixo mostra de que modo a memória de vídeo se relaciona tanto com o numero de pixels quanto com as cores. uma resolução pequena não é admissível.

1024) com o mesmo número de cores necessitamos de uma memória de 1. Ocorre. o técnico deve estar atento para o fato de que nem sempre uma imagem com deformações desse tipo tem origem em algum problema do circuito do monitor de vídeo. o que corresponde a 34 milhões de informações por segundo.33. Todos as tensões analógicas correspondentes aos pontos de uma imagem completa devem ser transferidas em 1/72 de segundo da memória de vídeo para os circuitos do monitor. Neste caso. mas sim na própria . LARGURA DE FAIXA Um ponto essencial a ser considerado ao se analisar um monitor devem faze-lo em altíssima velocidade. a imagem que é jogada na tela nem sempre mantém esta relação de dimensões. exigindo uma formatação da imagem que pode ser feita pelos controles ou pelo software. Esta relação também é comumente denominada Relação Entre Eixos e especificadas como 1. Isso significa que operando com 480 000 pontos de imagem na resolução de 800 x 600 com 16 cores. Memórias de 4 Mbytes para aplicações em computação gráfica são o mínimo que se pode exigir hoje em dia para uma boa placa de vídeo. Isso quer dizer que os circuitos do monitor devem ser capazes de responder a sinais nesta velocidade. entretanto. O principal problema surge com diversos formatos de vídeo VGA que podem fazer com que bolas apareçam “achatadas” se a relação correta entre o padrão e o circuito de varredura de tela não for observada. maior deve ser o tamanho de memória de vídeo.3 Mbytes. TAMANHO DA IMAGEM A relação entre a largura e altura de tela de um monitor de vídeo vem dos tempos em que se usava para esta finalidade televisores comuns: 4x3. Quanto maior o número de cores. devem ser transferidas 480 000 x 72 valores de tensões analógicas por segundo. e não devem apresentar deformações que afetem a qualidade da imagem. que para os diversos padrões de vídeo.

Técnica de consertos: PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo. e no outro faz com que diminua. Por exemplo. um controle de tamanho de tela. Tocando nestas teclas o ajuste é modificado. faz com que a tela aumente. Os controles digitais são os que usam teclas. que podem ser girados para se obter o ajuste desejado. Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem. podendo ser causa de problemas de funcionamento. ao ser tocado num lado. Um monitor analógico pode ter controles digitais! Os controles analógicos são os que fazem uso de potenciômetros comuns. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem. Este mesmo sinal também informa o monitor sobre o número de linhas que devem ser reproduzidas. Para a maioria dos monitores existe um sinal de detecção que permite aos circuitos saber qual o formato correto da imagem que deve ser colocado na tela para que ela mantenha a proporção origina e não ocorram deformações. que devem ser ajustados para uma operação correta. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ __________________________________________________________ . O técnico deve estar atento jpara o fato de que estes controles se desgastam e sujam. que podem aumentar ou ainda modificar a relação largura x altura evitando-se problemas de deformações.compatibilidade de formatos de placa controladora e de monitor. Acompanhando as explicações no vídeo. Existe ainda a técnica denominada definição Automática do Tamanho da Imagem que é usada por alguns fabricantes e que funciona de modo independente do sinal de vídeo enviado pelo adaptador. Observamos que é comum confundir-se um monitor digital com um analógico pelo fato dos controles de imagem serem tipo digital ou analógico. Como recurso adicional para obter a imagem correta numa tela temos ainda os controles no painel (ganho dos amplificadores). que devem ser ajustados para uma operação correta.

O primeiro passo a tomar é: 1. aquela que é usada para apagar escritas de lápis em papel. HD (Hard Disk). Disco rígido Trilhas Cabeça Setores . setores e trilhas. com uma velocidade muito acima de um Drive para disco flexível. Para lubrificar os contatos do Slot. Diodos na placa de vídeo também quando entram em curto provocam qualquer um dos sintomas mencionados acima. O HD também pode ser conectado diretamente em um Slot na placa mãe ou a placa SIDE (controladora) através de um cabo flet. faça isso usando um solda fina. As bobinas têm a aparência de resistor SMD. Use um ferro de solda de 25W para ressoldar o conector. O winchester armazena e lê informações de forma randômica ou direta. Endereçando-as através dos números de seus cilindros. Veja se na placa há bobinas. monitor não arma ao ligar o micro. e alimentado por um dos conectores da fonte. É um disco de alta capacidade. WINCHESTER Também chamado de Disco Rígido.__________________________________________________________ _________________________________________________________. caso contrário a mesma está aberta. Fazer limpeza nos contatos da placa e depois uma lubrificação no Slot. use uma graxa fina (graxa usada pelos relojoeiros). A resistência ôhmica deve ser Zero. Podem ser conseqüência do mau funcionamento da placa de vídeo. • • • • • Para fazer a limpeza use uma borracha. Veja na figura abaixo a estrutura interna de um HD e faça o acompanhamento no vídeo. Os sintomas como: falhas de imagem falta uma das cores. veja exemplo abaixo: 000 • • Estas bobinas devem ser testadas na escala X1 no multímetro analógico e no multímetro digital na escala mais baixa 200. Ressolde os pinos do conector (Plugue que liga o cabo de vídeo). Passe a borracha levemente de um lado e do outro nos contatos da placa. cabeças. Variam de 20Mbaytes acima de 10Gbytes.

• MODEM ISDN. • HISTORICO. O Modem foi criado em 1960 pela AT&T. • ASDL. • Modem externo que é conectado à porta serial do micro. . • Onbord que já vem acoplado à placa Mãe. É o principio de transmissão de sinal que utiliza determinada técnica de modulação / demodulação só que via cabo. • CABLE MODEM.TIPOS DE MODEM: • MODEMS CONVENCIONAIS. MODEM FUNCIONAMENTO: O que é um modem: É uma junção de dois termos – MODULATE and DEMODULATE. O funcionamento do modem recebe o sinal na forma digital modulandoo em onda senoidal e transmitido via linha de transmissão até a outra ponta onde temos outro modem para fazer a demodulação e retornar o sinal á forma original. porem somente em 1979 a Hayes lançou o primeiro modem para microcomputadores. MODEMS CONVENCIONAIS. Existem basicamente três tipos de modem convencionais: • Modem interno que e colocado em um dos SLOTS ou PCI da placa mãe.

criando um dos mais rápidos caminhos possíveis p/ aplicação de comunicação de dados. Nos fios da linha telefônica atual. V.400 bps. CARACTERISTICAS: Este serviço possibilita a transmissão de voz e dados com velocidade de até 128 kbps. Modems simétricos são aqueles em que os dados que fluem nos dois sentidos com mesma velocidade. VANTAGENS: • • • • • Múltipla utilização de linhas. 2 – MODEM ISDN SIGNIFICADO: ( Integrated serviçe Digital Network). Alta velocidade na conexão. 3 – CABLE MODEM INTRODUÇÃO: É o dispositivo que permite ligar um computador domestico à rede de TV a Cabo. A tecnologia ISDN pode transmitir e recebe dados com 128 kb ou ainda atender 1 ligações e ficar na Internet a 64 KB.34 – Transmissão entre 19.90 – atual padrão que permite recepção de 56Kbps. A tecnologia de cable-modem diz respeito a sua simetria.200 33.PADRÕES DE FUNCIONAMENTO: Existem vários padrões de comunicação determinada pela (UTU) União Internacional de Telecomunicação. Ser imune interferências.600 a 14. Vídeo conferencia em tempo real. V. já os assimétricos a velocidade de fluxo que chega ao usuário é maior que velocidade do fluxo originado . pois possui 2 canis de 64 Kb e ainda 1 canal "D ‘que serve para sinalização e gerenciamento de veículos.600. V. V. Ela é do tipo 2B+B.22 – Utiliza transmissão de 1.200 a 2400 bps. Acesso acima 128 Kb com a Internet.32 – Utiliza em transmissão de 9.

SIGNIFICADO: ( Asymmetric Digital Subscriber line) CARACTERISTICA: Os modems converte o sinal padrão do fio telefone par – trancado em um duto Digital de alta velocidade.pelo usuário. APLICAÇÕES: Vídeo conferencia. FUNCIONAMENTO: A tecnologia ASDL divide digitalmente a linha telefônica em 3 canais separados. Vantagens do uso da tecnologia ASDL . 4 – TECNOLOGIA ASDL. A transferencia de dados atingira 640 Kb e nunca inferior a 160Kbps. teletrabalho e até interconexão de redes empresariais. qual a escala do multímetro é usada para fazer estes testes? __________________. . escreva quais os componentes que são mostrados no vídeo: _______________________________________________________________________ Acompanhando as medidas destes componentes no filme. Técnicas de consertos: No filme são mostrados os principais componentes a serem testados quando há ausência de sinal de linha. esta no fato de que será velocidade contínua a mesma independe no numero de usuários conectados. FUNCIONAMENTO DO ASDL. o 1º canal é utilizado para transmissão de voz. o 2º é utilizado para o fluxo de informações no sentido – rede e o 3º canal para o fluxo de dados no sentido rede-usuário. A velocidade de recepção de dados será em media 4Mbps e nunca será inferior a 1 Mbps.

FOCO Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador.PLACA DE SOM – A Placa de som. DVD e CD-ROM SERVO O CD-ROM e DVD-ROM possui quatro servos:     Servo foco Servo tracking Servo slide Servo CLV (spindle) Servo foco: Este servo tem como função. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura. (A+C . quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado). Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Se as entradas forem iguais. possibilita a execução de som no computador. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Ao contrário. Acompanhando as explicações no vídeo. indicando sinal fora de foco. Tudo o que é ligado a som. ) Quando o disco está muito perto da cabeça. através dos quatro fotodiodos. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD. O pick-up. PICK-UP AMP LPF . que por sua vez excitará a bobina de correção de foco. escreva todas as dicas mostradas e como proceder aos testes usando o multímetro: _________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________. que colocará em funcionamento o drive. B+D terá um nível maior. passa por esta placa. corrigir o foco sobre a pista do disco. Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. Caixas de som e a Placa de som). se as entradas forem diferentes. a saída terá nível alto. REF. O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco. a saída será nula.( B+D) PLL os diodos A+C terão um nível maior. Porém.

conforme vemos no esquema abaixo. Veja esquema abaixo. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda). além dos quatro fotodiodos do sinal de RF. Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor spindle – motor de giro. enviando esta informação ao servo. a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete. Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas. temos dois outros detectores.Este servo é dependente do servo tracking. compensando alguma diferença de polarização. Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal.Servo Tracking: O servo tracking. tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. EFM LPF . Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F). Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco. PLL REF. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho. de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. de trilhagem. a trilhagem é efetuada por meios ópticos. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. No pick-up. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up. um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais. TRACK DRIVER MOTOR DESLIZE PICK-UP AMP.

Como __________________________________________________________. Anotações: _________________________________________________ _______________________________________________________________________. fazer ajuste no trimpot que se localiza abaixo da cabeça.veja no filme e preencha os espaços em brancos.SPINDLE DEMOD. Como resolver: Fazer limpeza na cabeça óptica. RAM DRIVER SYNC PLL FG TORQUE Técnicas de consertos: Sintoma – Há dificuldade para fazer a leitura do disco. resolver: . Sintoma – Disco não gira 1ª parte Como resolver: Verificar se a unidade está queimada (veja no filme como saber se a unidade está queimada). Como __________________________________________________________. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 1ª parte .veja no filme e preencha os espaços em brancos. se nada resolver substituir a unidade óptica. Como __________________________________________________________. Sintoma – Disco não gira 2ª parte – veja no filme e preencha os espaços em brancos. Veja no filme mais detalhes. resolver: Sintoma – A bandeja não ejeta 2ª parte . verificar conectores.

Veja no filme e preencha os espaços em brancos. IMPRESSORAS Controladores de impressora.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como resolver: __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Como __________________________________________________________. Cabos flats . resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM/ DVD totalmente inoperante 1ª parte Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Placa de rede Sintoma – Placa não funciona .Veja no filme e preencha os espaços em brancos. Dicas: __________________________________________________________________. Word etc. Removendo a senha do SETUP . travam. Dicas: __________________________________________________________________. Windows. Veja no filme e preencha os espaços em brancos. resolver: Sintoma – Unidade de CD ROM totalmente inoperante 2ª parte . Dica: ___________________________________________________________________. . Como __________________________________________________________. Programas como. Como __________________________________________________________.Veja no filme e preencha os espaços em brancos.Sintoma – Os sinais de áudio do CD e DVD não são reproduzidos nas caixas de som.

as opções da impressão que você seleto é fornecido pelo excitador da impressora. A função principal do controlador é informar ao PC sobre as capacidades da impressora. Os gráficos vectorial e os projetos das fontes mesmo devem . as impressoras têm microplaquetas de memória e. Os controladores que incluem com Windows fornecem normalmente o acesso às características básicas de uma impressora. de filas de cópia melhoradas. que gire para a impressora próprio uma espécie do computador especializada altamente. não nas aplicações individuais. regulando. A última versão do controlador consulta no Web site do fabricante. as fontes e os commandos. Para uma impressora do diodo emissor de luz ou de página (laser). forçando a ele para usar aqueles que são fornecidas com Windows. como o PDL que se usa. poderia ter diferenças importantes entre os excitadores da impressora que incluem com Windows e aqueles que incluem a impressora ou estão disponível na linha. os controladores que incluem com Windows são desenvolvidos pelo fabricante da impressora. Windows inclui o controlador para uma escala ampla das impressoras e quase sempre há controladores individuais disponíveis nos serviços na linha do fabricante da impressora. como o búfer manter um trabalho da impressão quando for alimentado o motor real da cópia. você instala o excitador da impressora como a parte do sistema operando-se. visto que os controladores melhorados forneceram pelo fabricante no D-ROM que inclui com a impressora. A impressora deve monta uma imagem do mapa de bocado de uma página inteira para imprimi-la. e as imagens e as fontes que são usadas nessa página consomem a memória.Como com muitos periféricos. Como os PCes. embora pareçam ser parte da aplicação. de retratos do diálogo melhorados ou de outros benefícios. a quantidade de memória integrada é um aspecto extremamente importante de suas capacidades. Ao imprimir um original em uma aplicação. e como o armazenamento permanente e semipermanent para projetos das fontes e dos outros dados. Regularmente. e incluem no pacote Windows pelo conforto. não pon Microsoft. os tipos de papel que segura e as fontes instaladas. como o espaço do trabalho para conter dados durante processar de imagem. as impressoras dependem na maior parte das vezes de um controlador instalado no PC. Embora o fabricante da impressora desenvolvesse os controladores para todos os modelos que são usados com Windows. Em todas as versões de Windows. O excitador da impressora fornece a relação de software entre a impressora e seu sistema da aplicação ou operar-se. As impressoras podem usar sua memória interna para alvos diversos. o laser e da injeção vermelha tem também um processador. Observe que em alguns casos os fabricantes das impressoras já não seguram impressoras velhas com os controladores melhorados. Asegúrese para provar ambos os tipos de controlador ver qual trabalha mais melhor. poderiam incluir a correspondência de dois pontos luxuosos. ou com descarregar na linha.

reservando que continua trabalhando quando o PC processar o trabalho da impressão. Os multitasks dos sistemas operandose. Nota: o aspecto da expansão da memória é aplicável principalmente às impressoras de página como o laser. Impressora jato de tinta Fonte de alimentação . geralmente podem imprimir no fundo. Entre mais grande são os gráficos na página e mais fontes são usadas. Algumas impressoras da injeção vermelha do formato grande. Isto deve àquele que a impressora necessita dedicar menos hora de calcular se a página couber na memória. como a série de Designjet do cavalo-força oferecem a expansão da memória. Uma impressora com memória adicional pode simultaneamente aceitar mais dados do PC. e pouco ou nenhumas em comprimir os dados para lheos caber. Dependendo do sistema operando-se de seu PC e de sua configuração do excitador da impressora. A maioria de impressoras de matriz do ponto do ace ou da injeção vermelha recebem dados do PC como fluxos dos caráteres ASCII. requererão mais memória. As imagens mesmo são processadas pelo PC e transmitidas ou a impressora como um córrego do bocado. e porque para não ter que montar simultaneamente uma página completa. embora ao custo do desempenho quando a impressão for executada. podem manter ao búfer muito menor. não possa (em a maioria dos casos) continuam trabalhando até que todo o trabalho esteja transmitido à impressora. algumas impressoras de laser imprimem páginas ricas nos gráficos muito mais rápidos após um update deste componente. Ao imprimir um original em uma aplicação de DOIS. perto [ou para regular somente de alguns Kilobytes. como Windows 9x. Esta memória é adicional a qual é needed armazenar ao PDL do intérprete e às pias batismais permanentes da impressora. Nota: porque muitas impressoras de laser usam técnicas da compressão de dados imprimir gráficos com um pouco de memória. mas esta é pouco comum nas impressoras da injeção dos escritórios pequenos e homemade que usam a letra de papel assim grande. Entre mais grande é ao búfer da memória da imprimindo mais logo terminará ao PC o trabalho da impressão. de modo que tempo raro seja possível aumentar a memória de uma impressora de matriz do ponto. isto pode dar pelo resultado uma diferença notável no rendimento de seu sistema.ser process dentro dos mapas de bocado antes que possam ser imprimidos. retornando a sua operação normal.

.......................... .......... Relacione os CIs da fonte....... use o multímetro analógico ou digital).................. Há uma diferença nas duas impressora na questão de componentes...... ou vem como SMD (micro transistor)............ Relacione os diodos bloqueadores .. Técnicas de consertos As técnicas de consertos da impressora jato de tinta é semelhante a matricial.................. Escreva seu endereço ................................. com diferença em alguns componentes................................... → Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do conector da fonte (placa principal) um a um......... Análise do Circuito em PCI e seus Defeitos Localização do Conector da Fonte na Placa Principal • • • Siga o cabo flat da fonte até a placa principal..... Relacione os transistores da fonte:.. tem uma grande semelhança com a fonte de alimentação da impressora matricial.. Escreva endereço do trimpot......................... Escreva o endereço do fotoacoplador ............................. na impressora jato de tinta os transistores se encontrão internamente nos CIs........................................... Pegue uma impressora e remova a tampa          Localize a fonte.............. Escreva no seu caderno quais são os pinos do conector que são aterrados (para descobrir os pinos que fazem parte do terra............ verifique quais os pinos que o multímetro marca zero ( Ǿ) Ohms............... Teste o foto acoplador no local .... Relacione os diodos retificadores ... → Coloque a ponta de prova preta na trilha mais larga que se encontra nas bordas da placa.................................A fonte de alimentação da impressora jato de tinta...................... restam apenas os terminais de tensão alta e baixa......... Tensão Alta e Baixa Uma vez identificados os terminais negativos. Escreva no seu caderno quantos terminais a no conector..............................................................................

Tensão Baixa. endereço do CI. faremos a identificação dos pinos do CI que são alimentados de tensões baixa e alta. . veja a tensão de trabalho marcada neste capacitor para ser a linha de tensão baixa. Coloque uma das pontas de prova do multímetro no terminal de tensão baixa .• • Tensão Alta. 18 Volts. 4 Volts.   Atenção : Escreva no seu caderno se os pinos encontrados são de tensões altas e baixas. 20 Volts. significa que este é o pino +B (tensão baixa). referência do CI e sua função. Tensão Baixa  Siga a trilha de um dos terminais do conector até um capacitor eletrolítico. 6 Volts. Escreva no seu caderno o número do pino CI. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e número do pino do conector.00 que é o preço de uma cabeça nova. Neste caso o capacitor eletrolítico deverá marcar no máximo 35 Volts. no capacitor deverá marcar no máximo 10V. Identificação da Linha +B (Pinos dos CIs) Localizado os pinos de tensão baixa e alta do conector da fonte na placa principal. coloque nos terminais do processador um a um. A outra ponta de prova .   Multímetro analógico ou digital. Siga as dicas do nosso colaborador Alexandre Souza e aprenda a desentupir essas cabeças e economizar R$150. DESENTUPINDO CABEÇAS DAS IMPRESSORAS EPSON STYLUS COLOR Um dos grandes problemas enfrentados pelas impressoras Epson é o entupimento de sua cabeça de impressão. no momento que o multímetro registrar zero ( Ǿ) Ohms. Use este mesmo procedimento para todos os CIs. 32 Volts e etc. 24 Volts. 5 Volts. Escreva no seu caderno o endereço do capacitor e o número do pino do conector  Tensão Alta   Siga o mesmo roteiro da tensão baixa.

retire os cartuchos de tinta e dê um excelente banho de álcool para retirar a tinta acumulada superficialment. qualquer coisa elas entopem. Retirando a tampa. Agora vamos ver como se faz para desentupir uma cabeça de impressora Epson para que você não precise comprar uma nova cabeça. você pode retirar o carro de impressão inteiro. Coloque-as errado e sua impressora vai imprimir errado. coloca uma fita adesiva embaixo dele: a fita veda a tinta e.. Para quem não conhece.. Essas travas regulam a distância entre a cabeça de impressão e o papel. Com a cabeça de impressão na mão. E não desentopem sozinhas. é uma mangueira feita de silicone. desmonte a impressora. ou consegue desentupila usando um líquido da própria Epson que custa uma fortuna. fazendo uma válvula de sentido único – você pode jogar tinta de cima para baixo. mas não de baixo para cima. Existe um tubo que fura o plástico do cartucho e.Nota: A Epson não recomenda nem endossa o procedimento descrito a seguir.5 centimetros e colocar na ponta da seringa. Dê um pulo na sua loja de aeromodelismo preferida e peça ao balconista um pedaço de uns 3 centímetros de mangueira de combustível de aeromodelo. você vai ter de retirar duas travas. É incrível como as cabeças das impressoras Epson entopem. lembre de anotar a sua posição EXATA. Ou você troca a cabeça. A tinta se solidifica e tapa o buraco. certamente a tinta escorreiria toda pelos orifícios da cabeça. ANOTE A POSIÇÃO DESSAS TRAVAS ANTES DE RETIRA-LAS. Você tem que primeiro tirar dois parafusos que ficam à direita e uma trava à esquerda. Quase todas elas são iguais para desmontar. \Pronto. que cai no papel. E é mais uma cabeça de impressora que vai para o lixo. extremamente flexível. quando re-introduzido na impressora. a tinta não sai. com isso. que tem de ser deslizada para fora. para poder retirar a trava rotativa branca. Depois. Retirando o eixo fora (com Cuidado). É por isso que quando alguém tira um cartucho (original ou não) de uma impressora Epson. o que deixa o pobre técnico sem chances de consertar uma impressora dessas. o tubo faz um buraco nela e cria o mesmo selo de pressão. cria um selo de pressão que ajuda a tinta a não vazar e criar um certo “vácuo” no cartucho. que é o que segura o eixo. O problema ocorre com o acúmulo de tinta (original ou não) nessa “área de expulsão”. Por mais que você force. Essa lâmina fica em diagonal em relação ao tubo de saída. Você vai cortar um pedaço de mais ou menos 1. Cada trava dessas tem uma pecinha retangular de fenolite. Por esse tubo entra a tinta para a área de expulsão da cabeça. Aproveite para dar uma conferida como funciona as coisas na service station (aquele mecanismo complicado que fica em . uma de cada lado do eixo posterior que segura o carro de impressão. Primeiro vamos estudar como funciona o sistema. quando você consegue compra-lo. Por melhores que elas sejam. A área de expulso trabalha com lâminas piezoelétricas que quando “ energizadas ” se movimentam e expulsam uma gotinha de tinta. Se não existisse esse vácuo. você já fez o seu instrumento desentupidor de cabeça Epson. Se for retirar a correia dentada que traciona a cabeça.

sem faltar nenhum. e força a saída de álcool pelo mesmo caminho de tinta. A “boca” do funil fica virada para baixo (para o papel) e se você tentar empurrar álcool de baixo para cima. Um furo entupido e você tem de fazer seu trabalho todo de novo. Verifique isso injetando álcool por cima: deve sair álcool por todos os furos. Você vai começar tentando injetar álcool isopropílico de cima para baixo (não é recomendado o álcool comum por conter água. você pode carimbar a impressora com o selo OK. Note que não adianta tentar empurrar para cima. e é um procedimento que tem que ser feito com toda a calma. a cabeça durava muito mais se usasse apenas fitas originais – que eram absurdamente de melhor qualidade. vai o que está mais à mão. Com isto a sucção feita pela seringa. é fácil do que se você empurrar de cima (parte maior) para baixo (parte menor). Tem que ficar no mesmo lugar que estava antes. e faça o teste de limpeza da impressora umas 10 vezes (dez). Isso é uma trabalho para 2 ou 3 horas. O suprimento alternativo pode até ser mais barato. é tão grande que puxa toda e qualquer obstrução que haja na cabeça. coloque dois cartuchos novos e originais no lugar. remonte calmamente a impressora. vamos para a parte complicada. podendo danificar o mecanismo). Se você observar em baixo.baixo das cabeças) ou reparar qualquer problema ali. vai ver que existem vários furinhos que devem todos estar desobstruídos. mas como somos “em desenvolvimento” . Imagine as cabeças de impressão como um funil. Repita o procedimento até você ter certeza que todos os furos estão desobstruídos.00 para as oficinas altorizadas! Um outro detalhe importante: Todo técnico que conserta impressoras tem que conhecer as qualidades e limitações de cada impressora. E dá trabalho. encaixar a mangueira que você colocou na frente da seringa no tubo que penetra o cartucho de tinta. A mangueira é tão flexível (silicone) que ela forma uma vedação excelente ao redor dela. e cobrar o justo valor ao seu cliente. Afinal. Note que se você tiver. Todos os furos desentupidos. mas procure PUXAR o álcool por baixo. Você vai encher a seringa de álcool. custa R$150. Depois do banho. As matriciais já eram assim. O negócio e SUGAR a sujeira por baixo da cabeça. Caso algum fura esteja obstruído. Faça isso em todas as 4 cabeças (uma para cada cor) do conjunto. só uma cabeça colorida de impressora Epson Stylus Color 500. . prestando atenção na correia dentada e nas travas/ mancais brancos do eixo do carro das cabeças. não tente injetar álcool por baixo. vai entupir a cabeça mais ainda. mas eu raramente vejo uma impressora Epson entupida usando a tinta original. E tem que recomendar ao cliente usar os suprimentos de melhor qualidade. Se você empurra de baixo (parte menor) para cima (parte maior). Depois de montada a impressora. Aí é maior serventia da tal mangueira de combustível de aeromodelo. ou fizer uma bomba de vácuo é muito mais fácil. sejam eles originais ou não. Se todos os jatos estiverem funcionando. para ter absoluta certeza que todos os jatos estão funcionando.

MONITOR ANALÓGICO
Apresentação O monitor de vídeo nada mais é do que um televisor adaptado para uma nova função. Que é a de apresentar os dados gerados pela unidade de sistema numa tela. E seu princípio de funcionamento, assim como seus defeitos e modo como eles são tratados, em nada diferem dos televisores comuns. Estes elementos periféricos dos computadores utilizam componentes discretos semelhantes aos televisores comuns podendo ser manuseados com as mesmas técnicas empregadas na reparação convencional. Os monitores de vídeo apresentam problemas que podem ser solucionados simplesmente com a troca desses componentes, desde que sejam localizados. Em muitos casos não é preciso trocar placa nem desfazer do monitor. A simples substituição de peças que custam poucos reais podem trazer de volta ao funcionamento normal. É preciso você ter em mãos um monitor mesmo com defeito para fazer as aulas práticas. As ferramentas básicas para executar consertos no monitor são: Multímetro analógico (20Mega), multímetro digital (20 Mega), ferro de solda, sugador de solda, alicate de bico, alicate de corte, jogo de chave de fenda. É claro que um bom capacímetro e um osciloscópio são bem vindos ao laboratório, porém vamos dar dicas e técnicas para você resolver os problemas com as ferramentas básicas quando o monitor apresentar sintomas característicos de componentes defeituosos. Acreditamos que com as informações oferecidas neste curso, você em pouco tempo poderá tornar-se um profissional deste segmento ganhando bem com a reparação de monitores de vídeo. O monitor é uma das várias unidades de computadores, que transforma os dados da unidade central de processamento em imagens da tela de vídeo. O monitor de display apresenta os dados processados, na tela: caracteres, imagens ou gráficos. O monitor é similar a um receptor de televisão, porem o monitor é um equipamento muito simples, contudo, os mais sofisticados possuem até processadores, microcontrolados Dedicados e outros recursos tecnológicos que veremos mais adiante. Monitores monocromáticos debutou com o PC original, onde apresentaria qualquer cor que você gostasse, desde que você gostasse apenas do verde. Monitores monocromáticos comercializados depois, por outros fornecedores, podem apresentar caractere verde, âmbar ou branco contra um fundo preto, ou caracteres preto com um fundo branco.

Blocos de um Monitor monocromático

Buffer de vídeo tem a função especial, de fornecer a corrente necessária para a excitação do pré de vídeo, e adapta o conector DB9 ou DB15 com os sinais R, G, B, sincronismo vertical e sincronismo horizontal, oferecendo uma impedância compatível com a entrada dos sinais. Pré-amplificador de vídeo é um estagio cujo objetivo é adaptar impedâncias entre a saída do buffer de vídeo e entrada do amplificador de saída de vídeo. É formado por um transistor que opera em um coletor comum, ou seguidor de emissor, e que, portanto, não fornece ganho suficiente de sinal de entrada, e também não inverte a fase do mesmo. Amplificador de vídeo É um estágio responsável pela amplificação real do sinal. É formado por um transistor de média potência, que opera em um emissor comum e, portanto, inverte a fase do sinal de entrada. O sinal é então retirado no coletor do amplificador de saída, com fase positiva, sendo aplicado ao cátodo do cinescópio. Circuito de varredura vertical O circuito de varredura vertical tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido vertical da tela. O oscilador vertical, que gera uma onda dente de serra na freqüência de 60 HZ. Excitador, que atua como pré-amplificador, e isola o oscilador do amplificador vertical. Circuito de varredura horizontal O circuito de varredura horizontal tem por finalidade deslocar o feixe eletrônico no sentido horizontal da tela e gerar o MAT Caf O controle automático de freqüência compara a fase do oscilador horizontal com a freqüência e fase do pulso de sincronismo. MONITOR MONOCROMÁTICO CGA A diferença primordial observada no monitor CGA está no circuito de entrada de vídeo, e no próprio conector. O restante dos circuitos é similar ao VGA e SVGA. O monitor CGA é utilizado o conector DB9, com as entradas RGB, sincronismo horizontal, sincronismo vertical. O pino que diferencia o VGA que é o pino 1, apresenta um sinal de clock cadenciado chamado intenso, que modula o eixo Z do cinescópio, dando mais ou menos brilho, de acordo com o sinal de vídeo oriundo da placa controladora, visto que a placa CGA gera sinais TTL de vídeo digitais e não analógicos.

Amplificador de vídeo O amplificador de vídeo é composto de quatro transistores ali presente; pelo qual são injetados os treis sinais que recebe o sinal de intensidade este sinal serve para distinção dos tons . Devemos lembrar que o cinescópio controla o nível de luminosidade pela polarização c.c entre tensões de G1 e cátodo, e o contraste é controlado pelo ganho dos amplificadores de vídeo.

