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Gerenciamento de riscos

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PREVENÇÃO DE RISCOS NA INDUSTRIA
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Gestão de riscos- Antônio Gabriel da silva- 2012

Gestão de riscos na indústria

Incêndios, Raios, Bleves, Inundações, Acidentes pessoais, Impactos Ambientais e a Saúde Humana, catástrofes, vazamentos de produtos perigosos etc.

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Gestão de riscos- Antônio Gabriel da silva- 2012 SOU ANTONIO GABRIEL DA SILVA, técnico em segurança do trabalho Meio ambiente, emergências com produtos perigosos, combate a sinistros e defesa civil. Geógrafo de formação, gestor ambiental, auditor,sanitarista (public health), membro do NIOSH, ACGIH, AIHA, NFPA, professor e músico. Atuo na área de segurança desde o final dos anos setenta. Tenho atuado com maestria em vários segmentos de atuação tais como: Civil e barragens, ferrovias construção pesada, estradas de rodagens, marítimo, transportes rodoviários de cargas, montadoras, químico, metalúrgico, serviços, naval, petróleo e gás, consultoria, rural sulcro alcoeeiro, atendimento a emergências com produtos perigosos, hospitalar, fundição de ferro, aço e cobre chumbo etc. atuei em grande empresa como ANDRADE GUTIERREZ CETENCO ENGENHARIA, ECISA, DESTILARIA TABU, USINA BARBACENA, AGROPECUÁRIA FAZENDA SANTA LIDIA, NUTRIMENTAL DO NORDESTE, MENDES JUNIOR, AÇOS ANHANGUERA, ETC. Iniciei minhas atividades na obra de ITAIPU BI- NACIONAL atuei por mais de uma década no sistema PETROBRAS em 12 refinarias e na maioria dos terminais da TRANSPETRO terceirizado cheguei a afirmar publicamente que, onde BR tivesse um buraco com certeza haveria pisado por lá!

Participações:
Auxiliei a criar este cinto de segurança provido de duplo talabarte com mosquetão de 50 mm, Participei da elaboração de projetos para descontaminação de plumbemia (chumbo no sangue) e sua prevenção em algumas empresas por onde passei, Auxiliei na elaboração do SASSMAQ Etc;

Cursos e seminários: Participei de cursos e seminários as nacionais e internacionais ao todo foram mais de cem. Cursos nacionais e internacionais em países diversos como: Espanha, Estados unidos, Portugal e Argentina.

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Atendimento a emergências: Atendi grandes emergências como: Baía de Guanabara derramamento de óleo na praia de Guaecá, Cubatão vila socó, entre outros, incêndio no navio em Paranaguá e uma dezenas de acidentes pelo Brasil afora e MERCOSUL..

Dificuldades no caminho: Nesta área não achei nada difícil; algumas situações de coçar a cabeça, mas, nada de perder os cabelos. Como diz uma companheira TS, nos bons dias agente agradece; nos dias tenebrosos, agente encara como experiência. Inexistem dias ruins! Tudo dependeu de mim do meu relacionamento e desenvoltura. Obtive resultados fantásticos junto ao povo, nas minhas atuações. Meus maiores rivais sempre foram às chefias de um modo quase geral. Seu chefe às vezes sabe menos que você, alguns companheiros também e procuram de forma indecente atrapalhar o caminho. Mas, é de menos! Alguns processos rolaram, apesar da justiça ―ruim‖, mas, como diz o velho amigo e companheiro ODIR Mathias!!! ――Tâmaí‖ resistindo a tecnologia da informalidade,‖ informalidade mesmo !‖ o importante é dizer: gosto do que faço!!!! Quero dizer que, tem muita gente na área sem saber o que está fazendo. Com isto quem perde é o trabalhador, que deixa de ter um ambiente saudável porque deixam de ser ouvidos nas decisões maiores. Quem deve cobrar mais segurança é o trabalhador! É ele o dono da vez. E quando os acidentes ocorrem quem perde mais é sempre o trabalhador.

Depois desta leitura meu amigo, se assim permiteme chama-lo, profissionalmente você não será mais o mesmo! Não pensará da forma anterior independentemente do nível de atuação, ação etc. Verá tudo por outros ângulos e faça tudo para que o que ocorreu aqui não ocorra contigo!

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Tenho pesquisado o comportamento de algumas pessoas durante anos, sobre segurança e saúde no trabalho. Cheguei a presente conclusão: Na área de segurança todo mundo manda: Sogra, o cunhado, o Zé da esquina etc. Todo mundo sabe muito sobre a segurança. Algo está errado! Porque eu tenho pesquisado tanto, tenho participado de centenas de seminários, cursos e palestras. Estou sempre comprando livros caros, buscando material nacional e internacional o que há de melhor no mercado. Enquanto alguém que nem sabe o que significa segurança diz que sabe tudo sobre o assunto! Por esta razão, não se faz muito, não se faz nada ou quase nada de concreto! E os efeitos da falta de conhecimento, atuação descaso acontecem, geralmente quando acontece quem paga é o mais pobre. Será pelo fato de ser maioria? Todo dia vidas são ceifadas, famílias dizimadas, o meio ambiente devastado, florestas dizimadas, vazamentos de produtos perigosos, pessoas que nascem deformadas por irresponsabilidades de gestores de indústrias que produzem venenos sociais, psicológicos e quimicos, empresas que ceifam a saúde física e mental de pessoas, empresas que não investem em seus trabalhadores. Empresas que não dão quase nada aos seus trabalhadores em troca do seu lavoro. Verás ao longo das 300 páginas aqui demonstradas o que este profissional já viu durante trinta anos de profissão. Digo-vos caro leitor!. Quero assistir o ultimo capitulo desta novela! Será tão fácil assim fazer segurança? Porque todo mundo quer mandar! Se fosse aplicado ainda este código, o codigo que me refiro é o código de HAMURABI talvez a situação melhorasse! O Código de Hamurabi (também escrito Hamurábi ou Hammurabi) É um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados, e um dos exemplos mais bem preservados deste tipo de documento da antiga Mesopotâmia. Segundo os cálculos, estima-se que tenha sido elaborado pelo rei Hamurabi por volta de 1700 a.C.. Foi

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encontrada por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã. É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base. [1] A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código: Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo; Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras. Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade. Pontos principais do código de Hamurabi: Lei de talião (olho por olho, dente por dente); Falso testemunho; Roubo e receptação; Estupro; Família; Escravos; Exemplo de uma disposição contida no código: Art. 25 § 227 - "Se um construtor edificou uma casa para um Awilum, mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou à morte do dono da casa, esse construtor será morto". O objetivo deste código era homogeneizar o reino juridicamente e garantir uma cultura comum. No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis "para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos" e "para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas‖. [1] Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C.. Foi

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nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais. Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se o mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos haviam surgido entre os sumérios - viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa - os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros. Naquela época já havia riscos. Ou seja, as pessoas morriam, perdiam partes do corpo e ficavam deficientes porcausa do trabalho. Pouca coisa mudou; apenas aumetaram as causas, os novos riscos surgiram com a chegada da tecnologia. Isto é dinâmico tende evidentemente a aumentar dinamizar-se com o passar dos tempos. Aí é que entra o ―X‖ da questão: Técnicos à altura, chefes e gerentes à altura patrão à altura dos riscos de seus processos industriais, procedimentos á altura e politicas de segurança coerentes com os riscos oferecidos pelas atividades e mais um item prepoderente: O comprometimento de todos! Para isto temos o OHSAS-18001. Naquela época o homem saía para caçar e eera caçado! Já havia análise de riscos! Por quê? Ele levava armas para se defender daqueles riscos, se houvesse o desconhecimento total desses riscos ele nada levaria! Mas, nem sempre eram suficientes. Quais eram os riscos? Imagine uma pessoa numa situação conforme abaixo, caçando dentro do mato primitivo.

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Acredite que: alguns abastados pagavam para alguém caçar prá ele. Não queria correr riscos de ser ―caçado‖. Em troca dava-lhe segurança contra sua venda como escravo.

Onde entraria o código de Hamurabi hoje: Não precisa responder por que os senhores sabem muito bem! O QUE É O GERENCIAMENTO DE RISCOS

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Gerência de Riscos é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos humanos e materiais de uma organização, no sentido de minimizar os efeitos dos riscos sobre essa organização ao minimo possível. É um conjunto de técnicas que visam reduzir ao mínimo os efeitos das perdas acidentais, enfocando o tratamento dos riscos que possam causar danos pessoais. Ao meio ambiente e à imagem da empresa e aos trabalhadaores em geral. São os meios estratégicos disponíveis pela empresa (plano de emergência, prevenção e controle de perdas, etc) para controlar com racionalidade os riscos mais importantes que possam produzir efeitos negativos à sobrevivência. O que é analise de riscos? Identificação e análise de riscos. De modo geral, a Análise de riscos tem por objetivo responder a uma, ou mais de uma, das seguintes perguntas relativas a uma determinada instalação: - A empresa dar a devida importância aos desvios que ocorrem em todas as etapas da execução de seus processos?

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- Quais os riscos presentes na planta e o que pode acontecer de errado? - Qual a probabilidade de ocorrência de acidentes devido aos riscos presentes? - Quais os efeitos e as consequências destes acidentes? - Como poderiam ser aliminados ou reduzidos estes riscos á níveis aceitáveis? O que seria um Risco: Combinação da probabilidade de ocorrência e da conseqüência de um determinado evento perigoso. O que seria um Perigo: Fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão, doença, dano à propriedade, meio ambiente, local de trabalho ou a combinação destes. Resumindo: Perigo é a fonte geradora e o Risco é a exposição a esta fonte. Ainda falando sobre riscos, quais os tipos de riscos existentes?  Riscos de mercado;  Riscos de países;  Riscos de créditos;  Riscos sociais; (dos quais trataremos aqui)  Riscos operacionais;  Riscos de acidentes; (dos quais trataremos aqui) aqui estão incluídos todos os riscos que você conhece!  Risco ambiental; (dos quais trataremos aqui)  Risco de roubo (furto, roubo sabotagem, espionagem, desvios, desfalques etc)  Riscos tecnológicos dos quais trataremos aqui;  Risocs de incêndios explosões; (dos quais trataremos aqui)

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 Riscos naturais; (dos quais trataremos aqui) MÉTODOS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS INDUSTRIAIS ■ Identificação de Risco ■ Análise de Risco ■ Avaliação de Riscos ■ Tratamento e Controle de Riscos. IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS: Através de check-list (questionários, roteiros, etc) podemos identificar os principais riscos de uma atividade de acordo com a atividade da empresa. Análise de riscos: Através da coleta de informações dos riscos existentes na empresa, podemos analisar identificar erros e condições inseguras que contribuem para os acidentes; Identificação e análise de desvios. Esta ferrametna importante na prevenção de acidentes identifica define a necessidade e os tipos de treinamentos e investimentos necessários para inibir a ocorrência de incidentes antes mesmo dos quais tornarem-se acidentes. Trata-se de um trabalho multidisciplinar, ou seja, todos os trabalhadores deverão participar deste trabalho. Evidentemente que, para que estes trabalhadores possam responder eficazmente, precisam ser treinados cas técnicas de percepção de riscos. Portanto, analisar um risco é identificar, discutir, e avaliar a possibilidade de ocorrência de acidentes, na tentativa de se evitar que estes aconteçam e, caso ocorram, identificar as alternativas que tornam mínimos os danos subseqüentes a estes acontecimentos.

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AVALIAÇÃO DE RISCOS: TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS A análise de riscos cosiste num exame sistemático de uma instalação para identificar os riscos presentes e formar uma opinião sobre ocorrências potencialmente perigosas e suas possíveis consequências. As metodologias são oriundas de duas grandes áreas: Engenharia de segurança e engenharia de processos. Possuem generalidades e abrangências, podendo ser aplicadas a quaisquer situações produtivas. As técnicas de Análises de Riscos mais utilizadas são: -Analise Prliminar de Riscos (APR) -Checklist -Técnica de incidentes Críticos (TIC) -Análise de Modos de falhas e efeitos (AMFE) -Análises e àrvores de falhas (AAF) -Análises de Árvores de Eventos (AAE) - Estudo de Operabilidade e Riscos-Hazard and Operability Studies (HazOp) -Séries de Riscos (SR) -What-if (WI ) -What-if/Checklist (WIC) Este material você encontra com faciliade na INTERNET. Ferramenta mais importante para o Profissional de segurança Criada até hoje. Mas, infelizmente muitas empresas ainda impermitem que os seus profissionais as usem. Lembre-se:

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Para que um acidente ocorra são necessários vários eventos. Ás vezes, invisíveis. Caso inexista um nível de percepção de riscos, avaliação de incidentes, ausência de treinamentos, identificação das causas na raiz de sua ocorrência, criação de uma cultura preventiva entre os colaboradores, investimento em segurança, comprometimento de toda equipe desde alta gerencia ao mais humilde colaborador, do mais jovem ao veternano, análise de desvios e incidentes etc. PRINCIPAIS CAUSAS DE ACIDENTES DO TRABALHO. ATOS INSEGUROS: São fatores importantes que colaboram para a ocorrência de acidentes do trabalho e que são definidos como causas de acidentes que residem exclusivamente no fator humano, isto é, aqueles que decorrem da execução das tarefas de forma contrária às normas de segurança, ou seja, a violação de um procedimento aceito como seguro, que pode levar a ocorrência de um acidente. EXEMPLOS:         Agir sem permissão; Dirigir perigosamente; Deixar de chamar a atenção; Não usar EPI; B rincar em local de trabalho; Usar bebidas ou drogas; Inutiliz dispositivo de segurança; ar Não cumprir as no rmas de segurança etc...

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É falsa a idéia de que não se pode predizer nem controlar o comportamento humano. Na verdade, é possível analisar os fatores relacionados com a ocorrência destes e controlálos. Seguem-se, para orientação, alguns exemplos que podem levar os trabalhadores a negligenciarem diante das normas de segurança: CONDIÇÕES INSEGURAS: São consideradas falhas técnicas, que presentes no ambiente de trabalho, comprometem a segurança dos trabalhadores e a própria segurança das instalações e dos equipamentos: como você verá a seguir. População de um modo geral sofre a vizinhança ambiental, clientes, parentes de vitimas, crianças e adultos que nada às vezes tem a ver com a tal situação. Você verá neste guia o seguinte: crianças que nasceram 30 anos depois de um acidente nasceram com deficiência física grave porcausa de irresponsabilidades de um grupo de pessoas que geriam um processo sem o mínimo de responsabilidade, qualificação profissional para o exercício das funções que ocupavam. EXEMPLOS:      Falta de dispositivos de proteção ou inadequados; Iluminação inadequada; Ordem e limpeza deficientes; Ventilação inadequada etc... Excesso de ruído ;

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ORDEM E LIMPEZA: É sabido que no ambiente de trabalho muitos fatores de ordem física exercem influências de ordem psicológica sobre as pessoas, interferindo de maneira positiva ou negativa no comportamento humano, conforme as condições em que se apresentam. Neste contexto, a ordem e a limpeza constituem um fator de influência positiva no comportamento do trabalhador. EXEMPLOS DE FATORES DE ORDEM FÍSICA:     Cor; Temperatura; Luminosida de; Ruído; etc... As pessoas que trabalham num ambiente desorganizado sentem uma sensação de mal-estar que poderá tornar-se um agravante de um estado emocional já perturbado por outros problemas. Esse estado psicológico poderá afetar os Relacionamentos dos trabalhadores e expô-los aos riscos de acidentes, além de prejudicar a produção da empresa, sua imagem, seu produto, sua relação com os empregados e clientes em geral. Faz com que os trabalhadores percam a confiança na empresa. Chegando até dizer: Isto é um lixo, especialmente quando forem visitar outra empresa organizada!.

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EXEMPLIFICANDO: AMBIENTE DESORGANIZADO TEMOS:  Passagens obstruídas com tábuas, caixo tes, produtos

acabados etc...  Obstácu que impedem o trânsito normal das pessoas entre los

máquinas ou corredores; ou ausência de passagens;      Obstáculos onde se pode facilmente tropeçar ou escorregar; Chão sujo de graxa, combu stíveis ou substâncias químicas; substâncias químicas usadas sem nenhum controle; Uso de substância química sem identificação; Etc. Analise tudo e todos: Atitudes, fatos, atos, condições; use a psicologia do trabalho. Existe uma obra por nome medicina social e do trabalho, te auxiliará e muito no fator de psicologia do trabalho. Hoje as faculdades brasileiras bem como essas escolinhas que ministram cursos para TS e até mesmo faculdades de esquinas que ministram cursos para EST e todos o s profissionais ligados a nossa área ignoram esta

Enorme façanha do passado. Por ter sido da época de supervisor de segurança do trabalho, os cursos eram ministrados em 3, 6 meses. Mas, agente ganhava mais o tinha recursos para investrimos na carreira. Hoje não se pode mais arcar com

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investimentos deste nível. Fui aos EUA, Europa, Mexico, Cuba, Argentina e outros fazer cursos. Uns pagos por mim; outros pelas empresas (na realidade uma empresa só). Mas agente ia e treinava os outros aqui. Através da análise de Risco e da coleta de informações, podemos criar uma amostra (população, por exemplo: acidente de trabalho, quantidade, horário, gravidade ou acidentes materiais, quebra de máquina, etc.) para avaliar a freqüência da ocorrência dos acidentes. CONTROLE DE RISCOS: A função do controle de Riscos é prevenir o acidente, são, quaisquer acidentes, que resultem em danos pessoais ou materiais, independente da gravidade, deverão ser comunicado aos responsáveis e ações deverão ser desenvolvidas para evitar possíveis reocorrencias. Principais tipos de Riscos Industriais da Empresa; ■ Incêndio, explosão; ■ Danos pela natureza (vendaval, chuva, etc.) ■ Danos por Responsabilidade Civil; ■ Responsabilidade civil por produto; ■ Responsabilidade por poluição do meio ambiente; ■ Roubos; ■ Riscos de Acidentes de Trabalho; ■ Riscos de Transporte; ■ Riscos de Acidentes no Trânsito; ■ Quedas de raios; ■ Acidentes de origens externas; ■ Ausencia de manutenção em equipamentos críticos;

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■ Descumprimento de normas técnicas (Nr-16) por exemplo ■ Falta de manutenção preventiva; ■ Ausencia de profissionais competentes para atuar frente aos serviços de manutenções; ■ ETC.

SISTEMA DE ADMINISTRAÇÃO DE SEGURANÇA: COMITÊ DE SEGURANÇA: A consciência da direção da empresa, em relação à segurança, normalmente reflete nos seus funcionários e podemos dizer que quanto maior a consciência da alta cúpula, mais segura é a empresa. Ao contrário desta, numa empresa que dá prioridade à produção e deixa para depois a segurança, normalmente surgem acidentes com frequência fazendo cair à produtividade qualidade, aumenta a falta de confiança na empresa e na chefia e o trabalhador faz daquela emrpesa um trampolim, ou seja, quando consegue algo melhor, logo vai embora. É visível quando você chegar numa empresa onde todo mundo é novo, a maioria tem menos de 2 anos. Sinal que a empresa não valoriza ninguém! Se não valoriza quem produz, imagine o TS que é profissional improdutivo fisiscamente, ou seja, o serviço dele não aparece como produção.

Para tanto temos de criar um Comitê de Segurança dentro da empresa, que tem como seu superior o responsável máximo do local de trabalho, como, presidente ou diretor da indústria. Ele tem o poder delegar alguém com todas as prerrogativas para tomar as

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decisões necessárias para o desempenho com o seu apoio técnico e financeiro. Não confunda com CIPA. Ela tem o dever de identificar os riscos e auxiliar os responsáveis pela segurança na luta contra os acidentes; no entanto, não assegura o cumprimento de tais normas e procedimentos. A CIPA e o SESMET cobrariam deste responsável. A FUNÇÃO DO COMITÊ DE SEGURANÇA SERIA: ■ Realizar reuniões ao menos uma vez por mês, criando desse modo, ―a cultura" para discussões sobre diversos temas relacionados à segurança. Poderia realizar estas reuniões mensais depois das reuniões dos membros da CIPA.atuaria com base nessas reuniões, analisando sua atuação bem como oSESMT. ■ Elaboração do programa anual de atividades; ■ O acompanhamento do resultado da implementação e instrução de melhoria dos locais considerados inseguros pelas inspeções internas (auditoria de segurança) ■ Elaboração de normas relacionadas com segurança e sua execução; ■ Cumprimento das metas do PPRA e outros programas aplicáveis;

NORMAS DE SEGURANÇA INTERNA: Que tipos de normas de segurança devem ser providenciados? As principais seriam: ■ Norma de administração de segurança ■ Norma de controle de fumo; ■ Norma de uso de solda; ■ Plano de combate a incêndio; ■ Plano de evacuação;

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■ Permissões para trabalhos; ■ Serviços especiais (altura, manutenção, civil etc)

Treinamentos: Treinamento de equipes bem como dos funcionários envolvidos no processo; A norma de Administração de Segurança estabelece a estrutura do Comitê da empresa, o conteúdo do que ele programa os princípios de segurança a serem respeitados pelos funcionários e procedimentos em caso de emergência. Procedimentos internos: A norma de controle de fumo indica o local determinado para fumantes dentro da área de trabalho (fumódromo) e determina a rigorosa proibição do fumo fora do local indicado; A norma de uso temporário de solda estabelece a preparação do local para serviço temporário de soldagem e corte (elaboração de uma autorização formal) para execuções de trabalhos especiais. A famosa PT ou permissão para trabalhos;

Normas que determinam procedimentos para trabalhos específicos de riscos, como: Trabalho em altura; Espaços confinados; Serviços de eletricidade; Corte à quente; Manuseio de produtos químicos e perigosos; Entre outros.

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Riscos de Incêndios : A presença do responsável no local, a instalação do equipamento de extinção de fogo, a verificação após o encerramento do trabalho. O plano de combate ao incêndio estabelece a estrutura e o método de treinamento para combate ao incêndio. O plano de evacuação estabelece o método, local e treinamento para evacuação. Estas normas precisam ser, não somente elaboradas, mas fazer com que sejam conhecidas e cumpridas por todos os funcionários e o seu conteúdo também precisa ser. Retificada para adaptar-se à realidade. AUDITORIA INTERNA DE SEGURANÇA - AIS Após a formação da organização e do estabelecimento das normas é necessário executar periodicamente as inspeções de segurança na empresa. Normalmente a inspeção periódica dos equipamentos principais é solicitada aos fabricantes e empresas especializadas (transformadores, caldeiras, sistema de refrigeração, etc.) No entanto, limpeza, organização, arrumação (armazenamento de produtos acabados e de matéria prima, produtos inflamáveis),

Controle de solda, controle de materiais perigosos, equipamentos de combate a incêndio, é necessário manter um responsável na empresa (engenheiro de segurança, técnico de segurança, CIPA, pessoal da brigada de incêndio) A inspecionar a situação da segurança, chamamos isto de auditoria interna de segurança (AIS). Os AIS são importantes, não somente no sentido de melhorar, mas com objetivos de manter viva a chama da prevenção, da organização, do comprometimento de toda

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equipe. Ôpa a chefia vem ver agente trabalhar com segurança. Ou seja, a segurança vem de cima para baixo efeito cascata O resultado desta inspeção e o plano de melhorar devem ser comunicados, sem falta, ao Comitê de Segurança, para compartilhar a consciência quanto ao problema. Além disso, nessa inspeção, há o mérito de não continuar a mesma situação insegura. Também é importante que a cúpula do Comitê de Segurança participe da inspeção ou deve constatar que o plano de melhoria foi executado, para demonstrar a sua atitude no tocante à segurança. MEDIDAS DE SEGURANÇA CONTRA PROPRIEDADE:
.A interdependência do sistema homem- máquina:

Antes de analisar as medidas de segurança contra cada risco sobre propriedades, deveremos falar sobre a relação homem e máquina que tem sido questionada ultimamente. Nos últimos anos, as empresas estão passando por um processo de transformação tecnológica, substituindo equipamentos obsoletos por equipamentos automatizados, buscando a redução da mão de obra e ao mesmo tempo visando à eliminação do sistema o homem que é passível de erros. Uso de peermissões para trabalho especiais Entretanto, é inevitável a intermediação do homem para o funcionamento perfeito do equipamento automatizado. De fato, ser considerarmos que o homem é susceptível a erros e por isso devem-se instalar dispositivos de segurança. Porém devemos identificar as causas que conduzem às falhas. Num serviço monótono, repetitivo em que a atenção se dispersa, a

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probabilidade de falhas é muito grande e para evitá-las, coloca-se o dispositivo de segurança e define um procedimento

Operacional rigoroso para operação do equipamento Todavia, várias medidas de segurança operacional não levam a uma solução completa. O que se deve questionar é por que a atenção se dispersa. Atrás do erro no serviço há sempre uma causa. Outro ponto a ser considerado seria o problema em caso de emergência. Num sistema automatizado, numa situação normal é praticamente desnecessária a decisão ou operação do operador. Na medida em que o nível do sistema se sofistica, a intermediação do operador diminui, podemos dizer que o sistema está cada vez mais se tornando uma "caixa preta". Para um operador sem conhecimento profundo do conteúdo, a solução em caso de emergência se torna extremamente difícil e perigosa. Neste sentido podemos dizer que como oportunidade de inteirarem-se com a máquina, os reparos periódicos e operações de trocas de ferramentas seriam momentos importantes para adquirir experiência quanto ao comportamento da máquina

Normalmente a máquina não possui flexibilidade, é simples e sem versatilidade quanto à tomada de decisão que foge dos parâmetros programáveis. O homem e a máquina precisam cobrir mutuamente os seus pontos fracos, construindo-se um sistema homem-máquina, racional e harmonioso.

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Exemplos de grandes acidentes pelo mundo
RISCOS DE INCÊNDIOS E EXPLOSÃO EMPRESA: PRODUTORA DE ÓLEO ALIMENTÍCIO – JAPÃO Explosão. No momento do acidente, os equipamentos não estavam em funcionamento, mas os operadores estavam presentes para realizar a inspeção interna da instalação. Por ser o solvente altamente inflamável, quando o seu vapor permanecer parado e sua concentração estiver no limite de explosividade, há o perigo de explosão provocado facilmente por eletricidade estática ou uma mínima faísca produzida no choque entre metais. Com causa do acidente, foi apontada a falta de retirada do solvente, que deveria ter sido feita antes da inspeção. Vítimas: 08 pessoas morreram EMPRESA: INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS JAPÃO: O fogo surgiu no andar térreo de uma fábrica, de dois pavimentos, de concreto armado, próximo ao duto de escapamento de calor do forno à gás, paralisado por falta de energia. A causa do incêndio foi devido ao surgimento de chama causado por aquecimento do duto

De exaustão, por falta de energia elétrica. O motivo da paralisaçãoda energia elétrica foi à queda de raio nas instalações que ocasionou a paralisação da energia elétrica. O exaustor do

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forno não funcionou e como consequência o calor armazenado pelo forno (600º C) aumentou consideravelmente a Concessionária, que interrompeu o fornecimento da eneregia. Com a paralisação da energia elétrica, o exaustor do forno não funcionou e como consequência o calor armazenado pelo forno (600º C) aumentou consideravelmente. E também no duto de exaustão, onde a temperatura é mais elevada, o resíduo de óleo impregnado, Produziu chama, propagando-se pelo isolamento térmico do lado externo, estendendo-se pela área de trabalho. Danos materiais: destruição parcial da fábrica (térreo), danos nas máquinas, produtos e matérias primas. Prejuízo: US $ 3.700.000,00 EMPRESA: SILO DE CEREAIS, WESTWEGO, LOUISIANA – USA Data: 23 de dezembro de 1977 Causa: Explosão do silo de concreto, de 250 m de altura, que esmagou o escritório onde estavam 50 funcionários. Vítimas: 32 mortes Prejuízos: US $ 100.000.000,00 EMPRESA: INDÚSTRIA DE PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS IMPERIAL – USA Data: Setembro /1991 Local: Hamlet - Carolina do Norte Causa: O incêndio foi causado pela ignição do óleo hidráulico, provocado pela ruptura de uma linha próxima ao equipamento de cozinhar a gás. Vítimas: 25 mortes. A maior parte das vítimas foi causada por portas fechadas ou saídas obstruídas.

MEDIDAS DE SEGURANÇA: Vimos pelos exemplos de acidentes às falhas ocorridas.

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As medidas de segurança contra incêndio e explosão que podemos considerar a partir dos seguintes princípios: ■ A estrutura relativa à segurança, que mencionamos ■ As medidas para evitar incêndios ou explosão ■ Como minimizar os danos em caso de ocorrência de incêndio ou explosão. MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Como sabemos, o incêndio e a explosão ocorrem a partir do momento em que juntam os três elementos; o calor, o oxigênio e o foco de incêndio, ou seja, ar e material combustível. Em outras palavras, se retirarmos um deles, o incêndio ou a explosão não acontece. No entanto, o ar existe normalmente em nossa volta, então se retirarmos o calor, focos de fogo ou material combustível, levaria a medida de segurança. AS MEDIDAS DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO SERIAM: Riscos no processo de fabricação Normalmente o risco existente no processo normal de operação ocupa um peso significativo dentre os riscos de incêndio existentes em uma indústria. Cada operação de processo tem sua peculiaridade em cada setor e ainda muito diversificada. Nas indústrias que trabalham com grande quantidade de materiais combustíveis ou que trabalham com materiais perigosos, mesmo que o seu nível de periculosidade é pequeno, a periculosidade latente no processo de fabricação é surpreendentemente elevado. Caso estes materiais combustíveis e/ou perigosos se contatam com fontes de fogo, pode-se imaginar o derramamento, a dispersão e propagação do fogo. Portanto, é claro que, antes de tudo, deve-se evitar o surgimento

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destas situações, mas principalmente, mesmo que ocorra eliminá-la rapidamente. Por outro lado, podemos citar como fonte de calor: ■ Fogo propriamente dito; ■ Material incandescente; ■ Calor de energia elétrica; ■ Faísca; ■ Eletricidade estática; ■ Calor por atrito, combustão espontâneo-Medidas; ■ Medidas para evitar o incêndio nos riscos de processos; ■ Diminuir ao mínimo a quantidade de materiais combustíveis e/ou materiais perigosos nos locais; ■ Deixar bem claro a sua presença (sinalização) a fim de chamar a atenção (periculosidade); Como exemplo, podemos citar o controle com as fontes de fogo; ■ Arrumação e limpeza (housekeeping), 5S ■ Eliminação e prevenção contra vazamentos mediante inspeção periódica
1. Focos de fogo em geral:

Além dos riscos no processo de fabricação, existem diversas causas que se vinculam com o incêndio e explosão.
2. É essencial o empenho para evitar incêndios e/ou explosão

que podem ser causados por aparelhos de aquecimento,

3. Caldeiras, transformadores, GLP (quando instalado no

interior). da edificação),uso de cigarro, uso de fósforo.
4. Deveremos tomar cuidado com o serviço de soldagem e corte,

devido à faísca, pois ela pode espalhar num raio de 10 m e se

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ela encontrar material combustível, como por exemplo, isolamento a base de lã ou isopor, pode surgir incêndio cuja propagação é lenta e perigosa (geralmente o incêndio iniciase lentamente e adquire elevada velocidade de propagação após algumas horas). 5. Medidas contra propagação de incêndio Portanto, quanto aos locais que possam se tornar origem de incêndios, o fundamental é preparar uma lista de verificação (check-list) e executar todos os dias a auditoria de segurança, à qual foi referida anteriormente. Como minimizar os danos em caso de ocorrência de incêndio ou explosão? Seria tomar providências para não aumentar os danos (propagação de incêndio), caso ocorra um incêndio ou explosão, através: ■ Equipamentos de combate a incêndio ■ Isolamento de riscos. Análise de riscos: Meu povo! A análise de riscos tem que ser completa, toda atividade precisa ser avaliada, os riscos comtemplados em todas as fases de cada processo. Se for mal realizada nada adiantará é mesmo que não fazer. Veja que em alguns casos usa-se EPI, têmTrabalhador treinado, ordem de serviço de acordo com cada função, riscos, atividade, grau de risco da empresa e/ ou atividade. Procure evitar desvios, improviso de meios para execução das tarefas evite a meia boca! Deveria ser assim; mas estou com presa e vou fazer assado. O chefe mandou é como diz o outro foda-se!

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Na hora que o bicho pegar todas saem e a segurança responderá pelo que deixou de fazer. Eu digo que deve ser assim quem não o fizer passe bem e seja feliz. Como dizia o grnde jornalista e comentarista da Rádio Liberdade de caruaru o doutor Clóvis Gonçalves Se alguns cuidados forem tomados grandes dessvios serão evitados e acidentes não ocorrerão grandes acidentes. Eu digo sempre: em locais onde eu trabalho não ocorrem acidentes. Olha que forammuitos! Já trabalhei em mais de 30 empresas!, Mas onde estão envolvidos os maiores riscos como os senhores verão ao longo deste material, não é dada a menor importancia.

Equipamentos de combate a incêndio: Os equipamentos de combate a incêndio devem ser providenciados de acordo com a necessidade e a amplitude do risco a ser combatida, carga de incêndio, edificação. Leve em conta até o risco oferecido pela edificação vizinha. Pior ainda se ele não tiver nenhuma prevenção. Lembre-se do PAM PROGRAMA DE AUXILIO MÚTUO trata-se de profissionais voluntários das empresas de uma vizinhança industrial, comercial etc que são treinadas para possíveis combates á emergências que possam ameaçar as atividades no local. Já imaginou um complexo de lojas populares que algumas pessoas chamam de camelódromo? Onde tudo é inflamável. Imagine as grandes favelas do mundo veja quantas pegam fogo em São Paulo e quantas vitimas se vão

Os equipamentos seriam: 1- Rede de hidrante 2- Extintores;

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3- Protectorplay; Sistema de sprinkler e outros Sistemas fixos de proteção para tanques e reservatórios; 4- Supressores de explosão; Mas, estes equipamentos deverão ser analisados diariamente por pessoal habilitado e qualificado; Temos que prestar atenção em não haver interferência ou falha em seu funcionamento. No entanto, podemos ver em muitos casos em que, embora se investindo grande soma em equipamentos de combate a incêndio, por não ter um controle de manutenção, não há como esperar a extinção eficiente no momento de incêndio. É preciso fazer periodicamente os testes de funcionamento dos equipamentos de combate a incêndio e mantê-los sempre em condições perfeitas. É importante organizar uma equipe de combate a incêndio (brigada de incêndio) para engajar nas atividades de combate ao incêndio, de tal modo que possa manifestar sua verdadeira força no momento da ocorrência, formando uma estrutura funcional. É de fundamental importância o treinamento de combate a incêndio, pois há muitos casos em que as falhas aparecem especialmente nos períodos noturnos e nos dias de folga; Tem grande importância os treinamentos, abandonos de áreas, simulados envolvendo todos os trabalhadores etc; Isolamento de Riscos: A ideia do isolamento de riscos seria: minimizar os danos em caso de ocorrência de incêndio. O seu princípio básico consiste em:

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■ Separar com paredes e portas corta-fogo os locais de serviço de alta periculosidade; ■ Dividir a área interna do edifício (compartimentação) ■ Isolar a área de alta periculosidade da fabricação (edificação isolada, por exemplo, armazenagem de produtos perigosos, inflamáveis, tóxicos, etc.) Caso nas paredes corta-fogo houver espaço nos locais onde passam tubulações de utilidades (ar, água, cabos elétricos e esteiras), podemos considerar que não foi constituído o isolamento de risco perfeito. Os locais onde os canos e cabos atravessam as paredes corta-fogo, devem ser preenchidos e pintados com tinta incombustível (atualmente existe material selante, facilmente aplicável, retardante ao fogo). Em casos de esteira atravessar as paredes corta-fogo é necessário instalar uma porta de fechamento automático (dumper). Verificamos muitas vezes, situações de perigo em que os objetos deixados na posição de fechamento da porta corta-fogo, impedem o seu fechamento; Outras vezes constatamos a presença de produtos

combustíveis ou inflamáveis próximos a porta corta-fogo, que poderá provocar propagação de incêndio por irradiação de calor. É fundamental eliminar os obstáculos durante a auditoria de segurança (AIS). Estes são os conceitos básicos para prevenção de incêndios e explosão.

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Histórico de alguns acidentes Ampliados/maiores: ! 1921 - Alemanha, Oppau, explosão, 561 mortes. ! 1943 - Alemanha, Ludwigshaffen, explosão, 245 mortes. ! 1944 - EUA, Cleveland, incêndio, 136 mortes; 1947 - EUA, Texas, explosão barco, 552 mortes e 3.000 feridos. 1966 - França, Feyzin, bola de fogo, 18 mortes 81 feridos 1972 - Brasil, Duque de Caxias, bola de fogo, 39 mortes e 53 feridos; Algumas dessas empresas nem existem mais. Será que você conhece todos os riscos aos quais estão expostos a sua empresa? Convenção 174 da OIT diz que toda empresa deve elaborar atualizar treinar seus trabalhadores de acordo com os riscos existentes na planta:

Principais causas dos acidentes químicos Ampliados foram;
Concentrações de substâncias perigosas; Desconhecidas e sem estudos de análise de Riscos; Procedimentos de manutenção não executados pessoal insuficiente ou não seguidos; Deficiente treinamento aos trabalhadores ou mesmo sua inexistência; Planos de emergências inexistentes ou Inadequados ou ausentes; Falta de manutenção preventiva e até preditiva se for o caso; Descumprimento de norma; Falta de comunicação entre turnos;

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Falta de comprometimento mesmo; Mudança de projetos sem registro da alteração realizada. Convenção 174 da OIT: (Aprovada na Conferência Geral de 1993) Tomando como base o Repertório de recomendações práticas para a prevenção de Acidentes industriais maiores OIT -1991; Considerando a necessidade de zelar para que sejam adotadas medidas apropriadas para: Prevenir os acidentes maiores/ampliados reduzir ao mínimo os riscos de acidentes. Ocorrências das mudanças técnicas: Será que os profissionais de segurança são remunerados suficientemente para cuidar disto? Será que o salário que os profissionais de segurança recebem é suficiente para atualizar-se tecnicamente a atura do nível de exigência do mercado globalizado considerando: 1. A rapidez com que as mudanças ocorrem; 2. A competitividade do mercado devido à globalização; 3. Diferencial entre os mercados exemplo: BRICs, BLOCOS EUROPEUS, etc; 4. Riscos entre países e governos; 5. Devido aos níveis de exigências variáveis de um continente para outro.

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Exemplo: Por volta dos anos 80 eu estava numa sulcroalcoeeira na região nordeste. Esta empresa pertence a uma família de origem alemã. Pioneira na importação de álcool de beterraba da França e Alemanha. Na época foram exigidas adoções de procedimentos medidas e normas que o Brasil veio conhecer agora no ano 2000 e já existiam por lá e assim mesmo devido aos efeitos de algumas ocorrências que já chegaram por aqui. Vim de outra empresa familiar localizada no interior de São Paulo. Família italiana bem tradicional que me mandara para Espanha como profissional de segurança para participar de um curso de gestão de emergências com produtos perigosos numa das principais universidades do mundo BELT IBÉRICA. Ao voltar, trouxe uma bagagem vasta. O suficiente para gerir qualquer risco de incêndio e/ou explosão ou qualquer tipo de emergência (acidente tecnológico) acidente maior, acidente ampliado como for à denominação. Que o mundo desenvolvido podesse trazer. Desliguei-me desta empresa após a morte dessa pessoa a quem era muito ligado.

Este conhecimento foi suficiente para atender as exigências da outras empresas com sucesso. Hoje eu vivo pedindo material aos antigos professores para manter-me atualizado. O dinheiro que entra é insuficiente para educar um filho de 10 anos e viver com o mínimo de dignidade possível. Mas, gostamos disto, não sei fazer outra coisa e sou obrigado a lutar até o fim como homem de segurança!

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Observações: Já vi patrão dizer que gosta de colaboradores desinformados porque pedem menos! Na segurança não poderia ser diferente. Existe uma frase citada por um companheiro (a) que diz: Segurança: Quando tudo vai bem, ninguém lembra que existe. Quando vai mal dizem que ela não existe. Quando é para gastar, dizem que não é preciso que exista. Porém, quando realmente não existe, todos concordam que deveria existir. Esta frase encontrei postada por um TS no YAHOO GRUPOS. O INSS divulgou nota que vai cobrar as despesas de quem acidentar! Falei nos anos oitenta que esta medida deveria existir! A responsabilidade de reparar o dano é de quem o provoca! Para delegar esta responsabilidade para terceiros, (terceirizar o processo indenizatório) Ele o causador do dano precisa pagar por isto! Só assim poderá criar meios de gerir seus riscos. Porque sua ingerência poderá trazer-lhe prejuízo financeiro amanhã!

Há riscos que, se consumados poderão selar a vida de qualquer corporação.

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Quais são estes riscos? Será que os empresários conhecem todos os riscos aos quais estão expostos seus patrimônios e o que poderão causar para sociedade? Será que eles informam ao seu vizinho o que tem na planta? Algumas empresas desapareceram do mercado tão rápido que alguém jamais imaginou. Uns a deixaram após um dia de trabalho e quando regressaram no dia seguinte, simplesmente não existia mais. Como foi o caso da plataforma do mar do norte. Outros não tiveram a mesma sorte, desapareceram junto. Assim por diante.

      

Onde você mora? Sua empresa oferece riscos aos moradores do local/ Sua empresa é segura? Os moradores local conhece sua atividade? Sua atividade está realmetne legalizada? Sua empresa cumpre as normas e leis vigentes no país Embora neste país ninguém cumpre lei porque as prefeituras e os órgãos fiscalizadores são todos corruptíveis;

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 Quais os riscos que a sua empresa oferece a comunidade?  Quanto tempo os bombeiros defesa civil e outros órgãos de socorro gastarão para chegar a esta empresa em casos de emergencias;  Sua empresa tem PEL/PAE?  Sua empresa tem uma brigada de emergência treinada?  A comunidade trabalha no local;  Qual o relacionamento da empresa com a comunidade local?  Já houve incidente no local;  Quais os tipos de emeregencias que podem surgir por aí e quais as medidas existentes?  Quais as medidas mitigfadoras que a sua empresa tem para os casos de emergências  Muito mais!

Riscos econômicos. Tudo começou com o petróleo os preços do barril mexe com a economia te hoje, mas, já mexeu muti mais. Hoje gira em torno da energia elétrica e outra fontes renováveis
Erros& acertos Recessão econômica afetava os primeiros anos da década de 1980. A alta dos juros internacional já era resultante da crise de petróleo em 1979, e a alta dependência de petróleo (85%) do País que o deixou ainda mais vulnerável aos condicionantes externos. Essa mesma crise retardou a ampliação do setor petroquímico brasileiro, provocando o engavetamento do projeto da construção de um polo petroquímico em Itaguaí / RJ. Queda no preço do petróleo: Uma variante modificava o país nesta década e acabaria com coincidir com um momento decisivo para a indústria petrolífera: após 21 anos de regime militar, a Nova República nascia em março de 1985. O novo governo iniciou sua administração anunciando medidas de austeridade fiscal e monetária, numa perspectiva claramente ortodoxa. Como tais medidas demandariam tempo para surtir os efeitos desejados, o então Ministro da Fazenda Francisco

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Dornelles determinou um congelamento de preços, modificou as fórmulas de cálculo da correção monetária e das desvalorizações cambiais. No momento de implementação do Plano Cruzado a economia brasileira contava com um elevado produto industrial, um considerável superávit na balança comercial, um volume adequado nas reservas internacionais e um déficit público praticamente inexistente. Além disso, havia uma recente queda no preço internacional do petróleo e a desvalorização da moeda norteamericana frente a moedas europeias e ao iene

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A persistência dos preços elevados até 1984 implicou a entrada de novos produtores e uma etapa de superprodução cujo ponto crítico foi o ano de 1986, no qual os preços caíram abaixo do patamar de US$ 10 o barril. Imediatamente após o anúncio da nova política econômica, a inflação caiu significativamente, principalmente devido ao congelamento de produtos siderúrgicos e derivados de petróleo. ma recessão geral tomou conta da economia internacional por cerca de cinco anos. Países como o Brasil, que tinham dívidas em petrodólares, foram à bancarrota. O ponto positivo foi o começo da busca por fontes alternativas de energia. Em 1985, a Arábia Saudita, atingida pelo esfriamento econômico geral, aumentou a produção de petróleo e o preço do produto caiu pela metade. Ainda no início da década de 1980, mudanças estruturais na economia norte-americana (desregulamentação) e do Reino Unido (privatização) influenciaram as transformações porque passou a economia mundial nos anos 90. Nos EUA, o governo Reagan promove a desregulamentação da economia e ao mesmo tempo eleva as taxas de juros com o intuito de conter a escalada inflacionária provocada pela mudança no patamar dos preços do petróleo ocorrida nos anos 70. Isso fez com que a moeda referencial para empréstimo internacional ficasse mais cara, o resultado foi o encarecimento das linhas de crédito internacional. Os países em desenvolvimento, principais tomadores de recursos, passaram por aquilo que se convencionou chamar ―Crise da Dívida Externa‖. Esse fato provocou um desaquecimento na economia global, iniciando um movimento de queda no preço do petróleo. Além disso, há um segundo efeito sobre o preço provocado pelo surgimento de tecnologias que permitiram reduzir custos e ampliar os horizontes de produção das reservas.

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Acidentes
A década de 1980 é marcada também por acidentes. Em março de 1980 a plataforma Alexander Keillan, de Ekofisk, no Mar do Norte, naufraga, deixando 123 mortos; em outubro de 1981 uma embarcação de perfuração afunda no Mar do Sul da China, matando 81 pessoas; em setembro de 1982, a Ocean Ranger, plataforma americana, tomba no Atlântico Norte, quando morrem 84 pessoas. Em fevereiro de 1984 Um homem morre e dois ficam feridos durante a explosão de uma plataforma no Golfo do México, diante da costa do Texas. Também o Brasil viu a ―bruxa‖ rondar as suas atividades em agosto de 1984, quando 37 trabalhadores morrem afogados e outros 17 ficam feridos na explosão de uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos. Quase todos os anos da década de 1980 foram marcados por acidentes – quem não se lembra do incêndio que destruiu a Vila Socó, em Cubatão / SP? Em janeiro de 1985, a explosão de uma máquina bombeadora na plataforma Glomar Ártico II, no Mar do Norte, causa a morte de um homem e ferimentos em outros dois; em julho de 1988, no pior desastre em todo o mundo relacionado a plataformas de petróleo, 167 pessoas morrem quando a Piper Alpha, da Occidental Petroleum, explode no Mar do Norte, após um vazamento de gás. Em setembro de 1988, uma refinaria da empresa francesa Total Petroleum explode e afunda na costa de Bornéu. Quatro trabalhadores morrem. O ano de 1988 registra, na verdade, vários acidentes, como o incêndio que destruiu a plataforma de Enchova, na Bacia de Campos. Setembro começa com um incêndio que destrói uma plataforma da companhia americana de perfuração Ocean Odissey, no Mar do Norte, quando morre um operário. 1989 registram também dois acidentes que merecem destaque: em maio, três pessoas ficam feridas com a

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explosão de uma plataforma da empresa californiana Union Oil Company. Ela operava na Enseada de Cook, no Alasca e, em novembro, a explosão de uma plataforma da Penrod Drilling, no Golfo do México, deixa 12 trabalhadores feridos. Na indústria química, um vazamento de gás na unidade da Union Carbide em Bhopal, Índia, acelera as decisões das multinacionais em implantar a cultura de responsabilidade. Em 1983, no Canadá, surgia o Responsible Care, que no Brasil recebe o nome de Atuação Responsável.

Acidentes maiores: Quando acontecem de quem é a culpa?

Como prevenir? IDENTIFICAR as grandes instalações AVALIAR os riscos; Adotar medidas de CONTROLE (planos de emergência); Treinar todo efetivo e a população do entorno; ATENUAÇÃO e redução das consequências do impacto-mitigation

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Consequências: ! Perda de vidas humanas; ! Lesões ou mutilações; ! Impactos ambientais; ! Danos à saúde humana; ! Prejuízos econômicos; ! Efeitos psicológicos na população; ! Comprometimento da imagem da Indústria e do governo. 1-Dever de: Adoção de política relativa à proteção dos trabalhadores, população e meio ambiente contra riscos de acidentes maiores; Criação de sistemas de identificação de instalações sujeitas a riscos de acidentes maiores, baseada em lista de substâncias ou categorias de substâncias perigosas que inclua suas quantidades limites. 2- Obrigação do empregador de: Notificar a autoridade competente sobre instalações sujeita a riscos de acidentes maiores que tenha identificado; Criar e manter sistemas documentados de controle de riscos que contenha: Identificação dos perigos e avaliação dos riscos, Medidas técnicas e organizacionais de controle dos riscos, Planos e procedimentos de emergência,

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Medidas para redução das consequências de um acidente maior,

Consultas com trabalhadores e seus representantes, Mecanismos de melhoria do sistema, Elaborar relatório de segurança de acordo com o sistema de controle de risco, periodicamente revisto e atualizado; Após um acidente maior, submeter à autoridade competente relatório detalhado sobre o mesmo, contendo suas causas, consequências, medidas adotadas e recomendações de medidas preventivas. 3- Responsabilidade da autoridade competente de: Assegurar a criação, atualização e coordenação de planos e procedimentos de emergência para proteção da população e meio ambiente fora das instalações de riscos; Garantir, em caso de acidente maior, informações sobre medidas de segurança para a população; Estabelecer política global de zoneamento para isolamento de instalações de risco. Trabalhadores e seus representantes legais: 4- Direitos e obrigações dos trabalhadores e seus representantes de: Estar informados dos riscos ligados à instalação e suas consequências, assim como de quaisquer ordens, instruções ou recomendações da autoridade competente; Ser consultados na elaboração do relatório de segurança, planos e procedimentos de emergência e relatórios de acidentes; Ser regularmente instruídos e treinados nas práticas e procedimentos para prevenção de acidentes maiores e nos procedimentos de emergência;

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Tomar medidas corretivas ou interromper suas atividades quando haja justificativa para crer que haja risco iminente de acidente maior; Discutir com o empregador e informar a autoridade competente sobre risco potencial de acidente maior; Observar práticas e procedimentos preventivos e de emergência. 5- Dever do Estado exportador, em caso de proibição do uso de substâncias, tecnologias ou processos com risco potencial de acidente maior, informar ao país importador sobre essa proibição e suas razões. Analisar inclusive a existência de métodos mitigadores seja (técnicos mecânicos entre outros) porque, em casos de emergências com este ou aquele produto, existem meios técnicos para o combate mitigação etc. Área de aplicação: Todos os ramos da atividade econômica em que são utilizados produtos químicos. Exceção: Artigos que, sob condições normais de uso, não expõe aos trabalhos a um produto químico perigoso. CONTEÚDO BÁSICO: 1- Dever formular, por em prática de avaliar periodicidade política de segurança na utilização de produtos químicos no trabalho. 2- Poder da autoridade competente de proibir ou restringir a utilização de certos produtos químicos perigosos ou de exigir notificação ou autorização prévia para seu uso. 3- Obrigação da autoridade competente, ou organismos reconhecidos pela mesma, de estabelecer sistemas e critérios específicos apropriados para classificar os produtos químicos e suas misturas em função do tipo e grau dos riscos físicos e para a saúde que oferecem.

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4- Obrigatoriedade de: • Identificação em todos os produtos químicos e etiqueta com informação sobre classificação, perigos e medidas de segurança em todos os produtos perigosos; • Fornecimento aos empregados que utilizam substâncias perigosas de ficha de segurança com dados sobre sua identificação, fornecedor, classificação, periculosidade, medidas de precaução e procedimentos de emergência. • Descarte adequado de produtos químicos e seus recipientes. 5- Dever dos fornecedores e empregados de assegurar-se de que todos os produtos químicos estejam adequadamente identificados e providos de ficha de segurança. 6- Responsabilidade dos fornecedores de repassar aos empregadores fichas de segurança atualizadas e de identificar corretamente os produtos ainda não classificados. 7- Responsabilidade dos empregadores de: • Somente utilizar produtos adequadamente identificados, inclusive quando em embalagens originais do fabricante, e dotados de fichas de segurança; • Avaliar, controlar e monitorar a exposição dos trabalhadores a produtos químicos, mantendo os dados obtidos pelo período determinado pela legislação e disponibilizando-os aos trabalhadores e seus representantes. Prover inclusive FISPQS (MSDS) e outras infamações sobre os produtos para que os trabalhadores possam ajudar a empresa em casos de emergências. Ouvir inclusive estes trabalhadores

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8- Direito dos trabalhadores de: • Afastar-se de situação que acredite ser de grave e iminente risco à sua segurança ou saúde, indicando-a a seu supervisor; • Obter todas as informações referentes aos produtos químicos utilizados. 9- Dever do Estado exportador, em caso de proibição do uso de substâncias perigosas por razões de segurança e saúde, informar a todo o país importador sobre essa proibição e suas razões.

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Organização Internacional do Trabalho

TÉCNICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS.
As terminologias perigo e riscos Embora com certa frequência seja observado o uso indistinto dos termos: Risco e perigo. O desenvolvimento de mecanismos de Gerenciamento de Riscos requer uma clara diferenciação, até porque ambos os termos compreendem. Elementos distintos. O Pequeno Dicionário Michaelis Inglês-Português apresenta a mesma conotação para os termos ―hazard‖ e ―risk‖, traduzidos indistintamente como perigo e risco. Entretanto, para o desenvolvimento do raciocínio lógico, necessário ao adequado gerenciamento de riscos, é fundamental a adoção da abordagem técnico científica mais apuradap ara tal, recorrendo à terminologia proposta pelas Normas BS 8800 (Norma Britânica, destinada ao Gerenciamento de Segurança e Saúde Ocupacional), OHSAS 18001 (Especificação para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho) e OHSAS 18002 (Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Diretrizes para a implementação da OHSAS 18001), Os termos perigo e risco são assim conceituados: Perigo (Hazard): uma ou mais condições de uma variável com o potencial necessário para causar danos. Estes danos podem ser entendidos como lesões a pessoas, danos a equipamentos ou estruturas, perda de material em

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Processo ou redução da capacidade de desempenho de uma função pré-determinada. Havendo um perigo, persistem as possibilidades de efeitos. Adversos. Risco (Risk): expressa a combinação de probabilidade de possíveis danos. Dentro de um período específico de tempo ou de ciclos operacionais. O termo risco pode também ser associado à ―incerteza‖ relativa à possibilidade de ocorrência de um determinado evento perigoso. Visualização dos diversos elementos interagentes na relação entre Perigos e Riscos.

PERIGO Exposição (nível de perigo)
RISCO CAUSA (FATO EFEITO) O esquema apresentado por De Cicco e Fantazzini mostra que para a Materialização de um EVENTO (ACIDENTE) duas condições básicas serão sempre Necessárias: a existência de um ou mais PERIGOS (que podem ser expressos) (Como causas) e um determinado grau de exposição a estes perigos, que. Combinados resultarão no EFEITO ADVERSO (denominado dano ou RISCO). Di Nardi (1997) define perigo como algo capaz de causar dano. Quanto

Maior for o perigo, maiores serão as possibilidades de danos. O perigo é baseado:
Nas propriedades intrínsecas de materiais e no nível de exposição aos mesmos. O ácido fluorídrico, por exemplo, é um produto tóxico e o propano é um. Produto inflamável. Pouco pode ser feito para mudar as

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características destes produtos. A severidade normalmente dependerá do nível de exposição. Esta Exposição, por sua vez, pode ser medida pela quantidade da substância liberada. As condições ambientais sob as quais esta liberação pode ocorrer: Condições Meteorológicas, condições topográficas e medidas de mitigação existentes. A exposição poderá então ser minimizada pela redução das quantidades de produtos perigosos armazenados nas instalações ou através de melhorias em projetos. ―Já em relação ao risco, Di Nardi (1997) o define como: ―uma medida de‖ Probabilidade‖, ou seja, o mesmo está ligado a ‖possibilidade de sua ocorrência‖. Quanto maior o risco, maior a probabilidade do mesmo causar danos. Idealmente os riscos deveriam ser quantificados, ou seja, deveria ser possível. A identificação da frequência ao longo do tempo em que os riscos tenderiam a manifestar-se. Frequentemente, entretanto, não existem dados estatísticos. Disponíveis a respeito de taxas de falhas de equipamentos, assim como a. Probabilidade de erro humano muitas vezes também não poderá ser precisada. Matematicamente. Desta forma, muitos dados relativos à expectativa de falhas de componentes. De sistemas, utilizados em processos de avaliação de riscos, devem ser arbitrados. De forma associativa, com base em eventos próximos aos estudados.

3.2 O gerenciamento de riscos: De acordo com o Manual de Orientação para a Elaboração de Análise de Risco da CETESB – P.4.261:2003, o Gerenciamento de Risco consiste em processo de controle de riscos compreendendo a formulação e a implantação de medidas e procedimentos técnicos e administrativos, que têm por objetivo prevenir, reduzir e. Controlar riscos, bem como manter uma instalação operando dentro de padrões de Segurança considerado toleráveis ao longo de sua vida útil.

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Crowl e Louvar (2001) apresentam quatro questões básicas a serem Observadas em processos de gerenciamento de riscos: 1. Identificação de perigos 2. Identificação de possíveis falhas ou desvios de processo 3. A probabilidade das falhas e desvios de processo 4. As consequências decorrentes destas circunstâncias Uma sistematização do processo de gerenciamento de riscos é apresentada Na figura 3, extraída do Guia de Procedimentos para a Avaliação de Perigos. (Guidelines for Hazard Evaluation Procedures), de 1985, do American Institute of Chemical Engineers, apresentado por Crowl e Louvar (2001)

ETAPAS DO GERENCIAMENTO DE RISCOS: A primeira etapa do gerenciamento de riscos compreende o levantamento de dados relativos aos processos e tecnologias aplicadas, características operacionais. (pressão, vazão, temperatura, etc.) e substâncias perigosas utilizadas, sistemas de Proteção instalada, assim como dados relativos à localização do empreendimento,circunvizinhança e suas vulnerabilidades. Uma vez promovido o levantamento de dados preliminares, inicia-se então o Processo de Gestão de Riscos. As técnicas mais utilizadas no processo de gestão de risco compreendem: • Técnicas de identificação de perigos e

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• Avaliações qualitativas e quantitativas de riscos. Estas técnicas podem ser aplicadas em distintos estágios de projetos, desde. Fases preliminares de concepção e pré-estudos, até etapas de operação da instalação. Técnicas de Identificação de perigos podem ser utilizadas independentemente de avaliações qualitativas ou quantitativas de riscos. Entretanto, melhores resultados serão sempre obtidos quando ambas as técnicas forem aplicadas em conjunto. Desta forma, além da identificação dos perigos, será possível estimarse a probabilidade da ocorrência de eventos, permitindo tomadas de decisão acerca daqueles que se apresentem como riscos potenciais efetivos. 3.3 Técnicas de identificação de perigos Weels (1997) apresenta um significativo número de mecanismos destinados À Identificação de Perigos, ressaltando que a escolha do método mais apropriado. Deve embasar-se na complexidade do processo em análise. Crowl e Louvar (2001) também ressaltam não existir um método de Identificação de perigos mais adequados que outro; a melhor aplicabilidade depende. Do objetivo da análise. Embora não se pretenda neste item detalhar sistemáticas e processos de identificação de perigos, cabe aqui uma apresentação sintética dos principais mecanismos propostos pelo American Institute of Chemical Engineers, como base para futura discussão sobre mecanismos de controle de riscos. Dentre estes métodos constam: Listas de Verificações (Check List), Inventário.

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de Perigos (Hazard Surveys), Análise de Perigos e Operabilidade (Hazard and Operability Studies – HazOp), Revisões de Segurança (Safety Reviews) e outros Instrumentos de identificação de perigos (Análise Preliminar de Perigos, ―What if / E ―(Se‖, Análise de Erro Humano, Análise de Modo de Falhas e Efeitos). 3.3.1 Listas de Verificação de Perigos (Check List) Correspondem a um método de simples utilização, o qual depende, Entretanto, de conhecimento prévio dos perigos de processos a serem avaliados. Apresentam uma série de itens a serem verificados e que já se encontram correlacionados com alguma expectativa de resultado. As Listas de Verificação podem ser utilizadas nas fases de projeto de novas Instalações ou equipamentos, bem como nas etapas préoperacionais de novos sistemas, ou ainda para modificação de instalações ou equipamentos existentes devem ser utilizadas basicamente nas etapas preliminares dos processos de identificação de Perigos, sendo seus dados normalmente complementados poro outras técnicas de Identificação de Perigos ou métodos de Avaliação de Riscos. (AIChe), no Guia intitulado Guidelines for Process Safety Documentation, Second Edition, baseado em tabela parcial publicada, em 1980, por Wells, no livro Safety in Process Plant Design (AIChE, 1992). Inventário de Perigos (Hazard Surveys) Este método pode resumir-se a um inventário pré-estabelecido de condições de perigos a serem avaliados em uma determinada instalação, ou compreender.

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Métodos mais complexos e rigorosos, como é o caso dos Índices Dow de Fogo. Explosão (Fire and Explosion Index - F&EI) ou Índice Dow de Exposição Química (Dow- Chemical Exposure Index – CEI), ou ainda do MOND, desenvolvido pela Imperial Chemical Industries Ltd (ICI). O índice F&EI foi projetado fundamentalmente para a definição de questões Relativas à estocagem, manuseio e processamento de produtos inflamáveis e explosivos, permitindo a identificação de distâncias de segurança em relação a Índices prefixados para incêndio e explosões. O índice F&EI é determinado a partir de valores tabelados, resultantes de penalidades aplicadas com base em perigos gerais de processo (reações Exotérmicas, reações endotérmicas, manuseio de materiais, realização de Atividades em ambientes internos, acessibilidade aos processos e sistemas de (Controle de vazamentos). Também são observados perigos especiais de processo (trabalho com materiais tóxicos, pressões de reações, trabalho em atmosferas). Classificadas quanto à inflamabilidade, perigo de explosão de poeiras, temperaturas. De trabalho, quantidade de produtos perigosos em uso, condições de corrosão, (Perigos de perda de contenção e utilização de equipamentos rotativos). Associando-se ainda estes elementos ao Fator de Risco, que corresponde ao Valor tabelado em função de características de inflamabilidade e reatividade, obtidos. A partir de classificação fornecida pela National Fire Protection Association (NFPA), Obtém-se a classificação, de modo semi-quantitativo, da atividade industrial em Análise em:

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• Instalações de risco leve • Instalações de risco moderado • Instalações de risco intermediário e • Instalações de risco rave ou severo. Irresponsabilidades: O Acidente de Goiânia foi um fato típico de irresponsabilidade Na cidade de Goiânia, durante a ensolarada e calorenta tarde domingueira de 13 de setembro de 1987, dois sucateiros Roberto Santos Alves e Wagner Mota. Pereira dirigiram--se às ruínas de um prédio situado entre as Avenidas Tocantins e Paranaíba, no centro da cidade, onde funcionara uma clínica de radioterapia, visando retirar do local um equipamento abandonado. Movia-os a possibilidade de utilizarem o chumbo que revestia o aparelho para vendê-lo como sucata a um dos ferros-velhos Da cidade Recolheram uma de suas partes e, com a utilização de um carrinho de mão levaram-na para a moradia de Roberto, no n0 68 da Rua 57, no Setor Central. No Quintal da casa, usando ferramentas comuns, separaram a parte de chumbo do. Restante da peça, rompendo a janela de irídio que protegia a cápsula de césio 137, o. Que permitiu a liberação de radioatividade para o meio ambiente. Tinha início aí o Acidente com o césio 137 em Goiânia. A partir da violação do lacre do equipamento, a radiação foi liberada para um grupo de pessoas que manipularam partículas de césio 137 como se fossem sucata comum. Como consequência, os efeitos do acidente atingiram homens, mulheres, crianças, animais domésticos, casas, ruas, chegando até à atmosfera. A radiação, oficialmente, atingiu uma área de 2.000 m2 não contínuos, infiltrando-se no solo até a profundidade de 50 cm, em alguns pontos, provocando a necessidade

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da derrubada de árvores e plantas, num raio de 100 m das zonas afetadas. Segundo informações de técnicos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) que participaram do processo de descontaminação de Goiânia, foram demolidas sete casas e gerados 6.500 m3 de rejeitos radioativos, que foram transferidos para um depósito provisório na cidade de Abadia de Goiás onde, posteriormente, foi construído um depósito definitivo. De acordo com informações oficiais, quando o fato se tornou público dezesseis dias mais tarde, 249 pessoas já estavam contaminadas ou irradiadas, entre as quais quatro faleceram em menos de um mês contado a partir da divulgação do acidente. Em decorrência das peculiaridades do evento, criou-se a necessidade de fazer circular entre a população uma série de informações normalmente restritas. A Doutora em Ciências Sociais, professora da Universidade Católica de Goiás. Especialistas que lidam com o césio 137 no campo da ciência e da tecnologia A Transmissão rápida dessas informações ocorreu principalmente pela utilização dos Meios de comunicação de massa: imprensa e redes de rádio e televisão. Tratava-se de informar ao público o que era o césio 137, bem como as consequências decorrentes da contaminação ou irradiação com esse elemento. Assim, ao mesmo tempo em que o acidente vinha a público e, por força de seu. Ineditismo se impunha como pauta em todos os meios de comunicação já se podia Observar objetivamente os efeitos da radiação sobre aqueles que haviam sido

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Submetidos à exposição em altas doses. Em razão de a radioatividade ser silenciosa, Invisível, inodora e indolor; de seus efeitos manifestarem-se geralmente apenas a. Longo prazo, quando o indivíduo é submetido a uma baixa dose; e, mais ainda, em. Razão da impossibilidade de estabelecer rapidamente a rota de disseminação da radioatividade pelo espaço e pelos grupos atingidos, a população de Goiânia viu-se em um estado emocional de perplexidade, seguido de medo e pânico. Os meios de comunicação divulgavam o acontecimento e simultaneamente Propagavam as consequências da exposição à radioatividade, como o Comprometimento genético, o câncer, e, no limite, a morte. Nesse contexto, apossou-se de muitos habitantes da cidade o medo de estarem contaminados. Diante do Sentimento de ameaça de que a população se viu tomada e frente às recomendações Difundidas pelos técnicos no sentido de que as pessoas evitassem trafegar pelas Áreas contaminadas e manter contato com indivíduos já identificados como expostos À radiação, medidas que eram indispensáveis para conter a expansão das consequências do acidente, o público reelaborou essas informações e passou a adotar um comportamento discriminatório, inicialmente em relação aos atingidos e posteriormente, em relação a todos os moradores das áreas onde os focos mais graves. Pura irresponsabilidade dos gestores do sistema. Quando a instalação foi desativada este material deveria ter sido recolhido e guardado em local seguro. Qual seria o custo disto? Zero em relação ao ocorrido!

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É por isto que, para cada atividade perigosa dentro da empresa deverá ter um técnico como responsável. Mas, esta pessoa precisa ter autonomia para exercer sua função. Não pode ser manipulado por uma pessoa ignorante, ingênua que vise apenas o lucro economia etc. Acidente de Chernobyl nos anos setenta: Em 26 de Abril de 1986, exatamente à 01h 23min e 58s da madrugada, o mundo conheceu o terror oriundo de uma reação nuclear em escala não controlada. Localizada na área oriental do extremo ocidente da antiga URSS, ao sul da região norte da Ucrânia, a usina nuclear de Chernobyl (ҜаTарuм!!, en Russo) - construída sobre um antigo cemitério de índios Mohawk - estava amaldiçoada desde que sua pedra fundamental foi plantada naquele solo sagrado para os nativos Ucranianos. O acidente despertou no público internacional, desconfiança quanto à segurança dos programas nucleares soviéticos e a competência dos seus engenheiros. Na época do acidente, o mundo vivia um cenário totalmente diferente quanto à política nuclear. Hoje em dia, é possível comprar plutônio em qualquer favela carioca, ou com alguns milhares de dólares, um cidadão pode encomendar sua própria bomba atômica em Minsk sem muitos problemas. No entanto, em 1986 o funcionamento da energia nuclear ainda era um mistério tão grande quanto os fornos de micro-ondas. Era impossível naqueles dias, ter-se ideia das consequências daquele trágico acidente. Um relatório de 2005, preparado pela International Atomic Energy Agency em conjunto com a Assossiação Pagã de Moços, atribuiu ao acidente 56 mortes diretas (46 trabalhadores, 9 crianças vítimas de câncer e 1 fabricante de farofa de despacho) e estima que outras 9.000 pessoas entre as aproximadamente 6,6 milhões altamente expostas a radiação, morram de câncer de dedão, acidentes de

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trânsito, doenças respiratórias, insuficiência cardíaca, outras doenças, overdose, assassinadas, em acidentes aéreos ou por causas naturais nos próximos 40 anos. As demais pessoas devem ter um final semelhante em no máximo 70 anos. Localização: A Usina de Chernobyl fica próxima a cidade de Prypiat, Ucrânia, a 18 Km a nordeste da cidade de Chernobyl propriamente dita, e foi construída às margens do famoso lago Müke, local sagrado para os índios Mohawk. Allexey Grigory, chefe de transportes do Departamento Comunista de Construção de Usinas Nucleares de Baixo Custo, apesar de apresentar aos seus superiores um relatório informando que o local era patrimônio cultural Mohawk, foi visto como instigador e traidor do "movimento partido",véio. (Autoridades comunistas encontraram Allexey morto em sua casa no dia seguinte. Uma investigação concluiu que ele cometeu suicídio com 38 tiros nas costas). A despeito deste incidente, a usina teve sua construção iniciada em 1970. Quatro reatores do tipo ACME, cada um capaz de produzir energia elétrica suficiente para dar choques em mais de 20.000 prisioneiros políticos, estavam em operação na época do acidente. Outros 2 reatores encontravam-se em construção e deveriam entrar em operação nos próximos 2 anos. Ao contrário do que se pensava até poucos anos, Chernobyl não era um projeto exclusivamente soviético. Após a queda da cortina de ferro durante o governo Gorbatchev, veio a tona o fato de que algumas das mais brilhantes mentes da comunidade científica mundial, contribuíram para a construção da usina, como é o caso do mundialmente famoso e renomado engenheiro americano Dr. Willy Coyote, que foi o engenheiro chefe responsável pela base de contenção dos reatores nucleares de Chernobyl.

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e

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O que fizeram estas criaturinhas para pagarem tão caro? Isto deveria ser o castigo mínimo possível para quem deixou de fazer a sua parte

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Será que algumas dessas crianças são filhas ou mesmo parentes de quem causou estas catástrofes? É perceptível ou não este tipo de ocorrência? Você sabe o que tem do lado de sua casa? Você conhece os riscos da empresa onde trabalha? Você colabora profissionalmente para que isto não corra na sua empresa? Você conhece os riscos de sua função/ Você recebeu treinamento para o exercício seeguro de suas atividades? Você se quer usa proteção auditiva, você usa walk man enquanto trabalha? Você ainda diz que o que ruim só acontece com os outros! Será que os ETs são frutos de acidentes maiores? Será que os homens de segurança conforme o nosso caso, podem interferir na prevenção dessas ocorrências? É por esta razão que o

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meu ―paradeiro‖ tem duração efêmera na maioria das empresas por onde passo. sou obrigado a bater de frente com chefias as vezes até com patrões com relação ao descomprimento de ordens de ―Jiricos‖ que são dadas ou descumprir normas de segurança. Só que em alguns casos os TS desconhecem os riscos que deveriam prevenir.

Fotos de Vitimas do Acidente de chernobill Saiba que as mulheres deste país fazem parte do grupo de mulheres mais belas do mundo imagine estas cenas acima. Faltou: Manutenção, Informações no sistema; Responsabilidade, Ação, Conhecimento do risco, Formação, Controle, Procedimentos, emfim, fatou tudo! Jornalista: Descobriu-se também que o Jornalista do The New York Times, Jimmy Leeroy sabia deste detalhe sórdido, e na época da construção

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levantou a possibilidade de levar a conhecimento público esta informação. No entanto, Jimmy Leeroy morreu trágicamente quando seu carro explodiu de forma violenta em frente ao prédio onde morava. Em Manhatan. Peritos da polícia americana, concluíram que foi uma falha no fusível do farol de milha a causa do acidente. Segundo os autores (incluindo o Dra. Rosalie Bertell) de um novo livro, ―O Legado oculto de Chernobyl: levará milênios para recuperar a área que é tão grande como a Itália, para retornar em nível normal de radiação em cerca de 100.000 anos‖. Já se passaram 25 anos desde esta catástrofe, por isso temos outros 99.977 anos para ir, até as coisas voltar novamente ao "normal". Com a radiação milhares de pessoas foram afetadas e, ficaram deformadas com graves mutações genéticas e Chernobyl até hoje é uma cidade fantasma, veja fotos abaixo de crianças com mutações por causa da radiação e a cidade como se encontra hoje tudo isto por causa do quê: Falta de responsabilidade? É obvio! Leia e reflita! Pode-se pagar um salário irrisório para um TS? O que faz com que ele seja um fator de insegurança para família dele? E pra´você também. Já pensou se ele disser: eu atuo de acordo com omeu salário! Você para fazer segurança, primeiro precisa cuidar da sua. Vejo TS sem um programa de saúde familiar os filhos com os dentes podres, a mulher doente e aí como fica o psicológico de um homem deste? Estou falando isto não é por ser TS também!! Mas pensando no social dessa pessoa.

