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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO POR AMOR AOS MEUS IRMÃOS D. TIMÓTEO, PROFETA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO

POR AMOR AOS MEUS IRMÃOS

D. TIMÓTEO, PROFETA DA BAHIA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA A OBTENÇÃO DE GRADUAÇÃO DE BACHAREL EM JORNALISMO, DE AUTORIA DE

EVERALDO DE JESUS E REGINA BANDEIRA ORIENTADOR: PROF. DR. EMILIANO JOSÉ

Maio de 2002

MEMÓRIA DESCRITIVA ANALÍTICA, REFERENTE À REPORTAGEM BIOGRÁFICA ENTITULADA “POR AMOR AOS MEUS IRMÃOS – D. TIMÓTEO, PROFETA DA BAHIA”, REDIGIDO POR EVERALDO DE JESUS E REGINA BANDEIRA, SOB A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR EMILIANO JOSÉ DA SILVA FILHO, COMO PROJETO EXPERIMENTAL PARA CONCLUSÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, HABILITAÇÃO EM JORNALISMO.

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Sumário

Introdução, 4

Tema, 7

Produção, 8

Divisão de tarefas, 11

Conclusão, 12

Bibliografia, 13

1. Introdução

Para retratar o nosso tema, optamos por um livro-reportagem. O importante, nesse tipo de trabalho, é ater-se aos fatos e consubstanciar as informações com circunstâncias históricas. Precisão de datas é fundamental. Para isso, tem que se fazer um levantamento de tudo que a imprensa cobriu que tem relação com o tema. Esse projeto experimental relata a vida do abade do Mosteiro de São Sebastião da Bahia, D. Timóteo Amoroso Anastácio, falecido em 1994. Entre 1965 e 1981, ele esteve à frente do mosteiro, entregando o cargo em 1981, nas circunstâncias relatadas no livro. Permaneceu na Bahia depois da renúncia e continuou a influenciar os destinos do estado, através de testemunhos, depoimentos, compromissos com as causas democráticas e se constituindo em diretor espiritual de um número impreciso de fiéis católicos.

Além do prólogo e do epílogo, o livro está dividido em três capítulos: O Pai, O Filho e o Espírito Santo. O primeiro, trata da eleição de D. Timóteo, em 1965, da

relação entre abade e monges, e na sua abertura religiosa. O segundo, trata da sua infância, sua passagem pelo Seminário de Mariana, sua formatura em direito, seu casamento com Jenny Hungria, a morte da esposa, a influência do intelectual e primo Alceu Amoroso Lima, a decisão de virar monge, e a importância do convívio com D. Hélder Câmara.

O terceiro é o mais longo, porque utilizamos trechos de depoimentos de

várias pessoas que foram tocadas pelo espírito de D. Timóteo, ou a quem ele estendeu a mão amiga nos momentos de adversidade. São abordados os seguintes assuntos:

homenagens pelos 80 anos de vida; sua tentativa de seguir as diretrizes estabelecidas no Concílio Vaticano II, fazendo a aculturação da liturgia, celebrando a Missa do Morro, estabelecendo diálogo com as mães de santo; a sua participação na vida artística da Bahia, sua amizade com Jorge Amado; uma rápida análise do papel da Igreja e do papel de D.

Timóteo na luta contra a ditadura; terminando com o episódio da invasão do mosteiro, e sua altercação com o cardeal D. Eugênio Sales.

O prólogo trata da renúncia. Decidimos abrir o livro com um depoimento

inédito do atual abade do mosteiro de S. Bento, D. Emanoel D’Able do Amaral, revelando

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pela primeira vez o motivo da renúncia. Temos também outro depoimento que atesta a existência de um complô que resultou no afastamento de D. Timóteo: o de D. Bernardo Lucas. As informações dos dois se encontravam, inclusive em relação ao nome do líder do movimento. Por recomendação do professor doutor Emiliano José, excluímos de todo texto as informações passados pelo capelão da Igreja da Graça, D. Bernardo, pois este não autorizou o uso de seu nome para sustentar as declarações que nos deu em off. Sem outros meios para confirmar, decidimos deixar de fora. D. Emanoel, o único a gravar entrevistas sobre o caso, não acompanhou aqueles acontecimentos. Ficou sabendo através de conversas com o abade de Olinda, D. Basílio Penido e com os monges do mosteiro de Salvador. O monge apontado como o cabeça do movimento negou que fosse inimigo de D. Timóteo. Disse inclusive que era admirador do abade e que foi seu enfermeiro por alguns meses. Esperávamos poder revelar toda essa história que, sem nenhuma dúvida, surpreenderia todos aqueles que conviveram com o mosteiro nos anos em que D. Timóteo foi abade.