Deflexão vertical O circuito vertical é baseado em um CI. TDA1170, ou seu equivalente TODA 1175, que encontramos em quase todos os monitores CGA. Podemos verificar que a oscilação vertical são realizadas apenas com um circuito integrado, gerando corrente suficiente para a bobina defletora vertical. Deflexão horizontal O oscilador horizontal é composto do CI. LM55, que encontraremos em quase todos equipamentos monocromáticos. Este CI. faz praticamente tudo sozinho, o papel de oscilador horizontal. Fonte de alta tensão Para o feixe chegar no revestimento do fósforo com força suficiente para acender o ponto, uma alta tensão continua de 15.000 V, deve estar sendo gerada. Esta tensão de atração é desenvolvida como subproduto do transformador fly-back. Ele tem esse nome porque a tensão é gerada durante o retorno horizontal.. 0 primário do TSH é acoplado a três enrolamentos secundários. O maior enrolamento é onde uma alta tensão alternada é desenvolvida. Esta alta tensão C.A é retificada por um diodo de alta tensão, e aplicada ao T.R.C. Fonte de alimentação Como já sabemos, a fonte de alimentação é responsável pelas tensões básicas de qualquer aparelho eletrónico. Se a fonte estiver com problemas, nenhum estágio funcionará bem, consequentemente o aparelho não ira funcionar. Fonte automática trata-se de uma fonte comutada ou chaveada, auto oscilante, comutando numa freqüência de, aproximadamente, 30KHz. Filtro de linha Os capacitores bem como o transformador serve para filtrar a tensão da rede elétrica. Com o filtro de linha é menos suscetível a surtos instantâneos. Fonte de alimentação Transformador de alimentação. Tem por finalidade fornecer os diversos tipos de tensão alternada, necessária ao funcionamento do receptor. Algum valor de tensão será retificado, e outra será aplicada diretamente, como é o caso do filamento do cinescópio. Circuito Retificador transforma tensão alternada em tensão pulsante. Os tipos mais comuns de retificadores são: retificador de meia onda retificador de onda completa e ponte. Funções de componentes similares. Diodos: retificação da onda senoidal. Capacitores: diminuir a tensão alternada residual.

Tipos de fontes Fonte convencional com Regulador Simples, no circuito da fonte com regulador simples integrado temos um transformador de linha alimentando o banco de diodos em ponte, retificando, assim, em onda completa. A função de filtragem é feita pelos capacitores e logo após, a tensão é estabilizada pelo CI. O regulador oferecendo na saída uma tensão continua com o mínimo de tensão alternada residual ( ripple). Fonte convencional com regulação em serie por transistor. No circuito da fonte regulada para debitar maiores valores de corrente observamos a existência da mesma fonte anterior, com as mesmas funções e normalmente utilizando como regulador série um transistor de potência com dissipador de calor. Fonte comutada ( chaveada ) No circuito da fonte chaveada é utilizado um circuito de fonte convencional para alimentar o transistor comutador, que faz parte de um conversor de C.C/ C.A, do tipo modulado de largura de pulso (PWM). O qual regula a tensão de saída de acordo com a amostra de tensão vinda do circuito de controle, alargando ou estreitando o pulso da onda quadrada, gerada pelo conversor PWM, fazendo diminuir ou aumentar a tensão de TB.

A grande vantagem deste circuito é que trabalha produzindo baixa dissipação de potência emprega componentes de porte e peso reduzidos, não utiliza transformadores de entrada, e o RIPPLE é o menor possível. A desvantagem é que funciona com altas freqüências da ordem de 40 kHz, e normalmente produz interferências eletromagnéticas (EMI). Em alguns casos surgem apitos característicos, sendo este o circuito mais critico dos monitores de vídeo. De uma forma geral, as fontes de alimentação devem ser capazes de operar com tensão de rede de 110V, ou 220V, um recurso que consistia em montar uma fonte, para 110V, como um dobrador de tensão.

Diferenças Básicas entre Monitores VGA e SVGA MONITORES VGA

Os monitores VGA são monitores com melhor resolução de imagem do que os CGA já estudados. As placas de vídeo VESA e VGA geram, em sua saída um sinal analógico com pulsos de sincronismo digitais. Em geral sua resolução é de 640.480 pixels, freqüência horizontal de 31,5 kHz e freqüência vertical de 70 Hz. MONITORES SVGA Os monitores SVGA são monitores com melhor desempenho dos que os VGA. As placas de vídeo geram em sua saída, os mesmos sinais que o VGA além de outros sinais especiais, para que haja compatibilidade com o VGA e maior número de cores com melhor resolução de imagem. Em geral, a resolução de um monitor do padrão SVGA é 640.480 pixels a 1.024.768 pixels podendo chegar a 1280.1.024 ou 1.600.1200 ou ainda maiores no caso de unidades destinadas a aplicações especiais como computador de gráfica, desktop etc...Entretanto, a resolução e o número de cores máximo dependem da quantidade de memória instalada na placa de vídeo. Quando operador configura o setup do seu micro, a resolução é definida com a variação da freqüência horizontal, freqüência vertical e polaridades dos pulsos de sincronismo. Para que o monitor responda a qualquer resolução de vídeo, são processados os pulsos de sincronismo horizontal e vertical no chip, porta Ou-Exclusivo, fazendo com que em sua saída só obtenha pulsos de sincronismo positivos, para então sincronizarem os osciloscópio tipo VCO. Nos monitores SVGA existem um configurador de modo, e outro chamado configurador, os quais detectam os sinais provenientes da placa de vídeo e os identificam ou outros configura no modo padrão, que pode ser direto ou indireto. A freqüência do horizontal é 31.5khs até 35.5 kHz. Modo direto implica as freqüências horizontal e vertical nominais do padrão da placa. Modo modulado implica as freqüências horizontal e vertical que não correspondem ao padrão. Para completar, informamos que, uma vez instalada uma placa de vídeo SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA no micro, podemos utilizar um monitor VGA ou SVGA, pois eles são compatíveis entre si. Antes do disparo, uma corrente vinda da rede C A, flui através da ponte retificadora para carregar um capacitor que é ligado diretamente ao pino do ci. Oscilador o CI. Oscilador funciona como starter, atuando assim que a tensão tenha chegado a mais ou menos 16 volts. Ao mesmo tempo, é ativada, a corrente retificada flui no enrolamento primário do trafo de pulsos e a energia é armazenada nele. Quando o trafo de pulsos é levado ao corte, a energia é armazenada para o enrolamento secundário. O enrolamento auxiliar está acoplado em fase com o secundário. A freqüência de oscilação da fonte chaveada é de cerca de 36kHz, sendo determinada pelos componentes de temporizarão. CIRCUITO DE GERENCIAMENTO DE ENERGIA (POWER SAVING) Quando o monitor de vídeo entrar no modo de stand-by ou suspend (suspenso) de economia de energia(POWER SAVING), os pulsos H. sinc. Ou V.sinc. estarão em of. A tensão no syscon estará em nível baixo. Então, como a tensão não é aplicada, os amplificadores de vídeo e deflexão são desligados, chegando-se, assim, ao estado de conservação de energia.

Além disso, a tensão de filamento do TRC é reduzida do valor típico de 6.3volts, para 4 volts, de modo a prolongar a vida do tubo. CIRCUITO DE DESMAGNETIZAÇÃO AUTOMÁTICA Um resistor não linear, PTC, e a bobina de desmagnetização formam um circuito de desmagnetização automática para desmagnetizar a máscara de sombra e a blindagem interna do TRC, de modo a evitar manchas na tela. O valor de resistência do PTC é normalmente baixo (20 ohms), enquanto o monitor está desligado. Logo após o power-on, uma corrente flui através do PTC, para a bobina, forcando a desmagnetização Ao mesmo tempo a resistência do PTC aumenta rapidamente, devido ao aumento de sua temperatura e, em poucos segundos, a corrente reduz-se a menos de 110M.ª CIRCUITO DE DETECÇÃO DE MODO O sinal de sincronismo vertical é aplicado no pino do CI detector de modo na função de avaliador de sincronismo. O sinal de sincronismo horizontal é aplicado também em outro pino CI para avaliar o sinal de sincronismo. O determinador de modos, é um detector de modo de vídeo para diversas combinações de H.SINC ,V. SINC e resolução na tela. CIRCUITO DE DEFLEXÃO VERTICAL Depois do processamento do sinal vertical, um pulso de tensão menor que 5Vp.a .p sai pelo seu pino e é aplicado, ao pino do CI deflexão vertical. O ajuste de linearidade é feito através da corrente de varredura do retorno da defletora por resistores. o ajuste de altura vertical é obtido pela alteração da resistência de carga entre um de seus pinos em relação a massa.

CIRCUITO DE DEFLEXÃO HORIZONTAL Depois do processamento horizontal, o sinal de sincronismo horizontal sai por um de seus pinos é então amplificado pelo transistor driver e acoplado pelo trafo driver á saída horizontal, para controle de uma corrente dente de serra, a qual é obtida e aplicada na bobina de deflexão horizontal (B.D.H) um pulso de retorno horizontal é retirado do coletor do transistor de saída horizontal e é dividido, este sinal de retorno horizontal não só fornece uma referencia de tempo, mas também proporciona o apagamento de saída de vídeo. o transistor de saída horizontal, também funciona com um estágio gerador de alta tensão durante o retorno (retraço), um pulso do TSH é produzido no coletor do transistor, este pulso é transferido e retificado para obter uma tensão de 23kV, para o ânodo do tubo.

CIRCUITO DE VÍDEO Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal. Estes sinais têm amplitude de, aproximadamente, 0,7 V.P. a p. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e então enviados ao pré-amplificador de vídeo. Os potenciômetros atuam como controle d ganho de vídeo RGB. Após a

amplificação os sinais aproximadamente.

saem

entre

3

á

4

volts

pico

á

pico,

MONITORES ANALÓGICOS E DIGITAIS Neste capítulo iremos descrever as diferenças fundamentais entre os monitores analógicos e digitais. Podemos afirmar que, até o ano de 1995, os monitores que vieram importados para o Brasil e os fabricados aqui, são considerados analógicos. Por que analógicos? Não vamos confundir com sinais da placa analógica de vídeo a resposta é que, fundamentalmente, a tecnologia utilizada no projeto destes monitores não possuíam circuitos integrados em LSI(large scale Integration) integração em alta escala inteligentes, microcontroladores em seus controles externos , e ainda eram utilizados os velhos potenciômetros de grafite já conhecidos pelas falhas que provocam ruídos e outras deficiências técnicas. Desta forma consideramos este tipo de monitor, como equipamento burro. Após o ano de 1995, chegaram ao Brasil monitores com características especiais, utilizando chips com maior desempenho, do padrão VLSI CMOS, microcontroladores e microprocessadores ACICS (circuito integrado para aplicações especificas. CI que atendem as exigências dos projetos no que diz respeito á velocidade de operação e dissipação, eles são compatíveis com a nova tecnologia digital chamada IC). CARACTERÍSTICAS DOS MONITORES DIGITAIS 1) característica DDC (display data channel) é a interface analógica. Digital, contendo um micro processador e memórias. 2) Dois ajustes de tons de brancos: branco a 65.00 k e 93.000k. padrões. 3) Ajuste pelo controle remoto, especialmente para cada modo de vídeo (geometria de cores). 4) Interface de comunicação entre a placa controladora de vídeo e o monitor, que pode ser realizada pelos padrões. 5) Porta serial de comunicação. (RS 232). 6) Sinal SCL. 7) OSD SCREEM indicações na tela com menu. 8) Plug and play (ligar e usar) tecnologia surgida a partir do Windows 95, que evita que o usuário se preocupe com o tipo de placa de vídeo e o modo utilizado. 9) O protocolo EDID é o que gerencia o sistema DDC, através da memória de 128 bytes da EPROM do monitor. 10) Controles frontais do tipo push buttom.

11) Ajustes internos e externos. 12) Pincushion. é o efeito almofada, que aparece na tela do TRC. Deformações de linearidade horizontais e verticais. E que é eliminado ajustando o painel frontal externamente ou internamente, através do software, controlado ou não por controle remoto. TIPOS DE CONECTORES (DB15) SVGA/VGA TRASEIRA DO CONECTOR FÊMEA DO COMPUTADOR 1- vermelho 2- verde 3- azul 4- identificação do monitor 5- retorno DDC 6- retorno vermelho 7- retorno do verde 8- retorno azul 9- reservado 10- retorno da sincronização 11- terra 12- data 13- sincronização horizontal 14- sincronização vertical 15- clock Atenção os monitores VGA e SVGA convencional, não são mais usados os pinos 9,11,12 e 15.

DB9 PADRÃO CGA 123456789massa terra vermelho verde azul intensidade sem conexão sincronismo horizontal sincronismo vertical

DIAGRAMA EM BLOCO DO MONITOR

TÉCNICAS DE CONSERTOS (FONTE DE ALIMENTAÇÃO) LABORATÓRIO Antes de iniciarmos as técnicas de consertos na fonte, vamos identificar a fonte e seus componentes no monitor. Os estágios do monitor (circuitos) são divididos por grupos de endereçamento na PCI (Placa de Circuito Impresso).Os endereços dos componentes estão ao lado de cada um escrito na placa (PCI). Veja exemplo abaixo:

Todos os componentes da fonte terão o mesmo grupo de endereçamento Ex. se o endereço do fusível for F101 conforme mostra figura acima. Escreva o endereço do fusível _____________. Eles começam com a letra IC . __________ ____________ _____________ ______________ _____________ _____________.120 etc. C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________ C _______ C ________ C_________ C__________ C_________ C_________. _____________ ______________ _____________ . Relacione os endereços dos capacitores. Relacione os endereços dos CI (Circuitos Integrados). Veja o endereço do fusível que está impresso na placa PCI.Pegue um monitor. Eles começam com a letra Q OU TS. RELACIONE O ENDEREÇO DE TODOS OS COMPONENTES DA FONTE. D_______D_______D_________D_______ D_____ D_____ D______ D______ D_______ D_______ D______ D______ Relacione os endereços dos transistores.CI ou U. todos os outros componentes serão do grupo 100 (1001 1005 . R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R__________ R_________ R_________ R _______ R ________ R_________ R___________ R_________ R___________. Relacione os endereços dos diodos. Localize o fusível seguindo o cabo de força. eles tem a letra inicial R. Eles começam com a letra C. Eles começam com a letra D. ___________ ____________ _____________.). Primeiramente comece com os resistores.

. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. Endereço do PTC ___________. ele começa com a letra R (componente resistivo térmico). B O B I N A P D O E S S M I S T A O G R N E T I Z + + SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado.Escreva o endereço do PTC. Esta bobina retira as prováveis manchas que são criadas pelo campo magnético da terra. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas. eles estão soldados em um conector fixo na placa PCI. O PTC alimenta a bobina desmagnetizadora que está em volta do cinescópio. Siga os dois fios que estão ligados a uma bobina em volta do cinescópio (tudo de imagem). faz ligação com o PTC. PORÉM O MONITOR DEVE ESTÁ DESLIGADO DA TOMADA. As trilhas que estão ligadas a este conector.

veja aula prática pela internet). SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado Uma vez testados os componentes citados acima e estando bons. é aconselhável testar o resistor fora da placa). Testar o resistor de alimentação do CI. (este Zener estabiliza a tensão do CI.Teste com o multímetro na escala X1. veja com testar CI na aula prática do básico pela internet). (veja se este regulador é um FET ou Transistor para proceder com os devidos teste. (este teste pode ser feito com o CI no local. Ponte retificadora (aberta) . deve seguir o roteiro abaixo: Verifique se o CI oscilador da fonte está em curto.Fusível (queimado) . Verificar se o regulador está sem fuga.Teste com o multímetro na escala X10.Teste com o multímetro na escala de X1.Teste com o multímetro na escala de X1. quando ele abre a tensão é interrompida) . Resistor de fio que alimenta a ponte retificadora. Regulador de Tensão (aberto) . Chave liga-desliga (aberta) .Teste com o multímetro na escala X1. (Este resistor tem o valor muito baixo na ordem de 0.47R a 10R. . Teste o diodo zener que está próximo ao CI. (este resistor tem valores entre 100K a 680K. quando o mesmo entra em curto a tensão do CI passa a Zero volts (0)).

pois na passagem da freqüência seus valores podem alterar). Filtro em curto Regulador de tensão em curto. O teste do POSISTOR deve ser feito na escala X!. Ponte retificadora em curto. 2. a resistência ôhmica encontrada é entorno de 5R a 20R.Substituir capacitores eletrolíticos do oscilador da fonte. 4. Capacitor de cerâmica ligado na ponte de retificadora em curto. o teste não é de confiança. Bobina desmagnetizadora em curto. SINTOMA "MONITOR NÃO FUNCIONA" LED frontal apagado O fusível queima ao ligar o monitor. POSITOR em curto. . 1. Mesmo se testarmos estes capacitores. 3. (estes capacitores não passam de três e seus valores são baixos na ordem de 1mF a 47mF. Por fim substitua o CI oscilador. 6. ESTES COMPONENTES PODERÃO SER TESTADOS NO LOCAL. 5. Os componentes relacionados abaixo quando defeituosos provocam estes sintomas.

veja a figura abaixo: Fly-back 4. e ao mesmo tempo a modulação do feixe de elétrons que determina o brilho que cada ponto deve ocorrer no momento certo para que a reprodução seja perfeita. de modo que cada linha comece no instante certo. Lembre-se que o monitor deve está desligado da tomada. e o transistor saída horizontal. separando as peças pelo grupo de endereçamento. A bobina desmagnetizadora também pode ser testada no local. O transistor saída horizontal está fixo a uma placa de alumínio (dissipador de calor). A verdura horizontal deve estar sincronizada com a vertical. O fly-back é um componente fácil de se identificar devido sua aparência. a resistência ôhmica varia de 2R a 10R. Localize o fly-back. observe o diagrama acima. 3. O multímetro deve está na escala de X1. siga as mesmas técnicas da fonte. O sincronismo é gerado no próprio computador. Assim para indicar ao circuito o início de cada linha temos um pulso que é aplicado ao oscilador. O pulso de sincronismo horizontal sincroniza o funcionamento do oscilador denominado “Oscilador Horizontal”. • Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito horizontal. próximo ao fly-back.O teste pode ser feito no local. Veja os exemplos a seguir: 2 0 2 0 6 6 X X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + + + + TESTE DO POSISTOR HORIZONTAL TESTE DA BOBINA DEFLETORA A reprodução correta da imagem na tela do cinescópio depende de uma série de sincronismo. .

Sintoma característico do mau funcionamento do circuito horizontal. ______________________________________________. o ponteiro irá deslocar até o zero. Escreva logo abaixo o endereço dos componentes que fazem parte do circuito Horizontal. R. você irá notar que ao medir Emissor e Base nas inversões das pontas de prova. O outro terminal do . Isto ocorre porque o transformador Drive está ligado a base do transistor de saída. Q. ou seja. se o transistor saída horizontal tiver seu endereço Q401. D406 – C409 – R401 etc. significa que o grupo do Horizontal é 400. Ao testar o transistor saída horizontal no local. OBS. Veja o endereço do transistor Horizontal. C. o multímetro registra um curto. e seu Emissor a terra. ______________________________________________. pois todos os componentes que fizerem parte do circuito Horizontal terá o mesmo grupo de endereço. ______________________________________________. S. ______________________________________________. ______________________________________________. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Transistor saída horizontal (em curto ou aberto). D. LED frontal aceso. Ex. ______________________________________________.Transistor saída horizontal 5. portando os componentes do circuito Horizontal será. TÉCNICAS DE CONSERTOS Monitor não funciona. T.

é estabilizada mais uma vez e é aplicada ao coletor do transistor saída horizontal através do Flyback. Resistor de alimentação aberto. • Transistor MOSFET (regulador de tensão do circuito horizontal). Esta ligação em paralelo do transistor e transformador indica uma resistência muito baixa Zero ohms. Este transistor encontra-se próximo ao Flyback. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 + B Atenção. • • Transistor Drive em curto ou aberto. resistores e diodos. passa por este MOSFET. Veja se há solda fria. ele é usado nos monitores mais novos.  É aconselhável testar este transistor fora da placa. a trilha liga a base a um pino do CI através de um resistor. (solda fria é quando o terminal de um componente está solto da solda). • CI oscilador Horizontal em curto. .transformador também está ligado a terra. A tensão sai da fonte. Veja ilustração abaixo.  Siga a base do transistor Drive. Este resistor aplica tensão no coletor do transistor Drive através do transformador Drive. Veja esquema abaixo: + + B B + B Transistor Drive. O circuito oscilador Horizontal é formado pelo CI e por capacitores. Para maior segurança no teste é aconselhável retirar o transistor. Transformador Drive. veja o esquema acima. em curto ou aberto.  Teste também as trilhas que estão no circuito Horizontal. O resistor de alimentação está suspenso na placa.

O transistor é de pequena potência e encontra-se próximo ao CI oscilador Horizontal. Este transistor recebe pulsos de correção do processador. FAIXAS INCLINADAS O defeito encontra-se no oscilador horizontal. veja ilustração abaixo: + + M O S F E T • Testar Transistor de proteção do oscilador Horizontal. . observando que a escala do multímetro deve está em X1. O multímetro Digital não testa o MOSFET com segurança.  O Transistor MOSFET está fixado em uma pequena placa de alumínio próximo ao fly-back. Veja aula prática dos testes de componentes pelo DVD ROM.

Os principais pontos de medidas de tensões são: 1. Na substituição do capacitor Booster é muito importante verificar a tensão de trabalho bem como sua capacitância. a tensão poderá elevar-se e danificar o transistor saída Horizontal ao ligar o monitor. . Se o monitor a ser consertado estiver com o MOSFET em curto. ATENÇÃO. Não coloque capacitor com valor diferente. Substituir capacitores eletrolíticos ligados ao pinos do CI oscilador. Substituir CI. Entrada de tensão no MOSFET. Substituir capacitor eletrolítico (filtro) ligado a linha de tensão que alimenta o transistor saída horizontal e Fly-back. A tensão é aplicada na entrada do MOSFET através de um resistor vindo da fonte de alimentação. é aconselhável medir o resistor. Antes verifique os ajustes frontais. MEDIDAS DE TENSÕES NO CIRCUITO HORIZONTAL Na falta de qualquer tensão no circuito horizontal o monitor deixará de funcionar. • • • Substituir capacitor Booster (Capacitor poliéster ligado ao coletor do transistor saída horizontal para o terra). Retire os diodos para fazer os testes na escala X10K. Faixas escuras nas laterais O defeito encontra-se na saída horizontal se a fonte de alimentação estiver com a saída de tensão correta. Substituir Fly-back. é nesta escala que podemos ver se há fuga no diodo. ele poderá está aberto devido o retorno de tensão do MOSFET.• • • Testar diodos que estão no oscilador horizontal.

verificar se o MOSFET está aberto. medir resistor que alimenta o transformador Drive. Coletor do transistor saída horizontal. é determinado por um conjunto de circuitos denominados de oscilador vertical e saída vertical. Verifique também trilhas ou se há solda fria e teste o transformador Drive. esta é a tensão principal de alimentação do CI. . 3. veja o esquema acima. ou mesmo a bobina do Fly-back aberta. Não encontrando alimentação testar o resistor que o alimenta ou mesmo um transistor de média potência (regulador de baixa tensão). Verificar tensões nos pinos do CI oscilador Horizontal. Em um de seus pinos deverá haver uma tensão entre 5V a 15V. Não havendo tensão no coletor do transistor Drive. Trilha rompida. OSCILADOR VERTICAL SAÍDA Vertical Pulso vertical gerado pelo computador. Coletor do transistor Drive.MOSFET + + B B + B 2. CIRCUITO VERTICAL O instante que começa a reprodução de uma tela completa ou um quadro da imagem de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco abaixo da anterior. solda fria. Não havendo tensão no coletor. O transistor Drive quando entra em curto faz com a tensão em seu coletor vá a zero (0) volts. Dependendo de cada monitor a freqüência vertical varia de 50 hZ acima. O pulso do sincronismo vertical é gerado também pelo próprio computador.

A YOKE é composta por duas cessões uma vertical e a outra horizontal. Lin Vert. dois fios estão próximos ao flyback e os outros dois a um CI. . são fáceis de saber quais os do vertical e horizontal. lembrando que a saída horizontal está ligada também a esta mesma bobina YOKE. Veja na placa PCI há trimpots e ao lado de cada um está escrito o endereço com a inicial R. TRV ou VR e também sua aplicação como: Alt Vert. Veja o endereço do CI ou do capacitor eletrolítico para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. • O outro método de identificar o circuito vertical é através dos trimpots. portanto é necessário uma etapa de amplificação denominada SAÍDA VERTICAL. Veja o endereço de um destes trimpots para relacionar os componentes que fazem parte do circuito vertical. Em alguns monitores os fios da YOKE são de cores diferentes. A saída vertical está ligada a um bobina conhecida como YOKE ou BOBINA DEFLETORA. • Para identificar os componentes do vertical vamos seguir dois métodos simples:  Siga os fios da YOKE.  Dois fios vão para o circuito horizontal (vermelho e azul)  Dois fios vão para o circuito vertical (amarelo e verde).O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente para acionar diretamente o feixe de elétrons. contudo. um está ligado à terra e o outro está ligado a um capacitor eletrolítico ou diretamente ao pino de um CI que está fixo a uma placa de alumínio. Veja ilustração abaixo: TÉCNICAS DE CONSERTOS • Pegue u monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito vertical de acordo com seu grupo. isto porque eles se separam com dois plugues ou soldados na placa separadamente. Obs. Escreva abaixo os componentes que fazer parte do circuito vertical.  Seguindo os fios da sessão vertical. Vertical e Freq Vert. RV.

capacitor eletrolítico. Note que a linha está no sentido horizontal. R _______________________________________________. Bobina YOKE aberta. resistor de baixo valor e até mesmo um diodo zener para estabilizar a tensão. Componentes quando defeituosos podem provocar este sintoma: • • • • • • • CI saída vertical em curto. Um destes componentes podem se danificar impedindo a saída de tensão para o circuito vertical. Coloque as pontas de prova nos fios que fazem parte do circuito vertical. VR ______________________________________________. Resistor de alimentação aberto. TESTE DA BOBINA YOKE • • Posicione a chave seletora do multímetro na escala de X1.CI __________. Verifique se o circuito saída vertical está sendo alimentado. LINHA BRANCA NO SENTIDO HORIZONTAL (VERTICAL FECHADO) Sintoma característico do mau funcionamento do circuito vertical. D _______________________________________________. CI de identificação (circuito detector de sistema será estudado mais adiante). Solda fria. C __________________________________. por este motivo havendo defeito no oscilador vertical ou mesmo na saída poderá produzir este sintoma. caso contrário veja se a fonte está fornecendo a alimentação para a saída vertical. Quando há varredura na YOKE produzida pelo circuito oscilador vertical. Em alguns monitores na saída da fonte há um pequeno circuito regulador de tensão composto por um CI de três terminais. Diodo em curto. . a linha abre no sentido vertical.

visto que. Verifique se o valor do resistor de alimentação está alterado. FAIXA ESCURA NA PARTE SUPERIOR E INFERIOR. Componentes quando defeituosos provocam este sintoma: • Capacitor eletrolítico – (é aconselhável substituir os capacitores eletrolíticos do circuito vertical. • • • . CI de identificação (circuito detector de sistema. mesmo com um bom capacímetro para fazer seus testes não é confiável. CI de saída vertical. 2 0 6 X X X X 1 1 0 K 1 K 1 0 O teste da sessão horizontal deverá ser feito na mesma escala. seu valor pode ser alterado provocando este sintoma).  Bobina aberto – o multímetro não registra resistência. A resistência ôhmica é entre 1R a 5R. Verificar primeiramente os ajustes da parte frontal do monitor. ao entrar tensão ou freqüência nas placas do capacitor. estágio que será estudado mais adiante).• O ponteiro do multímetro deverá deslocar marcando uma resistência de valor entre 10R a 30R.  Bobina em curto – o multímetro registra resistência 0.

Estes sinais têm amplitude de.7mF a 47mF.verde 5. 0. Um dos pinos do CI receber a tensão +B da fonte.P. entre 12V a 24V.vermelho 4. • • • • Para medir as tensões no circuito vertical. Os potenciômetros atuam como controle de ganho de vídeo R (vermelho) G (verde) B (azul). verifique se o multímetro está posicionado na escala de tensão contínua 50DCV.7 V.azul . MEDIDAS DE TENSÕES. 3. valores de 4.LINHAS BRANCAS NO TOPO DA TELA Substituir capacitores eletrolítico da saída vertical. Coloque a ponta de prova vermelha nos pinos do CI um a um. Os sinais R G B são acoplados através de filtros e são enviados ao préamplificador de vídeo. Após a amplificação os sinais saem entre 3 á 4 volts pico á pico. Ligue o monitor no circuito serial (veja aula na internet “fonte de alimentação”). aproximadamente. Coloque a ponta de prova preta no terra. aproximadamente. a p. CIRCUITO AMPLIFICADOR DE VÍDEO / DEMODULADOR Os sinais analógicos R G B das entradas são fornecidos através do cabo de sinal.

ele está numa placa que é fixa em um soquete conectado ao cinescópio. veja ilustração abaixo: • • Veja se a placa do cinescópio do monitor que está fazendo a aula há 3 transistores de média potência.Soquete do Cinescópio CI amplificador de Vídeo Cabo de Sinais RGB/Vídeo Pegue um monitor e relacione os componentes que fazem parte do circuito Vídeo/Demodulador Vamos começar pelo circuito demodulador. . Relacione os componentes que fazer parte do circuito demodulador. Se houver 3 transistores escreva o endereço deles para saber qual o grupo do circuito demodulador.

recebe uma alimentação vinda do circuito horizontal que alimenta a etapa de saída RGB. • • • O resistor de polarização pode abrir ou alterar seu valor. Linhas de retraço sem imagem. veja esquema abaixo: Resistor de polarização. • O cinescópio. teste-o fora da placa. Vamos analisar primeiramente a polarização. Flyback. que podemos chamar TRC (tubo de raios catódicos). Um dos transistores RGB pode entrar em curto e provocar este sintoma em alguns dos monitores. . Este sintoma pode ser causado por falta de polarização das grades do cinescópio ou mesmo o próprio cinescópio em curto.Transistores ________________________________________ Resistores __________________________________________ Capacitores _________________________________________ Diodos _____________________________________________ Há monitores que o circuito RGB é dotado de um CI fixo numa placa de alumínio substituindo os três transistores. Verifique se há solda fria ou trilha partida.

Ausência de uma das cores. um a um até que o multímetro registra a continuidade do cabo. verifique também este diodo. falta vermelho. Em alguns monitores encontra-se ligado a este resistor um diodo para retificar a tensão que sai do flyback. Faça o ajuste de Zero. veja figura a seguir: . EX. Coloque uma das pontas de prova em um dos pinos do conector do cabo de vídeo. Rapidamente você poderá fazer alguns testes com o multímetro analógico no cabo de vídeo e nos transistores RGB. • • • • Posicione a chave do multímetro na escala de X1. Para tirar a dúvida sobre o cinescópio é aconselhável fazer o teste com outro. Um destes fios vai próximo o flyback e está ligado a um resistor de valor alto. Escreva o endereço e valor do resistor encontrado. entre 10K a 680K variando de monitor para monitor. A outra ponta de prova coloque na outra extremidade do cabo nas pontas dos fios soldado na placa. _______ _____________.• • • • Pegue um monitor e siga os fios da placa do cinescópio que vão para o circuito horizontal.

isto facilita a identificação dos componentes que irão ser testados quando apresentar este sintoma. • No flyback há dois controles. Teste também os diodos e resistores. cada terminal ou seja cada fio. o ponteiro do multímetro deverá registrar 0 (zero ohms).• • • • • • Pegue um monitor para fazer o teste de continuidade dos 3 terminais RGB. Se tudo estiver bom substitua o CI que leva os sinais R G B para os transistores. Com o multímetro analógico na escala de X10. Verificar se há solda fria o trilhas rompidas. Veja figura abaixo: . Verificar se algum deles está em curto ou aberto. Em alguns dos monitores na própria placa há escrito ao lado dos trimpots ou mesmo dos transistores as siglas R G B. Imagem desfocada Sintoma característico do mau funcionamento do cinescópio ou flyback. pode-se testar os transistores RGB no local. um para o foco e outro para SCREEN.