Acidente de BHOPALL
Na noite entre dois e três de dezembro de 1984, cerca de 40 toneladas de metil isocianato e outros gases letais vazaram da fábrica de agrotóxicos da Union Carbide Corporation, em Bhopal, Índia. Foi o

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pior desastre químico da história. Estima-se que entre 3,5 e 7,5 mil pessoas morreram em decorrência da exposição direta aos gases, mas o número exato continua incerto. Infelizmente, a noite do desastre foi apenas o início de uma tragédia, cujos efeitos se estendem até hoje. A Union Carbide, que possuía a fábrica de agrotóxicos na época do vazamento dos gases, abandonou a área, deixando para trás uma grande quantidade de venenos perigosos. Os moradores de Bhopal ficaram com fornecimento de água contaminada e um legado tóxico que ainda hoje causa prejuízos. A Union Carbide tentou se livrar da responsabilidade pelas mortes provocadas pelo desastre pagando compensações inadequadas ao Governo da Índia. Hoje, mais de 20 mil pessoas moram na região e uma segunda geração de crianças continua a sofrer os efeitos da herança tóxica deixada pela empresa. Desde então, cerca de 20 mil pessoas morreram e mais de meio milhão ficaram feridos. Em 1999, a Union Carbide anunciou sua fusão com a multinacional Dow Chemicals, sediada nos Estados Unidos, criando a segunda maior companhia química do mundo. Ao incorporar a Union Carbide por um total de US$ 9,3 bilhões, a Dow não apenas comprou os bens, mas também a responsabilidade pelo desastre de Bhopal. Enquanto os moradores de Bhopal continuam a sofrer os impactos do desastre de 1984, a responsabilidade legal pelo acidente ainda está sendo julgada pela Justiça norte-americana, uma vez que a Dow se recusa a aceitar o passivo ambiental adquirido na compra da Union Carbide. De acordo com a Dow, a partir da incorporação das duas empresas, a receita anualizada é superior a US$ 24 bilhões. A capitalização conjunta de mercado é de aproximadamente US$ 35 bilhões e seus ativos estão avaliados em mais de US$ 30 bilhões. Na noite do desastre, as seis medidas de segurança criadas para impedir vazamentos de gás fracassaram – devido à falhas em seu

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funcionamento; ou porque não estavam ligadas; ou ainda por serem ineficientes. Além disso, a sirene de segurança, que servia para alertar a comunidade em casos de acidente, estava desligada. Os primeiros efeitos agudos dos gases tóxicos no organismo foram vômitos e sensações de queimadura nos olhos, nariz e garganta. Muitas pessoas morreram dormindo; outras saíram cambaleando de suas casas, cegas e em estado de choque, para morrer no meio da rua. Outras morreram muito depois de chegarem aos hospitais e prontossocorros. Grande parte das mortes foi atribuída à falência respiratória – para alguns, o gás tóxico causou secreções internas tão severas que seus pulmões ficaram obstruídos; em outros, os tubos bronquiais se fecharam levando à sufocação. Muitos dos que sobreviveram ao primeiro dia foram diagnosticados com falha no funcionamento dos pulmões. Estudos mais aprofundados com os sobreviventes também apontam sintomas neurológicos, que incluem dores de cabeça, distúrbio de equilíbrio, depressão, fatiga e irritabilidade, além de anormalidade e efeitos negativos sobre os sistemas: gastrointestinal, muscular, reprodutivo e imunológico. Justiça para Bhopal? A Union Carbide foi intimada a compensar aqueles que, com o desastre, perderam sua Capacidade de trabalhar. A companhia se recusou a pagar os US$ 220 milhões exigidos pelas organizações de sobreviventes de Bhopal. Em fevereiro de 1989, depois de cinco anos de disputa legal, o Governo Indiano e a empresa chegaram a um acordo de US$ 470 milhões. Supostamente, esta quantia deveria pôr fim a toda responsabilidade da indústria perante a sociedade. A indenização média, de US$ 370 a US$ 533 por pessoa, era suficiente apenas para cobrir despesas médicas por cinco anos. Muitas das vítimas, incluindo-se crianças, sofrerão os efeitos do desastre pelo resto de suas vidas.

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Em novembro de 1989, o número oficial de mortes foi estimado em 3.590, elevando-se para 3.828 em outubro de 1990. Esta foi a estimativa usada pelo governo indiano para estabelecer o acordo indenizatório de US$ 470 milhões com a Union Carbide. No entanto, o médico-legista de Bhopal relatou que ele havia realizado 4.950 autópsias nos primeiros cinco ou seis meses de 1985. Em dezembro de 1992, o número oficial de mortos saltou para 4.136 e, em outubro de 1995, para 7.575, quase o dobro da estimativa usada como base do acordo. Organizações locais de sobreviventes Estimam que entre 10-15 pessoas continuam morrendo a cada mês. Cerca de 100 mil pessoas ainda precisam de assistência médica urgente e não receberam a indenização

A indenização acordada não cobriu despesas médicas ou prejuízos relacionados à exposição contínua à área contaminada. O maior acidente industrial do mundo custou à Union Carbide apenas US$ 0,48 por ação. Desde 1984, mais de 140 ações civis a favor das vítimas e sobreviventes de Bhopal foram iniciadas nas Cortes Federais dos Estados Unidos, na tentativa de obter indenização apropriada. Os casos continuam em curso atualmente. Procedimentos Legais: Em 1991, a Corte Suprema da Índia reafirmou a responsabilidade criminal da Union Carbide no caso. O processo criminal ainda está pendente na Corte do Distrito de Bhopal. Em 1992, uma ordem de prisão foi dada para Warren Anderson, diretor-executivo da Union Carbide na época do acidente, e para administradores (indianos) da fábrica da Union Carbide na Índia. Anderson não compareceu à Corte para enfrentar as acusações e foi declarado foragido pela Justiça indiana há oito anos. No dia 13 de setembro de 1996, em resposta à apelação dos acusados da Union Carbide Índia Ltda., a Corte Suprema enfraqueceu

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o grau das acusações de ―homicídio culposo‖ para ―morte causada por negligência‖, reduzindo assim a sentença máxima de dez para dois anos de prisão. O julgamento dos administradores indianos acusados caminha lentamente para a instância judicial máxima – apesar de todos os esforços da Union Carbide para escapar da Justiça, os procedimentos criminais contra os acusados permanecem abertos e pendentes. Desdobramentos recentes do processo na Corte dos Estados Unidos: No dia 15 de novembro de 1999, sete indivíduos (três dos quais são sobreviventes) e cinco organizações deram entrada à uma ação coletiva contra a Union Carbide e Warren Anderson na Corte Federal de Nova York. A ação acusa a companhia e os administradores da fábrica de violações graves das leis internacionais e de direitos humanos, por causa de sua indiferença e de seu descaso pela vida humana ao Não promover a descontaminação do local, perpetuando assim o desastre. Esta ação forçou Anderson a submeter-se ao processo judicial norteamericano no dia 08 de março de 2000, depois de ter se esquivado de intimações enviadas desde 21 de novembro de 1999 para seus três endereços nos Estados Unidos. No dia 28 de agosto de 2000, o juíz John F. Keenan, da Corte Federal da Zona Sul de Nova York, rejeitou o processo baseado nos princípios de que somente o governo indiano poderia processar a Union Carbide ou seus representantes (Bhopal Act 1985), impedindo ações indenizatórias de organizações ou de indivíduos, mesmo que estes fossem vítimas. A decisão está agora sendo apelada. Union Carbide/Dow. Desde o desastre, a Union Carbide tenta mudar sua identidade de diversas maneiras para se livrar do estigma de Bhopal. Por isso, a Union Carbide India Ltda. mudou seu nome para Eveready Industries Ltda. e Union Carbide Eastern, Hong Kong. Em 1992, a subsidiária da

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Union Carbide na Ásia alterou seu nome de registro, ressurgindo sob a fachada de uma nova empresa. Por meio da fusão com a Dow, a Union Carbide conseguiu se livrar de seu odiado nome. Em novembro de 2000, o novo presidente/CEO eleito da Dow, Michael D. Parker, demonstrou preocupação com as questões referentes à Union Carbide em Bhopal em seu primeiro informe oficial à imprensa: ―É claro que temos consciência do incidente em Bhopal e de sua associação ao nome da Union Carbide, mas ela fez o que foi preciso para
adotar os programas adequados para meio ambiente, saúde e segurança‖.

No dia 11 de maio de 2000, membros da Campanha pela Justiça em Bhopal, uma coalizão de estudantes e ativistas ambientais sediada nos Estados Unidos, participaram do encontro anual de acionistas da Dow. Eles exigiram o comprometimento de que, com a fusão das duas empresas, houvesse a assunção de todo o passivo gerado pelo desastre em Bhopal. A resposta do presidente da Dow, Frank Popoff, foi: ―Não está em meu poder assumir a responsabilidade por um evento que aconteceu há 15 anos, com um produto que nunca desenvolvemos, em um lugar que jamais operamos‖. Enquanto a Dow/Union Carbide foge do problema, a população local continua a conviver com olegado tóxico deixado pela empresa. A região de Bhopal é uma das muitas áreas contaminadas pela Dow e por outras companhias químicas que envenenam comunidades ao redor do mundo. No início do novo milênio, o setor químico não pode fugir da responsabilidade pela poluição tóxica que provoca. O Greenpeace e organizações de sobreviventes locais demandam que: o A Dow assuma o comprometimento pela descontaminação da área; o A Dow garanta tratamento médico e benefícios necessários para tratamentos · Em longo prazo de sobreviventes do desastre;

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·

o A Dow indenize economicamente as pessoas afetadas pela exposição ao gás E às suas famílias; o A Dow providencie água potável para as comunidades que vivem próximo ao local do acidente.

Uma corte indiana condenou oito pessoas hoje por negligência ao não prevenirem um dos piores acidentes industriais do mundo, e que matou milhares de pessoas na cidade indiana de Bhopal, em 3 de dezembro de 1984. Na época, houve um vazamento de gases tóxicos na unidade da companhia Union Carbide, situada no centro de Bhopal, o qual se espalhou pelo ar e matou, inicialmente, cerca de 4 mil pessoas. Ativistas dizem que esse número pode ter chegado a 15 mil ao longo dos anos seguintes. O juiz Mohan P. Tiwari condenou os acusados por terem "causado mortes por negligência" e por "homicídio culposo, sem intenção de matar", apesar de que as penas - que deverão ser de no máximo dois anos de prisão, segundo fontes - só serão conhecidas posteriormente. Os acusados deverão recorrer da sentença. Consumir água de poços contaminados; Os administradores da fábrica da Union Carbide em Bhopal sejam levados à Justiça; · Uma legislação internacional seja estabelecida para responsabilizar criminal Financeiramente as empresas em casos de desastres industriais e de poluição tóxica contínua.

Acidente do mar do norte.
Piper Alpha, uma plataforma de pequeno porte, estava situada no campo de óleo Piper, aproximadamente 20 quilômetros ao sudeste d a 10 metros acima da água. Nos primeiros tempos, produzia também gás de um poço e ultimamente produzia óleo de 2 poços. Era

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conectada por um oleoduto e um gasoduto ao terminal Flotta, em Orkney e com gasodutos a outras duas instalações. A instalação consistia em uma torre de perfuração em um lado, uma área de processamento e refino no centro, e alojamentos para sua tripulação no outro lado. Uma vez que Piper Alpha estava mais perto da costa que outras plataformas na área, tinha duas tubulações provenientes destas plataformas conduzindo à sua área de processamento. Esta instalação processava o gás proveniente das outras plataformas mais o petróleo extraído por ela mesma e então bombeava os produtos para a costa.

O acidente: Dia 06 de julho de 1988, um vazamento de condensado de gás natural que se formou sobre a plataforma incendiou-se, causando uma explosão enorme. A explosão iniciou incêndios secundários no óleo, derretendo a tubulação de chegada de gás. O fornecimento de gás causou uma segunda grande explosão que engolfou toda a plataforma. Afirma-se que o desastre foi tão repentino e extremo que uma evacuação tradicional foi impossível, mas há controvérsia a respeito. As pessoas ainda estavam saindo da plataforma após o incêndio e explosão iniciais. O maior problema foi que a maioria do pessoal que tinha autoridade para ordenar a evacuação morreu quando a primeira explosão destruiu a sala de controle. Alguns cálculos indicam que 20% da produção anual de energia do Reino Unido. Foi consumido na explosão e incêndio. Mas isso foi consequência do projeto deficiente da plataforma, a ausência de paredes corta-fogo, e outros fatores. Outro fator importante foi que a plataforma próxima, Tartan, continuou a bombear gás ao núcleo do fogo até que a tubulação interligando ambas as plataformas rompeuse devido ao calor. Os operadores de Tartan não tinham autoridade para parar a produção, mesmo vendo ao horizonte que Piper Alpha estava queimando.

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A embarcação de suporte Lowland Cavalier reportou a explosão inicial antes das 22h00, e a segunda explosão 22 minutos depois. Quando os helicópteros civis e militares chegaram ao local, as chamas estavam a mais de 100 metros de altura e visíveis a mais de 100 quilômetros (120 km de Maersk Highlander) impedindo aproximação segura. Tharos, uma embarcação especializada em combate ao fogo, pôde aproximar-se da plataforma, mas não pôde evitar sua destruição. Dois tripulantes do Lowland Cavalier morreram quando a explosão da plataforma destruiu seu "barco de resgate rápido" que havia resgatado vários sobreviventes da água. Tharos não pôde bombear água suficiente para aproximar-se da plataforma em chamas até após a ruptura do oleoduto que a interligava à Tartan, cerca de duas horas após o início do desastre. Somente quando a plataforma de Tartan parou de bombear óleo, a embarcação Tharos pôde aproximar-se, mas não conseguiu resgatar ninguém. O fogo foi depois extinto pelo navio Red Adair que enfrentou ventos de 80 milhas por hora e ondas de 70 pés. O que deu errado? Uma análise dos eventos revela muitos pontos que deram errado, uma sequência de erros que contribuíram para a magnitude do desastre. Na sequência, analisam-se os principais: a) Sistema de ordem de serviço arcaico e não seguido à risca O evento que iniciou a catástrofe foi a tentativa do turno da noite de ligar a bomba reserva, que estava inoperante por estar em manutenção. O pessoal do turno da noite desconhecia que esta bomba estava em manutenção, por não haver encontrado a ordem de serviço correspondente. Numa instalação industrial, o conhecimento

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das ordens de serviço em andamento é crucial para o andamento do processo produtivo e para a segurança. b) Sistema dilúvio antiincêndio não funcionou O sistema dilúvio coletava a água do mar para o sistema abaixo da plataforma, próxima do local onde os mergulhadores tinham que trabalhar em algumas etapas de perfuração. Para segurança dos mergulhadores, o sistema de coleta de água era colocado em manual cada vez que havia trabalho com mergulho nas proximidades, para evitar que os mergulhadores fossem sugados pelas bombas. Com o tempo, os procedimentos foram relaxados e o sistema passou a ser deixado em manual sempre, independente de haver ou não trabalho de mergulho nas proximidades. Máxima segurança para os mergulhadores, fatal para a plataforma e para outras 167 pessoas, pois, quando o sistema foi necessário, estava inoperante. c) Rota de fuga: As rotas de fuga não eram perfeitamente conhecidas e as pessoas não encontraram o caminho até os barcos salva-vidas e saltaram no mar. d) Áreas seguras: Ao contrário do que pensavam as pessoas, os alojamentos não eram à prova de fumaça e chamas. A maior parte dos 167 vítimas morreu sufocada na área dos alojamentos. e) Treinamento: Embora houvesse um plano de abandono, três anos haviam se passado sem que as pessoas recebessem treinamento nestes procedimentos. Planos de Ação de Emergência são inúteis se existem apenas no papel e as pessoas não tomam conhecimento dele.

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f) Paredes corta-fogo: As paredes corta-fogo em Piper poderiam ter parado a expansão de um fogo comum. Elas não foram construídas para resistir a explosão. A explosão inicial as derrubou, e o fogo subsequente se espalhou desimpedido, quando poderia ter sido contido se as paredes cortafogo tivessem também resistido à explosão. Estações mais novas têm paredes de explosão que evitariam uma repetição das fases iniciais do desastre de Piper. g) Auditorias: A Occidental Petroleum tinha auditorias de segurança regulares em suas instalações. Estas auditorias foram executadas, mas não foram bem executadas. Poucos ou mesmo nenhum problema eram levantados, embora houvesse assuntos sérios como corrosão de tubos e cabeças de sistema dilúvio e muitos outros problemas. Quando um problema sério era encontrado, às vezes era simplesmente ignorado. Por exemplo, cerca de um ano antes, quando os dutos de gás queimaram e desligaram a estação, uma auditoria independente, cujo propósito era identificar os principais perigos de incêndio, corretamente identificou o perigo e declarou que se eles explodissem nada poderia salvar a estação. A auditoria recomendou instalar sistemas de segurança específicos para protegêlos. Na reunião de diretoria que revisou o relatório, nunca foram mencionados os dutos de gás. O que deu errado? Uma análise dos eventos revela muitos pontos que deram errado, uma sequência de erros que contribuíram para a magnitude do desastre. Na sequência, analisam-se os principais: a) Sistema de ordem de serviço arcaico e não seguido à risca

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O evento que iniciou a catástrofe foi a tentativa do turno da noite de ligar a bomba reserva, que estava inoperante por estar em manutenção. O pessoal do turno da noite desconhecia que esta bomba estava em manutenção, por não haver encontrado a ordem de serviço correspondente. Numa instalação industrial, o conhecimento das ordens de serviço em andamento é crucial para o andamento do processo produtivo e para a segurança. b) Sistema dilúvio antiincêndio não funcionou O sistema dilúvio coletava a água do mar para o sistema abaixo da plataforma, próxima do local onde os mergulhadores tinham que trabalhar em algumas etapas de perfuração. Para segurança dos mergulhadores, o sistema de coleta de água era colocado em manual cada vez que havia trabalho com mergulho nas proximidades, para evitar que os mergulhadores fossem sugados pelas bombas. Com o tempo, os procedimentos foram relaxados e o sistema passou a ser deixado em manual sempre, independente de haver ou não trabalho de mergulho nas proximidades. Máxima segurança para os mergulhadores, fatal para a plataforma e para outras 167 pessoas, pois, quando o sistema foi necessário, estava inoperante
.

c) Rota de fuga: As rotas de fuga não eram perfeitamente conhecidas e as pessoas não encontraram o caminho até os barcos salva-vidas e saltaram no mar. d) Áreas seguras: Ao contrário do que pensavam as pessoas, os alojamentos não eram à prova de fumaça e chamas. A maior parte dos 167 vítimas morreu sufocada na área dos alojamentos.

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e) Treinamento: Embora houvesse um plano de abandono, três anos haviam se passado sem que as pessoas recebessem treinamento nestes procedimentos. Planos de Ação de Emergência são inúteis se existem apenas no papel e as pessoas não tomam conhecimento dele. f) Paredes corta-fogo: As paredes corta-fogo em Piper poderiam ter parado a expansão de um fogo comum. Elas não foram construídas para resistir a explosão. A explosão inicial as derrubou, e o fogo subsequente se espalhou desimpedido, quando poderia ter sido contido se as paredes cortafogo tivessem também resistido à explosão. Estações mais novas têm paredes de explosão que evitariam uma repetição das fases iniciais do desastre de Piper. g) Auditorias: A Occidental Petroleum tinha auditorias de segurança regulares em suas instalações. Estas auditorias foram executadas, mas não foram bem executadas. Poucos ou mesmo nenhum problema eram levantados, embora houvesse assuntos sérios como corrosão de tubos e cabeças de sistema dilúvio e muitos outros problemas. Quando um problema sério era encontrado, às vezes era simplesmente ignorado. Por exemplo, cerca de um ano antes, quando os dutos de gás queimaram e desligaram a estação, uma auditoria independente, cujo propósito era identificar os principais perigos de incêndio, corretamente identificou o perigo e declarou que se eles explodissem nada poderia salvar a estação. A auditoria recomendou instalar sistemas de segurança específicos para protegê-los. Na reunião de diretoria que revisou o relatório, nunca foram mencionados os dutos de gás.

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Homenagem aos homens Gosto de homenagear as pessoas vivas. Com churasco no final do ano! E não com estatuas pos morte!

Piper alpha: Antes e durante

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Acidente da vila socó.
Na cidade de Cubatão litoral paulista- Brazil Zero hora e 50 minutos da madrugada: moradores da Vila Socó, nas margens do km 57 da Via Anchieta, em Cubatão, corriam para tentar escapar de um incêndio provocado pelo vazamento de 700 litros de gasolina da tubulação corroída que atravessava o mangue da favela, rumo ao Porto de Santos. Vinte e cinco anos depois, o que restou desses episódios foi a coincidência das duas tragédias, na mesma data e horário, que neste ano cai numa Quarta-feira de Cinzas. E, também, a impunidade dos autores das causas das mortes. Luiz Inácio da Silva, homônimo do metalúrgico que chegaria à presidente da Republica, foi uma das 19 vítimas fatais de um acidente em Natal, provocado pelo motorista Aluízio Farias, que perdeu o controle do ônibus que dirigia e atropelou componentes do bloco. O Cordão do Puxa-Saco. O episódio, que praticamente pôs fim ao Carnaval de rua em Natal, segundo o jornalista Fred Carvalho, ficou conhecido como "a tragédia do Baldo". Além dos 19 mortos, deixou dezenas de pessoas feridas. Cerca de 5 mil pessoas pulavam Carnaval acompanhando o bloco, no trecho sob o viaduto do Baldo, quando a Avenida José Bernardo passa a se chamar Rio Branco, no Centro de Natal. FOGO NO DUTO Vinte e cinco anos depois, Silvana Araújo Santos, hoje secretária de gabinete da prefeita Marcia Rosa, conta que tinha na época12anoseseisirmãos.Morava, com os pais, no início da Vila São José, de frente para a Via Anchieta, a poucos metros do local onde irromperia o fogo do incêndio na favela de barracos de madeira sobre o mangue. Os pais vieram de Jacobina, Bahia, tentar uma vida melhor no polo industrial de Cubatão.

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"Lembro que na tarde da sexta-feira, todo mundo sentia um forte cheiro de gasolina. Os bombeiros chegaram a ser chamados e orientaram os moradores para tomar cuidado. Havia um vazamento no duto, mas ninguém sabia onde era. Fomos alertados e saímos de casa momentos antes do incêndio. Quando pensamos em voltar, o fogo já havia consumido tudo", narra Silvana. Nunca se soube ao certo o estopim da tragédia sobre o mangue que, naquele momento, se transformou em um imenso caldeirão com uma camada de gasolina que tomou conta de toda a área sob as palafitas. Sobreviventes da tragédia contam que nas partes mais rasas, foi possível sair correndo para os pontos onde havia terra, queimando apenas os pés e tornozelos. O fogo no duto que tinha um furo por onde vazou a gasolina e alimentou a grande chama (até que queimasse todo o combustível), contra a qual lutaram os bombeiros, foi dominado de madrugada, com ajuda do Plano de Auxílio Mútuo das Indústrias. ODOR DA MORTE No amanhecer de sábado, os jornalistas - entre os quais me encontrava - se depararam com o saldo dantesco: tocos enegrecidos que haviam sido gente; crianças mortas por asfixia dentro de geladeiras, onde foram colocadas pelos pais na esperança de escapar do incêndio. Casais mortos, abraçados. Uma das vítimas ficou na memória como espécie de símbolo da tragédia, até ser coberta pelo lençol de um bombeiro piedoso. "Estava grávida, exibia na pele retesada o contorno, quase desenho em alto relevo, do feto, morto no seu ventre", relembra o jornalista Luigi Bongiovani. Colados ao seu corpo, por ela abraçados, como uma única massa, dois filhos com cerca de cinco anos. Essa imagem fez o então governador Franco Montoro quase desmaiar e ser atendido pelos médicos. "Havia também um cheiro único - que nunca mais senti e nem quero. Mas sua lembrança me vem de imediato à menção de Vila Socó", conta a jornalista Katia Giulietti, na época destacada para cobrir o acontecimento. "Esse aniversário deve

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ser esquecido. Tanto que minhas lembranças daquele dia são vagas. Estava, como tantos repórteres, em busca da confirmação de números. Números de vítimas das pessoas carbonizadas. Aquelas coisas retorcidas, que um dia foi vida, mas que ali apenas exalavam um odor forte. Único. Melhor esquecer. Lembrar para quê? Talvez apenas para constatar que, 25 anos depois, as condições de moradia de muitos moradores da Baixada Santista não são diversas daquelas e os riscos permanecem". CORAÇÃO PEGANDO FOGO A extensão da tragédia, como sempre ocorre, chamou a atenção, finalmente, das autoridades. A Petrobras trocou todo o sistema de oleoduto, proibiu a construção de barracos sobre a faixa de segurança de passagem da canalização; construiu casas para os sobreviventes e indenizou as vítimas. A Prefeitura aterrou o mangue. A favela foi extinta e, no lugar, surgiu um bairro urbanizado, com 1.253 casas de alvenaria, 4.317 habitantes (segundo censo da Prefeitura), ruas asfaltadas, escola e posto de saúde. Oficialmente, 93 pessoas morreram o equivalente ao número de corpos encontrados. Silvana não acredita nesses números. "Havia crianças, bebês e famílias inteiras cujos corpos não foram encontrados. Uma família de vizinhos meus, sete pessoas, não foram encontradas", cita como exemplo. Em 25 de fevereiro de 1985, o jornalista José Rodrigues publicou o livro Vila Socó - a tragédia programada, cujo mote era exatamente essa questão.

Em prosa e versos, com ilustrações do também jornalista Lauro Freire, a obra foi dedicada "às vítimas da Vila Socó, até as não contadas que desapareceram nas cinzas". Freire mostra no livro duas realidades, lado a lado: no primeiro quadro, foliões dançando e cantando "Meu coração amanheceu pegando fogo". No segundo quadro, pessoas em meio ao incêndio nos barracos gritando... "fogo... fogo!". Freire e José Rodrigues foram jornalistas de A Tribuna. CRUZ DE MADEIRA Os atingidos pelo acidente foram indenizados pela Petrobras e construíram novas casas na própria Vila São José - eles não se

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referem mais ao local como Vila Socó - ou em outros bairros. Hoje não há mais barracos na Vila, que até mudou de nome. É conhecida oficialmente como Vila São José, com uma paisagem urbana mais agradável e segura. Quem passa hoje pela Via Anchieta não imagina a proporção da tragédia. Porém, no jardim próximo ao posto da Polícia Rodoviária, uma cruz de madeira se destaca cercada por um muro onde há uma placa de bronze, com a relação de nomes das vítimas identificadas. De Kátia Cilene da Silva, uma criança; o Manoel José dos Anjos, um trabalhador, segue-se a relação de 89 mortos identificados, dos 93 corpos encontrados. Silvana lamenta que muitos tenham ficado anônimos, calcinados pelo fogo. PLEBISCITO A tragédia da Vila Socó ocultou outro acontecimento importante na vida de Cubatão. O incêndio ocorreu no penúltimo dos 17 anos (entre 1968 e 1985) do período em que a Cidade foi considerada pelo Governo Militar como Área de Segurança Nacional, por abrigar o polo industrial. Na época, os eleitores de Cubatão somente podiam eleger vereadores. Movimentos reivindicatórios eram reprimidos, e vários líderes sindicais e políticos foram presos e torturados. Presidente da Comissão Pró-Emancipação Adilson Antônio contaria tempos depois que, em fevereiro de 1984, a Associação dos Amigos Pró-Autonomia Política de Cubatão havia promovido um plebiscito, curiosamente apurado no dia 24 desse mesmo mês, amplamente favorável ao retorno do direito dos cubatenses de elegerem seu prefeito. Mas o resultado da consulta popular não foi anunciado por causa da tragédia, que acabaria provocando dois atos que mudaram a vida da Cidade: o lançamento do programa de controle ambiental, pela CETESB, e o Retorno da autonomia política do Município. Ambos em 1985, e determinados pelo então governador Franco Montoro.

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Meu aigo pinguim saiu para trabalhar na obra da servix engenharia área da Cosipa e quando chegou o seu ―barraco‖ simplesmente não existia mais. Foi destruído pelo fogo. Reencontru sua família doias dias depois em santos num albergue norturno. Pensou que, todos tivessem morrido no fogo.

Vila socó atualmente

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O derramamento do Exxon Valdez Uma ave coberta por óleo está entre as vítimas no Canal Príncipe William, no Alasca, em abril de 1989, depois que o petroleiro Exxon Valdez encalhou a cerca de 30 milhas de Valdez, contaminando a água e as praias e matando muitos peixes e outros animais. O petroleiro Exxon Valdez derramou sua carga em 1989, causando danos imensos a uma grande área no litoral do Alasca. O navio havia partido do terminal petrolífero de Valdez, no Alasca, em 23 de março de 1989, e bateu em um recife nas primeiras horas do dia 24 de março. A sequência de eventos que provocou o acidente não foi esclarecida até hoje. Com o rompimento do casco do navio, cerca de 11 milhões de galões de óleo foram derramados no mar, e a área atingida chegou a 1.200 quilômetros quadrados. Apesar de terem ocorrido muitos outros derramamentos de óleo no mundo, o acidente com o Exxon Valdez aconteceu em águas remotas, onde se abrigava uma abundante e espetacular vida selvagem, causando danos terríveis à região. Milhares de animais foram mortos pelo derramamento: cerca de 250.000 aves marinhas e 2.800 lontras, entre outros. O custo de limpeza ficou em torno de US$ 2,1 bilhões, e as áreas ao longo da costa atingidas pelo derramamento ainda estão contaminadas com óleo debaixo da superfície.

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EXXON VALDEZ

O ACIDENTE DA BAÍA DE GUANABARA Entre outros acidentes ocorridos na petroleira brasileira PETROBRAS 2 - Como aconteceu o desastre? Este acontecimento lamentável foi verificado nas águas do Estado do Rio de Janeiro na madrugada do dia 18 de janeiro de 2000, onde, em virtude de um problema originado em uma das tubulações da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), foi lançado, segundo dados noticiados pela imprensa, algo em torno de 1,3 milhões de litros de óleo cru na Baía de Guanabara. Deste acidente eu participei como agente de emrgencia. As fotos de toda operação estavam numa máquina fotográfica de ultima geração na época caiu dentro do mar após uma operação de emeregncia num lançamento de barreira bruco durante o mar revolto, perdi tudo que havaera feito . Considerado o segundo desastre mais grave já verificado na área marítima do Rio de Janeiro, sendo apenas superado pelo acidente ocorrido com o navio "TARIK", em 1975, provocou graves danos ao

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ecossistema, o qual, segundo especialistas, só deverá recuperar suas condições normais daqui a dez ou quinze anos. A mancha de óleo se estendeu por uma faixa superior a 50 quilômetros quadrados, atingindo o manguezal da área de proteção ambiental (APA) de Guapimirim, praias banhadas pela Baía de Guanabara, inúmeras espécies da fauna e flora, além de provocar graves prejuízos de ordem social e econômica a população local. As comunidades que tiravam seu sustento de atividades ligadas, direta ou indiretamente, a boa qualidade das águas da Baía de Guanabara, tais como, a pesca e o turismo, foram muito prejudicadas, quer pela contaminação dos peixes e crustáceos, quer pela inviabilização do turismo pela poluição do ambiente. O presidente da Petrobrás, o Sr. Henri Phillipe Reichstul, admitiu a existência de falha no projeto de instalação do oleoduto PE-2, fato este, responsável pelo acidente com o óleo, que provocou toda espécie de prejuízos, tais como; a contaminação do espelho d´água da Baía de Guanabara, com reflexos na fauna nectônica e plantônica; a contaminação das areias, costões rochosos, muros de contenção, pedras, lajes e muretas das Ilhas do Governador e de Paquetá; danos à vegetação de mangue existente no entorno da Ilha do Governador; danos a avifauna; danos à comunidade bentônica em função da sedimentação do óleo no fundo da Baía; prejuízo às atividades pesqueiras; drástica redução das atividades turísticas da Ilha de Paquetá; entre outros. No dia 22 de janeiro de 2000, a Petrobrás vinculou comunicado junto à imprensa, reconhecendo não haver desculpa para o desastre e comprometendo-se a tomar todas as medidas necessárias à recuperação completa de todo ecossistema. Essa postura da Petrobrás, não chega a ser louvável, uma vez que, a lei 6.938/81 dispõe, em seu art. 4º, inciso VII, que a Política Nacional de Meio Ambiente visará à imposição ao poluidor e predador da obrigação de

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recuperar e/ou indenizar os danos causados. Portanto, as medidas adotadas pela Petrobrás até o presente momento, representam tão só o cumprimento de uma conduta prevista em lei. Infelizmente, a preocupação da empresa com o meio ambiente surgiu tardiamente, após o desastre. Os danos já foram infligidos e, dificilmente, o ecossistema se recuperará em sua plenitude. Interessante notar que, nos últimos quatro anos, ocorreram inúmeros vazamentos de óleo provocados pela Petrobrás, sem falar, é claro, no acidente ocorrido recentemente em Araucária (Pr) e, ainda assim, não houve a implantação de uma política ambiental hábil a evitar esse tipo de acidente. Hoje colhemos os frutos dessa conduta, um desastre lamentável que provocou morte e destruição ambientais. Acidente de guaecá-OSBAT. Pleno carnaval: Acabávamos de sair de outra operação de emergência da FCA lá no estado de Minas gerais. Ao chegarmos à base BEE da cidade de Itatiba, fomos intimados pelo gerente do TERMINAL ALMIRANTE BARROSO TEBAR para nos deslocarmos até São Sebastião para participarmos deste evento. Data 18/02/2004 Local Guaecá - São Sebastião - SP Causa Rompimento do oleoduto OSBAT Volume vazado N D Volume recolhido > 260 m3 Tipo de óleo Marlim / Espirito Santo Ações emergenciais Contenção e recolhimento do óleo no rio Guaecá e na praia. Remediação / bombeamento de pluma em subsolo e aquífero freático Áreas afetadas Mata Atlântica da Serra do Mar, Rio Guaecá, Praia de Guaecá, mata ciliar, maccrófitas aquáticas. Impactos ambientais Impactos sobre a fauna aquática do rio Guaecá, afetando especialmente os crustáceos, insetos e outros invertebrados, peixes e anfíbios. Impacto à fauna associada. Contaminação crônica do corpo dágua com hidrocarbonetos, aflorando da pluma subterrânea

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de petróleo. Impacto adicional gerado pelas ações de combate e especialmente pelas ações de reparo

Fotos do local este rio desagua no mar a 50 metros após esta ponte. Nesta ponte passa a BR-101 a famosa rio-santos no segundo desenho da direita para esquerda. Acidente de Goiânia estive por lá e resta este monte de terra.

Foto do marco da morte Os catadores de sucatas encontraram um aparelho de radioterapia e removeram a máquina com a ajuda de um carrinho de mão. Venderam o equipamento a um ferro velho nas imediações (Rua 16-A do Setor Aeroporto). O dono do ferro velho quebrou com marretadas o aparelho para retirar as partes de ferro ou chumbo. Encontraram um ―pó branco‖ - uma substância química que no escuro emitia uma luz azul brilhante. No dia seguinte, vendeu o aparelho a outro ferro velho, na

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Rua 57, Setor Aeroporto, sem saber que já estava se contaminando com os resquícios do ―pó branco‖. O dono do primeiro ferro velho ficou maravilhado com o ―pó branco‖ e convida os amigos, vizinhos e parentes para compartilhar o ―achado‖ e distribui algumas minúsculas pedrinhas como presente, inclusive para sua filha de 4 anos que se ―pinta‖ com o ―pó‖. Assim a contaminação se alastrou rapidamente. O ―pó branco‖ encontrado dentro do aparelho, parecido com sal de cozinha, o CÉSIO 137 (CsCL) ou cloreto de césio-137, é encontrado dentro dos aparelhos para exames de Raio X. Quem deveria ter guardado esta capsula? Será que entre tantos profissionais ninguém tinha conhecimento do que isto seria capaz de provocar se caísse, como de facto caiu nas mãos de uma pessoa leiga. Aí entra o verdeiro objetivo da análise de riscos que, deve envolver toda a vida útil do equipamento, atividade, deverá contemplar inclusive o evento empreendimento após o encerramento das atividades. O que fazer com isto após o encerramento da empresa. Quantas empresas fecham. Quantos galpões encontramos abandonados por aí? Qual o verdadeiro risco para sociedade representado pelas sucatas deixadas ali? Já pensou nisto? Qual é a ART que mostra isto verdadeiramente. Quando é que as pessoas irão realmente pensar no entrono? Na vizinhança ambiental? ACIDENTE DO NAVIO CHILENO VICUNHA No porto de Paranaguá. Na noite do dia 15 de novembro, o navio chileno Vicuña, descarregava 14 milhões de litros de metanol no terminal da empresa Catallini, quando explodiu três vezes e afundou. Além do metanol, a embarcação ainda tinha mais de mil toneladas de óleo bunker (o combustível do navio) e outros 150 mil litros de óleo diesel.

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O resultado: 3 pessoas mortas, mais de 30 quilômetros de áreas de mangue, praias, ilhas, costões rochosos e rios contaminados com o óleo, 50 animais mortos, com forte tendência de aumento deste número, devido à intoxicação após alguns dias, proibição da pesca de peixes e frutos do mar e banho na baía de Paranaguá (composta pelos municípios de Paranaguá, Antonina e Guaraqueçaba), e famílias que dependem desta atividade para sobreviver precisando de assistência. Segundo o IBAMA, foram autuadas a Sociedad Naviera Ultragas (fretadora do navio), Kuhzmann Sorzeyors e Consultantes (representante da seguradora), Wilson Sons Agência Marítima (responsável pelo navio) e Catallini (empresa responsável pelo terminal onde o navio descarregava metanol). Em nota oficial, a Catallini se declarou isenta de qualquer responsabilidade.
De acordo com o gerente do IBAMA no Paraná, Marino Gonçalves, os R$ 250 mil

por dia de multa são referentes apenas ao descumprimento das exigências ambientais que os dois institutos haviam feito às empresas, como a contenção e eliminação das fontes de contaminantes (álcool metanol e óleo combustível). Gonçalves acrescentou que 48 horas depois de terem sido feitas as exigências, os técnicos dos institutos viram pouco resultado, e que a multa decorrente do dano ambiental ainda não foi aplicada, e que a mesma será balizada por estudo em elaboração por técnicos do IBAMA, IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e pela Universidade Federal do Paraná. O valor pode chegar a 50 milhões de reais.

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Explosão do navio vicunha no porto de Paranaguá-Paraná Brasil

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Carreta explode em plena rodovia:

Explosão de caminhão tanque nos EUA

Caminhão em chamas emite grossa nuvem de fumaça após o acidente em uma rodovia do Arizona (Foto: AP/Mark Henle/The Arizona Republic) Autoridades em Phoenix disseram que o outro caminhão-tanque, carregado com leite, colidiu com a traseira do veículo à sua frente, que levava combustível. A intensa explosão que se seguiu teria causado a morte do motorista do caminhão de leite. O acidente provocou intenso congestionamento no local por cerca de 4 horas.

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Petroeiro quebra-se ao meio em pleno alto mar:

Navio prestigie quebrou-se ao meio em pleno alto mar carregava 250.000 toneladas de petróleo.

Operário morre soterrado em obra civil

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Explosão de esfera mata 42 na REDUC Explosão da Esfera de GLP matou 42 trabalhadores na Reduc Para os petroleiros da Reduc, o dia 30 de março traz uma triste recordação: a explosão de uma esfera de GLP e a morte de 42 trabalhadores petroleiros, em 1972. O desastre chegou a lançar fragmentos até o centro de Duque de Caxias. O barulho foi ouvido e provocou pânico em todo o Grande Rio.

Em 2011, o terrível acidente, que ceifou a vida dos trabalhadores da Brigada de Incêndio e da Segurança Industrial, completou 39 anos. O acidente ocorreu durante uma drenagem da esfera de GLP para a atmosfera, como ocorre até hoje na Reduc. Naquela época, o bloqueio era simples, ou seja, existia apenas uma válvula de dreno na parte inferior da esfera. Ocorre que após a drenagem da água, devido à saída de gás pelo dreno, a válvula congelou e não pôde mais ser fechada. Ao encontrar uma fonte de ignição, o gás se incendiou e transformou a esfera de GLP em uma verdadeira ―panela de pressão‖. Os trabalhadores estavam resfriando a esfera, mas esta ficou rubra até explodir

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Incêndio em tanque de combustível nos EUA Chamas e fumaça tomaram conta de um tanque de armazenamento de combustível, na cidade americana de Tulsa, em Oklahoma. » CORREÇÃO: Relâmpago causa incêndio em tanque de combustível O incêndio foi provocado por um relâmpago em uma área petrolífera situada ao sul da cidade. Não há confirmação sobre vítimas.

Acidente em esfera no mexico city Segundo documento anônimo em inglês, que está circulando pelo meio petrolífero, o desastre ambiental no Golfo do México ocorreu devido a uma falha técnica associada a erro humano: óleo ou gás teriam entrado no revestimento da tubulação do poço, e a tripulação teria demorado a acionar os equipamentos de segurança, que impediriam que os fluidos chegassem à plataforma sem controle e provocassem o incêndio. As chamas da plataforma chegaram a 90

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metros de altura e podiam ser vistas a uma distância de 56 quilômetros. (Veja galeria abaixo) A BP ainda não se pronunciou oficialmente sobre as causas da explosão ou sobre esta explicação que circula entre técnicos do setor petrolífero.

Foto: Reprodução Foto do documento mostra momento em que a plataforma afunda no mar do Golfo do México

O documento, que também traz fotos inéditas do acidente, afirma que a Deepwater Horizon é uma plataforma operada pela Transocean (e arrendada até 2013 pela empresa britânica BP), que custou 350 milhões de dólares para ser construída, em 2001, e custará o dobro para ser substituída. Diz tratar-se uma das plataformas mais modernas e com um excelente histórico de segurança.

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Plataformas como a Deepwater Horizon não são ancoradas no fundo do mar, são flutuantes, o que permite que trabalhem em profundezas de água de até 3.000 metros. Plataformas deste tipo usam um complicado sistema de posicionamento, que, inclui: motores e GPs para mantê-lo sempre na mesma posição. BP é responsabilizada pelos prejuízos Veja fotos do vazamento Louisiana declara estado de emergência Risco iminente de desastre ambiental Vazamento é cinco vezes maior que o estimado Incêndio no mar para conter vazamento Satélite fotografa maré negra nos EUA Vazamento do Exxon Valdez faz 21 anos Mancha de óleo atinge costa da Louisiana De acordo com especialistas, quando este sistema falha, no caso de uma falta de energia, ela se afasta do riser, o cano que a liga à cabeça do poço, e este se arrebenta. São as duas piores coisas que podem acontecer a uma plataforma. Foi o que aconteceu à Deepwater Horizon. Em 20 de abril, a plataforma pegou fogo, causando a morte de 11 funcionários. Dois dias depois, a plataforma afundou, a 80 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana. Até ontem (quarta-feira), haviam sido descobertos dois vazamentos de petróleo cru no riser que desde o acidente está no fundo do mar. Mas foi confirmado um terceiro vazamento no mesmo riser na tarde de ontem, que elevou as estimativas do volume de petróleo vazado de mil barris por dia, para cinco mil. Se o óleo chegar ao litoral da Louisiana, o que pode acontecer já nesta sexta-feira, os danos ecológicos podem superar o acidente do Exxon Valdez, de 1989. O uso de robôs submarinos para conter o vazamento até agora não foi bem sucedido, diz o documento, que contém fotos inéditas do incêndio e do afundamento da plataforma (veja galeria abaixo). Fogo foi ateado à parte da mancha de óleo, e a Guarda Costeira está tentando conter

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o resto antes que chegue a terra. Alternativa para estancar o óleo seria aproximar uma nova plataforma, abrir um poço vizinho, fazer uma comunicação entre os dois e tampar o poço original com um fluido pesado. Mas esta seria uma operação que poderia demorar meses. A Louisiana declarou estado de emergência esta tarde devido ao vazamento. Os custos dessa operação estão chegando a 6 milhões de dólares por dia, informa a BP. Louisiana declara estado de emergência devido a vazamento O estado abriga aproximadamente 40% dos pântanos dos Estados Unidos Barco recolhe óleo despejado no mar O governo do Estado americano da Louisiana declarou Estado de emergência nesta quinta-feira devido ao vazamento de petróleo de uma plataforma no Golfo do México que explodiu e afundou na semana passada. A decisão foi tomada depois de a Guarda Costeira americana ter revelado que a quantidade de petróleo que vaza do poço da plataforma Deepwater Horizon é cinco vezes maior do que se pensava e ameaça chegar à costa já nesta sexta-feira, devido à mudança na direção dos ventos. "Soubemos que os dados da agência para Oceanos e Atmosfera agora mostram que a mancha de petróleo pode alcançar nossa costa antes do que o esperado", disse o governador da Louisiana, Bobby Jindal, em nota oficial. ―Como a mancha de petróleo se aproxima de nossa costa, pedimos mais recursos da Guarda Costeira e da BP (British Petroleum, que operava a plataforma), enquanto trabalhamos para diminuir os efeitos da mancha", afirmou o governador.

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Vazamento de petróleo põe em risco pântanos nos EUA Satélite fotografa maré negra no Golfo do México Pescadores processam a BP por vazamento de petróleo
Plataforma afundada ameaça causar desastre

Janet Napolitano, por sua vez, anunciou que o governo dos Estados Unidos determinou que a mancha de petróleo que pode atingir a costa da Louisiana é um evento de importância nacional. Segundo ela, isto significa que as autoridades estaduais poderão pegar recursos de todo o país para lidar com a situação. Napolitano também afirmou que um segundo centro de comando está sendo estabelecido na cidade de Mobile, no Estado do Alabama, para ajudar na coordenação dos esforços para conter o vazamento de petróleo. Militares O petróleo formou uma mancha com uma área de cerca de 72 km por 170 km - maior do que a área da Jamaica. A contra-almirante Mary Landry, da Guarda Costeira, disse em Nova Orleans que o equivalente a 5 mil barris de petróleo por dia estão vazando no mar a 80 km da Louisiana. Segundo Landry, técnicos da Noaa (sigla em inglês da Agência Americana para Oceanos e Atmosfera) revisaram para cima a estimativa do tamanho do vazamento baseados em fotos aéreas, estudo da trajetória da mancha e condições climáticas locais, entre outros fatores. Com a piora da situação, militares americanos foram mobilizados nesta quinta-feira para ajudar a conter o petróleo pela primeira vez desde o início do vazamento.

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Fogo Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo numa parte da mancha de petróleo, uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. O Estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é o habitat de inúmeras espécies de peixes e aves. A queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do Rio Mississippi, de acordo com as autoridades. A plataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum (BP), explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficarem dois dias em chamas. Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.

Operário cai e morre

Quais eram as condições de trabalho antes da queda? 1- Não tinha cinto de segurança; 2- Muito menos instruções para trabalhos em altura; 3- Na obra faltava tudo;

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4- Havia até funcionários sem registro os famosos (gatos) só registravam uma porcentagem dos trabalhadores; 5- Não havia ordem e limpeza no local. São visíveis as seguintes condições: 1- Falta de uniformes; 2- Fata ordem e limpeza em toda a obra; 3- Existe um amontoado de materiais por todos os lados que impedem a circulação segura dentro da obra; 4- Não há tapume lateral que isole a obra conforme determina a NR-18 Mesmo sem técnico em segurança, o engenheiro da obra sabe o que deve fornecer para os trabalhadores. Ele talvez seja o único homem de curso superior na execução do projeto, portanto deverá conhecer o mínimo de segurança. Aquilo que ele viu na cadeira de segurança do trabalho quando fez o curso de engenharia civil.

Operário cai enquanto fazia telescopagem de uma grua
Parece um objeto caindo; mas é um trabalhador e pagador de impostos acima de tudo pai de família. Apenas mais um!

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Operários caem de grua durante a telescopagem da máquina O fato ocorreu numa obra de grande porte no bairro de pinheiros São Paulo. Este prédio fora eerguido pela ANDRADE GUTIERREZ, durante a obra nenhum acidente ocorreu. Trabalhamos dois anos para erguer este esqueleto de mais de 28 andares. A obra foi paralisada e no acabamento 10 anos depois com a supervalorização da área que já valia muito recomeçou. Numa correria intensa por outra construtora e isto aconteceu. Azar ia passando na hora. Estava fechando uma ―boca‖ com a empresa ESTACON no viaduto cidade jardim do lado e vi isto!

Incêndio destrói fábrica em 24 HORAS.

Fábrica de cobertores foi destruída em 30 horas na cidade de Guaratinguetá. Os bombeiros informaram que o fogo durou mais de 30 horas. Quanto custa prevenir? Caro? Barato? Enfim. Quanto vale o patrimônio físico? Porque o humano a maioria dos patrões (...). Se o fogo durou 24 horas num pique deste, imaginem o que tinha lá dentro sem nenhuma segurança! Histórias do além se dizia que, na cidade de São Paulo uma tragédia deveria ocorrer a cada década.

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Histórias de fantasmas em edifícios em São Paulo Histórias de fantasmas habitam a imaginação e a vida de pessoas que convivem com lugares marcados por tragédias. Funcionários e visitantes de dois grandes edifícios de São Paulo (Edifício Andraus e Martinelli) afirmam que os prédios são habitados por fantasmas e que ouvem barulhos estranhos durante a noite. No dia 24 de fevereiro de 1972, o edifício Andraus foi vítima de um incêndio (que se acredita que tenha começado com anúncios de publicidade colocados na marquise do prédio) que matou 16 pessoas e feriu mais de 300. Um dos motivos que impediu uma tragédia maior foi o fato do Andraus ter um heliporto no último andar. Hoje, o prédio que fica localizado no centro de São Paulo é um dos mais seguros da cidade. 11 anos depois do incêndio, muitos funcionários do edifício, principalmente vigias noturnos e seguranças, afirmam ouvir sons estranhos vindos de certos locais do Andraus. Armários que abrem as portas sozinhos, gritos nas escadas e ruídos estranhos fazem parte da rotina dos funcionários do edifício. Alguns deles afirmam realmente ter ouvido sons durante a noite, mesmo sabendo que o prédio estaria complemente vazio. É inevitável não fazer ligações entre os sons estranhos vindos do interior do prédio com o sofrimento das pessoas que morreram naquele triste dia 24 de fevereiro. Mas não são só prédios marcados por catástrofes que tem seus contos de fantasmas e histórias assustadoras. O edifício Martinelli, localizado também no centro de São Paulo, guarda histórias assustadoras sobre uma "hospede" inusitada.

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Acredita-se que uma moça loira e sem rosto circula pelo interior do Martinelli durante a noite. Ela teria os cabelos compridos, impedindo que se veja sua face. Algumas pessoas afirmam que já viram máquinas de escrever funcionarem sozinhas e portas de armários baterem. Os funcionários e visitantes que conhecem a história afirmam que a loira deve ser da época do inicio da construção, por volta de 1930, que ronda o edifício até hoje. São histórias assustadoras de pessoas que já passaram por momentos difíceis que tornam mais místicas e fantásticas as histórias de fantasmas que assombram casas e prédios em grandes cidades. Se for verdade ou não, dificilmente saberemos, mas uma coisa pode concluir - Ou a história desses prédios alimenta a imaginação fértil de contadores de histórias, ou coisas muito assustadoras acontecem lá dentro.

Calamidade social (injustiça, desrespeito, falta de informação).
Incêndio da favela do moinho:

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Favela antes do fogo

Favela ardendo no fogo

Cracolândia

Todo esse povo é usuário de CRAQUE não é craque no futebol não! É o craque droga que tem altíssima capacidade de viciar uma pessoa numa só tragada. Esta foto eu tirei no local não tirei mais porque os usuários me cercaram e por pouco não me lincharam

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Aqui as drogas eram vendidas nesta feira (livremente) eles diziam que esta área era deles. Até órgãos públicos saíram deste local porcausa deles

Os bombeiros civis e os incêndios em prédios privados O que melhorou? Depois da criação e obrigatoriedade da utilização de bombeiros civis o risco diminuiu e muito. Isto é gestão de riscos! Situação atual: Hoje só más empresas não possuem gestão de riscos, Não identificam seus riscos, continua achando que os incêndios e catástrofes só ocorrem nas plantas dos outros; Tudo é enxergado como custo e quando se fala de segurança é sem beneficio; Falta. Rigor no cumprimento da legislação; Pessoas treinadas para lidar com os riscos; Conhecimento de todos os riscos; Treinamentos adequados de acordo com cada risco envolvido de acordo com a atividade da empresa; Motivação causada maus salários pagos aos profissionais de nível técnico na área de segurança do trabalho; Há no mercado ainda: Perseguições profissionais causadas por maus engenheiros, alguns deles de segurança, outros gerentes de áreas; De uma má engenheira de segurança EST fui vitima e estou processando esta pessoa; Existem maus TSs também porque neste processo estão incluídos um profissional deste nível alem de um elemento que se diz técnico da qualidade e uma técnica em meio ambiente; Ausência de investimentos na área de segurança especialmente no homem Fiscalização pelos órgãos públicos;

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Pagamento de suborno e outros; Assédio profissional sofrido pelos profissionais de segurança, se você começar a exigir eu te mando embora!; Jeito brasileiro! Aqui não acontece! Entre outras situações; Trabalhadores conscientizados de acordo com os riscos; Percepção de riscos (para que isto ocorra tem que haver motivação!). Ouví vinte técnicos em segurança: desse total 95% buscava novas oportunidades!! Se ele buscava novas oportunidades é porque neste local inexistiam perspectivas profissionais. Hoje no dia a dia é o que vemos. Vejo empresa demitir porque acha que está pagando muito! E o profissional está melhorando as condições de vida dele e da família. Ele tem que viver na miséria!

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Falta competência, treinamentos, responsabiliades, percepção de riscos na maioria das vezes. Por isto, quem responde é o empregador. Este por sua vez delega a tal responsabilidade para segurança do trabalho

Veja a situação deste homem! Onde está o bico do maçarico e aceso quais os riscos envolvidos? 1- Maçarico aceso oferecendo riscos de queimar a roupa do trabalhador e se pegar fogo na mangueira que está abaixo inclusive sendo aquecida;

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2- Pelas chama do bico do maçarico. A maioria dos acidentes é provocada pelos desvios ―ou vícios‖ que os trabalhadores adquirem pelo fato de não praticarem regras de segurança. 3- Tá vendo com ainda falta informação para que o próprio trabalhador tenha percepção sobre os riscos que o rodeiam. Veja que, alguns deles o próprio ―Pião‖ os cria. Mas não seria esta a desculpa. Somos responsáveis por um todo. Veja outras situações abaixo. Saiba que TS é formador de opinião, agente de mudanças. E mudanças muitas vezes não é aceita por muita gente. Aí você vai ouvir ―sempre fiz assim!‖ e nada aconteceu! 4- Já pensou se pegar fogo nesta mangueira o que poderá acontecer com este trabalhador?

Veja nesta foto:

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Quando se faz necessário qualquer trabalho numa situação semelhante a esta, primeiro se planeja o que vai ser feito, como deverá ser feito, para que dê tudo certo. No mínimo um planejamento envolvendo os executores e responsáveis pela sua execução. Mas, veja: é muito ingrime. O trabalhador ao subir precisa usar cinto dse segurança atrelado ao trava quedas para movimentar-se nas operações de subidas e descidas. Até aí tudo bem. E lá em cima onde vai trabalhar cuja exposição é maior. A escada está correta provida de corrimão etc., no entanto os dois trabalhadores estão soltos e com uma carga suspensa do lado. O motorista munqueiro nem tem uma visão panorâmica da situação. Qualquer manobra errada ele joga os dois embaixo e qual será esta altura ajude-me a pensar? São estas as causas da maioria dos acidentes de trabalho que ocorrem em todo o mundo. Tem remédio? Quando aparece um profissional que age sobre estes fatores preponderantes ainda é tachado de chato, para obras etc. O remédio é: responsabilizar todos! Não apenas o TS seria importante responsabilizar a chefia direta mestre, encarregados que são os mais resistentes e o próprio trabalhador. E acima de tudo o engenheiro! Ele é o dono da obra enquanto ela estiver em execução. Responsabilidade: Quando houver necessidade de executar-se algum trabalho que envolva riscos, primeiramente o que deve ser pensado antes de qualquer coisa é na segurança de quem vai executar o plano.
Deve-se evitar:

Improviso; Responsabilidade por conta dos trabalhadores,

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Fazer de conta que não viu; que não sabia que determinado serviço iria ser feito (está no projeto total da obra) uma análise de riscos completa deverá ser feita por profissionais qualificados em SSO.

Tá vendo como o cinto está amarrado?

Tá vendo como deve ser?

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Veja o ponto de ancoragem do sinto deste homem no telhado e reveja o croqui abaixo!! O certo e o errado. No entanto alguns profissionais dizem: veja que não é uma grande obra. Trata-se de uma boca de porco. Onde nem segurança tem. Sempre disse: pequenas obras grandes acidentes. Tenho muito medo disto. São colaboradores bem disinformados preventivamente falando, resistentes porque não aceitam mudanças. Trabalho sendo executado sem o planejamento necessário. Como estes cisntos deverima estar amarrados? O importante que o cinto esteja amarrado; não importa onde!!! Se algum destes homens vier a cair ou os dois simultaneamente as lesões são de sérias para grave! Está abaixo da cintura se ele cair vai danificar seriamente a coluna vertebral. O correto seria uma linha de vida!!! São pequenas obras! Pequenas obras grandes acidentes! Mas, isto vem ocorrendo com veemência nas grandes construções também. Nossos técnicos em segurança estão deixando a desejar. Cada dia entram centenas de novos profissionais que nada querem com a responsabilidade. Manutenção preventiva: Manutenção preventiva preditiva e outros sistemas custam caros!!!! CARACAS. Uma pessoa morreu e outras 30 ficaram feridas hoje devido à colisão de três trens do Sistema Ferroviário Ezequiel Zamora, na Venezuela. No momento do acidente, os trens, juntos, transportavam cerca de 300 passageiros entre Caracas e Valles del Tuy, no estado de Miranda.

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O acidente aconteceu no quilômetro 21 do trajeto, a cerca de 60 quilômetros de Caracas, confirmou o diretor de Segurança Cidadã, Néstor Reverol, em uma entrevista por telefone à imprensa local. De acordo com Reverol, a vítima é um dos operadores dos trens. O acidente, segundo ele, aconteceu "quando um dos trens apresentou uma falha no sistema de frenagem, o segundo trem bateu e o terceiro aplicou o protocolo de segurança e parou‖. Os acidentes acima mencionados sinalizam falhas gerenciais decorrentes da implantação de sistema de gestão, qual seja de qualidade, saúde, segurança, meio ambiente, social, da informação, que são idealizados com bases frágeis, provenientes de metodologias não eficientes e, muitas vezes, por vários tipos de modelos de gestão que não perfazem um único sistema de gestão.

Faltou: Responsabilidade na prevenção, Conhecimento, gestão,
comprometimento, investimento. Sobrou: Ignorância: O acidente é a resposta!!!! A evolução das organizações está sendo guiada pela caracterização das últimas décadas, a saber:i. Fase 1: década de 1960, discurso puramente preservacionista, onde inteirava a defesa de ecossistemas naturais ou de espécies em extinção; ii. Fase 2: década de 1970 caracterizada pela era da tecnologia e pelo crescimento industrial, onde os recursos naturais eram considerados inesgotáveis; iii. Fase 3: década de 1980 caracterizada pela era do controle ambiental imposta pela legislação, onde se deu o início da fiscalização ambiental e a exigência de estudos de impacto ambiental / relatórios de impacto de meio ambiente para empreendimentos considerados

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potencialmente poluidores; em relação à segurança e medicina do trabalho, foi regulamentada a Lei N. 6514 de 22/12/77 e a Portaria N. 3214 de 08/06/78, aprovando as normas regulamentadoras. iv. Fase 4: década de 1990 e atual caracterizada pela era do planejamento, globalização, prevenção de perdas e pela adoção de estratégias de eco eficiência. Basicamente fala-se em desenvolvimento e consumo sustentável, análise do ciclo de vida de produto, implantação de sistema de gestão integrada de Segurança, Meio Ambiente e Saúde, responsabilidade social, auditorias como ferramenta gerencial e comportamental, uso de tecnologias limpas, agir de forma preventiva ao invés de corretiva, conceito de empresa ambientalmente correta e atuação empresarial de forma mais responsável. Quando iniciamos a implantação de um sistema de gestão integrada em SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde), devemos ficar atentos quanto às particularidades de cada gestão. Por definição, Meio ambiente é a circunvizinhança em que uma organização opera, incluindo ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações, onde a circunvizinhança estende-se do interior das instalações para o sistema global (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT . 1996a. Sistemas de gestão ambiental: especificação e diretrizes para uso. 14p. (NBR ISO 14 001).

Veja porque ocorrem as perdas!!!!!!
As estatísticas mostram que 96 % das perdas são ocasionadas pelas atitudes e comportamento humano e que 4 % são causados por fatores diversos, os quais o Homem ainda não tem controle sobre eles. Esses dados evidenciam a importância de um enfoque sistêmico, baseado nas causas raiz das perdas, nas atitudes e no comportamento humano.

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Uma vez identificados os desvios, devem ser tratados com ações sistêmicas, a fim de bloquear as causas raiz das perdas e evitar sua recorrência. Principais causas-raiz das perdas: 1. Despreparo da liderança em relação aos conceitos de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde); 2. Ausência de visibilidade da liderança em relação ao seu compromisso com SMS; 3. Realização de treinamentos não apropriados; 4. Práticas, hábitos, costumes inerentes à organização que não proporcionam quebra de paradigmas culturais; 5. Processo ineficaz de sensibilização e conscientização, levando a estruturas frágeis organizacionais; 6. Realização de campanhas e programas ao invés da implementação de um sistema de gestão eficaz, como real solução; 7. Inexistência de gerenciamento de mudanças seja de pessoas, de tecnologia e/ou de instalação; 8. Realização de ações pontuais e não sistêmicas; 9. Procedimentos / instruções operacionais implementadas sem efetividade, por se caracterizarem cansativas, extensas e não objetivas; 10. Informação ao invés de comunicação;

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11. Deficiência de disciplina operacional, uma vez que SMS só é praticado quando da presença do líder. A Du Pont do Brasil possui um Sistema de Gestão Integrada de SMS com enfoque nas atitudes e comportamento para o controle de perdas que é composto de 22 elementos de controle e 175 ferramentas suporte e que estão apoiadas em mais de 400 práticas de gestão de SMS, sendo aderentes às normas internacionais, quais sejam NBR ISO 14001 – Sistema de Gestão Ambiental e OHSAS 18001 – Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional. Um processo eficaz de implementação de um Sistema de Gestão Integrada de SMS deve ser baseado na disciplina operacional, para que haja uma padronização na maneira de realizar as tarefas, fator fundamental para a não ocorrência de desvios, bem como ser realizada com rigor. Deve basear-se também nas técnicas atitudinais e 4comportamentais, resultando no reconhecimento e, principalmente, na incorporação dos valores e princípios proativos e preventivos de SMS.

Cuidado TS:!!!!
Somos formadores de opiniões, passíveis de resistências de sermos ignorados, por isto, cumpra procedimentos, leia, atualize-se. Se a empresa não quiser dar condições necessárias procure outra boca! Não aceite aquele trampo onde os engenheiros ou famosos ―chefinhos‖ meia boca queiram fazer-lhe de puxa saco, carregador de recado. Se houver um acidente. Serão eles osprimeiros a criticarem você!

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Investimento em segurança e saúde:
Importante: Qualquer valor que for investido em segurança, ou seja, na prevenção o patrão acha caro!! Saiba que 1,00 (R$ 1,00) hum real meio dólar investido em segurança o retorno é superior a 5,00 ( R$ 5,00 (cinco reais) Us$-3,00. Sistema de gestão: De todas as variáveis que compõem um sistema de gestão, o Homem é considerado imprescindível, uma vez que sem ele, o mesmo não existe. O Homem deve ser avaliado e incorporado ao sistema, considerando: 1. Seu perfil: é caracterizado por ser sinestésico visual ou auditivo e seu interlocutor deve conhecer exatamente o seu perfil para que possa alcançar êxito na comunicação; 2. Estilos de comunicadores: controladores, catalizadores, analíticos e apoiadores. O Homem realiza atividades que apresentam perigos e aspectos ambientais, os quais são inerentes às suas atividades, que por meio de um ou mais desvios, podem se materializar em riscos e impactos ambientais, podendo: Gerar perdas seja elas materiais, humanas, ambientais, econômicas, de imagem, comunidade, de contratos comerciais, entre outras. Para melhor compreender, exemplificamos: - Pessoas: quanto custa uma vida? - Materiais: quanto custa um equipamento danificado? Qual a perda de produtividade pelo equipamento parado?

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Na maioria das vezes é burrice mesmo!. Ingestão é ingestão mesmo! Nestes cursinhos de engenharia civil e até mesmo de segurança do trabalho e até mesmo medicina do trabalho os quais somente conhecimentos acadêmicos são repassados, vendidos mesmo! e a prática? O profissional deveria começar aprender isto desde cedo. Não somente nos cursinhos de engenharia civil. A cadeira de segurança do trabalho pela qual passa o engenheiro civil não reprova, ele vai se quiser. Desde a escola b á s i c a ! Estas pessoas deveriam ser treinadas sobre segurança e prevenção de acidentes desde criança, desde a infancia. Segurança meio ambiente etc. Algo que mata tanto no mundo! Profissionais vem discutir, com pessoas que durante toda sua vida fizeram aquilo basicamente tentando melhorar a cada dia através de pesquisas, dedicação etc, Estas pessoas até velhos! Não são pessoas inciantes na área, mas, estreitamente voltados para produção seja como for a sua regra, custando o que custar! Acidente de minamata japon. Em maio de 1956, quatro pacientes de Minamata, Japão, uma cidade na costa ocidental da ilha de Kyushu, foram internados no hospital. Os médicos ficaram confusos com os sintomas que os pacientes tinham em comum: convulsões severas, surtos de psicose, perda de consciência e coma. Finalmente, depois de febre muito alta, todos os quatro pacientes morreram. Envenenamento por mercúrio: Os médicos ficaram chocados pela alta mortalidade da nova doença: ela foi diagnosticada em treze outras pessoas, incluindo alguns de pequenas aldeias pesqueiras próximas de Minamata, que morreram

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com os mesmos sintomas, assim como animais domésticos e pássaros. Foi descoberto que o fator comum de todas as vítimas era que todas comeram grandes quantidades de peixes da Baía de Minamata. Pesquisadores da Universidade Kumamoto chegaram à conclusão que o mal não era uma doença, mas sim envenenamento por substâncias tóxicas. Tornou-se claro que o envenenamento estava relacionado à fábrica de acetaldeído e PVC de propriedade da Corporação Chisso, uma companhia hidrelétrica que produzia fertilizantes químicos. Falar publicamente contra a companhia era proibido já que ela era um empregador importante na cidade. Com o tempo, a equipe de pesquisa médica chegou à conclusão que as mortes foram causadas por envenenamento com mercúrio mediante consumo de peixe contaminado; o mercúrio era usado no complexo Chisso como catalisador. Por isso deve-se tomar cuidado com o destino final dado às lâmpadas fluorescentes e fosforescentes queimadas, pois se lançadas em locais inapropriados podem quebrarse, libertando vapor de mercúrio e trazendo riscos à saúde e ao meio ambiente.... A Síndrome de Minamata demora 20 anos para se manifestar após o início da contaminação: e este foi o período de duração do garimpo. Tem o nome de Minamata porque foi detectada pela primeira vez no Japão, numa aldeia de pescadores às margens de uma baía com esse nome, contaminada por mercúrio despejado por uma indústria no local.

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Explosão química dá novo susto em Basiléia Olha a suíça envolvida em acidentes também!!!! Onde? Em Basiléia suíça! O acidente ocorreu na madrugada de quinta-feira, 25.7, numa fábrica da Ciba Especialidades Químicas. Um reator explodiu e provocou um incêndio na fábrica. Os funcionários saíram antes da explosão e deram o alerta. 21 bombeiros ficaram feridos. A Ciba ainda não esclareceu as circunstâncias do acidente nem a composição exata dos elementos químicos envolvidos. Sabe-se apenas que são aditivos utilizados na fabricação de plásticos. As chamas e fumaça provocadas depois da explosão eram ligeiramente tóxicas e os moradores das imediações da fábrica, na periferia de Basiléia, foram instruídos a fecharem portas e janelas até a extinção do incêndio. Houve intervenção rápida de 200 bombeiros e a situação estava sob controle, duas horas depois, por volta das 7 horas da manhã, hora local. 21 bombeiros foram feridos, principalmente com queimaduras por produtos químicos. Segundo a Ciba, não houve qualquer dano para a população nem para o meio ambiente. A empresa precisou que água utilizada pelos bombeiros foi totalmente estocada para posterior tratamento. O detalhe é importante. Em novembro de 1986, num incêndio de grandes proporções em fábrica da Sandoz, também em Basiléia, a água usada pelos bombeiros vazou para o rio Reno, provocando uma catástrofe ecológica sem precedentes na região.

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Basiléia é dos principais centros da indústria química mundial e as fábricas e laboratórios estão instalados em plana zona urbana. Solo contaminado em santo André. Uma contaminação no solo do bairro Cidade São Jorge, em Santo André, está preocupando moradores da região e até mesmo a prefeitura do município. São 1,4 mil famílias que moram há 13 anos sob um antigo lixão, desativado em 1987. De acordo com o laudo obtido pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicos), a pedido da prefeitura, há uma grande concentração de gases tóxicos no solo, como o metano, que pode proporcionar explosões. A partir do dado obtido dividiu-se o Núcleo Espírito Santo em duas partes: Espírito Santo 1, área onde a permanência das famílias ainda é aceitável, pois as condições do solo não são extremas, e Espírito Santo 2, onde as famílias que ali residam terão que ser removidas. Das 1,4 mil famílias, cerca de 800 são moradoras do Espírito Santo 2. Ao lado da favela ainda funciona o aterro sanitário municipal. ―A divisão foi feita para facilitar o entendimento até da comunidade que reside no local. A contaminação do solo é feita por lixo comum, mas no Espírito Santo 1 a quantidade é aceitável, já no Espírito Santo 2 não há condição para moradia. A descontaminação não é possível com a população ainda lá, como é feita em alguns casos através da drenagem, por isso deverá ser feita a remoção dessas famílias‖, informou Walkiria Maria Pires Góis, diretora do Departamento de Habitação de Santo André. A reurbanização do bairro já está sendo executada com o apoio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O total de verba obtida para que a área seja regulamentada é de R$ 60,5 milhões.

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Semelhança O risco que os moradores do Núcleo Espírito Santo sofre com a contaminação do solo é similar ao enfrentado pelas famílias do Jardim das Oliveiras, em São Bernardo, onde a contaminação do solo e da água por metais pesados está se propagando para os bairros próximos. Outro caso é o de moradores do condomínio Barão de Mauá, no Parque São Vicente, em que 4000 pessoas residem sob um antigo lixão industrial clandestino.

Um dos maiores shoppings centers do mundo é interditado porque está construído sobre um antigo lixão. A Prefeitura de São Paulo determinou nesta terça-feira a interrupção de todas as atividades do Shopping Center Norte, na zona norte da capital, em até 72h. Além da ordem de interdição, técnicos da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente estiveram no shopping e aplicou um auto de multa no valor de R$ 2 milhões pelo não atendimento às exigências da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Os técnicos também entregaram um termo de suspensão total das atividades do Center Norte, dos estacionamentos locais, do Carrefour e do Lar Center. Segundo a prefeitura, o shopping agora entrou em uma lista de "Áreas Contaminadas Críticas" da CETESB, devido ao vazamento de gás metano no terreno. Segundo a prefeitura, essa medida é válida por tempo indeterminado, até que o estabelecimento comprove que as exigências da CETESB estão sendo implementadas. O prazo para apresentar projeto é de 30 dias. Prá onde você manda seu lixo???

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A Petrobras (Petróleo Brasileiro SA) fez acordo com o MP-SP (Ministério Público de São Paulo), na ação civil pública que tramita perante a 1ª Vara Judicial da Comarca de Jaguariúna, comprometendo-se a aderir ao Termo de Compromisso, que está em execução, para a recuperação dos aterros Mantovani/Cetrin, em Santo Antônio de Posse. O montante de verbas que a PETROBRAS vai empenhar na operação ultrapassa R$ 13 milhões e será aplicado em medidas de contenção do dano ambiental para impedir o alastramento e a realização de estudos adicionais da área que possibilitem a elaboração do projeto final de remediação. Por enquanto, além das medidas emergenciais de contenção do dano, estão sendo retiradas e destinadas cerca de 10 mil toneladas de borras oleosas, que se encontram dispostas em uma vala aberta. A área sofreu contaminação em razão da disposição inadequada dos resíduos recebidos de diversas empresas e representa um dos maiores passivos ambientais do Estado de São Paulo. Analise: Se a empresa não tem verba para sanar um dano deste, qual seria o destino dela? Às vezes o valor de compensação do dano ultrapassa As receitas da empresa e muitas vezes até o patrimônio!

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Fotos do aterro Mantovani:

Lagôas de produtos químicos percolados do que foi enterrado.

Se uma lagoa desta vazar este chorume o que poderá ocorrer com estes produtores da vizinhança ambiental? Existe um plano de emergência para minimizar os efeitos desse possível dano? Já houve anteriormente? Com certeza, no estado de Minas Gerais ocorreu um fato bem característico.