Optamos pelo formato livro-reportagem, em vez de monografia. Essa escolha foi fundamental para definir o estilo com que iríamos trabalhar as citações e as referências aos livros e aos artigos de outros autores. O estilo monografia é mais adequado ao uso acadêmico. Já o livro-reportagem torna a leitura mais interessasse para o público em geral. O livro não contém notas, nem no rodapé, nem na parte final. Isso, porém, não significou abrir mão da precisão jornalística ou creditar os autores de textos citados. Referimos o autor da citação no próprio corpo do texto. Para uma melhor agilidade da leitura, todas as descrições de diálogos foram redigidas como tal. A memória das pessoas é falha. O próprio D. Timóteo foi entrevistado quando já tinha mais de 80 anos. Então, não é garantido que as palavras usadas tenham sido exatamente essas. Mas ele era um homem extremamente lúcido. Acreditamos que, na essência, o sentido se mantenha fiel. O presente trabalho também pretende servir como fonte de pesquisa para futuros pesquisadores, porque o tema é vasto, e sabemos que não conseguimos abarcar tudo.

Enfrentamos inúmeras dificuldades. Desde a falta de tempo, pois os autores do projeto trabalham e têm filhos para cuidar, até uma certa discrição dos entrevistados

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para se referirem a temas polêmicos. O resultado final nos agradou, embora reconheçamos falhas em nossas pesquisa. Aceitáveis para dois amadores que até então só tinham escrito reportagens de no máximo cinco laudas. Estamos orgulhosos de termos enfrentado esse desafio.

Reconhecemos também que, apesar dos esforços, a história de D. Timóteo é vasta e complexa, e um projeto experimental de fim de curso é insuficiente para abarcar todos os aspectos de sua vida. A produção intelectual do abade é apenas citada aqui, assim como suas reflexões teológicas, publicadas principalmente no livro A flauta de Deus, uma coletânea de homilias de D. Timóteo e textos escritos por ele e publicados em jornais e cadernos litúrgicos da Igreja Católica. O abade também escreveu para diversas revistas, como A Ordem, Convergência, e Equipe Litúrgica e traduziu diversos livros. Não era nosso objetivo fazer uma estudo aprofundado do pensamento de D. Timóteo, dispersos nesses textos e acreditamos que este seria uma outra vertente de trabalho a ser escrito sobre o abade. Que analisasse sua maneira de refletir e de se referir a Deus e ao cristianismo, cujo resultado final, sem dúvida, serviria para compreendê-lo melhor.

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2 . Tema

Assim como Paloma Váron e Francisco Cláudio, autores do projeto experimental Rumo à terra prometida – a trajetória do Grupo Moisés, apresentado em janeiro de 2001, Everaldo, a partir de setembro de 2000, também começou a trabalhar como assistente do professor Emiliano José, no livro As asas invisíveis do Padre Renzo. O interesse por escrever sobre o abade nasceu depois de Emiliano lhe pedir uma matéria sobre D. Timóteo Amoroso Anastácio, para usar em seu livro. Foi o próprio Emiliano quem sugeriu a Everaldo continuar as pesquisas sobre o abade, objetivando o projeto de fim de curso. D. Timóteo é considerado por todos um defensor dos direitos humanos, da democracia, da liberdade de expressão. Sua vida é marcada por episódios fortes, como a participação na Revolução de 30, a morte da esposa nos primeiros anos do casamento, a invasão do mosteiro pelos militares, e sua renúncia. Mineiro de nascimento, D. Timóteo aprendeu a amar a Bahia, e o jeito alegre e sincero do baiano. Em reconhecimento a isso, recebeu o título de Cidadão de Salvador, por iniciativa de Lídice da Mata. Consciente de que um semestre é um tempo muito pequeno para uma pesquisa tão extensa, Everaldo convidou Regina Bandeira para fazerem juntos essa tarefa. Já tínhamos trabalhado anteriormente nas disciplinas Oficina de Telejornalismo II e Assessoria de Comunicação. Regina foi apresentada ao livro-reportagem na disciplina Teorias do Jornalismo, com a professora Rosângela Vieira, que tinha como leitura obrigatória o livro A sangue frio, de Truman Capote. Everaldo, por sua vez, teve a primeira experiência de escrever uma grande reportagem na disciplina Jornalismo e Sociedade, ministrada pelo professor Emiliano José. As oficinas de jornalismo impresso nos ensinaram a tratar o fato jornalístico e de enriquecê-lo com citações de outras publicações e dos personagens envolvidos. No entanto, a prática na faculdade é insuficiente para dar a verdadeira dimensão do que é escrever um livro. Essa experiência só é adquirida ao se fazer o livro e as teorias acabam servindo pouco.

