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prontuario terapeutico2011

prontuario terapeutico2011

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Março de 2011
Prontuário Terapêutico
Março de 2011
www.infarmed.pt
proposta de capa_2.pdf 16/03/11 15:21:38
Tí tulo: Prontuá rio Terapê utico – 10
© 2011, INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saú de, IP / Ministé rio
de Saú de
Editor: INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saú de, IP / Ministé rio
de Saú de
Paginaç ã o: In Reaction [www.inreaction.com]
Impressã o e Acabamento: Tipografia PERES-SOCTIP S.A.
ISBN: 978-989-8369-07-9
Depó sito Legal: 306831/10
Agosto de 2011
Elementos do Grupo de Trabalho responsável
pela elaboração do Prontuário Terapêutico
Catamona, Matgatida
isteves, Xfonso rinheito
6on alves, }otge
Macedo, 1ice
Mendon a, }o o
usswald, waltet (Cootdenadot)
rinheito, kosa iina
kodtigues, Xnt nio
Sampaio, Ctistina
Sepodes, ßtuno
1eixeita, Xnt nio Xlbino
Elementos do Grupo de Apoio
do INFARMED
ßatteitas, raulo
uuatte, Xna } lia
ieite, iauta
Machado, Catla
kamalhete, C lia
Soates, iu s Miguel
Nota Introdutória
A necessidade imperiosa de uma utilizaç ã o optimizada do medicamento, i.e., uma pres-
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Agosto 2011
Prefácio
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GRuPO 1
Medicamentos Anti-infecciosos
1.1. -ntibacterianos ................................................................................................ 22
1.1.1. lenicilinas ............................................................................................. 22
1.1.1.1. 8enzilpenicilinas e tenoximetilpenicilina .............................. 22
1.1.1.2. -minopenicilinas .................................................................... 2]
1.1.1.]. lsoxazolilpenicilinas ................................................................ 25
1.1.1.+. lenicilinas anti ·lseudomonas ................................................. 2ô
1.1.1.5. -midinopenicilinas .................................................................. 2ô
1.1.2. tetalosporinas ...................................................................................... 2ô
1.1.2.1. tetalosporinas de 1 . uera o ................................................ 2¯
1.1.2.2. tetalosporinas de 2 . uera o ................................................ 28
1.1.2.]. tetalosporinas de ] . uera o ................................................ 2)
1.1.2.+. tetalosporinas de + . uera o ................................................ ]2
1.1.]. Monobactamos ..................................................................................... ]2
1.1.+. tarbapenemes ...................................................................................... ]2
1.1.5. -ssocia es de penicilinas com inibidores das lactamases beta .......... ]]
1.1.ô. tlorantenicol e tetraciclinas ................................................................. ]5
1.1.¯. -minoglicos deos ................................................................................. ]ô
1.1.8. Macr lidos ............................................................................................ ]¯
1.1.). Sultonamidas e suas associa es .......................................................... +2
1.1.10. Quinolonas ........................................................................................... +]
1.1.11. 0utros antibacterianos ......................................................................... +8
1.1.12. -ntituberculosos .................................................................................. 51
1.1.1]. -ntilepr ticos ....................................................................................... 5]
1.2. -ntit ngicos .................................................................................................... 5]
1.]. -ntir ricos ........................................................................................................ 58
1.].1. -nti ·retrorirais ....................................................................................... 58
1.].1.1. lnibidores da protease............................................................. 5)
1.].1.2. -n logos dos n o nucleos deos inibidores
da transcriptase inrersa (rerersa) ............................................ ô]
1.].1.]. -n logos dos nucleos deos inibidores
da transcriptase inrersa (rerersa) ........................................... ô]
1.].2. 0utros antir ricos .................................................................................. ô¯
1.+. -ntiparasit rios ................................................................................................ ô)
1.+.1. -nti ·helm nticos ..................................................................................... ô)
1.+.2. -ntimal ricos ......................................................................................... ¯1
1.+.]. 0utros antiparasit rios .......................................................................... ¯]

GRuPO 2
Sistema Nervoso Central
2.1. -nest sicos gerais ............................................................................................ ¯5
2.2. -nest sicos locais ............................................................................................ ¯5
2.]. 8elaxantes musculares .................................................................................... ¯ô
2.].1. -c o central ........................................................................................ ¯¯
2.].2. -c o perit rica .................................................................................... ¯8
2.].]. -c o muscular directa ......................................................................... ¯8
2.+. -ntimiast nicos ............................................................................................... ¯8
2.5. -ntiparkins nicos ........................................................................................... ¯)
2.5.1. -nticolin rgicos .................................................................................... ¯)
2.5.2. uopaminomim ticos ............................................................................ 80
2.ô. -ntiepil pticos e anticonrulsirantes .............................................................. 8ô
12 Índice
2.¯. -ntiem ticos e antirertiginosos ...................................................................... 101
 2.8. Estimulantes inespecí fcos do Sistema Nervoso Central ................................ 105
2.). lsicot rmacos ................................................................................................. 10ô
2.).1. -nsiol ticos, sedatiros e hipn ticos ....................................................... 10ô
2.).2. -ntipsic ticos ......................................................................................... 115
2.).]. -ntidepressores ..................................................................................... 12ô
2.).+. l tio ........................................................................................................ 1+]
2.10. -nalg sicos e antipir ticos............................................................................ 1++
2.11. Medicamentos usados na enxaqueca ........................................................... 1+8
2.12. -nalg sicos estupetacientes .......................................................................... 151
2.1]. 0utros medicamentos com ac o no Sistema Nerroso tentral................... 155
2.1].1. Medicamentos utilizados no tratamento sintom tico
das altera es das tun es cognitiras................................................. 155
2.1].2. Medicamentos utilizados no tratamento sintom tico
da doen a do neur nio motor ........................................................... 1ô2
2.1].]. Medicamentos para tratamento da depend ncia de drogas .............. 1ô2
 2.13.4.  Medicamentos com acç ã o especí fca nas perturbaç õ es
do ciclo sono ·rig lia ............................................................................ 1ôô
GRuPO 3
Aparelho Cardiovascular
].1. tardiot nicos ................................................................................................. 1ô¯
].1.1. uigit licos ............................................................................................. 1ô8
].1.2. 0utros cardiot nicos ............................................................................ 1ô8
].2. -ntiarr tmicos ................................................................................................ 1ô)
].2.1. 8loqueadores dos canais do s dio (tlasse l) ....................................... 1ô)
].2.1.1. tlasse la (tipo quinidina) ........................................................ 1ô)
].2.1.2. tlasse lb (tipo lidoca na) ........................................................ 1ô)
  3.2.1.3. Classe Ic (tipo fecainida) ........................................................ 1ô)
].2.2. 8loqueadores adren rgicos beta (tlasse ll) ........................................ 1¯0
].2.]. lrolongadores da repolariza o (tlasse lll) ........................................ 1¯0
].2.+. 8loqueadores da entrada do c lcio (tlasse l\).................................... 1¯1
].2.5. 0utros antiarr tmicos ........................................................................... 1¯2
].]. Simpaticomim ticos ....................................................................................... 1¯2
].+. -nti·hipertensores .......................................................................................... 1¯]
].+.1. uiur ticos .......................................................................................... 1¯]
].+.1.1. 1iazidas e an logos .................................................................. 1¯+
].+.1.2. uiur ticos da ansa ................................................................... 1¯ô
].+.1.]. uiur ticos poupadores de pot ssio ........................................ 1¯¯
].+.1.+. lnibidores da anidrase carb nica ............................................ 1¯8
].+.1.5. uiur ticos osm ticos ............................................................... 1¯8
].+.1.ô. -ssocia es de diur ticos ........................................................ 1¯8
  3.4.2. Modifcadores do eixo renina angiotensina ......................................... 1¯)
].+.2.1. lnibidores da enzima de conrers o da angiotensina .............. 180
].+.2.2. -ntagonistas dos receptores da angiotensina ........................ 1)+
].+.]. 8loqueadores da entrada do c lcio ...................................................... 205
].+.+. uepressores da actiridade adren rgica ................................................ 212
].+.+.1. 8loqueadores alta .................................................................... 212
].+.+.2. 8loqueadores beta ................................................................... 212
].+.+.2.1. Selectiros card acos ................................................. 21]
].+.+.2.2. N o selectiros card acos .......................................... 215
].+.+.2.]. 8loqueadores beta e alta ......................................... 21ô
].+.+.]. -gonistas alta 2 centrais .......................................................... 21¯
Índice 13
].+.5. \asodilatadores directos ....................................................................... 218
].+.ô. 0utros ................................................................................................... 218
].5. \asodilatadores ............................................................................................... 218
].5.1. -ntianginosos ....................................................................................... 21)
].5.2. 0utros rasodilatadores ......................................................................... 222
].ô. \enotr picos .................................................................................................. 22]
].¯. -ntidislipid micos .......................................................................................... 225
GRuPO 4
Sangue
+.1. -ntian micos ................................................................................................... 2]¯
+.1.1. tompostos de terro .............................................................................. 2]¯
+.1.2. Medicamentos para tratamento das anemias megalobl sticas ............. 2+0
+.1.]. Medicamentos para tratamento
das anemias hemol ticas e hipopl sticas .............................................. 2+]
+.2. lactores de crescimento estimulantes da hematopoiese ............................... 2++
+.]. -nticoagulantes e antitromb ticos ................................................................. 2+ô
+.].1. -nticoagulantes .................................................................................... 2+¯
+.].1.1. ueparinas ................................................................................ 2+¯
+.].1.2. -nticoagulantes orais .............................................................. 251
+.].1.]. 0utros anticoagulantes ........................................................... 25+
+.].1.+. -ntiagregantes plaquet rios .................................................... 255
+.].2. librinol ticos (ou trombol ticos) .......................................................... 2ô0
+.+. -nti ·hemorr gicos........................................................................................... 2ô1
   4.4.1. Antifbrinolí ticos ................................................................................... 2ô1
+.+.2. uemost ticos ........................................................................................ 2ô2

GRuPO 5
Aparelho Respirató rio
5.1. -ntiasm ticos e broncodilatadores ................................................................. 2ô]
5.1.1. -gonistas adren rgicos beta ................................................................. 2ô]
5.1.2. -ntagonistas colin rgicos ..................................................................... 2ô¯
  5.1.3. Anti ‑infamató rios ................................................................................. 2ô8
5.1.].1. ulucocortic ides ..................................................................... 2ô8
5.1.].2. -ntagonistas dos leucotrienos ................................................. 2¯2
5.1.+. \antinas ................................................................................................ 2¯2
   5.1.5. Antiasmá ticos de acç ã o proflá ctica ...................................................... 2¯+
5.2. -ntit ssicos e expectorantes .......................................................................... 2¯5
5.2.1. -ntit ssicos ........................................................................................... 2¯5
5.2.2. lxpectorantes ....................................................................................... 2¯¯
5.2.]. -ssocia es e medicamentos descongestionantes ............................... 280
5.]. 1ensioactiros (surtactantes) pulmonares ....................................................... 280
GRuPO 6
Aparelho digestivo
ô.1. Medicamentos que actuam na boca e orotaringe ........................................... 281
ô.1.1. ue aplica o t pica .............................................................................. 281
ô.1.2. ue ac o sist mica ................................................................................ 28+
ô.2. -nti cidos e anti ·ulcerosos ............................................................................. 28+
ô.2.1. -nti cidos ............................................................................................. 285
14 Índice
6.2.2. Modifcadores da secreç ã o gá strica ...................................................... 288
ô.2.2.1. -nticolin rgicos ....................................................................... 288
ô.2.2.2. -ntagonistas dos receptores u2 .............................................. 288
ô.2.2.]. lnibidores da bomba de prot es ............................................. 2)0
ô.2.2.+. lrostaglandinas ....................................................................... 2))
ô.2.2.5. lrotectores da mucosa g strica ............................................... 2))
6.3. Modifcadores da motilidade gastrintestinal .................................................. 2))
  6.3.1. Modifcadores da motilidade gá strica ou prociné ticos ........................ ]00
   6.3.2. Modifcadores da motilidade intestinal ................................................ ]02
ô.].2.1. laxantes e cat rticos ............................................................... ]02
ô.].2.1.1. lmolientes .............................................................. ]02
ô.].2.1.2. laxantes de contacto .............................................. ]02
ô.].2.1.]. laxantes expansores do rolume tecal .................... ]0+
ô.].2.1.+. laxantes osm ticos ................................................ ]0+
ô.].2.2. -ntidiarreicos .......................................................................... ]05
ô.].2.2.1. 0bstipantes ............................................................ ]0ô
ô.].2.2.2. -dsorrentes ............................................................ ]0¯
    6.3.2.2.3. Antifatulentos  ........................................................ ]0¯
ô.+. -ntiespasm dicos ........................................................................................... ]0¯
ô.5. lnibidores enzim ticos ................................................................................... ]0)
ô.ô. Suplementos enzim ticos, bacilos l cteos e an logos ................................... ]0)
ô.¯. -nti ·hemorroid rios ....................................................................................... ]10
 6.8. Anti ‑infamató rios intestinais .......................................................................... ]12
ô.). Medicamentos que actuam no t gado e rias biliares ..................................... ]1+
ô.).1. toler ticos e colagogos ........................................................................ ]1+
ô.).2. Medicamentos para tratamento da lit ase biliar ................................... ]1+
GRuPO 7
Aparelho Genituriná rio
¯.1. Medicamentos de aplica o t pica na ragina ................................................. ]1¯
¯.1.1. lstrog neos e lrogestag neos ............................................................. ]1¯
¯.1.2. -nti ·intecciosos ..................................................................................... ]18
¯.1.]. 0utros medicamentos t picos raginais................................................ ]21
¯.2. Medicamentos que actuam no tero .............................................................. ]22
¯.2.1. 0cit cicos ............................................................................................. ]22
¯.2.2. lrostaglandinas..................................................................................... ]22
¯.2.]. Simpaticomim ticos ............................................................................. ]22
¯.]. -nti ·intecciosos e anti ·s pticos urin rios ....................................................... ]2]
¯.+. 0utros medicamentos usados em distun es geniturin rias ......................... ]2+
   7.4.1. Acidifcantes e alcalinizantes uriná rios ................................................. ]25
¯.+.2. Medicamentos usados nas perturba es da mic o ............................ ]25
¯.+.2.1. Medicamentos usados na reten o urin ria ............................ ]2ô
¯.+.2.2. Medicamentos usados na incontin ncia urin ria .................... ]]1
¯.+.]. Medicamentos usados na distun o er ctil .......................................... ]]]
GRuPO 8
Hormonas e medicamentos usados
no tratamento das doenç as endó crinas
8.1. uormonas hipotal micas e hipofsá rias, seus aná logos e antagonistas ......... ]]¯
   8.1.1. Lobo anterior da hipó fse ..................................................................... ]]¯
   8.1.2. Lobo posterior da hipó fse ................................................................... ]])
Índice 15
   8.1.3. Antagonistas hipofsá rios ...................................................................... ]+0
8.2. torticoster ides ............................................................................................. ]+2
8.2.1. Mineralocortic ides .............................................................................. ]+]
8.2.2. ulucocortic ides .................................................................................. ]+]
8.]. uormonas da tir ide e antitiroideus .............................................................. ]+ô
8.+. lnsulinas, antidiab ticos orais e glucagom ..................................................... ]+8
8.+.1. lnsulinas ............................................................................................... ]+8
8.+.1.1. ue ac o curta ......................................................................... ]+)
8.+.1.2. ue ac o interm dia ................................................................ ]50
8.+.1.]. ue ac o prolongada ............................................................... ]51
8.+.2. -ntidiab ticos orais .............................................................................. ]52
8.+.]. ulucagom ............................................................................................. ]ô0
8.5. uormonas sexuais .......................................................................................... ]ô0
8.5.1. lstrog nios e progestag nios ............................................................... ]ô1
8.5.1.1. 1ratamento de substitui o ..................................................... ]ô1
8.5.1.2. -nticoncepcionais ................................................................... ]ô5
8.5.1.]. lrogestag nios ......................................................................... ]ô)
8.5.2. -ndrog nios e anabolizantes................................................................ ]¯0
8.ô. lstimulantes da orula o e gonadotropinas .................................................. ]¯2
8.¯. -nti ·hormonas ................................................................................................ ]¯+
GRuPO 9
Aparelho Locomotor
 9.1. Anti ‑infamató rios nã o esteró ides ................................................................... ]¯¯
).1.1. uerirados do cido antran lico ............................................................ ]¯8
).1.2. uerirados do cido ac tico .................................................................. ]¯)
).1.]. uerirados do cido propi nico ............................................................ ]81
).1.+. uerirados pirazol nicos ....................................................................... ]8+
).1.5. uerirados do indol e do indeno .......................................................... ]8+
).1.ô. 0xicans ................................................................................................. ]85
).1.¯. uerirados sultanilam dicos ................................................................... ]8¯
).1.8. tompostos n o ac dicos ....................................................................... ]8)
).1.). lnibidores selectiros da tox 2 .............................................................. ]8)
   9.1.10. Anti ‑infamató rios nã o esteró ides para uso tó pico............................. ])0
 9.2. Modifcadores da evoluç ã o da doenç a reumatismal ...................................... ])+
).]. Medicamentos usados para o tratamento da gota .......................................... ])5
).+. Medicamentos para tratamento da artrose ..................................................... ])5
 9.5. Enzimas anti ‑infamató rias .............................................................................. ])¯
).ô. Medicamentos que actuam no osso e no metabolismo do c lcio .................. ])¯
).ô.1. talcitonina............................................................................................ ])¯
).ô.2. 8itostonatos .......................................................................................... ])8
).ô.]. \itamina u ............................................................................................ +01
).ô.+. 0utros ................................................................................................... +02
GRuPO 10
Medicaç ã o Antialé rgica
10.1. -nti ·histam nicos .......................................................................................... +05
10.1.1. -nti ·histam nicos sedatiros ............................................................... +0ô
10.1.2. -nti ·histam nicos n o sedatiros ........................................................ +08
10.2. torticoster ides ............................................................................................ +1]
10.]. Simpaticomim ticos ..................................................................................... +1]
16 Índice
GRuPO 11
Nutriç ã o
11.1. Nutri o ent rica .......................................................................................... +15
11.1.1. Suplementos diet ticos orais ............................................................... +15
11.1.1.1. tompletos ......................................................................... +15
11.1.1.2. Modulares .......................................................................... +15
11.1.2. uietas ent ricas ................................................................................. +1ô
11.1.2.1. lolim ricas ........................................................................ +1ô
  11.1.2.2. Modifcadas........................................................................ +1ô
11.1.2.]. lr ·digeridas ...................................................................... +1ô
  11.1.2.4. Especí fcas de doenç as metabó licas .................................. +1ô
11.2. Nutri o parent rica ..................................................................................... +1ô
11.2.1. Macronutrientes ............................................................................... +1ô
11.2.1.1. -mino cidos ...................................................................... +1ô
11.2.1.2. ul cidos ............................................................................. +1ô
11.2.1.]. l pidos ............................................................................... +1ô
11.2.1.+. Misturas de macronutrientes ............................................. +1ô
11.2.2. Micronutrientes ................................................................................ +1ô
11.2.2.1. Suplementos minerais ....................................................... +1ô
11.2.2.2. Suplementos ritam nicos lipossol reis ............................. +1ô
11.2.2.]. Suplementos ritam nicos hidrossol reis .......................... +1ô
11.2.]. Misturas de macronutrientes e micronutrientes .............................. +1ô
11.]. \itaminas e sais minerais .............................................................................. +1ô
11.].1. \itaminas .......................................................................................... +1ô
11.].1.1. \itaminas lipossol reis ...................................................... +1¯
11.].1.2. \itaminas hidrossol reis ................................................... +18
11.].1.]. -ssocia es de ritaminas .......................................................... +20
11.].2. Sais minerais ..................................................................................... +21
11.].2.1. t lcio, magn sio e t storo ................................................ +21
11.].2.2.1. t lcio .............................................................. +21
11.].2.1.2. Magn sio ......................................................... +2]
11.].2.1.]. l storo ............................................................ +2+
11.].2.2. ll or .................................................................................. +2+
11.].2.]. lot ssio .............................................................................. +2+
11.].2.+. -ssocia o de sais para re ·hidrata o oral ......................... +25
11.].]. -ssocia es de ritaminas com sais minerais .................................... +25
GRuPO 12
Correctivos da Volé mia e das Alteraç õ es Electrolí ticas
12.1. torrectiros do equil brio cido ·base ............................................................ +]0
    12.1.1. Acidifcantes ...................................................................................... +]0
12.1.2. -lcalinizantes .................................................................................... +]0
12.2. torrectiros das altera es hidroelectrol ticas .............................................. +]0
12.2.1. t lcio ................................................................................................ +]0
12.2.2. l storo .............................................................................................. +]0
12.2.]. Magn sio ........................................................................................... +]0
12.2.+. lot ssio ............................................................................................. +]0
12.2.5. S dio ................................................................................................. +]0
12.2.ô. /inco ................................................................................................. +]1
12.2.¯. ulucose ............................................................................................. +]1
12.2.8. 0utros ............................................................................................... +]1
Índice 17
12.3. Soluç õ es para diá lise peritoneal ................................................................... 433
12.3.1. Soluç õ es isotó nicas ........................................................................... 433
12.3.2. Soluç õ es hipertó nicas ....................................................................... 433
12.4. Soluç õ es para hemodiá lise ........................................................................... 433
 12.5. Soluç õ es para hemofltraç ã o ........................................................................ 433
12.6. Substitutos do plasma e das fracç õ es proteicas do plasma .......................... 433
12.7. Medicamentos captadores de iõ es................................................................ 433
12.7.1. Fixadores de Fó sforo ........................................................................ 433
12.7.2. Resinas permutadoras de catiõ es ..................................................... 434
Grupo 13
Medicamentos usados em Afecç õ es Cutâ neas
13.1. Anti-infecciosos de aplicaç ã o na pele ........................................................... 435
13.1.1. Anti-sé pticos e desinfectantes ........................................................... 435
13.1.2. Antibacterianos ................................................................................. 437
13.1.3. Antifú ngicos ...................................................................................... 439
13.1.4. Antiví ricos ......................................................................................... 443
13.1.5. Antiparasitá rios ................................................................................. 444
13.2. Emolientes e protectores .............................................................................. 445
13.2.1. Emolientes ........................................................................................ 445
13.2.2. Preparaç õ es barreira ......................................................................... 447
13.2.3. Pó s .................................................................................................... 447
13.3. Medicamentos queratolí cos e antipsoriá ticos .............................................. 448
   13.3.1. De aplicaç ã o tó pica ........................................................................... 448
   13.3.2. De acç ã o sisté mica ............................................................................ 450
13.4. Medicamentos para tratamento da acne e da rosá cea .................................. 450
13.4.1. Rosá cea ............................................................................................. 450
13.4.2. Acne .................................................................................................. 451
13.4.2.1. De aplicaç ã o tó pica ............................................................ 451
    13.4.2.2. De acç ã o sisté mica ............................................................. 453
  13.5. Corticosteró ides de aplicaç ã o tó pica ............................................................ 455
13.6. Associaç õ es de antibacterianos, antifú ngicos e corticosteró ides ................. 458
 13.7. Adjuvantes da cicatrizaç ã o ............................................................................ 459
13.8. Outros medicamentos usados em Dermatologia ......................................... 460
13.8.1. Preparaç õ es enzimá ticas e produtos aparentados ........................... 461
13.8.2. Anesté sicos locais e antipruriginosos ............................................... 461
13.8.3. Preparaç õ es para verrugas, calos e condilomas ............................... 463
13.8.4. Produtos para alopé cia androgé nica ................................................ 463
13.8.5. Imunomoduladores de uso tó pico ................................................... 464
13.8.6. Produtos para as unhas .................................................................... 464
Grupo 14
Medicamentos usados em afecç õ es
otorrino laringoló gicas
14.1. Produtos para aplicaç ã o nasal ...................................................................... 467
14.1.1. Descongestionantes .......................................................................... 467
14.1.2. Corticosteró ides ............................................................................... 469
14.1.3. Anti -histamí nicos .............................................................................. 469
  14.1.4.  Fá rmacos proflá ticos usados na rinite alé rgica ................................ 470
14.1.5. Antibió ticos ....................................................................................... 470
  14.2. Produtos para aplicaç ã o no ouvido .............................................................. 470
18 Índice
GRuPO 15
Medicamentos usados em Afecç õ es Oculares
15.1. -nti ·intecciosos t picos ................................................................................ +¯]
15.1.1. -ntibacterianos ................................................................................. +¯+
15.1.2. -ntit ngicos ...................................................................................... +¯8
15.1.]. -ntir ricos ......................................................................................... +¯8
 15.2. Anti ‑infamató rios ......................................................................................... +¯)
15.2.1. torticoster ides ............................................................................... +¯)
  15.2.2. Anti ‑infamató rios nã o esteró ides ..................................................... +80
  15.2.3. Outros anti ‑infamató rios, descongestionantes e antialé rgicos ........ +81
15.]. Midri ticos e ciclopl gicos............................................................................ +8]
15.].1. Simpaticomim ticos ......................................................................... +8]
15.].2. -nticolin rgicos ................................................................................ +8+
15.+. Medicamentos usados no tratamento do glaucoma ..................................... +8+
15.+.1. Mi ticos ............................................................................................ +85
15.+.2. Simpaticomim ticos ......................................................................... +85
15.+.]. 8loqueadores beta ............................................................................ +8ô
15.+.+. -n logos das prostaglandinas .......................................................... +8¯
15.+.5. 0utros ............................................................................................... +88
15.5. -nest sicos locais ......................................................................................... +)0
15.ô. 0utros medicamentos e produtos usados em ottalmologia ........................ +)0
   15.6.1. Adstringentes, lubrifcantes e lá grimas artifciais.............................. +)0
15.ô.2. Medicamentos usados para diagn stico ........................................... +)2
15.ô.]. 0utros medicamentos ...................................................................... +)2
15.¯. Medicamentos para uso intra ·ocular ............................................................ +)2
GRuPO 16
Medicamentos Antineoplá sicos e Imunomoduladores
1ô.1. titot xicos .................................................................................................... +)]
1ô.1.1. -lquilantes ........................................................................................ +)5
1ô.1.2. titot xicos relacionados com alquilantes ........................................ +)ô
1ô.1.]. -ntimetabolitos ................................................................................. +)ô
1ô.1.+. lnibidores da topoisomerase l .......................................................... +)8
1ô.1.5. lnibidores da topoisomerase ll ........................................................ +)8
1ô.1.ô. titot xicos que se intercalam no -uN ............................................. +)8
1ô.1.¯. titot xicos que interterem com a tubulina ..................................... +))
1ô.1.8. lnibidores das tirosinacinases........................................................... +))
1ô.1.). 0utros citot xicos ............................................................................ 500
1ô.2. uormonas e anti ·hormonas .......................................................................... 500
1ô.2.1. uormonas ......................................................................................... 500
1ô.2.1.1. lstrog nios ........................................................................ 500
1ô.2.1.2. -ndrog nios ....................................................................... 500
1ô.2.1.]. lrogestag nios ................................................................... 500
1ô.2.1.+. -n logos da hormona libertadora de gonadotropina ....... 501
1ô.2.2. -nti ·hormonas .................................................................................. 502
1ô.2.2.1. -ntiestrog nios .................................................................. 502
1ô.2.2.2. -ntiandrog nios ................................................................. 50]
1ô.2.2.]. lnibidores da aromatase .................................................... 50+
1ô.2.2.+. -drenol ticos ...................................................................... 505
1ô.]. lmunomoduladores ...................................................................................... 505
Índice 19
Grupo 17
Medicamentos usados no tratamento de intoxicaç õ es
Medicamentos usados no tratamento de intoxicaç õ es .......................................... 515
Grupo 18
Vacinas e Imunoglobulinas
18.1. Vacinas (simples e conjugadas) .................................................................... 519
18.2. Lisados bacterianos ....................................................................................... 523
18.3. Imunoglobulinas .......................................................................................... 525
Grupo 19
Meios de diagnó stico
19.1. Meios de contraste radioló gico .................................................................... 527
19.1.1. Produtos iodados .............................................................................. 527
19.1.2. Produtos baritados ........................................................................... 527
19.1.3. Outros produtos usados em radiologia ............................................ 527
19.2. Meios de contraste para imagem por ressonâ ncia magné tica ...................... 527
  19.3.  Meios de contraste para ultra-sonografa ..................................................... 527
  19.4. Meios de contraste nã o radioló gico ............................................................. 527
19.5. Preparaç õ es radiofarmacê uticas (radiofá rmacos)......................................... 527

ANEXoS
Anexo 1 – Fá rmacos e Gravidez ............................................................................. 533
Anexo 2 – Fá rmacos e Aleitamento ...................................................................... 575
Anexo 3 – Fá rmacos e Insufciê ncia Hepá tica ........................................................ 593
Anexo 4 – Fá rmacos e Insufciê ncia Renal ............................................................. 599
Anexo 5 – Fá rmacos em Pediatria .......................................................................... 609
Anexo 6 – Fá rmacos e Conduç ã o .......................................................................... 611
Anexo 7 – Interacç õ es Importantes ....................................................................... 621
Í ndice Onomá stico ................................................................................................. 633
Medicamentos
Anti-infecciosos
1
Medicamentos Anti-infecciosos
1.1. Antibacterianos
1.1.1. Penicilinas
1.1.1.1. Benzilpenicilinas e fenoxi-
metilpenicilina
1.1.1.2. Aminopenicilinas
1.1.1.3. Isoxazolilpenicilinas
1.1.1.4. Penicilinas anti-
-Pseudomonas
1.1.1.5. Amidinopenicilinas
1.1.2. Cefalosporinas
1.1.2.1. Cefalosporinas de
1ª. Geração
1.1.2.2. Cefalosporinas de
2ª. Geração
1.1.2.3. Cefalosporinas de
3ª. Geração
1.1.2.4. Cefalosporinas de
4ª. Geração
1.1.3. Monobactamos
1.1.4. Carbapenemes
1.1.5. Associações de penicilinas com
inibidores das lactamases beta
1.1.6. Cloranfenicol e tetraciclinas
1.1.7. Aminoglicosídeos
1.1.8. Macrólidos
1.1.9. Sulfonamidas e suas associações
1.1.10. Quinolonas
1.1.11. Outros antibacterianos
1.1.12. Antituberculosos
1.1.13. Antilepróticos
1.2. Antifúngicos
1.3. Antivíricos
1.3.1. Anti -retrovirais
1.3.1.1. Inibidores da protease
1.3.1.2. Análogos não nucleosídeos
inibidores da transcriptase
inversa (reversa)
1.3.1.3. Análogos nucleosídeos
inibidores da transcriptase
inversa (reversa)
Inibidores da fusão
1.3.2. Outros antivíricos
1.4. Antiparasitários
1.4.1. Anti -helmínticos
1.4.2. Antimaláricos
1.4.3. Outros antiparasitários
0s t rmacos anti ‑intecciosos em geral, e os
antimicrobianos em particular, t m demonstrado
uma etic cia inquestion rel no tratamento das
intec es, sendo a sua utilidade terap utica indis‑
cut rel. tontudo, ap s a sua introdu o na pr ‑
tica cl nica, rapidamente se reriticou que diteren‑
tes microrganismos eram suscept reis de adquirir
resist ncia a t rmacos aos quais eram inicial‑
mente sens reis, sendo o exemplo dos estatiloco‑
cos produtores de lactamases beta o mais conhe‑
cido. - emerg ncia de estirpes resistentes, como
resultado da press o selectira, hoje em dia uma
realidade preocupante. - utiliza o, generalizada
e precoce de uma terap utica antimicrobiana de
largo espectro tarorece o crescimento e selec o
dos microrganismos resistentes, ao eliminar as
estirpes sens reis.
0s princ pios gerais da terap utica antimi‑
crobiana derer o, assim, estar sempre presentes
quando da institui o de uma antibioterapia.
0 tratamento derer ser indiridualizado, tendo
em considera o o pertil do doente, o local da
intec o e a etiologia da doen a. - selec o do
antimicrobiano derer basear ‑se na sua etic cia
e seguran a e ainda num custo aceit rel. -o ara‑
liar a etic cia e seguran a de um antimicrobiano
importante considerar os eteitos resultantes de
uma terap utica de largo espectro na ecologia
bacteriana ‑ aumento do risco de intec o derida a
microrganismos resistentes para o pr prio doente
e emerg ncia de estirpes bacterianas com noros
padr es de resist ncia no pr prio meio, quer hos‑
pitalar quer na comunidade. 0 antimicrobiano
eticaz de menor espectro de actiridade derer ser
sempre o t rmaco de primeira escolha, derendo
os cl nicos adoptar uma atitude restritira dentre
os r rios grupos de antimicrobianos eticazes (um
ou dois t rmacos de cada grupo). 0s noros anti‑
microbianos derer o ser sempre araliados tendo
como reter ncia os j existentes e prescritos ape‑
nas quando claramente superiores. -s associa‑
es de antimicrobianos justiticam ‑se apenas em
situa es particulares, a maioria ocorrendo em
meio hospitalar, e t m por objectiro o tratamento
de intec es polimicrobianas em que um nico
t rmaco n o suscept rel de cobrir os microrga‑
nismos isolados; obter um eteito sin rgico ‑ sem
d rida de grande reler ncia no tratamento de
intec es deridas a determinadas estirpes bac‑
terianas, como o caso da endocardite derida a
·/reµ/cccccus ou das intec es por /seudcmcnas
‑ ou ainda minimizar o desenrolrimento de estir‑
pes resistentes, como o caso do tratamento da
tuberculose ou das intec es por /seudcmcnas
Lma terap utica emp rica derer ser institu da
com um antibi tico ou associa o de antibi ticos
cujo espectro de actiridade inclua apenas o ou
os microrganismos que se suspeita serem causa‑
dores da intec o e n o todos os poss reis; uma
terap utica de largo espectro justitica ‑se quando
tor necess rio assegurar um controlo precoce da
situa o cl nica do doente e eritar complica es.
0 pertil do doente, a graridade da situa o e a
exist ncia de co ‑morbilidade s o tactores impor‑
tantes a considerar, bem como o local da intec o
e o padr o de susceptibilidade aos antimicrobia‑
nos do ou dos agentes etiol gicos mais prora‑
relmente respons reis pela intec o em causa.
- etic cia do tratamento depender do rigor do
diagn stico e de uma terap utica antimicrobiana
apropriada. - utiliza o de regimes posol gicos
22 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
adequados determinante da resposta tera‑
p utica. uas reac es adrersas induzidas pelos
antimicrobianos em geral, as reac es al rgicas
‑ tebre e erup es cut neas ‑ s o as mais trequen‑
tes. - netro e a ototoxicidade bem como a mie‑
losupress o s o espec ticas de t rmaco e est o,
usualmente, bem documentadas. 0s macr lidos,
a rifampicina e os antit ngicos do grupo dos
imidaz is podem apresentar interac es medi‑
camentosas clinicamente signiticatiras. -lgumas
intec es s o autolimitadas e muitas s o, prora‑
relmente, de origem riral.
- terap utica detinitira poder diterir da tera‑
p utica inicialmente institu da e derer ser ini‑
ciada logo que os resultados laboratoriais estejam
dispon reis. 0s textos protocolares publicados
relatiramente ao tratamento de patologias espe‑
c ticas derer o ser consultados.
0s diterentes grupos de t rmacos anti ‑intec‑
ciosos ser o abordados de acordo com a classi‑
tica o tarmacoterap utica destes medicamentos.
1.1. -ntibacterianos
1.1.1. lenicilinas
-s penicilinas toram os primeiros “rerdadeiros
antibi ticos” a ser introduzidos na pr tica cl nica
e continuam a desempenhar um papel importante
no tratamento das intec es bacterianas.
lertencentes ao grande grupo dos beta lact ‑
micos, as penicilinas s o antibi ticos bactericidas
que actuam por inibi o da s ntese da parede
bacteriana e actira o do seu sistema autol tico
end geno.
-presentam uma boa ditus o em todos os teci‑
dos do organismo com excep o da pr stata, olho
e SNt (meninges n o intlamadas). S o excretadas
por ria renal sendo recomendada uma redu o
da sua posologia em doentes com l8 moderada a
grare (em geral para tlcr < 50 ml/min).
uabitualmente as penicilinas s o dirididas em
5 grandes grupos de acordo com o seu espectro
de actiridade: penicilinas naturais (benzilpeni‑
cilinas), aminopenicilinas, isoxazolilpenicilinas
ou penicilinas resistentes s penicilinases, peni‑
cilinas anti ‑pseudomonas ou de largo espectro e
amidinopenicilinas.
1.1.1.1. 8enzilpenicilinas e tenoximetil‑
penicilina
-s penicilinas naturais (benzilpenicilina ou
penicilina u e penicilina \) s o actiras contra
muitos cocos gram + incluindo a maioria dos
·/aµ/y/cccccus aureus e · eµidermidis n o pro‑
dutores de penicilinases, estreptococos, pneu‑
mococos de quase todos os grupos, ·/reµ/cccc‑
cus riridans e algumas estirpes de enterococos.
S o tamb m actiras contra alguns bacilos gram
+ como o 8aci//us an//racis, 6cryne|ac/erium
diµ//eriae, lis/eria mcnccy//c¸enes e alguns
cocos gram ‑ como a \eisseria menin¸i/idis e
ainda alguns bacilos gram ‑ como o uaemcµ/i/us
in(/uen:ae. Muitos anaer bios gram +, o trepo‑
nema e alguns anaer bios gram ‑ s o sens reis a
estas penicilinas. -s ln/erc|ac/ereaceae e a /seu‑
dcmcnas aeru¸incsa s o sempre resistentes s
penicilinas naturais.
- benzilpenicilina ou penicilina u um anti‑
microbiano de elei o para muitas situa es
cl nicas. tom um t
1
/2 plasm tico de apenas 20 a
50 minutos, dere ser administrada por ria l\ ou
lM a interralos muito curtos ou mesmo em per‑
tus o cont nua. - utiliza o de doses eleradas,
e porque a maioria das penicilinas se apresenta
sob a torma de sais s dicos ou pot ssicos, poder
estar na origem de alguns desequil brios electro‑
l ticos; esta a raz o pela qual racional prescre‑
rer, nestas doses, a penicilina u sob a torma dos
seus sais s dico e pot ssico. tada 1000000 Ll de
penicilina u cont m 2 mlq de s dio (sal s dico)
ou 1,¯ mlq de pot ssio (sal pot ssico). Quando
utilizadas doses eleradas, particularmente em
doentes com distun o card aca ou renal, este
aporte de s dio ou pot ssio derer ser conside‑
rado. - penicilina u benzat nica e a penicilina u
proca nica s o sais pouco sol reis de penicilina
u tormulados exclusiramente para administra o
por ria lM. ueste modo poss rel manter concen‑
tra es s ricas de penicilina u por per odos pro‑
longados (at 2+ horas para a penicilina proca ‑
nica e at 15 dias para a penicilina benzat nica).
- administra o de doses nicas de ô00000 a
2+00000 Ll de penicilina benzat nica usada no
tratamento de intec es deridas a ·/reµ/cccccus
µyc¸enes e na s tilis e, em administra es men‑
sais, na protilaxia da tebre reum tica. - penicilina
\ ou fenoximetilpenicilina um derirado da
penicilina u resistente ao pu cido do est mago
sendo, por isso, poss rel a sua administra o por
ria oral. N o , contudo, recomendada a sua utili‑
za o no tratamento de intec es grares, uma rez
que a sua actiridade bactericida bastante inte‑
rior da penicilina u e a sua biodisponibilidade
bastante rari rel.
n
BENZILPENICILINA BENZATíNICA
Ind.: lntec es deridas a ·/reµ/cccccus µyc¸enes,
sí flis e proflaxia da febre reumá tica.
R. Adv.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Interac.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM: ô00000 a 1200000 Ll em
dose nica; 2+00000 Ll em dose nica semanal,
durante 3 semanas no tratamento da sí flis diag‑
nosticada tardiamente.
[Crianç as] ‑ \ia lM: < 12 anos: ]00000 a
ô00000 Ll em dose nica.
/aren/ ricas ‑ I2 1///1 m/
llN10tlllN S 1200 (MS8M); lab. -tral
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ + ml; e 5,05 (e 5,05); ô)°
/aren/ ricas ‑ 21 1///65 m/
llN10tlllN S 2+00 (MS8M); lab. -tral
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ ô,5 ml; e 5,5 (e 5,5); ô)°
1.1. Antibacterianos 23
n
BENZILPENICILINA BENZATíNICA
+ BENZILPENICILINA POTáSSICA +
BENZILPENICILINA PROCAíNICA
lsta associa o n o apresenta rantagens sobre
as outras tormas inject reis de penicilina.
/aren/ ricas ‑ 8en:i/µenici/ina |en:a/ nica 6ôôôôô //
+ 8en:i/µenici/ina µc/ ssica )ôôôôô // + 8en:i/‑
µenici/ina µrcca nica mcnc ‑/idra/ada )ôôôôô //
llN10tlllN ô.].] (MS8M); lab. -tral
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ + ml; e ô (e ô); ô)°
n
BENZILPENICILINA POTáSSICA
Ind.: lntec es por agentes penicilino ‑sens reis,
nomeadamente taringite, amigdalite, otite m dia,
pneumonia, endocardite estreptoc cica e menin‑
gite meningoc cica ou pneumoc cica.
R. Adv.: 8eac es de hipersensibilidade incluindo
tebre, urtic ria, dores articulares; angioedema.
leucopenia e trombocitopenia, usualmente tran‑
sitó rias. Choque anaflá tico apenas em doentes
com hipersensibilidade s penicilinas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uist ria de hipersensibilida‑
de s penicilinas. 8eduzir a posologia no doente
com l8.
Interac.: - probenecida inibe competitiramente a
secre o tubular das penicilinas causando um
aumento signifcativo das suas concentraç õ es
s ricas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\ (pertus o intermitente)
ou lM: ]00000 a 1200000 Ll/dia, a administrar de
] em ] ou de + em + horas.
\ia l\ (pertus o intermitente ou pertus o cont ‑
nua): 10000000 a 2+000000 Ll/dia, a administrar
a interralos de 2 em 2 horas ou por pertus o cont ‑
nua, no tratamento de intec es grares.
8eduzir a posologia no doente com l8 (tl cr
< 50 ml/min).
\ia intratecal ‑ N o recomendada.
[Crianç as] ‑ \ia l\: < 12 anos: 25000 a
+00000 Ll/kg/dia, a administrar de + em + ou
de ô em ô horas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ria
n
BENZILPENICILINA PROCAíNICA
Ind.: lntec es deridas a \eisseria ¸cncrr/ceae,
Ireµcnema µa//idum e outros microrganismos
sens reis penicilina.
R. Adv.: \. 8enzilpenicilina pot ssica. - penicilina
proca na se inadrertidamente administrada intra‑
‑arterialmente pode causar les es rasculares e
neurol gicas. lrentuais reac es psic ticas agu‑
das deridas proca na s o transit rias.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Interac.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM: ô00000 a 1000000 Ll/dia;
2+00000 Ll/dia, durante 10 a 1+ dias no trata‑
mento da neurosí flis, como alternativa à penicili‑
na u e em associa o com probenecida.
[Crianç as] ‑ \ia lM: < 12 anos: 25000 a
50000 Ll/kg/dia.
\c/a· \ 8en:i/µenici/ina |en:a/ nica + 8en:i/µe‑
nici/ina µc/ ssica + 8en:i/µenici/ina µrcca nica
n
FENOXIMETILPENICILINA
Ind.: Proflaxia da febre reumá tica e tratamento
de intec es estreptoc cicas ligeiras a modera‑
das. \. 8enzilpenicilinas e tenoximetilpenicilina
(1.1.1.1.).
R. Adv.: 8eac es de hipersensibilidade incluindo
tebre, urtic ria, dores articulares; angioedema.
leucopenia e trombocitopenia, usualmente tran‑
sitó rias. Choque anaflá tico apenas em doentes
com hipersensibiliade s penicilinas. -nemia he‑
mol tica, agranulocitose. lsotagite, altera es da
tun o hep tica e descolora o da l ngua.
Contra ‑Ind. e Prec.: uist ria de hipersensibilida‑
de s penicilinas. 8eduzir a posologia no doente
com lu e/ou l8 grare (tl cr < 10 ml/min).
Interac.: - probenecida inibe competitiramente a
secre o tubular das penicilinas causando um
aumento signifcativo das suas concentraç õ es
s ricas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 125 a 500 mg, 2 a + re‑
zes/dia.
[Crianç as] ‑ 25 a 100 mg/kg/dia a adminis‑
trar em 2 ou + rezes (250 mg de penicilina \
pot ssica correspondem, aproximadamente, a
+00000 unidades).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ria
1.1.1.2. -minopenicilinas
S o penicilinas semissint ticas que apresentam
um espectro de actiridade que inclui, para al m
de cocos gram +, um n mero signiticatiro de
bact rias gram ‑ como o uaemcµ/i/us in(/uen:ae
e r rias estirpes de l cc/i, /rc/eus mira|i//is, ·a/‑
mcne//a e ·/i¸e//a. S o habitualmente resistentes
quase totalidade dos estatilococos produtores
de lactamases beta, outras ln/erc|ac/ereaceae,
8ac/ercides (ra¸i//is e /seudcmcnas. - ampi‑
cilina mais actira contra ln/ercccccus e u
in(/uen:ae do que a penicilina u.
-ctualmente uma percentagem signiticatira de
l cc/i s o j resistentes ampicilina e amoxi‑
cilina pelo que, na sua prescri o (terap utica
emp rica) a doentes com intec o urin ria, o
conhecimento do padr o de sensibilidade aos
antimicrobianos derer ser considerado. - ampi‑
cilina toi o primeiro t rmaco deste grupo a ser
comercializado. -s aminopenicilinas s o resisten‑
tes ao pu cido do est mago, o que permite a sua
administra o por ria oral.
- amoxicilina ditere da ampicilina apenas
pela presen a de um grupo hidroxilo na sua
mol cula. melhor absorrida do que a ampi‑
cilina quando administrada µer cs e a sua bio‑
disponibilidade n o alterada pelos alimentos,
apresentando ‑se assim como tendo rantagens
sobre a ampicilina. 0 seu espectro de actiridade
id ntico ao da ampicilina.
Ind.: 1ratamento de intec es respirat rias, exacer‑
ba es da bronquite cr nica e otites, habitual‑
mente deridas a estreptococos ou uaemcµ/i/us
e ainda intec es urin rias e gonorreia.
R. Adv.: uas suas reac es adrersas, para al m das j
reteridas na introdu o s penicilinas, destacam‑
24 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
‑se as n useas e diarreia que s o suscept reis de
induzir com alguma trequ ncia. - ampicilina e a
amoxicilina induzem trequentemente erup es
cut neas que n o s o, contudo, descritas como
resultado de uma rerdadeira alergia s penicili‑
nas. - bacampicilina e a pirampicilina s o steres
da ampicilina que apresentam uma biodisponibi‑
lidade superior e induzem diarreia com menor
trequ ncia.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s das penicilinas. \. 8enzil‑
penicilina pot ssica.
Interac.: -s das penicilinas. \. 8enzilpenicilina po‑
t ssica.
n
AMOXICILINA
Ind.: V. Introduç ã o (1.1.1.2.). Proflaxia da endo‑
cardite bacteriana. 1ratamento da lcera p ptica
(erradica o do ue/icc|ac/er µy/cri) em associa‑
o com outros antimicrobianos e inibidores da
secre o cida g strica (\. urupo ô.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 8 em
8 horas; ] g de 12 em 12 horas nas intec es
grares; 1 g de 12 em 12 horas, durante 1+ dias
(terap utica tripla) ou 1 g de 8 em 8 horas, du‑
rante 1+ dias (terap utica dupla) na erradica o
do u µy/cri; 2 g, a administrar 1 hora antes de
interren es cir rgicas ou extrac es dent rias,
na proflaxia da endocardite bacteriana.
\ia lM ou l\: 500 mg de 8 em 8 horas (ria lM);
500 mg a 1 g de 8 em 8 horas ou de ô em ô horas
(ria l\).
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 10 anos: 125 a 250 mg
de 8 em 8 horas; dos 2 aos 5 anos: ¯50 mg de
12 em 12 horas; dos 5 aos 10 anos: 1,5 g de
12 em 12 horas nas intec es respirat rias
grares.
\ia lM ou l\: 50 a 100 mg/kg/dia, a administrar de
8 em 8 ou de ô em ô horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
-M0\ltlllN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2,05
(e 0,0205); ô)° ‑ l8 e 2,¯2
-M0\ltlllN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯5 ml; e 1,8ô
(e 0,02+8); 0°
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2,+
(e 0,02+); ô)° ‑ l8 e 2,¯2
-M0\ltlllN- S-Nu0/ 250 Mu/5 Ml l l-8- SLS‑
llNS 0 08-l (MS8M); Sandoz
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2,1
(e 0,021); ô)° ‑ l8 e 2,¯2
-Mll-M0\ (MS8M); 1ecnitar
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5,05
(e 0,0505); ô)° ‑ l8 e 2,¯2
tl-M0\¥l (MS8M); 8eecham
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5
(e 0,05); ô)° ‑ l8 e 2,¯2
08-MlN-\ (MS8M); lab. 8.-. larma
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 5
(e 0,0+1¯); ô)° ‑ l8 e ],2ô
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸/5 m/
-M0\ltlllN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ],58
(e 0,0]58); ô)° ‑ l8 e ],8+
-M0\ltlllN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e +,5ô
(e 0,0+5ô); ô)° ‑ l8 e ],8+
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e 5,)+
(e 0,0])ô); 0°
-M0\ltlllN- S-Nu0/ 500 Mu/5 Ml l l-8- SLS‑
llNS 0 08-l (MS8M); Sandoz
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ],ô¯
(e 0,0]ô¯); ô)° ‑ l8 e ],8+
-Mll-M0\ (MS8M); 1ecnitar
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5
(e 0,05); ô)° ‑ l8 e ],8+
tll-M0\ (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 5
(e 0,0+1¯); ô)° ‑ l8 e +,ô1
tl-M0\¥l (MS8M); 8eecham
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5
(e 0,05); ô)° ‑ l8 e ],8+
08-MlN-\ (MS8M); lab. 8.-. larma
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 5,]]
(e 0,0+++); ô)° ‑ l8 e +,ô1
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôôô m¸
-M0\ltlllN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e +,25
(e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e +,ô)
tl-M0\¥l (MS8M); 8eecham
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,))
(e 0,]¯++); ô)° ‑ l8 e +,ô)
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ )ôôô m¸
tll-M0\ (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ Saqueta ‑ 1 unid; e ],08
(e ],08); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
-M0\ltlllN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ],28 (e 0,205); ô)°
‑ l8 e ],1¯
-M0\ltlllN- ulNl8lS 500 Mu t lSLl-S
(MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2,0ô (e 0,1288); ô)°
‑ l8 e ],1¯
-M0\ltlllN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2,8] (e 0,1¯ô)); ô)°
‑ l8 e ],1¯
-Mll-M0\ (MS8M); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)° ‑ l8
e ],1¯
tll-M0\ (MS8M); lab. -tral
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)° ‑ l8
e ],1¯
tl-M0\¥l (MS8M); 8eecham
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)° ‑ l8
e ],1¯
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 5,)8 (e 0,18ô)); ô)°
lllM0\lN S0lL1-8 (MS8M); -stellas
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
-M0\ltlllN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e +,25
(e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e +,ô)
1.1. Antibacterianos 25
-M0\ltlllN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,1¯ (e 0,]2]1); ô)°
‑ l8 e +,ô)
-Mll-M0\ (MS8M); 1ecnitar
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
‑ l8 e +,ô)
tll-M0\ (MS8M); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
‑ l8 e +,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e ),2 (e 0,28¯5); 0°
lllM0\lN S0lL1-8 (MS8M); -stellas
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,21 (e 0,]25ô); ô)°
‑ l8 e +,ô)
M0\-ulN1 (MS8M); lab. \it ria
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
‑ l8 e +,ô)
08-MlN-\ (MS8M); lab. 8.-. larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
‑ l8 e +,ô)
n
AMPICILINA
Ind.: lntec es respirat rias. 8ronquite cr nica.
0tite m dia. Sinusite. lntec es urin rias. lntec‑
es deridas a algumas estirpes de Salmonella.
uonorreia.
R. Adv.: N useas e diarreia. lrup es cut neas. \.
lntrodu o (1.1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 mg a 1 g de ô em
ô horas, a administrar ]0 minutos antes das re‑
tei es; 500 mg de 8 em 8 horas nas intec es
urin rias; 2 a ],5 g como dose nica na gonorreia.
\ia lM ou l\: 500 mg a 1 g de ô em ô ou de + em
+ horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 10 anos: metade da
dose do adulto.
\ia lM ou l\: < 10 anos: metade da dose do
adulto.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.1.1.]. lsoxazolilpenicilinas
S o penicilinas semissint ticas que n o s o
hidrolisadas pela maioria das penicilinases.
lmbora apresentem alguma actiridade contra
outros cocos gram + e gram ‑ s o, em geral,
menos actiras que as penicilinas naturais.
Ind.: - sua nica indica o terap utica o tratamen‑
to das intec es deridas a estirpes suscept reis de
estaflococos.
R. Adv.: -s das penicilinas. \. 8enzilpenicilina po‑
t ssica.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s das penicilinas. \. 8enzil‑
penicilina pot ssica.
Interac.: -s das penicilinas. \. 8enzilpenicilina po‑
t ssica.
n
DICLOXACILINA
Ind.: Infecç õ es devidas a estirpes de estaflococos
produtoras de penicilinases, incluindo otite ex‑
terna, pneumonia, impetigo, celulite, intec es
da pele e tecidos moles, osteomielites e endocar‑
dite estaflocó cica.
R. Adv.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Interac.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 125 a 500 mg de ô em
ô horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: + a 8 mg/kg de ô em
ô horas em 8Ns; 12,5 a 25 mg/kg/dia em crian‑
as com peso interior a +0 kg.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ultl0tll (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
n
FLUCLOXACILINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.1.].).
R. Adv.: \. 8enzilpenicilina pot ssica. uepatotoxi‑
cidade (hepatite aguda colest tica) est tamb m
descrita; o in cio pode ser tardio, por rezes, ap s
a suspens o da terap utica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Interac.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de ô em
ô horas, a administrar ]0 minutos antes das re‑
tei es.
\ia lM: 250 a 500 mg de ô em ô horas.
\ia l\: 250 mg a 1 g de ô em ô horas. uoses at
8 g/dia t m sido usadas no tratamento de intec‑
es grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 2 anos: um quarto da
dose do adulto; dos 2 aos 10 anos: metade da
dose do adulto.
\ia lM ou l\: < 2 anos: um quarto da dose do
adulto; dos 2 aos 10 anos: metade da dose do
adulto.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
ll0\-llN (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ô,58
(e 0,0ô58); ô)°
orais s /idas ‑ 25ô m¸
llLtl0\-tlllN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1,8¯ (e 0,1]]ô); ô)°
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ],2ô (e 0,11ô+); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ll0\-llN (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. ‑ 8lister ‑ 2+ unid; e 11,) (e 0,+)58); ô)°
‑ l8 e ¯,1
llLtl0\-tlllN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ],]] (e 0,2]¯)); ô)°
‑ l8 e +,1+
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ô,ô¯ (e 0,2]82); ô)°
‑ l8 e 8,2)
llLtl0\-tlllN- ll0\ll 500 Mu t lSLl-S
(MS8M); 1ecnimede
t ps. ‑ 8lister ‑ 2+ unid; e 5,)ô (e 0,2+8]); ô)°
‑ l8 e ¯,1
llLtl0\-tlllN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 2+ unid; e 8,51 (e 0,]5+ô); ô)°
‑ l8 e ¯,1
/aren/ ricas ‑ 5ôô m¸/2 m/
ll0\-llN (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e 1,+ô (e 1,+ô); ô)°
26 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
1.1.1.+. lenicilinas anti ‑lseudomonas
lncluem as carboxipenicilinas (carbenicilina
e ticarcilina) que s o actiras contra a / aeru¸i‑
ncsa e algumas esp cies de /rc/eus resistentes
ampicilina; s o ineticazes contra ·/aµ/y/cccccus
aureus; as ureidopenicilinas (azlocilina, mezloci‑
lina e piperacilina) apresentam um espectro de
ac o mais largo que as carboximetilpenicilinas
sendo actiras contra numerosas estirpes de /
aeru¸incsa, l/e|sie//a e ainda de ·/reµ/cccccus,
ln/ercccccus e anaer bios. 0s ·/aµ/y/cccccus e
o u in(/uen:ae produtores de lactamases beta
s o resistentes a estas penicilinas. - sua utiliza o
terap utica est , assim, dirigida para o tratamento
de intec es grares deridas a microrganismos
suscept reis ou intec es mistas enrolrendo aer ‑
bios e anaer bios, em monoterapia ou em asso‑
cia o com um aminoglicos deo no tratamento da
sepsis, intec es abdominais e nos doentes neu‑
trop nicos. - azlocilina, a mezlocilina e a ticarci‑
lina n o se encontram registadas em lortugal e
a carbenicilina j deixou de ser comercializada.
n
PIPERACILINA
Ind.: lntec es grares deridas a gram ‑ multirresis‑
tentes, incluindo a /seudcmcnas aeru¸incsa.
R. Adv.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Interac.: \. 8enzilpenicilina pot ssica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\: 200 a ]00 mg/kg/dia, a
administrar de + em + ou de ô em ô horas.
\ia lM: 100 a 150 mg/kg/dia, a administrar de
+ em + ou de ô em ô horas. N o administrar doses
nicas superiores a 2 g.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ria
1.1.1.5. -midinopenicilinas
0 seu espectro de ac o antibacteriana
restrito apenas a bact rias a robias gram ‑ n o
incluindo, contudo, a / aeru¸incsa 0 pivmeci‑
linam o nico antimicrobiano deste grupo que
se encontra actualmente comercializado.
n
PIVMECILINAM
Ind.: lntec es urin rias. uastrenterites bacterianas.
R. Adv.: -s das penicilinas.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s das penicilinas. uoentes
com defciê ncia em carnitina em terapê utica pro‑
longada. uoentes com port ria.
Interac.: -s das penicilinas. 0s anti ‑ cidos s o sus‑
cept reis de reduzir a absor o do pirmecilinam.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 mg a 800 mg/dia, a
administrar em 2 a + doses.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
Slll\lu (MS8M); leo lharmaceutical (uinamarca)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ¯,]ô
(e 0,525¯); ô)°
1.1.2. tetalosporinas
-s cetalosporinas s o antibi ticos beta lact mi‑
cos, estrutural e tarmacologicamente relaciona‑
dos com as penicilinas. -ntibi ticos bactericidas,
tais como as penicilinas, actuam inibindo a s ntese
da parede bacteriana. -presentam uma boa ditu‑
s o nos diterentes tecidos do organismo e, na sua
maioria, s o eliminadas por ria renal, sendo reco‑
mendados ajustamentos posol gicos em doentes
com l8 moderada a grare (usualmente para tl cr
≤ 50 ml/min). O seu perfil de reacç õ es adversas é
tamb m bastante aceit rel.
lm geral, as cetalosporinas s o actiras in ri/rc
contra muitas bact rias aer bias gram + e gram ‑ e
alguns anaer bios. tontudo, existem diteren as
substanciais entre as r rias cetalosporinas no
que respeita ao seu espectro e grau de actiridade
bactericida. 0 conhecimento dessas diteren as
essencial para a utiliza o destes antimicrobianos.
-lgumas cetalosporinas apresentam um espectro
de actiridade ou caracter sticas tarmacol gicas
nicos; outras podem ser descritas como t rma‑
cos “me too” que s o de custo mais elerado do
que as alternatiras terap uticas j existentes. -s
cetalosporinas actualmente dispon reis s o usu‑
almente classiticadas em + classes ‑ 1ª, 2ª, ]ª e +ª
gera es ‑ de acordo com o seu espectro de actiri‑
dade. -s cetalosporinas de 1ª gera o s o actiras
essencialmente sobre bact rias gram +, sendo
limitada a sua actiridade sobre algumas gram ‑.
medida que se aran a nas diterentes gera es, o
espectro para gram ‑ amplia ‑se (as cetalosporinas
de +ª gera o s o as mais actiras) mas perde ‑se
alguma actiridade para os gram +. -s cetamicinas
e carbacetemes s o habitualmente classiticados
no grupo das cetalosporinas dada a sua grande
semelhan a tarmacol gica.
thama ‑se a aten o para o excesso de oterta
terap utica neste grupo e insiste ‑se na necessi‑
dade de o m dico limitar a sua prescri o apenas
a alguns poucos membros desta tam lia de medi‑
camentos.
Ind.: Tratamento ou proflaxia de infecç õ es bacteria‑
nas deridas a microrganismos suscept reis.
R. Adv.: -s reac es adrersas descritas com as
cetalosporinas s o, em geral, semelhantes e in‑
cluem: lteitos gastrintestinais ‑ n useas, r mitos
e diarreia sobretudo com doses eleradas. lteitos
hematoló gicos ‑ eosinoflia, agranulocitose e
trombocitopenia ocorrem raramente. -ltera o
das enzimas hep ticas e icter cia colest tica est o
tamb m descritas mas ocorrendo muito rara‑
mente. 1al como as penicilinas, as cetalosporinas
s o suscept reis de induzir reac es de hiper‑
sensibilidade caracterizadas habitualmente por
erup es cut neas, urtic ria, prurido, artralgias e
reacç õ es anaflá cticas, embora muito raramente.
terca de 10° dos doentes que apresentam hiper‑
sensibilidade s penicilinas desenrolrem tamb m
reac es de hipersensibilidade s cetalosporinas,
pelo que uma hist ria de hipersensibilidade s
penicilinas pode constituir uma contra ‑indica o
utiliza o de cetalosporinas; uma hist ria de
hipersensibilidade s cetalosporinas constitui
1.1. Antibacterianos 27
sempre uma contra ‑indica o utiliza o destes
antimicrobianos. -s cetalosporinas que cont m o
grupo qu mico tetrazoltiometil ‑ cetamandol, ce‑
tmetazol, cetonicide, cetoperazona e cetotetano
‑ est o associadas com um risco aumentado de
desenrolrimento de eteitos hemorr gicos (hipo‑
protrombinemia) e reacç õ es tipo dissulfram.
Contra ‑Ind. e Prec.: uist ria de hipersensibilidade
s cetalosporinas e ou penicilinas. 8eduzir a po‑
sologia em doentes com l8.
Interac.: - probenecida inibe competitiramente a
secre o tubular da maioria das cetalosporinas
causando um aumento signifcativo das suas con‑
centra es s ricas.
1.1.2.1. tetalosporinas de 1.ª uera o
-s cetalosporinas de 1ª gera o s o normal‑
mente actiras contra cocos gram + incluindo os
estatilococos produtores de lactamases beta. -
sua actiridade contra gram ‑ limitada, embora
muitas estirpes de l cc/i, l/e|sie//a µneumcniae
e /rc/eus sµµ. sejam suscept reis. Nenhuma das
cetalosporinas de 1ª gera o actira contra os
enterococos, estatilococos resistente meticilina
e / aeru¸incsa.
Ind.: 1ratamento de intec es deridas a microrga‑
nismos gram + e gram ‑ suscept reis, nomeada‑
mente intec es urin rias, taringites, sinusites,
intec es respirat rias, amigdalites e intec es da
pele e tecidos moles.
R. Adv.: -s das cetalosporinas. \. lntrodu o
(1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s das cetalosporinas. \. ln‑
trodu o (1.1.2.).
Interac.: -s das cetalosporinas. \. lntrodu o
(1.1.2.).
n
CEFADROXIL
Ind.: lntec es deridas a microrganismos gram +
e gram ‑ suscept reis, nomeadamente intec es
urin rias, taringites, sinusites, intec es respira‑
t rias, intec es da pele e tecidos moles e amig‑
dalites.
0 cetadroxil n o muito actiro contra o u
in(/uen:ae
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1 a 2 g/dia, a administrar
de 12 em 12 horas ou em dose nica (intec es
urin rias).
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 1 ano: 25 mg/kg/dia;
de 1 a ô anos: 250 mg de 12 em 12 horas; >
ô anos: 500 mg de 12 em 12 horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
tll08-l (MS8M); ur nenthal
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 8,0+
(e 0,080+); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tll08-l (MS8M); ur nenthal
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ô,¯ (e 0,+188); ô)°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
tll-u80\ll M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 11,ô1 (e 0,¯25ô);
ô)°
tll08-l (MS8M); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 12,+¯ (e 0,¯¯)+);
ô)°
n
CEFATRIZINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.2.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ¯50 a 1.500 mg/dia, a
administrar de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 20 a +0 mg/kg de 8 em
8 horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/m/
M-t80llN (MS8M); -. Menarini
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 15,2+
(e 0,152+); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
M-t80llN (MS8M); -. Menarini
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 25,25 (e 1,5¯81); ô)°
n
CEFRADINA
Ind.: V. Introduç ã o (1.1.2.1.). Proflaxia cirú rgica
(boa actividade contra estaflococos produtores
de lactamases beta).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de ô em
ô horas ou 500 mg a 1 g de 12 em 12 horas.
\ia lM ou l\: 500 mg a 1 g de ô em ô horas. -t
8 g/dia nas intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 25 a 50 mg/kg/dia, a
administrar em doses dirididas.
\ia lM ou l\: 50 a 100 mg/kg/dia, a administrar
de ô em ô horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
tll8-uL8 (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 5
(e 0,0+1¯); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸/5 m/
tll8-uL8 (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e ¯,0)
(e 0,05)1); 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tll8-uL8 (MS8M); lab. -tral
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125); ô)°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
tll8-uL8 (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 11,++
(e 0,¯15); ô)°
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/Iô m/
tll8-uL8 (MS8M); lab. -tral
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e 2,2] (e 2,2]); 0°
28 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
1.1.2.2. tetalosporinas de 2.ª uera o
-s cetalosporinas de 2ª gera o s o usualmente
actiras contra os microrganismos suscept reis s
cetalosporinas de 1ª gera o, apresentando um
espectro de actiridade mais alargado para gram ‑.
S o geralmente mais actiras do que as cetalos‑
porinas de 1ª gera o contra bact rias gram ‑ (o
cefaclor uma excep o) e s o actiras contra a
maioria das estirpes de uaemcµ/i/us in(/uen:ae,
incluindo as estirpes resistentes ampicilina. -
cefoxitina, cetotetano, cetmetazol e cetamandol
s o actiras contra os 8ac/ercides (ra¸i/is. 1al
como as cetalosporinas de 1ª gera o, nenhuma
das cetalosporinas de 2ª gera o actira contra
enterococos, estatilococos resistentes meticilina
e /seudcmcnas aeru¸incsa.
Ind.: 1ratamento de intec es deridas a microrga‑
nismos gram + e gram ‑ suscept reis, nomeada‑
mente intec es respirat rias, taringites, sinusi‑
tes, amigdalites, intec es urin rias e intec es
da pele e tecidos moles.
R. Adv.: -s das cetalosporinas. \. lntrodu o
(1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s das cetalosporinas. \. ln‑
trodu o (1.1.2.).
Interac.: -s das cetalosporinas. \. lntrodu o
(1.1.2.).
n
CEFACLOR
Ind.: \. lntrodu o (1.1.2.2.). 0 cetaclor apresenta
uma boa actiridade contra o H. infuenzae.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 8 em
8 horas. -t + g/dia nas intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ue 1 m s a 1 ano:
ô2,5 mg de 8 em 8 horas; dos 1 aos 5 anos:
125 mg de 8 em 8 horas; > 5 anos: 250 mg de
8 em 8 horas. lstas doses podem duplicar no
tratamento de intec es grares.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
tltl08 (MS8M); lab. Medintar
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 10,+]
(e 0,08ô)); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ )75 m¸/5 m/
tltl08 (MS8M); lab. Medintar
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 1+,55
(e 0,121]); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tltl08 (MS8M); lab. Medintar
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 10,28 (e 0,ô+25); ô)°
‑ l8 e ¯,5+
tll-tl08 ulNl8lS 500 Mu t lSLl-S (MS8M);
ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ô,) (e 0,+]1]); ô)°
‑ l8 e ¯,5+
tll-tl08 l-8lSl-l 500 Mu t lSLl-S (MS8M);
labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ô,88 (e 0,+]); ô)°
‑ l8 e ¯,5+
orais s /idas ‑ 75ô m¸
tltl08 8l1-8u (MS8M); lab. Medintar
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1),+
(e 1,2125); ô)°
n
CEFEPROZIL
Ind.: \. lntrodu o (1.1.2.2.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 12 em
12 ou de 2+ em 2+ horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 15 a ]0 mg/kg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
l80tll (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e 11,+8
(e 0,1)1]); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
l80tll (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 28,+2 (e 1,¯¯ô]);
ô)°
n
CEFONICIDA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.2.2.). - actiridade da ceto‑
nicida contra estaflococos é inferior à das outras
cetalosporinas de 2ª gera o.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 g de 2+ em 2+ ho‑
ras; 1 g de 12 em 12 horas nas intec es grares.
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/25 m/
M0N0tlu (MS8M); uecomed
l e solr. p. sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 2,5 ml;
e 10,] (e 10,]); ô)°
n
CEFOXITINA
Ind.: Infecç õ es abdominais e proflaxia em cirurgia
colorectal (boa actiridade contra bact rias gram ‑ e
anaeró bios da fora intestinal incluindo 8ac/erci‑
des (ra¸i/is;.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 a 2 g de ô em ô a
8 em 8 horas. -t 12 g/dia nas intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: > 1 m s: 80 a 1ô0 mg/
kg/dia, a administrar de ô em ô horas ou 20 a
+0 mg/kg de ô em ô a 8 em 8 horas. -t 200 mg/
kg/dia nas intec es grares (crian as > ] meses:
dose m xima ‑ 12 g/dia).
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/Iô m/
-18-l\l1lN- (MS8M); lab. -tral
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e 5,0ô (e 5,0ô); 0°
1.1. Antibacterianos 29
tll0\l1lN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e +,)+ (e +,)+); 0°
n
CEFUROXIMA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.2.2.). - ceturoxima mais
actira contra o Haemophilus infuenzae e \eisse‑
ria ¸cncrr/ceae.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 12 em
12 horas (ceturoxima axetil).
\ia lM ou l\: ¯50 mg de ô em ô a 8 em 8 horas;
1,5 g de 8 em 8 horas nas intec es grares. uoses
nicas superiores a 1,5 g apenas por ria l\.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > ] meses: 125 mg de
12 em 12 horas. lm crian as de idade superior
a 2 anos, esta dose pode ser duplicada no trata‑
mento de intec es grares (otite m dia).
\ia lM ou l\: ]0 a 100 mg/kg/dia, a administrar de
ô em ô ou de 8 em 8 horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I25 m¸/5 m/
/ll0S (MS8M); -lter
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 10,+) (e 0,10+)); ô)°
/08ll (MS8M); ulaxo vellcome
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 10,+) (e 0,10+)); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
/ll0S (MS8M); -lter
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 18,8) (e 0,188)); ô)°
/08ll (MS8M); ulaxo vellcome
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 1),]ô (e 0,1)]ô); ô)°
orais s /idas ‑ 25ô m¸
tllL80\lM- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,+8 (e 0,5]); ô)° ‑ l8 e ),1¯
tllL80\lM- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,¯5 (e 0,5+ô)); ô)° ‑ l8 e ),1¯
tllL80\lM- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,+8 (e 0,5]); ô)° ‑ l8 e ),1¯
/ll0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 12,0+
(e 0,¯525); ô)° ‑ l8 e ),1¯
/08ll (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ¯,) (e 0,¯));

tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 12,0+
(e 0,¯525); ô)° ‑ l8 e ),1¯
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 15,5ô
(e 0,¯¯8); 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tllL80\lM- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1+,2+ (e 0,8)); ô)° ‑ l8 e 15,0+
tllL80\lM- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1+,ô)
(e 0,)181); ô)° ‑ l8 e 15,0+
tllL80\lM- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1+,ô) (e 0,)181); ô)° ‑ l8 e 15,0+
tllL80\lM- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1+,ô8 (e 0,)1¯5); ô)° ‑ l8 e 15,0+
tllL80\lM- S-Nu0/ 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ),¯+
(e 0,)¯+); ô)° ‑ l8 e ),1ô
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 18,22
(e 0,)11); ô)° ‑ l8 e 18,8
/ll0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 21,82
(e 1,]ô]8); ô)° ‑ l8 e 15,0+
/08ll (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1+,]1
(e 1,+]1); 0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 21,82
(e 1,]ô]8); ô)° ‑ l8 e 15,0+
/aren/ ricas ‑ 75ô m¸
tllL80\lM- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
l p. sol. ou p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 10 unid ‑ 15 ml; e 8,+ (e 0,8+); 0°
tL80\lMl (MS8M); ulaxo vellcome
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ ô ml; e 5,18 (e 5,18); ô)°
1.1.2.]. tetalosporinas de ].ª uera o
-s cetalosporinas de ]ª gera o s o, em regra,
menos actiras, in ri/rc, do que as cetalosporinas
de 1ª gera o contra estatilococos suscept reis
mas apresentam um espectro de actiridade muito
mais alargado para bact rias gram ‑ quando com‑
parado com as cetalosporinas de 1ª e 2ª gera o.
S o, em geral, actiras contra gram ‑ suscept reis
s cetalosporinas de 1ª e 2ª gera o e ainda con‑
tra muitas outras estirpes de gram ‑ considerados
como multirresistentes ‑ 6i/rc|ac/er, ln/erc‑
|ac/er, l cc/i, l/e|sie//a, /rc/eus, 1cr¸ane//a,
·erra/ia e outros. 1al como as cetalosporinas de
1ª e 2ª gera o, nenhuma das cetalosporinas de
]ª gera o actira contra enterococos e estatilo‑
cocos resistentes meticilina. -lgumas s o acti‑
ras contra a /seudcmcnas aeru¸incsa, sendo a
ceftazidima a que apresenta maior actiridade. 0
cefetamet piroxil, a cefixima, a cetpodoxima e o
cettibuteno s o cetalosporinas de ]ª gera o que
podem ser administradas por ria oral, bem como
o cefditoreno, mais recentemente introduzido no
mercado; s o, contudo, inactiras contra a maioria
das estirpes de ln/erc|ac/er e de /seudcmcnas
aeru¸incsa e t m uma actiridade limitada contra
anaer bios. - cefixima inactira contra a maioria
dos estatilococos. - cefotaxima, a ceftriaxona e
a cettizoxima t m espectros de actiridade id nti‑
cos e boa ditus o no SNt. - cefixima, a cefo‑
taxima e a ceftriaxona s o eliminadas por ria
renal e por metaboliza o hep tica, n o sendo
usualmente necess rios ajustamentos posol gi‑
cos quando da sua administra o a doentes com
l8 ou lu moderada a grare. - ceftriaxona apre‑
senta um t
1
/
2
plasm tico mais longo podendo ser
administrada 1 rez/dia. -s cetalosporinas de ]ª
gera o s o usualmente utilizadas no tratamento
de intec es grares nosocomiais.
30 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
n
CEFDITORENO
Ind.: lneumonia. lxacerba es agudas da bronqui‑
te cr nica. Sinusite. -migdalites e taringites agu‑
das. lntec es n o complicadas da pele e tecidos
moles.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.). 8eac‑
es de hipersensibilidade case na (o medica‑
mento cont m caseinato de s dio). uoentes com
defciê ncia primá ria em carnitina.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.). 0s anti ‑ cidos de
alumí nio e magné sio reduzem signifcativamente
a absor o do cetditoreno (administrar com 2 ho‑
ras de interralo). - administra o concomitante
de antagonistas dos receptores u2 determina
uma redu o importante da -Lt e tm x do ce‑
tditoreno.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 a +00 mg, de 12 em
12 horas, durante 10 ‑1+ dias de acordo com a gra‑
ridade da intec o.
[Crianç as] ‑ \ia oral: posologia igual do adulto
para adolescentes de idade superior a 12 anos.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
Mll-t1 (MS8M); 1edec ‑ Meiji
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2¯,)¯ (e 1,¯+81); 0°
Sllt18-tll 200 Mu (MS8M); uSk
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2+,¯+ (e 1,5+ô]); ô)°
n
CEFETAMET
Ind.: lneumonia. lxacerba es agudas da bronqui‑
te cr nica. Sinusite. -migdalites. lntec es urin ‑
rias. Lretrites gonoc cicas.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 mg a 1 g de 12 em
12 horas no tratamento de intec es respirat ‑
rias; 2 g como dose nica no tratamento de in‑
tec es urin rias; 2 g de 2+ em 2+ horas, durante
10 dias no tratamento de intec es grares do
tracto urin rio.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
CEFIXIMA
Ind.: 0tite m dia. lntec es respirat rias. lntec es
urin rias. 0utras intec es grares retract rias te‑
rap utica conrencional. \. lntrodu o (1.1.2.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 a +00 mg/dia, em
dose nica ou de 12 em 12 horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 8 mg/kg/dia, em dose
nica ou de 12 por 12 horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
tlll\lM- ulNl8lS 100 Mu/ 5 Ml l l-8- SLS‑
llNS 0 08-l (MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 5,5+
(e 0,1108); ô)° ‑ l8 e 5,+2
tlll\lM- ul8Mlu 100 Mu/5 Ml l l-8- SLSllN‑
S 0 08-l (MS8M); uermed
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e 5,5)
(e 0,0)]2); ô)° ‑ l8 e ô,5
tlll\lM- l-8lSl-l 100 Mu/5 Ml l l-8- SLS‑
llNS 0 08-l (MS8M); labestal
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e ô,ô5
(e 0,1108); ô)° ‑ l8 e ô,5
tlll\lM- Nl0tll 100 Mu/5 Ml l l-8- SLSllN‑
S 0 08-l (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e 1],]
(e 0,1108); ô)° ‑ l8 e 12,+)
18ltll (MS8M); 8ialport
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e ),58
(e 0,15)¯); ô)° ‑ l8 e ô,5
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
tlll\lM- ulNl8lS +00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 12,1]
(e 1,51ô]); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
tlll\lM- ul8Mlu +00 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); uermed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 10,2ô
(e 1,2825); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
tlll\lM- }-8- +00 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1l‑
u0S (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 12,02
(e 1,5025); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
tlll\lM- l-8lSl-l +00 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 12,1]
(e 1,51ô]); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
tlll\lM- Mllu- +00 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 12,21
(e 1,52ô]); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
Nl0tll (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid;
e 1),2¯ (e 2,+088); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
18ltll (MS8M); 8ialport
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid;
e 1),ô5 (e 2,+5ô]); ô)° ‑ l8 e 1],ô+
n
CEFODIZIMA SóDICA
Ind.: lntec es respirat rias e intec es urin rias
grares retract rias terap utica conrencional. \.
lntrodu o (1.1.2.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 a + g/dia, em dose
nica ou de 12 em 12 horas. uoses nicas supe‑
riores a 1 g apenas por ria l\.
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/1 m/
M0ul\lu (MS8M); Sanoti‑-rentis
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ + ml; e 8,02 (e 8,02); ô)°
/aren/ ricas ‑ 2ôôô m¸/Iô m/
M0ul\lu (MS8M); Sanoti‑-rentis
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e 1),21 (e 1),21); ô)°
1.1. Antibacterianos 31
n
CEFOTAXIMA
Ind.: lntec es grares particularmente deridas a
bact rias gram ‑ multirresistentes. \. lntrodu o
(1.1.2.].). Meningites bacterianas deridas a gram ‑.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2. e
1.1.2..]).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 a 2 g de 8 em
8 horas. -t 2 g de + em + horas nas intec es
grares.
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: 100 a 150 mg/kg/dia,
a administrar de ô em ô a 12 em 12 horas. -t
200 mg/kg/dia nas intec es grares.
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/1 m/
tll01-\lM- ulkM- (MS8M); uikma
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ + ml; e 5 (e 5); 0°
tll01-\lM- l-8lSl-l 1000 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM/l\ (MS8M); labestal
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ + ml; e ô,ô8 (e ô,ô8); 0°
n
CEFTAZIDIMA
Ind.: lntec es grares particularmente deridas a
bact rias gram ‑ multirresistentes e intec es de‑
ridas a /seudcmcnas aeru¸incsa.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 g de 8 em 8 ho‑
ras; 2 g de 8 em 8 horas nas intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia l\: < 2 meses: 25 a ô0 mg/
/kg/dia de 12 em 12 horas; > 2 meses: ]0 a
100 mg/kg/dia de 12 em 12 ou de 8 em 8 horas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
CEFTRIAXONA
Ind.: lntec es grares particularmente deridas a
bact rias gram ‑ multirresistentes. 1ratamento de
meningites bacterianas deridas a gram ‑. \. lntro‑
du o (1.1.2.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.2. e
1.1.2.]). tontra ‑indicada em rec m ‑nascidos at
aos 28 dias que necessitem de tratamento com
c lcio (risco de torma o de precipitados de c l‑
cio). Monitorizar risco de torma o de precipita‑
dos de c lcio em qualquer grupo et rio quando
da administra o concomitante de pertus es de
c lcio.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.2.). 8isco de torma o
de precipitados de c lcio quando da administra‑
o concomitante de pertus es de c lcio.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 g/dia, a adminis‑
trar em dose nica di ria; 2 a + g/dia, a adminis‑
trar de 12 em 12 horas. uoses superiores a 1 g por
ria lM derem ser administradas separadamente.
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: > ô semanas: 20 a
50 mg/kg/dia em dose nica; 80 mg/kg/dia em
dose nica nas intec es grares. uoses supe‑
riores a 50 mg/kg apenas por ria l\.
/aren/ ricas ‑ 25ô m¸/2 m/
tll18l-\0N- ulNl8lS 250 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); ueneris
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e 2,5¯ (e 2,5¯); ô)° ‑ l8 e ],+)
tll18l-\0N- MlSl08lN 250 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e ],]) (e ],])); ô)° ‑ l8 e ],+)
/aren/ ricas ‑ 25ô m¸/5 m/
tll18l-\0N- MlSl08lN 250 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll l\ (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 5 ml; e ],22 (e ],22); ô)° ‑ l8 e ],0]
/aren/ ricas ‑ 5ôô m¸/2 m/
tll18l-\0N- ulNl8lS 500 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); ueneris
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e +,25 (e +,25); ô)° ‑ l8 e +,]5
tll18l-\0N- l-8lSl-l 500 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll (lM) (MS8M); labestal
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e +,25 (e +,25); ô)° ‑ l8 e +,]5
tll18l-\0N- MlSl08lN 500 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e +,25 (e +,25); ô)° ‑ l8 e +,]5
80tllulN (MS8M); 8oche
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 2 ml; e 5 (e 5); ô)° ‑ l8 e +,]5
/aren/ ricas ‑ 5ôô m¸/5 m/
tll18l-\0N- MlSl08lN 500 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll l\ (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 5 ml; e ],)2 (e ],)2); ô)° ‑ l8 e ],8+
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/)5 m/
tll18l-\0N- ulNl8lS 1 u l l S0l\lN1l l-8-
S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); ueneris
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ ],5 ml; e ô,8] (e ô,8]); ô)° ‑ l8 e ô,))
tll18l-\0N- l-8lSl-l 1000 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll (lM) (MS8M); labestal
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ ],5 ml; e ô,8] (e ô,8]); ô)° ‑ l8 e ô,))
tll18l-\0N- MlSl08lN 1000 Mu l l S0l\lN‑
1l l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll lM (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ ],5 ml; e ô,8] (e ô,8]); ô)° ‑ l8 e ô,))
80tllulN (MS8M); 8oche
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ ],5 ml; e 8,0+ (e 8,0+); ô)° ‑ l8 e ô,))
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/Iô m/
tll18l-\0N- l-8lSl-l 1000 Mu l l S0l\lN1l
l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll (l\) (MS8M); labestal
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e ¯ (e ¯); ô)° ‑ l8 e ¯,1¯
32 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
tll18l-\0N- MlSl08lN 1000 Mu l l S0l\lN‑
1l l-8- S0lL 0 lN}lt1 \ll l\ (MS8M); Mepha
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e ¯ (e ¯); ô)° ‑ l8 e ¯,1¯
80tllulN (MS8M); 8oche
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid ‑ 10 ml; e 8,2+ (e 8,2+); ô)° ‑ l8 e ¯,1¯
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸
tll18l-\0N- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
l p. sol. inj. ou p. pertus o ‑ lrasco ‑ 25 unid;
e 21,25 (e 0,85); 0°
/aren/ ricas ‑ 2ôôô m¸
tll18l-\0N- l-8lSl-l 2000 Mu l l-8- S0lL‑
0 l-8- ll8lLS 0 (MS8M); labestal
l p. sol. p. pertus o ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid; e 18,21 (e 18,21); ô)° ‑ l8 e 18,ô]
tll18l-\0N- MlSl08lN 2 u l l-8- S0lL 0
l-8- ll8lLS 0 l\ (MS8M); Mepha
l p. sol. p. pertus o ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid; e 18,21 (e 18,21); ô)° ‑ l8 e 18,ô]
80tllulN (MS8M); 8oche
l p. sol. p. pertus o ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid; e 21,+2 (e 21,+2); ô)° ‑ l8 e 18,ô]
1.1.2.+. tetalosporinas de +.ª uera o
-s cetalosporinas de +ª gera o, tal como as de
]ª gera o, t m um espectro de actiridade alar‑
gado contra bact rias gram ‑ comparatiramente s
cetalosporinas de 1ª e 2ª gera o. S o actiras in
ri/rc contra algumas bact rias gram ‑, incluindo
/seudcmcnas aeru¸incsa e algumas ln/erc|ac/e‑
reaceae que s o geralmente resistentes s cetalos‑
porinas de ]ª gera o. - cetepima apresenta uma
actiridade semelhante da ceftazidima contra
/seudcmcnas aeru¸incsa mas mais actira do
que as cetalosporinas de ]ª gera o contra as
ln/erc|ac/ereaceae produtoras de lactamases
beta indut reis. 1al como todas as outras ceta‑
losporinas, a cetepima n o actira contra ente‑
rococos e estatilococos resistentes meticilina.
utilizada no tratamento de intec es nosocomiais
grares, n o se encontrando, por isso, dispon rel
em larm cia tomunit ria.
1.1.]. Monobactamos
S o antibi ticos beta lact micos monoc clicos
que tamb m actuam por inibi o da s ntese da
parede bacteriana. 0 aztreonam , at data, o
nico representante dispon rel deste grupo. 0
seu espectro de actiridade restrito a bact rias
aer bias gram ‑, sendo a sensibilidade da /seudc‑
mcnas aeru¸incsa rari rel. 0 aztreonam inac‑
tirado pelas lactamases beta sintetizadas pela l
µneumcniae e / aeru¸incsa. mais actiro con‑
tra a / aeru¸incsa do que as penicilinas de largo
espectro mas menos actiro do que a ceftazidima
e do que o imipenem. 0 seu pertil de reac es
adrersas semelhante ao dos outros antibi ti‑
cos beta lact micos, estando descrita hipersen‑
sibilidade cruzada parcial. N o apresenta netro
nem ototoxicidade pelo que , essencialmente,
usado como alternatira aos aminoglicos deos no
tratamento de intec es grares por gram ‑. Nos
doentes com l8 necess rio um ajustamento da
posologia.
n
AZTREONAM
Ind.: lntec es grares deridas a bact rias gram ‑.
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdomi‑
nais. lcter cia e hepatite. Neutropenia e tromboci‑
topenia. lrup es cut neas e urtic ria.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade aos antibi‑
ticos beta lact micos. lu.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 1 g de 8 em 8 horas
ou 2 g de 12 em 12 horas; 2 g de ô em ô ou de
8 em 8 horas nas intec es grares. uoses superio‑
res a 1 g apenas por ria l\.
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: > 2 anos: 50 mg/kg
de ô em ô ou de 8 em 8 horas.
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/) m/
-/-t1-M (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
l e solr. p. sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ ] ml;
e 1ô,25 (e 1ô,25); ô)°
1.1.+. tarbapenemes
0s carbapenemes ‑ imipenem, meropenem e
ertapenem ‑ s o tamb m antibi ticos beta lact ‑
micos que apresentam um espectro de actiridade
muito amplo, sendo resistentes maioria das lac‑
tamases beta e actiros contra gram +, gram ‑ e
anaer bios. tontudo, os estatilococos resistentes
meticilina n o s o, de um modo geral, suscep‑
t reis e a susceptibilidade da /seudcmcnas aeru‑
¸incsa rari rel. 0 imipenem um pouco mais
actiro do que o meropenem contra os gram +. 0
imipenem encontra ‑se comercializado em associa‑
o com a cilastatina, composto que inibe a meta‑
boliza o do imipenem pelas dipeptidases renais
e prolonga as suas concentra es s ricas, permi‑
tindo uma administra o a interralos de ô horas.
0 pertil de reac es adrersas dos carbapenemes
id ntico ao dos outros antibi ticos beta lact mi‑
cos. 0 imipenem , por m, suscept rel de induzir
com mais trequ ncia toxicidade central.
Ind.: 1ratamento de intec es grares deridas a mi‑
crorganismos multiresistentes, gram +, gram ‑ ou
anaer bios, com susceptibilidade conhecida ou
pror rel.
R. Adv.: \ mitos e diarreia. -ltera es hematol gi‑
cas. 8eac es al rgicas: erup es cut neas, pru‑
rido, urtic ria. llera o das enzimas hep ticas.
tetaleias, tonturas, sonol ncia. tonruls es e
contus o mental, particularmente quando utiliza‑
dos em doses eleradas, terap uticas prolongadas
ou em doentes com IR. Reacç õ es anaflá ticas que
podem ser grares.
1.1. Antibacterianos 33
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade aos beta
lact micos. uoen as do SNt, nomeadamente epi‑
lepsia. uoentes medicados com cido ralpr ico
(\. interac es). 8eduzir a posologia em doentes
com l8. uraridez e -leitamento.
Interac.: - probenecida reduz a depura o plasm ‑
tica dos carbapenemes causando um aumento
signifcativo das suas concentraç õ es sé ricas. A
co ‑administra o de qualquer carbapenem com o
cido ralpr ico determina uma redu o clinica‑
mente signifcativa das concentraç õ es sé ricas do
cido ralpr ico sendo a sua administra o conco‑
mitante considerada como uma contra ‑indica o.
n
ERTAPENEM
Ind.: \. lntrodu o (1.1.+.). 1ratamento de pneu‑
monias adquiridas na comunidade. lntec es
intra ‑abdominais. lntec es ginecol gicas agu‑
das. lntec es da pele e tecidos moles. lntec es
do pé diabé tico. Proflaxia de infecç ã o no local
de interren o cir rgica ap s cirurgia colorectal
electira.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.+.). 8eac es de hiper‑
sensibilidade grares particularmente em doen‑
tes com hist ria de hipersensibilidade a r rios
alergenos (risco de reacç õ es anaflá ticas ocasio‑
nalmente tatais). llebite. uor e complica es no
local da pertus o l\.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.+.). uoen‑
tes com hist ria de hipersensibilidade a m ltiplos
alergenos. uoentes com controlo de s dio na die‑
ta (1 g de ertapenem <> ô mlq de s dio).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.+.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\: 1 g, uma rez/dia, durante
3 a 14 dias; 1 g (dose ú nica) como proflaxia em
cirurgia colorectal electira (a pertus o dere ter‑
minar at 1 hora antes da incis o cir rgica).
[Crianç as] ‑ \ia l\: ] meses ‑ 12 anos: 15 mg/kg
administrados 2 rezes /dia; dose m x. ‑ 1 g/dia.
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸
lN\-N/ (MS8M); MS8u (8eino Lnido)
l p. conc. p. sol. p. pert. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ 20 ml; e ô1,++ (e ô1,++); 0°
n
IMIPENEM + CILASTATINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.+.). 1ratamento de pneu‑
monias nosocomiais, pneumonias adquiridas
na comunidade que determinem hospitaliza o.
lntec es intra ‑abdominais. lntec es geniturin ‑
rias. lntec es da pele e tecidos moles.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.+.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.+.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.+.). 0 imipenem pode
reduzir a resposta imunol gica racina o (raci‑
na rira; administra o oral) contra a ·a/mcne//a
/yµ/i (recomenda ‑se aguardar 2+ horas, ou mais,
entre a administra o da ltima dose de imipe‑
nem e a racina o). - administra o concomi‑
tante de teoflina e imipenem pode aumentar o
risco de toxicidade central. - co ‑administra o de
imipenem e ganciclorir pode precipitar o apare‑
cimento de conruls es generalizadas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\ ou lM: 500 mg de 8 em
8 horas; 1 g de 8 em 8 ou de ô em ô horas no
tratamento de intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia l\: > 2 anos: 50 mg/kg de
8 em 8 ou de ô em ô horas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.1.5. -ssocia es de penicilinas com
inibidores das lactamases beta
- associa o de penicilinas a inibidores das lac‑
tamases beta permite alargar o espectro de acti‑
ridade dos antimicrobianos j que as lactamases
beta produzidas por muitas estirpes de bact rias
deixar o, deste modo, de inactirar os antimicro‑
bianos em causa. - sensibilidade da /seudcmc‑
nas aeru¸incsa continua, contudo, a ser limitada,
uma rez que a resist ncia desta aos antimicrobia‑
nos , na maioria dos casos, mediada por altera‑
es da permeabilidade da membrana e n o pela
produ o de lactamases beta.
0s tr s principais inibidores das lactamases
beta utilizados na cl nica s o o cido clarul nico,
o sulbactam e o tazobactam. lstas associa es
podem ser particularmente teis no tratamento
de intec es polimicrobianas causadas por aer ‑
bios gram +, gram ‑ e anaer bios.
-s associa es da ampicilina com sulbactam
e da ticarcilina com o cido clarul nico n o se
encontram dispon reis entre n s.
n
AMOXICILINA + áCIDO CLAVULâNICO
Ind.: lntec es respirat rias. 8ronquite cr nica.
0tite m dia. Sinusite. lntec es urin rias. lntec‑
es por ·a/mcne//a. uonorreia. lode ser til
no tratamento de intec es respirat rias por u
infuenzae resistentes ampicilina/amoxicilina,
particularmente em doentes com ul0t.