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Veja que é um local de cultivos gerais Entenda essa tragédia ambiental: De acordo com informações do Mapa da Injustiça Ambiental no Brasil, no Aterro Mantovani, em Santo Antônio de Posse (SP) foi depositada. Cerca de 320 mil toneladas de resíduos industriais (em grande parte, resíduos tóxicos) entre 1974 e 1987. Embora licenciado pela agência ambiental, o aterro operou inadequadamente, e causou contaminação no local e nas áreas vizinhas, levando doença e morte a população da região. O caso transcende a questão ambiental, é considerado também um crime de violação dos direitos humanos, porque impacta uma população vulnerável. Nesta mesma região existem pequenas e médias propriedades e os moradores sobrevivem da agricultura familiar e dependem da água que tiram do lençol freático poluído com sustâncias altamente tóxicas. Ainda hoje, o passivo ambiental continua a causar impactos.

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Lixo tóxico: Desde 1974 várias empresas e corporações (a maioria multinacionais) depositaram aproximadamente 320 mil toneladas de resíduos tóxicos no Aterro Mantovani, localizado no Sítio Pirapitinqui (Rodovia Campinas – Mogi Mirim, Km 147), na região de Santo Antônio de Posse, São Paulo, na Bacia Hidrográfica dos rios Piracicaba-CapivariJundiaí, e do rio federal Camanducaia. O local recebeu borras oleosas, fundos de coluna de destilação de solventes, resíduos de indústrias químicas, farmacêuticas e metalúrgicas, resíduos do refino de petróleo, lodos de tratamento de efluentes líquidos e resíduos de acidentes rodoviários. As atividades deste aterro industrial começaram num período em que não havia lei ambiental que regulamentasse a atividade. Quando a lei foi criada, a CETESB emitiu licença para que o aterro recebesse apenas alguns tipos de resíduos. Em desobediência várias empresas depositaram resíduos irregularmente na área. Impactos ambientais: De acordo com organizações ambientalistas que vinham denunciando a situação, os laudos da CETESB foram divulgados depois de 1 ano que os moradores das áreas vizinhas consumiram água comprovadamente contaminada, os poços de abastecimentos dos sítios vizinhos foram interditados pela vigilância sanitária. Esse passivo ambiental impacta o meio ambiente e a saúde de quase 600 mil pessoas que dependem da água dos rios da região de Campinas.

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Cronologia: 1985: CETESB iniciou o monitoramento. Em 1987 o aterro foi fechado devido à contaminação com diferentes tipos de resíduos tóxicos como metais pesados, solventes e organoclorados. 1996: o proprietário do aterro, Waldemar Mantovani, foi condenado a fazer a recuperação ambiental da área. A sentença determinou o pagamento de uma indenização e não foi executada porque não se conseguiu estimar o valor da indenização e porque os bens do proprietário – indisponíveis desde 1996 – eram muito inferiores ao mínimo necessário para a adoção das medidas emergenciais. 2000: verificou-se que um dos tóxicos – 1,2 – dicloroetano – havia vazado para o lençol freático, contaminado o subsolo e águas subterrâneas. Os estudos confirmatórios encontraram valores de até 166 µg/l de 1,2 – Dicloroetano (o valor recomendados para consumo humano pela Portaria 1469/00 do Ministério da Saúde é de 10 µg/l). Saga judicial: Depois de ajuizada uma Ação Civil Pública pelo Ministério Público, a 1ª Vara – Comarca de Mogi Mirim (Processo nº 480/88) deu sentença favorável ao pagamento de indenização integral e recomposição da área que seria transformada num complexo ecológico. Essa sentença nunca foi executada. Em março de 2001 a Promotoria de Justiça de Jaguariúna promoveu um inquérito civil público. Em novembro de 2001, foi assinado um Termo de Compromisso (TC) entre a CETESB, o Ministério Público e 48 grupos industriais usuários do aterro.

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As medidas previstas no TC incluíam: avaliação de estabilidade e reforço dos diques do Aterro, implantação de sistema de drenagem e segregação de águas pluviais, ampliação e recuperação da rede de poços de monitoramento, selagem das perfurações existentes na área, fornecimento de água potável para receptores externos afetados, implantação e operação de barreira hidráulica, esgotamento e tratamento dos líquidos contaminados, cobertura provisória da vala aberta, diagnóstico ambiental da área, projeto conceitual integrado de recuperação ambiental. Por sua vez, as propostas das metas de remediação incluíam: remoção e contenção das fontes ativas de contaminação, eliminação da migração dos contaminantes pelas águas subterrâneas, recuperação gradual das águas subterrâneas e dos solos impactados. O prazo estimado para atingir as metas de remediação era de 10 anos. Em 15/09/2004 a consultoria apresentou à CETESB e ao Ministério Público Estadual o relatório contendo os resultados das investigações de todo o sítio Pirapitingui. Em 29/10/2004 a CSD-Geoklock apresentou à CETESB e ao Ministério Público Estadual o relatório denominado ―Projeto Integrado de Remediação das Áreas dos Aterros Mantovani/CETRIN e Leste‖. A alternativa apresentada pela consultoria propunha a retirada de parte dos resíduos e o confinamento do restante dos contaminantes, com o tratamento e o bombeamento da água drenada do terreno. Os vizinhos, no entanto, queriam a imediata retirada das 326 mil toneladas de resíduos tóxicos da região onde vivem para tentar interromper um pesadelo que já dura 30 anos. No dia 03 de outubro de 2005, uma representante da Coordenadoria de Vigilância Ambiental do Ministério da Saúde visitou o aterro

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Mantovani com o objetivo de avaliar as condições em que se encontram os moradores do entorno. Contava com o apoio do Instituto Jequitibá e do Comitê de Solidariedade às Vítimas de Áreas Contaminadas. Até esse momento, as tratativas entre o Ministério Público Federal, a CETESB, a CSD Geoklokc e o comitê jurídico que representa as empresas poluidoras discutiram temas como: apurar responsáveis pela contaminação, titularidade da área, retirada total, mas tratamento de saúde especializado nunca fez parte de fato dessas discussões. Em março de 2007 começaram a retirar as primeiras 5 mil toneladas de resíduos tóxicos do Aterro Mantovani para incineração em fornos de cimento, no Rio de Janeiro. As empresas tentavam conseguir as licenças ambientais necessárias para tentar fazer a incineração do restante em Minas Gerais. Em outubro de 2008, parte das empresas que depositaram os resíduos tóxicos de forma inadequada e contaminaram solo e água subterrânea no Aterro Mantovani assinou um novo aditamento ao Termo de Compromisso (TC) com o Ministério Público Estadual (MP) – o oitavo realizado desde 2001 – com compromisso de adotar uma série de medidas de curto prazo para conter o avanço da contaminação com custo previsto de R$ 2,65 milhões. Esse aditamento incluiu a obrigação de fornecimento de água potável, pelas empresas, para os sítios Santa Adélia, Dois Irmãos, Santo Antônio e São José. Em 16 de dezembro de 2008, foi firmado o nono aditamento ao Termo de Compromisso para remediar os danos dessa área com um dos maiores passivos ambientais no Estado de São Paulo. As empresas signatárias firmaram o compromisso de retirar as borras oleosas ainda depositadas na vala aberta dos aterros, dando-lhes

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destinação final ambientalmente adequada. Restariam ainda 12 mil toneladas de borra, do total de 15 mil originalmente depositadas. O décimo aditamento ao Termo de Compromisso deveria ter sido firmado ainda no primeiro trimestre do ano de 2009. Era previsto que essa etapa contemplará a caracterização dos resíduos depositados em toda e a área a apresentação do projeto de remediação final da gleba contaminada. Finalmente, em dia 15 de setembro de 2009, o Ministério Público Federal em Campinas (SP) e o Ministério Público Estadual (MP/SP) em conjunto com a prefeitura da cidade, firmaram um TAC com o compromisso interditar a área devido à contaminação da água e do solo, que persistem há mais de 30 anos. E os responsáveis por um dos maiores passivos ambientais do Brasil continuam impunes. Com informações de várias agências. O Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e saúde no Brasil é resultado de um projeto desenvolvido em conjunto pela Fiocruz e pela Fase, com o apoio do Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde. Seu objetivo maior é, a partir de um mapeamento inicial, apoiar a luta de inúmeras populações e grupos atingidos/as em seus territórios por projetos e políticas baseadas numa visão de desenvolvimento considerada insustentável e prejudicial à saúde por tais populações, bem como movimentos sociais e ambientalistas parceiros. O que fazer! 1Contratar profissionais capacitados; 2Pagar salários dignos para que ele possa atualizar-se continuamente; 3Investir no trabalhador para que ele não faça da sua empresa um trampolim;

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VAZAMENTO DE PRODUTOS QUIMICOS DE LAGOA AMEAÇA RIO POMBA em Minas Gerais O presidente da ANA – Agência Nacional de Águas, Jerson Kelman, inspecionou, nesta terça-feira (1), de helicóptero, o município de Santo Antônio de Pádua, o mais atingido pelo desastre ambiental que contaminou as águas do rio Pomba, que corta a região noroeste e deságua no rio Paraíba do Sul, o mais importante do Estado do Rio de Janeiro. Kelman chegou à cidade acompanhado do vice-governador e secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Luís Paulo Conde. Os dois se reuniram com o prefeito da cidade, Luiz Fernando Padilha e técnicos da Feema – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, da Serla e da Defesa Civil para analisar os problemas causados pelo acidente. As cidades de Santo Antonio de Pádua, Miracena, Aperibé, Cambuci e o distrito de Portela, em Itaocara, estão com o abastecimento de água suspenso. A Secretaria de Defesa Civil disponibilizou seis carros de 35 mil litros de água do Corpo de Bombeiros para a região, além de contar com 15 carros-pipa contratados pelo Estado e de outros que trabalham para as cooperativas de leite da região. O acidente, que matou peixes e animais de grande porte em cerca de 21 fazendas da região, foi causado pelo vazamento de 1,2 bilhão de litros de lama contaminada por produtos químicos de uma lagoa de rejeitos da indústria Cataguazes Papéis Celulose, em Minas Gerais.

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Água contaminada: O governo do estado do Rio de Janeiro voltou a pedir à população dos municípios de Miracema, Santo Antônio de Pádua, Aperibé, Cambuci, São Fidélis e Campos que não consuma a água e o pescado dos Rios Pomba e Paraíba do Sul, atingidos pelo vazamento de produtos químicos altamente tóxicos de uma empresa mineira no final de semana. No município de Santo Antônio de Pádua, a prefeitura decretou nesta segunda-feira (31) ponto facultativo e não descarta o estado de calamidade pública. Por determinação do vice-governador e secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Luiz Paulo Conde, vários técnicos de órgãos estaduais estão seguindo para os municípios atingidos para observar de perto os danos causados pelo desastre ecológico. A Cedae – Companhia Estadual de Águas e Esgoto, da Secretaria de Meio Ambiente do Estado, assim que tomou conhecimento do acidente, suspendeu a captação de água do Rio Pomba para os municípios de Miracema, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, na Região Noroeste. A pedido da governadora do Rio, Rosinha Matheus, a PETROBRAS enviou nesta segunda-feira para os municípios atingidos pela contaminação, técnicos ambientais que vão trabalhar na contenção do material tóxico que vazou de uma indústria de celulose de Minas Gerais. O governo do Rio de Janeiro já entrou em contato com a ANA – Agência Nacional de Águas, que se comprometeu a acionar a empresa e o governo de Minas Gerais, para que expliquem a razão da demora em comunicar às autoridades estaduais fluminenses o rompimento do reservatório com material tóxico.

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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse nesta terça-feira (1) que o momento é de conter o prejuízo ao meio ambiente, mas que é fundamental a realização de uma investigação para apurar a responsabilidade pelo derramamento. A ministra foi informada de que os responsáveis pela empresa não avisaram imediatamente aos órgãos ambientais sobre o acidente, o que constitui infração gravíssima segundo a Lei de Crimes Ambientais. ―Caso seja verdade, isso não pode ficar sem punição‖, ressaltou. A ministra explicou que o Ministério do Meio Ambiente tem a clareza de que a ação ocorreu na esfera de competência estadual, mas que é necessário trabalho conjunto dos estados e da União para reduzir os danos. ―Não vamos nos furtar a dar o apoio necessário, pois o dano ambiental afeta a todos nós‖, concluiu.

A Indústria de ESTÁ NO AUGE:
O boom que a América Latina vive na área da mineração por causa do aumento da demanda e dos preços no mercado internacional esbarra em manifestações violentas, greves regionais e passeatas organizadas pelas populações afetadas em defesa do meio ambiente. ―Há um aumento dos conflitos ligados à mineração e à defesa do meio ambiente em número e em intensidade. Pela água, pela extensão das concessões mineiras, pela contaminação dos rios, pelo deslocamento das atividades e da população‖, explica à AFP o economista José de Echave, ex-vice-ministro peruano do Meio Ambiente. ―Mas são, sobretudo por causa da água‖, acrescenta. Do México à Patagônia, vários mega-projetos estão sendo paralisados ou até cancelados por causa da forte rejeição dos cidadãos em sacrificar seu entorno, apesar dos estudos de impacto ambiental (EIA) que as empresas apresentam e as mensagens de progresso com inclusão

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social (criação de empregos) com que as autoridades justificam sua aprovação. Muitas vezes, para extrair ouro, prata, cobre zinco ou ferro, primeiro é preciso mudar cidades de lugar, desmatar florestas com fauna e flora endêmicas ou até drenar lagoas e desviá-las. As organizações ambientalistas criticam a necessidade de milhões de litros de água para as minas e o uso de cianureto ―altamente poluente‖, como no caso das minas a céu aberto, para separar o ouro da rocha. Um claro exemplo é o Panamá, onde o conflito entre os indígenas Ngbe-Buglé e o governo por uma jazida de cobre com 17 milhões de t causou duas mortes esta semana. Segundo Raisa Banfield, diretora da fundação Panamá Sustentável, o projeto prevê ―desmatar 5 mil hectares de floresta da área‖. ―Haverá perda florestal de biodiversidade e do habitat de espécies endêmicas e haverá contaminação do solo, das águas subterrâneas e dos rios‖, explica. No nordeste de Peru, depois de semanas de distúrbios que levaram o presidente Ollanta Humala a decretar estado de emergência, o projeto Conga, de US$ 4,8 bilhões, foi suspenso e aguarda três peritos estrangeiros avaliarem o EIA apresentado pela companhia Yanacocha. Na Argentina, cerca de 20 pessoas foram detidas na quarta-feira passada na retirada de um obstáculo que os moradores locais colocaram para impedir a exploração de Bajo La Alumbrera, a maior jazida de cobre e ouro no noroeste do país. Nesse país já se tornou emblemático o caso do povoado de Famatina (1,3 mil km a noroeste de Buenos Aires), que nos últimos anos conseguiu suspender dois projetos auríferos. Há projetos paralisados em outros países, como Costa Rica e Colômbia. Segundo dados do

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Observatório de Conflitos Mineiros na América Latina (OCMAL), há mais de 120 disputas em toda a região. ―É certo que há uma nova consciência ambiental entre as pessoas. Mas elas também estão se dando conta dos lucros extraordinários que a mineração traz e querem que parte deles permaneçam em suas regiões‖, explica à AFP Juan Carlos Belausteguigoitia, economista ambiental chefe do Banco Mundial para América Latina e Caribe. Segundo a instituição financeira internacional, 30% dos investimentos na exploração de novas jazidas estão na América Latina, e em países como Chile, Peru ou Colômbia o setor mineiro pode chegar a alcançar 20% do PIB. No Brasil, estima-se que a mineração tenha movimentado 11 bilhões de dólares em 2011, 20% a mais do que no ano anterior, enquanto o Equador prevê para 2012 um crescimento de 5,35% do PIB graças à exploração do ouro e da prata. Apesar das grandes oportunidades que oferece a América Latina já não é um ―paraíso‖ sem regras para as grandes companhias mineradoras. ―Estamos avançando muito em relação à legislação ambiental, apesar de ainda haver muito a fazer. Até pouco tempo os ministérios do Meio Ambiente eram os irmãos menores dos gabinetes‖, explica Belausteguigoitia. ―Agora, quanto maiores às empresas, mais contas têm que prestar e têm mais probabilidades de melhorar seu desempenho ambiental‖, acrescenta, sem esquecer que ainda existem lacunas legais quanto à prevenção do impacto ambiental em longo prazo, depois do fechamento da mina. (Fonte: Portal Terra) Contaminação por chumbo no vale do Paraíba. Até o capim que os animais comiam estava contaminado por chumbo tetraetila. Valores se constituíssem em problemas de saúde para O recém-nascido. O interesse pelos valores de chumbo em leite no

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Brasil surgiu pela contaminação ambiental no Vale do Paraíba paulista por uma indústria de lingotes de chumbo, 11, mas inexistem, no Brasil, trabalhos quantificando chumbo no colostro. Assim, o objetivo deste trabalho é estimar os Valores de chumbo no colostro humano, na região Sudeste do Brasil. Método Trata-se de um estudo transversal, envolvendo mães que deram à luz no Hospital Universitário de Taubaté, São Paulo, Brasil, nos meses de outubro e novembro de 2003. Taubaté situa-se entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, tem um importante parque industrial e uma população estimada em 250.000 habitantes. Os critérios de inclusão eram que a gravidez se tivesse desenvolvido sem intercorrências, o trabalho de parto tivesse transcorrido sem anormalidades, o recém-nascido não pertencesse a grupos de risco nem tivesse que ser internado em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal e que houvesse facilidade de obtenção do colostro. O grupo de mães incluídas fez o pré-natal no Hospital Universitário e eram usuárias do Sistema Único de Saúde. As amostras, contendo 5ml de colostro, foram colhidas ainda no hospital, nas primeiras 24 horas pós-parto, através de expressão manual, após limpeza do mamilo com água deionizada. Os tubos de polietileno, previamente tratados com ácido nítrico a 10% v/v, foram armazenados a -20°C.A espectrometria de absorção atômica com forno de grafite foi usada para determinar o elemento metálico de interesse, utilizando-se o espectrômetro. Marca Perkin Elmer, modelo Aanalyst 800, equipado com corretor, utilizando o efeito Zeeman. As amostras, em duplicata, foram digeridas em cápsulas de Teflon, utilizando uma mistura ácida de HCl e HNO3. As cápsulas de Teflon foram introduzidas em cápsulas de alumínio, resistente apressão e temperatura, onde eram aquecidas em forno resistivo de aço inox com controle de temperatura. Os valores obtidos para cada amostra representaram.

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A média dessas duas amostras. Para o estudo da exatidão do método foi usado Um material de referência certificado de leite, distribuído por National Institute of Standards and Technology, RM 8435, tendo uma alta recuperação (>95%) com um desvio padrão relativo médio de 2,0. Introdução Indiscutivelmente o leite materno é a melhor forma de se alimentar o recém-nascido, recomendado como maneira exclusiva de alimentação até os seis meses de vida. Porém, além de nutrientes e minerais essenciais necessários para o adequado crescimento da criança, o leite materno pode transportar metais pesados, como chumbo, que apresenta papel de toxicidade. O chumbo é encontrado como poluente ambiental pela emissão industrial, principalmente por Fábricas de baterias, incineradores e, também, por ingestão de alimentos contaminados. Mesmo em baixas concentrações pode comprometer o sistema nervoso, sangue e rins. Gundaker et al.,1 na Áustria, encontraram níveis de chumbo no leite materno de 1,63μg/L, estando esses níveis associados com o Relato de fumo, consumo de peixe e o fato da mães residirem em cidade industrial. Um estudo realizado no México mostrou valores médios de chumbo no leite humano de 62μg/L, sendo que em estudo colaborativo em seis países, a média de chumbo no leite humano variou entre 2,0 e 17,8μg/L.3 Hallén et al.4 encontraram valores entre 0,1μg/L e 2,2μg/L de chumbo com valor médio de 0,7μg/L, sendo que os valores eram diferentes caso as mães vivessem próximas a fundições. Durante os últimos anos fontes de contaminação ambiental por chumbo têm diminuído tanto pela abolição de chumbo na gasolina como também pelo fato de serem banidas as soldas em embalagens de alimentos e bebidas.

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A exposição dietética das crianças caiu de 10μg/kg.d, em 1980 para menos de 1μg/kg.d.5 A quantidade de chumbo no leite materno parece não sofrer grandes alterações e não segue um padrão específico em intervalos de até um ano de seguimento. 6,7 Essas quantidades parecem cair mais rapidamente caso a mãe resida em zona rural e, ao contrário, havia uma tendência de elevação desses valores se a mãe residisse em zona urbana. 8 Além da contribuição materna durante a gravidez através da migração do chumbo dos ossos para o sangue e com consequente passagem placentária, o recém-nascido pode ingerir chumbo através do leite Materno. Em seres humanos, Gulson et al. 9 mostraram que havia uma mobilização aumentada e sustentada do chumbo dos ossos durante a lactação, Quando comparada com a gravidez. Sowers et al.10 encontraram valores médios de 6,1μg/L, o qual atribuíram, pelo menos em parte, a uma mobilização de chumbo dos ossos, no entanto sem que esses. 70 Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, 6 (1): 69-74, jan. / mar., 2006 Observe: Você conhece os resíduos gerados pelo seu processo industrial? Fui trabalhar numa empresa que reprocessava reciclagem de materiais como: PET entre outros, para fabricação de portas sanfonadas, forros entre outros materiais para construção civil. Ao conversar com um gerente, home de certa idade, acima de 55 anos. Perguntei-lhe? Quais os resíduos que a tua empresa gera? Ele disseme: nenhum!!. Imagine 120 pessoas juntas num só local alientado-se ingerindo agua e consumindo pelo menos o que traziam de casa que a empresa não dava aos seus colaboradores nem um café. Pelo menos 60 Kilogramas de dejetos fecais e 120 litros de líquidos fora restam de aliemtação etc são gerados diariamente. Ele engenheiro eletrônico desconhecia. Veja que a formação de determinada pessoa frente ao que deve ser feito tem um peso!

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Acidente de seveso na Itália

Vazamento de dioxina:
Seveso lembra catástrofe 25 anos depois Legenda: Em 1976, especialistas coletam amostras de terra contaminada na região de Seveso (Keystone Archive) O primeiro grande acidente ecológico industrial ocorreu em 10 de julho de 1976, no norte da Itália. O vazamento de produtos químicos de uma fábrica da Roche não matou ninguém, mas a saúde da população continua afetada até hoje. O acidente de Seveso criou o que o ecologista suíço René Longet chama de "pedagogia da catástrofe". Segundo ele, "mudou a visão da opinião pública a respeito da indústria química, passando a considerála como potencialmente perigosa". Seveso não foi tão grave quanto às catástrofes que ocorreram depois em Bopal, na Índia (1984) e Tchernobyl, na Ucrânia (l986). No entanto, a partir de Seveso, os países industrializados adotaram leis e formas de controle mais severas para a indústria química. 736 pessoas foram evacuadas e 193 tiveram de seguir tratamento médico em Seveso, pequena cidade do norte da Itália, perto de Milão e da fronteira suíça. A fábrica foi fechada dois dias depois do acidente e a multinacional suíça Roche pagou 240 milhões de dólares de indenização às vítimas. "O acidente não causou mortes, mas ainda tem consequências sobre a população", lembra o médico Paolo Mocarelli, da Universidade de Milão, que estuda a questão há 25 anos.

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Ele constata que o número de tumores e de diabéticos é maior que a média e que o número de nascimento de meninos é bem menor que o de meninas. A média europeia é de 105 meninos para 100 meninas. Em Seveso, a média é de 60 meninos para 100 meninas, fenômeno ainda não totalmente explicado. Nos 42 hectares da área contaminada, hoje existe uma reserva natural com 5 mil espécies de árvores e pássaros. No meio do parque, inaugurado 5 anos atrás, há uma espécie de colina, onde a grama cobre um tanque de cimento com 200 mil metros cúbicos de terra e dejetos industriais contaminados pela dioxina. Outra consequência do acidente de Seveso é a Convenção de Basiléia sobre o lixo tóxico, em vigor desde 1992. Os países signatários se comprometem a reduzir a produção de dejetos industriais e são obrigados a eliminá-los. A exportação só é autorizada se o país produtor não puder eliminar o lixo sem poluir e com autorização do país importador. Marinha apura acidente com petroleiro em São Sebastião A Marinha abriu uma sindicância para apurar as causas do acidente ocorrido com o navio Princess Catherine, que transportava 162,4 milhões de litros de petróleo e se chocou no píer do Tebar (Terminal Marítimo Almirante Barroso), da Petrobras, em São Sebastião, no último dia 30 de maio, no feriado de Corpus Christi. O acidente aconteceu quando a embarcação manobrava para atracar no píer 3. O Tebar não divulgou a ocorrência na época. Na colisão, o dolfin (bloco de concreto que faz a amarração do navio) e as defensas (pilastras de madeira ou borracha que amortecem o impacto durante a atracação) foram quebrados.

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O choque provocou um corte de cerca de seis metros no casco da embarcação, vinda da bacia de Campos (RJ). Segundo o Tebar, não houve vazamento. Apesar de não divulgar o acidente, o Tebar informou a ocorrência à Marinha. O delegado da Capitania dos Portos de São Sebastião, comandante Paulo Rogério de Souza Almeida, disse que o procedimento vai investigar possíveis responsabilidades pela ocorrência. "Embora o acidente não tenha provocado danos ambientais ou lesões em pessoas, todos os envolvidos na operação estão sendo ouvidos para elucidar o caso", disse Almeida. Segundo ele, o inquérito foi aberto no dia em que o acidente foi registrado. "As investigações devem ser concluídas até o dia 10 de julho. Se necessário, prorrogaremos o prazo." Almeida disse que o petróleo não vazou porque somente a primeira camada do casco do navio foi atingida na colisão. "Esse navio tem duplo casco. O corte ocorreu apenas no primeiro." As manobras das embarcações são de responsabilidade dos práticos, funcionários da Marinha que conduzem os navios até o píer. O serviço é fiscalizado pela Capitania dos Portos. Reparos A assessoria de imprensa do Tebar informou que vai abrir licitação para contratar os serviços de reparo no píer, que continua em operação. (O diretor do Sindipetro (Sindicato dos Petroleiros) de São Sebastião) Walterli José Castrisana afirmou que o acidente ocorreu por um erro

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de manobra da embarcação. "A gravidade do acidente está na falta de fiscalização no momento em que as manobras são feitas. Existem normas, que não são respeitadas. Podia ter havido um acidente ecológico muito grave", afirmou. O sindicalista disse que, há alguns meses, o Tebar vem registrando pequenos acidentes provocados por problemas de segurança durante as manobras. "Esses acidentes não tiveram grandes consequências, mas servem para advertir e evitar danos de maior gravidade como, por exemplo, explosões, rompimento de linha ou incêndio, que podem causar até a morte de trabalhadores ou poluição do ambiente", afirmou Castrisana. Memória No dia 6 de novembro de 2000, o navio petroleiro Vergina 2, com capacidade para 100 milhões de litros de óleo, bateu em um píer do Tebar. O acidente provocou uma rachadura de cerca de um metro e meio no tanque de combustível, na traseira do navio, que derramou 86 mil litros de óleo cru, segundo a Petrobras, no canal de São Sebastião. Na época, pelo menos 12 praias de São Sebastião e Ilhabela foram atingidas pela mancha.

Novo acidente em fábrica da Braskem em Alagoas deixa cinco feridos: MACEIÓ - Um novo acidente deixou cinco funcionários feridos na unidade de cloro e soda da Braskem no bairro Trapiche, em Maceió, Alagoas. Houve rompimento de uma tubulação por volta de 3h50m da madrugada desta segunda-feira. De acordo com a Braskem, no momento em que houve a ocorrência, a produção estava paralisada para uma inspeção preventiva. O Hospital Geral do Estado (HGE)

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informa que, das cinco pessoas internadas, uma segue em estado grave, com risco de perder uma perna. RELEMBRE-Vazamento em indústria de cloro intoxica mais de 100 pessoas em Alagoas Na noite desse sábado, moradores de uma comunidade no Trapiche, situada próximo à indústria, ouviram sons de 'explosões' seguidos por um forte cheiro de gás. Houve vazamento de cloro, que gerou pânico na população. O Samu foi acionado e 130 pessoas, entre adultos e crianças, tiveram de receber atendimento médico em hospitais, com sintomas de intoxicação respiratória. Todos relataram ter falta de ar, mal estar, vômito, desmaios, tosse e cansaço. Moradores disseram que alguns dos intoxicados teriam vomitado sangue. O presidente do Instituto do Meio Ambiente, Adriano Augusto, informou que será feita uma vistoria na indústria, que pode ser multada. Técnicos da Braskem de São Paulo devem chegar nesta segunda-feira a Alagoas, para verificar o ocorrido. Um morador, identificado como Leandro Lino, contou ter ouvido uma explosão antes do vazamento. - Houve, com certeza, um estouro muito forte em uma das tubulações da fábrica que assustou e deixou muitas pessoas amedrontadas disse. O gerente de comunicação da Braskem, Milton Pradines, confirmou o incidente dentro da empresa, e que, segundo ele, teria ocorrido às 19h40m. A Braskem divulgou uma nota de esclarecimento:

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―Às 19h38 do dia 21/05/2011, ocorreu um incidente de processo na Unidade Industrial de Cloro Soda Alagoas, ocasionando o acionamento de dois detectores de cloro existentes na fábrica que têm por objetivo identificar a presença de cloro no ambiente‖. Acionamos todas as medidas de controle e a situação está normalizada desde 20h15, não havendo mais risco de exposição de cloro no ambiente. Os técnicos da Braskem estão apurando as causas do incidente. Não foi constatada a exposição de nossos integrantes. A Braskem está monitorando a situação das pessoas que moram nas proximidades da fábrica, já tendo sido prestado pronto atendimento pelo Corpo de Bombeiros e pelo Samu, com o apoio das nossas equipes. Onde você mora é possível saber o que tem por perto? Uma explosão em um restaurante deixou três pessoas mortas e outras pessoas feridas na região da Praça Tiradentes, centro do Rio, na manhã desta quinta-feira, de acordo com o Corpo de Bombeiros. A explosão ocorreu por volta das 7h20. Polícia e Bombeiros ainda não têm informações sobre o número de feridos. Ainda não se sabe as causas da explosão. O local está isolado. As ruas da Carioca, Assembleia e Visconde de Rio Branco estão interditadas, de acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Explosões de botijões de gás. - Uma explosão de três botijões de gás deixou duas pessoas feridas na manhã de hoje, em São Paulo. Segundo o G1, o acidente aconteceu em uma residência em Santo André. A casa ficou parcialmente destruída e dois carros que estavam na garagem ficaram danificados. Uma adolescente de 13 anos e uma idosa de 61 foi encaminhada para o hospital com queimaduras graves. A suspeita é

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de que um vazamento tenha causado a explosão. A Polícia Civil vai investigar as causas do acidente. Em 13 de outubro, um vazamento fez com que uma lanchonete explodisse no Rio de Janeiro, deixando três mortos e 17 feridos.

Numa área residencial que dizer que, o risco está em todos os locais.

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Explosão da cidade do México gás- BLEVE

Bleve RISCO MAIS COMUM ONDE ESTOCA-SE GLP.
VOCÊ ESTOCA DENTRO DE SUA EMPRESA PRODUTO PERIGOSO? QUAIS AS MEDIDAS DE SEGURANÇA EXISTENTES POR LÁ? NENHUMA PORQUE PRODUTOS PERIGOSOS NUNCA, JAMAIS DEVERÃO SER ESTOCADOS EM RECINTOS FECHADOS. INEXISTEM MEDIDAS DE SEGURANÇA PARA TAL.

Segurança da comunidade do entorno do empreendimento.
As comunidades no entorno da instalação industrial. A análise de consequências considera As distâncias de interesse para 1% e 50% de fatalidade das populações expostas, porém. Não consideram as distâncias seguras de interesse para o planejamento de atendimento as emergências. Considera-se então a importância de elaborar um PAE com os dados

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do EAR e que contemple as distâncias seguras para proteção das populações potencialmente expostas. Estas informações serão identificadas no EAR no capítulo que trata das estimativas de consequências e vulnerabilidade. Este trabalho técnico tem como objetivo detalhar quais são os dados provenientes da Estimativa de consequências e vulnerabilidade do EAR, definindo quais são as distâncias. Seguras segundo níveis de interesse para a preparação e resposta à emergência. 2. ESTUDOS DE ANÁLISE DE RISCO E PLANOS DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA Para a Norma Técnica P4.261/03 a análise de risco é a atividade voltada para o desenvolvimento de estimativa qualitativa e/ou quantitativa do risco, baseada em técnicas estruturadas, para promover a combinação das frequências e das consequências de um acidente. A avaliação de risco é o processo que utiliza os resultados da análise de risco para a tomada de decisão quanto ao gerenciamento dos riscos, através da comparação com critérios de
tolerabilidade de risco previamente estabelecidos.

O EAR é constituído por seis etapas, a saber: • Caracterização do empreendimento e da região; • Identificação de perigos e consolidação das hipóteses acidentais; • Estimativa dos efeitos físicos e análise de vulnerabilidade; • Estimativa de frequências; • Estimativa e avaliação de risco; • Gerenciamento de riscos.

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[...] não obstante o correto gerenciamento dos riscos, um eventual. Acidente pode ocorrer e criar uma situação que requer uma resposta imediata e apropriada. O PAE determina as ações de resposta do empreendedor e/ou autoridades público durante emergências, tais como. Vazamentos, terremotos, explosões, incêndios, desastres naturais como

Tempestades, inundações, furacões, dentre outros(CONSEIL POUR )

RÉDUCTION DÊS ACCIDENTS INDUSTRIEL MAJEURS, 2002) O PAE é o documento onde são estabelecidas as possíveis emergências dentro e fora das instalações, e devem ter detalhamento de procedimentos técnicos e organizacionais para reduzir os efeitos e danos às pessoas, propriedade, e ao meio ambiente. (INTERNATIONAL LABOUR ORGANIZATION, 1991). 3. ESTIMATIVA DE CONSEQÜÊNCIAS PARA OS PAE Segundo American Institute of Chemical Engineers (1995), as técnicas de Identificação de perigos tem a função primária de determinar ações de redução dos riscos analisando as causas, efeitos e verificando a existência de salvaguardas. Para a elaboração dos PAE, a análise dos resultados deve ser cuidadosa, assegurando a inclusão dos eventos maiores. É importante que para cada uma das hipóteses acidentais previamente estudadas e seus respectivos cenários de acidentes, sejam definidas ações de combate, compatíveis com os possíveis danos esperados. Os resultados dos estudos de consequências, obtidos através de modelos de simulação podem fornecer importantes dados para a definição de ações específicas, por exemplo, em relação a isolamento e evacuação de áreas, com base nas distâncias

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atingidas pelos vazamentos ou outros fenômenos previamente estudados. CENTRO PAN-AMERICANO DA ENGENHARIA SANITÁRIA E CIÊNCIAS do (AMBIENTE 2004). Segundo American Institute of Chemical Engineers (1995), a estimativa de consequência avalia as áreas potenciais do impacto de um vazamento acidental que são expressos em termos de distância dos efeitos físicos de concentrações tóxicas, sobre pressão ou fluxo de radiação térmica. A análise é realizada por uma modelagem de vazamentos que identifica a área geográfica que pode estar vulnerável aos efeitos adversos sobre a saúde humana e ou danos à propriedade. A distribuição dos efeitos estima os contornos por meios de isopletas que identificam as zonas vulneráveis para cada incidente com potencial de ocorrer de acordo com os cenários analisados. A estimativa também identifica: • As populações expostas; • As áreas da instalação industrial que podem estar sujeitas aos efeitos analisados; • Os serviços essenciais como hospitais, polícia e corpo de bombeiros, pontes, Túneis, centros de resposta à emergências, e facilidades de comunicação que podem Estar nas zonas vulneráveis e aqueles cujas operações podem ser impactadas; • os receptores sensíveis, tais como igrejas, escolas, centros de saúde, e asilos que podem ser impactados por um vazamento.

A distância segura para a Norma Técnica P4.261/03 é aquela determinada pelo efeito físico decorrente do cenário acidental

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considerado, onde a probabilidade de fatalidade é de até 1% das pessoas expostas. Para fins de elaboração do PAE, a distância segura da população exposta ao perigo é maior do que a considerada na Norma. Neste trabalho será considerada distância segura aquela em que as pessoas não sofrem danos físicos significativos ou irreversíveis em determinado tempo de exposição. Os efeitos físicos de vazamentos de substâncias inflamáveis e suas características. 4. ANÁLISE DE VULNERABILIDADE PARA OS PAEs Os resultados da estimativa de consequências e análise de vulnerabilidade definem quais são as distâncias seguras segundo níveis de interesse para a preparação e resposta à emergência, e estas informações auxiliam no planejamento e estabelecimento de estratégias de resposta para efeito dos Planos de Ação de Emergência, a estimativa de vulnerabilidade. Auxilia a determinação da população exposta aos efeitos físicos dimensionados na estimativa de consequências. Segundo Ramiro e Raísa (1994), a estimativa de vulnerabilidade de pessoas e instalações ante os efeitos físicos de uma determinada magnitude é a quantificação de maneira aproximada dos efeitos finais previsíveis sobre as pessoas e instalações a partir das características definidas na análise de consequências. A vulnerabilidade das pessoas se expressa como o número de indivíduos que previsivelmente podem ser afetados com certo nível de dano de um acidente. Na análise de vulnerabilidade, além do estudo dos potenciais receptores da dose conforme observado por Mannan (2005), alguns membros da população estão mais vulneráveis que outros e este fator devem ser considerados. Em geral, crianças, idosos e enfermos tendem a ser mais vulneráveis, embora a vulnerabilidade seja função do perigo. Como primeira aproximação, a população deve ser dividida em dois grupos:

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• adultos em idade produtivas e adolescentes, que totalizam 75% da população; • crianças pequenas e idosas, que totalizam 25% da população. Neste trabalho foram estudadas as vulnerabilidades das pessoas e instalações para: • Radiação térmica; • Sob-repressão; e • Concentrações tóxicas. Segundo a literatura consultada Environmental Protection Agency (1999a), American Institute of Chemical Engineers (1995), Conseil Pour la Reduction des Accidents Industriel Majeurs (2002) e Kletz (1999) a determinação do nível de radiação térmica para a elaboração do PAE varia de 1,7 kW/m2 a 5 kW/m2 , esta variabilidade pode ocorrer devido às condições locais. Na tomada da decisão para a determinação das distâncias seguras devem ser consideradas: • As condições das edificações em suportar os efeitos da radiação térmica e considerando que as pessoas abrigadas têm menor probabilidade de sofrer danos pela radiação térmica em relação às pessoas não abrigadas; • supondo um vazamento em que o incêndio é potencial, considerar o tempo. Necessário para a evacuação. Se a localidade não permitir a evacuação em menos de 40 segundos, devem-se considerar níveis de radiação térmica menores; • O decréscimo da radiação térmica em função do tempo e a relação de proximidade das pessoas da fonte do evento.

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No caso do flashfire, deve-se considerar a zona de perigo formada pela nuvem cuja concentração de produtos inflamáveis esteja entre a metade do LII e o LSI. No caso da bola de fogo, consideram-se os níveis de radiação térmica produzidos pelo tempo de queima da massa considerada. De acordo com a literatura pesquisada American Institute of Chemical Engineers (1995), Conseil Pour la Reduction des Accidents Industriel Majeurs (2002), Environmental Protection Agency (2006) para os eventos de explosão em nuvens de vapor, o limite de interesse para a sobrepressão é de 1 psi. Para os PAE, este valor é uma referência para antecipação da evacuação da população potencialmente exposta. No caso de vazamento de substâncias tóxicas a American Institute of Chemical Engineers (2000) listou algumas instituições que definem os métodos e os limites de exposição durante uma emergência: • AIHA - American Industrial Hygiene Association definiu os ERPGs Emergency Response Planning Guidelines for Air Contaminants , (Diretrizes para o Planejamento de resposta à emergência para contaminantes do ar); • NIOSH - National Institute for Occupational Safety and Health , estabeleceu o IDLH Immediately Dangerous to Life or Health (Imediatamente perigoso à vida ou à saúde); • NAS - National Academy of Sciences/National Research Council compilou o

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EEGLS Emergency Exposure Guidance Levels; (Orientação de níveis de exposição em emergência) e SPEGLs Short-Term Public Emergency Guidance Levels; (Orientação de níveis de emergência pública em curto prazo), esta diretriz define as concentrações aceitáveis para exposições do público em geral. • ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Hygienists Estabeleceu o TLVs Threshold Limit Values; (Limite de tolerância nível de exposição) e STELs Short-Term Exposure Limits; (Limite de tolerância nível de exposição de curta duração e TLV-Cs Limite de tolerância-valor teto; • OSHA promulgou o PELs Permissible Exposure Limits; Limites de exposição permitidos, • EPA - U.S. Environmental Protection Agency, promulgou os Level of Concern LOC; (Limites de interesse), que é a máxima concentração de uma substância extremamente perigosa no ar que não causará efeitos sérios e irreversíveis sobre a saúde da população em geral, quando exposta a uma duração relativamente curta. (ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY, 1986 apud AMERICAN INSTITUTE (OF CHEMICAL ENGINEERS, 1999). É uma lista de 77 substâncias químicas no RMP- Risk Management Process (ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY, 1996 apud AMERICAN INSTITUTE OF CHEMICAL ENGINEERS, 1999). • Funções do tipo Probit, que é o método recomendado pela Norma P4.261/03 para a avaliação de risco. A AIHA American Industrial Hygiene Association juntamente com uma força tarefa da indústria publicou os ERPGs. (Emergency Response Planning Guidelines), essas concentrações de uma substância

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específica. É referência para o planejamento de uma resposta à emergência com substâncias tóxicas. • O ERPG-1 é a máxima concentração no ar abaixo da qual é esperado que todos os indivíduos na proximidade pudessem ser expostos por mais de 1 hora sem sintomas, efeitos sobre a saúde leves e breves ou não percebidos, odor claramente definido e censurável; • O ERPG-2 é a máxima concentração abaixo da qual é esperado que todos os Indivíduos na proximidade podem ser expostos por 1 hora sem desenvolver efeitos a saúde irreversível ou séria ou sintomas que possam debilitar as habilidades de buscar ações de proteção; e • O EPRG-3 é a máxima concentração no ar abaixo do qual é esperada que todos os indivíduos na proximidade pudessem ser expostos por 1 hora sem desenvolver danos a saúde. Segundo Craig et al. (1995) os ERPGs são valores de limites de exposição Desenvolvidos especificamente para o uso na avaliação de consequências sobre o público em geral, para vazamentos acidentais de produtos químicos extremamente perigosos. Exceto para o LOC e SPEGLs todas as alternativas propostas para o ERPG foram derivadas para uso com populações, relativas à saúde ocupacional (essencialmente população sadia entre 18 a 65 anos). As populações não ocupacionais incluem crianças e idosos, e outros indivíduos sensíveis. Desta forma, a adoção de alternativas para os. ERPGs deve ser cuidadosa e analisada particularmente por um toxicologista qualificado. Segundo American Institute of Chemical Engineers (1999) as vantagens em utilizarse Os EEGLs e SPEGLs, em relação ao IDLH são:

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• um SPEGL considera os efeitos sobre as populações mais sensíveis; • EEGL e SPGL são desenvolvidos para diferentes durações de exposição; e • EEGL e SPEGLs foram desenvolvidos e bem documentados por publicações do National Research Council. Considerando a elaboração dos PAE, torna-se importante o conhecimento de distâncias com níveis de proteção como recomendado pela AIHA. Embora haja limitações quanto aos limites de exposição de emergência, os valores ERPG. Referência mais próxima de concentrações limites para a preparação de uma comunidade para resposta à emergência com substâncias tóxicas. 5. CONCLUSÕES: A partir da estimativa de consequências e vulnerabilidade é possível obter Informações para análise e conhecimento da comunidade potencialmente afetada e as condições ambientais locais, como a direção predominante dos ventos, mapeamento dos locais com necessidades específicas como hospitais, escolas, asilos e outros estabelecimentos com grande ocupação, mapeamento das rotas de fugas potenciais, de modo a avaliar a necessidade e os benefícios das ações de evacuação ou proteção antes ou após o acidente, para cada tipo de evento estudado. Segundo Health, Safety Executive (1996), qualquer proposta para a evacuação do público deve ser muito flexível e a orientação deve ser desenvolvida com um plano de modo a auxiliar o processo de decisão pelos serviços de emergência quanto a evacuar ou não. Em muitos casos, a evacuação seria considerada um ―último recurso‖. A necessidade e a escala de evacuação devem ser determinadas por vários fatores, como por exemplo;

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• a provável duração do vazamento, a quantidade e natureza da substância. Por Exemplo, um grande vazamento de gás tóxico deve requerer um considerável. Número de evacuações, especialmente aqueles que estão localizados a favor da direção do vento; • Outra consequência de um vazamento, por exemplo, uma explosão, pode submeter uma área incompatível para permanência de pessoas devido aos danos e destruição de serviços; • Como medida de precaução, em caso de explosão ou outra possibilidade de ampliação da emergência, por exemplo, durante um vazamento de gás inflamável; e • A combinação da potencialidade da população afetada, por exemplo, considerar as crianças em escolas como um público diferenciado daquelas pessoas no trabalho. Segundo American Institute of Chemical Engineers (2000), complementando ainda os fatores para evacuação, devem ser analisadas: • A natureza do perigo, a intensidade e a duração. Os abrigos variam o grau de proteção para a radiação térmica e emissões tóxicas, que pode ser benéfico para um tipo de efeito e para outro não, para as explosões, o maior perigo está associado ao colapso da edificação; • A natureza do perigo considerando o grau de toxicidade e as propriedades de Alarme, como por exemplo, o odor; • A natureza da população vizinha. A distribuição da população dentro ou fora de suas residências varia dependendo da hora do dia, e estação do ano, as condições de saúde da população (idosos, enfermos, etc) e o tipo de roupa para aqueles que estão expostos à radiação térmica;

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• Os tipos de edificações e construções, como as taxas de ventilação , resistência para os efeitos de projeção de fragmentos, a capacidade de suporte das estruturas, Etc.; • A efetividade do treinamento, dos equipamentos de resposta à emergência e das equipes de resgate e suporte médico. Manter profissionais treinados melhora a probabilidade de sobrevivência das pessoas expostas; • As condições climáticas, topografia e a presença de obstáculos; e • A intensidade e duração para o qual o gás tóxico incapacita as pessoas expostas. Os PAEs atualmente estão dissociados do EAR, exceto pela identificação dos cenários acidentais. Os estudos geram muitas informações para o planejamento das ações de resposta à emergência. O PAE não deve ser o único instrumento para o atendimento à emergência, é necessária toda uma estrutura de planejamento e estado de preparação permanente para o atendimento a emergências. As lições aprendidas de acidentes como o de Seveso em 1976, Bhopal em 1985, Cidade do México em 1985 apontaram que, no planejamento para o atendimento às emergências, as consequências poderiam ser mitigadas se houvesse um processo eficiente de comunicação dos riscos, tanto com autoridades públicas como com as comunidades.

Para tanto o conhecimento prévio dos potenciais cenários acidentais de uma Instalação industrial e suas respectivas consequências para os potenciais receptores dos efeitos físicos são fundamentais para a

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elaboração de um PAE potencialmente expostas.

que

considere

a

as

comunidades

Grandes acidentes mundo e o processo APELL

Acidente comunitário de Lagos na Nigéria.
O que é o APELL? O APELL é um processo de ação cooperativa local, que visa. Intensificar a conscientização e a preparação da comunidade para situações de emergência. O eixo central deste processo é o Grupo Coordenador constituído por autoridades locais, líderes da comunidade, dirigentes industriais e outras entidades. Como funciona o APELL? O Grupo Coordenador estabelece um plano de ação, chamado de "Programa em 10 etapas", integrando os planos de emergência da indústria com os planos dos serviços de atendimento a emergências locais (defesa civil, bombeiros, polícia, serviços médicos, órgãos ambientais,
etc.). Desta forma, um plano integrado e coordenado atende a todos os tipos de situações emergenciais na comunidade. Um aspecto importante é a participação de representantes da comunidade local em todas as etapas do processo

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Diagrama de Implementação do APELL (Programa em 10 etapas)

O APELL é um programa de aplicação voluntária que auxilia no gerenciamento de riscos. O APELL é ao mesmo tempo um processo e um programa. O APELL é um processo local de comunicação de risco e de coordenação ‗pertencente‘ à comunidade e aos seus serviços de atendimento a emergência. A UNEP e outras organizações nacionais e internacionais possuem programas para promover e facilitar a aplicação local deste processo

Parceiros do APELL:
Muitas organizações e indivíduos têm contribuído para o

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Funcionamento do APELL. O apoio de organizações internacionais como a Associação Internacional das Indústrias Químicas (ICCA) e a Agência Americana de Proteção Ambiental (USEPA) têm sido vital para a promoção do programa em diversos países. A Agência Sueca de Serviços de Resgate (SRSA) também tem contribuído ativamente para o desenvolvimento e produção de Diversas publicações do APELL, bem como outros parceiros que se encontram listados na seguinte página do nosso Website: http://www.uneptie.org/pc/apell/programme/partners.html Interação com Programas Nacionais na Área de Risco O APELL é baseado na comunicação aberta e transparente, no compartilhamento das informações de risco e na coordenação dos serviços de atendimento a emergência. Ele pode ser aplicado para auxiliar na implementação de demandas de órgãos ambientais estaduais e municipais e nos atendimentos a certos requisitos dos Estudos de Impacto Ambiental. Embora o programa APELL seja voltado para situações locais, é fundamental que o Governo Federal estabeleça metas nacionais, prioridades e medidas reguladoras,

proporcionando suporte e recursos à comunidade local para sua implementação. Informações detalhadas sobre o APELL podem ser encontradas no site: http://www.uneptie.org/apell O que o APELL já alcançou? O programa APELL já foi introduzido em mais de 30 países. Por exemplo, na Índia, por iniciativa do Conselho Nacional de Segurança, um extensivo treinamento na área de transporte foi realizado de acordo com o programa TransAPELL. Em Mumbai, também na Índia, foi implementado o primeiro Centro Nacional de APELL em Mumbai.

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A publicação "APELL Worldwide" apresenta outros exemplos com detalhes da aplicação do programa. No Brasil, a ABIQUIM vem promovendo o APELL junto às suas empresas afiliadas através do programa "Atuação Responsável" como uma ferramenta para elaboração de planos de emergência, para aumentar a coordenação no atendimento a acidentes e para melhorar o diálogo entre a indústria e a população. Os princípios do APELL estão sendo introduzidos em parques industriais na Tailândia, na China e no Egito. Diversas organizações internacionais têm enxergado na estrutura do APELL uma forma de auxiliá-las na implementação dos seus próprios Programas. APELL no Brasil Em 1988 a ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química) foi incumbida de trazer o APELL para o Brasil. O programa já foi introduzido em alguns municípios como Cubatão, Suzano, Duque de Caxias, Camaçari, Guaratinguetá, São Sebastião e Maceió, onde foi incorporado à legislação estadual. Maiores Informações A missão da Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente é encorajar indivíduosChave no governo, na iniciativa privada a desenvolver e adotar políticas, estratégias e práticas mais limpas e mais seguras, fazer uso eficiente dos recursos naturais, garantir o gerenciamento correto dos produtos químicos e reduzir a poluição e os riscos para a população e para o meio ambiente. No entanto, acidentes ocorridos recentemente mostram que ainda. No entanto, acidentes ocorridos recentemente mostram que ainda é necessário promover o APELL para outros setores industriais. O APELL já foi estendido para a área de transportes (TransAPELL), para

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a área portuária (APELL for Port Areas) e recentemente para a área de Mineração (APELL for Mining). Após o acidente de Toulouse, na França, a Associação Internacional de Fertilizantes e a UNEP estão estudando a possibilidade de desenvolver uma publicação específica para este setor. A missão da Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente é encorajar indivíduos-chave no governo, na iniciativa privada a desenvolver e adotar políticas, estratégias e práticas mais limpas e mais seguras, fazer uso eficiente dos recursos. Naturais, garantir o gerenciamento correto dos produtos químicos e reduzir a poluição e os riscos para a população e para o meio ambiente. No entanto, acidentes ocorridos recentemente mostram que ainda é necessário promover o APELL para outros setores industriais. O APELL já foi estendido para a área de transportes (TransAPELL), para a área portuária (APELL for Port Areas) e recentemente para a área de Mineração (APELL for Mining). Após o acidente de Toulouse, na França, a Associação Internacional de Fertilizantes e a UNEP estão estudando a possibilidade de desenvolver uma publicação específica para este setor. APELL Programme United Nations Environment Programme – UNEP - Division of Technology, Industry and Economics – DTIE - Production and Consumption Branch Tour Mirabeau, 39-43 quai André Citroën 75739 Paris Cedex 15, France +33 (0) 1 44 37 16 34 (tel) +33 (0) 1 44 37 14 74 (fax) e-mail: apell@unep.fr Website: http://www.uneptie.org/apell Principais Publicações do APELL

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APELL no Brasil: Em 1988 a ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química foi incumbida de trazer o APELL para o Brasil.). O programa já foi introduzido em alguns municípios como Cubatão, Suzano, Duque de Caxias, Camaçari, São Sebastião, Guaratinguetá, São Sebastião e Maceió, onde foi incorporado à legislação estadual.

Maiores Informações

APELL Programme +33 (0) 1 44 37 16 34 (tel) +33 (0) 1 44 37 14 74 (fax) 75739 Paris Cedex 15, France Division of Technology, Industry and Economics DTIE - Production and Consumption Branch e-mail: apell@unep.fr Tour Mirabeau, 39-43 quai André Citroën United Nations Environment Programme – UNEP Website: http://www.uneptie.org/apell

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Publicações technical sobre o program

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A PETROBRAS E O PROCESSO APELL A implementação do Plano Apell na Petrobrás. A formação do imaginário sobre o meio ambientee a resistência do sujeito ao ―novo‖ Antonio Carlos Freddo (Unisantos) acfreddo@terra.com.brIcaro Aronovich Cunha (Unisantos) icarocunha@unisantos.brMaria Aparecida Ferreira de Aguiar (Unisantos) maf.aguiar@uol.com.br Resumo: Este texto se compõe de duas partes, resultante de pesquisa em elaboração sobre a implementação da agenda ambiental portuária na costa de São Paulo, focando as ações de gestão ambiental dos terminais portuários da Petrobrás, com a implementação do Plano APELL. Trata-se de pesquisa em estágio exploratório no que se refere à agenda ambiental portuária, utilizando observação participante e levantamentos por meio de entrevistas. A segunda parte da pesquisa originou-se de um comentário feito por um dos responsáveis pela produção do terminal da Petrobrás sobre a dificuldade de implementação do Plano APELL. Dizia ele que o baixo nível cultural e educacional dos empregados punha em risco a implementação do plano, pois eles se recusavam a entender a necessidade de parar a

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produção caso algo desse errado durante o processo de produção. Esquecia-se esse executivo que o discurso da empresa, durante décadas, foi o da produção ininterrupta, da empresa lucrativa, da empresa necessária ao país, da empresa importante para a grandeza do país, da maior empresa petrolífera do país, que por isso mesmo, não pode ter sua produção interrompida em hipótese alguma. Palavras-chave: Plano Apell; Imaginário; Meio-Ambiente; Petrobrás. Introdução Desde a primeira autorização municipal dada à Petrobrás em 1992, a Prefeitura de São Sebastião se manifestara propondo o início da implantação do Plano APELL em São Sebastião. APELL, alerta e preparação da comunidade para emergências em nivel local, é uma metodologia desenvolvida pela agência de indústria e meio ambiente da ONU como alternativa aos fracassos colecionados pelos planos de defesa civil tradicionais, por ocasião de grandes acidentes químicos como o de Bhopal ou o de Seveso. O que se constatou nessas tragédias foi que não basta preparar As instituições para agir em emergências. A população, surpreendida por catástrofes de alcance insuspeitado, foi tomada por pânico coletivo, o que se tornou um fator de risco em si mesmo no interior da dinâmica do desastre, impedindo ademais que se desenvolvessem ações ordenadas por parte das equipes previamente adestradas. A conclusão foi que a informação sobre o risco e sobre O que fazer em situações de acidentes de grandes proporções é não apenas um direito democrático, mas um fator essencial para que planos de ação sejam operacionais. O texto a seguir é, justamente, o aporte teórico construído para realizar a pesquisa empírica a ser conduzida junto aos empregados alocados no processo de produção, incluindo as respectivas. Para os acidentes maiores o grande remédio é o APELL Para os acidentes individuais o que seria?

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Realização de SIPAT e outras campanhas preventivas que envolvessem todos os trabalhadores contra os acidentes no trabalho! Precisa unir forças: sindicatos (tripartites) como foi o caso da indústria química (ABIQUIM) bate forte se a empresa não tiver uma atuação forte na prevenção de acidentes esta associação não o aceita como membro!

Estes abaixo são mais três casos.
O operário Genilson Nogueira, de 30 anos, nunca sentiu uma dor tão forte quanto a que lhe fez escorrer várias lágrimas na quarta-feira da semana passada, quando se descuidou da ferramenta que manuseava no trabalho e, em menos de um segundo, teve uma das mãos decepadas, por uma serra circular. O mundo parecia ter acabado para o rapaz. O sofrimento, que não consegue descrever, foi angustiante. Mas no fim do túnel, como diz, sempre há Deus. E o morador de Prata, no Triângulo Mineiro, a 621 quilômetros de Belo Horizonte, foi abençoado: teve o membro reimplantado com sucesso por uma equipe do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC/UFU). O final feliz foi possível graças a várias pessoas. A primeira da fila é a enfermeira da empresa em que ele trabalha que rapidamente acondicionou o membro num saco com gelo. No dia do acidente, a vítima estava a 76 quilômetros de Uberlândia, onde fica o HC, mas em três horas, ele estava na sala de cirurgia. A operação durou 12 horas: foram reconstruídos nervos, tendões, artérias, veias e ossos. A equipe de sete ortopedistas disse que o sucesso só foi possível porque a enfermeira, cuja identidade não foi revelada, fez o correto acondicionamento da mão. ―Nesses casos, o ideal é que o paciente procure um serviço especializado em no máximo seis horas. Genilson chegou ao HC/UFU em três‖, disse o cirurgião Luiz Fernando Pinheiro de Freitas.

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Na sexta-feira, 10 dias depois do acidente, Genilson mostrou que a mão está boa e voltou a agradecer a todos que o ajudaram principalmente a Deus. Ele participou de uma coletiva de imprensa com os médicos do HC/UFU. Ao lado da esposa, deu uma lição de vida: ―Sempre confiar no pai de Jesus‖. Esta foi à segunda operação de reimplante feita no hospital da universidade. Por sorte ele exercia a mesma função que o pai de Jesus. Só que existia uma diferença. Na época inexistia este grande vilão ―serra circular‖ que ceifa por ano mais de 5.000 mãos por ano ainda!!! Só no Brasil. Isto tende a aumentar devido ao crescimento da construção civil no Brasil. Este pesoal precisa ser treinado de acordo com os riscos de sua exposição. É de responsabilidade do empregador. Caso um acidenrte envolva um trabalhador deste e o empregador ou mesmo o TS na comprove treinamento conforme diz a NR 18 o acidente é de responsabiliade da empresa.

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O trabalhador que usa equipamentos rotativos deverá ser treinado, habilitado para tal função, porque, mesmo em casos de acidente todos estão livres de maiores responsabilidades. Criminais eu diria.

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B L E V E

ESTE BLEVE OCORREU NOS ESTADOS UNIDOS

O estudo dos acidentes ocorridos permitiu que algumas normas e Procedimentos fossem adotados com a finalidade de prevenir o fenômeno BLEVE em tanques fixos, dentre as quais se destacam: • Construção de piso inclinado (não menos que 1% - 1 cm/m) sobre osTanques/esferas de modo a não permitir o acúmulo de produto nas imediações e drenar qualquer produto derramado para uma área segura; Redundância de válvula de alívio de pressão de modo a garantir que a pressão interna não atinja níveis críticos;

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• direcionamento das válvulas de alívio para cima (90º) diminuindo o fluxo térmico do jato de fogo sobre o próprio tanque/esfera; • Dispor de um sistema de despressurização para reduzir a pressão interna a 7 bar ou a metade da pressão de projeto dentro de quinze minutos; • Dispor de sistema de resfriamento dos recipientes expostos ao fogo a uma taxa de 10L/min/m2 ou mais; • Dispor de sistema de transferência do produto contido no tanque/esfera; • Dispor de sistema de injeção de água no interior do tanque/esfera; • Minimizar o número de conexões; • Realizar operações de carga e descarga por cima. Outra causa de BLEVE é aquele gerado por danos mecânicos ao recipiente. Em alguns casos, o BLEVE ocorreu devido à corrosão do recipiente enquanto. Que em outros, o impacto causado por uma colisão, no transporte rodoviário ou ferroviário, acarretou na sua ocorrência. É importante salientar que neste último caso, o BLEVE pode ocorrer muitas horas após o acidente e poderá ou não ser seguido de um "fireball". Tais "BLEVEs" retardados são comuns quando a parte danificada mecanicamente inclui uma linha de solda circunferencial (cinta) que foi "estressada" durante o acidente. Esta situação produz tensões que podem causar deformações que continuam até que a falha ocorra, mesmo sem o aumento da pressão interna. A ocorrência do BLEVE acarretará na projeção de estilhaços e fragmento de metal que poderão ser arremessados a longas distâncias podendo, portanto, atingir o público. Além disso, poderão

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ocorrer sérios danos às estruturas localizadas próximas ao acidente, ou seja, outros reservatórios ou Linhas poderão ser afetadas pelos fragmentos ou mesmo pelo calor irradiado e gerar novos vazamentos/incêndio/explosões, portanto o fenômeno BLEVE é um grande iniciador do chamado efeito ―cascata‖ ou ―dominó‖. Estudos realizados mostram que 80% dos fragmentos atingem distâncias inferiores a 300 metros, sendo que alguns já foram encontrados a mais de 1000 metros do local do BLEVE. A tabela 1 apresenta alguns acidentes relevantes onde ocorreu o fenômeno BLEVE bem como sua causa e consequência. Considerações finais. O fenômeno BLEVE é, sem dúvida, o pior evento que pode ocorrer na atividade industrial, pois associa uma explosão vigorosa e um enorme incêndio dinâmico, gerando efeitos catastróficos. Como quase toda explosão, o BLEVE não avisa quando ocorrerá, Simplesmente ocorre, não havendo assim tempo de reação tanto para as equipes de resposta quanto para a comunidade. Deve-se, portanto, conhecer bem os fatores que podem levar à ocorrência de um BLEVE e atuar de forma cautelosa, muitas vezes somente de maneira defensiva, principalmente se houver um incêndio atingindo um reservatório contendo um gás liquefeito pressurizado. Combater um incêndio com mangueiras de água, cuja chama atinge um tanque, requer profunda avaliação quanto à pertinência, devido à possibilidade de sua ruptura e consequente dano às equipes de resposta. Em muitas situações, a ação mais apropriada será a de não combater o incêndio, promovendo o isolamento de área e evacuação de pessoas num raio considerável, sugerindo-se 1 km ou mais para acidentes em vasos de pressão de 20 toneladas contendo gás inflamável liquefeito pressurizado, como aqueles utilizados no transporte rodoviário de GLP, butadieno, propano e butano, entre outros, até que as equipes possam ter a certeza de que a aproximação para o combate ao incêndio pode ser realizada.

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Data, Local, Atividade, Produto, Causa e
Consequências: Data: 16/04/47 Texas City, USA Navio Nitrato de Amônio Explosão 552 mortes. 3000 feridos Data: 4/01/66 Feyzin, França Estocagem Propano BLEVE 18 mortes, 81 feridos Perdas de US$ 68 milhões. Data: 13/07/73 Potchefstroom, África do Sul Estocagem Amônia Vazamento 18 mortes 65 intoxicados. Data: 1/06/74 Flixborough, UK Planta de Caprolactama Ciclohexano Explosão Incêndio 28 mortes, 104 feridos. Perdas de US$ 412 milhões Data 10/07/76 Seveso, Itália Planta de processo TCDD Explosão Contaminação de grande área, devido a emissão de dioxina 6/3/78 Portsall, UK Navio Petróleo Encalhe 230.000 toneladas. Perdas de US$ 85,2 milhões Data: 11/07/78 San Carlos, Espanha Caminhão-tanque Propeno VCE 216 mortes, 200 feridos 19/11/84 Mexico City Estocagem GLP BLEVE Incêndio. 650 mortes, 6400 feridos Perdas de US$ 22,5 milhões. Data: 03/12/84 Bhopal, Índia Estocagem Isocianato de metila Emissão. Tóxica 4000 mortes 200000 intoxicados 28/04/86 Chernobyl, Rússia Usina nuclear Urânio Explosão 135.000 pessoas evacuadas. Data: 3/06/89 Ufa, Rússia Duto GLN VCE 645 mortes 500 feridos.

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Data: 24/03/89 Alasca, USA Navio Petróleo Encalhe 40.000 ton. 100.000 aves. Data: 11/03/91 Catzacoala Planta de processo Cloro Vazamento Explosão Perdas de US$ 150 milhõe: 22/4/91 Guadalajara, México Duto Gasolina Explosão 300 mortes. Em todo o mundo os acidentes maiores têm causado vitimas, destruído cidades, marcado a história. Pense nas perguntas abaixo: Quais são os produtos que você estoca nas suas instalações? Será que a quantidade pode causar uma catástrofe como esta? Será que a sua equipe de controle emergencial está realmente preparada para um possível acidente? Será que o seu pessoal está treinado suficientemente para cudiar com segurança destes produtos? Será que a vizinhança ambiental sabe da existência deles e confiam na sua mepresa considerando-a segura de acordo com as suas atividades? As licenças para fabricação, manuseio, estocagem emfim toda a documentação referente aos produtos estão em dia? Como estão as licenças deste processo? Os bombeiros da região conhecem sua fábrica?

Saiba que, há empresas que nem sabe o que significa uma equipe emergencial. Será que o corpo de bombeiros da sua cidade ou região sabe quais os produtos que você estoca na sua planta? Bem como a quantidade?

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Lembra-se desta fábrica? Se for jovem, já ouviu falar? Sabe o que ocorreu por lá?

Informações da Organização Internacional do Trabalho sobre a convenção 174 da OIT: Instalação exposta ao risco: Instalação Exposta a Risco de Acidentes Maiores: aquela que produz, transforma, manipula, utiliza, descarta ou armazena, de maneira permanente ou transitória, em quantidades que ultrapassem a quantidade limite.

Definição de acidente maior: ―ACIDENTE MAIOR: todo evento inesperado, como uma emissão, incêndio ou explosão de grande magnitude, no curso da atividade dentro de uma instalação exposta, que exponha aos trabalhadores,
população ou meio ambiente a perigo de consequências imediatas ou de médios e longos prazos‖.

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Relatório de segurança: ―Relatório de Segurança: documento escrito que contenha informação técnica, de gestão e de funcionamento relativa aos perigos e aos riscos e medidas preventivas‖ Definição de quase acidente: Quase-Acidente: vento subitâneo envolvendo uma ou mais substâncias perigosas que, não fossem os efeitos, ações ou sistemas atenuantes, poderia ter resultado num acidente de maiores proporções. Parte II - Princípios Gerais

Autoridade competente: Autoridade competente deverá criar um sistema de identificação das instalações mais sujeitas a riscos de acidentes maiores/ampliados, baseado numa lista de substâncias perigosas ou de categorias de substâncias, ou de ambas, que inclua suas respectivas quantidades limite Parte III - Responsabilidades dos Empregadores;

Identificação das instalações: ― Identificação das instalações sob seu controle Notificação a autoridade competente dentro de um prazo, em caso de instalação existente e nova, antes de entrar em operação‖ Disposições relativas à instalação‖. Medidas organizacionais: c) medidas organizacionais que incluam formação e instrução do pessoal, fornecimento de equipamentos de segurança, níveis do pessoal, horas de trabalho, definição de responsabilidades e controle de empresas externas e de trabalhadores temporários na instalação.

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Disposições relativas à instalação d) planos e procedimentos de emergência que compreendam: - Preparação de planos e procedimentos de emergência local, inclusive atendimento médico emergencial, com testes e avaliações periódicas de sua eficácia. - Fornecimento de informações sobre possíveis acidentes e planos internos de emergência a autoridades e órgãos responsáveis pela preparação de planos e procedimentos de emergência fora da instalação. Relatório de Segurança - Elaborar e manter atualizado para as instalações já existentes e novas, antes de entrarem em operação. - Deverá ser revisado na eventualidade de significativa modificação na instalação, com o progresso nos conhecimentos técnicos, nos intervalos previstos na legislação nacional e a pedido da autoridade competente. ―Relatório de Acidente informar a autoridade competente e demais órgãos designados Relatório detalhado das causas, consequências e ações preventivas‖. O corpo de bombeiros da sua cidade região conhecem suas instalações? Já houve simulado envolvendo este pessoal? Dizia um velho bombeiro da policia militar de Pernambuco. A policia só é chamada quando a situação foge do controle! Quando se faz um churrasco, é oferecido um almoço fraternal dificilmente a policia é convidada!

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Saiba que: Este convite é importante! Quanto tempo à equipe de emergência gastará da base á sua planta, considere o horário de ―rush‖ Como profissional de segurança, sempre que trabalho onde ela é valorizada. Faço questão de chamar a policia bombeiros defesa civil para fazer uma visita! Almoçar, tomar um café etc. Enfim, mantermos uma relação apertada! No último dia do mês de maio deste ano, numa casa muito humilde em Santo Antônio do Descoberto (GO), o despertador tocou mais uma vez às 4h30. João Alves da Cruz Júnior, 38 anos, acordou, arrumou-se silenciosamente e foi correndo para o ponto de ônibus. Às 7h30, estava na obra de um prédio em Águas Claras. Tomou o café da manhã oferecido pela construtora com os companheiros de trabalho e foi para o batente. Estava animado naquele dia. Não via a hora de receber o salário de R$ 600 para fazer as compras do supermercado para a mulher, Maria Sileide, 35, e os quatro filhos — Patrick e Pablo, gêmeos de 8 anos, Pablício, 5, e Priscila, 2 — que deixou em casa ainda dormindo. Antes que o sol caísse naquele dia e ele enchesse a despensa, João Cruz, pernambucano de Salgueiro, estaria morto. Ele despencou às 11h16 do quarto andar de uma obra em Águas Claras da construtora A&A enquanto montava um andaime. Morreu na hora. Depois de 10 anos juntos, Maria Sileide se viu sozinha com as quatro crianças na casa onde moram de favor. Não trabalhava, por vontade do marido, para cuidar do lar e dos filhos. O salário de João era a única renda da família. Agora, ela está à espera da pensão do INSS para encher as caixas e se mudar para Anápolis, onde moram duas irmãs. Por enquanto, tem recebido R$ 600 da construtora e uma cesta básica. ―Já avisaram que vão suspender quando sair a pensão‖, conta. Na carteira, o salário do operário era de R$ 605 brutos. ―Mas ele recebia R$ 300 por fora‖, diz ela.

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Em Anápolis, Maria Sileide tentará educar os meninos com a ajuda das irmãs. Enquanto espera ansiosa o benefício do INSS, pois teme ficar sem dinheiro a qualquer momento, ela anda preocupada com Pablício, que se tornou agressivo. ―Está teimoso e respondão. Não quer ir para aula‖, relata, chateada. Os gêmeos ficaram mais calados desde então. O momento mais difícil, conta, tem sido quando o relógio bate 19h. Meia hora depois era certo que o pai entraria em casa. ―O difícil é acreditar. Sempre fica a esperança de que ele vai abrir a porta e que tudo o que passou foi apenas um pesadelo‖, deseja. Mas a realidade reservou a Maria o destino de criar os quatro filhos pequenos sem o pai por perto. LEVANTANDO PAREDES: Locomotiva do atual crescimento econômico, a construção civil é a atividade que mais mata trabalhadores. ■ Em 2009, últimos dados disponíveis, 395 operários morreram levantando paredes. Na contramão dos indicadores de acidentes no país, que apontam redução, na construção, as ocorrências crescem a cada ano. ■ Em 2007, foram 36,5 mil casos registrados pela Previdência em todo o país. ■ Em 2008, saltaram para 52,8 mil e, em 2010, já tinham alcançado 54,6 mil. A explicação da indústria para o aumento dos acidentes é a maior quantidade de obras no país.

CAMPEÃ DE ACIDENTES NO PAÍS.- SETOR DE SERVIÇOS: Apesar dos números negativos da construção civil, desde 2009, a indústria em geral deixou o posto de campeã de acidentes no país. Impulsionado pelo crescimento econômico, e responsável pela maior parte das vagas geradas nos últimos anos, o setor de serviços

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assumiu a liderança entre os trabalhadores que mais se acidentam, com 340.681 ocorrências em 2009 e 331.895 em 2010. A indústria registrou 321.171 e 307.620 casos, respectivamente. ■ Os estabelecimentos de revendas de carros e oficinas mecânicas são os responsáveis pelo maior número de acidentes na área de serviços — um total de 95,5 mil no ano passado. ■ Em seguida, vêm as atividades de armazenagem e transporte de mercadorias, com 51.934 ocorrências, que também é a segunda colocada em número de mortes. IRREGULARIDADES: Zilda Valentino dos Santos, 37 anos, não acreditou na notícia que passava na tevê de sua casa, em Planaltina de Goiás. Seu companheiro de quase 20 anos, Lourival Leite de Moraes, 46, estava entre as três vítimas do soterramento ocorrido na obra do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (UnB) em 20 de julho deste ano. Quatro meses antes, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil havia denunciado à Delegacia Regional do Trabalho irregularidades nos andaimes e falta de material de segurança. Da noite para o dia, a vida de Zilda e dos filhos, Vinícius, 13, e Iara, 8, desestruturou-se. Ela trabalha como auxiliar de serviços gerais num hospital na Asa Sul, noite sim, noite não. Iara fica com uns parentes. Mas não tem lugar para o menino. O jeito foi pagar um vizinho para dormir na casa com Vinícius. Essa situação não agrada a mãe. Por ora, é o que pode fazer. Antes, ela saía tranquila para o trabalho, pois o marido ficava com as crianças. Agora, convive com a ausência dele e a preocupação com os filhos. Lourival não está mais presente, mas tudo na casa tem o seu dedo. Acostumado com obras, era ele quem fazia os reparos. Zilda não faz mais coisas simples sem ele, como as compras de alimentos do mês, uma festa para a família. Ela passou a adquirir tudo picado, quando precisa. A vida para os Moraes perdeu a graça.