Ligue o monitor numa CPU e faça o ajuste lentamente observando se a imagem altera para um melhor foco. MONITOR LCD DIVISÃO DO MONITOR LCD EM BLOCOS No desenho abaixo vemos como se dividem as etapas dos monitores LCD e a seguir temos a função dos seus circuitos: Conector DB15 . • • • SCREEN. é aconselhável em primeiro lugar fazer um pequeno ajuste no controle de cima do flyback conforme mostra a figura. acontecendo isto deixe o melhor ajuste.FOCO. Se houver alteração significa que o cinescópio do monitor em reparo está danificado. Os pinos 1. ou seja. sem nitidez. Ao ajustar o controle de foco e a imagem não alterar.2 e 3 recebem os sinais .Este é igual ao do monitor convencional. Não havendo ajuste de foco significa que o flyback do monitor em reparo está danificado. Leva os sinais RGB e sincronismo ao monitor. Quando a imagem está desfocada. faça o teste com outro cinescópio.

Ligado ao teclado e controla as funções do monitor como brilho. Conforme visto o display recebe uma imagem completa de cada vez do scaler. etc. contraste.2 V que transfere os sinais digitais do scaler ao display em alta velocidade e com o mínimo de ruídos. Dentro do scaler há memórias SDRAM que vão armazenando as imagens completas processadas pelo CI. Ele recebe os sinais RGB vindos do conector DB15 ou o vídeo digital do conector DVI e os transforma em sinais digitais adequados à produção de imagens no display LCD.Este é opcional e leva o sinal de vídeo já digitalizado do computador ao monitor. A função do DDC é fazer o computador reconhecer o modelo do monitor e instalar algum drive para melhor desempenho do mesmo. o que não acontece quando se usa a conexão DVI entre o computador e o monitor LCD.Converte os sinais vindos do scaler em imagens. LVDS . Neste processo há perdas no sinal de vídeo.É o maior e principal CI SMD do monitor LCD. Display LCD .É um conector com vias de 0 ou 1. Assim a imagem reproduzida terá maior qualidade do que a aplicada pelo conector DB15. Os pinos 13 e 14 recebem os sinais de sincronismo e os enviam ao micro junto com a comunicação DDC (canal de dados do monitor) vinda dos pinos 12 e 15. São de 60 a 75 imagens por segundo dependendo da taxa . Daí o CI lê cada imagem e solta estes dados rapidamente ao display LCD. É necessário para sincronizar transferência de dados entre CIs digitais. desligar e controlar o brilho das lâmpadas do display. O scaler fornece sinais correspondentes à 60 a 75 imagens completas por segundo para o display LCD."Low voltage diferencial signalizing" ou tráfego de sinais diferenciais em baixa tensão .É um sinal de relógio produzido a partir de um cristal de quartzo. É um CI SMD e está ligado no scaler para controlar o contraste e a taxa de transferência de imagens por segundo para o display. Conector DVI . O CI scaler é controlado pelo micro. A eeprom armazena os dados de controle do monitor. Uma falha no scaler deixa o monitor com a tela acesa. porém sem imagem. Lembrando que o monitor LCD é digital. Este CI também converte os sinais RGB analógicos do conector DB15 em digitais e faz o controle de contraste e demais correções necessárias na imagem antes de mandá-las para o display. ao contrário do convencional que é analógico. Sem o clock os CIs digitais não funcionam.RGB analógicos vindos da placa de vídeo do computador e os enviam ao CI scaler. O micro também está ligado na fonte inverter para ligar. Em alguns monitores o micro está junto com o scaler num único CI. Clock . A desvantagem do DB15 é que a placa de vídeo do computador deve transformar o sinal digital em analógico e o monitor passar de analógico para digital novamente. CI Micro (ou simplesmente MICRO) . Os sinais são transferidos ao display através de um conector LVDS. CI Scaler .

É controlada pelo micro. Fonte inverter . Fonte de alimentação . Após retirar os parafusos da tampa abra uma fresta entre a tampa e a parte da frente do monitor.3 e/ou 1. No módulo do display há o CI de controle e os CIs LDI que acionam os transistores TFT. e outro +B entre 12 e 19 V para alimentação da placa inverter. COMO ABRIR OS MONITORES LCD A maioria dos monitores LCD possui travas na tampa às quais devem ser liberadas para abrir o aparelho. Arraste a madeira ou fenolite pela fresta forçando levemente as regiões onde estão as travas até elas irem soltando.escolhida dentro do sistema operacional. Veja abaixo uma seqüência de desmontagem de um monitor LCD da "Samsung": .Transforma a tensão alternada da rede (110 ou 220 V) nas tensões contínuas necessárias ao funcionamento do monitor. Devemos tomar o máximo de cuidado para não quebrar tais travas e/ou amassar a caixa do monitor ao tentar destravar usando chaves de fenda ou outros objetos metálicos. Introduza nesta fresta um pedaço de placa de fenolite ou madeira. Normalmente fornece um +B de 5 V para o display LCD e para a placa principal que depois serão reguladas em 3. Após basta retirar a tampa.Transforma o +B entre 12 e 19 V numa tensão alternada entre 300 e 1300 V para acender as lâmpadas CCFL do display.7 V para alimentar o scaler e o micro.

Está é a placa principal. Este é a placa da fonte inverter. Esta é a placa da fonte. Em alguns monitores encontraremos uma placa onde entra o cabo AC. Também teremos a placa do teclado ligada na principal através de um conector. Veja abaixo um monitor LCD desmontando mostrando suas placas em destaque: . Também encontraremos uma plaquinha ligada nas lâmpadas do display.CIRCUITOS DO MONITOR LCD Ao abrirmos um monitor deste encontraremos uma placa ligada no display LCD. Há casos em que a fonte inverter está na placa da fonte de alimentação geral do monitor.

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA DA FONTE Abaixo temos a foto da placa da fonte de um monitor Samsung com seus principais componentes identificados: .

IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA FONTE INVERTER Na foto abaixo vemos o circuito inverter de um monitor Samsung pela parte superior e inferior do circuito impresso: . São os filtros de rede que deixam a tensão da rede entrar e não deixam a freqüência da fonte chaveada sair para não interferir em outros aparelhos. o transformador chopper. diodos retificadores e os eletrolíticos de filtro das linhas de +B que irão alimentar os circuitos do monitor.Após a entrada do cabo de força temos uma bobina e alguns capacitores grandes. Após este temos a fonte chaveada formada pelo CI oscilador e chaveador. a ponte retificadora e o eletrolítico de filtro principal. A seguir temos o fusível.

Tal tensão vai acender a lâmpada. Ele fornece a tensão alternada para alimentação das lâmpadas do display. Às vezes há dois trafos. Os mosfets são controlados por um CI oscilador. Assim o trafo transfere uma grande tensão alternada para o secundário (que tem muito mais espiras que o primário). mas dói bastante. IDENTIFICAÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES NA PLACA PRINCIPAL Na foto abaixo temos a placa principal de um monitor Samsung destacando suas principais peças: . A alimentação do circuito inverter é controlada pelo micro da placa principal. sendo um para cada lâmpada (no caso do display usar duas lâmpadas).Localizamos um transformador grande no meio da placa. O primário do trafo vai ligado em dois transistores (normalmente mosfets) que ligam e desligam o enrolamento na freqüência de 40 a 80 kHz. assim como a freqüência de oscilação para ajustar o brilho da lâmpada. Podemos observar que o conector de ambas as lâmpadas estão ligados no trafo citado. O choque na alta tensão não é fatal. Tome o cuidado de não tocar nas soldas desta placa quando a mesma estiver energizada.

Ela é formada por várias camadas e abaixo de todas temos o difusor de luz. Próximo ao scaler temos o cristal de clock. CI mosfet . O maior deles é o scaler e o menor é o micro. Também dentro do módulo do display LCD encontraremos os CIs drivers dos pixels que formarão as imagens em tal display.3 e 2. sendo este uma placa branca de plástico que distribui a luz de duas ou mais lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL) de maneira uniforme por trás da tela. Este tipo de componente é comum nos monitores e televisores LCD. micro e display LCD. Inclusive este último está perto do conector do teclado e tem o CI eeprom de 8 terminais ao lado. TELAS LCD DO TIPO TFT USADAS EM MONITORES E TELEVISORES A tela LCD é o equivalente ao tubo de imagem dos monitores tradicionais. Na figura abaixo temos a foto de um display retirado de um monitor mostrando em detalhes os terminais de uma das lâmpadas CCFL: . De um lado do scaler temos o conector DB15 que leva os sinais ao monitor e do outro lado temos as saídas LVDS para o display LCD. Desta forma se consegue uma boa dissipação de calor num espaço reduzido.5 V para alimentação do scaler.Em primeiro lugar encontramos os dois maiores CIs SMD. Próximo do conector da fonte temos os CIs reguladores de tensão e os respectivos eletrolíticos de filtro.É um mosfet chaveador ou regulador montado dentro de um CI contendo vários terminais de source e dreno e um terminal de gate para controle. Os reguladores fornecem +B de 3.

um vermelho (R). então dá um total de 1. pixel morto. CI ou lâmpada queimada. assim como acontecia com os tubos dos monitores convencionais quando estes enfraqueciam.000 pixels. outro verde (G) e outro azul (B). Quanto maior a resolução da tela. Cada transistor é responsável por fazer o seu subpixel deixar passar a luz (aceso) ou bloquear (apagado).000 transistores destes montados no vidro. Veja abaixo a estrutura básica: . TFT . Cada transistor deste chama-se TFT. queimavam o filamento ou entravam em curto. Uma tela LCD de resolução 800 x 600 possui 1.000 divisões nesta tela. vidro quebrado."Thin Film Transistor" . Cada divisão (subpixel) da tela é controlada por um minúsculo transistor mosfet montado num vidro localizado atrás do bloco de cristal líquido. o monitor LCD possui milhões de transistores mosfets TFT num vidro localizado entre o polarizador 1 e o bloco de cristal líquido.É a menor parte que forma a imagem.359. mais divisões ela deve ter. Conforme explicado. Cada pixel é formado por 3 subpixels.440. Daí ela é formada por 480. Por exemplo: uma tela SVGA tem resolução de 800 colunas x 600 linhas.296 divisões. portanto qualquer defeito que ele vier a apresentar.432 pixels e 2. A DIVISÃO DO DISPLAY LCD E OS TFTs Pixel . Como cada pixel tem 3 cores.Ou transistor de filme fino é um transistor montado num substrato de vidro. ele deve ser trocado inteiro. tais como manchas. A tela de LCD é dividida em pixels e subpixels. Já uma tela XVGA tem resolução de 1024 x 768.440.Importante: O display de LCD é um módulo só. possui 786.

. resulta que este pixel pode reproduzir 256 (R) x 256 (G) x 256 (B) = 16. ou seja. cada TFT recebe oito bits "0" e "1" de cada vez. Se todos os bits forem 1.777. Quando o gate ou o source recebem nível 0 (sem tensão). Como cada subpixel (cor) recebe 8 bits de cada vez. o subpixel se acende e apaga oito vezes bem rápido de modo que o nosso olho enxergará um brilho mais fraco. mais de 16 milhões de cores. multiplicando os 256 níveis de brilho para cada uma. ele pode apresentar 256 níveis de brilho. o TFT conduz e deixa a luz passar pelo subpixel. sendo usadas por todos os monitores de computador e televisores LCD da atualidade. vermelho ou azul bem claro na frente da tela. Para cada imagem formada no painel LCD. Como cada pixel tem três cores. aquele subpixel apresenta brilho ao máximo. Se todos os bits forem 0 aquele subpixel fica apagado. este aparecendo verde. Quando o gate e o source recebem nível 1 (tensão).216 cores.Cada transistor TFT é acionado pela linha de gate e pela linha de source através de pulsos digitais de nível "0" ou nível "1". o TFT não conduz e o subpixel fica apagado. Se alguns bits forem 0 e outros forem 1. Os capacitores "storage" armazenam por alguns instantes a informação de brilho daquele subpixel. As telas LCD usando transistores TFT são chamadas de matriz ativa e proporcionam maior vivacidade à imagem.

através do cristal líquido até chegar no outro polarizador. mas não tão próximas como nos sólidos.É uma substância com características entre a dos sólidos e líquidos. Então basta colocar a placa de cristal líquido entre dois polarizadores. Polarizador . aplicar tensão entre eles e fazer a luz passar por um dos polarizadores. Veja a estrutura na figura abaixo: . Os polarizadores são colocados nas extremidades do cristal líquido com as ranhuras a 90º um em relação ao outro.COMO O CRISTAL LÍQUIDO CONTROLA A LUZ Cristal líquido . Veja abaixo: Quando um feixe de luz passa pelas moléculas do cristal líquido. No sólidos as moléculas são bem próximas e organizadas em estruturas.Filtro de vidro formado por ranhuras que só deixa a luz passar numa direção. No cristal líquido as moléculas são organizadas em estruturas. Entre eles vai uma fonte de tensão que pode ser ligada ou desligada. sua direção é alterada. Já nos líquidos as moléculas são bem mais separadas e se movem em direções diferentes.

Quando há tensão aplicada entre os polarizadores. as moléculas se orientam de outra forma de modo a não alterar o sentido da luz vinda do polarizador 1. Assim o display fica escuro. assim como a estrutura da iluminação traseira ("backlight"). Assim o display fica claro. Assim a luz não consegue sair pelo polarizador 2 e não pode ser vista na frente do display.Quando não há tensão aplicada entre os polarizadores. Veja abaixo: . ESTRUTURA DO DISPLAY LCD E DA ILUMINAÇÃO TRASEIRA ("BACKLIGHT") Conforme explicado. o display LCD é um sanduíche de placas e substratos de vidro. a iluminação atravessa o primeiro e as moléculas do cristal líquido torcem a luz em 90º de modo que ela consegue atravessar o segundo e se torna visível na frente do display. Controlando o nível de tensão aplicada entre os polarizadores é possível variar o nível de luz que atravessará o display.

Backlight . ajustamos o brilho do display. Controlando a tensão para a lâmpada.Ou inverter fornece entre 300 e 1300 VAC para alimentar as lâmpadas. Filtro de cor .Substrato de vidro onde estão os transistores mosfets que controlam o brilho individual para cada subpixel. Guia de luz .Modifica ou não a trajetória da luz que passa por ele dependendo da tensão aplicada entre os polarizadores pelos mosfets da placa TFT.Contém o CI controlador do display e os CIs LDI para fornecerem os bits de .É formada pelos seguintes componentes: Polarizadores . O monitor pode ter duas ou mais destas.Refle a luz para o guia. Cristal líquido .Lâmpadas fluorescentes de catodo frio usadas para iluminar o display.Transfere a luz da unidade de backlight para o display LCD. Refletor . Fonte inversora .Espalha a luz uniformemente pela unidade de backlight.Substrato de vidro que dá as cores RGB aos subpixels controlados pelos mosfets. Placa TFT .É formada por: Lâmpadas CCFL . Prisma .Tela LCD .Direciona a luz para o display LCD. Placa de circuito impresso do display LCD . Difusor .Só deixam a luz passar numa direção.

O UV excita o fósforo de dentro que produz então luz visível no tubo da lâmpada.acionamento para os TFT. transistores chaveadores e CI oscilador que trabalham em alta freqüência (entre 40 e 80 kHz). A tela LCD. A placa onde eles estão encaixados é a fonte inverter. Se for tensão contínua ela também acende. Aplicando uma alta tensão entre os catodos. dois terminais internos chamados catodos e uma camada de fósforo nas paredes internas do vidro. AS LÂMPADAS DE ILUMINAÇÃO DO DISPLAY LCD Conforme explicado a iluminação é feita com lâmpadas fluorescentes de catodo frio (CCFL). o conjunto todo deve ser trocado. Veja o esquema destas lâmpadas CCFL alimentadas com tensão alternada e contínua: As lâmpadas CCFL são alimentadas com tensão alternada de 300 a 1300 V. Para maior durabilidade da lâmpada ela deve trabalhar com tensão alternada. Esta fonte é formada por transformadores. argônio e mercúrio). o gás interno se ioniza e emite luz ultravioleta (UV). a unidade de backlight e a placa de circuito impresso formam um conjunto só e como já explicado. escurecendo-os e produzindo uma luz desigual nestas regiões em relação ao restante. Veja abaixo a localização da fonte inverter de um monitor LCD: . O inverter transforma então uma tensão contínua baixa entre 12 e 19 V numa alta tensão alternada para acender as lâmpadas. Basta seguir os cabos das lâmpadas (dois cabos para cada). porém com o tempo os gases se acumulam nos cantos da lâmpada. Estas lâmpadas têm um tubo de vidro contendo gases inertes dentro (neon. Tal tensão é obtida por uma fonte inverter. se der defeito em qualquer parte. A fonte inverter é bem fácil de se encontrar no monitor.

Também entra um sinal de controle para desligar a lâmpada em caso de alguma falha no sistema como por exemplo a queima de uma das lâmpadas do display. Assim os dados digitais são aplicados ao display por linhas de 0 ou 1. os dados vão para um CI controlador do display e deste para vários CIs LDI que fornecem os bits para acionamento dos transistores TFT. Já os CIs LDI ficam entre a placa e o substrato de vidro. A solução é a troca do display inteiro. Porém estes componentes não são substituídos quando queimam. Ao passarem pelo conector LVDS.2 V proporcionando maior velocidade de transferência destes dados e sem ruídos.a fonte inverter entra também um sinal de controle vindo da placa do monitor para controlar a tensão fornecida para as lâmpadas e desta forma ajustar o brilho da tela. O CI controlador do display fica localizado numa placa ligada no substrato de vidro onde estão os TFTs. Veja na figura baixo a localização dos CIs de acionamento dos transistores TFT do display: . CONTROLE DOS TRANSISTORES TFT DO DISPLAY LCD A ligação entre o display LCD e a placa do monitor é feita por um conector chamado LVDS (sinalização diferencial de baixa tensão).

3 ou 5 V para alimentar os CIs de controle e LDI. ROTEIROS PARA CONSERTO DE MONITORES LCD Esta é a parte que todos estavam esperando. Antes vamos classificar os defeitos em dois grupos: os defeitos relacionados com o display e os relacionados com outros circuitos. Os procedimentos para consertar estes tipos de monitores. podendo em certos casos ser também no display.Na placa do display também entra um +B de 3. lâmpada ou CI queimado na placa do display ou ainda à quebra do vidro ou manchas no display. Veja na figura abaixo alguns defeitos relacionados com o display: . São causadas por: algum ou alguns transistores TFT queimados. DEFEITOS NO DISPLAY LCD Normalmente são falhas que exigem a troca completa do display.

Ligue a fonte na placa do inverter .Arranje uma fonte inverter . Veja abaixo os pontos de ligação: . Veja abaixo a fonte que será usada no teste: 3 .Arranje uma fonte de 12 V .Solde o fio negativo da fonte no terra da placa do inverter que costuma ser a trilha em volta de um furo grande na placa ou as trilhas mais largas.Pode ser um eliminador de pilhas. Veja abaixo a fonte que será usada de exemplo para o nosso teste: 2 . O fio positivo da fonte vai no dissipador do maior transistor que há na placa. uma fonte de computador ou qualquer outra fonte. Ele costuma estar na mesma trilha de uma bobina grande. display velho de notebook ou até de um scanner velho.Pode ser de monitor LCD condenado. Tal material pode ser comprado numa casa de sucata de informática.COMO TESTAR AS LÂMPADAS NO DISPLAY 1 .

4 . Se ao testar em algum par de terminais. ela está queimada.Ligue a saída de alta tensão do inverter nos terminais da lâmpada do display . teste uma de cada vez. o display não acender indica que aquela lâmpada está queimada. Veja abaixo como se faz o teste: TESTE DA LÂMPADA FORA DO DISPLAY Se por acaso você conseguir desmontar um display LCD sem quebrá-lo ou danificá-lo (não recomendável) notará que as lâmpadas CCFL ficam localizadas nos extremos e atrás do difusor de luz (se o display possuir mais de duas lâmpadas). A lâmpada deve emitir uma luz branca. Para testar basta ligar o inverter nos dois fios da lâmpada e energizá-lo. Ligue a fonte na tomada.Se o display tiver mais de uma lâmpada. Se a lâmpada não acender. Neste caso a solução é a troca do display. o display deve acender indicando que aquela lâmpada está boa. Em cada par de terminais que formos ligando o inverter. Veja como se realiza tal teste e a localização destas lâmpadas abaixo: .

Num deles deve sair 5 V e no outro em torno de 12 V.Meça o +B que sai em cada diodo ligado no trafo chopper da fonte . Veja na figura abaixo: .O MONITOR NÃO LIGA E O LED DO PAINEL NÃO ACENDE Este defeito pode ser causado pela fonte de alimentação interna (ou externa como no caso de alguns monitores). 1 . algum CI regulador da placa principal ou pelo CI micro.

TELA ACESA PORÉM NÃO HÁ IMAGEM 1 .5 V ou 1.Normalmente este integrado tem pinos de +B de 3.7 V.Medir os +B que alimentam o CI scaler .3 V e outros de tensão mais baixa podendo ser 2. Veja na figura abaixo os pontos no CI scaler do monitor da Samsung: IMAGEM MUITO ESCURA .

ponta preta no terra (alguma blindagem do monitor) e com a vermelha aproxime dos terminais da lâmpada.Tem +B de 12 a 19 V na fonte inverter . Neste caso a fonte inverter está boa e o defeito é lâmpada queimada e a solução é a troca do display.Veja se ao ligar o monitor tem alta tensão para as lâmpadas da seguinte forma: Coloque o multímetro em ACV 1000. Se aparecer uma pequena faísca azulada em qualquer dos terminais da lâmpada.Este +B varia de 12 a 19 V dependendo do modelo do monitor.Neste caso o defeito é lâmpada queimada e devemos trocar o display inteiro. seguido do movimento do ponteiro até o final ou próximo.Tem alta tensão no conector da lâmpada . é sinal que tem alta tensão. Pode ser ocasionado por lâmpada queimada. Veja o procedimento abaixo: C . Veja abaixo como se mede esta tensão lembrando que ela sai de um dos secundários do chopper da fonte chaveada: B . Vamos ao procedimento: A. um de cada vez. fonte inverter com defeito ou sem +B.Meça o +B que alimenta a fonte inverter . IMAGEM APARECE E ESCURECE EM SEGUIDA .Este defeito ocorre quando as lâmpadas do display estão apagadas.

Este defeito normalmente é causado por uma das lâmpadas CCFL queimada. MAS A TELA FICA TOTALMENTE APAGADA . Se a tensão varia no ponto ENABLE e/ou DIM. o defeito é mesmo na placa inverter podendo ser o circuito de proteção de excesso de corrente das lâmpadas. o defeito é no CI micro que está desligando as lâmpadas sem motivo aparente. Se não variar. Se as lâmpadas estão boas. Veja abaixo: Verifique se na hora que a lâmpada apaga a tensão varia nos pontos ENABLE e DIM. ACENDE O LED DO PAINEL. o defeito pode ser no circuito que monitora a corrente delas o no acionamento do inverter (incluindo o CI micro). Quando ocorre a queima de uma das lâmpadas o circuito eletrônico desliga em seguida a fonte inverter para que a diferença de iluminação não deixe marcas no display LCD.

Veja abaixo: INDICA FALTA DE SINAL Mesmo com o cabo de sinal conectado no computador. caso não os encontremos a solução será a troca da placa principal. porém estes dois CIs já devem vir gravados. Em alguns monitores a eeprom fica dentro do micro.A primeira coisa a fazer é conferir a tensão fornecida por todos os CIs reguladores na placa principal conforme já foi explicado nos outros defeitos. Se todas as tensões estão corretas trocamos o micro e a eeprom (normalmente um CI da série 24XX). Também pode aparecer uma janela indicando erro de resolução ou resolução não suportada. A solução mais viável é a troca do micro ou na falta deste na troca da placa principal completa. Este defeito ocorre muito nos monitores da Samsung devido a uma falha no programa do CI micro. .

meça a tensão num dos pinos extremos. onde o +B entra no emissor e sai no coletor ou um mosfet de canal P onde o +B entra no source e sai no dreno. o defeito pode estar neste transistor. Após localizar este transistor. para ter certeza se é ele. Podemos fazer um teste rápido nele: colocar em curto o terminal onde entra 12 V com o do dissipador. o defeito é mesmo na fonte inverter. Se o display não acender.NÃO TEM ALIMENTAÇÃO NOS TRANSISTORES CHAVEADORES DA FONTE INVERTER Em vários televisores e monitores LCD há um transistor de potência na fonte inverter que fica em série com o +B que vai aos transistores chaveadores do trafo. Se a lâmpada do display acender. Pode ser um PNP. Veja abaixo: . Tal transistor de potência recebe o nome de chave e é controlado pelo CI micro. nos componentes associados a ele ou no CI micro que não está fornecendo comando para ligar as lâmpadas. deve dar 12 V ou mais e no terminal central (dissipador) deve dar 0 V para desligar a lâmpada e 12 V para ligá-la.

Meça novamente os +B nos diodos ligados no chopper. coloque a ponta preta no pino 1 ou 2 do CI e a vermelha no terra (dissipador do CI).NÃO SAI +B NOS DIODOS LIGADOS NO CHOPPER Antes de mais nada desconecte a placa da fonte da placa principal.Aí deve ter cerca de 150 V (se a rede for 110 V) ou 300 V (se a rede for 220 V). Se a ponte estiver boa veja se o CI da fonte chaveada não está em curto da seguinte forma: Usando a escala de X1 do multímetro. Se não tiver tensão nos terminais deste capacitor. resistores e trilhas ligadas ao capacitor eletrolítico. Veja abaixo: B . A . o defeito é antes dele e daí devemos testar: Fusível.Fusível queimado . bobina filtro de rede. Se mesmo assim as tensões não aparecerem o defeito está na fonte.Antes da troca teste a ponte retificadora. Se agora aparecem os +B o defeito é na placa principal (algum CI em curto). .Meça a tensão nos terminais do capacitor de filtro (o maior eletrolítico) da fonte . a ponte retificadora.

o CI amplificador de erro KA431 e os eletrolíticos. Veja abaixo como se faz: C . PORÉM O MONITOR NÃO LIGA . fotoacoplador.Descarregue o capacitor de filtro usando um resistor entre 1 K e 2K2 x 10 W. A seguir troque: CI da fonte. resistores. o CI está em curto.O ponteiro não deve mexer. Se mexer. Veja também minuciosamente se não há alguma trilha quebrada na região da fonte. transistores e bobinas da fonte. mas a fonte chaveada não funciona . A seguir teste a frio: os diodos tanto os ligados no secundário do chopper quando no lado do primário.Tem tensão no capacitor de filtro. Veja a indicação abaixo: TEM +B NORMAL NOS DIODOS QUE SAEM DO CHOPPER.

Não chega +B no micro: Testamos o CI regulador de 3.Chega +B normal ao micro: O defeito pode ser no próprio micro. Neste caso podemos usar um freqüencímetro ou um osciloscópio para ver se o cristal está oscilando.3 V que alimenta o micro. na eeprom ou no cristal de clock. B . Conforme já explicado este CI fica na placa principal.Verifique se chega +B no CI micro (3. conforme indicado abaixo: A .3 ou 5 V). Veja abaixo: .

conforme mostrado abaixo: NÃO TEM ALTA TENSÃO PARA AS LÂMPADAS DO DISPLAY . TEM TENSÃO NORMAL NOS TRANSISTORES E CI DO INVERTER. Veja abaixo: Se não temos os comandos on/off e DIM (controle de brilho). o defeito está no CI micro. trafo e trocar o CI oscilador. especialmente se o regulador está muito quente. mas não tem na saída do CI regulador.Se tem tensão na entrada . resistores. Agora se tivermos estes comandos normalmente. O on/off é uma tensão 0 e 5 V ou 0 e 3 V que habilitam o CI oscilador da fonte inverter. diodos. bobinas. o defeito é mesmo na fonte inverter e devemos testar: transistores. MAS NÃO TEM ALTA TENSÃO Neste caso devemos testar o comando on/off assim como o comando DIM (controle de brilho) do CI micro para a placa do inverter. O DIM é uma tensão que varia num dos pinos do oscilador para ele controlar o brilho das lâmpadas do dislay. o defeito pode ser neste CI ou em algum outro na linha de +B derrubando a tensão.

Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .Verifique se chega +B nos transistores mosfets chaveadores do trafo e no CI oscilador da fonte inverter.Neste caso o defeito pode ser na fonte inverter ou no CI micro que não está fornecendo o comando para acionamento da fonte inverter. Veja abaixo: NÃO HÁ +B NUMA DAS LINHAS DE ALIMENTAÇÃO DO SCALER A . Veja a localização de um fusível destes abaixo: B . A .Ele queima muito e a fonte não fornece alta tensão para as lâmpadas.Teste o fusível que há placa do inverter .O fusível está normal .

Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.B . A .Meça a tensão nos pinos de entrada e saída dos CIs reguladores de tensão: Veja o procedimento abaixo: .

TEM ALIMENTAÇÃO NORMAL NO SCALER A .Não há +B na saída de um dos reguladores: Se este CI estiver muito quente é mais provável que haja um curto em algum dos pinos de +B do scaler e neste caso pode ser o próprio scaler.Meça a tensão nos pinos de +B que alimentam o display LCD: Esta tensão é medida no conector que vai ao display. Veja abaixo: .B . sendo 3.3 V para o monitor de 15" e 5 V para monitores de tela maior. Se o CI regulador estiver frio ou morno e não solta +B teremos que trocá-lo.

D .B .Não chega +B no display: Meça a tensão na entrada e saída do regulador que alimenta o display conforme indicado abaixo: C .Tem +B normal no scaler e no display: . Se não aparecer +B mesmo assim na saída do regulador. o defeito está no display que deverá ser trocado. Se agora aparecer tensão normal.Não sai tensão do regulador que alimenta o display: Desconecte o display e meça outra vez a tensão na saída do regulador. este CI deve ser trocado.

Esta falha ocorre devido a um erro ocorrido no programa interno do CI micro. 540N. EXEMPLO DA TROCA DE CI NUM MONITOR LCD Abaixo temos o exemplo de um defeito bastante comum num dos monitores Samsung das linhas 510N. ponta fina e bem limpa.Ferro de solda 30 ou 40 W. .Troque o CI scaler e na falta deste a placa completa onde ele se encontra. Aparece apenas um quadradinho que fica passando pela tela indicando falta de sinal no cabo (mesmo este ligado no computador) ou erro de resolução. 710N e 740N. Neste caso a solução é a troca do referido CI e como é SMD tomamos alguns cuidados neste procedimento. TROCA DO CI SMD Necessitaremos dos seguintes materiais: .

Pedaço de fio malha ou na falta deste um cabinho decapado. Tome cuidado de não exagerar na quantidade. Nas trilhas da placa onde estava soldado o CI a limpeza pode ser feita com o fio malha: Passe fluxo de solda na ponta da malha.Solda comum de boa qualidade tipo "Best" ou "Cobix". A seguir retire as sobras da solda da placa com a ponta do ferro. Encoste a ponta do ferro na malha e o calor desta atrairá os restos de solda que estavam nas trilhas. . encoste-a nas trilhas.Álcool isopropílico para a limpeza da placa. 1 . Usando uma pequena chave de fenda como alavanca levante o CI da placa para que ele caia na bancada. .Fluxo de solda (breu + álcool isopropílico). álcool isopropílico e o pano de camiseta. . Veja abaixo o CI já retirado da placa: .Espalhe a solda de baixa fusão por todos os pinos do CI que vai ser trocado. A seguir limpe o resto da placa com uma escova de dentes. especialmente no caso dos micros. A seguir usando a ponta do ferro de solda aqueça a solda por igual em todos os pinos do CI.Escova de dentes.Adquira um novo CI com exatamente o mesmo código daquele a ser trocado. .Solda de baixa fusão. .Pedaço de pano de algodão (tipo malha de camiseta velha). 2 . ..

Aplique um pouco de fluxo de solda num dos lados do CI. aquecendo e assim ele atrai a solda desfazendo os curtos. encostando-o nos pinos grudados. Levante a placa e deslize a ponta do ferro de solda puxando a solda para baixo. A finalidade desta operação é fixar o CI na placa. A solda descerá . Não se preocupe com os pinos que ficarem em curto. soldará os pinos nas trilhas e devido ao fluxo não ficará entre dois pinos.3 .Posicione corretamente o novo CI sobre as trilhas da placa e aplique solda comum nos pinos extremos do CI. . Veja na figura abaixo o CI novo já na placa e o monitor voltando a funcionar corretamente: REGULAGEM DOS MONITORES E TVs TRC. Se acontecer de ficar dois ou mais pinos grudados podemos desgrudálos usando o fio malha embebido no fluxo. Faça uma grande pelota de solda nos pinos da ponta neste lado onde foi aplicado o fluxo. 4 .