R. Adv.: N useas e diarreia. lrup es cut neas. \.
lntrodu o (1.1.1.2.). - incid ncia de diarreia
maior quando se utilizam doses mais eleradas de
cido clarul nico. l ngua negra e distun o hep ‑
tica s o eteitos que t m sido atribu dos ao cido
clarul nico.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.1.2.). lu.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.1.2.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 8 em
8 ou de ô em ô horas.
\ia l\: 1 g de 8 em 8 horas; at 2 g de ô em ô ho‑
ras nas intec es mais grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < ô anos: 125 mg de
8 em 8 horas; dos ô aos 12 anos: 250 mg de
8 em 8 horas.
\ia l\: 25 mg/kg de 8 em 8 horas; 25 mg/kg de
ô em ô horas nas intec es mais grares.
Nota: lstas doses s o expressas em mg ou g de
amoxicilina.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I25 m¸/5 m/ +
)I25 m¸/5 m/
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ‑8-1l0lu-8M
125 Mu l ]1,25Mu/5 Ml, SLSllNS 0 08-l (MS8M);
8atiopharm
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯5 ml; e 2,¯2
(e 0,0]ô]); ô)° ‑ l8 e 2,)8
34 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 S-Nu0/
125 Mu + ]1,25 Mu/5 Ml l l-8- SLSl. 08-l
(MS8M); Sandoz
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2,8)
(e 0,028)); ô)° ‑ l8 e ],)¯
-LuMlN1lN (MS8M); uSk
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e +,))
(e 0,0+))); ô)° ‑ l8 e ],)¯
tl-\-M0\ 125 (MS8M); 8ial
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5
(e 0,05); ô)° ‑ l8 e ],)¯
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/ +
625 m¸/5 m/
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulNl8lS
50 Mu/Ml + 12.5 Mu/Ml l SLSllNS 0 08-l
(MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 5,88
(e 0,0588); ô)° ‑ l8 e 5,+ô
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0‑
‑8-1l0lu-8M 250 Mu l ô2,5 Mu/5 Ml, SLSllN‑
S 0 08-l (MS8M); 8atiopharm
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯5 ml; e +,ô1
(e 0,0ô15); ô)° ‑ l8 e +,1
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 S-Nu0/
250 Mu + ô2,5 Mu/5 Ml l l-8- SLSl. 08-l
(MS8M); Sandoz
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e +,2]
(e 0,0+2]); ô)° ‑ l8 e 5,+ô
-LuMlN1lN l081l (MS8M); uSk
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ô,)2
(e 0,0ô)2); ô)° ‑ l8 e 5,+ô
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e 10,ô8
(e 0,0¯12); 0°
8l1-M0\ (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; e ¯,0+
(e 0,058¯); ô)° ‑ l8 e ô,55
tl-\-M0\ 250 (MS8M); 8ial
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ô,)2
(e 0,0ô)2); ô)° ‑ l8 e 5,+ô
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ôô m¸/5 m/ +
57 m¸/5 m/
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulNl8lS
80 Mu/Ml + 11.+Mu/Ml l SLSllNS 0 08-l
(MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ¯,1ô
(e 0,0¯1ô); ô)° ‑ l8 e ¯,1+
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 Mllu-
(MS8M); Mepha
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ¯,1¯
(e 0,0¯1¯); ô)° ‑ l8 e ¯,1+
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 8-1l0‑
lu-8M +00Mu/5Ml + 5¯Mu/5 Ml l l/ SLSl
08-l (MS8M); 8atiopharm
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯0 ml; e 5,0ô
(e 0,0¯2]); ô)° ‑ l8 e 5,ôô
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 S-Nu0/
(MS8M); Sandoz
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ¯,0)
(e 0,0¯0)); ô)° ‑ l8 e ¯,1+
-LuMlN1lN uL0 (MS8M); uSk
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯0 ml; e ô,)8
(e 0,0))¯); ô)° ‑ l8 e 5,ôô
8l1-M0\ llLS +00 (MS8M); lab. -tral
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 8,)8
(e 0,08)8); ô)° ‑ l8 e ¯,1+
tl-\-M0\ u1 +00 (MS8M); 8ial
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ¯0 ml; e ô,)8
(e 0,0))¯); ô)° ‑ l8 e 5,ôô
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 6ôô m¸/5 m/ +
129 m¸/5 m/
-LuMlN1lN lS (MS8M); uSk
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 15,5)
(e 0,155)); ô)°
tl-\-M0\ lS (MS8M); 8ial
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 15,5)
(e 0,155)); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 875 m¸ + I25 m¸
l08tlu S0lL1-8 8¯5/125 (MS8M); -stellas
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],22
(e 0,82ô]); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + I25 m¸
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 -l1l8
(MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e +,25
(e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulNl8lS
500 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e +,25 (e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0‑
‑8-1l0lu-8M 500 Mu l 125 Mu t0Ml8lMlu0
8l\lS1lu0 (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e +,25
(e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 S-Nu0/
500 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e +,25
(e 0,2ô5ô); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
-LuMlN1lN (MS8M); uSk
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5
(e 0,]125); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
8l1-M0\ (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125);
ô)° ‑ l8 e ¯,]+
tl-\-M0\ 500 (MS8M); 8ial
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5
(e 0,]125); ô)° ‑ l8 e ¯,]+
orais s /idas ‑ 875 m¸ + I25 m¸
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 tltlLM
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,2+ (e 0,+525); ô)°
‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 tlNl-
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,+ô
(e 0,5288); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulNl8lS
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,1] (e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ul8Mlu
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); uermed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,ô]
(e 0,+¯ô)); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
1.1. Antibacterianos 35
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ul 8¯5 Mu
+ 125 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. ‑ lita termossoldada ‑ 1ô unid; e ¯,5
(e 0,+ô88); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
tomp. ‑ lita termossoldada ‑ 2+ unid; e 12,)2
(e 0,5]8]); 0°
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 }-8-
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,]
(e 0,5188); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 l-8lSl-l
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,02
(e 0,501]); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 Mllu-
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,12 (e 0,50¯5); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 M¥l-N
(MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,01 (e 0,500ô); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 lu-8‑
M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,1] (e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 8-N8-\¥
(MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,12
(e 0,50¯5); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 8-1l0‑
lu-8M 8¯5 Mu l 125Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1l‑
u0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,02
(e 0,501]); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 S-Nu0/
8¯5 Mu + 125 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,+ô
(e 0,5288); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
-LuMlN1lN uL0, t0Ml8lMlu0S 8¯5/125 Mu
(MS8M); uSk
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ),)5 (e 0,ô21)); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
8l1-M0\ llLS (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,88
(e 0,+)25); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
tl-\-M0\ u1 (MS8M); 8ial
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ),)5 (e 0,ô21)); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
llNll-N u1 (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 10,28 (e 0,ô+25); ô)° ‑ l8 e ¯,ô2
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸ + 2ôô m¸
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulkM-
1000 Mu + 200 Mu l l-8- S0l lN}lt1 \ll
(MS8M); uikma
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid
‑ 20 ml; e 2,ô2 (e 2,ô2); 0°
/aren/ ricas ‑ 2ôôô m¸ + 2ôô m¸
-M0\ltlllN- + tlu0 tl-\Ll Nlt0 ulkM-
2000+200 Mu l l-8- S0lL 0 l-8- ll8lLS 0
(MS8M); uikma
l p. sol. p. pertus o ‑ lrasco para inject reis ‑
1 unid; e ],) (e ],)); 0°
n
PIPERACILINA + TAZOBACTAM
Ind.: lntec es grares deridas a microrganismos
gram +, gram ‑ ou anaer bios resistentes aos
antimicrobianos de 1ª escolha. lntec es polimi‑
crobianas. lntec es no doente neutrop nico em
associa o com um aminoglicos deo.
R. Adv.: V. piperacilina (1.1.1.4.). Doentes com f‑
brose qu stica apresentam maior incid ncia de
tebre e erup es cut neas.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. piperacilina (1.1.1.+.).
Interac.: \. piperacilina (1.1.1.+.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\: +,5 g (+ g de piperacilina
+ 500 mg de tazobactam) de 8/8 horas, a admi‑
nistrar em pertus o lenta (20 ‑]0 minutos) ou
inje o l\ lenta (] ‑5 minutos); +,5 g (+ g de pipe‑
racilina/500 mg de tazobactam) de ô/ô horas no
doente imunocomprometido. \ia lM: posologia
id ntica da ria l\, n o excedendo a administra‑
o de 2 g de piperacilina/250 mg de tazobactam
por local de inje o.
[Crianç as] ‑ \ia l\: peso < +0 kg: 100 mg de
piperacilina/12,5 mg de tazobactam por kg, de
8/8 horas, a administrar em pertus o lenta de
]0 minutos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.1.ô. tlorantenicol e tetraciclinas
0 cloranfenicol um antibi tico de largo
espectro que apresenta uma toxicidade hemato‑
l gica signiticatira. uere, por isso, ser utilizado
apenas no tratamento de intec es grares causa‑
das por u in(/uen:ae e na tebre tit ide quando as
alternatiras terap uticas est o contra ‑indicadas.
-s tetraciclinas s o tamb m antibi ticos de
largo espectro cuja utilidade terap utica tem
rindo a diminuir como consequ ncia do desen‑
rolrimento de resist ncias. lermanecem, con‑
tudo, como t rmacos de 1ª escolha nas intec es
causadas por 6//amydia, kic|e//sia (incluindo a
tebre Q), 8ruce//a e 8crre/ia |ur¸dcr(eri (doen a
de lyme). uado o seu pertil de reac es adrersas
e caracter sticas tarmacocin ticas, a doxiciclina
geralmente considerada como a tetraciclina de
elei o.
Ind.: 1ratamento de intec es causadas por 6//a‑
mydia, kic|e//sia, 8ruce//a e 8crre/ia |ur¸dcr‑
(eri. S o tamb m usadas no tratamento da acne,
doen as periodontais (possibilidade de aplica o
t pica), exacerba es da bronquite cr nica e lep‑
tospirose, sendo particularmente teis em doen‑
tes al rgicos penicilina.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. 8eac es de
hipersensibilidade incluindo erup es cut neas,
urtic ria, dermatite extoliatira, angioedema e
anaflaxia. Cefaleias e alteraç õ es da visã o. Hepa‑
totoxicidade e pancreatite. lotosensibilidade des‑
crita raramente. -s tetraciclinas depositam ‑se no
tecido sseo em crescimento e nos dentes onde
se ligam aos i es c lcio causando manchas e, oca‑
sionalmente, hipoplasia dental. tom excep o da
doxiciclina e da minociclina, podem agrarar uma
l8 pr ‑existente.
36 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
Contra ‑Ind. e Prec.: N o derem ser administradas
a crian as de idade interior a 10 ‑12 anos e a gr ‑
ridas ou lactantes. Lsar com precau o em do‑
entes com l pus eritematoso sist mico, miastenia
¸raris ou lu.
Interac.: -s tetraciclinas quelatam os cati es bi e tri‑
ralentes presentes nos anti cidos com alum nio,
magn sio ou c lcio, laxantes com magn sio, sais
de terro e sucraltato, reduzindo a sua biodisponi‑
bilidade e a dos t rmacos reteridos. - sua absor o
reduzida pelo leite (excepto para doxiciclina e
minociclina). 0 caulino e o salicilato de bismuto
reduzem a absor o das tetraciclinas. -s tetracicli‑
nas potenciam o eteito dos anticoagulantes orais.
n
DOXICICLINA
Ind.: lxacerba es da bronquite cr nica, intec es
deridas a 6//amydia, kic|e//sia, 1yccµ/asma,
8ruce//a e doen a de lyme. leriodentites. -cne
ru/¸aris.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.ô.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.ô.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.ô.). 0s barbit ricos, a
tenito na e a carbamazepina reduzem as concen‑
tra es s ricas da doxiciclina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 a 200 mg/dia, a ad‑
ministrar de 12 em 12 horas ou em dose nica di‑
ria (100 mg); 50 mg/dia durante ô a 12 semanas
no tratamento da acne.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸
-t1lu0\ 100 (MS8M); Saninter
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,88
(e 0,]ô¯5); ô)°
\l88-MltlN- (MS8M); Lab. Pfzer
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,])
(e 0,]]ô)); 0°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
ll8l0S1-1 (MS8M); -lliance lharma. (8eino Lnido)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 28,)5 (e 0,51¯); 0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
u0\¥18l\ (MS8M); San bia
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,25 (e 0,525); ô)°
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,8ô (e 0,++]); ô)°
n
MINOCICLINA
Ind.: lxacerba es da bronquite cr nica, intec es
deridas a 6//amydia, kic|e//sia, 1yccµ/asma,
8ruce//a e doen a de lyme. -cne ru/¸aris. lor‑
tadores de meningococos.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.ô.). ligmenta o da
pele, por rezes irrerers rel.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.ô.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.ô.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg de 12 em 12 ho‑
ras; 50 mg de 12 em 12 horas durante pelo menos
ô semanas no tratamento da acne.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
tll-NtlN (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,8]
(e 0,+8)+); ô)°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 1+,ô)
(e 0,+5)1); ô)°
MlN0tltllN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e +,¯ô
(e 0,]1¯]); ô)° ‑ l8 e +,+¯
t ps. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,8+
(e 0,2)+¯); ô)° ‑ l8 e 8,]1
MlN0tlN (MS8M); 1eotarma (lt lia)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ),++ (e 0,5));
ô)°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,2)
(e 0,5+]); 0°
MlN018l\ (MS8M); lab. Medintar
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,1 (e 0,++]8); ô)°
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 1],)) (e 0,+]¯2); ô)°
1.1.¯. -minoglicos deos
0s aminoglicos deos s o antibi ticos bac‑
tericidas actiros contra a maioria das bact rias
aer bias gram ‑ incluindo a /seudcmcnas aeru‑
¸incsa uesempenham um papel relerante no
tratamento das intec es nosocomiais grares. -
estreptomicina actira contra o 1ycc|ac/erium
/u|ercu/csis (\. 1.1.12.) e ainda contra alguns
enterococos resistentes gentamicina, pelo que
usada (ria lM) em associa o com a penicilina
u (eteito sin rgico) no tratamento de endocardi‑
tes deridas a estas estirpes bacterianas. N o s o
absorridos quando administrados por ria oral,
sendo as rias lM ou l\ utilizadas sempre que se
pretende obter um eteito sist mico. - neomi‑
cina usada por ria oral quando se pretende
reduzir a tlora microbiana intestinal, por exem‑
plo na prepara o para interren es cir rgicas
e na encetalopatia hep tica. - estreptomocina
associada neomicina pode ser utilizada com o
mesmo tim, embora n o se encontre na literatura
recomenda o para esta associa o. 0s amino‑
glicos deos s o eliminados por ria renal sendo
necess rio um ajustamento posol gico (aumento
do interralo de administra o) nos doentes com
l8. 8ecomenda ‑se a monitoriza o das concentra‑
es s ricas uma rez que s o t rmacos com uma
margem terap utica estreita. - administra o dos
aminoglicos deos em dose nica di ria parece
ser t o ou mais eticaz e t o ou menos t xica que
os regimes conrencionais em doses m ltiplas.
1odos os aminoglicos deos apresentam o mesmo
pertil de reac es adrersas bem como de contra‑
‑indica es e interac es. Netro e otot xicos, os
aminoglicos deos podem, embora raramente,
induzir bloqueio neuromuscular. - ototoxicidade
pode manitestar ‑se tardiamente e , geralmente,
irrerers rel. - netrotoxicidade , habitualmente,
rerers rel. - administra o de aminoglicos deos
a doentes com miastenia ¸raris est contra‑
‑indicada. 0s aminoglicos deos podem potenciar
o eteito dos bloqueadores neuromusculares e a
administra o concomitante de outros t rmacos
netro ou otot xicos aumenta o risco de desenrol‑
rimento de netrotoxicidade e de ototoxicidade.
- isepamicina o aminoglicos deo mais recente‑
mente introduzido na cl nica. uere ser utilizado
apenas nas intec es deridas a microrganismos
resistentes amicacina e toi j desenrolrida no
contexto de administra o em dose nica di ria.
lste medicamento n o se encontra dispon rel em
larm cia tomunit ria.
1.1. Antibacterianos 37
Ind.: lntec es grares deridas a bact rias aer bias
gram ‑ incluindo a /seudcmcnas aeru¸incsa.
R. Adv.: Netrotoxicidade (geralmente rerers rel).
0totoxicidade (geralmente irrerers rel). 8lo‑
queio neuromuscular.
Contra ‑Ind. e Prec.: Miastenia ¸raris. uraridez.
-justar a posologia e monitorizar as concentra‑
es s ricas nos doentes com l8, incluindo o
doente idoso.
Interac.: - administra o concomitante de outros
t rmacos netro e otot xicos ‑ cisplatina, ranco‑
micina, antotericina 8, ciclosporina e diur ticos
de ansa ‑ aumenta o risco de desenrolrimento de
netrotoxicidade e de ototoxicidade. 0s aminogli‑
cos deos podem potenciar o eteito dos bloquea‑
dores neuromusculares.
n
AMICACINA
Ind.: lntec es grares deridas a aer bios gram ‑, re‑
sistentes gentamicina, incluindo / aeru¸incsa.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 15 mg/kg/dia, a
administrar de 12 em 12 horas. - administra o
em dose nica di ria preter rel. \. lntrodu o
(1.1.¯.).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
BACITRACINA + NEOMICINA
N o se recomenda a utiliza o desta associa‑
o (n o se justitica a associa o da bacitracina
neomicina pois o espectro de ac o antibacte‑
riana daquela restrito a bact rias gram +; dose
tixa insuticiente). \. Neomicina.
orais s /idas ‑ )52 m¸ + I825 m¸
ulMltlN- (MS8M); todilab
tomp. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e ],¯8 (e 0,18)); 0°
n
GENTAMICINA
Ind.: lntec es grares deridas a aer bios gram ‑ in‑
cluindo a / aeru¸incsa. - gentamicina tamb m
utilizada em dermatologia e ottalmologia (\. Sub‑
grupos 1].1.2. e 15.1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 2 a 5 mg/kg/dia, a
administrar de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas. -
administra o em dose nica di ria preter rel.
\. lntrodu o (1.1.¯.).
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: ue 2 semanas aos
12 anos: 2 mg/kg de 8 em 8 horas; 5 mg/kg em
dose nica di ria.
\c/a· +c/ua/men/e n c se enccn/ram disµcn reis
nc mercadc medicamen/cs µara usc sis/ micc
ccn/endc es/e ( rmacc
n
NEOMICINA
Ind.: Reduç ã o da fora microbiana intestinal na
prepara o de interren es cir rgicas ou na lu.
- neomicina demasiado t xica para administra‑
o sist mica.
- neomicina tamb m utilizada em ginecolo‑
gia, dermatologia, otorrinolaringologia e ottal‑
mologia (\. Subgrupos 1].1.2., 1+.2. e 15.1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.¯.). Lma
pequena percentagem de neomicina pode ser
absorrida a partir do intestino em doentes com
lu, podendo mesmo ocorrer algum sinal de toxi‑
cidade. lritar a sua utiliza o no doente com l8.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1 g de + em + horas.
\c/a· \ c exis/em nc mercadc medicamen/cs ccm
uma dcsa¸em ade¡uada µcsc/c¸ia reccmen‑
dada
orais s /idas ‑ 25 m¸
lN1l80MltlN- (MS8M); tontar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],2+ (e 0,1ô2); ]¯°
n
NETILMICINA
Ind.: lntec es grares deridas a aer bios gram ‑ in‑
cluindo a / aeru¸incsa.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.¯.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: + a ô mg/kg/dia
a administrar de 12 em 12 horas, de 8 em 8 horas
ou em dose nica di ria preterencialmente. \.
lntrodu o (1.1.¯.).
[Crianç as] ‑ \ia lM ou l\: 2 a 2,5 mg/kg de
8 em 8 horas.
/aren/ ricas ‑ I5ô m¸/I5 m/
Nl180MltlN- (MS8M); Schering ‑llough
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1,5 ml; e 5 (e ],]]]]);
ô)°
/aren/ ricas ‑ 2ôô m¸/2 m/
Nl180MltlN- (MS8M); Schering ‑llough
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 2 ml; e 5,)] (e 2,)ô5);
ô)°
1.1.8. Macr lidos
0s macr lidos s o antibi ticos que actuam por
inibi o da s ntese proteica, sendo bactericidas
quando utilizados em doses altas. S o actiros con‑
tra numerosos cocos e bacilos gram + e contra
alguns cocos e bacilos gram ‑, incluindo o uae‑
mcµ/i/us in(/uen:ae, le¸icne//a µneumcµ/i/a,
8ruce//a, 1yccµ/asma µneumcniae e outros.
ln/erc|ac/ereacea e /seudcmcnas aeru¸incsa
s o resistentes. 0s macr lidos s o teis no tra‑
tamento de intec es deridas a estreptococos
e enterococos, constituindo uma alternatira s
penicilinas, bem como nas intec es respirat ‑
rias por uaemcµ/i/us in(/uen:ae, 1yccµ/asma
µneumcniae, le¸icne//a µneumcµ/i/a (primeira
escolha) e intec es deridas a espiroquetas. -
claritromicina e azitromicina s o ainda actiras
contra o 1ycc|ac/erium arium - claritromi‑
cina ligeiramente mais actira do que a eritro‑
micina e atinge concentra es tecidulares mais
eleradas. - azitromicina ligeiramente menos
actira do que a eritromicina contra gram + e
ligeiramente mais actira contra alguns gram ‑.
38 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
0s quetó lidos s o derirados semi ‑sint ticos
dos macr lidos. tonstituem uma nora classe de
antimicrobianos que apresenta uma actiridade
antibacteriana contra cocos gram + multirre‑
sistentes e contra uaemcµ/i/us superior dos
macr lidos. - telitromicina, nico antibi tico
desta classe que se encontra actualmente comer‑
cializado, n o actira contra ln/erc|ac/ereaceae
nem contra /seudcmcnas aeru¸incsa.
Ind.: 1ratamento de intec es respirat rias deri‑
das a uaemcµ/i/us, 1yccµ/asma µneumcniae,
le¸icne//a µneumcµ/i/a (primeira escolha) e
intec es deridas a espiroquetas. 1ratamento de
intec es deridas a estreptococos e enterococos
constituindo uma alternatira s penicilinas.
R. Adv.: -s reac es adrersas grares induzidas pelos
macr lidos s o raras. 0s eteitos gastrintestinais
‑ n useas, r mitos, epigastralgias, dores abdo‑
minais e diarreia ‑ s o os mais trequentemente
descritos. - eritromicina (estolato de eritromici‑
na) o macr lido que apresenta eteitos gastrin‑
testinais com maior incid ncia. - claritromicina e
a azitromicina s o usualmente melhor toleradas.
1oxicidade hep tica e erup es cut neas podem
ocorrer.
Contra ‑Ind. e Prec.: - exist ncia de distun o
hep tica e ou medica o concomitante com t r‑
macos suscept reis de induzir prolongamento
do interralo Q1 dere ser considerada como uma
contra ‑indica o e ou precau o utiliza o dos
macr lidos.
Interac.: 0s macr lidos apresentam algumas inte‑
racç õ es medicamentosas clinicamente signifcati‑
vas (V. Informaç ã o especí fca).
n
AZITROMICINA
Ind.: lntec es respirat rias. 0tites m dias. lntec‑
es genitais n o complicadas deridas a 6//a‑
mydia sµµ.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Interac.: 0s alimentos reduzem a biodisponibi‑
lidade da azitromicina na sua tormula o de
c psulas, mas n o nas tormula es de comprimi‑
dos. - azitromicina n o atecta as concentra es
plasmá ticas da teoflina e da varfarina apó s ad‑
ministra o de uma nica dose. - administra o
de doses m ltiplas poder aumentar o risco de
aparecimento de toxicidade induzida pela teof‑
lina ou rartarina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 mg de 2+ em 2+ ho‑
ras durante ] dias; 1 g como dose nica nas intec‑
es genitais por 6//amydia sµµ.
\ia l\: 500 mg, 1 rez/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > ô meses, 10 mg/kg de
2+ em 2+ horas durante ] dias.
1is/as ‑ 2ôôô m¸
/l1u80M-\ (MS8M); Lab. Pfzer
uranulado libert. prolong. p. susp. oral ‑ lrasco
‑ 1 unid; e 1+,+ (e 1+,+); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
-/l18l\ (MS8M); lentatarma
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,]ô
(e 0,]+5]); ô)° ‑ l8 e ¯,02
-/l180MltlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; e ],81
(e 0,25+); ô)° ‑ l8 e ],51
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ¯,ô1
(e 0,25]¯); ô)° ‑ l8 e ¯,02
-/l180MltlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; e ],]
(e 0,22); ô)° ‑ l8 e ],51
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ô,ô
(e 0,22); ô)° ‑ l8 e ¯,02
-/l180MltlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; e ],81
(e 0,25+); ô)° ‑ l8 e ],51
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ô,8¯
(e 0,22)); ô)° ‑ l8 e ¯,02
Nl0l-8Ml/ (MS8M); Neo ‑larmac utica
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,]ô
(e 0,]+5]); ô)° ‑ l8 e ¯,02
/l1u80M-\ (MS8M); Lab. Pfzer
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; e ô,15
(e 0,+1); ô)° ‑ l8 e ],51
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 12,11
(e 0,+0]¯); ô)° ‑ l8 e ¯,02
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
-/l180MltlN- ]/ 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,++ (e 2,+8);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,51
(e 2,50]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,82
(e 2,2¯]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- -l1l8 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 5,)]
(e 1,)¯ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- -/lMlu 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); uaquimed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,51
(e 2,50]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- -/l18l\ 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,¯5 (e 2,25);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,51
(e 2,50]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- 8lLllu-8M- lNu S18l- l-8M-‑
t L1lt- S- 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1lu0S
(MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 5,18
(e 1,¯2ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- tltlLM 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e +,2) (e 1,+]);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- tlNl- 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S l08 lll tLl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,5
(e 2,5); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- l-8M0/ 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); larmoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,51
(e 2,50]]); ô)° ‑ l8 e +,51
1.1. Antibacterianos 39
-/l180MltlN- ulNl8lS 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,++ (e 2,+8);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e +,82
(e 1,ô0ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- ul 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e +,1 (e 2,05);
ô)° ‑ l8 e 5
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ],¯¯
(e 1,25ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- l-8lSl-l 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,]1
(e 2,10]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- Mllu- 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,51
(e 2,50]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,++ (e 2,+8);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- Nl0l-8Ml/ 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); Neo ‑larmac utica
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,¯5 (e 2,25);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- l-8kl ‑u-\lS (MS8M); larke uaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,¯5
(e 2,25); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- lu-8M-kl8N 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e +,2) (e 1,+]);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,82
(e 2,2¯]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- S-Nu0/ 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,]1
(e 2,10]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- 1l\- 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e 5,1]
(e 1,¯1); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- 10llll 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tolite
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,]1
(e 2,10]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- LNl/l180 (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ô,¯5 (e 2,25);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 5,1¯
(e 1,¯2]]); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- vlN1u80l (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 2,¯) (e 0,)]);
ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 2,))
(e 0,))ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
-/l180MltlN- /l180/lN- 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); }. Neres
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ] unid; e ¯,28
(e 2,+2ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
/l1u80M-\ (MS8M); Lab. Pfzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ô,++
(e ],22); ô)° ‑ l8 e 5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid; e ),5)
(e ],1)ô¯); ô)° ‑ l8 e +,51
n
CLARITROMICINA
Ind.: lntec es respirat rias. lntec es da pele e
tecidos moles. 1ratamento da lcera p ptica (er‑
radica o do ue/icc|ac/er µy/cri) em associa o
com outros antimicrobianos e inibidores da se‑
cre o cida g strica (\. urupo ô.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.8.). urari‑
dez e aleitamento. 8eduzir a posologia em doen‑
tes com l8.
Interac.: - claritromicina aumenta as concentra‑
es s ricas, com potencial desenrolrimento de
toxicidade, da carbamazepina, teoflina, digoxina,
rartarina, ciclosporina, astemizol e tertenadina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 mg de 12 em 12 ho‑
ras; 500 mg de 12 em 12 horas nas intec es
grares; 500 mg de 12 em 12 horas, durante ¯ a
10 dias (terap utica tripla) ou 500 mg de 8 em
8 horas, durante 1+ dias (terap utica dupla), na
erradica o do u µy/cri.
\ia l\: 500 mg de 12 em 12 horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 1 ano (peso < 8 kg):
¯,5 mg/kg de 12 em 12 horas; dos 1 aos 2 anos
(8 a 11 kg): ô2,5 mg de 12 em 12 horas; dos
] aos ô anos (12 a 1) kg): 125 mg de 12 em
12 horas; dos ¯ aos ) anos (20 a 2) kg):
18¯,5 mg de 12 em 12 horas; dos 10 aos 12 anos
(]0 a +0 kg): 250 mg de 12 em 12 horas.
\ia l\: N o recomendada.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25 m¸/m/
tl-8l180MltlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 8,ôô (e 8,ôô); ô)° ‑ l8 e 8,0¯
tl-8l180MltlN- 8-N8-\¥ 25 Mu/Ml u8-NLl-‑
u0 l-8- SLSllNS 0 08-l (MS8M); 8anbaxy
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e ô,8¯ (e 0,0ô8¯); ô)° ‑ l8 e 8,0¯
kl-tlu llul 18lt0 (MS8M); -bbot
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 10,2+ (e 0,102+); ô)° ‑ l8 e 8,0¯
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/m/
tl-8l180MltlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 15,]] (e 15,]]); ô)° ‑ l8 e 1+,ô
tl-8l180MltlN- 8-N8-\¥ 50 Mu/Ml u8-NLl-‑
u0 l-8- SLSllNS 0 08-l (MS8M); 8anbaxy
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 11,)8 (e 0,11)8); ô)° ‑ l8 e 1+,ô
kl-tlu llul 18lt0 (MS8M); -bbot
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e 1),]1 (e 0,1)]1); ô)° ‑ l8 e 1+,ô
orais s /idas ‑ 25ô m¸
tl-8l180MltlN- -l1l8 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
40 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
tl-8l180MltlN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- 8lLllu-8M- lNu S18l- l-8‑
M-t L1lt- S- 250Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1l‑
u0S (MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- tltlLM 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,+
(e 0,]]¯5); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- tlNl- 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- lll8-t 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); 0°
tl-8l180MltlN- l-8M0/ 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); larmoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- ulNl8lS 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- ul8Mlu 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); uermed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,ô1
(e 0,+¯5ô); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- ul 250 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,+
(e 0,]]¯5); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- l-8lSl-l 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- Mllu- 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- lu-8M-kl8N (MS8M); lhar‑
makern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,1] (e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- 8-N8-\¥ 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 5,2) (e 0,]]0ô); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- 8-1l0lu-8M 250 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- 1l18-l-8M- 250 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 1etratarma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
tl-8l180MltlN- 1l\- 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e ¯,1] (e 0,50)]); 0°
tl-8l180MltlN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,1]
(e 0,5081); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
kl-tlu (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ),5ô
(e 0,5)¯5); ô)° ‑ l8 e ô,¯8
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tl-8l180MltlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl n‑
dia)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- -l1l8 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1+ (e 0,8¯5);
ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zere‑
dos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,ô¯ (e 0,)¯)+); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 8lLllu-8M- lNu S18l- l-8‑
M-t L1lt- S- 500Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1l‑
u0S (MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],28
(e 0,8]); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- tltlLM 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 12,+)
(e 0,¯80ô); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- tlNl- 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,15
(e 0,)+ô)); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- tl-tlN- 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8ioSa de
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- lll8-t 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,1¯
(e 0,)+81); 0°
tl-8l180MltlN- l-8M0/ 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); larmoz
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- l-8M0/ 0u (MS8M); larmoz
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 10,]
(e 1,¯1ô¯); ô)°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1ô,¯)
(e 1,ô¯)); ô)°
tl-8l180MltlN- ulNl8lS 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,]+
(e 0,)588); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- ul8Mlu 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); uermed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],2)
(e 0,8]0ô); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- ul 500 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ),5
(e 0,5)]8); ô)° ‑ l8 e 11,)2
1.1. Antibacterianos 41
tl-8l180MltlN- l-8lSl-l 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,15
(e 0,)+ô)); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,ô
(e 0,)5]]); 0°
tl-8l180MltlN- Mllu- 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,ô¯
(e 0,)¯)+); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- lu-8M-kl8N 500 Mu (MS8M);
lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1+
(e 0,8¯5); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 8-N8-\¥ 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,)) (e 0,811)); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 8-1l0lu-8M 500 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 1l18-l-8M- 500 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 1etratarma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,15
(e 0,)+ô)); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- 1l18-l-8M- 0u (MS8M); 1e‑
tratarma
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 11,0ô
(e 1,8+]]); ô)°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1¯,)]
(e 1,¯)]); ô)°
tl-8l180MltlN- 10llll 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tolite
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],28
(e 0,8]); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,1¯
(e 0,)+81); ô)° ‑ l8 e 11,)2
tl-8l180MltlN- /0tlu 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uecomed
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,82
(e 0,)888); ô)° ‑ l8 e 11,)2
kl-tlu (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 20,)ô
(e 1,]1); ô)° ‑ l8 e 11,)2
kl-tlu 0u (MS8M); -bbot
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 10,])
(e 1,¯]1¯); ô)°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1ô,8+
(e 1,ô8+); ô)°
n
ERITROMICINA
Ind.: 1ratamento de intec es deridas a ·/reµ/cccc‑
cus spp, Haemophilus infuenzae, Mycoplasma
µneumcniae, le¸icne//a µneumcµ/i/a. Lretrites
n o gonoc cicas. -cne ru/¸aris.
- eritromicina tamb m utilizada em dermato‑
logia (\. Subgrupo 1].+.2.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Interac.: - eritromicina aumenta as concentra es
s ricas, com potencial desenrolrimento de to‑
xicidade, da carbamazepina, teoflina, digoxina,
rartarina, ciclosporina, astemizol e tertenadina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de ô em
ô horas ou 500 mg a 1 g de 12 em 12 horas.
\ia l\: 50 mg/kg/dia, a administrar de ô em ô ho‑
ras.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 2 anos: 125 mg de
ô em ô horas; dos 2 aos 8 anos: 250 mg de ô em
ô horas; > 8 anos: posologia do adulto.
Via IV: 25 mg/kg/dia, a administrar de ô em ô ho‑
ras; 50 mg/kg/dia nas intec es grares.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/
l8l180tlN- (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e +,)8 (e 0,0+)8); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸/5 m/
l8l180tlN- l081l (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
uranulado p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml;
e ô,12 (e 0,0ô12); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôôô m¸
l.S.l. 1000 S-tul1S (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
uranulado p. susp. oral ‑ Saqueta ‑ 12 unid;
e ¯,¯5 (e 0,ô+58); ô)°
n
ESPIRAMICINA
Ind.: - espiramicina pode constituir uma alternatira
eritromicina em doentes com intoler ncia gas‑
trintestinal ou doentes medicados com teoflina
ou ciclosporina. 1ratamento pr ‑natal da toxo‑
plasmose cong nita. \. lntrodu o (1.1.8.).
R. Adv.: 0s eteitos gastrintestinais induzidos pela
espiramicina s o pouco trequentes. \. lntrodu‑
o (1.1.8.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Interac.: - espiramicina aumenta as concentra es
s ricas, com potencial desenrolrimento de toxi‑
cidade, da carbamazepina, digoxina, rartarina,
astemizol e tertenadina.
- espiramicina n o interage com a teofilina
nem com a ciclosporina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1 g ou ]000000 Ll de
12 em 12 ou de 8 em 8 horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 50 a 100 mg/kg/dia ou
1500000 a ]000000 Ll/10kg/dia, a administrar
de 12 em 12 ou de 8 em 8 horas.
\c/a· I m¸ de esµiramicina ccrresµcnde aµrcxima‑
damen/e a )ôôô //
orais s /idas ‑ I5ôôôôô //
80\-M¥tlNl 500 (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5 (e 0,]125);
ô)°
n
ROXITROMICINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.8.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.8.).
Contra ‑Ind. e Prec.: 8eduzir a posologia em doen‑
tes com l8 ou lu grares. \. lntrodu o (1.1.8.).
Interac.: - roxitromicina pode aumentar as concen‑
tra es s ricas, com potencial desenrolrimento
de toxicidade, da carbamazepina, teoflina, digo‑
xina, rartarina, ciclosporina, astemizol e tertena‑
dina.
42 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 150 mg de 12 em 12 ho‑
ras ou ]00 mg de 2+ em 2+ horas durante 10 dias.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 2,5 a 5 mg/kg de 12 em
12 horas durante 10 dias.
orais s /idas ‑ )ôô m¸
0u0N1ltlN- (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,58 (e 1,5)88); ô)°
n
TELITROMICINA
Ind.: 1ratamento de intec es causadas por cocos
gram + multirresistentes, nomeadamente in‑
tec es respirat rias ‑ pneumonia adquirida na
comunidade, exacerba es agudas de bronquite
cr nica, sinusite aguda, amigdalite e taringite, de‑
ridas a ·/reµ/cccccus sµµ. resistentes penicilina
e eritromicina.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. llera o das
enzimas hep ticas. lrup es cut neas. \is o
eneroada (altera o transit ria). tetaleias e rer‑
tigens. lrolongamento do interralo Q1.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. Lsar
com precau o em doentes com hist ria de reac‑
es adrersas grares induzidas pelos macr lidos
bem como em doentes medicados com t rmacos
inibidores do t¥l]-+. N o administrar telitromi‑
cina durante e at 2 semanas ap s o tratamento
com t rmacos indutores do t¥l]-+ (risco de
concentra es subterap uticas de telitromicina).
N o recomendada a administra o concomitan‑
te com t rmacos suscept reis de induzir prolon‑
gamento do interralo Q1 no ltu (aumento do
risco de cardiotoxicidade). - co ‑administra o de
telitromicina com sinrastatina, atorrastatina ou
lorastatina est , tormalmente, contra ‑indicada (r.
interac es). Nos doentes com miastenia ¸raris
est descrita exacerba o de sintomas, nomeada‑
mente insufciê ncia respirató ria aguda que pode‑
r ser tatal, pelo que se recomenda que n o seja
utilizada em doentes com esta patologia. uoentes
com distun o hep tica. tonsiderar redu o da
dose em doentes com l8 e lu grares.
Interac.: - co ‑administra o de telitromicina e de
t rmacos suscept reis de induzir prolongamen‑
to do interralo Q1, nomeadamente astemizol,
tertenadina, cisaprida e pimozida, aumenta
signifcativamente o risco de cardiotoxicidade
(taquicardia e fbrilhaç ã o ventriculares e “/crsa‑
de de µcin/es”). l rmacos indutores do t¥l]-+
(carbamazepina, tenito na, tenobarbital, ritampi‑
cina e hiperic o) determinam uma redu o im‑
portante nas concentra es s ricas da telitromi‑
cina comprometendo a sua efcá cia terapê utica.
- co ‑administra o de telitromicina e ergotamina
ou dihidroergotamina pode induzir ergotismo.
- telitromicina inibe o metabolismo da sinrasta‑
tina e muito prorarelmente de outras estatinas,
causando um aumento signifcativo das suas
concentra es s ricas bem como do midazolam
e de outras benzodiazepinas metabolizadas pelo
t¥l]-+ (alprazolam, triazolam). - telitromicina
aumenta tamb m as concentra es plasm ticas
da digoxina e poder , por inibi o do t¥l]-+,
determinar um aumento das concentra es san‑
gu neas da ciclosporina, tacrol mus e sirol mus.
0 cetoconazol e o itraconazol inibem o metabo‑
lismo da telitromicina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 800 mg, 1 rez/dia, du‑
rante ¯ a 10 dias no tratamento da pneumonia
adquirida na comunidade e durante 5 dias nas
outras indica es terap uticas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: uos 12 aos 18 anos ‑
posologia igual do adulto.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
kl1lk (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); -rentis lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 28,¯8 (e 2,8¯8); ô)°
1.1.). Sultonamidas e suas associa es
-s sultonamidas toram os primeiros antimi‑
crobianos a serem utilizados na pr tica cl nica. 0
desenrolrimento de estirpes resistentes e o tacto
de apresentarem uma toxicidade signiticatira t m
limitado a sua utilidade terap utica. - associa o
de outros antimicrobianos s sultonamidas risa
obter um eteito sin rgico minimizando o desen‑
rolrimento de estirpes resistentes. 0 cotrimoxa‑
zol, associa o do sultametoxazol com o trimeto‑
prim, a mais utilizada.
Ind.: Proflaxia e tratamento de infecç õ es devidas a
estirpes susceptí veis (V. Informaç ã o especí fca).
R. Adv.: -s principais reac es adrersas das sulto‑
namidas incluem erup es cut neas trequentes,
s ndrome de Sterens ‑}ohnson, discrasias sangu ‑
neas, nomeadamente agranulocitose e depress o
medular, e l8, particularmente com as tormula‑
es menos sol reis.
Contra ‑Ind. e Prec.: ue um modo geral s o con‑
sideradas como precau es ou contra ‑indica es
das sultonamidas as gr ridas e a idade interior a
ô semanas, bem como a l8 (manter hidrata o
adequada a fm de minimizar o risco de crista‑
l ria) ou lu, doen as hematol gicas, port ria ou
hist ria de hipersensibilidade s sultonamidas.
Interac.: V. Informaç ã o especí fca.
n
SULFAMETOXAZOL + TRIMETOPRIM
Ind.: lntec es urin rias. lntec es deridas a ·a/mc‑
ne//a sµµ. lrostatites. lntec es deridas a /neu‑
mccys/is carinii.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.).).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.).).
Interac.: 0 cotrimoxazol pode potenciar o eteito
dos anticoagulantes orais, tenito na, sultonilu‑
reias e metotrexato.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: )ô0 mg a 1,++ g de
12 em 12 horas nas intec es grares; 120 mg/kg/
dia, a administrar de ô em ô ou de 8 em 8 horas
nas intec es deridas a /neumccys/is carinii.
Via IV: )ô0 mg a 1,++ g de 12 em 12 horas nas
intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 120 mg de 12 em
12 horas (de ô semanas aos 5 meses); 2+0 mg
de 12 em 12 horas (dos ô meses aos 5 anos);
+80 mg de 12 em 12 horas (dos ô aos 12 anos).
\ia l\: ]ô mg/kg/dia, a administrar de 12 em
12 horas; 5+ mg/kg/dia nas intec es grares.
\c/a· 18ô m¸ de cc/rimcxa:c/ ccrresµcndem a
1ôô m¸ de su/(ame/cxa:c/ e 8ô m¸ de /rime‑
/cµrim
1.1. Antibacterianos 43
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ôô m¸/5 m/ +
1ô m¸/5 m/
8-t18lM (MS8M); 8oche
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ],0ô
(e 0,0]0ô); ô)°
Sll18lN (MS8M); lab. uenopharm
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2,]ô
(e 0,02]ô); ô)°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸ + 8ô m¸
Sll18lN (MS8M); lab. uenopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],0) (e 0,15+5); ô)°
orais s /idas ‑ 8ôô m¸ + I6ô m¸
8-t18lM l081l (MS8M); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e ],8¯ (e 0,258); ô)°
t018lM0\-/0l 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atio‑
pharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],¯8 (e 0,18)); ô)°
‑ l8 e ],)]
Sll18lN uS (MS8M); lab. uenopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,58 (e 0,22)); ô)°
‑ l8 e ],)]
/aren/ ricas ‑ 1ôô m¸/5 m/ + 8ô m¸/5 m/
t018lM0\-/0l 8-1l0lu-8M +80 Mu/5 Ml S0‑
lL 0 lN}lt1 \ll (MS8M); 8atiopharm
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 5 ml; e ],ô+
(e 0,1+5ô); 0°
1.1.10. Quinolonas
-s quinolonas s o antimicrobianos estrutural‑
mente relacionados com o cido nalid xico. - sua
actiridade bactericida resulta da inibi o da girase
do -uN, enzima essencial replica o e transcri‑
o do -uN bacteriano. -presentam um espectro
de actiridade que abrange muitos microrganis‑
mos gram + e gram ‑ incluindo estatilococos
resistentes meticilina e /seudcmcnas aeru¸i‑
ncsa - ciprofloxacina de todas as quinolonas
a que apresenta maior actiridade contra / aeru‑
¸incsa - nortloxacina tem menos biodisponibi‑
lidade e geralmente preterida no tratamento
de intec es urin rias. lossuem uma boa ditus o
tecidular e o seu pertil de reac es adrersas , em
geral, bastante taror rel, sendo raras as reac es
adrersas grares. lodem ser administradas por ria
oral. lmbora algumas quinolonas apresentem in
ri/rc alguma actiridade contra o ·/reµ/cccccus
µneumcniae, das quinolonas actualmente dispo‑
n reis, apenas as mais recentemente comercializa‑
das ‑ por rezes designadas de quinolonas de 2ª ou
]ª gera o ‑ poder o ser usadas no tratamento de
intec es respirat rias deridas a pneumococos. -
possibilidade de algumas das noras quinolonas
induzirem hepatotoxicidade e cardiotoxicidade
(prolongamento do interralo Q1) signiticatiras
bem como totossensibilidade poder limitar a
sua utilidade terap utica. Nenhuma das quinolo‑
nas actualmente comercializadas actira contra
anaer bios. - utiliza o generalizada das quinolo‑
nas lerou ao aparecimento de uma percentagem
signiticatira de estirpes resistentes. - literatura
retere que, presentemente, os estatilococos resis‑
tentes meticilina s o j resistentes s quinolonas
bem como cerca de 20° das estirpes isoladas de
/seudcmcnas aeru¸incsa -pesar da sua acti‑
ridade contra as ln/erc|ac/ereaceae ser ainda
considerada muito boa, alguns estudos demons‑
traram que, ap s 5 anos de utiliza o, 28° das l
cc/i tinham j adquirido resist ncia. - resist ncia
cruzada entre as diterentes quinolonas tem sido
tamb m descrita. N o recomendada a sua utili‑
za o em crian as e adolescentes at aos 18 anos,
uma rez que s o suscept reis de induzir eros o
das cartilagens em crescimento.
Ind.: lntec es deridas a microrganismos gram +
e gram ‑ suscept reis. -pesar de aproradas para
muitos tipos de intec es, as quinolonas s o con‑
sideradas como t rmacos de elei o apenas para
um pequeno n mero de situa es cl nicas. Na
maior parte dos casos as quinolonas s o alterna‑
tiras terap uticas quando o doente n o responde
ou apresenta intoler ncia aos antimicrobianos de
primeira escolha.
R. Adv.: -s principais reac es adrersas descritas
com a utiliza o das quinolonas incluem: n use‑
as, r mitos e diarreia, erup es cut neas e pruri‑
do, artralgias, mialgias e rabdomi lise, tendinites
(uni ou bilaterais) e rupturas de tend o, eosino‑
flia, leucopenia e trombocitopenia, hematú ria.
lst tamb m descrito causarem eteitos centrais ‑
altera es do sono, contus o mental, conruls es,
alucina es e depress o. -lgumas quinolonas s o
suscept reis de induzir tototoxicidade. lodem,
raramente, originar deteriora o da tun o renal
(cristal ria) e deteriora o da tun o hep tica
(hepatite tulminante, muito raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. trian‑
as e adolescentes at aos 18 anos. uoentes com
epilepsia ou hist ria de doen a conrulsira. uo‑
entes com hist ria de tendinites. uoentes com
altera es electrol ticas, nomeadamente, hipoca‑
liemia ou hipocalcemia e/ou altera es do ritmo
cardí aco. Com excepç ã o da pefoxacina, todas as
quinolonas necessitam de ajustamento da poso‑
logia nos doentes com l8. uoentes com lu.
Interac.: 1odas as quinolonas apresentam interac‑
ç õ es medicamentosas clinicamente signifcativas:
a sua absorç ã o é signifcativamente reduzida pe‑
los t rmacos com cati es bi e triralentes como
os anti cidos com alum nio, magn sio ou c lcio,
suplementos com terro ou zinco e o sucraltato;
podem aumentar o t
1
/
2
plasmá tico da teoflina
(com excepç ã o da lomefoxacina) e prolongar o
tempo de protrombina nalguns doentes medi‑
cados com anticoagulantes orais; a probenecida
pode aumentar as concentra es plasm ticas
das quinolonas. -lgumas quinolonas reduzem
as concentra es s ricas da tenito na e a sua co‑
‑administra o com ciclosporina aumenta o risco
de netrotoxicidade. -lgumas quinolonas s o sus‑
ceptí veis de induzir futuaç õ es signifcativas nos
n reis de glicemia (hipo ou hiperglicemia) quan‑
do administradas a doentes diab ticos medicados
com t rmacos hipoglicemiantes.
n
CIPROFLOXACINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.10.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.).
44 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.). 8edu‑
zir a posologia em doentes com l8 grare.
Interac.: V. Introduç ã o (1.1.10.). A ciprofoxacina
pode aumentar o t
1
/
2
plasmá tico da teoflina e
da cate na e prolongar o tempo de protrombina
nalguns doentes medicados com anticoagulantes
orais. A ciprofoxacina reduz as concentraç õ es
s ricas da tenito na. - co ‑administra o de ci‑
profoxacina e ciclosporina aumenta o risco de
netrotoxicidade.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a ¯50 mg de 12 em
12 horas.
\ia l\: 200 a +00 mg de 12 em 12 horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 2],1)
(e 0,2]1)); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/25 m/
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
Susp. oral ‑ Saqueta ‑ 8 unid; e 8,]) (e 1,0+88);
ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸/5 m/
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
Susp. oral ‑ Saqueta ‑ 8 unid; e 10,2 (e 1,2¯5);
ô)°
orais s /idas ‑ 25ô m¸
tll80ll0\-tlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e +,¯1
(e 0,5888); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,5+ (e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- -l1l8 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2+ (e 0,ô55);
ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,1¯
(e 0,++81); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2¯
(e 0,ô588); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ¯,]1 (e 0,+5ô)); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 8lLllu-8M- (MS8M); 8lue‑
pharma uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,08
(e 0,ô]5); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ¯,1¯ (e 0,++81); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 5,)+ (e 0,]¯1]); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- tlNl- 250 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,5]
(e 0,5]]1); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,08
(e 0,ô]5); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,52 (e 0,5]25); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2)
(e 0,ôô1]); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ô,81 (e 0,+25ô); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- ul80ll0\ (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,5+ (e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- ul (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2)
(e 0,ôô1]); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e +,+5 (e 0,2¯81); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- }-8- (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,+ô (e 0,5288); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ¯,ô+ (e 0,+¯¯5); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,08 (e 0,ô]5);
ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,+ô
(e 0,5288); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- Nl\lN (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2)
(e 0,ôô1]); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,5+ (e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- QLlMlult-l (MS8M); Quime‑
dical
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e +,52
(e 0,5ô5); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,18 (e 0,511]); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 8-N8-\¥ 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2)
(e 0,ôô1]); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 8,5+
(e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 8-1l0lu-8M 250 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,2)
(e 0,ôô1]); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,5+ (e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ¯,1¯ (e 0,++81); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 1l18-l-8M- (MS8M); 1etratar‑
ma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 8,5+ (e 0,5]]8); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e +,ô¯
(e 0,58]8); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ¯,2+ (e 0,+525); ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80ll0\-tlN- vlN1u80l 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e +,2 (e 0,525);
ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e + (e 0,25);
ô)° ‑ l8 e ô,1)
tll80\lN- (MS8M); 8ayer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ô,2+
(e 0,¯8); ô)° ‑ l8 e +,++
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,2) (e 0,¯ô81); ô)° ‑ l8 e ô,1)
1.1. Antibacterianos 45
Nl\0ll0\ (MS8M); ur nenthal
t ps. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 10,22 (e 1,2¯¯5); ô)°
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,2+ (e 0,)525); ô)°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tlll0\ (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,08 (e 0,¯55); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,ô¯ (e 0,)¯)+); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,+¯ (e 0,¯1ô)); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- -l1l8 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 11,+¯
(e 0,¯1ô)); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -ze‑
redos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,52 (e 0,)¯); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,2 (e 0,¯ô25); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 8lLllu-8M- (MS8M); 8lue‑
pharma uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,2)
(e 0,)11]); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,08 (e 0,¯55); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,]+ (e 0,¯088); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- tlNl- 500 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1+,85
(e 0,)281); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,ô¯ (e 0,)¯)+); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,]¯
(e 0,)21]); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,0+ (e 0,)+); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ô,1)
(e 0,¯¯]8); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,]ô (e 0,¯1); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- ul80ll0\ (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,18 (e 0,)+88); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- ul (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ô,)¯ (e 0,+]5ô); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- }-8- (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,52 (e 0,)¯); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,]¯
(e 0,)21]); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1+,28 (e 0,8)25); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- Mlu-ll0\ 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,] (e 0,)125);
ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,18
(e 0,)+88); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],+2
(e 0,8]88); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- Nl\lN (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,ô¯ (e 0,)¯)+); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- lu-8M-kl8N (MS8M); lhar‑
makern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,]¯
(e 0,)21]); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,]+ (e 0,¯088); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- QLlMlult-l (MS8M); Quime‑
dical
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 0,88
(e 0,88); ô)° ‑ l8 e 1,0+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,08
(e 0,885); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,05 (e 0,)+0ô); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 8-N8-\¥ 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,]¯
(e 0,)21]); 0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],))
(e 0,8¯++); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 8-1l0lu-8M 500 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 15,18 (e 0,)+88); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1],1ô (e 0,8225); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 1l18-l-8M- (MS8M); 1etratar‑
ma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1+,85 (e 0,)281); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,08 (e 0,¯55); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ¯,]
(e 0,)125); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 12,08 (e 0,¯55); ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80ll0\-tlN- vlN1u80l 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ô (e 0,]¯5);
ô)° ‑ l8 e 10,18
tll80\lN- (MS8M); 8ayer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid;
e 11,)+ (e 1,+)25); ô)° ‑ l8 e ô,ô2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2],5] (e 1,+¯0ô); ô)° ‑ l8 e 10,18
lS1ltlN- (MS8M); lab. Normon
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1),2¯
(e 1,20++); ô)° ‑ l8 e 10,18
Nl\0ll0\ (MS8M); ur nenthal
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2ô,5ô (e 1,ôô); ô)°
46 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
orais s /idas ‑ 75ô m¸
tll80ll0\-tlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,¯+ (e 1,ô088); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- -l1l8 ¯50 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2],25
(e 1,+5]1); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- 8lLllu-8M- (MS8M); 8lue‑
pharma uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2],+¯ (e 1,+ôô)); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- tlNl- ¯50 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 25,¯]
(e 1,ô081); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 25
(e 1,5ô25); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 22,+¯ (e 1,+0++); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- ul80ll0\ (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,5 (e 1,5)]8); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- }-8- (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,5 (e 1,5)]8); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,5 (e 1,5)]8); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2],5
(e 1,+ô88); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- Nl\lN (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 25,¯+ (e 1,ô088); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- QLlMlult-l (MS8M); Quime‑
dical
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid;
e 12,]ô (e 1,5+5); ô)° ‑ l8 e 11,8ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2+,¯] (e 1,5+5ô); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- 8-N8-\¥ ¯50 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 12,8¯
(e 1,ô088); 0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 21,))
(e 1,]¯++); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 25
(e 1,5ô25); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- 1l18-l-8M- (MS8M); 1etratarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2],25 (e 1,+5]1); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80ll0\-tlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 2+,0ô (e 1,50]8); ô)° ‑ l8 e 22,0]
tll80\lN- (MS8M); 8ayer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e ]2,)¯ (e 2,0ô0ô); ô)° ‑ l8 e 22,0]
n
LEVOFLOXACINA
Ind.: 1ratamento de intec es respirat rias incluin‑
do exacerba es agudas de bronquite cr nica
e pneumonia adquirida na comunidade (casos
ligeiros ou moderados). Sinusite aguda. \. lntro‑
du o (1.1.10.).
R. Adv.: V. Introduç ã o (1.1.10.). A levofoxacina pa‑
rece ser suscept rel de induzir prolongamento do
interralo Q1 no ltu. Muito raramente hepatite
tulminante.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.). uo‑
entes medicados com t rmacos suscept reis de
induzir prolongamento do interralo Q1. 8eduzir
a posologia em doentes com l8.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.10.). 0s -lNls e a
teoflina sã o susceptí veis de reduzir o limiar
conrulsiro, aumentando o risco de ocorr ncia
de conruls es. - cimetidina e a probenecida re‑
duzem a c/earance renal da levofoxacina. A co‑
‑administraç ã o de levofoxacina e antidiabé ticos
orais difculta o controlo da glicemia (hiper ou
hipoglicemia). lmbora raramente, a administra‑
ç ã o concomitante de levofoxacina e amiodarona,
e prorarelmente de outros antiarr tmicos da clas‑
se lll, pode induzir prolongamento do interralo
Q1 no ltu.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral e l\: 250 a 500 mg de
12 em 12 ou de 2+ em 2+ horas, durante ¯ a
1+ dias.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
ll\0ll0\-tlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 8,85
(e 1,2ô+]); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 12,ôô (e 1,2ôô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,0]
(e 1,00+]); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,0+ (e 1,00+); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- l-8M0/ 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- }. Nl\lS 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); }. Neres
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- l0\-ulN 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
1.1. Antibacterianos 47
ll\0ll0\-tlN- lu-8M-kl8N (MS8M); lhar‑
makern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,5ô
(e 1,08); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,]ô (e 1,0]ô); ô)° ‑ l8 e 10,1]
ll\0ll0\-tlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ¯,0]
(e 1,00+]); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 10,0+ (e 1,00+); ô)° ‑ l8 e 10,1]
1-\-Nlt (MS8M); Sanoti‑-rentis
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 15,12 (e 2,1ô); ô)° ‑ l8 e ¯,0)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 20,¯2 (e 2,0¯2); ô)° ‑ l8 e 10,1]
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ll\0ll0\-tlN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 15,]8 (e 2,1)¯1); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 22,ôô (e 2,2ôô); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 1],0ô (e 1,8ô5¯); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 11,]5 (e 1,ô21+); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1ô,22 (e 1,ô22); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 12,21 (e 1,¯++]); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,+] (e 1,¯+]); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- l-8M0/ 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 1],0ô (e 1,8ô5¯); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 12,5) (e 1,¯)8ô); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- }. Nl\lS 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); }. Neres
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 1],0ô (e 1,8ô5¯); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- l0\-ulN 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 1],0ô (e 1,8ô5¯); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- lu-8M-kl8N (MS8M); lhar‑
makern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 1],0ô (e 1,8ô5¯); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,)8 (e 1,¯)8); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
ll\0ll0\-tlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 12,21 (e 1,¯++]); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1¯,+] (e 1,¯+]); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
1-\-Nlt (MS8M); Sanoti‑-rentis
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 2ô,1] (e ],¯]2)); ô)° ‑ l8 e 11,5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ]5,)ô (e ],5)ô); ô)° ‑ l8 e 1ô,+]
n
LOMEFLOXACINA
Ind.: \. lntrodu o (1.1.10.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.). - lo‑
mefoxacina induz fotossensibilidade com maior
trequ ncia.
Interac.: V. Introduç ã o (1.1.10.). A lomefoxacina
parece n o atectar as concentra es plasm ticas
da teoflina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 a 800 mg de 2+ em
2+ horas; +00 mg como dose nica no tratamento
da gonorreia.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
M-\-QLlN (MS8M); Lab. Pfzer
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 2+,21
(e ],02ô]); ô)°
n
MOXIFLOXACINA
Ind.: 1ratamento de pneumonia adquirida na co‑
munidade (casos ligeiros ou moderados), exacer‑
ba es agudas de bronquite cr nica e sinusites
agudas. As formulaç õ es orais de moxifoxacina só
derer o ser utilizadas no tratamento das exacer‑
ba es agudas da bronquite cr nica e da sinusite
aguda quando n o tor poss rel recorrer a outros
antimicrobianos ou quando a sua utiliza o n o
for efcaz. V. Introduç ã o (1.1.10.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.). lrolongamento do
interralo Q1 no ltu. Muito raramente hepatite
tulminante.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.). uo‑
entes com s ndrome do Q1 longo cong nito ou
adquirido. uoentes medicados com t rmacos sus‑
cept reis de induzir prolongamento do interralo
Q1, nomeadamente antiarr tmicos das classes
l- e lll, cisaprida, eritromicina, antidepressores
tric clicos ou antipsic ticos. uoentes com hipoca‑
liemia, lt ou bradicardia clinicamente relerante.
uoentes com distun o hep tica. 0s riscos de
diarreia, reac es cut neas grares, lt (mulheres e
idosos) e les o hep tica tatal s o particularmente
importantes aquando da administra o da moxi‑
foxacina por via oral.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.10.). - administra o
concomitante de moxifoxacina e de medica‑
mentos suscept reis de induzir prolongamento
do interralo Q1, nomeadamente antiarr tmicos
das classes l- e lll, cisaprida, eritromicina, anti‑
depressores tric clicos ou antipsic ticos pode de‑
terminar o aparecimento de disritmias grares. -
co ‑administraç ã o de moxifoxacina e de AINEs ou
rartarina derer ser considerada como resultan‑
do numa potencial interac o medicamentosa.
48 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 mg de 2+ em 2+ ho‑
ras, durante 5 a 10 dias.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
-\ll0\ (MS8M); 8ayuealth
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5 unid; e 20,+
(e +,08); ô)°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 2¯,2) (e ],8)8ô); ô)°
l80ll0\ (MS8M); 8ialtar
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5 unid; e 21,1
(e +,22); ô)°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ¯ unid;
e 2),02 (e +,1+5¯); ô)°
n
NORFLOXACINA
Ind.: lntec es urin rias n o complicadas e compli‑
cadas excluindo a pielonetrite complicada aguda
ou cr nica. uastrenterites bacterianas agudas.
Infecç õ es em doentes neutropé nicos (profla‑
xia). V. Introduç ã o (1.1.10.). A norfoxacina é
tamb m utilizada em ottalmologia (\. Subgrupo
15.1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Interac.: V. Introduç ã o (1.1.10.). A norfoxacina e a
nitroturanto na s o antagonistas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 mg de 12 em 12 ho‑
ras.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
N08ll0\-tlN- tlNl- +00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tinta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,0+
(e 0,+]1+); ô)° ‑ l8 e ),01
N08ll0\-tlN- 8-1l0lu-8M +00 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,0+
(e 0,+]1+); ô)° ‑ l8 e ),01
N080\lN (MS8M); MS8u
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ¯,1
(e 0,50¯1); ô)° ‑ l8 e ),01
L80ll0\ (MS8M); 8ialtar
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ¯,)¯
(e 0,+)81); ô)° ‑ l8 e 10,2)
n
OFLOXACINA
Ind.: V. Introduç ã o (1.1.10.). A ofoxacina é també m
utilizada em ottalmologia (\. urupo 15.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Interac.: \. lntrodu o (1.1.10.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 a +00 mg de 12 em
12 horas.
\ia l\: +00 mg de 12 em 12 horas.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
8l0QLll (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,8)
(e 0,¯]ô]); ô)° ‑ l8 e ô,02
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 11,ô1
(e 0,¯25ô); ô)° ‑ l8 e 11,5
0ll0tl1 (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ô,)]
(e 0,8ôô]); ô)° ‑ l8 e ô,02
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1],ôô
(e 0,85]8); ô)° ‑ l8 e 11,5
0ll0\-tlN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 5,8)
(e 0,¯]ô]); ô)° ‑ l8 e ô,02
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,]] (e 0,¯081); ô)° ‑ l8 e 11,5
0ll0\-tlN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 11,++ (e 0,¯15); ô)° ‑ l8 e 11,5
1-8l\lu (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8 unid; e ô,)]
(e 0,8ôô]); ô)° ‑ l8 e ô,02
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid;
e 1],ôô (e 0,85]8); ô)° ‑ l8 e 11,5
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
8l0QLll (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1) (e 1,18¯5);
ô)° ‑ l8 e 1¯,8ô
n
PRULIFLOXACINA
Ind.: lntec es urin rias (cistite simples e intec es
complicadas das rias urin rias interiores). lxacer‑
ba es agudas da bronquite cr nica. \. lntrodu‑
o (1.1.10.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.1.10.). lst o descritas, em‑
bora raramente, altera es auditiras e oculares
(hiperemia ocular). A prulifoxacina é susceptí vel
de induzir tototoxicidade e poder determinar
prolongamento do interralo Q1 no ltu.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.1.10.). uoen‑
tes diab ticos medicados com hipoglicemiantes
orais.
Interac.: \. lntrodu o (1.1.10.). - administra o
concomitante de prulifoxacina e de fenbufeno
aumenta o risco de ocorr ncia de conruls es. -
co ‑administra o de nicardipina pode potenciar a
fototoxicidade. A prulifoxacina pode determinar
hipoglicemia em doentes diab ticos medicados
com t rmacos hipoglicemiantes. 0s alimentos
retardam e reduzem a Cmá x da ulifoxacina (me‑
tabolito activo da prulifoxacina) mas nã o alteram
a -Lt.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg (dose nica) nas
intec es urin rias n o complicadas; ô00 mg/dia
(toma nica) nas intec es urin rias complicadas
e nas exacerba es agudas da bronquite cr nica,
at 10 dias (dura o m xima da terap utica).
orais s /idas ‑ 6ôô m¸
0llll0\ (MS8M); lab. uelta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 28,5) (e 2,85)); ô)°
LNlu80\ (MS8M); -ngelini
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5
(e 5); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 28,5) (e 2,85)); ô)°
1.1.11. 0utros antibacterianos
0s antimicrobianos inclu dos neste grupo
constituem um grupo heterog neo de antibi ti‑
cos que apresentam mecanismos de ac o distin‑
tos e t m indica es terap uticas espec ticas. uos
glicopept deos (rancomicina e teicoplanina),
a rancomicina continua a ser o t rmaco de rete‑
1.1. Antibacterianos 49
r ncia e, embora n o se encontre dispon rel em
larm cia tomunit ria, largamente utilizada em
meio hospitalar. - linezolida um antibi tico
pertencente a uma nora classe de antimicrobia‑
nos, as oxazolidinonas; apresenta uma actiridade
importante contra microrganismos gram + resis‑
tentes meticilina, incluindo o ·/aµ/y/cccccus
aureus e o ln/ercccccus (aecium e pode ser
administrado por ria oral, raz o pela qual poder
constituir uma alternatira rancomicina sobre‑
tudo tendo em rista a redu o do per odo de
internamento hospitalar.
0 cido tus dico tamb m utilizado em der‑
matologia e ottalmologia (\. urupos 1]. e 15.).
n
áCIDO FUSíDICO
Ind.: Infecç õ es devidas a estaflococos resistentes à s
penicilinas, particularmente osteomielites (boa
ditus o no tecido sseo) e intec es da pele e
tecidos moles. - associa o de outro antimicro‑
biano recomendada. 0 cido tus dico tamb m
utilizado em dermatologia e ottalmologia (\. Sub‑
grupos 1].1.2. e 15.1.1.).
R. Adv.: N useas e r mitos. lrup es cut neas. uis‑
tun o hep tica ‑ icter cia, usualmente rerers rel.
Contra ‑Ind. e Prec.: Monitorizar tun o hep tica.
8eduzir a posologia em doentes com lu. lritar
administra o concomitante com atorrastatina,
ritonarir e saquinarir.
Interac.: - co ‑administra o de cido tus dico e
atorvastatina causa um aumento signifcativo das
concentra es s ricas de ambos os t rmacos, tal
como a administra o concomitante de cido tu‑
s dico e ritonarir ou saquinarir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 mg de 8 em 8 horas.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
lLtlulNl (MS8M); leo lharmaceutical (uinamarca)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1¯,8 (e 0,8));
ô)°
n
BACITRACINA
- bacitracina dere ser utilizada exclusiramente
em aplica o t pica em dermatologia, otorrino‑
laringologia e ottalmologia (\. urupos 1].1.2.,
15.1.1. e 15.).
- associa o da bacitracina estreptomicina
e ou neomicina para administra o por ria oral,
com o objectiro de reduzir a tlora microbiana
intestinal, n o tem interesse terap utico (\. Neo‑
micina, subgrupo 1.1.¯.).
n
CLINDAMICINA
Ind.: lntec es sseas e articulares deridas a es‑
taflococos. Infecç õ es abdominais (activa contra
muitos anaer bios). -cne.
- clindamicina tamb m utilizada em gine‑
cologia e dermatologia (\. urupos ¯.1.2. e
1].+.2.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. tolite pseu‑
domembranosa, geralmente ap s administra o
oral. uistun o hep tica ‑ elera o das enzimas
hep ticas e icter cia. Neutropenia, agranulocito‑
se, eosinoflia e trombocitopenia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
en a hep tica. 8eduzir a posologia em doentes
com lu. uiarreia. lnterromper a administra o se
ocorrer diarreia grare.
Interac.: - clindamicina potencia o eteito dos blo‑
queadores neuromusculares.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 150 a ]00 mg de ô em
ô horas.
\ia lM ou l\: ô00 mg a 2,¯ g/dia, a administrar
de ô em ô ou de 12 em 12 horas. uose m xima
‑ +,8 g/dia. uoses nicas superiores a ô00 mg ape‑
nas por ria l\.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ] a ô mg/kg de ô em
ô horas.
\ia lM ou l\: 15 a +0 mg/kg/dia, a administrar de
ô em ô ou de 8 em 8 horas.
orais s /idas ‑ I5ô m¸
tllNu-MltlN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ 100 unid; e 1],]] (e 0,1]]]); 0°
u-l-tlN t (MS8M); Lab. Pfzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e ],58 (e 0,22]8); ô)°
n
FOSFOMICINA
Ind.: Infecç õ es uriná rias baixas. Proflaxia nas inter‑
ren es transuretrais. lntec es urin rias p s‑
‑operat rias.
R. Adv.: N useas e diarreia. lrup es cut neas.
Contra ‑Ind. e Prec.: lmbora n o estejam descritos
eteitos teratog nicos, dere eritar ‑se no 1º trimes‑
tre da graridez. Lsar com precau o durante o
aleitamento. tontra ‑indicada na l8 grare. lritar
a administra o com alimentos, que reduzem a
absor o.
Interac.: 0s anti cidos, sais de c lcio e metoclopra‑
mida reduzem signifcativamente a biodisponibi‑
lidade da tostomicina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ] g (dose nica). Nas
interren es transuretrais, uma 2ª dose de ] g de‑
rer ser administrada 2+ horas depois da cirurgia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ôôô m¸
l0Sl0MltlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
uranulado p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 1 unid; e 2,85
(e 2,85); ô)° ‑ l8 e ],1¯
uranulado p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 2 unid; e +,8
(e 2,+); ô)° ‑ l8 e 5,08
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ )ôôô m¸
l0Sl0MltlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
uranulado p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 1 unid; e +,0ô
(e +,0ô); ô)° ‑ l8 e +,]
uranulado p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 2 unid; e ô,8+
(e ],+2); ô)° ‑ l8 e ¯,2+
orais s /idas ‑ 2ôôô m¸
M0NL8ll llul 18lt0 (MS8M); /ambon
uranulado ‑ Saqueta ‑ 2 unid; e ô (e ]); ô)° ‑ l8
e 5,08
orais s /idas ‑ )ôôô m¸
M0NL8ll (MS8M); /ambon
uranulado ‑ Saqueta ‑ 1 unid; e 5,0¯ (e 5,0¯);
ô)° ‑ l8 e +,]
uranulado ‑ Saqueta ‑ 2 unid; e 8,55 (e +,2¯5);
ô)° ‑ l8 e ¯,2+
50 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
n
LINCOMICINA
Ind.: lntec es deridas a aer bios gram + e ana‑
er bios. - lincomicina menos actira do que a
clindamicina.
R. Adv.: lrup es cut neas. leucopenia, agranulo‑
citose e trombocitopenia. -rritmias e paragem
card aca. uistun o hep tica (icter cia). l8. tolite
pseudomembranosa.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uiar‑
reia. lnterromper a administra o se ocorrer diar‑
reia grare. uoen a hep tica. 8eduzir a posologia
na l8 grare.
Interac.: 0 caulino reduz a biodisponibilidade
da lincomicina em cerca de )0°. - lincomicina
potencia o eteito dos bloqueadores neuromus‑
culares.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 mg de ô em ô ou
de 8 em 8 horas.
\ia lM ou l\: ô00 mg a 1 g de 12 em 12 ou de
2+ em 2+ horas (ria lM) e de 8 em 8 ou de 12 em
12 horas (ria l\).
[Crianç as] ‑ \ia oral: ]0 a ô0 mg/kg/dia, a
administrar de ô em ô ou de 8 em 8 horas.
\ia lM ou l\: 10 a 20 mg/kg/dia, a administrar de
8 em 8 ou de 12 em 12 horas.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
llNt0tlN- (MS8M); Lab. Pfzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 5,05 (e 0,]15ô); ô)°
/aren/ ricas ‑ 6ôô m¸/2 m/
llNt0tlN- (MS8M); Lab. Pfzer
Sol. inj. ‑ Seringa pr ‑cheia ‑ 1 unid ‑ 2 ml; e 1,8+
(e 1,8+); ô)°
n
LINEZOLIDA
Ind.: 1ratamento de intec es grares deridas a mi‑
crorganismos gram +, tendo em considera o o
antibiograma e a intorma o dispon rel sobre os
padr es de sensibilidade aos antimicrobianos de
1ª escolha. Consultar literatura especí fca.
R. Adv.: N useas, r mitos, dores abdominais e
diarreia. uisgeusia. tolite pseudomembranosa.
Super ‑intec es, nomeadamente candid ases
(oral e/ou raginal). -ltera o das enzimas hep ti‑
cas. Mielossupress o, incluindo anemia, leucope‑
nia, trombocitopenia e pancitopenia. tetaleias.
uipertens o. -cidose l ctica. Neuropatia ptica
e/ou perit rica descritas mais raramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento.
tontra ‑indicado em doentes medicados com
inibidores da M-0. -dministrar, apenas sob mo‑
nitoriza o criteriosa, a doentes com hipertens o
arterial n o controlada, teocromocitoma, s ndro‑
me carcin ide, tirotoxicose, doen a bipolar, s n‑
dromes esquizo ‑atectiros ou estados contusionais
agudos; doentes medicados com inibidores da
recapta o da serotonina, antidepressiros tric cli‑
cos, triptanos, t rmacos simpaticomim ticos (in‑
cluindo broncodilatadores adren rgicos, pseudo‑
etedrina e tenilpropanolamina), rasopressores,
dopamin rgicos, petidina ou buspirona. N o
recomendada a ingest o de alimentos ou bebidas
ricos em tiramina. Monitorizar semanalmente os
par metros hematol gicos particularmente em
doentes com anemia, granulocitopenia ou trom‑
bocitopenia, doentes com l8 grare ou doentes
submetidos a terap uticas prolongadas (o risco
de mielossupress o parece estar relacionado com
a dura o da terap utica).
Interac.: A linezolida aumenta signifcativamente
o eteito tarmacol gico dos inibidores da M-0 (a
linezolida um inibidor rerers rel e n o selectiro
da M-0) estando tormalmente contra ‑indicada a
sua co ‑administr o. - linezolida potencia o au‑
mento da press o arterial induzido pela pseudo‑
etedrina e tenilpropanolamina. - administra o
concomitante de linezolida e de inibidores da re‑
capta o da serotonina pode originar a s ndrome
serotonin rgica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg de 12 em 12 ho‑
ras. \ia l\: ô00 mg de 12/12 horas, a administrar
em pertus o l\ de ]0 ‑ 120 minutos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria + /eraµ u/ica ccm /ine:c/ida dere ser sem‑
µre iniciada em meic /csµi/a/ar e a sua dura c
m xima reccmendada de 28 dias
n
METRONIDAZOL
Ind.: lntec es deridas a anaer bios, nomeadamen‑
te intec es abdominais, ginecol gicas e urin ‑
rias. 1ratamento da colite pseudomembranosa.
1ratamento da lcera p ptica (erradica o do
ue/icc|ac/er µy/cri) em associa o com outros
antimicrobianos e inibidores da secre o cida
g strica (\. Subgrupo ô.2.2.). lntec es deridas
a protozo rios (\. subgrupo 1.+.].).
0 metronidazol tamb m utilizado em derma‑
tologia (\. subgrupo 1].+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos e epigastralgias. -ltera‑
es do paladar. lrup es cut neas e urtic ria.
Lrina escura. -s cetaleias, rertigens e ataxia ocor‑
rem raramente. Neuropatia perit rica e conrul‑
s es epileptitormes quando utilizado em doses
altas ou em terap uticas prolongadas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu.
Monitoriza o da tun o hep tica (terap uticas
superiores a 10 dias).
Interac.: 0 metronidazol inibe o metabolismo dos
anticoagulantes orais e da tenito na, aumentando
as suas concentra es plasm ticas com potencial
desenrolrimento de toxicidade. 0 tenobarbital
reduz as concentra es do metronidazol, po‑
dendo comprometer a sua efcá cia terapê utica.
- cimetidina inibe o metabolismo do metronida‑
zol. - co ‑administra o de etanol e metronidazol
acarreta o risco de aparecimento de reac es do
tipo dissulfram.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 a 500 mg de 8 em
8 horas; 250 mg, + rezes/dia, durante 1+ dias (te‑
rap utica quadrupla) na erradica o do u µy/cri
\ia l\: 500 mg de 8 em 8 horas (tratamento de in‑
tec es por anaer bios); 1 g antes da interren o
(na proflaxia de infecç õ es por anaeró bios duran‑
te cirurgia abdominal, ginecol gica, da anca).
[Crianç as] ‑ \ia oral e l\: ¯,5 mg/kg de 8 em
8 horas.
1.1. Antibacterianos 51
orais s /idas ‑ 25ô m¸
ll-u¥l (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,ô1
(e 0,1]05); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e +,5ô
(e 0,11+); ]¯°
n
RIFAXIMINA
Ind.: 1ratamento da diarreia aguda intecciosa cau‑
sada por estirpes n o inrasiras (a absor o da
ritaximina interior a 1°).
R. Adv.: -ltera es da motilidade gastrintestinal e
dispepsia. N useas, r mitos e diarreia. -norexia.
ladiga e mialgias. lnxaqueca. -ltera es risuais.
-ltera es do sono. lrup es cut neas, prurido,
urtic ria. lotossensibilidade. Neutropenia, lin‑
tocitose, monocitose. Muito raramente, edema
angioneur tico.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0 tratamento da diarreia
intecciosa causada por microorganismos ente‑
ropatog nicos inrasiros constitui uma contra‑
‑indica o (a absor o da ritaximina interior a
1°). uipersensibilidade ritaximina ou a qual‑
quer outro antimicrobiano do grupo da ritamici‑
na. - ritaximina poder determinar uma colora‑
o rermelho ‑alaranjada da urina.
Interac.: N o conhecidas.
Posol.: \ia oral: 200 mg ] rezes/dia ou +00 mg,
2 rezes/dia durante ] dias (dura o m xima do
tratamento).
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
\ll-\-N (MS8M); 8ioSa de
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 12 unid;
e 8,0) (e 0,ô¯+2); ]¯°
n
TEICOPLANINA
Ind.: lntec es grares deridas a cocos gram +,
nomeadamente estaflococos resistentes à meti‑
cilina.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. lrup es cut ‑
neas e reacç õ es anaflá ticas. Broncospasmo. Eosi‑
noflia, leucopenia e trombocitopenia. Disfunç ã o
hep tica. Netro e ototoxicidade.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. l8 e
doen a hep tica. 8eduzir a posologia no doente
com l8. Monitorizar a tun o auditira.
Interac.: - co ‑administra o de t rmacos netro e/ou
otot xicos poder aumentar o risco de netrotoxi‑
cidade e ou ototoxicidade.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia l\: uose inicial +00 mg
seguida de 200 mg/dia; +00 mg de 12 em 12 ho‑
ras durante ] dias, seguidos de +00 mg/dia nas
intec es grares.
[Crianç as] ‑ \ia l\: 10 mg/kg de 12 em 12 horas
(] primeiras doses), seguidas de ô mg/kg/dia.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
TINIDAZOL
Ind.: 0 tinidazol possui um espectro de actiridade e
perfl de reacç õ es adversas idê nticos ao metroni‑
dazol mas apresenta uma dura o de ac o mais
longa.
R. Adv.: N useas, r mitos e epigastralgias. -ltera‑
es do paladar. lrup es cut neas e urtic ria.
Lrina escura. -s cetaleias, rertigens e ataxia ocor‑
rem raramente. Neuropatia perit rica e conrul‑
s es epileptitormes quando utilizado em doses
altas ou em terap uticas prolongadas. 8eac es
al rgicas, que podem ser grares.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu.
Monitoriza o da tun o hep tica (terap uticas
superiores a 10 dias).
Interac.: - co ‑administra o de etanol e tinidazol
aumenta o risco de aparecimento de reac es do
tipo dissulfram.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: uose inicial 2 g/dia
(dose nica), seguida de 1 g/dia ou 500 mg de
12 em 12 horas.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
l-Slu¥N (MS8M); Lab. Pfzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ + unid; e ],]8
(e 0,8+5); ]¯°
1.1.12. -ntituberculosos
0s t rmacos antituberculosos ou antibacilares
s o usados no tratamento da tuberculose e de
algumas outras micobacterioses. - isoniazida,
etambutol, rifampicina, pirazinamida e estrep‑
tomicina s o os t rmacos mais trequentemente
utilizados e rulgarmente designados por antiba‑
cilares prim rios. - isoniazida muito eticaz e
dere ser inclu da em qualquer regime terap utico
da tuberculose a n o ser que existam contra‑
‑indica es espec ticas. 0 mesmo acontece com
a rifampicina. uurante os dois primeiros meses
de terap utica com estes t rmacos poss rel
obserrar elera o das enzimas hep ticas que,
usualmente, n o implica interrup o da admi‑
nistra o. - pirazinamida actira apenas contra
o 1ycc|ac/erium /u|ercu/csis que se encontra
em tase de diris o actira no interior da c lula.
bactericida e a sua utiliza o particularmente
importante nos primeiros 2 a ] meses de terap u‑
tica. tomo atraressa a barreira hematoencet lica
essencial no tratamento da meningite tubercu‑
losa. 0 etambutol inclu do nos regimes anti‑
tuberculosos sempre que se suspeita de estirpes
resistentes. - estreptomicina, embora til, cada
rez menos utilizada derido sua ototoxicidade e
exig ncia de uma ria de administra o parent ‑
rica (lM). 0s regimes iniciais derem associar ] ou
+ antituberculosos e prolongarem ‑se no m nimo
por ô meses. 0utros antibacilares como a capreo‑
micina, etionamida, cido aminossalic lico e ciclo‑
serina s o considerados t rmacos de 2ª linha a
usar apenas quando se desenrolre resist ncia aos
antituberculosos de 1ª escolha. 0 cido aminosa‑
lic lico ou para ‑aminosalic lico altamente espe‑
c tico e actiro apenas contra o 1ycc|ac/erium
/u|ercu/csis. Nos doentes com \lu preriamente
intectados ou recentemente expostos ao 8k, a
probabilidade de desenrolrerem tuberculose
muito maior e os regimes terap uticos iniciais
derem incluir + ou mesmo ô t rmacos. Nestes
doentes tamb m trequente a intec o por 1ycc‑
|ac/erium arium e 1ycc|ac/erium in/race//u‑
52 Grupo 1 | 1.1. Antibacterianos
/are (1ycc|ac/erium arium ccmµ/ex), estirpes
que s o habitualmente resistentes maioria dos
antibacilares dispon reis. lm todos os casos, o
cumprimento rigoroso da terap utica indispen‑
s rel. - associa o dos principais antibacilares na
mesma tormula o tarmac utica pode tacilitar o
cumprimento da terap utica por parte do doente.
0s regimes posol gicos podem ser rari reis ao
longo do tempo e derem ser sempre institu dos
por cl nicos experientes.
n
áCIDO PARA -AMINOSSALICíLICO
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares.
R. Adv.: 0 cido para ‑aminosalic lico origina n u‑
seas, r mitos, dores abdominais, diarreia e
anorexia; lcera p ptica e hemorragia g strica
(raramente). 8edu o da absor o da ritamina
812, cido t lico, terro e l pidos. 8eac es de
hipersensibilidade.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoentes com lu ou l8; mo‑
nitorizar tun o hep tica e tun o renal; reduzir
posologia no doente com l8. uoentes com lcera
g strica ou doen a card aca.
Interac.: lode potenciar os eteitos neurol gicos
da isoniazida, cicloserina e etionamida. 8edu o
da absor o da digoxina. lotencial aumento do
eteito dos anticoagulantes orais e maior proba‑
bilidade de ocorr ncia de cristal ria nos doentes
medicados com cloreto de am nio. - ditenilhi‑
dramina reduz signifcativamente a absorç ã o do
cido para ‑aminosalic lico.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 8 a 12 g/dia, a adminis‑
trar em 2 a ] doses.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ESTREPTOMICINA
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares.
R. Adv.: \. -minoglicos deos (1.1.¯.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -minoglicos deos (1.1.¯.).
Interac.: \. -minoglicos deos (1.1.¯.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM: 1 g/dia; 500 a ¯50 mg/dia
no idoso ou nos doentes com peso < +0 kg; 1 g,
] rezes/semana nos regimes intermitentes.
[Crianç as] ‑ \ia lM: 15 a 20 mg/kg/dia; 15 a
20 mg/kg, ] rezes/semana nos regimes inter‑
mitentes.
\c/a· + es/reµ/cmicina enccn/ra ‑se disµcn re/ nas
larm cias ucsµi/a/ares e cen/rcs de /ra/amen/c
da /u|ercu/cse
n
ETAMBUTOL
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares.
R. Adv.: Nerrite ptica (ris o destocada, altera es
do campo risual, altera es da ris o crom tica,
principalmente para o rermelho e rerde). Nerrite
perit rica.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez. trian as de idade
interior a 12 anos. Nerrite ptica. uoentes com
visã o defciente. Reduzir a posologia no doente
com l8.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 25 mg/kg/dia na tase ini‑
cial, seguidos de 15 mg/kg/dia; ]0 mg/kg, ] rezes/
semana ou +5 mg/kg, 2 rezes/semana nos regimes
intermitentes.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
1L88lSlS (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ )0 unid; e ¯,)1 (e 0,08¯)); ]¯°
n
ISONIAZIDA
Ind.: Proflaxia e tratamento da tuberculose em as‑
socia o com outros antibacilares.
R. Adv.: N useas e r mitos. Nerrite perit rica. Ne‑
rrite ptica. tonruls es e epis dios psic ticos.
8eac es de hipersensibilidade. -granulocitose e
hepatite (raramente). -s reac es adrersas mais
trequentes (nerrites) podem ser eritadas pela ad‑
ministra o de piridoxina (ritamina 8ô).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uoen‑
a hep tica. uoen a renal. -lcoolismo. lpilepsia.
uist ria de doen a psiqui trica. lort ria.
Interac.: 0 hidr xido de alum nio reduz a absor‑
o da isoniazida. 0s corticoster ides reduzem
as concentra es plasm ticas da isoniazida. - iso‑
niazida inibe o metabolismo da carbamazepina e
da tenito na, com potencial desenrolrimento de
toxicidade.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ]00 mg/dia em dose
nica; 15 mg/kg, ] rezes/semana nos regimes
intermitentes.
\c/a· ls/e medicamen/c enccn/ra ‑se disµcn re/ nas
larm cias ucsµi/a/ares e ncs cen/rcs de /ra/a‑
men/c da /u|ercu/cse
n
ISONIAZIDA + PIRAZINAMIDA +
RIFAMPICINA
\c/a· ls/e medicamen/c enccn/ra ‑se disµcn re/ nas
larm cias ucsµi/a/ares e cen/rcs de /ra/amen/c
da /u|ercu/cse
n
PIRAZINAMIDA
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares.
R. Adv.: N useas, r mitos e anorexia. uistun o
hep tica (tebre, hepatomegalia e icter cia). lu.
-rtralgias. -nemia siderobl stica.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoen a hep tica, port ria, l8.
Monitorizar tun o hep tica.
Interac.: - co ‑administra o de pirazinamida e iso‑
niazida aumenta o risco de desenrolrimento de
hepatotoxicidade. - pirazinamida antagoniza os
efeitos da probenecida e da sulfmpirazona.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1,5 g/dia em dose nica;
2 g, ] rezes/semana nos regimes intermitentes.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ]5 mg/kg/dia; 50 mg/kg,
] rezes/semana nos regimes intermitentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
l8-Mlul (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]8,ô1 (e 0,ô+]5); 0°
n
RIFAMICINA
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares. - ritamicina possui uma ac‑
1.2. Antifúngicos 53
tiridade antimicrobiana id ntica da ritampicina.
N o absorrida ap s administra o oral sendo
administrada por ria lM ou l\.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. -norexia.
lrup es cut neas e urtic ria. S ndromes de tipo
gripal. uistun o hep tica (icter cia e elera o
das enzimas hepá ticas). Eosinoflia, leucopenia
e p rpura trombocitop nica. tolora o arerme‑
lhada da urina, salira e de outras secre es do
organismo.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lcter ‑
cia. lort ria. 8eduzir a dose em doentes com lu.
Monitorizar tun o hep tica e par metros hema‑
tol gicos.
Interac.: - ritamicina , tal como a ritampicina, um
indutor do citocromo l+50, reduzindo as con‑
centra es plasm ticas dos anticoagulantes orais,
corticoster ides, estrog nios (contraceptiros
orais), tenito na e sultonilureias, comprometen‑
do a sua efcá cia terapê utica.
0 cetoconazol e o itraconazol, a didanosina,
outros anti ‑retrorirais e o fenobarbital s o
suscept reis de reduzir as concentra es plas‑
m ticas da rifampicina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia lM ou l\: 250 mg de 8 em
8 horas ou de 12 em 12 horas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
RIFAMPICINA
Ind.: 1ratamento da tuberculose em associa o com
outros antibacilares.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. -norexia.
lrup es cut neas e urtic ria. S ndromes de tipo
gripal. uistun o hep tica (icter cia e elera o
das enzimas hepá ticas). Eosinoflia, leucopenia
e p rpura trombocitop nica. tolora o arerme‑
lhada da urina, salira e de outras secre es do
organismo.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lcter ‑
cia. lort ria. 8eduzir a dose em doentes com lu.
Monitorizar tun o hep tica e par metros hema‑
tol gicos.
Interac.: - ritampicina um indutor do t¥l+50,
reduzindo as concentra es plasm ticas dos an‑
ticoagulantes orais, corticoster ides, estrog nios
(contraceptiros orais), tenito na, sultonilureias
e de muitos outros t rmacos metabolizados pelo
CYP450, comprometendo a sua efcá cia terapê u‑
tica.
0s anti cidos reduzem a absor o da ritam‑
picina. 0 cetoconazol e o itraconazol, a
didanosina, outros anti ‑retrorirais e o feno‑
barbital s o suscept reis de reduzir as concen‑
tra es plasm ticas da ritampicina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg/dia em dose
nica; ô00 a )00 mg, ] rezes/semana nos regimes
intermitentes.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 10 mg/kg/dia; 15 mg/kg,
] rezes/semana nos regimes intermitentes.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
8ll-ulN (MS8M); Sanoti -rentis
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e ],5)
(e 0,05)8); ô)°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
8ll-ulN (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 12 unid; e 5,8¯ (e 0,+8)2); ô)°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 22,+8 (e 0,]¯+¯); ô)°
1.1.1]. -ntilepr ticos
- dapsona ainda considerada como um
t rmaco essencial ao tratamento da lepra. 0
desenrolrimento de resist ncias lerou a 0MS a
publicar recomenda es espec ticas no sentido
de minimizar este problema, sendo a rifampicina
e a clotazimina os t rmacos antilepr ticos a utili‑
zar em associa o com a dapsona. - etionamida
s derer ser utilizada se n o existir alternatira
terap utica porque induz hepatotoxicidade signi‑
ticatira.
n
DAPSONA
Ind.: 1ratamento da lepra em associa o com outros
t rmacos.
R. Adv.: N useas, r mitos e anorexia. uermatites
al rgicas. -nemia. -granulocitose. 1aquicardia.
uepatite. Neuropatia. -s reac es adrsersas s o
dependentes da dose e relatiramente raras com
as doses usadas no tratamento da lepra.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. -ne‑
mia. uoen a card aca ou pulmonar. lort ria.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg/dia.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
RIFAMPICINA
\. -ntituberculosos (1.1.12.).
1.2. -ntit ngicos
- antotericina 8 o antit ngico de mais
largo espectro de actiridade, desempenhando
um papel relerante no tratamento das intec es
t ngicas sist micas em meio hospitalar. 0 ceto‑
conazol, comercializado no in cio dos anos 80,
toi o primeiro de um grande grupo de antit ngi‑
cos ‑ os az is ‑ que permitiu, ap s administra o
por ria oral, tratar com sucesso intec es t ngicas
sist micas. 0s triaz is ‑ fluconazol e itraconazol
‑ apresentam, relatiramente ao cetoconazol, um
espectro de actiridade mais amplo e um pertil de
reac es adrersas mais taror rel, sendo o ceto‑
conazol considerado, actualmente, como antit n‑
gico de 2ª linha. lodem ser administrados por ria
oral ou parent rica. 0 itraconazol possui, relati‑
ramente ao fluconazol, maior actiridade contra
o +sµer¸i//us, 8/as/cmyces, uis/cµ/asma e ·µcrc‑
/ryc/um sc/enc|ii mas o seu pertil de reac es
adrersas e o potencial de interac es medicamen‑
tosas s o mais destaror reis. 0utros derirados do
imidazol como o clotrimazol s o demasiado t xi‑
cos para uso sist mico, estando reserrados para
utiliza o t pica (\. Subgrupos ¯.1.2. e 1].1.].).
1odos os az is actuam por altera o da s ntese e
permeabilidade da membrana da c lula t ngica. -
griseotulrina, a nistatina e a terbinafina perten‑
cem a grupos distintos e t m indica es terap u‑
54 Grupo 1 | 1.2. Antifúngicos
ticas espec ticas. 0 roriconazol e a caspotungina
s o dois noros antit ngicos recentemente apro‑
rados para o tratamento de intec es sist micas
grares deridas a +sµer¸i//us sµµ. ou 6andida sµµ.
em meio hospitalar.
n
CETOCONAZOL
Ind.: Micoses sist micas. Micoses gastrintestinais
resistentes. tandid ases mucocut neas resisten‑
tes. tandid ases raginais resistentes. lntec es da
pele ou dos dedos das m os deridas a 0erma/c‑
µ/y/es. \. lntrodu o (1.2.).