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O QUE MAIS MATA
Atividades com maior número de óbitos no país em 2009 ■Construção – 395 ■Transporte e armazenagem - 379 ■ Serviços prestados a empresas – 199 ■Comercio varejista – 246 ■Agropecuária – 187 ■Produtos alimentares e bebidas – 165 ■Comércio por atacado – 122 ■ Comércio de veículos e combustíveis - 61

O QUE MAIS FERE: Atividades com maior numero de acidentes em geral, incluídos óbitos em 2010 ■Comercio e reparação de veículos automotores – 50.589 ■Saúde e serviços sociais – 42.580 ■Produtos alimentícios e bebidas – 42.068 ■Construção civil – 36.379 ■Transporte, armazenagem e correios – 29.671 ■Serviços prestados a empresas – 18.888 ■Fabricação de veículos e equipamentos de transporte – 17.372 PROFISSIONAIS MAIS ATINGIDOS EM 2010 ■Trabalhadores do setor de serviço – 58.075

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■Trabalhadores de funções transversais - 57.218 ■Trabalhadores da indústria extrativa e construção civil – 41.111 ■Trabalhadores da transformação de metais – 38.959 ■Trabalhadores na exploração agropecuária – 32.228 ■Escriturários – 26.565 ■Técnicos de nível médio de ciências biológicas, bioquímicas, da saúde – 25.643

Observações importantes:
Os dados não incluem os acidentes motivados por doença ocupacional, trajeto de ida e volta ao trabalho. Operadores de robôs, de veículos controlados remotamente, condutores de equipamento de elevação e movimentação de cargas Fonte: Ministério da Previdência Social. Fonte: Correio Braziliense- 6 de novembro de 2011 Comentário: As qualificações das pessoas para a prevenção de acidentes devem ser levadas em consideração no preparo e na execução de qualquer tarefa. Os trabalhadores são em sua maioria procedentes da área rural, principalmente da região nordeste do país. O que esses trabalhadores têm em comum: a) pouca oferta de emprego na região de origem; b) más condições de vida no local de origem; c) procura de melhores salários. d) baixa escolaridade

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Pesquisa realizada pela Sinduscon do Paraná ■Escolaridade – Nenhuma – 13,50% ■Fundamental, até 4ª série – 65,70% ■Fundamental 5ª a 8ª série – 18,83% ■Ensino médio, 1ª a 3ª série – 1,97%

O número de acidentes é grande em conseqüência do pouco treinamento que recebem, principalmente em relação à segurança do trabalho, agravado pelo fato de terem baixo nível de aprendizado escolar formal. A baixa escolaridade na construção civil causa muita preocupação, uma vez que a falta de conhecimento básico é um dos fatores preponderantes da ineficácia na execução de tarefas, muitas vezes simples, mas que exigem o mínimo de conhecimento. A finalidade da escolarização é exercitar a parte cognitiva - com conhecimentos, habilidades e informações para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações. A escolarização desenvolve habilidades motoras, funções cognitivas, habilidades sensoriais, memória-atenção, aspectos sócio – afetivos aspectos históricos – pessoais, que são extremamente importantes para execução de tarefas. Além disso, devemos levar em consideração outros fatores que interagem com o fator humano para provocar acidentes 1) Falta de uso de equipamentos e procedimentos de segurança e resistência dos funcionários às normas e conivência de mestres e encarregados.

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2) Necessidade de treinamento que requer altos investimentos. Os custos de segurança são relativamente altos para serem absorvidos pelo consumidor, pois se vão refletir no valor final da obra. 3) Baixa conscientização de segurança dos empresários e empregados. A cultura do empregado brasileiro que não dá valor à vida e corre risco simplesmente, por considerar ser uma fatalidade. Falta de perspectiva de futuro. 4) Há muitas exigências burocráticas e não práticas. Não são contínuas, são prolixas – demoram muito para dar resultados –, algumas exigências beirando o absurdo – falta coerência com a realidade. 5) Falta de uma fiscalização mais atuante e rígida. 6) Questões de nível sócio-econômico-cultural, ou seja, salário do trabalhador da construção civil, como em muitos outros setores, é baixo. No entanto, o setor é muito visado com relação a esta questão, por ser considerado tecnologicamente atrasado. Fonte: Estratégia de Prevenção dos Acidentes de Trabalho na Construção Civil: Uma abordagem integrada construída a partir das perspectivas de diferentes atores sociais Ane Lise Pereira Da Costa Dalcul Marcadores: acidente, segurança. Acidentes de trabalho dizimam famílias Obs: Artigo publicado no Correio Braziliense, muito bom, foi dividido em três partes, pois é muito extenso. O artigo relata os dramas das famílias que perderam os responsáveis pelo sustento de suas respectivas famílias. Desde o falecimento do marido, há 10 meses, Marta e os filhos Oziel e Micael vivem um tormento. Com uma pensão de apenas R$ 800 por mês, ela está ficando cega. Os meninos ainda choram e vão mal na escola

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―Tá vendo aquele edifício, moço? Ajudei a levantar. Foi um tempo de aflição, eram quatro conduções, duas pra ir...‖. Em 20 de janeiro deste ano, a música não terminou para o servente de obra José Moraes Freitas, de 54 anos. Ele não pegou as duas conduções de volta para casa. Quatro horas depois que o ônibus o deixou próximo à obra do novo prédio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tocada pela construtora Via Engenharia, a plataforma onde ele trabalhava a sete metros de altura cedeu. O colega que estava junto ainda tentou agarrá-lo pela mão, mas não aguentou. E José caiu. Levado com vida ao hospital morreu horas depois, sem atendimento, à espera de uma vaga na UTI Dez meses depois, sentada no sofá da casa humilde e silenciosa em Águas Lindas de Goiás, cabeça baixa, Marta Ana, 43, viúva de José, tem o olhar fixo num canto da sala da casa, que ele comprou ainda solteiro. Ela está ficando cega. Só enxerga vultos de objetos e das pessoas. À rua, não pode sair sozinha. ―A vida virou do avesso‖, diz, inconformada e incrédula em muitos momentos. Os dois filhos do casal,
Oziel, 11, e Micael, 10, são muito pequenos para entender a falta que o pai fará em suas vidas. Choram escondidos à noite, na cama, de saudade. Não sabem que o pai virou estatística de acidentes de trabalho fatais no Brasil.

ACIDENTES: A cada dia, quase 2 mil trabalhadores como Freitas se acidentam defendendo o pão da família. Desses, 43 não retornam mais ao batente, ou porque ficaram incapacitados para sempre, ou porque morreram. Dados divulgados pelo Ministério da Previdência Social, o órgão que dispõe de informações mais confiáveis sobre essa faceta dramática do trabalho brasileiro, trazem uma boa e uma má notícia. ■ A quantidade de acidentes em geral vem em queda desde 2008, quando houve 755.980 ocorrências. Em 2010, foram 701.496 — 7% menos. ■ Mas os casos fatais, que tinham caído entre 2008 e 2009, voltaram a aumentar no ano passado: 2.712 pessoas — em média, sete por dia

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— perderam a vida trabalhando, 152 a mais que nos 12 meses anteriores, quando o total de mortes foi de 2.560. ACIDENTES DE TRAJETO: Também têm crescido os acidentes durante o trajeto de ida para o serviço e de volta para a casa, conforme os indicadores fornecidos pelas empresas por meio da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que é obrigatória. Em 2008, foram 88.742 e, em 2010, 94.789, 7% a mais. ACIDENTE NÃO CLASSIFICADO: A Previdência, no entanto, contabiliza em torno de 200 mil por ano os casos que não são comunicados, mas são identificados e classificados como acidente pelos médicos peritos e funcionários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quando o segurado pede o benefício. A falha é que o órgão não os classifica por motivos. INDENIZAÇÕES: O número das vítimas que se machucam e morrem enquanto trabalham, porém, é bem maior. Os dados da Previdência só anotam os casos de empregados registrados ou que venham a comprovar o vínculo empregatício, que geraram o pagamento de algum benefício decorrente de acidente, como auxílio-doença, auxílio-acidente, auxíliosuplementar, aposentadoria por invalidez e pensão por morte.
OCORRÊNCIAS NÃO COMUNICADAS:

Há muitas ocorrências que não são comunicadas, pois os empregados ficam afastados temporariamente com salário pago pelas firmas, sem recebimento de benefício previdenciário. Ficam de fora também das estatísticas os acidentes envolvendo os demais trabalhadores brasileiros — autônomos, profissionais liberais, servidores públicos, empregados domésticos e todos aqueles que atuam na informalidade nas cidades e nas lavouras. Eles representam 60% da força de trabalho. O drama fica maior ao se constatar que boa

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parte desses profissionais exerce suas obrigações com muito menos segurança que os empregados formais, para os quais o governo exige cumprimento às normas mínimas. Mesmo entre os trabalhadores com carteira assinada, é comum o desrespeito às poucas regras existentes. Quando caiu da plataforma que cedeu em janeiro deste ano, o operário José Freitas não estava com o cinto de segurança obrigatório do tipo paraquedista, conforme apontou o laudo pericial da Polícia Civil. Em casos assim, a morte é praticamente certa.

PRESSÃO ALTA:
José foi substituído logo por outro operário na obra. A 54 quilômetros dali, no entanto, o destino de uma mãe e seus filhos era revisto, para pior. Os menores Oziel e Micael tiveram de mudar de escola, pois chegavam chorando por causa dos comentários dos coleguinhas sobre o fato de o pai deles ―ter despencado do alto‖. Desde a morte de José, as notas do mais velho pioraram. As de Micael já eram baixas, pois ele tem dificuldade de fala e, por isso, aprende pouco nas aulas. A mãe começou a tomar remédios para pressão alta, e as noites de insônia passaram a ser comuns. Com a visão sumindo, e sem o companheiro que fazia os reparos na casa e cuidava da organização das contas, das compras e dos filhos, Marta teme o futuro incerto. ―Não consigo mais dormir direito. A preocupação passou a ser minha companheira.‖ Solteirão, tímido e reservado, José conheceu Marta, servente de escola, e se apaixonou por ela 11 anos atrás. Criou como seu o garoto Thiago, então com 6 anos, o filho que Marta já tinha — hoje com 18 anos. Não sem muita razão, os dois meninos nascidos quando quarentona era a grande alegria de José. Pai amoroso, para onde ia, nos dias de folga, levava as crianças consigo. Jamais imaginou deixá-

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las tão cedo e tão necessitadas da sua presença. ―Ele sonhava em vêlos formados‖, relembra ela, que recebe pensão de R$ 800 do INSS deixada pelo marido. Agora, parte do futuro de Oziel e Micael repousa em um gabinete da Justiça do Trabalho em Brasília, onde corre a ação pedindo a indenização pela morte do pai. Fonte: Correio Braziliense-06/11/2011 Comentário: Na realidade a estatística da Previdência é apenas uma parte do iceberg visível. O próprio governo produz essa distorção, pois os acidentes ocorridos nos primeiros quinze dias não são computados, ficam sob a responsabilidade das empresas e a subnotificação acontece nesse período, com artifícios para não comunicar esses acidentes. A Previdência está apenas preocupada com os acidentes que interferem nos resultados financeiros resultantes das receitas previdenciárias e benefícios previdenciários. Devido a isso, não existe por parte do governo uma política de prevenção de acidentes que abrange todo universo dos trabalhadores. Se tiver o raio-x dos acidentes de trabalho devemos ter uma estatística confiável, representativa do panorama de acidentes do trabalho, visando realmente o estudo de suas causas , para propor uma política de prevenção, baseado em dados reais. Nos EUA em 2010, houve 3,1 milhões de acidentes, com 4.547 acidentes fatais, com uma população trabalhadora de 155 milhões. Nos EUA o governo tem todo um programa de prevenção definido em conjunto com as empresas. Aqui não temos nada. Fazendo analogia com esses dados americanos, o número de acidentes no Brasil seria quase 1.645.000, com todos trabalhadores formais e informais? Qual seria a dimensão real dos acidentes fatais no Brasil?. Talvez 6.000 acidentes fatais? Marcadores: acidente, segurança.

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Ar condicionado: Surge a doença dos legionários em 1976 Em 26 de agosto de 1976, as autoridades sanitárias dos EUA informaram sobre uma nova epidemia após um congresso de veteranos da Legião Americana num hotel da Filadélfia. Eram dias muito quentes na Filadélfia, em julho de 1976. Mas as dependências do Hotel Bellevue tinham uma temperatura fresca, agradável, possibilitada pelo sistema de ar condicionado. Mais de 4 mil veteranos reuniram-se ali naqueles dias para o Congresso da Legião Americana. Já no segundo dia do congresso, alguns deles ficaram com febre, começaram a tossir e apresentaram os sintomas de uma pneumonia. No prazo de dez dias, mais de 200 daqueles veteranos estavam contaminados, a maioria deles teve de ser internada em unidades de tratamento intensivo. E 34 morreram. SEIS MESES DE BUSCAS : As autoridades sanitárias norte-americanas começaram a investigar o que ocorrera. Segundo Martin Exner, da Universidade de Bonn, "acreditava-se inicialmente em peste suína e outras causas misteriosas, até que um funcionário do Departamento de Saúde dos EUA encontrou a causa, em 1977". Demorou seis meses, até que se pôde constatar como as pessoas se contaminaram. Durante esse período, os norte-americanos estavam extremamente preocupados e as autoridades sanitárias eram acusadas de negligência. A causa foi encontrada, finalmente, no sistema de ar condicionado do hotel. Lá, os pesquisadores se depararam com um novo tipo de bactéria. A contaminação fora provocada através das minúsculas gotas de água que o sistema soltara no ar. Quem inalasse tais gotinhas, ficava doente. E como os primeiros a se contaminar foram os veteranos da American Legion, os cientistas batizaram a nova bactéria de legionela (nome científico: legionella pneumophila).

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A enfermidade passou a ser denominada "doença dos legionários", ou – para os médicos – "legionelose". A bactéria legionela necessita de água e de determinada temperatura para sobreviver: ela encontra condições ideais entre 40 e 50 graus centígrados. Já prestou atenção no que o pessoal que vive nos grandes centros está comendo? Eles alegam falta de tempo. O transporte precário, as pessoas morando cada vez mais distante do trabalho, as empresas as vezes não fornece comida. Já olhou o tipo de comida que os call centrers ofercem para os seus trabalhadores? Como se pode levar marmita num transporte deste? Trens e ônibus entupidos.

Já imaginou? Veja você, as pessoas estão cada vez mais obesas doentes com problemas coronários, pressão alta coração etc. como será esta sociendade manahã composta de jovens doentes cpomo serão
este idosos no amanhã.

Você TS mexa-se porque os EST os famosos engenheiros de segurança não tem conhecimento suficiente para lutarem contra isto! Na realidade nos TS somos maioria e deveremos lutar porque esta briga é nossa!!!!!

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DIVERSAS EPIDEMIAS:
Desde a descoberta na Filadélfia, já foram registradas diversas epidemias. ■Durante uma exposição de flores na Holanda, a causa foi uma piscina jacuzzi: 100 pessoas adoeceram 20 delas morreram. ■Num hospital parisiense, 12 pessoas infectaram-se: a causa foi um sistema de esquentar água potável. ■A maior epidemia registrada até agora foi na cidade espanhola de Múrcia. Lá, mais de 800 pessoas contraíram a doença dos legionários em 2001. CONTAMINAÇÃO FÁCIL: VIAS RESPIRATÓRIAS As legionelas propagam-se, de preferência, em grandes sistemas de circulação de água. Podem ser sistemas de ar condicionado, piscinas de água quente ou umidificadores do ar. Quando os encanamentos estão sujos, forma-se uma microflora. Essa película biológica cria uma crosta, na qual as bactérias proliferam rapidamente. Na maioria dos casos, elas chegam ao organismo humano através das vias respiratórias, transportadas pelas gotículas d‘água que são liberadas no ar. Mesmo quem está a três quilômetros do foco de infecção pode contaminar-se. Em Londres, várias pessoas contraíram a doença dos legionários quando passeavam pela Trafalgar Square. As bactérias saíram do sistema de ar condicionado do prédio da BBC.

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PRIMEIROS SINTOMAS: Quem se contamina pode apresentar os primeiros sintomas dentro do prazo de dez dias: febre, dores pulmonares, mas também – eventualmente – diarreia. São conhecidos casos em que a infecção provocou, adicionalmente, transformações de personalidade. Mas a febre e as dores pulmonares são os sintomas principais e sempre presentes. Pessoas mais velhas, do sexo masculino, que fumam e bebem álcool, estão mais sujeitas à contaminação. Uma vez contraída a doença, ela tem de ser tratada com antibióticos especiais. DIAGNÓSTICO DIFÍCIL: É extremamente difícil diagnosticar a doença dos legionários. Numa pesquisa sobre o assunto, apenas 3% dos médicos foram capazes de fazer um diagnóstico correto. Na Alemanha, não existe ainda um levantamento estatístico sobre o número de casos da doença, mas somente uma estimativa de que até 10 mil pessoas por ano contraem a legionelose. Os médicos e pesquisadores continuam levando o problema muito a sério. Passados 30 anos, a enfermidade continua sendo extremamente perigosa e de risco incalculável. As pneumonias sempre foram doenças graves. MORTALIDADE: Calcula-se que a taxa de mortalidade no caso das pneumonias com tratamento ambulatorial seja de até 20%. LIMPEZA PERIÓDICA: Os médicos afirmam ser possível evitar a doença dos legionários. Para isso, seria necessário apenas fazer uma limpeza periódica e regular em todos os sistemas em que circula água morna.

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Fonte: Deutsche Welle - 28 de outubro de 2011 Marcadores: Meio Ambiente saúde: 1 em cada 3 lesões de coluna ocorre em acidentes de obras e quedas de laje Levantamento realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP revela que um em cada três pacientes internados com fratura da coluna sofreu queda de altura (em obra autônoma ou de pequena empreiteira ou em atividades recreativas que ocorrem em lajes) Segundo o ortopedista Alexandre Fogaça, muitos dos acidentes ocorrem por falta de proteção ou uso inadequado dos equipamentos de segurança.

LESÕES INCAPACITANTES:
Comuns e altamente incapacitantes, as lesões acontecem, na maioria dos casos, em consequência de acidentes de trabalho ou de atividades recreativas onde ocorrem às quedas. ■ Mais de 80% das vítimas são homens entre 18 e 45 anos. "São pessoas que, no auge da produtividade, levarão sequelas para o resto da vida", diz o ortopedista. ■ Na ortopedia do HC, 60% dos pacientes com fratura da coluna chegam com lesão neurológica que deixam o indivíduo permanentemente incapacitado e necessitando de auxílio permanente. ■ "Todos que dão entrada com lesão medular e são operados perdem, no mínimo, a mobilidade da coluna na área da cirurgia e a grande maioria evolui com alguma sequela neurológica, limitando a força dos braços e pernas e o controle de micção e evacuação", explica Fogaça.

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CONVALESCENÇA: A média de permanência de um lesado medular no hospital é de três meses, passam por uma ou duas cirurgias, e levam no mínimo um ano para se reabilitar. SEQÜELAS: Apenas 30% deles retornam ao mercado de trabalho, mesmo assim, com algum tipo de comprometimento leve. Fonte: Estadão - 04 de novembro de 2011 Comentário: É difícil fazer uma análise pontual dos acidentes ocorridos na construção e em outras atividades. O anuário estatístico da Previdência está mais preocupado com o tipo de bolo, pois utiliza a Classificação Nacional de Atividades Econômicas / CNAE, cuja origem é econômica e fiscal. A estrutura de códigos CNAE está preocupada com todas as atividades econômicas do país. Ela é útil até certo ponto, pois separa as atividades econômicas, mas não está preocupada com detalhamento de cada atividade correlacionando com acidentes, tornando-se muito difícil fazer essa análise com detalhamento. Nos EUA existe detalhamento criterioso relacionando o acidente com o tipo de atividade. É muito mais fácil obter dados estatísticos de acidentes de queda de altura dos EUA.. Marcadores: acidente, construção civil. Maior ponte estaiada do Brasil em águas fluviais é inaugurada no Amazonas Ponte tem 3.595 metros e liga Manaus e Iranduba. O Amazonas passa a contar a partir de segunda-feira, 24 de outubro de 2011, com um novo cartão postal: A ponte sobre o Rio Negro, no Amazonas, que liga as cidades de Manaus e Iranduba (a 27 quilômetros da capital). A obra teve custo total de R$ 1,099 bilhão. Com 3.595 metros de comprimento, a primeira ponte de grandes dimensões construída sobre um rio em solo amazônico é também a

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maior ponte estaiada (com 400 metros de trecho suspensos por cabos) do Brasil em águas fluviais e a segunda no mundo. Atrás apenas da ponte sobre o rio Orinoco, na Venezuela. A ponte está sendo considerada um dos maiores e mais importante monumentos arquitetônicos do Estado, além de representar um marco na integração da Região Metropolitana de Manaus (RMM) com oito municípios amazonenses e cerca de 2 milhões de habitantes. Fotos detalhadas da ponte:

Vistas parciais da ponte.

Veja a imensidão desse trem! 193

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Os pilares da ponte

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No dia que cheguei nessa ―boca‖, após 12 horas de viagem 5 de avião e 7 de ônibus. vi o primeiro acidente grave dos últimos 4 anos no ICC- indústria da construção civil. A queda de um operário que aparentemente sofrera um desmaio durante a movimentação no andaime. Caira dentro do rio e fora atacado por ua sucuri em pleno rio. No dia seguinte subi para Hidrelétrica de JIRAU em Porto Velho, ao chegar à outra ―boca‖. Deparei-me com uma greve do ―caralho‖ Pião mata pião, fogo em barraco, tiro prá todo lado. Fui até confundido com policial federal. Foi um corre-corre do caralho. Voltei para O Mato Grosso cheguei a Rondonópolis visitei um amigo em primavera do Leste, em seguida vim à Brasilia onde visitei um expatrão CONSTATINO DE OLIVEIRA. DEPOIS FUI á REFAL refinaria

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Abreu e Lima lá em SUAPE depois voltei para São Paulo onde deixara a família.

Operário cai de andaime improvisado e morre tragicamente espetado em vergalhão.

Nem sempre o cinto de segurança segura alguém: é preciso estar atrelado e bem atrelado.

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Jovem morre com a cabeça perfurada por vergalhão: A vítima tinha apenas 22 anos, era casada e natural da cidade de Inocência. O montador de andaimes DPL, 22 anos, morreu após cair de uma altura de 11 metros. O fato ocorreu no sábado, 3 de outubro, por volta das 11 horas, enquanto o jovem estava em uma obra localizada às margens da BR-158 no sentido Três Lagoas – Brasilândia , Mato Grosso, de acordo com o boletim de ocorrência, a vítima e outro trabalhador identificado como VAJ, 27 anos, trabalhavam na montagem de um galpão pré-moldado, na colocação de viga única com o auxílio de um guindaste que rompeu ocasionando na queda dos trabalhadores. A vítima estava usando cinto de segurança preso a viga, caiu entre ferragens existentes e teve morte instantânea ao ter sua cabeça perfurada por um dos ferros. O outro trabalhador ficou gravemente ferido. Fonte: Jornal Dia a Dia – 4 de e outubro de 2011 Comentário: Na maioria das vezes o trabalhador utiliza a viga como linha de vida. Não é recomendado, pois a linha de vida deve ser independente, da provável zona de risco, isto é, na movimentação de vigas e sua

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colocação por guindaste. A queda de uma viga pode gerar um efeito dominó nas outras vigas já colocadas. Um dos trabalhadores teve a cabeça perfurada por vergalhão, devido a falta de proteção (protetores). O protetor de vergalhão garante a proteção evitando acidentes mais graves na obra, causados por vergalhões expostos. Custa menos de um real a unidade

Outro morre com a cabeça perfurada por vergalhão
A vítima tinha apenas 22 anos, era casada e natural da cidade de Inocência. O montador de andaimes DPL, 22 anos, morreu após cair de uma altura de 11 metros. O fato ocorreu no sábado, 3 de outubro, por volta das 11 horas, enquanto o jovem estava em uma obra localizada às margens da BR-158 no sentido Três Lagoas – Brasilândia , Mato Grosso. De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima e outro trabalhador identificado como VAJ, 27 anos, trabalhavam na montagem de um galpão pré-moldado, na colocação de viga única com o auxílio de um guindaste que rompeu ocasionando na queda dos trabalhadores. A vítima estava usando cinto de segurança preso a viga, caiu entre ferragens existentes e teve morte instantânea ao ter sua cabeça perfurada por um dos ferros. O outro trabalhador ficou gravemente ferido. Na maioria das vezes o trabalhador utiliza a viga como linha de vida. Não é recomendado, pois a linha de vida deve ser independente, da provável zona de risco, isto é, na movimentação de vigas e sua colocação por guindaste. A queda de uma viga pode gerar um efeito dominó nas outras vigas já colocadas. Um dos trabalhadores teve a cabeça perfurada por vergalhão, devido à falta de proteção (protetores). O protetor de vergalhão garante a proteção evitando acidentes mais graves na obra, causados por vergalhões expostos. Custa menos de um real a unidade

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Parte 2: Acidentes de trabalho dizimam famílias Acidentes de trabalho dizimam famílias No último dia do mês de maio deste ano, numa casa muito humilde em Santo Antônio do Descoberto (GO), o despertador tocou mais uma vez às 4h30. João Alves da Cruz Júnior, 38 anos, acordou, arrumou-se silenciosamente e foi correndo para o ponto de ônibus. Às 7h30, estava na obra de um prédio em Águas Claras. Tomou o café da manhã oferecido pela construtora com os companheiros de trabalho e foi para o batente. Estava animado naquele dia. Não via a hora de receber o salário de R$ 600 para fazer as compras do supermercado para a mulher, Maria Sileide, 35, e os quatro filhos — Patrick e Pablo, gêmeos de 8 anos, Pablício, 5, e Priscila, 2 — que deixou em casa ainda dormindo. Antes que o sol caísse naquele dia e ele enchesse a despensa, João Cruz, pernambucano de Salgueiro, estaria morto. Ele despencou às 11h16 do quarto andar de uma obra em Águas Claras da construtora A&A enquanto montava um andaime. Morreu na hora. Depois de 10 anos juntos, Maria Sileide se viu sozinha com as quatro crianças na casa onde moram de favor. Não trabalhava, por vontade do marido, para cuidar do lar e dos filhos. O salário de João era a única renda da família. Agora, ela está à espera da pensão do INSS para encher as caixas e se mudar para Anápolis, onde moram duas irmãs. Por enquanto, tem recebido R$ 600 da construtora e uma cesta básica. ―Já avisaram que vão suspender quando sair à pensão‖, conta. Na carteira, o salário do operário era de R$ 605 brutos. ―Mas ele recebia R$ 300 por fora‖, diz ela. Epidemiologia: Um terço das pneumonias graves são legioneloses, havendo cerca de 1 caso em cada 20.000 pessoas por ano nos países desenvolvidos. Os doentes são geralmente pessoas debilitadas ou com problemas cardíacos, especialmente idosos.

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As infecções são causadas pela inalação de gotas de água contendo o bacilo. Pode aparecer em epidemias ou casos esporádicos, sendo que as epidemias são devidas ao contacto com a mesma fonte dos organismos (por exemplo, ar condicionado) e não há transmissão entre pessoas. O bacilo precisa de locais úmidos, e freqüentemente os focos de infecção são localizados em colônia em aparelho de ar condicionado, torre de água, tanque de água fria ou quente. A colonização dos aparelhos
pode ser evitada pela sua limpeza regular.

Progressão e sintomas: A inalação de gotas contendo Legionella leva as bactérias diretamente para os alvéolos pulmonares. A incubação é de dois a dez dias, após o que surge pneumonia multifocal necrotizante com formação de microabcessos. Sintomas; febre, tremores, tosse seca, dores de cabeça. A radiografia torácica mostra uma pneumonia atípica. A mortalidade é ainda superior a 20%, mesmo com tratamento. Fontes: Mediapédia e Wikipedia – 10 de setembro de 2011. Ar condicionado: Surge a doença dos legionários em 1976 Em 26 de agosto de 1976, as autoridades sanitárias dos EUA informaram sobre uma nova epidemia após um congresso de veteranos da Legião Americana num hotel da Filadélfia. Eram dias muito quentes na Filadélfia, em julho de 1976. Mas as dependências do Hotel Bellevue tinham uma temperatura fresca, agradável, possibilitada pelo sistema de ar condicionado. Mais de 4 mil veteranos reuniram-se ali naqueles dias para o Congresso da Legião Americana. Já no segundo dia do congresso, alguns deles ficaram com febre, começaram a tossir e apresentaram os sintomas de uma pneumonia. No prazo de dez dias, mais de 200 daqueles veteranos estavam contaminados, a maioria deles teve de ser internada em unidades de tratamento intensivo. E 34 morreram.

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Marcadores: cinto de segurança, Meio Ambiente, saúde.
Em Anápolis, Maria Sileide tentará educar os meninos com a ajuda das irmãs. Enquanto espera ansioso o benefício do INSS, pois teme ficar sem dinheiro a qualquer momento, ela anda preocupada com Pablício, que se tornou agressivo. ―Está teimoso e respondão. Não quer ir para aula‖, relata, chateada. Os gêmeos ficaram mais calados desde então. O momento mais difícil, conta, tem sido quando o relógio bate 19h. Meia hora depois era certo que o pai entraria em casa. ―O difícil é acreditar. Sempre fica a esperança de que ele vai abrir a porta e que tudo o que passou foi apenas um pesadelo‖, deseja. Mas a realidade reservou a Maria o destino de criar os quatro filhos pequenos sem o pai por perto.

LEVANTANDO PAREDES: Locomotiva do atual crescimento econômico, a construção civil é a atividade que mais mata trabalhadores. ■ Em 2009, últimos dados disponíveis, 395 operários morreram levantando paredes. Na contramão dos indicadores de acidentes no país, que apontam redução, na construção, as ocorrências crescem a cada ano. ■ Em 2007, foram 36,5 mil casos registrados pela Previdência em todo o país. ■ Em 2008, saltaram para 52,8 mil e, em 2010, já tinham alcançado 54,6 mil. A explicação da indústria para o aumento dos acidentes é a maior quantidade de obras no país.

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CAMPEÃ DE ACIDENTES NO PAÍS. - SETOR DE SERVIÇOS Apesar dos números negativos da construção civil, desde 2009, a indústria em geral deixou o posto de campeã de acidentes no país. Impulsionado pelo crescimento econômico, e responsável pela maior parte das vagas geradas nos últimos anos, o setor de serviços assumiu a liderança entre os trabalhadores que mais se acidentam, com 340.681 ocorrências em 2009 e 331.895 em 2010. A indústria registrou 321.171 e 307.620 casos, respectivamente. ■ Os estabelecimentos de revendas de carros e oficinas mecânicas são os responsáveis pelo maior número de acidentes na área de serviços — um total de 95,5 mil no ano passado. ■ Em seguida, vêm as atividades de armazenagem e transporte de mercadorias, com 51.934 ocorrências, que também é a segunda colocada em número de mortes.

IRREGULARIDADES Zilda Valentino dos Santos, 37 anos, não acreditou na notícia que passava na tevê de sua casa, em Planaltina de Goiás. Seu companheiro de quase 20 anos, Lourival Leite de Moraes, 46, estava entre as três vítimas do soterramento ocorrido na obra do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (UnB) em 20 de julho deste ano. Quatro meses antes, o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil havia denunciado à Delegacia Regional do Trabalho irregularidades nos andaimes e falta de material de segurança. Da noite para o dia, a vida de Zilda e dos filhos, Vinícius, 13, e Iara, 8, desestruturou-se. Ela trabalha como auxiliar de serviços gerais num hospital na Asa Sul, noite sim, noite não. Iara fica com uns parentes. Mas não tem lugar para o menino. O jeito foi pagar um vizinho para dormir na casa com Vinícius. Essa situação não agrada a mãe. Por ora, é o que pode fazer. Antes, ela saía tranquila para o trabalho, pois

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o marido ficava com as crianças. Agora, convive com a ausência dele e a preocupação com os filhos. Lourival não está mais presente, mas tudo na casa tem o seu dedo. Acostumado com obras, era ele quem fazia os reparos. Zilda não faz mais Dez meses depois, sentada no sofá da casa humilde e silenciosa em Águas Lindas de Goiás, cabeça baixa, Marta Ana, 43, viúva de José, tem o olhar fixo num canto da sala da casa, que ele comprou ainda solteiro. Ela está ficando cega. Só enxerga vultos de objetos e das pessoas. À rua, não pode sair sozinha. ―A vida virou do avesso‖, diz, inconformada e incrédula em muitos momentos. Os dois filhos do casal, Oziel, 11, e Micael, 10, são muito pequenos para entender a falta que o pai fará em suas vidas. Choram escondidos à noite, na cama, de saudade. Não sabem que o pai virou estatística de acidentes de trabalho fatais no Brasil. ACIDENTES: A cada dia, quase 2 mil trabalhadores como Freitas se acidentam defendendo o pão da família. Desses, 43 não retornam mais ao batente, ou porque ficaram incapacitados para sempre, ou porque morreram. Dados divulgados pelo Ministério da Previdência Social, o órgão que dispõe de informações mais confiáveis sobre essa faceta dramática do trabalho brasileiro, trazem uma boa e uma má notícia. ■ A quantidade de acidentes em geral vem em queda desde 2008, quando houve 755.980 ocorrências. Em 2010, foram 701.496 — 7% menos. ■ Mas os casos fatais, que tinham caído entre 2008 e 2009, voltaram a aumentar no ano passado: 2.712 pessoas — em média, sete por dia — perderam a vida trabalhando, 152 a mais que nos 12 meses anteriores, quando o total de mortes foi de 2.560.

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ACIDENTES DE TRAJETO: Também têm crescido os acidentes durante o trajeto de ida para o serviço e de volta para a casa, conforme os indicadores fornecidos pelas empresas por meio da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), que é obrigatória. Em 2008, foram 88.742 e, em 2010, 94.789, 7% a mais. ACIDENTE NÃO CLASSIFICADO: A Previdência, no entanto, contabiliza em torno de 200 mil por ano os casos que não são comunicados, mas são identificados e classificados como acidente pelos médicos peritos e funcionários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quando o segurado pede o benefício. A falha é que o órgão não os classifica por motivos. INDENIZAÇÕES: O número das vítimas que se machucam e morrem enquanto trabalham, porém, é bem maior. Os dados da Previdência só anotam os casos de empregados registrados ou que venham a comprovar o vínculo empregatício, que geraram o pagamento de algum benefício decorrente de acidente, como auxílio-doença, auxílio-acidente, auxíliosuplementar, aposentadoria por invalidez e pensão por morte.

OCORRÊNCIAS NÃO COMUNICADAS: Há muitas ocorrências que não são comunicadas, pois os empregados ficam afastados temporariamente com salário pago pelas firmas, sem recebimento de benefício previdenciário. Ficam de fora também das estatísticas os acidentes envolvendo os demais trabalhadores brasileiros — autônomos profissionais liberais servidores públicos, empregados domésticos e todos aqueles que

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atuam na informalidade nas cidades e nas lavouras. Eles representam 60% da força de trabalho. O drama fica maior ao se constatar que boa parte desses profissionais exerce suas obrigações com muito menos segurança que os empregados formais, para os quais o governo exige cumprimento às normas mínimas. Mesmo entre os trabalhadores com carteira assinada, é comum o desrespeito às poucas regras existentes. Quando caiu da plataforma que cedeu em janeiro deste ano, o operário José Freitas não estava com o cinto de segurança obrigatório do tipo paraquedista, conforme apontou o laudo pericial da Polícia Civil. Em casos assim, a morte é praticamente certa. Fonte: Correio Braziliense-06/11/2011 Comentário: Na realidade a estatística da Previdência é apenas uma parte do iceberg visível. O próprio governo produz essa distorção, pois os acidentes ocorridos nos primeiros quinze dias não são computados, ficam sob a responsabilidade das empresas e a subnotificação acontece nesse período, com artifícios para não comunicar esses acidentes. A Previdência está apenas preocupado com os acidentes que interferem nos resultados financeiros resultantes das receitas previdenciárias e benefícios previdenciários. Devido a isso, não existe por parte do governo uma política de prevenção de acidentes que abrange todo universo dos trabalhadores. Para se ter o raio-x dos acidentes de trabalho devemos ter uma estatística confiável, representativa do panorama de acidentes do trabalho, visando realmente o estudo de suas causas , para propor uma política de prevenção, baseado em dados reais. Nos EUA em 2010, houve 3,1 milhões de acidentes, com 4.547 acidentes fatais, com uma população trabalhadora de 155 milhões. Nos EUA o governo tem todo um programa de prevenção definido em conjunto com as empresas. Aqui não temos nada.

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Fazendo analogia com esses dados americanos, o número de acidentes no Brasil seria quase 1.645.000, com todos trabalhadores formais e informais? Qual seria a dimensão real dos acidentes fatais no Brasil?. Talvez 6.000 acidentes fatais? Sabemos que este numero é três vezes maior, no entanto, não são comunicados para fins estatísticos, com a finalidade de propor melhorias, intensificara as fiscalizações, contratação de ESTs e TSs MTs, ETs e auxiliares e demais profissionais preventivos. Marcadores: acidente, segurança. Quarta-feira, Novembro 09, 2011 SEIS MESES DE BUSCAS: As autoridades sanitárias norte-americanas começaram a investigar o que ocorrera. Segundo Martin Exner, da Universidade de Bonn, "acreditava-se inicialmente em peste suína e outras causas misteriosas, até que um funcionário do Departamento de Saúde dos EUA encontrou a causa, em 1977". Demorou seis meses, até que se pôde constatar como as pessoas se contaminaram. Durante esse período, os norte-americanos estavam extremamente preocupados e as autoridades sanitárias eram acusadas de negligência. A causa foi encontrada, finalmente, no sistema de ar condicionado do hotel. Lá, os pesquisadores se depararam com um novo tipo de bactéria. A contaminação fora provocada através das minúsculas gotas de água que o sistema soltara no ar. Quem inalasse tais gotinhas, ficava doente. E como os primeiros a se contaminar foram os veteranos da American Legion, os cientistas batizaram a nova bactéria de legionela (nome científico: legionella pneumophila). A enfermidade passou a ser denominada "doença dos legionários", ou – para os médicos – "legionelose". A bactéria legionela necessita de água e de determinada temperatura para sobreviver: ela encontra condições ideais entre 40 e 50 graus centígrados.

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DIVERSAS EPIDEMIAS: Desde a descoberta na Filadélfia, já foram registradas diversas epidemias. ■Durante uma exposição de flores na Holanda, a causa foi uma piscina jacuzzi: 100 pessoas adoeceram 20 delas morreram. ■Num hospital parisiense, 12 pessoas infectaram-se: a causa foi um sistema de esquentar água potável. ■A maior epidemia registrada até agora foi na cidade espanhola de Múrcia. Lá, mais de 800 pessoas contraíram a doença dos legionários em 2001. CONTAMINAÇÃO FÁCIL: VIAS RESPIRATÓRIAS: As legionelas propagam-se, de preferência, em grandes sistemas de circulação de água. Podem ser sistemas de ar condicionado, piscinas de água quente ou umidificadores do ar. Quando os encanamentos estão sujos, forma-se uma microflora. Essa película biológica cria uma crosta, na qual as bactérias proliferam rapidamente. Na maioria dos casos, elas chegam ao organismo humano através das vias respiratórias, transportadas pelas gotículas d‘água que são liberadas no ar. Mesmo quem está a três quilômetros do foco de infecção pode contaminar-se. Em Londres, várias pessoas contraíram a doença dos legionários quando passeavam pela Trafalgar Square. As bactérias saíram do sistema de ar condicionado do prédio da BBC.

PRIMEIROS SINTOMAS: Quem se contamina pode apresentar os primeiros sintomas dentro do prazo de dez dias: febre, dores pulmonares, mas também –

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eventualmente – diarreia. São conhecidos casos em que a infecção provocou, adicionalmente, transformações de personalidade. Mas a febre e as dores pulmonares são os sintomas principais e sempre presentes. Pessoas mais velhas, do sexo masculino, que fumam e bebem álcool, estão mais sujeitas à contaminação. Uma vez contraída a doença, ela tem de ser tratada com antibióticos especiais. MORTALIDADE: Calcula-se que a taxa de mortalidade no caso das pneumonias com tratamento ambulatorial seja de até 20%. LIMPEZA PERIÓDICA: Os médicos afirmam ser possível evitar a doença dos legionários. Para isso, seria necessário apenas fazer uma limpeza periódica e regular em todos os sistemas em que circula água morna. 1 em cada 3 lesões de coluna ocorre em acidentes de obras e quedas de laje Levantamento realizado no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP revela que um em cada três pacientes internados com fratura da coluna sofreu queda de altura (em obra autônoma ou de pequena empreiteira ou em atividades recreativas que ocorrem em lajes). Segundo o ortopedista Alexandre Fogaça, muitos dos acidentes ocorrem por falta de proteção ou uso inadequado dos equipamentos de segurança.

LESÕES INCAPACITANTES: Comuns e altamente incapacitantes, as lesões acontecem, na maioria dos casos, em conseqüência de acidentes de trabalho ou de atividades recreativas onde ocorrem às quedas.

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■ Mais de 80% das vítimas são homens entre 18 e 45 anos. "São pessoas que, no auge da produtividade, levarão seqüelas para o resto da vida", diz o ortopedista. ■ Na ortopedia do HC, 60% dos pacientes com fratura da coluna chegam com lesão neurológica que deixam o indivíduo permanentemente incapacitado e necessitando de auxílio permanente. ■ "Todos que dão entrada com lesão medular e são operados perdem, no mínimo, a mobilidade da coluna na área da cirurgia e a grande maioria evolui com alguma seqüela neurológica, limitando a força dos braços e pernas e o controle de micção e evacuação", explica Fogaça. CONVALESCENÇA A média de permanência de um lesado medular no hospital é de três meses, passam por uma ou duas cirurgias, e levam no mínimo um ano para se reabilitar. Sequelas Apenas 30% deles retornam ao mercado de trabalho, mesmo assim, com algum tipo de comprometimento leve. Fonte: Estadão - 04 de novembro de 2011 Comentário: É difícil fazer uma análise pontual dos acidentes ocorridos na construção e em outras atividades. O anuário estatístico da Previdência está mais preocupado com o tipo de bolo, pois utiliza a Classificação Nacional de Atividades Econômicas / CNAE, cuja origem é econômica e fiscal. A estrutura de códigos CNAE está preocupada com todas as atividades econômicas do país. Ela é útil até certo ponto, pois separa as atividades econômicas, mas não está preocupada com detalhamento de cada atividade correlacionando com acidentes, tornando-se muito difícil fazer essa análise com detalhamento. Nos EUA existe detalhamento criterioso relacionando o acidente com o tipo

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de atividade. É muito mais fácil obter dados estatísticos de acidentes de queda de altura dos EUA..

Progressão e sintomas:
A inalação de gotas contendo Legionella leva as bactérias diretamente para os alvéolos pulmonares. A incubação é de dois a dez dias, após o que surge pneumonia multifocal necrotizante com formação de microabcessos. Sintomas; febre, tremores, tosse seca, dores de cabeça. A radiografia torácica mostra uma pneumonia atípica. A mortalidade é ainda superior a 20%, mesmo com tratamento. Fontes: Mediapédia e Wikipedia – 10 de setembro de 2011.

Incêndio causado por queda de raio.

Um raio caiu por volta das 10h de sexta-feira, 28 de setembro de 2007, na Usina Ponte Preta (Comanche), localizada no município de Canitar, região oeste de São Paulo, a 356 quilômetros da capital, decorrente de uma forte chuva que desabou na região e atingiu três reservatórios de álcool com capacidade para 8.700 milhões de litros.

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Descarga elétrica: A descarga elétrica atingiu um reservatório de 3 milhões de litros que entrou em combustão. Um funcionário disse que a tampa do tanque "voou" cerca de 5 metros de altura quando ocorreu a primeira explosão. Após o segundo estrondo, o fogo passou para outros dois tanques. Chovia muito na região: Um funcionário da destilaria contou que havia pessoal da manutenção na usina no momento em que chovia e vários raios caíram. No desespero, os funcionários se refugiaram embaixo de árvores e foram orientados a ficar em local descampado e menos perigoso. Combate ao fogo: As chamas chegaram a mais de 30 metros de altura e os bombeiros combateram o fogo resfriando os tanques para evitar novas explosões. Utilizaram espuma especial para álcool para abafamento do fogo e água para resfriamento Corpo de Bombeiros: No total, 20 viaturas e 96 pessoas, entre bombeiros, policiais militares, integrantes de brigadas de incêndios de usinas da região e voluntários, foram mobilizadas para combater o fogo. Outras usinas e empresas da região ajudaram com caminhões-pipa para transportar água até o local.

Controle do incêndio: Depois de 15 horas, quando todo o combustível armazenado foi queimado, bombeiros e voluntários conseguiram controlar por volta das 4 horas da madrugada de sábado, 29 de setembro, as chamas que atingiam os três reservatórios de álcool da usina.

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Vítimas: Cerca de 10 pessoas ficaram feridas e uma vítima fatal desaparecida, sendo que duas ficaram gravemente feridas e foram transferidas para a Unidade de Queimados da Santa Casa de Marilia; os demais foram atendidos na Santa Casa de Ourinhos e algumas permaneceram internadas e outras foram liberadas. Vítima fatal: Os bombeiros encontraram, às 19h15 de sexta-feira, 28 de setembro, o corpo do trabalhador Luciandre Pavor. O motorista estava desaparecido desde o início do incêndio. O corpo estava num caminhão que também pegou fogo. Ele estava fazendo o abastecimento do caminhão com álcool para ser levado para a distribuição, próximo a um dos tanques de combustível que explodiu. Danos materiais: O fogo consumiu, 8 milhões de litros de álcool armazenado, três prédios administrativos e veículos que estavam estacionados no local. Fontes: Diário da Divisa – Ourinhos, Globo Online, Jornal da Cidade Bauru, Estadão, no período de 28 a 29 de setembro de 2007 Histórico de acidentes com raio: 1 – Usina Carolo - Em 2 de outubro de 2001, um tanque com mais de 450 mil litros de álcool anidro da Usina Carolo, de Pontal, na região de Ribeirão Preto, explodiu. O incidente foi causado por um raio, que atingiu o tanque e explodiu por volta das 9h30. As chamas duraram por 21 horas, enquanto o álcool era consumido. Vítimas - Morreram dois funcionários da empresa SGS do Brasil Ltda., de São Paulo, que fazia medição de um tanque, quando a vareta de medição foi atingida pelo raio. Os dois corpos foram arremessados a uma distância de dez metros.

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2 - Destilaria Pitangueiras - Em 14 de novembro de 1992 um incêndio provocado por um raio destruiu, um tanque de álcool da Destilaria Pitangueiras, em Pitangueiras, na região de Ribeirão Preto, com 4 milhões de litros de combustível. O fogo começou por volta das 21h, quando caía um temporal e um raio atingiu um dos oito reservatórios da destilaria. Prejuízo estimado: US $ 900.000,00 3 – Usina Zanin – Em 12 de dezembro de 1989, incêndio provocado por um raio, às 22h 30min. Os bombeiros resfriavam ininterrupta-mente os tanques de álcool próximos ao incendiado. Corpo de Bombeiros: 30 caminhões tanques, 50 bombeiros do Corpo de Bombeiros de Araraquara, Ribeirão Preto e auxiliado por usineiros da região e técnicos da Copersucar. Abastecimento: falta de água para os caminhões Estimativa dos prejuízos: US $ 1.321.000,00 Comentário: Em geral as usinas de álcool estão localizadas em regiões isoladas com pouca infraestrutura, tais como; acesso deficiente (estrada), distante de cidades com mais recursos em Corpo de Bombeiros e principalmente em abastecimento de água. Em contrapartida a própria usina não procura minimizar essas deficiências na logística de segurança de combate contra incêndio, aumentando a sua capacidade de fornecimento de água através de piscinas ou lagos localizados em pontos estratégicos em relação a área de tancagem. A usina poderia ter uma instalação rede de hidrantes (semi-fixo), com distribuição de pontos de hidrantes e canhões monitores em pontos estratégicos na área de tancagem, com registros de recalque para utilização dos bombeiros e estoque de extrato de formador espuma para álcool.

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Riscos de raio Por trabalhar a céu aberto, o trabalhador de usina está mais sujeito aos raios do que os moradores das cidades que, por ocasião das tempestades, podem abrigar-se. Nesse caso a usina poderia utilizar informações meteorológicas de entidades especializadas em climatologia ou meteorologia para verificar o comportamento do clima (chuva, tempestade, etc.) na região e assim as mortes poderiam ser evitadas ou consultar um site especializado em climatologia sobre informações do tempo na região. A incidência de descargas atmosféricas no país (o Brasil é o país com maior incidência no mundo: cerca de 100 milhões de raios por ano) mata centenas de pessoas por ano. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE (que estuda os raios através Grupo de Eletricidade Atmosférica - ELAT), o fenômeno causa prejuízos de US$ 200 milhões ao Brasil. Os raios afetam linhas de transmissão de energia, telefonia, indústrias; causa incêndios florestais e mata pessoas e animais.

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Raios é um problema, mas há como minimizar se isto é do interesse do proprietário da instalação. É possível fazer uma cobertura da área sensível de um parque de tanques de combustível com pararaios em torres e cabos aterrados interligando-os = custos... O pior não é isto, nota-se que não há cuidado algum no projeto dos parques de tanques de usinas de álcool (será que o seguro cobre mais do que se investiu na construção, mas o custo da comoditie armazenada, no caso álcool?). Deveriam existir diques de contenção entre os tanques, câmaras de espuma, canhões para espuma e água de resfriamento, redes de hidrantes, etc. O que se ganha não é só no tempo de recuperação de um tanque afetado, mas às vezes se consegue recuperar parte do conteúdo do tanque deflagrado (se bem que cada caso é um caso) e evitar o alastramento a tanques contíguos. Talvez falte um pouco de cultura de prevenção de RISCO!

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Saúde

pública:

Até ratos mortos foram encontrados em dutos de ar de shopping
O levantamento feito em inspeções-surpresa realizadas desde 2007 pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), ligada à Secretaria Municipal da Saúde, nos 25 dos maiores centros comerciais da cidade de São Paulo, não limparam seu sistema de arcondicionado nos últimos anos Todos os shoppings visitados foram reprovados na primeira visita, diz a Covisa. POEIRA E RATO MUMIFICADOS: Vídeos gravados por um robô-câmera mostram que há camada de poeira de mais de um centímetro e ratos mumificados dentro de dutos de ar de alguns centros comerciais. A Covisa e o Ministério Público do Trabalho não divulgam os nomes das empresas PROBLEMAS: ■ Shopping D - A perícia apontou que o shopping não cumpria a renovação de ar exigida por lei (27 m3 de ar fresco por hora para cada pessoa no ambiente). Ou seja: o mesmo ar era resfriado e voltava aos corredores. ■ Shopping Anália Franco - Nunca tinha limpado seus dutos, em 11 anos de funcionamento. Na audiência, um representante do shopping disse que "não há densidade de poeira que demande a limpeza dos dutos". ■ Shopping West Plaza, na zona oeste – Os inspetores descobriram, em 2010, que a última limpeza no sistema de ar fora feita

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em 2005 -14 anos após a abertura do local, tempo em que se acumularam 33 kg de impurezas nos canos. Todos os shoppings assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), comprometendo-se a remediar as falhas.

FALTA DE LIMPEZA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO – CONSEQÜÊNCIAS ALERGIAS: ■ Relatório da Organização Mundial da Saúde aponta que 45% dos processos alérgicos são causados por falta de manutenção de arcondicionado. ―Sujeira no ar piora doenças como rinite, sinusite e asma‖. ■ Disseminar bactérias e fungos que causam doenças", diz o infectologista José Hermaniani. SITUAÇÃO É ASSUSTADORA' DIZ FISCALIZAÇÃO Na avaliação de Szymon Gartenkraut, da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), a situação encontrada nos shoppings de São Paulo "é assustadora". ■ No duto de ar-condicionado de um dos principais shoppings da cidade, cujo nome não foi revelado, foram encontrados dezenas de ratos mortos. ■ Por causa do frio, eles não apodreceram e não deixaram mau cheiro -foram encontrados roedores mumificados em três andares. ■ Outro caso é o da saída de ar de um "pet shop" que dava direto no restaurante de uma grande rede, a três lojas dali. Pelos, pulgas e ácaro eram "servidos" com o ar de quem comia no local.

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■ De acordo com a Covisa, um dos shoppings nunca tinha limpado o ar-condicionado. Formou-se um "tapete" com 1 cm de poeira. As paredes do duto estavam tingidas por fungos. INQUÉRITO: Após as vistorias, a Covisa denunciou as irregularidades ao Ministério Público do Trabalho. Até agora, há 14 inquéritos civis em curso no órgão, segundo a promotora Danielle Leite. Analisam-se casos em que a inadequação põe em risco a saúde de quem trabalha nos shoppings. "Se houver condenação, a indenização é pelos danos não só aos trabalhadores, mas a toda a coletividade", afirma ela. A multa pode chegar a R$ 500 mil. Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo, domingo, 23 de outubro de 2011 CASO HISTÓRICO: A doença do legionário é provocada pela Legionella pneumophila, uma bactéria que, encontrando na água o ambiente favorável para o seu desenvolvimento, tem como habitat natural os rios e lagos de água doce. O problema foi descoberto, pela primeira vez, em 1976, a partir de um episódio epidêmico ocorrido num hotel de Filadélfia (EUA) onde se realizava uma convenção da Legião Americana, em que muitos dos participantes foram afetados por um quadro de pneumonia atípica, acabando alguns deles por falecer ao fim de poucos dias (34 mortes). As investigações posteriores permitiram identificar o agente causador e estabelecer o mecanismo através do qual se produziu o contágio, já que os microorganismos se tinham desenvolvido nos sistemas de climatização do hotel, propagando-se através dos dutos de ventilação.

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Epidemiologia: Um terço das pneumonias graves são legioneloses, havendo cerca de 1 caso em cada 20.000 pessoas por ano nos países desenvolvidos. Os doentes são geralmente pessoas debilitadas ou com problemas cardíacos, especialmente idosos. As infecções são causadas pela inalação de gotas de água contendo o bacilo. Pode aparecer em epidemias ou casos esporádicos, sendo que as epidemias são devidas ao contacto com a mesma fonte dos organismos (por exemplo, ar condicionado) e não há transmissão entre pessoas. O bacilo precisa de locais úmidos, e freqüentemente os focos de infecção são localizados em colônia em aparelho de ar condicionado, torre de água, tanque de água fria ou quente. A colonização dos aparelhos pode ser evitada pela sua limpeza regular. Progressão e sintomas: A inalação de gotas contendo Legionella leva as bactérias diretamente para os alvéolos pulmonares. A incubação é de dois a dez dias, após o que surge pneumonia multifocal necrotizante com formação de microabcessos. Sintomas; febre, tremores, tosse seca, dores de cabeça. A radiografia torácica mostra uma pneumonia atípica. A mortalidade é ainda superior a 20%, mesmo com tratamento. Fontes: Mediapédia e Wikipedia – 10 de setembro de 2011.

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O risco vai pelo duto de ar condicionado:

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Espaço confinado:
1-Condições físicas ideais que permitem ao trabalhador atuar em um espaço confinado? Ter boa condição física não é suficiente para o trabalhador desempenhar adequadamente o trabalho no espaço confinado. O trabalhador deve estar psicologicamente preparado para o trabalho nas condições especiais que representam o espaço confinado. Devem ter suficiente grau de instrução que o permita compreender o treinamento ministrado para ao trabalho. Trabalhadores analfabetos ou de baixa escolaridade representam risco potencial de acidente. E não raro são aqueles que se submetem a esse tipo de trabalho. 2 - Limite de peso para que um trabalhador possa atuar num espaço confinado? Não existe uma norma legal que estabeleça uma regra. Depende do tipo de espaço confinado e das vias de acesso e saída. Sempre deve prevalecer o bom senso. Ninguém permitirá que um portador de obesidade mórbida, isto é, com Índice de Massa Corporal - IMC acima de 40 kg/m2 trabalhe num local de difícil acesso ou saída. Alguns profissionais estabelecem como limite o IMC de 35 kg/m2 . Outros mais exigentes estabelecem como limite o IMC igual ou superior a 30 kg/m2 (obesos de acordo com a Organização Mundial da Saúde). Nos trabalhadores com IMC em torno de 30 kg/m2 deve ser considerada a influência da massa muscular, pois muitos trabalhadores atingem essa marca por conta do desenvolvimento da massa muscular e não de gordura corporal. 3 - Além da claustrofobia, que outros tipos de complicações impedem o trabalhador de entrar num espaço confinado? O excesso de peso; alergia respiratória como asma, rinite alérgica, pois necessitará usar muitas vezes máscara contra poeira, vapores e gases, ou suprimento de ar puro; doença cardiovascular como

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hipertensão arterial, arritmias cardíacas, insuficiência coronariana. Transtornos mentais e neurológicos como ansiedade, esquizofrenia, depressão, distúrbio bipolar, esquizofrenia, epilepsia, fobia de altura (acrofobia), fobia de locais fechados (claustrofobia) e outras. Quaisquer doenças na fase aguda contraindicam o trabalho em espaços confinados desde uma gripe, sinusite, dermatoses e outras. 4 - Quais os riscos para a saúde no trabalho em espaço confinado? Existem riscos biológicos, como presença de animais como ratos, moscas? Que tipo de doenças eles podem transmitir? Existem riscos a vida e a saúde. A falta de oxigênio pode causar asfixia e morte. Antes disso o trabalhador poderá ficar desorientado, confuso, agitado e inadvertidamente pensarão que estará tendo uma crise nervosa. Esses são sintomas de asfixia, como ocorre com uma pessoa está se afogando. Outro risco é a presença de gás ou vapor tóxico, sendo muito comum se encontrar gás sulfídrico, aquele com cheiro de ovo podre. O H2S é muito comum nas galerias de esgoto, estações subterrâneas de energia elétrica, minas. Também o asfixiante simples metano pode ser encontrado nos espaços confinados deslocando o oxigênio. São produzidos pela decomposição da matéria orgânica. Várias doenças causadas por micro-organismo (vírus, bactérias, helmintos e protozoários) podem ser adquiridas quando as regras básicas de proteção são desrespeitadas. A mais comum é a Leptospirose transmitida pela urina de rato contaminada pela bactéria Leptospira. Esta doença poderá causar a morte por hepatite aguda fulminante ou insuficiência renal aguda. Outra doença comum de ocorrer é a hepatite ―A‖, perfeitamente evitável através da vacinação e medidas adequadas de proteção ao trabalhador. Varias infecções da pele podem ser causadas pelo contato com matéria orgânica infectada de microorganismo. Todas evitáveis com o uso de equipamentos de proteção adequado

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Até ratos mortos foram encontrados em dutos de ar de shopping: O levantamento feito em inspeções-surpresa realizadas desde 2007 pela Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), ligada à Secretaria Municipal da Saúde, nos 25 dos maiores centros comerciais da cidade de São Paulo, não limparam seu sistema de arcondicionado nos últimos anos Todos os shoppings visitados foram reprovados na primeira visita, diz a Covisa. POEIRA E RATO MUMIFICADOS: Vídeos gravados por um robô-câmera mostram que há camada de poeira de mais de um centímetro e ratos mumificados dentro de dutos de ar de alguns centros comerciais. A Covisa e o Ministério Público do Trabalho não divulgam os nomes das empresas. PROBLEMAS: ■ Shopping D - A perícia apontou que o shopping não cumpria a renovação de ar exigida por lei (27 m3 de ar fresco por hora para cada pessoa no ambiente). Ou seja: o mesmo ar era resfriado e voltava aos corredores. ■ Shopping Anália Franco - Nunca tinha limpado seus dutos, em 11 anos de funcionamento. Na audiência, um representante do shopping disse que "não há densidade de poeira que demande a limpeza dos dutos". ■ Shopping West Plaza, na zona oeste – Os inspetores descobriram em 2010, que a última limpeza no sistema de ar fora feita em 2005 -14 anos após a abertura do local, tempo em que se acumularam 33 kg de impurezas nos canos.  Todos os shoppings assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), comprometendo-se a remediar as falhas.

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FALTA DE LIMPEZA NO SISTEMA DE AR CONDICIONADO – CONSEQÜÊNCIAS: ALERGIAS: ■ Relatório da Organização Mundial da Saúde aponta que 45% dos processos alérgicos são causados por falta de manutenção de arcondicionado. ―Sujeira no ar piora doenças como rinite, sinusite e asma‖. ■ Disseminar bactérias e fungos que causam doenças", diz o infectologista José Hermaniani. SITUAÇÃO É ASSUSTADORA' DIZ FISCALIZAÇÃO: Na avaliação de Szymon Gartenkraut, da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), a situação encontrada nos shoppings de São Paulo "é assustadora". ■ No duto de ar-condicionado de um dos principais shoppings da cidade, cujo nome não foi revelado, foram encontrados dezenas de ratos mortos. ■ Por causa do frio, eles não apodreceram e não deixaram mau cheiro -foram encontrados roedores mumificados em três andares. ■ Outro caso é o da saída de ar de um "pet shop" que dava direto no restaurante de uma grande rede, a três lojas dali. Pelos, pulgas e ácaro eram "servidos" com o ar de quem comia no local. ■ De acordo com a Covisa, um dos shoppings nunca tinha limpado o ar-condicionado. Formou-se um "tapete" com 1 cm de poeira. As paredes do duto estavam tingidas por fungos.

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INQUÉRITO: Após as vistorias, a Covisa denunciou as irregularidades ao Ministério Público do Trabalho. Até agora, há 14 inquéritos civis em curso no órgão, segundo a promotora Danielle Leite. Analisam-se casos em que a inadequação põe em risco a saúde de quem trabalha nos shoppings. "Se houver condenação, a indenização é pelos danos não só aos trabalhadores, mas a toda a coletividade", afirma ela. A multa pode chegar a R$ 500 mil. Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo, domingo, 23 de outubro de 2011 Comentário: Dúvidas mais comuns sobre limpeza de dutos de ar condicionado e demos respostas a elas: ■Com que frequência deve fazer a limpeza dos dutos do ar condicionado. Esta frequência é dada por leis estaduais. Em geral elas mencionam a cada ano; ■ Com que frequência (simestralmente) ou de acordo com os procedimentos elaborados pelo órgão fiscalizador, deve ser feitos exames em laboratório da qualidade do ar e inspeção visual interna dos dutos? A resolução 09 da ANVISA determina que os exames e a inspeção devem ser feitos a cada 6 meses; ■Quando estiver fazendo a limpeza dos dutos o ar condicionado pode ser usado normalmente? A limpeza deve ser executada fora do expediente normal de trabalho. Dependendo do método utilizado para a limpeza, ele não impede que o ar condicionado seja utilizado normalmente caso apenas uma parte dos dutos tenha sido limpa, devido à extensão deles.

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■ É preciso realmente fazer a limpeza dos dutos de ar condicionado? Não basta colocar filtros nas casas de máquinas para reduzir o nível de fungos e bactérias no resultado da análise laboratorial? É preciso realmente fazer a limpeza porque a colocação de filtros desobedece à legislação e não há respaldo técnico para essa prática. O que se faz com a colocação de filtros é o confinamento dos fungos e bactérias dentro dos dutos e não sua remoção. Na verdade essa má prática protege os fungos e bactérias, permitindo que elas se desenvolvam e venham a prejudicar a saúde dos usuários do ar condicionado. ■ O que é o PMOC? É um Plano de Manutenção Operação e Controle, exigido nas portarias 3.523 do Ministério da Saúde. Nele é estipulado quando as verificações e correções técnicas deverão ser executadas em cada ponto do sistema de refrigeração. É especificado também, qual o número de ocupantes de cada ambiente refrigerado, a carga térmica do equipamento e o tipo de atividade desenvolvida no local. ■ Não faço a limpeza dos dutos de ar condicionado e não tenho PMOC, o que pode me acontecer? Desencadear uma microepidemia devido à má qualidade do ar, a chamada síndrome do edifício doente. A partir de cerca de 20% dos usuários de um mesmo ambiente apresentando algum tipo de problema devido à contaminação do ar já caracteriza uma microepidemia. Responder a processo judicial de reparação de danos por promover disseminação ou agravamento de doenças respiratórias pré-existentes em ocupantes do ambiente climatizado. Estes processos, normalmente são promovidos por ex-ocupantes ou exfuncionários do ambiente. Fonte: Portal de Refrigeração Organismos Biológicos encontrados em sistema de ar condicionado Esporos de Fungos, Bactérias, Vírus, Pólen, Artrópodes, Protozoários.

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Fontes: Mofos e outros fungos, Umidificantes e água estagnada, Superfícies e materiais afetados por água, Grelhas de condensação e bandejas em sistemas de ar condicionado, Grelhas de aquecimento sujas em condicionadores de Ar, Animais, roedores, insetos e humanos Microorganismos como os fungos, bactérias, vírus e algas compartilham o ar dos escritórios com seus trabalhadores, habitando os dutos de ar condicionado, vivendo ao redor de tijolos, no teto, nos forros, etc., são sempre encontrados em locais úmidos e quentes. Os micróbios necessitam apenas de quatros ingredientes para sobreviver: nutrientes orgânicos e inorgânicos, água, superfície de apoio e sombra. Os fungos em geral vêm de fora, e assim que acham umidade, alimento e abrigo, proliferam. Bactérias e fungos produzem partículas finas carregadas pelo vento, chamadas bioaerossóis como os esporos e micotoxinas que podem causar serias perturbações alérgicas às pessoas dentro do escritório em exposição continuada. Tosse, dor de cabeça, espirros corizas, olhos lacrimejantes, e outras reações alérgicas são comuns nestas circunstâncias. CASO HISTÓRICO: A doença do legionário é provocada pela Legionella pneumophila, uma bactéria que, encontrando na água o ambiente favorável para o seu desenvolvimento, tem como habitat natural os rios e lagos de água doce. O problema foi descoberto, pela primeira vez, em 1976, a partir de um episódio epidêmico ocorrido num hotel de Filadélfia (EUA) onde se realizava uma convenção da Legião Americana, em que muitos dos participantes foram afetados por um quadro de pneumonia atípica, acabando alguns deles por falecer ao fim de poucos dias (34 mortes). As investigações posteriores permitiram identificar o agente causador e estabelecer o mecanismo através do qual se produziu o contágio, já que os microorganismos se tinham desenvolvido nos sistemas de climatização do hotel, propagando-se através dos dutos de ventilação.

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5 - Que outros tipos de doenças se verificam com mais freqüência nos trabalhadores de espaços confinados? São as doenças decorrentes dos produtos químicos usados na limpeza de tanques, reatores e outros equipamentos. O contato com a pele, mucosas e vias respiratórias podem causar desde irritação até intoxicações generalizadas. A inalação dos fumos das soldas ou a ação das radiações não ionizantes procedentes do trabalho com solda e corte nesses ambientes também propiciam lesão na pele, olhos e vias aéreas. 6 - Porque elas ocorrem? Existem vários motivos. A má ventilação dos espaços confinados predispõe a diversas doenças respiratórias. A falta de EPI ou o uso inadequado dos mesmos. A falta de higiene da pele e do EPI. O desconhecimento dos fatores de risco ou certo grau de negligência. 7 - Como tratá-las? O melhor tratamento é a prevenção. Cada caso deve ser tratado de acordo com sua especificidade. No caso de asfixia o resgate deve ser imediato, a vítima deve ser colocada em local arejado, sem substâncias tóxicas, e ser adequadamente ventilada com oxigênio e a seguir removido para o serviço médico da empresa ou hospital. Quando houver contaminação do vestuário, este deve ser substituído imediatamente para que seja evitado o contato com a pele. Em caso de contato cutâneo deve-se providenciar a imediata remoção da substância tóxica da pele. 8 - Como preveni-las? O trabalhador necessita ser adequadamente informado dos fatores de riscos existentes no espaço confinado e principalmente compreender a natureza desses riscos e como enfrentá-los. Deve conhecer bem a razão para usar os equipamentos de proteção individual, dos procedimentos de comunicação com o observador (vigia) e do sistema de resgate em caso de alguma anormalidade. Trabalhadores sem

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boas condições físicas e psíquicas não devem trabalhar nos ambientes confinados. 9 - Que tipo de sequelas a ocorrência de acidentes ou doenças em espaços confinados podem deixar no trabalhador? Dependerá do tipo de acidente. Por exemplo, queda de andaimes ou escaladas utilizadas no interior do espaço confinado poderão causar lesão e seqüelas dos ossos e articulações. Traumas cranianos poderão provocar lesões neurológicas. A asfixia por falta de oxigênio poderá causar seqüelas motoras ou cognitivas. 10 - Quais são os sintomas de complicações dentro de um espaço confinado? É importante ressaltar que para que os sintomas e lesões sejam minimizados é preciso um bom sistema de intercomunicação e resgate. Quanto mais tempo se perderem nos resgates maiores será as chances de complicações. 11 - Com que frequência se devem fazer os exames médicos nos trabalhadores dessa área? Dependerá do tipo do local onde trabalham e dos fatores de riscos presentes. De acordo com a NR 7, nas atividades consideradas insalubres a periodicidade do exame deve ser semestral. Agora é muito importante o trabalhador ser perguntado sempre que for adentrar no espaço confinado se está em condições de exercer a atividade. A aptidão é pontual. No exame periódico poderá estar apto, mas o surgimento de uma doença aguda após a realização do exame incapacitará o trabalhador para o exercício da atividade. Daí a necessidade de o trabalhador ser perguntado sobre o seu estado de saúde antes de ingressar no espaço confinado. Essa sistemática deve ser feita rotineiramente pelo supervisor do trabalho ou o observador (vigia). 12 - Existem vacinas a serem feitas nos trabalhadores de espaços confinados?

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Os trabalhadores em geral deveriam obrigatoriamente ser vacinados contra o tétano. Aqueles que forem trabalhar em locais com material biológico deveriam ser vacinados contra a hepatite A e por extensão contra a hepatite B. Estes também deveriam receber no início do outono a vacina antigripal. Outras vacinas dependeriam da realidade epidemiológica da região onde os trabalhos serão realizados. Por exemplo, aqueles que necessitarem trabalhar na região onde a febre
amarela é endêmica também deveriam receber a vacina contra essa doença pelo menos 10 dias antes de irem para o local de trabalho.

Espaços Confinados: ―É qualquer área não projetada para ocupação contínua, à qual tem meios limitados de entrada e saída, e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência/enriquecimento de oxigênio que podem existir ou se desenvolverem―. Os problemas dos Espaços Confinados ■ Baixa ocorrência; ■ Acidentes Fatais; ■ Quase sempre fatais; ■ Diversidade de riscos envolvidos; Os acidentes fatais ou não fatais envolvendo ambientes confinados revelaram dados alarmantes: ■ Em 100% dos casos o ambiente não foi analisado; ■ Em 95% dos casos não havia um plano de resgate; ■ Em 85% dos casos não havia programa de treinamento para a entrada em espaços confinados (permissão de acesso); ■ Em 65% dos casos os executantes não sabiam sequer de que se tratava de um espaço confinado;

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■ Em 60% dos casos fatais, ocorreram mais de uma morte vitimando pessoas que tentavam resgatar colegas; Há quatro principais riscos em espaços confinados; ■ Deficiência/enriquecimento de oxigênio ■ Incêndio ou explosão ■ Toxicidade e ■ Afogamento em líquidos ou partículas sólidas em suspensão (poeiras) Medidas de emergência e resgate O empregador deve elaborar e implantar procedimentos de emergência e resgate adequado aos espaços confinados incluindo, no mínimo: 1- identificação dos riscos potenciais através da Análise Preliminar de Riscos - APR; 2- descrição das medidas de salvamento e primeiros socorros a serem executadas em caso de emergência; 3 - utilização dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, resgate e primeiros socorros; 4 - designação de pessoal responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros socorros para cada serviço a ser realizado; 5 - exercício anual em técnicas de resgate e primeiros socorros em espaços confinados simulados. Marcadores: Espaço Confinado, segurança.

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Comentário: Ato Inseguro: O que é o ato inseguro? Se procurarmos o significado da palavra ―ato‖ no dicionário, temos; procedimento, conduta, modo de proceder, etc. Veja o caso da memória, segundo especialistas (neurocientistas) quem nunca passou por um lapso de memória, não ficou um certo tempo tentando encontrar no seu acervo lingüístico pessoal, a palavra adequada para o contexto desejado, ou simplesmente não esqueceu o que iria dizer ao seu interlocutor? E quem nunca se esqueceu, em determinado momento, do que iria fazer logo em seguida? Foto - cartoon - Eu não tenho tempo para ler, todas essas regras de segurança. Imagina se não treinarmos a memória para termos procedimentos para execução de determinada tarefa, o que seria? Em atividade de baixo risco tecnológico a falha humana não é muito perceptível, mas a atividade de alto risco tecnológico a falha humana é extremamente perceptível (medicina, aviação, usina nuclear, hidroelétricas, etc.). Onde o elemento humano toma decisão/interpretação diante de informações processadas por máquinas/computadores. O elemento humano é cheio de vícios, particularidades de essência de cada pessoa. Têm pessoas metódicas, outras indisciplinadas, outras têm dificuldade de assimilação de programas, outras contrárias a modificação de procedimentos, etc. Junta tudo isso, temos uma empresa com um ativo intelectual disperso, que através de treinamento, disciplina, procurou homogeneizar esse pensamento voltado para os objetivos da empresa. Que é extremamente difícil, pois a cada empresa tem sua cultura/vícios.