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3. Produção

Estabelecemos algumas personagens para iniciarmos as entrevistas. Foram selecionados, a princípio, alguns integrantes do Grupo Moisés, como Isa Moniz e Hilda Hendricx. Entrevistar Delia Bonisegna foi sugestão de Emiliano. Solange Lima foi iniciativa de Everaldo, a quem conhece pessoalmente. Entrevistar Haroldo Lima era indispensável, por sua atuação destacada na militância católica dos anos 60 e pelo episódio relatado por Lídice da Mata, em Dom Timóteo – presença história, de que D. Timóteo salvou a vida de Haroldo. Carlos Sarno foi entrevistado, por causa da história contada por Emiliano em Galeria F – Lembranças do mar cinzento, sobre a peça proibida de ser encenada no Colégio Central, em 1966. D. Timóteo se envolveu nos conflitos por causa dessa proibição e ofereceu o mosteiro aos estudantes, para apresentarem lá as “Venturas e desventuras de um estudante”. Sarno foi também o publicitário que gravou o depoimento de D. Timóteo sobre o cemitério clandestino de Perus, em S. Paulo, em 1990, usado na campanha para o governo do estado, pela candidata Lídice da Mata. As entrevistas com Isa Moniz, do Grupo Moisés, e José Milton, da AP, em agosto de 2001, nos ajudaram a traçar um panorama interessante da ação dos grupos católicos na época da ditadura. Em seguida, procuramos outras pessoas que conviveram com o abade, ou que participaram das lutas contra a ditadura. Enfrentamos a dificuldade de comunicação, pois muitos deles moram fora da Bahia. O contato com Cláudio Perani foi através de carta, e José Comblin e Frei Betto através de e-mail. Chegamos a conclusão de que, por escrito, as pessoas tendem a ser muito econômicas. Algumas entrevistas-chave, como a do atual abade do mosteiro, D. Emanoel D’Able do Amaral, e a do capelão da Igreja da Graça, D. Bernardo Lucas, foram deixadas para o final, para nos cercarmos do maior número de informações possíveis e estarmos mais preparados para esses encontros. Pela relevância do livro D. Timóteo, presença histórica, escrito a partir de três depoimentos dados no seminário organizado pela Faculdade de Filosofia e Ciências

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Humanas da UFBA, em 1996, sobre o a abade, procuramos os palestrantes desse evento, para que estes desenvolvessem os tópicos mencionados em suas falas. Conversamos com Joviniano Neto e com Jean Bauzin. Por problemas de agenda da deputada estadual Lídice da Mata, e horário disponível dos autores (ambos trabalham à tarde), não foi possível entrevistá-la.