4. Você observa que sai do flyback o cabo da chupeta e dois fios que são soldados na placa do cinescópio. porque estes capacitores são responsáveis pela filtragem de algumas tensões que irão trabalhar em circuitos responsáveis da imagem.. No flyback há dois controles. Também deve ser substituído. agora podemos fazer os ajustes. Confira através do esquema do aparelho suas tensões: Coletor do transistor saída horizontal. Os capacitores eletrolíticos que deverão ser substituídos:  Ligados ao Flyback. um deles é responsável pelo FOCO e ou outro pelo SCREEN.  Em alguns aparelhos na placa do cinescópio encontra-se um capacitor eletrolítico de baixa capacitância e alta isolação (Tensão). substitua o filtro de saída da tensão de 90V a 125V. Saída Vertical.7mF a 47mF / 160V a 250V. com imagem sem definição (nitidez).. Também a ausência de tensão de foco provoca este sintoma. Tensão de 33V para o circuito Tuner.TENSÕES Antes de fazer qualquer ajuste em uma TV ou Monitor é preciso saber se a fonte está trabalhando e fornecendo as tensões adequadas para o funcionamento correto do aparelho. Pronto. Coletor do Transistor Drive Horizontal. Dica: Para o TV ou Monitor ter seus ajustes satisfatórios é preciso fazer a substituição de alguns capacitores independente do tipo de conserto que foi executado.  Saída da fonte. o de cima é o controle de FOCO enquanto que o de baixo é o controle de SCREEN. FOCO O TV ou monitor quando está com a imagem desfocada ou seja. pode ser que o cinescópio esteja fraco e não aceita mais ajuste. Fazendo o ajuste de foco: . esta tensão e proveniente do flyback.

Contraste (retire todo contraste. Outra necessidade de fazer este ajuste é quando o flyback for substituído. Ao girar o controle de foco não conseguir uma boa imagem (com nitidez) ou seja. • • • Ligue o aparelho de maneira que uma imagem apareça na tela. Para ajustar o Screen siga rigorosamente o roteiro abaixo: 1. 4. significa que o cinescópio está fraco. diminua nos controles o: 3. verifique se há tensão no fio que alimenta um dos pinos do cinescópio. . isto permite que todas as imagens apareçam perfeitas. Atenção: Caso ao girar o controle de foco e não perceber nenhuma alteração. Vale ressaltar que nesta substituição o foco deve ser também ajustado. Gire o controle de foco para direita e para esquerda observando se a imagem sofre alguma alteração. devendo ser substituído. Havendo alteração vá ajustando de maneira que a imagem tenha nitidez satisfatória.Coloque um espelho na frente do aparelho para verificar a qualidade de imagem quando estiver ajustando. você vai observar que a imagem começa a desaparecer). Na parte frontal do aparelho ou através do controle remoto. Dica: Para um bom ajuste. veja mais detalhes no manual de consertos IMAGEM E COR. Retire também toda cor. 5. Brilho (retirando por total o brilho). geralmente é de cor vermelha e o mais groso. ligue o aparelho. ao girar o controle de foco procure observar o contorno de letras ou olhos de pessoas deixando com bastante nitidez. uma imagem regular. 2. SCREEN Este ajuste se faz necessário quando a imagem está escura ou excesso brilho provocando linhas de retraços (linhas finas e brancas inclinadas sobre a imagem). NOTA. A falta de tensão de foco pode ser que o flyback esteja com defeito ou mesmo o cinescópio com fuga no anodo. Posicione o espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela.

faz necessário quando o flyback e cinescópio são substituídos ou mesmo quando é executado conserto no circuito de vídeo e demoduladores RGB. Com todos os controles no ponto zero.Observação: Ao diminuir todos os controle. Atenção: Nem sempre quando não se consegue um bom ajuste de Foco e Screen é o cinescópio. brilho. 8. Sempre que consertar um monitor ou TV. Lembrete – O ajuste de Foco e Screen. 7. Faça o ajuste de maneira que a imagem fique aparecendo um pouco escura. Agora aumente o controle de brilho ao máximo. gire o controle de Screen para direita e para esquerda observando a imagem. siga o roteiro de ajuste do foco para conseguir a melhor qualidade de imagem possível. faça ajuste de maneira que quando aumentar o brilho e contraste não sature a imagem e quando diminuir o brilho e contraste a imagem não escureça por total. . Aumente o controle de contraste até a metade. verificando a qualidade da imagem. Agora aumente o brilho contraste e cor. e a imagem continuar com aparecendo normalmente ou totalmente escura. 10. 9. significa que realmente precisa fazer o ajuste de Screen. veja se o foco e Screen estão ajustados. contraste e cor. Se for preciso faça outro ajuste de foco. 6. por esta razão é aconselhável verificar o circuito de vídeo e RGB. O screen fora de ajuste provoca aquecimento no flyback diminuindo sua vida útil. Quando ocorre o enfraquecimento do cinescópio a imagem sofre um tom do branco saturado sendo necessário retirar um pouco do Screen. 12. Observe a qualidade de imagem verificando se não está embranquecida. 11. se estiver diminua o controle de brilho observando se fica normal.

Ligue o aparelho. Verifique bem se todos os trimpots estão em Zero ou seja. girar os trimpots um a um observando qual o trimpot está atuando a cor que aparece na tela. Localize o trimpot que ajusta a cor vermelha. Esta cor amarelada é proveniente da mistura das duas cores. Para identificar estes trimpots. basta com uma chave de fenda isolada. B (azul). 4. próximo aos três que você está ajustando. O tom cinza é o resultado da mistura das três cores. abra o documento do Word para observar o tom do cinza e branco que há na janela do editor de texto. Há TV e Monitores que estes trimpots estão na placa principal. Neste caso o ajuste de cinza é necessário. Observe que há mais dois trimpots. voltamos para o ajuste. Retire toda cor da imagem através do controle remoto ou nos controles frontais. siga os fios da placa do cinescópio e você os encontrará. Para fazer o ajuste siga o roteiro abaixo: 1. 9. 10. estes dois trimpots os ajustes Drives que irão auxiliar o melhor tom cinza. Na placa do cinescópio há três trimpots para ajustes do cinza. 11. 5. deixando todos nos sentidos anti-horários. 13. Vermelho. Gire cada trimpot no sentido anti-horário usando uma chave de fenda isolada. ex. todas as cores devem aparecer nas imagens. Gire lentamente o trimpot da cor azul de maneira que a tela fique no tom cinza. . 3. 7. 14. No caso de monitores. veja bem. G (verde). posicione o espelho na frete do aparelho de maneira que possa ver toda tela. 6. tem mais azul que vermelho o verde. Localizado as cores de cada trimpot. Verde e Azul (RGB). é que neste caso elas não estão com dosagens uniformes (não estão bem misturadas). 8. Você vai observar que a tela escurece e às vezes continua predominando uma cor na tela. Gire lentamente o trimpot da cor verde de maneira que surja uma cor amarelada. tanto para o TV como para o Monitor. 12. Gire lentamente o trimpot da cor vermelha até o vermelho ficar com brilho satisfatório.CINZA Este ajuste se faz necessário quando não há uma boa mistura de cor. vermelho e verde. cada trimpot regula uma com R (vermelho). Ocorre que às vezes predomina mais uma cor sobre as outras. verde e azul. 2. isto é natural devido o desgaste dos canhões do cinescópio.

Após ajustado aumente o controle de cor verificando se as cores estão normais. coloque os dois trimpots na posição de ajuste central. O POSISTOR quente significa que a bobina está trabalhando. ATENÇÃO: Nunca faça este ajuste sem o pedido do cliente. Sem a bobina o campo magnético da terra provoca o deslocamento dos feixes de elétrons dos canhões do tubo. Caso o cliente reclame que TV ou Monitor não estão com as cores boas verifique em primeiro lugar se há algum componente defeituoso no circuito demodulador antes de qualquer ajuste. Desligue o aparelho. 2. esta é a razão de não fazer ajustes sem a consulta do cliente. Encoste o dedo levemente no POSISTOR para ver se ele está morno. 5. Remova a tampa traseira do TV ou Monitor. Como pode ver estas manchas podem ser provocadas pelo não funcionamento da bobina. O ajuste do cinza só é aconselhável se outra pessoa mexeu ou mesmo uma consulta com o cliente informando que o cinescópio já está necessitando do ajuste devido seu desgaste. pode provocar atrito com cliente pois ele está acostumado com o tipo de cores que há em seu aparelho. 3. estas manjas podem ser de cores vermelhas ou azuis. provocando estas manchas.15. Agora faça um retoque ajustando os dois trimpots Drives de maneira que cinza fique uniforme. Obs. Nota: A bobina desmagnetizadora é responsável pela desmagnetização do cinescópio. 4. Caso você não esteja conseguindo um bom resultado do tom cinza. Há casos que o ajuste de cinza não fica perfeito devido o desgaste do cinescópio. Outras maneiras das manchas surgirem é a . O ajuste também é necessário quando o cinescópio for substituído. devemos verificar se a bobina desmagnetizadora está trabalhando adequadamente. Refaça o ajuste de cinza seguindo o início do roteiro. Antes de fazer o ajuste de pureza. Ligue o aparelho por alguns minutos. 16. Para sabermos se a bobina está trabalhando siga o roteiro abaixo: 1. caso contrário o POSISTOR está aberto ou mesmo a bobina. Se você fizer qualquer ajuste no RGB sem justa causa. 17. PUREZA O ajuste de pureza é feito quando aparecem manchas na tela. porém com esta técnica que oferecemos a você vai ajudar bastante na qualidade de imagem.

3. 2. passaremos então ao processo do ajuste de pureza. Anéis de Pureza Soquete do tubo Anéis de convergência 4. 3. Remova a tampa traseira do aparelho. Caso alguma mancha permaneça no canto da tela. 2. isto no caso de TV. afrouxe o parafuse que fixa a bobina defletora e afaste lentamente a bobina para traz verificando se a mancha sumiu. as vezes é necessário ajustar uma por uma até que as manchas desapareçam. Bobina Defletora Anel de fixação Cinescópio ou Tubo de imagem. Coloque um espelho na frente do aparelho de maneira que você possa ver toda tela. Girar os anéis de pureza. 6. Veja na figura acima onde se encontra os anéis de fixação. Os dois anéis estão juntos a outros anéis que fazem o ajuste de convergência. . Uma vez confirmado o funcionamento da bobina desmagnetizadora. Estes anéis de pureza são os maiores e estão próximos a bobina defletora ou seja entre a bobina defletora e os anéis de convergência. Os anéis de pureza se encontram fixados no pescoço do cinescópio. Ligue o aparelho e sintonize em um canal. No caso do monitor você deve liga-lo na CPU para poder definir melhor as posições das manchas.aproximação de autofalante no cinescópio ou alguém tentar fazer ajustes no cinescópio sem conhecimento e mexer nos anéis de pureza. Aperte novamente o parafuso da bobina e fixe os anéis no ponto ajustado. AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. Gire os anéis de pureza no sentido horário e anti-horário observando se as manchas desaparecem. 5. siga o roteiro abaixo: 1. Folgue os anéis de fixação para poder girar os anéis de pureza. Você vai observar que as manchas tendem deslocar para as extremidades da tela. 1.

Liguem-as em série através de um interruptor num transformador de 110V. 1. No caso do cinescópio está magnetizado pode-se usar uma bobina desmagnetizadora externa para eliminar as manchas. Ligue o aparelho. esta máscara é fixa internamente no tubo e quando ela se solta não é mais possível fazer ajuste. Interruptor . afaste e empurre a bobina observando o ponto em que as manchas somem. 2. Bobina retirada de um TV sucata Interruptor Bobina retirada de um TV sucata Pino de tomada para ligar num transformador de 110V • Junte as bobinas de maneira que pareçam um só e passe uma fita isolante nelas prendendo uma na outra. sendo necessário a substituição do cinescópio. Este ajuste só é feito recuando e empurrando a bobina defletora no cinescópio.AJUSTE DE PUREZA PARA TV OU MONITOR QUE NÃO POSSUEM ANEIS DE CONVERGÊNCIA. Veja como você pode construir esta bobina: • Retire de dois TVs que já são sucatas as bobinas desmagnetizadoras. Observação: Quando não se consegue o ajuste de pureza é porque o cinescópio está magnetizado ou a máscara de sombra se soltou.

dê uns tapa levemente na frente de tubo e observe se as machas mudam de lugar. Com um pouco de prática você removerá as manchas rapidamente. O certo para fazer este ajuste seria com um gerador de barras. verde ou vermelha. 3. Desligue a bobina e veja se as manchas sumiram. sendo preciso substituir o tubo de imagem. Uma dica – para saber se a máscara de sombra está solta dentro do tubo. Aproxime a bobina em frete do cinescópio ligue o interruptor e movimente-a em forma de espiral e ao mesmo tempo vá se afastando sobre a região onde se encontram as manchas.Pino de tomada para ligar num transformador de 110V Para fazer a desmagnetização usando a bobina externa siga o roteiro abaixo: 1. mas um vídeo game quebra o galho porque a imagem pode ficar . Ligue o aparelho. Se ao bater com a mão na frente do tubo e as manchas moverem significa que a máscara de sombra está solta. 2. AJUSTE DE CONVERGÊNCIA O ajuste de convergência se faz quando percebe no contorno das imagens uma sombra de cor azul. Consegue-se perceber melhor nos olhos da pessoa. Ligue a bobina em um transformador de 110V. caso contrário repita a mesma operação quantas vezes for necessário. 4.

que é um pouco demorado. AJUSTANDO O VERTICAL 1. Este ajuste é feito em um ou mais trimpots do circuito vertical. Proceda da mesma maneira com o outro anel que corresponde o feixe verde. 3. Este é um ajuste demorado e precisa paciência e raciocínio observando bem o contorno da imagem. Se por acaso aumentar a sombra volte o anel para posição original. Gire de maneira que os contornos da imagem fiquem sem sombra. porque os caracteres ficam estáticos (não movimentam). 4. 6. 7. 5. tente puxar levemente a bobina defletora observando se o contorno da imagem fica normal. Uma dica – às vezes quando não se consegue retirar uma das sombras coloridas. E nos televisores mais modernos estes ajustes são feitos através controle remoto por um software gravado no microprocessador. Ligue o aparelho. Este primeiro anel corresponde ao feixe azul. LIBERE A BOBINA DESAPERTANDO O PARAFUSO. Pode ocorrer das duas faixas apresentarem simultaneamente. Nos monitores os trimpots são encontrados até mesmo nos de ultima fabricação. . VERTICAL Este ajuste é feito quando apresenta uma faixa escura na parte superior ou inferior. Com um pouco de experiência você conseguirá fazer o ajuste com as imagens em movimento. Gire o primeiro anel que está próximo os anéis de pureza. Uma vez ajustado gire o anel de fixação prendendo os anéis de convergência. Localize o trimpot de altura. Como você já sabe no circuito vertical encontra-se o trimpot de ajuste de altura e de linearidade. 2. Ligue o aparelho. 2. Para fazer a convergência no monitor é mais fácil. Faça o mesmo com o outro anel correspondente o feixe vermelho. Em alguns televisores novos só há um trimpot para fazer o ajuste de altura quando apresenta a faixa na parte superior e inferior.parada. Libere o anel de fixação dos anéis de convergência no cinescópio. Ajustando a convergência 1.

3. Veja as dicas que há na apostila de laboratório de TV ou de Monitor. 4. enquanto que nos TVs não se usa mais esta regulagem. Localize no monitor o trimpot de largura e gire-o de maneira que as faixas das laterais desapareçam. gire o trimpot de maneira que a faixa vá diminuindo até desaparecer por total. AJUSTANDO O CIRCUITO HORIZONTAL 1. Nos monitores encontra-se um trimpot que faz o ajuste de largura. . isto porque o circuito de ACG só se encontra nos TVs devido a recepção ser pela a antena. Nos TVs quando ocorre este sintoma você deve verificar se a fonte está fornecendo as tensões adequadas para o circuito horizontal. Caso esteja você deve substituir o capacitor BUSTER. AJUSTE NO CIRCUITO HORIZONTAL Este ajuste se faz necessário quando apresenta faixas nas laterais da tela. veja mais detalhes na apostila de laboratório de TV ou Monitor. Este ajuste só é feito nos TVs. Se a imagem ficar esticada retorne um pouco a posição do trimpot e faça um leve ajuste no trimpot de linearidade. É claro que antes de ajustar você deverá ter certeza se a antena está normal. AJUSTE DO CAG O ajuste do CAG (Controle Automático de Ganho) se faz necessário quando a imagem apresenta chuvisco. Com uma chave de fenda isolada. Enquanto que os monitores recebem o sinal de vídeo diretamente do computador. Quando não se consegue um bom ajuste é porque há capacitor eletrolítico alterado no circuito vertical.

ou de karaokê. os aparelhos de DVD mais simples. porque existem circuitos e programas instalados no microcomputador destinados à reprodução desses discos. Gire lentamente o trimpot para direita e para esquerda. o que causa muita confusão para quem pretende utilizar. agora. . 5. Apresentarei. VCD. 3. assim como um aparelho de videogame não iria funcionar com um disco de DVD. DVD PLAYER Ultimamente. Estes são os ajustes de TV e Monitores. significa que há defeito no circuito de FI ou mesmo no circuito AGC. com 8 cm de diâmetro. pratique bastante que logo você fará todos os ajustes rapidamente. com diâmetro de 4. CD (COMPACT DISC) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio.7” (12 cm) e 3.. sem dor de cabeça. 4.AJUSTANDO O AGC 1. Localize o trimpot AGC. Um microcomputador só reproduz discos de DVD. ele precisa ser um “4 em 1”. um “2 em 1” . O aparelho de DVD pode reproduzir um disco de áudio CD porque em seu interior foram instalados circuitos destinados à reprodução de CD. O que significa dizer que. Caso a imagem não melhorar. REPRODUTORES Todos os aparelhos que contenham circuitos destinados à reprodução de CD. etc..2” (8 cm). os tipos das mídias mais populares encontradas no mercado atual. embora sejam fisicamente muito parecidos um aparelho não reproduz um disco preparado para ser reproduzido por outro. na verdade. Sintonize em um canal que a imagem apresenta mais chuvisco. É como dizer que. com 12cm de diâmetro. Para que o aparelho de DVD reproduza discos de DVD. O motivo principal é a grande semelhança física entre os discos. muitos tipos de mídias digitais têm surgido no mercado. 20 minutos. contrário do que muitos possam pensar. CD. observando se a imagem melhora. aqueles que só reproduzem DVD e CD são.. um aparelho de DVD não reproduziria um disco de áudio CD (Compact Disc). Ligue o TV. os aparelhos destinados a reprodução desses discos. CD. CAPACIDADE /TEMPO DE REPRODUÇÃO 650 MB/74 minutos. 2. Por exemplo. VCD e Videokê. e a diferença radical entre eles no que diz respeito à arquitetura técnica dos diretórios gravados nos mesmos.

TEMPO DE REPRODUÇÃO 10 Horas. Imagem e som CAPACIDADE 650 à 700 MB TEMPO DE REPRODUÇÃO 75 Minutos.7 GB reprodução. Em caso de filmes com durações maiores utiliza-se mais de um disco. Imagem e Som CAPACIDADE / TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada –4. CD-ROM CONTEÚDO Dados.Obs: Geralmente utilizam-se apenas de uma face. São utilizados. Dourado: 2 lados de dupla camada – 17 GB reprodução. Dourado: 1 lado de dupla camada – 8. CAPACIDADE 650 MB REPRODUTORES Drive de CD ROM. Prata: 2 lados de simples camada – 9. geralmente. CAPACIDADE 650 MB.5 GB reprodução. como discos de armazenamento de média densidade. aparelhos de DVD e videogames que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. devido à compressão utilizada (MPEG Áudio Layer 3).4 GB reprodução. MP3 (MPEG AUDIO LAYER 3) CONTEÚDO Músicas ou outras informações de áudio CD.em microcomputadores. VDC (VÍDEO COMPACT DISC) CONTEÚDO Sinais de Vídeo e Som Gravados em um CD. DVD (DIGITAL VERSATIL DISC) CONTEÚDO Antes denominado “Digital Video Disc”. São utilizados filmadoras e reproduzidos pela maioria dos aparelhos de DVD atuais. – cerca de 7 horas de – cerca de 16 horas de – cerca de 15 horas de – cerca de 30 horas de compridas em um .

Obs. CD –R (CD GRAVÁVEL) Discos de CD podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. dependendo do programa utilizado. Ou seja. geralmente. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar gravar áudio nesse tipo de disco. São utilizados. a cópia analógica pode ser praticada.Discos de 8 cm: 1 lado de simples camada reprodução. geralmente. Obs. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. 3: Os aparelhos gravadores de CD. com o objetivo de se conseguir maior tempo de reprodução em relação ao do CD. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar à 1 hora e 20 minutos. Obs. CD-RW (CD REGRAVÁVEL) . DVD – A (DVD DE ÁUDIO) CONTEÚDO Som CAPACIDADE/TEMPO DE REPRODUÇÃO Prata: 1 lado de simples camada: 4. 1: Existem discos CD-R apropriados para dados e outros destinados a áudio. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. não aceitam discos CD-R destinados a gravação de dados . geralmente. não permitem a cópia digital de um outro CD que seja cópia. além dos atraentes recursos de 6 ou 7 canais.7 GB REPRODUTORE – cerca de 80 minutos de Driver de DVD ROM e aparelhos que possuam circuitos destinados à reprodução desses discos. Entretanto.7 GB – cerca de 7 horas de reprodução. DVD –ROM CONTEÚDO Dados CAPACIDADE 4. Obs: Discos de DVD utilizados para armazenamento somente de áudio. só permitem a cópia digital de um CD original. Neste caso. em microcomputadores como discos de armazenamento de alta densidade.

Obs.Utilizados geralmente em videogames.Discos de CD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de CD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de CD. CD. Obs.CD High Density Compact Disc.7 GB e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. Veja o significado de alguns deles: CD – PHOTO CD para armazenamento de fotografias.RW (DVD REGRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados e regravados milhares de vezes por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. A capacidade para dados varia de 650 MB a 700 MB. DVD-R (DVD GRAVÁVEL) Discos DVD que podem ser gravados apenas uma vez por aparelhos gravadores de DVD e por microcomputadores que possuam drives gravadores de DVD. dependendo do programa utilizado. Entretanto. Muitos outos tipos de discos digitais menos populares estão também disponíveis no mercado. A capacidade para dados é de 4. 2: Os aparelhos gravadores de CD de áudio. os drives utilizados em microcomputadores podem aceitar. CD-I CD Interativo. DVD. não aceitam CD-RW destinados à gravação de dados.DA CD Data Áudio.7 GB. e o tempo de reprodução em áudio pode ser maior que 7 horas. A capacidade para dados é de 4. CD-I READY . CD de dados de alta densidade. 1: Existem discos CD-RW apropriados para dados e outros destinados a áudio. e o tempo de reprodução para músicas pode chegar a 1 hora e 20 minutos. HD. geralmente. MIXER MODE CD Mistura de CD com CD-DA.

e são recobertos com uma película de alumínio reflexiva.Esse sinal é também conhecido por “”eye pattern” Veja. A unidade óptica é formada . a luz emitida pelo diodo laser é refletida pelo prisma. Assim.F. As covas representam os bits “1” (nível alto) e os relevos representam os bits “0” (nível baixo). chamado de “sinal de R. na Fig. com níveis altos e baixos. para a placa eletrônica onde será tratado e reproduzido. o sinal elétrico será variado. impossibilitando o retorno da luz aos detectores. PROCESSO BÁSICO PARA A REPRODUÇÃO DOS DISCOS DIGITAIS Para efetuar a leitura dos discos digitais. O sinal elétrico segue. uma lente de foco e um conjunto de diodos fotelétricos Os bits estão representados por covas e relevos impressos na superfície do disco. reduzindo sua espessura. até que apenas uma ponta de luz muito fina atinge a superfície do disco. permitindo assim a sua reflexão. Durante a reprodução.2. voltando pelo mesmo caminho até o prisma. Disco Óptico e Magnético Regravável. A luz é refletida na superfície da película de alumínio. portanto. um prisma. na faixa dos megahertz. a incidência fica ligeiramente fora de foco. então. que o feixe toca na cova enfocado. MO-DISC Magneto Optical Disc. sendo.”.CD-DA Interativo. o raio laser chega até o detector. basicamente. ou “sinal de HF”. Quando o feixe encontra um relevo. que transforma a informação de luz em informação elétrica. . sendo direcionada à lente de foco. Como somente a luz que incide nas covas retornam ao detector. o sinal digital se apresenta com freqüências muito altas. Devido à alta velocidade com que os bits são reproduzidos. O prisma funciona como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco. foram desenvolvidas unidades ópticas com tecnologias e construções que diferem ligeiramente entre si. por um diodo emissor de luz “LD” (Laser Diode). Essa lente faz o feixe de luz convergir.

o plástico. as informações de áudio e vídeo são convertidas de analógicas para digitais. o papel de alumínio fica protegido pela camada de plástico. processadas e enviadas à unidade à unidade óptica (Fig. que é uma película de tinta onde. os bits são dispostos nas superfícies dos discos pelo processo de prensagem Mecânica ou injeção de plástico. a qual irá sensibilizar um disco mestre. a qual se acomodará nos relevos da superfície do plástico se transformando numa película de alumínio reflexiva. parte da gravação seria danificada. Antes. nascendo assim o molde que será injetado ou prensado com plástico. que corrói as partes que serão os buracos (“lands”). a película de alumínio é recoberta pela tinta do selo. produzindo um feito onde bits são representados por relevos (pits)e buracos (lands). . codificar. os códigos CIRC fazem par com as outras informações gravadas no disco. Após a montagem.3). Por isso. a unidade óptica transforma essas informações em luz laser modulada. Em seguida. o sinal de controle possui o programa (diretório dos índices gravados no disco).GRAVAÇÃO DE DISCOS DIGITAIS GRAVAÇÃO FÁBRICA) DOS DISCOS DVD ORIGINAIS (PROCESSO DE Nas gravadoras. acontecendo um arranhão. já com as informações digitais impressas. muitos moldes podem ser produzidos. com um material ácido. PROCESSO DE INJEÇÃO Após a injeção. também. Podemos perceber por esse processo que. Veja. O sinal de sincronismo serve para definir a velocidade de rotação do disco. em seguida. para que os erros de leitura possam ser detectados pelo processador CIRC. e fica próximo ao selo. é vaporizado com uma camada de alumínio.Esse primeiro disco mestre pode ser reproduzido (testado) para fins de controle de qualidade. a superfície desse disco é submetida a um processo que o faz receber um preenchimento com níquel. que o filme de alumínio onde ficam registradas as informações digitais é muito delicado. os discos originais não poderão ser regravados ou modificados. ao colocar um disco digital sobre uma mesa. O disco é banhado. o que finaliza o processo de fabricação do disco digital. Nas fábricas.que é revestido de material fotoelétrico. Após o processador de sinais arrumar. uma vez gravados. misturar e serializar todas as informações. Por último.

GRAVAÇÃO DE DVD-RW (PROCESSO DOMÉSTICO) . Já há muito tempo as pessoas vêm gravando discos VCD em filmadoras e em microcomputadores. a tolerância é ainda maior. Os DVD-R não podem ser regravados ou corrigidos. embora ainda muito caros. ou por meio de drives de DVD-ROM para microcomputadores. é bom que o técnico já tenha alguma noção sobre o que acontece na gravação doméstica dos discos digitais. o que significa que. uma vez que as covas já foram formadas. não há como desfaze-las. apresentará falha na reprodução do DVD-R mas ainda poderá reproduzir bem um DVD original. GRAVAÇÃO DE DVD-R (PROCESSO DOMÉSTICO) Os aparelhos de DVD-REC (aparelhos gravadores de discos de DVD) já estão disponíveis no mercado. com relação ao diâmetro do arranhão. As unidades ópticas dos aparelhos que são semelhantes às utilizadas em aparelhos de reprodução com a diferença que. devido a maior espessura do raio laser na superfície do disco. um aparelho de DVD que esteja com a unidade óptica muito usada. esses poderão ser reproduzidos normalmente. muito parecidas com aquelas formadas no DVD original. Mantenha sempre o disco na sua embalagem original e. Apesar do grão de poeira ou arranhão.No futuro estarão presentes na maioria dos lares e também nas bancadas das nossas oficinas. a luz passa com facilidade pela superfície do plástico. pelo lado do plástico protetor. porém. não o deixe com o selo virado para baixo. oferecendo pouco contraste e uma reflexão muito inferior à do DVD original. CORRIGINDO ERROS DE LEITURA Todo aparelho reprodutor de discos digitais possui no seu interior um circuito destinado à correção de erros de leitura (CIRC). Entretanto. pois .por exemplo. chegaram os drives e programas apropriados para gravação de discos DVD em microcomputadores. Os DVD-R são discos virgens graváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. Recentemente. 250 graus Celsius. até o limite em que o processador CIRC consiga corrigir os erros gerados por eles. caso seja colocado sobre qualquer superfície esta deve ficar em contato com o lado do plástico protetor.Esses discos possuem uma película sensível ao calor. e os esperados aparelhos de DVD que gravam. de forma que. as primeiras produzem luz laser de maior potência. quando o raio laser incide sobre ela numa temperatura de. arranhões e poeiras no disco são permitidos. já com pouca potência. a superfície é derretida. Portanto. (aproximadamente 50%).Por esse motivo. formando-se as covas. devido ao diâmetro avantajado do feixe nessa área. A principal diferença é que essas covas são mais rasas no DVD-R. Se o seu aparelho de DVD estiver preparado para os discos VCD. aproximadamente.

divulgar o lado bom do DVD. infelizmente. os bits altos e baixos. Como os aparelhos de videocassete foram muito bem projetados e muito bem pela população do mundo inteiro. comercialmente. ultimamente os fabricantes estão lançando aparelhos de DVD desbloqueados para discos “piratas”. principalmente por parte dos idosos. possuindo-se um DVD não haverá mais necessidade de se manter em casa o velho videocassete. . para possibilitar a reprodução de DVD-R e DVD-RW. que permite maior definição de imagem (talvez a única grande vantagem do DVD em relação ao VCR) e a grande praticidade do VCR que. muitos acham que.Em outras palavras. Como o DVD reproduz imagem e som. com aplicação de um raio laser de temperatura menor que a do ponto de fusão do material. da luz. A única vantagem desses discos.Durante o processo de gravação o raio laser é aplicado com temperatura acima do ponto de fusão da tinta e. Durante a leitura. ocultandose os inúmeros lados ruins. após o resfriamento. definido. No DVD-RW. a primeira idéia implantada foi a de que o DVD teria evoluído do videocassete. a tecnologia mais avançada do DV. as diferenças entre as áreas reflexivas e as áreas amorfas. Talvez. podendo chegar a 30% de um DVD original. No interesse de vender mais aparelhos. assim . Mas. e que o superaria em todos os aspectos. qualquer outra situação. Esse é um motivo pelo qual nem todos os aparelhos de DVD conseguem reproduzir os DVD-RW. Durante o processo de apagamento. o que não é bem verdade. produz. as covas são substituídas pelas aéreas não reflexivas (amorfas).Os DVD-RW são discos virgens graváveis e regraváveis domesticamente por meio de aparelhos gravadores de DVD. ou não. ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES SOBRE OS DVD APARELHOS DE Há muita falta de esclarecimentos a respeito dos aparelhos de DVD por parte dos fabricantes e dos revendedores. É interessante. Há. ou por meio de drives de DVD-Rom para microcomputadores. entretanto. em pontos específicos. o poder de reflexão desses discos é bem menor. as áreas amorfas voltam ao estado cristalino. uma grande diferença entre os dois aparelhos em matéria de tecnologia e praticidade. e com maior potência no laser. O DVD. Assim. garantem o retorno. com relação aos anteriores. se encaixa direitinho com qualquer aparelho de TV e. para que os consumidores se deixem levar pela imaginação. enganosa. assimilando assim uma idéia muito boa sobre esses aparelhos. A superfície dos DVD-RW é recoberta por uma tinta reflexiva em estado policristalino. evoluiu do CD. é que o usuário pode reutiliza-los milhares de vezes para novas gravações. permitindo a regravação. assim como todos os aparelhos reprodutores de discos digitais. além de fácil utilização. áreas não reflexivas denominadas “amorfas”.

o usuário. ângulos de cena. o que não acontece com maioria dos aparelhos comprados aqui no Brasil pela população de baixa renda. também.Esse problema é muito sério.. na quase totalidade dos discos não será possível desfrutar do sistema de 6 ou 7 canais de áudio. Os aparelhos de DVD não mostram a hora. Isso significa ter um aparelho com grande potencial. A única solução para esse caso será. Mas. aqueles que só têm o sistema nacional. na grande maioria dos discos comerciai. A solução seria comprar um transcoder (transcodificador) NTSC/PALM-M. Que maravilha! Entretanto. . para desfrutar do som estéreo o usuário poderá liga-lo ao aparelho de som. para o sistema AC-3. mas vender um novo aparelho de TV para cada cliente que compra um DVD é muito bom para os fabricantes e para os revendedores! O DVD é sempre estéreo. simplesmente em estéreo (dois canais). etc. que não é nada barato! O DVD permite a escolha do idioma do áudio. Na maioria das vezes só há dois ou três idiomas disponíveis. ou apenas alguns mais evidentes são previstos. ligando-o através do VCR a imagem dos filmes ficaria distorcida. e com opções para sistemas de 6 ou 7 canais de áudio. interatividade. obrigatoriamente.O interessante é ter em casa os dois aparelhos. Embora estejamos no Brasil.. que possuir entradas A/V. nem pensar! Isto porque os discos são protegidos contra cópias pelo sistema “Macrovision” e. entre 8 idiomas. Ligar o DVD através das entradas A/V do videocassete. o usuário terá que comprar um outro equipamento. geralmente. e o DVD é disco. que o usuário prefere ouvir. Isso acontece porque o disco é produzido. Entretanto. eles não estão disponíveis .Mas a dublagem aqui no Brasil é feita.. comprar outro aparelho de TV. no seu país de origem com o sistema AC-3 ou DTS. Bem. multi história. pois o aparelho de TV terá. esses recursos são também dependentes de terem sido colocados no disco e. ou DTS de 6 canais. Bem. na maioria dos casos. A confiabilidade e a durabilidade do DVD é inferior à de qualquer outro aparelho doméstico e o material para conserto do DVD ainda é muito caro e difícil de se conseguir. como na maioria dos recursos oferecidos pelo DVD. esse também depende de estar disponível no disco. se você escolher “Português”. que custa mais da metade do preço do aparelho de DVD. a maioria dos DVD é projetada para o sistema NTSC.. onde o sistema de cor adotado é o PAL-M. não sintonizam canais e não possuem saída de R. mas não poder desfrutar totalmente desse potencial. número de idiomas disponíveis. sem contar que. È comum nos depararmos com anúncios que informam sobre os fantásticos recursos do aparelho de DVD: formatos de tela. Como grande parte das pessoas no Brasil possui aparelhos de TV populares.O VCR é fita.F. ou então trocar seu aparelho de TV por outro que possua o sistema NTSC. a primeira decepção da maioria que adquire um DVD é se deparar com uma imagem em preto-e-branco. Isso faz muita diferença.