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Veja o caso de um bebê está aprendendo a engatinhar, tudo para ele é novidade, é o Indiana Jones a procura de aventura e perigo. São os pais que vão emitir verbalmente um Procedimento Seguro (PS) para o bebê, o que é proibido ou não, utilizar um DPI (dispositivo de proteção individual) ou um EPC (equipamento de proteção coletiva para residência) ou delimitar uma área para brincar (zona de risco). Apesar de todo esse treinamento dado pelos pais, sempre tem algum bebê que avança o sinal ou quebra o procedimento dado pelos pais, e aí acontece o acidente. Na essência o erro humano acompanha o ser humano em todas as atividades. Algum erro conseguiu corrigir, criamos outros erros latentes, mas a falha está sempre a favor da natureza. ACCA Marcadores: acidente, segurança. Quinta-feira, Julho 24, 2008 Soldador morre durante explosão Em 21 de maio de 1998, às 10 h 35 min, um homem, de 38 anos, morreu em consequência de uma explosão, que ocorreu quando soldava peças na parte traseira de um caminhão coletor de lixo industrial. As informações foram obtidas com a polícia, corpo de bombeiros e do relatório do legista. A construtora era de propriedade do irmão da vítima, que morava também no local, onde o acidente ocorreu. Entretanto, não havia nenhuma indicação que a vítima trabalhava para seu irmão no momento do acidente. Estava trabalhando para o proprietário do caminhão coletor de lixo industrial, como um soldador autônomo, reparando e modificando seus caminhões. A edificação continha equipamentos elétricos e outros, que não foram envolvidos pelo incêndio. Outras circunstâncias ambientais não foram um fator que contribuiu para este incidente.

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Investigação: A vítima estava no local para reparar um caminhão coletor de lixo industrial, que chegara a oficina às 7 h. Diversas peças foram acrescentadas na parte traseira do caminhão e uma foi necessária soldar na caçamba. Havia duas partes pesadas de aço que necessitaram ser soldadas em conjunto e unidas ao caminhão. A parte básica media aproximadamente 15 cm por 15 cm e uma segunda parte foi unida.. O caminhão coletor de lixo industrial estacionou próxima a edificação, perto de uma porta no lado leste do edifício. Outro empregado observou que a vítima estava soldando, minutos antes da explosão. O empregado observou também um tambor de 165 l na parte traseira do caminhão, que estava sendo usado pela vítima, quando estava soldando. O empregado ouviu a primeira explosão e viu o edifício em chamas, próximo a parte traseira do caminhão e da porta da edificação. Ele correu ao local, na parte traseira do caminhão e tentou retirar a vítima, mas foi incapaz de retirá-lo, devido uma série de explosões seguidas de incêndio. Então, correu e pediu ajuda. O Corpo de bombeiros recebeu a chamada às 10 h 35 min com informação de explosão e incêndio. Quando a policia e os bombeiros chegaram ao local, o edifício estava em chamas. Os bombeiros começaram a controlar o incêndio e foram avisada que uma pessoa ainda estava no interior ou próxima à edificação. Vítima: A vítima foi encontrada perto do caminhão, na parte traseira, estacionado ao lado do edifício, deitada no chão com a face voltada para cima. O corpo tinha sofrido os principais danos em consequência do incêndio.. A vítima foi removida e levada ao hospital e onde foi feita a autópsia. A autópsia revelou que a vítima morreu devido a um golpe grave na cabeça (traumatismo craniano) e não pelo incêndio.

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Foto – Tambor vazio após a explosão Soldagem da peça: Na parte superior do tambor tinha a marca de uma peça, que estava sendo feita para a parte traseira do caminhão. Havia duas peças pesadas de aço que foram soldadas em conjunto. Aparentemente, a vítima estava trabalhando na peça, antes da explosão. Havia também algumas áreas do tambor, onde o metal quente do processo de soldagem deixou a marca (vestígios). A peça soldada não tinha sido adicionada à parte traseira do caminhão antes da explosão. A seção superior do tambor foi encontrada nos escombros do incêndio. O fundo do tambor foi encontrado na parte traseira do caminhão perto do corpo da vítima. Uma chapa de aço pesada que foi adicionada à parte traseira do caminhão foi encontrada no chão perto do fundo do tambor. De acordo com o relatório do departamento de investigação de incêndio, revelou que o tambor explodiu e o fundo permaneceu na mesma posição onde estava o tambor. Causa provável: O departamento de investigação de incêndio concluiu que a explosão ocorreu quando a vítima soldava duas seções de aço pesado apoiando no tambor de 165 l . A vítima tinha colocado aparentemente o cabo de condutor do soldador no tambor, que pode ter causado aquecimento durante a soldagem, a ponto de provocar a ignição do material inflamável no interior do tambor. Outro cenário mais provável é que o soldador simplesmente aqueceu a tampa do tambor com o eletrodo de soldar e inflamou os vapores existentes no interior do tambor. As amostras do interior do tambor foram enviadas para a análise, mas o departamento de investigação de incêndio não conseguiu determinar que tipo de produto estivesse no interior do tambor.

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Causa da morte: O relatório do medico legista indicou que a causa provável da morte foi os ferimentos graves na cabeça. Recomendação /Discussão Recomendação NR.1: Os empregadores devem garantir que os soldadores são treinados adequadamente na operação segura de seu equipamento e processo. Discussão: O incêndio e a explosão podem ser um risco ao soldar inadequadamente. A soldagem deve ser conduzida de acordo com as normas existentes e procedimentos. Estes regulamentos especificam que os empregadores devem insistir que os soldadores e seus supervisores são treinados apropriadamente na operação segura de seu equipamento e processo. O empregador deve garantir que o equipamento proteção contra incêndio apropriado é acessível. As faíscas ou fagulhas de soldagem podem deslocar até 12 m. Para minimizar o perigo, todas as substâncias/produtos combustíveis devem ser removidos locais do trabalho e mantidos a distância de pelo menos de 11 m. Os produtos/substâncias combustíveis que não podem ser movidos devem ser cobertos com uma lona à prova de fogo. O supervisor deve relacionar os materiais combustíveis e os riscos presentes ou provavelmente estar no local de trabalho. O equipamento de solda elétrica deve conformar-se aos critérios de projeto e de instalação, de acordo com as normas e procedimentos técnicos do fabricante. O aterramento da máquina de soldagem deve ser verificado antes que a soldagem inicia-se. O cabo de soldagem deve ser estendido. Uma conexão elétrica separada deve ser usada para o aterramento do material que está sendo soldado, e o cabo condutor do eletrodo que dever ser segurado firmemente durante a execução do trabalho.

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Recomendação NR. 2: Os empregadores deve assegurar-se, que a soldagem não deve ser executada em tambores usados, até que estejam limpos completamente (ausência de vapores ou resíduos).seguir procedimentos específicos escritos, ou não, na sua ausência, recusar tarefas que lhe oferezcam riesgos; Discussão: A soldagem e outros tipos de trabalho a quente não devem ser executados em tambores usados, em tambores ou em outros contêineres proibidos até que estejam limpos completamente. A limpeza deve ser feita para certificar que não há nenhum traço ou resíduo presente inflamável dos materiais ou nenhuma substância tais como; graxas, piches, ácidos, ou outros materiais que quando submetidos ao aquecimento podem produzir vapores inflamáveis ou tóxicos. Neste caso, a vítima usou um tambor velho como uma mesa de apoio para soldagem, e não tinha idéia do perigo da solda elétrica. Mesmo uma pequena quantidade de combustível residual, de óleo, ou de vapor da gasolina, quando misturado com o ar apropriado, transformou-se em uma mistura mortal no interior do tambor. Recomendação NR. 3: Os empregadores devem desenvolver executar, e cumprir um programa por escrito de segurança. O programa de segurança deve incluir procedimentos de segurança de tarefas específicas e o treinamento de empregado na identificação, eliminação e controle de riscos. Discussão: A execução e o cumprimento de um programa detalhado de segurança são elaborados para impedir acidentes com vítimas. O programa de segurança deve incluir procedimentos de segurança

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específico de tarefa e o treinamento de empregado. O treinamento é um elemento crítico em um programa de segurança e neste caso, o treinamento deve incluir a comunicação de procedimentos de segurança de tarefas específicas. Todos os contratantes devem ser avisados sobre materiais inflamáveis ou condições perigosas no local. Recomendação nr.4: Os empregadores devem designar uma pessoa competente para conduzir as inspeções frequentes e regulares de segurança do local de trabalho. Discussão: As inspeções regulares do local do trabalho por uma pessoa competente asseguram que os procedimentos de segurança estão sendo seguidos, e demonstra que o empregador está comprometido com o programa de segurança e à prevenção de acidentes. Neste caso, as inspeções programadas e não programadas devem ser conduzidas, e incluem uma reinspeção do local de trabalho; materiais, e equipamentos para identificar as condições de riscos. Referências: National Safety Council. Accident Prevention Manual for Business & Industry: Administration and Programs. Tenth Edition. Chicago, IL. 1992. Office of the Federal Register: Code of Federal Regulations, Labor 29 Part 1910 and Part 1926. Washington, DC: U.S. Government Printing Office, 1996. Domingo, Julho 20, 2008 Sistema de resgate e salvamento Os acontecimentos dos últimos anos, incluindo 9 de setembro, concluíram que os arranha-céus são potenciais armadilhas mortais, sobretudo para os ocupantes dos andares superiores, em casos de eventos catastróficos.

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Nos últimos anos assistimos grandes desastres de edifícios altos, como o incêndio do edifício Cook County Administration com 35 pavimentos, em Chicago, com seis funcionários mortos e outros oito feridos, em 2003; o incêndio no edifício de 45 pavimentos, Banco La Salle, em Chicago, em que feriu 37 pessoas, incluindo 22 bombeiro, em 2004; o incêndio do edifício Windsor, em 2005, que destruiu a emblemática torre de 28 andares, no coração do centro empresarial de Madri e o incêndio do edifício de escritório russo, em 2006, em que morreram nove pessoas e muitas outras ficaram feridas após saltarem do edifício em chamas. Estas tragédias e naturalmente, a catástrofe do World Trade Center, têm realçado a vulnerabilidade do núcleo edifício e escadas de emergência como o único local para evacuação, como meio de fuga e de acesso de incêndio e de salvamento pessoal. É claro que, como o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia Americano (NIST) conclui enfaticamente, no seu estudo do colapso do WTC, há uma necessidade premente de alternativas, soluções de back-up. Iniciado em setembro de 2002 por um grupo de empresários altamente experientes, a empresa Escape Rescue Systems, desenvolveu um inovador sistema que revoluciona a evacuação das pessoas dos edifícios altos, e permite o transporte rápido e seguro do incêndio e de grupo de emergência e salvamento. Outras soluções existentes e concorrentes não oferecem a eficácia comparável O Sistema de Resgate: O sistema de resgate é um conjunto de cinco cabines desmontáveis, permanentemente armazenadas na cobertura do edifício em posição dobrada. Após funcionamento, o conjunto de cabines é baixado para o solo. Ele então se desdobra e abre, permitindo a entrada das equipes de emergência nas cabines. Ele se locomove para cima até que ele pare em cinco andares simultaneamente, permitindo a entrada de 150

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ocupantes de através de uma saída por uma janela especialmente configurada. O conjunto é então deslocado para o térreo e os ocupantes saem às cabines novamente são redobradas. O sistema repete este ciclo, transportar as equipes de emergência para cima e para interior do edifício e evacuação dos ocupantes, sempre que necessário. O sistema, baseado em uma tecnologia original, desfruta substancial vantagem sobre os concorrentes e outros novos produtos: ■ elevada capacidade de transporte; ■ eficaz em todas as alturas do edifício; ■ serve tanto para evacuação e de equipe de salvamento; ■ não exige nenhuma habilidade ou ações pouco conhecidas por evacuados e é ■ adequado para todas as idades e condições físicas dos evacuados, incluindo pessoas com deficiência. Escape Rescue System - The most amazing videos are a click away Fonte: Escape Rescue Systems Comentário: Esse tipo de tecnologia é extremamente interessante, principalmente para os bombeiros e equipes de resgate. Lembrando na catástrofe do Word Trade Center, os bombeiros utilizaram a escadaria das torres como meio de acesso para resgate dos ocupantes. Os Corpos de Bombeiros de todos os países tem sua limitação de acesso externo, devido ao comprimento das escadas magiruz, plataformas e snorkel ( máximo 90 m). Não devemos esquecer que o edifício deve ter sua linha de defesa para combate contra incêndio para proteger esse equipamento. Essa linha de defesa inclui os seguintes sistemas; extintores, hidrantes,

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sprinklers, detecção, iluminação de emergência, e compartimentação horizontal e vertical. O vídeo mostra a complexidade de resgate e salvamento de pessoas em edifícios altos. Geralmente as pessoas ficam presas em determinadas áreas cercadas pelo fogo e fumaça. E o único meio de escape é através de helicóptero, quando há condições operacionais para sua utilização.

Vistas parciais: Do tambor de lixo e do caminhão

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Esta é a frase mais comum que se ouve:

Será que você ler todas as regras de segurança? E o patrão, e o engenheiro teu chefe?

Jovens perdem a visão durante o show de música eletrônica
com raio laser Dezenas de jovens sofreram queimaduras na retina pelo impacto de raios laser durante uma festa de música eletrônica (Rave) numa localidade perto de Moscou, na semana passada, disseram as autoridades de saúde russa na segunda-feira, 14 de julho de 2008. Participantes do festival Aquamarine Techno Music ao ar livre, em 5 de julho, na localidade de Kirzhach, distante 80 km de Moscou, começaram a procurar ajuda médica, dias após o show, reclamando do olho e problemas de visão, disseram as autoridades de saúde. As autoridades de saúde de Moscou confirmaram 12 casos de cegueira provocados por raio laser na clínica central Oftalmológica e

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outros 17 foram registrados em outros hospitais da cidade, no centro da capital. "Todos tem queimaduras de retina, cicatrizes são visíveis em todos eles. Perda de visão em casos individuais é elevada, atinge 80 por cento, e a recuperação é quase impossível‖, disse um oftalmologista. Elena Grishina, chefe do Hospital Oftalmológico de Moscou, disse que esses 12 pacientes não apresentaram queimaduras, mas hemorragias no fundo do olho e na retina. Um dos pacientes confirmou "perdeu a visão pelo feixe do canhão de laser", e precisou ir ao médico no dia seguinte, ao perceber que sua visão normal não se restabelecia. Participantes da festa disseram que devido as chuvas pesadas os organizadores foram obrigados a erguer centenas de tendas para festa e os raios laser que normalmente iluminam o céu foram em vez disso direcionados para as pessoas. A luz desprendida pelos canhões de laser foi dirigida contra as pessoas de uma distância de várias dezenas de metros. Quase mil pessoas estavam no local e não foram alertados para o perigo ao qual se expunham pelo impacto dos potentes feixes de luz laser, pelo que, em nenhum momento, protegeram os olhos. Após o show, realizado perto da localidade de Kirzhach, muitos jovens se queixaram de que os raios laser inutilizaram suas câmeras digitais. Os parentes dos afetados apresentaram denúncias perante a Polícia local e anteciparam que pedirão compensações financeiras. Laser potente: Alguém criou um raio laser extremamente potente para um pequeno espaço, disse Valentin Vasiliev. Todos os raios lasers e sistema para show de raio laser têm perigos intrínsecos - mesmo canetas ou apontador a laser. Observação de regras básicas de segurança de raio laser e os regulamentos específicos de segurança são essenciais.

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Um raio laser pode ser considerado como uma grande fonte alinhada extremamente intensa de radiação eletromagnética que é definido por três características: monocromático, direcional e coerência. Devido à coerência temporal e espacial do feixe de laser, ele pode ser considerado como um ponto de fonte de brilho fenomenal que pode facilmente ultrapassar o brilho do sol. Os raios laser são uma fonte de luz
direcional mais do que qualquer outro instalação comum, tais como; luzes ou um ponto de luz. Quanto maior for a potência de saída óptica do laser, maior será o potencial de perigo.

Riscos do raio laser: O perigo do raio laser pode ser dividido nas seguintes categorias principais: ■ Riscos aos olhos: queimaduras da retina ou da córnea. ■ Riscos a pele: queimaduras. ■ Riscos elétricos: de alta tensão dos equipamentos. ■ Riscos de incêndio e inundação Tomar todas as precauções para assegurar-se que os efeitos de varredura na platéia são intrinsecamente seguros. O poder dos efeitos utilizados deve satisfazer os níveis de exposição permitidos. A varredura na platéia é uma grande responsabilidade, pois poderia lesionar a visão de centenas de pessoas. A lesão na retina é permanente. Fonte: Laserfx Safety Compreendendo a importância do EPI : "Todo mundo sempre gosta de queixar-se do uso do EPI," e um dos nossos militares escreve. É desconfortável. Ele é antiquado. Os óculos de segurança são difíceis de enxergar. Toda a pessoa tem motivos para não usá-lo. "Aqui está uma boa razão por que você deve usá-lo", ele disse.

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Um fuzileiro naval estava costurando um equipamento de vôo utilizando uma máquina de costura, em que ele usava centenas de vezes, logo, ele escutou um barulho incomum, parecendo alguma coisa triturando. O fio entrelaçou na bobina, a agulha começou a dobrar e voou em direção ao olho. Como você pode ver, se ele não tivesse usando os óculos de segurança teria atingido o olho.

Quem conhece esta sigla:

Isto é fndamental na obra, na fábrica em casa na vida dagente!

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O acidente do pedreiro: Tentou abrir um tambor que continha impermeabilizante com uma serra elétrica e morreu.

Por volta das 10 h, manhã de sexta-feira, 4 de novembro de 2005, em Corumbá, MT, o pedreiro Ercílio Henrique Pereira, de 44 anos, tentou abrir um tambor quase vazio de 200 litros de impermeabilizante com uma serra elétrica. As faíscas causaram a explosão matando-o instantaneamente. Ele trabalhava na construção de uma calçada na frente da empresa Don Santos Transportes Ltda, localizada no Bairro Aeroporto.

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Motivo: O ajudante da vítima, João Batista de Jesus, disse que o colega de trabalho pretendia reutilizar o tambor para armazenar água. O objetivo era utilizar a Água para a preparação do concreto. Entretanto, ele pensou que o tambor estava totalmente vazio, porém, havia certa quantidade de vapor inflamável. Assim sendo, utilizando uma serra elétrica iniciou a abertura do tambor, porém, com as faíscas causadas com o atrito entre o disco da serra e o metal do tambor foi o estopim para a explosão. A força da explosão fez com que o galão fosse arremessado para fora da área da empresa Don Santos Transportes Ltda., na Rua Gonçalves Dias, Bairro Aeroporto. Veja como o cadáver foi isolado depois de morto. Será que tem TS neste local?

Testemunhas: Testemunhas residentes nas imediações da empresa saíram assustadas de suas residências para ver o que tinha acontecido. A explosão foi seguida de gritos dos funcionários e populares. Vitima: Segundo a Polícia Civil, o pedreiro sofreu traumatismos em várias partes do corpo e em órgãos vitais, que o levaram à morte instantânea. Fonte: O Progresso – Dourados, MT, 5 de novembro de 2005

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Comentário: Em geral o trabalhador supõe que o risco de um tambor quase vazio é inferior do que um tambor cheio. Porque o risco real ―está oculto‖, é essencial que os tambores de líquidos inflamáveis advertem com ―destaque‖ o alto risco de explosão de um tambor parcialmente vazio. Quanto ao treinamento de empregado sobre os riscos de tambores quase vazios podem ser úteis, todos tambores usados, frequentemente, podem encontrar-se em mãos de empregados não treinados ou de terceiros. Isto reforça a necessidade para etiquetagem adequada e chamativa, isso vai além dos avisos usuais para líquido inflamável. Em geral, a pessoa leiga não treinada acredita intuitivamente que menos liquido inflamável significa menos risco, quando o oposto é verdadeiro. Lembrete: Estas e outras tarefas precisam de autorizações para ser feitas. Tratase de serviços à quente, trabalhos especiais.

Nanotecnologia?
Um chamado de alerta para os riscos da nanotecnologia No mundo pós-moderno, há um "fascínio da criatividade". Tudo precisa ser pequeno, rápido, eficiente e com potencialidade de armazenamento de informações. Nessa linha, está a pesquisa com as nanotecnologias. Uma célula humana tem cerca de 20 micrômetros de diâmetro: um micrômetro é um milionésimo de um metro. Já um nanômetro é um bilionésimo de um metro, cerca de três ordens de grandeza menor do que a célula. É nessa ordem que se tem uma melhor aproximação com a movimentação celular, e a interferência viabiliza um maior grau de precisão dos resultados. Possibilita o

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surgimento de novas propriedades, bem distintas das que se mostram nos tamanhos atualmente conhecidos.

Tecnociência e dano à saúde:
A nanotecnologia, ao lado da biotecnologia, é a tecnociência da hora. Engenheiros do mundo todo estão de olho comprido em materiais projetados na escala do bilionésimo de metro (ou milionésimo de milímetro). Sua estrela são os nanotubos de carbono, mas ela foi mais uma vez embaçada pela suspeita de que possa vir a causar câncer. Nanotubos são folhas enroladas de átomos de carbono arranjados numa geometria de hexágonos encaixados, similar à de uma tela de galinheiro. Um material leve como plástico, mas resistente como aço. Estudam-se múltiplas aplicações, de veículos para remédios a eletrônica avançada, com mercado potencial de US$ 2 bilhões dentro de 4 a 7 anos. Há vários tipos de nanotubos. Um dos mais usados tem várias camadas concêntricas (tubos dentro de tubos) e é longo. Em inglês, recebeu como apelido a sigla MWNT (de "multiwalled nanotubes"). Não é de hoje que se investiga a hipótese de que nanomateriais causem dano à saúde. Por conterem partículas diminutas, são mais facilmente assimiláveis por estruturas como células. Para o bem (se forem remédios) ou para o mal (se forem tóxicas). Suspeita de causar câncer: As fibras de MWNT se assemelham às de amianto, material mineral da natureza vinculado a um tipo de câncer (mesotelioma) no pulmão. Células de defesa do corpo, como os macrófagos, não conseguem tirar da superfície interna do órgão todas as minúsculas fibras de

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amianto aspiradas. Segue-se eventualmente uma reação inflamatória, que pode dar origem ao tumor. Dada a semelhança entre fibras de MWNT e de amianto, pesquisadores dos EUA e do Reino Unido decidiram investigá-las. Liderados por Kenneth Donaldson, da Universidade de Edimburgo (Escócia), injetaram fibras longas e curtas tanto de amianto quanto de MWNT na cavidade abdominal de camundongos, que tem uma camada de revestimento (mesotélio) similar à do pulmão. Constatou-se que os nanotubos longos, assim como as fibras idem de amianto, desencadeiam a reação inflamatória precursora do mesotelioma. Não ficou provado, portanto, que MWNTs causem câncer, mas o resultado recomenda com ênfase que se façam mais pesquisas para avaliar melhor esse risco. "Ainda não sabemos se os nanotubos de carbono se tornarão aerossóis e serão inalados, ou se, caso de fato alcancem os pulmões, poderão encontrar o caminho até o revestimento sensível mais externo", ressalva Donaldson em comunicado do Projeto sobre Nanotecnologias Emergentes. "Mas, se acabarem chegando lá em quantidade suficiente, há uma chance de que algumas pessoas venham a desenvolver câncer, talvez décadas depois de respirar a coisa." A boa notícia, do ponto de vista da promissora nanotecnologia, é que a reação pré-tumoral não ocorre com fibras MWNT mais curtas, ou curvas. Para Donaldson, conhecer essas propriedades dos nanotubos facilitará também a pesquisa sobre como evitar seus danos à saúde humana. "Não podemos nos permitir não explorar esse material incrível, mas tampouco podemos nos permitir usá-lo erradamente como fizemos com o amianto", afirma Andrew Maynard, consultor do projeto e coautor do trabalho, ―Projeto sobre Nanotecnologias Emergentes‖.

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Fonte: Folha de São Paulo - São Paulo, domingo, 25 de maio de 2008 e Zero Hora - 26 de maio de 2008 A Rede de Pesquisa em Nanotecnologia, Sociedade e Meio Ambiente (Renanosoma) foi constituída em outubro de 2004. Atualmente, compõe-se de 30 membros de 21 instituições. A Renanosoma é uma rede de pesquisas que procura incentivar a discussão sobre nanotecnologia paralelamente ao seu desenvolvimento. O foco concentra-se nas mudanças ambientais, aspectos sociais e econômicos que ela produzirá em cada caso.
São sete documentários "Nanotecnologia - O Futuro é Agora", produzido pelo Instituto Renanosoma e Produtora Último Ato.

Noticia boa.

O robô Saci é a mais nova tecnologia brasileira a ser usado em combate a incêndios em áreas que os bombeiros não podem alcançar. O robô foi desenvolvido pela empresa ARMTEC Tecnologia em Robótica, especializada em projetos especiais. Com a aparência de um tanque de guerra, menos de 2 metros de comprimento, 1,5 m de altura e pesando uma tonelada, Saci é o menor robô do mundo utilizado no combate a incêndios. O robô

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destaca-se pelo desempenho, agilidade e segurança. É o único modelo no mundo com um canhão d‘água que gira 360°. Com um jato que alcança até 60 metros de distância, em linha reta, e 15 metros de altura, o que equivale a um prédio de quatro andares, o robô utiliza água e espuma no combate ao fogo, reduzindo o tempo que os bombeiros levariam para apagar um incêndio. Segundo Roberto Lins de Macedo, vantagens do robô brasileiro estão no tamanho, na agilidade e no preço, se comparados ao modelo chinês, por exemplo. ―Ele é o menor do mundo e o mais barato do mundo. O modelo chinês custa R$ 700 mil, o Saci custa R$ 200 mil. Ele pode andar em qualquer terreno, o que garante agilidade no combate aos incêndios‖, afirmou Macedo.

Monitorado à distância
Além da rapidez no combate ao fogo, Saci oferece segurança aos bombeiros. O robô pode ser operado a uma distância de até 180 metros, explicou o engenheiro. ―O bombeiro fica a uma distância mínima de 120 metros e o Saci pode ir avançando até o foco do incêndio, e não tem problema de chegar perto das chamas, pois ele aguenta‖, garantiu Macedo.

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Incêndio destrói fábrica

Um incêndio na quinta-feira, 16 de novembro de 2006, queimou totalmente a fábrica de assados, empanados e cozidos da Sadia em Toledo. O incêndio começou por volta das 16h15min, formando uma enorme nuvem de fumaça que podia ser vista a quilômetros de distância. Faltou prevenção e planejamento o incêndio chegou! Como estão os extintores da fábrica, hidrantes, bombas, mangueiras sprinklers, supressor de explosão, rotas de fuga, sinalização, obstrução de passagens, rotas de fugas, escadas e saídas de emergências, há produtos perigosos em locais inadequados, pessoal sem treinamento, há equipe de brigadistas em toda fábrica, bombeiros industriais, ordem e limpeza nos locais de trabalhos, o plano de abandono, sinais de alerta está funcionando foi testado quando? Quanto tempo em média os bombeiros gastam para chegar à tua planta, qual é a tua atividade interna. Você tem PPCI? Como estão à situação do PMOC, como está a rede elétrica, os equipamentos elétricos ar condicionado e outros equipamentos, uso de ferramentas elétricas em geral, resíduos industriais inclusive o lixo da cozinha fica

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em local fechado, o SPDA está em dia, há dutos de GLP passando por dentro da fábrica, há estacionamento de veiculo dentro da área fabril, há equipamentos moveis elétricos dentro da fábrica em geral, há check list de inspeção para todos estes itens.

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Previna-se contra os acidentes! Faça uma análise de acordo com a exposição de sua população fabril!
Exportação de lixo eletro eletrônico para países pobres. A maioria dos norte-americanos acredita que está contribuindo com o ambiente quando recicla seus computadores antigos, televisores e telefones celulares. Mas quando fazem isso, mesmo com as melhores das intenções, estão contribuindo para uma tendência global relacionada ao lixo eletrônico (também chamado de e-waste) que polui outros países. Isso porque, afirmam ativistas, os EUA enviam grande parte desse tipo de lixo a outros países. Milhões de toneladas de lixo: Segundo a organização não governamental Greenpeace, a cada ano os eletrônicos descartados somam até 50 milhões de toneladas de lixo -- ―se a quantidade gerada anualmente fosse colocada em contêineres de um trem, seus vagões carregados dariam uma volta ao redor do mundo‖, compara a ONG ambientalista. Contaminação ambiental: Apesar de não haver dados específicos sobre essa prática dos Estados Unidos, ativistas estimam que de 50% a 80% das até 400 mil toneladas de eletrônicos colocados para reciclagem anualmente nos EUA acabem indo parar em outros países. Com isso, trabalhadores de países como a Índia, China e Nigéria têm de extrair metais, vidros e outros itens recicláveis, se expondo e também ao ambiente a uma mistura de elementos químicos tóxicos. ―Esse lixo está sendo reciclado, mas da maneira mais horrível que você pode imaginar‖, afirmou Jim Puckett, da Basel Action Network, organização de Seattle (EUA) que deu o alerta sobre a ―exportação‖ dos EUA para autoridades de Hong Kong. ―Estamos preservando o

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nosso ambiente, mas contaminando todo o resto do mundo‖, continuou em entrevista à agência de notícias Associated Press. Terceirização e quarteirização do lixo e preço baixo: Ainda de acordo com a agência, os responsáveis pelos programas de coleta de itens recicláveis – empresas, escolas, prefeituras – geralmente contratam as empresas que cobram menos pelo serviço e não querem saber o que acontece com os produtos descartados. Muitas empresas simplesmente vendem os itens mais caros e depois repassam a custos muito baixos os produtos que sobraram àqueles que exportam o lixo eletrônico. ―Muitas pessoas conseguem realizar esse tipo de exportação‖, disse John Bekiaris, diretor-executivo da empresa HMR USA, que coleta equipamentos de tecnologia da informação de empresas em São Francisco, nos EUA. Muitos desses exportadores afirmam que seu trabalho tem como objetivo levar produtos usados para que sejam aproveitados em países pobres. Troca de lixo: Em setembro, depois de receber um alerta de ativistas, autoridades de Hong Kong interceptaram dois contêineres tinham centenas de monitores antigos e televisores descartados por norte-americanos. Como a China proíbe a importação de lixo eletrônico, os dois contêineres foram enviados de volta aos Estados Unidos. Segundo Vincent Yu, responsável pela empresa Fortune Sky USA, que realizou o transporte da carga, a companhia achava que estava exportando computadores de segunda mão, e não monitores e televisores velhos. Essa mesma empresa exporta computadores e outros componentes usados para a China, Malásia, Vietnã e outros países asiáticos.

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Pretexto da reutilização de equipamentos eletrônico: ‖Há um grande mercado para computadores que as pessoas não usam mais. Não acho que isso vai causar poluição. Se as peças ainda podem ser usadas, é uma iniciativa boa para todos‖, disse Yu, à agência de notícias Associated Press. ―A reutilização de equipamentos usados não passa de uma desculpa. É o novo passaporte para a exportação do lixo eletrônico‖, afirmou Puckett, da Basel Action Network. Leis e responsabilidades das empresas: Para muitos ativistas, a resposta para esse problema pode ser a criação de leis que obriguem os fabricantes de eletrônicos a reciclar seus próprios produtos, depois de usados. Essas leis encorajariam as empresas a produzir equipamentos facilmente recicláveis e com menos elementos químicos perigosos. Confira abaixo algumas dicas para minimizar os impactos no ambiente causados pelo uso da tecnologia. Veja este trablahdor.debaixo do sol sem luvas, camisas que proteja seus membros superiores etc.

Trabalho á céu aberto veja as vestes deste homem

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Construção de viaduto Obra de duplicação da BR-101, trecho de obra em Santa Catarina, 02/12/2007 Obra sobfiscalização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT. Nota-se que o trabalhador está fazendo a montagem da estrutura de ferragem do viaduto, sem luvas para proteção das mãos e cinto de segurança (está a mais de 3 metros de altura) veja a camisa dele. Imagina onde fui trabalhar nos primeiros dias de 2012? Não vou falar o nome dessa empresa acima. Mas, sinceramente foi um marco na minha vida. Lá encontrei de tudo! Ex-presidiarios, pessoas recém-chegadas da roça sem qualificação nenhuma, pessoas de nacionalidade estrangeira que não conhecim regras de segurança nenhuma, emfim encontrei de tudo. Em pouco tempo tornei essa obra uma das melhores do sistema! Respeitado por todos e com ua prevenção de acidentes e doenças bem significativas. Quer dizer: tudo depende de você conversar com o pessoal, educar falar sincerametne com todos ser responsável, atuante, serio e ético! E respeitar a todos. Estas são as regras para se ter um bom desempenho na indústria de um modo geral.

Situação do andaime.
Rodovia –dos Imigrantes – sentido Santos-São Paulo – Setembro de 2006 Andaime meio enferrujado, tábuas soltas. Deve ter sapata para nivelar o piso (estrada inclinada).Deslocamento difícil . Imagino um trabalhado preocupado, olhando para o teto do túnel fazendo o serviço e ao mesmo tempo movimentando-se (potencial de queda). O correto e o mais seguro é utilizar plataforma de trabalho articulada, sob-base de um veiculo. A concessionária possui ISO, Responsabilidade Social para terceiros, mas esquece da responsabilidade interna dos seus trabalhadores/prestadores.

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Convivendo com o perigo: Plataforma de trabalho

Veja o caminhão passando bem próximo do andaime sorte que o trabalhador não está sobre ele.

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Veja esta estatística:

Incêndio em posto de gasolina
Ocorreu uma explosão seguida de incêndio, por volta das 2h30 da madrugada, de segunda-feira, 19 de novembro de 2007, em um posto Shell localizado no Jardim Paulistano, região sudoeste da cidade de São Paulo. Um caminhão-tanque descarregava gasolina nos reservatórios do posto quando ocorreu a explosão. Causa provável O acidente, segundo testemunhas, ocorreu quando o funcionário do posto atendeu o celular enquanto ajudava a descarregar 15 mil litros de combustível. Câmera interna do posto mostra o momento da explosão

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Segundo o dono do posto, Osvaldo Lopes, o frentista estava no caminhão, abriu o celular no momento em que ajudava a descarregar o combustível.

Prevenção de Incêndio com Cigarro:

O hábito de fumar é uma das causas mais comuns de incêndios. No entanto, a ameaça de incêndios relacionados com fumo pode ser minimizada pela aplicação de várias técnicas de prevenção. PREJUÍZOS E MORTES: ■ O cigarro é uma das principais causas de incêndios residenciais nos USA. Morrem 1.000 pessoas idosas por ano. ■ O cigarro provoca prejuízos de milhões de dólares em propriedades por ano. Em 1996, os prejuízos decorrentes de incêndios provocados por cigarros em propriedades foram de US$ 10,6 milhões. Entre 1993 a 1996, a NFPA (National Fire Protection Association) informou cerca de US$ 396 milhões em prejuízos decorrentes de incêndios por cigarros.

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COM UM PROGRAMA EFETIVO DE PROTEÇÃO RELACIONADO AO FUMO, A SUA EMPRESA PODE: ■ Reduzir perdas de patrimônio ■ Evitar interrupções onerosas nos negócios ■ Ajudar a manter a participação no mercado e conservar funcionários experientes ■ Evitar o risco de ter de se submeter a novas normas de construção que, em alguns casos, podem tornar os custos de reconstrução proibitivos ou exagerados. ■ Motivar o funcionário, delegando maior responsabilidade e autoridade. Algumas medidas de prevenção simples e baratas, adotadas tanto por você como pelos funcionários em sua empresa, podem ajudar a evitar perdas e as consequências devastadoras que as acompanham. O DESAFIO: O fumo foi identificado pelas análises de per-das da FM Global como uma das sete causas mais frequente de incêndios. Ele representa um perigo em qualquer lugar, mas particularmente em; ■ Locais de alto risco onde haja líquidos ou gases inflamáveis, ■ Ou em áreas onde haja muito pó combustível ou muita sujeira, ■ Ou ainda, onde quantidades consideráveis combustíveis sejam armazenados ou processados. de materiais

Incêndios relacionados com fumo, iniciados por falta de cuidado, tendem a ocorrer em áreas de armazenagem, mais do que em quais-quer outros locais, devido à presença de materiais de embalagem facilmente inflamáveis. Cigarros e fósforos jogados sem cuidado podem continuar a queimar sem serem percebi-dos e, com frequência, só são descobertos quando o incêndio já se iniciou.

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COMO INICIAR UM PROGRAMA: A fim de obter o melhor aproveitamento em termos de custo-benefício da proteção de sua empresa, você deve avaliar o papel do fumo na estratégia global de gerencia-mento de riscos de sua empresa. Primeiro você terá de garantir boas proteções básicas contra incêndios relacionados com cigarros, as quais incluem a designação de áreas para fumar. Dependendo da natureza de suas operações e do nível das outras medidas de prevenção e controle que sua empresa possa ter, como proteção por sprinklers automáticos, e do tipo de material que sua empresa abriga/processa você pode escolher trabalhar em um nível de prevenção mais alto e monitorado. A sua empresa encontrará seu nicho em algum lugar entre o nível básico, de proteção localizada, e o nível monitorado, que demanda mais envolvimento e colaboração. Embora possa não ser necessário em todos os tipos de empresas, o nível monitorado certamente diminuirá o número de perdas. ELEMENTOS- CHAVES PARA RELACIONADAS COM FUMO: FUMO - ELEMENTOS BÁSICOS De uma forma geral, confine e controle os materiais para fumantes e divulgue sua política de fumo. ÁREAS DESIGNADAS PARA FUMAR (FUMÓDROMO): Muitas empresas designam áreas especiais para funcionários, clientes e visitantes fumarem. Confinando o fumo a uma área protegida específica, você ajuda a controlar o risco de incêndio e a minimizar o risco de perda. Isole as áreas designadas de locais perigosos e torneas seguras para o fim a que se destinam. Isso inclui a remoção de materiais combustíveis e mobiliários feitos de materiais incombustíveis ou com o menor numero possível de componentes combustíveis. PREVENÇÃO DE PERDAS

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RECIPIENTES DE LIXO ADEQUADOS (INCLUINDO CINZEIROS GRANDES E CESTOS METÁLICOS): A disponibilidade de recipientes seguros minimiza as chances de destinação perigosa a materiais de fumantes, como ocorre com uso de cestos de lixo. O pessoal de limpeza deve, também, ter o cuidado de esvaziar cinzeiros e outros recipientes com frequência e de forma a eliminar possibilidades de ignição. SINALIZAÇÃO DA POLÍTICA REFERENTE AO FUMO: Identifique claramente tanto as áreas proibidas como as áreas onde fumar é permitido. Além disso, os avisos devem comunicar o perigo de incêndio associado ao fumo em locais com conteúdo facilmente inflamável, como, por exemplo, "Processo Perigoso - Não Fume" ou "Materiais Combustíveis - Não Fume" POLÍTICA RELACIONADA COM O FUMO COMUNICADA A TODOS OS FUNCIONÁRIOS, EMPREITEIRAS E VISITANTES. Todos os funcionários e visitantes em sua em-presa devem ser informados das razões em que as restrições ao fumo. Ajude-os a compreender porque fumar é proibido em certas áreas e faça com que saibam onde podem fumar. Os funcionários serão mais responsáveis em relação ao seu próprio hábito de fumar e os demais entenderem as consequências potenciais de perdas. Um cigarro ou fósforo displicentemente jogado pode iniciar um incêndio passível de destruir a instalação e fazer que percam seus empregos. ELEMENTOS MONITORADOS: Além dos elementos básicos, a gerência deve ter certeza de que suas políticas funcionem. Se não funcionam, descubra o porquê e corrija a situação. Envolva os funcionários. Todos os elementos básicos mais:

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Revisão de relatórios periódicos de inspeção para verificar a conformidade. Gerentes de áreas onde forem encontradas infrações são responsáveis pelo desenvolvimento do um plano de ação corretiva para eliminar novas ocorrências. Relatórios periódicos de inspeção -podem indicar sinais de fumo encontrados n-uma área específica da instalação. O objetivo dessa informação por escrito não deve ficar e punir o culpado, e sim, a criação de uma base de dados que lhe indicará onde e quando ocorrem problemas.

Uma vez identificado o problema, você pode tomar providencias para resolvê-lo. ■ Por que pontas de cigarro sempre são encontradas neste canto? ■ Ele esta muito distante da área de fumantes? ■ A solução pode ser a simples colocação de um aviso indicando não se tratar de uma área onde fumar seja permitido. Reconhecimento, por parte da gerência, de que a política deve ser flexível, conforme as necessidades da força de trabalho (regras realistas com pausas para fumar). Os gerentes devem ser razoavelmente flexíveis considerando as necessidades dos fumantes. Infrações freqüentes da norma podem indicar que a norma não é razoável. Os intervalos dão tempo suficiente aos funcionários para irem até a área de fumantes, fumarem um cigarro e voltarem ao trabalho? Há um intervalo à tarde e outro de manhã? A política relacionada ao fumo deve ser revisada e atualizada periodicamente para assegurar que ela satisfaça as necessidades e condições normais da mão de obra de sua empresa.

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Apoio constatado dos funcionários e participação na política relacionada ao fumo: Funcionários que ajudam a elaborar a política relacionada ao fumo da empresa estarão mais aptos a apoiá-la e aderir a ela. Suas valiosas sugestões quanto à freqüência dos intervalos e a localização das áreas para fumar assegurarão uma política realista. Você pode também designar uma responsabilidade rotativa para a fiscalização da política relacionada ao fumo entre os funcionários. Ou, como alternativa, os seguintes elementos: Fumar não é permitido (desde que haja apoio dos funcionários) Muitas empresas eliminaram totalmente o fumo de suas instalações. Essa abordagem só é viável se apoiada por todos os funcionários ou requerida pelas autoridades locais. O risco de incêndio e, em alguns casos, leis governamentais podem influenciar os funcionários nesse sentido, mas a proibição de fumar pode ocasionar uma fadiga indevida em algumas pessoas, levando-as a burlar a norma procurando lugares escondidos, possivelmente impróprios, para fumar. Se a eliminação total do fumo não é viável em sua empresa, trabalhe ou procure um consultor de prevenção de perdas, para desenvolver um programa alternativo baseado nos elementos precedentes. ANÁLISE INICIAL: Na análise de suas instalações utilize o questionário a seguir, para avaliar a situação e para ajuda‑lo a decidir quais são as mudanças necessárias. Elementos Básicos: ■ Áreas designadas para fumar

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■ Recipientes de lixo adequados (incluindo cinzeiros grandes e cestos metálicos) ■ Sinalização da política referente ao fumo ■ Política relacionada com o fumo comunicada a todos os funcionários, empreiteira e visitante.
ELEMENTOS MONITORADOS:

Todos os elementos básicos mais: ■ Revisão de relatórios periódicos de inspeção para garantir conformidade. Gerentes de áreas onde forem encontradas infrações são responsáveis pelo desenvolvimento de um plano de ação corretiva para eliminar novas ocorrências ■ Reconhecimento, por parte da gerência, de que a política deva ser flexível, conforme as necessidades da força de trabalho (regras realistas com pausas para fumar). ■ Apoio constatado dos funcionários e participação na política relacionada ao fumo Ou: ■ Fumar não é permitido (desde que haja apoio dos funcionários)

Limite estas áreas. Esta ação vai inibindo estas pessoas de fumarem!

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Judicialmente é importante que esta placa seja afixada em algum ponto da fábrica. Para evitar discriminação!

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Acidente com soldador: ou do soldador? Porque nas investigações de acidentes o culpado é sempre o operário. Então qual frase caberia nesta conclusão?

Em 8 de junho de 2006, quinta-feira, por volta das 15h15, Valmir Genézio de Souza, 58 anos, morador na rua Edberto Celestino, no jardim Àgua Boa em Dourados, foi encaminhado para o Hospital Evangélico, após sofrer um acidente de trabalho. Causa Proprietário da oficina Souza, Valmir estava soldando um tambor de 200 litros. No momento da ação, o tambor continha uma quantidade de tinner (produto inflamável), que resultou em uma explosão. Vítima Teve abertura de crânio, ferimentos gravíssimos, traumatismo craniano e lesões generalizadas pelo corpo. . Comentário Quando existem atmosferas explosivas no interior de tanques, será necessário proceder à eliminação das mesmas antes dos trabalhos: os reservatórios devem ser atestados com água ou inertizados com um gás inerte (por exemplo, dióxido de carbono ou nitrogênio). O tambor vazio ou quase vazio, o vapor residual de uma pequena quantidade de líquido é suficiente para preencher o tambor com uma mistura explosiva de ar e de vapores inflamáveis. Consequentemente, os tambores quase vazios podem ser significativamente muito mais perigosos do que os tambores que estão cheios. Em geral o trabalhador supõe que o risco de um tambor quase vazio é inferior do que um tambor cheio.

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Porque o risco real ―está oculto‖, é essencial que os tambores de líquidos inflamáveis advertem com ―destaque‖ o alto risco de explosão de um tambor parcialmente vazio. Os avisos adicionais em relação ao corte ou soldagem são necessários, assim como instruções para evitar todas as fontes de ignição e manter o tambor fechado completamente. Quanto ao treinamento de empregado sobre os riscos de tambores quase vazios podem ser úteis, todos os tambores usados, frequentemente, podem encontrar-se em mãos de empregados não treinados ou de terceiros. Isto reforça a necessidade para etiquetagem adequada e chamativa, isso vai além dos avisos usuais para líquido inflamável. Em geral, a pessoa leiga não treinada acredita intuitivamente que menos liquido inflamável significa menos risco, quando o oposto é verdadeiro. Este caso envolve as seguintes normas e recomendações; ·Comunicação de Riscos ·Norma de líquidos inflamáveis ·Fatores humanos – treinamento ·Manual de Produtos Químicos ·Etiqueta de aviso de perigo Finalidade da Comunicação de Riscos ·Identificação dos riscos ·Procedimentos de segurança para trabalhar com produtos químicos ·Procedimentos de comunicação de riscos ·A Importância das Etiquetas de Identificação /Etiqueta de alerta ·Equipamentos de Proteção Individual ·Reação a uma Emergência

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·Riscos Químicos e Como Controlá-los ·FISPQ – Manual de Produtos Químicos Empilhadeiras - Mantendo operadores seguros Segundo a OSHA – órgão norte-americano para normas de segurança no trabalho – somente programas regulares de treinamento, reciclagem e supervisão criam uma consciência de segurança nos operadores de empilhadeiras. Suas recomendações são válidas no Brasil também. Atenção especial a operadores novos e recém-qualificados Operadores novos e recém‑qualificados de empilhadeiras merecem supervisão especial. Mesmo tendo concluído seu curso, eles podem operá-las de modo inadequado. Quando possível, deve-se nomear um ou mais supervisores que tenham passado pelo mesmo curso de treinamento (mesmo que não atuem como operadores) para garantir a observância estrita das regras básicas de segurança. O motivo é simples: o programa de treinamento e os testes de aprendizado podem garantir que o operador sabe como ser seguro, mas somente uma supervisão competente comprova que ele realmente aplica o que aprendeu. Muitos consideram uma supervisão competente até mais importante que o próprio treinamento. Reciclagem para os infratores e mudança de condições de trabalho Recomenda-se uma reciclagem quase imediata para operadores que se mostram menos atentos à segurança ou para aqueles envolvidos em acidentes ou incidentes. O mesmo vale nos casos de mudança nas condições de trabalho, com a chegada de novos modelos de empilhadeiras ou a alteração nas próprias condições de movimentação e transporte de cargas. Reavaliação de operadores

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Todo operador deveria ser reavaliado a cada três anos. O ideal é repetir o treinamento original. Com o tempo, alguns tópicos de segurança enfatizados durante o treinamento tendem a ser deixados de lado. Entre eles, destacam-se as docas. Elas são um dos locais mais perigosos para os envolvidos em operações com empilhadeiras: não só os operadores como aqueles que trabalham próximo. Programa de treinamento Um programa de treinamento apropriado deve incluir a utilização correta dos ―niveladores‖ das docas, dos dispositivos de bloqueio dos veículos de transporte, a inspeção das carretas e outros recursos adicionais de sinalização e segurança. Mantendo a forma A operação de empilhadeiras deve ser limitada à sua área de trabalho, o que vale também para os operadores. Quem não opera regularmente uma empilhadeira não deve ser autorizado a utilizá-la, mesmo numa situação emergencial. Permitir que alguém suba numa empilhadeira algumas vezes ao ano é correr o risco de um acidente. O certo é fazer com que operadores de reserva se mantenham em forma, operando as empilhadeiras. em períodos regulares. O ideal é que não só eles como todos os envolvidos em operações de armazenagem e docagem passem pelos cursos normais de treinamento. Condições de segurança do ambiente de trabalho Uma empilhadeira não deve trafegar em áreas onde não é necessária e nunca deve ser tratada como veículo de transporte. Não se pode, por exemplo, justificar a presença de uma selecionadora de pedidos numa área de docagem e tampouco de uma máquina para carregar caminhões em corredores estreitos. O uso de equipamentos de segurança pelo operador – quando sentado – ou dispositivos de retenção quando sobre uma

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selecionadora de pedidos são imperativos que devem ser observados com rigor. A supervisão é especialmente importante nesses casos, pois muitos operadores não gostam de se sentir ―amarrados‖. É por isso que devem ser alvo de uma atenção especial. Outros itens de segurança fundamentais: a manutenção preventiva dos equipamentos, dos niveladores de docas e de outros equipamentos correlatos, bem como a limpeza e remoção de obstáculos nos corredores (que devem ser claramente identificáveis por faixas pintadas no piso). Recomenda-se ainda que sejam instaladas barreiras de proteção próximas às bordas das docas e em outras áreas de risco para a proteção tanto dos operadores como dos pedestres mais próximos.

Celular explode quando era recarregado
A bateria de um celular Motorola explodiu na terça-feira, 20 de setembro de 2007, enquanto carregava. O telefone era da hoteleira Ana Cristina Harumi Oda, que ouviu a explosão após colocar o aparelho -modelo V3- para carregar, no hotel onde trabalha no Morumbi (zona oeste). Ela tinha colocado o celular para carregar por volta das 10h30 e, cerca de 50 minutos depois, aconteceu o acidente. "Todos no andar onde eu trabalho ouviram a explosão." O celular estava em chamas. O fogo não atingiu o recarregador, que ficou intacto. Mas a perda foi grande por causa do cartão de memória do celular. ―O chip derreteu‖, disse Ana Cristina. Vítima Ninguém ficou ferido. Ana Cristina disse que costuma colocar o aparelho para carregar em casa ou nas tomadas do hotel onde trabalha e nunca teve problema. O celular estava carregando havia 45 minutos a um metro de onde ela estava na única tomada que também recarrega os aparelhos dos outros funcionários da sala. . Ela garante que, apesar de a bateria não ser nova, está dentro da validade, é original e nunca é recarregada por

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mais de três horas. ''Ele estava em condições ótimas, eu nunca esperava isso.'' Uma equipe do hotel verificou as tomadas e não constatou nenhuma irregularidade. Motorola: alô motor!!!!! O telefone danificado foi entregue à Motorola, que deu um celular do mesmo modelo para a hoteleira.Segundo a assessoria de imprensa da Motorola, o aparelho já foi encaminhado à perícia para definir se as causas do acidentes envolveram defeito no produto, uso inadequado ou irregularidades na instalação elétrica. ''É prematuro especular sobre as causas do incidente até que se tenha um laudo técnico'', informa a nota oficial. Histórico de acidentes: Em 2004, seis aparelhos da Motorola foram danificados em acidentes parecidos em um período de cinco meses. Cinco aconteceram no Interior de São Paulo. O último foi em dezembro daquele ano, em Brasília. De acordo com a empresa, em três casos, a perícia mostrou que houve uso incorreto, sobrecarga da rede elétrica ou bateria falsificada. No ano passado foram pelo menos dois casos no interior do estado. Em abril, um aparelho explodiu durante a recarga e deixou uma pessoa ferida em Rio Preto. Em Araras, um aparelho explodiu dentro do bolso de uma adolescente. Cuidados no recarregamento: Para muita gente é impossível viver sem o celular. E a rotina de usar, de recarregar e de guardar é tão no automático, que não dá tempo de parar e adotar cuidados básicos para evitar problemas. ■ Capas de plástico esquentam o aparelho e bloqueiam a ventilação.

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■ Evitar o carregamento de baterias durante o período noturno ou de madrugada, no quarto ou sala. Em caso de um imprevisto, explosão, poderá haver principio de incêndio (local com material combustível, tecidos, madeiras, etc) ou fragmentos que poderão atingir pessoas, principalmente, quem tem costume deixar a bateria em carregamento no criado mudo, próximo a cama. Dicas de Bateria - Motorola A vida útil da bateria depende da rede, da intensidade do sinal, da temperatura, das funções e dos acessórios utilizados. ■ Sempre utilize baterias e carregadores de bateria Motorola Original. A garantia não cobre danos decorrentes do uso de baterias e/ou carregadores que não sejam da Motorola. ■ Baterias novas ou guardadas por muito tempo podem demorar mais tempo para carregar. ■ Carregue a bateria em um local com temperatura ambiente. ■ Ao armazenar a bateria, mantenha-a descarregada em um local fresco, escuro e seco. ■ Nunca exponha as baterias a temperaturas inferiores a -10°C ou superiores a 45°C. Sempre leve seu telefone com você ao sair do carro. ■ É normal as baterias ficarem cada vez mais fracas e exigirem um tempo de carga maior. Se notar Alteração na vida útil da bateria, provavelmente este seja o momento de comprar uma nova. Fontes: SPTV2 – 19 de setembro de 2007 e Folha de São Paulo - São Paulo, 20 de setembro de 2007 Comentário:

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Existe muita controvérsia sobre explosões de baterias entre os fabricantes e consumidores. Mas um fato é real, as explosões são constatadas em diversos modelos dos fabricantes, com danos materiais e/ou danos físicos (ferimentos leves ou graves) aos consumidores atingidos por essas ocorrências. Se houve ou não utilização inadequada dos aparelhos ou de baterias não aprovadas pelos respectivos fabricantes, porém, a maioria dos manuais dos fabricantes não alerta sobre o risco de explosão e suas conseqüências. ACCA

Ônibus com bactérias são ameaça a passageiros em SP Os ônibus que circulam em São Paulo são uma ameaça à saúde dos passageiros. Um estudo feito pela Faculdade de Medicina da Santa Casa mostrou que há uma grande quantidade de bactérias acumuladas nos locais onde as pessoas seguram-se. Concentração elevada de microrganismos Para recolher as amostras de resíduos nos ônibus, os médicos da Santa Casa usaram algodão. Os pesquisadores da Santa casa identificaram pelo menos 15 tipos diferentes de microorganismos, dos quais seis são mais comuns e perigosos, como os coliformes fecais. O

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que mais chamou a atenção foi a concentração encontrada: ela é dez mil vezes acima da considerada aceitável.

Todos os ônibus pesquisados tinham bactérias
No laboratório, ficou constatado que todas as 120 amostras coletadas em 40 ônibus tinham bactérias. Segundo os médicos, as bactérias que ficam nas mãos dos passageiros podem chegar aos alimentos e provocar infecções intestinais, se não forem lavadas. Importância da higiene das mãos A limpeza frequente dos veículos com álcool reduz as chances de contaminação, mas a higiene das mãos é essencial para evitar problemas de contaminação. ―O mais importante para a população é ter a consciência de que lavar as mãos é muito importante. Só assim, será possível eliminar todas as bactérias‖ diz a coordenadora da pesquisa, Alessandra Navarini. Fonte: O Globo Online – 21 de setembro de 2007 Comentário: Imagina uma pessoa saindo de um desses ônibus pesquisados, encontra os amigos, cumprimenta-os e vão tomar um cafezinho rápido para trabalhar? Ou vai direto para empresa trabalhar, cumprimenta os amigos? As mãos são transportadoras de micróbios invisíveis? Como não vemos, achamos natural não lavar as mãos. Lembro que trabalhei numa empresa, que a diretoria mandou uma circular interna para todos funcionários sobre higiene pessoal. E um dos tópicos recomendava lavar as mãos após o uso do banheiro. Mas os funcionários acharam um absurdo essa recomendação, pois considerava natural lavar as mãos após o uso do banheiro, mas na prática não é bem isso que acontece. Veja o caso da pesquisa dos ônibus.

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Importância de lavar as mãos;
■ Lavar as mãos é o procedimento mais prático para prevenir a contaminação cruzada (pessoa a pessoa). ■ O ato de lavar as mãos (transporta vírus, fungos e bactéria)s com água e sabão antes de manipular os alimentos muitas doenças seriam evitadas. ■ Uma medida tão simples como a lavagem das mãos tem grande importância em saúde pública. Quando você deve lavar suas mãos? ■ Chegando ao trabalho ■ Após utilizar o banheiro ■ Após fumar ■ Após espirrar ■ Após comer ou beber ■ Antes de mexer com comida, especialmente quando esta já está pronta para comer, como saladas e sanduíches. ■ Após mexer com lixo ■ Após lidar com equipamentos, pratos ou utensílios sujos. ■ Após tocar em carne crua, aves e peixes. Se você analisar dentro dos ônibus especialmente nos balaústres e partes fixas dos veículos são lisas e às vezes até parecem que estão impregnadas com cola de tanta sujeira. Será que nos laudos para motoristas, PPP, LTCAT e outros estão evidenciados que os mesmos estão expostos a riscos biológicos? . Já encontrei coliformes fecais e outras bactérias em balaústres de ônibus.

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O teste foi feito em 2004 na cidade de São Paulo. Pedi para que uma pessoa fosse de ônibus e durante o percurso da viagem o fizesse de pé e segurando-se nos balaústres. Ao chegar a casa lavasse as mãos numa pequena quantidade de agua, em seguida coloquei aquela agua dentro de um vidro fechado e coloquei dentro desta agua alimento em abundancia para alimentar os bichinhos fechei o recipiente e mantive fechado por 48 horas. O resultado positivo seria: se o liquido ficasse amarelo seria positivo: se a agua não mudasse de cor estaria normal. No final do prazo o liquido ficou amarelo. Fui obrigado a descartar como resíduo sólido.

Este risco aumenta de região para região. Será que esses profissionais fazem exames médicos periódicos de acordo com estes riscos.? E na hora da alimentação como eles fazem para comer? Já observou o self service. Todo mundo pega nqueles utensílios de denominações diferentes variados de estado para estado. Serve para tirar a comida das vasilhas e ser colocada nos pratos. As pessoas uam sem lavar as mãos imaginem os níveis de contaminações.

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Desastres naturais em 2007, já afetaram 117 milhões de pessoas.

Apenas no decorrer deste ano, 117 milhões de pessoas em todo o mundo foram vítimas de cerca de 300 desastres naturais, incluindo secas devastadoras na China e na África e inundações na Ásia e na África, num prejuízo total de US$ 15 bilhões. Foto - Seca atingirá duas em cada três pessoas em 2025 Os números do impacto global das mudanças climáticas foram apresentados em 13 de agosto de 2007, pela ONU durante a World Water Week, a conferência mundial sobre água que reúne em Estocolomo, na Suécia, representantes de 140 países e organizações internacionais. Mudanças climáticas A subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora-executiva do programa Habitat da ONU, Anna Tibaijuka alertou que a oferta de água corre sério risco e que os impactos mais severos deverão ocorrer principalmente nos países em desenvolvimento. Grande parte dos países menos desenvolvidos já enfrenta períodos incertos e irregulares de chuvas, e as previsões para o futuro indicam que as mudanças climáticas vão tornar a oferta de água cada vez menos previsível e confiável. Escassez de água "Economizar água para o futuro não é, portanto, lutar por um objetivo distante e incerto. As tendências atuais de exploração, degradação e poluição dos recursos hídricos já alcançaram proporções alarmantes, e podem afetar a oferta de água num futuro próximo caso não sejam revertidas. Ressaltou ainda que a água vai ser a questão dominante da agenda global neste século. A ONU estima que 20% da população

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mundial em 30 países já sofra com a escassez de água‖, disse subsecretária-geral da ONU. Explosão urbana e escassez de água Segundo previsões da Unesco, 1,8 bilhão de pessoas podem enfrentar escassez crítica de água em 2025, e dois terços da população mundial podem ser afetados pelo problema naquele ano. ―O crescimento explosivo das populações urbanas é também causa alarmante da ameaça global de escassez de água no mundo. Neste ano a porcentagem da população mundial que vive em centros urbanos vai pela primeira vez na história ultrapassar os 50%, provocando uma enorme pressão sobre a demanda de água‖, advertiu Tibaijuka. Desperdício de água: É preciso acabar com o desperdício de água. Quase a metade da água usada para abastecer as cidades é atualmente perdida devido a desperdício e negligência na manutenção das redes de abastecimento. Falta de água potável e de saneamento básico Uma das metas do Milênio da ONU é reduzir à metade o número de pessoas sem acesso a água potável e saneamento básico até 2015. Mas a apenas oito anos do cumprimento do prazo, os organizadores da conferência mundial da água alertam que um bilhão de pessoas ainda são afetadas pela falta de água potável, e mais de 2,4 bilhões não possuem saneamento básico. Fonte: BBC Brasil - 13 de agosto de 2007 Quarta-feira, Setembro 26, 2007 Seca faz saltos das Cataratas do Iguaçu sumirem A longa estiagem na bacia do Rio Iguaçu está fazendo com que a vazão das Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, diminua a cada

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dia. Ontem o volume de água chegou a 470 mil litros por segundo. Normalmente, a vazão de água é de 1,5 milhão de litros por segundo. Alguns dos 275 saltos quase desapareceram, e, em outros, há apenas filetes de água, uma imagem bastante diferente daquela que o turista está acostumado a ver.

Mulher transportava gasolina em vagão do metrô
Uma mulher deixou cair gasolina dentro do vagão de um trem do Metrô de São Paulo na Estação da Sé, uma das mais movimentadas do sistema. O incidente ocorreu na manhã de quinta-feira, 27 de setembro, quando a composição seguia na Linha Azul em direção ao Tucuruvi, na Zona Norte da Capital. Derramamento do combustível no vagão Devido ao movimento do trem, o combustível acabou caindo e provocou um forte cheiro no vagão, causando transtornos aos outros usuários. Retirada da mulher e combustível Agentes do Metrô foram chamados e retiraram a mulher que transportava a gasolina e os outros passageiros.

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Motivo Ela contou aos funcionários que havia acabado o combustível de seu carro e que achou que poderia transportar a gasolina em pleno Metrô de São Paulo para socorrer o veículo. Segundo a empresa, o sistema não foi afetado. Fonte: G1 – 27 de setembro de 2007 Comentário: Já presenciei em vagões do Metrô, pessoas transportando mercadorias volumosas ou canalização de PVC. São mercadorias que apresentam riscos em caso de acidente ou colisão. Agora, o setor de segurança do Metrô e câmaras não consegue detectar uma pessoa transportando líquido inflamável (gasolina), que poderia resultar num desastre de grandes proporções. Imagina um incêndio em um dos vagões do Metrô durante o percurso em túneis. Estavam faltando apenas às condições ótimas para que o desastre possa ocorrer já presente a gasolina, faltando apenas o elemento ativador. Lembrando o episodio do desastre do avião da TAM, o Metrô tem seu pino travado do reverso que seriam as mercadorias transportadas pelos usuários, algumas de alto risco, cujo setor de segurança não tem percebido e analisado bem a potencialidade dessas mercadorias durante eventual desastre. Mercadorias volumosas que ocupam espaços em vagões ou objetos metálicos ou de plásticos, tipo barras, líquidos inflamáveis deveriam ser fiscalizadas e proibidas no metrô. ACCA.

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Irresponsabilidade mútua: Onde ela terá adquirido este produto; Qual a real finalidade do transporte deste material; Produto perigoso não deve ser comercializado assim é como se fosse uma arma qualquer. Já analisou o risco? Se eu comprar para fazer o quê. Emfim!

Japonesa é picada por escorpião ao provar calça jeans.
A mulher foi até à loja Fashion Center Shimamura, na cidade de Nagoya em Okinawa, Japão, para comprar uma calça. Quando provava uma calça jeans sentiu uma dor no joelho direito e quando colocou a mão para sentir o que tinha causado a dor, tomou uma segunda picada no dedo, por um escorpião que estava escondido na calça. A mulher teve de ser hospitalizada por cinco dias, mas não correu risco de vida. Funcionários da prefeitura capturaram o escorpião e disseram que apesar de ele ser venenoso, não é letal. As Calças vieram da China Funcionários da loja disseram que as calças vieram da China e que seria improvável que o escorpião tenha se alojado ali por causa dos produtos químicos utilizados no processo de secagem do jeans. ―Vamos investigar o caso para ter certeza que ele não se repita‖, disse um empregado da loja ao jornal japonês.

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Produto armazenado em locais sem especificações. Já houve casos de pessoas que adquiriram câncer por usar roupas intimas contaminada com pérfuros.

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Depósito explodiu em Buncefield

Em 11 de dezembro de 2005, às 6 h, domingo, uma mega explosão no depósito de Buncefield, um grande terminal de distribuição de combustível, que armazena óleo, gasolina e querosene, foi ouvida a 322 km de distância. Local: O deposito de combustível de Buncefield está localizado em Hemel Hempstead, situado aproximadamente 24 km a noroeste de Londres. O depósito é o quinto maior no Reino Unido e de importância estratégica para operação de diferentes companhias. O deposito recebe gasolina, combustível de aviação, diesel e outros combustíveis por oleoduto. Os combustíveis são armazenados e distribuídos por oleodutos e caminhões tanques. O deposito de Buncefield antes do incidente tinha participação de 8% da distribuição de derivados de

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petróleo no Reino Unido e de 40% de combustível de aviação no aeroporto de Heathrow. Conseqüências da explosão: A explosão quebrou vidraças/vidros em residências situadas a 3 km de distância, destruiu área industrial circunvizinha, incluindo colapso total ou parcial de numerosos edifícios comerciais. Vítimas: Cerca de 40 pessoas ficaram feridas na explosão, mas ninguém sofreu ferimentos graves ou fatais. Acionamento do Corpo de Bombeiros Às 6 h 02 min o centro de controle de serviços de combate contra incêndio e salvamento de Hertfordshire recebeu a primeira das sessenta chamadas sobre o incidente. Outros centros da vizinhança receberam mais de cento cinqüenta chamadas. O oficial em comando declarou a ocorrência como ―incidente grave‖ apenas oito minutos após a sua chegada ao local. Chegada das equipes de bombeiros no local do incidente As primeiras equipes confrontaram com um cenário de destruição generalizada, abrangendo vários quilômetros quadrados. Foi descrito como o maior incidente na Europa no tempo de paz. Encontraram vinte tanques em chamas, elevando-se a 60 m de altura, acompanhada de uma nuvem negra, densa, deslocando-se em direção sudeste. Explosão destruiu equipamentos estratégicos de controle do depósito A explosão destruiu o centro de controle do deposito, a casa de bomba de água de emergência e interrompeu completamente as estradas limítrofes. A intensidade do fogo interrompeu o acesso a dois dos três sistemas de abastecimento de água de emergência. Plano de combate ao fogo

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O plano preliminar seguiu as diretrizes e concentrou-se no maior depósito em chamas, atacando com concentrado de espuma, água e equipamento gerador de espuma, armazenados no local para uso imediato das equipes locais. Bombeiros já conheciam e foram treinados no local As equipes de Hertfordshire receberam treinamento no local utilizando os equipamentos disponíveis, mensalmente, durante os últimos seis meses. Comando Geral do Incidente Foi instalado o comando de incidente de grandes proporções na central de polícia de Hertfordshire. Os serviços de emergência no Reino Unido operam por meio de uma estrutura de comando dividido em Ouro, Prata e Bronze. O comando Ouro equivale ao estratégico, isto é, localizado fora do local do incidente. O comando Prata é equivalente ao tático, opera as unidades de comando no local e o comando Bronze opera na linha de frente. Durante os cinco dias seguintes os principais oficias de Hertfordshire revezaram no comando Ouro (estratégico) e também para garantir a presença de um deles no local do incidente. Combate inicial ao fogo Foi necessário conduzir o incidente em diversas fases, tais como; 1) Em primeiro lugar foi conduzida as operações de busca e salvamento em diversos edifícios colapsados e danificados; 2) Oito viaturas de combate contra incêndio e recursos aéreos permaneceram no local (apoio) enquanto decorriam as operações de busca e salvamento;

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3) Enquanto decorriam as operações de busca e salvamento foi necessário estabelecer cortinas d‘água para resfriamento e proteção dos tanques que ainda não foram afetados pelo fogo Preocupação com o meio ambiente: O comando estratégico (Ouro) começou a discutir as questões ambientais e de saúde em conseqüência do incêndio, incluindo o comportamento da fumaça e também a possibilidade que o incêndio prolongasse por até nove dias. A análise da fumaça (plume, semelhante ao formato de uma fumaça cônica invertida) através da modelagem, baseada em simulação de computador, sugeria que a movimentação da fumaça poderia atingir o continente europeu, principalmente França, Bélgica e Luxemburgo em vinte quatro horas. Devido ao problema da fumaça e suas consequências o comando estratégico decidiu combater ao incêndio ativamente em vez de deixar que se queimassem até a sua extinção (método tradicional de combate). Vizinhança: Os bombeiros aconselharam os moradores que ficassem em suas casas e escutassem as informações de rádio e TV local sobre o desenrolar do incêndio. Devido a possíveis efeitos da poluição as aulas foram suspensas por dois dias em duzentos e cinquenta escolas. Recursos adicionais de equipamentos de combate contra incêndio. Com a decisão de combater ao fogo, o comando estratégico identificou as necessidades de suprimentos e encomendou; 1) grande quantidade de espumas 2) bombas de grande vazão, de quase 8.000 l/min, usando mangueiras de 15 cm (seis polegadas) Movimentação de veículos e estradas

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Na primeira fase a auto-estrada M1 vizinha do local ficou fechada por 12 h. Foi reaberta na noite de sábado. A auto-estrada M10 também ficou fechada nas primeiras horas para ser usada como área de manobra de viaturas de incêndio e de serviços de salvamento. A reabertura completa da auto-estrada M1 tornou-se objetivo principal do governo devido à proximidade do Natal e foi liberada na manhã de domingo, 17 de dezembro. Delimitação de zona de segurança O comando estabeleceu uma zona de exclusão aérea em uma área de 16 km de altura e perímetro de 1,6 km para proteção ao tráfego aéreo e excluir os helicópteros da mídia. Essa zona de exclusão teve ser reforçada na sexta-feira de manha, quando os helicópteros da mídia começaram a aproximar-se do local e afetando a camada de espuma utilizada para prevenir a reignição. Plano tático: O vice-comandante comandou uma equipe que incluía; bombeiros profissionais da indústria de petróleo, peritos técnicos, gestores do local, oficiais bombeiros de Hertfordshire e outras autoridades locais. Essa equipe decidiu lidar com o fogo em quatro fases; A primeira fase de operação seria isolar os incêndios e proteger os tanques intactos por meio de cortina d‘água. As demais fases iriam trabalhar progressivamente nos demais tanques e também garantir a manutenção das camadas de espuma já colocadas. O ataque passaria de um tanque para outro, deixando o maior tanque com incêndio para ser atacado por último. O plano devia ser flexível para lidar com incêndio de diques, reignições, colapsos de tanques e alimentação de incêndios provocados pelo calor e pressão.

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Disponibilidade de água: A única fonte de água disponível era um pequeno lago, distante 1,8 km, que necessitava de construção de uma estrada provisória para acesso ao local e permitir que o barco de salvamento de Hertfordshire colocasse as bombas. A estrada provisória foi construída e foram montadas 14 bombas de grande vazão com ajuda de guindastes. O plano de combate exigiria 32.000 l/min de água e 1.200 l/min de concentrado de espuma. Houve também solicitação de instalação de iluminação na área por holofotes. Isso exigiu logística extraordinária para abastecer a linha de frente de combate ao fogo.

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Rompimento e explosão do gasoduto Brasil-Bolívia em Gaspar (SC)

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Um deslizamento de terra no Km 41,5 da BR-470, em Gaspar, provocou, por volta das 4h da madrugada de sábado, 23 de novembro de 2008, o rompimento e explosão da tubulação da rede de distribuição de gás, Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGás). A rodovia ficou interditada Moradores ficaram assustados Moradores da região se assustaram com uma explosão no local. Uma casa dividida por duas famílias foi totalmente destruída pelo fogo. As seis pessoas que estavam na residência saíram antes que o fogo tomasse conta. Ninguém ficou ferido. O relógio despertou 3h40min para eu ir fazer a matrícula do meu filho. Só deu tempo de acordar todo mundo e sair correndo, disse a costureira Isabel Will, 40 anos, uma das moradoras. Fotos - A hipótese mais provável para a explosão 1-Com a chuva a terra cedeu, pressionando a tubulação de gás, que rompeu. Uma cratera se abriu na BR-470 2- Uma nuvem de gás subiu e entrou em contato com a fiação elétrica, provocando a explosão e o incêndio de uma casa. Causa provável A hipótese mais provável, segundo a coordenação da base operacional da SCGás no Vale do Itajaí, é de que o gás que escapou no rompimento da tubulação entrou em contato com fios da rede de energia elétrica que passa no local, causando a explosão. Um clarão no céu O empresário Gervásio Junkes estava na garagem de casa, a 200 metros do local do incêndio, quando ouviu a explosão.