O tempo apertado foi o responsável por não entrevistarmos algumas pessoas que, com certeza, têm informações e testemunhos importantes. José Crisóstomo, que trabalhou com D. Timóteo na Escola 1º de Maio, nos anos 70. D. Basílio Penido, abade de Olinda e seu amigo pessoal, que lhe deu a notícia de sua eleição, em 1965 e dirigiu o Capítulo em que D. Timóteo anunciou a renúncia ao cargo de abade, em 1981. Zélia Gattai, esposa de Jorge Amado, ambos muito amigos do abade, e Mãe Olga de Alaketu, sua “guia” nos templos de Candomblé e nos mistérios das religiões afro-brasileiras. Diversas razões dificultaram a realização dessas entrevistas. Mãe Olga, uma situação sui generis, por conta de rituais do Candomblé, ficou mais de dois meses sem receber visitas, e só saiu do retiro faltando um mês para fecharmos este trabalho. Optamos por ficar sem sua entrevista. D. Basílio, pela distância (mora em Olinda-PE) e por dificuldades de contato por telefone. Ficamos sabendo que enfrenta uma grave crise de saúde. Ele tem hoje 89 anos. Com José Crisóstomo, tivemos dificuldade de contato por telefone. Fizemos algumas tentativas em meados de janeiro, depois desistimos. Na verdade, consideramos erroneamente que seu depoimento não era fundamental. Para esclarecer uma das facetas de D. Timóteo, sua relação com o movimento popular, José Crisóstomo é sem dúvida fonte indispensável. Zélia Gattai ficou de fora por problema de agenda e, também, porque acreditamos que as informações contidas em seu livro A casa do Rio Vermelho e nos três livros de Jorge Amado, além dos artigos em jornais, todos citados nas referências bibliográficas, fossem o suficiente para cobrir esse aspecto. Para nos falar do Trabalho Conjunto, entrevistamos o professor de arquitetura Manoel José de Carvalho. O professor José Antônio Saja, organizador do livro A flauta de Deus, falou da santidade do abade. Henrique Peregrino da Trindade reforçou a idéia de santidade de D. Timóteo e contou um episódio desconhecido, ocorrido em 1993, quando uma intervenção do abade evitou que ele corresse risco de vida.

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Para uma pesquisa mais completa, seria imprescindível visitar o mosteiro do Rio de Janeiro e o de Belo Horizonte, por onde ele passou, antes de vir para Salvador. Visitar sua cidade natal, Barbacena, e Rio Pomba, onde viveu até a adolescência, seria útil para descobrir aspectos inéditos de sua vida, antes de ser abade. Tentamos ainda contato por carta com um irmão de D. Timóteo, que mora no Rio, mas não obtivemos resposta. Passamos muitas horas na biblioteca do mosteiro, lendo diversos livros, desde Thomas Merton, até José Comblin. Livros como o Catálogo dos abades, e o Dietário dos monges, que só no mosteiro teríamos acesso, continham informações e datas vitais a nossa pesquisa. Contamos com a colaboração do arquivista, irmão Adriano Carvalho, para ver as fotos e os artigos de jornais, principalmente da época da renúncia, e da cerimônia do concessão do título de Doutor Honoris Causa. É importante esclarecer que D. Timóteo deu várias entrevistas, e elas serviram de base para boa parte do trabalho. As principais são a da Revista da Bahia, concedida a Sahada Mendes, Carlos Sarno, José Henrique Barreiro, e Gustavo Falcón, e a do livro O milagre de Dom Amoroso, de Eduardo Diogo Tavares. Por tratar-se de um personagem muito rico, tivemos problemas em delimitar o tema. Apesar de não ser teólogo, D. Timóteo era um intelectual, que dominava várias línguas, e escrevia artigos para revistas e jornais. Através desses escritos, das entrevistas que ele deu, e do depoimento de Saja, tivemos conhecimento do lado espiritual do abade, e de suas crenças religiosas. Porém, tínhamos bem mais informações sobre o D. Timóteo político, então, foi essa vertente que decidimos explorar. Um D. Timóteo capaz de se arriscar por jovens em perigo e por religiosos perseguidos pelo regime militar. É verdade que, a cada depoimento atestando a santidade desse homem, sua bondade e respeito pelo ser humano, fomos nos envolvendo por nosso personagem. Isso fez com que, além do lado político, ficasse claro que tudo que ele fez foi pela sua fé no Cristo Libertador.