INSTALAÇÃO DOS APARELHOS DE DVD Mesmo nas configurações de instalação mais simples.7. o que acaba gerando confusão. ou às entradas de um aparelho de som. deve-se instalar um adaptador estéreo/mono. para não perder o seu valioso cliente. e também para pessoas idosas. que comportaria. O DVD possui vários conectores no seu painel traseiro. SAÍDA DE VÍDEO Essa saída é correspondente à conhecida saída de vídeo analógico VOUT utilizada nos videocassete. você deixará de ouvir as informações que foram gravadas no outro canal. antes. sendo induzidas a acionar o seu técnico. é bom que o técnico esteja preparado para prestar cuidadosas e precisas informações sobre os aparelhos de DVD.8. O aparelho de DVD é considerado de difícil operação para crianças com até 6 anos de idade. e também qual o tipo de disco que vai comprar ou alugar. principalmente. os tipos de conexos que poderemos encontrar.Ela deve ser ligada à entrada auxiliar de vídeo do televisor. e apenas um filme em um DVD de um lado simples camada. que pode ser um determinado instrumento musical. ler com atenção seu manual de instruções e se informar bem sobre a instalação. L ou R. Por isso. dois ou três filmes. muitas pessoas cometem erros. ATENÇÃO! Caso o a TV seja mono. ou ficam equivocadas na hora de instalar um aparelho de DVD. Isto é fato. em alguns discos que trazem menus confusos e cansativos. CONCLUINDO Qualquer pessoa que pretenda comprar um aparelho de DVD deverá. Veja na figura. Os produtos de CD insistem em gravar apenas 12 músicas em um CD que comportaria algo em torno de 22 músicas (1 h e 15 minutos de reprodução). no mínimo.Nesses casos. que podem ser ligadas às entradas auxiliares de áudio de uma TV estéreo. consultar seu técnico Além disso. não ligue de modo definitivo apenas uma das vias. antes de usa-lo . ou até a voz de algum personagem. . como ilustrado na Fig.A exemplo disso temos a capacidade de informações dos discos digitais. na entrada de áudio. o que os apontam como grande vantagem em relação às mídias anteriores. SAÍDAS DE ÁUDIO ANALÓGICAS São as saídas de áudio dos canais esquerdo ( L ) e direito ( R ). Fazendo isso.

correia e gaveta. e já estão separadas.e como as mesmas estão dispostas. Com oDTS ou o AC-3. e a definição da imagem é superior à da saída de vídeo convencional. engrenagens. Com o sistema Pro-Logic o usuário poderá montar uma sala de cinema com 5 canais.drives (acionadores de discos)e microprocessador da unidade. para que o leitor tenha uma visão mais geral da sua arquitetura física interna. Essas saídas são matrizadas como o R-Y e o B-Y. o vídeo sinal de crominância (“croma”) . chaves sensoras .Entretanto. não envolvendo demodulações nem separações. reflexão e detecção da luz laser produzida por um diodo fotemissor especial. consegue-se mais uma saída.SAÍDA S-VÍDEO A saída “Super Vídeo”. SAÍDA AUDIO DIGITAL OUT Também conhecida como “saída coaxial”. SAÍDA VÍDEO COMPONENTE Essa saída possui três conectores. FORMAÇÃO BÁSICA DOS APARELHOS DE DVD Antes de avançarmos nos estudos de aparelhos de DVD apresentaremos as partes que formam Esses aparelhos. portanto uma qualidade de imagem superior à da saída S-Vídeo. é destinada à circulação dos dados digitais codificados entre o DVD e o equipamentos decodificadores DTS. PLACA DA UNIDADE OPTICA É a placa eletrônica que reúne os circuitos necessários ao comando dos elementos da bandeja da unidade óptica e ao processamento dos sinais enviados pela mesma.F.9 e Fig. sendo um para a matriz R (Pr). o que se costuma chamar de “5.1”(“cinco ponto um canais”. servomecanismos(“servos”). o sub woofer. respectivamente. correspondendo o “ponto um” ao sub woofer). deve ser ligada a um televisor que possua esse tipo de entrada. Pro Logic ou AC-3..1. produzindo.Nessa saída. totalizando 6 canais. Essa placa contém um processador de R. outra para matriz B (Pb)e outra para a luminância (Pv). A unidade óptica fica instalada em bandeja mecânica que incorpora motores. DISPOSIÇÃO DAS CAIXA ACÚSTICAS As caixas acústicas nos cinemas de “5. é necessário utilizar-se um televisor que possua esse tipo de entrada. ou super graves.1 canais Dolby Pro Logic Surround e AC-3/DTS devem ser dispostas da forma mostrada nas Fig.É muito comum ela se encontrar instalada . UNIDADE ÓPTICA É o elemento destinado a efetuar a leitura dos discos a partir da emissão.

e possui circuitos DSP(processadores de sinais digitais)). embutidos na placa do M-PEG-Fig. processadores de áudio. PLACA DE DISTRIBUIÇÃO Essa placa fica próxima à parte traseira do gabinete. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. microprocessador principal. Além disso. Mas.Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. um para cada tipo de mídia. . decodificadores.11. orientar. Em muitos desses casos. descompressor MPEG2. nem sempre eles estarão dispostos da mesma maneira nos diversos modelos existentes. Todos os aparelhos de DVD possuem esses setores. na Figs.12). Nestes casos. ou seja. a placa do MPEG também conta com processadores de vídeo. em alguns aparelhos. por trás do painel frontal e possui chaves . memória e reguladores. 12 e 13 algumas diferentes disposições para esses setores. os seus circuitos estarão incorporados à placa do MPEG. PLACA DO MPEG Essa placa é a mais complexa. é uma fonte chaveada muito semelhante às fontes utilizadas hoje em dia em televisores e videocassetes. Veja. 3º)Disposição “C” (utilização de placa principal única – Fig. PLACA FRONTAL É a placa de operação do aparelho. e possui circuitos destinados a preparar e distribuir os diversos tipos de sinais aos conectores de saída. 1º)Disposição “A”(uma placa para cada setor – Fig. 2º)Disposição “B” (circuitos de comando da unidade. seja para instalar. dar orçamento ou reparar defeitos. ou até assustado com o aparelho.Fica na frente do mesmo.Entretanto. PLACA DA FONTE É a placa onde ficam instalados os elementos da fonte de alimentação do aparelho. OPERAÇÃO DO DVD PLAYER O técnico que recebe a visita de um cliente em sua oficina ou é chamado a residência do cliente para verificar um aparelho de DVD.11). um para o DVD e outro para o CD.Geralmente. se o aparelho se destinar a reproduzir DVD E CD. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual. ela pode não existir. deve haver dois circuitos DSP.13). LED. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico.ligeiramente abaixo da bandeja da unidade óptica. o cliente perderá a confiança nele. display e microprocessador do display.

através do menu. EXTRAS OU BÔNUS São informações extras que podem vir num disco. Cada título é divido em vários capítulos ou faixas. deve estar bem familiarizado com as funções e comandos operacionais básicos do aparelho. ou até assustado com o aparelho. construção de cenas e cenários do filme e outros acontecimentos que ocorrem por trás dos bastidores.TERMOS RELACIONADOS COM A OPERAÇÃO DO APARELHO TÍTULO (“TITLE”) Evento contido no disco Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. CAPÍTULO (“CHAPTER”) Capítulos ou partes do filme. no dia seguinte o cliente acaba procurando um outro técnico. . Cada titulo é dividido em vários capítulos ou faixas. que facilitam. o cliente perderá a confiança nele. Essas informações referem-se à detalhes sobre a produção dos eventos. Descreverei a seguir as funções mais básicas e comuns aos diversos modelos de reprodutores de DVD encontrados no mercado atual.O disco de DVD pode conter apenas um filme (um titulo) ou vários filmes (vários títulos). Nomes e Termos Relacionados com a Operação do DVD Titulo (“Title”) Evento contido no disco. Essas informações referem-se a detalhes sobre a produção dos eventos. através do menu.O disco DVD pode conter apenas um filme (um título) ou vários filmes (vários títulos) .Esse termo se refere aos filmes ou aos clipes gravado no disco. seja para instalar. Capitulo (“Chapter”) Capítulos ou parte do filme. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. que facilitam. a localização de determinadas partes do filme que se deseja acessar. ou é chamado à residência do cliente para verificar um aparelho de DVD. Se o técnico se apresentar com um comportamento que o faça parecer confuso. A operação do DVD Player O técnico que a visita de um cliente em sua oficina. dar orçamento ou reparar defeitos. Extras ou Bônus São informações extras que podem vir num disco. orientar. Em muitos desses casos.

“Left” (para a esquerda) e “Right” (para a direita). Caso o disco contenha as opções “setapeadas” (pré-definida). Sub-Titulo (“Legenda”) É o idioma que se deseja nas legendas do filme. etc. Para sair do menu pressiona-se a tecla “Play” ou a tecla “Sair”. na tela do menu principal . ficha técnica. geralmente.Esse menu e destinando à escolha das opções contidas no disco: Idioma. apresentada no rodapé da tela. o usuário coloca as suas preferências pessoais como: idioma. etc. Menu É o menu do disco. dois idiomas.. Os menus são organizados no próprio disco pela produtora. através de uma tecla denominada Set-Up. os menus serão diferentes para discos diferentes. formato de tela. ou seja. Ao se escolher um determinado titulo. pelo controle remoto através de uma tecla denominada “Menu”. “Select” ou “Enter”. e selecionar opções através da tecla “OK” ou “Enter”. Assim. “Down” (para baixo). legenda. O usuário pode escolher um dos idiomas previstos ou optar por assistir o filme sem legenda. Poucos discos possuem mais de idioma ao menu.Ficha Técnica São informações sobre os artistas e direitos que participaram do evento Idioma de Áudio Diz respeitos ao idioma de voz (diálogos) do filme que se deseja escolher. legenda. e os menus dos filmes são acessados. estas prevalecerão ao se introduzir o disco. Após o aparecimento do menu Set-Up o usuário poderá navegar por ele através das teclas “Up” (para cima). O menu principal é acessado. formato de tela. pelo menos. nível de censura. Isso quer dizer temos um menu principal e um para cada filme previsto no disco. Para sair do menu pode-se pressionar a tecla “Play” ou a tecla . A maioria dos discos traz.abre-se um “Sub-menu”. e selecionar opções através da tecla “OK”. etc. o usuário poderá navegar através das teclas “Up/Down” e “Left/Right”. o menu do titulo escolhido. Esses menus podem ser simples ou animados é aquele em que personagens e as cenas se movimentam durante a exibição do menu. Após o aparecimento do menu. escolha de títulos e capítulos. O menu de Set-Up é acessado somente pelo controle remoto. Utilização dos Menus Set-UP É o menu do aparelho. pelo menos. Nesse menu. original ou dublado. Titulo 2. os quais podem ser escolhidos através do menu do disco. Idioma do Menu Refere-se ao idioma que desejamos nas telas de menu. três idiomas para as legendas. escolhendose a opção Titulo 1. A maioria dos filmes é dublada em.

com aparelho em STBY. Alimentando-se o DVD Player. o filme será interrompido. indicando que o aparelho saiu do modo STBY (geralmente vermelho) e outro para indicar “Ligado” (geralmente verde). mas voltara exatamente naquela parte do filme quando se pressionar a tecla “Play”. Em outros. Teclas Básicas Tecla “Power”. e ficará aguardando que o usuário escolha o título que deseja assistir. Geralmente. um capitulo é pulado para frente. Teclas Skip+ e SkipServe para acessa capítulos posteriores e anteriores ao que estiver sendo reproduzido. Durante a reprodução. Essa tecla serve para retirar o aparelho do modo Stand By (“em espera”). a imagem será congelada. o display permanecera apagado. Introduzindo-se um disco com o aparelho em “Power On” o filme é iniciado caso o disco contenha apenas um título.Ao se pressionar a tecla “Pause” várias vezes. se abrirá. ou as opções de menu denominadas “Iniciar Filme”. Ao se pressionar a tecla “Stop” duas vezes. um capitulo é pulado para trás. ou então um único LED bicolor. se tecla “Stop” for pressionada uma vez. Cada vez que a tecla “Skip+” é pressionada. durante a reprodução. se a gaveta estiver fechada. Tecla Pause ou Still Serve para congelar a imagem. o display acenderá. o aparelho exibirá a tela do menu principal. “Stand-by” ou “Liga”. durante a reprodução. Tecla Eject ou Open/Close Essa tecla serve para abrir ou fechar a gaveta do aparelho. Durante a reprodução. o filme retornará do inicio. se fechará.“Sair”. cada vez que a tecla “Skip-“ è pressionada. Tecla Play Essa tecla deve ser acionada quando o usuário deseja reproduzir o disco. quando o “Play for solicitado”. Paro o disco que contenham mais de um titulo. ou “Voltar ao menu principal”. Para voltar à reprodução normal deve-se pressionar a tecla “Play”. a imagem será exibida “quadro-a-quadro”. Em alguns aparelhos esta tecla será disponível apenas no painel frontal. pode-se pressionar a tecla Open/Close para inserir ou retirar discos. Um Led piloto acende indicar que o aparelho está alimentado e no modo STBY. Tecla Stop Serve para interromper a reprodução do filme. ao se pressionar a tecla “pause” uma vez. . se estiver aberta. É como se fosse uma pausa sem imagem. contamos com a função também através do controle remoto. Ao ser pressionada. Ao se pressionar a tecla STBY. Em muitos aparelhos esta tecla será disponível apenas no controle remoto.

que podem estar disponíveis em alguns discos. mover a tela. já que não dá para se entender uma seqüência. ainda um tipo de aparelho no qual. 8x . Para voltar à reprodução em velocidades normal. isso não será possível.Para voltar à reprodução em velocidade normal.. o resultado é bem confuso. Entretanto. “Down”.Através dessas teclas você pode selecionar a exibição das cenas em várias velocidades diferentes: x2. cuidado para não esquecer a senha usada! Caso isso aconteça você não poderá mais mudar o nível de censura nem trocar de senha. em seguida. “OK” ou “Sect”.Pressionando-se “Enter”. etc. x8. Recursos Gerais Os aparelhos de DVD oferecem vários recursos úteis e interessantes.Teclas Scan+ e ScanServe para acelerar a reprodução das imagens. pressione a tecla Play. Assim. a moldura toma toda a tela. pressione a tecla Play. produzindo o efeito Zoom naquela área da imagem selecionada anteriormente. possibilitando visualizar qualquer parte da mesma. para se selecionar a parte da imagem que se deseja ampliar. o tamanho da moldura se modifica para 2x. Conforme o modelo e o fabricante. caso o filme tenha sido filmado com tomadas de cena de mais de um ângulo. vale ressaltar que o avanço não é linear. “Down”. as teclas “Up”. Entretanto. Nos aparelhos mais populares (maioria). “Left” e “Right”. como nos videocassetes. podemos escolher entre oito níveis de censura.. essa tecla pode funcionar de maneira diferente.Cada vez que pressionada a tecla Zoom. Tecla Zoom Serve para expandir a imagem. como é o caso da tecla “Scan”. Se o filme foi gravado com três ângulos. pode-se mudar a posição da moldura na tela. pressionando-se a tecla Zoom uma moldura quadrada aparece no centro da tela. x4. para frente e para trás. pode-se selecionar ângulos de tomados diferentes. Para mudar o nível de censura é necessário digitar uma “senha”(um código de acesso). Utilizando-se. O DVD avança saltando de quadro em quadro. Existe. Teclas Slow+ e Slow – Servem para se exibir a imagem em velocidade reduzida (“câmera lenta”). no controle remoto. respectivamente. e evitar que uma criança. 4x. na tela aparecerá 1/3 para o primeiro ângulo . para frente e para trás. ao se pressionar a tecla Zoom em um detalhe que se encontra muito afastada do centro da tela. Censura Selecionando-se “Censura” no menu Set-Up. e em varias velocidades. Multi-Ângulo Pressionando-se a tecla “Ângulo”. A imagem pode ser exibida lentamente. Essa senha é criada pelo usuário. a cada vez que forem pressionadas. possa assistir a filmes classificados acima daquele nível selecionado. utilizando as teclas “Up”. principalmente nas velocidades mais rápidas.Mas. “Left” e “Right”. por exemplo. agora. existem aparelhos que permitem aplicar o Zoom e.

ou, 2/3 para o segundo ângulo ou, 3/3 para o terceiro ângulo. Caso o filme tenha sido filmado com apenas um ângulo(quase todos), na tela aparecerá 1/1. O DVD permite gravações com até nove ângulos, apesar desse recurso quase não ser explorado pelas produtoras . Multi-Historia O DVD permite que um mesmo filme possa ter roteiros diferentes, à escolha do usuário. Esse é o recurso que não proporciona o que chamamos interatividade. O usuário pode escolher um final para o filme, conforme a sua preferência. Bem... poderia! Já que o recurso não está disponível, praticamente, em nenhum titulo comercial. Formato de Tela A televisão foi desenvolvida com um formato de tela na proporção 4x3. Por serem os filmes produzidos com proporções 16x9 e 20x9, as bordas laterais dos filmes eram cortadas quando esses eram transmitidos pelas emissoras de TV. Hoje em dia muitos televisores com telas 16x9 já foram lançadas no mercado. Mas devido ao alto preço desses aparelhos, a maioria das pessoas continua assistindo filmes com bordas cortadas nos receptores de TV convencionais. Os aparelhos de DVD permitem a escolha do formato de tela, caso o disco tenha sido gravado com mais de uma opção. Formato 4x3 Letter Box: Reproduz a cena completa, com dimensões 16x9, dentro de uma tela com dimensões 4x3. Para isso, o quadro ficará reduzido na parte superior e na parte inferior da tela. Formato 4x3 Pan-Scan: Reproduz uma imagem 16x9 com bordas laterais cortadas, dentro de uma tela 4x3. O quadro aparecerá cheio, mas as informações presentes nos cantos laterais não serão exibidas. Formato 16x9 Wide: Ideal para quem possui um televisor com tela na proporção 16x9. A imagem se apresentará com o quadro cheio e sem cortes. Se o filme foi gravado apenas em Wide 16x9, como acontece em muitos discos, o usuário terá um quadro fechado em cima e em baixo da tela. Se o expectador não gostar de assistir o filme com o “vertical fechado”, poderá apelar para o Zoom. Pressionando-se a tecla “Zoom”, no controle remoto, a tela se expandirá, correspondendo, aproximadamente, ao que teríamos no Pan-Scan. Entretanto, alguns aparelhos de DVD não permitem assistir o filme com o Zoom quando estão em “Pause”. Outros Recursos Os aparelhos de DVD possuem muitos outros recursos que não foram apontados neste livro. Mas, como estamos tratando apenas daqueles julgados importantes para o técnico reparador e, como os recursos podem diferenciar de modelo para modelo, aconselhamos que cada pessoa estude o manual de operações específico do aparelho que desejar operar.

Características Importantes do DVD Player Tanto o usuário quanto o técnico reparador devem estar a par das principais características dos aparelhos reprodutores de DVD. Mídias que Podem ser Reproduzidas no Aparelho de DVD A principio, os aparelhos de DVD foram desenvolvidos para reproduzir, pelo menos, disco de CD e de DVD, desde que estes sejam originais. Mas, devido à demora aceitação desse aparelho por parte da maioria das pessoas, os fabricantes começaram logo a lançar aparelhos que pudessem reproduzir outras mídias, inclusive discos “pirateados” e fitas de vídeo. É fácil saber quais discos podem ser tocados por um determinado aparelho abservando-se o que vem escrito em seu painel frontal. Uma vez que essa informação passou a ser importante na hora de se decidir pela compra do aparelho, os fabricantes resolveram listar os tipos dos discos que podem ser reproduzidos na faixada do mesmo. Assim, se não vier escrito MP-3 no painel, não adianta tentar reproduzir um disco com arquivos MP-3. Senão vier escrito CD-R ou CD-RW, geralmente não vai tocar os discos “piratas”. Códigos Regionais Com o propósito de proteger os direitos dos autores e distribuidores de filme, os aparelhos de DVD são fabricados contendo um código de habilitação para cada área, impossibilitando que um disco com área “1”, por exemplo, possa ser reproduzido por um aparelho com área 4, a e assim por diante. O código do aparelho é exibido na traseira do gabinete com um caractér bem grande. Os aparelhos produzidos para o Brasil possuem código de área “4”. Caso o disco com determinado código de área seja introduzido em um aparelho com codificação de área regional diferente, uma mensagem de alerta será apresentada na tela: “Verifique a área do disco”, ou “Introduza um disco com área 4”. Aseguir apresentamos a relação dos códigos das diversas áreas. Código Código Código Código Código Código 010203040506Estados Unidos e Canadá Japão, Europa, África do Sul e Oriente Médio Tailândia, Indonésia, Coréia e Sul Asiático Brasil, América Central, México, Nova Zelândia e Austrália Rússia, Índia, África, Europa Oriental. China.

Macrovision Os aparelhos de DVD possuem um sistema de proteção contra cópias par fitas VHS denominado Macrovision. Caso o usuário aplique o sinal de um disco protegido em um aparelho de videocassete, a imagem se apresentará com deficiência de luminância e com conseqüência instabilidade de sincronização. O que esse sistema faz é adicionar um sinal de determinada freqüência ao sinal do vídeo,no intervalo destinado ao retorno (“retaco”) do feixe na varredura vertical. Essa freqüência confunde o circuito de AGC (controle automático de ganho) do videocassete, que atua erradamente, reduzindo o ganho do sinal de vídeo. Entretanto, esse sistema só é acionado pelos códigos que podem estar, ou não, gravados nos discos. Assim, os produtores dos discos

podem gravá-los com ou sem os códigos de proteção, conforme seu interesse de evitar cópia. Normalmente, todos os discos de filmes são protegidos contra copias em VHS, enquanto que, a grande maioria dos discos de reportagens e clipes musicais não são protegidos. Recentemente alguns fabricantes lançaram no mercado aparelhos com DVD e videocassete. Cuidado! Esses aparelhos servem apenas para as pessoas que desejam utilizar as duas opções de forma independente. Mas, a idéia que o fabricante deixa transparecer é outra. Muitos estão comprando esses aparelhos achando que poderão editar ou copiar filmes em fitas VHS. Tais pessoas logo se sentirão enganadas mais uma vez, assim que tentarem fazer isso. Processo dos Sinais na gravação Para que o técnico possa entender melhor os reprodutores de discos digitais, é necessário que conheça bem como as informações estão arrumadas no disco. Os sinais de áudio e vídeo, antes de serem introduzidos no disco, precisam sofrer modificações radicais. Apontaremos aqui os tratamentos mais importantes. Sinais Gravados no Disco Alem do áudio e do vídeo, outros sinais são gravados no disco, cada um destinados a oferecer um tipo de contribuição para que o disco possa ser reproduzido com perfeição. Os códigos são enfileirados no disco numa organização repetitiva, desde o início até o final do mesmo. Sincronismo \\ controle \\ áudio/vídeo \\ CIRC \\ sincronismo Sinal de Sincronismo Resume-se a um sinal de clock que é gravado no disco para definir a velocidade de leitura dos dados e, conseqüentemente, a rotação do disco. O sinal de sincronismo é gravado no disco, de trechos em trechos, ao longo de todo o disco, para providenciar a mudança de rotação a cada trecho. Por esse motivo, a rotação do disco vai sendo reduzida, a medida que a unidade óptica vai se afastando do centro do disco. Um disco de CD gira entre 500 R.P.M. e 200 R.P.M. (rotações pó minuto). Um disco de DVD gira com, aproximadamente, o dobro da rotação de um CD. Os aparelhos reprodutores de discos digitais não possuem freios mecânicos. O freio é realizado invertendo-se a popularidade da tensão do motor por um determinado tempo. O tempo de desenvolvimento do freio elétrico depende da velocidade com que o disco se encontra girando no momento, sendo baseado na leitura do sinal de sincronismo que o processador calcula o tempo do freio elétrico. Quando o sinal de sincronismo não está lido com perfeição, o resultado do cálculo pode se apresentar com erros absurdos, fazendo o disco girar para trás.

Sinal de Controle Sabemos que o microprocessador de qualquer aparelho trabalha lendo instruções que foram gravadas em memória pelo fabricante. Nos aparelhos de DVD as instruções que permitem reproduzir um disco não estão, a principio, na memória do aparelho, e sim no próprio disco. Ao se introduzir um disco digital no aparelho de DVD, o disco inicia sempre girando por alguns segundos, tempo necessários para que as instruções sejam transferidas do disco para a memória do aparelho. Essas instruções estão arrumadas no sinal de controle, que são os códigos que compõe o diretório do disco. Esses dados são formados por vários subcodigos, que serão utilizados pelo microprocessador para a localização de títulos e capítulos, determinação do tempo de reprodução, contagem de horas, minutos e segundos, menus, etc. É importante saber, também, que o DVD não é sempre lido em seqüência, como é o caso do CD. A leitura do DVD é semialeatoria. Isso significa que durante a reprodução de um determinado filme, a unidade óptica pode pular de setor para outro do disco, interligando trechos que estão localizados em áreas diferentes do mesmo. Toda a orientação está no sinal de controle. É ele quem dá as coordenadas para que os processadores possam efetuar os saltos com precisão. Sinais de Paridade CIRC O sinal CIRC é constituído de códigos de paridade que permitem a detecção dos erros da leitura durante a reprodução. Mesmo quando um disco é novo e esta bem limpo, durante a reprodução muitos bits são perdidos, e outros são lidos de forma truncada. Isto devido a perdas momentâneas de foco e de trilhagem, causados pó diversos fatores físicos e mecânicos como a excentricidade do disco, seu “bombaleio” e as trepidações que podem interferir na boa leitura do disco. Como os erros de leitura sempre acontecerão, seria impossível reproduzir um disco sem que houvesse um circuito destinados a correção desses erros. Esse circuito é o processador CIRC. Ele é capaz de detectar os erros durante a leitura, e ainda corrigi-los antes mesmo que os sinais sejam reproduzidos. Para que isso a seja possível, todo sinal circula por uma memória de deslocamento durante um determinado tempo antes de ser reproduzidos. Enquanto os sinais estão circulando no interior da memória, o processador CIRC terá tempo para detectar os códigos errados e efetuar as suas substituições por códigos corretos. Para permitir a detecção dos erros, os códigos de paridade são gravados ao longo do disco. De maneira que, para cada código de imagem e som seja atribuído um código CIRC que faça par com ele. Sempre que um código de paridade, o processador CIRC o considera errado, transferindo o mesmo para os seus registradores, para que possa efetuar a correção. O processador CIRC está limitado à correção de uma certa quantidade máxima de erros, que está associada, principalmente, à quantidade de memória disponível e à sua velocidade de acesso. Quando há um problema qualquer que gera uma quantidade excessiva de erros(o desgaste da unidade óptica, por exemplo), chegando ao ponto de um código errado ser reproduzido antes que o processador CIR já esteja disponível para efetuar a sua correção, este solicitará uma pausa, até uma que termine a correção anterior. Durante essa pausa, a última cena

apresentada permanecerá “congelada” na tela, que o processador terminado de fazer todas as correções e, uma vez estas concluídas, a reprodução partirá exatamente daquele ponto, sem que haja perda de nenhuma cena. Compressão MPEG-2 de Vídeo Os sinais de imagem de um filme, de após de transformados em sinais digitais, geram uma imensa qualidade de códigos, tão grande que seria impossível de serem gravados em apenas um disco. Para que essas informações caibam em um disco, ou em parte dele, faz-se necessária a compressão oferecida pelo sistema MPEG-2. O sistema MPEG-2 foi desenvolvido baseado no fato de que, em qualquer cena existem muitos códigos idênticos., ou muitos parecidos, já que, na maioria delas, apenas alguns detalhes se modificaram, enquanto que outros detalhes continuam os mesmo. Assim, dos códigos idênticos que compõem uma determinada cena, apenas um é gravado no disco é na reprodução, essa código é repetido quantas vezes forem necessárias para compor o restante da cena. Com esse processo, o volume de informações no disco fica bastante reduzido, permitindo o maior aproveitamento da capacidade de armazenamento do mesmo. Sem o compressor MPEG-2 seriam necessários vários discos para se gravar um único filme. O processador que faz a compressão na gravação é chamado de Compressor MPEG-2, e o processador que desfaz a compressão durante a reprodução é chamado de Descompressor MPEG-2. Compressão MPEG-2 de Áudio Embora com um volume de informações bem menor, os sinais de áudio também dever ser comprimidos para que possam ser associados às imagens e acomodados na superfície do disco. Modulador EFM No disco, os símbolos de sincronismo se encontram distanciados uns dos outros, já que, entre cada símbolos de sincronismo existem os símbolos de áudio e vídeo, de controle e de CIRC. Dessa forma, o disco poderia perder a sincronização nesses intervalos em que não há sinal de sincronismo. Para evitar isso, os sinais de áudio e vídeo, de controle e de CIRC deverão ser utilizados para manter a sincronização até que um novo símbolo de sincronismo apareça para renovar a rotação do disco. O problema é que esses sinais não apresentam características apropriadas para isso nas suas formas originais PCM, devido à seqüências com excesso de “zeros” ou de ”uns” em alguns trechos. PCM significa “Pulse Codification Modulation” o que seria melhor traduzido como “modificação dos sinais analógicos para códigos binários simples, aqueles de valores mais baixos apresentam muitos bits “zeros”, enquanto que os de valores mais altos apresentam muitos bits “uns”. Veja a representação dos primeiros e dos últimos códigos PCP a seguir. Por isso, esses códigos PCP, que são originalmente de 8bits, deverão ser substituídos por outros códigos denominados EFM, que são códigos de 14 bits. Entre os milhares de códigos EFM, apenas os 256 melhores códigos são escolhidos de forma a não apresentarem seqüências longas nem de “zeros” nem de “uns”. O circuito que faz essa modificação nos sinais antes que eles sejam gravados no disco chama-se Modulador EFM.