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– Pensei que tivesse caído um avião. Deu um clarão e passou um facho de luz sobre os meus pés. A Sprinter tremeu – contou Junkes. Uma cratera foi aberta No local do deslizamento de terra, abriu uma cratera de pelo menos 20 metros de profundidade por 100 metros de comprimento. Um veículo que estava no acostamento no momento do deslizamento foi engolido pela cratera. Segundo moradores, o motorista deixou o carro no local para ir ver a casa que estava incendiando. Casas destruídas As duas famílias que perderam a casa no incêndio estão abrigadas na casa de parentes em Gaspar. O presidente da SCGás garante que elas serão indenizadas com uma casa nova. Fornecimento de gás interrompido automaticamente Segundo o presidente da SCGás, Ivan Ranzollin, assim que ocorreu o rompimento na tubulação, as válvulas de segurança foram automaticamente acionadas para cortar o fornecimento de gás, evitando uma tragédia maior. Diariamente passam pela tubulação 200 mil metros cúbicos de gás. Fornecimento de gás interrompido na região Em razão do incidente, o fornecimento de gás está suspenso em Gaspar, Blumenau, Timbó, Pomerode e Indaial. Tráfego interrompido O tráfego entre Blumenau e Gaspar pela rodovia está interditado nos dois sentidos. O Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) informou que a recuperação deve começar assim que o tempo melhore. Jornal de Santa Catarina - Blumenau, 24 de novembro de 2008. Edição nº 11477

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Gasoduto
O gasoduto Bolívia-Brasil tem 3.150 km de extensão. Os Estados em que a rede de dutos passa são responsáveis pelo consumo de 71% da energia do país. A transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil SA (TBG) é responsável pela operação do empreendimento em solo brasileiro.

Conseqüência do rompimento e explosão Foi suspenso o fornecimento de gás no Vale do Itajaí e para o Rio Grande do Sul. Reparo da tubulação A previsão para a conclusão das obras de reparo no trecho do gasoduto Brasil-Bolívia rompido na região de Gaspar, em Santa Catarina, é de 21 dias - mas, para isso, é preciso que o tempo melhore na região. De acordo com o governo do estado, a Petrobras e a Transportadora Brasileira Gasoduto Brasil-Bolívia (TBG) entraram em contato com as distribuidoras de gás natural SCGás e Sulgás, que abastecem os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, para garantir um plano de contingência para o fornecimento de 30 mil metros cúbicos/dia, volume suficiente para atender os serviços essenciais, como residências, hospitais e comércio, durante o período da obra. Juntamente com o reparo do trecho afetado, a TGB inspeciona todo o trecho sul do gasoduto para avaliar a integridade do ramal e evitar novas ocorrências. Dificuldade de acesso ao local De acordo com o governo do estado, o acesso ao local para os reparos necessários só pode ser feito por via aérea, incluindo o

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transporte de equipamentos e equipe técnica. Além da TBG, a Petrobras disponibilizou técnicos e equipamentos para que a situação seja normalizada rapidamente. Cinqüenta funcionários da TGB estão diretamente envolvidos nos trabalhos, e outras 50 pessoas de empresas fornecedoras e profissionais do Sistema Petrobras também participam da operação. Serão utilizados helicópteros, escavadeiras, geradores, carretas de iluminação, tubos, máquinas de solda, bombas de sucção, além de outros materiais necessários. Desvio provisório A fim de atender e minimizar o prazo de reparos no trecho do gasoduto afetado será realizado um desvio no duto de aproximadamente 300 metros de comprimento, adotando-se todas as medidas necessárias de segurança da operação. Para que o cronograma seja cumprido, é fundamental a melhoria das condições climáticas na região. Fornecimento para outros estados O fornecimento de gás para os estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná está normal. Impactos na região Santa Catarina Entre 46 municípios catarinenses atendidos pela SCGás, apenas seis mantinham o suprimento, no norte do Estado. A indústria de cerâmica é uma das mais prejudicadas pelo corte. O combustível é entregue a 75 postos de gás natural veicular e a cerca de 130 indústrias. Prejuízos das indústrias cerâmicas de Santa Catarina A indústria cerâmica catarinense amarga prejuízos da ordem de R$ 7 milhões por dia (US$ 3,2 milhões), aponta estimativa da Fiesc

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(Federação da Indústria do Estado de Santa Catarina). O Estado de Santa Catarina consome 1,7 milhão de metros cúbicos de gás natural por dia. O presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Criciúma e Região Sul (Sindiceram), diz que apenas na região é prejuízo é de R$ 4,1 milhões (US$ 1,87 milhões) por dia parado e afirma que dos 5,1 mil empregados do setor no Sul de SC, 4 mil já estão em licença remunerada. Ele lembra que além dos 21 dias para conclusão da obra, as indústrias precisarão de outros cinco dias para religarem os fornos e retomarem o trabalho. Rio Grande do Sul A Sulgás suspendeu inicialmente o fornecimento ao segmento veicular. Na segunda-feira, 25 de novembro, partir das 17h, ampliou a suspensão para os clientes industriais e de serviços. São 515 clientes que operam com gás natural Fontes: Jornal de Santa Catarina – 24 de novembro de 2008, Zero Hora – 25 e 26 de novembro de 2008, Globo Online – 25 de novembro de 2008, Diário Catarinense - 27 de novembro de 2008. A filmagem foi feita à aproximadamente a 15 quilômetros (Blumenau) do local da explosão. Comentário A explosão em um duto do gasoduto Brasil-Bolívia em Gaspar (SC) mostra a fragilidade do sistema de gás natural que não há alternativa de fornecimento de gás. O correto seria a construção de um terminal de gás (plano de contingência) que permite a importação de gás natural por navio, diversificando as fontes de abastecimento. As empresa que substituíram as caldeiras à óleo por gás foram as mais prejudicadas, pois não há opção de geração. Outras que

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deixaram as caldeiras á óleo como opção estratégica (o fornecimento de gás não é totalmente confiável, grande parte vem da Bolívia) ou como plano de contingência em caso de emergência não estão tendo problemas. Em geral as indústrias sempre acham alternativas para geração, mas com maiores despesas ou custos. Entretanto o comercio não há alternativa, pois o desabastecimento é completo. Marcadores: explosão, Gás natural Terça-feira, Novembro 25, 2008 Irmãos morrem afogados na praia No domingo, 23 de novembro de 2008, início da manhã, por volta das 7 horas, o ônibus de excursão de Carapicuíba, município da Grande São Paulo, chegou à praia José Menino em Santos, na Baixada Santista. Os pais dos meninos pediram que Luiz Henrique, 14 anos, tomasse conta dos irmãos, João Marcos Oliveira, 8 anos, e Henry Oliveira, de 11 anos e uma amiga de 7 anos e não entrasse no mar e era a primeira vez que as crianças viam o mar. No entanto, três entraram na água.
Afogamento

A água empurrou e a gente caiu. Comecei a bater na água, subiu um por cima do outro. Quando vi, já estavam longe - diz Henry Oliveira, irmão de João Marcos e Paulo Henrique. Quando viu as crianças se afogando, Paulo Henrique Souza Oliveira, de 14 anos, entrou para salvar os irmãos. João Marcos chegou a ser retirado da água com vida, mas morreu antes de chegar ao hospital. Gerciane foi resgatada em estado grave e está internada na Santa Casa de Santos. Luiz Henrique Souza Oliveira permanece desaparecido Guarda-vidas

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"O guarda-vidas estava pegando o serviço. Ele entraria às 8 horas, mas chegou antes e conseguiu retirar os dois do mar, o outro afundou", disse o tenente. Cinco homens do Corpo de Bombeiros trabalharam nas buscas pelo adolescente, de 14 anos, até o anoitecer com o apoio de uma lancha e de um bote. Corpo aparece: O corpo do garoto de 14 anos apareceu por volta das 8 h de segunda-feira, 25 de novembro, perto do emissário submarino. Foi retirado do mar pelos bombeiros, que informaram que ele estava preso nas pedras. Salva vidas "O guarda-vidas estava pegando o serviço. Ele entraria às 8 horas mas chegou antes e conseguiu retirar os dois de oito anos do mar, o outro afundou", disse o tenente do Corpo de Bombeiros Carlos Silva Cinco homens do Corpo de Bombeiros trabalharam nas buscas pelo adolescente, de 14 anos, até o anoitecer com o apoio de uma lancha e de um bote.

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Aproximadamente 80% das empresas que dizem estar implantando o 5S, na prática estão implantando um programa de ordem e limpeza. Das 20% restantes, 90% se limitam a implementar apenas os três primeiros ―S‖. Descubra em qual destes indicadores a sua empresa se encontra. Desde que o 5S aportou no Brasil, no final dos anos 80, muitas empresas aderiram ao programa, algumas em função de modismos, outras para utilizá-lo como base para outras ferramentas gerenciais. Da mesma forma que ocorre com a importação de tantas outras metodologias de origem japonesa, que não são devidamente compreendidas pelos gerentes ocidentais, limitando�se a se preocupar com os seus formatos e resultados aparentes, ignorando os seus fundamentos, o mesmo ocorreu com o 5S. O SEIRI, que no sentido japonês, significa a utilização racional de recursos para evitar desperdícios, passou a ser tratado como uma atividade estanque de descarte do desnecessário, mesmo assim sem muito critério. O SEITON, cujo objetivo é tornar o acesso aos recursos mais rápido e seguro, é tratado apenas com pintura e demarcação de piso e uma poluição de identificações, muitas vezes sem a mínima funcionalidade. O SEISO, que tem por final idade aproveitar a atividade de limpeza para agregar valor ao ambiente, atacando fontes de sujeira, locais de difícil acesso para limpar, operar, visualizar, reparar, repor etc., é tratado, na prática, como uma simples faxina, transformando pessoas qualificadas em puros faxineiros e parando algumas atividades produtivas a custo de uma limpeza apenas estética. Não é necessário falar sobre os dois outros "S", pois a grande maioria das empresas não busca implementá-los, o que é um grande erro, pois o SEIKETSU prevê a manutenção dos 3 primeiros "S", além de se

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preocupar com a saúde e higiene das pessoas. O SHITSUKI, que prega o cumprimento rigoroso e pró-ativo ao que é determinado, tem sido cobrado apenas dos níveis operacionais. Porém, a impontualidade, o mau exemplo na prática dos três primeiros ―S‖ e a lerdeza com que são tratadas as informações, estão presentes na média e alta gerência e nos escritórios. Preencha o formulário e veja se sua empresa aplica o 5S ou apenas um programa de ordem e limpeza. Perguntas e Nota Estrutura do 5S 1.Há a um Plano Estratégico de 5S definindo ações de Promoção, Padronização e Controle? 2.Há um comitê atuante, com responsabilidade e prazos definidos, para promover o 5S por toda a empresa? 3.O Plano Estratégico é atualizado periodicamente em função dos resultados obtidos? 4.Há um comprometimento efetivo da alta e média gerência para a condução do 5S junto as suas equipes? 5.São realizadas auditorias com base em critérios e por meio de auditores qualificados? 6.As auditorias são encaradas retroalimentação pelos auditados? como ferramentas de

7.São definidas metas a cada ciclo de auditoria? 8.Há uma sistemática de reconhecimento que motive as pessoas para a pratica do 55 no dia-a-dia? 9.Há uma melhoria contínua nos padrões de 55? 10.Há planos para a implementação do 4o e do 5o S?

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SEIRI- Descarte – tenha só o necessário 1.Depois que foi realizado o Dia de Descarte, as pessoas mantêm no seu posto de trabalho apenas o necessário? 2.As pessoas têm costume de dar destino aos recursos ao manter o primeiro contato? 3.As pessoas têm o hábito de identificar todos os problemas de conservação? 4.As pessoas tomam as providências necessárias para resolver os problemas de conservação? 5.A empresa tem respondido à altura as solicitações para os problemas de conservação e disponibilizarão de recursos adequados? SEITON – Arrumação – um lugar para cada coisa 1.Todos os recursos, inclusive os pessoais, tem locais definidos e adequados? 2.As pessoas conseguem acessar aos recursos de uso freqüente em, no máximo, 8 segundos? 3.As pessoas conseguem localizar os recursos de uso esporádico em, no máximo, 30 segundos? 4.O sistema de sinalização e identificação possibilita o acesso por possíveis usuários, sem depender da memória das pessoas? 5.A disposição dos recursos fixos do ambiente está adequada? SEISO – Limpeza – importância de um ambiente limpo 1.O ambiente de trabalho consegue se manter limpo com cada vez menos tempo para limpar? 2.O procedimento atual de limpeza possibilita a melhoria permanente do ambiente, estimulando a inspeção?

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3.Os ambientes coletivos estão sempre limpos? 4.Os coletores de lixo são adequados, estão bem distribuídos, sinalizados e são usados adequadamente? 5.Há providências concretas para eliminar ou bloquear as fontes de sujeira? SEIKETSU – Higiene – qualidade de vida no trabalho 1.Há padrões de conhecimento de todos para pinturas, identificação e sinalizações? 2.Há referências visuais para a manutenção da ordem nos ambientes e compartimentos? 3.Foram definidas regras de convivência? 4.Os problemas solucionados? ergonômicos foram identificados e

5.Há uma sistemática para que as pessoas mantenham os 3 primeiros "S"? SHITSUKE aperfeiçoamento – Disciplina – ordem, rotina e constante

1.Há participação concreta de cada um na melhoria do ambiente de trabalho? 2.As regras, normas e procedimentos estão sendo cumpridos com rigor? 3.As pessoas, de todos os níveis, são pontuais em todos os aspectos? 4.As pessoas dominam as informações expostas no seu posto de trabalho? 5.As pessoas utilizam adequadamente os seus computadores?

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Média (some as notas e divide pelo numero de itens respondidos) Dê uma nota de 1 a 5 de acordo com os seguintes critérios: 1- Ocorre somente até 40% dos casos 2 - Ocorre entre 41 e 60% dos casos 3 - Ocorre entre 61 e 80% dos casos 4 - Ocorre entre 81 e 95% dos casos 5 - Ocorre entre 81 e 95% dos casos De acordo com a média, verifique em que nível a sua empresa se encontra. Média Conclusão Entre 1 e 2 - Atenção - Sua empresa tem apenas um programa de ordem e limpeza Acima de 2 até 3 - Cuidado – Sua empresa tem apenas algumas práticas aleatórias Acima de 3 até 4 - Legal – Sua empresa tem algumas atividades sistemáticas de 5S Acima de 4 até 4,5 - Muito bom – Sua empresa tem várias atividades sistemáticas de 5S Acima de 4,5 até 5 - Parabéns - Realmente a sua empresa tem 5S Fonte: Banas Qualidade – Novembro de 2003 Comentário:

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O programa 5S é um programa simples com medidas efetivas para prevenção de perdas, que você pode adotar em sua empresa. Avalie o programa de sua empresa em busca de um ambiente seguro. Marcadores: segurança Meio ambiente do século passado Tigres eram os escravos encarregados de recolher e jogar diariamente nas praias ou nos rios os dejetos domésticos. Gravura, A Semana Ilustrada, Rio de Janeiro, 1861 Resumo A cidade instaurada no Brasil segue o modelo trazido pelo colonizador português, de origem latina e árabe. O Brasil 'importou' seus problemas de salubridade da Metrópole. Em Lisboa, os dejetos e lixo ficavam nas ruas à espera de chuvas; um decreto impunha gritar 'água vai' quando se atirassem excrementos. No Brasil, a situação era agravada porque escravos mortos eram atirados nos monturos de lixo e as chuvas torrenciais enchiam as ruas de lama. Nas praias, rios e lagoas, dejetos eram depositados pelos tigres -- escravos que tinham a pele listrada pelos detritos que escorriam dos cestos de palha carregados às costas. Até então, os dejetos eram guardados nas residências, em barris. A remoção dos barris cheios se fazia, normalmente à noite, quando escravos, carregando os barris à cabeça, cruzavam a cidade até terrenos baldios ou o mar, onde a imundície era despejada. As grandes cidades brasileiras não eram exatamente localidades agradáveis no século XIX. Sujo, nojento e enlameado, o cenário urbano se compunha de carniças, bichos mortos, alimentos podres e outras imundícies abandonadas perto das pontes e nas praias. O Recife, assim como o Rio de Janeiro e Salvador, sofria com sérios problemas provocados pelo inchaço populacional. Numa época em que o sistema de esgotos ainda não existia, o que fazer com os

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dejetos e águas sujas – ou ―águas servidas‖ –, produzidos diariamente pela população? Nas cercanias da cidade e em locais onde existiam grandes terrenos, era fácil abrir buracos para servir de fossas, mas também se atirava de tudo diretamente nos rios e mangues. No apertado centro, porém, era mais complicado livrar-se dos dejetos. Nas ruas e nos becos estreitos, os maus cheiros se confundiam. Nas praças, vísceras de animais e restos de vegetais estragados compunham um ambiente insalubre. Dentro das casas, cozinhas sem ventilação tornavam o ar viciado, com exalações pútridas de matérias orgânicas em decomposição. Nos quartos, poeira e mofo se misturavam ao cheiro dos penicos. Todo dia de manhã, eles eram esvaziados em barris de madeira que ficavam embaixo das escadas ou em um canto mais recolhido da casa. Quando o tonel já estava quase transbordando, recorria-se ao ―préstimo‖ do escravo! Era sobre as cabeças deles que o peso das barricas era conduzido para ser despejado na ―beira‖ das marés. Em seguida, os carregadores retornavam com os recipientes vazios para receber nova carga. Esses barris eram chamados de ―tigres‖ e os seus condutores, de ―tigreiros‖. Talvez o nome fosse uma alusão à coragem dos carregadores ou, quem sabe, à imagem desagradável das barricas que, ao transbordar, espalhavam fezes nos corpos dos escravos e dos negros de ganho, numa combinação que lembrava a pelagem dos tigres. Existem versões que afirmam que o apelido foi dado porque, ao avistar os negros levando barris de dejetos, os transeuntes, com medo de ficarem sujos, afastavam-se rapidamente, como se fugissem de um animal selvagem. Quando um ―tigre‖ passava, as pessoas tapavam o nariz com lenços, viravam o rosto, se encolhiam. De longe, os ―tigreiros‖ vinham alertando os moradores com seu bordão ―Abra o olho! Abra o olho!‖ Os passantes se esquivavam, com medo de que um simples esbarrão acarretasse um banho asqueroso.

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O tratamento dado aos dejetos líquidos gerava freqüentes queixas dos moradores, porque outro hábito comum na cidade era o despejo dos penicos cheios do alto dos sobrados, sem perdoar o caminhante que passava distraído pela rua, a qualquer hora do dia ou da noite. Os algozes ficavam à espreita por trás das janelas dos sobrados, esperando algum desafeto passar para ―honrá-lo‖ com excrementos atirados pela janela. Por volta de 1867, a cidade de Recife tinha um projeto dos esgotos que ainda não havia saído completamente do papel, pois o número de latrinas era insuficiente e a canalização dos esgotos não chegara a boa parte das casas. Os moradores não utilizavam os vasos corretamente, lançando panos, ossos, espinhas de peixe e outros resíduos de cozinha, o que obstruía o sistema e causava prejuízos. O sistema de esgotos funcionou precariamente durante a segunda metade do século XIX, contribuindo para a proliferação de epidemias, principalmente as de tifo e disenteria. Em 1877 seria fundada a Cia Cantareira com o objetivo de implantar e manter os serviços de água e esgoto da Cidade de São Paulo. Fonte: Águas revoltas, história das enchentes em Santo André, autora, Magda Santos e Manuela Arruda dos Santos ―Higienizar para civilizar: a mudança de percepção em relação ao lixo no Recife‖. Comentário Parece-me que a mentalidade não mudou muito, depois de mais de um século, os córregos e rios são utilizados como depósitos de lixo e esgoto. Apesar da importância para saúde e meio ambiente, o saneamento básico no Brasil está longe de ser adequado. Mais da metade da população não conta, sequer, com redes para coleta de esgotos e 80% dos resíduos gerados são lançados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de tratamento.

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O descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento em nosso País, em especial nas áreas urbanas, compromete a qualidade de vida da população e do meio ambiente. Enchentes, lixo, contaminação dos mananciais, água sem tratamento e doenças apresentam uma relação estreita. Diarréias, dengue, febre tifóide e malária, que resultam em milhares de mortes anuais, especialmente de crianças, são transmitidas por água contaminada com esgotos humanos, dejetos animais e lixo. Em 2000, 60% da população brasileira não tinha acesso à rede coletora de esgotos e apenas 20% do esgoto gerado no País recebia algum tipo de tratamento. Nesse mesmo ano, quase um quarto da população não tinha acesso à rede de abastecimento de água. Este quadro foi apresentado em 2004, no Atlas de Saneamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

A garrafa plástica de álcool – Uma bomba incendiária em potencial

Explicando a dinâmica explosiva O cuidado de enfermagem prestado ao paciente grande queimado, vítima da explosão da garrafa plástica de álcool líquido, foi o fator desencadeante para análise desse problema. Na nossa atuação como enfermeiros pudemos conviver com contexto dramático, composto pela dor e o sofrimento deste tipo de paciente. A complexidade deste tratamento, que por vezes torna‑se imprevisível, face às inúmeras intercorrências que podem acontecer durante a evolução do seu quadro clínico abrange também um grande desgaste, físico e mental.
Desta forma constatamos que;

■ A queimadura extensa é um trauma catastrófico por ser uma agressão aflitiva ao paciente, nos seus aspectos psicológicos, de

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custos e de sofrimento para todos os envolvidos, seja o profissional, o paciente ou a sua família. Além dos aspectos supracitados, outros autores comentam e afirmam que ■ O paciente queimado apresenta características peculiares, em decorrência do sofrimento físico, da incerteza de sua recuperação e ainda pela presença constante do fantasma do desfiguramento ao longo de sua vida As manifestações patológicas apresentadas por um organismo vivo que foi submetido à uma explosão, decorre do impacto da onda de choque, mecanismo inicialmente descrito por Ambroise Paré no século XVI. Essas manifestações são denominadas de ―blust‖. Ainda segundo o mesmo autor, essas patologias inicialmente eram conhecidas dos profissionais que atuavam em conflito de guerra, mas hoje, em virtude da sua ocorrência são conhecidos de todos os profissionais que trabalham em emergência. ―As ondas de choque derivam de explosões ligadas a fagulhas ou incêndios‖. A partir de uma explosão, as lesões dela decorrente são de três tipos: 1 - ―Blust‖ primário – Ação direta da onda de choque sobre o corpo. 2 - ―Blust‖ secundário – Lesões resultantes de projéteis que atingem o organismo em decorrência da explosão. 3 - ―Blust‖ terciário – traumatismo cinético da própria vítima projetada contra um corpo ou superfície. Considerando o objeto deste estudo, qual seja o risco que a explosão da garrafa plástica de álcool líquido representa para a população, aliado à falta de ênfase veiculada pelos canais de comunicação, com relação ao seu mecanismo explosivo, pode observar que a explosão da garrafa de álcool acarreta lesões

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decorrentes do ―blust‖ primário, sendo essas consequências tão mais grave quanto mais próximo da explosão se encontrar o paciente, que na maioria das vezes está segurando a garrafa de plástico, que ao ser comprimida (possibilidade advinda da sua plasticidade), em direção à chama, num mecanismo de equiparação de pressão, tende a suga‑la para o seu interior, provocando a explosão. Neste ponto vale ressaltar, que a distância entre a vítima e a garrafa plástica de álcool líquido não interfere no perigo que ela representa, pois se o jato for ininterrupto, a 1 ou 10 metros de distância, haverá a explosão. Porém, neste ponto, cumpre citar o atendimento a uma dona de casa, vítima de explosão da garrafa plástica de álcool líquido, que ao borrifá-lo sobre uma mesa de fórmica para limpá-la, provocou o acidente que lhe causou sérias lesões. A referida mesa estava acerca de 3 metros do fogão em uma cozinha fechada. Ocorre que o álcool, sob a forma de aerossol, ficou no ar, formando uma ponte entre a chama e a garrafa, promovendo a explosão ao sugar o fogo para dentro dela. Neste caso, mesmo não sendo direcionado diretamente à chama, o acidente aconteceu. Outro ponto a ser observado é a relação existente entre a quantidade de álcool líquido existente dentro da garrafa e o perigo que ela representa. Por analogia seria como comparar o potencial explosivo de uma bomba, de acordo com a quantidade de pólvora contida em seu interior. Desse modo, entender tão somente o paciente grande queimado como uma vítima de acidente tendo como agente causal, o álcool, não é o suficiente. Há que se entender também, que uma vez submetido à onda de choque, uma das principais agressões à qual ele é submetido, é a ruptura alveolar que, consequentemente, induz à formação de edema alveolar,
levando-o a um grave comprometimento respiratório.

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Celular: Lixo Tecnológico:

De acordo com dados divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) o número de celulares em 2007, alcançou 120,98 milhões de aparelhos. Segundo cálculos das operadoras, a média de troca de um aparelho celular no Brasil é de apenas 14 meses, enquanto que a sua sobrevida é de 36 a 48 meses. E daí vem à indagação: qual o destino que está sendo dado para os aparelhos descartados pelos seus proprietários? Regulamentação de descarte de celulares: O Brasil não tem uma política nacional de resíduos sólidos, assunto discutido há décadas pelo legislativo e pela sociedade civil. Na visão do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), a Política Nacional de Resíduos Sólidos deve prever a Responsabilidade Estendida do Produtor e considerar a logística reversa, ou seja, deve haver mecanismos de devolução do resíduo pós-consumo nos pontos de comercialização ou para os fabricantes.

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Estatística sobre o destino para o celular velho: Não existem estatísticas oficiais sobre qual é o destino dado para o celular velho. Uma boa parte acaba ficando com um dos membros da família do proprietário ou mesmo encostado numa gaveta; outra parte é vendida ou dada em troca na compra do aparelho novo na revenda das operadoras. Uma pequena parte é descartada na caixa de coleta das lojas. Já os consumidores que não têm qualquer preocupação com o meio ambiente jogam o aparelho no lixo comum. Vivo é o exemplo para controle de coleta de celular velho: A Vivo é a primeira operadora de telefonia móvel do Brasil a implantar um sistema de coleta, segregação e reciclagem de aparelhos celulares, baterias e assessórios usados (capas, carregadores, etc.) em suas lojas próprias.Todo o material deixado nas lojas será recolhido pela Recellula, empresa de reciclagem de celulares. Os aparelhos que são considerados reaproveitáveis são restaurados e revendidos em outros países, a preços acessíveis. Já as sucatas são encaminhadas para a reciclagem. O valor arrecadado com a venda desses aparelhos é destinada às instituições apoiadas pelo Instituto Vivo, órgão que gerencia o Investimento Social da companhia. O que as fábricas dizem sobre o descarte de celulares Gradiente: Não tem instruções sobre descarte de bateria e nem de aparelho de telefonia celular. Kyocera: Por favor, entre em contato com sua operadora ou com um de seus serviços autorizados para informar-se sobre o processo de recolhimento de baterias usadas. Favor verificar com as autoridades

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locais responsáveis pelo meio-ambiente sobre as normas que regulamentam o
descarte de baterias em sua região.

LG: Não tem instruções sobre descarte de bateria nem de aparelho de telefonia celular. Motorola: Na seção ―Suporte ao Consumidor‖, em ―Perguntas e respostas‖: Posso jogar as baterias inutilizadas diretamente no lixo? Não é recomendável. Sugerimos que para descartar as baterias, encaminheas ao Serviço Autorizado Motorola mais próximo. Descartá-las no lixo comum pode causar danos ao meio ambiente. De que maneira a Motorola descarta as baterias usadas? Reciclagem. Para que as baterias tenham o destino correto sem serem prejudiciais à natureza, a Motorola recomenda que as mesmas sejam encaminhadas à uma das nossas assistências técnicas autorizadas, onde existem urnas para a coleta destes acumuladores químicos. As baterias são recebidas e armazenadas na fábrica em Jaguariúna. Não tem instruções sobre descarte do aparelho de telefonia celular. Nokia: Tem instruções claras sobre descarte de bateria na home de celulares: ―Reciclagem de baterias e celulares: Ao final da vida útil da bateria e celular, o consumidor deve entregá-los em qualquer uma das Assistências Técnicas Autorizadas, em qualquer lugar do Brasil. A Nokia realiza a coleta em cada ponto e depois encaminha ao exterior para que o cádmio, aço e níquel sejam reaproveitados, e o plástico e os circuitos internos incinerados para a geração de energia elétrica.‖ E dá o endereço das assistências técnicas. Não tem instruções sobre descarte do aparelho de telefonia celular. Panasonic: Não tem instruções sobre descarte de bateria nem de aparelho.

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Samsung: Não tem instruções sobre descarte de bateria. Sony-Ericsson: Tem instruções claras sobre descarte de bateria na home de celulares e recomenda que ao final da vida útil da bateria o consumidor deve entregá-la em qualquer um dos Centros de Serviços Autorizados Sony Ericsson em qualquer lugar do Brasil. A Sony Ericsson realiza a coleta em cada ponto e depois encaminha para reprocessamento, alternativa viável e benéfica ao meio ambiente uma vez que recicla, trata e utiliza as baterias para a produção de sais e óxidos metálicos, transformando esse ―resíduo‖ em um novo produto. Siemens: Tem instruções claras sobre descarte de bateria na home de celulares: As baterias dos aparelhos Siemens podem ser entregues em qualquer assistência técnica, de onde serão encaminhadas para a Siemens para disposição final. A disposição final compreende o armazenamento temporário e posterior entrega de lotes para o rebeneficiamento por uma empresa especializada. E os ―shinguelingues‖ da china? Trazem informações sobre o descarte? Em dez celulares encontrados 6 são da china. Pelo baixo custo de fabricação qualidade eles são produzidos barato e só dura no máximo um ano! Jornale – Curitiba, 05 de setembo de 2007 E os shiguelingues? De cada 10 aparelhos 4 são shinguelinges, embora a tendência é diminuir porque os celulares convencionais regulamentados estão com os preços em queda. A tendência dos aparelhos importados e fabricados sem controles de segurança tendem a diminuírem a participação no mercado brasileiro e mundial.

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Comentário: A "profecia" feita por Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, feita em 1965 que a partir dali a potência dos processadores dobraria a cada 18 meses. A lei de Moore ainda sobrevive e chegou ao celular. A cada ano, os fabricantes lançam um novo celular que aumenta o poder de interação e permite que os celulares façam mais do que poderíamos imaginar. O celular deixou de ser um produto de comunicação tradicional para ser um produto interativo, multimídia. O que prevalece para o consumidor é a tecnologia, é a potência de processar informações, imagens, conversações interativas, cartão de memória, etc. O que resulta mais lixo tecnológico.

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Marcadores: Lixo Tecnológico, Tecnologia. Domingo, Janeiro 27, 2008

Trabalhadores ficam pendurados em prédio
As fotos ao lado mostram um flagrante registrado na manhã de quarta-feira, 21 de novembro de 2007. O andaime no qual os pintores trabalhavam em um prédio na rua Miguel Calfat, na Vila Olímpia, em São Paulo, desabou, deixando os trabalhadores pendurados pelas cordas presos ao cinto de segurança. Um dos pintores conseguiu segurar‑se na janela do banheiro de um dos apartamentos. Os bombeiros chegaram em menos de dois minutos para efetuar o resgate. Fonte: G1 – 21 de novembro de 2007 Comentário: Pelas fotos fica constatada a importância do equipamento de segurança individual (cinto de segurança) em conjunto com equipamento de proteção coletiva (cabo guia de segurança). O que se nota em geral no país em trabalho em altura são situações potencialmente perigosas em que o trabalhador está utilizando cinto de segurança inadequado e principalmente o cabo guia apresentado deterioração ou desgaste prematuro devido a proteção inadequada na ancoragem (atrito e dobra). O acidente em trabalho em altura é praticamente fatal ou a vitima apresenta seqüelas graves que incapacita para o trabalho. O acidente incapacitante modifica brutalmente as histórias das vítimas: causa ruptura na trajetória no trabalho e deixa seqüelas físicas e psíquicas que serão carregadas pelo resto da vida. Além disso, ele não atinge apenas os acidentados, mas também suas famílias, que muitas vezes têm neles seu amparo financeiro.

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O acidente, em maior ou menor grau, sempre resulta em uma perda significativa na renda mensal dos trabalhadores. Mesmo os que continuam a receber integralmente o salário registrado na carteira de trabalho sofrem com as perdas referentes às horas extras, ao trabalho por produção e às demais formas de aumentar a produtividade propostas pelas empresas, que se traduziam em um aumento expressivo dos rendimentos. Perdas na renda atacam frontalmente a qualidade de vida. No caso dos trabalhadores informais, que, infelizmente, vêm crescendo numericamente no país, toda essa trajetória é agravada pela total falta de proteção social. O acidente incapacitante impede que o trabalho, atividade que desempenhava um papel central na vida desses homens, muitas vezes, desde a infância, não mais ocupe este lugar. Esses homens, que construíram desde os primeiros anos de vida uma identidade de trabalhador e para os quais o trabalho sempre foi uma fonte de dignidade, são privados desse título, são expulsos do mundo laboral. São privados de uma atividade que, além de preencher uma grande parte de seu tempo, era um local privilegiado de socialização, onde se construíam relações de amizade. O acidente atinge outras dimensões da vida desses trabalhadores, para os quais a maioria dos prazeres e diversões tem como fundamento essencial um corpo saudável. Corpo que foi profundamente atingido. A auto-estima é, assim, intensamente abalada. Os parentes acompanham todo esse sofrimento de perto e sofrem também consequências diretas, já que, na maioria das vezes, os acidentados são arrimos da família. Fonte: Rafael da Silveira Gomes, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fiocruz Marcadores: acidente, construção civil. O trabalhador ficou pendurado porque quis! Foi o que disse seu chefe. Todo mundo sabe que não é obrigado a executar nenhum tipo de serviço que ofereça riscos a sua saúde física e mental!

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Algumas pessoas ainda preferem o emprego não dando a mínima para vida! Quantos já discutiram comigo ―TS‖ dizendo que sempre fez assim e nada aconteceu, não agora que vai acontecer (...) Sexta-feira, Janeiro 25, 2008

Navio utilizando o vento como propulsor auxiliar
O primeiro navio cargueiro comercial parcialmente movido por um kite (parapente gigante) partiu terça-feira, 22 de janeiro, da Alemanha em uma viagem transatlântica para a Venezuela. A primeira viagem transatlântica do MS Beluga SkySails saiu do porto alemão de Bremerhaven com destino a Guanta, na Venezuela. "A viagem inaugural marca o início dos testes práticos durante operações marítimas regulares do sistema SkySails", disse Stephan Wrage, diretor da Skysails GmbH. Há algo bastante mágico estar no convés de um gigantesco navio de carga, enquanto ele impulsiona em direção ao mar. Dez mil toneladas de metal flutuando na água, os mastros gigantescos do navio brilhando no sol de inverno. Mas há algo ainda mais mágico sobre estar a bordo do navio MS Beluga SkySails, disse o repórter da BBC Steve Rosenberg que está a bordo do cargueiro. Na verdade, este navio – está transportando partes de uma linha de produção de madeira à Venezuela, parece com qualquer outro navio de carga. O tipo de navio que queimaria muito combustível e produziria enorme quantidade de emissões de partículas de carbono.

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Navio mercante responsável pelos gases de efeito

No final, não é segredo que quando surgem os gases de efeito estufa, o navio mercante é normalmente o vilão do transporte do mundo. Nos últimos meses, a frota mercante tem sido criticada por não fazer o suficiente para combater o aquecimento global. De todo o CO2 que é lançado na atmosfera, hoje, 4% provém de navios. Isso é mais do que a indústria de aviação, principalmente porque 90% do comércio mundial é feito por via marítima. Vento como forma de gerar energia Podemos demonstrar que você pode combinar a economia e a ecologia. Tem um conjunto de vela com a missão de transformar os oceanos verdes. "Nos próximos meses, vamos finalmente poder provar que nossa tecnologia funciona na prática e reduz de forma significativa o consumo de combustível e as emissões (de gases de efeito estufa)", acrescentou Stephan Wrage, diretor da Skysails GmbH.

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Mar aberto

Uma vez que o navio alcançou o mar aberto, ele revela a sua marca nova de arma na luta contra o aquecimento global: um kite (parapente ou paraglider). Cerca de 160 m2 de azul-e-branco do kite é içado em um mastro, com cabos pendentes como um espaguete retorcido. Durante meia hora ou mais o kite permanece no topo do mastro, não se movimentando. A energia eólica é uma coisa maravilhosa, mas você realmente precisa de algum vento para fazer todo o trabalho - e não há muito neste momento. Depois de meia hora, porém, o vento surgiu e o kite está voando centenas de metros de altura e ajudando impulsionar o navio. Menos emissões de carbono e redução de combustível A força do kite significa que os motores do navio podem trabalhar com potência reduzida: o que significa menos emissões de carbono. Significa, também, economia em custo de combustível. Com o preço do combustível de transporte marítimo que dobrou nos últimos dois anos, a energia do kite está prometendo grandes economias. MS Beluga SkySails acredita que a sua conta de combustível será reduzido de US$1,560.00 por dia. "Podemos demonstrar que é

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possível conjugar economia e ecologia", explica Frank Verena da Beluga Shipping. A força do propulsor: O kite é controlado por computadores. Um computador ajuda-o voar em forma de oito no céu – maximizando a energia que ele produz. Outro computador ajusta a sua direção. Se o projeto for bem sucedido, espera ver ainda maiores kites em breve - alguns até 5.000 m2 de tamanho para impulsionar navios através dos mares e oceanos. Tecnologia SkySails; Os SkySails são sistemas de propulsão de vento para navegação moderna. Utilizando o sistema SkySails a operação de navio tornará mais lucrativa, segura e independente da variação do preço de combustível. A variedade do produto inclui: sistemas de propulsão de reboque do kite com uma potência nominal de propulsão de até 5000 kW (cerca de 6.800 HP). Em média os preços dos combustíveis podem ser reduzidos entre 10 a 35%, anualmente, dependendo das condições reais de vento e tempo real planejado. Sob condições ótimas de vento, o consumo de combustível pode ser reduzido temporariamente até 50%. No preço atual do óleo, uma propulsão SkySails gera aproximadamente somente 1/3 do custo de um navio a diesel convencional. O sistema SkySails consiste de um sistema totalmente automatizado de propulsão para reboque do kite e um sistema de roteirizaçao otimizado para ventos. É utilizado no alto mar, adicionalmente à propulsão do motor do navio, se as condições do vento permitir. A eficiência do kite gigante ainda depende das condições climáticas, mas a vantagem do sistema SkySails é que não

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são necessários apenas ventos por trás, ventos de lado também podem ser usados, você ainda pode navegar. A tecnologia SkySails diferencia‑se dos sistemas convencionais à vela, que se ajusta a vela a um mastro e assim ligá-lo ao navio, em que o reboque do kite do sistema SkySails está ligado ao navio através de um cabo reboque. A área da vela e o navio são, assim, separados um do outro. As características resultantes da tecnologia SkySails oferecem aos navios uma propulsão auxiliar de vento com um desempenho inteiramente novo no espectro: alto desempenho, alta
praticabilidade e alta segurança.

Trabalhadores ficam pendurados em prédio:
As fotos ao lado mostram um flagrante registrado na manhã de quarta-feira, 21 de novembro de 2007. O andaime no qual os pintores trabalhavam em um prédio na rua Miguel Calfat, na Vila Olímpia, em São Paulo, desabou, deixando os trabalhadores pendurados pelas cordas presos ao cinto de segurança. Um dos pintores conseguiu segurar‑se na janela do banheiro de um dos apartamentos. Os bombeiros chegaram em menos de dois minutos para efetuar o resgate Comentário: Pelas fotos ficam constatadas a importância do equipamento de segurança individual (cinto de segurança) em conjunto com equipamento de proteção coletiva (cabo guia de segurança). O que se nota em geral no país em trabalho em altura são situações potencialmente perigosas em que o trabalhador está utilizando cinto de segurança inadequado e principalmente o cabo guia apresentado deterioração ou desgaste prematuro devido a proteção inadequada na ancoragem (atrito e dobra) O acidente em trabalho em altura é praticamente fatal ou a vitima apresenta seqüelas graves que incapacita para o trabalho. O acidente

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incapacitante modifica brutalmente as histórias das vítimas: causa ruptura na trajetória no trabalho e deixa seqüelas físicas e psíquicas que serão carregadas pelo resto da vida. Além disso, ele não atinge apenas os acidentados, mas também suas famílias, que muitas vezes têm neles seu amparo financeiro. O acidente, em maior ou menor grau, sempre resulta em uma perda significativa na renda mensal dos trabalhadores. Mesmo os que continuam a receber integralmente o salário registrado na carteira de trabalho sofrem com as perdas referentes às horas extras, ao trabalho por produção e às demais formas de aumentar a produtividade propostas pelas empresas, que se traduziam em um aumento expressivo dos rendimentos. Perdas na renda atacam frontalmente a qualidade de vida. No caso dos trabalhadores informais, que, infelizmente, vêm crescendo numericamente no país, toda essa trajetória é agravada pela total falta de proteção social. O acidente incapacitante impede que o trabalho, atividade que desempenhava um papel central na vida desses homens, muitas vezes, desde a infância, não mais ocupe este lugar. Esses homens, que construíram desde os primeiros anos de vida uma identidade de trabalhador e para os quais o trabalho sempre foi uma fonte de dignidade, são privados desse título, são expulsos do mundo laboral. São privados de uma atividade que, além de preencher uma grande parte de seu tempo, era um local privilegiado de socialização, onde se construíam relações de amizade. O acidente atinge outras dimensões da vida desses trabalhadores, para os quais a maioria dos prazeres e diversões tem como fundamento essencial um corpo saudável. Corpo que foi profundamente atingido. A auto-estima é, assim, intensamente abalada. Os parentes acompanham todo esse sofrimento de perto e sofrem também conseqüências diretas, já que, na maioria das vezes, os acidentados são arrimos da família. Fonte: Rafael da Silveira Gomes, Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp), da Fiocruz Marcadores: acidente, construção civil

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Sexta-feira, Janeiro 25, 2008 Olha o bicho pegando aí!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Trabalhadores pendurados na faixada do prédio: Ouvi da boca de um engenheiro civil a seguinte frase: Dependendo da construtora e região do país de onde veio o trabalhador, eu não admito. Pode: ser exigente e preguiçoso! Prefiro aquelas pessoas sem experiência porque nada conhecem, portanto nada exigem! Aqueles que vieram de empresas pequenas. São mais fáceis de serem manipulados.

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Chevron provoca vazamento de óleo na bacia de campos Quem sumiu do cenário acidental? Agora resta ela como co-responsável ambiental de suas parceiras! exigir responsabilidade

Novembro de 2011 recente eu digo recente porque até hoje ocorre o descaso com o meio ambiente. Dizia o meu ex-professor da UFRJ enquanto existir o homem a avidez pelo dinheiro será uma realidade eles vão desrespeitar as leis para aumentarem seus lucros.

Vazamento na bacia de campos
Chevron derrama petróleo na bacia de campos O vazamento de óleo na Bacia de Campos virou caso de polícia. A Polícia Federal abriu inquérito nesta quinta-feira (17) para investigar os danos ambientais provocados pelo derramamento de óleo em plataforma do campo Frade. De acordo com a assessoria de imprensa da PF, uma equipe de peritos foi enviada à plataforma para iniciar as investigações. Em nota, a PF informou que os responsáveis pelo incidente poderão ser indiciados por crime de poluição e, se condenados, estão sujeitos a penas que variam de um a cinco anos de prisão (artigo 54, Lei 9.605/98).

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Abaixo o Mapa da irresponsabilidade;

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Tanque com 6 milhões de litros de álcool explode e mata operário em Goiás GOIÂNIA - Um tanque com quase seis milhões de litros de álcool explodiu e matou um operário da Usina Rio Claro, localizada a 401 quilômetros de Goiânia, no município de Caçu. Ainda não se sabe o que provocou a explosão, ocorrida na quinta-feira. As labaredas na usina chegam a 20 metros de altura. Apenas na manhã desta sexta o incêndio que atingiu a ETH Bionergia terminou. Segundo a corporação, o fogo ficou concentrado no reservatório, que tem capacidade para 20 milhões de litros de álcool.

Outras nove pessoas que trabalhavam no local conseguiram sair rapidamente, algumas ficaram feridas e foram socorridas pelos bombeiros.

Segundo o Corpo de Bombeiros, na hora do acidente chovia e relampejava muito na região.

O trabalhador foi atingido pela tampa do tanque que explodiu e, até a tarde de sexta, os bombeiros ainda não tinham conseguido retirar o corpo do local por conta da dificuldade de remover a peça. O nome da vítima não foi divulgado.

As causas da explosão ainda vão ser investigadas. A ETH Bioenergia divulgou nota lamentando o acidente em um dos dois tanques de sua usina e a morte do operário, que seria terceirizado.

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O pior é que os responsáveis dizem que não sabem qual foi a causa do acidente. Evidentemente se o tanque estivesse aterrado isto não ocorreria.

Raios são um problema, mas há como minimizar se isto é do interesse do proprietário da instalação. É possível fazer uma cobertura da área sensível de um parque de tanques de combustível com pararaios em torres e cabos aterrados interligando-os = custos... O pior não é isto, nota-se que não há cuidado algum no projeto dos parques de tanques de usinas de ácool (será que o seguro cobre mais do que se investiu na construção, mas o custo da comoditie armazenada, no caso álcool?). Deveriam existir diques de contenção entre os tanques, câmaras de espuma, canhões para espuma e água de resfriamento, redes de hidrantes, etc. O que se ganha não é só no tempo de recuperação de um tanque afetado, mas às vezes se consegue recuperar parte do conteúdo do tanque deflagrado (se bem que cada caso é um caso) e evitar o alastramento a tanques contíguos. Talvez falte um pouco de cultura de prevenção de RISCO! Logicamente se cair um raio e o tanque romper o liquido vazado e contido vai inflamar-se do mesmo jeito. O dique ou bacia de contenção deve ser instalado para conter o liquido vazado em casos de rompimento do tanque mecanicamente; não para reter este liquido em casos de quedas de raio.

Mutilados por acidentes. Depois de um fato destes o acidentado muda de nome Em pleno século XXI pessoas ainda perdem as mãos em máquina rotativas

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Serra circular de mesa encontrada na maioria das obras civis. Mesa adaptada de tábuas. Serra elétrica sem nenhuma proteção de segurança.

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A Serra Elétrica deverá: 1- ser provida de coifa protetora do disco e cutelo divisor, com identificação do fabricante, quando adquirida. A ausência da coifa protetora do disco e do cutelo divisor caracteriza risco grave e iminente; 2- ser provida de coifa confeccionada em material resistente de forma a oferecer proteção efetiva e cutelo em aço duro com espessura igual ao disco, com borda em bisel polido, não pintado; 3- estar sob mesa estável, com fechamento de suas faces inferior, anterior e posterior, construída em madeira de qualidade e resistente, com espessura mínima de 25 milímetros ou em material metálico ou, similar de resistência equivalente, sem irregularidades, com dimensionamento suficiente para a execução das tarefas; 4- ter a carcaça do motor aterrada elétricamente; 5- ser acionada através botoeira, sendo o circuito elétrico protegido por um disjuntor; 6- ter um disco mantido afiado e travado e ser substituído quando apresentar trincas, dentes quebrados ou empenamentos; 7- ter as transmissões de força mecânica protegidas obrigatoriamente por anteparos fixos e resistentes, não podendo ser removidos, em hipótese alguma durante a execução trabalhos; 8- ser provida ainda de coletor de serragem. Construtora deve pagar R$ 40 mil a carpinteiro atingido por serra elétrica

Minas Gerais - A 5ª Turma do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 3ª Região (Minas Gerais), acompanhando voto da

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desembargadora Lucilde D‘Ajuda Lyra de Almeida, negou provimento a recurso ordinário de uma construtora e a condenou a pagar R$ 40 mil de indenização por danos morais a um empregado que foi vítima de acidente de trabalho.

Segundo informações do tribunal, no caso, o trabalhador encontra-se afastado do trabalho desde fevereiro de 2006, recebendo auxílio-acidente. Contratado como carpinteiro ele acidentou-se no canteiro de obras, quando, utilizando uma serra elétrica para cortar um madeirite, sofreu violento impacto na região abdominal. A perícia constatou que faltava no equipamento a coifa, dispositivo de proteção contra impactos, durante a realização do corte.

Em decorrência do acidente, o funcionário submeteu-se a cirurgia de urgência, já que houve ruptura de alça intestinal, esmagamento do pâncreas e hemorragia intra-abdominal. No pós-operatório, transcorridos 120 dias do acidente, apresentou complicações causadas por processo infeccioso e teve de passar por nova cirurgia. Hoje, ainda apresenta traumas físicos e psíquicos com manifestações relacionadas ao estado de fragilidade e exaustão. No entendimento da Turma, a construtora não tomou as medidas necessárias para evitar o acidente e não zelou pela segurança do trabalhador. ―Neste contexto é indubitável o nexo causal entre o dano sofrido pelo funcionário e as atividades laborais exercidas em benefício da construtora. Assim, muito embora parcial a incapacidade para o trabalho, houve, efetivamente, prejuízo á saúde do obreiro, com o sofrimento físico e mental, a perda da paz interior, o sentimento de dor, de angústia, de menos-valia, configurando o dano moral por ele sofrido‖, concluiu a relatora.

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A decisão da Turma dobrou o valor da indenização, que havia sido estabelecida em R$ 20 mil pelo Juízo de primeira instância. Fonte: Última Instância - 25 de outubro de 2007 Mutilações em indústrias Moveleiras e Riscos As mutilações dos dedos são um drama que afeta muitos trabalhadores da indústria de móveis. No polo moveleiro do Planalto Norte Catarinense, dois terços dos acidentes são ferimentos nos dedos e nas mãos Comentário A mão é o principal instrumento de trabalho e perdê-la significa não só um grande trauma físico e psicológico para o trabalhador, mas também o fim inesperado do emprego. O acidente de trabalho que atinge as mãos provoca limitações importantes para os trabalhadores, dependendo da gravidade do acidente, pode provocar o afastamento do trabalho somente por alguns dias ou até causar lesões irreversíveis e incapacitantes, para o trabalho e para as atividades da vida diária. Além do trauma físico, estes danos podem afetar profundamente a vida dos trabalhadores, acarretando prejuízos econômicos e de relacionamento familiar. (Fundacentro) Marcadores: acidente Apresentada no evento SolidWords 2007 a SawStop, foi considerada uma das inovações de maior sucesso na feira por prevenir acidentes graves com a ferramenta. Segundo o inventor, Stephen Gass, a serra elétrica foi desenvolvida para ser a mais segura já construída. A serra elétrica de mesa foi desenvolvida integralmente com preocupação com a segurança e qualidade. Ele apresenta um revolucionário sistema de segurança que pára e retrai a lâmina (dentro

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de 5 milissegundos) após contacto acidental, reduzindo drasticamente a gravidade de ferimentos dos usuários. O sistema de segurança fornece proteção invisível (não interfere com o seu trabalho), é sempre "em funcionamento" e executa continuamente o auto testes. A serra também inclui dispositivo de contragolpe. Acidente com serra circular nos USA Todos os anos nos Estados Unidos há dezenas de milhares de feridos graves em serras circulares. Essas lesões mudam a vida das pessoas e custam para sociedade bilhões de dólares em despesas médicas, salários perdidos, seguros de acidentes de trabalho, aumento da taxas de seguro, perda de produtividade, etc. A Agência de Segurança de Produtos ao Consumidor dos Estados Unidos (The US Consumer Product Safety Commission) relata que todos os anos, serras circulares estão envolvidas em acidentes: ■ Mais de 60.000 feridos ■ Mais de 3.000 amputações ■ US $ 2 bilhões em prejuízos são causados É uma lesão a cada 9 minutos! Custo de acidente de amputação A OSHA calculou o custo de acidente no local de trabalho em US$ 45,608.00 Custo de tratamento médico: US$ 400,000.00 Custo de ações trabalhistas nos USA: 1 milhão a 5 milhões de dólares

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O Instituto de Ferramentas Elétricas, uma associação de fabricantes de ferramentas elétricas, estima que existem atualmente 6 milhões de serras circulares de mesa em uso nos Estados Unidos. Supondo 60.000 feridos por ano, equivale uma serra a cada 100 estará envolvida em um acidente grave, a cada ano, e uma em cada 10 serras de mesa estará envolvida em um grave acidente durante os próximos dez anos. Com esses números, o risco de uma pessoa sofrer uma lesão grave numa serra é alarmante. A serra SawStop foi projetada com finalidade de minimizar esse risco e inclui uma nova revolucionária tecnologia que detecta quando alguém acidentalmente entra em contacto com a lamina da serra e, em seguida, pára a lâmina em milisegundos. Na maioria dos casos, este tipo de acidente resultaria apenas um pequeno corte na serra SawStop, em vez de um ferimento grave que provavelmente ocorreria em um serra normal. A fotografia ao lado mostra o que acontece em uma serra SawStop, quando uma salsicha (representando um dedo) atinge a lâmina girando a uma velocidade de cerca de 31 cm por segundo. O sistema de segurança da serra inclui um sistema de detecção eletrônico que detecta quando uma pessoa entra em contacto com a lâmina. O sistema induz um sinal elétrico para a lâmina e, em seguida, monitora o sinal de mudança. O corpo humano tem inerente uma capacitância e condutividade elétrica muito grande, que provoca a queda do sinal quando uma pessoa entra em contacto com a lâmina. A madeira tem inerente uma capacitância e condutividade elétrica muito pequena e não provoca a queda do sinal. Este desenho mostra a mudança no sinal elétrico quando um dedo tocou os dentes da lamina da serra durante um ensaio real.

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A linha representa o sinal elétrico que caiu rapidamente quando a lâmina tocou o dedo. As ondulações no sinal ilustram as mudanças no sinal elétrico que foram detectadas como dois sucessivos dentes tocaram o dedo. Quando o sistema de detecção enxerga desta maneira e conhece como uma pessoa tocou a lâmina. Um de ação rápida de frenagem pára a lamina quando o contacto é detectado. O freio inclui uma mola ultra resistente para empurrar um bloco de alumínio, chamado lingüeta de trava, em direção aos dentes da lâmina para parar a lâmina de girar. A mola é mantida na compressão por fio elo‑fusivel até que o contato é detectado. Quando o contato é detectado, o sistema envia um sinal elétrico para romper o elo-fusivel e liberar a mola. A mola empurra a lingüeta de trava para os dentes da lâmina que gira, e os dentes cortam o alumínio e fixam assim pára a lâmina. Tudo isso acontece em cerca de 3-5 milisegundos. Ao mesmo tempo, o momentum angular da lâmina causa a retração da lamina para baixo da mesa e o motor é desligado automaticamente. O mecanismo de trava é mostrado no desenho à esquerda. A seta mostra como o pivô da lingüeta de trava nos dentes da lâmina. A lingüeta de trava é parte de um módulo substituível, que inclui a mola, o elo fusível e circuitos eletrônicos necessários para romper o fusível. O módulo de frenagem é simples de usar e os componentes devem ser mudados se o freio é acionado. A substituição do módulo de frenagem é rápido e é mais fácil mudar do que a lâmina

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Comentário A máquina custa nos USA cerca de 4.000 dólares, incluindo acessórios. Analisando custo e benefício da máquina, vale a pena a sua aquisição, pois reduz a gravidade dos acidentes, aumenta a proteção ao trabalhador e reduz os custos de ações trabalhistas. Quanto à qualidade da máquina, ela tem maior precisão nos cortes e produtividade. A serra tem uma série de acessórios de segurança, tais como, régua-guia, coifa, sistema contra retrocesso e sistema de bloqueio de energização/acionamento (chave de bloqueio, lockout). No Brasil é comum utilizar para acionar a serra uma botoeira ou seccionadora (qualquer um pode acionar a máquina). No Brasil não temos detalhamento de acidentes como são feitos nos USA em relação a custos, tipos de acidentes por máquinas, etc. Entretanto temos alguns dados estatísticos sobre acidentes de serras circulares de madeira, tais como; serras circulares de madeiras são responsáveis por 15% dos acidentes investigados pelo INSS-SP. Ferimento do punho e da mão- 53.581, muito provável uma porcentagem de acidentes é devido a serra circular. Amputação traumática ao nível do punho e da mão - 6.672. Muito provável uma porcentagem de amputações é devido a serra circular.

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Uso de computadores.
Os progressos da tecnologia cada vez mais deixam as pessoas presas a cadeiras para trabalhar. O uso de computadores é uma constante no dia a dia de muitas profissões. Só que isso traz problemas ao corpo e a mente. Ficar horas sentado na frente do computador pode trazer tensões musculares que as pessoas nem percebem, enrijecendo a musculatura, prejudicando a circulação sanguínea e "travando" a nuca, os ombros e a coluna. Claro que ninguém pode deixar de trabalhar, mas certas posturas e exercícios nos ajudam a enfrentar a falta de mobilidade. Pra começar, sente-se mantendo a coluna ereta, colocando a bacia no fundo da cadeira e procurando equilibrar os ísquios, que são os ossos que temos nas nádegas. E enquanto trabalha, de vez em quando faça inspirações e expirações profundas, pois isso oxigena o sangue e cada célula do corpo. Sua saúde física e mental vai agradecer. O alongamento diminui a tensão muscular, ativa a circulação, reduz a ansiedade, o estresse e a fadiga, diminui o risco de lesões, ajuda na hora do trabalho e desenvolve a consciência corporal. Você pode se alongar no trabalho quando se sentir rígido ou cansado ou tenso, antes e depois de fazer uma caminhada, ao chegar a sua sala ou mesa, no início da tarde e também quando precisar se concentrar e dar o melhor de si. Para isto não há necessidade de grandes esforços, equipamento ou roupa especial. Alguns detalhes importantes dos exercícios: ■ Procure respirar lentamente sem bloquear a respiração e relaxe, ■ Concentre-se nos músculos e articulações envolvidos,

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■ Sinta o alongamento até perceber uma leve tensão e mantenha por alguns segundos, ■ Não insistir até sentir dor, ■ Faça-os dentro do seu limite, cada indivíduo é diferente do outro, ■ Oriente-se pela sensação do alongamento,
■ O exercício deve ser brando, suave,

Você poderá realizá-los ao esperar uma chamada telefônica, no momento de espera de um programa no computador, no trânsito, no intervalo de um serviço ou tarefa, etc. Não é necessário realizar todos no mesmo momento, porém faça-os pelo menos duas vezes por dia. Marcadores: acidente, ergonomia.

Máquinas geradoras de acidentes do trabalho

1-PRENSAS: responsáveis por 31,8% de todos os acidentes graves investigados pelo INSS-SP. 2-SERRAS CIRCULARES DE MADEIRAS: responsáveis por 15% dos acidentes investigados pelo INSS-SP. 3-TUPIAS E DESEMPENADEIRAS: responsáveis por 15% dos acidentes investigados pelo INSS-SP. 4-INJETORAS DE PLÁSTICO: responsáveis por 39% dos acidentes graves na indústria plástica em 1992. 5-GUILHOTINAS: responsáveis por 2,6% de todos os acidentes graves causados por máquinas. 6-CALANDRAS E CILINDROS: responsáveis por 6,6% de todos os acidentes graves causados por máquinas.

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7-MOTOSSERAS: em 43% dos acidentes, são atingidas mãos e braços. 8-MÁQUINAS DE DESCORTIFICAR E DESFIBRAR O SISAL: acidentes provocados por tais máquinas constituem um dos exemplos mais trágicos e conhecidos associados com mutilações graves Fonte: Coleção Previdência Social – volume 13 Elaboração: SPS/ MPS – Ministério da Previdência Social Acidentes do Trabalho com Ferimentos e Lesões Ligados ao Punho e Mão – 2003 Em relação ao total de acidentes registrados, 34,2 % dos acidentes estão relacionados a ferimentos e lesões ligadas ao punho e a mão Fonte: AEPS/2003 Elaboração: SPS/ MPS – Ministério da Previdência Social Marcadores: acidente
Quinta-feira, Dezembro 20, 2007

Assédio Moral e/ou Sexual
A violência moral e a sexual no ambiente do trabalho não são um fenômeno novo. As leis que tratam do assunto ajudaram a atenuar a existência do problema, mas não o resolveram de todo. Há a necessidade de conscientização da vítima e do agressor (a), bem como a identificação das ações e atitudes, de modo a serem adotadas posturas que resgatem o respeito e a dignidade, criando um ambiente de trabalho gratificante e propício a gerar produtividade.

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Assédio sexual A abordagem, não desejada pelo outro, com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada que usa dessa vantagem para obter favores sexuais de subalternos ou dependentes.
Para sua perfeita caracterização, o constrangimento deve ser causado por quem se prevaleça de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerente ao exercício de emprego, cargo ou função. Assédio Sexual é crime (art. 216-A, do Código Penal, com redação dada pela Lei nº 10.224, de 15 de maio de 1991)

Assédio moral É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e frequentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.

As condutas mais comuns, dentre outras, são: ■ instruções confusas e imprecisas ao (à) trabalhador (a); ■ dificultar o trabalho; ■ atribuir erros imaginários ao (à) trabalhador (a); ■ exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes; ■ sobrecarga de tarefas; ■ ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentálo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente; ■ fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao (à) trabalhador (a) em público; ■ impor horários injustificados;

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■ retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho; ■ agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima; ■ revista vexatória; ■ restrição ao uso de sanitários; ■ ameaças; ■ insultos; ■ isolamento. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego Comentário O mundo industrial sofreu um processo de revolução tecnológico e método de trabalho no final da década de 80. Anteriormente o profissional estudava ou trabalhava visando desenvolver profissionalmente em um único emprego no decorrer dos anos de trabalho. Existia uma relação profissional duradoura. A partir da década de 90 o meio industrial teve de adaptar-se a um novo tipo de relação de trabalho, com a introdução de tecnologia eletrônica (computação, programação de máquinas/equipamentos, etc.), o que era feito manualmente ou semiautomático pelo trabalhador, agora, a máquina comanda o processo através da programação executado pelo trabalhador. Como houve redução de tempo no processo de serviço, o trabalhador assumiu outras tarefas, fechando o ciclo do processo de execução do serviço. Acabou-se a era do trabalho segmentado. Como houve aumento de produtividade provocado pela tecnologia, resultou numa economia de mão de obra. Hoje produz mais produto ou serviço com pouca mão de obra. Devido a isso, houve enxugamento da mão de obra na organização industrial tanto na atividade vertical (diretoria e gerência)

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como na atividade horizontal (trabalhador). Hoje, o ciclo de vida útil de uma empresa depende da aceitação do produto pelo mercado e principalmente da concorrência. A empresa é bombardeada por outros concorrentes e ela necessita atualiza-se tecnologicamente constantemente. Acabou-se o tempo da fidelidade do produto pelo consumidor que influenciava no crescimento vegetativo da empresa. Devido à pressão do mercado e dos concorrentes a empresa tem de superar metas e ser competitivo, o que afeta o local de trabalho. O local de trabalho sofre com essa pressão externa (mercado, concorrência, aquisição de empresa, etc.). Existe uma pressão psicológica muito grande no local de trabalho devido ao próprio dinamismo do mercado. O trabalho industrial ou de serviço lembra muito a estrutura de uma colmeia, cada célula depende da outra e todas estão interligadas. No fundo o que existe entre as empresas é uma guerra comercial, ou melhor, um jogo de guerra comercial. Essa guerra não visa à destruição do concorrente e sim a posse do seu domínio. "Na essência é o uso planejado do produto ou outras ações psicológicas (valor intangível do produto) com o objetivo principal de influenciar as opiniões, emoções, atitudes e comportamento do mercado ou dos concorrentes, de forma a alcançar os objetivos da empresa." Segundo Sônia Mascaro Nascimento, consultora jurídicotrabalhista, advogada, "o assédio moral (manipulação perversa, terrorismo psicológico) caracteriza-se por ser uma conduta abusiva, de natureza psicológica, que atenta contra a dignidade psíquica, de forma repetitiva e prolongada, e que expõe o trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, capazes de causar ofensa à personalidade, à dignidade ou à integridade psíquica, e que tenha por efeito excluir a posição do empregado no emprego ou deteriorar o

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ambiente de trabalho, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções‖. Existe uma zona cinzenta entre a pressão do mercado (exigência), em que a empresa repassa ao trabalhador (metas, método de trabalho, hoje o trabalhador tem de ser eficiente e eficaz, etc.) e alguns tópicos da definição de assédio moral na concepção trabalhista.

Calçados "'croc" causam acidentes
Calçado da moda no Brasil, o modelo "croc" (sandália, cujo solado é feito de espuma especial e antiderrapante e com furos para ventilação) é motivo de polêmica nos Estados Unidos. Relatos de acidentes Surgiram diversos relatos de crianças que se acidentaram ao utilizar o calçado, principalmente em escadas rolantes. Avisos em escadas rolantes No maior sistema de metro dos EUA – o metrô de Washington – já foram até colocados anúncios alertando os usuários sobre o uso desse tipo de calçado nas escadas rolantes. Os cartazes mostram a foto de um crocodilo, mas não mencionam o modelo "croc" diretamente. Pé fica preso devido a característica da sandália De acordo com os relatos que apareceram nos Estados Unidos e até em Cingapura e no Japão, os acidentes com pé preso acontecem devido a dois dos principais atrativos para a compra do produto: flexibilidade e aderência. Algumas pessoas afirmam que o calçado fica preso nos ―dentes‖ no fundo ou na parte superior da escada rolante, ou mesmo na fenda entre os degraus ou na lateral das escadas rolantes.

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Será que os produtos produzidos pela sua empresa são realmente seguros?

Escadas rolantes.
Foto: O garoto Rory McDermott, 4 anos, mostra o pé machucado na escada rolante Acidente Rory McDermott, um garoto de quatro anos que prendeu seu pé no mês passado. Naquele momento ele calçava um Croc numa escada rolante num shopping Center no norte da Virginia. Sua mãe conseguiu libertá-lo, mas a unha do seu dedão foi quase completamente arrancada, causando sangramento intenso.

No começo, a mãe de Rory não tinha ideia do que poderia ter causado o acidente. Só mais tarde alguém no hospital comentou algo sobre o calçado de seu filho. Então ela começou a suspeitar dos Crocs e fez uma pesquisa na internet. Pesquisa na internet e vários acidentes em escadas rolantes ―Cheguei em casa e escrevi num buscador na internet as palavras Croc e escada rolante e começaram a aparecer várias histórias parecidas‖, disse Jodi McDermott, de Vienna, Vancouver. ―Se eu soubesse disso antes, meu filho nunca teria usado esse calçado." Crocs e as crianças: Todos os relatos de ferimentos graves envolviam crianças pequenas. Os Crocs normalmente são usados por crianças de até 2 anos. A empresa fabricante do calçado que virou moda em todo o mundo lançou os sapatos em sua menor versão, o tamanho 4/5, na primavera passada. Relatos de acidentes em alguns países

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Japão No Japão o governo alertou os consumidores que já recebeu 39 relatos de sandálias – em sua maioria Crocs ou similares – ficando presas em escadas rolantes do fim de agosto ao início de setembro. A maioria
desses relatos parece envolver crianças pequenas, algumas de até dois anos de idade.

Kazuo Motoya, do Instituto de Tecnologia e Avaliação do Japão, disse que as crianças estão mais sujeitas a acidentes com escadas rolantes, em parte porque elas ficam ―pulando quando estão de pé na escada rolante, em vez de ficar atentas ao lugar em que seus pés estão‖. Cingapura Em Cingapura, uma menina de 2 anos de idade usando tamancos de borracha – a marca não foi identificada – teve seu dedão completamente arrancado num acidente com escada rolante no ano passado, de acordo com relatos da mídia local. Foto - Jornal Lianhe Zaobao – Singapura – november, 7 2006 Estados Unidos E no aeroporto de Atlanta um menino de 3 anos usando Crocs sofreu um corte fundo na parte superior de seus dedos em junho. Esse foi um dos sete casos de calçado preso em aeroportos desde o dia primeiro de maio e cinco deles envolviam Crocs, segundo Roy Springer, gerente de operações da empresa que administra o terminal. Uma loja norte-americana que atende ao público infantil, a subsidiária da Mattel chamada "American Girl", colocou cartazes em três locais diferentes dando instruções para que os clientes calçando Crocs ou sandálias semelhantes usem os elevadores em vez das escadas rolantes. Suécia

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Hospitais proibiram a utilização de Crocs (sapatos e sandálias) pelas equipes médicas por incidentes que ocorreram com equipamentos. Os equipamentos deixaram de funcionar. Descobriram que funcionários estavam utilizando sapatos semelhanres aos Crocs, que tem
característica de acumular elevada carga estática, devido ao tipo de solado e é feito totalmente de plástico.

A empresa A Crocs, empresa sediada no Colorado e responsável pelo produto original (hoje o calçado é feito também por imitadores, mas foi esse produto que deu o nome genérico ao calçado), afirmou que a empresa não mantém um registro dos motivos dos chamados ao serviço ao consumidor. Mas a companhia afirma estar ciente de ―alguns poucos‖ problemas envolvendo acidentes ligados aos calçados, que são feitos de resina sintética macia. Fonte: G1 – 18 de setembro de 2007 e The local, 18 April 2007 Comentário: Toda tecnologia transporta em seu sistema riscos latentes (não existe sistema totalmente seguro). Quando os riscos latentes transformam em riscos visíveis resultantes de uma série de eventos não previstos e da convergência de fatores adversos, eles se somam e ocorre o desastre. Veja o cenário da ocorrência do incidente com a sandália Foto: acidente em um shopping na região do Butantã, Brasil – outubro de 2007 - Não houve ferimentos. Criança Criança pequena, em fase de iniciação de atividade locomotora (pernas), coloca os pés em áreas indevidas, brincam e não presta atenção em etapas de movimento.

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Escada rolante Já apresenta risco para jovens, adultos idosos. Apoiar nos corrimões, colocar os pés fora da faixa de segurança ( junção do degrau com parte lateral) e não levantar os pés no momento da saída da escada rolante Croc - Empresa A origem do calçado era para esporte náutico, devido ao seu solado antiderrapante que não marcava o deck do barco. E os furos existentes do calçado eram para que água pudesse escoar e ventilar. É um calçado antitranspirante e não cria fungos e bactérias. Em 2003 Crocs se tornou um fenômeno universalmente aceito como um calçado confortável e para todas as ocasiões. Para as crianças a aceitação foi elevada devido as suas cores fortes e chamativas. Há diversos modelos para adultos; tênis e botas. Resultado: Um calçado antiderrapante, inadequado para criança numa faixa etária até sete anos, que arrasta um pouco os pés e em local inadequado (escada rolante) pode causar acidente. Lembra muito o idoso com tênis, ele não levanta o pé suficiente para se locomover e arrasta o pé e o solado do tênis é de borracha não desliza suficiente, ele poderá tropeçar e cair. Quando for lançado um produto no mercado primeiramente deveria ser pensado no consumidor. Já pesou um fabricante de cigarro, Se for pensar na saúde do cliente? Mas. (...) Quem manda é o lucro não importa como venha a ser uma realidade! É por isto caro leitor que, segurança só existe por força da lei, se não fosse ela?

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Ginástica laboral:
Você sabe qual a primeira tarefa que o gato executa ao levantar-se pela manhã?
Sabe por quê?

Os progressos da tecnologia cada vez mais deixam as pessoas presas a cadeiras para trabalhar. O uso de computadores é uma constante no dia a dia de muitas profissões. Só que isso traz problemas ao corpo e a mente. Ficar horas sentado na frente do computador pode trazer tensões musculares que as pessoas nem percebem, enrijecendo a

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musculatura, prejudicando a circulação sanguínea e "travando" a nuca, os ombros e a coluna. Claro que ninguém pode deixar de trabalhar, mas certas posturas e exercícios nos ajudam a enfrentar a falta de mobilidade. Pra começar, sente-se mantendo a coluna ereta, colocando a bacia no fundo da cadeira e procurando equilibrar os ísquios, que são os ossos que temos nas nádegas. E enquanto trabalha, de vez em quando faça inspirações e expirações profundas, pois isso oxigena o sangue e cada célula do corpo. Sua saúde física e mental vai agradecer. O alongamento diminui a tensão muscular, ativa a circulação, reduz a ansiedade, o estresse e a fadiga, diminui o risco de lesões, ajuda na hora do trabalho e desenvolve a consciência corporal. Você pode se alongar no trabalho quando se sentir rígido ou cansado ou tenso, antes e depois de fazer uma caminhada, ao chegar a sua sala ou mesa, no início da tarde e também quando precisar se concentrar e dar o melhor de si. Para isto não há necessidade de grandes esforços, equipamento ou roupa especial. Alguns detalhes importantes dos exercícios: ■ Procure respirar lentamente sem bloquear a respiração e relaxe, ■ Concentre-se nos músculos e articulações envolvidos, ■ Sinta o alongamento até perceber uma leve tensão e mantenha por alguns segundos, ■ Não insistir até sentir dor, ■ Faça-os dentro do seu limite, cada indivíduo é diferente do outro, ■ Oriente-se pela sensação do alongamento,

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■ O exercício deve ser brando, suave, Você poderá realizá-los ao esperar uma chamada telefônica, no momento de espera de um programa no computador, no trânsito, no intervalo de um serviço ou tarefa, etc. Não é necessário realizar todos ao mesmo tempo, porém faça-os pelo menos duas vezes por dia.