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4. Divisão de tarefas

Desde o princípio, decidimos que todas as etapas do trabalho seriam executadas por nós dois. Foi assim com a maioria das entrevistas. Algumas vezes, precisamos nos dividir, por questão de horário. Everaldo fez sozinho as entrevistas de Solange Lima, Haroldo Lima e Eduardo Hoornaert; Regina, as entrevistas de Jean Bauzin e de D. Bernardo Lucas. O depoimento de Frei Betto veio através de e-mail para Everaldo e Cláudio Perani por carta para Regina. As visitas aos arquivos da Biblioteca Central dos Barris e aos da biblioteca do Mosteiro de São Bento foram quase todas feitas por ambos, embora o maior tempo despendido nessa tarefa tenha sido de Regina. Entre janeiro e fevereiro, Regina fez pelo menos dez visitas a esses locais, conseguindo grande parte dos recortes de jornais. Apesar da orientação de Emiliano de tentarmos escrever a quatro mãos, decidimos que a homogeneização e a redação final ficaria a cargo de Everaldo. A Regina coube a maioria das transcrições das entrevistas, resumos de livros, síntese de tópicos, elaboração de textos adicionais a partir das entrevistas e dos recortes de jornais, e a revisão final. A cada capítulo escrito, discutíamos as idéias abordadas, acrescentando ou cortando partes desnecessárias.

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5. Conclusão

A realização desse projeto experimental, com todas as dificuldades aqui abordadas e com as limitações dos autores para desenvolver um tema tão complexo, serviu para dar uma dimensão nova na compreensão da tarefa de desenvolver um texto longo. Cobrir pautas diárias em jornais ou elaborar releases não têm nenhum paralelo com fazer um livro. No dia-a-dia da faculdade, é impossível adquirir essa vivência. Ou talvez seja o caso de propor que uma experiência parecida seja incluída no decorrer da graduação, para reduzir o choque dos alunos na hora de elaborar monografias ou livros reportagens para a conclusão do curso. Apesar de tudo, o trabalho foi um preparo indispensável para podermos dar curso à profissão de jornalista. Agradecemos ao nosso orientador, Emiliano José, cuja experiência nesta área dispensa comentários. Agradecemos a todos os que nos receberam com simpatia e alegria e sem jamais questionar nossa capacidade para retratar com competência a vida de D. Timóteo Amoroso Anastácio.

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COURO e madeira substituem o ouro na posse do novo abade. Jornal da Bahia. Salvador, 17/09/1965. p. 3.

D.

TIMÓTEO empossado abade. Jornal da Bahia. Salvador, 18/09/1965. p. 1.

D.

TIMÓTEO beija o chão da igreja antes da posse como novo abade. Jornal da Bahia.

18/09/1965. p. 2.

D. TIMÓTEO será sagrado hoje. Jornal da Bahia. Salvador, 19 e 20/09/1965. p. 1.

CINCO abades na sagração de D. Timóteo onde o povo vai cantar. Jornal da Bahia. Salvador, 19 e 20/09/1965. p. 5.

CONSAGRAÇÃO do novo abade de São Bento. A Tarde. Salvador, 20/09/1965.

DEZESSEIS sacerdotes celebram missa de sagração de D. Timóteo. Jornal da Bahia. Salvador, 21/09/1965. p. 2.

HOMILIA [da missa de sagração de D. Timóteo]. Jornal da Bahia. Salvador, 21/09/1965. p. 2.

1965/1966 – Missa do Morro:

ATABAQUES e berimbaus na missa de S. Bento. A Tarde. Salvador, 11/12/1965. p. 1.

ABADE esclareceu a missa acompanhada por atabaque. A Tarde. Salvador, 14/12/1965. p. 3.

20

MISSA em ritmo de samba. A Tarde. Salvador, 14/12/1965. Seção Opinião do Leitor.

p. 4.

PRÓ Missa do Morro. A Tarde. Salvador, 16/12/1965. Seção Opinião do Leitor. p. 4.

CAVALCANTE, D. Jerônimo de Sá. Jornal da Bahia, 18/12/1965. Seção Catolicismo.

p. 6.

MISSA do Morro. A Tarde, 21/12/1965. Seção Opinião do Leitor. p. 4.

MISSA do Morro adapta igreja do diálogo à realidade brasileira. Jornal da Bahia. Salvador, 23/12/1965.

MISSA do Morro será gravada em LP e reflete a igreja pós-concílio. Jornal da Bahia. Salvador, 26 e 27/12/1965.