(Eight Fourteem Modulation) ou, “Modificação de Oito para Quatorze Bits”. O único sinal que não precisa sofrer essa modificação é o sinal de sincronismo, devido este ser originalmente formado por uma onda quadrada contínua. Conversor Paralelo / Serial O circuito conversor paralelo/serial se encarrega de ordenar e enfileirar os bits para que sejam gravados um-a-um na superfície do disco. Leitura do disco Nesta parte tratamos dos conceitos que se referem ao aparelho reprodutor, propriamente dito. Unidades Ópticas Em matéria de tecnologia, descreveremos três tipos de unidade ópticas: feixe triplo com 6 fotodiodos; feixe triplo com 5 fotodiodos e feixe único com 4 fotodiodos. Feixe Triplo com Seis Fotodiodos Essas unidades operam com três feixes, sendo principal para leitura dos sinais e detecção de foco secundários, que se destinam a detecção do erro de tranking (trilhagem). Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumidos uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Esse tipo de unidade é utilizado na maioria dos CD Players, principalmente nos mais antigos. Feixe Triplo com Cinco Fotodiodos Da mesma forma que nos anteriores, essas unidades operam com três feixes, sendo um principal para leitura dos sinais e detecção de foco, e dois secundários que se destinam a detecção do erro de tracking. A diferença está nos detetores de foco, onde encontramos apenas três fotodiodos: D1, D2 e D3. Quando a trilhagem e o foco estão perfeitos, os feixes de luz laser incidem sobre os diodos detetores, assumindo uma forma arredondada e de tamanho uniforme. Quando o foco está adiantado ou atrasado, a luz do feixe principal se torna oval, produzindo mais luz nos diondos D1e D2, ou nos diondos D1 e D3. Com relação à correção do erro de trilhagem, essas unidades funcionam da mesma forma que as mencionadas anteriormente. Esse tipo de unidade em muitos CD Players mais recentes, e em alguns aparelhos de DVD Player. Feixe Único com Quatro Fotodiodos Esse tipo de unidade não utiliza detetores E e F. A detecção do erro de tracking é feita pelo detetores A e D. Quando o foco está adiantado e atrasado, a luz do feixe principal se torna oval produzindo mais luz nos diodos A e C, ou nos diodos B e D. Quando o feixe esta fora da trilha, para direita ou para esquerda, uma sombra surge sobre os detetores, fazendo a projeção da luz do feixe tomar a forma de um cardióide. Assim, o diodo “A” passa detectar um sinal maior ou menor que o diodo “D”. Esse tipo de unidade é utilizado em alguns CD Players e em muitos aparelhos de DVD.

Componentes e Circuitos do DVD Player Os Principais Elementos da Unidade Óptica A unidade óptica é o elemento mais critico do sistema de reprodução, já que incorpora elementos mecânicos e eletrônicos que se desgastam em pouco tempo. Seus principais elementos são: Lente de foco,bobinas de tracking (trilhagem) e de foco,prisma, canhão laser e detectores. Canhão Laser e Controle Automático de Potencia do Laser (APC) A potencia do diodo laser é muito critica, já que uma potencia ligeiramente acima do normal, pode dificultar a focalização e o rastreamento das trilhas do disco. Por outro lado, o diodo laser é muito “temperamental”, aumentando a sua potencia em dias mais frios, e perdendo potencia em dias mais quentes. Para contornar esse problema, foi desenvolvido um circuito destinado ao controle automático da potencia do laser, fazendo parte de todos os aparelhos de DVD. O circuito APC pode estar incorporado à unidade óptica ou ao C.I. amplificador de R.F., dependendo do aparelho. O canhão laser é formado por dois elementos um diodo laser (LD), que emite a luz laser, e um fotodiodo, que recebe uma parcela da luz emitida pelo diodo laser. O APC recebe um comando chamado LDON, proveniente do microprocessador, que representa a própria alimentação do circuito, e um comando CD/DVD, para comutação dos elementos. Uma vez alimentado, o APC envia uma tensão para o diodo laser, que direciona um feixe de luz par o disco. Uma parcela dessa luz é recolhida pelo fotodiodo, que é transformada em um sinal elétrico com intensidade proporcional à potencia do laser. Baseado nessa informação, o APC regula a potência do laser, ou seja, se a potência esta alta, o APC reduz a tensão aplicada ao diodo laser, e vice-versa. A tensão proveniente do fotodiodo passa por dois micro-trimpots, um destinado ao ajuste manual da potência do laser, para os discos de CD, e outro destinado para o ajuste manual da potência do laser para os discos de DVD. Isso é necessário nas unidades que utilizam apenas um emissor de laser, já que os disco de DVD necessitam de uma potência de luz laser bem mais alta que os disco de CD, devido às características diferentes entre dois discos no que se refere, principalmente, à espessura das trilhas, às suas proximidades e à velocidade de giro do disco. As unidades de DVD costumam possuir uma chave de proteção contra descargas estáticas (Laser ON/OFF) que curto-circuita o laser, evitando, assim, que o mesmo possa ser danificado quando manipulado por uma pessoa que esteja com o corpo carregado de energia elétrica estática. O processo de jumper com solda, utilizado para as unidades apenas de CD, foi deixado de lado pela praticidade desse novo processo, e pela menor incidência de queima do laser por um ferro de soldar que esteja com fuga (presença de tensões na ponta do soldador), já que, os elementos das unidades de DVD são bem mais sensíveis. As unidades são armazenadas e vendidas com essa chave na posição de curto. Ao terminar a instalação da unidade óptica, o técnico devera mudar a chave de posição, para liberar o laser. O Prisma

O prisma é um espelho dicroico, que atua como espelho para a luz proveniente do canhão laser, e como um vidro transparente para a luz refletida pelo disco, permitindo, assim, que a luz emitida pelo laser possa chegar aos detetores, onde será transformada em sinal elétrico. Bobinas de Foco Ao girar, o disco se movimenta verticalmente. Como o feixe de luz laser deve estar sempre tocando o disco com uma ponta muito fina, ou seja, em foco, é necessário que a lente se movimenta para cima e para baixo, para que possa acompanhar os movimentos do disco, e assim manter o foco. Para que isso seja possível, a lente fica presa em par de bobinas, denominadas “bobinas de foco”, que são capazes de movimentá-las para cima e para baixo, permitindo, assim, a correção dos erros de foco. Quando o laser está “em foco”, um feixe finíssimo toca o disco, ocupando apenas uma trilha do mesmo. Quando a lente está muito próxima, ou então muito distante do disco, o ponto de foco se dá fora de superfície do disco. Quando o laser está “fora do foco”, o feixe “engrossa”, fazendo a leitura de varias trilhas ao mesmo tempo, impossibilitando a identificação do sinal lido. Bobinas de Tracking Ao girar, o disco se movimenta também horizontalmente. Como a luz laser deve estar caminhando exatamente sobre trilhas, é necessário que a lente se movimenta horizontalmente, para permitir que o feixe se mantenha trilhado (“traqueado”). Para que isto seja possível, a lente fica presa em um par de bobinas, denominado “bobinas de tracking”, que são capazes de movimentá-las para os lados, permitindo, assim, a correção dos erros de tracking. Quando o laser está “fora da trilha”, a leitura se torna impossível, gerando o que se chama de erro de leitura “Error”. Correção do Erro de Foco Os detetores A,B,C e D recebem o feixe de luz laser, que forma um círculo quando o feixe está em foco, em uma projeção ovalada quando o feixe esta fora do foco. Os sinais dos detetores A e C e dos detetores B e D são somados e, posteriormente, são subtraídos para permitir o cálculo do erro do foco. Como os detetores A,B,C e D recebem a mesma quantidade de luz, quando a lente está em foco, o sinal na saída do subtrator será igual a zero volt. O que significa que não haverá necessidade de correção. Quando o disco se aproxima da lente, o sinal A+C se torna maior que o sinal B+D e, da subtração entre dois, resulta uma voltagem positiva, informando ao servo que a lente devera ser comandada para se afastar do disco. Quando o disco se afasta da lente, o sinal A+C se torna menor que o sinal B+De, da subtração entre os dois, resulta uma tensão negativa, informando ao servo que alente deverá ser comandada para se aproximar do disco. Baseado no valor do sinal “FE”, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de foco, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lente subir ou descer, conforme a necessidade de foco. Correção do Erro de Tracking

No DVD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “A” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “D”. Se efetuarmos uma subtração entre esse dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking par o DVD “TE/DVD”. No CD, quando o laser sai da pista, a intensidade de luz sobre o detetor “E” se torna diferente da intensidade de luz sobre o detetor “F”. Se efetuarmos uma subtração entre esses dois sinais, obteremos uma informação proporcional ao erro de tracking para o CD “TE/CD”. Uma chave eletrônica ( CD/DVD), comandada pelo microprocessador, escolhe entre o sinal de erro de tracking do DVD ou do CD. Baseado no valor do sinal “TE” escolhido pela chave, o servo envia uma tensão de correção de erro para as bobinas de tracking, através de um drive excitador de corrente, fazendo a lendo se movimentar horizontalmente, conforme a necessidade de tracking. Formação do Sinal de R.F. O sinal de R.F., ou sinal de HF, é conjunto total de bits lidos do disco de forma serial. Neste sinal estão contidas as quatro informações que foram introduzidas no CD durante o processo de gravação: “Sincronismo”; “Controle”; “Áudio/Video” e “CIRC”. Devido a alta velocidade da leitura dos bits, o sinal resultante é uma radiofreqüência sendo, por esse motivo, chamado de sinal de R.F. Para obter esse sinal, basta somar os sinais dos detetores “A”, “B”, “C” e “D”. O sinal de R.F. chega ao DSP, onde as quatro informações são separadas e distribuídas cada uma para o seu setor correspondente. É também no processador de sinais digitais (DSP) que se encontra o processador CIRC,que providenciará a identificação e correção dos erros de leitura. Descrição dos Sinais da Unidade Óptica, Servos, Drives, DSP e Microcontrolador. Os sinais A,B,C,D,E e F, provenientes de unidade óptica, são entregues ao amplificador de R.F. do CD, para que possam ser amplificados e transformados de corrente para tensão, já que os diodos detetores entregam os sinais em forma de variações de corrente. Subtraindo-se os sinais (A + C) – ( B + D ), obtemos o sinal “FE”, “erro de foco” para o CD, que é entregue ao servo, ao qual comandará o drive de foco que, por sua vez, excitará a bobina de foco,fazendo, assim, a correção do erro de foco durante a reprodução do CD. Subtraindo-se os sinais de E-F, obteremos o sinal de “TE”, “erro de tracking”, para o CD, que segue para o servo de tracking, que providencia um comando para o drive de tracking, o qual fará a lente se movimentar para corrigir o erro de trilhagem durante a reprodução do CD. O amplificador de R.F. do DVD recebe apenas os sinais A,B,C e D, que são amplificados e convertidos de corrente para tensão. O sinal “TE”, proveniente do amplificador de R.F. do DVD, é obtido através da subtração dos sinais A – D, sendo chaveado no interior do amplificador de R.F. do CD quando um disco de DVD é introduzido na bandeja. Esse chaveamento é providenciado pelo microprocessador através do sinal CD/DVD. O sinal “TE”é, então, entregue ao servo, seguindo o percurso já explicado anteriormente. O sinal “FE”do DVD é obtido também pela subtração de ( A+C) – (B+D), seguindo para o servo de foco, através do amplificador de R.F. do CD. O

o qual envia a corrente necessária ao motor para abrir ou fechar a gaveta. enquanto que. o drive se encarrega de excitar o motor. por meio da interligação com um de seus pinos. proveniente. através da via SLEED IN. A chave O/CSW mantém o microprocessador informando sobre a situação da gaveta. O servo do sleed comanda o drive do sleed através da saída SLDO. quando o operador solicita uma nova faixa de CD. títulos. para verificar se a gaveta esta aberta ou fechada. o micro lê esse pino. portanto. o micro conta com três tipos de memórias: SRAM. Antes do disco girar é necessário que a lente esteja na posição correta do foco. Esse sinal é gerado pela comparação da freqüência do cristal do DSP com freqüência do sinal de sincronismo que vem gravado no disco. o comando vem do DSP do CD (CLVO CD) e. geralmente. O comando da gaveta “LDO” é então. Quando o usuário pressiona a chave OPEN/CLOSE no painel frontal. Memórias Geralmente. oferecendo excelente espaço interno. Algumas informações podem ser visualizadas no display. O micro se utiliza dessa memória quando precisa manipular grandes volumes de informações. O micro utiliza essa memória para a maioria dos trabalhos devido à velocidade de acesso oferecida por ela.. quando se trata de DVD. sem contar que muitos aparelhos de DVD mais modernos não possuem display. apesar de ser mais lenta que a SRAM. Mas. Quando se trata de CD. do DSP. o disco de DVD deverá girar com rotação mais alta. fazendo o motor girar em direção à faixa solicitada. e baseado no sinal de controle proveniente do DSP. observo de foco libera uma tensão pulsante denominada “FOCS”. mas tem a vantagem de não ser apagada quando a alimentação do aparelho é desligada. Como a freqüência de sincronismo do DVD é mais alta que a freqüência de sincronismo do CD. antes de iniciar a procura do foco.o microprocessador libera um comando. Com base nos comandos provenientes do teclado. capítulos. A memória SRAM é composta por flip-flops e é. O microprocessador controla todas as principais funções do aparelho. Após o fechamento da gaveta do microprocessador libera o sinal LDON para acender o diodo laser.. A memória EEPROM não é veloz. para o servo do sleed. mas a maioria das informações mais importantes são apresentadas na tela do monitor.. Por isso. através dos menus disponíveis. A memória DRAM é formada por células capacitivas. destinada a procura de foco. etc.DRAM e EEPROM. ou um novo capítulo do DVD. o comando vem do DSP do DVD (CLVO DVD). mais veloz. nem oferece muito espaço interno. Esse servo é comandado pelo DSP (processador de sinais digitais) através do sinal “CLVO”. o micro pode iniciar ou interromper determinados modos de operação. liberado pelo micro em direção ao drive do loading. O servo do sleed (“carrinho” ou “trenó”) funciona baseado em informações recebidas do servo de tracking e do microprocessador. para que possa tomar a decisão sobre o sentido que deverá girar o motor da gaveta.drive do motor do disco recebe comando do servo do CLV. apesar de ter normalmente pouco espaço de interno disponível. ou informar ao usuário sobre esses modos. O micro guarda essa memória todo tipo de informação que não deve ser perdida quando o aparelho é desconectado da tomada. Durante o funcionamento normal é o servo de tracking quem comanda o servo do sleed. Essa tensão faz com que a lente suba .

então. no DSP do DVD a saída de dados se dá com oito bits paralelos. o microprocessador anunciara na tela do monitor a expressão “ERROR”.F do DVD é entregue ao DSP do DVD. capacidade das memórias e eficiência de correção de erros. para que possam ser utilizado por ele na verificação da paridade. Nota-se também que. anunciando “NO DISC” (“Sem Disco”) no display e/ ou na tela do monitor. ou uma frase anunciando que o disco não pode ser reproduzido. e a potencia do laser reduzida para CD. e com potência de laser de DVD. Somente se não conseguir uma leitura conhecida.F do CD e do DVD. são decompostos nos quatros sinais que foram gravados no disco. Essa memória é do tipo “pilha de deslocamento FIFO” (First In First Out. de forma que. Embora haja muita semelhança aparente entre os dois DSP. VIDEOKE. os dados . Em alguns aparelhos o disco será ejetado. seguem para demodulador EFM. o disco iniciará girando o disco na velocidade do DVD. No interior do DSP. Os sinais de paridade Circ segue para os registradores internos do processador Circ. exigido para as informações de vídeo croma. Isso se faz necessário. ficando então disponível para que o mesmo possa carregar a sua memória de trabalho.B. O sinal de R. Caso somente a segunda tentativa tenha sucesso. VCD. Caso tenha sucesso na primeira leitura. etc. Em aparelhos projetados para rodar outras mídias. Somente após encontrar o foco é que o disco recebe autorização para girar. enquanto que. e o sinal de R. devido ao grande volume de dados desenvolvidos por segundos. suficiente para que os erros de leitura sejam corrigidos. principalmente. o microprocessador anunciara na tela monitor o símbolo do CD. que foram gravados no disco na forma EFM. a saída de dados è no formato série. através da qual circulação por um determinado tempo.F. sendo enviada ao servo do CLV como referência de velocidade de rotação do motor do disco.C e D são somados para conseguir os sinais de R. a rotação do disco será reduzida para velocidade do CD. áudio/vídeo e CIRC. e assim. detectar os eventuais erros de leitura. No interior dos amplificadores de R. os sinais A. cria-se uma tensão de correção que servira para manter o oscilador de clock (VCO) na sua freqüência exata.primeiro a entrar. serem separados por um demultiplexador. primeiro a sair). e devido ate a freqüência nominal de sincronismo. como MP3.totalmente. no DSP do CD. para a interface do microprocessador. o microprocessador anunciará na tela do monitor o símbolo de DVD. Quando o foco não é encontrado. Após encontrar o foco.F do CD e do DVD. Dessa comparação. para que possam ser convertidos de volta ao formato PCM e. em seguida. existem grandes diferenças entre eles no que diz respeito. a mensagem de erro será anunciada somente após as tentativas de ler todas as outra mídias. velocidade de trabalho. caso o foco não seja encontrado nessas tentativas. os sinais de R. A saída do VCO é chamada de CLVO. Os sinais de áudio/vídeo seguem para a memória de áudio e vídeo. Os sinais de controle. a: freqüência envolvida. o micro considerará falta de disco na gaveta. descendo suavemente ate que o ponto do foco seja encontrado. a procura de foco é repetida por uma vez e. Caso nenhuma das tentativas tenha sucesso.F do CD é entregue ao DSP do CD. O sinal de sincronismo é separado e enviado ao circuito AFC para ser comparado com o sinal de clock no cristal. O sinal de controle segue.

assim. substituir os códigos ruins por códigos bons que estão na sua memória ROM. o processador CIRC tem o tempo necessário para detectar os erros e recolher os símbolos errados para. para os circuitos de áudio e vídeo. É evidente que essa operação fica muito mais difícil quando existe muitos erros entre códigos corretos. o que vai acontecer muito. o processador executa a operação: 4 + 6 dividido por 2. o processador multiplica os códigos que foram resumidos. resultando. por censura. Circuitos de Áudio e Vídeo Os sinais de áudio e vídeo são entregues pelo DSP em vias comuns (Áudio/Vídeo Data).. e uma mensagem de alerta será exibida na tela. após alguns cálculos. formando as imagens de forma completa. um processo chamado “Entrelaçamento de Dados” é iniciado já na gravação. para descobrir o H. os dados são recomposto. sendo liberados depois.que entram se deslocam do primeiro ao ultimo endereço. até que o processador termine de fazer a correção. o processador CIRC solicitara uma pausa. e uma mensagem de erro será exibida na tela. Os dados já corrigidos são então liberados pela memória. Para facilitar a correção. Durante o tempo em que os dados circulam através da memória. Caso existam muitos dados errados no interior da memória. o deslocamento da memória será interrompido. No processo de reprodução. Os sinais de áudio e vídeo entregues pelo DSP seguem para decodificador de vídeo. a reprodução do disco será interrompida. o disco não será reproduzido. uma sujeira ou um detrito sobre o disco vai ocultar uma seqüência de muitos códigos . é possível determinar um símbolo errado através da media. entre G e I. os códigos de vídeo deverão receber um tratamento especial no processador de vídeo. etc. tipo de mídia. Em seguida. A principal delas é da media aritmética. O processador CIRC utiliza varias estratégias para fazer correções. o processador CIRC calculará a média entre A e C. para que seja recuperada e preservada a alta qualidade das imagens reproduzidas. Partindo-se da idéia de que os códigos estão quase sempre evoluindo em ordem crescente ou decrescente. entre E e G. Neste caso. para descobrir o B. e assim descobre que o código correto é 5. código de área. Caso haja algum impedimento. onde os dados são gravados fora da sua ordem natural. ou seja. onde serão examinados para que seja decidido se podem ou não ser reproduzidos. então. Neste setor. Se o erro efetuar um quadro inteiro. Esse . Neste caso. alguns trechos bons poderão ser repetidos para preencher os espaços vazios. pois. numa menor complexidade para o calculo da média. Após a descompressão. causados por aqueles que não puderam ser corrigidos. para descobrir o F. seguindo. Neste instante. será notado um congelamento demorado. os sinais são levados ao MPEG. o processador CIRC não terá tempo para efetuar a correção antes que o chegue o momento do dado ser reproduzido. Se o erro efetuar algumas partes de um quadro de imagem. algumas partes da imagem poderão aparecer preenchidas por pequenas células de imagem “Mosaicos” causados por essa repetição. onde acontecerá a descompressão. Após a recomposição dos dados.

O objetivo principal desse circuito é dividir o sinal em duas vias: uma que alimentará as saídas e outra que alimentará a saída analógica. também faz a separação dos canais “L” e “R”.que transformará as variações elétricas de áudio em variações de luz(saída óptica). tem por função. Essas duas vias alimentarão os conectores de saída do áudio linear. fornece o primeiro pulso de alimentação. quando um CD estiver sendo reproduzido. através de R2. e para a saída coaxial de áudio (Áudio Coaxial Out). transformando-a numa tensão alternada de ondas quadradas. a tensão que passa por R1 é regulada pelo diodo zener Z1 e aplicada. seguem para um conversor paralelo/serial. Fonte de Alimentação As fontes dos reprodutores de DVD são do tipo chaveado. para o conversor digital/analógico de vídeo. liberado pelo DSP do CD. o setor “Partida”. A saída ( Áudio Digital Out) segue para um circuito conversor digital/analógico. a tensão é filtrada e armazenada no capacitor principal da fonte primaria (C1). chegando ao dreno do MOSFET Q1. e os separam dos códigos de vídeo. A saída ( Áudio Data Out) segue para um LED. então. Os sinais de vídeo seguem. então. para o decodificador AC-3.1). Essa tensão passa pelo enrolamento primário do transformador T2 (pinos 1 e 2). Esse circuito receberá também o sinal de áudio digital. para alimentar o conector de saída de vídeo linear. e uma saída de vídeo e croma. Após a retificação providenciada pela fonte de diodos D1. então. onde será decodificado em seis canais (5. caso esse sistema esteja disponível. A “Fonte Secundaria” tem por objetivo retificar e filtrar as ondas quadradas provenientes a transformador. Funcionamento da Fonte de Alimentação A tensão proveniente de tomada passa por um transformador filtro de rede (T1). interferindo em outros aparelhos. saídos em apenas um via. O sinal já codificado em AC-3 segue. entregue pelo processador de vídeo. O setor “Fonte Primaria” é responsável por retificar e filtrar a tensão da rede: o setor “Chaveamento”. o setor “Controle” garante a precisão dos valores das tensões de saída. ao pino . que possui saídas: uma saída de vídeo e outra de croma para alimentar o conector de saída SVHS. onde os bits serão enfileirados. assim. para que o oscilador de chaveamento. chavear a tensão continua proveniente da fonte primária. O sinal de áudio. O sinal de áudio serial segue. esse integrado terá mais duas vias de saídas: “Pr” e “Pb”.processador reconhece também os códigos de áudio. para o distribuidor de áudio. localizado no interior do integrado de controle (IC1) inicie seu funcionamento. incorporadas. que serve para evitar que os pulsos de chaveamento da fonte alcancem a rede comercial. Circuito de Partida No momento em que a tomada é conectada à rede. e muito parecidas com as fontes de alimentação utilizadas nos aparelhos de videocassete. Se o aparelho possuir saídas de vídeo matrizadas ( R-Y e B-Y ). as tensões necessárias à alimentação dos diversos circuitos do aparelho. criando. protegendo também a fonte de alimentação e os circuitos alimentados por ela.

utiliza-se um diodo de alta corrente ou. Essa tensão é obtida através da retificação de D5 e filtragem de C5. assim. que é filtrada por C3 para alimentar o drive do display. protegendo. A freqüência de chaveamento varia de fonte para fonte. onde a mesma será modulada pelos caracteres produzidos no microprocessador. os circuitos alimentados pela mesma. em substituição à alimentação proveniente do circuito de partida. destinada à alimentação do filamento do display. produzindo.O diodo D3 retifica a tensão de – 30 volts. As ondas de chaveamento são. Variando a largura de pulso. tensões com valores diversos para alimentação dos diferentes setores do aparelho. Como essa saída é. embora não sejam estabilizadas. Todos os setores digitais dos aparelhos são alimentados pela tensão de 5 volts. . para alimentar o seu LED interno. A tensão retificada por D2 é filtrada por C2 para alimentar o pino 1 do integrado IC1. A tensão de 12 volts. A tensão zener para uma fonte de 12 volts fica em torno de 18 volts.1 do C. produzida no secundário da fonte. são controladas para que não ultrapassem valores perigosos aos circuitos do aparelho. fazendo-o entrar em corte e em saturação em alta velocidade. O fotoaclopador IC 2 recebe uma amostra de tensão de 5 volts. retificadas por diodos e filtradas por capacitadores. O pino 5 de IC1 determina a largura de pulso das ondas de chaveamento. o zener entrará em curto. Circuito de Chaveamento As ondas de chaveamento produzidas por oscilador saem no pino 2 de IC1. dois ou três diodos em paralelo para fazer a sua retificação. Para que não haja uma diferença de potencial muito alta entre o filamento e os catodos do display. geralmente. em algumas fontes. Fonte Secundária O enrolamento de T2 (pinos 5 e 6) capta uma tensão de. seguindo para a porta (“gate”) do MOSFET Q1. um diodo zener (Z3) foi utilizado para elevar o nível de tensão contínua (DC) do enrolamento do filamento em relação à massa (“terra”). muito sobrecarregada. Circuito de Controle da Fonte: As tensões de saída da fonte. de controle IC1. fazendo variar os valores no secundário da fonte. que fará variar a tensão no pino 5 de IC1. assim. fazendo a fonte desarmar imediatamente.I. Caso a tensão do secundário varie. Essas ondas são captadas pelos enrolamentos secundários. destinada à alimentação dos drives de motores e outros circuito é obtida a partir da retificação de D4 e filtragem de C4. seguindo depois para os catodos e grades do display. quando houver um defeito no setor de controle em que a saída de 12 volts ultrapasse os 18 volts. 4 volts. inicialmente. amplificadas pelo transistor Q1 e aplicadas ao enrolamento primário do transformador T2 (pino2). o LED iluminará mais ou menos o fototransistor. então. Assim. o integrado e da partida no oscilador interno de chaveamento. o MOSFET Q1 ficará mais ou menos tempo em condução.Essa tensão alimenta. aproximadamente. O diodo zener Z4 é um diodo de proteção contra sobretensao no secundário. Valores entre 30 KHz são normalmente encontrados em fontes de muito aparelhos de DVD.

F do CD) Pino 48 .Circuito Integrados Utilizados em DVD Players Nas figuras a seguir temos as funções principais dos pinos de alguns integrados utilizados por reprodutores de DVD.) Pino 98 .) Pino 27 – X 1 (ligação de entrada do cristal da CPU) Pino 28 – X 2 (ligação de saída do cristal da CPU) Pino 30 – RESET (pulso para inicializaçao do micro) Pino 68 – LDO + (saído do comando do drive do loading. As funções de seus principais pinos são: Pino 15 – CD/DVD (saída para comutação de DVD para CD) Pino 20 – DO (saída de dados da comunicação com drive do display) Pino 22 – DO (saída de clock da comunicação com o drive do display) Pino 25 .OP/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta aberta) Pino 96 – CL/SW (ligação com a chave indicadora da gaveta fechada) Pino 99 – DI (entrada de dados da comunicação com o drive do display) .I.I.I.Ligação do cristal de clock (terminal IN) Pino 79 .+ 5 V (alimentação do C.F.SLDO (saída do sinal de erro do sleed) Pino 55 .) Pino 100 .) TMP 93PS42 AF Este integrado é um microprocessador de DVD.+ 5 V (alimentação do C. do C. “terra”.Ligação do cristal de clock (terminal OUT) Pino 80 .Serial Data Áudio Out (saída do sinal de áudio digital do CD) Pino 38 .I.+ Vcc5 volts (alimentação do C.I.DATA OUT (bit 4 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 87 – DATA OUT (bit 3 da saída do sinal de audio/vídeo digital) Pino 88 – DATA OUT (bit 2 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 89 – DATA OUT (bit 1 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 90 – DATA OUT (bit 0 da sida do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 94 – GND (massa.CLVO (saída do sinal de erro do CVL para o CD) Pino 63 . Seus principais pinos são: Pino 50 – RF IN (entrada do sinal de R.DATA OUT (bit 6 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 83 . servo do DVD e DSP de CD.) Pino 26 – GND (massa. do DVD) Pino 54 – CVLO (saída do sinal de erro do CVL para o DVD) Pino 81 . para fechamento da gaveta) Pino 69 – LDO – (saída do comando do drive do loading para a abertura da gaveta) Pino 95 . Seus principais pinos são: Pino 09 .) TC 90A19 F Este integrado tem a função de DSP de DVD.FDO (saída do sinal de erro de foco) Pino 49 .Massa (“terra”) Pino 78 .I.DATA OUT (bit 5 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 84 . “terra”.CD RF IN (entrada do sinal de R. TC 9420 F Este integrado reúne em seu interior: servo do CD.Reset (pulso de inicializaçao do C.TODO (saída do sinal de erro de tracking) Pino 53 .DATA OUT (bit 7 da saída do sinal de áudio/vídeo digital) Pino 82 . do C.