―Sociopata da segurança‖

■ O sociopata de Segurança (SDS) caracteriza por um padrão invasivo de desrespeito e violação das normas de segurança. Ele não se adéqua às normas pertinentes a um comportamento dentro de parâmetros de uma organização. Esses indivíduos também exibem um desrespeito imprudente pela segurança própria ou do grupo. São extremamente irresponsáveis. Ocasionalmente, qualquer um é capaz de comportamentos desse tipo. Mas o sociopata os adota como sua única maneira de ser e de se relacionar com o mundo: ■ Pessoa insensível ao perigo. - PIP As pessoas são resistentes à idéia em que se encontra em risco diante de um perigo. Elas julgam que tomando certo cuidado (sem noção de outros riscos existentes, sem dispositivos de segurança) o perigo é menor e tem menor possibilidade de causar um acidente. Assim as pessoas passam a sentir excessivamente autoconfiantes. Por exemplo, a pessoa sobe no telhado, toma cuidado em pisar nas telhas, tem sorte e essa experiência passa ser sua referência para executar o serviço. Esse otimismo irreal baseia-se na informação disponível (deu certo a primeira vez) e induz a um raciocínio que o perigo não é uma ameaça real. Isto influi na reação diante do perigo.

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■ Pessoa sem percepção de riscos - PSPR A pessoa recebeu o treinamento adequado de segurança, mas não tem noção das potencialidades dos riscos em seu posto de trabalho ou na região periférica. Enquanto a percepção de riscos cria procedimentos de trabalho com segurança., somente com o treinamento de segurança a pessoa tem a propensão de burlar os procedimentos de segurança. Portanto, a percepção dos riscos referese à atitude da pessoa consciente diante do perigo. O risco constitui planejamento, estratégia de ação diante do perigo. Por exemplo: Ao terminar de descarregar um caminhão, um funcionário, que sempre teve um excelente comportamento perante a empresa a aos colegas, super participativo em todas as palestras, resolveu, do nada, pular da plataforma onde o caminhão estava estacionado, sendo que a escada estava bem ao lado, placas indicando o risco, fita zebrada, tudo. E, ao tocar o solo, escorregou e bateu a cabeça. Hoje, move uma ação contra a empresa. E aí? Um segundo de distração por parte dele, foi o mais prejudicado, pois ele ficou com o trauma na vértebra. Terá de realizar uma cirurgia delicada e não poderá ter uma vida como tinha antes. O que aconteceu? Ato, comportamento, atitude ou minuto ou pensamento inseguro? Ele não sabe por que fez isso. Mas todo esse processo de segurança dependerá do comportamento humano. Até que ponto a cultura de segurança da empresa influirá na mudança do comportamento humano? O prazer e o perigo caminham juntos com o ser humano. Corremos riscos diariamente no nosso cotidiano, mas colocamos a maioria no piloto automático. O cérebro gerencia esses riscos e analisa esses riscos em termos de fluidez de tráfego, stop and/or go (pare e/ou prossiga). . Correr riscos é inerente a atividade humana. Por que agimos assim? Graças a essa característica, a tendência para andar no limite da segurança, a humanidade avançou mais do que as outras espécies. O

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Homo sapiens, nossa espécie, saiu da África para um mundo desconhecido e povoou o planeta Terra. O que tem o nosso cérebro de tão especial para enfrentar ou conviver com o medo e o perigo? O corpo humano está cheio de células nervosas, que são os neurônios. Eles são os centros vitais de comunicação do nosso corpo. Eles são os radares e sensores inteligentes. A função deles é continuamente coletar informações sobre o estado interno do organismo e de seu ambiente externo, avaliar essas informações e coordenar atividades apropriadas à situação e às necessidades atuais da pessoa. Todas essas informações resultam em nossas sensações, sentimentos, pensamentos, respostas motoras e emocionais, a aprendizagem e a memória, etc. O sistema de processamento de informações são tão complexos e interligados, que são gerenciados por impulsos nervosos, os elétricos e os químicos. Os sinais elétricos propagam os sinais e químicos fazem o papel das pontes, para que haja continuidade dessas comunicações.

Quando confrontamos com um elemento desconhecido podemos ter uma sensação de medo ou de coragem para enfrentar o risco ou de prazer O que acontece no nosso cérebro: 1-De imediato, as células nervosas, espalhadas pelo nosso corpo, enviam mensagens de alerta ao cérebro.

2-No cérebro, o córtex percebe que algo de inusitado irá ocorrer e entra em alerta. Acionam, então, as estruturas cerebrais responsáveis pelo controle das emoções e do funcionamento de órgãos do corpo, como estômago, coração, vasos sangüíneos, glândulas salivares, entre outros.

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3- Ao serem acionadas, essas estruturas provocam mudanças fisiológicas, como tensão muscular, excesso de suor, dilatação da pupila, aceleração dos batimentos cardíacos e contração dos vasos sangüíneos. 4- Ao mesmo tempo, o hipotálamo ativa a glândula hipófise, que libera no sangue hormônios corticosteróides e adrenalina. Se bem dosada, essa descarga provoca prazer, pois a adrenalina é responsável pela sensação de bem-estar. 5- No caso do medo, ocorre menor produção de adrenalina e as mudanças fisiológicas se acentuam. Há menor irrigação de sangue para outras partes do corpo, provocando aquela palidez típica de quem acaba de levar um susto. A sensação ou intensidade do medo, prazer e perigo varia de pessoa a pessoa. Exemplo: Os esportes radicais oferecem mais riscos do que os esportes em geral são mais emocionantes aos praticantes ou os que exigem um maior esforço físico ou maior controle emocional. Eles estão em situações extremas de limite físico ou psicológico ou de segurança. Mas a segurança exige percepção, atitude e visão de riscos. É através do treinamento é que podemos mudar o comportamento humano. Quanto mais você treina a execução de um procedimento, mais esta informação se torna acessível na memória de longo prazo e é mais prontamente recuperável. É por isso que os militares, atletas, músicos, trapezistas etc., precisam treinar exaustivamente. Por outro lado, é preciso lembrar que os procedimentos mal aprendidos e não treinados, são sempre dificílimos de serem recuperados quando precisamos deles. Todas as informações percebidas pelos sentidos são interpretadas pelo cérebro como verdades, de acordo com os padrões

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anteriormente registrados. Devemos criar procedimentos para que o cérebro possa aceitar estas informações como verdadeiras e passará a identificar todas as situações de riscos. O trabalhador deveria; parar, pensar e executar a tarefa de modo seguro, do que perder a vida num minuto? Pare (Stop) - Pare calmamente, Analise todas as opções. Pense (Think) - Qual é o problema? Qual é a sua opção? Quais são as conseqüências de sua ação? Faça (Do) - Faça a escolha de sua ação segura, Converse com alguém com experiência. Agora eu pergunto: será que alguma empresa ordena que o trabalhador interrompa sua tarefa quando estiver em risco? Eu assisti a seguinte cena: Não faz muito tempo! Metrô capão redondo (SP) Determinado trabalhador foi ordenado pelo seu superior, para executar uma tarefa. Ele acabara de participar de um DDS comigo tratava-se de um serviço terceirizado. No qual falamos do uso do cinto de segurança em altura, ou seja, em local onde houvesse riscos de quedas, na realidade o cinto de segurança não é para ser usado em altura somente, e sim em locais onde houver risco de quedas, isto deve ficar bem claro! A tarefa seria terminar um retoque de pintura que ficara do dia anterior O operário informado naquele momento que o cinto deveria ser usado e disse ao suposto encarregado! Vou pegar o cinto de segurança, acabei de participar de um DDS com o TS que falou sobre isto. O encarregado disse: Você levará muito mais tempo indo pegar este equipamento no armário do que fazendo o serviço. Quer ver? Pegou o material e foi fazer o serviço do colaborador. Qual foi a minha atitude? Pedir para retirar o encarregado da obra! Quando foi informado por mim de sua demissão, riu confiantemente que não iria

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embora e dirigiu-se ao mestre para informá-lo da minha atitude. O mestre de obras Sr Nelson disse: Pegue seus objetos e vá para sua empresa! Saiba que, em canteiros de obras da AG você jamais prestará serviços. Quando chegou à empresa a quitação como se diz na construção civil, já estava fria esperando por ele. Às vezes determinadas atitudes contribuem para ocorrência de acidentes. Alguns encarregados dentro de seu uniforme e debaixo de um capacete branco inibem seus subordinados de pensar sobre o que está certo ou errado! Os obrigando agir por instinto como se fossem irracionais. O perfil dos riscos: ■ Exposição ao risco é voluntária ■ Exposição é involuntária ■ Tem efeitos imediatos ■ Tem efeitos retardados ■ É conhecido das pessoas ■ É desconhecido para as pessoas ■ É conhecido para a ciência ■ É desconhecido para a ciência ■ Risco é controlável pela própria pessoa ( automóveis, do cigarro ou das drogas). ■ Risco é incontrolável pela própria pessoa ■ É um risco novo (novas tecnologias) ■ É um risco antigo ■ É um risco assustador, desconhecido (caso da manipulação genética, das guerras nucleares e do terrorismo)

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■ É um risco pouco assustador ■ Há muitas pessoas expostas ■ Há poucas pessoas expostas

Evidentemente, é muito difícil estabelecer um programa de comportamento humano único para todas as pessoas. Cada indivíduo tem um perfil psicológico diferente, nível cultural e emocional diferentes. Todavia, há alguns pontos comuns a todos e que servem pelo menos a princípio, como. a) Estude detalhadamente todo o procedimento necessário ou o que precisa executar com precisão. Adquira o maior número de informações possíveis sobre o assunto. Quanto mais informações você tiver a respeito desse procedimento, maior será a confiança (análise do risco, procedimento de operação ou permissão de trabalho seguro). Essa confiança "minimiza o perigo" e, conseqüentemente, reduz os riscos de bloqueio mental por tensão. b) Treine esse procedimento. Quanto mais treinar, mais facilidade terá para reproduzi-lo fielmente. Lembre-se que "o treinamento exaustivo acaba facilitando a repetição automática". Repare que você amarra o cadarço do sapato, pára quando o farol fica vermelho e digita no seu computador, sem jamais parar para pensar "como isso deve ser feito". Você "reproduz" estes procedimentos naturalmente, sem o menor esforço mental. Mostra a irresponsabilidade do motorista, dançando alegremente, estando na direção de um caminhão de grande porte, chegando em alguns momentos a levantar do banco do motorista e largar o volante.É a irresponsabilidade ou sociopata de segurança, colocando a vida de terceiros em perigo.

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Ensinar percepção de riscos é algo difícil? Até mesmo para os profissionais da área. Exige dedicação, esforço, estudos, educação da mente para este fim, lembra-se daquele fator que já comentei: problemas financeiros, com a família, envolvimento com drogas álcool, Experiência na atividade, na função, trabalho de equipe, estudos analises de riscos, psicologia do trabalho, conhecer as pessoas com quem vai lidar, conhecer a atividade, evitar a pressão no trabalho, sabe uma ferrametna chave: DDS, 5 S, SINALIZAÇAO DA FABRICA ISOLAMENTOS DOS RISCOS envolvimento do TS com as atividades afins emfim, uma serie de informações. Conheço engenheiros e Tecnicos da área que não tem a menor percepção de riscos.

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O Lixo eletrônico no mundo

O mundo precisa de regras melhores para enfrentar as crescentes montanhas de lixo eletrônico nos países em desenvolvimento, disse Rüdiger Kühr, chefe do secretariado da STEP (Solving the E-waste Problem), cujos mantenedores incluem agências da ONU e empresas como Microsoft e Nokia. Metais em celulares Uma tonelada de celulares velhos contém metais no valor de US$ 15 mil. Uma tonelada de celulares usados, ou cerca de seis mil aparelhos, contém; ■ por volta de 3,5 quilos de prata, ■ 340 gramas de ouro, ■ 140 gramas de paládio e

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■ 130 quilos de cobre. Uma bateria de celular contém mais 3,5 gramas de cobre.

Países pobres e contaminação ―Muito equipamento termina no lixo em países pobres,. Muito lixo eletrônico é enviado a países em desenvolvimento, com a exploração de lacunas que permitem a exportação de computadores e televisores para reutilização no exterior. Boa parte dessas exportações também é feita ilegalmente. Com muita frequência, o lixo eletrônico é incinerado, nos países em desenvolvimento, para a recuperação de metais‖, afirmou a StEP. É um método barato e potencialmente lucrativo, mas emite toxinas, entre as quais metais pesados e dioxinas Padronização de reciclagem: "Os processos e diretrizes que regem a reutilização e reciclagem de produtos eletrônicos precisam ser padronizados mundialmente a fim de conter e reverter o crescente problema do lixo eletrônico ilegal e do desperdício," afirma um comunicado da StEP. Reciclagem é cara: ―A reciclagem, se conduzida devidamente, custa caro‖. Existem pelo menos 700 contêineres de lixo eletrônico à espera em portos da África Ocidental, parte de uma montanha de cerca de 40 milhões a 50 milhões de lixo elétrico e eletrônico gerada a cada ano, disse Kühr. Mais de 100 milhões de aparelhos celulares são descartados anualmente no mundo Fonte: G1 - 16 de setembro de 2009 Comentário: O celular deixou de ser um telefone tradicional de conversação para transformar num sistema de entretenimento eletrônico. Possuem texto, imagem, vídeo, áudio, animação, etc.

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As mais recentes pesquisas têm mostrado que cada vez menos usamos o celular para fazer ligações. O aparelho, que nasceu com o propósito de telefonia móvel, vem se tornando uma espécie de plataforma
multifunções, que engloba desde tocador de músicas, imagem, texto, console de games.

A cada 15 meses os celulares são substituídos por outros com novas tecnologias, mais versáteis, com novos recursos. Isto significa que centenas de milhões de celulares serão substituídos e os descartados serão enviados, principalmente para os países em desenvolvimento como lixo eletrônico. Assim sucede também com os computadores, com diversas terminologias e tecnologias, tais como; Netbook, Notebook, Laptop, etc. O que prevalece é o consumismo e ostentação dos consumidores. E o que acontece com o meio ambiente? Celulares: Atualmente, a quantidade de aparelhos celulares no mundo é estimada em 2008 em 3,6 bilhões de telefones móveis. Mesmo assim, alguns países se destacam, tendo em seu território mais celular que pessoas. ■ Em número absoluto, a China é a campeã, com 601 milhões de unidades, quase o dobro do segundo colocado. Apesar disso, esse número representa apenas 45,5% de sua população, que é a maior do mundo. ■ A Alemanha, por sua vez, é o país com a maior proporção celulares/população. Com uma população total de pouco mais de 82 milhões de pessoas, a Alemanha tem, de longe, mais celulares que pessoas. Isso porque possui mais de 101 milhões de aparelhos. ■ O Brasil, por sua vez, ocupa a quinta colocação no número total de celulares, com 135 milhões de unidades. Nossa população, estimada em 186 milhões de pessoas, continua numericamente maior que a quantidade de telefones móveis no País. .

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Computadores: ■ Segundo Teodoro López, vice-presidente da Everis Brasil, no final de 2008 havia 1,231 bilhão de computadores no mundo e os Estados Unidos eram o país com o maior número de máquinas: 262,5 milhões de unidades, 21,3% do total mundial, enquanto que a América Latina contava com apenas 7,8%. ■ Entre os continentes, a Ásia é o que conta com maior número de equipamentos, com 504,4 milhões (41%). ■ No mundo, Canadá, Suécia, Holanda e Suíça são os países com mais computadores por pessoa (90 para cada 100 habitantes), enquanto Bolívia, Indonésia, Paquistão, Quênia e Nigéria apresentam apenas 3 computadores por cada 100 pessoas. ■ De acordo com relatório da Everis, consultoria multinacional de tecnologia da informação de junho de 2009, que engloba dados de 50 países, o Brasil detém hoje 42,9 milhões de computadores, número que o coloca no topo em números absolutos entre os países latinoamericanos, equivalente a 3,5% do total global e 45% do total da América Latina. ■ No final da lista, o continente africano conta com apenas 25,6 milhões de ,3. Marcadores: construção civil Trabalhador fica pendurado no 11º andar de prédio Um trabalhador ficou pendurado pelo cinto de segurança no 11º andar de um prédio em construção na cidade de Águas Claras, a 10 km de Brasília, por cerca de 15 minutos, até ser socorrido. A cena foi filmada por um morador vizinho da obra. Testemunhas disseram que o operário escorregou do andaime onde trabalhava e se agarrou na estrutura do andaime, mas não conseguiu suportar por muito tempo. Ele se soltou e ficou pendurado apenas pela corda do cinto de segurança.

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Os colegas de trabalho abriram um buraco na parede e o puxaram para dentro do prédio. A construtora responsável pela obra confirmou que o operário limpava uma tábua, tropeçou no material de limpeza e escorregou. A empresa reafirmou que ele usava na hora do acidente os equipamentos de segurança obrigatórios. Segundo os vizinhos da obra, o Corpo de Bombeiros chegou dez minutos depois do resgate, pois a unidade mais próxima de Águas Claras fica em Taguatinga. Fonte: G1 - 14 de setembro de 2009 Comentário: Esse incidente veio comprovar como é importante o equipamento de segurança individual. O acidente acontece na maioria das vezes de forma inesperada e o trabalhador deve estar preparado para esse imprevisto. Como é importante a duplicidade de segurança, pois a proteção coletiva, o andaime falhou muito provável por fixação incorreta das tábuas e a proteção individual atuou e salvou o trabalhador. O que diz a norma NR-18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) sobre andaimes

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1-O dimensionamento dos andaimes, sua estrutura de sustentação e fixação, deve ser realizado por profissional legalmente habilitado. 2-Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com segurança, as cargas de trabalho a que estarão sujeitos. 3- O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa, antiderrapante, ser nivelado e fixado de modo seguro e resistente. 4-Devem ser tomadas precauções especiais, quando da montagem, desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas. 5- A madeira para confecção de andaimes deve ser de boa qualidade, seca, sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência, sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.. É proibida a utilização de aparas de madeira na confecção de andaimes. 6- Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé, inclusive nas cabeceiras, em todo o perímetro, com exceção do lado da face de trabalho. 7-É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança dos andaimes ou anular sua ação. 8- É proibida, sobre o piso de trabalho de andaimes, a utilização de escadas e outros meios param se atingirem lugares mais altos. 9- O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira segura. Marcadores: acidente, construção civil Terça-feira, Setembro 15, 2009 Cocaína é o novo rebite de caminhoneiros

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A cocaína é o novo "rebite" dos caminhoneiros. Pesquisa divulgada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) aponta que a droga vem sendo usada no lugar das anfetaminas para manter os motoristas acordados por mais tempo. Obs: Na gíria as drogas são conhecidas como "rebite" e/ou "bolinha". "Rebite" é como são chamadas as anfetaminas entre os caminhoneiros. Tendo um prazo para entregar determinada mercadoria, eles tomam o "rebite", objetivando dirigir à noite e não pegar no sono, ficando "acesos" e "presos" ao volante. O uso entre jovens passou a ser também freqüente. Usadas com o nome de "bolinha", deixam a pessoa "acesa", "ligadona", provocando um "baque". Procurando varar a noite estudando, uma pessoa pode usá-las com o objetivo de realizar esta tarefa por mais tempo, evitando o cansaço. Entrevistas com motoristas: O levantamento ouviu aleatoriamente 308 motoristas que circulavam por quatro rodovias federais no Rio de Janeiro e São Paulo e houve coleta de urina para análise. Dados alarmantes ■ constatou que 3,5% deles haviam usado cocaína. ■ na rodovia Fernão Dias, região de Atibaia, interior de São Paulo: 4,5% dos caminhoneiros abordados haviam consumido cocaína. ■ entre os entrevistados, o consumo foi até quatro vezes maiores do que o identificado na população brasileira. Entre os brasileiros em geral, 0,3% admitiu ter usado a droga no último mês, consumo mapeado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em entrevista com 7 mil pessoas.

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Colocam em riscos outras pessoas. "É evidente que esse motorista vai colocar em risco a vida de outras pessoas", afirma a médica Vilma Leyton, coordenadora da pesquisa da USP. A cocaína e a anfetamina atuam no sistema nervoso central, alterando a percepção do motorista, reduzindo a atenção e os reflexos. Para Flávio Pechansky, pesquisador do Núcleo de Estudo e Pesquisa em Trânsito e Álcool da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, o consumo de cocaína entre caminhoneiros é ainda mais grave porque esses condutores passam 70% do tempo nas estradas. "Ele faz coisas que não faria se estivesse sóbrio, age impulsivamente."

A substituição da anfetamina pela cocaína A substituição da anfetamina pela cocaína tem explicações na estratégia do tráfico. "Os caminhoneiros são iludidos pelas promessas dos efeitos mais fortes da cocaína do que do 'rebite', que dizem deixar a pessoa acordada por mais tempo", afirma o presidente da Associação Brasileira de Logística e Transporte de Carga, Newton Gibson. A droga é apresentada como fórmula para fazer com que 90 horas dirigindo pareçam mais curtas. Carga horária: A carga horária excessiva é criticada pelo diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, Alberto Sabaag. "Prefiro que ele consuma alguma substância e chegue vivo, do que durma ao volante." Marcelo Pereira, consultor da Associação Brasileira de Educação no Trânsito, cita as características da profissão como outro fator para o vício. "Caminhoneiro vive sozinho, não consegue participar da vida familiar.
Isso os deixa mais vulneráveis à sedução da droga."

Condições de trabalho, rotas longas. "Não é um uso generalizado, mas está ligado às condições de trabalho, principalmente entre os que não têm vínculos com a empresa", afirma José da Fonseca Lopes, presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros. "Tanto que as drogas são mais

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presentes no setor de transporte de carga de eletroeletrônicos, formado por motoristas com menos de 30 anos, que fazem do caminhão um bico", diz. "Uma parte é obrigada a fazer a rota São Paulo/Belém, antes de seguir para Manaus, em 64 horas. O mínimo suportável seriam 96 horas", completa Lopes, que já ouviu relatos de um motorista que deixou de fazer trajetos mais longos porque não suportava ficar tanto tempo sem a droga. Lei e fiscalização: A lei seca prevê as mesmas punições para quem dirige embriagado ou sob o efeito de droga, mas o bafômetro só detecta álcool. "O poder público teria que encontrar uma nova forma de fiscalização", afirma o inspetor-chefe da Polícia Rodoviária Federal, Márcio José Pontes. Fonte: Yahoo Noticias - 11 Setembro 2009 - O Estado de São Paulo - 11 de Setembro de 2009 Comentário: Os efeitos físicos do uso de cocaína; ■ envolvem aumento do número de batimentos do coração e da pressão arterial, ■ aumento da temperatura corpórea e pupilas dilatadas. ■ em casos agudos de intoxicação, a estimulação central profunda leva a convulsões e arritmias ventriculares (o coração bate descompassadamente) e com disfunção respiratória que podem levar à morte. Efeitos contínuos: ■ existem inúmeras complicações físicas associadas ao uso crônico da cocaína. Os distúrbios mais freqüentes são os cardiovasculares, incluindo distúrbios no ritmo cardíaco e ataques do coração.

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■ a cocaína provoca ainda efeitos respiratórios como dor no peito e dificuldade respiratória, além de efeitos gastrointestinais como dores e náuseas. É importante ressaltar que o aparecimento de problemas pelo uso crônico irá depender da via de administração. Por exemplo, problemas nasais, como ruptura do septo nasal e perda do olfato, aparecem com aspiração crônica da cocaína. Distúrbios cardiovasculares aparecem em todas as vias de administração. No uso de crack há complicações respiratórias ainda! Maiores envolvendo bronquite, tosse persistente e disfunções severas. Efeitos na mente: ■ a cocaína causa uma excitação geral do organismo. ■ ela melhora o estado de alerta, os movimentos, acelera os pensamentos, tira o sono e suprime o apetite. Isto ocorre por sua ação no Sistema Nervoso Central, interferindo com as reações químicas do cérebro. ■ o usuário tem uma sensação de poder, força e euforia. Mas a pessoa fica também irrequieta, tremula e impaciente. Devido à inquietação comete muitos erros mentais, como por exemplo, fazer cálculos. A duração destes efeitos depende da via de administração da droga. Quanto mais rápida a absorção, mais intensa é a sensação de prazer. Por outro lado, quanto mais rápida a absorção, menor é a duração dos efeitos. Além da sensação de prazer, a droga leva a temporária perda do apetite e do sono, torna a pessoa mais comunicativa. Efeitos contínuos na mente ■ o uso crônico e compulsivo da cocaína leva a conseqüências psicológicas, representadas por distúrbios psiquiátricos.

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■ depressão, ansiedade, irritabilidade, distúrbios do humor e paranóia ("nóia"; sentir-se perseguido, vigiado, etc) são as queixas de ordem psicológicas mais comuns. ■ entre outros problemas estão agressividade, delírios (principalmente os delírios persecutórios, onde a pessoa acredita que os outros estão tramando contra ela ou falando mal, etc.) e alucinações (ver ou ouvir objetos e sons inexistentes). Fonte: Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)-Escola Paulista de Medicina (EPM)- Departamento de Psicobiologia Mostras os efeitos das drogas para quem dirige. As seqüências das drogas no vídeo: 1. Heroína, 2. Haxixe, 3. LSD, 4. Cocaina , 5. Álcool , 6. Valium, 7. Ecstasy, 8. Glue (cheirar solventes), 9. Absinto, 10. Todas as drogas Motorista derruba cancela ou falha de projeto? Nesse acidente podemos levar para o lado do humor ou gozação, a motorista não sabia dirigir ou tinha pouca noção de profundidade. Mas podemos indagar se o controle de cancela foi projetado adequadamente, levando em consideração a ergonomia? Pela foto, a cancela está afastada da guia de concreto do meio fio No Brasil o padrão da largura da guia é de 13 cm. A coluna do controle está afastada da guia, podemos estimar em 10 cm. Somando a largura da guia, com afastamento do controle, temos 23 cm. Cada país tem seu tipo de antropometria, a população tem sua estatura média e consequentemnte o comprimento do braço. Nesse caso, estamos apenas interessados no alcance do braço.

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No padrão brasileiro, a mulher tem uma estatura média de 1,60 m e o alcance da mão poderá chegar até 55 cm. O banco do motorista está distante da porta do carro, 7cm. Se o motorista parar no controle, distante, por exemplo, 25 cm, ele terá problema de alcançar o controle para colocar o ticket. Ele teria apenas 5 cm de alcance do braço para alcançar o controle para colocar o ticket. O motorista teria de se inclinar para ter um acesso mais fácil ao controle. É o que acontece na prática. É só observar, como a maioria faz isso, inclina o corpo para colocar o ticket no controle. Para as mulheres a dificuldade é maior. A distância do controle é praticamente a distância do alcance do braço, não há uma folga. Ela tem de compensar, inclinando o corpo mais do que o homem. A única maneira eliminar esse problema é parar o carro bem rente a guia. No vídeo a motorista tenta aproximar o carro bem rente a guia, mas perde o controle. O fabricante poderia minimizar esse problema, projetando o controle, para que ele possa ficar na prumada da guia e a coluna de sustentação inclinada ou numa base metálica curva. (desenho na foto). Marcadores: acidente, trânsito.

Perigo enviar mensagem de texto enquanto dirige Um vídeo de quatro minutos de duração produzido com poucos recursos, apenas 20.000 dólares pela polícia de um condado de Blaenau Gwent, País de Gales, se tornou um dos mais novos sucessos do site YouTube, com pelo menos 4 milhões de visitas até o momento, ao usar imagens fortes na simulação de um grave acidente de carro. Os atores são estudantes da escola local. O vídeo também tem atraído o interesse da mídia mundial pelo seu conteúdo violento e realista

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O filme tem como objetivo alertar jovens sobre os perigos de se enviar mensagens de texto por celular (os chamados "torpedos") ao mesmo tempo em que dirigem. O filme retrata a história de uma garota de Gwent, chamada Cassie Cowan, que dirigia um carro acompanhadas de outras amigas. Enquanto dirigia, ela usava o celular para enviar mensagens de texto e perdeu a concentração por alguns segundos e houve uma série de colisões e matou várias pessoas na estrada. O vídeo foi inicialmente exibido em escolas no País de Gales, e ainda neste ano uma versão de 30 minutos deve ser mostrada em toda a Grã-Bretanha. As imagens mostram duas amigas da jovem sendo projetado contra as janelas e em seguida morto, além dos corpos dos ocupantes de outro carro, inclusive um bebê.

O vídeo mostra que a colisão é chocante e sangrenta, é importante que seja assim. Para as pessoas da minha idade, é isso que eu acho que nos afeta, disse Jenny Davies, personagem principal do filme. ―Tenho amigos que costumavam fazer isso (dirigir e enviar texto), mas recentemente parou‖. Acho que as pessoas estão finalmente percebendo como é perigoso. "Enviar texto e dirigir pode ter conseqüências trágicas e este filme mostra muito bem a conseqüência". Fonte: BBC News - 5 September 2009 Comentário: ■ São Paulo, bairro da Lapa, agosto de 2006, 7h15 da manhã. A caminho da casa da mãe, a professora Fátima, de 48 anos, não podia imaginar que dali a poucos instantes seu dia estaria praticamente perdido. Enquanto dirigia, o celular tocou. O aparelho não estava a seu alcance, e sim dentro da bolsa, no banco de passageiro. Quando

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Fátima tentou alcançar o telefone, sentiu o baque da dianteira de seu carro no porta-malas de um táxi. ―Posso me lembrar de que era uma chamada de minha mãe, mas não do que aconteceu naquele momento. Ainda bem que ninguém se machucou. O susto levou Fátima a mudar seus hábitos. Agora, quando o celular toca, diz ela, estaciona o carro ou verifica quem ligou para retornar depois. ―Antes eu só pensava na multa que receberia‖. Agora avalio a real razão do problema, a segurança‖, afirma. ■ A professora Mariana, de 27 anos, bateu o carro em uma caçamba de entulho enquanto dirigia e enviava mensagens no celular. ―Fui fazer uma curva à direita e não vi a caçamba que estava na esquina. A batida foi feia e me assustei bastante. Meu carro ficou com a dianteira bastante amassada.‖

Combinação perigosa celular e direção: Com o celular no ouvido, o motorista reage de forma mais lenta. Dificilmente olha para o retrovisor, assume uma trajetória errática na via e reduz ou ultrapassa a velocidade compatível com o tráfego. Avança o sinal, tem dificuldade para trocar marchas e simplesmente não vê as placas de sinalização no trânsito. Cada uma dessas situações já poderia desencadear um acidente. Atenção afunilada: O celular tocando desvia a atenção de quem está guiando e dá início ao procedimento de risco: a primeira ação do motorista quando o aparelho toca é procurá-lo. Para atender, será necessário o uso de uma das mãos. Se for colocado no ouvido, haverá restrição do campo visual. A Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) realizou um estudo com voluntários falando ao celular com viva-voz. Além dos fatores operacionais envolvidos, como os citados acima, existem os não-operacionais. Entre eles estão os psicológicos – como

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as emoções às quais o motorista pode ser submetido numa conversa, por exemplo, quando recebe uma má notícia – e os cognitivos – como alterações causadas por tarefas de elaboração e compreensão de frases, audição do que é falado e do toque do telefone, além do aspecto motor da fala, que se altera quando realizada em conjunto com outras tarefas complexas, como dirigir. ―Durante o teste, concluímos que o tempo de reação do motorista ao celular aumenta 50%, o número médio de infrações também cresce 50% e o de acidentes
triplica‖, afirma Alberto Sabbag, diretor da Abramet.

Reduz a concentração: Um estudo da Universidade Carnegie Mellon em Pittsburgh, no estado americano da Pensilvânia, mostra que conversar no celular quando ao volante reduz a concentração de um motorista em até 37% levando-o a cometer erros semelhantes aos ocorridos quando se dirige alcoolizado. O estudo usou imagens de ressonância magnética do cérebro para documentar o efeito do simples ato de ouvir o interlocutor durante uma ligação. Mensagem de alto risco: Se telefone e direção já forma uma combinação de risco, digitar uma mensagem ao celular potencializa o perigo. Quem tenta fazer isso tem que tirar as mãos do volante, se concentrar em um teclado minúsculo e ainda pensar na elaboração dos textos. Uma pesquisa realizada pelo instituto britânico Transport Research Laboratory (Laboratório de Pesquisas de Transporte) analisou 17 motoristas com idades entre 18 e 24 anos. Os resultados mostraram que o tempo de reação dessas pessoas foi 35% mais lento do que se estivessem totalmente concentradas na condução do veículo. Fonte: Quatro Rodas, Marcadores: celular, trânsito. Segunda-feira, Setembro 07, 2009 Programas para prevenção de perdas em empresas alimentícias

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Porque os sistemas proteção não podem impedir os danos aos produtos alimentícios, as empresas de processamento de alimentos devem estabelecer programas de gerenciamento para prevenção de perdas, que teriam graves conseqüências para os seus negócios. A empresa deve elaborar um programa de prevenção e controle de perdas adequado para empresa. É importante o comprometimento da diretoria da empresa na implantação do programa para atingir o seu objetivo A importância dos programas de gerenciamento para instalações de processamento de alimentos incluem; ■ avaliação de riscos ■ plano de emergência ■ manutenção, ■ controle de fumos (cigarros) ■ organização e limpeza (housekeeping) A avaliação de risco ajuda determinar; ■ como dispor de um sistema de coleta de pó ■ como projetar tubulação e válvulas para líquidos inflamáveis ■ programa de limpeza de fornos ■ onde o equipamento elétrico é exigido para áreas perigosas (equipamento à prova de explosão ou a prova de respingo) Embora o plano de pré-emergência não preveni perdas, ele é capaz rapidamente recuperar tais perdas, devido às disposições do pleno que serão tomadas diante de um acidente. O plano de pré-emergência deve levar em conta os turnos de operação, os equipamentos de produção que não podem fabricar

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outros produtos, equipamentos de difícil reposição e equipamentos de refrigeração. Incêndio na correia transportadora, no domingo à tarde, 9 de maio de 2003, na indústria de alimentos Riser‘s Fine, nos Estados Unidos, causou um prejuízo de US$ 200.000,00. O incêndio ocorreu na área de refrigeração, provocado aparentemente por falha mecânica e causou prejuízos de US$ 50.000,00, no sistema de correia e nas edificações e de US$ 150.00,00 em mercadorias e em equipamentos. Este plano ajuda determinar, quais os equipamentos deverão ter em reserva operacional e quais os sobressalentes (peças em reservas) que devem possuir em estoque e também quais as empresas de assistência técnica possam ser utilizadas na emergência. A manutenção é importante nos equipamentos, pois reduz o potencial para contaminar ou danificar um produto, em caso de avaria mecânica ou elétrica. A política de proibição ou restrição de cigarro reduz a chance de contaminação do produto. Comentário: ■ Em 30 de abril de 2009, um incêndio de grandes proporções destruiu parcialmente, uma das mais modernas a avançadas indústrias de processamento de leite do país, pertencente à Coopercentral Aurora (Aurora Alimentos), localizada no município de Pinhalzinho, no oeste de Santa Catarina. Os prejuízos atingem R$ 50 milhões (23 milhões de dólares) e a indústria ficarão quatro meses paralisados. De acordo com comunicado da empresa, o fogo irrompeu às 11h15 da manhã no setor que concentra o principal núcleo de industrialização - fabricação de queijos, sala de fatiamento, câmara de estocagem, concentração de soro, pasteurização e elaboração de requeijão e manteiga, almoxarifado e sala de embalagens - e consumiu totalmente uma área de 6.000 metros quadrados. A área total da planta é de 40.000 metros quadrados. O fogo ultrapassou a

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1.000 graus e danificou duramente o ambiente construído com aço, concreto, telhas e paredes térmicas. As chamas se elevaram a 20 metros acima do solo. As instalações físicas e os equipamentos foram completamente destruídos. Causa provável: curto-circuito: Paralisação: O presidente da empresa informou que a unidade permanecerá paralisada por 120 a 150 dias, quando voltará a funcionar parcialmente. Recuperação total somente em 2010 porque a área destruída levará 12 meses para ser reconstruída e retomar a produção. Ali funcionavam equipamentos importados de última geração que dependem de negociação, aquisição e importação. ■ Um incêndio destruiu, em 16 de novembro de 2006, a fábrica de assados, Empanados e cozidos da Sadia em Toledo, no Oeste do Paraná. Cerca de 600 funcionários trabalhavam no local quando o fogo começou. O prédio foi evacuado rapidamente, sem o registro de feridos. O incêndio iniciou por volta das 16h30 e mobilizou a brigada de incêndio da empresa e o Corpo de Bombeiros de Toledo. Foram montadas barreiras para conter as chamas. A fábrica, inaugurada no ano passado, ficou completamente destruída. O fogo teria começado na linha 6, que entrou em operação há menos de um mês. Tão logo os funcionários viram fumaça foram abertas as portas de emergência e todos os funcionários saíram rapidamente. Material inflamável: A planta abrigava material altamente inflamável, incluindo plástico, isopor, papelão, óleo utilizado para frituras e tanques de amônia, além de gás utilizado para a refrigeração, que é altamente inflamável e tóxico, caso inalado.

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Prejuízo total: A planta atingida representa aproximadamente 1,5% do faturamento total da Sadia. A produção de processados desta unidade era voltada para o mercado externo e interno. A empresa lamentou a confirmação de perda total da planta, que servia como fábrica modelo, onde foram investidos aproximadamente R$ 150 milhões (82 milhões de dólares). Reconstrução da fábrica: Em 15 de outubro de 2008, foi inaugurada a nova fábrica. A empresa foi reconstruída, com ampliação de cerca de 30 por cento. A nova fábrica recebeu investimento de R$ 173 milhões (100 milhões de dólares), tem cinco linhas de produção automatizadas. Marcadores: prevenção, segurança. Sexta-feira, Setembro 04, 2009 Processamento de alimentos: Cada risco é uma ameaça ao negócio Quando o sistema de extinção opera como foi projetado, eles controlam o fogo e mantém as perdas para mínimas. Após uma pequena limpeza , a maior parte das instalações industriais pode voltar as atividades com pequeno prejuízo. Mas isto não é verdade na indústria de processamento de alimentos. Potencial de interrupção de Negócios (lucros cessantes) O sistema de extinção é importante nas instalações de processamento de alimentos para proteger equipamentos de processo, armazenagem e edifícios e para deter o fogo para não se propagar para outras áreas. Mas eles não podem impedir os prejuízos dos produtos alimentícios, que são extremamente susceptíveis de contaminação dos produtos da combustão.

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Após cada foco de incêndio, os prejuízos dos produtos alimentícios devem ser avaliados. As matérias primas contaminadas podem paralisar a produção, até o recebimento de novas matérias primas. Produtos acabados contaminados pode retardar pedidos até que novos produtos sejam produzidos. Veja o caso da incêndio do incêndio da Perdigão no comentário. Incêndio na correia transportadora, provocado por sobreaquecimento, na indústria de armazenagem de grãos Hansen Muller, USA, em 15 de julho de 2003. Os prejuízos foram de US$ 200.000,00.

Os produtos de combustão não os únicos possíveis de contaminação, mas também a liberação de amônia e derramamento de líquidos podem contaminar os alimentos. A perda ou quebra de equipamentos podem estragar alimentos. Os sistemas, elétrico, de refrigeração e de aquecimento não são somente necessários para produzir alimentos, mas também conservar os alimentos para não se estragarem. Conseqüentemente, estes sistemas devem ser altamente confiáveis e em alguns casos com equipamentos em stand-by (reserva) Exemplo de instalações de processamento de alimentos com potencial grave de interrupção de negócios é a fabricação industrial de pães e envasamento em geral. Os clientes de padaria necessitam de pão fresco todos os dias. Quando uma panificação está paralisada, os clientes devem comprar o pão em outro lugar. Após o retorno da empresa a atividade, ela não pode recuperar a perda da produção. A empresa pode também perder pontos preciosos no mercado. O enlatamento, como outras instalações de processamento de alimentos, que inicia com alimentos frescos, pode receber matériaprima somente durante a estação do produto (época da colheita). Se as matérias primas são perdidas, eles não podem repor até a próxima estação.

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Fabricante de baunilha tem ainda outro atraso; a fava da baunilha leva três a cinco meses para cura antes de ser processada. Essas características de problemas devem ser consideradas quando está projetando e protegendo as instalações de processamento de alimentos. As instalações de processamento de alimentos que operam com três turnos também apresentam graves potenciais de interrupção de negócios. Para cada dia de paralisação, os três dias de produção estão perdidos. Quando a instalação está funcionando novamente, a perda de produção é difícil de recuperar. Além disso, a operação com três turnos deixa menos tempo disponível para limpeza e manutenção. Permanecendo nas atividades de processamento de alimentos, exigem conhecimentos destes potenciais de interrupção destes negócios e o que fazer sobre eles. A proteção de riscos e prevenção de perdas tem papéis importantes nestas atividades. Fonte: ―Food Processing‖ ,fourth, ―IRI‖ Industrial Risk Insurers. Comentário: Em 21 de março de 2009, incêndio destruiu parte da unidade da fábrica da Perdigão instalada na cidade de Rio Verde, Goiás. A planta da Perdigão em Rio Verde faz parte do maior complexo agroindustrial da América Latina e emprega diretamente 8 mil pessoas. Começou a ser construída em 1997 e entrou em funcionamento em 2000. O abastecimento aos clientes dos mercados interna e externos feitos a partir da unidade de Rio Verde, não serão comprometidos, uma vez que outras unidades terão sua produção ajustada para suprir essa demanda. Com relação aos funcionários alocados no complexo, cujas atividades estão interrompidas temporariamente, a Perdigão esclarece que aqueles que não forem mobilizados nos trabalhos de recuperação das instalações poderão ser deslocados para outras unidades processadoras da empresa localizadas próximas à Rio

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Verde, não havendo necessidade de demissões em conseqüência do incêndio. Causa provável: As chamas tiveram início na caldeira da unidade de industrializados e se alastraram rapidamente para outros setores por causa dos ventos fortes e do material isotérmico - como isopor e PVC -, utilizado no revestimento da estrutura da indústria. Estimativa de prejuízos Danos materiais - 45 milhões de dólares Interrupção de produção: Não foram informadas estimativas de perdas de interrupção de produção e perda de produtos acabados. Produção integrada paralisada Como a indústria funciona em cadeia de produção integrada, isto é, os fornecedores são os criadores de aves e suínos que fornecem a matéria prima para a indústria, também eles foram afetados indiretamente, devido à interrupção da fábrica. Milhares de aves estavam prontas para o abate e deixou os criadores integrados impossibilitados de tirar os animais das granjas. A paralisação momentânea das atividades no parque industrial afetou mais de 400 granjeiros da região que fornecem aves e suínos para a Perdigão, pois estavam prontos para o abate. Incêndio afeta o resultado financeiro da empresa A fábrica é responsável por 10% a 12% da produção total da Perdigão. O incêndio da fábrica ocorrido ainda no primeiro trimestre, também elevou as despesas de todo o semestre, pois obrigou a

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companhia a transferir produtos da unidade para outros centros de distribuição. . No segundo trimestre deste ano, a empresa teve queda de 14,3% no volume de vendas no mercado interno, em relação a igual intervalo do ano passado. Parte desse comportamento pode ser explicada pelo incêndio da unidade de Rio Verde (GO), ocorrido ainda no primeiro trimestre, que reduziu a oferta no mercado interno de produtos processados, como empanados, salsichas e hambúrgueres. Com o retorno recente da unidade incendiada à sua capacidade total, a empresa terá um desempenho melhor no mercado interno nos próximos trimestres.

Proteção de riscos: Na indústria de alimentos qualquer tipo de incêndio ou explosão, os prejuízos são duplos, isto é, há perda direta em virtude do incêndio ou explosão e a perda indireta pela contaminação dos produtos ou das instalações industriais, tais como; fumaça, fuligem, água de combate ao incêndio contaminado, etc. Por causa disso, a proteção de riscos e prevenção de perdas tem papéis importantes nestas atividades. A proteção inicia-se no projeto da fábrica, com isolamento ou separação de áreas para evitar a propagação do fogo ou contaminação. A fábrica projetada no sistema compacto com todas as áreas interligadas apresenta um alto risco, pois em caso de acidente todas as instalações ficam paralisadas ou contaminadas. A foto mostra que a indústria é totalmente compacta. Marcadores: prevenção, segurança. Housekeeping na indústria alimentícia: Gerenciamento de Riscos - Uma amostra da indústria de alimentos

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As normas de órgãos governamentais exigem que as instalações de processamento de alimentos mantenham os agentes contaminantes patogênicos e outras doenças fora do processo. A competitividade exige que as instalações mantenham as substâncias nocivas fora dos alimentos e que prejudique a cor, textura, cheiro e aroma. Entretanto, para manter o nível de limpeza exige conhecimentos das normas vigentes e isso não implica necessariamente que as instalações que estejam limpas vão produzir alimentos saborosos. ■ O pó de farinha pode impregnar nas estruturas das edificações, ■ líquidos inflamáveis podem derramar nas áreas com pouca movimentação de pessoal ou de acesso controlado, ■ resíduos de óleo pode acumular no interior de dutos; todos esses problemas podem ocorrer sem contaminar ou afetar a qualidade dos alimentos que estão sendo produzidos. Mas estes fatores podem conduzir as perdas graves. Pós e poeiras: As fontes comuns da poeira na indústria de processamento de alimentos são; grão, farinha, amido, açúcar, cacau e matérias-primas granuladas ou em pós. O pó escapando do sistema de esteira pode acumular-se em equipamentos de processo e em partes das estruturas das edificações. E o pó normalmente acumula no sistema de esteira (correias, rolamentos, etc). Uma camada fina de pó pode iniciar a ignição ou um flash. Pó em suspensão no ar pode explodir. Uma explosão inicial envolve geralmente somente uma pequena quantidade de pó , mas faz com que todo pó restante entre em suspensão. As explosões de pós-secundários são devastadores. As

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instalações envolvidas no processamento de grãos, farinha, açúcar, soja e leite em pó e derivados, possuem experiências em explosões de pós.

Uma explosão ocorreu numa fábrica de creme, quando partículas (pó) ficaram em suspensão muito tempo em contato com ar aquecido por um secador de calor. As perdas totalizaram U$ 2,5 milhões de
dólares. Controlando o acúmulo de pó que é uma etapa crítica está ajudando controlar este potencial de perda

Líquidos inflamáveis Os líquidos inflamáveis usados na indústria de processamento de alimentos incluem; álcool como aromatizante e solventes usados para a extração de óleo. Vazamentos e derramamentos destes líquidos são facilmente inflamados. Eliminado as fontes de vazamento e limpando imediatamente as áreas afetadas, auxiliam no controle do potencial de incêndios para os líquidos inflamáveis. Óleos usados: O óleo é usado como ingrediente em alimentos assados e como lubrificante para manter os alimentos soltos (não grudar) nas esteiras transportadoras e dourar a superfície do alimento. O óleo pode acumular na esteira transportadora, na bandeja coletora de óleo, no interior de fornos e em dutos de exaustão. O óleo quente é usado fritar muitos produtos alimentícios, rosquinha, batata do tipo ―chips‖, milho, cebola e batata frita. O sistema de coifa é necessário para remover o vapor de óleo da fritura, pois o vapor esfria e condensa no interior da coifa e dos dutos. O óleo pode também acumular próximo a equipamentos e nas partes da estrutura da edificação. O acúmulo de óleo apresenta um

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grave risco de incêndio. A limpeza freqüente e contínua de resíduo de óleo ajuda controlar este potencial da perda. Fonte: Food Processing, IR - Industrial Risk Insurers. Em 04 de fevereiro de 2008, em Port Wentworth, Savannah, Geórgia, EUA, ocorreu uma explosão no silo da indústria Imperial Sugar. Durante a movimentação de um bigbag carregado de açúcar, ele caiu e bateu na estrutura metálica. A estrutura metálica estava impregnada de poeira de açúcar e com o golpe essa poeira ficou em suspensão tempo suficiente para provocar a explosão. Houve uma sucessão de explosão. A primeira explosão é a explosão primária, e a força que uma explosão primária cria pode movimentar ainda mais poeira de açúcar, o que geraria uma explosão secundária (efeito dominó). A segunda detonação é muitas vezes a mais poderosa. Vitimas: 14 trabalhadores morreram principalmente devido às queimaduras Infrações cometidas pela empresa. A OSHA aplicou uma multa devido às violações de segurança no valor de 5 milhões de dólares. Principais infrações cometidas pela empresa ■ Faltam de proteções de motores elétricos, painéis elétricos e conexões elétricas para atmosferas potencialmente explosivas. ■ Ventilação deficiente no local ■ Falta de manutenção de sistemas de recolhimento de poeiras (housekeeping). Prejuízos 44 ficaram feridos,

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A Imperial Sugar de Port Wentworth é a principal empresa do grupo, correspondendo 65% da produção total. Valor estimado para reconstrução da empresa: 180 a 230 milhões de dólares Prejuízo de operação devido à interrupção da produção: 21 milhões de dólares Em um relatório de Novembro de 2006, o comitê CSB (Chemical Safety Board), identificou 281 incidentes de poeira combustível ocorridos no período de mais de 25 anos, que matou 119 trabalhadores e feriu outros 718. Segundo o relatório, 24% das explosões ocorreram na indústria de alimentos e principalmente em fábricas de açúcar. Você age assim?

Desvios comportamentais Os acidentes / lesões podem ser eliminados ou amenizados, se você utilizar todos os equipamentos de proteção individual (E.P.I.), conforme seu trabalho e/ou setor, 385

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tais como: uniforme, protetor de cabelo, avental, etc. O cabelo comprido deve ficar com protetor de cabelo (gorro ou redinha), para se evitar que o mesmo fique preso em algum
dispositivo em movimento, acarretando gravíssimos acidentes. Uso de anéis e alianças durante atividades operacionais Um Grande Risco! ■ Diversas lesões acontecem quando anéis e alianças se enroscam em arestas e/ou superfícies salientes, podendo inclusive ocasionar a amputação de dedos. ■ Antes de iniciar suas atividades, retire anéis, alianças e demais objetos de adorno, inclusive nas tarefas domésticas, onde o número de acidentes também é alto! Os acidentes / lesões podem ser eliminados ou amenizados, se você utilizar todos os equipamentos de proteção individual (E.P.I.), conforme seu trabalho e/ou setor, tais como: uniforme, protetor de cabelo, avental, etc. O cabelo comprido deve ficar com protetor de cabelo (gorro ou redinha), para se evitar que o mesmo fique preso em algum dispositivo em movimento, acarretando gravíssimos acidentes. Grande parte dos acidentes ocorrido nas empresas causa lesões nas mãos. ■ Anéis e alianças podem enroscar-se em superfícies salientes e também em equipamentos e motores rotativos. O reflexo e a força para evitar o acidente acabam causando o agravamento da lesão e até mesmo a amputação do dedo. O procedimento seguro é retirar todos os adornos das mãos e utilizar luvas apropriadas! Sistemas de Gestão da Segurança - Capítulo I Os 10 Mandamentos visando à eficácia dos

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Sistemas de Gestão da Segurança Capítulo I 1 - Considere profundamente os fatores humanos envolvidos na atitude segura, bem como na propensão para o acidente. Este é o primeiro e mais importante mandamento! Ele pressupõe uma revisão crítica de todos os enfoques super‑simplicadores de atribuir a causa da maioria dos acidentes ao ato inseguro do trabalhador, procurando-se perguntar também, pelo menos o seguinte: ■ O trabalhador tinha o conhecimento necessário para realizar a tarefa? ■ Havia uma tolerância implícita com atitudes inadequadas, incorretas, mas que eventualmente resultavam em aumento da produtividade? ■ Houve transferência de responsabilidade? ■ O trabalhador tinha a condição material, de tempo, de ambiente, para realizar a operação de forma adequada? Assim, há que se trabalhar na assimilação por todos (inclusive pelos engenheiros, supervisores, facilitadores e também pelos operadores) dos seguintes valores: ■ A importância de não se deixar o trabalhador num conflito de interesses ou em situações ambíguas e nebulosas (por exemplo, pressa versus perfeição e segurança); ■ Nunca adotar práticas ou posturas que induzam o trabalhador a atitudes inadequadas; ■ Adotar a regra da chapa quente sempre, para todos, sem exceção; (a regra da chapa quente é uma comparação muito feliz à regra básica de abordagem dos comportamentos fora da

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conformidade: quando você toca numa chapa quente, você se queima; assim também, qualquer um que cometesse um deslize de comportamento, um comportamento fora da conformidade, deveria ser abordado e advertido, qualquer que fosse o seu nível); ■ Valorizar o exemplo das chefias e dos facilitadores, especialmente no que se refere a atitudes corretas, seguras, comprometidas com o fazer certo; ■ Estudar preventivamente as pessoas que excedam os limites de forma perigosa ou que estejam apresentando sinais precoces de desvio de atitude (comportamento compulsivo); ■ Passar valores de comportamento profissional correto, para todos; ■ Considerar que, em situações de risco profissional, a única forma realmente eficaz de garantir atitudes corretas, é a certeza da habilidade; ■ Considerar que é normal a perda da habilidade com o tempo, daí a importância de programas periódicos de reciclagem; e que para a eficácia da reciclagem, é necessário técnicas mais desafiadoras de ensino; ■ Preparar bem a média gerência; ■ Considerar que o ser humano precisa ser acompanhado quanto ao seu estado psíquico, que tende a se deteriorar em situações comuns do cotidiano, tornando-se nestas condições, inapto para trabalhos perigosos; ■ Considerar a coerência no trato de assuntos de pessoal como uma das regras mais importantes visando um gerenciamento eficaz de pessoas no trabalho; ■ Manter o mastermind ―prática segura‖ na cabeça das pessoas;

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■ Acostumar-se a ter bom senso na relação lastro e vela; no caso de dúvida, favorecer as decisões colegiadas; ■ Significado de lastro e vela – se um navio tiver lastro demais, tornar-se-á moroso e inadequado para navegar, se tiver vela demais e pouco lastro. Essa situação é frequente nas empresas: as áreas de segurança costumam ser encaradas como lastro demais, como dificultadoras, (apego sem sentido a regras e rituais desprovidos de uma base estatística ou técnica ou mesmo bom senso que a justifique); o contrário disso é exatamente a vela excessiva, sem lastro, que costuma ser a atitude de muitos gerentes que, no afã de produzirem, deixam de considerar alguns cuidados importantes, correndo riscos. ■ Acostumar os trabalhadores para com a motivação correta; ■ Acostumar todos com a máxima: ―fazer correto é também fazer de forma segura‖; a segurança está implícita na prática correta. ■ Considerar a necessidade não só de treinamento, mas também de formação das pessoas. Lembrar-se que formação é a somatória de treinamento e educação; no treinamento, ensina-se como se faz, na educação ensinam-se comportamentos corretos. ■ Considerar que, se quer realmente uma mudança eficaz, uns 20% dos facilitadores e gestores terão que ser trocados. ■ Considerar o profundo envolvimento dos trabalhadores na elaboração das regras de trabalho, das práticas padrão, fluxogramas e outros instrumentos administrativos, considerando a importância da participação dos mesmos, saindo da postura elitista de ser exclusividade dos engenheiros de fazer as regras de trabalho. 2- Garanta o comprometimento da alta gerência da empresa É importante lembrar que a base da pirâmide é o seu ápice. Processos de qualidade, de segurança, de ergonomia, de gestão do meio ambiente e outros somente têm chance de vingar e colocar a

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empresa no rumo da melhoria contínua se tiver o comprometimento dos níveis superiores. Sem o comprometimento (que é diferente de apoio) da alta administração não é recomendável dar início ao estabelecimento do processo de implantação do Sistema de Gestão. Observação importante: a estratégia de criar uma massa crítica subjacente para depois obter o posterior comprometimento do topo é o caminho mais curto para que a ideia seja abortada pela alta gerência. É importante que a alta gerência tome conhecimento dos fatores do erro humano; ■ que assimile a necessidade de controle absoluto sobre o risco intrínseco do processo, ■ que assimile o compromisso de revisar periodicamente o andamento do processo de prevenção de acidentes e perdas e ■ que compartilhe de alguns valores fundamentais. Entre esses, destacamos: ■ O acordo de que na origem dos acidentes existe alguma forma de falha administrativa, e que o caminho da prevenção dos acidentes é através de um melhor desempenho administrativa dos gestores, da média gerência e dos facilitadores; ■ A noção de que prevenir acidentes é uma forma de prevenir perdas. E que o enfoque maior deva ser na prevenção de perdas, nos seus diversos aspectos. ■ A noção da necessidade do balanceamento entre lastro e vela e de que algumas atitudes consentidas de níveis superiores podem induzir a alta e a média gerência a serem ousadas de forma irresponsável. ■ A noção do longo caminho curto, isto é, os resultados consistentes nessa área vão ocorrendo gradativamente, por mudança de valores (que se refletem em mudanças de atitudes), caracterizando

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a ―empresa escada‖, e que propostas imediatistas quase sempre resultam em fracassos e no retrocesso do curto caminho longo, com retrabalhos e retomadas (―empresa serrote‖). 3 - Garanta controle absoluto sobre o risco intrínseco do processo Isso pressupõe voltar a investir na qualidade dos técnicos de processo, dos que detêm controle técnico das máquinas, com estudos, atualização através de congressos e benchmarks, conhecimento de experiência de perdas e acidentes graves naquele tipo de processo. (Historicamente, a revisão frequente de perdas ocorridas, de acidentes graves de outras empresas, de danos ambientais importantes, funciona melhor para manter viva a lembrança de como fazer certo do que a exortação de sucessos). Pressupõe ainda preparar uma documentação de evidência dos riscos inerentes ao processo (de forma a manter esse controle no caso de perda de pessoas do corpo técnico), bem como que esse pessoal deva estar capacitado não só tecnicamente, mas também que sejam pessoas de bom senso e que possam tomar atitudes responsáveis, não apenas contraindicando operações quando perceberem riscos não controlados, mas também liberando operações diante de situações controladas. É muito importante é desenvolver bloqueios em situações que favorecem o erro humano por deslize. É também fundamental estudar as condições ergonômicas para a realização das atividades, especialmente daquelas de manutenção e limpeza, bem como das condições de trabalho manual, necessários quando ocorre falha dos equipamentos automáticos. 4 - Trabalhem com instrumentos eficazes Os 10 instrumentos mais eficazes para prevenir acidentes do trabalho e perdas em geral são:

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■ Sistema gerencial de análise dos acidentes, dos quase acidentes e perdas, sinalizando prioridades de ação. ■ Inspeção periódica planejada formal das instalações da empresa ■ Regras de trabalho ■ Práticas-padrão ■ Orientação a novos e novos na função ■ Metodologia de análise e solução de problemas ■ Capacitação e habilitação formal para tarefas em que a responsabilidade profissional seja o principal determinante de atitudes corretas ■ Permissão para tarefas especiais ■ Análise periódica de desempenho de todos os facilitadores, gestores e trabalhadores, formulando planos de ação visando corrigir os desvios detectados no desempenho esperado. ■ Reuniões periódicas da equipe. 5 - Criem e mantenham a estrutura organizacional compatível com a Prevenção de Acidentes e Perdas O Sistema deve estar suportado organizacional em três níveis, a saber: por uma estrutura

■ Institucional representado por um Comitê Diretivo, onde são definidas as políticas e diretrizes necessárias à perpetuação do Sistema. ■ Organizacional representado por Comitês Executivos, onde são definidos os planos de ação necessários para o estabelecimento das políticas e diretrizes definidas pela alta administração.

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■ Operacional representado por Unidades Gerencia Básica, onde os planos de ação são estabelecidos. Nos comitês operacionais, deve-se ter, necessariamente, a presença dos representantes dos trabalhadores na Cipa. As reuniões de todos os 3 níveis são previstas em calendário e devem, obrigatoriamente, ocorrer. Além disso, forças-tarefas assumem o estudo de problemas específicos nas áreas. É fundamental deixar o pessoal de segurança do trabalho com independência hierárquica. Também fundamental é fazer auditoria periódica dos processos, com auditores independentes. Continua no capítulo II Fonte: Gian Domenico Angioletti é engenheiro, com experiência anterior em gestão de segurança e meio ambiente em empresas Mineradoras; coordenador do núcleo de Processo de Prevenção de Perdas da Ergo, Hudson de Araújo Couto é Médico do Trabalho e Doutor em Administração;

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6 - Trabalhem com indicadores de resultado atingíveis, porém controle o processo, e não os indicadores. Importante, ao dar início ao processo de implantação do Sistema, é definir quais as metas relativas aos indicadores de resultados que pretendemos alcançar. É hora de deixar de lado as ideias das taxas zero de acidentes e definir metas atingíveis por seres humanos médios. É muito mais lógico controlar o andamento do processo, dos cronogramas, da implantação das regras de trabalho, das práticaspadrão, das análises de desempenho, e das reuniões periódicas da equipe e das demais ferramentas de prevenção de perdas. O resultado virá, naturalmente. Em prevenção de acidentes e perdas aplica-se inteiramente a máxima da previsão em si mesmo realizável: se temos um bom sistema de gestão, as coisas vão se acertando e a empresa passa a viajar em céu de brigadeiro, como uma consequência do sistema de gestão eficaz. 7 - Harmonias com TQC, ISO, BS, etc. Parece óbvio, mas um Sistema de Gerenciamento da Segurança deve estar em harmonia com os demais processos de qualidade existentes, aproveitando o potencial de seus instrumentos, complementando-os com as necessidades de segurança, presentes em qualquer processo produtivo e/ou administrativo. Afinal todos os processos de qualidade têm como indicadores a qualidade intrínseca do produto ou serviço, o custo do mesmo, o

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atendimento ao cliente externo ou interno, o moral do grupo responsável pelos resultados e, finalmente, a segurança deste grupo. 8 - Leve o Sistema de Gestão como Processo, e não como Programa- isso é um dos itens de garantia da perpetuação do mesmo. Desejaram-se a perpetuação do processo temos que construir uma empresa-escada em lugar de uma empresa-serrote, como definido por Falconi Campos; para tanto temos que rodar o PDCA da seguinte forma: ■ Identificar os instrumentos necessários ao Sistema, tendo cuidado com o excesso de papel; ■ Planejar o emprego dos instrumentos ao longo do processo; ■ Auditar se os instrumentos foram empregados conforme planejado; ■ Avaliar os resultados obtidos pela auditoria; ■ Corrigir os desvios. Como os resultados iniciais são mais fáceis de serem obtidos, com o passar do tempo, acostumados com o entusiasmo inicial, achamos ter alcançado a perfeição. Aí é a hora de saber que as nossas taxas deverão sempre tender para zero. Sempre é possível melhorar. 9 - Acidentes como Perdas: O Sistema de Gerenciamento da Segurança, para que seja eficaz, tem que tratar o acidente com lesão humana como perda, bem como abranger os demais tipos de perdas, tais como: na propriedade (equipamentos e instalações), no processo produtivo e/ou administrativo e perdas no meio ambiente. Assim sendo, para o estabelecimento de um bom Sistema de Gerenciamento da Segurança, o melhor caminho é a implantação do Processo de Prevenção de Perdas.

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10 - Paradigmas da falha administrativa Na análise dos acidentes, o modelo causal sempre nos leva para a origem da perda, apontando? nos uma ou mais falhas administrativas. O sucesso do sistema de gestão de segurança reside na aceitação deste paradigma. Sem essa aceitação, como mais de 90% dos acidentes têm como causa imediata o ato inadequado, sempre iremos atrás de um culpado e a falha administrativa, que deu origem ao acidente, permanecerá. Fonte: Gian Domenico Angioletti é engenheiro, com experiência anterior em gestão de segurança e meio ambiente em empresas mineradoras; coordenador do núcleo de Processo de Prevenção de Perdas da Ergo, Hudson de Araújo Couto é Médico do Trabalho e Doutor em Administração; Diretor Técnico da Ergo Explicação

O que é Ciclo PDCA Primeira etapa: P (Plan) - Planejamento Consistem na detecção de um problema ou possibilidade de melhoria, na busca de suas causas, seleção das causas principais e montagem de um plano de ação. O sucesso dessa etapa depende do sucesso da etapa anterior, considerando-se que a eliminação de um erro na etapa de planejamento tem um custo menor do que a eliminação do mesmo erro na etapa de execução. A execução consiste em seguir fielmente o plano de ação elaborado na primeira etapa do Ciclo PDCA. Terceira etapa: C (Check) - Verificação, checagem. A checagem é essencial para podermos avaliar o sucesso das etapas anteriores. Quarta etapa: A (Action) - Agir

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Esta etapa baseia-se no resultado da checagem, pois conclui sobre a necessidade de ações corretivas (se a checagem detectou algum problema), preventivas (se não ocorreu nenhum problema, porém, poderia ter ocorrido) ou de padronização (se tudo ocorreu conforme o planejado)

Vitimas de acidentes maiores.

O fotógrafo Igor Kostin descobriu esta criança com deformidade em uma escola especial para crianças abandonadas na Bielorrússia. A foto foi publicada na revista alemã "Stern", a fotografia apareceu em todo o mundo e a criança foi adotada por uma família britânica. O garoto sofreu várias operações realizadas por um cirurgião britânico e agora a vive uma vida relativamente normal e indo a escola Em 26 de abril de 1986, o reator número 4 da central nuclear de Chernobyl explodiu à 1h e 24 min da madrugada. Toneladas de poeira radioativa foram lançadas no ar e transportadas pelo vento, e contaminou o hemisfério do nosso planeta, precipitando-se onde choveu. As emissões de radioatividade duraram 10 dias. Caminho da radioatividade:

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■ Em 29 de Abril, níveis fatais de radioatividade foram registrados na Polônia, Áustria, Romênia, Finlândia e Suécia. ■ No dia seguinte, 30 de Abri, atingiram Suíça e Itália. ■ Em 2 de Maio, chegou na França, Bélgica, Holanda, GrãBretanha, e na Grécia. ■ No dia seguinte, Israel, Kuwait e Turquia foram contaminados. ■ Então, ao longo dos próximos dias, as substâncias radioativas foram registradas no Japão (3 de Maio), China (4 de Maio), Índia (5 de Maio), e nos E.U.A e Canadá (6 de Maio). A descarga radioativa desta explosão foi 200 vezes maior do que a bomba atômica em Hiroshima. Nenhuma pessoa estava segura a partir desta catastrófica explosão nuclear, e 65 milhões de pessoas foram contaminadas e mais de 400.000 pessoas foram forçadas a evacuar em torno de Chernobyl, perdendo as suas casas, bens e empregos, bem como a sua situação econômica, social e laços familiares. Em longo prazo e os custos ocultos da contaminação radioativa que nunca foram devidamente registrados pela mídia. Segundo os autores (incluindo o Dra. Rosalie Bertell) de um novo livro, ―O Legado oculto de Chernobyl: levará milênios para recuperar a área que é tão grande como a Itália, para retornar em nível normal de radiação em cerca de 100.000 anos‖. Esta semana, 26 de Abril de 2009, marca o 23º aniversário desde esta catástrofe, por isso temos outros 99.977 anos para ir, até as coisas voltar novamente ao "normal". Com uma miríade de custos sociais em curso ignorado pela maior parte do mundo da mídia, o escalonamento das conseqüências médicas agora sistêmica do envenenamento da radiação, e da enorme tragédia de malformações genéticas, enquanto a indústria nuclear apregoa como " energia nuclear segura", e é tempo de analisar

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novamente o custo real na economia mundial, em um efeito dominó criado deliberadamente de destroços de proporções nunca vistas na nossa história. Dada este colapso econômico global atual, não há garantias suficientes financeiras ou tecnológicas disponíveis atualmente ou em longo prazo para proteger a humanidade a partir do já existente e onipresente toxicidade radioativa a que estamos todos expostos. Custo social: A área em torno da Bielorrússia foi a mais afetada, cerca de 30 por cento do seu território tornou-se inútil. Apesar de centenas de milhares de pessoas foram evacuadas inicialmente, ao longo destes 23 anos, muitos têm retornado "as suas casas". Hoje em dia, suas vidas e casas permanecer permanentemente devastadas. Envenenadas. No entanto, o governo soviético não informou ao seu próprio povo como foi catastrófica a explosão, ou quais as consequências reais da radiação a longo prazo. Além disso, pessoas que estavam trabalhando para supostamente "conter" a crise morreram pouco depois de radiação maciça por envenenamento. As informações foram controladas por parte do governo para diversos organismos internacionais, do que aconteceu e fez a extensão deste pesadelo inacessível para a população russa afetada, assim como o resto do mundo. Os reatores de Chernobyl foram construídos no âmbito da era pós-Stalin pelo governo que não tinha nenhuma compreensão dos problemas complexos da construção de quatro reatores: (1) com um prazo irrealista, cinco anos; (2) a perigosa instabilidade de funcionamento de reatores durante longos períodos de tempo com menos da metade de potência, que fez instável; (3) falta de medidas realistas de segurança em caso de uma fusão nuclear. O diretor da usina foi o engenheiro nuclear chamado Victor Brukhanov. Inconcebivelmente, ele foi colocado no cargo durante a construção do complexo de reatores e bem como na criação de uma

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nova cidade chamada Pripyat (que teve uma população de 50.000). A corrida para a sua realização, dentro do prazo irrealista, resultou em partes que foram "apressadamente construída sobre o projeto em andamento" e que não foram especificamente aprovadas pelos projetistas originais. No entanto, foi à missão de Brukhanov de tornar Pripyat mais atraente para os trabalhadores soviéticos tanto quanto possível, independentemente dos reais perigos nucleares, assim a cidade e o reator foram sendo concluídos apressadamente. Cidadãos foram atraídos para Pripyat com moradia barata, salários normais, e todas as regalias que eram, em geral, não existiam para a maioria dos cidadãos soviéticos. Pripyat foi logo considerada um dos principais locais para os jovens trabalhadores, cuja média de idade foi de 26 anos, na Ucrânia e da área circundante, que tinha ―shopping centers, instalações desportivas, escolas e um parque de diversões‖. A cidade tinha uma variedade enorme de produtos alimentícios e bens que eram difíceis de obter em outras áreas do país. Embalado completamente por uma falsa sensação de segurança financeira, poucos perceberam que os reatores em uso em todo o país já tinham problemas de mau funcionamento. Uma liberação acidental de uma nuvem de iodo radioativo em uma usina em Leningrado em 1975 e um "quase colapso" do outro reator tinha acontecido perto Beloyarsk. Mais uma vez, nenhum desses acidentes foi informado aos cidadãos soviéticos ou para o resto do mundo. Segredo já estava em vigor sobre as centrais nucleares e os perigos da radiação nuclear. Quando ocorreu o acidente na usina nuclear americana Three Mile Island, em Março de 1979, soviéticos criticaram o capitalismo, observando que o dinheiro e os lucros foram mais importantes do que questões de segurança. Esta crítica dos reatores nucleares do

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Ocidente foi fugaz. Leste ou Oeste, no entanto, qualquer país com a energia nuclear continua a enganar os seus cidadãos sobre os verdadeiros custos e os perigos da radiação. Quando Chernobyl explodiu, os dois operadores responsáveis seguiram os procedimentos, para controlar os danos, tanto quanto possível, e conseguiu impedir a propagação da explosão do reator número 3. Estes dois operadores morreram logo após a explosão. No entanto, na corrida para o governo soviético para encobrir o que realmente aconteceram, estes homens foram julgados, como a única causa da explosão. De fato, depois de anos de mentiras e engano, houve ―várias revisões históricas do acidente, durante o qual foi esclarecido, que a causa principal recai sobre as falhas de planejamento do reator, eles foram perdoados do crime, mas não oficialmente‖. Os cidadãos de Pripyat não foram evacuados até dois dias após a explosão. Foi apenas autorizados levar documentos pessoais e algum dinheiro. Eles nunca foram autorizados a regressar. Pripyat é agora uma cidade fantasma. Uma área de 30 quilômetros ao redor do local da usina nuclear é chamada de "Zona de exclusão". Está isolada e proibida a entrada. As taxas de radioatividade de césio 137 são surpreendentes. No entanto, cerca de 4.000 pessoas retornaram para zonas evacuadas, embora permaneçam radioativas. As pessoas são forçadas a viver em um ambiente contaminado. A limpeza continua. O pessoal de limpeza (um verdadeiro paradoxismo) é chamado de "liquidatários". Eles não foram treinados corretamente, não compreendem os enormes riscos de vida sobre o trabalho que fazem. Por exemplo, entre 1986-1987, mais de 800.000 liquidatários trabalharam na zona de exclusão, todos, sem qualquer acompanhamento médico níveis de radioatividade que ―atingiu tão

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elevada como 20.000 Roentgens por hora‖. O nível normal seria 0,010-0,020 milli Roentgens por hora. A dose normal de radiação do fundo natural de radiação recebidas ao longo da vida de 70 anos é de 7 REM. Todos os liquidatários (não usavam qualquer proteção, demoliram casas contaminadas e transportavam escombros) trabalharam em uma nuvem de poeira nuclear que os envolveu. Um liquidatário, Zalavie Chechersk observou: ―Sempre trabalhamos sem proteção, nem sequer notamos mais‖. Acostumamos com a radioatividade e a radioatividade acostumou com a gente, e mesmo assim, temos de trabalhar para viver, e esta é a forma como você trabalha aqui. Trata-se de uma sentença de morte para um liquidatário.