CORÇÃO, Gustavo. A Missa do Morro. A Tarde, 19/08/1966. Seção Opinião do Leitor.

p. 4.

1968 - Invasão do mosteiro e outros acontecimentos:

“HUMANAE VITAE” não decepciona de todo mas precisa de complemento. Jornal da Bahia. Salvador, 04 e 05/ago/1968. p. 2.

GUANABARA na expectativa de protesto estudantil contra prisão de Vladimir. Jornal da Bahia. Salvador, 06/08/1968. p. 1.

PARA D. Timóteo a TFP é a última defensora do feudalismo no País. Jornal da Bahia. Salvador, 06/08/1968. p. 2.

REPRESSÃO às manifestações estudantis leva mais de 800 à prisão na Guanabara. Jornal da Bahia. Salvador, 07/08/1968. p. 1.

ESTUDANTE baleado durante os incidentes ontem com a polícia. Jornal da Bahia. Salvador, 07/08/1968. p. 2.

21

PRISÃO preventiva de Vladimir Palmeira foi pedida ontem no Rio. Jornal da Bahia. Salvador, 08/08/1968. p. 1.

REPRESSÃO policial gera distúrbios com saldo de 7 feridos a bala em Salvador. Jornal da Bahia. Salvador, 09/08/1968. p. 1.

POLÍCIA contra estudantes deixa rastro de sangue. Jornal da Bahia. Salvador, 09/08/1968. p. 3

A IGREJA. Jornal da Bahia. Salvador, 10/08/1968. p. 1.

POLICIAIS voltaram a disparar armas de fogo na Praça Castro Alves. Jornal da Bahia. Salvador, 10/08/1968. p. 2.

POLÍCIA ocupa pontos estratégicos para evitar manifestação de hoje. Jornal da Bahia. Salvador, 13/08/1968. p. 3.

FALECEU às primeiras horas de hoje o Cardeal da Silva, Primaz do Brasil. Jornal da Bahia. Salvador, 14/08/1968. p. 1.

BAHIA sepulta com honras o seu Cardeal. Jornal da Bahia. Salvador, 15/08/1968. p. 1.

1975 - D. Jerônimo e o divórcio:

D.JERÔNIMO é a favor do divórcio. Jornal da Bahia. Salvador, 23/02/1975. p. 1

PRIOR beneditino faz defesa do divórcio. Jornal da Bahia. Salvador, 23/02/1975. p. 3.

1976 - Invasão do Marotinho:

BAIXA do Marotinho: dia de tensão acaba sem derrubada. A Tarde. Salvador,

05/03/1976.

22

COMOVE

05/03/1976. p.2.

toda

a

cidade

drama

do

Marotinho

Já.

Jornal

da

Bahia.

Salvador,

TRANSFERIDA para hoje a demolição do Marotinho. Jornal da Bahia. Salvador, 5/03/1976. p.3.

OCUPANTES do Marotinho já expulsos dos seus barracos. A Tarde. Salvador, 06/03/1976. p. 3.

MAROTINHO: prefeitura cria um novo problema social. Jornal da Bahia. 06/03/1976.

p.3

PREFEITO consumou a expulsão de Marotinho. Jornal da Bahia. Salvador, 06/03/1976. p. 1.

ESTADO dá seu terreno para os desabrigados do Marotinho. A Tarde. Salvador,

09/03/1976.

1981 - Renúncia e sucessão de D. Timóteo:

D.TIMÓTEO deixa o seu cargo de abade. Jornal da Bahia. Salvador, 12/04/1981. p. 3.

REGO, D. Mariano Costa. A renúncia de Dom Timóteo. Jornal da Bahia. Salvador, 12/04/1981. p. 16.

SUCESSOR de D. Timóteo na abadia de São Bento conhecido dia 27. Tribuna da Bahia. Salvador, 13/04/1981. p. 3.

MONGES de São Bento preparam eleição do abade. Jornal da Bahia. Salvador, 26/04/1981. p. 3.

ONZE beneditinos elegem hoje novo abade do mosteiro. Jornal da Bahia. Salvador, 28/04/1981. p. 3.

DOM Paulo, o novo abade. Jornal da Bahia. Salvador, 29/04/1981. p. 3.