0 cetoconazol tamb m utilizado em gine‑
cologia e dermatologia (\. Subgrupos ¯.1.2. e
1].1.].).
R. Adv.: N useas, r mitos e epigastralgias. lrup es
cut neas, prurido e urtic ria. uistun o hep tica
grare. uinecomastia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu.
Monitorizar tun o hep tica.
Interac.: 0s anti cidos, antagonistas u2, inibido‑
res da bomba de prot es e o sucraltato reduzem
signifcativamente a absorç ã o do cetoconazol. A
carbamazepina, tenito na, tenobarbital e ritam‑
picina induzem o metabolismo do cetoconazol,
reduzindo as suas concentra es plasm ticas. 0
cetoconazol potencia o eteito anticoagulante da
rartarina e de outros cumar nicos bem como os
eteitos da tenito na e da ciclosporina, por inibi‑
o do seu metabolismo. 0 cetoconazol aumenta
signifcativamente as concentraç õ es plasmá ticas
da tertenadina e do astemizol, tamb m por inibi‑
o do seu metabolismo, com risco de prolongar
o interralo Q1 e de causar arritmias grares.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 mg de 2+ em 2+ ho‑
ras (tomar com as retei es) durante 1+ dias;
+00 mg/dia, durante 5 dias na candid ase raginal
resistente.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ] mg/kg/dia.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
Nl/-ll (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 8,5+ (e 0,85+); ô)°
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+ (e 0,8); ô)°
n
FLUCONAZOL
Ind.: tandid ases raginais agudas ou recorrentes.
tandid ases mucocut neas resistentes. tandid a‑
ses sist micas. lntec es criptoc cicas, incluindo
a meningite. Proflaxia e tratamento das infecç õ es
t ngicas nos doentes imunodeprimidos.
R. Adv.: Ná useas, epigastralgias, fatulê ncia e diar‑
reia. -s erup es cut neas e altera o das enzi‑
mas hep ticas s o raras.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uis‑
tun o hep tica. 8eduzir a posologia em doentes
com l8.
Interac.: O fuconazol potencia o efeito anticoagu‑
lante da rartarina e de outros cumar nicos bem
como os efeitos da fenitoí na. O fuconazol au‑
menta signifcativamente as concentraç õ es plas‑
m ticas da tertenadina e do astemizol, com risco
de prolongar o interralo Q1 e de causar arritmias
grares.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: uose inicial: +00 mg,
seguida de 200 mg de 2+ em 2+ horas nas intec‑
es sist micas; 50 mg/dia, durante 2 a + semanas
nas intec es da pele; 150 mg em dose nica nas
candid ases raginais.
\ia l\: uose inicial: +00 mg, seguida de 200 mg
ou +00 mg de 2+ em 2+ horas, nas intec es sis‑
t micas grares.
[Crianç as] ‑ \ia oral e l\: uose inicial: ô mg/kg,
seguida de ] mg/kg, 1 rez/dia durante pelo
menos 2 semanas (doses at 12 mg/kg/dia
podem ser usadas na candid ase esot gica); ô a
12 mg/kg/dia em toma nica no tratamento da
candid ase sist mica.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iô m¸/m/
ulllLt-N (MS8M); Lab. Pfzer
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]5 ml; e 18,)8
(e 0,5+2]); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
ulllLt-N (MS8M); Lab. Pfzer
l p. susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]5 ml; e 82,¯)
(e 2,]ô5+); ô)°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
ulllLt-N (MS8M); Lab. Pfzer
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 1¯,ô2 (e 2,51¯1); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l -t1-\lS (MS8M); -ctaris
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l tltlLM 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,1+ (e 1,++8ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l tlNl- 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,8) (e 1,555¯); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l l-8M0/ 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l ulNl8lS 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l l1l 50 Mu t lSLl-S (MS8M); l1l
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 1ô,02 (e 2,288ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l 8-N8-\¥ 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
8anbaxy
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 12,2+ (e 1,¯+8ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,)1 (e 1,558ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l 8ll08tl 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,8) (e 1,555¯); ô)°
‑ l8 e 10,+)
1.2. Antifúngicos 55
llLt0N-/0l SLl8lM-Sl 50 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 12,2+ (e 1,¯+8ô); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLt0N-/0l 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 10,) (e 1,55¯1); ô)°
‑ l8 e 10,+)
llLu0tll (MS8M); tlu lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 1ô,) (e 2,+1+]); ô)°
‑ l8 e 10,+)
orais s /idas ‑ Iôô m¸
llLt0N-/0l ulNl8lS 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +2,22 (e ],015¯); ô)°
‑ l8 e ]8,¯)
llLt0N-/0l 8-N8-\¥ 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8anbaxy
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +2,22 (e ],015¯); ô)°
‑ l8 e ]8,¯)
llLt0N-/0l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz (-lema‑
nha)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +1,82 (e 2,)8¯1); ô)°
‑ l8 e ]8,¯)
orais s /idas ‑ I5ô m¸
ulllLt-N 150 (MS8M); Lab. Pfzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,)1 (e 5,)1); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 11,ô+ (e 5,82); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l -t1-\lS (MS8M); -ctaris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),1+ (e +,5¯); ô)° ‑ l8
e 8,ô]
llLt0N-/0l -/0llLNl 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); 1ecnimede
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),ô1 (e +,805); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),1+ (e +,5¯); ô)° ‑ l8
e 8,ô]
llLt0N-/0l tltlLM 150 Mu t lSLl-S (MS8M);
ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e +,ô) (e +,ô)); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 8,+5 (e +,225); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l tlNl- 150 Mu t lSLl-S (MS8M);
tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),1] (e +,5ô5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l l-8M0/ 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),1+ (e +,5¯); ô)° ‑ l8
e 8,ô]
llLt0N-/0l ulNl8lS 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),0) (e +,5+5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l l1l 150 Mu t lSLl-S (MS8M); l1l
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),1+ (e +,5¯); ô)° ‑ l8
e 8,ô]
llLt0N-/0l l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,2 (e 5,2); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 10,2+ (e 5,12); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l 8-N8-\¥ 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8anbaxy
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 8,8) (e +,++5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),0) (e +,5+5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l 8ll08tl 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 8,)) (e +,+)5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz (-lemanha)
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),05 (e +,525); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l SLl8lM-Sl 150 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),ô1 (e +,805); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLt0N-/0l 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,02 (e 5,02); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 8,)) (e +,+)5); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
llLu0tll (MS8M); tlu lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 5,21 (e 5,21); ô)° ‑ l8
e 5,18
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 10,2ô (e 5,1]); ô)°
‑ l8 e 8,ô]
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
llLt0N-/0l -/0llLNl 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); 1ecnimede
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ¯8,) (e 5,ô]5¯); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 81,]ô (e 5,811+); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l l-8M0/ 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 81,]ô (e 5,811+); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
56 Grupo 1 | 1.2. Antifúngicos
llLt0N-/0l ulNl8lS 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 81,]ô (e 5,811+); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l 8-N8-\¥ 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8anbaxy
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ¯8,¯8 (e 5,ô2¯1); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l 8ll08tl 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,2) (e 5,¯55¯); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ¯8,) (e 5,ô]5¯); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz (-lemanha)
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,2) (e 5,¯55¯); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 80,5) (e 5,¯5ô+); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
llLt0N-/0l SLl8lM-Sl 200 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e +0,ô¯ (e 5,81); ô)°
‑ l8 e ]8,11
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 81,]ô (e 5,811+); ô)°
‑ l8 e ¯5,+¯
n
ITRACONAZOL
Ind.: tandid ases da orotaringe e rulroraginais. ln‑
tec es deridas a 0erma/cµ/y/es. uermatomico‑
ses. Micoses sist micas.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. lrup es cut ‑
neas e prurido. llera o das enzimas hep ticas.
uinecomastia e impot ncia (poss rel).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu.
Neuropatia perit rica. l8. N o recomendada a
sua administra o a crian as e idosos.
Interac.: 0s anti cidos, antagonistas u2, inibidores
da bomba de prot es e sucraltato bem como a di‑
danosina reduzem signifcativamente a absorç ã o
do itraconazol. 0 itraconazol potencia o eteito
anticoagulante da rartarina e de outros cumar ‑
nicos bem como os eteitos de muitos outros t r‑
macos que s o metabolizados pelo t¥l]-+, com
potencial desenrolrimento de toxicidade. S o,
neste contexto, clinicamente relerantes as inte‑
rac es com: alprazolam, midazolam e triazolam;
digoxina; sultonilureias (com risco importante de
ocorr ncia de hipoglicemia); estatinas, nomea‑
damente a lorastatina e sinrastatina; telodipina;
ciclosporina e tacrol mus. 0 itraconazol, tamb m
por inibi o do seu metabolismo, aumenta sig‑
nifcativamente as concentraç õ es plasmá ticas da
tertenadina e do astemizol, com risco de prolon‑
gar o interralo Q1 e de causar arritmias grares. -
co ‑administra o do itraconazol com os inibido‑
res da protease, indinarir ou ritonarir, atecta as
concentra es plasm ticas de ambos os t rmacos.
- carbamazepina, tenito na e fenobarbital, e
a rifampicina e isoniazida induzem o meta‑
bolismo do itraconazol podendo comprometer
a sua etic cia terap utica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg/dia; 200 mg de
12 em 12 horas, durante 1 dia no tratamento da
candid ase rulroraginal (a solu o oral apresenta
uma biodisponibilidade superior das c psulas).
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iô m¸/m/
Sl08-N0\ (MS8M); }anssen
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e ôô,8+
(e 0,++5ô); ô)°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l18-t0N-/0l -t1-\lS (MS8M); -ctaris
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,¯+ (e 1,185); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,1] (e 0,)+5ô); ô)°
‑ l8 e 1+,88
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 28,¯+ (e 0,8)81); ô)°
‑ l8 e 28,ô¯
l18-t0N-/0l -l1l8 100 Mu t lSLl-S (MS8M);
-lter
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,¯+ (e 1,185); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 1+,)) (e 0,)]ô)); ô)°
‑ l8 e 1+,88
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 28,+¯ (e 0,88)¯); ô)°
‑ l8 e 28,ô¯
l18-t0N-/0l ulNl8lS 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,¯+ (e 1,185); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,1] (e 0,)+5ô); ô)°
‑ l8 e 1+,88
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 28,¯+ (e 0,8)81); ô)°
‑ l8 e 28,ô¯
l18-t0N-/0l ul8Mlu 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); uermed
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,0) (e 1,0225); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 12,¯1 (e 0,¯)++); ô)°
‑ l8 e 1+,88
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 2+,15 (e 0,¯5+¯); ô)°
‑ l8 e 28,ô¯
l18-t0N-/0l 8-1l0lu-8M 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,¯+ (e 1,185); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1+,18 (e 0,)+5]); ô)°
‑ l8 e 1],)5
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,1ô (e 0,8)8ô); ô)°
‑ l8 e 25,0)
l18-t0N-/0l 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e +,¯+ (e 1,185); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 15,1] (e 0,)+5ô); ô)°
‑ l8 e 1+,88
t ps. ‑ 8lister ‑ ]2 unid; e 28,¯+ (e 0,8)81); ô)°
‑ l8 e 28,ô¯
Sl08-N0\ (MS8M); }anssen
t ps. ‑ 8lister ‑ + unid; e 5,58 (e 1,])5); ô)°
‑ l8 e +,52
t ps. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1),88 (e 1,]25]); ô)°
‑ l8 e 1],)5
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ]¯,1 (e 1,]25); ô)°
‑ l8 e 25,0)
n
NISTATINA
Ind.: Proflaxia e tratamento de candidí ases orais,
esot gicas e intestinais (utiliza o exclusiramente
1.2. Antifúngicos 57
t pica). - nistatina tamb m utilizada em gine‑
cologia e dermatologia (\. Subgrupos ¯.1.2. e
1].ô.).
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias e diarreia.
lrup es cut neas e prurido ocorrem muito ra‑
ramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento.
Posol.: [Adultos] ‑ Lso t pico bucal: 100000 Ll,
4 vezes/dia na proflaxia da candidí ase oral. Via
oral: 500000 Ll a 1000000 Ll de ô em ô horas
no tratamento das candid ases esot gicas e intes‑
tinais.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 100000 Ll de ô em
ô horas no tratamento das candid ases esot ‑
gicas e intestinais.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôôôôô ///m/
M¥t0S1-1lN (MNS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; 0°
n
TERBINAFINA
Ind.: lntec es das unhas deridas a 0erma/cµ/y/es
e onicomicoses, quando se justifcar terapê utica
oral.
- terbinatina tamb m utilizada em dermato‑
logia (\. Subgrupo 1].1.].).
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias e diarreia.
lrup es cut neas e urtic ria, ocasionalmente
com artralgias ou mialgias. lotossensibilidade.
S ndrome de Sterens ‑}ohnson. uistun o hep ti‑
ca ‑ icter cia, colestase e hepatite, descritas muito
raramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu.
l8. N o recomendada a sua administra o a
crian as.
Interac.: - cimetidina inibe o metabolismo da terbi‑
nafna. A rifampicina reduz as concentraç õ es plas‑
má ticas da terbinafna, podendo comprometer a
sua efcá cia terapê utica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 250 mg/dia durante 2 a
ô semanas na /inea µedis; 2 a + semanas na /inea
cruris; + semanas na /inea ccrµcris; ô semanas a
] meses nas intec es das unhas.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
u-Sk¥l (MS8M); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 20,]1 (e 1,+50¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +0,01 (e 1,+28));
ô)° ‑ l8 e 20,)5
lLNuS1l8 (MS8M); lierre labre uermo‑
‑tosm tique
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],1+ (e 0,)]8ô);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,22 (e 0,)00¯);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
l-MlSll (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 20,]1 (e 1,+50¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +0,01 (e 1,+28));
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],15 (e 0,)])]);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,2] (e 0,)011);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1] (e 0,)28ô); ô)°
‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 21,15 (e 0,¯55+);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- -l1l8 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); -lter
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,)) (e 0,8)25);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- 8-lu-ttl 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8aldacci
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],0] (e 0,)]0¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,2] (e 0,)011);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],15 (e 0,)])]);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,2] (e 0,)011);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- 8lLllu-8M- 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1] (e 0,)28ô); ô)°
‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)) (e 0,8211);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- tltlLM 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,21 (e 0,8¯21);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)) (e 0,8211);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- u-QLlMlu (MS8M); uaquimed
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,]¯ (e 0,8121);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 20,)5 (e 0,¯+82);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- l-8M0/ 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,¯5 (e 0,)10¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,1+ (e 0,8)¯));
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- lLNull 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,)8 (e 0,855¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)8 (e 0,820¯);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- ulNl8lS 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],1+ (e 0,)]8ô);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,) (e 0,88)]); ô)°
‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- ul8Mlu 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,05 (e 0,¯8)]);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 21,1) (e 0,¯5ô8);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- ul 250 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],15 (e 0,)])]);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 1ô,12 (e 0,5¯5¯);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
58 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
1l88lN-llN- }-8- 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); }aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],0] (e 0,)]0¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,)) (e 0,8)25);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- l-8lSl-l 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,+ô (e 0,8¯]ô);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],0] (e 0,)]0¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,+ô (e 0,8¯]ô);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- l-8kl ‑u-\lS (MS8M); larke‑uaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,¯5 (e 0,)10¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2+,+¯ (e 0,8¯]));
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- lu-8M-kl8N 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); lharmakern
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)) (e 0,8211);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- 8-1l0lu-8M 250 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2] (e 0,821+); ô)°
‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- S-Nu0/ 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2] (e 0,821+); ô)°
‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- 10llll 250 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,+1 (e 0,88ô+);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)) (e 0,8211);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,)8 (e 0,855¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 22,)8 (e 0,820¯);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l88lN-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,)8 (e 0,855¯);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 1ô,)) (e 0,ô0ô8);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1l8M¥t0l 250 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); S.l.u.
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 10,)5 (e 0,¯821);
ô)° ‑ l8 e 11,]¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 21,15 (e 0,¯55+);
ô)° ‑ l8 e 20,)5
1.]. -ntir ricos
1.].1. -nti ‑retrorirais
0s anti ‑retrorirais classiticam ‑se actualmente
em quatro grupos de acordo com o seu meca‑
nismo de ac o. 0s inibidores da transcriptase
rerersa, que podem ou n o ser an logos dos
nucleos deos e que s o: o abacavir, adefovir,
didanosina, emtricitabina, entecavir, estavu‑
dina, lamivudina, telbirudina (n o comercia‑
lizada entre n s), tenofovir, zalcitabina (reti‑
rada do mercado) e zidovudina ‑ an logos dos
nucleos deos ‑ e o efavirenz e nevirapina ‑ n o
nucleos deos; a delarirdina e a etraririna s o
tamb m inibidores da transcriptase rerersa n o
nucleos deos, que n o se encontram dispon reis
no mercado. 0s an logos dos nucleos deos s
exercem a sua ac o antir rica depois de tostori‑
lados a n rel intracelular. - nevirapina actira
apenas contra o \lu ‑1; o adefovir e o entecavir
est o aprorados apenas para o tratamento da
intec o pelo r rus da hepatite 8. 0s inibidores
da protease incluem o amprenavir, atazanavir,
fosamprenavir, indinavir, lopinarir, nelfinavir,
tipranavir, ritonavir e saquinavir (o darunarir
n o se encontra comercializado). 0 tipranavir s
actiro contra o \lu ‑1 e dere ser utilizado apenas
em co ‑administra o com o ritonavir e em doen‑
tes com \lu ‑1 que apresentem resist ncia aos
inibidores da protease j dispon reis na cl nica.
-o contr rio dos an logos dos nucleos deos, n o
necessitam de ser conrertidos intracelularmente
em metabolitos actiros e s o eticazes contra a
intec o pelo \lu em estado latente. - enfuvir‑
tida um anti ‑retroriral que, ao inibir a recon‑
tigura o estrutural da gp+1 do \lu, bloqueia a
ades o/tus o do \lu aos lint citos; pertence ao
grupo dos inibidores da tus o.
- associa o de inibidores da protease com ini‑
bidores da transcriptase rerersa permite aumen‑
tar a etic cia terap utica e retardar, ou mesmo
prerenir, a emerg ncia de estirpes resistentes.
- terap utica tripla ‑ dois an logos dos nucleos ‑
deos mais um inibidor da protease ou dois nucle‑
os deos mais um inibidor da transcriptase rerersa
n o nucleos deo ‑ suscept rel de determinar
uma redu o importante na morbilidade e morta‑
lidade dos doentes mesmo quando em tase aran‑
ada da doen a. lm inrestiga o encontram ‑se
regimes de associa o incluindo + ou 5 t rmacos.
0s anti ‑retrorirais com actiridade espec tica
contra o \lu possuem um pertil tarmacol gico
muito complexo. 1odos s o suscept reis de indu‑
zir reac es adrersas grares e todos apresentam
interac es medicamentosas clinicamente sig‑
niticatiras que s o, na sua maioria, de car cter
tarmacocin tico. 0 ritonavir, por exemplo,
um potente inibidor do t¥l]-, nomeadamente
da isotorma -+ (t¥l]-+), e indutor de algumas
outras isoenzimas ‑ t¥l1-+ (e possirelmente do
t¥l2t) e t¥l2t1)) ‑ sendo, muito prorarel‑
mente, o t rmaco que apresenta maior n mero
de interac es medicamentosas. -lgumas destas
interac es s o taror reis numa perspectira cl ‑
nica, permitindo a utiliza o de doses menores
e ou de interralos de administra o mais prolon‑
gados com a consequente redu o dos custos. 0s
regimes posol gicos podem ser bastante diteren‑
tes dos inicialmente recomendados em mono‑
terapia. 0 cumprimento da terap utica indis‑
pens rel para uma boa resposta e, procurando
simpliticar os regimes terap uticos, encontram ‑se
j comercializadas algumas associa es tixas de
anti ‑retrorirais. - prescri o de antiretrorirais
dere ser realizada por m dicos especialistas sob
consulta de literatura m dica detalhada e actua‑
lizada.
1.3. Antivíricos 59
1.].1.1. lnibidores da protease
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu, em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais (\. intor‑
maç ã o especí fca de fá rmaco).
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias, dores ab‑
dominais, fatulê ncia e diarreia. Anorexia. Astenia
e tadiga. llera o das enzimas hep ticas. uiper‑
glicemia e hiperlipidemia. Lipodistrofa. Altera‑
es hematol gicas, nomeadamente neutropenia
e trombocitopenia. tetaleias, tonturas e altera‑
es do sono. -nsiedade e depress o. Mialgias,
miosite e rabdomiolise. 0steonecrose. lrup es
cut neas, prurido, urtic ria. 8eac es de hiper‑
sensibilidade que podem ser grares. -umento
do risco de hemorragia nos doentes hemot licos.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uia‑
betes e dislipidemia. uistun o hep tica, parti‑
cularmente em doentes co ‑intectados (hepatite
cr nica 8 ou t ‑ maior risco de eteitos adrersos
hep ticos). uistun o renal (excepto amprenarir,
atazanarir, tosamprenarir e tipranarir). uoentes
com hemoflia. Doentes com histó ria de alergias.
uoentes com altera es da condu o card aca
nomeadamente s ndrome do Q1 longo ou me‑
dicados com t rmacos suscept reis de induzir
prolongamento do interralo Q1. uoentes medi‑
cados com t rmacos metabolizados pelo t¥l]-+
(\. interac es). to ‑administra o de ritampicina
(\. interac es).
Interac.: 0s inibidores da protease s o metaboli‑
zados pelo t¥l+50 (principal ria de elimina o)
sendo, em maior ou menor grau, inibidores e/
ou indutores de r rias isoenzimas e, por rezes,
inibidores e indutores duma mesma isoenzima.
O seu perfl de interacç õ es medicamentosas é ,
por isso, muito complexo sendo obrigat ria a
consulta de informaç ã o especí fca de fá rmaco.
1odos s o inibidores do t¥l]-+ pelo que a
sua administra o concomitante com t rmacos
de margem terap utica estreita substratos desta
isoenzima d origem a interac es clinicamente
signifcativas. A co ‑administraç ã o de inibidores da
protease com astemizol, tertenadina e cisaprida
determina um aumento das concentra es plas‑
m ticas destes t rmacos e potencial desenrolri‑
mento de toxicidade card aca ‑ prolongamento
do interralo Q1 e arritmias grares. - ritampicina
induz o metabolismo de todos os inibidores da
protease comprometendo a sua efcá cia terapê u‑
tica; a sua co ‑administra o constitui uma contra‑
‑indica o. 0 hiperic o (uyµericum µer(cra/um)
ou erra de S. }o o tamb m um indutor do
CYP3A4 susceptí vel de reduzir signifcativamente
as concentra es plasm ticas dos inibidores da
protease sendo contra ‑indicada a sua administra‑
o concomitante.
n
AMPRENAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). larestesias.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
uoentes medicados com t rmacos metaboliza‑
dos pelo t¥l]-+, nomeadamente tertenadina,
astemizol, cisaprida, diazepam, triazolam, fu‑
razepam, midazolam, ergotamina e an logos
(a co ‑administra o do amprenarir com estes
t rmacos constitui mesmo uma contra ‑indica o
absoluta).
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). 0s anti cidos po‑
dem reduzir a absor o do amprenarir (adminis‑
trar com 1 a 2 horas de interralo). 0 amprenarir
simultaneamente um inibidor e um substrato do
t¥l]-+ apresentando, por isso, m ltiplas inte‑
rac es com os t rmacos metabolizados por esta
isoenzima do citocromo l+50. uestas interac es
destacam ‑se a inibi o do metabolismo da terte‑
nadina, astemizol e cisaprida, que determina um
aumento das suas concentra es plasm ticas e o
potencial desenrolrimento de toxicidade card ‑
aca (prolongamento do interralo Q1 e arritmias
grares), e a inibi o do metabolismo de muitos
antiarr tmicos ‑ amiodarona, propatenona, bepri‑
dilo, lidoca na e antagonistas do c lcio, incluindo
as dihidropiridinas. 0 amprenarir inibe tamb m
o metabolismo das estatinas, aumentando o risco
de desenrolrimento de toxicidade (miopatia e ra‑
bdomi lise), e aumenta as concentra es s ricas
dos antidepressores tric clicos e de muitos seda‑
tivos e hipnó ticos como o diazepam, furazepam,
midazolam e triazolam bem como da clozapina
e pimozida e da ergotamina e seus derirados.
0 amprenarir pode ainda aumentar as concen‑
tra es plasm ticas da rartarina (exigindo ‑se por
isso uma monitoriza o criteriosa do lN8), da
loratadina e do sildenafl e de outros inibidores
da lul5. lor poder reduzir os n reis plasm ticos
dos contraceptiros orais, as doentes derem ser
aconselhadas a usar m todos anticoncepcionais
alternatiros. - claritromicina e possirelmente a
eritromicina poder o apresentar concentra es
plasm ticas mais eleradas (ajustar posologia). -
administra o concomitante do amprenarir e do
itraconazol poder determinar um aumento das
concentra es s ricas de ambos os t rmacos. - ri‑
tabutina determina redu es importantes na -Lt
do amprenarir e a -Lt da ritabutina aumenta em
cerca de 200°. - carbamazepina, o tenobarbital
e a tenito na determinam igualmente redu es
signifcativas das concentraç õ es plasmá ticas do
amprenarir, obserrando ‑se, paralelamente, um
aumento das concentra es da carbamazepina.
uas interac es do amprenarir com os outros
anti ‑retrorirais t m reler ncia cl nica reconheci‑
da a interac o entre o amprenarir e o ritonarir,
que causa um aumento das concentra es de am‑
bos os fá rmacos e um signifcativo incremento da
-Lt do amprenarir, a interac o do amprenarir
com o etarirenz e a nerirapina, que podem redu‑
zir as concentra es plasm ticas do amprenarir,
e a interac o entre o amprenarir e a didanosina,
os quais derer o ser administrados com, pelo
menos, uma hora de interralo.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1200 mg, 2 rezes/dia
em monoterapia; 1200 mg, 1 rez/dia em associa‑
o com ritonarir (200 mg, 1 rez/dia); ô00 mg,
2 rezes/dia, em associa o com ritonarir (100 mg,
2 rezes/dia).
[Crianç as] ‑ \ia oral: ue + a 12 anos (peso
< 50 kg): 20 mg/kg, 2 rezes/dia ou 15 mg/kg,
] rezes/dia.
60 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ATAZANAVIR
Ind.: 1ratamento de intec es pelo \lu ‑1 em asso‑
cia o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). -ltera es neuro‑
l gicas perit ricas. lcter cia escleral (trequente).
lcter cia; hepatite e hepatosplenomegalia mais ra‑
ramente. lancreatite. llera o da glicemia (pode
ser grare), creatina ‑cinase, amilase e lipase
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.). uo‑
entes medicados com inibidores da bomba de
prot es. uoentes medicados com indinarir (au‑
mento do risco de hiperbilirrubinemia). uoentes
a tomar contraceptiros orais derer o ser acon‑
selhadas a utilizar m todos anticoncepcionais
alternatiros.
Interac.: V. Introduç ã o (1.3.1.1.). O perfl de
interac es metab licas do ritonarir adminis‑
trado concomitantemente com o atazanarir
poder predominar sobre o deste, pelo que
importante considerar as interac es daquele
anti ‑retror rico. 0s anti ‑ cidos e medicamentos
tamponados (incluindo a didanosina) podem
reduzir signifcativamente a absorç ã o do atazana‑
rir (administrar 2 horas antes ou 1 hora ap s).
0s inibidores da bomba de prot es determinam
uma reduç ã o signifcativa (75%) da AUC do ata‑
zanarir n o sendo, por isso, recomendada a sua
co ‑administra o. 0s antagonistas dos receptores
u2 originam, muito prorarelmente, o mesmo
eteito n o sendo igualmente recomendada a sua
administra o concomitante. 0 atazanarir de‑
termina um aumento das concentra es s ricas
(inibi o do metabolismo) de r rios antiarr tmi‑
cos ‑ amiodarona, lidoca na, quinidina, bepridilo,
diltiazem e rerapamilo, com potencial ocorr n‑
cia de toxicidade. 0 atazanarir inibe tamb m o
metabolismo das estatinas nomeadamente da
sinrastatina, lorastatina e atorrastatina, aumen‑
tando signifcativamente o risco de miopatia e
rabdomiolise; a administra o concomitante de
estatinas e atazanarir n o recomendada. -s con‑
centra es s ricas da claritromicina s o aumen‑
tadas pelo atazanarir mas as do seu metabolito
actiro s o reduzidas, n o existindo intorma o
especí fca quanto ao ajustamento da posologia. O
atazanarir causa ainda um aumento das concen‑
traç õ es plasmá ticas do sildenafl com potencial
aumento de ocorr ncia de reac es adrersas. ue‑
termina tamb m um aumento dos n reis s ricos
do irinotecano (maior risco de toxicidade) bem
como da ciclosporina, tacrol mus e sirol mus
que derer o ser monitorizados criteriosamente.
- co ‑administra o de atazanarir com ritonarir
e rifabutina determina um aumento signifcativo
da tm x e da -Lt da ritabutina sendo necess ‑
rio um ajustamento posol gico. 0 atazanarir
com ritonarir pode aumentar ou diminuir as
concentra es s ricas da rartarina (monitorizar
criteriosamente o lN8 especialmente no in cio da
terap utica). 0s az is ‑ cetoconazol e itraconazol
‑ inibem o metabolismo do atazanarir + ritonarir
podendo elerar as suas concentra es sangu neas.
O tenofovir reduz signifcativamente as concen‑
tra es plasm ticas do atazanarir, redu o esta
que compensada pelo aumento determinado
com a associa o do ritonarir. 0 etarirenz reduz
as concentra es plasm ticas do atazanarir sendo
necess rio um ajustamento da posologia dos di‑
terentes anti ‑retror ricos. - nerirapina, como in‑
dutor enzim tico, muito prorarelmente tamb m
reduzir as concentra es s ricas do atazanarir,
n o sendo recomendada a sua administra o
concomitante.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ]00 mg, 1 rez/dia em
associa o com ritonarir ‑ 100 mg, 1 rez/dia
(administrar com alimentos). \c/a· o ri/cnarir
asscciadc nes/a dcse ccm c c|jec/irc de a//e‑
rar favoravelmente o perfl farmacociné tico do
a/a:anarir
[Crianç as] ‑ N o recomendada a sua utiliza o
em crian as e adolescentes.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
FOSAMPRENAVIR
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1 em asso‑
cia o com doses baixas de ritonarir e outros
t rmacos anti ‑retrorirais. 0 tosamprenarir um
pr ‑t rmaco do amprenarir.
R. Adv.: \. -mprenarir.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -mprenarir. N o adminis‑
trar concomitantemente com outros medicamen‑
tos contendo amprenarir. uoentes com alergia
conhecida s sultonamidas.
Interac.: \. -mprenarir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ¯00 mg, 2 rezes/dia a
administrar concomitantemente com ritonarir
‑ 100 mg, 2 rezes/dia.
[Crianç as] ‑ N o recomendado em crian as de
idade inferior a 6 anos; peso ≥ 39 Kg ‑ poso‑
logia igual à do adulto; 25 ≤ peso ≤ 38 Kg
‑ 18 mg/kg de suspens o oral (administrar com
alimentos) ou ] mg/kg de solu o oral.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
INDINAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). -lop cia. ligmen‑
ta o da pele.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.). Man‑
ter hidrata o adequada.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). 0s anti cidos
podem reduzir a absor o do indinarir (adminis‑
trar com 1 a 2 horas de interralo).
0 indinarir aumenta as concentra es plasm ‑
ticas das benzodiazepinas ‑ alprazolam, mida‑
zolam e triazolam ‑ prolongando o seu eteito
sedatiro. -s concentra es plasm ticas do indi‑
narir s o reduzidas para n reis subterap uticos
pelos indutores enzim ticos ‑ carbamazepina,
tenito na e fenobarbital, rifampicina e ritabu‑
tina (muito signiticatiramente). 0s inibidores
enzim ticos ‑ az is (com excep o do fluco‑
nazol), claritromicina, cotrimoxazol, isonia‑
1.3. Antivíricos 61
zida e ritonavir ‑ aumentam as concentra es
plasm ticas do indinarir.
- co ‑administra o de indinarir e nelfinavir
causa uma elera o signiticatira das concen‑
tra es plasm ticas dos 2 t rmacos; a admi‑
nistra o concomitante de ritonavir origina
um aumento das concentra es do indinarir.
0 indinarir determina um aumento muito sig‑
niticatiro nas concentra es do saquinavir.
- didanosina reduz a absor o do indinarir
(administrar os 2 t rmacos a interralos de
2 horas). - nevirapina reduz as concentra es
plasm ticas do indinarir, comprometendo a
sua etic cia terap utica.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 800 mg de 8 em 8 horas.
-dministrar 1 hora antes ou 2 horas depois das
retei es.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
LOPINAVIR + RITONAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.); o ritonarir utilizado
em doses baixas apenas com o objectiro de inibir
o metabolismo do lopinarir.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \. 8itonarir. lan‑
creatite.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \.
8itonarir.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \. 8itonarir. -s
concentra es plasm ticas do lopinarir s o re‑
duzidas com a co ‑administra o do etarirenz e,
possirelmente, da nerirapina; a carbamazepina,
tenobarbital, tenito na e corticoster ides tamb m
reduzem, muito prorarelmente, as concentra‑
es plasm ticas do lopinarir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 mg de lopinarir +
100 mg de ritonarir (] c psulas), 2 rezes/dia, a
administrar com alimentos.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ue ô meses a 12 anos:
10 a 12 mg/kg de lopinarir + 2,5 a ] mg/kg
de ritonarir, 2 rezes/dia, a administrar com
alimentos (dose m xima ‑ +00 mg/100 mg); >
12 anos: posologia igual do adulto.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
NELFINAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
Interac.: V. Introduç ã o (1.3.1.1.). O nelfnavir re‑
duz as concentra es plasm ticas dos contracep‑
tiros orais, derendo as doentes ser aconselhadas
a usar m todos anticoncepcionais alternatiros. 0
nelfnavir pode inibir o metabolismo da amioda‑
rona, aumentando o risco de aparecimento de
arritmias grares. - co ‑administra o de ritabutina
e nelfnavir determina uma reduç ã o nas concen‑
traç õ es do nelfnavir e um aumento nas concen‑
tra es da ritabutina. - administra o concomi‑
tante de ritonavir e nelfnavir causa um aumento
superior a 100° nas concentra es plasm ticas
do nelfnavir e um aumento pouco signifcativo
nas do ritonavir. A co ‑administraç ã o de nelfnavir
e saquinarir origina uma elera o de quase +00°
nas concentra es plasm ticas do saquinarir e
um aumento pouco importante nas concentra‑
ç õ es do nelfnavir. A administraç ã o simultâ nea
do nelfnavir e indinavir determina uma elevaç ã o
importante nas concentra es plasm ticas dos
2 t rmacos.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ¯50 mg de 8 em 8 horas,
] rezes/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > 2 anos: 25 a ]0 mg/
kg, ] rezes/dia.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
RITONAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). -ltera es do pala‑
dar. Neuropatia perit rica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \.
interac es.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). 0 ritonarir causa
um aumento das concentra es plasm ticas, com
potencial aparecimento de toxicidade, de r rios
analg sicos ‑ piroxicam, propoxiteno e opi ceos
(excepto a metadona cujas concentra es s o
reduzidas), de antiarr tmicos ‑ amiodarona, diso‑
piramida, propatenona e outros, de antidepres‑
sores, de antagonistas do c lcio, de neurol pticos
‑ clozapina, da ergotamina e seus derirados e de
r rias benzodiazepinas ‑ alprazolam, clorazepato
dipotá ssico, diazepam, furazepam, midazolam,
triazolam e outras. - co ‑administra o de clari‑
tromicina, e possirelmente de outros macr li‑
dos, e ritonarir causa um aumento importante
nas concentra es plasm ticas da claritromicina
(· ¯5°) e uma ligeira elera o dos n reis sangu ‑
neos do ritonarir. -s concentra es plasm ticas
das estatinas, dexametasona (e prorarelmente
de outros corticoster ides), ciclosporina e tacro‑
l mus e, possirelmente da rartarina s o tamb m
aumentadas pelo ritonavir. O fuconazol (e pro‑
vavelmente outros azó is) e a fuoxetina estã o na
origem de um aumento, que poder ser impor‑
tante, das concentra es plasm ticas do ritonarir.
- administra o concomitante de metronidazol e
dissulfram aumenta o risco de ocorrê ncia de re‑
acç õ es do tipo dissulfram. O ritonavir reduz as
concentra es s ricas, com compromisso da sua
efcá cia clí nica, da teoflina, do sulfametoxazol e
dos contraceptiros orais (as doentes derer o ser
aconselhadas a usar m todos anticoncepcionais
alternativos) e aumenta signifcativamente as con‑
centraç õ es sé ricas do sildenafl.
- co ‑administra o de ritonarir e ritabutina
determina um aumento muito signiticatiro das
concentra es plasm ticas da ritabutina.
0 ritonarir inibe o metabolismo dos outros ini‑
bidores da protease originando um aumento
das suas concentra es plasm ticas com apa‑
recimento de sinais de toxicidade. - adminis‑
tra o simult nea de ritonarir e zidorudina
determina uma redu o nas concentra es da
zidorudina, com pror rel compromisso da sua
etic cia terap utica
62 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg de 12 em 12 ho‑
ras.
[Crianç as] ‑ \ia oral: +00 mg/m
2
de 12 em
12 horas (dose inicial: 250 mg/m
2
de 12 em
12 horas, aumentando 50 mg/m
2
de 12 em
12 horas cada 2 a ] dias); dose m xima: ô00 mg
de 12 em 12 horas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
SAQUINAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). lancreatite. Neu‑
ropatia perit rica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.).
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). 0 saquinarir
aumenta as concentra es plasm ticas dos an‑
tagonistas do c lcio, clindamicina, dapsona e
triazolam. 0s indutores enzim ticos como a
carbamazepina, tenito na, tenobarbital, ritampi‑
cina e ritabutina reduzem, por rezes muito sig‑
nifcativamente, as concentraç õ es do saquinavir,
podendo comprometer a sua efcá cia terapê utica.
0s inibidores enzim ticos como os az is, a eri‑
tromicina e a claritromicina podem aumentar
as concentra es plasm ticas do saquinarir. -
co ‑administra o de indinarir e saquinarir est
na origem de um aumento importante das con‑
centra es do saquinarir. - administra o con‑
comitante do nelfnavir determina uma elevaç ã o
de quase +00° nas concentra es plasm ticas do
saquinarir e um aumento pouco importante nas
concentraç õ es do nelfnavir. A administraç ã o si‑
mult nea do saquinarir e ritonarir est na origem
de uma elevaç ã o signifcativa nos ní veis sé ricos
do saquinarir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg, ] rezes/dia.
[Crianç as] ‑ N o recomendada a sua utiliza o
em crian as e adolescentes de idade interior
a 1ô anos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
TIPRANAVIR
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1, co‑
‑administrado com ritonarir em dose baixa e em
associa o com outros t rmacos anti ‑retrorirais,
em doentes que apresentem \lu resistente a r ‑
rios inibidores da protease.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \. ritonarir. 1oxici‑
dade hepá tica signifcativa (incluindo insufciê n‑
cia hep tica tatal). tasos de hemorragia intracra‑
niana tatal e n o ‑tatal est o descritos.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \.
ritonarir. uoentes al rgicos s sultonamidas (o
tipranarir cont m uma estrutura sultonam dica).
uoentes medicados com t rmacos metaboliza‑
dos pelo t¥l]- ou t¥l2uô (rer interac es e
consultar literatura especí fca); pela magnitude
da interac o e probabilidade de originar etei‑
tos adrersos grares e/ou potencialmente tatais,
est tormalmente contra ‑indicada a administra‑
o concomitante de tipranarir/ritonarir com
os t rmacos seguintes: amiodarona, bepridilo,
quinidina, propafenona, fecainida, astemizol,
tertenadina, ergotamina e seus derirados, cisapri‑
da, pimozida, sertindol, triazolam, lorastatina e
sinrastatina.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.1.). \. ritonarir. 0
tipranarir indutor e inibidor do t¥l]-, ini‑
bidor de muitas outras isotormas do t¥l+50 e
ainda indutor e inibidor da glicoprote na l. -
sua co ‑administra o com o ritonarir em baixa
dose determina um perfl de interacç õ es medi‑
camentosas muito complexo recomendando ‑se
a consulta de literatura mé dica especí fca. Das
suas interac es, salientam ‑se: 0 tipranarir/rito‑
navir determina um aumento muito signifcativo
das concentra es plasm ticas com potencial de‑
senrolrimento de toxicidade de r rios t rmacos
‑ amiodarona, bepridilo, quinidina, propatenona,
fecainida, astemizol, terfenadina, ergotamina e
seus derirados, cisaprida, pimozida, sertindol,
triazolam, lorastatina e sinrastatina ‑ estando
contra ‑indicada a sua co ‑administra o. 0 tipra‑
narir/ritonarir determina ainda um aumento das
concentra es plasm ticas de: itraconazol, ce‑
toconazol, atorrastatina (8 ‑10 rezes), inibidores
PDE5 (sildenafl, tadalafl, vardenafl), desiprami‑
na, futicasona, budenosido (provavelmente) e
ainda dos antimicrobianos claritromicina e rita‑
butina. - co ‑administra o do tipranarir/ritonarir
com a claritromicina determina tamb m um au‑
mento da tm n do tipranarir (superior a 100°); a
ritabutina tamb m origina um aumenta da tm n
do tipranarir, embora muito interior (1ô°). 0
fuconazol determina igualmente um aumento
da tm n e da -Lt (superior a 50°) do tiprana‑
rir. - administra o concomitante de tipranarir/
ritonarir com etinilestradiol est na origem de
uma redu o das concentra es s ricas deste
estrog nio, sendo recomendada a utiliza o de
m todos contraceptiros alternatiros bem como
a monitoriza o das mulheres que tazem 1uS
com estrog nios. - administra o concomitante
de tipranarir/ritonarir com metadona determina
uma redu o das concentra es plasm ticas des‑
te opiá ceo, tal como das da teoflina, podendo
comprometer a sua efcá cia terapê utica. Os anti‑
‑ cidos de alum nio e magn sio reduzem a absor‑
o do tipranarir derendo ser administrados com
um interralo de, pelo menos, 2 horas. - utiliza o
concomitante do tipranarir/ritonarir com os ini‑
bidores da protease ‑ amprenarir, lopinarir, ou
saquinavir ‑ determina uma reduç ã o signifcativa
(superior a 50°) das concentra es plasm ticas
destes t rmacos, pelo que n o se recomenda a
sua co ‑administra o. - administra o simult ‑
nea de tipranarir/ritonarir e atazanarir origina,
para alé m da reduç ã o signifcativa das concentra‑
es s ricas do atazanarir , um aumento muito
importante das concentra es do tipranarir/rito‑
narir n o sendo igualmente recomendada a sua
co ‑administra o tal como a administra o con‑
comitante de tipranarir/ritonarir com abacarir ou
zidorudina (redu o da -Lt destes inibidores da
transcriptase rerersa). - co ‑administra o de ti‑
pranarir/ritonarir com didanosina tamb m deter‑
mina uma diminui o da -Lt deste inibidor da
1.3. Antivíricos 63
transcriptase rerersa. - administra o concomi‑
tante de tipranarir/ritonarir (tormula o cont m
etanol) com dissulfram ou fá rmacos susceptí veis
de induzirem reacç õ es “tipo dissulfram” podem
originar esta reac o.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 mg, co ‑administrado
com 200 mg de ritonarir, de 12 em 12 horas (ad‑
ministrar com alimentos; posologia para adultos
e adolescentes > 12 anos).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.].1.2. -n logos n o nucleos deos
inibidores da transcriptase inrersa
(rerersa)
n
EFAVIRENZ
Ind.: 1ratamento de intec es pelo \lu em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: N useas, r mitos e diarreia. tetaleias e
tonturas. -ltera es do sono. ladiga. lrup es
cut neas. llera o das enzimas hep ticas. lan‑
creatite.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu
grare. uist ria de doen a psiqui trica ou de
alergias. uoentes medicados com tertenadina,
astemizol, cisaprida, midazolam ou triazolam.
Monitorizar tun o hep tica.
Interac.: - ritampicina reduz as concentra es plas‑
m ticas do etarirenz. - tenito na e o tenobarbital
podem reduzir as concentra es sangu neas do
etarirenz; as suas concentra es plasm ticas po‑
der o ser tamb m reduzidas pelo etarirenz. 0
etarirenz reduz as concentra es da claritromici‑
na mas aumenta as do seu metabolito, que tar‑
macologicamente actiro. 0 etarirenz reduz ain‑
da as concentra es plasm ticas do indinarir e,
signifcativamente, as do saquinavir. O efavirenz
aumenta as concentraç õ es sé ricas do nelfnavir
e, quando associado ao ritonarir, obserra ‑se um
aumento da incid ncia de eteitos adrersos.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg em dose nica
di ria.
[Crianç as] ‑ \ia oral: uos ] aos 1¯ anos: 1] a
15 kg ‑ 200 mg em dose nica di ria; 15 a 20 kg
‑ 250 mg em dose nica di ria; 20 a 25 kg ‑
]00 mg em dose nica di ria; 25 a ]2,5 kg
‑ ]50 mg em dose nica di ria; ]2,5 a +0 kg
‑ +00 mg em dose nica di ria; > +0 kg ‑
ô00 mg em dose nica di ria.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
NEVIRAPINA
Ind.: 1ratamento de intec es pelo \lu, em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: N useas. lebre. tetaleias. lrup es cut ne‑
as. lxantema, que pode ser grare. S ndrome de
Sterens ‑}ohnson e s ndrome de lyell. uistun o
hep tica e hepatite que podem ser tatais.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
en a hep tica. uoen a renal. Monitorizar tun o
hep tica.
Interac.: - nerirapina reduz, com compromisso
da sua efcá cia clí nica, as concentraç õ es plasmá ‑
ticas da tenito na, glucocortic ides, cetoconazol
e contraceptiros orais (as doentes derem ser
aconselhadas a usar m todos anticoncepcionais
alternatiros). -s concentra es plasm ticas do
clorantenicol, cimetidina, doxiciclina, eritromici‑
na, pentamidina, rincristina e rartarina s o tam‑
b m reduzidas pela nerirapina.
-s concentra es plasm ticas da nerirapina
s o signiticatiramente reduzidas pela rifam‑
picina e ritabutina. 0s macr lidos e a cime‑
tidina podem elerar as concentra es da
nerirapina. - administra o concomitante de
trimetoprim e de antibi ticos associados ao
cido clarul nico aumenta o risco de erup es
cut neas. - co ‑administra o de nerirapina e
saquinavir causa uma redu o nas concen‑
tra es plasm ticas do saquinavir, n o sendo
alteradas as concentra es da nerirapina. -
nerirapina pode reduzir os n reis sangu neos
do indinavir. - nerirapina reduz as concentra‑
es plasm ticas da metadona.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 mg/dia, durante os
primeiros 1+ dias, seguidos de 200 mg, 2 rezes/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: uos 2 meses aos 8 anos:
+ mg/kg/dia, em dose nica nos primeiros
1+ dias, seguidos de ¯ mg/kg, 2 rezes/dia;
dose m xima: +00 mg/dia; dos 8 aos 1ô anos:
+ mg/kg/dia, em dose nica nos primeiros
1+ dias, seguidos de + mg/kg, 2 rezes/dia; dose
m xima: +00 mg/dia.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.].1.]. -n logos nucleos deos
inibidores da transcriptase inrersa
(rerersa)
Ind.: tom excep o do adetorir e do entecarir,
todos est o aprorados para o tratamento da in‑
tec o pelo \lu em associa o com outros t r‑
macos anti ‑retrorirais. 0 adetorir e o entecarir
est o indicados apenas no tratamento da hepa‑
tite 8 cr nica e a lamirudina e o tenotorir det m
aprora o para as duas indica es reteridas (\.
informaç ã o especí fca de fá rmaco).
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias, dores ab‑
dominais e diarreia. uistun o hep tica. -cidose
l ctica normalmente associada a hepatomegalia
grare e esteatose hep tica (descritos casos tatais).
lancreatite. -norexia. -stenia e tadiga. 1osse e
dispneia. tetaleias. -ltera es do sono. -ltera‑
es hematol gicas, nomeadamente neutropenia
e trombocitopenia. -rtralgias e mialgias. lrup‑
es cut neas, prurido, urtic ria. 8eac es al r‑
gicas que podem ser grares.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
entes com hepatite cr nica 8 ou t e doentes
com distun o hep tica ‑ maior risco de eteitos
adrersos hep ticos nomeadamente acidose l c‑
64 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
tica associada com hepatomegalia e esteatose
(particularmente mulheres obesas e doentes
com hepatite t tratados com interter o alta e ri‑
baririna). uoentes com distun o renal; ajustar
posologia na l8 (excepto abacarir). Monitorizar
tun o hep tica e ocorr ncia de reac es de hi‑
persensibilidade.
Interac.: tom excep o do abacarir, todos s o eli‑
minados, em maior ou menor extens o, por ria
renal ‑ fltraç ã o glomerular e secreç ã o tubular
actira ‑ pelo que a administra o concomitan‑
te de t rmacos eliminados por esta ria, ou que
alterem a tun o tubular, poder aumentar as
concentra es s ricas dos anti ‑retrorirais ou do
t rmaco co ‑administrado (\. intorma o espec ‑
fca de fá rmaco).
n
ABACAVIR
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). 8eac es de hiper‑
sensibilidade que podem ser tatais. S. Sterens‑
‑}ohnson e necrose t xica epiderm ide.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].).
Interac.: 0 etanol e a isotretino na aumentam as
concentra es plasm ticas do abacarir. - ritampi‑
cina, o tenobarbital e a tenito na podem reduzir
as concentra es plasm ticas do abacarir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ]00 mg de 12 em 12 ho‑
ras.
[Crianç as] ‑ \ia oral: uos ] meses aos 12 anos
‑ 8 mg/kg, 2 rezes/dia (dose m xima ‑ ô00 mg/
dia); > 12 anos ‑ posologia igual do adulto.
N o recomendado em crian as de idade inte‑
rior a ] meses.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ABACAVIR + LAMIVUDINA
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.].).
R. Adv.: \. -bacarir e lamirudina.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -bacarir e lamirudina.
N o recomendado em doentes com tlcr <
50 ml/min.
Interac.: \. -bacarir e lamirudina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô00 mg de abacarir +
]00 mg de lamirudina (1 comprimido), 1 rez/dia.
Nota: N o administrar a adultos ou adolescentes
de peso < +0 kg.
[Crianç as] ‑ N o recomendado em crian as de
idade interior a 12 anos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ABACAVIR + LAMIVUDINA + ZIDOVUDINA
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu em monote‑
rapia (associaç ã o fxa); eventualmente em asso‑
cia o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. -bacarir, lamirudina e zidorudina. -
incid ncia de n useas, r mitos, cetaleias, tadiga
e elera o dos trigliceridos ligeiramente supe‑
rior.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -bacarir, lamirudina e zi‑
dorudina.
Interac.: \. -bacarir, lamirudina e zidorudina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ]00 mg de abacarir +
150 mg de lamirudina + ]00 mg de zidorudina
(1 comprimido), 2 rezes/dia (a posologia derer
ser ajustada em doentes com peso corporal inte‑
rior a +0 kg e ou tlcr < 50 ml/min).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ADEFOVIR
Ind.: 1ratamento da uepatite 8 cr nica em adultos
com erid ncia de replica o riral actira, erid n‑
cia histoló gica de infamaç ã o activa e/ou fbrose e
n reis persistentemente elerados de -l1.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].).llera o da creati‑
nina s rica (muito trequente). l8 particularmente
em doentes com doen a hep tica descompen‑
sada. 1ubulopatia renal proximal. S ndrome de
lanconi. uipotostatemia. lxacerba o da hepati‑
te ap s interrup o da terap utica.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). uo‑
entes com distun o renal. uoentes medicados
com t rmacos netrot xicos. uoentes medicados
com tenotorir. Monitorizar tun o renal (de
]/] meses em doentes com tun o renal normal
e mais trequentemente se l8) e ajustar posologia.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 10 mg, uma rez/dia.
[Crianç as] ‑ N o recomendado em crian as e
adolescentes de idade interior a 18 anos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
DIDANOSINA
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). Neuropatia peri‑
t rica. uiperuricemia assintom tica. uiper ou
hipoglicemia. l8-. -ltera es da acuidade risual.
-lopecia.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). uo‑
entes com hist ria de pancreatite, neuropatia
perit rica ou hiperuricemia. Monitorizar acuida‑
de risual.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].). - didanosi‑
na (porque tormulada com um tamp o que
cont m i es -l
]+
e Mg
2+
) reduz a absor o do
indinarir, itraconazol (c psulas), cetoconazol,
quinolonas e tetraciclinas, pelo que estes t rma‑
cos derer o ser administrados 2 horas antes ou
depois da didanosina; em particular, as quinolo‑
nas 8 horas depois da didanosina.
- co ‑administra o de ganciclovir e didano‑
sina causa um aumento nas concentra es
plasm ticas da didanosina e uma redu o nas
concentra es do ganciclovir.
- administra o concomitante de t rmacos sus‑
cept reis de induzir pancreatite ou neuropatia
perit rica aumenta o risco destas patologias.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: > ô0 kg ‑ +00 mg em
dose nica di ria ou 200 mg, 2 rezes/dia; <
ô0 kg ‑ 250 mg em dose nica di ria ou 125 mg,
2 rezes/dia; tomar com o est mago razio (]0 mi‑
nutos antes das retei es).
1.3. Antivíricos 65
[Crianç as] ‑ \ia oral: 2+0 mg/m
2
/dia em dose
nica di ria ou 2 rezes/dia; 180 mg/m
2
/dia em
dose nica di ria ou 2 rezes/dia, quando em
associa o com a zidovudina. N o recomen‑
dado em crian as de idade interior a ] meses
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
EMTRICITABINA
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1 em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). uiperpigmenta‑
ç ã o da pele. Lipodistrofa. Elevaç ã o das enzimas
hep ticas, bilirrubina, lipase s rica, amilase pan‑
cre tica e creatina cinase. -ltera es metab licas,
nomeadamente hiperglicemia, hipertrigliceride‑
mia, hipercolesterolemia e hiperlactemia.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].)
uoentes medicados com an logos dos nucle‑
os deos. Monitorizar tun o hep tica, cl nica e
laboratorialmente, mesmo ap s interrup o da
terap utica.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 mg, 1 rez/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > ]] kg ‑ 200 mg, 1 rez/
dia; idade > ] meses ‑ ô mg/kg, uma rez/dia
(dose m x. ‑ 2+0 mg de solu o oral).
Nota: - biodisponibilidade da emtricitabina na
torma tarmac utica de solu o oral interior
da torma tarmac utica de c psula correspon‑
dendo 2+0 mg de emtricitabina, solu o oral a
200 mg de emtricitabina, c psulas.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
EMTRICITABINA + TENOFOVIR
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1 em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. lmtricitabina e tenotorir.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lmtricitabina e tenotorir.
N o administrar com outros medicamentos que
contenham emtricitabina, tenotorir ou lamiru‑
dina.
Interac.: \. lmtricitabina e tenotorir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 mg de emtricitabi‑
na + 2+5 mg de tenotorir disoproxil (1 comp.),
1 rez/dia (administrar com alimentos).
[Crianç as] ‑ N o recomendada a sua utiliza o
(n o h intorma o).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ENTECAVIR
Ind.: 1ratamento da uepatite 8 cr nica em adultos
com erid ncia de replica o riral actira, erid n‑
cia histoló gica de infamaç ã o activa e/ou fbrose e
n reis persistentemente elerados de -l1.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). lxacerba es da
hepatite ‑ elera es acentuadas da -l1 (2] ‑2+ se‑
manas ap s in cio do tratamento em doentes n o
tratados preriamente com nucleos deos ou mes‑
mo ap s interrup o da terap utica).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].).
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].).
Posol.: \ia oral: uoentes n o tratados preriamente
com nucleos deos: 0,5 mg, 1 rez/dia (administrar
com ou sem alimentos); uoentes retract rios
lamirudina: 1 mg, 1 rez/dia (administrar com o
est mago razio).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ESTAVUDINA
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). Neuropatia peri‑
t rica. Sintomas de tipo gripal ‑ tebre, tremores,
sudaç ã o, difculdade respirató ria.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). uo‑
entes com hist ria de pancreatite ou neuropatia
perit rica.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].). - administra o
concomitante de t rmacos suscept reis de induzir
neuropatia perit rica aumenta o risco de neuro‑
patia.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: < ô0 kg ‑ ]0 mg de
12 em 12 horas; > ô0 kg ‑ +0 mg de 12 em 12 ho‑
ras. -dministrar 1 hora antes das retei es.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < ]0 kg ‑ 1 mg/kg de
12 em 12 horas; > ]0 kg ‑ posologia igual
do adulto.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
LAMIVUDINA
Ind.: 1ratamento da uepatite 8 cr nica em adultos
com erid ncia de replica o riral actira, erid n‑
cia histoló gica de infamaç ã o activa e/ou fbrose
e n reis persistentemente elerados de -l1. 1ra‑
tamento de doentes com intec o pelo \lu, em
associa o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). S ndrome gripal.
lntec es respirat rias. Neuropatia perit rica e
hepatotoxicidade, que pode ser grare, t m sido
descritas, particularmente em doentes com intec‑
o pelo \lu.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). Mo‑
nitorizar a tun o hep tica, pelo menos, de ] em
] meses; mensalmente nos doentes submetidos a
transplante ou com doen a hep tica grare.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].). 0 cotrimoxa‑
zol (trimetoprim) aumenta em cerca de +0° as
concentra es plasm ticas da lamirudina. 0 gan‑
ciclorir e o toscarneto s dico n o derer o ser co‑
‑administrados sem que se consulte intorma o
actualizada.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg, 1 rez/dia at
ocorrer seroconrers o, no tratamento da he‑
patite 8 cr nica; 150 mg de 12 em 12 horas ou
]00 mg uma rez/dia, no tratamento de doentes
com intec o pelo \lu.
[Crianç as] ‑ N o recomendado em crian as de
idade interior a 12 anos (consultar literatura).
- posologia para crian as de idade superior a
12 anos igual do adulto.
\c/a· \ ou/rcs an/ir riccs (I)2;
66 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5 m¸/m/
/llll\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); ulaxo (8eino Lnido)
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 2+0 ml; e ]5,ô¯
(e 0,1+8ô); ô)°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
/llll\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); ulaxo (8eino Lnido)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 82,21
(e 2,)]ô1); ô)°
n
LAMIVUDINA + ZIDOVUDINA
Ind.: 1ratamento de intec es pelo \lu, em associa‑
o com outros t rmacos anti ‑retrorirais.
R. Adv.: \. lamirudina e zidorudina.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lamirudina e zidorudina.
Interac.: \. lamirudina e zidorudina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 150 mg de lamirudina
+ ]00 mg de zidorudina (1 comprimido), 2 re‑
zes/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > 12 anos: posologia
igual do adulto.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
TENOFOVIR
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1 em asso‑
cia o com outros t rmacos anti ‑retrorirais. 1ra‑
tamento da uepatite 8 cr nica em adultos com
erid ncia de replica o riral actira, erid ncia his‑
toló gica de infamaç ã o activa e/ou fbrose e ní veis
persistentemente elerados de -l1.
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). uiabetes ins pida
netrog nica. l8 particularmente em doentes com
doen a hep tica descompensada. 1ubulopatia re‑
nal proximal. S ndrome de lanconi. uipotostate‑
mia. lxacerba es agudas da hepatite durante ou
ap s interrup o da terap utica. 0steoporose.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). uo‑
entes medicados com t rmacos netrot xicos.
uoentes medicados com quaisquer outros antire‑
trorirais contendo tenotorir. uoentes medicados
com adetorir.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].). - co ‑administra‑
o de tenotorir e cidotorir pode causar um au‑
mento ou redu o das concentra es s ricas de
cada um destes t rmacos. - administra o conco‑
mitante de tenotorir e didanosina na tormula o
de comprimidos tamponados causa um aumento
das concentra es s ricas da didanosina. - admi‑
nistra o simult nea de tenotorir e lopinarir/rito‑
narir origina uma redu o na -Lt do lopinarir e
um aumento na -Lt do tenotorir.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 2+5 mg, 1 rez/dia a ad‑
ministrar com alimentos.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
ZIDOVUDINA
Ind.: \. lntrodu o (1.].1.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.].1.].). -nemia. Neutro‑
penia, leucopenia e pancitopenia, que podem
ser grares. ligmenta o da pele, unhas e mucosa
oral. S ndrome de tipo gripal. Neuropatia perit ‑
rica. tontus o mental e conruls es.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.].1.].). ura‑
ridez (at s 1+ semanas). 8Ns com hiperbilirru‑
binemia ou transaminases com um ralor 5 rezes
superior ao limite m ximo normal. -nemia ou
leucopenia grares.
Interac.: \. lntrodu o (1.].1.].). - ritampicina re‑
duz signifcativamente as concentraç õ es plasmá ti‑
cas da zidorudina. - administra o concomitante
de anfotericina B, dapsona, fucitosina, pentami‑
dina e ganciclorir aumenta o risco de mielossu‑
press o. - co ‑administra o de cotrimoxazol
aumenta o risco de aparecimento de anemia e
neutropenia.
- administra o simult nea de sultadiazina/
pirimetamina elera as concentra es de zido‑
rudina, aumentando o risco de ocorr ncia de
toxicidade medular; o eteito da pirimetamina
reduzido pela zidorudina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 500 a ô00 mg/dia, a ad‑
ministrar de 8 em 8 ou de 12 em 12 horas.
\ia l\: 1 a 2 mg/kg, a administrar de + em + horas.
[Crianç as] ‑ \ia oral: uos ] meses aos 12 anos:
]ô0 a +00 mg/m
2
/dia, a administrar de ô em
ô ou de 8 em 8 horas. (consultar literatura).
\ia l\: 80 a 1ô0 mg/m2 de ô em ô horas. (consul‑
tar literatura).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
lnibidores da tus o
n
ENFUVIRTIDA
Ind.: 1ratamento da intec o pelo \lu ‑1, em as‑
socia o com outros t rmacos anti ‑retrorirais,
em doentes que apresentem resist ncia ou n o
tolerem anti ‑retrorirais das outras classes tarma‑
col gicas.
R. Adv.: 8eac es no local da injec o (muito tre‑
quentes). N useas, r mitos, epigastralgias, dores
abdominais e diarreia. Refuxo gastro ‑esofá gico.
lancreatite. uipertrigliceridemia e diabetes. -no‑
rexia. -stenia. lrritabilidade e ansiedade. \erti‑
gens. -ltera es do sono, pesadelos. lintoadeno‑
patias. Mialgias. Neuropatia perit rica. S ndrome
gripal, sinusite, pneumonia. t lculos renais. lele
seca, eritema, eczema, acne. 0steonecrose. 8eac‑
es de hipersensibilidade que podem ser grares.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
entes com distun o hep tica ou renal. uoentes
com hepatite 8 ou t (maior risco de eteitos ad‑
rersos hep ticos).
Interac.: N o conhecidas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia subcut nea: )0 mg ,
2 rezes/dia (adultos e adolescentes de idade
≥ 16 anos).
[Crianç as] ‑ \ia subcut nea: dos ô aos 15 anos
‑ 2 mg/kg, 2 rezes/dia (dose m x. ‑ )0 mg,
2 rezes/dia).
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
1.3. Antivíricos 67
1.].2. 0utros antir ricos
- terap utica antir rica espec tica , em geral,
pouco eticaz. - replica o riral usualmente
m xima antes do aparecimento dos sintomas cl ‑
nicos o que impossibilita, na maioria dos casos,
uma interren o terap utica em tempo til.
tontudo, grande parte das riroses s o de curta
dura o e benignas. - s ndrome da imunodetici‑
ncia humana adquirida uma excep o. 1odos
os antir ricos inibem a replica o riral actuando
numa ou em r rias tases do processo replicatiro.
0s antir ricos que se encontram dispon reis no
mercado para utiliza o em regime ambulat rio
s o, desde h r rios anos, o aciclovir e a iso‑
prinosina. 8ecentemente, toram introduzidos
o valaciclovir, o zanamivir, a lamivudina e a
ribavirina e ainda o oseltamirir e a brivudina.
0 valaciclovir um pr ‑t rmaco do aciclovir.
-presenta, relatiramente ao aciclovir, uma maior
biodisponibilidade originando, por ria oral, con‑
centra es s ricas bastante superiores s obtidas
com doses compar reis de aciclovir; pode ainda
ser administrado 2 ou ] rezes/dia, consoante a
situa o cl nica a tratar. - brivudina actira ape‑
nas contra r rus /erµes simµ/ex tipo 1. 0 zanami‑
vir e o oseltamirir s o inibidores das neuramini‑
dases dos r rus intluenza - e 8 e demonstraram
ser muito bem tolerados. tontudo, a sua etic cia
est dependente de um diagn stico precoce (s
s o eticazes se iniciados at s +8 horas ap s o
in cio dos sintomas) o que limita a sua utilidade
terap utica. - sua etic cia n o toi araliada no
grupo de doentes considerados de risco. 0 osel‑
tamirir administrado por ria oral e est tamb m
aprorado para a protilaxia e tratamento inicial
da gripe em adultos e adolescentes n o substi‑
tuindo, contudo, a racina o contra a gripe que
continua a ser a medida protil tica de elei o. -
lamivudina e a ribavirina s o antir ricos usados
no tratamento das hepatites 8 e t, respectira‑
mente (a lamivudina era j usada no tratamento
da intec o pelo \lu). - sua prescri o derer
ser realizada apenas por m dicos especialistas e
com experi ncia cl nica nestas patologias. - rida‑
rabina, comercializada entre n s unicamente na
torma inject rel, utilizada em meio hospitalar
no tratamento das encetalites por uerµes simµ/ex
e nas intec es por uerµes simµ/ex ou uerµes
:cs/er do 8N. 0 ganciclovir, o toscarneto s dico
e o cidotorir t m como indica o espec tica o tra‑
tamento de intec es por citomegalor rus, pelo
que s o tamb m utilizados exclusiramente em
meio hospitalar.
n
ACICLOVIR
Ind.: Proflaxia e tratamento das infecç õ es devidas
a uerµes simµ/ex, incluindo o herpes genital
prim rio e recidirante. 1ratamento das intec es
deridas ao r rus \aricella ‑zoster.
0 aciclorir tamb m utilizado em dermatolo‑
gia e ottalmologia (\. urupos 1]. e 15.).
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias e diarreia.
lrup es cut neas. llera o (usualmente transi‑
t ria) das enzimas hep ticas, bilirrubina, ureia e
creatinina. 8edu o dos ndices hematol gicos.
-stenia. tetaleias, tonturas e rertigens. 8eac es
infamató rias apó s administraç ã o IV.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. 8edu‑
zir a posologia em doentes com l8 grare. Manter
hidrata o adequada, particularmente quando
administradas doses eleradas por ria l\.
Interac.: - probenecida reduz a excre o renal
do aciclorir, aumentando as suas concentra es
plasm ticas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 200 mg, 5 rezes/dia,
durante 5 dias no tratamento das intec es por
uerµes simµ/ex; 200 mg, + rezes/dia ou +00 mg,
2 vezes/dia na proflaxia das infecç õ es recorren‑
tes por uerµes simµ/ex, durante r rios meses at
12 meses de terap utica; 800 mg, 5 rezes/dia,
durante ¯ dias no tratamento da \aricela ‑zoster.
\ia l\: 5 mg/kg de 8 em 8 horas; 10 mg/kg de
8 em 8 horas no doente imunodeprimido.
[Crianç as] ‑ \ia oral: Metade da dose do
adulto (< 2 anos); dose do adulto (> 2 anos).
\ia l\: 10 mg/kg de 8 em 8 horas (< ] meses);
250 mg/m2 de 8 em 8 horas (dos ] meses aos
12 anos); 500 mg/m2 no doente imunocompro‑
metido e na encetalite por uerµes simµ/ex.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 8ô m¸/m/
ul\ltll (MS8M); lab. 8.-. larma
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 1),1¯
(e 0,1)1¯); ô)°
/0\l8-\ (MS8M); lab. vellcome
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 21,28
(e 0,2128); ô)°
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 200 ml; e +1,)2
(e 0,20)ô); ô)°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 8ôô m¸
-tltl0\l8 tlNl- 800 Mu t0Ml8lMlu0S ulSll8‑
S \llS (MS8M); tinta
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 25 unid; e ]],)8
(e 1,]5)2); ô)° ‑ l8 e ]0,ô2
-tltl0\l8 vlN1u80l 800 Mu t0Ml8lMlu0S
ulSll8S \llS (MS8M); vinthrop
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 2ô
(e 1,0+); ô)° ‑ l8 e ]0,ô2
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
-tltl0\l8 tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 11,)] (e 0,+¯¯2);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
-tltl0\l8 ulNl8lS 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 12,8] (e 0,51]2);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
-tltl0\l8 l-8lSl-l 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 12,8] (e 0,51]2);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
-tltl0\l8 \lu- (MS8M); \ida
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 12,8] (e 0,51]2);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
-tltl0\l8 vlN1u80l 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); vinthrop
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 11,8) (e 0,+¯5ô);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
tltl0\l8-l (MS8M); lab. Medintar
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 1],+1 (e 0,5]ô+);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
68 Grupo 1 | 1.3. Antivíricos
/0\l8-\ (MS8M); lab. vellcome
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 15,0) (e 0,ô0]ô);
ô)° ‑ l8 e 12,¯
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 2),+] (e 0,588ô);
ô)° ‑ l8 e 2+,)5
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
tltl0\l8-l (MS8M); lab. Medintar
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 2],2 (e 0,)28); ô)°
orais s /idas ‑ 8ôô m¸
-tltl0\l8 tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ ]5 unid; e +0,¯] (e 1,1ô]¯);
ô)° ‑ l8 e +2,8¯
-tltl0\l8 ulNl8lS 800 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e ]],)8 (e 1,]5)2);
ô)° ‑ l8 e ]0,ô2
tomp. ‑ 8lister ‑ ]5 unid; e +ô,)¯ (e 1,]+2); ô)°
‑ l8 e +2,8¯
-tltl0\l8 l-8lSl-l 800 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ ]5 unid; e +5,2¯ (e 1,2)]+);
ô)° ‑ l8 e +2,8¯
tltl0\l8-l (MS8M); lab. Medintar
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e +¯,1 (e 1,88+); ô)°
‑ l8 e ]0,ô2
/0\ 800 (MS8M); lab. vellcome
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e ]),)¯ (e 1,5)88);
ô)° ‑ l8 e ]0,ô2
tomp. ‑ 8lister ‑ ]5 unid; e 55,2ô (e 1,5¯8));
ô)° ‑ l8 e +2,8¯
n
BRIVUDINA
Ind.: 1ratamento de intec es por r rus \arice//a‑
‑:cs/er.
R. Adv.: N useas, r mitos, dores abdominais e diar‑
reia; perda de apetite. tetaleias e rertigens, elera‑
o das enzimas hep ticas, glicos ria, protein ria
e altera es hematol gicas est o descritas mais
raramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
entes submetidos a terap utica imunossupres‑
sora ou quimioterapia. uoentes medicados com
5 ‑fuorouracilo, tegafur, foxuridina ou outros
antimetabolitos. Lsar com precau o em doentes
com doen as hep ticas proliteratiras.
Interac.: - brirudina inibe irrerersirelmente a
enzima respons rel pela metaboliza o do
5 ‑fuorouracilo e outros derivados da pirimidina,
causando um aumento signifcativo da toxicidade
do 5 ‑fuouracilo e de outras 5 ‑fuoropirimidinas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 125 mg, 1 rez/dia, du‑
rante ¯ dias, em indir duos imunocompetentes; o
tratamento dere ser iniciado nas primeiras ¯2 ho‑
ras ap s o aparecimento das primeiras manitesta‑
es cut neas.
orais s /idas ‑ I25 m¸
88lult (MS8M); lab. uuidotti (lt lia)
tomp. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e )],22 (e 1],]1¯1);
ô)°
n
LAMIVUDINA
\. -n logos nucleos dicos inibidores da trans‑
criptase inrersa (rerersa) (1.].1.].).
n
RIBAVIRINA
Ind.: 1ratamento da hepatite t cr nica em associa‑
o com o interter o alta ‑2b ou interter o alta ‑2a
ou com o peginterter o alta ‑2b ou peginterter o
alta ‑2a em doentes que recidiraram ap s tera‑
p utica com interter o alta ou como terap utica
inicial nos doentes que apresentam tactores de
mau progn stico (carga riral elerada ou actirida‑
de infamató ria acentuada).
R. Adv.: ladiga, cetaleias, mialgias e tebre. Sintomas
gripais. N useas, r mitos, dores abdominais e
diarreia. -ltera es do sono, irritabilidade, ansie‑
dade e depress o. -nemia. -lop cia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uo‑
en a cardiorascular, nomeadamente lt, entarte
agudo do mioc rdio e arritmias. uemoglobino‑
patias. uoen a psiqui trica grare. uoen as da
tir ide. uistun o hep tica grare.
Interac.: 0s anti cidos de alum nio e magn sio
reduzem a biodisponibilidade da ribaririna. - ri‑
baririna pode antagonizar o eteito terap utico da
zidorudina e da estarudina.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1.000 a 1.200 mg/dia
a administrar em 2 doses, durante 2+ ou +8 se‑
manas.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
t0lluLS (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); 8oche
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 1ô8 unid;
e ¯5),)ô (e +,52]ô); 0°
8l8l10l (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Schering ‑llough lurope (8 lgi‑
ca)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1ô8 unid; e 851,0] (e 5,0ô5¯);

n
VALACICLOVIR
Ind.: 1ratamento de intec es pelo r rus \arice//a‑
‑:cs/er. 1ratamento de intec es por r rus uerµes
simµ/ex, incluindo herpes genital prim rio e re‑
cidirante. Supress o de intec es deridas a r rus
uerµes simµ/ex, incluindo herpes genital recor‑
rente. Proflaxia da infecç ã o por citomegaloví rus
ap s transplante de rg os.
R. Adv.: N useas, r mitos, epigastralgias e diar‑
reia. lrup es cut neas. tetaleias, tonturas e
rertigens. -nemia hemol tica e trombocitopenia.
llera o, usualmente transit ria, das enzimas
hep ticas, bilirrubina, ureia e creatinina. uescri‑
tos alguns casos de p rpura trombocitop nica
tromb tica e s ndrome hemol tico ur mico em
doentes com sida em estado aran ado.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. 8edu‑
zir a posologia em doentes com l8 grare.
Interac.: - probenecida e a cimetidina reduzem a
excre o renal do aciclorir (o ralaciclorir um
pr ‑t rmaco do aciclorir), aumentando as suas
concentra es plasm ticas.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1 g, ] rezes/dia, duran‑
te ¯ dias no tratamento das intec es por r rus
\arice//a ‑:cs/er; 500 mg, 2 rezes/dia, durante
5 dias no tratamento de intec es por herpes
genital recorrente; 2 g, + rezes/dia, durante ] me‑
ses na proflaxia da infecç ã o por citomegaloví rus
ap s transplante de rg os.
1.4. Antiparasitários 69
orais s /idas ‑ 25ô m¸
\-l18l\ (MS8M); lab. vellcome
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯5,8ô (e 1,2ô+]); 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
\-l-\l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2+,5 (e 2,+5); ô)°
\-l18l\ (MS8M); lab. vellcome
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2+,5 (e 2,+5); ô)°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
\-l-\l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e )),+ (e +,¯]]]); ô)°
\-l18l\ (MS8M); lab. vellcome
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e )),+ (e +,¯]]]); ô)°
n
ZANAMIVIR
Ind.: 1ratamento das intec es por r rus infuenza -
ou 8 em adultos ou adolescentes. \. lntrodu o
(1.].2.).
R. Adv.: loder o ocorrer epistaxis e ulcera es da
mucosa nasal.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uoen‑
tes com asma ou ul0t (risco de broncospasmo).
uoentes com patologias grares subjacentes.
Interac.: N o descritas.
Posol.: [Adultos] ‑ lnala o: 10 mg (2 inala es de
5 mg cada), 2 rezes/dia, durante 5 dias. lniciar
dentro de +8 horas ap s o in cio dos sintomas.
/na/a c ‑ 5 m¸
8lllN/- (MS8M); ulaxo vellcome
l p. lnala o, rec. unidose ‑ 8lister ‑ 5 unid ‑
20 dose(s); e 1),)1 (e ],)82); 0°
1.+. -ntiparasit rios
ue acordo com a classitica o oticial, este
grupo inclui os t rmacos anti ‑helm nticos, os t r‑
macos antimal ricos e outros antiparasit rios.
1.+.1. -nti ‑helm nticos
0s t rmacos anti ‑helm nticos s o altamente
eticazes no tratamento das intec es causadas
por c stodos, nem todos e trem todos sendo,
contudo, obrigat ria a associa o de medidas
de higiene indiridual, do agregado tamiliar e
da pr pria comunidade, nas zonas end micas,
capazes de quebrar o ciclo de autointec o. 0s
anti ‑helm nticos actualmente mais utilizados na
cl nica s o os noros benzimidaz is ‑ albendazol,
mebendazol e flubendazol. S o preterencial‑
mente usados nas intec es por c stodos e nem ‑
todos. - piperazina, suscept rel de induzir neu‑
rotoxicidade e obrigando a uma terap utica mais
prolongada, n o considerada como t rmaco
de 1ª escolha. 0 pirantel t o eticaz quanto o
mebendazol no tratamento da ascarid ase, ente‑
rob ase e ancilostom ase mas, porque o seu pertil
de reac es adrersas n o t o taror rel, n o
habitualmente considerado como t rmaco de 1ª
linha. 0 praziquantel, que se encontra dispon ‑
rel apenas nas larm cias uospitalares, usado
em muitas intec es por c stodos e trem todos,
sendo considerado como t rmaco de elei o na
maioria das intesta es causadas por trem todos.
0 mebendazol, actiro contra a maioria dos
c stodos e de muitos nem todos, apresenta uma
biodisponibilidade muito baixa. -s suas reac es
adrersas s o predominantemente gastrintesti‑
nais e pouco trequentes. 0 albendazol possui
uma actiridade id ntica do mebendazol e
considerado o t rmaco de elei o no tratamento
das intec es sist micas por nem todos e, em
altas doses, no tratamento do quisto hid tico e
neurocisticercose. lmbora apresente, tal como
o mebendazol, uma baixa biodisponibilidade,
o seu metabolito tarmacologicamente actiro
e tem um t
1
/
2
plasm tico longo. 0 seu pertil de
reac es adrersas semelhante ao do mebenda‑
zol. 0 flubendazol tamb m usado em medicina
reterin ria.
n
ALBENDAZOL
Ind.: 1ratamento de parasitoses causadas por +sca‑
ris /um|riccides, Iric/uris /ric/iura, ln/erc|ius
rermicu/aris (oxi ros), +ncy/cs/cma ducdena/e,
\eca/cr americanus, uymenc/eµsis nana, Iae‑
nia sµµ, ·/rcn¸y/cides s/erccra/is, oµis//crc/is
rirerrini e o sinensis. \. lntrodu o (1.+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos e dores abdominais. lst o
tamb m descritas cetaleias, elera o das enzimas
hep ticas, depress o medular e reac es al rgi‑
cas grares (apenas quando da utiliza o de doses
eleradas no tratamento da hidatidose).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. Mo‑
nitorizar tun o hep tica e par metros hemato‑
l gicos no tratamento da hidatidose. 8eduzir a
posologia no doente com lu.
Interac.: 0s alimentos e o praziquantel aumentam
signifcativamente a biodisponibilidade do alben‑
dazol, embora sem implica es cl nicas. - dexa‑
metasona aumenta as concentra es s ricas do
albendazol (albendazol sult xido) em cerca de
50°. - cimetidina e o ritonarir s o suscept reis
de inibir o metabolismo do albendazol, aumen‑
tando o risco de eteitos adrersos induzidos pelo
albendazol. - co ‑administra o de albendazol e
teoflina pode causar um aumento das concen‑
traç õ es sé ricas da teoflina (monitorizar as teof‑
linemias).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: +00 mg ‑ dose nica;
se ocorrer reintesta o dere ser administrada
uma 2ª dose 2 a ] semanas depois; +00 mg ‑ dose
nica di ria, a administrar durante ] dias conse‑
cutiros no tratamento das parasitoses causadas
por Iaenia sµµ, ·/rcn¸y/cides ou u nana; 10 a
15 mg/kg/dia, durante 1 m s no tratamento do
quisto hidá tico (V. Recomendaç õ es especí fcas).
[Crianç as] ‑ \ia oral: > 2 anos: posologia
igual do adulto. N o recomendada a sua uti‑
liza o em crian as de idade interior a 2 anos.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
/lN1ll (MS8M); uSk tons. uealthcare
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 20 ml; e 2,¯ô
(e 0,1]8); ]¯°
70 Grupo 1 | 1.4. Antiparasitários
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
/lN1ll (MS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 2,22
(e 1,11); ]¯°
n
FLUBENDAZOL
Ind.: 1ratamento das parasitoses causadas por:
+scaris /um|riccides, Iric/uris /ric/iura, ln/e‑
rc|ius rermicu/aris (oxi ros), +ncy/cs/cma duc‑
dena/e \eca/cr americanus, Iaenia sa¸ina/a. \.
lntrodu o (1.+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos e dores abdominais.
lst o tamb m descritos: cetaleias, elera o das
enzimas hep ticas, depress o medular e reac es
al rgicas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. 8edu‑
zir a posologia no doente com lu.
Interac.: - co ‑administra o de carbamazepina e
de tenito na, muito prorarelmente, reduz as con‑
centraç õ es plasmá ticas do fubendazol (induç ã o
enzim tica).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg ‑ dose nica; se
ocorrer reintesta o dere ser administrada uma
2ª dose 2 a ] semanas depois; 100 mg, 2 rezes/
dia, durante ] dias consecutiros no tratamento da
ascarid ase, ancilostom ase e triquiur ase; 100 mg
2 rezes/dia, durante ô dias consecutiros no trata‑
mento da ten ase.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 100 mg ‑ dose nica;
se ocorrer reintesta o dere ser administrada
uma 2ª dose 2 a ] semanas depois; 100 mg,
2 rezes/dia, durante ] dias consecutiros no
tratamento da ascarid ase, ancilostom ase e tri‑
quiur ase; 100 mg 2 rezes/dia, durante ô dias
consecutiros no tratamento da ten ase.
1is/as ‑ l/u|enda:c/ Iôô m¸l/u|enda:c/ 2ô m¸/m/
llL\l8M-l (MS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. + Susp. oral ‑ lrasco ‑ 2 unid ‑ ]0 ml (+
8lister ‑ 12 unidade(s)); e 8,+5; ]¯°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
llL\l8M-l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; 0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
llL\l8M-l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. ‑ 8lister ‑ ô unid; 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 18 unid; 0°
n
MEBENDAZOL
Ind.: 1ratamento de parasitoses causadas por: +sca‑
ris /um|riccides, Iric/uris /ric/iura, ln/erc|ius
rermicu/aris (oxi ros), +ncy/cs/cma ducdena/e,
\eca/cr americanus, lc/incccccus ¸ranu/csus
e lc/incccccus mu//i/ccu/aris (hidatidose). \.
lntrodu o (1.+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos e dores abdominais. te‑
taleias. llera o das enzimas hep ticas, depres‑
s o medular e reac es al rgicas grares (apenas
quando da utiliza o de doses eleradas no trata‑
mento da hidatidose).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. Mo‑
nitorizar tun o hep tica e par metros hemato‑
l gicos no tratamento da hidatidose. 8eduzir a
posologia no doente com lu.
Interac.: - co ‑administra o de carbamazepina e
tenito na reduz as concentra es plasm ticas do
mebendazol (indu o enzim tica). - cimetidina
inibe o metabolismo do mebendazol, potencian‑
do os seus eteitos tarmacol gicos (estas interac‑
ç õ es só sã o clí nicamente signifcativas quando em
terap uticas prolongadas).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg ‑ dose nica; se
ocorrer reintesta o dere ser administrada uma
2ª dose 2 a ] semanas depois; 100 mg, 2 rezes/dia
durante ] dias consecutiros ou 500 mg ‑ dose
nica, no tratamento da ascarid ase e ancilostom‑
ase; +0 mg/kg/dia, durante 1 a ô meses ou 1,2 g a
1,8 g/dia, durante 21 a ]0 dias no tratamento do
quisto hidá tico (V. Recomendaç õ es especí fcas).
[Crianç as] ‑ \ia oral: > 2 anos: posologia
igual do adulto. N o recomendada a sua uti‑
liza o em crian as de idade interior a 2 anos.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
l-N1llMlN (MS8M); }ohnson 8 }ohnson
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 2,)¯
(e 0,0))); ]¯°
10l0\lM (MS8M); Merck
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 2,ô+
(e 0,088); ]¯°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l-N1llMlN (MS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 2,]¯ (e 0,])5); ]¯°
10l0\lM (MS8M); Merck
tomp. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 2,+] (e 0,+05); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ 18 unid; e 5,1¯ (e 0,28¯2); ]¯°
n
PIPERAZINA
Ind.: 1ratamento de parasitoses causadas por +sca‑
ris /um|riccides e ln/erc|ius rermicu/aris (oxi‑
ros). \. lntrodu o (1.+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdomi‑
nais. 8eac es al rgicas incluindo broncospasmo
e urtic ria. 1onturas e contus o mental. uesco‑
ordena o motora. -ngioedema e s ndrome de
Sterens ‑}ohnson (descritos raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uis‑
tun o hep tica. lpilepsia. uoen a neurol gica.
uoen a renal grare.
Interac.: - piperazina pode potenciar os eteitos ad‑
rersos das tenotiazinas. - piperazina e o pirantel
s o antagonistas n o sendo, por isso, recomenda‑
da a sua co ‑administra o.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ô5 mg/kg/dia, a adminis‑
trar em dose nica no tratamento da enterob ase;
],5 g, a administrar em dose nica di ria durante
2 dias no tratamento da ascarid ase.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < 12 anos: ô5 mg/kg/dia a
administrar em dose nica no tratamento da
enterob ase (dose do adulto); ¯5 mg/kg/dia
durante 2 dias consecutiros no tratamento da
ascarid ase.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/¸
llll8Mll (MNS8M); lab. 8asi
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 g; 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I25 m¸/m/
llll810\ (MNS8M); todilab
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; 0°
1.4. Antiparasitários 71
n
PIRANTEL
Ind.: 1ratamento das parasitoses causadas por:
+scaris /um|riccides, ln/erc|ius rermicu/aris
(oxi ros), +ncy/cs/cma ducdena/e, \eca/cr
americanus e Iric/cs/rcn¸y/us cc/u|ri(crmis e
I crien/a/is. \. lntrodu o (1.+.1.).
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdo‑
minais. -norexia. tetaleias, tonturas e ins nia.
lrup es cut neas. llera o das enzimas hep ‑
ticas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uis‑
tun o hep tica. -nemia. M nutri o.
Interac.: 0 pirantel e a piperazina s o antagonis‑
tas n o sendo, por isso, recomendada a sua co‑
‑administra o.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 5 mg/kg ‑ dose nica no
tratamento da ascarid ase; 10 mg/kg ‑ dose nica
no tratamento da enterob ase (dose m xima ‑ 1 g;
se necess rio repetir 2 semanas depois; 10 mg/kg
‑ dose nica di ria durante ] dias consecutiros no
tratamento da ancilostom ase.
[Crianç as] ‑ \ia oral: > ô meses: posologia
igual do adulto.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/m/
t0M8-N18lN (MNS8M); Lab. Pfzer
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; 0°
1.+.2. -ntimal ricos
8ecomenda es espec ticas, relatiras proti‑
laxia e tratamento da mal ria nas r rias regi es
do globo, encontram ‑se publicadas na literatura
m dica (0MS, tut, outras). -ctualmente, o
//asmcdium (a/ciµarum (mal ria maligna) na
sua grande maioria resistente cloroquina. -
mefloquina considerada neste contexto como o
antimal rico de elei o, sendo utilizada quer em
protilaxia, quer no tratamento da mal ria. 8ecen‑
temente, toi comercializada entre n s a associa‑
o da mefloquina ao artesunato (trata ‑se de um
pr ‑t rmaco; a dihidroartemisinina o seu meta‑
bolito actiro), associa o esta aprorada exclusira‑
mente para o tratamento do paludismo. - cloro‑
quina e a hidroxicloroquina s o reteridas como
t rmacos de primeira escolha no tratamento da
mal ria benigna habitualmente causada pelo //as‑
mcdium rirax e mais raramente pelo //asmc‑
dium cra/e (j toram isoladas algumas estirpes de
/ rirax resistentes cloroquina). - hidroxiclo‑
roquina usada como alternatira cloroquina;
o seu pertil de reac es adrersas semelhante
(alguns estudos reterem menor toxicidade ocu‑
lar). - halofantrina um dos t rmacos recomen‑
dados para o tratamento da mal ria quando h
resist ncia cloroquina. - sua utilidade terap u‑
tica , contudo, limitada pelo tacto de apresentar
uma biodisponibilidade muito rari rel e cardio‑
toxicidade signiticatira. Nunca dere ser utilizada
em protilaxia. - doxiciclina tamb m til para a
protilaxia e terap utica adjurante da mal ria por
/ (a/ciµarum 0 proguanilo (cloroguanido), ato‑
raquona, a pirimetamina ‑ sultadoxina, a quinina
e a quinidina s o outros antimal ricos importan‑
tes para protilaxia e tratamento da mal ria por
/ (a/ciµarum, sendo o uso destes ltimos geral‑
mente restrito ao meio hospitalar. - atoraquona
n o apresenta resist ncia cruzada com os outros
antimal ricos de administra o corrente e a sua
administra o conjuntamente com o proguanilo
constitui uma associa o sin rgica.
n
ARTESUNATO + MEFLOQUINA
Ind.: 1ratamento da mal ria n o complicada, cau‑
sada por //asmcdium (a/ciµarum em regi es
end micas com baixa transmiss o da doen a.
1ratamento da mal ria causada por estirpes
multi ‑resistentes de //asmcdium (a/ciµarum e
tratamento de intec es mistas causadas por pa‑
rasitas do g nero //asmcdium.
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdomi‑
nais. -norexia e astenia. tetaleias. lns nias. \erti‑
gens e altera es do equil brio. lrup es cut ne‑
as e prurido. 8radicardia. -ltera es psicol gicas.
Elevaç ã o das enzimas hepá ticas. V. Mefoquina.
Contra ‑Ind. e Prec.: V. Mefoquina. IH e IR consti‑
tuem uma contra ‑indica o.
Interac.: V. Mefoquina.
Posol.: \ia oral: 200 mg de artesunato (1 cp) e
500 mg de mefoquina (2 cp de 250 mg cada)
a administrar simultaneamente em dose nica
di ria durante ] dias consecutiros; administrar
com bastante gua e preterencialmente com uma
retei o.
\c/a· ·e c dcen/e rcmi/ar ncs )ô minu/cs aµ s
a adminis/ra c da dcse nica di ria, derer
(a:er uma ncra /cma ccmµ/e/a, is/c , 2ôô m¸
de ar/esuna/c e 5ôô m¸ de me(/c¡uina () cµ;
\cs dcen/es n c ‑imunes ccm µesc ccrµc‑
ra/ en/re )6 e 5ô l¸ ¡ue aµresen/em e(ei/cs
adrerscs indu:idcs µe/a me(/c¡uina aµ s as
2 µrimeiras dcses, µcss re/ redu:ir a ) e
//ima /cma µara 2ôô m¸ de ar/esuna/c (I cµ;
e 25ô m¸ de me(/c¡uina (I cµ em re: de 2 cµ;
orais s /idas ‑ (2ôô m¸; + (25ô m¸;
l-ltl18lM (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ) unid; e 2ô,¯5
(e 2,)¯22); 0°
n
ATOVAQUONA + PROGUANILO
Ind.: Proflaxia e tratamento da malá ria por / (a/‑
ciµarum, particularmente em reas onde o /
(a/ciµarum apresente resist ncia aos outros an‑
timal ricos. \. lntrodu o (1.+.2.).
R. Adv.: \. lroguanilo. tetaleias, tonturas. lns nia.
Elevaç ã o das enzimas hepá ticas. Anaflaxia (muito
raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lroguanilo. uoentes medi‑
cados com ritampicina ou ritabutina ( \er inte‑
rac es).
Interac.: \. lroguanilo. - metoclopramida e a tetra‑
ciclina reduzem signifcativamente as concentra‑
es plasm ticas da atoraquona. - administra o
concomitante de ritampicina ou de ritabutina
reduz muito signifcativamente as concentraç õ es
plasm ticas da atoraquona, n o sendo recomen‑
dada a sua co ‑administra o. - administra o
concomitante de atoraquona e de indinarir de‑
termina uma redu o importante na tm n do
indinarir.
72 Grupo 1 | 1.4. Antiparasitários
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: Proflaxia: 250 mg
de atoraquona + 100 mg de proguanilo/dia
(administrar com leite ou alimentos); iniciar 2+‑
‑+8 horas antes da partida para a rea end mica e
prolongar a terap utica por mais ¯ dias ap s o re‑
gresso; dura o m xima recomendada ‑ 28 dias.
Ira/amen/c: 1000 mg atoraquona + +00 mg de
proguanilo em dose nica, durante ] dias con‑
secutiros (administrar com leite ou alimentos).
[Crianç as] ‑ \ia oral: Ira/amen/c: 250 mg
de atoraquona + 100 mg de proguanilo/dia,
] dias consecutiros para crian as com peso
corporal entre 11 ‑20 kg; 500 mg de atora‑
quona + 200 mg de proguanilo/dia, ] dias
consecutiros para crian as com peso corpo‑
ral entre 21 ‑]0 kg; ¯50 mg de atoraquona +
]00 mg de proguanilo/dia, ] dias consecu‑
tiros para crian as com peso corporal entre
]1 ‑+0 kg; crian as com peso superior a +0 kg ‑
posologia igual do adulto; a administrar com
leite ou alimentos.