) Pino 40 – C + Y – OUT (saída do sinal analógico composto de vídeo e croma) Pino 43 – C-OUT (saída do sinal analógico de croma para a saída SVHS) Pino 46 – Y-OUT (saída do sinal analógico de vídeo para saída de SVHS) Pino 48 – GND (massa.DATA IN 7 (entrada do bit 7 dos dados de áudio) Pino 50 – A – DATA IN 6 (entrada do bit 6 dos dados de áudio) Pino 51 – A – DATA IN 5 (entrada do bit 5 dos dados de áudio) Pino 52 – A – DATA IN 4 (entrada do bit 4 dos dados de áudio) Pino 54 – A – DATA IN 3 (entrada do bit 3 dos dados de áudio) Pino 55 – A – DATA IN 2 (entrada do bit 2 dos dados de áudio) Pino 56 – A – DATA IN 1 (entrada do bit 1 dos dados de áudio) Pino 57 – A – DATA IN 0 (entrada do bit 0 dos dados de áudio) TC 9425 F Este C.I.TC 6803 AF Este tem a função de conversor paralelo/serial dos sinais de áudio do DVD. do integrado) Pino 23 .I. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa. do C. “terra”.+ 5 V (alimentação do C. Por outro lado.) Pino 11 – A –DIG-OUT (saída de áudio digital para ser convertido em analógico) Pino 17 – A –DATA-OUT (áudio digital para saídas óptica e coaxial) Pino 45 .) Pino 52 – A-DATA CD IN (entrada de áudio digital do CD) Pino 54 – A-DATA DVD IN (entrada de áudio digital do DVD) MB 40950 Este C.I. “terra” do C. e seus principais pinos são: Pino 04 – DATA IN (9) (entrada do bit 9 do sinal de vídeo digital) Pino 05 – DATA IN (8) (entrada do bit 8 do sinal de vídeo digital) Pino 06 – DATA IN (7) (entrada do bit 7 do sinal de vídeo digital) Pino 07 – DATA IN (6) (entrada do bit 6 do sinal de vídeo digital) Pino 08 – DATA IN (5) (entrada do bit 5 do sinal de vídeo digital) Pino 09 – DATA IN (4) (entrada do bit 4 do sinal de vídeo digital) Pino 10 – DATA IN (3) (entrada do bit 3 do sinal de vídeo digital) Pino 11 – DATA IN (2) (entrada do bit 2 do sinal de vídeo digital) Pino 12 – DATA IN (1) (entrada do bit 1 do sinal de vídeo digital) Pino 13 – DATA IN (0) (entrada do bit 0 do sinal de vídeo digital) Pino 34 . isso tudo .I. é um distribuidor de áudio. funciona como conversor digital/ analógico de vídeo.+ 5 V (alimentação do integrado) Pino 44 – A – OUT (saída digital em serie dos sinais de áudio) Pino 49 – A. ainda está muito difícil encontrar os diagramas esquemáticos dos aparelhos de DVD.) Defeitos em Aparelhos de DVD Procedimentos Iniciais Atualmente.+ 5 V (alimentação do C. e seus principais pinos são: Pino 08 – GND (massa.I. os componentes que se encontram no mercado ainda são muito caros.I. “terra”.

. Assim. já que os elementos que implicam mais diretamente nesse tipo de falha. e se a óptica se eleva completamente. a unidade óptica com o problema é o mais provável. Caso contrário. fazendo a unidade óptica trepidar. Se o disco não gira. verifique as chaves “Limit Switch”. diodo laser. e já sabemos também que a melhor solução é continuar insistindo nos consertos. Neste caso. Se a unidade se desloca de forma irregular ou intermitente. Há possibilidade. o técnico já terá uma opinião formada sobre o defeito. e outros que. Essa situação é normal. na fonte.Depois de uma boa verificação. Mas.. esquemas. mas use a correia muito apertada. precisaremos até o manual de serviço e de instrumento como osciloscópio e frequencímetro Análise do Sintoma Para se iniciar bem em um reparo. discos originais e domésticos.. Se o motor de loading não gira. deve-se observar em todas as situações o comportamento anormal do aparelho. que o ajudará a traçar uma meta para avançar no reparo. Caso contrário. Os procedimentos para a reparação em aparelhos de DVD variam muito. é provável que o foco não esteja sendo encontra. verifique se as engrenagens e os trilhos não estão obstruídos por sujeira. na chave de gaveta fechada. etc. ou então esteja faltando alimentação para o mesmo.acontecendo em um momento em que muitos aparelhos de DVD estão apresentado defeito. o defeito pode estar na correia do loading. Verifique se a gaveta está fechando e abrindo de forma completa. Verifique se o diodo laser está acendendo. ou um simples palpite. também. infelizmente. apresentaremos a seguir métodos diversificados para a pesquisa de defeitos. até mesmo antes de abrir o aparelho. Entretanto verifique o estado de limpeza desses elementos e outros circuitos relacionados com o servo de foco. etc. Análise da Bandeja Mecânica É sempre bom verificar. Se o motor sleed fica girando direto. Verifique se a procura de foco está acontecendo. Dessa forma. fazem parte da mesma. como detetores de foco. Informo-se sobre o tempo de uso da unidade óptica. o conserto ficará geralmente mais fácil e rápido. Caso não esteja. verifique se a chave do laser on/off não está em posição errada. e comandá-la pelo painel e pelo controle remoto.Deve-se observar o sintoma com o aparelho frio e quente. prisma a lente. pois só assim os fabricantes.. verificar como está no momento o menu de Set-Up. troque a correia do loading. também. do diodo laser estar avariado. conforme as facilidades disponíveis ao técnico: diagramas esquemáticos. ou no drive do sleed. como elementos da bandeja mecânica estão se comportando. e nem mesmo ferro de solda. Alguns. Se a o . Esse tipo de verificação não requer instrumentos. verifique o drive e a sua tensão de alimentação. Deve-se introduzir vários tipos de discos: Discos de CD. é bem provável que a unidade tenha mesmo que ser substituída. que podemos praticar mesmo em diagramas e instrumentos sofisticados. de DVD. inicialmente. Deve-se. fornecedores e revendedores descobrem que o técnico reparador existe. instrumento e componentes. É muito comum aparecer restos de sujeiras entre os dentes das engrenagens. pois já passamos por isso nos primeiro anos de lançamento de VCR e do CD.

o numero de zeros. adotam preços quase absurdos para elas. nós não vamos – nem devemos – deixar de consertar aparelhos pelo fato dos mesmos utilizarem componentes SMD. os componentes são fixados na placa pelo “lado da solda”. há alguns anos. é bom conhecer. onde os dois primeiros dígitos representam os dois primeiros algarismos. o custo de estocagem. Na verdade. Resistores SMD Os resistores SMD têm seus valores especificados em ohms pelo já conhecido código numérico. darei a seguir algumas orientações que serão muito úteis nos reparos de placas que utilizam componentes SMD. desde que fosse providenciada a sua disponibilidade no mercado de eletrônica. Nestes casos. em conseqüência. Entretanto. . visando facilitar a manutenção. Com o principal propósito de reduzir o tamanho e o peso dos equipamentos. é muito comum se utilizar de outros recursos para a gravação do valor no seu corpo. É muito comum se encontrar resistores com zero ohm. Quando o resistor é de valor muito baixo. Essas verificações não requerem um diagrama esquemático. embalagem e transporte. Entretanto. ou de “estação de retrabalhado”. Para os que pensem assim. ou de sobradores térmicos. a posição do componente vem precedido pela letra “J” ou invés de “R”. ficando o técnico com a pior parte: substituir esses minúsculos componentes. também. Análise dos Setores Eletrônicos Se você já constatou que o defeito não se encontra na bandeja mecânica. Mas. O maior problema não é esta no tipo de componente. principalmente na placa do MPEG. Tenho recebido muitos telefonemas e correspondências dos colegas. que são usados como “jumpers”. principalmente dos técnicos mais veteranos. já que os componentes SMD são apropriados para montagem de pequenos módulos que fariam parte de uma placa principal de tamanho maior. foi desenvolvidas a Tecnologia de Montagem em Superfície (Surface Mouting Technology) “SMT”. nos quais eles parecem ter assimilado o conceito de que a grande dificuldade encontrada nos concertos dos aparelhos de DVD está no fato do mesmo utilizar muitos componentes SMD (componentes de montagem em superfície). Para trocar esses componentes podemos nos valer dos kits para SMD. A maioria dos resistores vem com o valor escrito no próprio corpo. alguns particularidades desses componentes. na serigrafia da placa. e o ultimo representa o multiplicador. Utilizando-se de placas e componentes especiais para esse tipo de montagem (componentes para montagem em superficie) ou Surface Mouting Devices – “SMD”. a unidade é sempre suspeita. e o circuito fica com dimensões bem menores. mas sim na política adotada pelos fabricantes nos últimos anos. nem instrumentos avançados e. os fabricantes montam placas relativamente grandes com componentes SMD. muitas das vezes. É pena que a tecnologia não utiliza conforme deveria. reduzindo o tamanho e o peso do equipamento e. que também não são encontrados com facilidade nas lojas de eletrônica. de avançar para as verificações eletrônicas.aparelho já tem mais de três anos. evita que o técnico se envolva com outras partes do aparelho onde o defeito é menos comum. Assim. o técnico poderia substituir essa pequenas placas como se fossem integrados. simplificando bastante o conserto do aparelho.

geralmente os menores. As posições dos terminais podem variar conforme o tipo. BC 827. Podemos testar os resistores com um ohmímetro digital. Capacitores SMD Eletrolíticos Os capacitores eletrolíticos se apresentam com invólucros tubulares metálicos.estiverem com coloração diferente. devido ao seu curto tempo de vida. etc. temos dificuldades para distinguir os capacitores dos resistores. para que o mesmo possa ser incluído na placa. Para testar um capacitor SMD é necessário retirá-lo do circuito ou. etc. Mas. remover a solda de um dos seus terminais.O ohmímetro digital não registrar valor ôhmico para a maioria dos capacitores. Caso não se faça logo a troca . geralmente. para um teste mais confiável. Entretanto. sem retirá-los da placa. 4º . levando-se em conta os espaços o espaço para a instalação.Na maioria dos capacitores. pelo menos. Nestes casos. BCF 29R. uma regra básica pode ajudar: 1º . a medição será mais confiável desligando-os do circuito. Capacitores SMD de Baixos Valores Os capacitores SMD. não eletrolíticos. os invólucros têm dimensões mais avantajadas e. use as seguintes regras: 1º . BC 827R. e precisa ser trocado. com um ohmímetro analógico. 2º . úmidas ou esbranquiçadas.podemos encontrar alguns. e os seus valores são gravados por extenso ou de forma codificada. Entretanto.A maioria dos capacitores não traz o valor gravado no seu corpo. deveremos recorrer ao diagrama esquemático do aparelho. 2º . Os capacitores podem ser substituídos por capacitores comuns não SMD. é necessário levantar-se pelo menos um de seus terminais. No circuito. Se as trilhas do circuito impresso. 3º . em alguns poucos casos. planejando-se uma posição adequada. A maioria dos capacitores eletrolíticos SMD pode ser testada com ohmímetro analógico sem a necessidade de remoção. se parecem muito com os resistores. Esses capacitores são os causadores de muitos defeitos em aparelhos de DVD. é sinal de que o mesmo já expeliu a solução eletrolítica.Transistores com a letra “R” ao final: Exemplo.Transistores sem letras ao final: Exemplos. abaixo desse capacitor. Quando as regras descritas acima não ajudarem. e seus valores são expressos em pF (picofarads) utilizando também os códigos numéricos. faça o uso do diagrama esquemático do aparelho para identificar o componente e o seu valor. principalmente de fuga. BCF 29.Os capacitores possuem invólucros mais claros que os resistores. Para facilitar. são mais altos. sem especificação alguma. para se saber o valor dos resistores. . Esses capacitores podem também ser substituído por capacitores comuns de mesmo valor. as trilhas serão corroídas e se partirão. Transistores SMD Os transistores SMD devem ser testados da mesma forma que os transistores comuns. na maioria dos circuitos. muitas vezes.

Teste o transistor e verifique os circuitos que comanda a base. e o coletor deve ter uma tensão de valor um pouco maior que a do emissor.Vbe com 0. troque o transistor.7 V: curto na linha de saída. Caso as tensões medidas estejam muito fora dessa regra. O transistor comum deve ser arrumado. geralmente. emissor baixo.6 V: defeito na fonte que alimenta o coletor. para verificar se não estão úmidos. há defeito no circuito. Verificações Básicas Iniciais nos Circuitos Eletrônicos Inicie verificando se todas as conexões estão perfeitas. base baixa. após a sua troca.6 V. As tensões que saem da fonte são. Muitos aparelhos trazem os valores das tensões serigrafados na placa. e observe com atenção o estado dos capacitores eletrolíticos. de preferência deitados. inchados ou com uma coloração estranha. Por esse motivo.Coletor normal. Os transistores iniciados por 2SA e 2SB são do tipo p-n-p. principalmente alguns reguladores. há curto na linha. ou coletor “aberto”.Os transistores SMD podem ser substituídos por transistores comuns com características semelhantes. encontramos substitutos para eles. Mesmo após uma boa investigação. emissor baixo.I. caso a resistência obtida seja menor que a 500 ohms.. e a preta na linha suspeita (para a maioria dos multímetros analógicos).7 V: base “alerta”. Confira todas as tensões de saída da fonte de alimentação. e testa os componentes periféricos. Veja.Coletor baixo. base normal. A verificação de curto pode ser feita com um ohmímetro analógico. ou menos: defeito nos circuitos de comando da base. 4º . verifica os sinais de entradas e saídas.I. Troca-se o C. exceto em alguns poucos casos. e os transistores iniciados por 2SC e 2SD do tipo n-p-n. Integrados SMD Os circuitos integrados podem figurar em vários tipos de invólucros SMD. alguns exemplos: 1º . deixando a troca do integrado sempre por ultimo. emissor baixo. não deixe de observar se a solução eletrolítica que vazou não interrompeu alguma trilha. Aplicando-se a ponteira vermelha na massa do circuito (“terra”). chegamos logo à causa do problema. separando-se algumas vias e levantando-se alguns componentes suspeitos. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva que utilizam transistores n-p-n.6 volt a mais que o emissor. a seguir. Vbe com 0. Inspecione o circuito impresso para verificar o estado das soldas. reguladas na placa principal por transistores ou integrados reguladores. após retirá-los. Vbe com 0.Coletor normal. Daí. Caso positivo. 2º . Vbe maior que 0. a partir de suspeitas geradas por conseqüência de uma investigação dinâmica do circuito onde o mesmo trabalha. providenciando-se para que o espaço físico seja aproveitado de forma criativa.Coletor baixo. e se os flat cables estão em boas condições. emissor baixo. a base deve estar sempre com 0. 3º . o técnico avalia as tensões liberadas pelos seus pinos de saída. Nos reguladores de tensão com saída de polaridade positiva com . base baixa. Os integrados não podem ser testados com algum instrumento simples e. algumas vezes só concluímos que o defeito não é do C. dificilmente. base baixa.

Os integrados reguladores são mais simples. Nessas verificações você precisará apenas do multímetro. coletor baixo. do diagrama esquemático do aparelho. Se as tensões estão baixas na entradas e na saída. inicialmente. Se não contar com essas facilidades. para cerear logo o defeito. Vbe menor que 0. se a tensão de entrada está normal e falta tensão na saída. O técnico deve saber que o DVD Player é um aparelho de funcionamento muito critico. Verificações de Sinais nos Circuitos Eletrônicos Se você depara com um sintoma que se manifesta pela ausência de sinal de áudio ou de vídeo. 4º . • Se não há áudio durante a reprodução de um DVD. se não obtiver sucesso. o ideal seria verificar a presença dos sinais nas entradas e saídas dos integrados. você poderia iniciar a pesquisa verificando se há sinal nas entradas e na saída do conversor paralelo / serial. pois terá que fazer algumas substituições para evoluir nas pesquisas. o defeito. Esses integrados possuem. base baixa.I. base alta.6 volt menor que a tensão do emissor.6 V: defeito na fonte que alimenta o emissor. geralmente. coletor baixo. Veja a seguir. três terminais. e pode obter um resultado muito bom. e que esse sintoma é o que quase todos os reprodutores vão apresentar em . 3º . • Caso o áudio do CD também esteja ausente. mas você precisará de muito mais tempo.6 V : transistor em curto. alguns exemplos de anormalidades: 1º . estiver muito quente é sinal que há curto na linha de saída. pois a maioria já vem com o valor da tensão de saída expressa em seu código.Emissor baixo.6V : defeitos nos circuitos que comandam a base. a filtragem e o valor da sua tensão de alimentação. Vbe menor que 0. deverá prosseguir verificando o circuito de reset e o valor da freqüência do seu clock. base baixa. Vbe com 0.Emissor normal.transistores p-n-p. sendo o terminal de entrada o primeiro. a base deve ser 0. pelo menos. geralmente.Emissor normal. 2º. por exemplo. base baixa. Assim. de um bom osciloscópio e de um frequencimetro. inicie verificando a presença de sinais nas entradas e saídas do conversor digital par analógico de vídeo. Mas. o aparelho não deixará de ser consertado. você deverá verificar. coletor baixo. o terminal comum o do meio o terminal de saída o ultimo. se o C. o defeito pode ser da fonte ou um curto na linha de saída. Para essas ultimas verificações você precisará. é do integrado. • Caso você tenha um problema de mau funcionamento de algum processador.7 V: junção de base “aberta”. Defeitos Mais Comuns Apresentados Pelos Aparelhos de DVD Congelamento de Imagem (CD é Reproduzido Normalmente) O defeito mais comum nos aparelhos de DVD é o congelamento da imagem gerado pela má leitura do disco. • Se o áudio está normal e falta sinal de vídeo. coletor alto. Vbe com mais de 0. Para este caso. verifique a presença de sinais nas entradas e saídas do distribuidor de áudio digital.Emissor normal. dinheiro em caixa e paciência.

muito apertadas. o motivo principal. mas. alegando que determinados discos não funcionam e. já que um grão de poeira presente na superfície do disco gera um erro que. enquanto que. e comprar uma apenas para tirar duvidas será inviável devido aos altos preços impostos atualmente pelo mercado de eletrônica. nem sempre o defeito será na unidade óptica. mais finas ou muito menores. ejeta e apresenta uma mensagem dizendo que o disco não pode ser reproduzido. não funcionam bem. • Inicia girando o disco com indecisão. na maneira a fechar ou abrir o contato conforme o movimento da gaveta. querendo o dinheiro do conserto de volta. Outra causa para esse sintoma é o mau funcionamento das chaves que indicam gaveta fechada e/ ou gaveta aberta. Suas vias são ligadas. será necessário se dedicar aos estudos dos circuitos desses aparelhos e dos procedimentos de investigação de defeitos eletrônicos. se você desejar ser realmente um técnico reparador de aparelhos de DVD. é o desgaste da unidade óptica que tem apresentado uma vida útil muito curta. na maioria das vezes. alem de tudo o que já foi dito. pois. Essas chaves são instaladas na bandeja mecânica ou nos limites da gaveta. evoluindo depois para os seguintes: • Gira o disco em alta velocidade. e da mesma espessura.primeiro lugar. e apresenta “No Disc”. em algumas vezes. quando precisamos limpar a lente para que o mesmo volte a funcionar. escolha uma que apenas ligeiramente menor que a original. para trocar uma unidade óptica não precisa nem estudar muito. a unidade óptica já esta comprometida. a luz vencerá a sujeira da lente. Ao aparecerem os primeiros desgastes do diodo laser ou dos detetores. geralmente. muitas vezes. muito embora o circuito corretor de erros do DVD seja mais eficiente. é facilmente corrigido. e o mesmo voltar aborrecido dois ou três meses depois. Correias mais grossas. A Gaveta Abre e Fecha Sozinha A causa mais provável para esse sintoma é a correia do loading gasta. mesmo ainda novos. o pior é não dizer. onde está o microprocessador. no DVD. Geralmente. As trilhas muito estreitas fazem do DVD um disco muito difícil de ser lido. • Não gira o disco. ao microprocessador de controle. É triste ter que dizer isso ao cliente. muitas das vezes esse sintoma não será eliminado. a quantidade de bits perdida pelo mesmo grão de poeira é muito maior e. O que acontece é que. principalmente porque. obrigando o sleed a executar diversos saltos durante a reprodução de um filme. mesmo nesses casos. ao substitui-a. limpamos a lente ou avançamos o trimpot de potência e o aparelho volta a funcionar. e os problemas mais comuns com elas são: mau contato.. se o diodo laser estiver novo. o defeito inicia-se com esse sintoma. no caso do CD. a leitura do CD é seqüencial. é sinal de que. Mas. não lê o TOC. mesmo com a lente suja. a leitura é aleatória. Porem. inverte a rotação. mas no caso do DVD. e o aparelho funcionará bem. mesmo limpando-se o disco. empeno das lâminas. apresenta uma mensagem de erro. Mas. Entretanto. É claro que. .. dificultando a leitura do disco. quebra da sua base e problemas com conexões que vão até à placa principal.Bem. vai para Stop. esse sintoma se manifestará apenas na reprodução de DVD inicialmente.

O Disco Gira. verifique os cabos conectores que interligam a unidade ao circuito. verifique o fusível. deve-se iniciar a limpeza da lente. é porque há algum curto na parte secundaria. verifique a presença de curto nos diodos zener de proteção. Caso não tenha encontrado problema com as verificações anteriores. O Display não Acende. A Gaveta Fecha. Caso não resolva. Lente Procura o Foco. Caso negativa. Alguns aparelhos informam. caso tenha havido uma manutenção recente sem sucesso. ao se misturar com poeira. assim o diagnostico: • SONY HCD S-300: apresenta “C-13:00” no display. um defeito oriundo da unidade óptica. verifique primeiramente se há alguma tensão na parte secundaria da fonte. Neste caso. deve-se verificar: • Excesso de graxa de silicone nos trilhos da gaveta. • Detritos que se acomodam entre os dentes das engrenagens. Entretanto. mas a Bandeja da Unidade Óptica não sobe Totalmente Esse sintoma também pode ser causado por correia gasta ou posicionamento errado do mecanismo. Verifique as conexões com o motor sleed e a bobina de tracking. • SONY DVP S-570: apresenta “C-31:00” no display. verifique se há tensão no capacitor de filtro. troque a unidade óptica. verifique se a ponte retificadora ou o transistor de potência não estão em curto. se há sinal LDON e se a chave Laser ON/OFF está na posição correta. mas não aparece nenhuma tensão na parte secundaria da fonte. que . através de códigos no display. Limpe as engrenagens do sleed e da unidade óptica. Mas não Inicia o Filme Limpe a lente. veja se o diodo laser está acendendo. antes de substituir o fusível. para o sintoma em questão. • Posicionamento do mecanismo. e Nada Funciona O DVD Player é alimentado.A Gaveta não Abre e não Fecha Totalmente. Portanto. • Engrenagens de plásticos que se desgastam no eixo dos dentes. Caso não haja tensão após a ponte retificadora. que se transforma em pasta abrasiva. Se o mesmo estiver rompido. facilitando. antes de substituí-la. logo após a ponte retificadora. geralmente. além de se levar em conta tudo o que já foi descrito sobre as correias anteriormente. por uma fonte chaveada muito semelhante à fonte de um vídeo cassete. diodos capacitores do secundário da fonte e componentes do primário. Caso haja tensão após a ponte retificadora e no coletor do transistor de potência. quando o disco estiver muito arranhado ou a lente estiver suja. ou não oscilação no primário. ou se Movimenta com Dificuldade Para esse sintoma. esses códigos serão também exibidos no display. verifique as tensões do drive de tracking e do drive sleed. Entretanto. a unidade óptica é a principal suspeite de provocar o defeito. Mas o Disco não Gira Nesses casos. Caso o sintoma não se modifique após a limpeza. portanto.

Se ao pressionar a tecla OPEN/ CLOSE não aparecer mensagem no display. Esse sintoma aparece com certa freqüência em fusitores nessa linha de alimentação. Caso esse sintoma se manifeste com a fonte normal. troque o C. Não Funciona pelo Controle Remoto Esse defeito aparece com mais freqüência devido a problemas com o próprio controle remoto. Mas a Imagem e o Som não são Reproduzidos Para esse sintoma. impedindo que a chave de gaveta fechada fosse acionada. O Display não Acende. Mas. para tirar conclusões. ou da tensão de filamento do display. geralmente. desde o DSP até o processador. verifique todo caminho dos sinais. verifique o capacitor eletrolítico correspondente a essa saída. do drive esteja alimentado e o sintoma persista. verifique os cabos que interligam o painel frontal à placa principal e substitua as chaves suspeitas do painel frontal. substitua o modulo receptor no painel frontal do aparelho. é hora de fazer a medição da tensão de alimentação do drive do loading. desde onde mesmo é separado do áudio até a saída do painel traseiro do aparelho. Algumas Teclas não Funcionam Verifique os resistores e componentes ligados com o teclado. . Esses fusitores queimam. ou baixa. Caso o C. circuito de reset e memórias. Se apenas uma das tensões do secundário está ausente. o defeito deve ser procurado na área do microprocessador de controle. mas o Disco Entra em Play Quando o display está apagado e o aparelho funciona. se o controle remoto está em bom estado. verifique a chave de toque. verifique as tensões. devido a capacitores de filtro em curto. Entretanto. geralmente é falta da fonte de -30V. Display Exibe os Capítulos. geralmente. A Unidade não se Movimenta e/ou a Lente não Procura Foco Esse defeito se dá. verifique os circuitos de saída de vídeo. Somente o Áudio é Reproduzido Nesse caso. limpe bem a placa frontal. ou se a unidade óptica não se elevou totalmente. Portanto.impeçam a fonte de oscilar. incluindo a correia do loading. confirme antes se não há um mau contato nas chaves de gaveta. Se a gaveta se movimentar comandada pelo controle remoto. Teste também opções de saídas diferentes.I. não o substitua antes de verificar todos os seus periféricos vitais como: alimentação de 5 volts. correspondente a essa tecla. circuito de clock. pela falta ou deficiência da tensão de alimentação do drive do sleed e/ ou do drive de foco.I. Disco Gira. Entretanto. onde o sinal de áudio é separado do vídeo. A Gaveta não se Movimenta Se você já verificou os problemas mecânicos. incluindo o capacitor de filtro. é uma evidência de que o problema está no teclado do painel frontal.

. e assim pro diante) 5º . 4º . pressionando a tecla On/ Off. Muitos aparelhos de DVD podem ser modificados para outras áreas. agora.Ao aparecer no display um texto de endereço e dado. enquanto que outros devem sofrer modificações no hardware. etc. Stop” e a tecla preta situada na parte de baixo do aparelho. 7º . Normalmente.. Muitos aparelhos podem ser modificados para “Área Zero”. Cabe aqui alerta que muitos aparelhos estão programados para aceitar a modificação por software.Ligue o aparelho com as teclas “Eject” e “a-b” acionadas.Ao aparecer o “logo” da AKAI. e nem me responsabilizar pelos resultados obtidos a partir delas.Ligue o aparelho com as seguintes teclas acionadas: “Fast Forward. Apenas alguns casos é que. 01 para região 1. mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região). “Multi-Regiao” . Isso acontece quando o usuário consegue. 2º .Desligue o aparelho. Obs: Esse procedimento só é possível nos modelos mais antigos que possuem a tecla preta. libere as teclas “Fast Forward e Stop”.Pressione “Enter” para confirmar a nova região selecionada. 02 para região 2. como essa informações foram obtidas de fonte informais. conhecida também por “Região Zero”. AIWA Modelo DVD 2240: . 4º . AKAI – Modelo DVD P1000: 1º . a tecla preta.Pressione a tecla “Enter” no controle remoto para selecionar a segunda coluna de números. A modificação por hardware implicará na compra de kit específico.Solte. alterando-se apenas o software. ou traz de fora do país.Selecione o endereço A:05 usando “Play” para subir e “Stop” para descer. não posso garantir a precisão das mesmas. à direita. e o introduz no aparelho.Veja a seguir as modificações de área por software para alguns aparelhos.No controle remoto. pressione o cursor “Direito” para selecionar o 2º numero e mude esse numero para o código desejado (00 para região livre.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Bckward” para descer. um disco de DVD que não seja destinado à Área 4.Modificações de Área Alguns clientes podem procurar o seu técnico para fazer um tipo de reparação no aparelho de DVD bem fora da rotina habitual. Uma lista numérica aparecerá na tela. “Code Free” ou “Todas as Áreas”. 6º . 3º . 3º . “Este Disco não Pode Ser Reproduzido neste Aparelho”. solte as teclas. “Verifique a Região” ou. 2º . O resultado será uma mensagem mais ou menos assim: “Verifique a Área do Disco” ou. Um aparelho modificado por “Área Livre” funciona com discos de todas regiões. se faz a modificação o circuito quando não há como se fazer por software . “Área Livre”. Modelo DVD P2000: 1º .

em seguida a tecla “Setup”.Ao aparecer o menu “Loopholes”.Abra a gaveta do aparelho e. “Rverse” e “Forward”.. 3º . para selecionar “Code Free”. 2º . escolha a região desejada. “Seta para cima”. 2º . pressionar “Enter” para Região Zero.Navegando no menu. 3º . pressione a tecla “Left” três vezes. Na tela aparecerá a mensagem “Region Free”. 2º .Pressione a tecla “Step” e. digite o código “2168”. 3º .Pressione a tecla “Pause” e desligue o aparelho.Pressione “0” para “Área Livre”.1º . “a-b”. “Seta para esquerda”.No controle remoto.Digite “1111” e . 2º .Entrar no menu “Set-Up”. 5º . através do controle remoto. através do controle remoto. CCE Modelo DVD 2100: (Seleção da Região) 1º .Digite o código 314159.Abre a gaveta e pressione “Setup”. 2º . 5º .o controle remoto. Modelos AD 500ª e AD 600 (verão mais novas): 1º . o numero da região desejada.Mantenha o aparelho sem disco.Coloque um disco na gaveta e mantenha a mesma aberta. 2º . e a tecla “Hight” uma vez.Sem disco na gaveta.Digite o código “38888”. COUGAR Vários Modelos 1º .Acessar “Região” com a senha 1369.Feche a gaveta do aparelho.Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto. em seguida. Modelos CVD 500 e CVD 515: 1º . Outro processo para esses modelos 1º .Pressione a tecla “9” do controle remoto. 3º . 3º . A gaveta se fechará e o filme será iniciado. selecione a região desejada.Navegando no menu. “1” para região 1. 2º . . 2º . pressione a tecla “Pause”. pressione seqüencialmente as seguintes teclas: “Zoom”. APEX Modelos AD 500 A e AD 600 (versões mais antigas): 1º. etc. 4º . 4º . “Seta para baixo” e “Seta para direita”. 3º . 4º .Pressione “Play”.Pressione a tecla “REW” e a tecla “FF”.Selecionar “Versão”. selecione a região desejada. 3º .Mantenha o aparelho sem disco e pressione a tecla “Setup” através do remoto.Mantenha a gaveta se disco.. Modelo DVD 2100: (Área Livre) 1º .Pressione “Step”.Selecione “Preferences” e acione a tecla “Step”.

Pressione as teclas “Step”.Ao aparecer no display um texto de endereço e dados. digitar “8926” e o código da região.Pressione a tecla “Enter”.Pressione a tecla correspondente à região desejada (para “Code Free”.digite 9). está pronto.Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00” 2º .Mantenha o aparelho sem disco e digite o código “00”. Obs: Esse procedimento funciona também em alguns outros modelos LG e Toshiba PHILCO Modelo DV 1500: 1º . 2º. 3º .Selecione o endereço A:05 usando o “Play” para subir e “Stop” para descer. Modelo DV 2100: 1º . Outro processo para esse mesmo modelo: 1º .Digite “2010”.Mantenha o aparelho sem disco e digite “31415900”. o “CodeFree”. o “CodeFree” estará instalado. 3º . “Shuffle” e “Next” para finalizar. 4º .Pressione a tecla “Pause” e desligue. 4º . digite o código da região desejada. “Clear” e “36”.Usando a tecla “Skip-Forward” para subir e “Skip-Backward” para descer. o “CodeFree” estará instalado. 2º .Digite “10”.Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”. Modelo DVD 5000: (para selecionar uma nova região) 1º .Após isso. 2º .Ligue o aparelho sem disco e aguarde a mensagem “No Disc”. 2º . mude o dado para D:00 (para Multi-Regiao) ou D:04 (para Região 4).Pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. Caso não funcione.Ao surgir a mensagem (CODE). 3º . solte as teclas. GRADIENTE Modelo D-10: (Modificação para Todas as Regiões) 1º . A região atual será revelada. de 0 a 6. D-22 e DV 6500: 1º . Modelos D-12... 2º . pressione a tecla “Setup”. LG Modelos LG 3230 N/3320 N/4230 N/5822 N: 1º .Mantenha o aparelho sem disco e digite “00”.Ligue o aparelho com as teclas “EJECT” e “a-b” acionadas ao mesmo tempo. Ligue o aparelho pelo controle remoto. “Clear”.Digite o numero da região desejada. Após surgir a mensagem (AUTO). Modelo DVD 5000: (para verificar a região atual) 1º .DAEWOO Modelos DQD 2000 e DHC 2200: 1º . 2º . Após a mensagem (Auto).Com a gaveta do aparelho aberta. etc. digite “3010”.Pressione a tecla “Exit”. .Com a gaveta aberta. 4º.