23

SÃO Bento: novo abade empossado. Jornal da Bahia. Salvador, 30/04/1981. p. 1.

EMPOSSADO o novo abade do mosteiro. Jornal da Bahia. Salvador, 30/04/1981. p. 3.

1990 – Título de Doutor Honoris Causa:

AZEVEDO, Thales de. Discípulo de Bento de Núrcia. A Tarde. Salvador, 29/06/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

HOMENAGEANDO Dom Timóteo. A Tarde. Salvador, 01/07/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

HONORIS causa para Dom Timóteo. A Tarde. Salvador, 01/07/1990. Caderno Lazer & Informação. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

OLIVEIRA, Lídice. Dom Timóteo Amoroso Lima: a sabedoria do monge. Jornal da Bahia. Salvador, 04/07/1990.

GATTAI, Zélia e AMADO, Jorge. Missiva de amor escrita a quatro mãos. A Tarde. Salvador, 05/07/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

FILHO, José Santos Cruz. A D. Timóteo. A Tarde. Salvador, 06/07/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

DOM Timóteo, Doutor da UFBA. A Tarde. Salvador, 06/07/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

D. TIMÓTEO Amoroso Anastácio. A Tarde. Salvador, 05/07/1990. Coluna Igreja Católica. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

GUERRA, Guido. Dom Timóteo. Jornal da Bahia. Salvador, 08/07/1990. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

DOM Timóteo Amoroso, um exemplo de dignidade. A Tarde. Salvador, 11/07/1990. Caderno 2. p. 01.

24

LINDSAY, Jorge. Timóteo – o Amoroso. A Tarde. Salvador, 25/08/1990. Caderno Cultural. Arquivo do Mosteiro de São Bento.

1994 -

A morte de D. Timóteo:

SALVADOR chora a morte de Dom Timóteo Amoroso. Bahia Hoje. Salvador, 03/08/1994. p. 3.

JÚNIOR, Gonçalo. Quando o amor é eterno. Bahia Hoje. Salvador, 03/08/1994. Cadernos Cidades da Bahia. p. 1.

BORGES, Kátia. Baianos de todas as crenças perdem Dom Timóteo. Correio da Bahia. Salvador, 03/08/1994. Caderno Aqui Salvador. p. 11.

MORTE de D. Timóteo enluta a Bahia de todos os credos. Tribuna da Bahia. Salvador, 03/08/1994. p. 2.

MORTE de dom Timóteo consterna os baianos. A Tarde. Salvador, 03/08/1994. p. 2.

OLYMPIO DA ROCHA, José. Dom Timóteo deixa exemplo de vida. Tribuna da Bahia. Salvador, 03/08/1994. Caderno Diversão & Arte. p. 1.

EMOÇÃO marca a despedida para Dom Timóteo. Correio da Bahia. Salvador, 04/08/1994. Caderno Aqui Salvador. p. 11.

MORTE de Dom Timóteo consterna os baianos. A Tarde. Salvador, 04/08/1994. p. 3.

AMARAL, Yvette. Aleluia, Timóteo ressuscitou. A Tarde. Salvador, 12/08/1994. Caderno 2. p. 3.

FONSECA, Marcelo. Réquiem para um amigo. Bahia Hoje. Salvador, 15/08/1994. p. 2.

PONDÉ DE SENA, Consuelo. D. Timóteo, o monge sereno e amoroso. Tribuna da Bahia. Salvador, 22/08/1994. p. 2.

25

JOSÉ, Emiliano. D. Timóteo, um homem. Arquivo de Eduardo Diogo Tavares.

ALCOFORADO, Fernando. O exemplo de D. Timóteo. Arquivo de Eduardo Diogo Tavares.

Edições do boletim “O Mensageiro” da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe:

UM APELO que se renova. Salvador, 14 dez. 1975. p. 1.

PAZ. Salvador, 4 jan. 1976. 1p.

CAMINHAR juntos: comunidade. Salvador, 7 mar. 1976. p. 1-2.

MULHER 3. Salvador, 27 jun. 1976. 1p.

SALVADOR, uma arquidiocese com 300 anos 1. Salvador, 15 ago. 1976. p. 1.