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + Iôô m¸
M-l-80Nl (MS8M); uSk
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 12 unid;
e +],¯] (e ],ô++2); 0°
n
CLOROQUINA
Ind.: Proflaxia e tratamento da malá ria. V. Introdu‑
o (1.+.2.). l pus eritematoso sist mico. -rtrite
reumat ide.
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdo‑
minais. -norexia. tetaleias. -ltera es da ris o
crom tica. 8etinopatias. lrup es cut neas e to‑
tossensibilidade. -ltera es do ltu. -granuloci‑
tose, trombocitopenia e anemia apl stica (muito
raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez. lu e l8 (ajustar
posologia). uist ria de epilepsia, psor ase, mias‑
tenia ¸raris. Defciê ncia em desidrogenase do
tostato de glicose ‑ô (u ‑ô ‑lu). Monitoriza o ot‑
talmol gica regular.
Interac.: 0s anti cidos reduzem a absor o da clo‑
roquina. - cimetidina inibe o metabolismo da
cloroquina aumentando as suas concentra es
plasm ticas com potencial desenrolrimento de
toxicidade. - co ‑administra o de corticoster i‑
des pode exacerbar miopatias pr ‑existentes. -
administra o concomitante de outros antimal ‑
ricos ‑ mefoquina, quinina, amodiaquina ou fan‑
sidar ‑ pode antagonizar o eteito da cloroquina
contra o / (a/ciµarum. - co ‑administra o de
cloroquina e mefoquina aumenta o risco de de‑
senrolrimento de conruls es.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: Proflaxia: 5 mg/kg ,
1 rez/semana (dose nica), durante + a ô sema‑
nas; iniciar 1 a 2 semanas antes do in cio da deslo‑
caç ã o (V.Recomendaç õ es especí fcas). Ira/amen‑
/c: uose inicial: 10 mg/kg seguida de 5 mg/kg ô a
8 horas depois e 5 mg/kg/dia nos 2 dias seguintes.
[Crianç as] ‑ \ia oral: /rc(i/axia e /ra/amen/c:
posologia igual do adulto.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
8lS0tulN- (MS8M); 8ayuealth
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,2 (e 0,0ô);
ô)°
n
HALOFANTRINA
Ind.: 1ratamento da mal ria causada por //asmc‑
dium (a/ciµarum ou //asmcdium rirax resisten‑
te cloroquina. \. lntrodu o (1.+.2.).
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdomi‑
nais. llera o das enzimas hep ticas. lrup es
cut neas e prurido. uem lise intrarascular. -rrit‑
mias rentriculares grares.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uoen‑
a card aca. uist ria tamiliar de s ndrome do Q1
longo e outras situa es cl nicas associadas com
prolongamento do interralo Q1 (hipocaliemia,
hipomagnesiemia e outras altera es electrol ti‑
cas).
Interac.: - co ‑administra o de t rmacos suscep‑
t reis de prolongar o interralo Q1 ‑ cloroquina,
mefoquina, antidepressores tricí clicos, antipsi‑
c ticos, antiarr tmicos, tertenadina e astemizol,
ou de induzir outro tipo de arritmias, aumenta
grandemente o risco de arritmias grares.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 1500 mg, a administrar
a interralos de ô horas (] doses de 500 mg); repe‑
tir ap s 1 semana de interralo.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 2+ mg/kg, a administrar
em ] doses com interralos de ô horas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
u-ll-N (MS8M); Smithkline 8 lrench
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 5,)+
(e 0,1)8); 0°
n
HIDROXICLOROQUINA
Ind.: Proflaxia e tratamento da malá ria. V. Introdu‑
o (1.+.2.).
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdo‑
minais. -norexia. tetaleias. -ltera es da ris o
crom tica. 8etinopatias. lrup es cut neas e to‑
tossensibilidade. -ltera es do ltu. -granuloci‑
tose, trombocitopenia e anemia apl stica (muito
raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez. lu e l8 (ajustar
posologia). uist ria de epilepsia, psor ase, mias‑
tenia ¸raris. Defciê ncia em desidrogenase do
tostato de glicose ‑ô (u ‑ô ‑lu). Monitoriza o ot‑
talmol gica regular.
Interac.: 0s anti cidos reduzem a absor o da hi‑
droxicloroquina. - cimetidina pode inibir o me‑
tabolismo da hidroxicloroquina aumentando as
suas concentra es plasm ticas com potencial de‑
senrolrimento de toxicidade. - co ‑administra o
de corticoster ides pode exacerbar miopatias
pr ‑existentes. - administra o concomitante de
outros antimalá ricos ‑ mefoquina, quinina, amo‑
diaquina ou tansidar ‑ pode antagonizar o eteito
da hidroxicloroquina contra o / (a/ciµarum. -
co ‑administraç ã o de hidroxicloroquina e mefo‑
quina aumenta o risco de desenrolrimento de
conruls es.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: Proflaxia: +00 mg/se‑
mana (dose nica), durante + a ô semanas; iniciar
1 a 2 semanas antes do in cio da desloca o (\.
Recomendaç õ es especí fcas). Ira/amen/c: uose
inicial: 800 mg, seguida de +00 mg, ô a 8 horas
depois e de +00 mg/dia, nos 2 dias seguintes.
1.4. Antiparasitários 73
[Crianç as] ‑ \ia oral: /rc(i/axia: 5 mg/kg/
semana (dose nica), durante + a ô semanas;
iniciar 1 a 2 semanas antes do in cio da deslo‑
ca o. N o exceder a dose do adulto (\. 8eco‑
menda es espec ticas). Ira/amen/c: dose
inicial: 10 mg/kg (dose m xima ‑ ô20 mg de
hidroxicloroquina base), seguida de ] a 5 mg/kg
(dose m xima ‑ ]10 mg de hidroxicloroquina
base), ô horas depois; ]ª dose de 5 mg/kg, a
administrar 18 horas depois da 2ª dose; +ª
dose de 5 mg/kg, a administrar 2+ horas depois
da ]ª dose.
\c/a· 1ôô m¸ de /idrcxic/crc¡uina (su/(a/c de
/idrcxic/crc¡uina; s c e¡uira/en/es a )Iô m¸
de /idrcxic/crc¡uina |ase
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
ll-QLlN0l (MS8M); 8ioSa de
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,82 (e 0,282); ô)°
n
MEFLOQUINA
Ind.: Proflaxia e tratamento da malá ria causada por
//asmcdium (a/ciµarum ou //asmcdium rirax
resistente cloroquina.
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia e dores abdomi‑
nais. \ertigens e altera es do equil brio. teta‑
leias. -nsiedade, depress o, pesadelos, psicoses
e ins nia. -ltera es risuais. lrup es cut neas
e prurido. uistun o hep tica. Muito raramen‑
te ocorrem: bradicardia, mialgias, leucopenia e
trombocitopenia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. uis‑
t ria de epilepsia (aumento de risco das conrul‑
s es) ou de doen a psiqui trica. uoen a hep tica
grare. uist ria de arritmias (aumento dos risco
de altera es da condu o nomeadamente blo‑
queio - ‑\ e prolongamento do interralo Q1).
Interac.: - co ‑administra o de t rmacos cardioac‑
tiros ‑ quinina, bloqueadores beta adren rgicos e
outros, aumenta o risco de desenrolrimento de
arritmias. A mefoquina reduz as concentraç õ es
s ricas dos antiepil pticos.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: Proflaxia: 250 mg/se‑
mana (dose nica); iniciar 1 a 2 semanas antes da
data de partida e continuar por + semanas ap s
regresso da rea end mica (\. 8ecomenda es
especí fcas). Ira/amen/c: 20 mg/kg (mefoquina
base) em dose nica ou a administrar em 2 do‑
ses com interralo de ô ou 8 horas. uose m xima
‑ 1,5 g.
[Crianç as] ‑ \ia oral: /rc(i/axia: uos 2 aos
5 anos: um quarto da dose do adulto; dos
ô aos 8 anos: metade da dose do adulto; dos
) aos 11 anos: tr s quartos da dose do adulto.
Ira/amen/c: 250 mg/10 kg de peso em dose
nica. N o recomendada a sua administra o a
crian as com peso interior a 15 kg.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
Mllu-QLlN l-t1-8 (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ + unid; e 12,2ô
(e ],0ô5); ô)°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 8 unid; e 22,1)
(e 2,¯¯]8); ô)°
1.+.]. 0utros antiparasit rios
0s t rmacos inclu dos neste grupo s o apenas
os antiprotozo rios de largo espectro usados em
medicina humana ‑ os nitroimidaz is. - atora‑
quona e a pentamidina, utilizadas no tratamento
da pneumonia por /neumccys/is carinii s o de
uso exclusiro hospitalar. Muitos outros t rmacos
s o usados preterencialmente em medicina rete‑
rin ria. 0s nitroimidaz is inibem selectiramente
r rias oxidases de muitos protozo rios sendo,
de um modo geral, bem tolerados pelo homem.
0 metronidazol, para al m da sua etic cia no
tratamento das intec es por anaer bios, con‑
siderado o t rmaco de elei o no tratamento das
ameb ases agudas, giard ases e tricomon ases ragi‑
nais. -s reac es adrersas que induz s o essen‑
cialmente gastrintestinais e pouco trequentes.
1odos os nitroimidaz is dispon reis apresentam
um espectro de actiridade e um pertil de reac‑
es adrersas id nticos aos do metronidazol. -s
suas contra ‑indica es e precau es bem como as
interac es que s o suscept reis de determinar
s o tamb m, teoricamente, id nticas. 0 tinidazol
possui uma maior dura o de ac o. 0 ornidazol
pode ser administrado por ria oral, l\ e t pica,
mas n o se encontra comercializado entre n s. 0
secnidazol um nitroimidazol de longa dura o
de ac o (t
1
/
2
‑ 20 horas). 0s estudos comparatiros
entre os r rios nitroimidaz is s o ainda escassos.
Ind.: 1ratamento da ameb ase, giard ase e de uretri‑
tes e raginites por Iric/cmcnas ra¸ina/is.
R. Adv.: N useas, r mitos e epigastralgias. -ltera‑
es do paladar. lrup es cut neas e urtic ria.
Lrina escura. tetaleias, rertigens e ataxia (rara‑
mente). Neuropatia perit rica e conruls es epi‑
leptitormes quando da utiliza o de doses altas
ou terap uticas prolongadas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento. lu
(reduzir a posologia). Monitorizar a tun o hep ‑
tica (terap uticas superiores a 10 dias).
Interac.: -s interac es que os nitroimidaz is s o
suscept reis de causar est o bem documentadas
com o metronidazol. 0 metronidazol inibe o
metabolismo dos anticoagulantes orais e da te‑
nito na, aumentando as suas concentra es plas‑
m ticas com potencial desenrolrimento de toxi‑
cidade. 0 tenobarbital reduz as concentra es do
metronidazol podendo comprometer a sua efcá ‑
cia terap utica. - cimetidina inibe o metabolismo
do metronidazol. - co ‑administra o de etanol e
metronidazol aumenta o risco de aparecimento
de reacç õ es do tipo dissulfram.
n
METRONIDAZOL
Ind.: 1ratamento da ameb ase intestinal inrasira e
hep tica, tricomon ase urogenital e giard ase.
lntec es por anaer bios (\. Subgrupo 1.1.11.).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.+.].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.+.].).
Interac.: \. lntrodu o (1.+.].).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 800 mg de 8 em 8 ho‑
ras, durante 5 dias no tratamento da ameb ase
intestinal inrasira; +00 a 800 mg de 8 em 8 horas,
durante 5 a 10 dias no tratamento da ameb ase
74 Grupo 1 | 1.4. Antiparasitários
hep tica; 200 mg de 8 em 8 horas ou +00 mg de
12 em 12 horas, durante ¯ dias ou 2 g em dose
nica no tratamento da tricomon ase urogenital;
2 g/dia, durante ] dias ou +00 mg de 8 em 8 ho‑
ras, durante 5 dias no tratamento da giard ase.
[Crianç as] ‑ \ia oral: +0 a 50 mg/kg/dia,
durante 5 dias no tratamento da ameb ase
intestinal inrasira e durante 5 a 10 dias no
tratamento da ameb ase hep tica; dos 1 aos
] anos: 500 mg/dia; dos ] aos ¯ anos: ô00 a
800 mg/dia; dos ¯ aos 10 anos: 1 g/dia, durante
] dias no tratamento da giard ase.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
ll-u¥l (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,ô1
(e 0,1]05); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e +,5ô
(e 0,11+); ]¯°
n
SECNIDAZOL
Ind.: \. lntrodu o (1.+.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.+.].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \ introdu o (1.+.].).
Interac.: \. lntrodu o (1.+.].).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 2 g como dose nica ou
a administrar de 12 em 12 horas, no tratamento
da ameb ase intestinal, giard ase e tricomon ase;
1,5 g/dia ou a administrar de 12 em 12 horas du‑
rante 5 dias no tratamento da ameb ase hep tica.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ]0 mg/kg como dose
nica no tratamento da ameb ase intestinal e
giard ase; ]0 mg/kg/dia (dose nica di ria),
durante 5 dias no tratamento da ameb ase
hep tica.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ll-ulN1¥l (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ lita termossoldada ‑ + unid;
e ],)+ (e 0,)85); ]¯°
tomp. rerest. ‑ lita termossoldada ‑ 8 unid;
e ô,0+ (e 0,¯55); ]¯°
n
TINIDAZOL
Ind.: \. lntrodu o (1.+.].).
R. Adv.: \. lntrodu o (1.+.].). 8eac es al rgicas,
que podem ser grares.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o (1.+.].).
Interac.: \. lntrodu o (1.+.].).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 2 g/dia (dose nica di‑
ria), durante 2 a ] dias no tratamento da ameb‑
ase intestinal; 1,5 a 2 g/dia (dose nica di ria),
durante ] a 5 dias no tratamento da ameb ase
hep tica; 2 g como dose nica no tratamento da
giard ase.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 50 a ô0 mg/kg/dia
durante ] dias no tratamento da ameb ase
intestinal; 50 a ô0 mg/kg/dia durante 5 dias no
tratamento da ameb ase hep tica; 50 a ¯5 mg/kg
como dose nica no tratamento da giard ase e
tricomon ase.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
l-Slu¥N (MS8M); Lab. Pfzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ + unid; e ],]8
(e 0,8+5); ]¯°
Sistema
Nervoso Central
2
Sistema Nervoso Central
2.1. Anestésicos gerais
2.2. Anestésicos locais
2.3. Relaxantes musculares
2.3.1. Acção central
2.3.2. Acção periférica
2.3.3. Acção muscular directa
2.4. Antimiasténicos
2.5. Antiparkinsónicos
2.5.1. Anticolinérgicos
2.5.2. Dopaminomiméticos
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
2.7. Antieméticos e antivertiginosos
2.8. Estimulantes inespecífcos do Sistema
Nervoso Central
2.9. Psicofármacos
2.9.1. Ansiolíticos, sedativos e hipnóticos
2.9.2. Antipsicóticos
2.9.3. Antidepressores
2.9.4. Lítio
2.10. Analgésicos e antipiréticos
2.11. Medicamentos usados na enxaqueca
2.12. Analgésicos estupefacientes
2.13. Outros medicamentos com acção no
Sistema Nervoso Central
2.13.1. Medicamentos utilizados no
tratamento sintomático das
alterações das funções cognitivas
2.13.2. Medicamentos utilizados no
tratamento sintomático da
doença do neurónio motor
2.13.3. Medicamentos para tratamento
da dependência de drogas
2.13.4. Medicamentos com acção
específca nas perturbações do
ciclo sono ‑vigília
2.1. -nest sicos gerais
-tendendo a que os anest sicos gerais s
podem ser utilizados em meio hospitalar, por
pessoal especializado, n o ser o detalhados neste
prontu rio. - mesma decis o se aplica aos medi‑
camentos curarizantes.
2.2. -nest sicos locais
0s anest sicos locais causam um bloqueio
rerers rel da condu o nerrosa. ue um modo
geral a sua ac o restringe ‑se ao local de aplica o
e termina com a sua ditus o. -s propriedades qu ‑
micas e tarmacol gicas de cada t rmaco determi‑
nam a sua utiliza o cl nica. 0s t rmacos perten‑
centes a este grupo rariam substancialmente no
que se retere a pot ncia, toxicidade, dura o de
ac o, estabilidade, solubilidade e capacidade de
penetrar as mucosas. lstas raria es determinam
a aplicabilidade dos diterentes princ pios actiros
s potenciais rias de administra o: t pica, intil‑
tra o, epidural ou bloqueio espinal.
- dose m xima segura dere ser ajustada tendo
em conta a taxa de absor o e de excre o bem
como a pot ncia de cada t rmaco. - idade, o peso,
a patologia em causa e o grau de rasculariza o
do local de administra o s o tactores que derem
ser considerados na determina o da dose.
0s anest sicos locais n o dependem da circu‑
la o sangu nea para o in cio da sua ac o mas
sim para o seu tim. - rasoconstri o prolonga,
obriamente, a dura o da ac o de um anes‑
t sico local. No entanto, todos os anest sicos
locais com excep o da coca na prorocam raso‑
dilata o. lxistem, por isso, tormula es que
associam ao anest sico local um rasoconstritor,
por exemplo adrenalina, para diminuir o tluxo
sangu neo local, reduzir a taxa de remo o e
prolongar o eteito local. Nestas circunst ncias,
necess rio ter particular aten o dose total de
adrenalina administrada para eritar o risco de
necrose isqu mica. - adrenalina n o dere ser
utilizada nos dedos. Quando se usa adrenalina,
a concentra o tinal dere ser 1:200000 (5 mg/ml).
No caso dos tratamentos dent rios, pode usar ‑se
uma concentra o tinal de 1:80000 (12,5 mg/ml).
- dose total de adrenalina administrada n o dere
exceder 500 mg.
No caso da associa o lidocaí na + priloca‑
í na (2,5° + 2,5°) em creme, aplicado na pele
intacta, a anestesia atinge 5 mm de protundidade
(\. subgrupo 1].8.2.).
lm rela o a reac es adrersas, importante
reconhecer que os anest sicos locais, al m de blo‑
quearem a condu o nerrosa no local da adminis‑
tra o, t m potencial para interterir em qualquer
rg o onde ocorra transmiss o ou condu o de
impulsos. Nesta perspectira, os rg os em maior
risco s o o SNt, o sistema nerroso aut nomo, as
jun es neuromusculares e os diterentes tipos
de m sculo. Quando ocorrem reac es adrersas
estas s o habitualmente consequ ncia do atingi‑
mento de concentra es plasm ticas excessiras.
0s sintomas mais trequentes s o sensa o de em‑
briaguez ou de cabe a oca, seguida de seda o,
parestesias periorais e contraturas musculares.
lm casos grares podem acontecer conruls es.
-s reac es de hipersensibilidade aos anest si‑
cos locais s o mais trequentes com as mol culas
de tipo ster (benzocaí na, coca na, proca na) do
que com as de tipo amida (lidoca na, bupirica na,
priloca na e ropiraca na).
76 Grupo 2 | 2.3. Relaxantes musculares
n
ARTICAíNA + ADRENALINA
Ind.: -nestesia local particularmente no contexto da
medicina dent ria (\. Subgrupo 1].8.2.).
R. Adv.: \. lntrodu o (2.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade.
Interac.: louco relerantes na utiliza o como anes‑
t sico.
Posol.: 0 medicamento apresentado numa con‑
centra o a +° com adrenallina 1:100000 ou
1:200000. -s doses em cada situa o cl nica de‑
rem ser determinadas pelos protocolos em rigor.
[Adultos] ‑ uoses m ximas: ¯ mg/kg
[Crianç as] ‑ uoses m ximas: 5 mg/kg
/aren/ ricas ‑ 72 m¸/I8 m/ + ôôI8 m¸/I8 m/
-81lNl8S- (MS8M); lab. lnibsa
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 100 unid ‑ 1,8 ml; e +1,52
(e 0,+152); 0°
n
LIDOCAíNA
Ind.: -nestesia local nas seguintes modalidades:
t pica, inhltra o, bloqueio de nerro perit rico,
bloqueio epidural, anestesia regional l\ (blo‑
queio de 8ier).
R. Adv.: \. lntrodu o (2.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: uiporol mia e bloqueio
auriculo ‑rentricular completo.
Interac.: louco relerantes na utiliza o como anes‑
t sico.
Posol.: Na aplica o t pica as concentra es podem
rariar entre 2 e +°. lara inhltra o a concentra‑
o n o dere exceder 1°. uose m xima de lido‑
ca na nos adultos ‑ ¯ mg/kg ou 500 mg/dose. Nas
crian as + a 5 mg/kg ou 100 a 150 mg/dose.
-s prepara es para uso cut neo encontram ‑se
no subgrupo 1].8.2. (-nest sicos locais). -s pre‑
para es para uso bucal s o descritas em ô.1.1..
- utiliza o como antiarr tmico apresentada em
].2..
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 5¨
\lSS-1lS (MS8M); ur nenthal
lmplastro medicamentoso ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 1ô8,ô8 (e 5,ô22¯); 0°
n
LIDOCAíNA + ADRENALINA
Ind.: -nestesia local. larticularmente utilizada nas
interren es dent rias.
R. Adv.: \. lntrodu o (2.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: uoentes anticoagulados; in‑
tec o no local da administra o.
Interac.: louco relerantes na utiliza o como anes‑
t sico.
Posol.: uose m xima de lidoca na nos adultos
‑ ¯ mg/kg ou 500 mg/dose. Nas crian as + a
5 mg/kg ou 100 a 150 mg/dose. - solu o de li‑
doca na pode ser de 0,25 a 2° com adrenalina de
1:100000 a 1:200000.
/aren/ ricas ‑ )6 m¸/I8 m/ + ôô1 m¸/I8 m/
\ll0Nl8S- 2° t0M lllNll8lN- (MS8M); lab.
lnibsa
Sol. inj. ‑ tartucho ‑ 100 unid ‑ 1,8 ml; e 25,¯¯
(e 0,1+]2); 0°
/aren/ ricas ‑ 51 m¸/I8 m/ + ôô)6 m¸/I8 m/
\ll0Nl8S- ]° t0M lllNll8lN- (MS8M); lab.
lnibsa
Sol. inj. ‑ tartucho ‑ 100 unid ‑ 1,8 ml; e +¯,11
(e 0,2ô1¯); 0°
n
MEPIVACAíNA
Ind.: -nestesia local nas seguintes modalidades:
t pica, inhltra o, bloqueio de nerro perit rico,
bloqueio epidural, anestesia regional l\ ‑ blo‑
queio de 8ier (\. Subgrupo 1].8.2.).
R. Adv.: \. lntrodu o (2.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. uiporo‑
l mia e bloqueio auriculo ‑rentricular completo.
Interac.: louco relerantes na utiliza o como anes‑
t sico.
Posol.: 0 medicamento apresentado numa con‑
centra o a ]°. -s doses em cada situa o cl nica
derem ser determinadas pelos protocolos em
rigor.
[Adultos] ‑ uoses m ximas: +00 mg por adminis‑
tra o numa localiza o regional n o excedendo
os 1000 mg/2+ horas.
[Crianç as] ‑ 5 a ô mg/kg; < ] anos ‑ usar concen‑
tra es menores que ]°.
/aren/ ricas ‑ 51 m¸/I8 m/
St-NulNl8S- ]° (MS8M); lab. lnibsa
Sol. inj. ‑ tartucho ‑ 100 unid ‑ 1,8 ml; e 5],15
(e 0,5]15); 0°
2.]. 8elaxantes musculares
0 mecanismo de ac o de r rios dos ele‑
mentos deste grupo n o depende de uma ac o
perit rica, mas sim de um eteito no SNt. \erda‑
deiramente, os relaxantes musculares de ac o
perit rica s o as subst ncias curarizantes (blo‑
queadores neuromusculares n o despolarizantes)
que incluem o atrac rio, pancur nio e rencur ‑
nio; estes actuam por bloquearem a transmiss o a
n rel da jun o neuromuscular. lm rela o a este
grupo n o ser o dados mais pormenores porque
a sua utiliza o carece de local e t cnicos espe‑
cializados. -l m destes, o dantroleno tamb m
actua a n rel perit rico, neste caso, directamente
sobre o mecanismo de contrac o muscular, uma
rez que intertere com a disponibilidade de c lcio
intracelular.
0s restantes elementos deste grupo (baclo‑
feno, carisoprodol, ciclobenzaprina, clormeza‑
nona, ortenadrina, tiocolquicosido, tizanidina)
constituem um grupo heterog neo com mecanis‑
mos de ac o complexos a n rel do SNt e que
n o est o totalmente elucidados. 1 m indica o
no tratamento da espasticidade associada a dite‑
rentes les es do SNt, nomeadamente, esclerose
m ltipla, traumatismos cranianos e/ou medula‑
res, acidentes rasculares cerebrais. No entanto,
dere notar ‑se que nestas indica es apenas o
baclofeno, a tizanidina e o j mencionado dan‑
troleno t m etic cia estabelecida. 0 baclofeno
um agonista dos receptores u-8- 8 e actua por
deprimir a transmiss o nerrosa a n rel da medula
2.3. Relaxantes musculares 77
espinal e, prorarelmente, tamb m a n rel de cen‑
tros nerrosos mais altos. lste t rmaco pode ser
administrado por ria oral ou por ria intratecal.
- tizanidina um agonista dos receptores alta‑
‑2 adren rgicos que exerce a sua ac o sobretudo
a n rel da espinal medula. - ortenadrina um
anticolin rgico com utilidade semelhante de
outros anticolin rgicos no tratamento da doen a
de larkinson e s ndromes parkins nicos (rer sub‑
grupo 2.5.).
0 carisoprodol, a ciclobenzaprina, a clorme‑
zanona e o tiocolquicosido s o t rmacos cuja
utilidade cl nica como relaxantes musculares
nunca toi inequirocamente estabelecida. lstes
princ pios actiros existem comercialmente quer
isoladamente quer em associa o com outros. -
sua utiliza o depende de uma correcta aralia o
da rela o benet co ‑risco.
- toxina botul nica uma exotoxina produzida
pelos 6/cs/ridia. esta a toxina respons rel pelos
sinais e sintomas do botulismo. - administra o
do serotipo - da toxina butol nica por injec o lM
em m sculos patologicamente hipercontra dos
o tratamento de elei o em r rias tormas de dis‑
tonias tocais. -s indica es terap uticas da toxina
botul nica t m rindo a expandir ‑se progressira‑
mente. -ctualmente, al m do serotipo -, tamb m
o serotipo 8 est licenciado com indica o para
distonia cerrical. lmporta, contudo, tazer notar
que o uso cl nico da toxina botul nica obriga a
um treino especializado. lor este motiro, a sua
prescri o toi restrita a meio hospitalar durante
muitos anos. -ctualmente poss rel encontrar
as tormula es da toxina botul nica dispon reis
na larm cia tomunit ria. tundamental compre‑
ender que as unidades em que cada tormula o
expressam a pot ncia do seu produto, embora
tenham a mesma designa o, n o s o equiralen‑
tes. - n o obserr ncia deste aspecto pode condu‑
zir a iatrogenia importante.
2.].1. -c o central
n
BACLOFENO
Ind.: lspasticidade associada esclerose m ltipla e
a outras les es do SNt.
R. Adv.: lxcesso de depress o do SNt, nomeada‑
mente sonol ncia e tonturas; tremor, ins nia e
conruls es; altera es gastrintestinais e cardio‑
rasculares.
Contra ‑Ind. e Prec.: tuidado com l8, na epilep‑
sia ou em circunst ncias que reduzem o limiar
epileptog nio; hipersensibilidade ao t rmaco. 0
medicamento n o dere ser interrompido brusca‑
mente porque pode desencadear ‑se disautono‑
mia. - capacidade para conduzir autom reis ou
outras m quinas pode ser atectada.
Interac.: tom outros depressores do SNt. 0 baclo‑
teno pode aumentar a glicemia e reduzir a ehc ‑
cia dos antidiab ticos orais. lode causar hipoten‑
s o por eteito sin rgico com anti ‑hipertensores.
Posol.: Na administra o oral a dose inicial de
15 mg/dia em ] administra es de 5 mg; a dose
pode ser aumentada lentamente at optimiza o.
- dose m xima di ria 100 mg.
lara administra o intratecal consultar 8tM.
orais s /idas ‑ Iô m¸
ll08lS-l (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)) (e 0,1+)5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,]] (e 0,1055); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
ll08lS-l (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,¯+ (e 0,212]);
]¯°
n
CICLOBENZAPRINA
Ind.: 8elaxante muscular em situa es dolorosas
agudas, tais como a lombalgia.
R. Adv.: Semelhantes aos dos antidepressores tric ‑
clicos. 1aquicardia, hipertens o, sonol ncia, tadi‑
ga, cetaleias, ras/, urtic ria, ris o turra, depres‑
s o da medula ssea (muito rara), leucopenia
(muito rara), hipoglicemia, hiperglicemia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. Ltiliza o
de lM-0s nos 1+ dias anteriores ao inicio da te‑
rap utica, arritmias, hipertiroidismo, lt descom‑
pensada.
Interac.: lotencia os eteitos do lcool; com os in‑
bidores da M-0 pode acontecer hiperpirexia,
conruls es e morte.
Posol.: [Adultos] ‑ uabitualmente 10 mg, ]x/dia
(dose m xima: ô0 mg/dia).
orais s /idas ‑ Iô m¸
lll\l8-N (MS8M); Meda lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,]] (e 0,]1ô5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,12 (e 0,2ô8¯);
]¯°
n
PARACETAMOL + TIOCOLQUICOSIDO
Ind.: - utiliza o desta associa o n o recomen‑
dada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + 2 m¸
-u-luL8 N (MS8M); -ngelini
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,85 (e 0,1)5); 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,52 (e 0,1¯5]); 0°
n
TIOCOLQUICOSIDO
Ind.: 8elaxante muscular; a sua utilidade cl nica
duridosa.
R. Adv.: uiarreia, gastralgias, reac es cut neas al r‑
gicas; reac es comportamentais paradoxais (ex‑
cita o ou obnubila o) para a torma inject rel.
Contra ‑Ind. e Prec.: Miastenia ¸raris.
Interac.: tom outros depressores do SNt.
Posol.: uose m xima di ria ]2 mg.
orais s /idas ‑ 1 m¸
t0l18-M¥l (MS8M); korangi
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,) (e 0,2)5); ]¯°
‑ l8 e +,]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,¯) (e 0,2ô]2);
]¯° ‑ l8 e 11,1+
8llMLS (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,+8 (e 0,]2+); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,8] (e 0,2ô]8); ]¯°
78 Grupo 2 | 2.4. Antimiasténicos
1l0t0lQLlt0Slu0 -880v8lLl (MS8M); -rrow‑
blue
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,)1 (e 0,1]18); ]¯°
‑ l8 e 11,1+
1l0t0lQLlt0Slu0 ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],2+ (e 0,1ô2); ]¯°
‑ l8 e +,]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,)1 (e 0,1]18); ]¯°
‑ l8 e 11,1+
/aren/ ricas ‑ 1 m¸/2 m/
t0l18-M¥l (MS8M); korangi
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 2 ml; e +,1)
(e 0,ô)8]); ]¯°
8llMLS (MS8M); Sanoti -rentis
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 2 ml; e +,1+ (e 0,ô));
]¯°
n
TIZANIDINA
Ind.: lspasticidade associada esclerose m ltipla e
a outras les es do SNt.
R. Adv.: Sonol ncia e altera es gastrintestinais.
Contra ‑Ind. e Prec.: -ltera es hep ticas; lu grare.
Interac.: tom outros depressores do SNt. lotencia
a ac o dos anti ‑hipertensores. lnterac o com o
rotecoxib, que potencia as reac es adrersas da
tizanidina no SNt.
Posol.: uose inicial di ria: 2 mg, em dose nica que
pode ser aumentada 2 mg de ] em ] dias at op‑
timiza o ou dose m xima total de 2+ mg/dia em
] ou + tomas di rias.
orais s /idas ‑ 2 m¸
Sl8u-lLu (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,)1 (e 0,1)1); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e ô,18 (e 0,12]ô); ]¯°
‑ l8 e 5,2]
1l/-NlulN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)8 (e 0,1+)); ]¯°
‑ l8 e 2,)8
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e +,)5 (e 0,0))); ]¯°
‑ l8 e 5,2]
orais s /idas ‑ 6 m¸
Sl8u-lLu M8 (MS8M); Norartis larma
t ps. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1),)8
(e 0,ôôô); 0°
2.].2. -c o perit rica
n
TOXINA BOTULíNICA A
Ind.: uistonias taciais: bletaroespasmo, distonia
cerrical; hemiespamo tacial; espasticidade do
membro superior (pulso e m o) associada a -\t;
espasticidade associada a detorma o do p equi‑
no din mico em doentes com paralisia cerebral.
R. Adv.: - maioria das reac es adrersas s o locais
e dependem da ditus o passira da toxina para
m sculos adjacentes ao injectado. -ssim, pode
ocorrer ptose palpebral, assimetria da tace, dista‑
gia, ris o turra. lteitos sist micos tais como s n‑
drome gripal, diminui o da tor a muscular em
grupos musculares distantes do local da injec o
ocorrem raramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o h contra ‑indica es
absolutas excepto a hipersensibilidade aos com‑
ponentes da tormula o. - exist ncia de doen as
que diminuam a tor a muscular constitui contra‑
‑indica o relatira.
Interac.: - utiliza o simult nea com antibi ticos
do grupo dos aminoglicos deos pode potenciar
a diminui o da tor a muscular induzida pela
toxina.
Posol.: - administra o titulada de acordo com a
patologia, n mero de m sculos a injectar, rolu‑
me dos m sculos e resposta anterior. -s unida‑
des de pot ncia de cada tormula o s o espec h‑
cas dessa tormula o.
/aren/ ricas ‑ 5ô /
\lS1-8ll (MS8M); -llergan (lrlanda)
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid
‑ 1,25 ml; e 15) (e 15)); 0°
/aren/ ricas ‑ Iôô /
8010\ (MS8M); -llergan (lrlanda)
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid
‑ 10 ml; e 2+0,)2 (e 2+,0)2); 0°
\l0MlN (MS8M); Merz (-lemanha)
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid;
e 21],2+ (e 21],2+); 0°
/aren/ ricas ‑ I25 /
-//-lL8l (MS8M); lpsen (8eino Lnido)
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid;
e 1+0 (e 1+0); 0°
/aren/ ricas ‑ 5ôô /
u¥Sl081 (MS8M); lpsen
l p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid
‑ ] ml; e 2)0,0+ (e )ô,ô8); 0°
2.].]. -c o muscular directa
0 dantroleno um relaxante muscular directo
que n o est dispon rel em larm cia tomunit ‑
ria, pelo que aqui se n o descrere. lara outros
relaxantes musculares, consultar lntrodu o 2.]..
2.+. -ntimiast nicos
- transmiss o neuromuscular depende essen‑
cialmente da liberta o de acetilcolina e da tun‑
cionalidade dos respectiros receptores a n rel
p s ‑sinaptico. lsta transmiss o pode ser atectada,
quer pela redu o da disponibilidade da acetil‑
colina, quer pela distun o dos receptores. -
miastenia ¸raris a doen a que se caracteriza por
uma diminui o da transmiss o neuromuscular,
independentemente do tacto desta redu o ser
consequ ncia da exist ncia de menos acetilcolina
ou de receptores distuncionantes ou de ambas as
circunst ncias. 0 aumento da disponibilidade de
acetilcolina ben tico. lor isso, os medicamen‑
tos que inibem as acetilcolinesterases (distig‑
mina, neostigmina, piridostigmina) e aumentam
o tempo de resid ncia da acetilcolina na sinapse
2.5. Antiparkinsónicos 79
s o utilizados nesta patologia. uerido a este
mecanismo de ac o, estes mesmos medicamen‑
tos tamb m s o teis na rerers o do bloqueio
muscular induzido pelos relaxantes musculares
n o ‑despolarizantes usados em anestesia.
importante notar que os inibidores da ace‑
tilcolinesterase, se usados em dose excessira,
podem determinar uma crise colin rgica que
dit cil de distinguir de um agraramento do qua‑
dro de miastenia.
-s reac es adrersas de tipo muscar nico
determinadas pelos inibidores da acetilcolines‑
terase incluem excesso de suda o, salira o e
secre o g strica, aumento das motilidade gas‑
trintestinal e uterina e bradicardia. lstes eteitos
s o antagoniz reis pela atropina.
n
BROMETO DE DISTIGMINA
Ind.: Miastenia ¸raris; reten o urin ria ou intesti‑
nal n o ‑obstrutiras.
R. Adv.: 0s eteitos muscar nicos (\. lntrodu o 2.+.).
Contra ‑Ind. e Prec.: 0bstru o intestinal ou uri‑
n ria mec nicas; cuidado na asma, bradicardia,
entarte do mioc rdio, epilepsia, hipotens o, par‑
kinsonismo, lcera p ptica, distun o renal e
graridez.
Interac.: 0 betanecol aumenta o eteito colin rgico.
0s aminoglicos deos podem diminuir a ehc cia
da ac o colin rgica. - quinina tem uma ac o
relaxante muscular e pode diminuir a ehc cia do
agente colin rgico.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: lnicialmente 5 mg,
]0 minutos antes do pequeno ‑almo o, aumentar
cada ] a + dias se necess rio at dose m xima
de 20 mg/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: -t dose de 10 mg/dia de
acordo com a idade.
\c/a· 1edicamen/cs ccn/endc es/e ( rmacc n c se
enccn/ram disµcn reis em (arm cia ccmuni/ ‑
ria
n
BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA
Ind.: Miastenia ¸raris.
R. Adv.: 0s eteitos muscar nicos (\. lntrodu o
2.+.).
Contra ‑Ind. e Prec.: 0bstru o intestinal ou uri‑
n ria; cuidado na asma, bradicardia, entarte do
mioc rdio, epilepsia, hipotens o, parkinsonismo,
lcera p ptica, distun o renal e graridez.
Interac.: 0 betanecol aumenta o eteito colin rgico.
0s aminoglicos deos podem diminuir a ehc cia
da ac o colin rgica. - quinina tem uma ac o
relaxante muscular e pode diminuir a ehc cia.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: ]0 a 120 mg em in‑
terralos adequados. uose manuten o: ]00 a
1.200 mg/dia. uose m xima recomendada:
¯20 mg/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: < ô anos: ]0 mg;
ô ‑12 anos: ô0 mg (doses m ximas: ]0 a ]ô0 mg/
/dia).
orais s /idas ‑ 6ô m¸
MlS1lN0N (MS8M); Meda lharma
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e ],+]
(e 0,1¯15); )0°
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ 100 unid; e 15,+5
(e 0,15+5); )0°
2.5. -ntiparkins nicos
0 larkinsonismo a s ndrome que pode ser
determinada pela doen a de larkinson idiop ‑
tica ou por outros dist rbios cuja caracteriza o
transcende o mbito deste lirro. importante
salientar que a grande diteren a entre a doen a
de larkinson e outros parkinsonismos a pos‑
sibilidade de naquela os sintomas poderem ser
razoarelmente controlados com medicamentos e
no caso dos outros parkinsonismos os sintomas
serem total ou parcialmente resistentes medica‑
o. - resposta dos sintomas de parkinsonismo
terap utica dopaminomim tica constitui mesmo
uma prora diagn stica, isto , se h uma resposta
positira com a lerodopa, o diagn stico de doen a
de larkinson idiop tica mais pror rel.
0 tratamento da doen a de larkinson ainda
exclusiramente sintom tico e os objectiros desse
tratamento podem ser classiticados da seguinte
torma:
a; controlo dos sintomas caracter sticos da
s ndrome parkins nica (tremor, rigidez, bradici‑
n sia);
|; controlo das complica es que surgem no
contexto do tratamento com lerodopa (tlutua es
da resposta motora, morimentos inrolunt rios);
c; preren o/retardamento do aparecimento
das complica es reteridas em |;
ue acordo com uma ris o simplista da tisiopa‑
tologia da doen a de larkinson, os medicamen‑
tos utilizados no seu tratamento diridem ‑se em
anticolin rgicos e dopaminomim ticos, apesar
de serem tamb m relerantes outros sistemas de
neurotransmiss o, nomeadamente, o sistema glu‑
tamat rgico.
2.5.1. -nticolin rgicos
uistoricamente, estes toram os primeiros medi‑
camentos a mostrar alguma utilidade no controlo
dos sintomas de parkinsonismo. -ctualmente, a
sua utiliza o limitada mas pertinente nalguns
casos (por exemplo, quando h predom nio de
tremor). -s limita es resultam, essencialmente,
da sua m tolerabilidade, quer pela interter ncia
a n rel dos processos mn sicos, quer pela capaci‑
dade de induzir quadros contusionais, quer por
outros sintomas e sinais, preris reis pela interte‑
r ncia no sistema nerroso aut nomo.
0s anticolin rgicos est o ainda indicados em
caso de reac es dist nicas agudas, s ndromes
extrapiramidais iatrog nicas.
-inda se reritica a pr tica desadequada de
prescrerer protilaticamente um anticolin rgico
quando se prescrere um antipsic tico antagonista
da dopamina (neurol ptico). lste uso rira‑
mente desaconselhado por aumentar o risco de
reac es adrersas e n o permitir a melhor titula‑
o do antipsic tico mais adequado para o doente
indiridual.
0casionalmente, estes medicamentos s o utili‑
zados abusiramente por toxicodependentes para
indu o de eutoria e experi ncias psicad licas.
-s reac es adrersas mais comuns a este grupo
de t rmacos incluem xerostomia; contus o men‑
80 Grupo 2 | 2.5. Antiparkinsónicos
tal, desorienta o, alucina es, sintomas psic ti‑
cos, altera es da mem ria; taquicardia, palpita‑
es e hipotens o; n useas, r mitos, obstipa o,
lcera duodenal; reten o urin ria, hesita o uri‑
n ria e dis ria; traqueza muscular, c ibras; pode
ocorrer um eteito inibit rio da lacta o e ainda:
aumento da temperatura, (/us/in¸, parestesias
dos dedos, diminui o da suda o, diticuldade
em conseguir ou manter a erec o.
lara al m das situa es de hipersensibilidade
a estes t rmacos, os anticolin rgicos derem ser
usados com precau o ou est o mesmo contra‑
‑indicados em doentes com glaucoma de ngulo
techado, idade superior a ô0 anos, hipertrotia pros‑
t tica ou outra situa o que determine reten o
urin ria, acal sia, megac lon, miastenia ¸raris,
obstru o pil rica ou duodenal.
0s t rmacos que t m maior probabilidade
de causarem interac es clinicamente releran‑
tes com os anticolin rgicos s o a amantadina
(potencia o dos eteitos anticolin rgicos), a lero‑
dopa, tenotiazinas e o haloperidol (redu o do
eteito terap utico) e a digoxina.
n
BIPERIDENO
Ind.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu o
2.5.1.).
R. Adv.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu‑
o 2.5.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s t picas dos anticolin rgicos
(\. lntrodu o 2.5.1.). - administra o l\ pode
causar hipotens o e, por isso, dere ser teita de
torma lenta.
Interac.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu‑
o 2.5.1.).
Posol.: \ia oral: uose inicial: 1 a 2 mg/dia (2 tomas).
uose de manuten o: ] a 12 mg/dia (2 ou ] to‑
mas); por ria lM ou l\ 2,5 a 5 mg/administra o
(at + administra es/dia).
orais s /idas ‑ 2 m¸
-klNl10N (MS8M); uesma (lspanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e ],1¯ (e 0,0ô]+); )0°
orais s /idas ‑ 1 m¸
-klNl10N 8l1-8u (MS8M); uesma (lspanha)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ],]]
(e 0,111); )0°
/aren/ ricas ‑ 5 m¸/I m/
-klNl10N (MS8M); uesma (lspanha)
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 1 ml; e 2,5¯
(e 0,+28]); )0°
n
TRI ‑HEXIFENIDILO
Ind.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu o
2.5.1.).
R. Adv.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu‑
o 2.5.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s t picas dos anticolin rgicos
(\. lntrodu o 2.5.1.).
Interac.: -s t picas dos anticolin rgicos (\. lntrodu‑
o 2.5.1.).
Posol.: uose inicial: 1 mg/dia. uoses de manuten‑
o: 2 a 15 mg/dia (r rias administra es).
orais s /idas ‑ 2 m¸
-81-Nl (MS8M); 1eotarma (lt lia)
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,1ô (e 0,058); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,)¯ (e 0,0+)5); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
-81-Nl (MS8M); 1eotarma (lt lia)
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,8+ (e 0,0)2); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+) (e 0,0¯+8); )0°
2.5.2. uopaminomim ticos
- rerolu o no tratamento da doen a de larkin‑
son aconteceu com a introdu o da lerodopa, que
ainda hoje o medicamento mais ehcaz no controlo
dos sintomas da doen a. lnicialmente, a utilidade
da lerodopa estara limitada pelo espectro horido
de reac es adrersas perit ricas que induzia, mas a
associa o da lerodopa a um inibidor da descarbo‑
xilase dos amino cidos (carbidopa ou benzerazida)
praticamente abole esse tipo de reac es adrersas.
-ctualmente, a lerodopa isolada j n o est no mer‑
cado. -pesar de ser o medicamento mais ehcaz no
tratamento dos sintomas, a utiliza o cr nica da
lerodopa no contexto da doen a de larkinson est
associada ao desenrolrimento de hutua es moto‑
ras e morimentos inrolunt rios, o que tem determi‑
nado a detesa de r rias estrat gias para minimizar a
exposi o dos doentes a estes inconrenientes. lntre
estas, conta ‑se a utiliza o de agonistas da dopamina
nas tases iniciais da doen a e a utiliza o precoce
de associa es entre a lerodopa e um agonista, de
torma a possibilitar a redu o das doses daquela.
lst inequirocamente demonstrado que o in cio do
tratamento com um agonista da dopamina atrasa
o aparecimento das discin sias e das hutua es
motoras. No entanto, esse benet cio parece ter um
impacto pequeno em termos de incapacidade e, por
isso, a escolha do medicamento a usar inicialmente
ainda indiridualiz rel.
importante salientar que os agonistas da
dopamina (ropinirol e pramipexol) toram tam‑
b m reconhecidos como eticazes no tratamento
da s ndrome das pernas inquietas (Sll) quando
este de graridade moderada ou intensa.
Precursores da dopamina
- lerodopa s est dispon rel comercialmente
em associa o com inibidores da descarboxilase
dos amino cidos. lxistem tormula es de liberta o
controlada de lerodopa mais inibidor da descarboxi‑
lase dos amino cidos que apresentam algumas ran‑
tagens em doentes que j t m hutua es motoras
de hm de dose ou naqueles que t m problemas de
mobilidade nocturna. No entanto, a titula o des‑
tas tormula es n o t cil e dere ser reserrada a
m dicos com experi ncia no tratamento da doen a
de larkinson. Mais recentemente, toi comercializada
uma associa o tripla (lerodopa, carbidopa e enta‑
capona). - entacapona um inibidor da t0M1,
enzima capaz de metabolizar a lerodopa; da sua
inibi o resulta maior disponibilidade de lerodopa,
o que permite reduzir a sua dose. lsta associa o
s tem indica o no tratamento de doentes com
hutua es. lstas associa es contendo lerodopa
2.5. Antiparkinsónicos 81
est o tamb m indicadas no tratamento de outros
parkinsonismos enquanto se mantirer a resposta
sintom tica.
ua lista de reac es adrersas que se reportam
com a sua utiliza o incluem ‑se as seguintes: mori‑
mentos inrolunt rios coreitormes ou dist nicos;
altera es psiqui tricas, ansiedade, sonhos per‑
turbantes, eutoria, tadiga, depress o; hipotens o
ortost tica, arritmias card acas, hebites; bletaros‑
pasmo, ris o turra, diplopia, midr ase ou miose,
crises oculogiras; xerostomia, salira o excessira,
n useas, r mitos, altera o do gosto, perda de
peso, diarreia, dores abdominais; trequ ncia,
reten o urin ria ou incontin ncia urin ria, pria‑
pismo; anemia hemol tica, trombocitopenia, leuco‑
penia, agranulocitose; hepatotoxicidade.
0s precursores da dopamina derem ser utili‑
zados com precau o ou serem mesmo contra‑
‑indicados em doentes com glaucoma de ngulo
techado, melanoma maligno, tal ncia renal ou
hep tica grares, lcera p ptica, patologia psiqui‑
trica, entarte mioc rdico com arritmias associa‑
das, asma br nquica ou entisema.
No que diz respeito s interac es medica‑
mentosas, a sua associa o com outros t rmacos
antiparkins nicos produz, geralmente, eteitos
sin rgicos positiros. lor outro lado, a associa o
com antiepil pticos, benzodiazepinas ou antipsi‑
c ticos reduz o eteito terap utico da lerodopa; a
metildopa pode antagonizar o eteito terap utico
da lerodopa e a associa o com anti ‑hipertensores
pode produzir um eteito hipotensor excessiro. -
associa o com anest sicos pode causar arritmias,
pelo que se recomenda que a medica o seja sus‑
pensa 12 horas antes da cirurgia.
- dose di ria de lerodopa mais comum para
se exercer o eteito terap utico pr xima de
]00 mg. lor m, recomenda ‑se que seja atingida,
gradualmente, com incrementos em cada 2 dias,
por exemplo; a dose m xima di ria de lerodopa
2000 mg. - propor o do inibidor da descar‑
boxilase em rela o lerodopa rari rel com as
tormula es. Nas terap uticas iniciais, dere ‑se
utilizar a tormula o com rela o mais elerada
(1:+). -s tormula es de liberta o controlada s o
de utiliza o dit cil, em doentes j preriamente
medicados, e derem ser utilizadas apenas por
especialistas.
n
LEVODOPA + BENSERAZIDA
Ind.: uoen a de larkinson e outros parkinsonis‑
mos, enquanto mant m resposta sintom tica. \.
lrecursores da dopamina (2.5.2.).
R. Adv.: \. lrecursores da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lrecursores da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. lrecursores da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser titulada em incre‑
mentos de 50 mg de lerodopa a cada 2 dias. -
dose terap utica geralmente superior a ]00 mg/
dia e pode atingir os 1000 mg/dia de lerodopa.
uose m xima de lerodopa aproximadamente
2000 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸ + 25 m¸
M-u0l-8 u8S (MS8M); 8oche
t ps. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 5
(e 0,1ôô¯); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸ + 5ô m¸
M-u0l-8 (MS8M); 8oche
tomp. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e +,8] (e 0,2+15); )0°
tomp. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e ô,22 (e 0,20¯]); )0°
n
LEVODOPA + CARBIDOPA
Ind.: uoen a de larkinson e outros parkinsonis‑
mos, enquanto mant m resposta sintom tica. \.
lrecursores da dopamina (2.5.2.).
R. Adv.: \. lrecursores da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lrecursores da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. lrecursores da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser titulada em incre‑
mentos de 50 mg de lerodopa a cada 2 dias. -
dose terap utica geralmente superior a ]00 mg/
dia e pode atingir os 1000 mg/dia de lerodopa.
- dose m xima de lerodopa aproximadamente
2000 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸ + 25 m¸
llu0lS-N (MS8M); 1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,++ (e 0,0¯2); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,12 (e 0,0ô8¯); )0°
SlNlMl1 25/100 (MS8M); MS8u
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,¯8 (e 0,2])); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,ô¯ (e 0,12¯8); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸ + 5ô m¸
SlNlMl1 t8 (MS8M); MS8u
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e ô,1ô
(e 0,]08); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 15,ôô
(e 0,2ô1); )0°
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + 25 m¸
llu0lS-N (MS8M); 1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),5] (e 0,1588); )0°
SlNlMl1 25/250 (MS8M); MS8u
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),¯2 (e 0,1ô2); )0°
n
LEVODOPA + CARBIDOPA +
ENTACAPONA
Ind.: uoen a de larkinson e outros parkinsonis‑
mos, enquanto mant m resposta sintom tica,
particularmente em doentes com “wearing ‑ott”.
\. -s da entacapona (2.5.2.).
R. Adv.: -l m das descritas para os lrecursores da
dopamina (2.5.2.), h que considerar outras, n o
comuns, causadas pela entacapona (obstipa o,
altera o da cor da urina, anemia e elera o das
enzimas hep ticas).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lrecursores da dopami‑
na (2.5.2.). tonsiderar ainda as da entacapona
(graridez e aleitamento; distun o hep tica; teo‑
cromocitoma, hist ria de s ndrome maligno dos
neurol pticos ou de rabdomi lise n o traum ti‑
ca) (2.5.2.).
Interac.: \. lrecursores da dopamina (2.5.2.). ton‑
siderar ainda as da entacapona (potencia o do
eteito da metildopa; poss rel interac o adrersa
com antidepressores tric clicos, maprotilina,
lM-0 e renlataxina; o terro reduz a absor o da
entacapona). \. -s da entacapona (2.5.2.).
Posol.: tada situa o dere ser indiridualizada. -
dose dere ser estabilizada utilizando os compo‑
nentes indiriduais da associa o. ue uma torma
82 Grupo 2 | 2.5. Antiparkinsónicos
geral, a associa o de entacapona permite uma
redu o de 20° na dose total de lerodopa. Neste
caso, a passagem de um regime para a associa‑
o ser directo. Se o doente estirer medicado
com lerodopa + carbidopa e se pretender asso‑
ciar entacapona substituindo aquela associa o,
a dose total de lerodopa dere ser reduzida cerca
de 20°.
orais s /idas ‑ 5ô m¸ + I25 m¸ + 2ôô m¸
S1-ll\0 (MS8M); 0rion (linl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ]0 unid;
e ]+,28 (e 1,1+2¯); )0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 100 unid;
e )5,+ (e 0,)5+); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸ + 25 m¸ + 2ôô m¸
S1-ll\0 (MS8M); 0rion (linl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 100 unid;
e )ô,5¯ (e 0,)ô5¯); )0°
orais s /idas ‑ I5ô m¸ + )75 m¸ + 2ôô m¸
S1-ll\0 (MS8M); 0rion (linl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 100 unid;
e 10+,] (e 1,0+]); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸ + 5ô m¸ + 2ôô m¸
S1-ll\0 (MS8M); 0rion (linl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 100 unid;
e 121,0¯ (e 1,210¯); )0°
-gonistas da dopamina
lstes medicamentos actuam, como o nome
indica, a n rel dos receptores da dopamina. - sua
etic cia no controlo dos sintomas da doen a de
larkinson e na melhoria das tlutua es motoras
associadas lerodopa est bem demonstrada.
-ctualmente, est o descritos cinco receptores
diterentes da dopamina: u1, u2, u], u+, u5 e a
atinidade dos diterentes agonistas para os r rios
receptores da dopamina n o id ntica. lensa‑
‑se que estes diterentes pertis de atinidades se
possam traduzir por diterentes pertis de ac o
cl nica, que ainda n o toram consubstanciados
em ensaios cl nicos. 0s agonistas da dopamina
podem ser classiticados em ergol nicos e n o
ergol nicos (ropinirol, pramipexol). 0s agonis‑
tas da dopamina est o indicados no tratamento
sintom tico da doen a de larkinson. -lguns est o
indicados em monoterapia, todos est o indicados
como terap utica adjurante da lerodopa. - bro‑
mocriptina e a cabergolina est o indicadas no
tratamento da hiperprolactinemia e na supress o
da lacta o (\. urupo 8.].).
0s agonistas da dopamina partilham um per‑
til de seguran a que pode ser considerado t pico
da classe mas diterem, entre si, na intensidade
e na trequ ncia com que determinadas reac es
adrersas se manitestam. -s reac es adrersas
reportadas s o: dor abdominal, n useas, r mi‑
tos, cetaleias, astenia, dor tor cica, s ndrome
gripal, obstipa o, diarreia, anorexia, xerosto‑
mia, discin sias, alucina es, distonia, contus o,
sonol ncia, depress o, rinite, dispneia, ras/,
altera es da ris o e edema perit rico. lensou ‑se
que o pertil de seguran a pudesse estar relacio‑
nado com as duas subclasses de agonistas mas os
dados obtidos em ensaios cl nicos n o contirma‑
ram essa hip tese. Nos ltimos anos, dois tipos
de reac es adrersas t m criado preocupa o e
alguma limita o na utiliza o dos agonistas da
dopamina. 8eterimo ‑nos aos ataques de sono e
sonol ncia diurna, que est o associados a todos
os agonistas da dopamina mas, mais trequente‑
mente, ao ropinirol e pramipexol, e s altera es
das r lrulas card acas do tipo carcin ide, at
data associadas principalmente ao uso da pergo‑
lida e da cabergolina; os estudos dispon reis n o
permitem ainda quantiticar o risco com precis o
nem o excluir para qualquer dos outros agonistas
ergol nicos.
-ctualmente, os dados epidemiol gicos suge‑
rem que os agonistas n o ergol nicos s o despro‑
ridos de eteito lesiro sobre as r lrulas card acas.
0utro eteito adrerso associado ao uso dos
dopaminomim ticos, e em particular aos agonis‑
tas da dopamina, o desenrolrimento de com‑
portamentos aditiros, nomeadamente jogo pato‑
l gico, compras compulsiras e hipersexualidade.
0s estudos mais recentes sugerem que estes com‑
portamentos surgem em doentes com uma pre‑
desposi o pr ria mas s o claramente acentuados
pelos agonistas dopamin rgicos. - sua ocorr ncia
um tactor limitatiro do tratamento e podem ser
causa de disrup o tamiliar importante.
0s agonistas da dopamina est o contra‑
‑indicados ou derem ser usados com precau o
em doentes com hipotens o sintom tica. neces‑
s rio monitorizar o poss rel desenrolrimento
de tibrose pulmonar, pelo menos nos derirados
ergol nicos. -s interac es t picas s o com os
antagonistas da dopamina (metoclopramida).
n
BROMOCRIPTINA
Ind.: 1ratamento sintom tico da doen a de larkin‑
son, quer em monoterapia, quer como adjurante
da lerodopa.
R. Adv.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -gonistas da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser baixa (por ex:
1,25 mg/dia) e posteriormente titulada. -s do‑
ses m ximas s o muito rari reis (podem atingir
120 mg mas na maioria dos casos s o de ]0 mg).
orais s /idas ‑ 25 m¸
l-8l0ull (MS8M); Meda lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],+¯ (e 0,]+¯); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,)2 (e 0,1)¯]); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
l-8l0ull (MS8M); Meda lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,5+ (e 0,]2¯); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),02 (e 0,]1¯); )0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
l-8l0ull (MS8M); Meda lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 11,ô2 (e 0,581); )0°
2.5. Antiparkinsónicos 83
n
MESILATO DE DI ‑HIDROERGOCRIPTINA
Ind.: lm monoterapia nos estadios iniciais da doen‑
a de larkinson.
R. Adv.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -gonistas da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser baixa 5 mg, 2x/dia
e posteriormente titulada at ]0 a +0 mg/dia. -
dose m xima di ria 120 mg/dia.
orais s /idas ‑ 2ô m¸
S18l-1-l (MS8M); 1ecnitar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2ô,+1 (e 1,]205);
)0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô¯,]5 (e 1,1225);
)0°
n
PERGOLIDA
Ind.: lm monoterapia ou como terap utica adju‑
rante da lerodopa na doen a de larkinson. lst
indicado apenas se o doente n o tolera ou n o
obt m um benet cio suhciente com outro ago‑
nista.
R. Adv.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -gonistas da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser baixa (por ex:
0,15 mg/dia) e posteriormente titulada. - dose
m xima di ria estudada em ensaios cl nicos e to‑
xicol gicos de 5 mg.
orais s /idas ‑ ôô5 m¸
ll8u0llu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,01 (e 0,0505); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,5) (e 0,0+]2); )0°
orais s /idas ‑ ô25 m¸
ll8u0llu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,05 (e 0,11¯5); )0°
orais s /idas ‑ I m¸
ll8u0llu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1+,+8 (e 0,+82¯);
)0°
ll8M-\ (MS8M); lilly
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 20,ô) (e 0,ô8)¯);
)0°
n
PIRIBEDIL
Ind.: 1erap utica adjurante da lerodopa na doen a
de larkinson.
R. Adv.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -gonistas da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Posol.: lniciar com 50 mg/dia e aumentar cada ] a
+ dias em incrementos de 50 mg at dose de
manuten o de 150 a 250 mg/dia.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
18l\-S1-l 50 8l1-8u (MS8M); Serrier
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 5
(e 0,]]]]); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ),2¯
(e 0,]0)); )0°
n
ROPINIROL
Ind.: lm monoterapia ou como terap utica adju‑
rante da lerodopa na doen a de larkinson. S n‑
drome das pernas inquietas de graridade mode‑
rada a serera.
R. Adv.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. -gonistas da dopamina
(2.5.2.).
Interac.: \. -gonistas da dopamina (2.5.2.).
Posol.: - dose inicial dere ser baixa: 0,¯5 mg diri‑
didos por ] tomas; a titula o dere ser teita em
incrementos de 0,¯5 mg/dia cada semana at
dose de ] mg; titula es subsequentes podem
ser necess rias (dose m xima 2+ mg/dia).
orais s /idas ‑ ô25 m¸
-u-818ll (MS8M); 8eecham
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 12 unid;
e 1,ô8 (e 0,1+); )0°
80llNl80l -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 1,+2 (e 0,0ô¯ô); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 1,+1 (e 0,0ô¯1); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 1,+2 (e 0,0ô¯ô); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 1,+¯ (e 0,0¯); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 1,82 (e 0,08ô¯); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 21 unid; e 1,+1 (e 0,0ô¯1); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 1,]¯ (e 0,0ô52); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 1,+2 (e 0,0ô¯ô); )0° ‑ l8 e 1,5
80llNl80l v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 1,+2 (e 0,0ô¯ô); )0° ‑ l8 e 1,5
orais s /idas ‑ ô5 m¸
-u-818ll (MS8M); 8eecham
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ¯,5+ (e 0,2ô)]); )0° ‑ l8 e +,52
80llNl80l -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 2,¯5 (e 0,1]1); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 2,¯2 (e 0,12)5); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 2,¯5 (e 0,1]1); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 2,8+ (e 0,1]52); )0° ‑ l8 e ],])
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 11,]] (e 0,1]+)); )0° ‑ l8 e 10,+8
84 Grupo 2 | 2.5. Antiparkinsónicos
80llNl80l l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e ],5] (e 0,1ô81); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 21 unid; e 2,¯2 (e 0,12)5); )0° ‑ l8 e ],])
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 8+ unid; e 10,88 (e 0,12)5); )0° ‑ l8 e 10,+8
80llNl80l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 2,¯5 (e 0,1]1); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 21 unid;
e 2,¯5 (e 0,1]1); )0° ‑ l8 e ],])
80llNl80l v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 2,¯5 (e 0,1]1); )0° ‑ l8 e ],])
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 10,]] (e 0,12]); )0° ‑ l8 e 10,+8
orais s /idas ‑ I m¸
80llNl80l -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e 18,+2 (e 0,21)]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 1¯,1+ (e 0,20+); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 18,+2 (e 0,21)]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e 18,+2 (e 0,21)]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e +,51 (e 0,21+8); )0° ‑ l8 e 5,]8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 18,05 (e 0,21+)); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e +,¯5 (e 0,22ô2); )0° ‑ l8 e 5,]8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid; e 1)
(e 0,22ô2); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 21 unid; e +,5ô (e 0,21¯1); )0° ‑ l8 e 5,]8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 8+ unid; e 18,25 (e 0,21¯]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e 18,25 (e 0,21¯]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e 18,+2 (e 0,21)]); )0° ‑ l8 e 21,11
80llNl80l v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e 1ô,88 (e 0,201); )0° ‑ l8 e 21,11
orais s /idas ‑ 2 m¸
-u-818ll (MS8M); 8eecham
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 21,1 (e 0,¯5]ô); )0° ‑ l8 e 1ô,¯)
8lQLll ll (MS8M); 8eecham
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 21 unid; e 1+,)5
(e 0,¯11)); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 1),¯¯
(e 0,¯0ô1); )0°
80llNl80l -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ]+,] (e 0,+08]); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ]1,)] (e 0,]801); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ]+,] (e 0,+08]); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ]+,] (e 0,+08]); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 21 unid;
e 8,8+ (e 0,+21); )0° ‑ l8 e 12,5)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ]],ô1 (e 0,+001); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ]5,]¯ (e 0,+211); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 8+ unid; e ]],)8 (e 0,+0+5); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ]],)8 (e 0,+0+5); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ]+,] (e 0,+08]); )0° ‑ l8 e ]8,21
80llNl80l v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ]1,11 (e 0,]¯0+); )0° ‑ l8 e ]8,21
orais s /idas ‑ ) m¸
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ô5,¯) (e 0,¯8]2); )0°
orais s /idas ‑ 1 m¸
8lQLll ll (MS8M); 8eecham
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ]8,)]
(e 1,])0+); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
80llNl80l -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ô5,ô5 (e 0,¯815); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ô1,11 (e 0,¯2¯5); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ô5,ô5 (e 0,¯815); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ô5,ô5 (e 0,¯815); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ô+,]1 (e 0,¯ô5ô); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ô¯,ô) (e 0,8058); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente multidose
‑ 8+ unid; e ô5,0] (e 0,¯¯+2); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ô5,ô5 (e 0,¯815); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
2.5. Antiparkinsónicos 85
80llNl80l 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 8+ unid;
e ô5,ô5 (e 0,¯815); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
80llNl80l v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 8+ unid;
e ô0,ô (e 0,¯21+); )0° ‑ l8 e ¯+,2ô
orais s /idas ‑ 8 m¸
8lQLll ll (MS8M); 8eecham
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ¯],¯1
(e 2,ô]25); )0°
lnibidores selectiros da monoaminoxidase
tipo 8
- inibi o da M-0 8, uma das enzimas meta‑
bolizadoras da dopamina, tem utilidade demons‑
trada em ensaios cl nicos no controlo das tlu‑
tua es motoras de tim de dose. Lm alegado
aumento do risco de morte causado pela associa‑
o da lerodopa com a selegilina n o tem sido
apoiado pela maioria dos estudos publicados.
0utro inbidor da M-0 8, de desenrolrimento
mais recente a rasagilina.lnsaios cl nicos recen‑
tes mostraram que os doentes em tases iniciais da
doen a de larkinson que receberam rasagilina
precocemente tireram erolu es mais lentas nos
primeiros 18 meses do que os controlos.
n
RASAGILINA
Ind.: No tratamento sintom tico da doen a de lar‑
kinson, quer em monoterapia, quer como adju‑
rante da terap utica com lerodopa em doentes
com hutua es de hm de dose.
R. Adv.: tetaleias, s ndrome gripal, indisposi o,
dores no pesco o, angina de peito, dispepsia,
artralgia, depress o, conjuntirite. lode inibir a
lacta o.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade a qualquer
um dos componentes. lm caso de tratamento
concomitante com outros inibidores da M-0
ou com petidina derem decorrer, pelo menos,
1+ dias ap s a suspens o da rasagilina. uerem
decorrer, pelo menos, 5 semanas entre a inter‑
rup o da huoxetina ou da huroxamina e o in cio
do tratamento com rasagilina.
Interac.: lnibidores da M-0, lS8S, antidepressores
tric clicos ou heteroc clicos, petidina e dextrome‑
tortano.
Posol.: 1 mg/dia.
orais s /idas ‑ I m¸
-/lllt1 (MS8M); 1era lharma (-lemanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ++,52 (e +,+52); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 11ô,)2 (e +,1¯5¯);
)0°
n
SELEGILINA
Ind.: No tratamento sintom tico da doen a de la‑
rkinson, quer em monoterapia, quer como adju‑
rante da terap utica com lerodopa.
R. Adv.: 0bstipa o, diarreia, n useas, r mitos,
xerostomia, estomatite, hipotens o, depress o,
contus o, psicose, agita o, cetaleias, lombalgias,
c ibras, dores articulares, reten o urin ria, reac‑
es cut neas, aumento das transaminases.
Contra ‑Ind. e Prec.: lcera g strica e duodenal;
hipertens o n o controlada, arritmias, angina de
peito, psicose, graridez, aleitamento; os eteitos
pr prios da lerodopa podem ser exacerbados; a
dose de lerodopa pode ter que ser reduzida.
Interac.: letidina (hiperpirexia, contus o, coma);
hipertens o e excitabilidade do SNt com antide‑
pressores SS8l.
Posol.: 10 mg/dia.
orais s /idas ‑ I25 m¸
\ll0l-8 (MS8M); tephalon (8eino Lnido)
liohlizado oral ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 25,5ô
(e 0,852); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
}LMl\ (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,]¯ (e 0,]185); )0°
‑ l8 e 5,]ô
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,5+ (e 0,]0)); )0°
‑ l8 e 1+,05
SlllulllN- ulNl8lS 5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,0] (e 0,2515); )0°
‑ l8 e 5,]ô
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,]5 (e 0,18)2);
)0° ‑ l8 e 1+,05
lnibidores da catecol ‑0 ‑metil ‑transterase
(t0M1)
- inibi o da t0M1 outra torma de prerenir
a metaboliza o da dopamina ou de lerodopa,
podendo, neste caso, melhorar a sua biodispo‑
nibilidade cerebral. lxistem, actualmente, dois
inibidores da t0M1, a tolcapona e a entacapona.
0s ensaios cl nicos demonstraram que a adi o
de inibidores da t0M1 terap utica com lero‑
dopa e inibidor da descarboxilase dos amino ci‑
dos permite reduzir o tempo em c(( em doentes
que sotrem de tlutua es motoras dependentes
da dose. - tolcapona estere suspensa no mercado
europeu porque determina hepatoxicidade grare;
toi, entretanto, reintroduzida mas a sua utiliza o
est sujeita a restri es.
n
ENTACAPONA
Ind.: tomo adjurante da terap utica com lerodopa
e inibidor da descarboxilase dos amino cidos em
doentes com doen a de larkinson e “wearing‑
‑ott”.
R. Adv.: N useas, r mitos, dor abdominal, diarreia,
obstipa o, altera o da cor da urina, boca seca,
discin sias; existem alguns casos de anemia e,
mais raramente, elera o das enzimas hep ticas.
Contra ‑Ind. e Prec.: - dose de lerodopa pode ter
que ser reduzida em 10 ‑]0°. uraridez e aleita‑
mento; distun o hep tica; teocromocitoma, his‑
t ria de s ndrome maligno dos neurol pticos ou
de rabdomiolise n o traum tica.
Interac.: lode potenciar a metildopa; poss rel in‑
terac o adrersa com antidepressores tric clicos,
maprotilina, lM-0 e renlataxina; o terro reduz a
absor o da entacapona.
86 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
Posol.: 200 mg com cada dose de lerodopa at a um
m ximo de 2000 mg/dia.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
t0M1-N (MS8M); Norartis luropharm (8eino Lni‑
do)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ]0 unid;
e ]1,18 (e 1,0])]); )0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 5ô,ô) (e 0,)++8); )0°
0utros
- amantadina um t rmaco antigo cujo
mecanismo de ac o nunca toi bem esclarecido
e cuja descoberta para a doen a de larkinson toi
ocasional. um t rmaco til no tratamento do
intluenza tipo -; recentemente descobriu ‑se que
a amantadina eticaz no controlo das discin ‑
sias na doen a de larkinson e que este eteito
prorarelmente dependente da actiridade antiglu‑
tamat rgica.
n
AMANTADINA
Ind.: uoen a de larkinson (\. lntrodu o para ou‑
tras indica es).
R. Adv.: -norexia, n useas, irritabilidade, ins nia,
tonturas, conruls es, alucina es, ris o turra,
perturba es gastrintestinais, liredo reticular,
edema perit rico; leucopenia, ras/.
Contra ‑Ind. e Prec.: l8 ou lu; ltt (pode exacerbar
o edema). lritar a suspens o brusca da medica‑
o. lpilepsia, lcera g strica, graridez e aleita‑
mento.
Interac.: -nticolin rgicos, hidroclorotiazida +
triantereno (diminui a excre o urin ria de
amantadina).
Posol.: 200 mg/dia (2 administra es). uose m xi‑
ma cerca de ô00 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l-8k-ulN- (MS8M); lab. 8asi
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,) (e 0,1]1¯); )0°
2.ô. -ntiepil pticos e
anticonrulsirantes
- epilepsia uma doen a polim rtica que se
caracteriza pela recorr ncia peri dica de crises
com descarga neuronial, com ou sem conruls es.
- classitica o das r rias tormas de epilepsia
complexa e a sua sistematiza o est tora do
mbito deste prontu rio. -s crises epil pticas
s o objecto de uma classitica o que particu‑
larmente relerante para a escolha da terap utica
medicamentosa antiepil ptica. tlassiticam ‑se em
parciais (quando t m um in cio localizado/tocal),
generalizadas, n o ‑classiticadas e estado de mal
(crises prolongadas parciais ou generalizadas sem
recupera o entre as crises). -s parciais ainda
podem ser simples (sem perturba o da consci n‑
cia), complexas (com perturba o da consci ncia)
ou com generaliza o secund ria.
0s mecanismos tisiopatol gicos das crises epi‑
l pticas ainda n o toram completamente esclare‑
cidos. No entanto, sabe ‑se que a g nese das crises
epil pticas est relacionada com a instabilidade
el ctrica das membranas celulares de um ou
mais neur nios. lste excesso de excitabilidade
propaga ‑se localmente originando crises parciais,
ou globalmente, originando crises generalizadas.
- causa do aumento da condutiridade da mem‑
brana tem sido atribu da a diterentes mecanismos
moleculares, todos pass reis de moditica o tar‑
macol gica, nomeadamente: altera es da condu‑
t ncia do pot ssio, deteito nos canais de c lcio
dependentes da roltagem ou uma detici ncia nas
-1lases membranares necess rias ao transporte
i nico.
lxistem r rios grupos de medicamentos etica‑
zes no controlo de diterentes tormas de epilepsia.
- etic cia da terap utica antiepil ptica depende
em parte do tipo de crises. -lguns medicamentos
est o indicados apenas num tipo de crise e n o
noutros, podendo mesmo agrar ‑los.
0s mecanismos de ac o dos medicamentos
antiepil pticos podem ser sistematizados em
] categorias principais. 0s medicamentos eticazes
no controlo das crises mais comuns, isto , as par‑
ciais e as generalizadas tonico ‑cl nicas, actuam
quer por promorer o estado inactirado dos canais
de s dio, quer por potenciar a transmiss o ini‑
bit ria mediada pelo cido gama ‑aminobut rico
(u-8-). 0s medicamentos teis no controlo
das crises menos trequentes, como o caso das
aus ncias, interterem com os canais de c lcio
dependentes da roltagem, de tipo 1.
0 conjunto dos medicamentos antiepil pticos
diride ‑se nos seguintes grupos: tenito nas, bar‑
bit ricos (fenobarbital, primidona), iminostil‑
benos (carbamazepina, oxicarbamazepina, esli‑
carbazepina), succinimidas (etosuximida), cido
ralpr ico / ralproato de s dio, oxazolidinedionas
(trimetadiona), benzodiazepinas (diazepam, clo‑
nazepam, clorazepato dipot ssico e lorazepam
parent rico) e outros (gabapentina, lamotri‑
gina, vigabatrina, acetazolamida e felbamato).
- tenito na o t rmaco prot tipo do grupo das
tenito nas e em lortugal o seu nico represen‑
tante. Noutros pa ses existem a metenito na e a
tostenito na, que um pr ‑t rmaco da tenito na,
de administra o parent rica.
ue uma torma geral, o eteito ansiol tico das
benzodiazepinas til no tratamento de doentes
epil pticos. lor m, nem todas as benzodiazepi‑
nas s o antiepil pticos sendo abusiro reclamar
ac o antiepil ptica para uma determinada ben‑
zodiazepina que n o demonstrou possuir espe‑
citicamente esse eteito, aplicando ‑se o mesmo
princ pio aos barbit ricos. lor esta raz o, as ben‑
zodiazepinas ser o apresentadas no grupo dos
ansiol ticos ‑hipn ticos. 0 diazepam, o clonaze‑
pam e o clorazepato dipot ssico s o as benzodia‑
zepinas que cumprem o requisito de terem uma
ac o antiepil ptica espec tica.
-lguns dos medicamentos inicialmente desen‑
rolridos como antiepil pticos demonstraram,
posteriormente, serem eticazes no tratamento
de outras patologias. -ssim, a carbamazepina e
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 87
o ralproato t m indica o como estabilizadores
do humor na doen a bipolar, ali s actualmente
s o tratamentos de primeira linha nesta indi‑
ca o, muito especialmente o ralproato. 1am‑
b m r rios antiepil pticos t m sido estudados
como moduladores no tratamento da dor neuro‑
p tica. 0 primeiro a ser araliado neste mbito toi
a carbamazepina no contexto muito espec tico
da nerralgia do trig mio. Mais recentemente, os
desenrolrimentos t m sido sistem ticos e enrol‑
rem modelos quer de dor neurop tica perit rica
quer central. - gabapentina toi o primeiro a
obter uma indica o terap utica mais gen rica na
dor neurop tica quando ainda n o se precisara
bem o tipo de modelos que estaram em causa e,
tinalmente a pregabalina conseguiu uma indi‑
ca o que abrange as diterentes modalidades de
dor neurop tica em estudos de modelos de dor
neurop tica perit rica (neuropatia diab tica,
neuropatia p s herpes z ster) e central (dor p s
les o medular).
-l m dos medicamentos acima mencionados,
a acetazolamida e o piracetam t m ac o em
tipos espec ticos de epilepsias. - acetazolamida
um diur tico do grupo dos inibidores da ani‑
drase carb nica. 0 piracetam tem eteito terap u‑
tico em doses eleradas (20 g/dia) no tratamento
das mioclonias de causa an xica.
0 tratamento da epilepsia dere obedecer a
princ pios gerais que se sintetizam a seguir:
1. Sempre que poss rel dere persistir ‑se na mono‑
terapia.
2. 0 t rmaco com a melhor rela o risco ‑benet cio
dere ser escolhido em tun o das caracter sti‑
cas das crises e do doente.
3. - dose do medicamento escolhido dere ser
titulada at ao controlo das crises ou at surgi‑
rem sinais de intoler ncia. 0 doseamento dos
n reis plasm ticos um instrumento til neste
processo.
4. Se n o se conseguir o controlo da situa o
cl nica com o t rmaco escolhido dere ser con‑
siderado outro t rmaco. Neste caso o noro
t rmaco dere ser titulado enquanto que o
t rmaco utilizado primariamente dere ser des‑
continuado de torma progressira.
5. -s associa es medicamentosas s derer o ser
consideradas quando a monoterapia insisten‑
temente tentada n o resultar. -s associa o
tixas de medicamentos, isto , as tormula es
medicamentosas com 2 ou mais princ pios acti‑
ros NLNt- derem ser utilizadas no tratamento
da epilepsia.
lor lapso, houre t rmacos classiticados inderi‑
damente em r rias tontes, como antiepil pticos.
o caso do cido gama ‑aminobut rico (u-8-)
ou o cido gama ‑hidroxiaminobut rico (u-808)
pelo que medicamentos que contenham estas
subst ncias N 0 derem ser utilizadas como antie‑
pil pticos porque n o t m etic cia comprorada.
-li s, nenhuma destas subst ncias tem utilidade
terap utica inequirocamente demonstrada.
0s diterentes medicamentos com ac o antie‑
pil ptica est o associados a reac es adrersas,
algumas espec ticas de mol cula, outras espec ti‑
cas de classe. de salientar que, para qualquer
antiepil ptico, a interrup o brusca da adminis‑
tra o pode desencadear crises ou mesmo estado
de mal, pelo que n o dere ser praticada.
n
ACETATO DE ESLICARBAZEPINA
Ind.: Na epilepsia: terap utica adjurante em doen‑
tes adultos com crises epil pticas parciais, com
ou sem generaliza o secund ria.
R. Adv.: 1onturas e sonol ncia; erup o cut nea at
1,1° dos expostos; hiponatremia interior a 1°;
prolongamento do interralo l8.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade subst n‑
cia actira; bloqueio auriculo ‑rentricular (-\) de
segundo ou terceiro grau.
Interac.: tontraceptiros orais; rartarina.
Posol.: - dose inicial recomendada de +00 mg
uma rez por dia que dere ser aumentada para
800 mg uma rez por dia, ap s uma ou duas
semanas. uependendo da resposta indiridual
de cada doente, esta dose pode ser aumentada
para 1200 mg uma rez por dia no tratamento
de doentes com distun o renal a dose dere
ser ajustada de acordo com a depura o da
creatinina (tl cr):
‑ tl cr > ô0 ml/min: n o necess rio ajuste
da dose;
‑ tl cr ]0 ‑ô0 ml/min: dose inicial de +00 mg
em dias alternados, durante 2 semanas,
seguida de uma dose de +00 mg uma rez por
dia. tontudo, com base na resposta indiridual
do doente, a dose pode ser aumentada.
‑ tl cr < ]0 ml/min: n o recomendado o uso
em doentes com distun o renal grare dado
que a intorma o limitada.
orais s /idas ‑ 8ôô m¸
/l8lNl\ (MS8M); 8ial
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 15),5 (e ¯,)¯5); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2]ô,2] (e ¯,8¯+]);
)0°
n
ÁCIDO VALPRóICO
Ind.: Na epilepsia: lm monoterapia ou como te‑
rap utica adjurante no tratamento de crises
parciais complexas, aus ncias ou crises de tipo
misto. 1em tamb m ac o sobre o humor nas
psicoses man aco ‑depressiras e pode ser til na
prohlaxia da enxaqueca.
R. Adv.: - reac o adrersa potencialmente mais
grare a hepatotoxicidade, particularmente nas
crian as com menos de 2 anos, nos que tomam
mais do que um antiepil ptico, que t m altera‑
es metab licas cong nitas, que apresentam
epilepsias grares ou que t m les es cerebrais
org nicas. - tun o hep tica dere ser araliada an‑
tes do in cio da medica o e, posteriormente, a
interralos curtos, pelo menos nos primeiros seis
meses. 0utras reac es adrersas est o descritas,
de que se salientam as n useas e r mitos pela sua
trequ ncia e a trombocitopenia pela potencial
graridade.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoen a hep tica ou distun o
hep tica signihcatira, hipersensibilidade ao cido
ralpr ico.
88 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
Interac.: lotencia os eteitos do lcool e de outros
depressores do SNt, e de outros anticonrulsiran‑
tes e barbit ricos com risco de toxicidade; com
o cido acetilsalic lico, dipiridamol e rarhna h
risco de hemorragia; com clonazepam podem
precipitar ‑se crises de aus ncias; os salicilatos e
a cimetidina podem aumentar os n reis de cido
ralpr ico; a colestiramina reduz a sua absor o.
Posol.: uose inicial: ô00 mg/dia em 2 administra‑
es, preterencialmente ap s a ingest o de ali‑
mentos; a dose pode ser aumentada ao ritmo de
200 mg/dia, cada ] dias. - dose mediana 1 a 2 g/
dia (20 a ]0 mg/kg) e a dose m xima de 2,5 g/
dia.
[Crianç as] ‑ < 20 kg: - dose pode atingir 20 mg/
kg/dia distribu da por r rias administra es. Sob
controlo dos n reis plasm ticos pode ‑se atingir a
dose de +0 mg/kg/dia. tom mais de 20 kg, a dose
inicial pode ser de +00 mg/dia podendo atingir os
]5 mg/kg/dia. lm injec o l\ lenta ou em intus o,
as doses di rias s o semelhantes s descritas para
a ria oral.
\c/a· lxis/em (crmu/a es (armac u/icas em ¡ue
c á cido valpró ico se aµresen/a na (crma de
ra/µrca/c de s dic e ainda cu/ra em ¡ue es/
µresen/e uma mis/ura de á cido valpró ico e ra/‑
µrca/c de s dic /cde ainda es/ar disµcn re/ sc|
a (crma de valproato semisó dico em (crmu/a‑
es de /i|er/a c ccn/rc/ada
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
ull-klNl (MS8M); Sanoti -rentis
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 200 ml; e 5,1+
(e 0,025¯); )0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ôô m¸/m/
ull-klNl (MS8M); Sanoti -rentis
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 5 (e 0,1);
)0°
ullll\ll (MS8M); 1ecnitar
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 5 (e 0,1);
)0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
ull-klNl tu80N0Slul8l 100 Mu (MS8M);
Sanoti -rentis
uranulado libert. modit. ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 2,+1 (e 0,080]); )0°
orais s /idas ‑ I5ô m¸
ullll\ll 150 (MS8M); 1ecnitar
t ps. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ 50 unid; e 5,5)
(e 0,1118); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
ullll\ll (MS8M); 1ecnitar
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô8
(e 0,2]+); )0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,+)
(e 0,1¯+8); )0°
orais s /idas ‑ 25ô m¸
ull-klNl tu80N0Slul8l 250 Mu (MS8M);
Sanoti -rentis
uranulado libert. modit. ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 5,18 (e 0,1¯2¯); )0°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
tlu0 \-ll8 lt0 ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,ô1
(e 0,1]05); )0° ‑ l8 e ],1)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,¯)
(e 0,11]2); )0° ‑ l8 e ¯,81
tlu0 \-ll8 lt0 8-1l0lu-8M ]00 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S ul ll8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M);
8atiopharm
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],1]
(e 0,15ô5); )0° ‑ l8 e ],1)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,15
(e 0,11)2); )0° ‑ l8 e ¯,81
tlu0 \-ll8 lt0 S-Nu0/ ]00 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S ul ll8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M);
Sandoz
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,02
(e 0,1]+); )0° ‑ l8 e +,¯)
ull-klNl tu80N0 ]00 (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5
(e 0,25); 0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,8)
(e 0,1815); 0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,8+
(e 0,180¯); )0° ‑ l8 e ¯,81
ullll\ll ]00 (MS8M); 1ecnitar
t ps. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ 50 unid; e 11,1)
(e 0,22]8); )0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
tlu0 \-ll8 lt0 ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,ôô
(e 0,1¯¯¯); )0° ‑ l8 e 12,++
tlu0 \-ll8 lt0 8-1l0lu-8M 500 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S ul ll8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M);
8atiopharm
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,2]
(e 0,18¯2); )0° ‑ l8 e 12,++
tlu0 \-ll8 lt0 S-Nu0/ 500 Mu t0Ml8l‑
Mlu0S ul ll8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M);
Sandoz
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,11
(e 0,20]¯); )0° ‑ l8 e 5,¯+
ull-klNl tu80N0 500 (MS8M); Sanoti‑-rentis
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô
(e 0,2)]]); 0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô
(e 0,2)]]); )0° ‑ l8 e 12,++
ull-klNl tu80N0Slul8l 500 Mu (MS8M);
Sanoti -rentis
uranulado libert. modit. ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 11,+ (e 0,]8); )0°
ullll\ll (MS8M); 1ecnitar
tomp. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,58 (e 0,1¯ô]); )0°
ullll\ll 500 (MS8M); 1ecnitar
uranulado libert. prolong. ‑ Saqueta ‑ 50 unid;
e 1¯,5 (e 0,]5); )0°
orais s /idas ‑ 75ô m¸
ull-klNl tu80N0Slul8l ¯50 Mu (MS8M);
Sanoti -rentis
uranulado libert. modit. ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 1¯,1 (e 0,5¯); )0°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
ull-klNl tu80N0Slul8l 1000 Mu (MS8M);
Sanoti -rentis
uranulado libert. modit. ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 22,+5 (e 0,¯+8]); )0°
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 89
ullll\ll 1000 (MS8M); 1ecnitar
uranulado libert. prolong. ‑ Saqueta ‑ 50 unid;
e ]+,)¯ (e 0,ô))+); )0°
n
CARBAMAZEPINA
Ind.: Na epilepsia: crises parciais e crises t nico‑
‑cl nicas secundariamente generalizadas. tomo
estabilizador do humor nas psicoses man aco‑
‑depressiras. Nerralgia do trig meo.
R. Adv.: lst o descritas numerosas reac es ad‑
rersas relacionadas essencialmente com o tubo
digestiro, a pele e o SNt. Salienta ‑se pela sua
graridade o risco de anemia apl stica e agranu‑
locitose que cerca de 5 a 8 rezes superior ao da
popula o n o tratada. uerem tazer ‑se controlos
hematol gicos antes e durante o tratamento; as
reac es cut neas de base imunol gica podem
ser grares. ue salientar que a carbamazepina tem
tamb m ac o anticolin rgica, podendo desenca‑
dear ou agrarar situa es de glaucoma. - mesma
ac o anticolin rgica pode desencadear s ndro‑
mes contusionais em doentes idosos.
Contra ‑Ind. e Prec.: -ltera es da condu o
auriculo ‑rentricular n o controladas por pace‑
maker; hist ria de depress o da medula ssea;
porhria.
Interac.: 8edu o das concentra es s ricas dos
outros anticonrulsirantes e redu o do eteito
dos anticoagulantes e dos contraceptiros orais; o
rerapamilo, a eritromicina e a netazodona podem
aumentar os n reis de carbamazepina.
Posol.: \a eµi/eµsia: dose inicial de +00 mg/dia
distribu da por, pelo menos, 2 administra es;
pode ser aumentada em incrementos de 200 mg/
dia, em cada semana, at ao m ximo de 1200 mg/
dia; excepcionalmente, a dose m xima no adulto
pode atingir 1ô00 mg/dia.
\a nerra/¸ia dc /ri¸ mec: uose di ria inicial
de 200 mg at dose m xima de 1200 mg.
[Crianç as] ‑ - dose m xima di ria : < 1 ano:
100 ‑200 mg; de 1 a 5 anos: 200 ‑+00 mg; de 5 a
10 anos: +00 ‑ô00 mg; de 10 a 15 anos: 0,ô a 1 g.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
1lu8l10l (MS8M); Norartis larma
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e ],05
(e 0,020]); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
t-88-M-/lllN- -l1l8 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); -lter
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,5ô (e 0,0¯8); )0°
‑ l8 e 1,¯5
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)+ (e 0,0ô5¯); )0°
‑ l8 e ],¯+
t-88-M-/lllN- ulNl8lS 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯8 (e 0,0ô]); )0°
‑ l8 e ],¯+
t-88-M-/lllN- l-8lSl-l 200 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],55 (e 0,05)2); )0°
‑ l8 e ],¯+
t-88-M-/lllN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1,ô)
(e 0,112¯); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)+
(e 0,0ô5¯); )0°
t-88-M-/lllN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+ (e 0,0¯); )0°
‑ l8 e 1,¯5
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],++ (e 0,05¯]); )0°
‑ l8 e ],¯+
1lu8l10l (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,82 (e 0,1+1); )0°
‑ l8 e 1,¯5
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5 (e 0,08]]); )0°
‑ l8 e ],¯+
1lu8l10l t8 (MS8M); Norartis larma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,8)
(e 0,0)82); )0°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
t-88-M-/lllN- -l1l8 +00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); -lter
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,22 (e 0,10]¯); )0°
‑ l8 e ô,22
t-88-M-/lllN- ulNl8lS +00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,)¯ (e 0,0))5); )0°
‑ l8 e ô,22
t-88-M-/lllN- l-8lSl-l +00 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô (e 0,0)]]); )0°
‑ l8 e ô,22
t-88-M-/lllN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,22
(e 0,10]¯); )0°
t-88-M-/lllN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+] (e 0,0)05); )0°
‑ l8 e ô,22
1lu8l10l (MS8M); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),5) (e 0,15)8); )0°
‑ l8 e ô,22
1lu8l10l t8 (MS8M); Norartis larma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,)2
(e 0,182); )0°
n
CLONAZEPAM
Ind.: lpilepsia, estado de mal epil ptico, mioclo‑
nos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 1 mg noite durante + noites (nos idosos
0,5 mg), depois aumentar durante 2 a + semanas
at dose de manuten o de + ‑8 mg/dia em r ‑
rias tomas.
[Crianç as] ‑ < 1 ano: 0,25 mg que pode ser
aumentada at 0,5 ‑1 mg; 1 a 5 anos: 0,25 mg a
aumentar at 1 ‑] mg/dia; 5 a 12 anos: 0,5 mg a
aumentar at ] a ô mg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25 m¸/m/
8l\018ll (MS8M ‑l); 8oche
uotas orais, sol. ‑ lrasco conta ‑gotas ‑ 1 unid ‑
10 ml; e 2,¯ (e 0,2¯); )0°
orais s /idas ‑ ô5 m¸
8l\018ll (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e 0,)ô (e 0,0+8); )0°
tomp. ‑ lrasco ‑ 50 unid; e 2,¯¯ (e 0,055+); )0°
90 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
orais s /idas ‑ 2 m¸
8l\018ll (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e +,]2 (e 0,1++); )0°
n
FELBAMATO
Ind.: tomo terap utica adjurante na s ndrome de
lennox ‑uastaut em indir duos com idade supe‑
rior a + anos, resistentes ou intolerantes a outros
antiepil pticos.
R. Adv.: 0 telbamato pode determinar discrasias
sangu neas (em particular anemia apl stica)
e hepatotoxicidade grare, pelo que n o dere
ser utilizado sem que haja uma aralia o risco‑
‑benet cio indiridualizada. 0 telbamato est tam‑
b m associado a reac es de hipersensibilidade
grare. 0utras reac es adrersas trequentes s o
as n useas e r mitos, anorexia e tonturas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoentes com discrasia san‑
gu nea, lu ou hipersensibilidade conhecida ao
telbamato.
Interac.: 0 telbamato taz aumentar as concentra‑
es plasm ticas de carbamazepina, tenito na e
cido ralpr ico. 0 telbamato em associa o com
outros antiepil pticos apresenta um risco acres‑
centado de causar reac es adrersas.
Posol.: [Adultos] ‑ uose inicial: ô00 a 1.200 mg/
dia (dirididos em 2 a ] tomas). uose m xima:
]ô00 mg/dia.
[Crianç as] ‑ + aos 1+ anos ‑ uose inicial: ¯,5 a
15 mg/kg/dia (dirididos em 2 a ] tomas). uose
m xima: +5 mg/kg/dia, n o derendo exceder os
]ô00 mg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I2ô m¸/m/
1-l0\- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Schering ‑llough
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 2]0 ml; e )ô,¯]
(e )ô,¯]); 0°
n
FENITOíNA
Ind.: Na epilepsia: nas crises parciais e nas crises
t nico ‑cl nicas. Nerralgia do trig meo.