A tela exibirá o numero da região atual. Modelo DVD 711. a ultima opção à direita (“General”). a ultima opção à direita (“General”).Pressione a tecla “Condition”. 4º . Obs: O Modelo DVD L414 só pode ser modificado por hardware. 3º . 4º .OBS: Alguns discos com proteção poderão não funcionar com a Região Zero PHILIPS Modelo DVD 615: 1º . a tecla “Setup”. sem disco. pelo controle remoto. a tecla “Play”.Escolha no menu. Modelo DV 414 e DV L606: 1º . Para selecionar a Região Zero: 1º .Pressione a tecla “Display” e. DV 434 e DV 626: 1º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto. informando que a Regiao Zero foi selecionada.Pressione a tecla 0 e. 5º . Modelos DV 302. 3º . selecione a nova região e saia do “Setup”. 4º . em seguida.Pressione a tecla “Condition”.Digite a senha 00800000000.Com o aparelho ligado. A tela exibirá o numero da região atual. 2º . 2º . a senha “1111”. pressione a tecla “Setup” no controle remoto. sem disco. 2º .Pressione a tecla “Display”. PIONER Modelo DV 333: 1º . em seguida.Pressione a tecla “Condition Memory” e selecione o numero da nova região.Pressione a tecla “Play” e. a modificação estará pronta. o código 159.Com o aparelho ligado.Pressione a tecla “Display”. a tecla “Play”. 4º. Na tela será exibida uma mensagem. 3º. o código 159.Mantenha a gaveta fechada. 3º .Pressione a tecla “Display”. O aparelho estará pronto para a Região 4. 2º .Digite a senha 00700000000. 2º . Para selecionar a Região 4: 1º . com o “Setup” em “Basic”.Pressione a tecla “Play” e. O aparelho estará pronto para a Região Zero. sem disco. em seguida.Escolha no menu.Com o aparelho ligado. pressione a tecla “Menu” e o numero 1.Pressione a tecla “Enter”. 3º . selecione a nova região e saia do “Setup”.Após o fechamento da gaveta. 6º . 2º . com o “Setup” em “Basic”. digitar.Com a gaveta aberta. em seguida. sem disco.Pressione a tecla 0 e.Mantenha a gaveta fechada. Modelo DV 525 . A tela exibirá o numero da região atual. sem disco. em seguida.

Ao surgir a mensagem “Code”. 3º . pressione a tecla “Pause” e o código “314159”. 4º . selecione a nova região pressione “setup”. 2º . DV 343.1º . DV 700 e DV 909: 1º .Digite “1” e pressione as teclas “DISP”.Pressione a tecla “Display”.Pressione a tecla DVD/CD e a tecla MENU. L919. L700 devem ser modificados por hardware. DV 515. 3º . de 1 a 6. 3º . sem disco. sem disco.Colocar um jumper entre o pino 88 do microprocessador e a massa (“terra”). (Para usar discos da Área 1) 1º . 2º . L515.Após aparecer “NO DISC”. DV L535. L 717.Com o aparelho ligado.Pressionar a tecla “Menu”.A tela exibirá o numero da região atual.Ligue o aparelho. digite o código da região desejada (0 a 9). SONY Modelos DVD 300 e DVD 600: (para usar disco da Área 4) 1º . Modelos DV500. 2º . DV 05. Obs: O modelo DV L525 só pode ser modificado por hardware. Obs: Modelos DV L500. “Menu” e “10 Key”. 2º . DV C302. Modelos HCD S-300 (Modificação no hardware para Área Livre) 1º .Caso existam os resistores R237 e R235 retirá-los. SISTEMA ANTI-CÓPIA MACROVISION . 2º . pressione a tecla “Setup” no controle remoto.Pressionar “Display Condition” e selecionar o código de área. Obs: Modelos HTZ-55. pressione a tecla “PREV”.Pressionar as teclas “Menu” e “Enter”.Pressione as teclas: “DVD/CD”. 3º . “SUB”. 2º . “COND” e “10 KEY”. TOSHIBA Modelo SD 4034: 1º . L505. 4º . 4º . pressione a tecla “seta para baixo”. 2º . DV V555 e DV F727 devem ser modificados por hardware.Pressione 1 para discos americanos. pressione a tecla “Stop”.Pressione a tecla “Pause” e desligue e ligue o aparelho pelo controle remoto.Pressione a tecla “Condition”.Com a tecla “Power” desligada. ou 4 para discos brasileiros.Colocar um jumper entre os terminais de R236 (próximo a IC202).Pressione a tecla “Power”.Pressione a tecla “Power”. DV L90.Com a tecla “Power” desligada.Escolha a opção (“General”). 4º . Modelo HTZ-7: 1º .

em intervalos de alguns segundos. desabilite o Macrovision. Veja a seguir um exemplo: APEX Modelos AD 500 e AD 600: 1º . fazendo o nível de contraste variar ciclicamente. à medida em que os processadores ficam mais potentes.Pressione a tecla “Setup” e digite o código “590419” 2º .Quando surgir o menu. Segunda geração de baterias. só é possível a sua neutralização com modificações no hardware. NiCd. é possível cancelar o Macrovision com modificações no software do drive de DVD. eles consomem mais energia. NiHM ou Li-Ion? Quais são os tipos existentes de bateria para notebooks? Baterias de Niquel Cadmio (NiCad. a situação é radicalmente diferente. em alguns poucos aparelhos domésticos. o Macrovision pode ser neutralizado facilmente. O macrovision afeta. Eram mais baratas. mas armazenavam relativamente pouca carga e por isso duravam pouco tempo. em alguns aparelhos. Um problema sério enfrentado pelos projetistas é que. incorporado ao conversor D/ A. O desempenho da máquina será de pouca utilidade. . Isso significa que uma bateria que era suficientemente boa para um Pentium III poderia ser insuficiente para um Pentium IV. no caso dos desktops. No DVD ROM. Quais as tecnologias existentes? Qual a mais moderna. popularmente chamadas Niquel Metal Hidreto (NiMH. se não houver uma maneira de mantêla funcionando por períodos razoáveis com um conjunto de fonte e bateria de dimensões moderadas. pois pode-se considerar que o fornecimento de energia será contínuo e permanente. principalmente a cópia de filmes. A mais antiga e obsoleta das tecnologias de baterias recarregáveis para notebooks. A evolução dos processadores em anos recentes foi muito pautada pelas peculiaridades dos notebooks. esse sistema modifica a amplitude do sincronismo e acrescenta pulsos ao sinal de vídeo que confundem o AGC do videocassete. Para a maioria dos discos de eventos do tipo documentários e clipes musicais. Para tal. o mesmo não é afetado.Esse sistema foi criado para evitar copias de filmes. fazendo variar o pedestal de luminância compassadamente. do disco de DVD para fitas de videocassete VHS. Como o sistema foi desenvolvido por software. mas. Entretanto. Nickel Metal Hydrid). Como o AGC do receptor TV é diferente. Nickel Cadmiun em inglês). o Macrovision não atua. NOTEBOOK COMO FUNCIONA A BATERIA DO NOTEBOOK As baterias são um dos itens que mais recebem atenção dos fabricantes de notebooks. Baterias de Niquel Hidreto Metálico.

provocando um apito da fonte do notebook. esse artigo explica a físico-químico por trás dessas baterias. seja NiCad. pois o Linux não exige pagamento de licenças. e eram menos sujeitas ao efeito memória do que as de Niquel Cadmio. O consumo depende de diversos fatores: » Tipo de CPU. essa tecnologia era "uma alternativa para as baterias de Niquel Cadmio".33 GHz consome mais do que um centrino de 1. As mais modernas baterias para notebooks. dentro de uma mesma família de processadores. Quanto tempo uma bateria agüenta? Quais fatores têm influência nessa duração? Quanto tempo um notebook pode funcionar com uma bateria? A capacidade de uma bateria de notebook é medida em uma unidade chamada miliampere hora. DICA: Uma bateria esgotada.66 GHz. e faz comparações com as baterias de NiCad. As versões mais comuns do Windows XP são: XP Home. Li-Ion ou NiMh. Uma bateria de Litio Ion típica tem uma carga de algo como 4000 mAH. Em geral. Economizar bateria Configurando as opções de economia de energia COMO FUNCIONA UM NOTEBOOK (SISTEMA OPERACIONAL) A esmagadora maioria dos notebooks trazem instaladas alguma versão de Windows. Em 2001. Lithium Ion). um Dual Core 1. Alguns poucos fabricantes disponibilizam máquinas com o sistema operacional Linux pré-instalado.proporcionavam maior carga. AH. apresenta resistência interna zero. a bateria consegue manter 2 horas. utilizada para se medir baterias de automóveis). agora todas as máquinas mais modernas vem com o Windows Vista instalado. proporcionam maior tempo de uso da máquina e não estão sujeitas ao efeito memória. se o consumo do notebook for de 4000 mA. enquanto a Microsoft cobra valores significativos (algumas centenas de reais) para cada Windows que é instalado. XP Professional e XP Media Center. . Isso significa que. A maioria das máquinas vinham com uma das variações do Windows XP. ou próxima disto. abreviada mAH (essa unidade é similar à Ampere Hora.77 GHz consome mais do que um Dual Core 1. a bateria consegue manter a máquina funcionando por 1 hora. o que criará uma condição de curto-circuito para a fonte externa. São mais leves. A intenção é reduzir custos.00 GHz. um centrino de 1. Baterias de Litio Ion (Li-Ion. os modelos mais recentes e potentes consomem mais energia do que os mais antigos. se o consumo for de 2000 mA.

a um preço muito baixo em relação à utilidade dos mesmos). como a Dell. o padrão permite acesso a redes Ethernet com taxa de até 11 mbps. Wi-fi A rede wi-fi permite conexões em alta velocidade a LANs e à internet. placa de rede. essas redes podem ser locais (LANs. ele em nada difere dos micros convencionais montados em gabinetes.11b. etc) e o Sistema operacional. CPU. CONECTIVIDADE Conectividade é a capacidade de se ligar os notebooks a redes. mas isso pode tomar tempo considerável. drivers são programas que permitem a comunicação entre periféricos (placa de vídeo. e passou por sucessivas e rápidas evoluções. tendo em vista as . podem utilizar uma placa PCMCIA para acesso wi-fi.. dispositivos de entrada e saída e de armazenamento de dados convencionais são miniaturizados e integrados em um bloco cuja tecnologia é totalmente distinta da usada em micros convencionais. Esses CDs são específicos para cada modelo de notebook. Este sistema integrado. atualmente (2007). placas de vídeo (ou "interface" de vídeo). O notebook o laptop e o palmtop são microcomputadores portáteis que podem ser operados por bateria ou pela rede normal de energia de 110 ou 220 Volts AC. a conectividade tornou-se atributo indispensável dos notebooks. teclado. fax/modem.Alguns fabricantes fornecem juntamente com o notebook um conjunto de CDs de recuperação (alguns fabricantes. é possível encontrar os drivers mesmo sem os CDs de recuperação. restaurar a máquina à condição inicial (ou seja. Eles são de grande utilidade porque contêm os drivers específicos daquele notebook. memória RAM. Atualmente. As máquinas mais antigas. sejam desktop ou mini torres. O padrão wi-fi começou a ser implementado em 1998. quando ela é adquirida). fornecem os CDs como um opcional. Com o crescimento da internet. placas ou interface de som. em caso de necessidade. uma vez que possuem os mesmos componentes instalados tais como discos rígidos. discos flexíveis ou "floppy". geralmente em locais de trabalho) ou a internet. O nome wi-fi é abreviação de wireless fidelity (fidelidade sem fio). monitor. que não têm o chip. esses CDs contêm o software necessário (incluindo Sistema Operacional e aplicativos) para.. praticamente todos os notebooks saem de fábrica com chips wi-fi incorporados. Em termos de sistema. dispositivos wi-fi são aqueles que se conformam aos padrões da especificação IEEE 802.

alta resolução de vídeo. Foram considerados até fins de 1997 como substitutos dos "desktops" porém sua tecnologia é muito diferente.5 e 3 quilos com telas LCD menores que a dos "laptops". FAX-Modem e/ou rede) e a utilização de circuitos de alta escala e muito alta escala de integração ("Large Scale of Integration" e "Very Large Scale of . Digital etc. Compac. Os computadores portáteis como são chamados os notebooks e laptops possuem de forma geral a seguinte denominação. Outra contribuição para que este conceito venha se confundido cada vez mais foi o desenvolvimento de cartões tipo PCMCIA (memórias. Hoje. Anteriormente. seus problemas e sistemas operacionais. e painéisque podem visualizar até 16milhões de cores("truecolor"). só poderão ser instalados em detrimento de outros periféricos. Então. Esta filosofia porém já está sendo repensada por um ou outro fabricante de computadores portáteis. construído por fabricante diferente. está se restringindo aos notebooks. Era praticamente impossível que um produto utilizado em um determinado computador funcionasse em outro. e o objetivo para o qual foi previsto. só as grandes empresas como IBM.. notebook ou laptops. O seu projeto é diferente. também. utilizavam este conceito pois os componentes de suas máquinas eram projetadosedesenvolvidosexclusivamenteparaoperaremseusmodelos. é importante que fique bem claro: Um notebook não é um computador convencional. pesam acima de 3 quilos. normalmente incluem "fax/modem" e multimídia (CD-ROM e placa de som). A tecnologia é totalmente diferente dos "desktops". ou de "arquitetura fechada". O conceito entre "Laptop" e notebook hoje praticamente é o mesmo tendo em vista o desenvolvimento de monitores de cristal líquido (LCD) com dimensões superiores a 11”. o conceito de "sistema proprietário". em alguns casos. Os periféricos como "fax/modem" e multimídia. passou a ser conhecido como "sistema proprietário". Laptops São computadores semiportáteis com telas LCD maiores que as normais podem inclusive ter agregado um pequeno monitor de raios catódicos em substituição ao LCD. mesmo que não seja na área de reparação é quase certo que esteja familiarizado com desktops ou mini torres. Se o técnico tem interesse em equipamentos portáteis. Notebook São computadores portáteis com peso entre 2.peculiaridades e diferenças adotadas por cada fabricante.

(2.5mm. e planilhas.LSI e VLSI) em substituição as placas de vídeo e audio”. "handheld" e agendas eletrônicas São destinados ao uso exclusivo de guarda de informações em pequena escala. o grau de miniaturização é maior do que o dos notebook embora com tecnologia bastante similar. Os notebooks. A utilização de circuitos integrados LSI e VLSI (alta escala e muito alta escala de integração) é intensa. apresentamos um diagrama em bloco do circuito de um notebook.Integration” . menos de um quilo.5pol) e a altura variando entre 9mm e 12. pequenos editores de texto. os HDs de 19mm estão sendo abandonados. pesam. são os HD. "Palmtop". agendas. . Discos rígidos Outro aspecto incomum entre os desktop e notebooks. edição de textos e alguns programas específicos. Diagrama em bloco Na figura abaixo . Os HD para notebooks são menores. pouco mais da metade do comprimento dos HD convencionais. O conector de interface IDE aceita os sinais de alimentação e controle das placas comuns mas existe um adaptador especial para que estes pequenos HD. devido às suas peculiaridades. e em alguns casos. Seu peso é menor que 2 quilos. Sub-notebooks São destinados principalmente à banco de dados.

Esta oscilação quase sempre tem a forma de uma onda quadrada. eventualmente. -12. cuidado na remoção indevida de indutores e capacitores de filtro). Este circuito. Distribuição de tensões Todo portátil tem uma entrada de energia que. uma tensão negativa de -24 ou -36V usada para alimentação de um circuito especial para acendimento da lâmpada fluorescente de catodo frio. entre 750 e 1200 V. (iluminação e controle de brilho do LCD). Este conversor pode gerar várias tensões: +12.9 e/ou +3.apresentam similaridades entre si e em seus circuitos e sistemas. transforma a tensão DC positiva ou negativa em uma alta tensão AC. -5. que nos permitem estudá-los a partir de um diagrama básico.2. e os floppies de 1. e freqüência que pode variar até 25kHz (estamos entrando no domínio das freqüências altas. por exemplo: +12.0V. conhecido como inverter board (inversor). -12 e +5 ou -5V. por conexão direta ou via conversor de tensões DC/DC. Pelos valores das tensões geradas no conversor DC/DC. portanto. o hard disk. não necessariamente nesta ordem. +5. alimenta uma bateria principal para carregá-la. de acordo com o diagrama em bloco da figura 2. podemos determinar quais os componentes que serão alimentados. e. +2.44MB e drive de .

0V. ROTINA DE PARTIDA Se o POST (Power On Self Test) foi executado com êxito. a CPU. AST. Neste caso. estão listados alguns códigos de erro que podem aparecer nos notebooks como Dell. Código de erros: Da mesma forma que os microcomputadores convencionais (desktop ou torres). o usuário será alertado por meio de sinais audíveis ou sinais visuais. podemos apontar o primeiro componente suspeito que é o próprio chip do BIOS (CMOS). Em todos eles .se for detectado um erro. Tabela de códigos de erros básica 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-3 3-2-4 3-4-1 3-4-2 4-4-1 4-4-2 4-4-3 Falha do BIOS ROM Falha do Timer Programável Falha no Refresh da RAM Falha na memória RAM 64 K Falha no codificador do teclado Falha da memória screen Falha de inicialização da screen (tela LCD) Falha do sincronismo (retraço) Falha na porta serial Falha na porta paralela Falha no coprocessador Esta tabela tem como base as informações apresentadas pelos manuais de serviço destes notebooksepodemnãoserválidasparaoutrasmarcasemodelos. ao ligar um computador. de +2. entre outros. estão com suas páginas na Internet disponíveis para pesquisa. seguida da palavra erro # xxx. para substituição ou o reparo chegou ao fim . Na tabela a seguir. Phoenix. Award. . para qualquer máquina. e cumprindo as instruções do BIOS. Na Internet existem sites específicos com informações sobre estes códigos. figura abaixo. os notebooks também executam diversas rotinas de partida (boot) executando o POST.0 a +3. As empresas: American Megatrends. Award Bios. Os chips de vídeo e controladores podem receber +5 e -5V e as interfaces de som e placas fax/modem e cartões PCMCIA. algumas vezes. Samsung e Zenith. Os fabricantes de notebooks. utilizam chips com o seu logotipo. É recomendada a consulta à Internet. Na realidade tudo vai depender do projeto do notebook e de seu fabricante. quem está por traz é sempre AMI.pelo menos até que seja possível conseguir um outro chip. A pior coisa que pode acontecer para o usuário é. porém no final. pois através da Rede podemos coletar uma quantidade de informações importantes sobre portáteis e seus componentes. aparecer na tela do monitor a seguinte mensagem: "Hard Disk Fail # 80". ou se tem um chip igual. ou qualquer coisa parecida com isso. consultas e até aquisição de qualquer tipo de chips. +5 e/ou +12V. IBM. O sinal # significa número. e o xxx o código correspondente ao erro.CD-ROM. mas as rotinas de BIOS não foram completadas.

Como já foi mencionado anteriormente. fundo e laterais: comum. observe e anote sempre. não há como executar o reparo. Caso a fonte AC/DC esteja operando normalmente. Um teste para verificação imediata do possível mal funcionamento do processador de vídeo será a ligação do notebook a um monitor externo por meio do seu conector de vídeo (conector tipo DB-15) Se existir vídeo externo. é quase certo que as informações do setup estejam em desacordo com as características do notebook e as informações relativas à memória. no LCD e/ou no monitor externo. leu o BIOS porém está paralisado e não carrega o sistema operacional. A falta de vídeo. Phillips. mas o computador não parte. quase sempre serão considerados altos pelos clientes. e. Se o computador parte e tudo parece indicar que o HD e o floppy foram acessados. nestes casos. estejam corrompidas ou erradas.. e. nem um led indicador acende. ou às portas ativas. Normalmente. também pode indicar um defeito no módulo ou banco de memória. retirada da bateria principal (battery pack). Alguns notebooks apresentam dificuldade muito grande na desmontagem A pesquisa de avarias (medidas de tensões e formas de onda). razão pela qual a substituição destes componentes é considerada inviável mas não impossível. Finalmente. neste caso. porém a tela permanece apagada sem indicação de vídeo. bem como a paralisação parcial no carregamento do sistema. ainda temos problemas na configuração do BIOS. o CI está soldado no circuito mediante o processo de tecnologia SMD (surface mounting device). o conector de entrada no notebook esteja em perfeito estado é hora de iniciarmos a abertura do notebook. podemos eliminar a possibilidade de defeito neste CI. Isto pode ocorrer em um intervalo entre dois a cinco anos. Retire dos slots os cartões tipo PCMCIA. se ao ligarmos o equipamento. isto ocorre quando a bateria do "CMOS" está esgotada. caso o manual de serviços não esteja disponível : a. os módulos de memória ou placas fax/modem eventualmente existentes. ao disco rígido e/ou flexível. Se o computador executou todas as rotinas do POST.IBM. Se a execução das rotinas do BIOS for completada. Desmontagem e abertura de portáteis Antes de iniciar a abertura de um notebook. devemos verificar se a bateria está OK e se a fonte AC/DC está debitando a tensão e a corrente necessárias à operação do aparelho. Allen. Recomenda-se que cada passo . tipo de parafusos usados na fixação da tampa. nada acontece.montagem de componentes em superfície. os custos de manutenção na área de SMD. laptop ou palmtop. spline e torx. torna-se cansativa. o problema pode estar localizado no próprio chip de vídeo. Seqüência de abertura b. Phoenix etc. possivelmente na parte referente ao gerenciamento de energia (power management). (não deu o boot)..

2. Se a inspeção visual não revelou nenhuma irregularidade. devemos partir para a pesquisa efetiva. o uso de uma lente de aumento de pelo menos 10 vezes (Lupa 10X) e/ou uma ocular de microscópio são um auxílio valioso. Alguma irregularidade nas condições de operação do circuito provocou o defeito no componente. Podemos acompanhar esta geração e distribuição de tensões pela figura 3. medindo-se tensões e formas de onda. logo após a abertura do equipamento. Disco rígido inoperante 2. FAZENDO CONSERTO NO NOTEBOOK Não importando no momento se o problema é de software ou de hardware. Componentes do conversor DC/DC avariados 4. são: 1. Uma das ferramentas mais poderosas que deve ser usada na pesquisa de avarias de um portátil . transistores e circuitos integrados queimados . que a troca de um fusível. resistores queimados. entretanto. detalhes referentes a componentes ou trilhas do circuito impresso avariados irão passar despercebido. Componentes da fonte AC/DC avariados 3. Note. enfim.Defeito nos bancos ou nos módulos de memória DISCO RÍGIDO . Defeitos na tela de cristal líquido 6. a olho nu. Disco Flexível inoperante 5. é a inspeção visual. vai revelar fusíveis e indutores abertos. Tendo em vista a escala de miniaturização dos componentes de uma placa principal (motherboard) de um notebook. Não tenha dúvida que esta inspeção . uma grande quantidade de problemas que vão ser detectados sem necessidade de ligarmos o computador. Algumas vezes. que pode ser considerado básico para o propósito deste estudo. é a variação de tensão da rede de 110 ou 220VAC. mas que pode resultar em avaria grave. onde está ilustrado umcircuito DC/DC. pode não resolver o seu problema. Defeito nos cartões tipo PCMCIA 9. estufados ou vazando. capacitores eletrolíticos abertos. em 10% dos casos. Sugere-se ainda. Teclado inoperante 7. a ressoldagem de um indutor ou a recuperação de uma trilha queimada do circuito impresso.seja levado a efeito com paciência e calma. É quase certo que. Defeito na CPU 10. A causa mais simples. Defeito no mouse ou TrackBall 8. uma inspeção visual completa antes de se iniciarem as medições de tensão e formas de onda. o uso de reguladores de tensão e filtros de linha não é suficiente para a proteção do sistema. Como já foi exposto anteriormente. a maioria dos portáteis são alimentados com tensões DC que podem variar de 5 a 25V. Esta tensão alimenta por sua vez um circuito chamado conversor DC/DC cuja finalidade é gerar todas as tensões necessárias à operação do computador. típico.

muito maiores e com espaço bastante para abrigar uma tecnologia sofisticada e uma mecânica complexa. ou da substituição de qualquer componente . cabeças. braços de posicionamento.. recobertos por camadas de material magnético que constituem a mídia. é necessário que tenhamos uma visão global deste dispositivo.. estão fixadas à estrutura principal (j). alterando a sua geometria. nos pratos. Com respeito as avarias que podem ocorrer nos HD instalados em notebook/laptop. O disco rígido tem seu nome derivado das partes onde as informações são armazenadas. É o caso da substituição de componentes SMD. c) . vejamos o seguinte: se os HD convencionais.. em sites da Seagate. As placas magnéticas (e). As informações são gravadas e lidas pelas cabeças de leitura/gravação localizadas em um suporte especial (c) integrado ao braço de posicionamento (d). Vista explodida de um disco-rígido Informações mais detalhadas sobre a operação e partes componentes de um disco rígido podem ser encontradas na Internet. Quantum.defeito de algum componente eletrônico na placa lógica b) . Western Digital etc. consideramos como defeitos físicos. Assim. Os discos estão acoplados a um motor de alta rotação (b).defeito resultante de magnetização interna da mídia e conseqüente avaria em setores e cilindros. Nos dois primeiros casos (a e b).Antes de iniciarmos qualquer assunto relativo aos discos rígidos. cuja recuperação depende de uma tecnologia muito sofisticada para ser utilizada em bancadascomuns. o que dizer dos seus irmãos muito menores e mais delicados? Estes HD podem apresentar três tipos de defeito: a) . que são pratos confeccionados com metal (a). ou elétrico. são componentes cuja confiabilidade é baixa.defeito mecânico. pela vista explodida podemos visualizar cada uma de suas partes. motor etc.. soldados à placa lógica.

isto é necessário). se for necessário apagar a partição do HD. O Scandisk. O programa verifica em que pontos ocorreu redução na magnetização e imprime um pulso magnético neste ponto. também do DOS. a recuperação depende da extensão do dano. cópias adicionais e upgrades estarão disponíveis. O Fdisk do DOS também é considerado um programa reparador. é um ótimo verificador e reparador da estrutura lógica do HD. teríamos que utilizar a "giga" de teste mencionada inicialmente com o conector mostrado na imagem ao lado: . entretanto. alguns como shareware com validade limitada de 30 dias. No último caso (c). ou ainda. alertar que. e utilizam seus próprios recursos de boot para acessar um HD que seria considerado irrecuperável. Os programas reparadores podem ser conseguidos na Internet. possivelmente existirão. mesmo que eles continuem a operar. Por exemplo.interno. e da habilidade e conhecimento com que o programa é usado. principalmente. executam uma espécie de "pulo por cima". deve estar desabilitado. é o Easy Recovery. que implique na abertura do HD. Em princípio. que adotam processos bem mais sofisticados na recuperação de dados e na reparação de HDs avariados. o seu desempenho e. para isto. mesmo que o técnico possua um programa formatador de baixo nível. Recuperação de informações no HD Se o notebook parou de funcionar por qualquer motivo e você precisa recuperar os dados do HD. Entretanto. neste momento. e Windows. esta informação é correta. a tentativa de "piratear" seus arquivos pode resultar na destruição do programa. e tente utilizálo. ao reconhecerem os sinais destes tipos de programa. em muitos casos de FAT corrompida ou danificada. (e muitas vezes. nada melhor do que uma das opções que ele oferece. É evidente que. Quase todos vêm protegidos contra cópia. bypass. Existem. A aplicação incorreta do software de recuperação pode resultar em avaria permanente para o HD. todas as alterações. É o caso do Rescue Pro e do QuickTek-Lite. no circuito de interface do HD. ao se "consertar" um HD por meio destes programas especiais. no entanto. a sua confiabilidade estarão reduzidos em mais da metade. programas específicos para uso profissional. dos programas que serão utilizados. ao se recuperar os dados destes drives. é preciso que tenhamos disponível um adaptador (conector) que permita a operação deste disco rígido em um PC comum. Um dos melhores programas de reparação de qualquer tipo de HD. o chip (ROM). e ou apenas como demonstração. No caso. É comum afirmar-se que a formatação de baixo nível não deve ser efetuada em drives IDE. Uma vez registrado junto ao proprietário dos direitos. Os programas de recuperação. O "Calibrate" do Norton é um reforçador de sinais para formatação de baixo nível. chips com informações (ROM) que. Cumpre. não permitem que haja gravação no HD.

Variações muito grandes na tensão da rede (picos de tensão) que podem atingir 1. por falha no circuito sensor. a 25% da tensão nominal da rede. Quando esta estiver completamente carregada. a queima do fusível de proteção é resultante de: . em seus circuitos de proteção ou nos circuitos de proteção do adaptador AC/DC. são os mais sujeitos a avarias. nada podemos fazer para evitá-las. cortando a passagem da corrente de carga da bateria. é projetado para suportar estas variações. -Estas avarias podem ocorrer por defeito nos dispositivos de segurança da bateria principal. no máximo. na bateria principal. a sua bateria passa a ser carregada. SINTOMAS DO MAU FUNCIONAMENTO DA FONTE OU ADAPTADOR Os adaptadores AC/DC são componentes que apresentam um dos maiores índices de avaria. Se. a corrente de carga continuar a fluir para a bateria. o adaptador. ou devido a uma condição espúria qualquer. mesmo assim. Normalmente. ocorrem muito raramente e.000 Volts ou mais. Vamos . Do lado direito podemos notar a marca de "pino 1" do HD e do lado esquerdo encontramos a conexão para alimentação. automaticamente.Observe que na parte superior da imagem conectamos o HD e na parte inferior encaixamos o cabo "flat" que está ligado a placa mãe de nossa "giga" de teste. variações que chegam. a tendência é que a temperatura das células aumente. . sob determinadas condições. .Entretanto.Quanto às flutuações. Estes picos são anormais. Ao ligarmos o notebook à rede externa. .Sobrecarga resultante de alguma avaria no notebook. sendo uma fonte chaveada que opera automaticamente em 110 ou 220 VAC. que são os disjuntores térmicos. Estas células ao se aquecerem irradiam calor para os disjuntores térmicos que ao atingirem determinada temperatura (por volta de 60°C) abrem. o circuito sensor do notebook interrompe a carga. -Os componentes mencionados abaixo da figura onde está ilustrada uma fonte chaveada típica de notebook.

tendem ao superaquecimento. Dificilmente os transformadores destes tipos de fonte queimam ou entram em curto. reduzindo sua vida útil. que no momento de conectar a fonte ao micro. nas soldas internas ou na junção com a caixa plástica da fonte AC/DC. sejam elas de NiCad. NiMh ou Li-Ion. neste momento. Existirá um limite em que a fonte não suportará o débito de corrente. o disjuntor térmico ao atingir 60°C não abra e continue a permitir a passagem da corrente. Antes que isso ocorra. ou o fusível de linha queima. no caso. As células internas. Isto pode representar uma condição de curto-circuito para a fonte que a carrega. e. Quando a vida útil de uma bateria se esgota.supor agora. . provoca a quebra ou deforma um ou dois pinos de ligação. que. o próprio adaptador AC/DC (Fonte). junto ao conector. a sua resistência interna pode chegar a valores muito baixos (1 ou 2 Ohms. Estes defeitos são ocasionados pelo próprio usuário. Em alguns casos o cabo de ligação ao conector também pode partir internamente. ou os reguladores internos e componentes relacionados à regulação também podem queimar. Muitas vezes o conector que liga a fonte ao notebook apresenta defeito resultante de manuseio. por qualquer razão. alguma vezes até menos). outros componentes vão paralisar o funcionamento da fonte. A tendência é sobrecarregar a bateria.

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