SALVADOR, uma arquidiocese com 300 anos 4. Salvador, 5 set. 1976. p. 1.

SALVADOR, uma arquidiocese com 300 anos 9. Salvador, 10 out. 1976. p. 1.

SALVADOR, uma arquidiocese com 300 anos 12. Salvador, 31 out. 1976. p. 1.

SALVADOR, uma arquidiocese com 300 anos 14. Salvador, 15 ago. 1976. p. 1.

Outros documentos consultados:

ANASTÁCIO, D. Timóteo Amoroso OSB. Discurso de agradecimento pelo título de Cidadão Soteropolitano, concedido pela Câmara dos Vereadores. Salvador, 1987. Arquivo Mosteiro de São Bento.

Discurso de agradecimento pelo título de Doutor Honoris Causa, concedido pela Universidade Federal da Bahia. Salvador, 1990. Arquivo José Antonio Saja.

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BETTO, Frei. Dom Timóteo e o monge trapista Thomas Merton. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <everaldodejesus@bol.com.br>, em 14 ago. 2001.

DIETÁRIO dos monges falecidos no arquicenóbio de São Sebastião da Bahia. Arquivo Mosteiro de São Bento.

DOM Timóteo. Entrevista, Salvador, Rádio Educadora 1988. Transcrição. Programa de rádio. Arquivo Eduardo Diogo Tavares.

D. TIMÓTEO Amoroso Anastácio. Frente a Frente, Salvador, TVE-Bahia, 1994. Entrevista a Denny Firgengurt. 60 min. Programa de TV.

FRAGMENTOS de um discurso amoroso: D. Timóteo. Memória Viva, Salvador, TVE- BA, 1989. Documentário. 60 min. Programa de TV.

FRÓES, Leonardo. O mundo íntimo e os combates de um trapista rebelde. Jornal da Tarde. São Paulo, 14 jan. 2000. disponível em: <http://www.jt.estadao.com.br/ noticias/00/01/15sa9.htm>. Acesso em 7 mar. 2002.

JOSÉ, Emiliano. Entrevista ao padre Sérgio Merlini. Florença, 2000. Arquivo Emiliano José.

LIMA, Haroldo. [carta] [1977], São Paulo [para] Meritíssimo Juiz, São Paulo. Relata prisão e torturas durante a operação conhecida por “Massacre da Lapa” e defende a esposa Solange Lima das acusações de pertencer ao PCdoB. Arquivo Renzo Rossi.

PERANI, Cláudio. [carta] 13 set. 2001, Marabá [para] BANDEIRA, Regina, Salvador. 2p. Analisa e revela atitudes do abade D. Timóteo.

SARNO, Carlos. Depoimento amoroso – fragmentos. Salvador, [1994]. Arquivo Carlos Sarno

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Entrevistas feitas para este livro:

Antônio Francisco Saja, professor de Filosofia da UFBA. 14/09/2001.

Carlos Sarno, publicitário. 23/01/2002.

Delia Bonisegna, assessora pastoral. 01/09/2001.

Dom Bernardo Lucas, capelão da Igreja da Graça. 06/04/2002.

Dom Emanuel D’Able do Amaral OSB, abade do mosteiro de São Bento da Bahia.

31/01/2002.

Dom Ivan Andrade OSB, monge do Mosteiro de São Bento da Bahia. 11/03/2002.

Eduardo Hoornaert, professor de história. 29/01/2002.

Haroldo Lima., deputado federal. 27/08/2001 e 28/02/2002.

Hilda Hendricx, diretora do ISPAC. 31/08/2001.

Isa Moniz, artista plástica. 24/08/2001.

Jean Bauzin, professor de teologia da Ucsal. 10/09/2001.

José Milton de Almeida, engenheiro elétrico. 05/09/2001.

Joviniano Neto, presidente da APUB. 22/01/2002.

Madre Joana, prioresa do Mosteiro de Coutos. 21/12/2001.

Madre Vera Lúcia, abadessa do Mosteiro de Coutos. 21/12/2001.

Manoel José Pereira de Carvalho, professor de arquitetura da UFBA. 18/01/2002.

Renzo Rossi, padre italiano. 19/02/2002.

Solange Lima, professora. 28/08/2001.

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