R. Adv.: lst descrito um elerado n mero de reac‑
es adrersas relacionadas essencialmente com
o tubo digestiro, o sistema end crino e o SNt.
uerem salientar ‑se as seguintes reac es adrer‑
sas: hirsutismo, hiperplasia gengiral, distun o
hep tica e s ndrome semelhante ao l pus erite‑
matoso.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez (a teratogenicidade
est demonstrada), distun o hep tica e porh‑
ria.
Interac.: lode aumentar a absor o e o metabo‑
lismo dos anticoagulantes, aumenta o metabo‑
lismo dos corticoster ides, dos contraceptiros
orais e da nisoldipina. 0 lcool diminui os etei‑
tos da tenito na; os outros anticonrulsirantes
podem aumentar ou diminuir os seus n reis; a
amiodarona, o clorantenicol, o omeprazol e a
ticlopidina aumentam os n reis de tenito na; os
tuberculost ticos reduzem os seus n reis.
Posol.: uere salientar ‑se que a tenito na tem uma
cin tica n o linear o que torna a titula o da
dose delicada (pequenos incrementos podem
determinar grandes elera es dos n reis s ri‑
cos).
[Adultos] ‑ uose inicial: ]00 mg/dia em 1 ou
2 administra es at dose m xima de ô00 mg.
[Crianç as] ‑ uose inicial: 5 mg/kg/dia em 2 admi‑
nistra es at dose m xima de ]00 mg.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
ulu-N1lN- (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,28
(e 0,0ô+); )0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],2+
(e 0,05+); )0°
n
FENOBARBITAL
Ind.: 1odos os tipos de crises excepto aus ncias;
estado de mal ‑epil ptico; como ansiol tico e hip‑
n tico (actualmente s o indica es com pouca
utilidade), medica o pr ‑anest sica.
R. Adv.: urande n mero de manitesta es, particu‑
larmente relatiras ao SNt. Salienta ‑se o desenrol‑
rimento de toler ncia e/ou depend ncia t sica ou
psicol gica. -ltera es da capacidade de condu‑
zir m quinas.
Contra ‑Ind. e Prec.: lorhria; distun o hep tica;
doen a respirat ria com dispneia ou obstru o
eridente.
Interac.: lode reduzir a absor o e os eteitos da
rartarina; aumenta o metabolismo dos corticos‑
ter ides, dos contraceptiros orais, de outros anti‑
conrulsirantes e da digitoxina. 0 lcool e outros
depressores do SNt potenciam os seus eteitos
depressores; os antidepressores podem agrarar
as suas reac es adrersas; a griseotulrina diminui
a sua absor o.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: -t ]20 mg/dia, em ] ou
+ administra es ou numa administra o nica
nocturna. \ia parent rica (lM ou l\): 10 ‑20 mg/
kg/dose l\ a uma relocidade de 25 ‑50 mg/min,
dose de manuten o: 2 ‑+ mg/kg/dia.
[Crianç as] ‑ \ia oral: ] a ô mg/kg/dia. \ia paren‑
t rica (lM ou l\): + a ô mg/kg/dia.
orais s /idas ‑ I5 m¸
lLMlN-ll1-S (MS8M ‑l); 8ayer
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 0,)5 (e 0,0]1¯); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
8l-lMlN-l (MS8M ‑l); 8ial
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 0,)ô (e 0,0+8); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,+] (e 0,0+05); )0°
lLMlN-l (MS8M ‑l); 8ayer
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,)] (e 0,0)]); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
8l-lMlN-l l081l (MS8M ‑l); 8ial
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,)¯ (e 0,0+)5); )0°
n
GABAPENTINA
Ind.: tomo terap utica adjurante no tratamento
das crises parciais com ou sem generaliza o em
adultos. uor neurop tica.
R. Adv.: Sonol ncia; tadiga; tonturas; ataxia; nistag‑
mo, rinite, diplopia, ambliopia e tremor.
Contra ‑Ind. e Prec.: lm doentes com l8.
Interac.: 0s anti cidos e a cimetidina interterem
com a gabapentina; a gabapentina intertere com
os contraceptiros orais.
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 91
Posol.: - dose etectira raria entre )00 e 1800 mg/
/dia; a dose terap utica dere ser atingida com in‑
crementos de ]00 mg por cada 2+ horas; a dose
di ria total pode ser diridida em 2 ou ] adminis‑
tra es (dose m xima 2+00 mg/dia). -s doses
iniciais derem ser administradas ao deitar para
minimizar as reac es adrersas. - dose dere ser
reduzida na l8.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
u-8-llN1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2] (e 0,1115); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+5 (e 0,0)08); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,2] (e 0,08¯2); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+ (e 0,0)); )0° ‑ l8
e 5,0]
u-8-llN1lN- tltlLM 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2 (e 0,11); )0° ‑ l8
e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,) (e 0,081¯); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,15 (e 0,10¯5); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,28 (e 0,088); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- l-8M0/ 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2] (e 0,1115); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+5 (e 0,0)08); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- u-8-M0\ 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2] (e 0,1115); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+5 (e 0,0)08); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,12 (e 0,10ô); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,18 (e 0,08ô]); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+ (e 0,0)); )0° ‑ l8
e 5,0]
u-8-llN1lN- 8-1l0lu-8M 100 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2] (e 0,1115); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+5 (e 0,0)08); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,15 (e 0,10¯5); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,2] (e 0,08¯2); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- Sl1l\Nl (MS8M); lnrentis
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 5,2] (e 0,08¯2); )0°
‑ l8 e 5,0]
u-8-llN1lN- 1l\- 100 Mu t lSLl-S (MS8M);
1era lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,1 (e 0,105); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e +,25 (e 0,085); )0°
‑ l8 e +,2
u-8-llN1lN- 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,12 (e 0,085]); )0°
‑ l8 e 5,0]
NlL80N1lN (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô+ (e 0,2]2); )0°
‑ l8 e 2,1ô
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,+¯ (e 0,1+12); )0°
‑ l8 e 5,0]
orais s /idas ‑ )ôô m¸
u-8-llN1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],ô+ (e 0,22¯]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],ô+ (e 0,22¯]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],)] (e 0,2]22); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- tltlLM ]00 Mu t lSLl-S
(MS8M); ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ôô (e 0,211); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],ô+ (e 0,22¯]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- l-8M0/ ]00 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,0¯ (e 0,2]+5); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- u-8-M0\ ]00 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,0¯ (e 0,2]+5); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],ô+ (e 0,22¯]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],)] (e 0,2]22); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,0ô (e 0,2]+]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- 8-1l0lu-8M ]00 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,]ô (e 0,2])]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],51 (e 0,2252); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- S-Sl\-N (MS8M); Sandoz (-lema‑
nha)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],)] (e 0,2]22); )0°
‑ l8 e 12,)2
92 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
u-8-llN1lN- Sl1l\Nl (MS8M); lnrentis
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 1],ô+ (e 0,22¯]); )0°
‑ l8 e 12,)2
u-8-llN1lN- 1l\- ]00 Mu t lSLl-S (MS8M);
1era lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 11,02 (e 0,220+); )0°
‑ l8 e 10,¯¯
u-8-llN1lN- 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],+¯ (e 0,22+5); )0°
‑ l8 e 12,)2
NlL80N1lN (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 21,]ô (e 0,]5ô); )0°
‑ l8 e 12,)2
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
u-8-llN1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,8+ (e 0,2)¯]); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,82 (e 0,2)¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,2+ (e 0,]0+); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- tltlLM +00 Mu t lSLl-S
(MS8M); ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,58 (e 0,2¯ô]); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,85 (e 0,2)¯5); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- l-8M0/ +00 Mu t lSLl-S
(MS8M); larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,+ (e 0,]0ô¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- u-8-M0\ +00 Mu t lSLl-S
(MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,+ (e 0,]0ô¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,5 (e 0,2)1¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,2+ (e 0,]0+); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,+1 (e 0,]0ô8); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- 8-1l0lu-8M +00 Mu t lSLl-S
(MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,+1 (e 0,]0ô8); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô8 (e 0,2)+¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- S-Sl\-N (MS8M); Sandoz (-lema‑
nha)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,2+ (e 0,]0+); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- Sl1l\Nl (MS8M); lnrentis
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 1¯,85 (e 0,2)¯5); )0°
‑ l8 e 1ô,81
u-8-llN1lN- 1l\- +00 Mu t lSLl-S (MS8M);
1era lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 1+,2) (e 0,2858); )0°
‑ l8 e 1+,01
u-8-llN1lN- 10llll (MS8M); tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,]2 (e 0,288¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
NlL80N1lN (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2¯,)+ (e 0,+ô5¯); )0°
‑ l8 e 1ô,81
orais s /idas ‑ 6ôô m¸
u-8-llN1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,0ô (e 0,+ô¯¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,0ô (e 0,+ô¯¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2ô,]8 (e 0,+])¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,]] (e 0,+¯22); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,]+ (e 0,+¯2]); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- u-8-M0\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,]+ (e 0,+¯2]); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- ulNl8lS ô00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,¯5 (e 0,+ô25); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,0¯ (e 0,+ô¯8); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2),22 (e 0,+8¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- 8-1l0lu-8M ô00 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2),22 (e 0,+8¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- S-Nu0/ ô00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2ô,82 (e 0,++¯); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- 1l\- ô00 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 22,]8 (e 0,++¯ô); )0° ‑ l8 e 22,15
u-8-llN1lN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2ô,85 (e 0,++¯5); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
u-8-llN1lN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 11,18 (e 0,55)); )0° ‑ l8 e 10,51
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 22,)1 (e 0,+582); 0°
NlL80N1lN (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,2] (e 0,58¯2); )0° ‑ l8 e 2ô,5¯
orais s /idas ‑ 8ôô m¸
u-8-llN1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,5 (e 0,5¯5); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,22 (e 0,58¯); )0° ‑ l8 e ]2,)
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 93
u-8-llN1lN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,1 (e 0,5]5); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,58 (e 0,5)]); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,5ô (e 0,5)2¯); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- u-8-M0\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,5ô (e 0,5)2¯); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- ulNl8lS 800 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,8+ (e 0,580¯); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,22 (e 0,58¯); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,ô¯ (e 0,ô112); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- 8-1l0lu-8M 800 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,ô8 (e 0,ô11]); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- S-Nu0/ 800 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],+5 (e 0,55¯5); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- 1l\- 800 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 2¯,88 (e 0,55¯ô); )0° ‑ l8 e 2¯,+2
u-8-llN1lN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,1ô (e 0,5ô)]); )0° ‑ l8 e ]2,)
u-8-llN1lN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]1,)) (e 0,5]]2); )0° ‑ l8 e ]2,)
NlL80N1lN (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +8,8ô (e 0,81+]); )0° ‑ l8 e ]2,)
n
LAMOTRIGINA
Ind.: Monoterapia (esta n o recomendada para
crian as com menos de 12 anos) ou tratamento
adjurante de crises parciais; crises t nico ‑cl nicas
prim ria ou secundariamente generalizadas; cri‑
ses associadas s ndrome de lennox ‑uastaut.
R. Adv.: lxantemas grares que incluem a s ndrome
de Sterens ‑}ohnson e necrose t xica da epider‑
me. -s manitesta es cut neas s o mais trequen‑
tes nas crian as e na presen a de terap uticas
m ltiplas, especialmente as que incluem ralproa‑
to. lebre, mal ‑estar, s ndrome gripal, sonol ncia;
raramente distun o hep tica, leucopenia e trom‑
bocitopenia em associa o com o ras/. uiplopia,
tonturas, ins nia, cetaleias, tremor, r mitos.
Contra ‑Ind. e Prec.: - tun o hep tica, renal e os
par metros de coagula o derem ser monitoriza‑
dos cuidadosamente; se surgirem sinais de hiper‑
sensibilidade, particularmente ras/, a terap utica
dere ser interrompida. lxcepto nesta circunst n‑
cia a terap utica n o dere ser interrompida brus‑
camente derido ao risco de desencadear crises.
Posol.: Monoterapia iniciar com 25 mg/dia, durante
1+ dias; depois aumentar para 50 mg/dia, duran‑
te outros 1+ dias; depois aumentar 50 a 100 mg
cada ¯ a 1+ dias (dose de manuten o habitual
100 a 200 mg/dia em 1 a 2 tomas; dose m xima
500 mg/dia).
-djurante ao ralproato ‑ iniciar com 25 mg,
dia sim dia n o, durante 1+ dias; depois passar
para 25 mg/dia, durante mais 1+ dias; depois
aumentar no m ximo 25 a 50 mg, cada ¯ a
1+ dias (dose de manuten o habitual 100 a
200 mg/dia, em 1 a 2 tomas).
-djurante a outros antiepil pticos indutores
enzim ticos mas sem ralproato ‑ iniciar com
50 mg/dia, durante 1+ dias, depois aumentar at
100 mg cada ¯ a 1+ dias (dose de manuten o
habitual 200 a +00 mg, em 2 tomas; dose m xima
¯00 mg/dia).
[Crianç as] ‑ 2 a 12 anos: -djurante ao ralproa‑
to ‑ iniciar com 0,2 mg/kg/dia, durante 1+ dias;
depois 0,5 mg/kg/dia, durante mais 1+ dias; de‑
pois aumentar no m ximo 0,5 ‑1 mg/kg cada ¯ a
1+ dias (dose de manuten o 1 a 5 mg/kg/dia, em
1 ou 2 tomas).
-djurante a outros antiepil pticos indutores
enzim ticos mas sem ralproato ‑ iniciar com
2 mg/kg/dia, em 2 tomas durante 1+ dias;
depois 5 mg/kg/dia em 2 tomas, durante mais
1+ dias; depois aumentar no m ximo 2 ‑] mg/kg
cada ¯ a 1+ dias (dose de manuten o 5 ‑15 mg/
/kg/dia em 2 tomas).
1is/as ‑ 2 m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. uispers rel ou mastigar ‑ lrasco ‑ ]0 unid;
e ],22 (e 0,10¯]); )0°
1is/as ‑ 5 m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. uispers rel ou mastigar ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,0¯ (e 0,1+¯)); )0°
1is/as ‑ 25 m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. uispers rel ou mastigar ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1],8 (e 0,2+ô+); )0° ‑ l8 e 10,+)
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25 m¸
l-M018lulN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,+8
(e 0,205); )0° ‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- l-8lSl-l (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); labestal
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô
(e 0,185¯); )0° ‑ l8 e 2,5ô
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,1
(e 0,1)82); )0° ‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- v¥NN (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); vynn
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)]
(e 0,1+ô5); )0° ‑ l8 e ],ô1
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,1
(e 0,1ô8]); )0° ‑ l8 e 11,2+
94 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
orais s /idas ‑ 25 m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. ‑ 8lister ‑ 21 unid; e ô,]] (e 0,]01+); )0°
‑ l8 e ],¯)
tomp. ‑ 8lister ‑ +2 unid; e 12,ôô (e 0,]01+);
)0° ‑ l8 e ¯,8¯
l-M018lulN- -t1-\lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,¯2 (e 0,1)+]); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,+8 (e 0,205); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- -880v8lLl 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); -rrowblue
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,+8 (e 0,205); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- -/l\lu0S (MS8M restrita ‑ -l nea
c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,5 (e 0,1¯8ô); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,]¯ (e 0,20]); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- 8-Sl (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô2 (e 0,18¯1); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,+) (e 0,2052);
)0° ‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,¯2 (e 0,1)+]); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 21 unid; e ],1¯ (e 0,151); )0°
‑ l8 e ],¯)
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11,+8 (e 0,205); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- ul8Mlu (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,] (e 0,205); )0°
‑ l8 e 11,2+
l-M018lulN- l-8lSl-l (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô (e 0,185¯); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ +2 unid; e 8,]5 (e 0,1)88); )0°
‑ l8 e ¯,8¯
l-M018lulN- l-Ml\ 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); Merck
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,¯2 (e 0,1)+]); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11 (e 0,1)ô+); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- M¥l-N (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô) (e 0,1)21); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 10,)1 (e 0,1)+8);
)0° ‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- 8-N8-\¥ (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); 8anbaxy
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô2 (e 0,18¯1); )0°
‑ l8 e 2,5ô
l-M018lulN- 1l\- 25 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M
restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô);
1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,58 (e 0,18+]); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11 (e 0,1)ô+); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- 10llll (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); tolite
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,ô (e 0,185¯); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11 (e 0,1)ô+); )0°
‑ l8 e 10,+)
l-M018lulN- v¥NN (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,52 (e 0,18); )0°
‑ l8 e 2,5ô
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 10,1 (e 0,180+); )0°
‑ l8 e 10,+)
orais s /idas ‑ 5ô m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,81 (e 0,+8ô+); )0°
‑ l8 e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ +2 unid; e 20,+] (e 0,+8ô+);
)0° ‑ l8 e 1],ô)
l-M018lulN- -t1-\lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,]¯ (e 0,]121); )0°
‑ l8 e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- -880v8lLl 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); -rrowblue
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- -/l\lu0S (MS8M restrita ‑ -l nea
c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,0¯ (e 0,2)0¯); )0°
‑ l8 e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),51 (e 0,]+8+);
)0° ‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- 8-Sl (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,15 (e 0,2)ô+); )0°
‑ l8 e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- ul8Mlu (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 21,1 (e 0,]51¯); )0°
‑ l8 e 1),55
l-M018lulN- }-8- 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M
restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô);
}aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),51 (e 0,]+8+);
)0° ‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- l-8lSl-l (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ +2 unid; e 1+,]] (e 0,]+12);
)0° ‑ l8 e 1],ô)
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 95
l-M018lulN- l-Ml\ 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); Merck
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,]¯ (e 0,]121); )0°
‑ l8 e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- M¥l-N (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 18,¯1 (e 0,]]+1);
)0° ‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- 8-N8-\¥ (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); 8anbaxy
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1),¯ (e 0,]518); )0°
‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- 1l\- 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M
restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô);
1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 18,)2 (e 0,]]¯));
)0° ‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- 10llll (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); tolite
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,2 (e 0,]); )0° ‑ l8
e +,58
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 18,)2 (e 0,]]¯));
)0° ‑ l8 e 18,25
l-M018lulN- v¥NN (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 18,¯2 (e 0,]]+]);
)0° ‑ l8 e 18,25
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l-Mlt1-l (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); uSk
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e +5,¯¯ (e 0,81¯]);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- -t1-\lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2),]) (e 0,52+8);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- -/l\lu0S (MS8M restrita ‑ -l nea
c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 8 (e 0,5¯1+); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2¯,]8 (e 0,+88));
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- 8-Sl (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 28,5 (e 0,508)); )0°
‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2),]) (e 0,52+8);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- ul8Mlu (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]0,5+ (e 0,50)); )0°
‑ l8 e 28,]
l-M018lulN- }-8- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); }aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2),11 (e 0,51)8);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- l-8lSl-l (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 28,+¯ (e 0,508+);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- l-Ml\ 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); Merck
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 28,+¯ (e 0,508+);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- M¥l-N (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2¯,]¯ (e 0,+888);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- 8-N8-\¥ (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); 8anbaxy
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2ô,)8 (e 0,+818);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- 1l\- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); 1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 28,2 (e 0,50]ô); )0°
‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- 10llll (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); tolite
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2¯,ô+ (e 0,+)]ô);
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
l-M018lulN- v¥NN (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 25,)8 (e 0,+ô]));
)0° ‑ l8 e 2ô,+1
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
l-M018lulN- -/l\lu0S (MS8M restrita ‑ -l nea
c) do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1],0+ (e 0,)]1+);
)0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e +),02 (e 0,8¯5+);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- 8-Sl (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 52,ô¯ (e 0,)+05);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 52,ô¯ (e 0,)+05);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- ul8Mlu (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5ô,+2 (e 0,)+0]);
)0° ‑ l8 e 51,]ô
l-M018lulN- l-8lSl-l (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 51,08 (e 0,)121);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- l-Ml\ 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); Merck
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 50,ô (e 0,)0]ô); )0°
‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- 8-N8-\¥ (MS8M restrita ‑ -l nea c)
do -rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); 8anbaxy
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 52,ô¯ (e 0,)+05);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- 1l\- 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do u.l.
1¯ô/200ô); 1era lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 50,ô (e 0,)0]ô); )0°
‑ l8 e +¯,)+
l-M018lulN- v¥NN (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e +ô,58 (e 0,8]18);
)0° ‑ l8 e +¯,)+
96 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
n
LEVETIRACETAM
Ind.: 1ratamento adjurante das crises parciais com
ou sem generaliza o.
Contra ‑Ind. e Prec.: uere ‑se utilizar com precau‑
o nos idosos e insuhcientes renais.
Interac.: tom o lcool. 0 leretiracetam N 0 tem
interac o tarmacocin tica com os outros antie‑
pil pticos.
Posol.: [Adultos, idosos e adolescentes > 16 anos] ‑
lniciar com 500 mg, 2 administra es/dia, eleran‑
do para 1.000 mg/dia em per odos de 2 semanas,
at ao m ximo, se necess rio de ].000 mg/dia, em
r rias administra es di rias.
[Adolescentes e crianç as ‑ 6 aos 15 anos] ‑
dose inicial 10 mg/kg/dia, adicionar 10 ‑20 mg/
kg/dia, cada 1 a 2 semanas, at ao m ximo de
+0 ‑ô0 mg/kg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
klll8- (MS8M); Lt8
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]00 ml; e 8ô,¯
(e 0,28)); )0°
orais s /idas ‑ 25ô m¸
klll8- (MS8M); Lt8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 1],01 (e 0,ô505); )0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),0] (e 0,ô505); )0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
klll8- (MS8M); Lt8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯8,0ô (e 1,]01); )0°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
klll8- (MS8M); Lt8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 151,82 (e 2,5]0]); )0°
n
OXCARBAZEPINA
Ind.: 1ratamento em monoterapia ou adjurante das
crises parciais com ou sem generaliza o.
R. Adv.: \. carbamazepina. uiponatremia, os doen‑
tes em risco derem ser monitorizados. 1amb m
se derem rigiar os doentes com insuhci ncia car‑
d aca, altera es da condu o card aca. - port ria
e a lu ou l8 obrigam a precau o adicional.
Contra ‑Ind. e Prec.: u risco de hiponatremia, os
doentes em risco derem ser monitorizados. 1am‑
b m se derem rigiar os doentes com insuhci ncia
card aca, altera es da condu o card aca. - por‑
t ria e a lu ou l8 obrigam a precau o adicional.
Interac.: -s concentra es de tento na e tenobar‑
bital podem aumentar por interac o com a ox‑
carbazepina. -s concentra es de ralproato e de
carbamazepina podem diminuir.
Posol.: [Adultos, idosos] ‑ \ia oral: lniciar com
]00 mg, 2 administra es/dia, elerando em in‑
crementos m ximos de ô00 mg/dia em per odos
de 1 semana, at ao m ximo, se necess rio de
2+00 mg/dia, em r rias administra es di rias.
[Adolescentes e crianç as ‑ 6 aos 18 anos]
‑ \ia oral: dose inicial 8 ‑10 mg/kg/dia, adicionar
10/kg/dia, cada semana, at ao m ximo de +ô mg/
kg/dia.
orais s /idas ‑ )ôô m¸
l80-\lN (MS8M); lentatarma
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,21 (e 0,221); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,18 (e 0,18ô]);
)0°
/lu-8-l (MS8M); 1ecnimede
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,21 (e 0,221); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,18 (e 0,18ô]);
)0°
orais s /idas ‑ 6ôô m¸
l80-\lN (MS8M); lentatarma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô+ (e 0,2)+); )0°
/lu-8-l (MS8M); 1ecnimede
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô+ (e 0,2)+); )0°
n
PIRACETAM
\. Subgrupo (2.1].1.)
n
PREGABALINA
Ind.: tomo terap utica adjurante no tratamento
das crises parciais com ou sem generaliza o em
adultos. uor neurop tica. S ndrome de ansieda‑
de generalizada.
R. Adv.: ladiga, edema, aumento de peso, sonol n‑
cia, tonturas, rertigem, ris o turra, impot ncia,
eutoria, irritabilidade.
Contra ‑Ind. e Prec.: uesconhecidas.
Interac.: uesconhecidas interac es clinicamente
relerantes.
Posol.: - dose etectira raria entre 150 e ô00 mg/dia,
diridida em 2 ou ] administra es; a dose tera‑
p utica dere ser atingida duplicando cada ¯ dias,
a partir de uma dose inicial de 150 mg. - dose
m xima de ô00 mg/dia. - dose dere ser ajustada
na l8 de acordo com a tl cr.
orais s /idas ‑ 25 m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,05 (e 0,28)]); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1ô,2] (e 0,28)8); )0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ]2,+) (e 0,5802); )0°
orais s /idas ‑ 75 m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,1¯ (e 0,8ô)]); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e +8,5] (e 0,8ôôô); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 8+ unid; e 8+,ô2 (e 1,00¯+); )0°
orais s /idas ‑ I5ô m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ¯5,¯+ (e 1,]525); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 8+ unid; e 12),8] (e 1,5+5ô);
)0°
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 97
orais s /idas ‑ 225 m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 108,]2 (e 1,)]+]);
)0°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
l¥8lt- (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 112,11 (e 2,002); )0°
n
PRIMIDONA
Ind.: 1odas as tormas de epilepsia, excepto aus n‑
cias; geralmente usada como terap utica adjuran‑
te. 1remor essencial.
R. Adv.: -s dos barbit ricos em geral (a primidona
transtormada em 2 metabolitos principais, te‑
nobarbital e teniletilmalonamida). lncluem ata‑
xia, rertigem, tadiga, irritabilidade, perturba es
emocionais, diplopia, nistagmo, sonol ncia, alte‑
ra es da personalidade e do humor, paran ia,
n usea, anorexia, r mito, anemia megalobl sti‑
ca, trombocitopenia, impot ncia, ras/ cut neos
morbilitormes ou maculopapulares, cristal ria.
Contra ‑Ind. e Prec.: lorhria; hipersensibilidade ao
tenobarbital.
Interac.: 0s barbit ricos desenrolrem m ltiplas in‑
terac es. Salienta ‑se que reduzem as concentra‑
es de carbamazepina, clonazepam, lamotrigina,
tenito na, etosuximida e aumentam as concentra‑
es de ralproato.
Posol.: - dose m xima di ria no adulto de 1,5 g,
distribu da em ] administra es. - dose de ma‑
nuten o dere ser atingida com incrementos de
ô2,5 a 125 mg/dia.
[Crianç as] ‑ < 2 anos: uose m xima di ria
500 mg; 2 ‑5 anos: uose m xima di ria ¯50 mg;
ô ‑) anos: uose m xima di ria 1.000 mg.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
M¥S0llNl (MS8M); lab. -zeredos
tomp. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e ¯,88 (e 0,1]1]); )0°
n
RUFINAMIDA
Ind.: 1ratamento adjurante das crises epil pticas
associadas com s ndrome de lennox ‑uastaut em
crian as com + anos de idade ou mais relhas.
R. Adv.: Mais trequentes: estado de mal, tonturas,
anorexia, astenia, sonol ncia ou ins nia, tremor,
ansiedade, ataxia, contus o, amn sia, parestesias.
1amb m o s o a dor abdominal, n useas e r mi‑
tos, altera es do tr nsito intestinal, dispepsia e
taringite.
Contra ‑Ind. e Prec.: S ndromes Q1 curto.
Interac.: \alproato; hidantina.
Posol.: - ruhnamida dere ser administrada com ali‑
mentos. lm duas doses di rias.
[Em crianç as com < 30 kg]: uose inicial:
200 mg/dia . 1itula o: aumentos de 200 mg/
dia cada semana at dose m xima ô00 mg/
dia se n o estirerem a tazer ralproato ou de
1000 mg/dia se tizerem ralproato.
[Adultos e crianç as > 30 kg]· - dose inicial
de +00 mg/dia e a dose m xima ]200 mg/dia, de‑
pendendo do peso.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
lN0\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); lisai limited
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ¯,1
(e 0,¯1); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
lN0\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); lisai limited
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 8+,1) (e 1,+0]2); )0°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
lN0\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); lisai limited
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô0,11 (e 2,ôô85); )0°
n
TIAGABINA
Ind.: 1ratamento adjurante das crises epil pticas
parciais.
R. Adv.: Mais trequentes: tonturas, astenia, sonol n‑
cia ou ins nia, tremor, ansiedade, altera o da
cogni o, ataxia, contus o, amn sia, parestesias,
depress o e agressiridade. 1amb m o s o a dor
abdominal, n useas e r mitos, diarreia e taringi‑
te. - s ndrome de Sterens ‑}ohnson excepcional.
Contra ‑Ind. e Prec.: - dose dere ser reduzida em
doentes com doen a hep tica.
Interac.: - elimina o da tiagabina aumentada
pela administra o concomitante de carbamaze‑
pina, tenobarbital, tenito na e outras subst ncias
que induzem a actiridade das enzimas hep ticas.
0 cido ralpr ico reduz a liga o da tiagabina s
prote nas plasm ticas mas o signihcado cl nico
desta interac o n o conhecido. - tiagabina
aumenta ligeiramente as concentra es do cido
ralpr ico. lode harer uma interac o tarmaco‑
din mica com as subst ncias que t m um eteito
depressor do SNt.
Posol.: - tiagabina dere ser administrada com ali‑
mentos.
[Adultos] ‑ uose inicial: + mg/dia (1 adminis‑
tra o). 1itula o: aumentos de + ‑8 mg/dia cada
semana at dose m xima 5ô mg/dia. - dose de
manuten o dere ser administrada em 2 a + ad‑
ministra es di rias.
[Adolescentes] ‑ > 12 anos: 0 mesmo
esquema que nos adultos mas a dose m xima
tolerada ]2 mg/dia.
- dose dere ser reduzida no caso de lu.
orais s /idas ‑ 5 m¸
u-8l18ll (MS8M); tephalon (lran a)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 50 unid;
e 2¯,1) (e 0,5+]8); )0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
u-8l18ll (MS8M); tephalon (lran a)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 50 unid;
e 5+,)) (e 1,0))8); )0°
orais s /idas ‑ I5 m¸
u-8l18ll (MS8M); tephalon (lran a)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 50 unid;
e 82,+8 (e 1,ô+)ô); )0°
98 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
n
TOPIRAMATO
Ind.: 1ratamento adjurante das crises parciais com
ou sem generaliza o secund ria insatistatoria‑
mente controladas com outros antiepil pticos;
crises associadas com a s ndrome de lennox‑
‑uastaut; crises t nico ‑cl nicas generalizadas
prim rias. 1em ac o sobre o humor na psicose
man aco ‑depressira.
R. Adv.: uor abdominal, n usea, anorexia, perda
de peso, altera es do gosto, diminui o da ca‑
pacidade de concentra o e mem ria, contus o,
perturba o do discurso, labilidade emocional e
perturba es do humor e depress o, altera es
do comportamento, ataxia, altera es da marcha,
parestesias, tonturas, sonol ncia, astenia, altera‑
es da ris o, diplopia, nistagmo, sintomas psic ‑
ticos, agressiridade, leucopenia.
Contra ‑Ind. e Prec.: lritar a interrup o brusca
do tratamento; assegurar a hidrata o, particu‑
larmente em doentes com risco de netrolit ase;
durante a graridez e o aleitamento e em doentes
com l8 e lu.
Interac.: -umenta as concentra es de tenito na e
interage com os outros antiepil pticos; aumenta
o metabolismo dos anticoncepcionais orais.
Posol.: lnicialmente 50 mg/dia durante 1 semana,
depois aumentar em incrementos de 50 mg/dia
cada semana (dose total distribu da em 2 tomas);
dose de manuten o 200 ‑+00 mg/dia em 2 tomas;
dose m xima 800 mg/dia.
[Crianç as] ‑ 2 a 1ô anos: lnicialmente 25 mg/dia
noite durante 1 semana depois aumentar em
incrementos de 1 ‑] mg/kg/dia de acordo com a
resposta em interralos de 1 ‑2 semanas; uose de
manuten o: 5 ‑) mg/kg/dia em 2 tomas.
orais s /idas ‑ I5 m¸
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e 5,¯5 (e 0,28¯5); )0°
orais s /idas ‑ 25 m¸
ll8llll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,¯ (e 0,211¯); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,2ô (e 0,]5+]); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 2ô,22 (e 0,+]¯); )0°
10ll8-M-10 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô
(e 0,18); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],11 (e 0,2185); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 11,)] (e 0,1)88); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,58 (e 0,20)¯); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],]8 (e 0,1ô)); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,ô8 (e 0,211]); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 tltlLM 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,]ô
(e 0,18)]); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente para com‑
primidos ‑ ô0 unid; e 12,¯ (e 0,211¯); )0° ‑ l8
e 11,)ô
10ll8-M-10 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1,81 (e 0,181); )0° ‑ l8 e 1,81
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],11 (e 0,2185); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,)) (e 0,21ô5); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 ulNl8lS 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],11 (e 0,2185); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô
(e 0,18); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 11,)] (e 0,1)88); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 l1l (MS8M); l1l
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],+8
(e 0,1¯+); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ô)
(e 0,2115); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],+) (e 0,1¯+5); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,ô) (e 0,2115); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],+) (e 0,1¯+5); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,¯ (e 0,211¯); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,)) (e 0,21ô5); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 8-1l0lu-8M 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 1],11 (e 0,2185); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 S-Nu0/ 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,)) (e 0,21ô5); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e +,]+ (e 0,21¯); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,1¯ (e 0,2028); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 10llll 25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],]8 (e 0,1ô)); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,1) (e 0,20]2); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 10Ml\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1,81 (e 0,181); )0° ‑ l8 e 1,81
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],11 (e 0,2185); )0° ‑ l8 e 11,)ô
2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes 99
10ll8-M-10 \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],]8 (e 0,1ô)); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,+5 (e 0,20¯5); )0° ‑ l8 e 11,)ô
10ll8-M-10 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],]8 (e 0,1ô)); )0° ‑ l8 e ],2]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 11,11 (e 0,1852); )0° ‑ l8 e 11,)ô
orais s /idas ‑ 5ô m¸
ll8llll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],1ô (e 0,]8ô); )0° ‑ l8 e 21,82
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),¯¯ (e 0,ôô28); )0° ‑ l8 e 21,82
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e +],ô+ (e 0,¯2¯]); )0°
10ll8-M-10 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],) (e 0,])8]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,¯ô (e 0,]ô2¯); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],ô¯ (e 0,])+5); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 22,)+ (e 0,]82]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],1] (e 0,]855); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 tltlLM 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,¯]
(e 0,]+55); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente para com‑
primidos ‑ ô0 unid; e 2],1ô (e 0,]8ô); )0° ‑ l8
e 21,82
10ll8-M-10 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],) (e 0,])8]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],ô¯ (e 0,])+5); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 ulNl8lS 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],) (e 0,])8]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,¯ô (e 0,]ô2¯); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 l1l (MS8M); l1l
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2],15
(e 0,]858); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],15 (e 0,]858); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],1ô (e 0,]8ô); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],ô¯ (e 0,])+5); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 8-1l0lu-8M 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2],) (e 0,])8]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 S-Nu0/ 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],ô¯ (e 0,])+5); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 22,2+ (e 0,]¯0¯); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 10llll 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 22,25 (e 0,]¯08); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 10Ml\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],) (e 0,])8]); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 22,¯1 (e 0,]¯85); )0° ‑ l8 e 21,82
10ll8-M-10 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,ôô (e 0,]++]); )0° ‑ l8 e 21,82
orais s /idas ‑ Iôô m¸
ll8llll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,2 (e 0,5]ô¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10l-M-\ (MS8M); }anssen ‑tilag
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ôô,++ (e 1,10¯]); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],22 (e 0,55]¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,2¯ (e 0,50+5); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,)1 (e 0,5+85); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]1,) (e 0,5]1¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,1¯ (e 0,5]ô2); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 tltlLM 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 28,82
(e 0,+80]); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8ecipiente para com‑
primidos ‑ ô0 unid; e ]2,2 (e 0,5]ô¯); )0° ‑ l8
e ]0,]+
10ll8-M-10 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],22 (e 0,55]¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,)1 (e 0,5+85); )0° ‑ l8 e ]0,]+
100 Grupo 2 | 2.6. Antiepilépticos e anticonvulsivantes
10ll8-M-10 ulNl8lS 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],22 (e 0,55]¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,2ô (e 0,50+]); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 l1l (MS8M); l1l
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]2,1)
(e 0,5]ô5); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,2 (e 0,5]ô¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,2 (e 0,5]ô¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,)1 (e 0,5+85); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 8-1l0lu-8M 100 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e ]],22 (e 0,55]¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 S-Nu0/ 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,)1 (e 0,5+85); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,) (e 0,515); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 10llll 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,)2 (e 0,515]); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 10Ml\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],22 (e 0,55]¯); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]1,5 (e 0,525); )0° ‑ l8 e ]0,]+
10ll8-M-10 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,¯¯ (e 0,+¯)5); )0° ‑ l8 e ]0,]+
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
ll8llll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,)¯ (e 0,)ôô2); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯0,ô¯ (e 1,1¯¯8); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5+,+8 (e 0,)08); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,+2 (e 0,)5¯); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,)5 (e 0,)ô58); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 tltlLM 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 51,88
(e 0,8ô+¯); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯0,ô¯ (e 1,1¯¯8); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯0
(e 1,1ôô¯); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 ulNl8lS 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯0,ô¯ (e 1,1¯¯8); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5+,+8 (e 0,)08); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 l1l (MS8M); l1l
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5¯,)ô
(e 0,)ôô); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,)ô (e 0,)ôô); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,)¯ (e 0,)ôô2); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯0,ô¯ (e 1,1¯¯8); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5¯,)5 (e 0,)ô58); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 10llll 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 55,ô5 (e 0,)2¯5); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 10Ml\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯0,ô¯ (e 1,1¯¯8); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
10ll8-M-10 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 51,¯¯ (e 0,8ô28); )0° ‑ l8 e 5+,ô1
n
VALPROATO SEMISóDICO
\. á cido valpró ico.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
ullll\ll ‑8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5 (e 0,25);
)0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,1)
(e 0,2]ô5); )0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ullll\ll ‑8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2),+8
(e 0,+)1]); )0°
n
VIGABATRINA
Ind.: tomo terap utica adjurante nas epilepsias de
dit cil controlo. lm monoterapia no tratamento
da s ndrome de vest (espasmos intantis).
R. Adv.: -ltera o dos campos risuais que pode de‑
terminar amaurose; sonol ncia, tadiga, tonturas,
nerrosismo, irritabilidade, agita o, depress o e
outras altera es do humor, altera es do com‑
portamento, quadros contusionais.
Contra ‑Ind. e Prec.: l8, idosos; eritar a interrup o
s bita da medica o, controlar os campos risuais.
Interac.: 8eduz as concentra es de tenito na e por
rezes tamb m as de tenobarbital e as de primi‑
dona.
Posol.: lm associa o com outros antiepil pticos
iniciar com 1 g/dia em 1 ou 2 administra es e
2.7. Antieméticos e antivertiginosos 101
depois aumentar em incrementos de 500 mg; a
dose habitual situa ‑se entre 2 e + g/dia, a dose
m xima ô g/dia.
[Crianç as] ‑ uose inicial: +0 mg/kg/dia que pode
ser aumentada at 80 a 100 mg/kg/dia; na s ndro‑
me de vest, a dose inicial de ô0 a 100 mg/kg/
dia podendo ser aumentada at 150 mg/kg/dia.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
S-88ll (MS8M); Sanoh‑-rentis
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]¯,+¯ (e 0,ô2+5); )0°
n
ZONISAMIDA
Ind.: Na epilepsia: como terap utica coadjurante
em adultos com crises epil pticas parciais, com
ou sem generaliza o secund ria.
R. Adv.: 8eac es adrersas grares de base imuno‑
l gica que s o associadas a medicamentos con‑
tendo um grupo sultonamida incluem erup o
cut nea, reac es al rgicas e grares perturba es
hematol gicas incluindo anemia apl stica, as
quais, em casos muito raros, podem ser tatais.
Sonol ncia, tonturas e ataxia. -gita o, irritabili‑
dade, estados de contus o, depress o e anorexia.
uiplopia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. 0correm
casos grares de erup o cut nea, incluindo casos
de s ndroma de Sterens ‑}ohnson. lode ser neces‑
s ria uma titula o mais lenta em l8 ou lu. taso
seja necess rio suspender o tratamento, tal dere
ser teito de torma gradual. N o usar na graridez
nem aleitamento.
Interac.: uada a escassez de dados concretos,
recomenda ‑se particular prud ncia no uso des‑
te medicamento conjuntamente com outros.
pror rel a exist ncia de interac es clinicamente
signihcatiras com digoxina, quinidina e sobretu‑
do ritampicina. tom outros antiepil pticos po‑
dem existir interac es, pelo que na terap utica
combinada se ter de titular cuidadosamente a
posologia.
Posol.: uere ser adicionado terap utica pr ‑
‑existente, derendo a dose ser titulada de acordo
com o eteito cl nico. - dose di ria inicial reco‑
mendada de 50 mg traccionada em duas tomas
di rias. -p s uma semana, a dose di ria pode ser
aumentada para 100 mg e, a partir desse momen‑
to, ser aumentada em interralos semanais, com
incrementos de at 100 mg. uoses de ]00 mg a
500 mg por dia demonstraram ser ehcazes.
orais s /idas ‑ 25 m¸
/0Nlu8-N (MS8M); lisai
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,51 (e 0,+ô5); )0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
/0Nlu8-N (MS8M); lisai
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 11,+2 (e 0,815¯); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
/0Nlu8-N (MS8M); lisai
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 85,12 (e 1,52); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ )8 unid; e 1+¯,28 (e 1,502));
)0°
2.¯. -ntiem ticos e antirertiginosos
tomo j reterimos, a classitica o tarmacotera‑
p utica seguida n o resolre todas as quest es de
ordena o como, ali s, nenhum sistema classiti‑
catiro o taz. -ssim, este grupo de medicamentos
pretende incluir os antiem ticos e os antirertigi‑
nosos porque na cl nica estes dois tipos de medi‑
camentos s o trequentemente utilizados simul‑
taneamente, j que a rertigem se acompanha de
n useas e r mitos, e tamb m porque algumas
ac es tarmacol gicas, particularmente o blo‑
queio dos receptores dopamin rgicos, s o neces‑
s rias quer para a ac o antiem tica quer para
a ac o antirertiginosa. - metoclopramida o
melhor exemplo deste ltimo grupo (\. Subgrupo
ô.].1.). No entanto, a utiliza o dos antiem ticos
transcende em muito o tratamento da rertigem.
0 aparecimento recente de medicamentos com
noros mecanismos de ac o (bloqueadores dos
receptores 5 ‑u1] da serotonina) lera a que seja
considerado mais apropriado discutir os antie‑
m ticos, nomeadamente os que s o utilizados no
enjoo de morimento e na emese grar dica, nou‑
tros grupos (\. subgrupos ô.].1., 10.1. e 1ô.1.).
0s antiem ticos potentes (ondansetrom,
palonossetrom e tropissetrom), usados para
controlar as n useas e os r mitos grares associa‑
dos quimioterapia citost tica ou p s ‑anestesia,
pertencem classe dos antagonistas dos recepto‑
res u1] (da 5 ‑hidroxitriptamina ou serotonina).
Lma outra classe tamb m utilizada no contexto
do tratamento dos r mitos associados quimiote‑
rapia citost tica s o os inibidores dos receptores
da subst ncia l (aprepitant).
-t data n o se conhecem medicamentos
com ac o antirertiginosa espec tica. 0 controlo
sintom tico da rertigem conseguido com medi‑
camentos que bloqueiam os receptores da dopa‑
mina (antipsic ticos) e/ou com antagonistas dos
receptores u1 da histamina de 1ª gera o, isto
, aqueles que penetram signiticatiramente a bar‑
reira hemato ‑encet lica. uere ‑se ainda acrescen‑
tar que a utiliza o destes tratamentos sintom ‑
ticos retarda o desenrolrimento dos mecanismos
tisiol gicos de compensa o que conduzem
resolu o da rertigem. lor este motiro os trata‑
mentos com medicamentos derem ser de curta
dura o. - suspens o da medica o dere ser
etectuado assim que a intensidade dos sintomas
seja aceit rel pelo doente, de torma a ser poss rel
iniciar um programa de reabilita o t sica (exerc ‑
cios restibulares) que a terap utica mais eticaz.
-ssim os medicamentos utilizados no tratamento
da rertigem s o descritos noutros grupos (\.
urupo 10. -nti ‑histam nicos, subgrupo 10.1.1.;
subgrupo 2.).2., -ntipsic ticos) com excep o da
beta ‑histina, da flunarizina (tamb m mencio‑
nada no grupo ]) e da cinarizina. - flunarizina
e a cinarizina s o rasodilatadores que bloqueiam
a entrada de c lcio a n rel celular (\. 0utros raso‑
dilatadores (].5.2.)). - flunarizina sobretudo
utilizada na protilaxia da enxaqueca e nos estados
rertiginosos. - cinarizina est insuticientemente
estudada em qualquer das situa es cl nicas em
102 Grupo 2 | 2.7. Antieméticos e antivertiginosos
que tem sido usada e por isso a sua utiliza o n o
recomendada.
lmporta ainda distinguir rertigem de tontura e/
ou instabilidade da marcha. - rertigem uma alu‑
cina o de morimento. lode ter r rias causas que
s o pragmaticamente dirididas nas que atectam
o SNt e nas perit ricas, isto , externas ao SNt.
- abordagem terap utica da rertigem implica
a correcta aralia o diagn stica e a equa o de
uma abordagem etiol gica. 0s medicamentos
mencionados como antirertiginosos pretendem
minimizar os sintomas de rertigem mas n o
s o um tratamento etiol gico. lor outro lado, a
tontura e/ou instabilidade da marcha s o semio‑
logicamente diterentes da rertigem e os doentes
que delas sotrem n o derem ser medicados como
se de rertigens se tratassem. lste erro conduz
manuten o de tratamentos com medicamentos
com ac o antidopamin rgica e sedatiros, o que
aumenta signiticatiramente o risco de iatrogenia,
em especial na popula o idosa.
-crescenta ‑se que neste contexto n o h qual‑
quer justitica o para utiliza o de especialidades
tarmac uticas constitu das por associa es tixas
de princ pios actiros.
n
APREPITANT
Ind.: -djurante com a dexametasona e um antago‑
nista da 5 ‑u1] na preren o das n useas e r mi‑
tos associados com a quimioterapia moderada a
sereramente emetog nica.
R. Adv.: Solu os, dispepsia, diarreia, obstipa o,
anorexia, astenia, cetaleias, tonturas; menos co‑
muns, altera es de peso, boca seca, colite, ha‑
tul ncia, estomatite, dor abdominal, lcera duo‑
denal, altera o do gosto, edema, bradicardia,
palpita es, tosse, eutoria, ansiedade, contus o,
sonol ncia, sede, sonhos anormais, calatrio, hi‑
perglicemia, poli ria, anemia, disuria, hemat ria,
hiponatremia, neutropenia, mialgia, conjuntirite,
taringite, zumbido, suda o, comich o, ras/,
acne, totosensibilidade, dispneia, altera es ri‑
suais, disartria, urtic ria e s ndrome de Sterens‑
‑}ohnson tamb m toram reportados.
Contra ‑Ind. e Prec.: lrecau o na insuhci ncia he‑
p tica moderada a grare.
Interac.: -prepitant possirelmente causa talha dos
contraceptiros hormonais que cont m estrog ‑
nios; aprepitant n o dere ser usado simultane‑
amente com o pimozide nem com o hiperic o.
Posol.: > 18 anos: 125 mg 1 hora antes da qui‑
mioterapia, depois 80 mg/dia em dose nica nos
2 dias seguintes.
orais s /idas ‑ 8ô m¸
lMlNu (MS8M); MS8u (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e 2¯,¯8 (e 2¯,¯8); 0°
t ps. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 5+,¯2 (e 2¯,]ô); 0°
orais s /idas ‑ I25 m¸
lMlNu (MS8M); MS8u (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 1 unid; e +],+ (e +],+); 0°
orais s /idas ‑ +µreµi/an/ 8ô m¸+µreµi/an/ I25 m¸
lMlNu (MS8M); MS8u (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ ] unid (-lum nio ‑ 1 comprimido
de 125 mg + 2 comprimidos de 80 mg); e 8+,1¯
(e 28,05ô¯); 0°
n
BETA ‑HISTINA
Ind.: \ertigem de causa perit rica, incluindo s ndro‑
me de Meni re.
R. Adv.: lerturba es gastrintestinais, cetaleias e
ras/ cut neo.
Contra ‑Ind. e Prec.: - beta ‑histina um an logo
da histamina: a sua administra o a doentes as‑
m ticos ou com lcera p ptica ou antecedentes
de doen a p ptica n o recomendada.
Interac.: 0s antagonistas dos receptores u1 da
histamina interterem negatiramente com a ac o
terap utica.
Posol.: uose inicial: +8 mg/dia, distribu das em ] ad‑
ministra es. uose de manuten o: 2+ a +8 mg/
/dia em ] administra es.
orais s /idas ‑ I6 m¸
8l1- ‑ulS1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)5 (e 0,0)¯5); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,]5 (e 0,0¯25); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- 8lLllu-8M- 1ô Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)8 (e 0,0))); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,1ô (e 0,0ô)]); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- tltlLM 1ô Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)) (e 0,0))5); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,1ô (e 0,0ô)]); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- ulNl8lS 1ô Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,01 (e 0,1005); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+) (e 0,0¯+8); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- ul8Mlu 1ô Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,01 (e 0,1005); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,18 (e 0,0ô)¯); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- ul 1ô Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,01 (e 0,1005); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e + (e 0,0ôô¯); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)) (e 0,0))5); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+5 (e 0,0¯+2); ]¯°
‑ l8 e +,1]
8l1- ‑ulS1lN- S-Nu0/ 1ô Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+5 (e 0,0¯+2); ]¯°
‑ l8 e +,1]
2.7. Antieméticos e antivertiginosos 103
8l1-Sl8t (MS8M); -bbott ll
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,01 (e 0,2005); ]¯°
‑ l8 e 2,]+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,)8 (e 0,1+)¯); ]¯°
‑ l8 e +,1]
orais s /idas ‑ 21 m¸
8l1- ‑ulS1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,2+ (e 0,10+); ]¯°
‑ l8 e 8
8l1- ‑ulS1lN- ulNl8lS 2+ Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,++ (e 0,10¯]); ]¯°
‑ l8 e 8
8l1-Sl8t (MS8M); -bbott ll
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,8¯ (e 0,21+5);
]¯° ‑ l8 e 8
n
CINARIZINA
Ind.: - sua utiliza o n o recomendada.
R. Adv.: Sonol ncia, astenia, aumento de peso,
larkinsonismo e depress o.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibidade ao medica‑
mento. lorhria.
Interac.: lcool. lotencia outros depressores do
SNt.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 75 m¸/m/
S1Lul80N (MS8M); }anssen
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 5 (e 0,1);
]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
S1Lul80N (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],+] (e 0,05¯2); ]¯°
orais s /idas ‑ 75 m¸
tlN-8l/lN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
t ps. mole ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô+ (e 0,082);
]¯° ‑ l8 e 2,28
t ps. mole ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,11 (e 0,0ô85);
]¯° ‑ l8 e 5,55
tlN0N l081l (MS8M); lab. -zeredos
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,)8 (e 0,0))¯); ]¯°
‑ l8 e 5,55
S1Lul80N l081l (MS8M); }anssen
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,ô+ (e 0,12¯]); ]¯°
‑ l8 e 5,55
n
DIMENIDRINATO
Ind.: N useas e r mitos. \ertigem.
R. Adv.: Sonol ncia (trequente); xerostomia, taqui‑
cardia, ris o turra, discin sia orotacial e alucina‑
es (mais raramente).
Contra ‑Ind. e Prec.: uurante a graridez e em do‑
entes com glaucoma de ngulo techado ou com
hipertroha da pr stata. Na dehci ncia em desi‑
drogenase do tostato de glucose‑ô (u ‑ô ‑lu) h
risco de anemia hemolitica. Na l8 ou lu grare
dere reduzir ‑se a dose di ria.
Interac.: lotencia o dos depressores do SNt.
Posol.: [Adultos] ‑ 50 a 100 mg/dose cada + horas
se necess rio.
[Crianç as] ‑ ue 1 a 5 anos: 12 a 25 mg/dose; de
ô a 12 anos: 25 a 50 mg/dose.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
\l-80M (MNS8M); tltu
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
\0Mlu8lNl (MNS8M); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
lN}0MlN (MNS8M); todilab
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
kec/ais ‑ 5ô m¸
lN}0MlN (MNS8M); todilab
Suposit rio ‑ 8lister ‑ + unid; 0°
kec/ais ‑ Iôô m¸
lN}0MlN (MNS8M); todilab
Suposit rio ‑ 8lister ‑ + unid; 0°
n
DOXILAMINA + DICLOVERINA +
PIRIDOXINA
Ind.: lm se grar dica e outros estados nauseosos,
embora n o se recomende o uso desta associa o
(\. Subgrupo 10.1.1.).
R. Adv.: -s dos anticolin rgicos e dos anti‑
‑histam nicos u1. \. Subgrupo 10.1.1. e grupo ô..
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos anticolin rgicos e dos
anti ‑histam nicos u1. \. Subgrupo 10.1.1. e gru‑
po ô..
Posol.: 2 a ] tomas di rias.
orais s /idas ‑ Iô m¸ + Iô m¸ + Iô m¸
N-LSlll (MS8M); lab. lnibsa
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,1¯
(e 0,1085); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,0+
(e 0,08+); ]¯°
n
FLUNARIZINA
Ind.: lrohlaxia da enxaqueca. 1ratamento sintom ‑
tico da rertigem.
R. Adv.: Sonol ncia, astenia, aumento de peso,
larkinsonismo e depress o.
Contra ‑Ind. e Prec.: ulaucoma, prostatismo; h
necessidade de redu o da dose na lu.
Interac.: lcool. lotencia a sonol ncia dos anti‑
‑histam nicos.
Posol.: [Adultos] ‑ 10 mg/dia.
[Idosos] ‑ 5 mg/dia.
orais s /idas ‑ 5 m¸
Sl8lllLM (MS8M); }anssen
t ps. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e ),5ô (e 0,1)12); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
llLN-8l/lN- l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,2] (e 0,]115); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,ô) (e 0,2)+8);
]¯°
Sl8lllLM (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 18,1¯ (e 0,]2+5);
]¯°
\-SlllLM (MS8M); 8ioSa de
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,+1 (e 0,]205); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,0] (e 0,]005);
]¯°
104 Grupo 2 | 2.7. Antieméticos e antivertiginosos
/lN-SlN (MS8M); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,)1 (e 0,]+55); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,21 (e 0,]0]5);
]¯°
n
MECLOZINA
Ind.: N useas, r mitos, rertigem.
R. Adv.: Sonol ncia trequente. kas/es, reten o
urin ria, hipotens o arterial, obstipa o, disci‑
n sia oromandibular, rertigem, excita o psico‑
motora, hipotonia muscular, ris o turra ocorrem
com menor trequ ncia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uiperplasia da pr stata, glau‑
coma de ngulo techado, leo paral tico, estenose
do piloro, miastenia.
Interac.: 0 lcool pode potenciar o eteito depres‑
sor do SNt.
Posol.: 25 a 100 mg/dia em 2 a ] administra es
(dose m xima: 150 mg/dia).
orais s /idas ‑ 25 m¸
N-\lt-lM (MNS8M); -ltredo taralheiro
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
n
ONDANSETROM
Ind.: N useas e r mitos, moderados a grares, re‑
lacionados com a quimioterapia ou anestesia.
R. Adv.: 0bstipa o, cetaleias, reac es no local
da injec o, sensa o de calor.
Menos comuns: solu os, hipotens o, bradicar‑
dia, dor tor cica, arritmias, altera es do mori‑
mento, crises epil pticas; com administra o
intrarenosa, raramente, tonturas, altera es
risuais (muito raramente cegueira).
Contra ‑Ind. e Prec.: lrolongamente do interralo
Q1 (eritar o uso concomitante de outros medi‑
camentos que tamb m prolonguem o interralo
Q1); obstru o intestinal subaguda; cirurgia
adenotonsilar; quando hourer insutici ncia
hep tica moderada a grare a dose n o dere
ultrapassar 8 mg/dia.
Posol.: guimic/eraµia cu radic/eraµia mcde‑
radamen/e eme/c¸ nica: adultos > 18 anos,
8 mg 1 ‑2 horas antes do tratamento oral ou
8 mg por ria intrarenosa lentamente, imedia‑
tamente antes do tratamento; depois 8 mg oral
cada 12 horas at 5 dias.
guimic/eraµia mui/c eme/c¸ nica: adultos >
18 anos, por injec o intramuscular ou por ria
intrarenosa lenta 8 mg imediatamente antes
do tratamento, seguido se necess rio de mais
2 doses de 8 mg em interralos de 2 a + horas
(ou seguindo de intus o cont nua 1 mg/h
durante 2+h) depois 8 mg oral cada 12 h at
5 dias.
\ useas e r mi/cs indu:idcs µcr ¡uimic/e‑
raµia: cian as ô meses ‑18 anos, por intus o
intrarenosa durante 15 min, 5 mg/m
2
(m x
8 mg) imediatamente antes da quimioterapia,
depois para uma supert cie corporal < 0,ô m
2

2 mg oral cada 12 h durante 5 dias; para uma
supert cie corporal ≥ 0,ô m
2
+ mg oral cada
12 h durante 5 dias; a dose m xima total di ‑
ria de ]2 mg. -lternatiramente, por intus o
intrarenosa durante 15 min. 150 ug/kg (m x.
8 mg) imediatamente antes da quimioterapia e
repeti o em interralos de + h de mais 2 doses;
depois para um peso de 10 kg ou menos 2 mg
oral cada 12 h at 5 dias; para peso acima de
10 kg + mg oral cada 12 h at 5 dias; a dose
m xima total di ria de ]2 mg.
/reren c da n usea e r mi/cs µcs/‑
‑cµera/ rics: 1ô mg, ria oral, 1 h antes da
anestesia, ou 8 mg 1 h antes da anestesia
seguido de 8 mg em interralos de 8 h por mais
2 doses. -lternatiramente, + mg intramuscular
ou por ria intrarenosa lentamente na indu o
da anestesia; na crian a 1 m s ‑18 anos: por
injec o intrarenosa lenta durante pelo menos
]0 segundos, 100 ug/kg (m x. + mg) durante
ou ap s a indu o da anestesia.
1ratamento das n useas e r mitos ap s a anes‑
tesia as doses s o as mesmas que na preren o.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ ô8 m¸/m/
/0l8-N (MS8M); ulaxo vellcome
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 51,0¯
(e 1,021+); 0°
orais s /idas ‑ 8 m¸
/0l8-N (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 18],2] (e ô,10¯¯); ]¯°
/0l8-N /¥ulS (MS8M); ulaxo vellcome
liohlizado oral ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ô5,0+
(e ô,50+); 0°
/aren/ ricas ‑ 1 m¸/2 m/
/0l8-N (MS8M); ulaxo vellcome
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e +],¯+
(e 8,¯+8); 0°
/aren/ ricas ‑ 8 m¸/1 m/
/0l8-N (MS8M); ulaxo vellcome
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ + ml; e ¯],])
(e 1+,ô¯8); ]¯°
n
PALONOSSETROM
Ind.: lreren o das n useas e r mitos induzidos
por quimioterapia moderada a muito emetog ‑
nica.
R. Adv.: uiarreia, obstipa o, cetaleias, tonturas.
Menos comuns: dispepsia, dor abdominal,
boca seca, tlatul ncia, altera es da press o
arterial, taquicardia, bradicardia, arritmia,
isquemia do mioc rdio, solu os, sonol ncia,
astenia, ins nia, ansiedade, eutoria, pareste‑
sia, neuropatia perit rica, anorexia, s ndrome
gripal, reten o urin ria, glicos ria, hiper‑
glicemia, altera es electr liticas, artralgias,
irrita o ocular, ambliopia, zumbido, ras/ e
prurido.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0bstipa o, obstru o intesti‑
nal, uso concomitante de medicamentos que pro‑
longam o interralo Q1; sonol ncia pode atectar a
capacidade de condu o.
Interac.: lor injec o intrarenosa (durante ]0 seg.)
250 ug como dose nica ]0 minutos antes do
tratamento; n o est indicado nas crian as e ado‑
lescentes < 18 anos.
2.8. Estimulantes inespecífcos do Sistema Nervoso Central 105
/aren/ ricas ‑ ô25 m¸/5 m/
-l0\l (MS8M); uelsinn 8irex (lrlanda)
Sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid ‑ 5 ml;
e 100,1ô (e 100,1ô); 0°
n
TROPISSETROM
Ind.: lreren o das n useas e r mitos causados
pela quimioterapia moderada ou muito eme‑
tog nica.
R. Adv.: tetaleias, obstipa o, tonturas, tadi‑
ga, dor abdominal, diarreia, atrontamentos,
dispneia, prurido, dor tor cica; raros: ras/,
rermelhid o da pele, diticuldade em respirar,
tosse, tonturas, colapso e ataque card aco.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade ao tro‑
pissetrom. 1onturas e tadiga podem diminuir
a capacidade de aten o. tuidado particular
em doentes com hipertens o porque o uso de
tropissetrom pode aumentar a 1-. lritar o uso
concomitante com medicamentos que prolon‑
gam o interralo Q1.
Posol.: - dose usual de 5 mg por dia durante
ô dias. No 1º dia a primeira dose dada por
ria intrarenosa (por pertus o ou injec o) an‑
tes de come ar a quimioterapia. Nos restantes
5 dias dere tomar ‑se uma c psula de 5 mg.
- dose di ria recomendada para crian as com
mais de 2 anos de idade e menos de 25 kg de
peso de 0,2 mg/kg, at uma dose m xima de
5 mg por dia durante ô dias. No 1º dia a pri‑
meira dose dada lentamente por ria intrare‑
nosa (por pertus o ou injec o) antes do in cio
da quimioterapia. Nos restantes 5 dias pode
ser dado na torma de uma solu o oral, prepa‑
rada a partir das ampolas por dilui o da quan‑
tidade necess ria de tropissetrom (0,2 ml/kg).
orais s /idas ‑ 5 m¸
N-\08-N (MS8M); Norartis larma
t ps. ‑ 8lister ‑ 5 unid; e 8¯,8 (e 1¯,5ô); ]¯°
/aren/ ricas ‑ 5 m¸/5 m/
N-\08-N (MS8M); Norartis larma
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 5 ml; e 22,¯1
(e 22,¯1); 0°
2.8. lstimulantes inespec ticos do
Sistema Nerroso tentral
lsta denomina o retere ‑se aos estimulantes
de ac o n o selectira sobre o SNt a que se dara
a designa o de anal pticos. tostuma incluir‑se,
ainda, neste grupo os estimulantes respirat rios,
usados com a inten o de estimular o impulso
respirat rio em doentes com depress o do SNt,
mas que actualmente s o considerados sem utili‑
dade terap utica.
0s prot tipos dos estimulantes do SNt s o as
antetaminas que t m indica es espec ticas (algu‑
mas tormas de s ndrome de hiperactiridade nas
crian as e narcolepsia no adulto).
- cate na tamb m um estimulante do SNt
mas n o est o licenciadas especialidades tar‑
mac uticas com apenas este princ pio actiro.
No entanto, algumas associa es tixas dirigidas
ao tratamento da dor ou da sintomatologia das
s ndromes gripais incluem cate na, mas a sua
utiliza o desaconselhada. ue tacto, a dose de
cate na necess ria para potenciar o eteito analg ‑
sico nunca atingida nessas associa es, mas a
presen a da cate na pode desencadear reac es
adrersas, nomeadamente ansiedade, palpita es
e ins nia.
- almitrina , tarmacologicamente, um esti‑
mulante respirat rio de ac o retlexa. N o h ,
todaria, proras cl nicas que justitiquem o seu
emprego no tratamento da insutici ncia respi‑
rat ria cr nica. 0 mesmo se aplica associa o
almitrina e raubasina.
0s medicamentos indicados como anorex ‑
genos, se exceptuarmos a dextrotentluramina
(isomeride) que toi retirada do mercado pelos
tabricantes com base na suspeita de a sua utili‑
za o poder estar associada ao desenrolrimento
de ralrulopatias card acas, s o derirados das
antetaminas e consequentemente estimulantes do
SNt, duridando ‑se que tenham uma ac o espe‑
c tica sobre a inibi o do apetite. No entanto,
tamb m estes est o suspensos por raz es de
seguran a.
- sibutramina um anor xigeno com um meca‑
nismo de ac o semelhante ao dos inibidores da
recapta o da serotonina mas tamb m com um
erentual eteito perit rico sobre os tecidos gordos
ria estimula o dos receptores beta ‑]. 0 principal
risco da sibutramina dere ‑se ao seu eteito simpa‑
ticomim tico produzindo aumento da press o
arterial e da trequ ncia card aca. 8ecentemente
concluiu ‑se que h incid ncia aumentada de gra‑
res acidentes cardiorasculares ap s uso prolon‑
gado deste medicamento, pelo que o produto toi
retirado do mercado.
-busiramente, muitos dos medicamentos habi‑
tualmente utilizados no tratamento das distun‑
es cognitiras inespec ticas do idoso eram “arru‑
mados” neste subgrupo dos anal pticos. lmbora
a utiliza o desses medicamentos nessa hipot ‑
tica indica o seja desaconselhada, uma rez que
n o existe erid ncia cient tica que demonstre
qualquer utilidade, detalhamos algumas das suas
caracter sticas no subgrupo 2.1].1..
n
ALMITRINA
Ind.: - sua utiliza o n o recomendada.
R. Adv.: Nerrite perit rica, intoler ncia gastrintesti‑
nal, perda de peso.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez, aleitamento, lu.
Interac.: louco conhecidas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
\lt1-8l0N (MS8M); Serrier
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,28
(e 0,5+2¯); 0°
n
ATOMOXETINA
Ind.: 1ratamento da lerturba o de uiperactiridade
e uehci ncia de -ten o em crian as com ô anos
de idade ou mais e em adolescentes, como parte
106 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
de um programa terap utico integrado. 0 trata‑
mento dere ser iniciado por um m dico especia‑
lista no tratamento da lerturba o de uiperactiri‑
dade e uehci ncia de -ten o, baseando ‑se numa
aralia o minuciosa da graridade dos sintomas
da crian a, relatiramente sua idade e persist n‑
cia dos mesmos sintomas.
R. Adv.: 8eac es al rgicas, incluindo exantema,
edema angioneur tico e urtic ria. lode ocorrer
um pequeno aumento da trequ ncia card aca,
aumento da press o arterial ou hipotens o or‑
tost tica. uor abdominal, diminui o do apetite,
n useas ou r mitos.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. uerem
decorrer, pelo menos, 2 semanas ap s a suspen‑
s o do tratamento com um inibidor da M-0. N o
dere ser utilizada em doentes com glaucoma de
ngulo techado. Lsar com precau o em doentes
com hipertens o, taquicardia ou doen a cardio‑
rascular ou cerebrorascular.
Interac.: lnibidores da M-0, salbutamol, t rmacos
que prolongam o interralo Q1, t rmacos que pro‑
rocam um desequil brio electrol tico, t rmacos
que inibem o t¥l2uô e t rmacos que potenciam
a noradrenalina.
Posol.: Lsar inicialmente uma dose total di ria de
aproximadamente 0,5 mg/kg. - dose inicial de‑
rer ser mantida durante um m nimo de ¯ dias,
antes de aumentar a dose, titulando ‑a de acordo
com a resposta cl nica e tolerabilidade do doente.
- dose de manuten o recomendada aproxima‑
damente 1,2 mg/kg/dia.
orais s /idas ‑ Iô m¸
S18-11l8- (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 2¯,28 (e ],8)¯1); 0°
orais s /idas ‑ I8 m¸
S18-11l8- (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 2¯,28 (e ],8)¯1); 0°
orais s /idas ‑ 25 m¸
S18-11l8- (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 10),12 (e ],8)¯1); 0°
orais s /idas ‑ 1ô m¸
S18-11l8- (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 10),12 (e ],8)¯1); 0°
orais s /idas ‑ 6ô m¸
S18-11l8- (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 10),12 (e ],8)¯1); 0°
n
METILFENIDATO
Ind.: 1ratamento adjurante da s ndrome de d hcit
de aten o e hiperactiridade ou da narcolepsia.
R. Adv.: -norexia, n useas e romitos; dores abdo‑
minais, cetaleias, inibi o do crescimento no uso
prolongado em crian as, palpita es, hiperten‑
s o, psicose. uepend ncia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez, aleitamento, glauco‑
ma, tiques, doen a card aca, epilepsia.
Interac.: tom outros estimulantes do SNt e lM-0.
lode aumentar o eteito dos antidepressores tric ‑
clicos e dos inibidores selectiros da recapta o da
serotonina. - carbamazepina reduz as concentra‑
es do metiltenidato.
Posol.: - dose dere ser indiridualizada tendo em
conta a resposta cl nica, por isso a titula o dere
ser lenta.
[Adultos] ‑ uose m dia: 20 a ]0 mg/dia, distri‑
bu dos em 2 a ] administra es realizadas ]0 a
+5 minutos antes das retei es (dose m xima:
ô0 mg/dia).
[Crianç as > 6 anos] ‑ uose inicial: 5 a 10 mg,
em duas administra es di rias (total 10 a 20 mg/
dia). uose m xima: ô0 mg/dia.
[Crianç as < 6 anos] ‑ uose inicial: 2,5 a 5 mg,
em duas administara es di rias (total 5 a 10 mg/
dia). uose m xima: +5 mg/dia se a crian a tirer
menos de 25 kg e de ô0 mg/dia se a crian a tirer
mais de 25 kg de peso.
orais s /idas ‑ 5 m¸
8L8lllN (MS8M especial ‑l); lab. 8ubi (lspanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e ],8+ (e 0,0¯ô8); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
8L8lllN (MS8M especial ‑l); lab. 8ubi (lspanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 8,¯) (e 0,1¯58); ]¯°
orais s /idas ‑ I8 m¸
t0Ntl81- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e +),01
(e 1,ô]]¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
8l1-llN- l- (MS8M especial ‑l); Norartis larma
t ps. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 1),ô+
(e 0,ô5+¯); ]¯°
8L8lllN (MS8M especial ‑l); lab. 8ubi (lspanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 8,)1 (e 0,1¯82); 0°
orais s /idas ‑ )ô m¸
8l1-llN- l- (MS8M especial ‑l); Norartis larma
t ps. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 25,0]
(e 0,8]+]); ]¯°
orais s /idas ‑ )6 m¸
t0Ntl81- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e ô+,)ô
(e 2,1ô5]); ]¯°
orais s /idas ‑ 1ô m¸
8l1-llN- l- (MS8M especial ‑l); Norartis larma
t ps. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e ]2,18
(e 1,0¯2¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 51 m¸
t0Ntl81- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 80,2)
(e 2,ô¯ô]); ]¯°
2.). lsicot rmacos
2.).1. -nsiol ticos, sedatiros e hipn ticos
Neste grupo descrerem ‑se os medicamentos
que t m como principal indica o o tratamento
das s ndromes de ansiedade, prim rios ou secun‑
d rios e/ou a indu o ou manuten o do sono.
2.9. Psicofármacos 107
uiterentes grupos tarmacol gicos t m estas
ac es: os barbit ricos, as benzodiazepinas,
noras subst ncias, quimicamente diterentes das
benzodiazepinas (zopiclone e zolpidem), azopi‑
ronas (buspirona), alguns extractos de plantas
cujo mecanismo de ac o n o est elucidado
(valeriana) e medicamentos, hoje obsoletos, com
estruturas qu micas dirersas mas que prorocam
depress o do SNt dependente da dose, como os
brometos e o hidrato de cloral.
0s barbit ricos s o eticazes como ansiol ticos
ou hipn ticos, mas os riscos determinados pela
possibilidade de depress o grare do SNt indo at
coma e morte e a exist ncia de alternatiras mais
seguras (benzodiazepinas) taz com que a sua utili‑
za o dera ser diminuta e reserrada a casos espe‑
ciais (ins nia retract ria). -lguns barbit ricos, os
de longa dura o de ac o, t m ac o antiepil p‑
tica (\. Subgrupo 2.ô. ‑ -ntiepil pticos) e outros,
os de ac o curta, s o utilizados em anestesia.
n
DOXILAMINA
Ind.: Sedatiro e anti ‑al rgico.
R. Adv.: -s mesmas dos anti ‑histam nicos u1. \.
Subgrupo grupo ô..
Contra ‑Ind. e Prec.: -s mesmas dos anti‑
‑histam nicos u1. \. Subgrupo grupo ô..
Posol.: 25 mg /dia (uso ocasional).
n
MELATONINA
Ind.: 1ratamento em monoterapia e a curto prazo
da ins nia prim ria caracterizada por sono de m
qualidade, em doentes com idade igual ou supe‑
rior a 55 anos.
R. Adv.: tetaleia, taringite, dores nas costas e aste‑
nia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. N o dere
ser tomado por doentes com problemas heredit ‑
rios raros de intoler ncia galactose, dehci ncia
de lactase de l-ll ou malabsor o de glucose‑
‑galactose.
Interac.: timetidina, estrog nios, quinolonas, car‑
bamazepina e a ritampicina. lritar combina o
com huroxamina. lode potenciar as proprieda‑
des sedatiras das benzodiazepinas e dos hipn ti‑
cos n o benzodiazep nicos, como o zaleplom, o
zolpidem e o zopiclona.
Posol.: 2 mg, 1 rez/dia, 1 a 2 horas antes da hora de
deitar e depois de comer. lsta dosagem derer
manter ‑se durante tr s semanas.
orais s /idas ‑ 2 m¸
tl8t-ulN (MS8M); 8-u Neurim
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 21 unid; e 1),))
(e 0,)51)); 0°
8enzodiazepinas
-s benzodiazepinas actuam selectiramente em
rias polissin pticas do SNt. 0s mecanismos e os
locais de ac o precisos n o est o ainda total‑
mente esclarecidos. 0 receptor das benzodiazepi‑
nas, situado na estrutura de um dos receptores do
u-8- designado por u-8- -, est bem caracteri‑
zado e sabe ‑se que as benzodiazepinas modulam
a ac o do pr prio u-8-, promorendo a hiperpo‑
lariza o das c lulas onde actuam, por tarorecer a
abertura do canal de cloro.
-s benzodiazepinas s o eticazes como ansiol ‑
ticos e hipn ticos. lst o tamb m indicadas como
adjurante da anestesia, relaxa o muscular (ape‑
nas algumas ‑ diazepam, clorazepato dipot ssico
e clorodiazep xido) e anticonrulsirantes (apenas
algumas ‑ diazepam, clonazepam, clorazepato
dipot ssico e lorazepam parent rico).
tlinicamente, as benzodiazepinas distinguem‑
‑se entre si, essencialmente, pelas suas proprieda‑
des tarmacocin ticas. uiteren as na selectiridade
para diterentes subtipos dos receptores u-8- -
poder o explicar o eteito mais ansiol tico ou hip‑
n tico de algumas benzodiazepinas. uiteren as
tarmacodin micas poder o ser tamb m a base
para as distin es na ac o antiepil ptica (\. Sub‑
grupo 2.ô.).
-s reac es adrersas mais comuns causadas
pelas benzodiazepinas s o sonol ncia e incoor‑
dena o motora, altera o da mem ria a curto
prazo, contus o, depress o, rertigem, altera es
gastrintestinais (obstipa o, diarreia, r mitos e
altera es do apetite), altera es risuais e irregu‑
laridades cardiorasculares.
importante notar que todas as benzodiaze‑
pinas podem induzir toler ncia, depend ncia
t sica e ps quica. -s benzodiazepinas de curta
dura o de ac o s o as que t m maior potencial
de induzir depend ncia. lor outro lado, a tole‑
r ncia para os eteitos hipn ticos das benzodia‑
zepinas desenrolre ‑se rapidamente, pelo que os
tratamentos que t m como objectiro o tratamento
da ins nia derem ser de curta dura o. -s ben‑
zodiazepinas est o contra ‑indicadas ou derem ser
usadas com precau o em idosos (as doses derem
ser em geral menores do que no adulto jorem)
e em crian as porque, tal como no idoso, podem
desencadear reac es paradoxais. 1er aten o ao
seu uso em doentes com miastenia ¸raris ou com
insutici ncia respirat ria grare. -s benzodiaze‑
pinas est o contra ‑indicadas na apneia do sono.
uabitualmente h necessidade de reduzir a dose
das benzodiazepinas quando h l8.
-s interac es mais trequentemente reteridas
para as benzodiazepinas s o com depressores do
SNt e com o lcool, por potencia o de eteitos.
lm casos de intoxica o est indicado o flu‑
mazenilo (\. urupo 1¯.).
n
ALPRAZOLAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos; ataques de
p nico.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 0,25 a 0,5 mg, ] rezes/dia. Nos idosos ou em
indir duos debilitados 0,25 mg, ] rezes/dia. N o
se recomenda nas crian as.
orais s /idas ‑ ô25 m¸
-ll8-/0l-M 8-Sl (MS8M ‑l); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,52 (e 0,0¯ô); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)2 (e 0,0ô5]); ]¯°
‑ l8 e ],]2
108 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 0,25 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M ‑l); 8luepharma uen ricos
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)) (e 0,0))5); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],]1 (e 0,0552); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M ulNl8lS 0,25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)8 (e 0,0))); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,0ô (e 0,0ô¯¯); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M ul 0,25 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,52 (e 0,0¯ô); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô8 (e 0,0ô1]); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,51 (e 0,0¯55); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],88 (e 0,0ô+¯); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M l-/0l-M 0,25 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,01 (e 0,1005); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,25 (e 0,0¯08); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M l8-/-M (MS8M ‑l); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,52 (e 0,0¯ô); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)2 (e 0,0ô5]); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M 8-1l0lu-8M 0,25 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)8 (e 0,0))); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯ô (e 0,0ô2¯); ]¯°
‑ l8 e ],]2
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+¯ (e 0,0¯]5); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1,5¯ (e 0,02ô2); ]¯°
‑ l8 e ],]2
LNll-N (MS8M ‑l); laquita
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,52 (e 0,0¯ô); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)2 (e 0,0ô5]); ]¯°
‑ l8 e ],]2
\-N-\ (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],05 (e 0,1525); ]¯°
‑ l8 e 1,ô)
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5 (e 0,08]]); ]¯°
‑ l8 e ],]2
orais s /idas ‑ ô5 m¸
-ll8-/0l-M 8-Sl (MS8M ‑l); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+) (e 0,0¯+5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯ô (e 0,0ô2¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 0,5 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M ‑l); 8luepharma uen ricos
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,88 (e 0,0)+); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],]ô (e 0,05ô); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 0,5 Mu t0Ml8lMl‑
u0S ul ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l);
8luepharma uen ricos
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô)
(e 0,08+5); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯
(e 0,0ô1¯); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M tlNl- 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); tinta
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô] (e 0,0ô05); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M ulNl8lS 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯ô (e 0,0ô2¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M ulNl8lS 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); ueneris
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,]¯
(e 0,0¯28); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M ul 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+) (e 0,0¯+5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯ô (e 0,0ô2¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M ul 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll8l8‑
1- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); gp
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,82
(e 0,0)1); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,51
(e 0,0¯52); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M }-8- 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll‑
8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô)
(e 0,08+5); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,)5
(e 0,0¯]8); ]¯° ‑ l8 e 2,+¯
-ll8-/0l-M l-8lSl-l 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); labestal
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,11
(e 0,0528); ]¯° ‑ l8 e 2,+¯
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+5 (e 0,0¯25); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯2 (e 0,0ô2); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,]
(e 0,0ô5); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],2+
(e 0,05+); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M l-/0l-M 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,) (e 0,0)5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+1 (e 0,0¯]5); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M l-/0l-M 0,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,2]
(e 0,0¯05); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M l8-/-M (MS8M ‑l); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,) (e 0,0)5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,8+ (e 0,080¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
2.9. Psicofármacos 109
-ll8-/0l-M 8-1l0lu-8M 0,5 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,) (e 0,0)5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô] (e 0,0ô05); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M 8-1l0lu-8M 0,5 Mu t0Ml8lMl‑
u0S ul ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l);
8atiopharm
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô5
(e 0,0825); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,]¯
(e 0,0¯28); ]¯° ‑ l8 e ],¯
-ll8-/0l-M S-Nu0/ (MS8M ‑l); Sandoz
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+2 (e 0,0¯]¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+1 (e 0,0¯05); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1,8ô (e 0,0]1); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,2¯
(e 0,0ô]5); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,11
(e 0,0528); 0°
LNll-N (MS8M ‑l); laquita
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+) (e 0,0¯+5); ]¯°
‑ l8 e 1,5]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],¯ô (e 0,0ô2¯); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
\-N-\ (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5] (e 0,1088); ]¯°
‑ l8 e ],]¯
\-N-\ \8 (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,ô2
(e 0,1]1); ]¯° ‑ l8 e 1,52
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,+5
(e 0,10¯5); ]¯° ‑ l8 e ],¯
orais s /idas ‑ I m¸
-ll8-/0l-M 8-Sl (MS8M ‑l); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,51 (e 0,1085); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); 8luepharma uen ricos
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,05 (e 0,1025); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,5) (e 0,0¯ô5); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 1 Mu t0Ml8lMlu0S
ul ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); 8lue‑
pharma uen ricos
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2ô
(e 0,11]); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,25
(e 0,08¯5); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
-ll8-/0l-M tltlLM 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); ticlum
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,¯ô (e 0,0)ô); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M tlNl- 1 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); tinta
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô] (e 0,0)]8); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M ulNl8lS 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô] (e 0,0)]8); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M ulNl8lS 1 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); ueneris
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô¯
(e 0,0)+5); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
-ll8-/0l-M ul 1 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M ‑l);
gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,2ô (e 0,08¯¯); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M ul 1 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll8l8‑
1- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); gp
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2)
(e 0,11+5); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,]
(e 0,088]); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
-ll8-/0l-M }-8- 1 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll8l8‑
1- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ],ô¯
(e 0,0)18); ]¯° ‑ l8 e ],5ô
-ll8-/0l-M l-8lSl-l 1 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); labestal
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ],))
(e 0,0))8); ]¯° ‑ l8 e ],5ô
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,0ô (e 0,10]); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô2 (e 0,0)]¯); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2¯
(e 0,11]5); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô2
(e 0,0)]¯); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
-ll8-/0l-M l-/0l-M 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,08 (e 0,10+); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,28 (e 0,088); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M l-/0l-M 1 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô¯
(e 0,0)+5); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
-ll8-/0l-M l8-/-M (MS8M ‑l); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,08 (e 0,10+); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,] (e 0,088]); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M 8-1l0lu-8M 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,08 (e 0,10+); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,]] (e 0,0888); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M 8-1l0lu-8M 1 Mu t0Ml8lMlu0S
ul ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); 8atio‑
pharm
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2)
(e 0,11+5); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô¯
(e 0,0)+5); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
110 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
-ll8-/0l-M S-Nu0/ (MS8M ‑l); Sandoz
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,2) (e 0,0882); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,01 (e 0,1005); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,+1 (e 0,0+02); ]¯°
‑ l8 e +,5)
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21
(e 0,1105); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ],ôô
(e 0,0)15); 0°
LNll-N (MS8M ‑l); laquita
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,21 (e 0,1105); ]¯°
‑ l8 e 2,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,51 (e 0,1085); ]¯°
‑ l8 e +,5)
\-N-\ (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,55 (e 0,1¯58);
]¯° ‑ l8 e +,5)
\-N-\ \8 (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,5¯
(e 0,2285); ]¯° ‑ l8 e 2,22
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,21
(e 0,18ô8); ]¯° ‑ l8 e 5,]5
orais s /idas ‑ 2 m¸
-ll8-/0l-M 8lLllu-8M- 2 Mu t0Ml8lMlu0S
ul ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); 8lue‑
pharma uen ricos
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,]1
(e 0,2155); ]¯° ‑ l8 e +,¯)
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,]5
(e 0,1¯25); ]¯° ‑ l8 e 12,01
-ll8-/0l-M ulNl8lS 2 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); ueneris
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,ôô
(e 0,1¯¯¯); ]¯° ‑ l8 e 12,01
-ll8-/0l-M ul 2 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll8l8‑
1- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); gp
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,]ô
(e 0,218); ]¯° ‑ l8 e +,¯)
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),)5
(e 0,1ô58); ]¯° ‑ l8 e 12,01
-ll8-/0l-M }-8- 2 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll8l8‑
1- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ¯,51
(e 0,18¯8); ]¯° ‑ l8 e 8
-ll8-/0l-M l-8lSl-l 2 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); labestal
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ¯,58
(e 0,18)5); ]¯° ‑ l8 e 8
-ll8-/0l-M M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,]2
(e 0,21ô); ]¯° ‑ l8 e +,¯)
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,5ô
(e 0,1¯ô); ]¯° ‑ l8 e 12,01
-ll8-/0l-M l-/0l-M 2 Mu t0Ml8lMlu0S ul
ll8l81- 0 M0ulllt-u- (MS8M ‑l); lab. -tral
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,ôô
(e 0,1¯¯¯); ]¯° ‑ l8 e 12,01
-ll8-/0l-M v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,22
(e 0,211); ]¯° ‑ l8 e +,¯)
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ô,8ô
(e 0,1¯15); 0°
\-N-\ \8 (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,51
(e 0,]¯55); ]¯° ‑ l8 e +,¯)
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,)
(e 0,]+8]); ]¯° ‑ l8 e 12,01
orais s /idas ‑ ) m¸
\-N-\ \8 (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 11,2
(e 0,5ô); ]¯°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]1,1]
(e 0,5188); ]¯°
n
BROMAZEPAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: ] a 18 mg/dia dirididas por r rias administra‑
es. N o se recomenda nas crian as.
orais s /idas ‑ I5 m¸
880M-ll\ (MS8M ‑l); lab. \it ria
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+8 (e 0,0¯+); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,ô¯ (e 0,0ôô8); ]¯°
ll\01-N (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,5+ (e 0,0¯¯); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],)¯ (e 0,0ôô2); ]¯°
Ll18-Mlu0l (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,2¯ (e 0,0ô]5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,2) (e 0,05¯]); ]¯°
orais s /idas ‑ ) m¸
880M-ll\ (MS8M ‑l); lab. \it ria
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô5 (e 0,0825); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,)5 (e 0,0¯]8); ]¯°
ll\01-N (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,¯¯ (e 0,0885); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,52 (e 0,0¯5]); ]¯°
Ll18-Mlu0l (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,]5 (e 0,0ô¯5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 2,++ (e 0,0ô1); ]¯°
orais s /idas ‑ 6 m¸
880M-ll\ (MS8M ‑l); lab. \it ria
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2+ (e 0,112); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e +,0+ (e 0,101); ]¯°
ll\01-N (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,) (e 0,0)5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,88 (e 0,081]); ]¯°
orais s /idas ‑ I2 m¸
Ll18-Mlu0l (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],05 (e 0,1525); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 5,] (e 0,1]25); ]¯°
n
BROTIZOLAM
Ind.: uipn tico (indu o do sono).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 0,25 mg ao deitar. Nos idosos, 0,125 mg ao
deitar.
2.9. Psicofármacos 111
orais s /idas ‑ ô25 m¸
llNu08MlN (MS8M ‑l); Lniltarma
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ],11 (e 0,2221); ]¯°
n
CETAZOLAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria ]0 mg em 2 administra‑
es; pode ‑se atingir os ô0 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ I5 m¸
LN-k-lM (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e +,2¯ (e 0,21]5); ]¯°
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 12,0¯ (e 0,2012); ]¯°
orais s /idas ‑ )ô m¸
LN-k-lM (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e 8,12 (e 0,+0ô); ]¯°
t ps. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 2],1] (e 0,]855); ]¯°
n
CLOBAZAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria 20 mg em 2 administra‑
es; pode ‑se atingir os 80 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ Iô m¸
t-S1lllLM (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,51 (e 0,1255); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ],5) (e 0,11)¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
t-S1lllLM (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],)+ (e 0,1)¯); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,+5 (e 0,181¯); ]¯°
n
CLORAZEPATO DIPOTÁSSICO
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos. lpilepsia.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria 15 mg em ] administra‑
es ou numa administra o nica, ao deitar;
pode ‑se atingir os 80 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ 5 m¸
Mlull-\ (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,2] (e 0,1115); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,]¯ (e 0,10ô2); ]¯°
18-N\lNl (MS8M ‑l); Sanoti‑-rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+1 (e 0,0¯05); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô2 (e 0,0ô0]); ]¯°
orais s /idas ‑ Iô m¸
Mlull-\ (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,51 (e 0,1255); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,1ô (e 0,11)]); ]¯°
18-N\lNl (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,81 (e 0,0)05); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,ô1 (e 0,0¯ô8); ]¯°
orais s /idas ‑ I5 m¸
Mlull-\ (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],01 (e 0,1505); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,5¯ (e 0,1+28); ]¯°
18-N\lNl (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,25 (e 0,1125); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,¯8 (e 0,0)ô]); ]¯°
n
CLORODIAZEPóXIDO
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos; adjurante na
s ndrome de abstin ncia alco lica.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria ]0 mg em ] administra‑
es; pode ‑se atingir os 100 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ 5 m¸
l-\lLM (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,28
(e 0,0ô+); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],2)
(e 0,05+8); ]¯°
orais s /idas ‑ Iô m¸
l-\lLM (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,25
(e 0,0ô25); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],2
(e 0,05]]); ]¯°
n
CLOXAZOLAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria ] a ô mg em ] adminis‑
tra es; pode ‑se atingir os 12 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ I m¸
tl0\-M (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,8+ (e 0,0)2); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,¯1 (e 0,0¯85); ]¯°
orais s /idas ‑ 2 m¸
tl0\-M (MS8M ‑l); }aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)1 (e 0,0)55); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,) (e 0,081¯); ]¯°
0lt-ull (MS8M ‑l); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,22 (e 0,111); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô8 (e 0,0)+¯); ]¯°
n
DIAZEPAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos; relaxante mus‑
cular; anticonrulsirante.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose di ria, por ria oral, 2 a 10 mg em ] ad‑
ministra es; pode ‑se atingir os ]0 mg se neces‑
s rio.
[Crianç as] ‑ 1 a 5 mg; por ria lM ou l\ (injec o
lenta < 5 mg/min) 10 mg (n o repetir antes de
+ horas); por ria rectal 0,5 mg/kg.
112 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ ô1 m¸/m/
Ml1-Mlu0l (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 1,2ô
(e 0,012ô); ]¯°
orais s /idas ‑ ) m¸
8l-l/ll-M (MS8M ‑l); Medibial
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,]2 (e 0,0ôô); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],]) (e 0,05ô5); ]¯°
orais s /idas ‑ 5 m¸
ul-/ll-M l-8lSl-l (MS8M ‑l); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 1,28 (e 0,0]2); ]¯°
‑ l8 e 1,+8
ul-/ll-M 8-1l0lu-8M 5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 0,¯2 (e 0,0]ô); ]¯°
‑ l8 e 0,)ô
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 1,28 (e 0,0]2); 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1,82 (e 0,0]0]); ]¯°
‑ l8 e 2,22
LNlSlull (MS8M ‑l); laquita
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,22 (e 0,0ô1); ]¯°
‑ l8 e 0,)ô
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],12 (e 0,052); ]¯°
‑ l8 e 2,22
\-llLM (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 1,5+ (e 0,0ô1ô); ]¯°
‑ l8 e 1,2
orais s /idas ‑ 6 m¸
8l-l/ll-M (MS8M ‑l); Medibial
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô (e 0,08); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,08 (e 0,0ô8); ]¯°
orais s /idas ‑ Iô m¸
8l-l/ll-M 8l1-8u (MS8M ‑l); Medibial
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,]+
(e 0,11¯); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ],¯2
(e 0,0)]); 0°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,)8
(e 0,0))¯); ]¯°
ul-/ll-M l-8lSl-l (MS8M ‑l); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 1,ô+ (e 0,0+1); ]¯°
‑ l8 e 1,5)
ul-/ll-M 8-1l0lu-8M 10 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,]2 (e 0,0]8¯); ]¯°
‑ l8 e 2,])
\-llLM (MS8M ‑l); 8oche
tomp. ‑ 8lister ‑ 25 unid; e 2,11 (e 0,08++); ]¯°
‑ l8 e 1,+5
/aren/ ricas ‑ Iô m¸/2 m/
ul-/ll-M l-8lSl-l (MS8M ‑l); labestal
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 2 ml; e 1,¯1 (e 0,285);

kec/ais ‑ 5 m¸/25 m/
S1lS0llu (MS8M ‑l); -ctaris
Sol. rectal ‑ t nula ‑ 5 unid ‑ 2,5 ml; e ô,+2
(e 1,28+); ]¯°
kec/ais ‑ Iô m¸/25 m/
S1lS0llu (MS8M ‑l); -ctaris
Sol. rectal ‑ t nula ‑ 5 unid ‑ 2,5 ml; e ¯,51
(e 1,502); ]¯°
n
ESTAZOLAM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.); est o descritos
casos de agranulocitose.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 1 mg ao deitar; se necess rio 2 mg (nos ido‑
sos, 0,5 mg).
orais s /idas ‑ 2 m¸
k-lNl\l8 (MS8M ‑l); lusomedicamenta
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1,] (e 0,0)2)); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 2,ô8 (e 0,0)5¯); 0°
n
FLURAZEPAM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 15 mg ao deitar; se necess rio ]0 mg (nos
idosos, 15 mg).
orais s /idas ‑ I5 m¸
M08ll\ (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,5ô (e 0,128); ]¯°
orais s /idas ‑ )ô m¸
u-lM-u08M (MS8M ‑l); \iatris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1,¯] (e 0,12]ô); ]¯°
M08ll\ (MS8M ‑l); 1ecnitar
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],8 (e 0,1)); ]¯°
n
HALAZEPAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose di ria ô0 a 120 mg em ] administra‑
es, ou numa dose nica ao deitar; pode ‑se atin‑
gir os 1ô0 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ 1ô m¸
l-tlN0Nl (MS8M ‑l); Schering ‑llough
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,55 (e 0,22¯5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 5 (e 0,125); ]¯°
orais s /idas ‑ I2ô m¸
l-tlN0Nl (MS8M ‑l); Schering ‑llough
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 1],0ô (e 0,]2ô5);
]¯°
n
LOFLAZEPATO DE ETILO
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose di ria 2 a + mg em 1 a 2 administra‑
es; pode ‑se atingir os 8 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ 2 m¸
\lt1-N (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,¯ô
(e 0,1]8); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,ô2
(e 0,0)]¯); ]¯°
2.9. Psicofármacos 113
n
LOPRAZOLAM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 1 mg ao deitar; se necess rio 2 mg.
orais s /idas ‑ I m¸
u08M0N0t1 (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 2,]¯ (e 0,158); ]¯°
n
LORAZEPAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos; ins nia (trata‑
mento a curto prazo); terap utica adjurante da
anestesia; estado de mal epil ptico.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: \a ansiedade: dose di ria 2 a ô mg em 2 a
+ administra es; pode ‑se atingir os 10 mg se
necess rio.
\a ins nia: 2 a + mg ao deitar. Nos idosos, 0,5 a
1 mg.
\a anes/esia: 0,05 mg/kg, lM, 2 horas antes da
cirurgia ou 0,0++ mg/kg at m ximo de 2 mg, 15 a
20 minutos antes da cirurgia.
\c es/adc de ma/: + mg injectadas lentamente at
2 mg/min; se necess rio pode ‑se repetir passados
10 minutos ap s a 1ª intus o.
orais s /idas ‑ I m¸
-NSll08 (MS8M ‑l); Sotex
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,+2 (e 0,0¯1); ]¯°
‑ l8 e 1,1
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô5 (e 0,0ô08); ]¯°
‑ l8 e ],01
l08-/ll-M tlNl- 1 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); tinta
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1,]+ (e 0,0++¯); ]¯°
‑ l8 e 1,ô+
l08-/ll-M ulNl8lS 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M ‑l); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,+] (e 0,0+05); ]¯°
‑ l8 e ],01
l08-/ll-M l-8lSl-l (MS8M ‑l); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 0,)) (e 0,0+)5); ]¯°
‑ l8 e 1,1
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 1,8 (e 0,0+5); ]¯°
‑ l8 e 2
l08lNlN (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1,)5 (e 0,0ô5); ]¯°
‑ l8 e 1,ô+
l08Slu-l (MS8M ‑l); lrospa
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],ô) (e 0,0ô15); ]¯°
‑ l8 e ],01
orais s /idas ‑ 25 m¸
-NSll08 (MS8M ‑l); Sotex
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,)8 (e 0,0))); ]¯°
‑ l8 e 1,¯1
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,0) (e 0,08+8); ]¯°
l08-/ll-M tlNl- 2,5 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); tinta
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2,1+ (e 0,0¯1]); ]¯°
‑ l8 e 2,5¯
l08-/ll-M l-8lSl-l (MS8M ‑l); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,¯1 (e 0,0855); ]¯°
‑ l8 e 1,¯1
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e ],0) (e 0,0¯¯]); ]¯°
l08lNlN (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ],0) (e 0,10]); ]¯°
‑ l8 e 2,5¯
l08Slu-l (MS8M ‑l); lrospa
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,21 (e 0,08ô8); ]¯°
orais s /idas ‑ 5 m¸
l08Slu-l (MS8M ‑l); lrospa
tomp. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e ¯,28 (e 0,121]); ]¯°
n
MEXAZOLAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria 1 a ] mg, em 1 a ] ad‑
ministra es. Nos idosos a dose m xima di ria
de 1,5 mg.
orais s /idas ‑ I m¸
Slu0\ll (MS8M); Medibial
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,0ô (e 0,]0]); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,0+ (e 0,250¯);
]¯°
n
MIDAZOLAM
Ind.: -nsiedade. lrepara o da cirurgia; indu o da
anestesia; prepara o de meios de diagn stico
inrasiros.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.). 0
in cio de ac o extremamente r pido e a dura‑
o de ac o curta por isso esta benzodiazepina
n o dere ser utilizada no tratamento cr nico da
ansiedade. - administra o de uma primeira dose
mesmo por ria oral dere ser teita em local com
meios de reanima o.
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: -t 20 mg; seda o
consciente: 0,0¯ ‑0,08 mg/kg, lM, ]0 a ô0 minutos
antes da interren o ou 1 a 1,5 mg l\, podendo
repetir ‑se ap s 2 minutos; em doentes intubados:
0,05 a 0,2 mg/kg/hora por intus o cont nua.
[Crianç as] ‑ \ia oral: 0,25 ‑0,5 mg/kg (m ximo
20 mg); seda o consciente: 0,08 mg/kg/dose, lM;
em doentes intubados: 0,002 kg/min em intus o
cont nua.
orais s /idas ‑ I5 m¸
u08MltLM (MS8M ‑l); 8oche
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ],)ô
(e 0,282)); ]¯°
n
OXAZEPAM
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose di ria 15 a ]0 mg em ] administra es,
ou numa dose nica ao deitar; pode ‑se atingir os
50 mg se necess rio.
114 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais s /idas ‑ I5 m¸
Sl8lN-l (MS8M ‑l); Meda lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1,58 (e 0,052¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
Sl8lN-l (MS8M ‑l); Meda lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ],22 (e 0,10¯]); ]¯°
n
PRAZEPAM
Ind.: lerturba es da ansiedade e sintomas ansio‑
sos.
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: uose m dia di ria 10 a 20 mg em 2 adminis‑
tra es, ou numa dose nica ao deitar; pode ‑se
atingir os +0 mg se necess rio.
orais s /idas ‑ Iô m¸
ulMl18lN (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+ (e 0,0)); 0°
n
TEMAZEPAM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 10 a 20 mg ao deitar. Nos idosos, 10 mg.
orais s /idas ‑ 2ô m¸
N08MlS0N (MS8M ‑l); 1eotarma (lt lia)
t ps. mole ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 1,¯2 (e 0,122));
]¯°
n
TRIAZOLAM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Interac.: \. 8enzodiazepinas (2.).1.).
Posol.: 0,125 a 0,25 mg ao deitar, m ximo 0,5 mg/
/dia. Nos idosos, 0,0ô25 a 0,125 mg.
orais s /idas ‑ ô25 m¸
u-ltl0N (MS8M ‑l); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,25 (e 0,1ô0¯); 0°
-zopironas
- buspirona uma azopirona; duas outras
(gepirona e isapirona) ainda est o em desenrol‑
rimento. -s azopironas s o agonistas dos recep‑
tores 5 ‑u11- e reduzem clinicamente os n reis
de ansiedade sem prorocar seda o. -l m disso,
a buspirona n o tem propriedades anticonrulsi‑
rantes nem de relaxamento muscular.
- buspirona um ansiol tico eticaz, mas o seu
eteito cl nico s se manitesta ap s um per odo
de lat ncia, em terap utica continuada de ] a
+ semanas. -t data n o toi demonstrado poten‑
cial para induzir depend ncia nem se registaram
casos de s ndrome de abstin ncia.
n
BUSPIRONA
Ind.: -nsiedade e sintomas ansiosos.
R. Adv.: larestesias, tonturas, cetaleias, nerrosismo,
sonol ncia, altera o dos sonhos, diminui o da
concentra o, excita o, altera es do humor;
taquicardia, palpita es; ris o turra, n useas,
r mitos, boca seca, dor abdominal/g strica, diar‑
reia, obstipa o, trequ ncia e hesita o urin ria;
artralgias, hiperrentila o, ras/, edema, prurido,
atrontamentos, queda do cabelo e pele seca, ceta‑
leias, tadiga e astenia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez, aleitamento, crian‑
as; precau o na l8 ou lu.
Interac.: lM-0; com trazodona risco de aumento
das transaminases; aumento dos n reis s ricos do
haloperidol.
Posol.: ¯,5 a 15 mg/dia em 2 a ] administra es,
incrementos de 5 mg/dia cada 2 a ] dias (dose
m xima ô0 mg). No idoso, 10 mg/dia em 2 admi‑
nistra es (dose m xima ô0 mg/dia).
orais s /idas ‑ 5 m¸
-NSl1lN 5 (MS8M); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,12 (e 0,1ô8¯);
]¯°
8LSt-lM- 5 (MS8M); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5 (e 0,25); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ô2 (e 0,210]);
]¯°
l1-ull (MS8M); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,¯) (e 0,2])5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,18 (e 0,20]); ]¯°
orais s /idas ‑ Iô m¸
-NSl1lN 10 (MS8M); lab. -zeredos
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,5¯ (e 0,+2ô2);
]¯°
8LS-NSll (MS8M); 8ega larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,2+ (e 0,]ô2); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 21,0ô (e 0,]51); ]¯°
8LSt-lM- 10 (MS8M); ur nenthal
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,ô2 (e 0,+2¯); ]¯°
l1-ull (MS8M); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ),2+ (e 0,+ô2); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2+,1] (e 0,+022);
]¯°
/opiclona e zolpidem
- zopiclona uma ciclopirrolona e o zolpidem
uma imidazopiridina. Nenhum deles uma ben‑
zodiazepina mas ambos actuam no mesmo recep‑
tor ou subtipos de receptores que as benzodiaze‑
pinas. -mbos tem uma dura o de ac o curta. 0
eteito de ressaca discreto ou inexistente.
n
ZOLPIDEM
Ind.: lns nia (tratamento a curto prazo).
R. Adv.: uiarreia, n useas, r mitos, rertigem, ton‑
turas, cetaleias, sonol ncia, astenia, perturba es
da mem ria, pesadelos, irrequietude nocturna,
depress o, contus o, altera es perceptuais ou
diplopia, tremor, ataxia e quedas.
Contra ‑Ind. e Prec.: -pneia do sono obstrutira,
insuhci ncia pulmonar; depress o respirat ria,
miastenia graris, lu grare, psicose, graridez e
aleitamento. lrecau o na depress o, hist ria de
abuso de t xicos, lu ou l8, idosos.
2.9. Psicofármacos 115
Interac.: Semelhantes s das benzodiazepinas
(2.).1.).
Posol.: 10 mg ao deitar; nos idosos, 5 mg. N o reco‑
mendado nas crian as.
orais s /idas ‑ Iô m¸
t¥Ml8l0N (MS8M ‑l); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e ],+1 (e 0,2+]ô); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
S1llN0\ (MS8M ‑l); Sanoti -rentis
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e ],+1 (e 0,2+]ô); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM -t1-\lS (MS8M ‑l); -ctaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)
(e 0,1+5); ]¯° ‑ l8 e 2,85
/0lllulM tlNl- 10 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M‑
‑l); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,]1 (e 0,1ô5); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM ulNl8lS 10 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M ‑l); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 1,¯1 (e 0,1221); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM M¥l-N (MS8M ‑l); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,2) (e 0,1ô]ô); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM 8-1l0lu-8M 10 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M ‑l); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,22 (e 0,158ô); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM S-Nu0/ (MS8M ‑l); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,2
(e 0,15¯1); ]¯° ‑ l8 e 2,1+
/0lllulM v¥NN (MS8M ‑l); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,15 (e 0,15]ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 2,81 (e 0,1+05); ]¯° ‑ l8 e 2,85
lxtractos de plantas
-s plantas medicinais cont m na sua composi‑
o produtos tarmacologicamente actiros, alguns
at letais. 0s aran os da ci ncia e da tecnologia
durante o s culo \\ permitiram que muitos dos
princ pios actiros das plantas tradicionalmente
usadas para tins medicinais tossem isolados e
colocados disposi o em tormas tarmac uti‑
cas cuja composi o quantitatira e qualitatira
est bem determinada. -ctualmente, por raz es
sociol gicas que n o cabe aqui explorar, tem ‑se
reriticado uma preter ncia nalguns sectores das
sociedades ocidentais pelo consumo de produtos
ditos naturais usando uma composi o qualitatira
e quantitatira mal detinida. - press o do p blico
tem lerado a que as entidades reguladoras pro‑
curem conterir a estes produtos um estatuto
especial. lnquanto este n o etectirado, algumas
tirmas t m conseguido obter para extractos de
plantas um licenciamento, como medicamentos,
enquanto outros s o comercializados sem qual‑
quer licenciamento, considerando ‑se produtos de
consumo corrente. neste enquadramento que
est comercializada, em lortugal, a valeriana,
harendo tormula es licenciadas como medica‑
mentos s quais corresponde uma autoriza o de
introdu o no mercado, e outras comercializadas
sem qualquer licen a.
n
VALERIANA
Ind.: -nsiedade; ins nia de curta dura o.
R. Adv.: tetaleias; s ndrome de ressaca matinal, per‑
turba es gastrintestinais.
Contra ‑Ind. e Prec.: uesconhecidas.
Interac.: uesconhecidas.
Posol.: \aria consoante a origem do extracto. No
caso das drageias doseadas a +5 mg de extracto
seco, a dose m xima di ria de ô comprimidos/
/dia. lara os comprimidos doseados a 500 mg de
raleriana, a dose habitual de ] a +/dia.
orais s /idas ‑ 15 m¸
\-lulSll81 (MNS8M); \emedia (uolanda)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 15 unid; 0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; 0°
orais s /idas ‑ I25 m¸
\-lulSll81 (MNS8M); \emedia (uolanda)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 50 unid; 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
ll\l1-N (MNS8M); ur. villmar Schwabe (-lema‑
nha)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ +0 unid; 0°
2.).2. -ntipsic ticos
Neste grupo incluem ‑se os t rmacos que rero‑
lucionaram a pr tica da psiquiatria, a partir da
d cada de 50, e que na poca se designaram por
tranquilizantes major. -ctualmente a designa o
correcta a de antipsic ticos. -t h poucos anos
atr s todos os antipsic ticos eram antagonistas
dos receptores u2 da dopamina mas nenhum dos
medicamentos dispon reis interactua selectira‑
mente com um nico receptor. 1odos eles t m
r rias ac es tarmacol gicas e por isso a maioria
das reac es adrersas associadas a estes medica‑
mentos preris rel.
0s antipsic ticos t m sido classiticados em
t picos e at picos sendo que a distin o entre
uns e outros nem sempre clara, mas essencial‑
mente tem em considera o a atinidade para os
receptores u2 e consequente risco de indu o de
eteitos extrapiramidais. -ssim, os antipsic ticos
t picos s o os que t m elerada atinidade para os
receptores u2 e produzem trequentemente etei‑
tos extrapiramidais grares; e os antipsic ticos
at picos s o os que t m menor atinidade para
os receptores u2, tendo menor probabilidade
de determinar eteitos extrapiramidais. 8ecente‑
mente desenrolreu ‑se um subgrupo de antipsi‑
c ticos que s o simultaneamente antagonistas
dos receptores da dopamina e dos da serotonina.
Neste subgrupo incluem ‑se as seguintes mol ‑
culas: risperidona, olanzapina, sertindol e
clozapina. - clozapina, apesar de tudo, ainda
um medicamento particular, quer pelo seu pertil
de atinidade para os diterentes receptores (por
exemplo o nico antipsic tico que se liga com
maior atinidade aos receptores u+ do que aos
u2), quer pelo tacto de ser o antipsic tico com
maior etic cia demonstrada no tratamento de
doentes esquizotr nicos resistentes. 0 principal
116 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
problema da clozapina o risco de agranuloci‑
tose que para ser minimizado obriga a controlos
trequentes do hemograma. ue um modo geral
o subgrupo dos antagonistas da dopamina e da
serotonina apresenta como principais rantagens,
em rela o aos antagonistas da dopamina, o tacto
de serem mais eticazes no tratamento dos sinto‑
mas negatiros, serem melhor tolerados e produzi‑
rem menos eteitos extrapiramidais.
0s antipsic ticos, al m de serem eticazes no
controlo dos sintomas das psicoses, possuem
outros eteitos tarmacol gicos que podem ser uti‑
lizados com rantagens terap uticas, como antie‑
m ticos, antirertiginosos e ansiol ticos, mas em
situa es bem detinidas. loder o ser ainda indi‑
cados em caso de altera es do comportamento;
t tano (a cloropromazina etectira como trata‑
mento adjurante); portiria (a cloropromazina
eticaz no tratamento da dor abdominal); solu os
intrat reis; dor neurop tica (em casos particula‑
res a flufenazina eticaz como tratamento adju‑
rante); alergia e prurido.
brio que a rela o risco ‑benet cio da sua
utiliza o com estas tinalidades muito diterente
da rela o risco ‑benet cio no tratamento da psi‑
cose. - rela o risco ‑benet cio em cada uma das
potenciais indica es ter que ser ponderada.
- lista das reac es adrersas inclui sintomas
e sinais extrapiramidais (morimentos dist ni‑
cos, crises oculogiras, s ndromes parkins nicos)
desde acat sia no in cio da terap utica at dis‑
cin sias tardias ap s terap utica prolongada. -
distonia aguda ocorre geralmente no in cio da
terap utica ou quando h subida da dose, nas
crian as e nos jorens. u tamb m o risco de
s ndrome maligno dos neurol pticos, que uma
altera o disauton mica idiossincr tica cuja taxa
de mortalidade ]0°. lroduzem, em graus rari‑
reis, seda o e eteitos anticolin rgicos, hipoten‑
s o ortost tica e arritmias; registam ‑se tamb m
n useas, r mitos, dores abdominais, irrita o
g strica, crises conrulsiras, altera es end cri‑
nas, altera es hematol gicas, erup es cut neas
e altera es idiossincr ticas das transaminases e
por rezes icter cia colest tica.
0s antipsic ticos derem ser usados com pre‑
cau o nos doentes com patologia card aca e em
todas as situa es (glaucoma, prostatismo, etc.)
que podem ser agraradas pelos eteitos anticoli‑
n rgicos; a tun o hep tica dere ser monitori‑
zada; a terap utica n o dere ser interrompida
subitamente.
-lguns antipsic ticos s o pr ‑arr tmicos por
aumentarem o interralo Q1 (pimozida, sertin‑
dol e tioridazina) pelo que a utiliza o em con‑
junto com outros medicamentos com o mesmo
eteito sobre o Q1 dere ser eritada ou proxima‑
mente rigiada. 0 risco de toxicidade de mielosu‑
press o da clozapina potenciado por outros
t rmacos com o mesmo potencial (carbamaze‑
pina, cotrimozaxol, cloranfenicol, sultonamidas,
citost ticos, etc.), que n o derem ser utilizados
em conjunto.
n
AMISSULPRIDA
Ind.: lsquizotrenia (sintomas positiros e negatiros).
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
lns nia, ansiedade, agita o, sonol ncia, altera‑
es gastrintestinais, hiperprolactinemia (gine‑
comastia, altera es sexuais); ocasionalmente
bradicardia, crises conrulsiras e prolongamento
do interralo Q1.
Contra ‑Ind. e Prec.: l8, idosos, graridez e aleita‑
mento, teocromocitoma e tumores secretores de
prolactina.
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: \a µsiccse a¸uda: +00 a 800 mg/dia em r ‑
rias administra es. uose m xima 1.200 mg/dia.
\cs sin/cmas ne¸a/ircs: 50 a ]00 mg; doses
at ]00 mg podem ser administradas numa
nica administra o.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/Iô m/
S0tl-N (MS8M); Sanoti -rentis
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; e ô,)+
(e 0,]+¯); )0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
-MlSSLll8lu- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,85 (e 0,2)25); )0°
‑ l8 e ô,22
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,ô2 (e 0,2+]¯);
)0° ‑ l8 e 15,5ô
-MlSSLll8lu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,ôô (e 0,28]); )0°
‑ l8 e ô,22
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,1¯ (e 0,2]ô2);
)0° ‑ l8 e 15,5ô
-MlSSLll8lu- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,ô1 (e 0,2805); )0°
‑ l8 e ô,22
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,0+ (e 0,2]+); )0°
‑ l8 e 15,5ô
-MlSSLll8lu- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,]1 (e 0,2ô55); )0°
‑ l8 e ô,22
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],]1 (e 0,2218);
)0° ‑ l8 e 15,5ô
S0tl-N (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,]5 (e 0,+1¯5); )0°
‑ l8 e ô,22
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,88 (e 0,]+8); )0°
‑ l8 e 15,5ô
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
-MlSSLll8lu- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]],ô] (e 0,5ô05);
)0° ‑ l8 e +1,8]
-MlSSLll8lu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]2,ô2 (e 0,5+]¯);
)0° ‑ l8 e +1,8]
-MlSSLll8lu- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]2,]1 (e 0,5]85);
)0° ‑ l8 e +1,8]
-MlSSLll8lu- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]0,ô¯ (e 0,5112);
)0° ‑ l8 e +1,8]
-Ml18l\ (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2+,8 (e 1,2+); )0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô¯,25 (e 1,1208);
)0° ‑ l8 e +1,8]
2.9. Psicofármacos 117
n
ARIPIPRAZOL
Ind.: 1ratamento da esquizotrenia.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.). lr‑
requietude, ins nia, acatisia, tremor, sonol ncia,
cetaleias, ris o turra, dispepsia, n usea, r mitos,
obstipa o, tadiga.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Se o aripiprazol tor utilizado simultaneamente
com inibidor potente do t¥l]-+, como o ceto‑
conazol, a dose de aripiprazol dere ser reduzida
a metade. Quando a utiliza o simult nea com
um inductor do t¥l]-+, tal como a carbamaze‑
pina, a dose dere ser aumentada, erentualmente
duplicada.
Posol.: uose terap utica entre 10 e ]0 mg/dia. -
dose inicial dere ser 10 a 15 mg/dia, numa admi‑
nistra o nica. - dose de manuten o geral‑
mente 15 mg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I m¸/m/
-8llll¥ (MS8M); 0tsuka (8eino Lnido)
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e 1]2,5+
(e 0,88]ô); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
-8llll¥ (MS8M); 0tsuka (8eino Lnido)
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 55,11 (e ],)]ô+);
)0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 110,2] (e ],)]ô8);
)0°
orais s /idas ‑ I5 m¸
-8llll¥ (MS8M); 0tsuka (8eino Lnido)
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô0,2+ (e +,]02));
)0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 120,5 (e +,]0]ô);
)0°
/aren/ ricas ‑ 75 m¸/m/
-8llll¥ (MS8M); 0tsuka (8eino Lnido)
Sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑ 1 unid ‑ 1,] ml;
e 5,0¯ (e ],)); )0°
n
CIAMEMAZINA
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria 25 a 100 mg.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
1l8tl-N (MS8M); lab. \it ria
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e +,+¯
(e 0,1+)); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
1l8tl-N (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,82
(e 0,2)1); )0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,ô+
(e 0,2++); )0°
n
CLOROPROMAZINA
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses; n useas e r ‑
mitos grares; ansiedade grare; altera es do com‑
portamento; porhria aguda intermitente; solu os
intrat reis e tratamento adjurante do t tano.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
-ten o particular a icter cia colest tica, agranu‑
locitose, leo paral tico, s ndrome maligno dos
neurol pticos e morte s bita.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.). uipersensibilidade s tenotiazinas;
s ndromes de abstin ncia alco lica, coma, de‑
press o da medula ssea, graridez, aleitamento
e crian as com menos de ô meses. lrecau o na
agita o com depress o, epilepsia.
Interac.: lenobarbital aumenta o metabolismo; os
anest sicos gerais aumentam a excita o e o risco
de hipotens o.
Posol.: lsicose, agita o ‑ \ia oral: 100 a +00 mg/
dia, em ] ou + administra es. uose m xima:
1000 mg/dia, por ria lM ou l\, 25 a 50 mg at
ô00 mg cada + ou ô horas.
[Crianç as > 6 meses]: \ia oral ‑ 0,55 mg/kg, at
500 mg/dia. Nas outras indica es doses meno‑
res: 10 a 25 mg, por administra o.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
l-8u-t1ll (MS8M); lab. \it ria
uotas orais, sol. ‑ lrasco conta ‑gotas ‑ 1 unid ‑
]0 ml; e 1,8 (e 0,0ô); )0°
orais s /idas ‑ 25 m¸
l-8u-t1ll (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 0,¯)
(e 0,0])5); )0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1,)8
(e 0,0]]); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
l-8u-t1ll (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,2+
(e 0,0¯0¯); )0°
/aren/ ricas ‑ 25 m¸/5 m/
l-8u-t1ll lM (MS8M); lab. \it ria
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 5 ml; e 1,+2
(e 0,2]ô¯); )0°
/aren/ ricas ‑ 5ô m¸/2 m/
l-8u-t1ll l\ (MS8M); lab. \it ria
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e 1,+2 (e 0,28+);
)0°
n
CLOZAPINA
Ind.: lsquizotrenia resistente a outros antipsic ti‑
cos.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
uestacar o risco de agranulocitose que obriga a
monitoriza o trequente do hemograma.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ti‑
cos (2.).2.). - dose dere ser reduzida de hourer
l8.
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria: ]50 a +50 mg/dia em
] administra es; iniciar terap utica com doses
baixas ‑ 25 a 50 mg/dia (dose m xima )00 mg/
/dia).
118 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais s /idas ‑ 25 m¸
tl0/-llN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),8] (e 0,1ô]8); )0°
‑ l8 e 10,1
lll0Nl\ (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5 (e 0,25); )0° ‑ l8
e +,1¯
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,ô¯ (e 0,1)+5);
)0° ‑ l8 e 10,1
orais s /idas ‑ Iôô m¸
tl0/-llN- ulNl8lS (MS8M restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2),1] (e 0,+855);
)0° ‑ l8 e ]2,]5
lll0Nl\ (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis larma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]),¯1 (e 0,ôô18);
)0° ‑ l8 e ]2,]5
n
FLUFENAZINA
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: Nas tormula es depot: decanoato 12,5 a
25 mg cada 1 a + semanas.
/aren/ ricas ‑ 25 m¸/m/
-N-1lNS0l ult-N0-10 (MS8M); 8ristol ‑Myers
Squibb
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e ],2 (e ],2);
)0°
n
FLUPENTIXOL
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses. uepress o.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.);
sintomas extrapiramidais trequentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: Nos doentes agitados, estados
contusionais e na porhria.
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria ô a 12 mg/dia em 2 admi‑
nistra es; dose m xima 18 mg/dia. Nos idosos
a dose pode ser 1/+ da dos adultos. - dose no
tratamento da depress o signihcatiramente
mais baixa ‑ 1 mg em dose nica matinal at 2 mg
se necess rio (no idoso metade); dose m xima
] mg/dia.
- tormula o retard dere ser administrada por
ria lM protunda. - dose teste de 20 mg, ap s
pelo menos ¯ dias pode ‑se repetir 20 a +0 mg
cada 2 a + semanas; a dose dere ser ajustada
de acordo com a resposta cl nica; dose m xima
+00 mg/semana; dose habitual de manuten o
50 mg cada + semanas at ]00 mg cada 2 sema‑
nas. Nos idosos a dose dere ser reduzida, pode
chegar a ser 1/+ da dose no adulto jorem.
orais s /idas ‑ ) m¸
llL-N\0l (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e +,1)
(e 0,0ô)8); )0°
/aren/ ricas ‑ 2ô m¸/I m/
llL-N\0l 8l1-8u (MS8M); u. lundbeck (uina‑
marca)
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 1 ml; e ¯,)¯ (e 1,5)+);
)0°
/aren/ ricas ‑ Iôô m¸/I m/
llL-N\0l 8l1-8u (MS8M); u. lundbeck (uina‑
marca)
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e ¯,0] (e ¯,0]);
)0°
n
HALOPERIDOL
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses. 1iques e s n‑
drome de uilles de la 1ourette.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.);
incid ncia elerada de eteitos extrapiramidais.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
tom a metildopa pode prorocar a precipita o
de um quadro demencial.
Posol.: lsicose: [Adultos]: ‑ \ia oral: 0,+ a 15 mg/dia
em 2 ou ] administra es, lM; 2 a 5 mg/+ horas,
decanoato 50 a 100 mg cada + semanas.
[Crianç as]: 0,5 mg/dia em 2 ou ] administra es;
dose m xima 0,05 a 0,15 mg/kg/dia.
Nas outras indica es as doses s o menores:
na dem ncia 0,5 a 1,0 mg/dia at + mg/dia e
nc Icure//e 0,ô a 10 mg/dia, nas crian as 0,05 a
0,0¯ mg/kg/dia.
- tormula o retard (decanoato de haloperi‑
dol) dere ser administrada por ria lM protunda:
50 mg cada + semanas, se necess rio aumentar
ao tim das 1
as
duas semanas em incrementos de
50 mg at ]00 mg cada + semanas; por rezes
s o necess rias doses mais eleradas.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2 m¸/m/
u-lu0l (MS8M); }anssen
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 15 ml; e 1,]+
(e 0,08)]); )0°
orais s /idas ‑ I m¸
u-lu0l (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,25 (e 0,0]¯5); )0°
orais s /idas ‑ 2 m¸
u-lu0l (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],85 (e 0,0ô+2); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
u-lu0l (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,¯] (e 0,0)55); )0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
u-lu0l (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,08 (e 0,1ô8); )0°
/aren/ ricas ‑ 5 m¸/I m/
u-l0ll8lu0l 8-1l0lu-8M 5 Mu/Ml S0lL 0
lN}lt1 \ll (MS8M); 8atiopharm
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 1 ml; e 2,11 (e 0,+22);

/aren/ ricas ‑ 5ô m¸/I m/
u-lu0l ult-N0-10 (MS8M); }anssen
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e +,58 (e +,58);
)0°
2.9. Psicofármacos 119
/aren/ ricas ‑ Iôô m¸/I m/
u-lu0l ult-N0-10 (MS8M); }anssen
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e 5,) (e 5,));
)0°
n
LEVOMEPROMAZINA
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria: 25 a 100 mg.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
N0/lN-N (MS8M); lab. \it ria
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ],1
(e 0,10]]); )0°
orais s /idas ‑ 25 m¸
N0/lN-N 25 (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,¯ (e 0,085);
)0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,1¯
(e 0,0ô)5); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
N0/lN-N 100 (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,)ô
(e 0,1]2¯); )0°
/aren/ ricas ‑ 25 m¸/I m/
N0/lN-N (MS8M); lab. \it ria
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 1 ml; e 1,51
(e 0,251¯); )0°
n
MELPERONA
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria 25 a 200 mg, em 1 a ] ad‑
ministra es.
orais s /idas ‑ 25 m¸
8LNll (MS8M); lundbeck (lrlanda)
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e 2,] (e 0,115);
)0°
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 5,ô1
(e 0,0)]5); )0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
8LNll (MS8M); lundbeck (lrlanda)
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e ),+
(e 0,15ô¯); )0°
n
OLANZAPINA
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.); os
eteitos anticolin rgicos s o importantes.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos
(2.).2.). lotencia o eteito hipotensor dos anti‑
‑hipertensores; o lcool, a carbamazepina, o
omeprazol e a ritampicina podem aumentar o
metabolismo e a excre o da olanzapina; a huro‑
xamina pode diminuir o metabolismo e a excre‑
o da olanzapina.
Posol.: uose inicial: 5 a 10 mg/dia numa administra‑
o nica; pode ‑se aumentar 2,5 a 5 mg/semana
(dose m xima 20 mg/dia).
orais s /idas ‑ 25 m¸
/¥l8l\- (MS8M); lli lilly (uolanda)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ]1,)+
(e 1,1+0¯); )0°
orais s /idas ‑ 5 m¸
/¥l8l\- \ll01-8 (MS8M); lli lilly (uolanda)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ô2,ô5
(e 2,2]¯5); )0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
/¥l8l\- \ll01-8 (MS8M); lli lilly (uolanda)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 125,]
(e +,+¯5); )0°
n
PALIPERIDONA
Ind.: lsquizotrenia.
R. Adv.: lrolongamento do interralo Q1; s ndrome
maligno dos neurol pticos; discin sias tardias;
hiperglicemia; hipotens o ortost tica.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade subst n‑
cia actira, risperidona ou a qualquer um dos
excipientes; potencial para obstru o intestinal
derido a n o detormabilidade do comprimido.
Interac.: lnterac o com tarmacodin mica de ou‑
tros medicamentos de ac o central; a carbama‑
zepina acelera a depura o renal da paliperidona.
Posol.: [Adultos] ‑ uose inicial: ô mg uma rez ao
dia, administrada de manh . - administra o
dere ser padronizada em rela o ingest o de
alimentos. 0 doente dere ser instru do a tomar
sempre a medica o em jejum ou em conjunto
com o pequeno ‑almo o, e a nunca alternar a
torma da toma do medicamento com ou sem
alimentos. - titula o da dose inicial n o ne‑
cess ria.
-lguns doentes podem beneticiar de doses
mais baixas ou mais eleradas, dentro dos limi‑
tes da posologia recomendada de ] a 12 mg
por dia. 0 ajuste posol gico, caso indicado,
dere ocorrer apenas ap s rearalia o cl nica.
Quando indicado um aumento da dose,
recomendado um aumento de ] mg/dia e
geralmente em interralos de mais de 5 dias. No
caso de doentes com distun o renal ligeira
(depura o da creatinina ≥ 50 e < 80 ml/
/min.), a dose inicial recomendada de ] mg,
uma rez ao dia. - dose pode ser aumentada
para ô mg uma rez/dia com base na resposta
cl nica e tolerabilidade. lara doentes com
distun o renal moderada a grare (depura o
da creatinina ≥ 10 e < 50 ml/min.) a dose
inicial recomendada de 1,5 mg, uma rez
ao dia, podendo ser aumentada para ] mg,
uma rez ao dia, ap s rearalia o cl nica. Lma
rez que n o toi estudado em doentes com
depura o da creatinina interior a 10 ml/
/min., n o se recomenda a sua utiliza o no
tratamento destes doentes.
120 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais s /idas ‑ ) m¸
lN\lu- (MS8M); }anssen ‑tilag lnternational (8 l‑
gica)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5),1
(e +,221+); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 118,2
(e +,221+); )0°
orais s /idas ‑ 6 m¸
lN\lu- (MS8M); }anssen ‑tilag lnternational (8 l‑
gica)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 125,2) (e +,+¯+ô); )0°
orais s /idas ‑ 9 m¸
lN\lu- (MS8M); }anssen ‑tilag lnternational (8 l‑
gica)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 1]2,81 (e +,¯+]2); )0°
n
PIMOZIDA
Ind.: S ndrome de uilles de la 1ourette.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ti‑
cos (2.).2.). lrecau o na doen a card aca derido
ao risco de prolongamento do Q1; l8 ou lu.
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose inicial: 1 a 2 mg/dia, em r rias adminis‑
tra es; dose m xima ¯ a 1ô mg/dia.
[Crianç as] ‑ 0,2 mg/kg/dia at m ximo de 10 mg/
dia.
orais s /idas ‑ 1 m¸
08-l l081l (MS8M); }anssen
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,8¯ (e 0,1+¯8); )0°
n
QUETIAPINA
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses.
R. Adv.: lode causar hipotens o ortost tica associa‑
da a tonturas, taquicardia e raramente s ncope. -
hipotens o ortost tica uma ocorr ncia trequen‑
te. 0utros eteitos relatiramente trequentes s o:
aumento de peso, tonturas, obstipa o, xerosto‑
mia e dispepsia. - quetiapina pode determinar
aumento das transaminases. lteitos raros: s ndro‑
me maligno dos neurol pticos, discin sia tardia.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0s doentes derem ser rigia‑
dos para despiste da ocorr ncia de hipotiroidis‑
mo (clinicamente relerante em 0,+° dos doen‑
tes). - utiliza o com patologia cardiorascular
obriga a uma rigil ncia pr xima. - torma o/
erolu o das cataratas dere ser rigiada. Na gra‑
ridez: a sua utiliza o s pode ser justihcada por
benet cios que superem claramente os riscos (h
eteitos adrersos embrio ‑tetais e teratog nicos nos
estudos animais). - quetiapina passa para o leite
materno e a sua utiliza o no aleitamento rege ‑se
pelos mesmos princ pios que na graridez.
Interac.: - co ‑administra o de tenito na e que‑
tiapina aumenta a elimina o de quetiapina. -
carbamazepina, oxcarbazepina, ritampicina, te‑
nobarbital aceleram a elimina o de quetiapina.
timetidina reduz a elimina o da quetiapina. -
quetiapina diminui a elimina o do lorazepam
em 20°.
Posol.: [Adultos] ‑ uose inicial: 50 mg/dia (2 admi‑
nistra es de 25 mg). 1itula o: 25 a 50 mg/dia
at dose de manuten o ]00 mg a +00 mg/dia
em 2 a ] administra es (dose m xima ¯50 mg/
/dia). Nos idosos e na l8 a dose inicial 25 mg e
pode sotrer incrementos de 25 a 50 mg. No tra‑
tamento do epis dio de mania associados per‑
turba o bipolar a dose inicial de 100 mg/dia, a
titula o dere ser por incrementos de 100 mg/dia
(incremento m ximo 200 mg/dia) at dose de
+00 mg/dia (dose m xima 800 mg/dia).
orais s /idas ‑ 25 m¸
Sl80QLll (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,0) (e 0,5ô82); 0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
-l/lN S8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e +,8
(e 0,+8); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 28,85
(e 0,+808); )0°
Sl80QLll S8 (MS8M); -stra/eneca
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e +,8
(e 0,+8); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 28,85
(e 0,+808); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
Sl80QLll (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ôô,2+ (e 1,10+); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
-l/lN S8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1),2¯
(e 1,)2¯); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 115,ô2 (e 1,)2¯); )0°
Sl80QLll (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 102,)] (e 1,¯155); )0°
Sl80QLll S8 (MS8M); -stra/eneca
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1),2¯
(e 1,)2¯); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 115,ô2 (e 1,)2¯); )0°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
-l/lN S8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯¯,1] (e 2,)522); )0°
Sl80QLll (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 155,0+ (e 2,58+); )0°
Sl80QLll S8 (MS8M); -stra/eneca
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2),52
(e 2,)52); )0°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯¯,1] (e 2,)522); )0°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
-l/lN S8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2]ô,22 (e ],)]¯); )0°
2.9. Psicofármacos 121
Sl80QLll S8 (MS8M); -stra/eneca
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2]ô,22 (e ],)]¯); )0°
orais s /idas ‑ 6cmµ µ sse¸c· gue/iaµina, (umara‑
/c 2878 m¸, 6cmµ amare/c· gue/iaµina, (umara/c
II5I) m¸, 6cmµ |rancc· gue/iaµina, (umara/c
2)ô26 m¸
Sl80QLll (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid
(ô comp. p ssego + ] comp. amarelos +
1 comp. branco); e 11,+8 (e 1,1+8); )0°
n
RISPERIDONA
Ind.: lsquizotrenia e outras psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.). -
carbamazepina pode reduzir os n reis de risperi‑
dona e a clozapina pode aument ‑los.
Posol.: uose m dia di ria: 2 a 12 mg/dia, em 2 ad‑
ministra es; iniciar com 2 mg/dia e subir lenta‑
mente. Nos idosos, insuhcientes renais e doentes
debilitados a dose de 1 mg/dia; subir at a um
m ximo de ô mg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I m¸/m/
8lSll8u-l (MS8M); }anssen
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,ô]
(e 0,]5+]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 8,¯5
(e 0,2)1¯); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- 8-lu-ttl (MS8M); 8aldacci
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ),))
(e 0,]]]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- ulNl8lS 1 Mu/Ml S0lL 0 08-l
(MS8M); ueneris
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,ô]
(e 0,]5+]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- ul8Mlu (MS8M); uermed
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 5,5]
(e 0,18+]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- M¥l-N (MS8M); Mylan
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,21
(e 0,]+0]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ),])
(e 0,]1]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ),))
(e 0,]]]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 10,21
(e 0,]+0]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e +1,+]
(e 0,+1+]); )0° ‑ l8 e +5,ô+
8lSll8lu0N- 10llll (MS8M); tolite
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ),) (e 0,]]);
)0° ‑ l8 e 8,¯5
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 5,5
(e 0,18]]); )0° ‑ l8 e 8,¯5
orais s /idas ‑ ô5 m¸
ll8ulN (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],81 (e 0,1)05); )0° ‑ l8 e ],5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,08 (e 0,1ô8); )0° ‑ l8 e ),+]
8lSll8lu0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],81 (e 0,1)05); )0° ‑ l8 e ],5
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,08 (e 0,1ô8); )0° ‑ l8 e ),+]
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],)¯
(e 0,1)85); )0° ‑ l8 e ],+)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,]5
(e 0,1¯25); )0° ‑ l8 e ),5]
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],+¯
(e 0,1¯]5); )0° ‑ l8 e ],+)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),)+
(e 0,1ô5¯); )0° ‑ l8 e ),5]
orais s /idas ‑ I m¸
ll8ulN (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),1¯ (e 0,]1)5); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8u-l (MS8M); }anssen
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,)8 (e 0,]+)¯); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),]5 (e 0,]225); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1+,]+ (e 0,2])); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),1¯ (e 0,]1)5); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 8-lu-ttl 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),]] (e 0,]222); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),]5 (e 0,]225); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1+,]+ (e 0,2])); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- tltlLM 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,02 (e 0,]51); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯
(e 0,28]]); )0° ‑ l8 e 1+,]+
122 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
8lSll8lu0N- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),]5 (e 0,]225); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- ulNlult 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),1¯ (e 0,]1)5); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- ulNl8lS 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,81 (e 0,2)ô8); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,)1 (e 0,1818); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- ul 1 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),2
(e 0,15]]); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,1
(e 0,]55); )0° ‑ l8 e ¯,¯
8lSll8lu0N- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),12 (e 0,]18¯); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- l01lN 1,0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,)8 (e 0,]+)¯); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,55
(e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,¯
8lSll8lu0N- Mllu- 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),¯1 (e 0,]285); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,81 (e 0,2)ô8); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯
(e 0,28]]); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,55
(e 0,]+25); )0° ‑ l8 e 18,)]
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),]] (e 0,]222); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 8ll/lN (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),1 (e 0,]18]); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- S-Nu0/ 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,)8 (e 0,2))¯); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 1lult (MS8M); 1edec ‑ Meiji Suc.
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,]2 (e 0,]ôô); )0° ‑ l8 e ¯,1+
8lSll8lu0N- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,55 (e 0,]¯¯5); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,)¯ (e 0,2))5); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- 10llll 1 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,+8 (e 0,]¯+); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,81 (e 0,2)ô8); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,8 (e 0,2)ô¯); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,]2 (e 0,]ôô); )0° ‑ l8 e ¯,1+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 8,)) (e 0,1+)8); )0° ‑ l8 e 1+,]+
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),¯2
(e 0,]28¯); )0° ‑ l8 e 18,)]
/08lu-l (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),1¯ (e 0,]1)5); )0° ‑ l8 e 1+,]+
orais s /idas ‑ 2 m¸
ll8ulN (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),5¯ (e 0,ô5)5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8u-l (MS8M); }anssen
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +],¯5 (e 0,¯2)2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8u-l QLltkll1 (MS8M); }anssen
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 21,2+
(e 0,¯58ô); )0° ‑ l8 e 1),)8
8lSll8lu0N- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),) (e 0,ôô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,52 (e 0,+¯5]); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),52 (e 0,ô58¯); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 8-lu-ttl 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),8) (e 0,ôô+8); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),) (e 0,ôô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,¯5 (e 0,5¯)2); )0° ‑ l8 e 28,52
2.9. Psicofármacos 123
8lSll8lu0N- tltlLM 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2ô
(e 0,+]]]); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),) (e 0,ôô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- ulNlult 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),52 (e 0,ô58¯); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- ulNl8lS 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,85 (e 0,ô1+2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- ulNl8lS 2 Mu t0Ml8lMlu0S
080ulSll8S \llS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 21,2+
(e 0,¯58ô); )0° ‑ l8 e 1),)8
8lSll8lu0N- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 22,¯5 (e 0,]¯)2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- ul 2 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,¯ (e 0,]ô1¯); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]8,ô5
(e 0,ô++2); )0° ‑ l8 e ]),8
8lSll8lu0N- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]¯,51 (e 0,ô252); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),]+ (e 0,ô55¯); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- l01lN 2,0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +],¯5 (e 0,¯2)2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1+,¯1
(e 0,¯]55); )0° ‑ l8 e 1+,2¯
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +],¯5
(e 0,¯2)2); )0° ‑ l8 e ]),8
8lSll8lu0N- Mllu- 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),) (e 0,ôô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,ôô (e 0,ô11); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 12,1¯
(e 0,8ô)]); )0° ‑ l8 e 11,++
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ]),ô+
(e 0,¯0¯)); )0° ‑ l8 e ]¯,15
8lSll8lu0N- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,ôô (e 0,ô11); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +2,8¯
(e 0,¯1+5); )0° ‑ l8 e ]),8
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ])
(e 0,ô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 8ll/lN (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ])
(e 0,ô5); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- S-Nu0/ 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,85 (e 0,ô1+2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,85 (e 0,ô1+2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- 10llll 2 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,85 (e 0,ô1+2); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]ô,8+ (e 0,ô1+); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,)8 (e 0,]+)¯); )0° ‑ l8 e 28,52
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]8,11
(e 0,ô]52); )0° ‑ l8 e ]),8
/08lu-l (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]),52 (e 0,ô58¯); )0° ‑ l8 e 28,52
orais s /idas ‑ ) m¸
ll8ulN (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 58,ô5 (e 0,)¯¯5); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8u-l (MS8M); }anssen
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ô5,52 (e 1,0)2); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8u-l QLltkll1 (MS8M); }anssen
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 121,8
(e 2,1¯5); )0° ‑ l8 e )0,2)
8lSll8lu0N- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),¯] (e 0,))55); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]8,1¯ (e 0,ô]ô2); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),1¯ (e 0,)8ô2); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 8-lu-ttl ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),12 (e 0,)85]); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),¯] (e 0,))55); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]8,1ô (e 0,ô]ô); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- tltlLM ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]8
(e 0,ô]]]); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),¯] (e 0,))55); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- ulNlult ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),1ô (e 0,)8ô); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ¯0,]1
(e 1,2555); )0° ‑ l8 e )0,2)
124 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
8lSll8lu0N- ulNl8lS ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5+
(e 0,)); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]+,0¯ (e 0,5ô¯8); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- ul ] Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]],8 (e 0,5ô]]); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5ô,15 (e 0,)]58); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 58,ô+ (e 0,)¯¯]); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- l01lN ],0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ô5,52 (e 1,0)2); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- Mllu- ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),¯2 (e 0,))5]); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5+,52 (e 0,)08¯); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5+
(e 0,)); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 8-1l0lu-8M ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 58,ô5 (e 0,)¯¯5); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 8ll/lN (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 58,5 (e 0,)¯5); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- S-Nu0/ ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5+
(e 0,)); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5+
(e 0,)); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- 10llll ] Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5+
(e 0,)); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]]
(e 0,55); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,+) (e 0,5+15); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
/08lu-l (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5),1ô (e 0,)8ô); )0° ‑ l8 e ]8,1¯
orais s /idas ‑ 1 m¸
ll8ulN (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 8],85 (e 1,])¯5); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8u-l QLltkll1 (MS8M); }anssen
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1ô2,]8
(e 2,8))ô); )0° ‑ l8 e 12ô,)]
8lSll8lu0N- ulNlult + Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 8],8ô (e 1,])¯¯); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯¯,1¯ (e 1,28ô2); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 10¯,ô8
(e 1,)22)); )0° ‑ l8 e 12ô,)]
8lSll8lu0N- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +ô,8+ (e 0,¯80¯); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯¯,1¯ (e 1,28ô2); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 81,)¯ (e 1,]ôô2); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 81,)¯ (e 1,]ôô2); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- 10llll + Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯8,8] (e 1,]1]8); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
8lSll8lu0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +ô,++ (e 0,¯¯+); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
/08lu-l (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 81,]] (e 1,]555); )0° ‑ l8 e ¯0,2]
/aren/ ricas ‑ 25 m¸/2 m/
8lSll8u-l t0NS1- (MS8M); }anssen
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ 2 ml; e 12],2 (e 12],2); )0°
/aren/ ricas ‑ )75 m¸/2 m/
8lSll8u-l t0NS1- (MS8M); }anssen
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ 2 ml; e 1ô0,1ô (e 1ô0,1ô); )0°
/aren/ ricas ‑ 5ô m¸/2 m/
8lSll8u-l t0NS1- (MS8M); }anssen
l e reic. p. susp. inj. ‑ lrasco para inject reis
‑ 1 unid ‑ 2 ml; e 1)¯,1+ (e 1)¯,1+); )0°
n
SERTINDOL
Ind.: 1ratamento da esquizotrenia.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ti‑
cos (2.).2.). uerido ao risco de prolongamento
do interralo Q1 dere ‑se tazer monitoriza o com
ltu antes e durante o tratamento.
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria: 12 a 20 mg/dia. 1rata‑
mento dere ser iniciado com a dose de + mg/dia
e sotrer incrementos de + mg cada + dias.
orais s /idas ‑ 1 m¸
Sl8u0llt1 (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 2],¯] (e 1,18ô5); )0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 52,¯5 (e 1,055); )0°
2.9. Psicofármacos 125
orais s /idas ‑ I2 m¸
Sl8u0llt1 (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 15¯,8¯ (e ],15¯+); )0°
orais s /idas ‑ I6 m¸
Sl8u0llt1 (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 210,+) (e +,20)8); )0°
n
SULPIRIDA
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria: +00 a 800 mg/dia, em
2 administra es (dose m xima: 2.+00 mg). No
idoso iniciar com doses de 100 mg/dia. Na l8 a
dose dere ser reduzida.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
u0uM-1ll (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],1] (e 0,15ô5); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5) (e 0,10)8); )0°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
u0uM-1ll l081l (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,88 (e 0,]++); 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,2+ (e 0,28¯]);
)0°
n
TIAPRIDA
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses.
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: uose m dia di ria 200 a +00 mg/dia, em 2 a
] administra es (dose m xima 1.200 mg). No
idoso iniciar com doses de 50 a 100 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
1l-l8lu- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,55 (e 0,12¯5); )0°
‑ l8 e ],+2
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,+¯ (e 0,0)12); )0°
‑ l8 e ¯,1ô
1l-l8lu-l (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,5¯ (e 0,2285); )0°
‑ l8 e ],+2
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),¯¯ (e 0,1ô28); )0°
‑ l8 e ¯,1ô
/aren/ ricas ‑ Iôô m¸/2 m/
1l-l8lu-l (MS8M); Sanoti -rentis
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 2 ml; e 2,]¯ (e 0,])5);
)0°
n
ZIPRASIDONA
Ind.: 1ratamento da esquizotrenia; tratamento da
agita o em doentes esquizotr nicos (s tormu‑
la o inject rel).
R. Adv.: 1aquicardia, hipotens o postural, hiperten‑
s o, sinais extrapiramidais, sonol ncia, cetaleias,
acatisia, distonia, contus o, rertigem, ataxia,
ras/, suda o, altera es da ris o, na seas, obs‑
tipa o, dispepsia, sialorreia, diarreia, dismenor‑
reia, aumento de peso corporal.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade. lode
prolongar o interralo Q1 e originar arritmias
particularmente com outros medicamentos com
o mesmo eteito; entarte do mioc rdio recente, lt
descompensada,
Interac.: Medicamentos que prolongam o interra‑
lo Q1; lcool; pode potenciar o eteito dos anti‑
‑hipertensores; carbamazepina pode reduzir os
n reis de ziprasidona; os agonistas da dopamina
s o antagonizados; os inbidores do t¥l ]-+ au‑
mentam os n reis de ziprasidona.
Posol.: [Adultos] ‑ ls¡ui:c(renia: dose inicial
20 mg 2x/dia com alimentos; dose de manuten‑
o 20 a 80 mg 2x/dia com alimentos.
0cen a |iµc/ar· dose inicial +0 mg 2x/dia com
alimentos. -umentar para ô0 a 80 mg 2x/dia no
2º dia de tratamento.
+¸i/a c· 10 a 20 mg/dia lM (M x: +0 mg/dia);
orais s /idas ‑ 1ô m¸
/llu0\ (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ]1,58 (e 2,255¯); )0°
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 105,25 (e 1,8¯)5);
)0°
orais s /idas ‑ 6ô m¸
/llu0\ (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1]8,]1 (e 2,+ô)8);
)0°
orais s /idas ‑ 8ô m¸
/llu0\ (MS8M); lab. lhzer
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 208,85 (e ],¯2)5);
)0°
n
ZOTEPINA
Ind.: lsquizotrenia.
R. Adv.: -umento de peso muito trequente. So‑
nol ncia trequente. 0bstipa o, astenia, boca
seca, acatisia, sintomas extrapiramidais, altera o
das transaminases s o relatiramente raras. 0s n ‑
reis de cido rico podem descer.
Contra ‑Ind. e Prec.: lpilepsia (a zotepina diminui
o limiar conrulsirante).
Interac.: -s benzodiazepinas aumentam os n reis
s ricos de zotepina. u potencial mas n o toram
demonstradas interac es com imipramina, pro‑
ciclidina, norhuoxetina e cetoconazol.
Posol.: uose inicial: 25 mg, ] rezes/dia que pode ser
aumentada de + em + dias at dose de 100 mg
] rezes/dia; nos idosos a dose inicial 25 mg,
2 rezes/dia at dose m xima de ¯5 mg, 2 rezes/
/dia.
orais s /idas ‑ 25 m¸
/0lll1ll (MS8M); ltaltarmaco
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 11,]5
(e 0,5ô¯5); )0°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2¯,ô]
(e 0,+ô05); )0°
126 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais s /idas ‑ 5ô m¸
/0lll1ll (MS8M); ltaltarmaco
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 55,0¯
(e 0,)1¯8); )0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
/0lll1ll (MS8M); ltaltarmaco
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e )0,8]
(e 1,51]8); )0°
n
ZUCLOPENTIXOL
Ind.: 1ratamento sintom tico das psicoses na tase
aguda (acetato de zuclopentixol, lM) e esquizo‑
trenia e outras psicoses (cloridrato de zuclopen‑
tixol, ria oral).
R. Adv.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lntrodu o aos antipsic ‑
ticos (2.).2.).
Interac.: \. lntrodu o aos antipsic ticos (2.).2.).
Posol.: tloridrato: 20 a ]0 mg/dia, em r rias admi‑
nistra es (dose m xima 150 mg/dia). Nos idosos
10 a 20 mg inicialmente (dose m xima ¯5 mg).
-cetato: injec o lM protunda 50 a 150 mg, se
necess rio repetir ap s 2 a ] dias. No idoso
injec es de 50 a 100 mg. uose cumulatira
m xima +00 mg e n mero m ximo de injec‑
es por tratamento +.
orais s /idas ‑ Iô m¸
tlS08ulN0l (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 8,2] (e 0,1]¯2); )0°
orais s /idas ‑ 25 m¸
tlS08ulN0l (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 18,5) (e 0,]0)8); )0°
/aren/ ricas ‑ 5ô m¸/I m/
tlS08ulN0l -tL1-8u (MS8M); u. lundbeck (ui‑
namarca)
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e ),1] (e ),1]);
)0°
/aren/ ricas ‑ 2ôô m¸/I m/
tlS08ulN0l ull01 (MS8M); u. lundbeck (uina‑
marca)
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 1 unid ‑ 1 ml; e ô,]+ (e ô,]+);
)0°
2.).]. -ntidepressores
0s medicamentos antidepressores t m
demonstrado etic cia no controlo sintom tico das
perturba es depressiras do humor, quer se trate
de depress o major ou de altera o dist mica.
0s antidepressores de um modo geral inter‑
terem com a recapta o de um ou mais neuro‑
transmissores. - noradrenalina e a serotonina
s o os mais relerantes no processo. 0s primeiros
antidepressores apresentaram uma estrutura qu ‑
mica com ] an is de onde derira a designa o
de tric clicos. lstas mol culas inibem de torma
n o selectira a recapta o da noradrenalina e da
serotonina, al m de interterirem com receptores
para r rios outros neurotransmissores. losterior‑
mente desenrolreram ‑se outras mol culas com as
mesmas caracter sticas tarmacol gicas mas com
diterentes estruturas qu micas, surgindo assim o
grupo dos tetracicl cos e grupos com estruturas
atins. 0 conjunto destas mol culas representa
actualmente um grupo heterog neo com etic ‑
cia reconhecida designados por antidepressores
tricicl cos e atins. 0s tricicl cos e atins partilham
o potencial para determinar reac es adrersas
r rias que diterem contudo na intensidade e na
trequ ncia de mol cula para mol cula. -ssim, de
um modo global, os tricicl cos e atins prorocam
seda o, eteitos anticolin rgicos e hipotens o
ortost tica. -s aminas terci rias s o as que pos‑
suem um eteito sedatiro mais potente, mas geral‑
mente ao tim de algumas semanas desenrolre ‑se
toler ncia para este eteito. - maprotilina e a
amoxapina s o as que t m maior potencial pro‑
conrulsirante. - desipramina tem, relatiramente
aos parceiros de grupo, menos eteitos anticoli‑
n rgicos.
- partir da d cada de ô0 t m rindo a ser desen‑
rolridos t rmacos que inibem o metabolismo das
catecolaminas por bloquearem a monoaminoxi‑
dase (M-0) e conhecidos por lM-0. 0s lM-0
t m etic cia bem demonstrada, como antidepres‑
sores; no entanto, a diticuldade da sua utiliza o
cl nica, derido ao risco de crise hipertensira,
lerou a que a sua utiliza o tosse restrita, nunca
tendo sido comercializados em lortugal. 8ecente‑
mente toram desenrolridos lM-0 que por serem
inibidores rerers reis e selectiros para um dos
subtipos de M-0, apresentam menos riscos de
causarem crises hipertensiras. 0s representantes
deste grupo comercializados em lortugal s o a
moclobemida e o pirlindol.
- tentatira de criar mol culas que mantiressem
as propriedades antidepressiras e determinas‑
sem menos ou diterentes reac es adrersas em
rela o aos tricicl cos e atins lerou ao desenrol‑
rimento dos inibidores selectiros da recapta o
da serotonina (lS8S) ‑ fluoxetina, fluvoxamina,
paroxetina, sertralina; distinguem ‑se dos trici‑
cl cos e atins por n o terem atinidade signiticatira
para quaisquer receptores e para o transportador
da noradrenalina. 0utra classe de antidepresso‑
res, de aparecimento mais recente, a dos ini‑
bidores selectiros da recapta o da serotonina e
da noradrenalina (lS8SN) que s o desproridos de
atinidade para receptores, o que contribui para a
minimiza o de reac es adrersas a n rel do SNt
e do aparelho cardiorascular.
lm termos gerais podemos dizer que os dite‑
rentes antidepressores se distinguem mais pelo
seu pertil de reac es adrersas e por proprieda‑
des tarmacocin ticas do que pelo padr o de etic ‑
cia terap utica. - discrimina o e caracteriza o
dos crit rios de selec o dos antidepressores
ticam tora do mbito deste trabalho; no entanto,
pode ‑se adiantar que s o as caracter sticas cl nicas
e a tolerabilidade que presidem a essa selec o.
ueremos tazer notar que em termos de plan‑
tas medicinais, o hiperic o uma das mais bem
estudadas do ponto de rista cl nico. tontudo os
resultados dos estudos existentes s o contradit ‑
rios. Lm ensaio cl nico de importante dimens o
toi conduzido para contirmar resultados anterio‑
res sugestiros de etic cia na depress o e talhou
esse objectiro. lsta inconsist ncia de resultados
2.9. Psicofármacos 127
aliada circunst ncia de o hiperic o determinar
importantes interac es medicamentosas lera a
que a sua utiliza o cl nica n o seja recomendada.
1ric clicos e ahns
0s tric clicos e atins s o indicados em caso de
depress o major e perturba o dist mica. -lguns
t rmacos t m outras indica es adicionais que
ser o indicadas nas respectiras monogratias.
-s reac es adrersas comuns a este grupo de
t rmacos s o a seda o, rari rel com o princ pio
actiro, eteitos anticolin rgicos (reten o urin ria,
quadros contusionais, aumento da press o intra‑
‑ocular, mucosas secas, obstipa o), hipotens o
ortost tica, altera es do ritmo card aco e agra‑
ramento de diabetes pr ‑existente. lst o contra‑
‑indicados ou derem ser usados com precau o
em idosos e nas crian as, que podem manitestar
reac es paradoxais e requerem redu es signiti‑
catiras da dose. - capacidade para conduzir pode
ser atectada. 0s doentes derem ser arisados des‑
tes sinais e sintomas que prerisirelmente poder o
apresentar e do seu signiticado.
0s tric clicos e atins podem apresentar inte‑
rac es com medicamentos simpaticomim ticos
(risco de u1-), com as hormonas tiroideias,
pimozida e com antiarr tmicos (risco de poten‑
cia o do eteito arritmog nico). u risco de se
reriticarem eteitos aditiros nas reac es adrersas
j descritas com medicamentos com eteitos seme‑
lhantes: anti ‑histam nicos, anticolin rgicos, teno‑
tiazinas entre outros.
n
AMITRIPTILINA
Ind.: uepress o, s ndromes de dor cr nica.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Contra ‑Ind. e Prec.: lntarte mioc rdico recente,
arritmias, tase man aca da doen a bipolar, doen‑
a hep tica grare.
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: uoses iniciais de 10 a 20 mg/dia, em adminis‑
tra es traccionadas ou em dose nica ao deitar
(dose m xima di ria 150 mg). Nos idosos a dose
dere situar ‑se entre ]0 a ¯5 mg.
orais s /idas ‑ Iô m¸
-u1 (MS8M); vynn
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,]+
(e 0,0]+); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1,5ô
(e 0,02ô); ]¯°
18¥l1l/0l (MS8M); MS8u
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,+5
(e 0,0+5); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,15
(e 0,0]58); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
-u1 (MS8M); vynn
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,5+
(e 0,0+2]); ]¯°
18¥l1l/0l (MS8M); MS8u
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,)5
(e 0,0+)2); ]¯°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
18¥l1l/0l (MS8M); MS8u
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,88
(e 0,081]); ]¯°
orais s /idas ‑ 75 m¸
-u1 (MS8M); vynn
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,21
(e 0,08ô8); ]¯°
n
AMITRIPTILINA + PERFENAZINA
Ind.: -s dos componentes da associa o, embora se
n o recomende esta associa o.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: ue acordo com as doses recomendadas para
cada um dos componentes. 1er em aten o as
diterentes dosagens dispon reis.
orais s /idas ‑ Iô m¸ + 2 m¸
ML1-80N M (MS8M); Schering ‑llough
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e + (e 0,0ôô¯);

orais s /idas ‑ 25 m¸ + 2 m¸
ML1-80N u (MS8M); Schering ‑llough
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,2+
(e 0,08¯]); 0°
orais s /idas ‑ 25 m¸ + 1 m¸
ML1-80N l (MS8M); Schering ‑llough
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,]]
(e 0,0888); 0°
n
CLOMIPRAMINA
Ind.: uepress o, tratamento da doen a obsessira‑
‑compulsira ou da catalepsia associada narco‑
lepsia.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: \ia oral: uose inicial: 10 mg, titula o cres‑
cente, dose m xima ]0 ‑150 mg diridida por r ‑
rias administra es ou em dose nica ao deitar.
\ia lM: uose di ria inicial: 25 mg; dose di ria m ‑
xima 100 ‑150 mg.
\ia l\: lxige rigil ncia cuidadosa. uose inicial:
25 mg, dose di ria m xima 25 a ¯5 mg.
orais s /idas ‑ Iô m¸
-N-l8-Nll (MS8M); uehante
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,0¯
(e 0,10¯); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,¯5
(e 0,0¯)2); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
-N-l8-Nll (MS8M); uehante
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,81
(e 0,0)ô8); ]¯°
orais s /idas ‑ 75 m¸
-N-l8-Nll (MS8M); uehante
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,58
(e 0,25)¯); ]¯°
128 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
/aren/ ricas ‑ 25 m¸/2 m/
-N-l8-Nll (MS8M); uehante
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e 2,¯ô (e 0,552);
]¯°
n
DOSULEPINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: uose inicial: ¯5 mg/dia em r rias administra‑
es ou numa dose nica ao deitar (dose m xima
di ria 150 mg). No idoso a dose inicial geral‑
mente de 50 mg e a m xima ¯5 mg. lm inter‑
namento hospitalar a dose m xima di ria pode
atingir 225 mg.
orais s /idas ‑ 75 m¸
l801l-ulNl (MS8M); 1eotarma (lt lia)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,)ô
(e 0,2+8); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,])
(e 0,20ô5); ]¯°
n
IMIPRAMINA
Ind.: uepress o. lnurese nocturna nas crian as.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: uoses iniciais: 10 a ¯5 mg, titula o cres‑
cente, at 150 mg, de preter nca ao deitar (dose
m xima di ria 150 ‑200 mg). loss rel dose nica
de 150 mg ao deitar.
[Crianç as] ‑ ¯ anos: 25 mg ao deitar; 8 a 11 anos:
25 a 50 mg ao deitar; > 11 anos: 50 a ¯5 mg ao
deitar. - dura o do tratamento n o dere exce‑
der ] meses, incluindo o per odo de titula o.
orais s /idas ‑ Iô m¸
10l8-Nll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,+¯
(e 0,0+¯); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,1ô
(e 0,0]ô); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
10l8-Nll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,+5
(e 0,0+08); ]¯°
n
MAPROTILINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). 0s eteitos
anticolin rgicos s o menos expressiros; produz
seda o marcada, reduz o limiar conrulsirante.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
uist ria de epilepsia.
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: 25 a ¯5 mg/dia (nos idosos ]0 mg) em ] ad‑
ministra es di rias ou numa dose nica ao dei‑
tar (dose m xima di ria 150 mg).
orais s /idas ‑ Iô m¸
lLul0Mll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 0,8ô (e 0,08ô); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ],81 (e 0,0ô]5); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
lLul0Mll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 5,]ô (e 0,08)]); ]¯° ‑ l8 e +,ô1
M-l801lllN- 8-1l0lu-8M 25 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,)+
(e 0,0)+); ]¯° ‑ l8 e 0,)+
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,+ô
(e 0,0¯+]); ]¯° ‑ l8 e +,ô1
orais s /idas ‑ 5ô m¸
lLul0Mll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,21 (e 0,1¯02); ]¯° ‑ l8 e ¯,52
M-l801lllN- 8-1l0lu-8M 50 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,8
(e 0,0)ô¯); ]¯° ‑ l8 e ¯,52
orais s /idas ‑ 75 m¸
lLul0Mll (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1+,+] (e 0,2+05); ]¯° ‑ l8 e 10,5¯
M-l801lllN- 8-1l0lu-8M ¯5 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,0¯
(e 0,1]+5); ]¯° ‑ l8 e 10,5¯
n
MIANSERINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). u tamb m
o risco de leucopenia, agranulocitose e anemia
apl stica sobretudo no idoso; e ainda icter cia,
artrite e artralgias. 0s eteitos anticolin rgicos e
cardiorasculares s o menos relerantes do que
nos tricicl cos em geral.
Contra ‑Ind. e Prec.: uist ria de epilepsia; dere ‑se
tazer controlo do hemo e leucograma ao hm de
+ semanas nos primeiros ] meses; posteriormen‑
te, o controlo dere ser cl nico e o hemo e leu‑
cograma repetidos se hourer sinais de intec o.
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). tom os antie‑
pil pticos porque reduz o limiar conrulsirante e
porque acelera o metabolismo da carbamazepina,
tenito na e tenobarbital.
Posol.: uose inicial: ]0 a +0 mg (dose m xima ha‑
bitual )0 mg).
orais s /idas ‑ )ô m¸
10l\0N (MS8M); 0rganon lortuguesa
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,05
(e 0,505); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],5¯
(e 0,22ô2); ]¯°
n
MIRTAZAPINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: -umento do apetite e ganho de peso, au‑
mento das enzimas hep ticas, icter cia (obriga
suspens o do tratamento); raramente edema, hi‑
potens o postural, exantema, tremor, mioclonos,
agranulocitose rerers rel, leucopenia.
2.9. Psicofármacos 129
Contra ‑Ind. e Prec.: lpilepsia, altera es da tun‑
o hep tica e renal, hipotens o, hist ria de
reten o urin ria, glaucoma de ngulo aberto,
psicose, hist ria de doen a bipolar, graridez e
aleitamento.
- interrup o abrupta da medica o dere ser
eritada.
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). lotencia o
eteito dos sedatiros e hipn ticos.
Posol.: uose inicial: 15 mg/dia; pode ser aumentada
at +5 mg numa administra o nica ao deitar ou
subdiridida em 2 administra es.
orais s /idas ‑ I5 m¸
Ml81-/-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e ],2ô (e 0,2]2)); ]¯° ‑ l8 e ],02
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 10,58 (e 0,188)); ]¯° ‑ l8 e 10,]8
Ml81-/-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,ô+
(e 0,221]); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2,]] (e 0,2]]); ]¯° ‑ l8 e 2,1ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ô,12 (e 0,20+); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,8
(e 0,2+); ]¯° ‑ l8 e +,01
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,8]
(e 0,21]8); ]¯° ‑ l8 e 12,0+
Ml81-/-llN- -l1l8 15 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2,+5 (e 0,2+5); ]¯° ‑ l8 e 2,1ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ô,25 (e 0,208]); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- 8lLlllSu (MS8M); 8luehsh (Su cia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 1,18
(e 0,1)ô¯); ]¯° ‑ l8 e 1,]]
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,ô1
(e 0,15]¯); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 1,5)
(e 0,2ô5); ]¯° ‑ l8 e 1,]]
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,8
(e 0,1)]]); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- l-8M0/ 15 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2,52 (e 0,252); ]¯° ‑ l8 e 2,1ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ô,¯ô (e 0,225]); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,5]
(e 0,22ô5); ]¯° ‑ l8 e +,01
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,])
(e 0,21]); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- ulNl8lS 15 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ô,]1 (e 0,210]); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,)]
(e 0,1)88); ]¯° ‑ l8 e 12,0+
Ml81-/-llN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,]+
(e 0,2]+); ]¯° ‑ l8 e 2,21
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,5¯
(e 0,21)); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- Ml8l-\ (MS8M); Merck
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 1,++
(e 0,2+); ]¯° ‑ l8 e 1,]]
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ô5
(e 0,2108); ]¯° ‑ l8 e 12,0+
Ml81-/-llN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 1,+]
(e 0,2]8]); ]¯° ‑ l8 e 1,]]
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,5¯
(e 0,21)); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- lSlull 15 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ],]ô (e 0,2+);
]¯° ‑ l8 e ],02
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 10,)
(e 0,1)+ô); ]¯° ‑ l8 e 10,]8
Ml81-/-llN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 18 unid; e ô,0]
(e 0,]]5); ]¯° ‑ l8 e ],)8
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ),ô]
(e 0,]21); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- 8-1l0lu-8M 15 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,1ô (e 0,202¯); ]¯° ‑ l8 e 11,12
Ml81-/-llN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 1,+
(e 0,2]]]); ]¯° ‑ l8 e 1,]]
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,ô]
(e 0,221); ]¯° ‑ l8 e ô,02
Ml81-/-llN- 10llll 15 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2,]2 (e 0,2]2); ]¯° ‑ l8 e 2,1ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 5,)] (e 0,1)¯¯); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ],22 (e 0,2]);
]¯° ‑ l8 e ],02
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 10,)
(e 0,1)+ô); ]¯° ‑ l8 e 10,]8
Ml81-/-llN- vlN1u80l 15 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); vinthrop
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,+
(e 0,1¯1+); ]¯° ‑ l8 e ],02
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ],8
(e 0,1]5¯); ]¯° ‑ l8 e 5,02
Ml81-/-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 1,¯+ (e 0,1¯+); ]¯° ‑ l8 e 2,1ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e +,55 (e 0,151¯); ]¯° ‑ l8 e 5,]8
Ml81-/-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,¯¯
(e 0,1)2]); ]¯° ‑ l8 e ô,02
8lMl80N S0l1-8 (MS8M); 0rganon lortuguesa
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,51
(e 0,ô1¯); ]¯° ‑ l8 e ô,02
orais s /idas ‑ )ô m¸
Ml81-/-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ]],1 (e 0,5)11); ]¯° ‑ l8 e ]0,2
130 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
Ml81-/-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,]5
(e 0,5¯8]); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1¯,ô (e 0,58ô¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 12,8+
(e 0,ô+2); ]¯° ‑ l8 e 10,ô5
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]5,1]
(e 0,5855); ]¯° ‑ l8 e ]],0¯
Ml81-/-llN- -l1l8 ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1ô,ô¯ (e 0,555¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]2,]ô (e 0,5])]); ]¯° ‑ l8 e ]2,]ô
Ml81-/-llN- 8lLlllSu (MS8M); 8luehsh (Su cia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 11,+2
(e 0,]80¯); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,1¯
(e 0,5])); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1¯,¯] (e 0,5)1); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- l-8M0/ ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 18,1+ (e 0,ô0+¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,]5
(e 0,5¯8]); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- ulNl8lS ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1ô,5+ (e 0,551]); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- }-8- ]0 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ô,82
(e 0,ô82); ]¯° ‑ l8 e ô,2¯
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,2 (e 0,5+);
]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]],]]
(e 0,5555); ]¯° ‑ l8 e ]],0¯
Ml81-/-llN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,ôô
(e 0,588¯); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- l-8lSl-l ]0 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); labestal
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,+]
(e 0,581); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- Mllu- ]0 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ô,)1
(e 0,ô)1); ]¯° ‑ l8 e ô,2¯
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,1+
(e 0,ô0+¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- Ml8l-\ (MS8M); Merck
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]2,8ô
(e 0,5+¯¯); ]¯° ‑ l8 e ]],0¯
Ml81-/-llN- Ml8l-\ ]0 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ô,88 (e 0,ô88); ]¯° ‑ l8 e ô,2¯
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1¯,+] (e 0,581); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ô,82 (e 0,ô82); ]¯° ‑ l8 e ô,2¯
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1ô,2 (e 0,5+); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,5)
(e 0,ô1)¯); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- lSlull ]0 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ]],1
(e 0,5)11); ]¯° ‑ l8 e ]0,2
Ml81-/-llN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,15
(e 0,805); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- 8-1l0lu-8M ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]5,+ô (e 0,5)1); ]¯° ‑ l8 e ]2,]ô
Ml81-/-llN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,+)
(e 0,58]); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
Ml81-/-llN- 1l\- ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e ),02 (e 0,ô++]); ]¯° ‑ l8 e 8,¯8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1¯,+] (e 0,581); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- 10llll ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1ô,5+ (e 0,551]); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
Ml81-/-llN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ]],1
(e 0,5)11); ]¯° ‑ l8 e ]0,2
Ml81-/-llN- vlN1u80l ]0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); vinthrop
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 10,5 (e 0,]¯5); ]¯° ‑ l8 e 1],8]
Ml81-/-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 11,++ (e 0,]81]); ]¯° ‑ l8 e 1+,82
8lMl80N S0l1-8 (MS8M); 0rganon lortuguesa
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,2]
(e 0,80¯¯); ]¯° ‑ l8 e 15,)8
orais s /idas ‑ 15 m¸
Ml81-/-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,)5
(e 0,5]1¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,)5
(e 0,5]1¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- 8lLlllSu (MS8M); 8luehsh (Su cia)
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1+,+2
(e 0,+80¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,21
(e 0,50¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,21
(e 0,50¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
2.9. Psicofármacos 131
Ml81-/-llN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,0]
(e 0,5]+]); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,)ô
(e 0,5]2); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2],12
(e 0,¯¯0¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,18
(e 0,5])]); ]¯° ‑ l8 e 15,05
Ml81-/-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1+,)+
(e 0,+)8); ]¯° ‑ l8 e 15,05
8lMl80N S0l1-8 (MS8M); 0rganon lortuguesa
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +0,1ô
(e 1,]]8¯); ]¯° ‑ l8 e 15,05
n
NORTRIPTILINA
Ind.: uepress o, enurese nocturna nas crian as.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). menos seda‑
tira que os tricicl cos em geral.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: 1itula o crescente at ¯5 ‑100 mg/dia em
r rias administra es; em meio hospitalar at
150 mg.
[Adolescentes e idosos]: ]0 a 50 mg/dia em
doses dirididas.
\a enurese ncc/urna: 8 ‑11 anos: 10 a 20 mg;
> 11 anos: 25 a ]5 mg noite; per odo
m ximo de tratamento continuado ] meses.
orais s /idas ‑ 25 m¸
N081l80l (MS8M); 1ecnitar
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,ô]
(e 0,0815); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,0+
(e 0,0ô¯]); ]¯°
n
REBOXETINA
Ind.: uepress o major.
R. Adv.: \erostomia, obstipa o, ins nia, hipersu‑
da o, taquicardia, rertigem, reten o urin ria e
impot ncia s o ocorr ncias trequentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade ao produ‑
to; o limiar conrulsirante reduzido. - utiliza o
durante a graridez s dere ser considerada se o
benet cio tor claramente superior ao risco po‑
tencial (n o demostrado) de teratogenicidade. -
reboxetina passa para o leite materno, por isso a
sua utiliza o durante o aleitamento dere seguir
a mesma aralia o que durante a graridez.
Interac.: tetoconazol aumenta os n reis s ricos de
reboxetina. 0 lcool pode potenciar os eteitos
depressores do SNt. N o dere ser associado a
inibidores inespec hcos da M-0.
Posol.: [Adultos] ‑ uose inicial: 8 mg/dia (2 admi‑
nistra es de + mg). -o hm de ] semanas a dose
pode ser aumentada para 10 mg/dia. No idoso e
na l8 a dose inicial dere ser + mg/dia (2 admi‑
nistra es de 2 mg). -o hm de ] semanas a dose
pode ser aumentada para ô mg/dia. Na l8 ou lu o
ajuste da dose semelhante ao do idoso.
orais s /idas ‑ 1 m¸
lu80N-\ (MS8M); lab. lhzer
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ),)] (e 0,+)ô5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2¯,52 (e 0,+58¯);
]¯°
n
TRAZODONA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].). muito seda‑
tira mas a actiridade anticolin rgica e cardiot ‑
xica menos signihcatira. lriapismo (suspender
tratamento).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos tric clicos.
Interac.: -s dos tric clicos; antagoniza o eteito anti‑
conrulsirante dos antiepil pticos.
Posol.: uose inicial: 150 mg (100 mg no idoso) em
dose nica ao deitar ou diridida em doses ap s
as retei es. uose m xima ]00 mg/dia, em meio
hospitalar ô00 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
18-/0u0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô2 (e 0,181); ]¯°
‑ l8 e +,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,¯) (e 0,1+ô5); ]¯°
‑ l8 e ),]+
18-/0u0N- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô2 (e 0,181); ]¯°
‑ l8 e +,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,¯) (e 0,1+ô5); ]¯°
‑ l8 e ),]+
18-/0u0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô2 (e 0,181); ]¯°
‑ l8 e +,05
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,¯) (e 0,1+ô5); ]¯°
‑ l8 e ),]+
18l1ltLM (MS8M); -ngelini
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5
(e 0,25); ]¯° ‑ l8 e +,05
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 11,08 (e 0,18+¯); ]¯° ‑ l8 e ),]+
orais s /idas ‑ I5ô m¸
18-/0u0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],05 (e 0,1525); ]¯°
‑ l8 e 2,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,ô¯ (e 0,1++5); ]¯°
‑ l8 e ¯,))
18-/0u0N- Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)] (e 0,1+ô5); ]¯°
‑ l8 e 2,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,]] (e 0,1]88); ]¯°
‑ l8 e ¯,))
18-/0u0N- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)] (e 0,1+ô5); ]¯°
‑ l8 e 2,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,]] (e 0,1]88); ]¯°
‑ l8 e ¯,))
18-/0Nl -t (MS8M); 1ecnitar
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,ô)
(e 0,]]+5); ]¯°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),¯)
(e 0,]2)8); ]¯°
18l1ltLM -t (MS8M); -ngelini
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,ô)
(e 0,]]+5); ]¯°
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),¯)
(e 0,]2)8); ]¯°
132 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
n
TRIMIPRAMINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Interac.: \. 1ric clicos e ahns (2.).].).
Posol.: uose inicial: 50 a ¯5 mg, 2 horas antes de
deitar ou em 2 doses di rias (ose m xima di ria
]00 mg). Nos idosos as doses podem ser cerca de
metade das indicadas para o adulto jorem.
orais s /idas ‑ 25 m¸
SL8M0N1ll 25 (MS8M); lab. \it ria
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 0,¯8 (e 0,0¯8); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ],51 (e 0,0585); ]¯°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
SL8M0N1ll 100 (MS8M); lab. \it ria
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),0ô
(e 0,151); ]¯°

lnibidores da monoaminoxidase do tipo -
n
MOCLOBEMIDA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: -ltera es do sono, tonturas, n useas, ce‑
taleias, agita o, estados contusionais; raramente
aumento das transaminases.
Contra ‑Ind. e Prec.: lstados contusionais agudos,
teocromocitoma.
Interac.: -nalg sicos opi ceos e tamb m com o ibu‑
proteno; risco de crise hipertensira com lerodo‑
pa; anor xigenos; agonistas 5 ‑u11 (a dose destes
dere ser reduzida).
Posol.: uose inicial: ]00 mg/dia (raria o entre
150 mg e ]00 mg) em administra es r rias ap s
as retei es. uose m xima ô00 mg.
orais s /idas ‑ I5ô m¸
-L808l\ (MS8M); Meda lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 5,28 (e 0,2ô+); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 15,2¯ (e 0,25+5); ]¯° ‑ l8 e 12,82
M0tl08lMlu- ulNlult 150 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,01 (e 0,2002); ]¯° ‑ l8 e 12,82
orais s /idas ‑ )ôô m¸
/08l\ (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 25,+5 (e 0,+2+2); ]¯°
n
PIRLINDOL
Ind.: uepress o. - escassa intorma o dispon rel
n o autoriza uma recomenda o para o seu uso
generalizado.
R. Adv.: N useas, r mitos, cetaleias, taquicardia, al‑
tera es do sono, tr mulo, hipotens o.
Contra ‑Ind. e Prec.: lpilepsia, graridez, lu ou l8.
Interac.: Simpaticomim ticos, anti ‑hipertensores,
lerodopa.
Posol.: 100 a 200 mg/dia, em 2 tomas.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
lMlllMlN108 (MS8M); lentatarma
tomp. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e 15,22 (e 0,¯ô1); ]¯°
tomp. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e ]¯,8) (e 0,ô]15);
]¯°
lnibidores selectiros de recapta o da
serotonina (lS8S)
Citalopram, escitalopram, fluoxetina, fluvo‑
xamina, paroxetina, e sertralina s o inibidores
selectiros da recapta o da serotina (lS8S). 1odos
est o indicados no tratamento da depress o, mas
alguns t m outras indica es tais como trata‑
mento da ansiedade generalizada ou altera es
do comportamento alimentar (rer as monogratias
espec ticas).
0s lS8S derem ser usados com precau o
nos doentes com epilepsia, pois podem reduzir
o limiar conrulsirante, doen a card aca, diabe‑
tes mellitus, susceptibilidade para glaucoma de
ngulo techado e se torem usados com medica‑
mentos associados a risco de hemorragia diges‑
tira. 0s lS8S est o associados a um risco acres‑
cido de comportamento suicida nos adolescentes
e por isso o beneticio risco da sua utiliza o dere
ser cuidadosamente araliado. Nesta popula o
s a fluoxetina demonstrou etic cia em ensaios
cl nicos controlados. - suspens o abrupta do
tratamento com lS8S pode induzir um s ndrome
de prira o; por isso a descontinua o do trata‑
mento dere ser teita gradualmente.
0s lS8S n o derem ser iniciados antes de
2 semanas depois da interrup o de um tra‑
tamento com lM-0. 0s eteitos adrersos mais
comuns dos lS8S s o gastrintestinais, geralmente
dependentes da dose, tais como n useas, r mi‑
tos, dispepsia, dor abdominal, diarreia, obstipa‑
o. -norexia e perda de peso s o comuns mas
j houre notitica es de ganho de peso. 8eac es
de hipersensibilidade, tais como ras/, urtic ria,
angioedema, anatilaxia, artralgia, mialgia e toto‑
sensibilidade tamb m podem acontecer. 0utros
eteitos adrersos incluem xerostomia, ansiedade,
cetaleias, ins nia, tremor, tonturas, astenia, alu‑
cina es, sonol ncia, hiponatremia, suda o,
reten o urin ria.
n
CITALOPRAM
Ind.: 1ratamento da doen a depressira. 1ratamento
de altera o do p nico com ou sem agoratobia.
R. Adv.: -s t picas dos inibidores da recapta o da
serotonina (suda o, tremor, cetaleias, tonturas,
ris o turra, sonol ncia, ins nia, agita o, na sea,
xerostomia, obstipa o, diarreia, palpita o, as‑
tenia).
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos inibidores da recap‑
ta o da serotonina. Ltiliza o de inibidores da
monoaminoxidase.
Interac.: -s dos inibidores da recapta o da sero‑
tonina.
Posol.: - dose m dia de 20 mg/dia em administra‑
o nica (dose m xima de ô0 mg/dia). No caso
de altera o do p nico dere ‑se utilizar uma dose
inicial de 10 mg/dia. Nos idosos a dose m xima
de +0 mg/dia.
2.9. Psicofármacos 133
orais s /idas ‑ Iô m¸
tl1-l0l8-M -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,0¯ (e 0,1+¯)); ]¯° ‑ l8 e 1,ô8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e +,++ (e 0,0¯)]); ]¯° ‑ l8 e +,21
tl1-l0l8-M -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 1,+ô (e 0,10+]); ]¯° ‑ l8 e 1,ô8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e +,+
(e 0,0¯8ô); ]¯° ‑ l8 e +,21
tl1-l0l8-M ulNlult 10 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +,)2 (e 0,082); ]¯° ‑ l8 e +,51
/l10ll\ (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ¯,02 (e 0,11¯); 0°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
tl1-l0l8-M -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 8,1+ (e 0,1+5+); ]¯° ‑ l8 e ¯,21
tl1-l0l8-M -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,2) (e 0,1ô]ô); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 8,0ô (e 0,1+])); ]¯° ‑ l8 e ¯,21
tl1-l0l8-M ulNlult 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 8,)) (e 0,1+)8); ]¯° ‑ l8 e ¯,¯]
tl1-l0l8-M v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 2,]2 (e 0,11ô); ]¯° ‑ l8 e 2,]2
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ô,15 (e 0,1025); ]¯° ‑ l8 e ¯,¯]
/l10ll\ (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,85 (e 0,21+2); 0°
orais s /idas ‑ 1ô m¸
tl1-l0l8-M -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 8,)] (e 0,]18)); ]¯° ‑ l8 e ¯,)2
tl1-l0l8-M -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e +,¯
(e 0,]]5¯); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 8,85 (e 0,]1ô1); ]¯° ‑ l8 e ¯,)2
tl1-l0l8-M ulNlult +0 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ),8¯ (e 0,]2)); ]¯° ‑ l8 e 8,+8
tl1-l0l8-M v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ô,¯5 (e 0,225); ]¯° ‑ l8 e 8,+8
/l10ll\ (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 1+,1 (e 0,+¯); 0°
n
ESCITALOPRAM
Ind.: uepress o, ansiedade generalizada. lerturba‑
o do p nico com ou sem agoratobia.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais s o muito co‑
muns (n useas, r mitos), reac es de hipersen‑
sibilidade de todos os tipos incluindo anahlaxia,
xerostomia, ansiedade e irritabilidade, distun o
sexual; conruls es, doen as do morimento e s n‑
drome maligno dos neurol pticos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lase man aca, altera es he‑
p ticas e renais, graridez e aleitamento; doen a
card aca e epilepsia. 8ecentemente a utiliza o
dos lS8S toi associada a um aumento do risco de
suicidio. lsta erentualidade dere ser considerada
e a rigil ncia apropriada dere ser institu da.
Interac.: 0utros medicamentos com ac o seroto‑
nin rgica. lM-0. -lguns antagonistas dos recep‑
tores beta (carredilol, metoprolol, propranolol,
timolol).
Posol.: \a deµress c: 10 mg/dia em dose nica, po‑
dendo subir at 20 mg/dia ao hm de 1 semana.
\a ansiedade: inicialmente 10 mg, pode ser ti‑
tulada lentamente at 20 mg/dia ap s + semanas.
\a µer/ur|a c dc µ nicc: dose inicial 5 mg/dia.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
tll8-ll\ (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
uotas orais, sol. ‑ lrasco conta ‑gotas ‑ 1 unid ‑
15 ml; e 2],) (e 1,5)]]); ]¯°
orais s /idas ‑ Iô m¸
tll8-ll\ (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 11,ôô (e 0,8]2)); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ++,]2 (e 0,¯)1+); ]¯°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
tll8-ll\ (MS8M); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 8],2) (e 1,+8¯]); ]¯°
n
FLUOXETINA
Ind.: uepress o, bulimia nerrosa, doen a obsessira‑
‑compulsira.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais s o muito co‑
muns (n useas, r mitos, dispepsia, altera es
do tr nsito intestinal, anorexia e perda de peso),
reac es de hipersensibilidade de todos os tipos
incluindo anahlaxia, xerostomia, ansiedade e irri‑
tabilidade, distun o sexual, conruls es, doen as
do morimento e s ndrome maligno dos neuro‑
l pticos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lase man aca, altera es he‑
p ticas e renais, graridez e aleitamento; doen a
card aca e epilepsia. 8ecentemente a utiliza o
dos lS8S toi associada a um aumento do risco de
suic dio. lsta erentualidade dere ser considerada
e a rigil ncia apropriada dere ser institu da. N o
dere ser prescrita a menores de 18 anos.
Interac.: 0 eteito dos anticoagulantes potencia‑
do; antagonismo do eteito dos antiepil pticos;
aumento das concentra es plasm ticas de cloza‑
pina e sertindol; risco de toxicidade dos agonistas
5 ‑u11, aumento da toxicidade do l tio; com tra‑
madol h aumento do risco de conruls es.
Posol.: \a deµress c: 20 mg/dia.
\a dcen a c|sessira ‑ccmµu/sira: lnicialmente
20 mg, pode ser titulada lentamente at ô0 mg.
\a |u/imia: ô0 mg.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1 m¸/m/
134 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
llL0\l1lN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 1+0 ml; e ),8¯
(e 0,0¯05); ]¯° ‑ l8 e 12,22
l80/-t (MS8M); lilly
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 1+0 ml; e 1ô,1+
(e 0,115]); ]¯° ‑ l8 e 12,22
orais s /idas ‑ 2ô m¸
ulu-SSlM (MS8M); lab. \it ria
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5 (e 0,5); ]¯° ‑ l8
e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,+2 (e 0,+2]¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]] (e 0,]80¯); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,2¯ (e 0,25+5); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,5 (e 0,1)1¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- -l1l8 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
-lter
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]] (e 0,]80¯); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1] (e 0,2]21); ]¯°
‑ l8 e 11,28
llL0\l1lN- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1] (e 0,21ô¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- -880v8lLl (MS8M); -rrowblue
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],¯¯ (e 0,]¯¯); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,ô5 (e 0,2¯¯5); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,¯8 (e 0,]])); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,)5 (e 0,2ô58); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,81 (e 0,]+ô8); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- 8lLllu-8M- lNu S18l- l-8M-‑
t L1lt- S.-. 20 Mu t lSLl-S (MS8M); 8luephar‑
ma uen ricos
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,08 (e 0,201]); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- tltlLM 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,5ô (e 0,]28); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,+8 (e 0,1)1]); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- tlNl- 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,11 (e 0,2518); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- u-QLlMlu (MS8M); uaquimed
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,08 (e 0,201]); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- l-8M0/ 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
larmoz
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],¯¯ (e 0,]¯¯); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,¯¯ (e 0,1¯)5); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]] (e 0,]80¯); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1] (e 0,2]21); ]¯°
‑ l8 e 11,28
llL0\l1lN- ul8Mlu 20 Mu t lSLl- (MS8M);
uermed
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,51 (e 0,1)18); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- ul 20 Mu t lSLl-S (MS8M); gp
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]] (e 0,]80¯); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 12,2 (e 0,21¯)); ]¯°
‑ l8 e 11,28
llL0\l1lN- l1l (MS8M); l1l
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,]+ (e 0,28)); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- }-8- (MS8M); }aba 8ecordati
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,¯1 (e 0,2)52); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- l-8lSl-l 20 Mu t lSLl-S uL8-S
(MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],)2 (e 0,2]2); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- Mllu- (MS8M); Mepha
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,)ô (e 0,282¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,+5 (e 0,2¯+2); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- N0ulll 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
ur nenthal
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,81 (e 0,]+ô8); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]] (e 0,]80¯); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1] (e 0,2]21); ]¯°
‑ l8 e 11,28
llL0\l1lN- 8-N8-\¥ (MS8M); 8anbaxy
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,]ô (e 0,]0ô); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,ô1 (e 0,2¯ô8); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- S-lll-\ 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
Mepha
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,)ô (e 0,282¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
2.9. Psicofármacos 135
llL0\l1lN- S-Nu0/ 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
Sandoz (-lemanha)
t ps. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 12,5¯ (e 0,251+); ]¯°
‑ l8 e 10,0¯
llL0\l1lN- 1l\- 20 Mu t lSLl-S (MS8M); 1era
lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1],)2 (e 0,2]2); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- 10llll 20 Mu t lSLl-S (MS8M);
tolite
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],8] (e 0,]8]); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15 (e 0,25); ]¯° ‑ l8
e 12,08
llL0\l1lN- 1LNllL/ (MS8M); 8aldacci
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,5¯ (e 0,]¯85); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,2¯ (e 0,2¯12); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- vlN1u80l 20 Mu t lSLl-S
(MS8M); vinthrop
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,) (e 0,2)5); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,8 (e 0,1+ô¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
llL0\l1lN- v¥NN (MS8M); vynn
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],01 (e 0,]01); ]¯°
‑ l8 e ],5)
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),88 (e 0,1ô+¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
l80/-t (MS8M); lilly
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,2¯ (e 0,++¯)); ]¯°
‑ l8 e 5,02
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2],01 (e 0,+10)); ]¯°
‑ l8 e 11,28
lSll-\ (MS8M); Merck
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,)) (e 0,]+)5); ]¯°
‑ l8 e ô,51
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20,0ô (e 0,]]+]); ]¯°
‑ l8 e 12,08
Slllt1LS (MS8M); lab. 8.-. larma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,5 (e 0,1)1¯); ]¯°
‑ l8 e 12,08
n
FLUVOXAMINA
Ind.: uepress o, doen a obsessira ‑compulsira.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais s o muito co‑
muns (n useas, r mitos, dispepsia, altera es
do tr nsito intestinal, anorexia e perda de peso),
reac es de hipersensibilidade de todos os tipos
incluindo anahlaxia, xerostomia, ansiedade e irri‑
tabilidade, distun o sexual, conruls es, doen as
do morimento e s ndrome maligno dos neuro‑
l pticos. u ainda casos descritos de galactorreia.
Contra ‑Ind. e Prec.: u risco de aumento das con‑
centra es de teohlina e aminohlina, pelo que o
uso concomitante dere ser eritado; quando n o
poss rel, a dose de teohlina dere ser reduzida
a metade e dere utilizar ‑se a monitoriza o dos
n reis s ricos. lritar a interrup o brusca do tra‑
tamento.
Interac.: tom a teohlina e aminohlina; antagoniza a
ac o dos antiepil pticos; risco de arritmias com
a tertenadina.
Posol.: uose inicial: 100 mg/dia (dose m xima de
]00 mg). uoses superiores a 100 mg derem ser
distribu das em r rias administra es.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
uLM¥80\ (MS8M); -bbott ll
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 5,2+ (e 0,2ô2); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 15,1ô (e 0,252¯); ]¯° ‑ l8 e 1],18
llL\0\-MlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 2,5+ (e 0,25+); ]¯° ‑ l8 e 2,5+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,8) (e 0,21+8); ]¯° ‑ l8 e 1],18
orais s /idas ‑ Iôô m¸
uLM¥80\ (MS8M); -bbott ll
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,0ô (e 0,+ô¯¯); ]¯° ‑ l8 e 2],0]
llL\0\-MlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,)5 (e 0,]+)2); ]¯° ‑ l8 e 2],0]
n
PAROXETINA
Ind.: uepress o, doen a obsessira ‑compulsira; an‑
siedade generalizada, perturba es de p nico.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais s o muito co‑
muns (n useas, r mitos, dispepsia, altera es
do tr nsito intestinal, anorexia e perda de peso),
reac es de hipersensibilidade de todos os tipos
incluindo anahlaxia, xerostomia, ansiedade e
irritabilidade, distun o sexual, conruls es, do‑
en as do morimento e s ndrome maligno dos
neurol pticos. 0s eteitos extrapiramidais, parti‑
cularmente a discin sia oromandibular, s o mais
trequentes com este lS8S.
Contra ‑Ind. e Prec.: lritar a interrup o abrupta
do tratamento. Na tase inicial do tratamento de
perturba o do p nico pode harer um agrara‑
mento da sintomatologia. N o est recomendado
nas crian as.
Interac.: timetidina, digoxina (reduz os n reis plas‑
m ticos).
Posol.: \a deµress c: dose inicial de 20 mg/dia
mas pode ser aumentada lentamente at 50 mg.
\a dcen a c|sessira ‑ccmµu/sira: dose inicial
de 20 mg e pode atingir ô0 mg; no idoso a
dose m xima de +0 mg.
\a µer/ur|a c dc µ nicc: a dose inicial de
10 mg podendo atingir os 50 mg.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2 m¸/m/
Sl80\-1 (MS8M); uSk
Susp. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 150 ml; e 12,ô)
(e 0,08+ô); ]¯°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iô m¸/m/
u80l-\ (MS8M); ltaltarmaco
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 11,1+
(e 0,]¯1]); ]¯°
S1lllulN (MS8M); l1l (uungria)
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 1],]ô
(e 0,++5]); 0°
136 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
orais s /idas ‑ 2ô m¸
ulNl8\-l (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ¯,5) (e 0,¯5)); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +2,+1 (e 0,¯0ô8); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,ô8 (e 0,]ô1]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- -lMLS (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 15,]ô (e 0,25ô); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2],)¯ (e 0,]))5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- -880v8lLl (MS8M); -rrowblue
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2+,2 (e 0,+0]]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 8,+5 (e 0,+225); ]¯° ‑ l8 e ¯,)+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],25 (e 0,]8¯5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- 8lLllu-8M- 20 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); 8luepharma uen ricos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,]8 (e 0,5]8); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 15,¯) (e 0,2ô]2); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- tltlLM 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,)] (e 0,])ô5); ]¯° ‑ l8 e ¯,)+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 15,15 (e 0,2525); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- tlNl- (MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,+ô (e 0,]5¯¯); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- l-8M0/ 20 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2+,2 (e 0,+0]]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- l0\l1lN- (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 22,08 (e 0,]ô8); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- ulNlult 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],25 (e 0,]8¯5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- ulNl8lS 20 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,8
(e 0,++); ]¯° ‑ l8 e ¯,)+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,+ (e 0,2)); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- ul8Mlu 20 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,]+ (e 0,2¯2]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- ul (MS8M); gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,5ô (e 0,15ô); ]¯°
‑ l8 e +,]
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,8¯ (e 0,1)¯8);
]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- }-8- 20 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS1l‑
u0S (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,]8 (e 0,5]8); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],)¯ (e 0,]))5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,+ (e 0,2)); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- Mllu- 20 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2+,2 (e 0,+0]]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- MlSll80t (MS8M); Sandoz
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2],)¯ (e 0,]))5);
]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 10 unid;
e 5,]8 (e 0,5]8); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 21,+ô (e 0,]5¯¯); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- l-\l-8 (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2],25 (e 0,]8¯5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- lu-8M-kl8N 20 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 20
(e 0,]]]]); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- 8-N8-\¥ 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),] (e 0,]21¯); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- 8-1l0lu-8M 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,+] (e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,+ô (e 0,]5¯¯); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ lrasco ‑ ô0 unid;
e 2+,2 (e 0,+0]]); 0°
l-80\l1lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 8,+5 (e 0,+225); ]¯° ‑ l8 e ¯,)+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),5 (e 0,]25); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- 1lult (MS8M); 1edec ‑ Meiji Suc.
tomp. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ô,]2 (e 0,+51+); 0°
l-80\l1lN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 11,15 (e 0,55¯5); ]¯° ‑ l8 e ¯,)+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),5 (e 0,]25); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- 10llll 20 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,]8 (e 0,5]8); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 21,+ô (e 0,]5¯¯); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
2.9. Psicofármacos 137
l-80\l1lN- vlN1u80l 20 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid; e +,8
(e 0,+8); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 10,+) (e 0,1¯+8); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-80\l1lN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,ô) (e 0,]8+5); ]¯°
‑ l8 e ¯,)+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,11 (e 0,1852);
]¯° ‑ l8 e 15,¯)
l-\l1ll (MS8M); Medibial
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ¯,5) (e 0,¯5)); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +],2ô (e 0,¯21); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
Sl80\-1 (MS8M); uSk
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ¯,5) (e 0,¯5)); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +],2ô (e 0,¯21); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
\0l1-k (MS8M); Medirex lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,0] (e 0,+015); ]¯°
‑ l8 e ¯,)+
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,8 (e 0,1)ô¯); ]¯°
‑ l8 e 15,¯)
/-N0\lN- (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e 5,21 (e 0,521); ]¯° ‑ l8 e +,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2],25 (e 0,]8¯5); ]¯° ‑ l8 e 15,¯)
n
SERTRALINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais s o muito co‑
muns (n useas, r mitos, dispepsia, altera es
do tr nsito intestinal, anorexia e perda de peso),
reac es de hipersensibilidade de todos os tipos
incluindo anahlaxia, xerostomia, ansiedade e irri‑
tabilidade, distun o sexual, conruls es, doen as
do morimento e s ndrome maligno dos neuro‑
l pticos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lase man aca, altera es he‑
p ticas e renais, graridez e aleitamento; doen a
card aca e epilepsia. 8ecentemente a utiliza o
dos lS8S toi associada a um aumento do risco de
suic dio. lsta erentualidade dere ser considerada
e a rigil ncia apropriada dere ser institu da. N o
dere ser prescrita a menores de 18 anos. lritar a
interrup o abrupta do tratamento.
Interac.: 0 eteito dos anticoagulantes potencia‑
do; antagonismo do eteito dos antiepil pticos;
aumento das concentra es plasm ticas de cloza‑
pina e sertindol; risco de toxicidade dos agonistas
5 ‑u11, aumento da toxicidade do l tio; com tra‑
madol h aumento do risco de conruls es.
Posol.: uose inicial: 50 mg que pode ser titulada em
incrementos de 50 mg (dose m xima 200 mg);
doses superiores a 150 mg n o derem ser manti‑
das durante mais de 8 semanas. - dose de manu‑
ten o habitual 50 mg.
1is/as ‑ 2ô m¸/m/
/0l0l1 (MS8M); lab. lhzer
toncentrado p. sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml;
e 12,+ô (e 0,20¯¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
Sl8llN (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,ô+ (e 0,]82); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),ô¯ (e 0,]2¯8); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl8l-\ (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,)¯ (e 0,])85); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18
(e 0,]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 8,08 (e 0,+0+); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
Sl818-llN- -l1l8 50 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,0¯ (e 0,2ô¯8); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- -Sl81- 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,¯ô (e 0,212¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 1ô,) (e 0,]]8); ]¯° ‑ l8 e 11,)1
Sl818-llN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,+8 (e 0,]+1]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- 8lLllu-8M- 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8luepharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,88 (e 0,])+); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1+,2) (e 0,2]82); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- tltlLM 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15
(e 0,25); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- tlNl- 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],5 (e 0,225); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- l-8l8 8lt- (MS8M); larib rica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 18,]) (e 0,]28+); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- l-8M0/ 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 12,¯ô (e 0,212¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- llu8-l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1ô,¯ô (e 0,2))]); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- ulNlult 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),ô¯ (e 0,]2¯8); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- ulNl8lS 50 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 15,¯) (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
138 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
Sl818-llN- ul8llN- (MS8M); uaquimed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,)¯ (e 0,])85); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,+8 (e 0,]+1]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,)¯ (e 0,])85); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],ôô (e 0,22¯¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- ul 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M); gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2,¯2 (e 0,1)+]); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 11,]5 (e 0,202¯); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- l1l 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
l1l
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1),11 (e 0,]+1]); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- }.Nl\lS (MS8M); }. Neres
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1ô,¯ (e 0,2)82); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- }-8- 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
}aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 18,)] (e 0,]]8); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- l-8lSl-l 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 15,¯) (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- Mllu- 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 18,5] (e 0,]]0)); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- Ml8 (MS8M); Mer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1ô,¯1 (e 0,2)8+); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- l-8kl ‑u-\lS (MS8M); larke‑uaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,) (e 0,2)8]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- llNS- (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
Sl818-llN- lu-8M-kl8N 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 15
(e 0,2ô¯)); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- 8-N8-\¥ 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,)8 (e 0,28]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- 8-1l0lu-8M 50 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,)2 (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- S-Nu0/ 50 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,8) (e 0,2)82); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- Sl81-8-l (MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1],]+ (e 0,2]82); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- S0Mlu-l 50 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,]2 (e 0,]]8¯); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- 1l18-l-8M- 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1etratarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,)2 (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- 1l\- 50 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,)¯ (e 0,])85); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,)2 (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 15,¯) (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- 18-llN 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8ioSa de
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,¯
(e 0,+0¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1),11 (e 0,]+1]); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- \lu- (MS8M); \ida
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 15,¯) (e 0,282); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- \l8 (MS8M); lab. \ir
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ¯,¯1 (e 0,]855); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,) (e 0,2)8]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
Sl818-llN- vlN1u80l 50 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S l08 lll tLl- (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 5,]
(e 0,]¯8ô); ]¯° ‑ l8 e 5,1
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 8,2) (e 0,1+8); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
Sl818-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e +,0) (e 0,+0)); ]¯° ‑ l8 e ],ô+
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e )
(e 0,15); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
/0l0l1 (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ),5
(e 0,+¯5); ]¯° ‑ l8 e ¯,]
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,2ô (e 0,+5+]); ]¯° ‑ l8 e 1+,2)
orais s /idas ‑ Iôô m¸
Sl8llN (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,)¯ (e 0,+828); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl8l-\ (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,)¯ (e 0,+828); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
2.9. Psicofármacos 139
Sl818-llN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,¯+ (e 0,+ô2]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- -l1l8 100 Mu t0Ml8lMlu0S 8l\lS‑
1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,2] (e 0,+5]8); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- -Sl81- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); lentatarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,ô) (e 0,2¯82); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 50 unid;
e 2+,8) (e 0,+)¯8); ]¯° ‑ l8 e 1ô,0ô
Sl818-llN- 8-Sl (MS8M); lab. 8asi
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,15 (e 0,5025); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- 8lLllu-8M- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8luepharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),2ô (e 0,]21); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- tlNl- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tinta
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,)5 (e 0,2))2); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- l-8M0/ 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1ô,ô) (e 0,2¯82); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- llu8-l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 25,ô¯ (e 0,+58+); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- ulNlult 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 28,)¯ (e 0,+828); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- ulNl8lS 100 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2+
(e 0,+28ô); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- ul8llN- (MS8M); uaquimed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1),2¯ (e 0,]212); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- ul8Mlu (MS8M); uermed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 20,) (e 0,]+8]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- ul 100 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
gp
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 15,15 (e 0,2¯05); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- l1l 100 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
l1l
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 28,15 (e 0,502¯); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- }.Nl\lS (MS8M); }. Neres
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 25,ô2 (e 0,+5¯5); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- }-8- 100 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
}aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 2¯,88 (e 0,+)¯)); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- l-8lSl-l 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2+
(e 0,+28ô); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- Mllu- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 2¯,2) (e 0,+8¯]); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- Ml8 (MS8M); Mer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 25,ô2 (e 0,+5¯5); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- l-8kl ‑u-\lS (MS8M); larke‑uaris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,¯+ (e 0,+ô2]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- lu-8M-kl8N 100 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MS8M); lharmakern
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2+
(e 0,+28ô); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- 8-N8-\¥ 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8anbaxy
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ]0,15 (e 0,5025); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- 8-1l0lu-8M 100 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2),) (e 0,+)8]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- S-Nu0/ 100 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); Sandoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 25,¯1 (e 0,+285); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- Sl81-8-l (MS8M); 8aldacci
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 1¯,)8 (e 0,]211); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- S0Mlu-l 100 Mu t0Ml8lMlu0S 8l‑
\lS1lu0S (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2),) (e 0,+)8]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- 1l18-l-8M- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1etratarma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 25,¯1 (e 0,+285); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- 1l\- 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 25,¯1 (e 0,+285); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2+
(e 0,+28ô); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- 18-llN 100 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); 8ioSa de
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 28,15 (e 0,502¯); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- \l8 (MS8M); lab. \ir
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 12,+5 (e 0,ô225); ]¯° ‑ l8 e 11,ô¯
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2¯,+5 (e 0,+5¯5); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
Sl818-llN- vlN1u80l 100 Mu t0Ml8lMlu0S
8l\lS1lu0S l08 lll tLl- (MS8M); vinthrop
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 1]
(e 0,2]21); ]¯° ‑ l8 e 1¯,)8
Sl818-llN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1],85 (e 0,2]08); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
/0l0l1 (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e +5,2 (e 0,¯5]]); ]¯° ‑ l8 e 1),2¯
140 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
lnibidores selectiros da recapta o da
serotonina e da noradrenalina (lS8SN)
n
DULOXETINA
Ind.: uepress o. uor neurop tica associada diabe‑
tes. lncontin ncia urin ria de stress.
R. Adv.: Semelhantes s dos lS8S.
Contra ‑Ind. e Prec.: ldosos, doen a card aca, hi‑
pertens o, hist ria de conruls es, aumento da
press o intraocular, altera es da coagula o ou
uso comitante de medicamentos associados a ris‑
co de hemorragia digestira. lu e l8.
Interac.: 0 metabolismo da duloxetina inibido
pela huroxamina e pela ciprohoxacina. 0 uso
concomitante dere ser eritado. \er tamb m as
interac es dos lS8S.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 80 mg em 2 admis‑
tra es di rias. lara minimizar eteitos adrersos
pode ‑se iniciar por ]0 a ô0 mg/dia em 2 adminis‑
tra es durante 2 semanas.
orais s /idas ‑ )ô m¸
t¥M8-l1- (MS8M); lli lilly (uolanda)
t ps. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ô,+¯
(e 0,)2+]); 0°
orais s /idas ‑ 6ô m¸
t¥M8-l1- (MS8M); lli lilly (uolanda)
t ps. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +0,¯)
(e 1,+5ô8); ]¯°
n
MILNACIPRANO
Ind.: uepress o major (do adulto).
R. Adv.: \ertigem, hipersuda o, ansiedade, atron‑
tamentos e dis ria (trequentes); n useas, r mi‑
tos, secura da boca, obstipa o, tremor, palpita‑
es e excita o psicomotora (raras); s ndrome
serotonin rgico, aumento das transaminases e
ras/ s o ocorr ncias excepcionais.
Contra ‑Ind. e Prec.: - utiliza o em doentes com
l8 obriga a uma redu o da dose e em doentes
com hipertroha prost tica, u1-, cardiopatia ou
glaucoma obriga a maior rigil ncia m dica. -
utiliza o de milnaciprano pode comprometer
a capacidade de manobrar re culos. - utiliza o
durante a graridez s dere ser considerada se o
benet cio tor claramente superior ao risco poten‑
cial (n o demostrado) de teratogenicidade tal
como o uso durante o aleitamento uma rez que o
milnaciprano passa para o leite materno. - asso‑
cia o com adrenalina ou noradrenalina por ria
parent rica, clonidina e derirados e lM-0 selec‑
tiros para M-0 - uma contra ‑indica o relatira.
Interac.: N o dere ser administrado em associa o
com lM-0 (n o selectiros ou selectiros para 8),
digit licos, triptanos. - associa o com adrenali‑
na ou noradrenalina por ria parent rica, clonidi‑
na e derirados e lM-0 selectiros para - uma
contra ‑indica o relatira. 0s n reis s ricos do
milnaciprano aumentam cerca de 20° com admi‑
nistra o simult nea com leromepromazina. 0
lcool pode potenciar os seus eteitos depressores
do SNt.
Posol.: uose recomendada 100 mg/dia (em 2 doses
de 50 mg). Na l8 a dose pode ter que ser reduzida
para 50 mg/dia ou mesmo para 25 mg.
orais s /idas ‑ 25 m¸
l\ll (MS8M); lierre labre M dicament
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 12,]¯ (e 0,220)); ]¯°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
l\ll (MS8M); lierre labre M dicament
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 25,05 (e 0,++¯]); ]¯°
n
VENLAFAXINA
Ind.: uepress o. -nsiedade generalizada.
R. Adv.: N useas, cetaleias, ins nias, sonol ncia,
tonturas e hipertens o, xerostomia, astenia, irri‑
tabilidade, conruls es; aumento das transamina‑
ses e do colesterol.
Contra ‑Ind. e Prec.: uist ria de entarte do mio‑
c rdio ou doen a card aca recente (controlar a
tens o arterial se a dose utilizada tor superior a
200 mg); epilepsia, l8 e lu; hist ria de abuso de
drogas. lritar a interrup o s bita do tratamento.
Interac.: tom a cimetidina e com medicamentos
actiros no SNt.
Posol.: uose inicial: ¯5 mg repartida por 2 adminis‑
tra es; se necess rio pode ‑se aumentar ao hm
de algumas semanas para 150 mg (dose m xima
di ria ]¯5 mg).
orais s /idas ‑ )75 m¸
ulNl\lN (MS8M); uenedec
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,¯¯
(e 0,2)2]); ]¯°
\lNl-l-\lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,+]
(e 0,2¯15); ]¯° ‑ l8 e +,]+
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,1ô
(e 0,2¯2); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,¯8
(e 0,2¯8); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,08
(e 0,2ô)]); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- ulNl8lS ]¯,5 Mu t lSLl-S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); ueneris
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,81
(e 0,281); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ¯,ô
(e 0,25]]); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- ul8Mlu (MS8M); uermed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,81
(e 0,281); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,+
(e 0,1+ô¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],2]
(e 0,]2]); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8
(e 0,2ôô¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- Mllu- ]¯,5 Mu t lSLl-S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); Mepha
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,81
(e 0,281); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,+1
(e 0,280]); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,¯2
(e 0,2¯2); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,08
(e 0,2ô)]); ]¯° ‑ l8 e ô,51
2.9. Psicofármacos 141
\lNl-l-\lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ¯,52
(e 0,250¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],]1
(e 0,]]1); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8
(e 0,2ôô¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- 1lN-8l8-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,¯8
(e 0,2¯8); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,]]
(e 0,2¯¯¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,¯]
(e 0,2¯]); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,08
(e 0,2ô)]); ]¯°
\lNl-l-\lN- 10llll ]¯.5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 10 unid;
e ],¯) (e 0,]¯)); ]¯° ‑ l8 e ],ô
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,ô5 (e 0,2)+2); ]¯° ‑ l8 e 1ô,5)
\lNl-l-\lN- \ll-\ (MS8M); uaquimed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,¯2
(e 0,2¯2); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,1ô
(e 0,2¯2); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lNl-l-\lN- vlN1u80l (MS8M); vinthrop
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,2
(e 0,22); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
\lNl-l-\lN- v¥NN (MS8M); vynn
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,28
(e 0,228); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,¯8
(e 0,1)2¯); ]¯° ‑ l8 e ô,51
\lN\lN (MS8M); uecomed
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,¯¯
(e 0,2)2]); ]¯°
\-lNl\ (MS8M); Merck
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,81
(e 0,281); ]¯° ‑ l8 e 2,ô5
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,+1
(e 0,280]); ]¯° ‑ l8 e ô,51
/-8lll\ (MS8M); ltaltarmaco
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 2,5)
(e 0,25)); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ¯,ô¯
(e 0,255¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 75 m¸
ulSlN-\ (MS8M); 1ecnimede
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ¯,+¯
(e 0,¯+¯); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 21,¯+
(e 0,¯2+¯); ]¯°
lll\08 \8 (MS8M); lab. lhzer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ¯,+1
(e 0,¯+1); ]¯° ‑ l8 e ô,0ô
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 21,5ô
(e 0,¯18¯); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
ulNl\lN (MS8M); uenedec
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,1)
(e 0,ô0ô]); ]¯°
ll8l1l\ (MS8M); lab. \it ria
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,ôô
(e 0,5ôô); ]¯° ‑ l8 e ô,0ô
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 11,ô5
(e 0,]88]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
l8-tl1 (MS8M); Lt8
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ô,25
(e 0,ô25); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,]]
(e 0,511); ]¯°
\lNl-l-\lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,+5
(e 0,5+8]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- -l-\ (MS8M); 8aldacci
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ô,25
(e 0,ô25); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,2
(e 0,ô0ô¯); ]¯°
\lNl-l-\lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,+5
(e 0,5+8]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,81
(e 0,581); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,)2
(e 0,5ô+); ]¯°
\lNl-l-\lN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,2)
(e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- 8lLlllSu \8 (MS8M); 8luehsh
(Su cia)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,ôô
(e 0,5ôô); ]¯° ‑ l8 e ô,0ô
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 10,+)
(e 0,]+)¯); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- tltlLM (MS8M); ticlum
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,¯¯
(e 0,5¯¯); ]¯° ‑ l8 e ô,0ô
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,0]
(e 0,501); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,¯]
(e 0,55¯¯); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- ulNl8lS ¯5 Mu t lSLl-S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); ueneris
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- ul8Mlu (MS8M); uermed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 12,21
(e 0,+0¯); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- Mllu- ¯5 Mu t lSLl-S ul ll8l8‑
1- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); Mepha
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,)ô
(e 0,5ô5]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,0+
(e 0,501]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
142 Grupo 2 | 2.9. Psicofármacos
\lNl-l-\lN- 8-N8-\¥ (MS8M); 8anbaxy
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,+5
(e 0,5+8]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- 8-1l0lu-8M ¯5 Mu t lSLl-S ul
ll8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); 8atiopharm
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,))
(e 0,5]]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15
(e 0,5); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- 1lN-8l8-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,5¯
(e 0,552]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,15
(e 0,5]8]); ]¯°
\lNl-l-\lN- 10llll ¯5 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); tolite
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 2),2) (e 0,+882); ]¯° ‑ l8 e 2¯,5]
\lNl-l-\lN- \ll-\ (MS8M); uaquimed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,+5
(e 0,5+8]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- vlN1u80l (MS8M); vinthrop
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,)¯
(e 0,2))); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lNl-l-\lN- v¥NN (MS8M); vynn
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 10,88
(e 0,]ô2¯); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
\lN\lN (MS8M); uecomed
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 18,1)
(e 0,ô0ô]); ]¯°
\-lNl\ (MS8M); Merck
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,2)
(e 0,5+]); ]¯° ‑ l8 e 12,2)
/-8lll\ (MS8M); ltaltarmaco
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,]+
(e 0,511]); ]¯°
orais s /idas ‑ I5ô m¸
ulSlN-\ (MS8M); 1ecnimede
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +1,¯]
(e 1,])1); ]¯°
lll\08 \8 (MS8M); lab. lhzer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +1,+8
(e 1,]82¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
ulNl\lN (MS8M); uenedec
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ]5,02
(e 1,1ô¯]); ]¯°
ll8l1l\ (MS8M); lab. \it ria
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1),)5
(e 0,ôô5); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
l8-tl1 (MS8M); Lt8
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2ô,55
(e 0,885); ]¯°
\lNl-l-\lN- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,1
(e 0,)]ô¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- -l-\ (MS8M); 8aldacci
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2ô,5¯
(e 0,885¯); ]¯°
\lNl-l-\lN- -l1l8 (MS8M); -lter
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,1
(e 0,)]ô¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- -ltlL1lt-lS (MS8M); -lceuticals
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,)8
(e 0,)ôô); ]¯°
\lNl-l-\lN- -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2¯,8]
(e 0,)2¯¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 8lLlllSu \8 (MS8M); 8luehsh
(Su cia)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,¯)
(e 0,5)]); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- tltlLM (MS8M); ticlum
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯
(e 0,82]]); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- tlNl- (MS8M); tinta
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,)¯
(e 0,)ô5¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- ulNl8lS 150 Mu t lSLl-S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); ueneris
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- ul8Mlu (MS8M); uermed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 20,0]
(e 0,ôô¯¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- l-8lSl-l (MS8M); labestal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- Mllu- 150 Mu t lSLl-S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); Mepha
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,)¯
(e 0,)ô5¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- lu-8M-kl8N (MS8M); lharmakern
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 25,]8
(e 0,8+ô); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 8-N8-\¥ (MS8M); 8anbaxy
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 25,28
(e 0,8+2¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- S-Nu0/ (MS8M); Sandoz
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2ô,]1
(e 0,8¯¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2+,¯+
(e 0,82+¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 1lN-8l8-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 28,¯
(e 0,)5ô¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- 10llll (MS8M); tolite
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2¯,)ô
(e 0,)]2); ]¯°
\lNl-l-\lN- \ll-\ (MS8M); uaquimed
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 20,ô]
(e 0,ô8¯¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- vlN1u80l (MS8M); vinthrop
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1+,)
(e 0,+)ô¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lNl-l-\lN- v¥NN (MS8M); vynn
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,88
(e 0,5)ô); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
\lN\lN (MS8M); uecomed
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ]5,02
(e 1,1ô¯]); ]¯°
2.9. Psicofármacos 143
\-lNl\ (MS8M); Merck
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2¯,8]
(e 0,)2¯¯); ]¯° ‑ l8 e 20,ô]
/-8lll\ (MS8M); ltaltarmaco
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 2ô,5ô
(e 0,885]); ]¯°
orais s /idas ‑ 225 m¸
l8-tl1 (MS8M); Lt8
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +),)+
(e 1,ôô+¯); ]¯°
/-8lll\ (MS8M); ltaltarmaco
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +),)5
(e 1,ôô5); ]¯°
-gonistas dos receptores da melatonina
n
AGOMELATINA
Ind.: 1ratamento de epis dios de depress o major
em adultos.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade; distun o
hep tica; inibidores potentes do t¥l1-2 (por
exemplo, huroxamina, ciprohoxacina); dere ‑se
monitorizar as transaminases s ricas durante o
tratamento.
Posol.: - dose recomendada 25 mg uma rez por
dia tomado oralmente ao deitar. -p s duas se‑
manas de tratamento, se n o hourer melhoria
dos sintomas, a dose pode ser aumentada para
50 mg, uma rez por dia, isto , dois comprimidos
de 25 mg tomados ao deitar.
orais s /idas ‑ 25 m¸
\-lu0\-N (MS8M); Serrier (lran a)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 2¯,++ (e 1,)ô); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 51,5] (e 1,8+0+); ]¯°
0utros
n
HIPERICãO
Ind.: 1ratamento de sintomas depressiros de inten‑
sidade ligeira. - ehc cia do hiperic o n o est
bem estabelecida e n o toi estudada com o rigor
exigido aos restantes antidepressiros dispon reis.
- sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -s dos inibidores da recapta o da serotoni‑
na. 1onturas, contus o, tadiga, seda o, sintomas
gastrintestinais.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos inibidores da recapta‑
o da serotonina. lotosensibilidade.
Interac.: S o importantes e com impacto cl nico de‑
rido indu o do t¥l]-+ e do t¥l2t) (com os
antiretrorirais e a rarhna entre outros). Sempre
que o hiperic o tor utilizado em simult neo com
outros medicamentos, a possibilidade de intera‑
o dere ser considerada. lode reduzir a ehc cia
dos contraceptiros orais.
Posol.: uepende das tormula es. No caso da que
se encontra dispon rel no mercado portugu s a
dose m xima s o 2 comp./dia.
orais s /idas ‑ 25ô m¸
-l-t8l (MS8M); Neo ‑larmac utica
tomp. rerest. ‑ lita termossoldada ‑ 20 unid;
e ],2 (e 0,1ô); ]¯°
tomp. rerest. ‑ lita termossoldada ‑ ô0 unid;
e ),ô1 (e 0,1ô02); ]¯°
n
OXITRIPTANO
Ind.: N o existem dados que justihquem a sua utili‑
za o na depress o ou na enxaqueca, pelo que a
sua utiliza o n o recomendada.
R. Adv.: uastralgias, dores abdominais e pr ‑
‑cordiais, xerostomia, anorexia, n useas, r mi‑
tos, obstipa o, hatul ncia; taquicardia, extras‑
s stoles, rertigem, cetaleias, lipot mias, tremores,
mialgias.
Contra ‑Ind. e Prec.: ldoso, insuhciente renal,
anestesia.
Interac.: tom os inibidores n o selectiros da M-0
(n o est o comercializados em lortugal); poss ‑
rel com os lS8S.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
tlNt0l-8M (MNS8M); -ngelini
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; 0°
n
TIANEPTINA
Ind.: uepress o.
R. Adv.: uastralgias, dores abdominais, xerostomia,
anorexia, n useas, r mitos, obstipa o, hatul n‑
cia; taquicardia, extras stoles, pr ‑cordialgia; rer‑
tigem, cetaleias, lipot mias, tremores, mialgias,
lombalgias.
Contra ‑Ind. e Prec.: ldoso, insuhciente renal,
anestesia.
Interac.: tom os inibidores n o selectiros da M-0
(n o est o comercializados em lortugal).
Posol.: uose m dia di ria ]¯,5 mg. No idoso a dose
m dia di ria 25 mg.
orais s /idas ‑ I25 m¸
S1-8l0N (MS8M); Serrier
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 5,1 (e 0,]+);
]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1ô,1)
(e 0,2ô)8); ]¯°
2.).+. l tio
n
LíTIO
Ind.: 1ratamento e prohlaxia da mania, doen a bi‑
polar e depress o recorrente; no comportamento
agressiro ou automutilante.
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais, tremor hno,
poli ria, polidipsia, aumento de peso e edema;
os sinais de intoxica o incluem ris o turra, au‑
mento das perturba es gastrintestinais, traqueza
muscular, agraramento das altera es do SNt
(sonol ncia, disartria, ataxia).
Contra ‑Ind. e Prec.: - litemia dere ser medida
regularmente; a tun o tiroideia dere ser moni‑
torizada; a ingest o de l quidos e s dio dere ser
adequada; l8, doen a card aca e doen as end ‑
144 Grupo 2 | 2.10. Analgésicos e antipiréticos
crinas com altera es do equil brio do s dio;
aleitamento, idosos, tratamento com diur ticos,
miastenia, cirurgia.
Interac.: llt-s, analg sicos, anti ‑hipertensores,
cisaprida, diur ticos, agonistas 5u11, metoclo‑
pramida, domperidona, relaxantes musculares,
parassimpatico mim ticos, teohlina.
Posol.: - dose dere ser ajustada para que a concen‑
tra o s rica de l tio seja de 0,+ a 1 mmol/l, 12 ho‑
ras ap s a administra o entre o +º e o ¯º dia
de tratamento (corresponde a aproximadamente
0,+ a 1,2 g/dia), numa dose nica ou em 2 admi‑
nistra es di rias.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
l8l-ull (MS8M); Sanoti -rentis
tomp. libert. modit. ‑ 8lister ‑ 100 unid; e +,+8
(e 0,0++8); ]¯°
2.10. -nalg sicos e antipir ticos
Neste grupo descrerem ‑se os medicamen‑
tos que t m ac o analg sica e/ou antipir tica
mas que n o interterem com os receptores dos
opi ides e cuja actiridade anti ‑intlamat ria n o
representa a principal ac o do medicamento. 0
grupo dos medicamentos anti ‑intlamat rios n o
ester ides (-lNls), em geral, desenrolrido em
-parelho locomotor (\. urupo ).).
0 cido acetilsalic lico, a propitenazona e o
metamizol (dipirona) t m propriedades analg si‑
cas, anti ‑intlamat rias e antipir ticas, no entanto,
a sua utiliza o cl nica explora tundamentalmente
as propriedades analg sicas e antipir ticas. -
propitenazona existe apenas como componente
de associa es tixas que s o desaconselhadas.
- propitenazona tem um pertil de reac es
adrersas entre as quais as erup es cut neas e a
netrotoxicidade, que desaconselham o seu uso.
0 metamizol considerado um analg sico de eti‑
c cia demonstrada mas o risco de agranulocitose
implica que a sua utiliza o dependa de uma cui‑
dadosa aralia o da rela o risco ‑benet cio tendo
em conta as alternatiras dispon reis.
- clonixina e a flupirtina est o mal estudadas
do ponto de rista cl nico e a intorma o existente
em rela o a qualquer uma delas escassa. N o
t m rantagens terap uticas reconhecidas sobre
outros analg sicos e/ou anti ‑intlamat rios e por
isso derem ser preteridos nas decis es terap uti‑
cas. - clonixina e o clonixato de lisina t m ac o
analg sica, anti ‑intlamat ria e antipir tica.
uere ‑se notar ainda que muitos dos princ pios
actiros se encontram em associa es de doses
tixas, muitas das quais carecem de justitica o
terap utica. Lm exemplo disso s o as associa es
que cont m cate na, porque a dose de cate na
que cont m n o suticiente para exercer eteitos
relerantes. 1amb m trequente existirem asso‑
cia es tixas de analg sicos/antipir ticos com
anti ‑histam nicos e/ou rasoconstritores. lstas
tormula es t m como alro os dirersos sintomas
da s ndrome gripal ou da rulgar constipa o. No
entanto, a sua utiliza o n o recomendada,
particularmente quando cont m rasoconstritores
que apresentam grares problemas de seguran a.
n
ACETILSALICILATO DE LISINA
Ind.: uor ligeira a moderada; pirexia.
R. Adv.: lrrita o g strica, perda gastrintestinal de
sangue assintom tica, aumento do tempo de he‑
morragia, ras/es, broncospasmo.
Contra ‑Ind. e Prec.: -sma, doen a al rgica, l8 ou
lu, desidrata o, graridez, idosos, hist ria de l‑
cera p ptica, hemohlia e nos idosos. Nas crian as
com menos de 12 anos e no aleitamento dere ser
eritado, derido ao risco de s ndrome de 8eye.
Interac.: 0s anti cidos aumentam a excre o uri‑
n ria; aumento do risco de hemorragia e/ou
ulcera o gastrintestinal quando associado a
anticoagulantes ou corticoster ides; aumenta o
eteito da tenito na e do ralproato; redu o da
excre o de metotrexato; antagonismo do eteito
de diur ticos.
Posol.: 6cmc ana/¸ sicc/an/iµir /icc: )00 a
1800 mg/administra o (dose m xima di ria
¯200 mg).
6cmc an/ia¸re¸an/e µ/a¡ue/ ric: 180 mg/dia.
\c/a· 9ôô m¸ de ace/i/sa/ici/a/c de /isina e¡uira‑
/em a 5ôô m¸ de cidc ace/i/sa/ic /icc
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 15ô m¸
-Sllult 250 (MS8M); Sanoti -rentis
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e 1,)]
(e 0,0)ô5); ]¯°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 9ôô m¸
-Sllult 500 (MNS8M); Sanoti -rentis
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; 0°
llS-SllN 500 (MNS8M); ur nenthal
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e 2,)1
(e 0,1+55); ]¯°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ I8ôô m¸
-Sllult 1000 (MS8M); Sanoti -rentis
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e +,]2
(e 0,21ô); ]¯°
llS-SllN 1000 (MS8M); ur nenthal
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e +,5)
(e 0,22)5); ]¯°
/aren/ ricas ‑ 9ôô m¸/5 m/
-Sllult (MS8M); Sanoti -rentis
l e solr. p. sol. inj. ‑ lrasco para inject reis ‑
ô unid ‑ 5 ml; e +,0+ (e 0,ô¯]]); ]¯°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO
Ind.: uor ligeira a moderada; pirexia. lrohlaxia se‑
cund ria de acidentes cardio e cerebrorasculares
isqu micos.
R. Adv.: lrrita o g strica, perda de sangue gastrin‑
testinal assintom tica, aumento do tempo de he‑
morragia, ras/es, broncospasmo.
Contra ‑Ind. e Prec.: -sma, doen a al rgica, l8 ou
lu, desidrata o, graridez, idosos, hist ria de l‑
cera p ptica, hemohlia. lritar nas crian as com
menos de 12 anos e no aleitamento, derido ao
risco de s ndrome de 8eye.
Interac.: 0s anti cidos aumentam a excre o uri‑
n ria; aumento do risco de hemorragia e/ou
ulcera o gastrintestinal quando associado a
anticoagulantes ou corticoster ides; aumenta o
2.10. Analgésicos e antipiréticos 145
eteito da tenito na e do ralproato; redu o da
excre o de metotrexato; antagonismo do eteito
de diur ticos.
Posol.: 6cmc ana/¸ sicc/an/iµir /icc: 500 a
1000 mg/administra o (dose m xima di ria
+000 mg).
6cmc an/ia¸re¸an/e µ/a¡ue/ ric: 100 a
]00 mg/dia.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
-Sl (MS8M); lab. Medintar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,52 (e 0,12ô); 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5 (e 0,08]]); 0°
-Sll8lN- u8 100Mu t0Ml8lMlu0S u-S18088l‑
SlS1lN1lS (MS8M); 8ayer
tomp. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ],5
(e 0,11ô¯); 0°
t-81l- (MS8M); lnst. lusot rmaco
tomp. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ 28 unid; €€ e ],5
(e 0.125); 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
- ‑- ‑S (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. ‑ 8lister ‑ +0 unid; 0°
tlu0 -tl1llS-llt llt0 8-1l0lu-8M (MNS8M);
8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
-Sll8lN- (MNS8M); 8ayer
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
-Sll8lN- M-S1lu \ll (MNS8M); 8ayer
tomp. p. mastigar ‑ lita termossoldada ‑ 10 unid;

Mlu8-Sll8lN- (MNS8M); 8ayer
tomp. eterrescente ‑ lita termossoldada ‑
12 unid; 0°
orais s /idas ‑ 65ô m¸
10lul\ 8l1-8u (MS8M); 8ial
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,81
(e 0,0)05); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,]1
(e 0,0885); ]¯°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO + ÁCIDO
ASCóRBICO
Ind.: -s do cido acetilsalic lico.
R. Adv.: -s do cido acetilsalic lico.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s do cido acetilsalic lico.
Interac.: -s do cido acetilsalic lico.
Posol.: -s do cido acetilsalic lico.
orais s /idas ‑ I5ô m¸ + )ô m¸
- ‑- ‑S 150 (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸ + 21ô m¸
-Sll8lN- t (MNS8M); 8ayer
tomp. eterrescente ‑ lita termossoldada ‑
10 unid; 0°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO + ÁCIDO
ASCóRBICO + CAFEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda a uti‑
liza o cl nica deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + Iôô m¸ + 2ô m¸
t081lu8lll (MNS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + Iôô m¸ + 5ô m¸
u8lll18-l (MNS8M); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO + CAFEíNA
Ind.: -s do cido acetilsalic lico. N o se recomenda
a utiliza o cl nica deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + )ô m¸
Mllu08-l (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO + CODEíNA +
CAFEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda a uti‑
liza o cl nica deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 1ôô m¸ + 75 m¸ + 5ô m¸
u0l\l8-N (MS8M ‑l); 8ayer
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,¯2 (e 0,08ô); 0°
kec/ais ‑ 1ôô m¸ + 75 m¸ + 5ô m¸
u0l\l8-N (MS8M ‑l); 8ayer
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 10 unid;
e 1,+1 (e 0,1+1); 0°
n
ÁCIDO ACETILSALICíLICO +
PARACETAMOL + ÁCIDO ASCóRBICO
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda a uti‑
liza o cl nica deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ )ôô m¸ + 2ôô m¸ + )ôô m¸
-ll88¥l (MNS8M); lab. -zeredos
tomp. eterrescente ‑ 8ecipiente para comprimi‑
dos ‑ 1ô unid; 0°
n
CLONIXINA
Ind.: uor ligeira a moderada.
R. Adv.: lntartamento, pirose, n useas, r mitos;
sonol ncia.
Contra ‑Ind. e Prec.: -ltera es da tun o renal,
lcera p ptica actira, graridez e aleitamento.
Interac.: N o se encontram reterenciadas.
Posol.: lm cada administra o oral 125 a ]00 mg de
clonixina. uose m xima: ¯50 mg/dia.
146 Grupo 2 | 2.10. Analgésicos e antipiréticos
orais s /idas ‑ I25 m¸
-lulM-1l (MS8M); }aba 8ecordati
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e +,1+ (e 0,20¯); ]¯°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
tl0Nl\ (MS8M); lusomedicamenta
t ps. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 5,12 (e 0,512); 0°
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,85 (e 0,++25); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ +0 unid; e 15,+ô (e 0,]8ô5); 0°
/aren/ ricas ‑ Iôô m¸/2 m/
-lulM-1l (MS8M); }aba 8ecordati
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ 2 ml; e 2,0+ (e 0,]+);
]¯°
n
CLOROFENIRAMINA + PARACETAMOL
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + I m¸
t u8lll (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
DEXTROPROPOXIFENO + PARACETAMOL
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda a uti‑
liza o cl nica deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 25 m¸ + )ôô m¸
-lulllNl (MS8M ‑l); lerraz lynce
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô+
(e 0,2]2); 0°
n
FLUPIRTINA
Ind.: uor ligeira a moderada.
R. Adv.: Seda o, tonturas, n useas, epigastralgias,
suda o, xerostomia, ras/ cut neo, altera es da
ris o. Mais raramente podem ocorrer reac es
exantem ticas grares com tebre, aumento das
transaminases e hepatopatia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uistun o hep tica; miaste‑
nia ¸raris (a hupirtina tem um eteito relaxante
muscular).
Interac.: 0 risco de hepatoxicidade aumentado
pelo uso simult neo de paracetamol.
Posol.: ]00 a +00 mg/dia, em ] a + administra es
de 100 mg (dose m xima: ô00 mg/dia).
orais s /idas ‑ Iôô m¸
Ml1-N08 (MS8M); Meda lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,]ô (e 0,]ô8); ]¯°
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 21,]+ (e 0,]55¯); ]¯°
n
METAMIZOL MAGNéSICO
Ind.: uor moderada a grare.
R. Adv.: -granulocitose, leucopenia, trombocitope‑
nia, reac es de hipersensibilidade com choque.
lode ocorrer s ndrome de Sterens ‑}ohnson e s n‑
drome de lyell. 1 m sido descritas tamb m alte‑
ra es renais com olig ria ou an ria, protein ria
e netrite intersticial.
Contra ‑Ind. e Prec.: -sma; porhria, dehci ncia em
desidrogenase do tostato de glucose ‑ô (u ‑ô ‑lu).
Interac.: uere ‑se ter aten o utiliza o simult ‑
nea com anticoagulantes. 0 lcool potencia o
eteito do metamizol.
Posol.: > 15 anos ‑ \ia oral: 500 a 1.000 mg. \ia l\
ou lM: consultar literatura apropriada.
orais s /idas ‑ 575 m¸
u0l0t-lM- (MS8M); }. Neres
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],+5 (e 0,1¯25); ]¯°
‑ l8 e 2,ô2
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,22 (e 0,120]); ]¯°
Ml1-Ml/0l tlNl- (MS8M); tinta
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2 (e 0,1); ]¯° ‑ l8
e 2,ô2
N0l01ll (MS8M); 8oehringer lngelheim
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],+5 (e 0,1¯25); ]¯°
‑ l8 e 2,ô2
/aren/ ricas ‑ 2ôôô m¸/5 m/
N0l01ll (MS8M); 8oehringer lngelheim
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 5 ml; e 2,1] (e 0,+2ô);
]¯°
n
PARACETAMOL
Ind.: uor ligeira a moderada; pirexia.
R. Adv.: S o raras. lst o descritas doen as hemato‑
l gicas, ras/es e pancreatite ap s utiliza o pro‑
longada. Na intoxica o o risco de lu elerado, a
l8 tamb m poss rel.
Contra ‑Ind. e Prec.: lu ou l8; depend ncia do
lcool.
Interac.: 0 uso prolongado de paracetamol aumen‑
ta o eteito dos anticoagulantes; domperidona e
metoclopramida aumentam a absor o do para‑
cetamol.
Posol.: 500 a 1000 mg (dose di ria m xima +000 mg,
tamb m para a administra o parent rica ‑ l\ ‑
em regime de internamento hospitalar).
\c/a· lm cascs de in/cxica c, enccn/ra ‑se indica‑
da a ace/i/cis/e na (\ 6ruµc I7;
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 21 m¸/m/
l-8-M0l-N (MNS8M); lab. Medintar
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 200 ml; 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ )2 m¸/m/
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 120 ml; 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1ô m¸/m/
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 85 ml; e ],15
(e 0,0]¯1); ]¯°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
l-8-tl1-M0l lu-8M-kl8N (MNS8M); lhar‑
makern
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸
1-klll8lN- ll-Su1-8 250 Mu (MS8M); -ngelini
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 12 unid; e ],]8
(e 0,281¯); 0°
2.10. Analgésicos e antipiréticos 147
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
-N1l ‑u8lll -StllllLS (MNS8M); llough larma
tomp. ‑ 8lister ‑ 12 unid; 0°
-18-llu0N (MNS8M); lab. -tral
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
llll8-lu-N (MNS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
tomp. eterrescente ‑ lita termossoldada ‑
1ô unid; 0°
ll88lu0l (MNS8M); }. Neres
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-N-u0l (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 12 unid; 0°
l-N-u0l (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. eterrescente ‑ 8lister ‑ 12 unid; 0°
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-tl1-M0l ulNl8lS 500 Mu t0Ml8lMlu0S
(MNS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-tl1-M0l l-8lSl-l (MNS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-tl1-M0l 8-1l0lu-8M 500 Mu t0Ml8lMl‑
u0S (MNS8M); 8atiopharm
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-tl1-M0l v¥NN (MNS8M); vynn
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-tl10l (MNS8M); -lliance uealthcare
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
l-8-M0l-N (MNS8M); lab. Medintar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
tomp. ‑ 8lister ‑ 500 unid; 0°
l-8Sll ‑t (MNS8M); Norartis t.u. ‑ Nutri o
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
SlNu8llS (MNS8M); tontar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
SLl0llN (MNS8M); lab. 8asi
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
1-klll8lN- ll-Su1-8 500 Mu (MNS8M); -ngelini
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 1ô unid; 0°
1¥llN0l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. ‑ 8lister ‑ 2+ unid; 0°
orais s /idas ‑ 65ô m¸
ull0t-1ll (MS8M); lerrer
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,1+ (e 0,05¯); ]¯°
orais s /idas ‑ Iôôô m¸
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
tomp. ‑ 8lister ‑ 18 unid; e 2,]) (e 0,1]28); ]¯°
‑ l8 e 2,18
u-l-lu-N 1 u (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
tomp. eterrescente ‑ lita termossoldada ‑
]2 unid; e ],8¯ (e 0,120)); ]¯°
u-l-lu-N 1 u (MS8M); 8ristol ‑Myers Squibb
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1ô unid; e 2
(e 0,125); ]¯° ‑ l8 e 1,)+
llS0l-N 1000 (MS8M); lab. -zeredos
tomp. eterrescente ‑ 8ecipiente para comprimi‑
dos ‑ 10 unid; e 1,]] (e 0,1]]); ]¯°
l-8-tl1-M0l ulNl8lS (MS8M); ueneris
l eterrescente ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e 2,+]
(e 0,1215); ]¯° ‑ l8 e 2,+]
l-8-tl1-M0l lu-8M-kl8N (MS8M); lhar‑
makern
tomp. ‑ 8lister ‑ 18 unid; e 1,) (e 0,105ô); ]¯°
‑ l8 e 2,18
l-8-tl1-M0l v¥NN (MS8M); vynn
l eterrescente ‑ Saqueta ‑ 20 unid; e 2,+2
(e 0,121); ]¯° ‑ l8 e 2,+]
\LM-u0l 1u (MS8M); ltaltarmaco
uranulado eterrescente ‑ Saqueta ‑ 20 unid;
e +,51 (e 0,2255); 0°
uranulado eterrescente ‑ Saqueta ‑ +0 unid;
e 8,1] (e 0,20]]); 0°
uranulado eterrescente ‑ Saqueta ‑ ô0 unid;
e 11,51 (e 0,1)18); 0°
kec/ais ‑ I25 m¸
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,1] (e 0,11]);
]¯°
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
l-8-M0l-N (MNS8M); lab. Medintar
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 5 unid; 0°
SLl0llN (MNS8M); lab. 8asi
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 12 unid; 0°
kec/ais ‑ 25ô m¸
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,1) (e 0,11));
]¯°
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
l-8-M0l-N (MNS8M); lab. Medintar
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 5 unid; 0°
SLl0llN (MNS8M); lab. 8asi
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 12 unid; 0°
kec/ais ‑ )25 m¸
l-8Sll ‑S (MNS8M); Norartis t.u. ‑ Nutri o
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
kec/ais ‑ 5ôô m¸
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,2¯ (e 0,12¯);
]¯°
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
SLl0llN (MNS8M); lab. 8asi
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 12 unid; 0°
kec/ais ‑ Iôôô m¸
8lN ‑L ‑80N (MS8M); 8ene
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 10 unid;
e 1,¯1 (e 0,1¯1); ]¯°
l-N-S088l (MNS8M); Sanoti -rentis
Suposit rio ‑ 8lister ‑ 10 unid; 0°
n
PARACETAMOL + ÁCIDO ASCóRBICO
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸ + 25ô m¸
l-8-M0l-N t (MNS8M); lab. Medintar
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; 0°
148 Grupo 2 | 2.11. Medicamentos usados na enxaqueca
n
PARACETAMOL + BROMOFENIRAMINA +
CAFEíNA + ÁCIDO ASCóRBICO
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + ) m¸ + Iô m¸ + )6 m¸
ll\lt0 N (MNS8M); Merck
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
PARACETAMOL + CAFEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôô m¸ + 5ô m¸
-lulk (MNS8M); lab. -zeredos
l p. sol. oral ‑ Saqueta ‑ 20 unid; 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + 2ô m¸
-lMlu8lll (MNS8M); }aba 8ecordati
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
PARACETAMOL + CLOROFENAMINA +
FENILEFRINA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + 1 m¸ + Iô m¸
u8ll0N-l (MNS8M); Merck
tomp. eterrescente ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
PARACETAMOL + CODEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + )ô m¸
u0l ‑L ‑80N l081l (MS8M ‑l); 8ene
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,5) (e 0,12)5); ]¯°
kec/ais ‑ Iôôô m¸ + 6ô m¸
u0l ‑L ‑80N l081l (MS8M ‑l); 8ene
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 10 unid;
e 2,5) (e 0,25)); ]¯°
n
PARACETAMOL + MEPIRAMINA +
CAFEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + 2ô m¸ + )ô m¸
-N1lu8llllNl (MNS8M); uSk tons. uealthcare
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
PARACETAMOL + PROPIFENAZONA +
CAFEíNA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes. Notar que a propite‑
zona tem um elerado risco de netrotoxicidade e
erup es cut neas.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 25ô m¸ + I5ô m¸ + 5ô m¸
S-8lu0N ‑N (MS8M); 8ayer
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,2¯ (e 0,12¯); 0°
n
PARACETAMOL + PSEUDOEFEDRINA
Ind.: -s dos componentes. N o se recomenda o uso
deste tipo de associa es.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: -s dos componentes.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + )ô m¸
SlNL1-8 ll (MS8M); }ohnson 8 }ohnson
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô5 (e 0,2]25); 0°
2.11. Medicamentos usados na
enxaqueca
0s principais medicamentos usados no trata‑
mento da enxaqueca s o os triptanos. 0s deri‑
rados ergotam nicos, embora eticazes, s o hoje
considerados de segunda escolha. 0utros t rma‑
cos podem ser teis na enxaqueca, tais como os
bloqueadores beta, mas n o s o reteridos neste
grupo.
1riptanos
0s triptanos s o agonistas dos receptores
5 ‑u11 da serotonina e t m etic cia espec tica no
tratamento da tase aguda da enxaqueca. lst o
indicados no tratamento da tase aguda da enxa‑
queca e cetaleia de c/us/er.
-s reac es adrersas mais comuns s o sen‑
sa o de tormigueiros, calor, peso ou press o
em qualquer parte do corpo incluindo o t rax
e a regi o precordial, atrontamentos, tonturas,
traqueza, n useas e r mitos. 0s triptanos est o
contra ‑indicados ou derer o ser usados com pre‑
cau o em doentes com doen a isqu mica car‑
d aca, entarte mioc rdico anterior, rasoespamo
2.11. Medicamentos usados na enxaqueca 149
coron rio, hipertens o n o controlada, distun o
hep tica, graridez e aleitamento. 0s triptanos n o
derem ser utilizados em associa o com outros
medicamentos para a enxaqueca (particularmente
ergotam nicos).
-s interac es mais comuns com triptanos s o
com os lM-0, incluindo a moclobemida, com os
inibidores selectiros da recapta o da serotonina
e com o lí tio (aumento do risco de toxicidade
cerebral); com ergotamina (risco acrescido de
rasoconstri o).
n
ALMOTRIPTANO
Ind.: 1ratamento das crises agudas de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.). Notar que o almotrip‑
tano metabolizado pelo t¥l]-+ e est sujeito
a interac es com os inibidores deste sistema
enzim tico.
Posol.: ô,5 a 12,5 mg o mais cedo poss rel ap s
o in cio da crise; se hourer recorr ncia, a dose
pode ser repetida ap s 2 horas (dose m xima
25 mg/dia). lm doentes com l8 ou lu moderada
a grare a dose inicial dere ser ô,5 mg (dose m xi‑
ma 12,5 mg/dia).
orais s /idas ‑ I25 m¸
-lM0u8-N (MS8M); -lmirall
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid;
e 15,12 (e 5,0+); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e ]0,2ô (e 5,0+]]); ]¯°
n
ELETRIPTANO
Ind.: 1ratamento das crises agudas de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.). lst contra ‑indicado
na lu grare.
Posol.: 20 a +0 mg o mais cedo poss rel ap s o in cio
da crise; se hourer recorr ncia, a dose pode ser
repetida ap s 2 horas (dose m xima 80 mg/dia).
orais s /idas ‑ 1ô m¸
8lll81 (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid;
e 1+,++ (e +,81]]); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e 28,8ô (e +,81); ]¯°
n
FROVATRIPTANO
Ind.: 1ratamento das crises agudas de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.). lst contra ‑indicado
na lu grare.
Posol.: 2,5 mg o mais cedo poss rel ap s o in cio
da crise; se hourer recorr ncia, a dose pode ser
repetida ap s 2 horas (dose m xima 5 mg/dia).
orais s /idas ‑ 25 m¸
u08llSl (MS8M); Menarini (luxemburgo)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),]2
(e +,ôô); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e 2ô,¯] (e +,+55); ]¯°
Mlu-8u (MS8M); Menarini (luxemburgo)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),]2
(e +,ôô); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e 2ô,¯] (e +,+55); ]¯°
n
NARATRIPTANO
Ind.: 1ratamento das crises agudas de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.).
Posol.: 2,5 mg o mais cedo poss rel ap s o in cio
da crise; se hourer recorr ncia a dose pode ser
repetida ap s + horas (dose m xima 5 mg/dia). -
dose dere ser reduzida na l8.
orais s /idas ‑ 25 m¸
N-8-Mlu (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),25
(e +,ô25); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e 2ô,)] (e +,+88]); ]¯°
n
OXITRIPTANO
\. Subgrupo (2.).].).
orais s /idas ‑ Iôô m¸
tlNt0l-8M (MNS8M); -ngelini
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
n
RIZATRIPTANO
Ind.: 1ratamento das crises agudas de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.). Notar que o rizatrip‑
tano metabolizado pelo t¥l]-+ e est sujeito
a interac es com os inibidores deste sistema
enzim tico.
Posol.: 10 mg o mais cedo poss rel ap s o in cio da
crise; se hourer recorr ncia, a dose pode ser re‑
petida ap s 2 horas (dose m xima 20 mg/dia). lm
doentes medicados com propanolol, o rizatripta‑
no dere ser administrado pelo menos 2 horas
ap s a ltima toma de propanolol.
orais s /idas ‑ Iô m¸
M-\-l1 (MS8M); MS8u
tomp. ‑ 8lister ‑ ] unid; e 15,1] (e 5,0+]]); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô unid; e 28,¯5 (e +,¯)1¯); ]¯°
n
SUMATRIPTANO
Ind.: 1ratamento agudo das crises de enxaqueca.
tetaleia de c/us/er (apenas a tormula o St).
R. Adv.: -umento transit rio da press o arterial,
bradicardia ou taquicardia e altera o das proras
de tun o hep tica; pode ainda causar conrul‑
s es, mas mais raramente.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.).
Interac.: \. 1riptanos (2.11.).
Posol.: \ia oral: 100 mg (por rezes 50 mg suh‑
ciente) o mais precocemente poss rel; se a crise
recorrer ap s al rio inicial a dose pode ser repeti‑
150 Grupo 2 | 2.11. Medicamentos usados na enxaqueca
da. 0 doente que n o responde inicialmente n o
dere repetir (dose m xima ]00 mg/dia).
\ia St: ô mg o mais precocemente poss rel; se a
crise recorrer ap s al rio inicial a dose pode ser
repetida ao hm de pelo menos 1 hora. 0 doente
que n o responde inicialmente n o dere repetir
(dose m xima 12 mg/dia).
\ia intranasal: 20 mg (1 spray) o mais precoce‑
mente poss rel; se a crise recorrer ap s al rio ini‑
cial a dose pode ser repetida ao hm de pelo menos
2 horas. 0 doente que n o responde inicialmente
n o dere repetir (dose m xima +0 mg/dia).
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸
lMlu8-N8-ulS (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. dispers rel ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 10,+)
(e 5,2+5); ]¯° ‑ l8 e ¯,]1
orais s /idas ‑ 5ô m¸
SLM-18ll1-N0 ulNl8lS 50 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 2 unid; e 5,05 (e 2,525);
]¯° ‑ l8 e ¯,]1
/aren/ ricas ‑ 6 m¸/ô5 m/
lMlu8-N (MS8M); ulaxo vellcome
Sol. inj. ‑ Seringa pr ‑cheia ‑ 2 unid ‑ 0,5 ml;
e +2,+1 (e 21,205); ]¯°
n
ZOLMITRIPTANO
Ind.: 1ratamento agudo das crises de enxaqueca.
R. Adv.: \. 1riptanos (2.11.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1riptanos (2.11.). S ndrome
de volte ‑larkinson ‑vhite ou arritmias associadas
a rias de condu o acess rias.
Interac.: \. 1riptanos (2.11.).
Posol.: 2,5 mg o mais precocemente poss rel; se
a crise recorrer ap s al rio inicial ou persistir a
dose pode ser repetida ao hm de 2 horas. Neste
caso nas crises seguintes a dose inicial dere ser de
5 mg (dose m xima 15 mg/dia).
\asais ‑ 5 m¸/dcse
/0Mlu N-S-l (MS8M); -stra/eneca
Sol. p. pulr. nasal ‑ lrasco ‑ 2 unid ‑ 1 dose(s);
e 1),81 (e ),)05); ]¯°
orais s /idas ‑ 25 m¸
/0Mlu (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ] unid;
e 15,1+ (e 5,0+ô¯); ]¯°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e 2¯,2¯ (e +,5+5); ]¯°
/0Mlu 8-llMll1 (MS8M); -stra/eneca
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 2 unid; e ),8+
(e +,)2); ]¯°
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e 25,1
(e +,18]]); ]¯°
orais s /idas ‑ 5 m¸
/0Mlu (MS8M); -stra/eneca
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô unid;
e +8,5+ (e 8,0)); ]¯°
/0Mlu 8-llMll1 (MS8M); -stra/eneca
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ ô unid; e +8,5+
(e 8,0)); ]¯°
uerirados ergotam nicos
0 tartarato de ergotamina por ria oral e a
dihidroergotamina por ria l\ ou nasal (spray)
demonstraram etic cia no tratamento das crises
agudas de enxaqueca. - dihidroergotamina por
ria oral n o eticaz no tratamento da crise e no
tratamento de manuten o a sua etic cia incerta,
pelo o que estas tormula es n o s o recomenda‑
das. -s reac es adrersas associadas ao uso destes
medicamentos, nomeadamente a depend ncia e a
rasoconstri o perit rica implicam que a utiliza‑
o destes medicamentos seja cautelosa. 0 risco
de induzir cetaleias dependentes dos analg sicos
desaconselha o uso de associa es de ergotam ‑
nicos com outros analg sicos ou com cate na. -
prescri o destas associa es desaconselhada.
n
ERGOTAMINA + PARACETAMOL +
BELADONA (ALCALóIDES) + CAFEíNA
Ind.: - sua utiliza o n o recomendada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 8e/adcna, a/ca/ ides ôI m¸ +
6a(e na Iôô m¸ + lr¸c/amina, /ar/ara/c I m¸ +
/arace/amc/ 1ôô m¸
Mlu8l1ll (MS8M); 8ial
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 5,0] (e 0,2515); 0°
n
MESILATO DE DI ‑HIDROERGOTAMINA
Ind.: 1ratamento da enxaqueca.
R. Adv.: N useas, r mitos, rertigens, dor abdomi‑
nal, diarreia, c ibras musculares; ocasionalmente
agraramento da cetaleia. uor pr ‑cordial, isqu ‑
mia do mioc rdio, raramente entarte do mioc r‑
dio; ergotismo, hbrose pleural e peritoneal.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoen a rascular perit rica,
doen a coron ria, s ndrome de 8aynaud; distun‑
o hep tica ou renal, sepsis, hipertens o dit cil
de controlar, hipertiroidismo, graridez, aleita‑
mento, porhria.
Interac.: 8isco de ergotismo com uso simult neo
de macr lidos, indinarir, nelhnarir, ritonarir,
saquinarir; os beta ‑bloqueantes aumentam a ra‑
soconstri o perit rica; o risco de rasoespasmo
aumenta com o uso simult neo de triptanos.
Posol.: 10 mg/dia (1 c psula de manh e 1 noite).
orais s /idas ‑ 5 m¸
Slul08 8l1-8u (MS8M); lab. -zeredos
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,)8
(e 0,1))¯); 0°
0utros
n
PARACETAMOL + CODEíNA + BUCLIZINA
Ind.: - sua utiliza o n o recomendada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
2.12. Analgésicos estupefacientes 151
orais s /idas ‑ 5ôô m¸ + 8 m¸ + 625 m¸
Mlu8-ll\l (MS8M ‑l); }ohnson 8 }ohnson
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 12 unid; e 2,]8
(e 0,1)8]); 0°
2.12. -nalg sicos estupetacientes
Analgé sicos opiá ceos
0s opi ceos podem ser classiticados como ago‑
nistas, agonistas ‑antagonistas mistos ou agonistas
parciais de acordo com a sua actiridade nos recep‑
tores opi ides. lst o descritas ] categorias princi‑
pais de receptores opi ides: miu (m), kappa (k) e
delta (d). 0s receptores miu medeiam a analgesia
supraespinal e espinal tipo morfina, a seda o, a
depress o respirat ria, a inibi o da motilidade
intestinal e a modula o da liberta o de r rios
neurotransmissores e hormonas; os receptores
delta medeiam tamb m a analgesia supraespinal
e espinal bem como a modula o da liberta o de
r rios neurotransmissores e hormonas; os recep‑
tores kappa, para al m do seu enrolrimento na
analgesia supraespinal e espinal e na inibi o da
motilidade intestinal, parecem ser os enrolridos
nos eteitos psicomim ticos (ex: alucina es). -s
ac es dos analg sicos opi ceos actualmente dis‑
pon reis podem ser detinidas em tun o da com‑
bina o da sua actiridade sobre esses receptores.
0s opi ceos agonistas, tipo morfina, t m acti‑
ridade nos receptores miu e possirelmente nos
kappa. 0s agonistas incluem os alcal ides natu‑
rais do pio (morfina e code na), os an logos
semissint ticos (hidromorfona, oximortona, oxi‑
codona) e os compostos sint ticos (meperidina,
lerortanol, fentanilo, metadona). 0s agonistas‑
‑antagonistas mistos (nalbutina, pentazocina) t m
actiridade agonista nuns receptores e antagonista
noutros; por outro lado tamb m existem os ago‑
nistas parciais (butortanol, buprenorfina). 0 tra‑
madol, tamb m considerado neste grupo, um
agonista traco sobre os receptores miu e dere o
seu eteito analg sico sua interter ncia noutros
sistemas, nomeadamente a uma potencia o da
transmiss o serotonin rgica e inibi o da recap‑
ta o de noradrenalina.
0s opi ceos apresentam um pertil de reac es
adrersas caracter sticas da classe e de que se
salienta o potencial para indu o de depend n‑
cia t sica que n o dere, no entanto, impedir que
os doentes com quadros dolorosos signiticati‑
ros sejam adequadamente tratados. -s reac es
adrersas mais trequentes s o as tonturas, seda‑
o, n useas e r mitos e suda o. -l m destes,
podem acontecer: eutoria, distoria, estados con‑
tusionais, ins nia, agita o, medo, alucina es,
sonol ncia, incoordena o dos morimentos,
altera o do humor, cetaleias, altera es da ris o,
miose, tremor, conruls es, aumento da press o
intracraniana. - n rel do tubo digestiro reterem‑
‑se dor abdominal, altera es do gosto, boca seca,
anorexia e obstipa o. uo aparelho cardiorascu‑
lar: atrontamentos, calatrios, colapso da circula‑
o perit rica, taquicardia, bradicardia, arritmias,
hipertens o, hipotens o ortost tica e s ncope. No
aparelho geniturin rio: espasmos dos est ncteres,
reten o urin ria, olig ria, eteito antidiur tico,
redu o da l bido, impot ncia. u ainda a reterir
reac es de hipersensibilidade, prurido, urtic ria,
laringospasmo. lode tamb m mencionar ‑se a pos‑
sibilidade de broncospasmo, redu o do retlexo
da tosse, altera es da regula o t rmica, rigidez
muscular, parestesias. l nunca se dere esquecer
o risco de depress o respirat ria. -s doses derem
ser reduzidas quando h l8.
n
BUPRENORFINA
Ind.: uor p s ‑operat ria moderada a grare, dor on‑
col gica, nerralgia do trig meo, dor traum tica e
da c lica renal.
R. Adv.: -s t picas dos opi ceos (\. lntrodu o
2.12.).
Contra ‑Ind. e Prec.: Lsando com precau o em
doentes com hist ria de utiliza o de opi ceos,
com tun o respirat ria comprometida, hipo‑
tiroidismo, mixedema, doen a de -ddison, l8
ou lu grare, doentes debilitados e doentes com
les es do SNt. lara os dispositiros transd rmi‑
cos, as reac es adrersas e interac es podem
obserrar ‑se mesmo ap s remo o do dispositiro.
Interac.: lotencia o do eteito do lcool, benzo‑
diazepinas e de outros depressores do SNt. tom
o diazepam pode causar colapso respirat rio ou
cardiorascular.
Posol.: - dose tem que ser ajustada consoante o
doente j tem experi ncia pr ria com opi ides
ou n o. Se n o tirer, dere ‑se usar o dispositiro
de menor dosagem para iniciar o tratamento.
0 in cio do eteito lento e pode ser necess rio
terap utica adjurante durante essa tase. Lma
rez titulada a dose, os dispositiros derem ser
substitu dos cada ] dias ou no m ximo ap s
+ dias.
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ )5 u¸//
18-NS1lt ]5 mu/u (MS8M especial ‑l); ur nenthal
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ]ô,¯5
(e ¯,]5); ]¯°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 10 unid;
e ô¯,2¯ (e ô,¯2¯); ]¯°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 525 u¸//
18-NS1lt 52,5 mu/u (MS8M especial ‑l); ur nen‑
thal
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 52,1+
(e 10,+28); ]¯°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 10 unid;
e )),1) (e ),)1)); ]¯°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 7ô u¸//
18-NS1lt ¯0 mu/u (MS8M especial ‑l); ur nenthal
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ô8,1)
(e 1],ô]8); ]¯°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 10 unid;
e 12¯,18 (e 12,¯18); ]¯°
n
FENTANILO
Ind.: uor cr nica grare.
R. Adv.: -s dos opi ceos.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos opi ceos. lara os dis‑
positiros transd rmicos, as reac es adrersas e
interac es podem obserrar ‑se mesmo ap s re‑
mo o do dispositiro.
152 Grupo 2 | 2.12. Analgésicos estupefacientes
Posol.: lndiridualizada, em regra um dispositiro
contendo 2,5 a ¯,5 mg, de ¯2 em ¯2 horas.
8ucais e ¸en¸irais ‑ ô2 m¸
-t1lQ (MS8M especial ‑l); tephalon (8eino Lnido)
lastilha comp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1]+,)8
(e 8,))8¯); ]¯°
8ucais e ¸en¸irais ‑ ô1 m¸
-t1lQ (MS8M especial ‑l); tephalon (8eino Lnido)
lastilha comp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1]+,)8
(e 8,))8¯); ]¯°
8ucais e ¸en¸irais ‑ ô6 m¸
-t1lQ (MS8M especial ‑l); tephalon (8eino Lnido)
lastilha comp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1]+,)8
(e 8,))8¯); ]¯°
8ucais e ¸en¸irais ‑ ô8 m¸
-t1lQ (MS8M especial ‑l); tephalon (8eino Lnido)
lastilha comp. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 1]+,)8
(e 8,))8¯); ]¯°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ I2 u¸//
uL80ulSlt (MS8M especial ‑l); }anssen
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid ‑ 12 ug/h;
e 15,2 (e 0,25]]); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ I25 u¸//
llN1-Nll0 S-Nu0/ (MS8M especial ‑l); Sandoz
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 12,2
(e 2,++); ]¯° ‑ l8 e 1],]+
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 25 u¸//
uL80ulSlt (MS8M especial ‑l); }anssen
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 18,ô2
(e ],¯2+); ]¯° ‑ l8 e 1¯,ô1
llN1-Nll0 -t1-\lS (MS8M especial ‑l); -ctaris
(lsl ndia)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 18,05
(e ],ô1); ]¯° ‑ l8 e 1¯,ô1
llN1-Nll0 S-Nu0/ (MS8M especial ‑l); Sandoz
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 18,++
(e ],ô88); ]¯° ‑ l8 e 1¯,ô1
llN1-Nll0 v¥NN (MS8M especial ‑l); vynn
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 1¯,51
(e ],502); ]¯° ‑ l8 e 1¯,ô1
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 5ô u¸//
uL80ulSlt (MS8M especial ‑l); }anssen
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ]],++
(e ô,ô88); ]¯° ‑ l8 e ]1,15
llN1-Nll0 -t1-\lS (MS8M especial ‑l); -ctaris
(lsl ndia)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ]2,+]
(e ô,+8ô); ]¯° ‑ l8 e ]1,15
llN1-Nll0 S-Nu0/ (MS8M especial ‑l); Sandoz
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ]1,1]
(e ô,22ô); ]¯° ‑ l8 e ]1,15
llN1-Nll0 v¥NN (MS8M especial ‑l); vynn
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e ]1,+5
(e ô,2)); ]¯° ‑ l8 e ]1,15
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 75 u¸//
uL80ulSlt (MS8M especial ‑l); }anssen
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e +ô,¯¯
(e ),]5+); ]¯° ‑ l8 e ++,01
llN1-Nll0 -t1-\lS (MS8M especial ‑l); -ctaris
(lsl ndia)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e +5,]¯
(e ),0¯+); ]¯° ‑ l8 e ++,01
llN1-Nll0 S-Nu0/ (MS8M especial ‑l); Sandoz
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e +ô,]]
(e ),2ôô); ]¯° ‑ l8 e ++,01
llN1-Nll0 v¥NN (MS8M especial ‑l); vynn
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e +5,8
(e ),1ô); ]¯° ‑ l8 e ++,01
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ Iôô u¸//
uL80ulSlt (MS8M especial ‑l); }anssen
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 5¯,ô5
(e 11,5]); ]¯° ‑ l8 e 5+,2+
llN1-Nll0 -t1-\lS (MS8M especial ‑l); -ctaris
(lsl ndia)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 55,)2
(e 11,18+); ]¯° ‑ l8 e 5+,2+
llN1-Nll0 S-Nu0/ (MS8M especial ‑l); Sandoz
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 5¯,11
(e 11,+22); ]¯° ‑ l8 e 5+,2+
llN1-Nll0 v¥NN (MS8M especial ‑l); vynn
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 5 unid; e 5ô,+5
(e 11,2)); ]¯° ‑ l8 e 5+,2+
n
HIDROMORFONA
Ind.: uor intensa.
R. Adv.: -s dos opi ceos.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos opi ceos.
Interac.: -s dos opi ceos.
Posol.: lm doentes n o preriamente medicados
com opi ceos a dose inicial dere ser 8 mg/2+h e
a titula o tar ‑se ‑ a partir da em incrementos de
+ a 8 mg/2+h. Nalguns casos poder ‑se ‑ come ar
por +mg/2+h. lm doentes j expostos a opi ceos,
o ajuste taz ‑se por equiralentes de morhna em
mg/dia. Se estes torem em administra o oral, o
tactor de conrers o 0,2; se torem em adminis‑
tra o parent rica o tactor de conrers o 0,ô.
orais s /idas ‑ 8 m¸
}L8NlS1- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ]5,ô¯
(e 1,¯8]5); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 52,8+
(e 1,¯ô1]); ]¯°
orais s /idas ‑ I6 m¸
}L8NlS1- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e )ô,)]
(e ],2]1); ]¯°
orais s /idas ‑ )2 m¸
}L8NlS1- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e 15),)8 (e 5,]]2¯); ]¯°
orais s /idas ‑ 61 m¸
}L8NlS1- (MS8M especial ‑l); }anssen ‑tilag
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid;
e ]0+,0¯ (e 10,1]5¯); ]¯°
n
MORFINA
Ind.: uor intensa; seda o pr ‑operat ria e adju‑
rante da anestesia; dor associada ao entarte do
2.12. Analgésicos estupefacientes 153
mioc rdio; tratamento adjurante do edema pul‑
monar agudo.
R. Adv.: -s dos opi ceos.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos opi ceos.
Interac.: -s dos opi ceos.
Posol.: \a dcr a¸uda: injec o St ou lM, 10 mg
cada + horas (se necess rio 15 mg em doentes
com grande massa muscular).
[Crianç as] ‑ < 1 mê s: 150 mg/kg; 1 a 12 meses:
200 mg/kg; 1 a 5 anos: 2,5 a 5 mg; ô a 12 anos:
5 a 10 mg. lor injec o l\ lenta: de 1/+ a 1/2 da
dose por ria lM.
\c en(ar/e dc micc rdic: injec o l\ lenta
(2 mg/min) 10 mg seguidos de mais 10 mg se
necess rio.
\c edema µu/mcnar a¸udc: injec o l\ lenta
(2 mg/min): 5 a 10 mg.
\a dcr cr nica: µer cs ou por ria St ou lM:
5 a 20 mg cada + horas; as doses derem ser
adaptadas s necessidades.
-s prepara es orais de ac o retardada t m
uma posologia muito rari rel que dere ser
reriticada antes da utiliza o de cada especiali‑
dade terap utica em concreto.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2 m¸/m/
08-M08lu (MS8M especial ‑l); l. Molteni
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 5 ml; e 1+,0]
(e 0,1+0]); 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 6 m¸/m/
08-M08lu (MS8M especial ‑l); l. Molteni
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 5 ml; e 1+,0]
(e 0,1+0]); 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2ô m¸/m/
08-M08lu (MS8M especial ‑l); l. Molteni
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 20 ml; e 8,18
(e 0,+0)); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
u8LM08lu (MS8M especial ‑l); ur nenthal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5,]
(e 0,1¯ô¯); ]¯°
MS1 1 (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ¯,11
(e 0,2]¯); ]¯°
Sl\8lu0l (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],5¯
(e 0,1¯85); ]¯°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
Sl\8lu0l (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,] (e 0,2ô5);
]¯°
orais s /idas ‑ )ô m¸
u8LM08lu (MS8M especial ‑l); ur nenthal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 12,01
(e 0,+00]); ]¯°
MS1 ] (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 15,55
(e 0,518]); ]¯°
orais s /idas ‑ 6ô m¸
u8LM08lu (MS8M especial ‑l); ur nenthal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 20,]¯
(e 0,ô¯)); ]¯°
MS1 ô (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ]0,1
(e 1,00]]); ]¯°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
u8LM08lu (MS8M especial ‑l); ur nenthal
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ]0,)2
(e 1,0]0¯); ]¯°
MS1 10 (MS8M especial ‑l); Mundipharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +],]2
(e 1,+++); ]¯°
n
TRAMADOL
Ind.: uor moderada a grare.
R. Adv.: trises epil pticas. lode ainda causar ton‑
turas e algumas das reac es adrersas t picas dos
opi ceos. -l m da hipotens o, tamb m acontece
hipertens o; anahlaxia, alucina es, contus o; de
notar que, apesar de n o ser um opi ceo, pode
ser utilizado por dependentes dos opi ceos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lm doentes com propens o
para crises epil pticas.
Interac.: tom t rmacos que reduzam o limiar para
desencadear crises epil pticas.
Posol.: \ia oral, lM ou rectal: 50 a 100 mg cada
+ horas (dose m xima +00 mg/dia). \ia l\ (len‑
ta): 50 mg (tamb m poss rel a intus o l\ lenta de
100 mg em 2 ‑] horas).
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
18-M-u0l tltlLM 100 Mu/Ml, S0lL 0 08-l
(MS8M); ticlum
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 10 ml; e 2,)ô
(e 0,2)ô); ]¯° ‑ l8 e ],2+
18-M-u0l ulNl8lS 100 Mu/Ml S0lL 0 08-l
(MS8M); ueneris
uotas orais, sol. ‑ lrasco conta ‑gotas ‑ 1 unid ‑
10 ml; e ],¯2 (e 0,]¯2); ]¯° ‑ l8 e ],2+
18-M-u0l Mlu- 100 Mu/Ml u01-S 08-lS, S0‑
lL 0 (MS8M); Meda lharma
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e ¯,)¯
(e 0,2ô5¯); ]¯° ‑ l8 e 8,5+
18-M-l (MS8M); ur nenthal
uotas orais, sol. ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 11,]8
(e 0,]¯)]); ]¯° ‑ l8 e 8,5+
orais s /idas ‑ 5ô m¸
ull018-ll8 (MS8M); lerrer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,]¯
(e 0,2185); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),28
(e 0,15+¯); 0°
18-M-u0l -/l\lu0S (MS8M); lab. -zeredos
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,++ (e 0,122); ]¯°
‑ l8 e 2,))
18-M-u0l tltlLM 50 Mu, t lSLl-S (MS8M);
ticlum
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,+] (e 0,1215); ]¯°
‑ l8 e 2,))
18-M-u0l ulNl8lS 50 Mu t lSLl-S (MS8M);
ueneris
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,ô (e 0,1]); ]¯° ‑ l8
e 2,))
18-M-u0l l-8lSl-l 50 Mu t lSLl-S uL8-S
(MS8M); labestal
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,5+ (e 0,12¯); ]¯°
‑ l8 e 2,))
154 Grupo 2 | 2.12. Analgésicos estupefacientes
18-M-u0l Mlu- 50 Mu t lSLl-S (MS8M); Meda
lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],)+ (e 0,1)¯); ]¯°
‑ l8 e 2,))
18-M-l (MS8M); ur nenthal
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô+ (e 0,2]2); ]¯°
‑ l8 e 2,))
18-\l\ (MS8M); Meda lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,ô
(e 0,2]); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ô,81
(e 0,22¯); ]¯°
18-\l\ 8-llu (MS8M); Meda lharma
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],5ô
(e 0,1¯8); ]¯°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
ull018-ll8 (MS8M); lerrer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ô,55
(e 0,]2¯5); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),81
(e 0,]]02); 0°
l-\lll-8 (MS8M); 1ecnitar
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 11,01 (e 0,5505);
]¯°
18-M-l 8l1-8u (MS8M); ur nenthal
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,8ô
(e 0,++]); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1],1)
(e 0,+])¯); ]¯°
18-\l\ (MS8M); Meda lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 8,21
(e 0,+105); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 12,22
(e 0,+0¯]); ]¯°
18luL8-l (MS8M); kirontarma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,¯)
(e 0,]8)5); ]¯°
orais s /idas ‑ I5ô m¸
ull018-ll8 (MS8M); lerrer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ),ô2
(e 0,+81); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2),11
(e 0,+852); 0°
18-M-l 8l1-8u (MS8M); ur nenthal
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 12,8]
(e 0,ô+15); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1)
(e 0,ô]]]); ]¯°
18-\l\ (MS8M); Meda lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 11,)+
(e 0,5)¯); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1¯,¯8
(e 0,5)2¯); ]¯°
18-\l\ l0Nu 150 Mu (MS8M); Meda lharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 10,)¯
(e 0,5+85); ]¯°
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
ull018-ll8 (MS8M); lerrer
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 12,]5
(e 0,ô1¯5); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]¯,]8
(e 0,ô2]); 0°
18-M-l 8l1-8u (MS8M); ur nenthal
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1ô,]1
(e 0,8155); ]¯°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 22,)5
(e 0,¯ô5); ]¯°
18-\l\ (MS8M); Meda lharma
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 15,1+
(e 0,¯5¯); ]¯°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 21,8
(e 0,¯2ô¯); ]¯°
18-\l\ l0Nu 200 Mu (MS8M); Meda lharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1],8)
(e 0,ô)+5); ]¯°
18luL8-l (MS8M); kirontarma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1],8
(e 0,ô)); ]¯°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
18-\l\ l0Nu ]00 Mu (MS8M); Meda lharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 21,¯ô
(e 1,088); ]¯°
18luL8-l (MS8M); kirontarma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 20,¯1
(e 1,0]55); ]¯°
orais s /idas ‑ 1ôô m¸
18-\l\ l0Nu +00 Mu (MS8M); Meda lharma
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2)
(e 1,+5); ]¯°
/aren/ ricas ‑ Iôô m¸/2 m/
18-M-u0l l-8lSl-l 100 Mu S0lL 0 lN}lt1 ‑
\ll (MS8M); labestal
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e +,0] (e 0,80ô);
]¯° ‑ l8 e +,1]
18-M-u0l Mlu- 100 Mu/2 Ml, S0lL 0 lN}lt‑
1 \ll (MS8M); Meda lharma
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e +,0] (e 0,80ô);
]¯° ‑ l8 e +,1]
18-M-l (MS8M); ur nenthal
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e +,¯+ (e 0,)+8);
]¯° ‑ l8 e +,1]
kec/ais ‑ Iôô m¸
18-M-u0l ulNl8lS 100 Mu SLl0Sl1 8l0S
(MS8M); ueneris
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 5 unid; e 2,0¯
(e 0,+1+); ]¯° ‑ l8 e 2,58
18-M-l (MS8M); ur nenthal
Suposit rio ‑ lita termossoldada ‑ 5 unid; e ],28
(e 0,ô5ô); ]¯° ‑ l8 e 2,58
n
TRAMADOL + PARACETAMOL
Ind.: -s dos componentes.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: - dose ajust rel intensidade da dor.
tomo os comprimidos t m ]¯,5 mg de tramadol
e ]00 mg de paracetamol, n o se dere ultapassar
a dose de ]00 mg/dia de tramadol (8 comprimi‑
dos).
orais s /idas ‑ )75 m¸ + )25 m¸
1ll-lulN (MS8M); ur nenthal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 5,25 (e 0,2ô25); ]¯° ‑ l8 e ],1]
18-M-u0l + l-8-tl1-M0l ulNl8lS (MS8M);
ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],+1 (e 0,1¯05); ]¯° ‑ l8 e ],1]
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 155
18-M-u0l + l-8-tl1-M0l k8k- (MS8M); k8k-
larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e ],21 (e 0,1ô05); ]¯° ‑ l8 e ],1]
18-M-u0l + l-8-tl1-M0l Mllu- (MS8M);
Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],]
(e 0,1ô5); ]¯° ‑ l8 e ],1]
18-M-u0l + l-8-tl1-M0l v¥NN (MS8M);
vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 1,18 (e 0,05)); ]¯° ‑ l8 e ],1]
/-lul-8 (MS8M); ur nenthal
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 20 unid;
e 5,25 (e 0,2ô25); ]¯° ‑ l8 e ],1]
/-lul-8 lll (MS8M); ur nenthal
tomp. eterrescente ‑ lita termossoldada ‑
20 unid; e 5,2+ (e 0,2ô2); ]¯°
2.1]. 0utros medicamentos com
ac o no Sistema Nerroso tentral
2.1].1. Medicamentos utilizados no
tratamento sintom tico das altera es
das tun es cognitiras
Medicamentos utilizados no tratamento
sintom tico da dem ncia de -lzheimer
- dem ncia de -lzheimer determina uma
s ndrome constitu da por sintomas e sinais que
abrangem a totalidade das tun es nerrosas
superiores e tamb m muitas das restantes tun es
nerrosas. lstas altera es manitestam ‑se por alte‑
ra es cognitiras, comportamentais, do humor e
tamb m das tun es motoras. lstas manitesta es
n o s o espec hcas da dem ncia de -lzheimer e
para o seu controlo sintom tico utilizam ‑se medi‑
camentos n o espec hcos: antipsic ticos, antide‑
pressores, ansiol ticos, etc. No entanto os sintomas
cognitiros, particularmente a perturba o dos
processos mn sicos, s o o n cleo do s ndrome
demencial. 0s inibidores da acetilcolinesterase
toram desenrolridos no sentido de actuarem espe‑
cihcamente no n cleo dos sintomas cognitiros.
0s inibidores da acetilcolinesterase com pre‑
dom nio da ac o no SNt toram desenrolridos
com base no conhecimento de que a integridade
do sistema colin rgico era tundamental para o
tuncionamento dos processos mn sicos e que essa
integridade estara graremente perturbada nos
doentes com doen a de -lzheimer. 0s t rmacos
pertencentes a este grupo que est o dispon reis
no mercado demonstraram em ensaios cl nicos
um eteito estatisticamente signihcatiro na tun o
cognitira de doentes com doen a de -lzheimer
inicial ou moderada. -l m do eteito espec tico
sobre as tun es cognitiras, reritica ‑se tamb m
um eteito sobre tun es n o ‑cognitiras. -pesar
do eteito sobre a cogni o obserrado ser consis‑
tente, a sua dimens o em m dia muito pequena.
No entanto, nos doentes que obt m uma boa
resposta medica o, os estudos mostram uma
melhoria tuncional. N o se conhecem tactores
que permitam predizer a resposta ao tratamento.
-dmite ‑se que haja doentes que por possu rem
caracter sticas indiriduais, ainda n o identitica‑
das, sejam bons respondedores a estes medica‑
mentos, por isso quando se decide utiliz ‑los o
doente dere ser monitorizado regularmente, quer
para minorar os problemas de seguran a, quer
para araliar da exist ncia de eteito terap utico.
Se este n o tor detect rel a terap utica dere ser
suspensa. ueralmente, considera ‑se que um per ‑
odo de 12 semanas adequado para araliar da
exist ncia de benet cio terap utico.
importante salientar que os inibidores da
acetilcolinesterase est o a ser inrestigados nou‑
tras tormas de dem ncia que n o a de -lzheimer.
- rivastigmina prorou ser eticaz na dem ncia
por corpos de lewy e mais recentemente na
dem ncia associada uoen a de larkinson para
cujo tratamento recebeu indica o tormal. u
tamb m dados que sugerem a etic cia do done‑
pezilo e da galantamina na dem ncia rascular
ou nas situa es mistas de doen a de -lzheimer e
doen a cerebrorascular. No entanto, de momento
a nica indica o aprorada, para o donepezilo e
para a galantamina, a dem ncia de -lzheimer e
a comparticipa o s aplic rel nesta utiliza o.
Mesmo no caso da galantamina, em que a indica‑
o regulamentar contempla as situa es mistas,
estas pressup em um diagn stico de doen a de
-lzheimer.
- memantina n o um inibidor da acetilcoli‑
nesterase e constitui uma adi o recente terapia
da doen a de -lzheimer; eticaz e poder rir a ser
um medicamento com interesse, em monoterapia
ou em associa o.
-s reac es adrersas mais comuns causadas
pelos inibidores da acetilcolinesterase s o ceta‑
leias, dores generalizadas, tadiga, n useas, r mi‑
tos, anorexia, c ibras, ins nia, tonturas, depres‑
s o, sonhos anormais, equimoses, aumento de
peso, eteitos ragot nicos, aumento da secre o
g strica, conruls es.
0s inibidores da acetilcolinesterase est o
contra ‑indicados ou derem ser usados com pre‑
cau o durante a anestesia pelo risco de exagero
da paralisia muscular do tipo da induzida pela
succinilcolina e pelas reac es adrersas que pode
causar, e em doentes com asma. - terap utica n o
dere ser suspensa bruscamente pelo risco de cau‑
sar uma deteriora o da tun o cognitira.
-s interac es t picas destes t rmacos s o com
os anticolin rgicos (inibi o do eteito), colinomi‑
m ticos/inibidores da colinesterase (potencia o
do eteito).
n
DONEPEZILO
Ind.: \. lnibidores da acetilcolinesterase (2.1].1.).
R. Adv.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lnibidores da acetilcolines‑
terase (2.1].1.).
Interac.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Posol.: uose nica de 5 ou 10 mg ao deitar. - dose
de 10 mg n o produz eteitos estatisticamente di‑
terentes da de 5 mg; s dere ser utilizada quando
n o houre benet cio com 5 mg ao hm de ô sema‑
nas. lode ser administrado com ou sem retei o.
156 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
orais s /idas ‑ 5 m¸
-ll/ll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +)
(e 1,¯5); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 85
(e 1,51¯)); 0°
-8ltll1 (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô+,ô5 (e 2,]08)); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 10],ô2 (e 1,850+); 0°
ul/ll (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 51,8 (e 1,85); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 88,0ô (e 1,5¯25); 0°
u0Nlll/ll0 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 50,¯2 (e 1,811+); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 88,08 (e 1,5¯2)); 0°
u0Nlll/ll0 -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 5+,)5 (e 1,)ô25); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 88,08 (e 1,5¯2)); 0°
u0Nlll/ll0 tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +¯
(e 1,ô¯8ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 80
(e 1,+28ô); 0°
u0Nlll/ll0 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 52
(e 1,85¯1); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e )2,]] (e 1,ô+88); 0°
u0Nlll/ll0 ll\lMl (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 55,8] (e 1,))])); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e )2,]] (e 1,ô+88); 0°
u0Nlll/ll0 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e +)
(e 1,¯5); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 85
(e 1,51¯)); 0°
u0Nlll/ll0 ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 52
(e 1,85¯1); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e )+,+8 (e 1,ô8¯1); 0°
u0Nlll/ll0 k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e +8,ô) (e 1,¯]8)); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 82,8 (e 1,+¯8ô); 0°
u0Nlll/ll0 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 55,8] (e 1,))])); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 88,) (e 1,58¯5); 0°
u0Nlll/ll0 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 5+,)5 (e 1,)ô25); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 88,08 (e 1,5¯2)); 0°
u0Nlll/ll0 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 55,]2 (e 1,)¯5¯); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 8+,1 (e 1,5018); 0°
u0Nlll/ll0 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 21,] (e 0,¯ô0¯); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ]¯,)8 (e 0,ô¯82); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
-ll/ll (MS8M); uecomed
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 100 (e 1,¯85¯); 0°
-8ltll1 (MS8M); lab. lhzer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 100,]2 (e ],582)); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 11),¯¯ (e 2,1]88); 0°
-8ltll1 (MS8M); lab. lhzer
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 28 unid; e )¯,]
(e ],+¯5); 0°
tomp. orodispers rel ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 11),¯¯
(e 2,1]88); 0°
ul/ll (MS8M); Merck
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 5),88 (e 2,1]8ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 101,¯) (e 1,81¯¯); 0°
u0Nlll/ll0 -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 101,81 (e 1,818); 0°
u0Nlll/ll0 -l1l8 (MS8M); -lter
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô],)] (e 2,28]2); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 101,81 (e 1,818); 0°
u0Nlll/ll0 tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 55
(e 1,)ô+]); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e )0
(e 1,ô0¯1); 0°
u0Nlll/ll0 l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô+,5+ (e 2,]05); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 10ô,¯2 (e 1,)05¯); 0°
u0Nlll/ll0 ll\lMl (MS8M); 1ecnimede
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô+,5+ (e 2,]05); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 10ô,¯2 (e 1,)05¯); 0°
u0Nlll/ll0 ulNlult (MS8M); uenedec
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 100 (e 1,¯85¯); 0°
u0Nlll/ll0 ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô0,ô¯ (e 2,1ôô8); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 10),21 (e 1,)502); 0°
u0Nlll/ll0 k8k- (MS8M); k8k- larmac utica
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 5ô,2) (e 2,010+); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e )5,¯ (e 1,¯08)); 0°
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 157
u0Nlll/ll0 Mllu- (MS8M); Mepha
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô+,5+ (e 2,]05); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 100 (e 1,¯85¯); 0°
u0Nlll/ll0 M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô],)] (e 2,28]2); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 101,81 (e 1,818); 0°
u0Nlll/ll0 8-1l0lu-8M (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô],)+ (e 2,28]ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e )¯,55 (e 1,¯+2); 0°
u0Nlll/ll0 v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 2+,ô2 (e 0,8¯)]); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e +],) (e 0,¯8])); 0°
n
GALANTAMINA
Ind.: \. lnibidores da acetilcolinesterase (2.1].1.).
R. Adv.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lnibidores da acetilcolines‑
terase (2.1].1.).
Interac.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Posol.: uose inicial de 8 mg em 2 administra es
di rias de + mg cada. - dose di ria pode subir at
2+ mg/dia em 2 administra es de 12 mg cada.
lnterralos de + semanas derem ser mantidos en‑
tre cada nora dose. N o h erid ncia que 2+ mg/
/dia seja mais ehcaz que 1ô mg/dia. - dose dere
ser reduzida na l8.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 1 m¸/m/
8lMlN¥l (MS8M); }anssen ‑tilag
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ô¯,ô5
(e 0,ô¯ô5); 0°
orais s /idas ‑ 1 m¸
u-l-N1-MlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 8,ôô (e 0,ô18ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 2¯,)5 (e 0,+))1); 0°
u-l-N1-MlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 10,81 (e 0,¯¯21); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ]+,)2 (e 0,ô2]ô); 0°
u-l-N1-MlN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 8,ôô (e 0,ô18ô); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 2ô,2¯ (e 0,+ô)1); 0°
8lMlN¥l (MS8M); }anssen ‑tilag
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 55,)1 (e 0,))8+); 0°
orais s /idas ‑ 8 m¸
u-l-N1-MlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ++,ô) (e 0,¯)8); 0°
u-l-N1-MlN- 1l\- (MS8M); 1era lharma
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 55,8] (e 0,))¯); 0°
u-l-N1-MlN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e +2,01 (e 0,¯502); 0°
8lMlN¥l (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 55,)
(e 1,))ô+); 0°
orais s /idas ‑ I2 m¸
u-l-N1-MlN- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 52,ô5 (e 0,)+02); 0°
u-l-N1-MlN- v¥NN (MS8M); vynn
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e +),+) (e 0,88]8); 0°
orais s /idas ‑ I6 m¸
8lMlN¥l (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 8),]¯
(e ],1)18); 0°
orais s /idas ‑ 21 m¸
8lMlN¥l (MS8M); }anssen ‑tilag
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 105,¯8
(e ],¯¯¯)); 0°
n
MEMANTINA
Ind.: 1ratamento sintom tico da doen a de -lzhei‑
mer moderada a grare.
R. Adv.: -gita o, incontin ncia urin ria, intec o
urin ria, ins nia e diarreia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade aos com‑
ponentes; necess rio ajustamento das doses em
doentes com l8 grare. -leitamento.
Interac.: - memantina eliminada por secrec o
tubular no rim. lode harer interac es com me‑
dicamentos que usam a mesma ria. - alcaliniza‑
o da urina pode aumentar as concentra es de
memantina.
Posol.: uose nica inicial de 5 mg. 1itular em in‑
crementos de 5 mg/semana at 20 mg di rios
distribuidos em 2 doses. - dose m xima di ria
de 20 mg.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5 m¸/ô5 m/
-\L8- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Merz (-lemanha)
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 g; e )5,55
(e 1,)11); 0°
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 g; e 18¯,8)
(e 1,8¯8)); 0°
l8l\- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); u. lundbeck (uinamarca)
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e )5,55
(e 1,)11); 0°
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e 18¯,8)
(e 1,8¯8)); 0°
orais s /idas ‑ Iô m¸
-\L8- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Merz (-lemanha)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 55,ô) (e 1,)88)); 0°
158 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 105,)+ (e 1,8)18); 0°
l8l\- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 55,ô) (e 1,)88)); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 105,)+ (e 1,8)18); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 100 unid;
e 1)],28 (e 1,)]28); 0°
orais s /idas ‑ 2ô m¸
-\L8- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Merz (-lemanha)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 105,)] (e ],¯8]2); 0°
l8l\- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 105,)] (e ],¯8]2); 0°
orais s /idas ‑ (5m¸;+(Iôm¸;+(I5m¸;+(2ôm¸;
-\L8- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Merz (-lemanha)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô8,¯] (e 2,+5+ô); 0°
l8l\- (MS8M restrita ‑ -l nea c) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); u. lundbeck (uinamarca)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e ô8,¯] (e 2,+5+ô); 0°
n
RIVASTIGMINA
Ind.: \. lnibidores da acetilcolinesterase (2.1].1.) e
tratamento sintom tico da dem ncia associada
doen a de larkinson ligeira a moderada.
R. Adv.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. lnibidores da acetilcolines‑
terase (2.1].1.).
Interac.: \. lnibidores da acetilcolinesterase
(2.1].1.).
Posol.: uose inicial: ] mg/dia (2 administra es). -
titula o dere ser teita cada 2 semanas com in‑
crementos de 1,5 mg at dose de manuten o
de ô ‑12 mg (2 administra es). - dose m xima
di ria de 12 mg.
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 16 m¸/21 /
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lni‑
do)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; e 2ô,+¯
(e ],¯81+); 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 10¯,¯¯ (e ],5)2]); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; e 2ô,+¯
(e ],¯81+); 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 10¯,¯¯ (e ],5)2]); 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 95 m¸/21 /
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 108,+] (e ],ô1+]); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ]0 unid;
e 108,+] (e ],ô1+]); 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2 m¸/m/
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e +8,++
(e 0,)ô88); 0°
orais s /idas ‑ I5 m¸
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ++,25 (e 1,580+); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ++,25 (e 1,580+); 0°
orais s /idas ‑ ) m¸
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 88,+ (e 1,5¯8ô); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 8),ô¯ (e 1,ô01]); 0°
orais s /idas ‑ 15 m¸
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 8),)2 (e 1,ô05¯); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e )0,)8 (e 1,ô2+ô); 0°
orais s /idas ‑ 6 m¸
l\ll0N (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º do
u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e )1,+5 (e 1,ô]]); 0°
l80Ml1-\ (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo
118º do u.l. 1¯ô/200ô); Norartis luropharm (8eino
Lnido)
t ps. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e )2,58 (e 1,ô5]2); 0°
0utros
1em ‑se pretendido apresentar r rios princ ‑
pios actiros com estruturas qu micas muito direr‑
sas e ac es tarmacol gicas tamb m dirersas para
o tratamento de altera es cognitiras associadas a
patologias r rias ou mesmo simples senilidade.
toncretamente, n o existe demonstra o r lida
da etic cia cl nica de qualquer destas subst ncias
em qualquer das indica es terap uticas que s o
reclamadas. N o dere, no entanto, ser esquecido
que estas subst ncias t m ac es tarmacol gicas
e podem causar reac es adrersas e interac es.
curioso salientar, por exemplo, que o u-8-
n o atraressa a barreira hemato ‑encet lica, o que
impede a exist ncia de qualquer ac o ao n rel
do SNt. lor outro lado, importante reterir que
a l ‑carnitina, apesar de n o ter qualquer etic cia
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 159
no sentido de melhorar as tun es cognitiras ou
t sicas (por exemplo no caso dos atletas), tun‑
damental nos d tices prim rios de carnitina, quer
na torma generalizada quer na torma miast nica.
lstas doen as s o rar ssimas mas tatais caso a
terap utica com l ‑carnitina n o seja institu da.
- l ‑carnitina tamb m est indicada nos d tices
secund rios de carnitina, consequ ncia das aci‑
d rias org nicas e nos d tices da oxida o dos
cidos gordos.
- ideia de que, se se aumentarem as concentra‑
es de substratos de certos processos bioqu mi‑
cos normais se poder o obter rantagens em tun‑
es nobres, nomeadamente as cognitiras, tem
uma enorme aceita o popular. lor m, tem uma
escassa, se alguma, base cient tica. neste con‑
texto que se insere o aspartato de arginina que
se descrere abaixo. N o existe erid ncia que este
suplemento tenha qualquer eteito na melhoria
do rendimento escolar ou noutras pertormances
cognitiras em indiriduos que n o estejam desnu‑
tridos ou n o sotram de deteitos cong nitos do
ciclo da ureia.
uiscriminam ‑se abaixo os princ pios actiros
para os quais reclamada uma etic cia terap u‑
tica que n o est demonstrada. S o apresen‑
tados a titulo intormatiro, uma rez que eles se
encontram comercializados em lortugal. uere ‑se
notar que a intorma o dispon rel escassa e
necessariamente incompleta, porque os estudos
dispon reis t m talhas metodol gicas importan‑
tes e geralmente n o est o tocados numa quest o
pertinente. -cresce que muitas rezes pretende‑
‑se que estes medicamentos tenham indica es
que n o correspondem a entidades nosol gicas
reconhecidas tais como senilidade, insutici ncia
rascular cerebral etc. Mais ainda, pretende ‑se
tamb m muitas rezes que eteitos considerados
ben ticos, mas sem demonstra o que se reper‑
cutam numa melhor qualidade de rida, e de curto
prazo suportem a utiliza o desses medicamentos
em tratamentos cr nicos.
8ecentemente, um extracto espec tico de
ginkgo biloba toi estudado na doen a de -lzhei‑
mer ligeira a moderada, estudo realizado de
acordo com crit rios ralidados. 0s resultados
deste ensaio mostraram um resultado taror rel
similar ao obtido com os inibidores da acetil‑
colinesterase. No entanto, o tacto deste estudo
n o ter sido, ainda, contirmado e a diticuldade
em assegurar que os r rios extractos dispon reis
cont m os princ pios actiros que toram testados
leram a que a utiliza o deste produto n o seja
recomendada.
lm situa o semelhante encontra ‑se a citi‑
colina. lxistem r rios estudos que sugerem um
eteito ben tico na tase aguda dos acidentes ras‑
culares cerebrais isqu micos. No entanto, esta
indica o nunca toi sistematicamente araliada e
n o est aprorada.
- craragem do centeio o tungo de onde se
t m extra do muitos t rmacos com diterentes
utilidades. lor exemplo a ergotamina, a codergo‑
crina, os agonistas da dopamina, etc. lste grupo
de subst ncias apresentam importantes actirida‑
des tarmacol gicas, nomeadamente, actuam em
m ltiplos receptores de neurotransmissores (da
dopamina, adren rgicos, serotonina) que resul‑
tam em reac es adrersas bem conhecidas. 0
problema que os potenciais eteitos ben ticos,
espec ticos destes t rmacos nunca toram inequi‑
rocamente estabelecidos derido s detici ncias
metodol gicas j mencionadas acima.
-s reac es adrersas t picas deste grupo de
medicamentos s o: hipotens o, hipertens o,
depress o, estados contusionais, cetaleias, altera‑
es gastrintestinais, congest o nasal.
S o ainda usados outros medicamentos, entre
os quais se contam precursores de neuromedia‑
dores, estimulantes metab licos, rasodilatadores,
princ pios regetais da \inca mincr e seus derira‑
dos e associa es. lace inexist ncia de proras
objectiras da sua utilidade terap utica, n o se
recomenda o seu emprego.
n
ACEGLUMATO DE DEANOL +
HEPTAMINOL
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 2)ô m¸/Iô m/ +
I8ô m¸/Iô m/
l081lt0l (MS8M); lab. Medintar
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; e 5,¯2
(e 0,28ô); ]¯°
n
ASPARTATO DE ARGININA
Ind.: tomo suplemento nas doen as do ciclo da
ureia que n o a dehci ncia de arginase e na des‑
nutri o.
R. Adv.: lrrelerante.
Contra ‑Ind. e Prec.: lrrelerante.
Interac.: lrrelerante.
Posol.: [Adultos] ‑ ] g/dia antes das retei es.
[Crianç as] ‑ < ]0 meses: 500 mg a 2 g/dia de
acordo com a idade.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôôô m¸/Iô m/
S-8ulN08 (MNS8M); Meda lharma
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; 0°
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ôôô m¸/Iô m/
-Sl-81lN 5 (MNS8M); ur nenthal
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; 0°
8l0lNl8ul\ (MNS8M); Medirex lharma
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; 0°
l-N ‑-S1 Nlt0 8 (MNS8M); lab. \it ria
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; 0°
S-8ulN08 5 (MNS8M); Meda lharma
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; 0°
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
S-8ulN08 (MNS8M); Meda lharma
t ps. ‑ 8lister ‑ 20 unid; 0°
160 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
n
CITICOLINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica em doen as cr nicas
n o recomendada.
R. Adv.: -gita o psicomotora; perturba es digesti‑
ras, hipotens o, ins nia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uraridez e aleitamento.
Interac.: lotencia o dos eteitos da lerodopa e me‑
clotenoxato.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iôô m¸/m/
ulll8t0l (MS8M); -ngelini
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 15,+
(e 0,]08); ]¯°
S0M-/lN- (MS8M); tlu lharma
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 15,])
(e 0,]0¯8); ]¯°
S1-810N¥l (MS8M); lusomedicamenta
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 15,+
(e 0,]08); 0°
18-LS-N (MS8M); lab. \it ria
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 50 ml; e 15,+
(e 0,]08); ]¯°
/aren/ ricas ‑ 5ôô m¸/5 m/
S0M-/lN- (MS8M); tlu lharma
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 5 ml; e 8,08 (e 1,ô1ô);
]¯°
/aren/ ricas ‑ Iôôô m¸/1 m/
S0M-/lN- (MS8M); tlu lharma
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ + ml; e 12,5¯
(e 2,51+); ]¯°
n
DEANOL + ÁCIDO ASCóRBICO + PARA‑
‑AMINOBENZOATO DE MAGNéSIO
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iô m¸/m/ + 2ô m¸/
m/ + )ô m¸/m/
10Nltl (MS8M); tontar
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; e 8,)
(e 0,++5); ]¯°
n
DEANOL + GLICEROFOSFATO DE
MAGNéSIO + HESPERIDINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -s dos componentes.
Contra ‑Ind. e Prec.: -s dos componentes.
Interac.: -s dos componentes.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 0eanc/, ace/amidc‑
|en:ca/c 25 m¸/m/ + 6/icerc(cs(a/c de ma¸n sic
1ô m¸/m/ + uesµeridina me/i/ c/a/ccne 5 m¸/m/
-t1ll-M ll8 ‑0S (MS8M); Sotex
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 10 ml; e 5,]1
(e 0,2ô55); ]¯°
n
DEANOL + GLUCO ‑HEPTONATO DE
CÁLCIO + LISINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -gita o psicomotora; n useas, r mitos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lpilepsia, hipertens o, hiper‑
tiroidismo.
Interac.: lM-0.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ Iô m¸/m/ + )ô m¸/m/
+ 2ô m¸/m/
10Nltl (MS8M); tontar
\arope ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 100 ml; e ô,0]
(e 0,0ô0]); ]¯°
n
DEANOL + HEPTAMINOL
\. -ssocia es contendo ueanol.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 25ô m¸/5 m/ +
I8ô m¸/5 m/
u 88LM¥l (MNS8M); lierre labre M dicament
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 20 unid ‑ 5 ml; 0°
n
GINKGO BILOBA
Ind.: - sua utiliza o n o recomendada ( \. ].5.2.).
R. Adv.: N useas, r mitos, anorexia, epigastralgias,
diarreia; agita o psicomotora, tremores, conrul‑
s es, estados contusionais, alucina es, ins nia
ou sonol ncia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uesconhecidas.
Interac.: \artarina e antiagregantes plaquet rios.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
\c/a· \ su|¸ruµc ()52;
n
GINSENG
Ind.: N o h indica es terap uticas reconhecidas.
Nalguns pa ses utilizado como suplemento ali‑
mentar.
R. Adv.: -nsiedade, cetaleias, hipertens o, hipogli‑
cemia, ins nia, irritabilidade, mastalgia, hemor‑
ragia raginal.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0 ginseng tem actiridade
estrog nica e desaconselhado no cancro da
mama, miomas, doen a hbroqu stica da mama ou
endometriose. 0s doentes que r o ser submeti‑
dos a anestesia geral derem suspender o ginseng
cerca de 15 dias antes.
Interac.: uiminui a anticoagula o da rartarina;
aumenta as concentra es de digoxina. larece
diminuir a ac o dos diur ticos da ansa.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 9))) m¸/m/
ulNS-N- (MNS8M); kirontarma
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ 250 ml; 0°
orais s /idas ‑ Iôô m¸
ulNS-N- (MNS8M); kirontarma
t ps. mole ‑ 8lister ‑ ]0 unid; 0°
t ps. mole ‑ 8lister ‑ ô0 unid; 0°
n
HIDROLISADO CEREBRAL DE PORCO
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 161
R. Adv.: N o reteridas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o reteridas.
Interac.: N o reteridas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
/aren/ ricas ‑ +/anina ) m¸/m/ + +r¸inina ô) m¸/m/
+ leni/a/anina 2 m¸/m/ + 6/icina I5 m¸/m/
+ uis/idina I) m¸/m/ + /sc/eucina 2 m¸/m/ +
leucina 6 m¸/m/ + lisina 6 m¸/m/ + 1e/icnina
ô5 m¸/m/ + /rc/ina 2 m¸/m/ + ·erina ô) m¸/m/
+ Irecnina ô) m¸/m/ + Iriµ/c(anc ô5 m¸/m/ +
\a/ina 2 m¸/m/ + cidc asµ r/icc ) m¸/m/ + cidc
¸/u/ micc 15 m¸/m/
t0uNltl8 (MS8M); 8io lortugal
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 5 ml; e 15,++
(e ],088); 0°
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 10 ml; e 25,)1
(e 5,182); 0°
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 10 unid ‑ 1 ml; e 5,¯+
(e 0,5¯+); 0°
n
IDEBENONA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: N useas, r mitos, anorexia, epigastralgias,
diarreia; agita o psicomotora, tremores, conrul‑
s es, estados contusionais, alucina es, ins nia
ou sonol ncia; elera o das transaminases; eri‑
trocitopenia e leucocitopenia; elera o do coles‑
terol, dos triglic ridos ou da ureia.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade a qualquer
dos componentes. uesconhecidas.
Interac.: N o reterenciadas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ )ô m¸
tl8lS1-80N (MS8M); lusomedicamenta
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,+]
(e 0,+2]8); ]¯°
orais s /idas ‑ 15 m¸
-Ml/-l (MS8M); lab. -tral
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1],]5
(e 0,ôô¯5); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ]],8¯
(e 0,5ô+5); ]¯°
lult081l\ (MS8M); lentatarma
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1],))
(e 0,ô))5); ]¯°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ++,]ô
(e 0,¯])]); ]¯°
n
PIRACETAM
Ind.: -djurante do tratamento das mioclonias cor‑
ticais (\. 2.ô.).
R. Adv.: uiarreia; aumento de peso, sonol ncia, in‑
s nia, nerrosismo, depress o, hipercin sia, ras/.
Contra ‑Ind. e Prec.: lritar a interrup o s bita
do tratamento; lu ou l8 grare; graridez ou alei‑
tamento.
Interac.: N o relerantes.
Posol.: uose inicial: ¯200 mg, em 2 a ] administra‑
es. lncrementos de +800 mg cada ] dias (dose
m xima aproximada de 20 g/dia).
orais s /idas ‑ I2ôô m¸
N00S1-N (MS8M); Lt8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ),82 (e 0,1ô]¯); 0°
ll8-tl1-M ulNl8lS 1200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ô,)2 (e 0,115]); 0°
ll8-tl1-M Ml8 (MS8M); Mer
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e ô,)2 (e 0,115]); 0°
ll8-tl1-M 8-1l0lu-8M 1200 Mu t0Ml8lMl‑
u0S 8l\lS1lu0S (MS8M); 8atiopharm
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,)+
(e 0,115¯); 0°
/aren/ ricas ‑ I2 ¸/6ô m/
N00S1-N (MS8M); Lt8
Sol. p. pertus o ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ô0 ml; e ô,02
(e ô,02); 0°
n
PIRACETAM + VINCAMINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: N o reterenciadas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o reterenciadas.
Interac.: N o reterenciadas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 6ôô m¸ + I5 m¸
-N-tl8\l\ l081l (MS8M); -ngelini
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,ô¯
(e 0,2++5); ]¯°
n
PIRISSUDANOL
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: lns nia, agita o, cetaleias, n useas, ton‑
turas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o reterenciadas.
Interac.: lerodopa.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 6ôô m¸
l8lu-N- l081l (MS8M); Norartis larma
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e ô,+1
(e 0,]205); ]¯°
tomp. rerest. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 15,¯ô
(e 0,2ô2¯); ]¯°
n
PIRITINOL
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: \erihcaram ‑se alguns casos de hepatoxici‑
dade grare. -ltera es do sono, excitabilidade,
cetaleias, tadiga, erup es cut neas, prurido,
n useas, r mitos, diarreias, tebre, altera es do
paladar. 8eac es imunol gicas grares da pele;
protein ria e s ndrome netr tico. 8edu o das
plaquetas, agranulocitose; traqueza muscular.
Contra ‑Ind. e Prec.: -rtrite reumat ide e doen as
autoimunes.
Interac.: lotencia a toxicidade dos sais de ouro,
leramisol e tiopronina.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
tl880N ‑ô (MS8M); tontar
162 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,]2
(e 0,088¯); 0°
n
SULBUTIAMINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: -gita o psicomotora.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade.
Interac.: N o reterenciadas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
-8t-ll0N (MNS8M); Serrier
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; 0°
n
VINBURNINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: N o reterenciadas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o reterenciadas.
Interac.: N o reterenciadas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 1ô m¸
tl8\0\-N (MS8M); uecomed
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1),+1 (e 0,]2]5); ]¯°
n
VINPOCETINA
Ind.: - sua utiliza o cl nica n o recomendada.
R. Adv.: N o reterenciadas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o reterenciadas.
Interac.: N o reterenciadas.
Posol.: N o aplic rel tace s indica es.
orais s /idas ‑ 5 m¸
t-\lN10N (MS8M); 8ioSa de
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),8+ (e 0,1ô+); ]¯°
‑ l8 e ),12
Ll18- ‑\lNt- (MS8M); 1ecnimede
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ¯,)) (e 0,]))5); ]¯°
‑ l8 e +,¯5
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,18 (e 0,20]); ]¯°
‑ l8 e ),12
\lNl0tl1lN- kl8N 5 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
torex (lspanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,52 (e 0,12ô); ]¯°
‑ l8 e +,¯5
tomp. ‑ 8lister ‑ 50 unid; e 5,5] (e 0,110ô); ]¯°
‑ l8 e ¯,ô
\ll0tlM (MS8M); -lter
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 10,1¯
(e 0,1ô)5); ]¯° ‑ l8 e ),12
2.1].2. Medicamentos utilizados no
tratamento sintom tico da doen a do
neur nio motor
- doen a do neur nio motor uma doen a
degeneratira do SNt que atecta tundamental‑
mente os neur nios motores do corno anterior
da espinal medula. - morte paulatina destes
neur nios determina uma traqueza muscular pro‑
gressira que rai atectando toda a massa muscular
prorocando incapacidade motora importante e
tinalmente a morte por atingimento dos m scu‑
los respirat rios. - sobrerida 5 anos ap s o diag‑
n stico muito baixa. -t ao desenrolrimento
do riluzol n o existia qualquer op o terap utica
para esta doen a. 0 riluzol determina um con‑
junto complexo de ac es tarmacol gicas e por
isso o mecanismo de ac o relerante no contexto
da doen a do neur nio motor n o est bem escla‑
recido. - reler ncia da sua etic cia terap utica
tamb m question rel uma rez que aquilo que
se demonstrou em ensaios cl nicos toi que o rilu‑
zole era capaz de prolongar a rida do doente ou
deterir a necessidade de rentila o mec nica em
cerca de ] meses relatiramente ao placebo.
n
RILUZOL
Ind.: lrolongamento da sobrerir ncia ou do tempo
at necessidade de rentila o assistida em doen‑
tes com esclerose lateral amiotr hca.
R. Adv.: N useas, r mitos, diarreia, dor abdominal,
taquicardia, astenia, cetaleias, sonol ncia, pares‑
tesias orais. Mais raramente pancreatite e anemia,
neutropenia.
Contra ‑Ind. e Prec.: lu; saber reconhecer sinais de
erentual neutropenia.
Posol.: [Adultos] ‑ \ia oral: 100 mg/dia dirididos
em 2 administra es.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
8llL1lk (MS8M restrita ‑ -l nea b) do -rtigo 118º
do u.l. 1¯ô/200ô); -rentis lharma
tomp. rerest. ‑ lita termossoldada ‑ 5ô unid;
e ]ô1,]5 (e ô,+52¯); 0°
2.1].]. Medicamentos para tratamento da
depend ncia de drogas
n
ACAMPROSATO
Ind.: Manuten o da abstin ncia na depend ncia
do lcool.
R. Adv.: uiarreia, n useas, r mitos, dor abdominal,
prurido, ocasionalmente ras/ maculopapular,
raramente reac es cut neas bolhosas; hutua o
na l bido.
Contra ‑Ind. e Prec.: tontinua o de consumo de
lcool; tal ncia hep tica ou renal grare; graridez
e aleitamento.
Posol.: [Adultos] ‑ 18 ‑ô5 anos: < ô0 kg, ôôô mg na
toma da manh e ]]] mg em cada uma das 2 to‑
mas subsequentes; > ô0 kg, ôôô mg, ] rezes/dia.
orais s /idas ‑ ))) m¸
t-Ml8-l (MS8M); Merck Sant (lran a)
tomp. gastrorresistente ‑ 8lister ‑ ô0 unid;
e 1¯,2¯ (e 0,28¯8); ]¯°
n
BUPRENORFINA
Ind.: 1ratamento de substitui o da depend ncia
de opi ceos, no contexto multidisciplinar de um
tratamento m dico, social e psicol gico. 0 trata‑
mento dere ser etectuado sob a superris o de um
m dico experiente no tratamento da depend n‑
cia/toxicodepend ncia de opi ceos.
R. Adv.: Muito trequentes: S ndrome de abstin ncia
(por ex:, dor abdominal, diarreia, mialgias, ansie‑
dade, sudorese), cetaleias, ins nia, obstipa o e
n useas.
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 163
lrequentes: intec o, edema, nerrosismo,
depress o, redu o da l bido, perturba o do
racioc nio, lacrimejo, ambliopia, rasodilata o,
hipertens o, enxaqueca, rinite, taringite, tosse,
altera es hep ticas, urin rias e gastrintesti‑
nais, atec es cut neas, hipotens o ortost tica.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade a qualquer
um dos componentes, insuhci ncia respirat ria
grare, lu grare, alcoolismo agudo ou delirium
tremens, intoler ncia galactose, dehci ncia
de lactase de l-ll ou malabsor o de glucose‑
‑galactase. lode precipitar abstin ncia, em parti‑
cular quando n o torem respeitados os interralos
desde a ltima utiliza o de hero na ou outros
opi ceos, inclu ndo metadona.
lode ocorrer morte por depress o respirat ria,
em particular quando s o associados benzodia‑
zepinas, lcool ou outros opi ceos. uerido
possibilidade de les o hep tica, recomenda ‑se
a realiza o de proras basais da tun o hep ‑
tica e a documenta o do estadio da hepatite
antes de iniciar a terap utica.
0s doentes positiros para a hepatite riral e/ou
com distun o hep tica pr ‑existente derem
ser monitorizados. N o dere ser utilizado
durante a graridez e o aleitamento dere ser
suspenso.
Interac.: lcool, inibidores da M-0, benzodiazepi‑
nas e outras subst ncias depressoras do sistema
nerroso central ou outros derirados dos opi ce‑
os, alguns antidepressores, antagonistas dos re‑
ceptores u1 sedatiros, barbit ricos, ansiol ticos,
neurol pticos, clonidina e subst ncias relaciona‑
das, inibidores da t¥l]-+.
Posol.: uose inicial de um a dois comprimidos sub‑
linguais, aumentando ‑se progressiramente, em
interralos de 2 a 8 mg, de acordo com o estado
cl nico e psicol gico do doente. N o exceder a
dose di ria m xima de 2+ mg. -dministrar quan‑
do surgem os sinais de abstin ncia, mas nunca
antes de ter decorrido um per odo de ô horas
ap s a ltima utiliza o de opi ceos.
lm doentes tratados com metadona, a dose
desta dere ser preriamente reduzida para
um m ximo de ]0 mg/dia e dere decorrer, no
m nimo, 2+ horas ap s a ltima administra o
de metadona.
-p s uma estabiliza o satistat ria, a posologia
poder ser gradualmente reduzida com eren‑
tual suspens o do tratamento.
8ucais e ¸en¸irais ‑ ô1 m¸
SL8L1l\ (MS8M especial ‑l); 88 (8eino Lnido)
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 2,))
(e 0,+2¯1); ]¯°
8ucais e ¸en¸irais ‑ 2 m¸
8Ll8lN08llN- -/l\lu0S (MS8M especial ‑l);
lab. -zeredos
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 5,02
(e 0,¯1¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,22
8Ll8lN08llN- u0lul-8M- (MS8M especial ‑l);
uoldtarma
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 5,02
(e 0,¯1¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,22
SL8L1l\ (MS8M especial ‑l); 88 (8eino Lnido)
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ô,0¯
(e 0,8ô¯1); ]¯° ‑ l8 e 5,22
8ucais e ¸en¸irais ‑ 8 m¸
8Ll8lN08llN- -/l\lu0S (MS8M especial ‑l);
lab. -zeredos
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 1+,ô¯
(e 2,0)5¯); ]¯° ‑ l8 e 1¯,+]
8Ll8lN08llN- u0lul-8M- (MS8M especial ‑l);
uoldtarma
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 1+,ô¯
(e 2,0)5¯); ]¯° ‑ l8 e 1¯,+]
SL8L1l\ (MS8M especial ‑l); 88 (8eino Lnido)
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 22,+1
(e ],201+); ]¯° ‑ l8 e 1¯,+]
n
BUPRENORFINA + NALOXONA
Ind.: - monograha id ntica da 8uprenorhna
isolada (rer acima). Nesta associa o a naloxona
serre para dissuadir a utiliza o abusira por ria
endorenosa. Se esta acontecer, o eteito do opi i‑
de ser anulado pela naloxona.
R. Adv.: \. 8uprenorhna.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8uprenorhna.
Interac.: \. 8uprenorhna.
Posol.: \. 8uprenorhna.
8ucais e ¸en¸irais ‑ 2 m¸ + ô5 m¸
SL80\0Nl (MS8M especial e restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô ‑l); 88 (8eino Lnido)
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e ô,]¯
(e 0,)1); ]¯°
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ 28 unid; e 25,1)
(e 0,8))ô); ]¯°
8ucais e ¸en¸irais ‑ 8 m¸ + 2 m¸
SL80\0Nl (MS8M especial e restrita ‑ -l nea c) do
-rtigo 118º do u.l. 1¯ô/200ô ‑l); 88 (8eino Lnido)
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ¯ unid; e 2],]]
(e ],]]2)); ]¯°
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ 28 unid; e )2,2
(e ],2)2)); ]¯°
n
BUPROPIOM
Ind.: uepress o. 1ratamento adjurante de progra‑
mas para cessa o do consumo de nicotina.
R. Adv.: lerda de peso, cetaleias, enxaqueca, ins ‑
nia, irritabilidade, ansiedade. 1remor bastante
trequente (20° dos expostos). lode causar ainda
hipertens o, eteitos anticolin rgicos e hipersu‑
da o.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0 risco de conruls es supe‑
rior ao de outros antidepressores. l8 ou lu. uis‑
t ria recente de entarte do mioc rdio ou doen a
card aca inst rel.
Interac.: N o dere ser associado a lM-0 nem a
medicamentos com actiridade sobre a M-0. 8i‑
tonarir produz aumentos importantes das con‑
centra es plasm ticas. 0 uso simult neo com
tric clicos pode diminuir ainda mais o limiar con‑
rulsirante. u interac es potenciais com carba‑
mazepina, tostenito na, tenobarbital, tenito na e
ritampicina.
Posol.: \a deµress c: - dose inicial recomendada
de 150 mg/dia. N o toi estabelecida uma dose
ptima nos ensaios cl nicos. No caso de n o se
rerihcarem melhorias ap s + semanas de trata‑
mento em uma dose de 150 mg, esta poder ser
aumentada para ]00 mg/dia.
164 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
\a cessa c dc ccnsumc de nicc/ina: dose
inicial: 150 mg/dia (1 administra o); depois
]00 mg/dia (2 administra es separadas de pelo
menos 8 horas). - terap utica dere ser iniciada
2 semanas antes do doente deixar de tumar e
dere ser mantido at 12 semanas ap s.
orais s /idas ‑ I5ô m¸
ll0N18ll (MS8M); 8ial
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ¯ unid; e ô,0)
(e 0,8¯); ]¯°
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 2+,5ô
(e 0,818¯); ]¯°
vlll8L18lN \8 (MS8M); uSk
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ¯ unid; e ô,0)
(e 0,8¯); ]¯°
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 2+,5ô
(e 0,818¯); ]¯°
/¥8-N (MS8M); ulaxo vellcome
tomp. libert. prolong.( rerest. p/ pel cula) ‑ 8lis‑
ter ‑ ô0 unid; e ¯+,52 (e 1,2+2); 0°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
ll0N18ll (MS8M); 8ial
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e ]¯,+2
(e 1,2+¯]); ]¯°
vlll8L18lN \8 (MS8M); uSk
tomp. libert. modit. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e ]¯,+2
(e 1,2+¯]); ]¯°
n
DISSULFIRAM
Ind.: -djurante no tratamento do alcoolismo cr ni‑
co (dere ser utilizado sob superris o de especia‑
listas).
R. Adv.: Sonol ncia e tadiga; n useas e r mitos,
halitose e redu o da l bido. 8aramente reac es
psic ticas, dermatite al rgica, neurite perit rica e
les o da c lula hep tica.
Contra ‑Ind. e Prec.: uere ser assegurado que
o doente n o ingeriu lcool nas 2+ horas que
antecederam o in cio do tratamento; necess ria
precau o na l8 ou lu ou respirat ria, na dia‑
betes e na epilepsia. S o contra ‑indica es a lt,
doen a coron ria, hist ria de -\t, hipertens o,
psicose, altera es da personalidade, graridez e
aleitamento.
Interac.: - interac o com lcool caracter stica e
constitui o mecanismo do tratamento (por arer‑
s o). tom o metronidazol produz interac o se‑
melhante que ocorre com o lcool. 0 eteito dos
anticoagulantes aumentado. 0 metabolismo
das benzodiazepinas, dos tric clicos, da teohlina
e da tenito na diminu do.
Posol.: 800 mg como dose nica no 1º dia, que rai
sendo reduzida durante 5 dias at 100 a 200 mg/
dia.
orais s /idas ‑ 5ôô m¸
1l18-ulN (MS8M); taldeira 8 Metelo
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 2,)) (e 0,1+)5); ]¯°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,]¯ (e 0,1228); ]¯°
n
NALTREXONA
Ind.: No tratamento da depend ncia aos opi ceos
e como adjurante na preren o de reca das de
alco licos tratados.
R. Adv.: uores abdominais, anorexia, n useas e r ‑
mitos. lns nias, zumbidos, distoria, astenia. l r‑
pura trombocitop nica e perturba es hep ticas.
Contra ‑Ind. e Prec.: N o dere ser administrada a
doentes em s ndrome de prira o aguda aos opi‑
ceos, nem a doentes em tratamento medicamen‑
toso com estes analg sicos. lu e l8. - naltrexona
s pode ser administrada pelo menos ¯ dias de‑
pois da ltima administra o de opi ceos.
Interac.: N o derer ser administrada concomi‑
tantemente com preparados que possam conter
opi ceos.
Posol.: \ia oral: 25 mg no 1º dia; depois 50 mg/dia
ou 150 mg de ] em ] dias.
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/Iô m/
-N1-\0Nl (MS8M); /ambon
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1+ unid ‑ 10 ml; e ]+,)ô
(e 2,+)¯1); ]¯° ‑ l8 e ]],0]
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 5ô m¸/2ô m/
N-l18l\0N- ulS10\lt-N 50 Mu/20 Ml S0lL‑
0 08-l (MS8M); lentatarma
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 20 unid ‑ 20 ml; e ]5,)+
(e 1,¯)¯); ]¯° ‑ l8 e ]],¯8
N-l18l\0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
Sol. oral ‑ -mpola ‑ 10 unid ‑ 20 ml; e 18,¯)
(e 1,8¯)); ]¯° ‑ l8 e 2],5)
orais s /idas ‑ 5ô m¸
-N1-\0Nl (MS8M); /ambon
t ps. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e ]],58 (e 2,])8ô); ]¯°
ulS10\lt-N (MS8M); lentatarma
tomp. ‑ lrasco ‑ 20 unid; e +1,1 (e 2,055); ]¯°
tomp. ‑ lrasco ‑ ô0 unid; e 80,¯ (e 1,]+5); ]¯°
‑ l8 e ¯¯,+¯
N-l18l\0N- ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 1+ unid;
e 1),5 (e 1,])2)); ]¯° ‑ l8 e 21,+8
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e ô),8] (e 1,2+¯); ]¯° ‑ l8 e ¯2,]1
n
NICOTINA
Ind.: 1ratamento da s ndrome de prira o de ni‑
cotina, como tacilitador da supress o do h bito
tab gico.
R. Adv.: tetaleias, rertigens, n useas, r mitos, ta‑
quicardia, ins nia, em geral pouco marcadas ou
ausentes, por o indiriduo ter ganho toler ncia
atrar s do seu h bito tab gico. lteito irritante
local e dores maxilares (por se usar pastilhas de
mascar) ou irrita o local (para os sistemas trans‑
d rmicos).
Contra ‑Ind. e Prec.: -dolescentes, gr ridas, lactan‑
tes; acidente cardiorascular recente; angina de
peito, arritmias grares, insuhci ncia arterial pe‑
rit rica, teocromocitoma; lcera gastroduodenal,
hipertens o. uere acompanhar ‑se o indir duo
com aconselhamento e apoio psicol gico.
Interac.: N o reteridas.
Posol.: - estabelecer em cada indir duo, de acordo
com o seu consumo de tabaco e grau de depen‑
d ncia. lm regra 8 ‑12 pastilhas de 2 mg/dia; nos
grandes tumadores dere iniciar ‑se o tratamento
2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central 165
com as pastilhas de + mg. N o ultrapassar a dose
de 50 mg/dia.
lara os sistemas transd rmicos: aplicar
um sistema (correspondentes a ¯, 1+ e
21 mg/2+ horas respectiramente), consoante o
consumo de cigarros e o grau de depend ncia.
8ucais e ¸en¸irais ‑ I5 m¸
Nlt0l-SS (MNS8M); lierre labre uermo‑
‑tosm tique
lastilha ‑ 8lister ‑ 12 unid; 0°
lastilha ‑ 8lister ‑ ]ô unid; 0°
lastilha ‑ 8lister ‑ )ô unid; 0°
Nlt0l-SS (MNS8M); lierre labre uermo‑
‑tosm tique
lastilha ‑ 8lister ‑ 12 unid; 0°
lastilha ‑ 8lister ‑ ]ô unid; 0°
lastilha ‑ 8lister ‑ )ô unid; 0°
8ucais e ¸en¸irais ‑ 2 m¸
Nlt08l11l Mlt801-8 llM 0 (MNS8M); }ohnson
8 }ohnson
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ ]0 unid; 0°
tomp. sublingual ‑ 8lister ‑ 100 unid; 0°
Nlt01lNlll MlN1 (MNS8M); Norartis t.u. ‑ Nu‑
tri o
lastilha ‑ 8lister ‑ ]ô unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 5 m¸/I6 /
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 7 m¸/21 /
Nlt0l-1tu ¯ Mu/2+ u08-S (MNS8M); lierre la‑
bre uermo ‑tosm tique
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 28 unid; 0°
Nlt01lNlll ¯ Mu/2+ u08-S (MNS8M); Norartis
t.u. ‑ Nutri o
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
NlQLl1lN tll-8 (MNS8M); uSk tons. uealthcare
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ Iô m¸/I6 /
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ I1 m¸/21 /
Nlt0l-1tu 1+ Mu/2+ u08-S (MNS8M); lierre la‑
bre uermo ‑tosm tique
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 28 unid; 0°
Nlt01lNlll 1+ Mu/2+ u08-S (MNS8M); Norartis
t.u. ‑ Nutri o
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 28 unid; 0°
NlQLl1lN tll-8 (MNS8M); uSk tons. uealthcare
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ I5 m¸/I6 /
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
6u/ neas e /ransd rmicas ‑ 2I m¸/21 /
Nlt0l-1tu 21 Mu/2+ u08-S (MNS8M); lierre la‑
bre uermo ‑tosm tique
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 28 unid; 0°
Nlt01lNlll 21 Mu/2+ u08-S (MNS8M); Norartis
t.u. ‑ Nutri o
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ ¯ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 28 unid; 0°
NlQLl1lN tll-8 (MNS8M); uSk tons. uealthcare
Sistema transd rmico ‑ Saqueta ‑ 1+ unid; 0°
orais s /idas ‑ 2 m¸
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
105 unid; 0°
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
105 unid; 0°
Nlt08l11l MlN1 (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
Nlt01lNlll l8lSuMlN1 (MNS8M); Norartis t.u.
‑ Nutri o
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
2+ unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
)ô unid; 0°
Nlt01lNlll l8Ll1 2 Mu (MNS8M); Norartis t.u.
‑ Nutri o
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
2+ unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
)ô unid; 0°
orais s /idas ‑ 1 m¸
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
105 unid; 0°
Nlt08l11l (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
105 unid; 0°
Nlt08l11l MlN1 (MNS8M); }ohnson 8 }ohnson
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
]0 unid; 0°
Nlt01lNlll l8lSuMlN1 (MNS8M); Norartis t.u.
‑ Nutri o
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
2+ unid; 0°
Nlt01lNlll l8Ll1 + Mu (MNS8M); Norartis t.u.
‑ Nutri o
uoma p. mascar medicamentosa ‑ 8lister ‑
2+ unid; 0°
n
VARENICLINA
Ind.: tomo adjurante num programa de supress o
do h bito tab gico.
166 Grupo 2 | 2.13. Outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central
R. Adv.: -ltera es gastrintestinais, altera es do
apetite, xerostomia, altera es do paladar, al‑
tera es do sono, sonhos agitados. Menos tre‑
quentemente sede, aumento do peso, estomatite
attosa, dor precordial, hipertens o, taquicardia,
hbrilha o auricular, palpita o, ataques de p ni‑
co. uepress o e idea o suicida tamb m toram
reteridas.
Contra ‑Ind. e Prec.: lritar entrada em estado de
prira o abrupto. uist ria psiqui trica e insuhci‑
ncia renal implicam precau o.
Interac.: N o reteridas.
Posol.: Lma a 2 semanas antes da data marcada
para parar de tumar iniciar 0.5 mg 1x/dia durante
] dias, aumentar para 1 mg/dia em 2 administra‑
es durante + dias, depois 2 mg/dia em duas
adminstra es di rias durante 11 semanas. 0
tratamento pode ser repetido para reduzir o risco
de reca da.
orais s /idas ‑ I m¸
tu-Mll\ (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 28 unid;
e 50,1+ (e 1,¯)0¯); 0°
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 5ô unid;
e 100,2) (e 1,¯)0)); 0°
orais s /idas ‑ 6cr· |rancc e a:u/ c/arc, lcrma·
|iccnrexc,· \arenic/ina, /ar/ara/c ô85 m¸, 6cr·
|rancc e a:u/ c/arc, lcrma· |iccnrexc,· \arenic/i‑
na, /ar/ara/c I7I m¸
tu-Mll\ (MS8M); lhzer (8eino Lnido)
tomp. rerest. p/ pel cula ‑ 8lister ‑ 25 unid
(11 comp. - + 1+ comp. 8 ‑ de -clar/l\t/-lu);
e ++,¯¯; 0°
2.1].+. Medicamentos com ac o
espec hca nas perturba es do ciclo
sono ‑rig lia
n
MODAFINIL
Ind.: Narcolepsia.
R. Adv.: -norexia, dor abdominal, cetaleias, alte‑
ra es da personalidade, estimula o do SNt
inclu ndo ins nia, eutoria, irritabilidade, boca
seca, palpita es, taquicardia, hipertens o, tre‑
mor; altera es gastrintestinais incluindo n use‑
as e descontorto g strico; ras/, prurido, discin ‑
sia oromandibular, aumento da tostatase alcalina
dependente da dose.
Contra ‑Ind. e Prec.: l8 e lu; hipertens o (monito‑
rizar 1- e trequ ncia card aca nos doentes hiper‑
tensos); possibilidade de depend ncia; graridez
e aleitamento; hist ria de hipertroha rentricular
esquerda ou altera es isqu micas no ltu, dor
tor cica, arritmia, ou prolapso da r lrula mitral
associados ao uso de estimulantes do SNt.
Posol.: 200 a +00 mg/dia em 2 doses (1 de manh ,
outra ao almo o) ou em dose nica (de manh ).
Nos idosos a dose inicial dere ser 100 mg. N o
est recomendado em crian as.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
M0u-llNll ulNl8lS (MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ]ô,]5 (e 1,81¯5);
]¯° ‑ l8 e +2,ô
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 5+,2 (e 1,80ô¯); ]¯°
‑ l8 e ô],)
M0ul0u-l (MS8M); tephalon (lran a)
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 81,25 (e 2,¯08]);
]¯° ‑ l8 e ô],)
Aparelho
Cardiovascular
3
Aparelho Cardiovascular
3.1. Cardiotónicos
3.1.1. Digitálicos
3.1.2. Outros cardiotónicos
3.2. Antiarrítmicos
3.2.1. Bloqueadores dos canais do sódio
(Classe I)
3.2.1.1. Classe Ia (tipo quinidina)
3.2.1.2. Classe Ib (tipo lidocaína )
3.2.1.3. Classe Ic (tipo fecainida )
3.2.2. Bloqueadores adrenérgicos beta
(Classe II)
3.2.3. Prolongadores da repolarização
(Classe III)
3.2.4. Bloqueadores da entrada do cálcio
(Classe IV)
3.2.5. Outros antiarrítmicos
3.3. Simpaticomiméticos
3.4. Anti ‑hipertensores
3.4.1. Diuréticos
3.4.1.1. Tiazidas e análogos
3.4.1.2. Diuréticos da ansa
3.4.1.3. Diuréticos poupadores de
potássio
3.4.1.4. Inibidores da anidrase
carbónica
3.4.1.5. Diuréticos osmóticos
3.4.1.6. Associações de diuréticos
3.4.2. Modifcadores do eixo renina
angiotensina
3.4.2.1. Inibidores da enzima de
conversão da angiotensina
3.4.2.2. Antagonistas dos recepto-
res da angiotensina
3.4.3. Bloqueadores da entrada do cálcio
3.4.4. Depressores da actividade adrenér-
gica
3.4.4.1. Bloqueadores alfa
3.4.4.2. Bloqueadores beta
3.4.4.3. Agonistas alfa 2 centrais
3.4.5. Vasodilatadores directos
3.4.6. Outros
3.5. Vasodilatadores
3.5.1. Antianginosos
3.5.2. Outros vasodilatadores
3.6. Venotrópicos
3.7. Antidislipidémicos
-ntes de passarmos em rerista os t rmacos
com interesse no tratamento das doen as do toro
cardiorascular, ser conreniente, a t tulo de intro‑
du o, tazer algumas considera es. - primeira
diz respeito metodologia de uma abordagem
terap utica que se quer geral, hol stica e inte‑
grada; a segunda tem a harer com as diticuldades
de classitica o tarmacol gica. semelhan a do
que acontece com o tratamento de situa es pato‑
l gicas inerentes a outros aparelhos e sistemas,
tamb m a terap utica cardiorascular implica, em
termos gen ricos, quatro tormas de abordagem:
1. preren o da situa o patol gica; 2. remo o
da causa precipitante; ]. correc o dos mecanis‑
mos de adapta o subjacentes; +. controlo do
estado cl nico µer se 1omando como exemplo a
doen a coron ria, pois crucial o controlo dos
tactores de risco (u1-, tabagismo, diabetes me//i‑
/us, hipercolesterolemia, hiperhomocisteinemia,
obesidade, s/ress), a redu o dos eteitos das con‑
causas (ex: tratamento da lt que erentualmente
exista; correc o de uma poss rel anemia) e o tra‑
tamento tarmacol gico dirigido situa o cl nica,
para al m de repouso adequado, de uma dieta
apropriada, entim, de um estilo de rida saud rel.
No que respeita classitica o dos t rmacos,
cada rez mais dit cil, em termos conceptuais,
contin ‑los a grupos estanques. que um deter‑
minado t rmaco pode ter r rias indica es tera‑
p uticas (ex: llt-s ‑ indicados no tratamento da
u1- e da lt); e tamb m rerdade que uma deter‑
minada situa o cl nica pode ter uma aborda‑
gem multitarmacol gica. o caso da lt, em que,
gra as a uma melhor compreens o actual dos
seus mecanismos tisiopatol gicos, tem sido pos‑
s rel a utiliza o de t rmacos que n o reduzem
apenas a sintomatologia mas tamb m aumentam
a sobrerida. ue tacto, a excessira actira o dos
mecanismos neurohumorais rasoconstritores e
antinatriur ticos (sistemas adren rgico e renina‑
‑angiotensina ‑aldosterona), em sobreposi o
aos mecanismos rasodilatadores e natriur ticos
(que tamb m est o actirados), determinam de
torma indel rel o progn stico da lt. -dmite ‑se
hoje, de acordo com a erid ncia dos tactos, que
se aceit rel administrar medicamentos com
inotropismo positiro, ainda mais importante
a utiliza o de medicamentos que contrariem a
excessira adapta o dos mecanismos neurohu‑
morais rasoconstritores e antinatriur ticos. -qui
reside a import ncia dos llt-s. -ctualmente, o
tratamento da lt tem como pilares tundamentais
os diur ticos (melhoram os sintomas), alguns
bloqueadores beta em baixas doses no in cio
de tratamento (ex: catvedilol, nebivolol), os
llt-s (diminuem a morbilidade, melhoram o
progn stico e aumentam a esperan a de rida) e
os digit licos (especialmente se hourer determi‑
nadas perturba es de ritmo, tais como tibrilha‑
o e (/u//er auriculares).
].1. tardiot nicos
lor cardiot nicos designam ‑se as subst ncias
com eteito inotr pico positiro, tais como as ami‑
nas simpaticomim ticas e os digit licos. -s aminas
simpaticomim ticas, como a dopamina e a dobu‑
tamina, apenas s o utilizadas por ria l\, em meio
hospitalar e exigindo monitoriza o.
168 Grupo 3 | 3.1. Cardiotónicos
].1.1. uigit licos
Quanto aos digit licos, de real ar que para
al m do seu eteito inotr pico positiro reduzem
a taquiarritmia suprarentricular associada lt,
melhorando a capacidade din mica do cora o.
- digoxina e a metildigoxina s o actualmente os
digit licos mais comummente utilizados.
N o h diteren as signiticatiras entre digito‑
xina e digoxina, a n o ser em termos tarmaco‑
cin ticos. lor ria oral a digitoxina tem melhor
absor o que a digoxina. - digitoxina sotre
excre o tundamentalmente hep tica; a excre o
da digoxina principalmente renal.
Ind.: IC, fbrilhaç ã o e futter auriculares.
R. Adv.: N useas, r mitos, anorexia e diarreia. lstes
dois ltimos eteitos s o sintomas precoces num
contexto de intoxica o digit lica. Nerralgias,
cetaleias, tonturas, sonol ncia, desorienta o
e alucina es. uinecomastia e diminui o da
sí ntese de gonadotrofnas. Diplopia, escotomas,
discromatopsia (sugestira de intoxica o). 8radi‑
cardia sinusal, bloqueios auriculorentriculares,
extrass stoles suprarentriculares e rentriculares
(muitas rezes em bigeminismo). -s extrass sto‑
les rentriculares multitocais s o muitas rezes
precursoras de tormas mais grares de arritmias
(ex: taquicardia rentricular). 0 bloqueio auricu‑
lorentricular pode ser de 1º, 2º ou ]º grau, impli‑
cando, por rezes, nestas duas ltimas situa es,
o recurso utiliza o de µacema|er proris rio.
- intoxica o digit lica uma situa o de risco,
tanto maior quanto mais comprometido estirer o
equil brio hidroelectrol tico. lmporta pois, corri‑
gir a desidrata o e a hipocaliemia que erentual‑
mente ocorram. uere eritar ‑se o recurso a aminas
simpaticomim ticas e administra o de c lcio
em situa es de intoxica o digit lica. lode harer
necessidade de utiliza o de tenito na ou de blo‑
queadores beta (no tratamento das extrass stoles
e taquicardias), da lidoca na (em situa es de ta‑
quicardia rentricular), da atropina (na ocorr ncia
de bloqueios auriculorentriculares). tamb m
de grande interesse o recurso aos lab ((ra¸men/s
an/i ‑|indin¸).
Contra ‑Ind. e Prec.: 0s digit licos est o contra‑
‑indicados na s ndrome de voltt ‑larkinson ‑vhite,
na taquicardia rentricular, nos bloqueios auricu‑
lorentriculares de 2º e ]º grau, na cardiomiopatia
hipertró fca obstrutiva e ainda em situaç õ es de hi‑
percalcemia e hipocaliemia signifcativas.
Interac.: Vá rias substâ ncias podem modifcar as
concentra es plasm ticas dos digit licos, quan‑
do administradas concomitantemente. lste as‑
pecto pode ter s rias implica es, atendendo
pequena margem de seguran a destes t rmacos.
Merecem particular reter ncia as interac es com
o rerapamilo, diltiazem, quinidina, propatenona
e amiodarona, que podem prorocar diminui o
da excre o renal da digoxina. -queles t rmacos,
semelhan a de outros com potencial bradi‑
cardizante, tais como diltiazem e bloqueadores
beta, obrigam a uma redu o cautelar da dose.
lode ocorrer tamb m um aumento de reac es
adrersas, quando em simult neo s o utilizados
t rmacos depletores de pot ssio e de magn sio
(diur ticos).
0utras subst ncias podem agrarar as pertur‑
ba es de ritmo induzidas pelos digit licos.
S o exemplos os antidepressores tric clicos, os
simpaticomim ticos e os antiarr tmicos.
l rmacos como os anti cidos e a metoclopta‑
mida podem interagir com a digoxina, dimi‑
nuindo a sua absor o.
n
DIGOXINA
Ind.: \. uigit licos (].1.1.).
R. Adv.: \. uigit licos (].1.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. uigit licos (].1.1.).
Interac.: \. uigit licos (].1.1.).
Posol.: \ia oral ‑ uose de digitaliza o: 0,¯5‑
‑1,25 mg;
uose de manuten o: 0,125 ‑0,5 mg.
-s doses reteridas aplicam ‑se a indir duos
adultos. Na crian a, a dose dere ser ajustada
em tun o da idade e da supert cie corporal.
Na l8, a dose dere ser reduzida em tun o da
c/earance da creatinina (tl cr).
orais s /idas ‑ ôI25 m¸
l-N0\lN Mu (MS8M); -spen (-lemanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 0,82 (e 0,0+1); ô)°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,0¯ (e 0,0]+5); ô)°
orais s /idas ‑ ô25 m¸
l-N0\lN (MS8M); -spen (-lemanha)
tomp. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1,+1 (e 0,0+¯); ô)°
n
METILDIGOXINA
Ind.: \. uigit licos (].1.1.).
R. Adv.: \. uigit licos (].1.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. uigit licos (].1.1.).
Interac.: \. uigit licos (].1.1.).
Posol.: \ia oral ‑ uose de digitaliza o: 0,] a 0,ô mg/
dia, durante tr s dias.
uose de manuten o: 0,1 a 0,2 mg/dia.
orais s /idas ‑ ôI m¸
l-Nl10l (MS8M); lharmakern
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2,8] (e 0,0+¯2); ô)°
].1.2. 0utros cardiot nicos
n
UBIDECARENONA
Ind.: - ubidecarenona reterida como sendo
cardiot nica. N o se disp e por m de proras
inequí vocas da sua efcá cia, quando utilizada
isoladamente. reterida como co ‑adjurante no
tratamento da lt e na preren o da cardiotoxici‑
dade induzida pela doxorrubicina.
R. Adv.: N useas, anorexia, perturba es g stricas,
diarreia, erup es cut neas.
Contra ‑Ind. e Prec.: uipersensibilidade.
Interac.: uesconhecidas.
Posol.: \ia oral: ]0 a 100 mg/dia em trac es.
orais s /idas ‑ Iô m¸
Q 10 (MS8M); Sidetarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,]) (e 0,18)8); 0°
3.2. Antiarrítmicos 169
orais s /idas ‑ )ô m¸
Q 10 l081l (MS8M); Sidetarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2+,2] (e 0,+0]8); 0°
t ps. ‑ 8lister ‑ )0 unid; e ]+,]+ (e 0,]81ô); 0°
orais s /idas ‑ 5ô m¸
L8lN/lM- (MS8M); lentatarma
t ps. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +5,¯+ (e 0,¯ô2]); 0°
].2. -ntiarr tmicos
-s perturba es do ritmo card aco ocorrem
com uma trequ ncia bastante elerada. l se na
maior parte dos casos s o ten menos inotensiros,
noutras situa es, por m, prorocam descontorto,
aumentam a morbilidade de situa es patol gicas
subjacentes ou co ‑existentes e constituem uma
das principais causas de morte s bita, especial‑
mente quando se apresentam na torma de taqui‑
cardia e tibrilha o rentriculares.
-s arritmias podem ser deridas a moditica es
na trequ ncia, na ritmicidade, na g nese e na
condu o do impulso. - maior parte das classi‑
tica es sobre antiarr tmicos incide em conside‑
ra es com base electrotisiol gica. - mais conhe‑
cida a classitica o de \aughan ‑villiams. mais
uma classitica o de ac es antiarr tmicas do
que uma classitica o de t rmacos, uma rez que
alguns destes exibem outros eteitos tarmacol gi‑
cos, e por isso mesmo, outras indica es terap u‑
ticas. lodemos diridir os antiarr tmicos em cinco
grandes grupos:
].2.1. ‑ ßloqueadotes dos canais de s dio
(Classe i)
].2.1.1. ‑ tlasse la (tipo quinidina)
].2.1.2. ‑ tlasse lb (tipo lidoca na)
].2.1.]. ‑ tlasse lc (tipo flecainida)
].2.2. ‑ ßloqueadotes adten tgicos beta
(Classe ii)
].2.]. ‑ rtolongadotes da tepolatiza o
(Classe iii)
].2.+. ‑ ßloqueadotes da enttada do c lcio
(Classe iv)
].2.5. ‑ uuttos antiatt tmicos
tonr m salientar desde j duas importantes
caracter sticas comuns aos antiarr tmicos:
‑ lteito pr ‑arr tmico potencial.
‑ lossibilidade de interac o com outros t r‑
macos, especialmente com os da mesma classe.
1al tacto pode acarretar aumento signiticatiro dos
eteitos laterais.
-lguns antiarr tmicos s o de uso exclusira‑
mente hospitalar, tais como adenosina (trata‑
mento de 1ª linha da taquicardia parox stica
suprarentricular) e lidoca na (indicada nas arrit‑
mias rentriculares, especialmente quando ocor‑
rem num contexto de entarte de mioc rdio).
].2.1. 8loqueadores dos canais do s dio
(tlasse l)
].2.1.1. tlasse la (tipo quinidina)
].2.1.2. tlasse lb (tipo lidoca na )
N o dispon reis em larm cia tomunit ria.
].2.1.]. Classe Ic (tipo fecainida )
n
FLECAINIDA
Ind.: S ndrome de voltt ‑larkinson ‑vhite; taquicar‑
dia rentricular.
R. Adv.: N useas, r mitos, diplopia, turra o da ri‑
s o, tonturas. -graramento de lt, arritmias.
Contra ‑Ind. e Prec.: 8loqueios auriculorentricula‑
res e bloqueios de ramo. -rritmias rentriculares
no per odo imediato p s ‑entarte. 0 seu uso dere‑
r ser eritado na graridez e no aleitamento.
Interac.: As concentraç õ es plasmá ticas da fecainida
aumentam quando usada concomitantemente
com amiodarona, fuoxetina e ritonavir; fcam
reduzidas com a cimetidina. A fecainida aumenta
as concentra es plasm ticas da digoxina e do
propranolol.
Deve evitar ‑se o uso simultâ neo da fecainida com
a amiodarona, pelo risco de arritmia rentricular,
agrarado pelo tacto da amiodarona aumentar as
concentraç õ es plasmá ticas de fecainida.
0s antidepressores tric clicos e a tertenadina
aumentam a possibilidade de ocorr ncia de arrit‑
mias rentriculares.
lode harer depress o mioc rdica quando usada
concomitantemente com bloqueadores beta e
bloqueadores dos canais de c lcio.
Posol.: \ia oral: 100 mg, 2 rezes/dia (m ximo:
200 mg, 2 rezes/dia).
\ia l\ (uso hospitalar): 2 mg/kg de peso, no m xi‑
mo de 150 mg e num per odo de tempo m nimo
de 10 minutos.
orais s /idas ‑ Iôô m¸
-l0t-8u (MS8M); Meda lharma
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 2],05 (e 0,]8+2); 0°
n
PROPAFENONA
Ind.: 1aquicardia suprarentricular. s ndrome de
voltt ‑larkinson ‑vhite. -rritmias rentriculares.
R. Adv.: N useas, r mitos, altera es do paladar.
-graramento de lt, tarorecimento da ocorr n‑
cia de arritmias. 8ubor tacial, prurido, tonturas,
tremor, ris o turra, secura de boca, altera es da
acomoda o, hipotens o postural, obstipa o.
Contra ‑Ind. e Prec.: S ndrome de Q1 longo, lt
descompensada, bloqueios auriculorentriculares
de 2º e ]º graus e bloqueios intrarentriculares.
ul0t. lritar na graridez e no aleitamento.
Interac.: - ritampicina reduz as concentrac es de
propatenona; a cimetidina aumenta ‑as. - propa‑
tenona aumenta as concentra es s ricas e os
consequentes eteitos dos bloqueadores beta, da
digoxina, da teoflina e da varfarina.
0s antidepressores tric clicos, o ritonarir e a
tertenadina aumentam o risco de arritmias ren‑
triculares, se usados concomitantemente com a
propatenona.
Posol.: [Xdultos¡ ‑ \ia oral: +50 a ô00 mg/dia
(150 mg, ] rezes/dia, ou ]00 mg, 2 rezes/dia). lor
rezes necess rio aumentar a dose para )00 mg/dia.
O controlo electrocardiográ fco pode ser impor‑
tante. 0 prolongamento do espa o Q8S ou do
170 Grupo 3 | 3.2. Antiarrítmicos
Q1 obriga suspens o do t rmaco ou pelo me‑
nos redu o de dose.
8eduzir dose na lu e l8.
orais s /idas ‑ I5ô m¸
8¥1M0N08M (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5 (e 0,25);
ô)°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,)]
(e 0,1+88); ô)°
orais s /idas ‑ )ôô m¸
8¥1M0N08M (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 18,¯8
(e 0,]1]); ô)°
].2.2. 8loqueadores adren rgicos beta
(tlasse ll)
\. 8loqueadores beta (].+.+.2.).
n
SOTALOL
Ind.: 1aquicardia juncional. 1aquicardia supraren‑
tricular num contexto de s ndrome de voltt‑
‑larkinson ‑vhite. 1aquiarritmias rentriculares
grares.
R. Adv.: 1onturas, cetaleias, parestesias, sonol n‑
cia, astenia, epigastralgias, reac es d rmicas,
conjuntirite. -graramento da doen a arterial
perit rica. uipoglicemia (e mascaramento dos
respectiros sinais). lstados depressiros, contus o
mental, alucina es. lteitos pr ‑arr tmicos.
Contra ‑Ind. e Prec.: lt descompensada. 8loqueios
auriculorentricular de 2º e ]º graus e sinoauri‑
cular. S ndrome do n sinusal. uoen a arterial
perit rica aran ada. -sma br nquica. uist ria de
hipersensibilidade ao t rmaco e edema da glote.
0 seu uso dere ser eritado na graridez e no alei‑
tamento.
Interac.: uere eritar ‑se a administra o simult nea
de rerapamilo, diltiazem e outros antiarr tmicos,
particularmente de classe lll. 0 seu uso conco‑
mitante com antidepressores tric clicos, tenotia‑
zinas, diur ticos, anti ‑hipertensores pode causar
diminuiç ã o signifcativa da tensã o arterial.
uere eritar ‑se o uso concomitante de certas
subst ncias tais como: antidepressores tric cli‑
cos, lcool, halopetidol, tertenadina, pelo risco
aumentado de ocorr ncia de arritmias rentricu‑
lares.
0 sotalol pode tarorecer o aparecimento de epi‑
s dios hipoglic micos em doentes tratados com
insulina ou antidiab ticos orais.
Posol.: \ia oral: 1ô0 a ]20 mg/dia, em 2 trac es, an‑
tes das retei es. - dose dere ser reduzida na l8.
orais s /idas ‑ I6ô m¸
u-808 (MS8M); -bbot
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],)8 (e 0,1))); ô)°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),¯ (e 0,1ô1¯); ô)°
].2.]. lrolongadores da repolariza o
(tlasse lll)
n
AMIODARONA
Ind.: librilha o e futter auriculares; taquicardia
suprarentricular; s ndrome de voltt ‑larkinson‑
‑vhite; preren o da recorr ncia da taquicardia
e fbrilhaç ã o ventriculares.
R. Adv.: Infltrados e fbrose pulmonares (por ve‑
zes de extrema graridade). uipotiroidismo, hi‑
pertiroidismo. uep sitos na c rnea; tototobia,
turra o da ris o. N useas, anorexia, obstipa o,
elera o das transaminases e icter cia. -taxia,
tremor, neuropatia perit rica. 8loqueios auricu‑
lorentriculares e intrarentriculares; eteito inotr ‑
pico negatiro. -ltera es hematol gicas (trombo‑
citopenia, anemia hemol tica, raramente anemia
apl stica). \asculite. tom a ria l\ pode ocorrer
sudorese profusa, anaflaxia, broncospasmo e
eventualmente apneia, se houver insufciê ncia
respirat ria pr ria.
Contra ‑Ind. e Prec.: 8loqueios auriculorentri‑
cular e sinoauricular; bradicardia sinusal; hi‑
potens o arterial marcada; lt e insutici ncia
respirat ria grares.
uraridez e lacta o. uistun o tiroideia.
uado o tacto da amiodarona ter um t plasm ‑
tico longo, que condiciona persist ncia no or‑
ganismo durante ) a ++ dias com dose nica e
de 25 a 10¯ dias em tratamento cr nico, existe
o risco de excessiras concentra es plasm ticas
e tecidulares com o inerente potencial t xico.
1al tacto obriga a ajustamentos terap uticos
regulares.
Interac.: Cimetidina, ptopafenona, outros antiar‑
r tmicos ‑ aumentam os eteitos da amiodarona.
Colestitamina ‑ reduz os eteitos da amiodarona.
Ciclosporina, digoxina, fenitoí na, teoflina, varfa‑
rina ‑ t m os seus eteitos aumentados quando se
usam concomitantemente com amiodarona.
-lguns t rmacos, tais como antidepressores tri‑
c clicos, cloroquina, tenotiazinas, haloperidol,
ritonarir e tertenadina, quando utilizados con‑
juntamente com a amiodarona podem tarorecer
a ocorr ncia de arritmias rentriculares.
Posol.: \ia oral ‑ 0cse inicia/: 200 mg, ] rezes/dia
(cerca de uma semana).
0cse de manu/en c· 100 a +00 mg/dia. lm m ‑
dia: 200 mg, 1 rez/dia.
\ia l\: ]00 mg em intus o, numa solu o glicosa‑
da de 250 ml durante 20 minutos a 2 horas, ap s
o que se segue uma intus o de +50 a )00 mg (m ‑
dia ô00 mg) em 500 ml de soro glicosado durante
2+ horas.
lm caso de injec o l\ directa (que dere ser lenta),
a dose n o derer ultrapassar 5 mg/kg.
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
-Ml0u-80N- ulNl8lS 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); ueneris
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5¯ (e 0,10)5); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
-Ml0u-80N- ul8Mlu 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); uermed
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,ôô (e 0,1ôô); ô)°
‑ l8 e 1,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5¯ (e 0,10)5); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
3.2. Antiarrítmicos 171
-Ml0u-80N- ul 200 Mu t0Ml8lMlu0S (MS8M);
gp
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,ôô (e 0,1ôô); ô)°
‑ l8 e 1,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5¯ (e 0,10)5); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
-Ml0u-80N- l-8lSl-l 200 Mu t0Ml8lMlu0S
(MS8M); labestal
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5ô (e 0,10)]); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
-Ml0u-80N- Ml0u80Nl (MS8M); -lter
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,ôô (e 0,1ôô); ô)°
‑ l8 e 1,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,5¯ (e 0,10)5); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
-Ml0u-80N- M¥l-N (MS8M); Mylan
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,ô+ (e 0,1ô+); ô)°
‑ l8 e 1,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,51 (e 0,1085); ô)°
‑ l8 e ¯,ô+
t08u-80Nl (MS8M);
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e ],2] (e 0,]2]); ô)°
‑ l8 e 1,))
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 11,2ô (e 0,18¯¯);
ô)° ‑ l8 e ¯,ô+
/aren/ ricas ‑ I5ô m¸/) m/
t08u-80Nl (MS8M); Sanoti -rentis
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ ô unid ‑ ] ml; e +,¯ (e 0,¯8]]);
ô)°
].2.+. 8loqueadores da entrada do c lcio
(tlasse l\)
n
DILTIAZEM
Ind.: 1aquiarritmia suprarentricular. 8loqueadores
da entrada do c lcio (].+.].) e antianginosos
(].5.1.).
R. Adv.: \. 8loqueadores da entrada do c lcio
(].+.].). 8loqueios sinoauricular e auriculoren‑
tricular, rertigens e perturba es digestiras,
urtic ria, raramente eritemas descamatiros, por
rezes tebris.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8loqueadores da entrada
do c lcio (].+.].). 8loqueios auriculorentricular
e sinoauricular. lt descompensada.
Interac.: \. 8loqueadores da entrada do c lcio
(].+.].). 8loqueadores beta e outros antiarr tmi‑
cos. -umenta as concentrac es plasm ticas dos
antidepressores tric clicos, da ciclosporina, do
midazolam e da teoflina.
Posol.: \ia oral: 120 ‑]ô0 mg/dia. lxistem prepara‑
es de ac o retardada. 8eduzir a dose na lu.
orais s /idas ‑ 6ô m¸
ulll-8 (MS8M); -bbott ll
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),+¯
(e 0,15¯8); ô)°
ull1llM (MS8M); Sanoti‑-rentis
tomp. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô) (e 0,18+5); ô)°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,25 (e 0,1]¯5); ô)°
ul88lSSl8 (MS8M); lab. uelta
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5
(e 0,25); ô)°
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,+1
(e 0,1+02); ô)°
orais s /idas ‑ 9ô m¸
ull1l-/lM M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],]2
(e 0,1ôô); ô)° ‑ l8 e ],)2
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 8,]]
(e 0,1]88); ô)° ‑ l8 e ),88
l1l/lM (MS8M); lab. lthypharm (lran a)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5
(e 0,25); ô)° ‑ l8 e ],)2
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ô1
(e 0,2102); ô)° ‑ l8 e ),88
ul88lSSl8 (MS8M); lab. uelta
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 12,ôô
(e 0,211); ô)°
orais s /idas ‑ I2ô m¸
ulll-8 (MS8M); -bbott ll
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,ô2
(e 0,2+]¯); ô)° ‑ l8 e 1],2+
ull1l-/lM M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e +,22
(e 0,211); ô)° ‑ l8 e +,¯8
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ),ô
(e 0,1ô); ô)° ‑ l8 e 1],2+
l1l/lM (MS8M); lab. lthypharm (lran a)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,81
(e 0,2+ô8); ô)° ‑ l8 e 1],2+
ul88lSSl8 S8 (MS8M); lab. uelta
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 5,)2
(e 0,2)ô); ô)° ‑ l8 e +,¯8
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1¯,2+
(e 0,28¯]); ô)° ‑ l8 e 1],2+
orais s /idas ‑ I8ô m¸
ulll-8 180 (MS8M); -bbott ll
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2ô,+1
(e 0,+¯1ô); ô)°
ull1l-/lM l-8M0/ (MS8M); larmoz
tomp. libert. prolong. ‑ lrasco ‑ ]0 unid; e 1+,1
(e 0,+¯); ô)°
ull1l-/lM M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 15,1
(e 0,251¯); ô)° ‑ l8 e 1),]ô
l1l/lM (MS8M); lab. lthypharm (lran a)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1],1+
(e 0,+]8); ô)°
ul88lSSl8 S8 (MS8M); lab. uelta
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,)5
(e 0,+]25); ô)° ‑ l8 e 1),]ô
orais s /idas ‑ 2ôô m¸
ull1llM -l 200 (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 8,11
(e 0,5¯)]); ô)°
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e 2ô,12
(e 0,+ôô+); ô)°
orais s /idas ‑ 21ô m¸
l1l/lM (MS8M); lab. lthypharm (lran a)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 11,¯8
(e 0,])2¯); ô)°
ul88lSSl8 S8 (MS8M); lab. uelta
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 25,+5
(e 0,+2+2); ô)°
172 Grupo 3 | 3.3. Simpaticomiméticos
orais s /idas ‑ )ôô m¸
ull1l-/lM M¥l-N (MS8M); Mylan
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 1+,1]
(e 0,2]55); ô)° ‑ l8 e 2],81
ull1llM -l ]00 (MS8M); Sanoti -rentis
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 5ô unid; e ]],)8
(e 0,ô0ô8); ô)° ‑ l8 e 22,22
l1l/lM (MS8M); lab. lthypharm (lran a)
t ps. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 1ô,02
(e 0,5]+); ô)°
n
VERAPAMILO
Ind.: \. 8loqueadores da entrada do c lcio (].+.].).
1aquicardia parox stica suprarentricular. libri‑
lha o e futter auriculares. -ngina de peito. u1-.
R. Adv.: \. 8loqueadores da entrada do c lcio
(].+.].). lode prorocar ainda reac es al rgicas,
mialgias, artralgias, ginecomastia, hiperplasia
gengiral e aumento das transaminases.
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 8loqueadores da entrada
do c lcio (].+.].). lntarte agudo do mioc rdio.
thoque cardiog nico.
Interac.: \. 8loqueadores da entrada do c lcio
(].+.].). lotencia os eteitos da carbamazepina,
ciclosporina, teoflina, digoxina, lí tio. Os seus
eteitos s o reduzidos pelo tenobarbital, tenito na
e ritampicina.
Posol.: [Xdultos¡ ‑ \ia oral: 120 ‑+80 mg/dia (em
trac es).
\ia l\: 5 mg, lentamente (no m nimo 2 minutos)
ou em intus o numa solu o glicosada (ou em
soro fsioló gico), à velocidade de 5 a 10 mg/hora
num total m dio de 100 mg/dia.
[Ctian as¡ ‑ \ia oral: < 5 anos: +0 ‑ô0 mg/dia
(em trac es); > 5 anos: 80 ‑2+0 mg/dia (em
trac es).
\ia l\: < 1 ano: 0,¯5 ‑1 mg (lentamente); de 1 a
5 anos: 2 ‑] mg (lentamente); > 5 anos: 2,5 ‑5 mg
(lentamente).
orais s /idas ‑ 1ô m¸
lS0l1lN +0 (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e 1,8ô
(e 0,0)]); ô)°
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e +,]ô
(e 0,0¯2¯); ô)°
orais s /idas ‑ 8ô m¸
lS0l1lN 80 (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,02
(e 0,08]¯); ô)°
orais s /idas ‑ I2ô m¸
lS0l1lN 120 (MS8M); -bbot
tomp. rerest. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ¯,ô+
(e 0,12¯]); ô)°
lS0l1lN ut (MS8M); -bbot
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,ô)
(e 0,15ô]); ô)°
orais s /idas ‑ 21ô m¸
lS0l1lN u1- (MS8M); -bbot
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e 8,¯8
(e 0,2)2¯); ô)°
/aren/ ricas ‑ 5 m¸/2 m/
lS0l1lN (MS8M); -bbot
Sol. inj. ‑ -mpola ‑ 5 unid ‑ 2 ml; e 2,01 (e 0,+02);

].2.5. 0utros antiarr tmicos
- adenosina n o est dispon rel em larm cia
tomunit ria, pelo que aqui se n o descrere.
].]. Simpaticomim ticos
-s aminas simpaticomim ticas rasopressoras
s o subst ncias com interesse no tratamento do
choque e da hipotens o arterial sintom tica.
bem sabido que nas situa es de choque a restau‑
ra o dos ralores da press o arterial crucial para
uma adequada pertus o sangu nea dos rg os
ritais, particularmente do cora o, c rebro e
rins. eridente que o tratamento do choque e da
hipotens o sintom tica depende, antes de mais,
da correc o da situa o subjacente: hemorragia
e outros quadros hiporol micos, hiponatremia,
insutici ncia suprarrenal, tamponamento card ‑
aco, estenose a rtica, entarte do mioc rdio, cer‑
tas intoxica es agudas, intec es, etc. Nas situa‑
es grares em que imprescind rel o recurso a
rasopressores, tal op o dere ser tirme, precoce
e selectira nos objectiros. -s doses a prescrerer
derem ser as mais adequadas situa o, o que
implica monitoriza o e ajustamentos posol gi‑
cos por rezes trequentes.
-lguns rasopressores s o utilizados por ria
parent rica em intus o. S o disto exemplo a
dopamina e a dobutamina, que implicam moni‑
toriza o dos par metros ritais e uma utiliza o
de doses rari reis em tun o do quadro cl nico.
0utros, como por exemplo a etileftina e a mido‑
dtina, podem ser utilizados por ria oral, em cer‑
tos casos de hipotens o sintom tica.
n
ETILEFRINA
Ind.: uipotens o arterial sintom tica.
R. Adv.: -rritmia card aca (particularmente taquic r‑
dica), palpita es, pr ‑cordialgia, subida da ten‑
s o arterial para ralores indesej reis, n useas, an‑
siedade, ang stia, ins nias, tremores e suda o.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoen a coron ria, hipertiroi‑
dismo, u1-, cardiomiopatia obstrutira hipertr ‑
fca, taquiarritmias, glaucoma, hipertrofa pros‑
t tica com reten o urin ria, teocromocitoma.
tontra ‑indicada no 1º trimestre da graridez e na
lacta o e ainda quando h hipersensibilidade
etiletrina. 0 in cio de tratamento obriga a excluir
como causa de hipotens o a exist ncia de esteno‑
se das r lrulas card acas ou dos troncos arteriais
principais.
Interac.: lode harer potencia o de eteito se a
etiletrina tor ministrada simultaneamente com
outras subst ncias simpaticomim ticas, antide‑
pressores tric clicos, mineralocortic ides, lM-0
e hidrocarbonetos alit ticos halogenados. lm
contrapartida, os t rmacos bloqueadores adre‑
n rgicos podem anular ou reduzir os seus eteitos.
3.4. Anti ‑hipertensores 173
Posol.: [Xdultos¡ ‑ \ia oral: 5 a 10 mg, ] rezes/dia
(10 gotas ~ 5 mg).
orais / ¡uidas e semi ‑s /idas ‑ 75 m¸/m/
lll081ll (MS8M); Lniltarma
Sol. oral ‑ lrasco ‑ 1 unid ‑ ]0 ml; e 2,1 (e 0,0¯);
]¯°
n
MIDODRINA
Ind.: uipotens o arterial sintom tica.
R. Adv.: 1aquicardia, tremores, suda o, ansiedade,
ang stia, ins nias, palpita es, pr ‑cordialgia e
subida da tens o arterial para ralores indesej ‑
reis.
Contra ‑Ind. e Prec.: uoen a coron ria, hipertiroi‑
dismo, HTA, cardiomiopatia obstrutiva hipertró f‑
ca, taquiarritmias, glaucoma, hipertrofa prostá ti‑
ca com reten o urin ria, teocromocitoma.
Interac.: lode harer potencia o de eteito se tor
administrada simultaneamente com outras subs‑
t ncias simpaticomim ticas, antidepressores
tric clicos, mineralocortic ides. lm casos de ad‑
ministra o concomitante com digit licos pode
obserrar ‑se bradicardia.
Posol.: \ia oral: 2,5 a 5 mg/dia, em duas trac es.
orais s /idas ‑ 25 m¸
uL180N (MS8M); Soc. Nostrum
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e ô,ô8 (e 0,111]); ]¯°
].+. -nti ‑hipertensores
- u1- constitui um dos principais tacto‑
res de risco de doen a coron ria, de lt, dos
-\ts e da netroangioesclerose. ua que os anti‑
‑hipertensores representem um importante grupo
de subst ncias na preren o da elerada morbili‑
dade e mortalidade associadas a estas situa es.
- adop o de estilos de rida saud reis, tais
como redu o de peso, baixo consumo de clo‑
teto de s dio e de lcool e exerc cio t sico regu‑
lar constituem importantes medidas na redu o
dos ralores da tens o arterial. lor m, estas ati‑
tudes nem sempre s o suticientes, pelo que o
recurso aos anti ‑hipertensores trequentemente
necess rio.
-ctualmente, de acordo com as detini es da
0rganiza o Mundial de Sa de e da Sociedade
lnternacional de uipertens o, considera ‑se harer
u1- quando os ralores de tens o s o superiores
a 1+0 e/ou )0 mmug, respectiramente para a ten‑
s o sist lica e diast lica.
Sist lica uiast lica
uipertens o ligeira 1+0 ‑15) )0 ‑))
uipertens o moderada 1ô0 ‑1¯) 100 ‑10)
uipertens o grare >/~ 180 >/~ 110
tonsidera ‑se “normal alta” a tens o arterial
com ralores de 1]0 ‑1]) e 85 ‑8), respectiramente
para a sist lica e diast lica, derendo isto ser espe‑
cialmente considerado, se hourer outros tactores
de risco associados, tais como diabetes me//i/us e
insutici ncia renal cr nica.
lodemos classiticar os anti ‑hipertensores, tace
ao seu principal mecanismo de ac o, em seis
grandes grupos, sendo os seus subgrupos:
].+.1. ‑ uiur ticos: 1iazidas e an logos; uiur ‑
ticos da ansa; uiur ticos poupadores
de pot ssio; lnibidores da anidrase
carb nica; uiur ticos osm ticos; -sso‑
cia es de diur ticos
].+.2. ‑ Moditicadores do eixo renina angio‑
tensina: lnibidores da enzima de con‑
rers o da angiotensina; -ntagonistas
dos receptores da angiotensina
].+.]. ‑ 8loqueadores da entrada do c lcio
].+.+. ‑ uepressores da actiridade adren r‑
gica: 8loqueadores alta, 8loqueadores
beta; -gonistas alta 2 centrais
].+.5. ‑ \asodilatadores directos
].+.ô. ‑ 0utros
uestes grupos e subgrupos, os diur ticos, os
llt-s, os antagonistas dos receptores da angio‑
tensina, os bloqueadores da entrada do c lcio
e os bloqueadores beta s o considerados anti‑
‑hipertensores de 1ª linha.
- escolha inicial de um anti ‑hipertensor
derer obriamente recair num de 1ª linha, como,
por exemplo, diur tico ou bloqueador beta.
Se hourer necessidade de associar dois anti‑
‑hipertensores, a associa o ainda derer recair
em dois de 1ª linha. lm caso de ser necess rio
juntar um terceiro anti ‑hipertensor, optar ‑se ‑
pela tilmenidina, clonidina ou outro de 2ª linha
de etic cia comprorada.
- op o pelo anti ‑hipertensor est depen‑
dente da situa o concreta do doente. -ssim, por
exemplo, se o doente tem concomitantemente
lt, a escolha dere recair preterencialmente num
diur tico e/ou llt-; se tem angina de peito dere
preterir ‑se um bloqueador beta ou um bloquea‑
dor dos canais do c lcio. Se se trata de uma gr ‑
rida, os bloqueadores da entrada do c lcio e os
bloqueadores beta s o os anti ‑hipertensores mais
aconselh reis. 0 tactor do custo dere igualmente
ser tido em conta, como em todas as terap uticas,
particularmente quando de natureza cr nica.
lxistem no mercado associa es de anti‑
‑hipertensores na mesma prepara o tarmac u‑
tica, com o objectiro de uma maior ades o tera‑
p utica por parte do doente.
].+.1. uiur ticos
0s diur ticos mant m grande interesse no tra‑
tamento da u1-. S o geralmente eticazes, capa‑
zes de reduzir etectiramente a morbilidade e a
mortalidade cardiorasculares, de baixo custo rela‑
tiro (aspecto importante no tratamento de uma
doen a cr nica), de t cil manejo e bastante bem
tolerados, mesmo no doente idoso.
Quando utilizados com outros anti‑
‑hipertensores, exibem eteitos aditiros ou mesmo
sin rgicos, pelo que existem numerosas associa‑
es em dose tixa (\. Subgrupos ].+.2. e ].+.+.).
174 Grupo 3 | 3.4. Anti ‑hipertensores
0s eteitos laterais mais trequentemente obser‑
rados prendem ‑se com altera es bioqu micas
e metab licas: hiponatremia, hipomagnesemia,
hipocaliemia e hiperuricemia. lodem prorocar
ainda aumento do colesterol e dos triglicer deos,
intoler ncia glucose e resist ncia insulina.
0s diur ticos s o t rmacos que promorem a
excre o renal de gua e electr litos causando
um balan o negatiro de s dio. lara al m da u1-
(particularmente as tiazidas e an logos) est o
tamb m indicados na remo o de edemas.
0s inibidores da anidrase carb nica (ex.: ace‑
tazolamida) s o diur ticos tracos, usados na pro‑
tilaxia da doen a de altitude e, principalmente,
no tratamento do glaucoma.
0s diur ticos osm ticos aumentam a osmolari‑
dade do plasma e do tluido tubular, sendo indica‑
dos na redu o ou preren o de edema cerebral,
na redu o da press o intra ‑ocular e em situa es
de l8 aguda. S o usados essencialmente em meio
hospitalar. lazem parte deste grupo o isossorbido
e o manitol.
0 uso de diur ticos derer ser acompanhado
de outras medidas que “potenciem” a etic cia do
tratamento (restri o na ingest o de s dio) ou
que tacilitem a remo o de certos edemas (mori‑
mento e uso de meias de descanso, no caso do
edema ortost tico).
Na prescri o de diur ticos necess rio ter
presente que estes t rmacos para al m de promo‑
rerem a excre o hidrossalina, intluenciam o grau
de pertus o renal, obrigando ao ajuste de dosa‑
gem em caso de l8 (nomeadamente em idosos).
tausam espolia o de i es (s dio, pot ssio, mag‑
n sio) o que, nos casos mais grares, pode lerar
necessidade de administra o de suplementos
ou sua associa o com t rmacos que causem
eteitos antag nicos sobre a excre o de alguns
destes i es.
0s diur ticos mais rulgarmente utilizados
no ambulat rio s o as tiazidas e seus an logos,
os diur ticos da ansa e os poupadores de pot s‑
sio. S o usados isoladamente ou em associa o
(principalmente de tiazidas com poupadores de
pot ssio).
].+.1.1. 1iazidas e an logos
Neste grupo est o inclu dos um conjunto de
t rmacos de estrutura tiaz dica (altizida, ben‑
drotluazida, clorotiazida, ciclopentiazida, hidro‑
clorotiazida, hidrotlumetiazida, politiazida) e
outros t rmacos (clototalidona, indapamida,
metolazona e xipamida) que partilham com
as tiazidas o mesmo mecanismo de ac o: ini‑
bi o da reabsor o de s dio na por o inicial
do t bulo contornado distal. 1 m uma pot ncia
moderada. Note ‑se que presentemente n o existe
no mercado nenhuma tiazida isolada, mas que a
hidroclorotiazida surge em muitas associa es em
dose tixa, juntamente com um anti ‑hipertensor
ou outro diur tico.
Ind.: u1-, lt ligeira a moderada, netrolit ase cau‑
sada por hipercalci ria idiop tica e na diabetes
ins pida netrog nica. - ac o anti ‑hipertensora
parece resultar da redu o do rolume extrace‑
lular (derido ao eteito diur tico) e de um eteito
rasodilatador directo. -o inibirem a excre o do
c lcio podem reduzir o risco de osteoporose.
0s eteitos diur ticos destes t rmacos iniciam‑
‑se 1 a 2 horas ap s a administra o oral,
mantendo ‑se por 12 a 2+ horas. S o adminis‑
trados de preter ncia de manh , para a diurese
n o interterir com o sono. -lguns possuem t
prolongado permitindo a sua administra o
em dias alternados.
0 eteito anti ‑hipertensor manitesta ‑se mais
lentamente e, em regra, conseguido com
doses interiores s usadas para a obten o do
eteito diur tico.
R. Adv.: -s tiazidas e seus an logos podem causar
altera es metab licas (hiperglicemia e glicos ‑
ria, hiperuricemia, alteraç õ es do perfl lipí dico),
desequil brios electrol ticos r rios (alcalose
hipoclor mica, hiponatremia, hipocaliemia, hi‑
pomagnesemia, hipercalcemia), altera es he‑
matol gicas, dirersos tipos de reac es adrersas
gastrintestinais, anorexia, cetaleias, tonturas, re‑
ac es de totossensibilidade, hipotens o postu‑
ral, parestesias, impot ncia e altera es da ris o.
Muitas das reac es adrersas s o dependentes
da dose e, nas posologias habitualmente usadas
na cl nica, t m uma incid ncia e graridade mo‑
destas.
Contra ‑Ind. e Prec.: 0brigam a precau o quando
usadas em doentes com hipercalcemia, com his‑
t ria de ataques de gota, cirrose hep tica (risco
aumentado de hipocaliemia), l8 (risco de agrara‑
mento da tun o renal), em diab ticos e em casos
de hiperaldosteronismo. lst o contra ‑indicados
quando a tun o hep tica ou renal est muito
comprometida, em doentes que tenham sotrido
um -\t recente e na graridez. lm doses altas po‑
dem suprimir a lacta o.
Interac.: lodem ocorrer interac es entre tiazidas
(e seus an logos) com digit licos (aumento da
toxicidade resultante da hipocaliemia), com an‑
tiarr tmicos (aumento da toxicidade card aca dos
antiarr tmicos das classes l-, lt e lll e diminui o
de efcá cia dos antiarrí tmicos da classe IB), com
sais de l tio (aumento dos n reis plasm ticos de
l tio e riscos de aparecimento de eteitos t xicos),
com tertenadina (aumento da incid ncia de ar‑
ritmias rentriculares), e com llt-s (aumento do
eteito hipotensor).
0s dirersos t rmacos deste grupo apresentam um
perfl de efcá cia e seguranç a muito semelhante.
uistinguem ‑se pelo seu t
1
/
2
e pela import ncia da
contribui o da rasodilata o para o eteito anti‑
‑hipertensor.
n
CLOROTALIDONA
Ind.: u1-, lt ligeira ou moderada, netrolit ase cau‑
sada por hipercalci ria idiop tica e na diabetes
ins pida netrog nica. \. 1iazidas e an logos
(].+.1.1.).
R. Adv.: \. 1iazidas e an logos (].+.1.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1iazidas e an logos
(].+.1.1.).
Interac.: \. 1iazidas e an logos (].+.1.1.).
3.4. Anti ‑hipertensores 175
Posol.: ldema: 50 a 100 mg/dia contorme a grari‑
dade (tratamento inicial); 50 a 100 mg, ] rezes/
semana (tratamento de manuten o; a adminis‑
traç ã o em dias alternados é justifcada pelo facto
do t rmaco apresentar um longo t ).
uI+· 25 a 50 mg/dia.
orais s /idas ‑ 5ô m¸
u¥u8010N (MS8M); -mdipharm (lrlanda)
tomp. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,] (e 0,1]); ô)°
tomp. ‑ 8lister ‑ ô0 unid; e 5,08 (e 0,08+¯); ô)°
n
INDAPAMIDA
Ind.: u1-.
R. Adv.: \. 1iazidas e an logos (].+.1.1.).
Contra ‑Ind. e Prec.: \. 1iazidas e an logos
(].+.1.1.).
Interac.: \. 1iazidas e an logos (].+.1.1.).
Posol.: ldema: 2,5 mg/dia aumentando, se neces‑
s rio, at 5 mg/dia ap s 1 semana de tratamento.
uI+· 1,25 a 2,5 mg/dia.
orais s /idas ‑ I5 m¸
llLul\ ll (MS8M); Serrier
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 5
(e 0,]]]]); ô)° ‑ l8 e 2,ô2
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e ¯,)ô
(e 0,2ô5]); ô)° ‑ l8 e +,2+
lNu-l-Mlu- -t1-\lS (MS8M); -ctaris (lsl ndia)
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 15 unid; e 2,58
(e 0,1¯2); ô)° ‑ l8 e 2,ô2
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,2)
(e 0,1+]); ô)° ‑ l8 e +,2+
lNu-l-Mlu- -l1l8 1,5 Mu t0Ml8lMlu0S ul ll‑
8l81- 0 l80l0Nu-u- (MS8M); -lter
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 20 unid; e ],ô+
(e 0,182); ô)° ‑ l8 e 2,8]
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ ]0 unid; e +,¯2
(e 0,15¯]); ô)° ‑ l8 e +,2+
lNu-l-Mlu- 8lLllu-8M- (MS8M); 8luepharma
uen ricos
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 1+ unid; e 2,+¯
(e 0,1¯ô+); ô)° ‑ l8 e 2,++
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 28 unid; e ],)5
(e 0,1+11); ô)° ‑ l8 e ],)ô
lNu-l-Mlu- tltlLM (MS8M); ticlum
tomp. libert. prolong. ‑ 8lister ‑ 10 unid; e 1,¯ô
(e 0,1¯ô); ô)° ‑ l8 e 1,¯5
tomp. libert. pr