Em longo prazo, todos que ajudaram na limpeza também morreram. Em Alla Yaroshinskaya's "Chernobyl: A Verdade Proibida" o autor relata, que os pedidos de abrir processos judiciais contra as pessoas que obstruíram as aberturas, no que diz respeito às consequências do acidente, e que tinha escondido a informação de moradores das zonas perigosas só recebiam uma" resposta burocrática", sempre a mesma camuflagem, a mesma dissimulação da mentira global a nível estatal. Nem uma palavra de decretos do governo que cria o regime de segredo, nem da administração no mesmo espírito, nem uma palavra das milhões de pessoas que coloca em perigo pela constante exposição à radiação. Nem uma palavra da incontrolada propagação de radionuclídeos, outro termo para isótopos radioativos que são produzidos artificialmente durante o processo de fissão nuclear em todo o país. Era como se tudo isso não existia. Caos, caos em curso, é o que estas pessoas (que vivem em um ambiente radioativo), continuam a lidar no dia-a-dia e anualmente.

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Hoje, mais de 9 milhões de pessoas vivem nesta área (Bielorússia, Ucrânia, e no Oeste da Rússia), com elevados níveis de radioatividade, consumindo alimentos e água contaminadas e 80 por cento da população sofre de diversas patologias. Até agora, a explosão do reator de Chernobyl causou mais de um milhão de mortes. O verdadeiro número de mortes pode nunca ser conhecido. O núcleo radioativo, enterrado agora em um sarcófago cheio de fissuras (onde gás radioativo e poeira escapam) ainda contém 180 toneladas de material radioativo. Houve centenas (ou milhares) de estudos científicos que documentam o pesadelo que continua em Chernobyl. O último relatório, de 7 de Setembro de 2005, é que não importa como duramente eles (governo e outros] tentam esconder a realidade mortal do acidente de Chernobyl, não terá sucesso na sua erradicação por milhares de anos. Custos médicos / tragédias De acordo com o Dr. Pierpaolo Mittica, o pesadelo médico em curso da radiação inclui: 1. Um aumento de 100 vezes na incidência de tumores agressivos da tireóide e 50 vezes a incidência de outros tumores relacionados com a radiação (leucemia, tumores cerebrais e de ossos) em áreas contaminadas. Grande parte deste aumento é cancerígeno em crianças. 2. Há um aumento de 30 por cento nas malformações devido a mutações genéticas, das patologias dos sentidos, cardiovasculares, ósseos, e sistemas musculares e os tecidos conjuntivos, assim como as doenças do sistema nervoso e perturbações psíquicas. 3. Existe um aumento de 20 por cento dos nascimentos prematuros.

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4. Estes valores não incluem os números desconhecidos de abortos espontâneos, abortos acidentais, e mortes-prematuras (fetos mortos) , devido à radiação. 5. Os médicos e cientistas que se pronunciaram foram desmentidos, demitidos, ou presos. 6. Baixo nível de exposição à radiação continua a ser um perigo. Câncer existe desde os tempos antigos, mas agora, a diferença é que é epidemia. Grande parte desta epidemia pode estar ligada as causas induzidas humanas; e milhões de casos podem ser ligadas a envenenamento por radiação. Evidentemente, há o fundo natural de radiação. No entanto, durante os últimos 64 anos, continuamos a ter contaminação de radiação: milhares de explosões nucleares (na atmosfera, no subsolo, acima do solo, e nos oceanos); outras armas nucleares, como o urânio empobrecido (utilizado mais recentemente, sobre a inocente Gaza cidadãos), raios-X e outros tipos de medicina nuclear. Isto não é uma simples causa de uma crise. Pelo contrário, os seres humanos tornaram-se esponjas e desavisados cobaias para uma variedade de substâncias altamente tóxicas, incluindo muita radiação nuclear de longa vida; mais de 100.000 produtos químicos em uso (e de 1000 novos adicionados cada ano) com a maioria nunca foi testado para a segurança humana; dezenas de programas de modificações de tempo clandestinos (que nunca tiveram qualquer discussão ou debate público). Esta lista é apenas para começar. Desde o início da era nuclear (com o secretíssimo Projeto Manhattan criado para construir a bomba atômica), a grande maioria dos cidadãos do mundo nunca foi alertado sobre os perigos extremos colocados pelas explosões nucleares e da radiação maciça que resultam. Temos também a contaminação global relacionada com os acidentes que continuam a causar devastações a bilhões de cidadãos. Dra Rosalie Bertell estima que pode ter havido "milhares" de acidentes nucleares, já que muitos não têm sido relatados, mas são conhecidos

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de "provas casuais‖. A enorme catástrofe de Chernobyl é uma das muitas em curso de pesadelos radioativos com devastação permanente de destroços. A contaminação radioativa não vai embora. As mutações genéticas a todos os seres vivos (todos os seres humanos e animais) que estão acontecendo também têm recebido pouca cobertura da mídia. Em 1959, quando a tragédia da talidomida atingiu os recém-nascidos, a mídia mostrou muitas fotos de bebês deformados. Agora a mídia está silenciosa para que o mundo em geral não sabe ou vê a devastação que a radiação nuclear causas. No entanto, a medicina e jornais alternativos cobriram este horror. Radiação nuclear provém de diversas fontes. Os mais prejudiciais são Estrôncio-90 e césio-137. Os radioisótopos (também chamado de radionuclídeos ou de isótopos radioativos) são os "elementos radioativos‖ produzidos artificialmente durante o processo de fissão nuclear. Os núcleos destes isótopos artificiais são instáveis devido à um excesso de prótons e / ou nêutrons. Isto provoca instabilidade espontânea e transformações em outros isótopos, e esta transformação é acompanhada pela emissão de radiação ionizada. Esse processo é chamado de desintegração ou decomposição. Este processo de desintegração radioativo varia, dependendo dos isótopos. Isto é conhecido como sua meia-vida radioativa. ■ Césio-137 tem uma meia-vida de valor, de 30 anos, e pela emissão de radioatividade para o seu desaparecimento tem 300 anos. Césio tem uma estrutura química semelhante ao potássio. Devido a isso, ele pode entrar no sistema circulatório do corpo e substituir a sua própria radioatividade para o potássio e causar ―mutações genéticas, tumores, e um grande número de patologias em diferentes órgãos‖. ■ O estrôncio-90 tem 28 anos de meia-vida, e desaparece após 290 anos. O estrôncio compartilha semelhanças químicas com cálcio, e, portanto, é absorvida em nossos ossos, medula óssea, e os dentes. Uma vez que emite radiação constantemente no corpo isto provoca câncer, tais como; osteossarcomas e leucemias.

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■ Outras substâncias radioativas incluir Iodo-131, urânio-235 (700 milhões de anos-semi-vida, desaparecendo em 7 milhões de anos), e Plutônio-239 (com uma meia-vida de 24.000 anos, desaparecendo em 240.000 anos). Assim, qualquer contaminação a partir destas substâncias radioativas é letal para sempre, e isso não significa apenas a morte imediata, mas, na sua maior duração provoca mutações graves e esterilidade em gerações subseqüentes. A dramática e aterradora fotos dos bebês e crianças que acompanham o livro ―(Mittica´s book) e os artigos de Leuren Moret necessitam maior circulação‖. Como é extremamente dolorosa olhar essas fotos, o intenso impacto de ver estes meninos inocentes que sofrem de maneira aguda que causaria indignação universal, quando milhões de pessoas sabiam da extensão dos danos de radiação que estavam fazendo. Este é o verdadeiro e trágico custo da tecnologia nuclear

Não há qualquer "correção" para as conseqüências destas radiações que agora são globais. Eles são relatados em revistas alternativas, ao invés na primeira página de todos os jornais e sites de notícias da Internet. Como tenho escrito, o invisível não significa seguro. Fonte: Global Research, April 25, 2009, Dra. Ilya Sandra Perlingieri Chernobyl: artigos publicados no Blog Chernobyl: Consequências Chernobyl, seqüelas para o ser humano. Comentário: É só digitar no Google imagens ―Chernobyl children‖ veremos fotos aterradoras de crianças inocentes que foram vítimas

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dessa catástrofe nuclear, que a indústria nuclear vende como uma energia limpa e segura. Chernobyl é o pequeno símbolo do que seria um Holocausto Nuclear.

Marcadores: energia nuclear Incrível o cruzamento sem semáforo, todos conseguem atravessar num dado momento, sem provocar acidente. Parece mais um treinamento de coreografia. É um trânsito caótico, mas todos conseguem circular sem congestionamento. Quinta-feira, Abril 23, 2009 Dia Mundial em Memória dos Trabalhadores: O dia 28 de abril é a data em memória das vítimas dos acidentes de trabalho, teve origem no Canadá, em 1984, uma homenagem lançada por sindicatos e federações durante o Congresso do Trabalho. Oito anos depois, o Canadá foi o prieiro país a reconhecer e adotá-lo como data nacional, em 1991. Em 2003, a Organização Internacional do Trabalho conferiu credibilidade à iniciativa canadense ao adotar a data como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, organizando eventos para homenagear homens, mulheres e crianças vitimados por acidentes e doenças no trabalho. E também para alertar sobre a necessidade de prevenção dos riscos para a saúde e a integridade dos trabalhadores em todo o mundo. Desde então, a ONU, a Organização Mundial da Saúde e cerca de 80 países seguem anualmente a orientação da OIT neste sentido, por iniciativa de sindicatos, federações, confederações locais e internacionais. Em 2006, o governo brasileiro adotou oficialmente a data de 28 de Abril, para homenagear estas vítimas, mas também para alertar e

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impulsionar a sociedade sobre a necessidade de desenvolver formas de trabalho decente, preservando a vida e promovendo a saúde. No âmbito mundial: Estima-se que anualmente morrem cerca de dois milhões de homens e mulheres devido a acidentes de trabalho e a doenças profissionais. Em todo o mundo ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho e são registrados mais de 160 milhões de doenças profissionais. Indicadores ■ Todos os dias morrem em média 6.000 pessoas devido a acidentes ou doenças profissionais, totalizando mais de 2,2 milhões de mortes relacionadas com o trabalho e mais de 1,7 milhões são devidas a doenças profissionais. Para além destes números, há a acrescentar os acidentes de trajeto com mais de 158.000 acidentes mortais. ■ Todos os anos aproximadamente 270 milhões de trabalhadores são vitimas de acidentes de trabalho que levam a ausências de 3 ou mais dias de trabalho, e de 160 milhões de incidentes que originam doenças profissionais. ■ Perde-se aproximadamente 4% do produto interno bruto mundial com os custos relativos a lesões, mortes e doenças em resultado dos dias de trabalho perdidos, dos tratamentos médicos e despesas acidentárias. ■ As substâncias perigosas matam cerca de 438.000 trabalhadores por ano, e 10% dos cancros da pele são atribuídos à exposição a substâncias perigosas no local de trabalho. ■ Apenas o amianto é responsável por cerca de 100.000 mortes/ano e este número não pára de crescer todos os anos. Embora a produção mundial de amianto tenha diminuído desde os anos 70, o número de trabalhadores que morrem nos EUA, Canadá, Reino Unido,

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Alemanha e outros países industrializados, em resultado da exposição às poeiras de amianto, estão aumentando. ■ A silicose - uma doença mortal causada pela exposição às poeiras de sílica - ainda afeta dezenas de trabalhadores no mundo. Na América Latina, 37% dos mineiros estão afetados, de algum modo por esta doença, atingindo-se uma taxa de 50% nos mineiros com mais de 50 anos. Na Índia, mais de 50% dos trabalhadores da ardósia e 36% dos trabalhadores da pedra têm silicose. Comentário: A redução de acidentes de trabalho no Brasil tem vários fatores que interagem no sistema de trabalho, tais como; ■ nível de escolaridade do trabalhador muito baixo, dificultando o entendimento ou interpretação de textos mais complexos nas tarefas diárias de trabalho. ■ cultura de trabalho do trabalhador brasileiro é muito baixo, a maioria vem da área rural sem noção de organização, procedimentos de tarefa, trabalho em equipe, etc. ■ as entidades representativas tanto do trabalhador e empresarial estão mais preocupadas na arrecadação financeira do que preparar o trabalhador para o mercado de trabalho com noções de segurança ■ o Ministério do Trabalho está simplesmente preocupado na fiscalização e penalização do empregador por violar a legislação. Essa mentalidade de fiscalizar e penalizar não cria condições em longo prazo para construir uma cultura de segurança entre os empregadores e trabalhadores. Portanto, a redução de acidentes é um processo de aprendizagem que passa por diversas etapas; nível cultural do trabalhador, sindicato do trabalhador que está mais preocupado com salário do que com a qualidade de vida do trabalhador, órgão

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fiscalizador e justiça de trabalho. No Brasil essas etapas não funcionam direito. O que a OIT diz sobre trabalho, prevenção e educação. Uma cultura de prevenção da segurança e saúde compreende todos os valores, sistemas e práticas de gestão, princípios de participação e comportamentos laborais que favorecem a criação de um ambiente de trabalho saudável e seguro. O desenvolvimento de uma cultura de segurança deve iniciar-se logo na educação das crianças desde tenra idade e a prevenção eficaz dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais começa na empresa. A prevenção requer a participação dos governos e das organizações de empregadores e de trabalhadores, tais como; ■ adoção de procedimentos na organização do trabalho, ■ a formação e informação aos trabalhadores e ■ as atividades de inspeção são instrumentos importantes para promover uma cultura de segurança e saúde. As empresas que dispõem de sistemas de gestão da segurança e da saúde obtêm melhores resultados, tanto no que respeita à segurança como à produtividade. Por outro lado, os auditores do trabalho que estão ao serviço das autoridades governamentais cabem um papel fundamental na disseminação da cultura de prevenção. ―Tem havido progresso em muitas frentes no mundo do trabalho. Mas as mortes, os acidentes e as doenças relacionadas com o trabalho continuam a ser causas principais de preocupação. O trabalho digno deve ser também um trabalho seguro‖, disse Juan Somavia. Dados do Brasil Segundo o Ministério da Previdência Social, desde 1970 até 2006, o Brasil teve;

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■ 35.000.000 de acidentes de trabalho e ■ 142.000 mortes São acidentes registrados, sem a subnotificação que de acordo alguns estudiosos atingem mais de cinqüenta por cento, isto é, de cada 10 acidentes ocorridos apenas 5 são registrados. O universo de trabalhadores que o Ministério da Previdência analisa e indica tendência de redução de acidentes é de apenas 35% dos trabalhadores que são registrados no mercado de trabalho e o restante no mercado informal de trabalho ou sem registro na carteira em empresas. A porcentagem de trabalhadores registrados em empresas houve uma queda acentuada desde o final da década de 80 e atingindo atualmente 35,3% da população economicamente ativa (população ocupada chegou a 90,8 milhões em 2007). Finalmente essa data é mais um dia de reflexão do que buscar ações na redução dos acidentes e doenças profissionais no Brasil. Lembra muito desastre em estradas, os motoristas passam devagar, olham o desastre, fazem reflexões por alguns segundos, alguns metros depois pisam no acelerador, continuam a desrespeitar as leis de trânsito. Homenagem aos trabalhadores que perderam suas vidas nos locais de trabalho. As vítimas não são apenas eles, mas sim as famílias. Marcadores: acidente, prevenção, saúde, segurança Karoshi: Engenheiro da Toyota morreu de tanto trabalhar Autoridades do trabalho japonesas determinaram que um importante engenheiro da Toyota, de 45 anos, morreu devido ao excesso de trabalho, um mal conhecido no país como "karoshi". Ele teve uma isquemia cardíaca em janeiro de 2006, um dia antes de partir para os Estados Unidos e participar do Salão do Automóvel de Detroit.

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Desde então, a família do engenheiro vinha brigando na Justiça do Japão para receber os benefícios do seguro. De acordo com o advogado da viúva, a sentença favorável foi pronunciada em 30 de junho de 2008. A identidade da vítima não foi revelada, já que a família segue vivendo na cidade de Toyota, onde fica a sede da companhia. Funcionários do departamento judicial que cuidou do caso confirmaram o resultado. A empresa soltou uma nota de pêsames e afirmou que vai melhorar o controle sobre a saúde de seus profissionais. Excesso de trabalho: De acordo com o advogado, a vítima era o engenheiro-chefe do projeto da versão híbrida do sedã Camry. Ele teria trabalhado ao menos 80 horas extras mensais em novembro e dezembro de 2005. Essa carga a mais de trabalho incluía jornadas noturnas e finais de semana, além de freqüentes viagens para o exterior. O engenheiro foi encontrado morto pela filha, em sua própria casa. Reconhecimento de karoshi: O caso do engenheiro da Toyota não é raro no Japão. O registro de mortes por "karoshi" começou a ser feito oficialmente pelo Ministério da Saúde local em 1987. Num dos casos mais recentes, também envolvendo a Toyota, uma viúva obteve indenização do governo pela morte de seu marido, de 30 anos, num colapso que ela relacionou com o excesso de trabalho. O escritório regional do trabalho rejeitou seu pedido, mas uma corte superior o aceitou. Comentário: A Revolução Industrial do século 18 foi caracterizada pela substituição do trabalho manual pelo trabalho da máquina e pela substituição da energia humana pela energia a vapor e trabalhava quase 14 horas por dia. Hoje continua quase a mesma coisa com

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novas técnicas de trabalho, máquina programável, robotização, automatização, múltiplas tarefas para o trabalhador. Atualmente a tarefa de um trabalhador ou de um processo é dividida entre vários fornecedores a responsabilidade pelas diferentes fases de uma operação. É uma realidade para muitas grandes empresas, que passaram a terceirizar diferentes áreas da empresa e consequentemente gera; maior carga de trabalho, maior competitividade, maior pressão para atender aos pedidos e o trabalhador é um polivalente. No Japão a sobrecarga de trabalho é levada ao limite extremo após a Segunda Guerra Mundial para reconstrução do país e institucionalizou-se na sociedade japonesa. Informações oficiais mostram que um em cada três homens com idade entre 30 e 40 anos trabalha mais de 60 horas por semana. Metade desses não recebe nenhuma hora extraordinária. Pelo menos 147 pessoas faleceram no Japão durante o ano de 2006, devido ao "karoshi" - a morte por excesso de trabalho, informou o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão. Além disso, 66 pessoas se suicidaram ou tentaram por questões relacionadas com a pressão do emprego ou por trabalhar além do horário. Os números bateram um número recorde no Japão, segundo a agência de notícias "Kyodo News". No total, 355 trabalhadores vão receber indenizações do Governo japonês por terem sofrido problemas ou doenças derivadas do excesso de trabalho, principalmente casos de derrames cerebrais e ataques cardíacos. Dos afetados, 25% trabalham nos setores de transporte e telecomunicações, segundo o relatório. Um porta-voz de Ministério da Saúde criticou o fato de que muitos japoneses "estejam trabalhando sob forte pressão e sejam exigidos deles resultados sem que em troca recebam apoio suficiente por parte da empresa".

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Durante o ano de 2006, 819 trabalhadores pediram indenizações devido a problemas mentais derivados do excesso de trabalho. Isto é um aumento de 25% em relação às estatísticas do ano anterior. Destas, 205 reivindicações foram aprovadas, 61% mais que no período de 2005-2006. Em 1987, o governo japonês reconheceu pela primeira vez que é possível morrer por falta de descanso, dando origem ao termo "karooshi" que virou sinônimo de morte por excesso de trabalho. Indenização por excesso de trabalho: O Ministério do Trabalho japonês somente concede indenização para a família do trabalhador que morre em razão do ―Karoshi‖ se ficar provada que a vítima estava envolvida no trabalho extremamente oneroso ou ficou ferida num acidente e quando o evento ocorreu se foi ultrapassada em muito a carga normal de trabalho um pouco antes ou, pelo menos, no mesmo dia que o ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral vitimou o trabalhador. O Manual Confidencial do Ministério do Trabalho japonês afirma que a causada morte decorre de ―Karoshi‖ apenas quando o trabalhador está envolvido continuamente pelo menos 16 horas por dia, durante sete dias consecutivos antes da morte e também durante as 24 horas anteriores à morte. Tais condições de trabalho se inserem na rubrica de ―acidental‖ nas sociedades em que ela ocorre. O Manual afirma que o trabalhador deve ter trabalhado mais do que o dobro das horas regulares durante a semana anterior ao colapso, ou três vezes mais que o regular das horas do dia anterior. Fonte: IPC Digital – 17 de maio de 2007 Marcadores: acidente, assédio moral. Trabalhador tenta suicidar-se na General Motors Um trabalhador da General Motors (GM), escalou por volta das 8h de terça-feira, 14 de abril de 2009, a marquise do portão principal da fábrica de São Caetano do Sul (SP), na Grande São Paulo. Com um objeto pontiagudo em uma das mãos, ele estava transtornado e

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não permitia a aproximação de bombeiros e policiais, que o acompanhavam na Avenida Goiás.

Há cerca de sete anos, o trabalhador perdeu um dedo da mão direita enquanto operava uma máquina. Depois de passar um tempo afastado, retornou ao emprego e afirmava que, desde então, sofria pressão dentro da montadora. O trabalhador ficou quase uma hora e meia sobre a cobertura da portaria, cerca de 5 m de altura. Ao se preparar para se jogar, ele quase foi seguro, mas ele esquivou--se e se jogou da marquise, caindo sobre um cama amortecedora estendida pelos bombeiros, que amorteceu a queda. Segundo a GM, ele está em tratamento psiquiátrico. Estiveram no local um caminhão do Corpo de Bombeiros e uma ambulância. Dezenas de pessoas acompanharam a movimentação com apreensão. O homem foi atendido inicialmente no ambulatório da General Motors e depois encaminhado ao Hospital de Emergências Albert Sabin. Às 11h50, a instituição emitiu nota informando que "o paciente encontra-se consciente e em estado estável". Ele chegou à unidade de saúde com fratura na coluna e passa por exames, como tomografia. Uma junta médica, com apoio de um psicólogo, avalia o estado de saúde física e mental do paciente. No início da tarde, a pedido da família, o paciente foi transferido para o Hospital Brasil, instituição particular de Santo André, onde deverá ser avaliado por neurologistas. A General Motors emitiu nota sobre o caso às 12h20. "A General Motors do Brasil informa que na manhã de terçafeira, 14 de abril, foi surpreendida pela ação de um funcionário, do seu quadro efetivo, que subiu ao telhado de sua portaria principal e passou

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a discursar, para chamar a atenção do público, demonstrando aparente descontrole emocional. O trabalhador tem 36 anos, foi admitido na GM em abril de 1995 e trabalha no segundo turno da fábrica e em nenhum momento se cogitou de sua demissão. As equipes de bombeiros da empresa e da Polícia Militar do Estado de São Paulo foram acionadas e tentaram demovê-lo da intenção de se jogar. Com os procedimentos de segurança adotados pelos bombeiros foi possível evitar sua queda ao chão. O serviço de resgate do corpo de bombeiros da Polícia Militar agiu prontamente e transportou o trabalhador ao Hospital Albert Sabin, de São Caetano do Sul, para os procedimentos médicos necessários. Marcadores: acidente Acidente em escada rolante Um acidente na escada rolante do centro de convenção Tokyo Big Sight Exhibition Center feriu 10 pessoas, participantes do festival de garagem-kit (peças para modelismo) do Wonder Summer Festival. De acordo com informações da imprensa japonesa, havia cerca de 120 pessoas na escada rolante, desde o térreo até o quarto andar, local do evento, quando a escada rolante parou sem avisar e mudou de direção (desceu). Nenhum dos feridos era grave e a polícia está investigando se a causa do acidente foi sobrecarga ou uma avaria do motor da escada rolante. O modelo específico de escada rolante recomenda peso máximo de 130 kg por degrau e tem um total de 78 degraus. Para evitar acidentes semelhantes, durante convenções onde existe concentração elevada de pessoas, os americanos desligam as escadas durante esses eventos. Comentário:

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No vídeo observa-se que cada degrau da escada rolante tinha quatro pessoas. Teoricamente mais de 300 kg, que ultrapassava o peso máximo permitido (130 kg). O projeto em geral de escada rolante leva em conta duas pessoas por degrau (75 kg/cada). Houve excesso de pessoas na escada rolante, provocando sobrecarga. Se o motor quebrou por causa da sobrecarga, o motor deixou de tracionar e mudou de direção devido ao excesso de peso. Marcadores: acidente, segurança. Proteção para os olhos no local de trabalho Diariamente, estimam-se 1.000 ferimentos nos olhos que ocorrem nos locais de trabalho nos USA. O custo financeiro destes ferimentos é enorme, mais de US$ 300 milhões por ano em tempo perdido da produção, em despesas médicas e seguro de acidentes de trabalho. Nenhuma quantia monetária pode adequadamente refletir o os valores pessoais que estes acidentes alcançam nos trabalhadores com ferimentos. A agencia de administração de segurança e saúde ocupacional (OSHA, Occupational Safety and Health Administration) e os 25 estados e territórios que operam seus próprios programas de segurança e de saúde de trabalho estão decididos ajudar na redução dos acidentes. Preocupado, com esforços pelos grupos voluntários interessados, a OSHA começou uma campanha de informação de âmbito nacional para melhorar a proteção para os olhos no local do trabalho. Pense um pouco sobre os possíveis perigos para os olhos em seu local de trabalho. Um estudo efetuado em 1980 pelo Departamento de Trabalho, pelo setor de estatística, (BLS, Labor Department's Bureau of Labor Statistics) em aproximadamente 1.000 ferimentos leves nos olhos revela como e porque muitos acidentes ocorrem nos serviço.

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O que contribui para causar ferimentos nos olhos nos locais de trabalho? A falta de proteção para os olhos. O estudo relata que quase três em cinco trabalhadores feridos não estavam usando proteção para os olhos no momento do acidente. Usando o tipo errado de proteção para os olhos no trabalho. Aproximadamente 40% dos trabalhadores com ferimentos estavam usando algum tipo de proteção para os olhos quando ocorreu o acidente. Estes trabalhadores estavam provavelmente usando óculos sem a proteção lateral, embora os ferimentos entre os empregados usando com proteção lateral ou integral (óculos com proteções laterais em corpo único), também ocorreram. O que causa ferimentos nos olhos? Partículas em vôo. O estudo constatou que quase 70% dos acidentes pesquisados foram resultados objetos em vôos ou em quedas ou faíscas atingindo os olhos. Os trabalhadores com ferimentos foram provocados por quase 60% de objetos que eram menores do que uma cabeça de alfinete. A maioria das partículas foi lançada com velocidade superior a um objeto lançado a mão, quando o acidente ocorreu. Contato com produtos químicos Causou um quinto dos ferimentos. Outros acidentes Foram causados pelos objetos que balançam de uma posição fixa ou removível, como; engrenagens, cabos, correntes ou ferramentas que foram puxadas em direção ao olho quando o trabalhador as usava. Onde os acidentes ocorrem mais freqüentemente? Trabalho em geral; operação de equipamento industrial. Os perigos potenciais para os olhos podem ser encontrados em quase

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toda indústria, mas o estudo relatou que mais de 40% dos ferimentos ocorreu entre trabalhadores especializados, tais como; mecânicos, manutenção, carpinteiros, e instaladores. Um terço dos trabalhadores feridos estava os operários, tais como; montadores, mecânicos (que usam rebolos, lixadeiras, esmeris) e os operadores de máquinas abrasivas. Os trabalhadores não especializados sofreram aproximadamente um quinto dos ferimentos nos olhos. A metade dos trabalhadores feridos foi empregada quase na produção; um pouco mais de 20% estavam na construção. Como os ferimentos nos olhos podem ser evitados? Sempre usar proteção adequada para os olhos. As normas da OSHA requerem que os empregadores forneçam aos trabalhadores proteção para os olhos apropriada. Para ser eficaz, a proteção deve ser do tipo apropriado para o perigo encontrado e corretamente enquadrado. Por exemplo, o estudo mostrou que 94% dos ferimentos aos trabalhadores, usando proteção para os olhos resultaram de objetos ou de produtos químicos que estavam em volta ou sob proteção (objeto supostamente protegido). Os equipamentos de proteção aos olhos devem permitir que o ar circule entre os olhos e as lentes (evitar embaçamento) . Somente 13 trabalhadores com ferimentos nos olhos , embora usando equipamento de proteção relataram sua quebra. Quase 20% dos trabalhadores feridos com equipamentos de segurança usaram proteções faciais ou máscaras de solda. Entretanto, somente 6% dos trabalhadores com ferimentos, usando equipamento de proteção ocular, utilizavam óculos de segurança de sobrepor (óculos facial, pode ser usado sobre óculos de grau, contra respingos, poeiras e partículas), que geralmente oferece melhor proteção para os olhos. Eficiência no treinamento e educação O estudo relatou que a maioria dos trabalhadores acidentou-se enquanto executava seus trabalhos regulares. Os trabalhadores que

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se feriram não estavam usando óculos de segurança, pois a maioria acreditava que não era exigido pelo local. Mesmo que a maioria dos empregadores fornecesse o equipamento de proteção sem nenhum custo aos empregados, aproximadamente 40% dos trabalhadores não receberam nenhuma informação sobre onde e que tipo de óculos de segurança deve ser usado. Manutenção. Os equipamentos de proteção devem ser corretamente mantidos. Os equipamentos com lentes ou visores riscados e sujos reduzem a visão, causando distorção e podem contribuir para os acidentes.

Vamos trabalhar na proteção dos olhos! O estudo relatou que mais de 50% dos trabalhadores que se feriram, usando óculos de segurança, declararam que a proteção minimizou os seus ferimentos. Mas quase a metade dos trabalhadores sentiu também que um outro tipo de proteção mais adequada podia ter impedido ou reduzido os ferimentos que sofreram. Estima-se que 90% dos ferimentos nos olhos podem ser impedidos com o uso de óculos de segurança apropriado. Este é nosso objetivo e, trabalhando junto, a OSHA, os empregadores, os trabalhadores, e as organizações da saúde podem fazê-lo acontecer. . ANÁLISE DO RISCO: Trata-se de praticar o ―parar para pensar‖, de não ir fazendo a tarefa intempestivamente. Especialmente importante é a análise do risco em situações não rotineiras. BARREIRAS

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As barreiras transformam situações de potencial de risco de acidentes em improbabilidade de acidentes. As barreiras são de três tipos: (a) bloqueios, que são medidas de engenharia impeditivas do risco – exemplo, cadeado de segurança; (b) mecanismos de inibição do comportamento errado – exemplo, radares e câmeras; (c) medidas de gerenciamento administrativo – exemplo, os procedimentos operacionais padrão. Os bloqueios são as barreiras mais eficazes e devem ser buscados, sempre que possível. As medidas de gerenciamento administrativo também são muito eficazes, mas demandam esforço gerencial para que sejam cumpridas. CULTURA DE COMPORTAMENTO SEGURO Para se conseguir esse pilar, é necessário todo um esforço de educação das pessoas, desde o alto nível até o trabalhador. Trata-se de, gradativamente, mudar profundamente a cabeça das pessoas, criando no inconsciente coletivo de todos, dentro da empresa, uma espécie de mantra: ―comportamento seguro... comportamento seguro... comportamento seguro!‖, que se refletirá na ação prática das pessoas e na pressuposição dessa forma de agir como o padrão dentro daquela empresa. DISCIPLINA As regras de trabalho, os procedimentos operacionais padrão e outras medidas gerenciais relacionadas ao comportamento humano de nada valerão se não houver disciplina. Dessa forma, as medidas disciplinares são consideradas como normais e devem ser aplicadas quando indicadas. Um dos maiores objetivos em relação a esse item é que os trabalhadores desenvolvam o senso de autodisciplina.

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ENGENHARIA: A boa prática da engenharia pressupõe segurança. Medidas adequadas de engenharia, com repercussão em segurança no trabalho, são fundamentais em pelo menos 6 momentos: (a) em novos projetos e instalações; (b) na engenharia do processo produtivo em si; (c) nos sistemas próprios da segurança-exemplo, ventilação; (d) projetos de engenharia para eliminar ou minimizar os riscos; (e) na melhoria das condições ergonômicas; (f) engenharia na prevenção dos deslizes operacionais. FISCALIZAÇÃO Aqui destacamos: (a) as inspeções periódicas; (b) as auditorias internas, feitas pela própria empresa; (c) as auditorias externas, do Ministério do Trabalho ou do Ministério Público do Trabalho. A presença de um ―superego‖ acompanhando as condições de segurança do processo educa as pessoas e funciona como mecanismo de pressão social, importante para se obtiver, de forma rápida, o comportamento adequado das chefias. GERENCIAMENTO DO RISCO Deve haver uma pessoa responsável pelo processo, que irá ―puxar‖ as atividades relacionadas à prevenção de acidentes e perdas. Faz-se uma previsão das ações que deverão ser adotadas no cotidiano da empresa e acompanha-se a execução das mesmas. Para cumprir este pilar, é necessária a atuação de profissionais organizados

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e de boa entrada nas áreas operacionais, inclusive para originarem resultados e estatísticas confiáveis, sem serem sabotados. HIERARQUIA ―A base da pirâmide é o seu ápice!‖. Essa imagem, um pouco surrealista, ilustra bem o que devemos fazer para conseguir o comportamento seguro. O alto nível da empresa e o nível de gerência operacional têm que querer segurança como prioridade em seus processos produtivos.

INTERDEPENDÊNCIA Trata-se de criar uma situação em que todos, inclusive os trabalhadores, consideram acidentes como intoleráveis e a prática segura como a norma absoluta. Trabalhadores participam efetivamente de todos os instrumentos administrativos relacionados à prevenção, desde inspeções até a elaboração de normas e procedimentos e esses instrumentos somente serão considerados eficazes se tiverem a participação ativa dos trabalhadores. Um bom sinônimo para esse pilar é corresponsabilidade. Fonte: Hudson de Araújo Couto – Ergo Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional O vídeo mostra uma série de cenas engraçadas e impossíveis porém existem no local de trabalho, no escritório, na rua e leva alguns segundos para transformar em acidentes. No trânsito, enviar mensagens é mais perigoso do que dirigir bêbado Enviar mensagens de texto do celular enquanto se dirige um carro é mais perigoso do que dirigir bêbado ou sob influência de drogas, afirma uma pesquisa do Laboratório Britânico de Pesquisa em Transportes (TRL).

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A pesquisa, conduzida por especialistas da RAC Foundation, que trabalha com segurança dos motoristas, em parceria com o Laboratório de Pesquisas do Trânsito (TRL, na sigla em inglês), selecionou 17 pessoas de entre 18 e 24 anos. Os pesquisadores usaram simuladores de direção no trânsito para avaliar o impacto que escrever ou ler torpedos exerce no modo como os motoristas dirigem. Segundo os resultados; ■ as reações dos motoristas foram 35% mais lentas quando dirigiam enquanto escreviam ou liam mensagens de texto pelo celular. ■ a capacidade de controle no volante foi prejudicada em 91% e ■ a habilidade em manter a distância com relação aos outros carros também caiu. Segundo os pesquisadores, em situações reais de trânsito, esses efeitos aumentariam de forma significativa o risco de acidentes. Distração enquanto trocam mensagens "Quando trocam mensagens, os motoristas distraem-se ao tirar a mão do volante para usar o celular, ao tentar ler textos pequenos no visor do celular e ao pensar em como escreverão suas mensagens", diz Nick Reed, pesquisador do TRL. Ele explica ainda que "essa combinação de fatores resulta em uma diminuição na capacidade de reação e de controle do veículo que colocam o motorista em um risco maior do que se estivesse consumido álcool no limite legal para direção." Pior que o álcool O tempo de reação das pessoas enviando mensagens por celular enquanto dirigem cai 35 por cento. O impacto das mensagens nos motoristas é maior do que o provocado por drogas ou álcool. Resultados de pesquisas anteriores haviam demonstrado que as reações ficavam cerca de 20% mais lentas entre motoristas que

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dirigiam sob o efeito da maconha e 12% mais lentas entre os motoristas que haviam bebido além do limite considerado legal na Grã-Bretanha. Os participantes deste estudo foram quase unânimes indicando que a direção alcoolizada seria a ação mais perigosa na estrada, afirmou Stephen Glaister diretor da RAC. Ele afirmou que a pesquisa mostrou claramente que o motorista que está digitando é prejudicado significativamente mais do que aquele dentro do limite legal de álcool. Digitar texto é perigoso Uma conclusão a que pesquisadores chegaram sobre por que digitar um texto é tão perigoso é o tempo que demora em digitar uma mensagem dirigindo. O TRL afirmou que digitar uma mensagem no volante demora 63 segundos; ■ tempo que o carro leva para percorrer 0,8 km na velocidade de 45 km/h, no centro de uma cidade e, ■ acima de 1,6 km nos limites de velocidade de 90 km/h de uma rodovia. Alerta, quase 50% dos motoristas trocam mensagens. Os pesquisadores da RAC Foundation decidiram avaliar o impacto das mensagens na direção depois que um estudo realizado no início do ano revelou que a prática do envio e leitura de mensagens no volante é comum entre os motoristas britânicos. A pesquisa realizada pela TRL no início do ano com cerca de 3 mil motoristas, revelou que 48% assumiram que enviam e recebem mensagens enquanto dirigem. Depois de avaliar o impacto das mensagens na direção, os pesquisadores pedem investimento urgente do governo em uma campanha para educação no trânsito direcionada a alertar os motoristas sobre os riscos de enviar ou ler mensagens na direção.

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"Nenhum motorista responsável bebe e dirige. Precisamos garantir que os motoristas acostumados em enviar e ler mensagens entende que essa prática é uma das mais perigosas que alguém pode realizar enquanto dirige um automóvel", afirmou Stephen Glaister. Fonte: UOL – 18 de setembro de 2008 e Yhaoo News - 18 Set 2008: Porque as pessoas precisam de celulares colados em seus rostos a todo momento? O celular transformou-se na tornozeleira ou pulseira eletrônica em que o preso é monitorado via satélite, para a maioria das pessoas. Em lugares mais incríveis você encontra alguém conversando no celular. Transferindo essa diversão de conversação para locais onde exigem concentração, atenção, processamento de informações pelo cérebro, resulta na distração, falta de concentração, desatenção, análise dispersa de informações, etc. provocando acidentes para quem está dirigindo, ou executando um serviço que requer concentração. O celular transformou-se na epidemia eletrônica atual. As colisões de automóveis são os principais assassinos dos adolescentes nos Estados Unidos. De acordo com Agência Federal de Segurança de Trafego em Rodovia (NHTSA), os dados mostram que, cada ano, em média: ■ Mais de 300.000 adolescentes são vitimas de colisões de carros ■ Cerca de 8.000 adolescentes estão envolvidos em colisões fatais ■ Mais de 3.500 adolescentes são mortos Pesquisa da Agência também mostra que motoristas adolescentes estão envolvidos em mais de cinco vezes em colisões fatais do que adultos. Os motoristas jovens estão mais propensos a

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correr, não respeitar sinais de trânsito, fazer conversões proibidas, e morrer em veículos utilitários esportivos. Dirigir conversando no celular ou enviando mensagens causam a cada ano nos Estados Unidos; ■ 2.600 mortes e ■ 330.000 ferimentos. Mostra as distrações que o celular pode causar ao motorista Distração do pedestre com o celular O sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas (STEFFAS), do qual fazia parte o trabalhador que morreu vítima de acidente de trabalho nas oficinas da OGMA, em Alverca, na segundafeira, 23 de março de 2009, já pediu explicações à empresa pelo sucedido. O trabalhador, natural de Alvega, concelho de Abrantes e residente em Alverca do Ribatejo, caíram de uma estrutura metálica, montada junto da asa de um avião C-130 já no final do turno de segunda-feira. Ainda foi transportado para o Hospital de Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira, mas não resistiu aos ferimentos e acabaria por falecer. Causa do acidente A Indústria Aeronáutica de Portugal SA (OGMA) confirma o acidente e afirma que o trabalhador sentiu-se mal e caiu da estrutura metálica. Refere ainda que a vítima já tinha antecedentes de saúde e que sofria de Epilepsia.

Características do avião: Comprimento - 29,79 m

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Envergadura - 40,41 m Altura - 11,9 m Área (asas) - 162,12 m² Comentário: Todo trabalho em altura ou em plano elevado, todo trabalhador deve passar por um exame médico minucioso para verificar se existe alguma doença ou anomalia que possa ser potencializado pelo trabalho em altura (vertigem, convulsão, drogas, etc). A empresa já sabia que o trabalhador tinha problema, doença neurológica crônica (epilepsia), caracterizada por repetidas crises convulsiva, Como a empresa permite um trabalhador com esse tipo de doença, trabalhar em plano elevado ou diferença de nível, onde a queda é o fator principal? Podemos considerar isso, como erro de omissão ou de negligência.

Todo trabalhador deverá possuir Atestado de Saúde Ocupacional, emitido pelo médico responsável pelo programa de controle médico saúde ocupacional da empresa, indicando que o trabalhador está apto para executar trabalhos em altura. O médico do trabalho deve realizar anamnese minuciosa contemplando história clínica atual e pregressa, enfatizando a pesquisa de condições que poderão contribuir ou determinar queda da própria altura ou de planos elevados, como antecedentes de desmaios, tonteira, vertigem, arritmias cardíacas, hipertensão arterial, convulsão, uso contínuo ou abusivo de bebida alcoólica e drogas, uso de medicamentos que interferem no sistema nervoso ou ritmo e freqüência cardíaca. Após isso, proceder a meticuloso exame físico, com verificação da existência ou não de restrição aos movimentos, distúrbios do equilíbrio ou coordenação motora, anemia, obesidade,

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hipertensão arterial, cardiopatias e outras patologias que poderão contribuir para acidentes com queda de altura. O médico do trabalho deve, também, orientar a equipe de segurança do trabalho e os encarregados pela realização dos serviços em altura sobre a necessidade de se apurar o estado de saúde do trabalhador antes de se iniciar o trabalho. Existem várias situações que poderão provocar acidentes em planos elevados e que vale a pena serem relembradas: ■ alimentação inadequada consome de bebida alcoólica e ■ drogas psicoativas, distúrbios do sono. O encarregado pelo trabalho deve sempre no início de cada atividade, perguntar ao trabalhador se este se encontra em condições físicas e psíquicas para realizar o trabalho em altura e registrar esse fato no documento de Permissão para o Trabalho em Altura, sendo essa umas das perguntas básicas da Lista de Verificação (check list) para trabalho em altura. Fonte: ANAMT (Associação Nacional de Medicina do Trabalho) Marcadores: acidente, Avião. Acidente com vergalhão Essa foto é interessante para mostrar a importância da prevenção de risco. A colocação simples de um protetor plástico no vergalhão minimizaria esse acidente do trabalhador. A extremidade exposta de um vergalhão pode causar, além de pequenas lesões, acidentes mais graves aos trabalhadores que, enroscados na ferragem, podem vir até a sofrer uma queda ou um acidente mais sério.

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A solução para evitar esse tipo de ocorrência é simples, barata e confere à obra um aspecto de organização e segurança: um pequeno protetor plástico para cada vergalhão. Marcadores: acidente, construção civil Acidente fatal em fábrica de vidro Na madrugada do último dia 14 de fevereiro de 2009, quando cumpria uma jornada de trabalho das 22h30 às 6h30 na fábrica LM Vidros Temperados, o assistente de produção Denner Mendes Dias, de 23 anos, se deparou com uma situação para o qual não recebeu treinamento, e, agindo apenas da forma que acreditava ser correta, morreu em decorrência de um acidente de trabalho. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou a ir até o local para prestar socorro, mas quando chegou ele já havia morrido. Segundo o serviço, o jovem havia perdido muito sangue. Na ocasião, conforme o documento, o funcionário foi alertado que deveria colocar um pedaço de papelão entre as peças de vidros, atendendo uma exigência do controle de qualidade. Denner, então, pediu que um colega empurrasse as peças de vidro para que ele amparasse, contudo, não suportou o peso das oito lâminas, equivalente a mais de uma tonelada, caiu sobre ele e sofreu traumatismo craniano. Procedimentos de segurança: ―Não tinha uma norma de segurança de como ele deveria proceder. Como, por exemplo, transpor as peças de um carrinho para outro e corrigir a falha‖, enfatiza engenheiro de segurança do trabalho, Erick Capobianco. Além da falta de normatização dos procedimentos de segurança, o relatório do Cerest (Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador) cita uma série de falhas, tais como;

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■ Conforme o documento, Denner Dias foi chamado pra cumprir às 8h da jornada de trabalho à noite porque o processo de fabricação ficou interrompido por três dias e a empresa tinha prazos a cumprir. Diante da interrupção do processo de tratamento de têmpera de vidros com a paralisação do forno demandou a produção extraordinária, executada com funcionários em número reduzido. ■ Houve falha de logística, pois as lâminas de vidros tiveram quer ser colocadas em um carrinho menor do que o usualmente utilizado. ―Os colegas de trabalho do Denner disseram que ‗caçaram‘ um carrinho. O que mostra que no dia não haviam provido o número suficiente de carrinho para transporte interno‖. Programa de prevenção de acidentes: Conforme Erick Capobianco, o programa de prevenção de acidentes da empresa, elaborado em setembro do ano passado pelo Sesi, é falho, com foco apenas no uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e controle de qualidade do produto. De acordo com o parecer, a assinatura de Denner consta na lista de presença de apenas um curso oferecido no dia 16 de dezembro, o tema era o uso de EPI. Vidro, atividade de risco elevado: Se em vez dos 98 funcionários, a empresa tivesse 101 empregados, também seria exigida a contratação de um técnico de segurança de trabalho. A produção de vidros é considerada de grau de risco 3. A classificação do Ministério do Trabalho vai até 4. Segundo a Cipa: O presidente da Cipa (Comissão Interna de Prevenção a Acidentes) da LM, Robson da Silva Martins, atribuiu toda responsabilidade pelo acidente ao funcionário morto e a um colega que fazia o procedimento em dupla com a vítima. Na avaliação de

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Robson Martins, Denner negligenciou os passos armazenamento do material no carrinho de transporte.

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o

Fonte: Campo Grande News - Quinta-feira, 26 de Março de 2009 A empresa tem a certificação da ISO 9001:2000, reconhecida por uma das maiores certificadoras do mundo. Um certificado ISO 9001:2000 comprova que o seu Sistema de Gestão de Qualidade foi certificado de acordo com uma norma de melhores práticas e foi aprovado. Emitido por uma organização de certificação após uma auditoria independente por terceiros. Nota-se pelo vídeo que houve uma falha no processo, que em conseqüência provocou o acidente. O trabalhador estava colocando espaçadores de papelão entre as placas de vidro, que já deveria ter feito durante a colocação de cada placa de vidro. A ISO 9001 sugere que a aplicação e a gestão de um sistema de processos seja uma forma efetiva de garantir uma boa gestão da qualidade. Para adotar esta ―abordagem de processo‖, a ISO 9001 inclui uma metodologia PDCA (―Planejar-Fazer-Checar-Agir‖) que pode ser aplicada a todos os processos. A essência é fazer de modo seguro, com eficiência e qualidade.

Na linguagem da qualidade, os incidentes são defeitos na saída do processo. A maioria dos de-feitos é gerada pela grande variação nos sistemas em andamento. O acidente de trabalho também seria um defeito do processo. Existem muitas fontes em potencial de variação em um sistema. Algumas delas são: ■ equipamentos, maquinismo, ■ matérias‑primas, procedimentos,

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■ política, métodos, ■ gerenciamento de sistemas e pessoas. Foto - Unidade de carregamento por ponte rolante Existe tecnologia de equipamentos de movimentação, transporte e armazenagem de placas de vidro, em que o trabalhador não fica em exposição de riscos, (quebra de vidro, carga excessiva para movimentação, etc). Na época da certificação já deveria ter feito essa análise de custo e beneficio de movimentação, transporte e armazenagem de vidro. Como menciona no relatório do Cerest, ―Não tinha uma norma de segurança de como ele deveria proceder. Como, por exemplo, transpor as peças de um carrinho para outro e corrigir a falha‖. Foto – Ventosa – Solução prática para a movimentação vertical de vidro. Pode ser usado em ponte rolante Procedimentos, armazenamento No transporte e armazenamento de placas de vidro deverão ser observados os seguintes procedimentos: ■ Transportar as placas sempre na posição vertical, com inclinação de aproximadamente de 6º , observando a quantidade máxima para empilhamento. ■ Dispor de mecanismo de segurança contra o tombamento das placas ■ Separar mecanicamente as placas de vidro para evitar abrasão ou quebra. Esta separação pode ser feita com papel jornal, com papelão de espessura final. Gerenciamento de pessoas. Nesse acidente demonstra-se que houve falha no processo, esquecimento de colocação de espaçadores entre as placas de vidro.

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O método de transporte por carrinho é potencialmente perigoso devido à quantidade de placas e instabilidade. Segundo o engenheiro de segurança, Erick Capobianco, o programa de prevenção de acidentes da empresa, elaborado em setembro do ano passado pelo Sesi, é falho, com foco apenas no uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e controle de qualidade do produto. De acordo com o parecer, a assinatura de Denner (vítima fatal) consta na lista de presença de apenas um curso oferecido no dia 16 de dezembro de 2008, o tema era o uso de EPI. É como um time amador, o técnico entrega o calção, a camisa e antes da partida o time faz uma oração. A empresa entrega o capacete, cinto de segurança, sapato e dá algumas dicas de instruções de segurança. Todos estão aptos para jogar, ou melhor, para trabalhar. Na gestão da qualidade todos os setores e trabalhadores da empresa devem trabalhar de forma integrada. Em programa de Prevenção de Acidentes, treinamentos adequados, política da empresa, slogans, normas, são fundamentais, pois nos levam a um menor número de acidentes. As atividades seguras nos levam a um menor número de comportamentos de risco que, por conseguinte nos levam a um número reduzido de acidentes. Esse acidente mostrou que a empresa teve interesse na certificação de qualidade, muito provável por exigência do mercado, mas total desinteresse na qualidade de segurança do trabalho, quanto ao ambiente favorável à saúde e integridade física do trabalhador. As imagens registradas em vídeo por câmeras de segurança do circuito interno da empresa LM Vidros, de Campo Grande, MS, flagraram o momento em que o trabalhador, morre ao tentar segurar as placas de vidro. Mergulhador é atingido na cabeça por arpão na Ilha do Governador Imagens da tomografia computadorizada

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Um homem foi atingido na cabeça por um arpão ao mergulhar na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. A vítima foi socorrida no Hospital de Saracuruna, na Baixada Fluminense. O acidente ocorreu na manhã de sábado, 28 de março de 2009. A vítima chegou lúcido ao Hospital de Saracuruna, na Baixada Fluminense, onde foi operado. A vítima, identificada como Emerson de Oliveira Abreu, passou por uma operação de alto risco, por conta do pedaço do arpão preso na sua cabeça.

Cirurgia: O mergulhador Emerson de Oliveira Abreu foi operado, continua lúcido, tem reflexos normais e passa bem. Seu estado de saúde é estável e não há risco de morte. Contudo, não há previsão de alta e ele deve permanecer na enfermaria do Hospital Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, por alguns dias. Os médicos acreditam que ele não deve ter sequelas graves. Foram cinco horas de cirurgia. O caso surpreendeu até a equipe médica chefiada pelo neurocirurgião Flávio Falconetti. O diretor do hospital, o neurocirurgião Manoel Moreira, disse que Emerson teve sorte porque o arpão não atingiu partes nobres do cérebro. "Ele chegou aqui lúcido, sem déficit motor nenhum", contou. Transferido para a enfermaria, o mergulhador passou por mais exames e não apresentou sinal de lesão neurológica. "Ele não perdeu a visão por um fio. A lança passou por trás do globo ocular, perto do nervo ótico. Há muito edema na região orbital, mas ele está enxergando. Vamos esperar que ele melhore para fazer um exame oftalmológico mais apurado. Segundo o médico, o arpão passou perto da artéria que vasculariza o cérebro, a carótida. Se ela fosse atingida, dificilmente Emerson sobreviveria‖, disse Moreira. Ele

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está fazendo uso de antibióticos para evitar infecções e deve receber alta em até dez dias. Segundo o médico, deve levar uma vida normal. Uma fisgada, uma forte queimação. Uma fisgada, uma forte queimação no rosto e um grande medo de morrer. Foi o que sentiu Emerson. Ele segue internado no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna (Baixada Fluminense). O acidente O arpão foi disparado em direção a um peixe, bateu em uma pedra, voltou e atingiu minha cabeça. Meu colega estava bem distante de mim. Eu creio que não tem possibilidade de ter sido o arpão dele. Senti muita dor quando saí da água. Queimava muito a minha face, disse Emerson na entrevista dada pelo mergulhador no hospital. Emergência e Atendimento "Foi tudo muito rápido. Disparei o arpão em direção a um peixe. Quando vi, o arpão bateu em uma pedra, voltou e atingiu minha cabeça, recorda Emerson. Na hora um amigo viu que eu tinha me ferido e me ajudou. Daí eu subi numa pedra e fui socorrido por uma embarcação de uns moradores da Ilha do Governador. Na hora, eu pensei até em tirar aquela flecha da cabeça. O pessoal que me deu uma assistência na hora disse 'não, rapaz, não faz isso'. Graças a Deus correu tudo bem‖ completou Emerson. ―Os moradores o levaram de carro até o Hospital Municipal Paulino Werneck, na Ilha do Governador, onde, no entanto, ele não pôde ser atendido por falta de infraestrutura. Fui encaminhado ao Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (Saracuruna), em Duque de Caxias (RJ), por uma viatura do Grupamento de Socorro de Emergência (GSE) do Corpo de Bombeiros. Foi horrível. Eu estava muito nervoso. Tentava não me mexer, mas a viatura trepidava muito", recorda Emerson.

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PF vai indiciar Chevron por dois crimes ambientais Delegado que investiga o vazamento na Bacia de Campos disse ao iG que a empresa ―joga‖ o petróleo para o fundo do mar, em vez de removê-lo O primeiro será pelo vazamento, em si, e o segundo porque, segundo Scliar, a Chevron não está recolhendo o petróleo derramado. Em vez de remover o óleo do ambiente, a empresa tem utilizado uma técnica para que o combustível desça para o fundo do mar. ―Esse método que estão utilizando, de jogar areia no petróleo para que se precipite e volte para o fundo, para mim tem nome: crime ambiental. Eles deveriam estar recolhendo o petróleo, que, em vez disso pode cair sobre corais, por exemplo,‖, disse ao iG o delegado. O vazamento ocorreu a 12 dias em uma área de exploração da Chevron. Apesar de evitar falar sobre o assunto, a petroleira admite que houve um erro de cálculo na pressão Vazamento na Bacia de Campos é normal, afirma Chevron Empresa afirma que problema no campo Frade não é a mesma coisa que ocorreu no Golfo do México. Vazamento não afeta produção A unidade brasileira da petroleira norte-americana Chevron informou que está trabalhando para conter um vazamento no campo Frade, na Bacia de Campos. "O vazamento se deve a uma rachadura no solo do oceano. É um fenômeno natural", disse Heloisa Marcondes, porta-voz da Chevron Brasil.

"Nós estamos mobilizando todo nosso pessoal" para conter o vazamento, acrescentou. A Chevron começou a produção no campo Frade, no qual tem uma participação de 51,7%, em 2009. A companhia lidera a operação no campo, que contém uma reserva recuperável estimada em 200 milhões a 300 milhões de barris de petróleo equivalente.

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Tudo que ocorre pode ser evitável, nada ocorre por acaso do destino, mas, para que aja prevenção é preciso responsabilidade, coerência, planejamento e técnicas preventivas. Para isto é importante que as pessoas certas estejam nos lugares certos. Está faltando
planejamento neste processo. Empresas multinacionais que apostam na impunidade.

Retro escavadeira tomba e mata operador.

Uma pessoa morreu em acidente com uma retro escavadeira na Rua Jaraguari, no Jardim Copacabana, na Zona Sul de São Paulo, por volta das 11h desta quinta-feira (17). Três unidades do Corpo de Bombeiros e o helicóptero Águia da PM foram acionados para ajudar no resgate do ferido. A morte foi constatada ainda no local. De acordo com o setor de comunicação do helicóptero Águia, a aeronave foi acionada para uma ocorrência de acidente de trabalho. Segundo o Corpo de Bombeiros, a retro escavadeira tombou. De acordo com a Globo News, no local do acidente funciona um reservatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Quando a retro escavadeira caiu, o homem que estava na máquina tentou sair, mas ela se movimentou e o prensou. A assessoria de imprensa da Sabesp confirmou que o acidente aconteceu em uma obra de uma estação elevatória da companhia na Rua Jaraguari. A vítima era um funcionário de uma empreiteira contratada para fazer os trabalhos no local. Em nota oficial, a Sabesp lamentou o ocorrido e afirmou "que prestará a assistência necessária e irá apurar as causas e eventuais responsabilidades pelo acidente". Será que este equipamento velho operador sem recursos para fazer uma vala deste porte. O equipamento cabível para execução deste projeto seria uma PC porque ele cava e fica dentro da vala. Teria evitado a perda de mais uma vida. Que, para muitos nada vale, mas,

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para família dele é mais uma perda irreparável. Faltou planejamento faltou segurança de modo que faltou segurança com certeza alguém irá perder a vida. Acidente do México

O derramamento de irreparáveis e praias em risco, petróleo no Golfo do México é pesca prejudicada por várias grave. Mas quão grave ele é? temporadas, espécies frágeis Alguns especialistas foram extintas e uma indústria rápidos ao prever o apocalipse, economicamente arrasada por projetando imagens cruéis com anos. 1.600 quilômetros de águas O presidente Barack Obama chamou o vazamento de "um possível desastre ambiental sem precedentes." E alguns cientistas previram que o petróleo poderá se prender na correnteza do golfo, levando a destruição para a Costa Atlântica. Ainda sim a explosão da plataforma de águas profundas não é sem precedentes, nem é o pior acidente de petróleo da história. Seu impacto final dependerá de uma lista de variáveis, que incluem o clima, correntes oceânicas, as propriedades do petróleo e o sucesso ou fracasso dos esforços para estancar o fluxo. Tragédias - Como disse um especialista, é primeira batalha desta guerra. Ninguém sabe quem vai vencer no final. O poço, do qual vazam sem parar cerca de 800.000 litros de petróleo por dia, poderia continuar aberto por anos e mesmo assim não chegaria nem perto dos 136 bilhões de litros de petróleo derramados pelas forças do Iraque quando deixaram o Kuwait em 1991. Não chega nem perto da magnitude do Ixtoc I, que explodiu na baía de Campeche, no México, em 1979, e espalhou por volta de 500 milhões de litros de petróleo antes que o poço fosse controlado.

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Terá que ficar muito pior até alcançar o impacto do acidente do petroleiro Exxon Valdez em 1989, que contaminou 2.000 quilômetros de um Intocado litoral e matou milhares de aves marinhas, lontras e focas, além de 250 águias e 22 orcas. Ninguém, nem mesmo os advogados das indústrias de petróleo, está defendendo o acidente. A área contaminada do golfo continua aumentando e já foi encontrado petróleo em algumas áreas pantanosas na ponta da Louisiana. As praias e os arrecifes das ilhas de Flórida correm perigo se o óleo entrar na correnteza do golfo. Esperança - Na segunda-feira, porém, o vento estava levando o petróleo para a direção contrária, para longe da correnteza. Os piores efeitos do vazamento ainda estão para acontecer. E se os esforços para conter o petróleo tiverem pelo menos um pouco de sucesso e o clima cooperar, o pior poderá ser evitado. "Até agora o que as pessoas estão temendo ainda não se concretizou", disse Edward B. Overton, professor de ciência ambiental da Faculdade do Estado de Louisiana e perito em vazamentos de petróleo. "Acham que será como o Exxon Valdez. Eu não imagino essa gravidade aqui a não ser que as coisas piorem muito."

Overton disse ter esperança que os esforços da British Petroleum para colocar tampas de concreto na boca do poço danificado vai funcionar, embora tenha dito se tratar de uma

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missão complicada e que poderia até piorar as coisas se danificar outros canos submarinos. "O céu não está desabando", disse Quenton R. Dokken, biólogo marinho e diretor executivo da Fundação Golfo do México, um grupo de conservação em Corpus Christi, Texas. "Nós com certeza caímos em um buraco e teremos que lutar para sair dele, mas isso não significa que é o fim do Golfo do México." Engenheiros falaram que o tipo de petróleo que sai do poço é mais leve que o grosso espalhado pelo Exxon Valdez, evapora com mais rapidez pela superfície e é mais fácil de queimar. Também aparenta responder melhor ao uso de dispersantes, que ajudam a reduzi-lo. Ainda sim o petróleo continua capaz de causa danos significativos, principalmente quando se funde com a água e forma uma espécie de mousse que flutua e pode percorrer longas distâncias. Estrago - Jacqueline Savitz, cientista sênior da Oceana, um grupo ambiental sem fins lucrativos, disse que grande parte do estrago já está se espalhando para longe do litoral e fora da vista da vigilância aeronáutica e dos navios de pesquisa. "Algumas pessoas estão dizendo que, como ainda não atingiu a costa, está 441 tudo bem", ela diz. "Mas muitos animais vivem no oceano, e um vazamento deste é prejudicial assim que atinge a água. Colocaram em risco as tartarugas marinhas, camarões, caranguejos e as ostras. Muitas dessas espécies já estão sendo atacadas há dez dias. Nós estamos esperando para ver como é grave quando

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chegar ao litoral, mas nunca saberemos os verdadeiros

impactos no oceano."

O impacto econômico é tão incerto quanto os danos ambientais. Com milhões de galões na água, alguns especialistas preveem um grande dano à economia. Especialistas no Instituto de Pesquisa Harte para Estudos do Golfo do México em Corpus Christi, por exemplo, estimam que 1,6 bilhão de dólares da economia anual - incluindo o turismo, pesca e outros - estão em risco. "E essa é só a ponta do iceberg", diz David Yoskowitz, do Instituto de Economia Social. "Ainda é cedo e existem muitas chances de ocorrerem impactos negativos." Até quando? - O golfo não é um ambiente primitivo e já sobreviveu a problemas crônicos e agudos de poluição anteriormente. Refinarias e indústrias químicas que cruzam a costa do México até o Mississipi derramam incontáveis litros de poluentes na água. Após o derramamento do Ixtox a 31 anos atrás, o segundo maior da história, o golfo ricocheteou. Em três dias houve um pequeno rastro do vazamento fora da costa mexicana, agravado por um acidente com um petroleiro no golfo poucos meses depois, que liberou quase 10 milhões de litros, segundo especialistas. "O golfo é tremendamente vivo", disse Dokken. "Mas nós sempre temos que nos perguntar o quanto podemos aguentar de desastres como esse e nos recuperarmos

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A mesma empresa, a mesma condição só faltou o incêndio para complementar o cenário.

O que diz a APP antes de ser elaborada? Já ocorreram acidentes com este cenário nos últimos cem anos? Aqui ocorreu ano passado aí se caracterizou a Ingestão! Não planejou veja o que deu! Isto é uma realidade ocorre todo dia A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou a suspensão das atividades de perfuração no Campo de Frade até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e também sejam restabelecidas as condições de segurança na área do acidente. A ANP suspende toda atividade de perfuração da Chevron do Brasil Ltda. em território nacional. A ANP informa, em nota que, rejeitou o pedido da empresa de perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal, pois poderia causar "riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade". Desde que estourou o vazamento na Bacia de Campos, no último dia 8, a petroleira americana Chevron Texaco já perdeu, em valor de mercado, US$ 26,3 bilhões (aproximadamente R$ 47 bilhões), uma queda de 11,4%. Ela valia, no dia 8, US$ 216,8 bilhões e ontem fechou a US$ 190,5 bilhões. Foi a petroleira que mais perdeu em valor de mercado entre todas as empresas do setor nos Estados Unidos e América Latina, segundo cálculos de Einar Rivero, da consultoria Economática. A segunda empresa que mais perdeu foi a americana ExxonMobil. Seu valor de mercado caiu US$ 13,6 bilhões (de US$ 382,3 bilhões baixou para US$ 368,6 bilhões, uma queda de 3,6%).

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A Petrobras ficou em terceiro lugar e perdeu US$ 11,5 bilhões. A empresa passou de US$ 175,9 bilhões para US$ 164,4 bilhões, uma queda de 1,8% no período. Em quarto aparece a Ocidental Petroleum, que do dia 8 para o dia 21 caiu de US$ 82,2 bilhões para US$ 75 bilhões, uma queda de US$ 7,2 bilhões ou 8,8%. A quinta foi Conoco Philips, que passou de US$ 96,5 bilhões para US$ 91,4 bilhões, uma queda de US$ 5 bilhões ou de 5,3%. Chevron pode pagar R$ 260 milhões em multas: Petrolífera norte-americana deve receber mais multas por vazamento na Bacia de Campos, além dos R$ 50 milhões aplicados pelo IBAMA. Chevron afirma que volume do vazamento é de 2.400 barris de petróleo Presidente da empresa, George Buck, nega estar usando método irregular de afundamento do óleo no mar.

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Má gestão pode afundar uma empresa. Só é pensado no lucro, Deixando as Obrigações para terceiros e quarto planos, como é o caso da segurança saúde e meio ambiente. O que estes homens veem. O trabalhador como um centro de custos. É por este ângulo que a maioria é tratada: Paga mal, não dar a assistência devida, isto pelo fato de ter estudado pouco e não conhecer seus direitos. A maioria dos patrões fazem tudo através do tal RH que deveria ser ao contrario deveria ser RD ao invés de RH. Para que as informações sejam vetadas, ou seja, não chegue ao trabalhador. Ainda não ouve o trabalhador que fica todo o seu tempo, todo o seu ciclo de trabalho vendo as coisas acontecer e na maioria das vezes não são ouvidos por não terem formação técnica que muitas vezes de nada vale! Certo dia numa empresa multinacional determinado trabalhador denunciou a falta de segurança que uma rebobinadeira de chapas oferecia. Disse ainda: estarei de férias a partir da próxima segunda feira e o meu lugar será ocupado por outro companheiro que sabe operar este equipamento, mas desconhece seus riscos! Se vier trabalhar aqui nessas condições com certeza ela o matará! O responsável pela segurança na fábrica (unidade) não deu ouvido ou esqueceu por tratarse de uma quinta feira, veio a sexta o trabalhador fechou seu ciclo de trabalho e saíra de férias naquele dia. Outro sucessor veio e sem conhecer os riscos, três dias depois a maquina o puxou pela roupa engolindo-o. Este engenheiro meu amigo aposentou-se em seguida. Ficou estarrecido com o ocorrido.

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Numa empresa de petróleo havia um vazamento de óleo diesel pelo selo de uma bomba a chefia foi avisada e não deu ouvidos por trata-se de um colaborador terceirizado. Conheceu-me pela identificação embora terceirizado também, mas TS fiz questão de acompanha-lo até o local. Deparamos com um médio vazamento deste combustível que havia levado para o rio quase 10 mil litros do combustível.

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Pense nisto:
Nunca diga: vou preocupar-me apenas com os acidentes que apenas causem danos MOMENTANEOS, por exemplos: Quedas de altura;

Atropelamentos. Prensamentos; Cortes e lesões aparentes que necessitem de socorros imediatos. Porque entram para estatísticas da empresa. Preocupe-se também com o futuro dos seus trabalhadores, aquelas doenças que virão no futuro! A maioria dos problemas está naquelas doenças que ocorrem no dia a dia conforme abaixo que são: Exposição a agentes químicos, físicos, alimentares, sedentarismo, saúde pública, uso de drogas licitas e ilícitas, agentes biológicos, entre outros, pressão no trabalho, DORT, estresses diversos, ansiedade, falta de informação, falta de acesso à informação, discriminação, assédios diversos, falta de perspectivas etc.; Perigos visíveis é apenas uma pequena parte do problema a ser gerido. Veja que o pior você não consegue ver. Eu vi um engenheiro de segurança dizer que os problemas advindos de doenças ocupacionais não eram motivos de preocupações para ele por quê? Quando o efeito viesse a vitima do efeito já estaria longe da empresa dele! Investimento em saúde profissional é caro e a maioria das empresas se preocupa apenas com o seu capital. Trabalhador doente quem deve cuidar dele é o INSS Por esta razão tomei ódio dos famosos EST ENGENHEIROS DE SEGURANÇA DO TRABALHO na sua maioria. Evidentemente que não são todos. Há exceção àqueles que foram TST, tem

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comprometimento porque foram formados. Curso de EST tem baixa duração e é impossível um profissional especialmente da área civil tornar-se EST e ser um bom profissional porque está voltado para produção. Passei por isto recentemente, fui tomar medidas de saúde e fui demitido da empresa. Agora estou processando esta cúpula de irresponsáveis. Pelo baixo comprometimento com as causas.

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Perigos:

Impactos: A flora, a fauna, a Água, ao solo e ao ar.

Ao Meio Ambiente Leve, importante ou

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Séria e/ou doença Ocupacional Lesão: Humanas Danos ou Prejuízos: Menor, importante, sério. Ao Patrimônio ou catastrófico

Acid en t es d e Tr ab alh o d eixam o s seg u in t es r ast r o s 3 Vidas perdidas por minuto, ou 5 mil Vidas perdidas ao dia, ou

2 milhões de Mortes ao ano.
Acid en t es d e Tr ab alh o e Do en ças Ocu p acio n ais O custo econômico dessas tristes Estatística chega a 4 %do Produto Bruto Mundial.

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O que aconteceu após os Grandes Acidentes Industriais??? • As legislações ficaram mais rigorosas; • Aumento dos custos das organizações Decorrentes das falhas no controle dos riscos; A falta de preparação da chefia que leva acarreta grandes acidentes conforme os acidentes maiores que você viu acima e verá a seguir; Omissão de informações entre os trabalhadores que, na maioria dos casos desconhecem os riscos de sua organização ou não estão nemk aí oara tal; Falta de interesse dos profissionais de segurança por meios óbvios como, por exemplo: falta de conhecimento da atividade, mau salário pago, falta de incentivos etc. As maiorias das empresas cedem uma salinha lá nos fundos da fábrica para o TS e só o chama quando o bicho está pegando.

Para melhorar isto é necessário:
1. Vontade política; 2. Fiscalização; 3. Falta de preparação dos novos fiscais que estão atuando no mercado. Na maioria das vezes nem é de responsabildiade deles e sim do próprio sistema; 4. Mudança na lei penal. Meter na cadeia quem acidentar!!!

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O que aconteceu após os Grandes Acidentes Industriais???

• Adoção de responsabilidade sócio ambiental adotadas por algumas organizações; • Criação de normas e modelos de gestão de SMS para melhorar o Gerenciamento

dos riscos.

Estudos Científicos da Proporção de Acidentes 30.000 Desvios 3.000 Incidentes 300 Perda Pequena 30- Perda Média 1-Morte

Fonte: Empresa - Dupont Safety Resources
Doenças relacionadas com o Trabalho
Quando o ambiente de trabalho não é adequado às características e funcionamento da máquina humana, colocando-a em situações penosas, o que se pode observa é o surgimento de diferentes tipos de doenças. Cassou (1991) salienta que a relação entre o trabalho e a saúde é complexa, destacando três situações principais. A) Quando as condições de trabalho ultrapassam os limites toleráveis do organismo, a probabilidade de provocar uma doença no trabalhador é significativa. Neste caso, têm-se uma Doença Profissional que, no sentido restrito, se define como uma doença devido a fatores (físicos, químicos e biológicos) bem determinados do meio de trabalho. Ex: a exposição a um nível elevado de ruído gera uma perda auditiva nos trabalhadores expostos.

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B) O meio profissional pode também ter um papel importante, porém, associado a outros fatores de risco do ambiente fora do trabalho ou do modo de vida do trabalhador, gerando as doenças do trabalho. Diversos estudos mostram a ocorrência de perturbações digestiva, do sono, do humor com os trabalhadores em turnos alternados. Os horários deslocados; a dificuldade das tarefas efetuadas à noite, no momento de menor resistência do organismo, podem influenciar o desenvolvimento destas patologias. Outros fatores, não profissionais, ligados por exemplo ao patrimônio genético, ao estado de saúde ou aos hábitos de vida (alcoolismo, tabagismo) têm também um papel importante na aparição e no progresso destas doenças. C) Quando o trabalho é bem adaptado ao homem, Não só às suas atitudes e seus limites, mas também a seus desejos e seus objetivos, ele pode ser um trunfo à saúde do trabalhador. Neste sentido, o trabalho nem sempre significa algo patogênico. Ele é, muitas vezes, um poder estruturante em direção a saúde mental. Ao dar ao trabalhador a oportunidade de se realizar em seu trabalho, estar-se-á contribuindo para a sua satisfação e bem-estar. Em resumo, com relação às doenças profissionais existe uma relação direta de causa e efeito entre o fator de risco no trabalho e a doença. Ao contrário, nos casos ligados à profissão, o fator de risco no trabalho é somente um fator entre outros. Neste sentido, considerando os autores nacionais, bem como a legislação brasileira, assinalam-se abaixo as definições cabíveis. 8. 1.1. Doença Profissional Definição: As doenças profissionais decorrem da exposição a agentes físicos, químicos e biológicos que agridem o organismo humano. Essa simples conceituação permite imaginar a freqüência e a gravidade que devem revestir as doenças profissionais. Todo trabalhador que sofrer uma intoxicação, afecção ou infecção causado por estes agentes foi acometido por uma doença profissional (Sobrinho, 1995).

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Exemplos de doenças profissionais a) As lesões por esforço repetitivo (LER) O conjunto de doenças que atingem os músculos, tendões e nervos superiores e que têm relação com as exigências das tarefas, dos ambientes físicos e da organização do trabalho, é chamado de LER. São inflamações provocadas por atividades de trabalho que exigem movimentos manuais repetitivos durante longo tempo. As funções mais atingidas têm sido os datilógrafos, digitadores, telefonistas e trabalhadores de linha de montagem. Há diversas doenças geradas por esforços repetitivos: tenossinovite, tendinite, síndrome do túnel de carpo. O projeto inadequado do microcomputador, mas também do mobiliário em que o aparelho está inserido provoca desconforto ao trabalhador. O formato do teclado, um apoio para os pulsos do digitador ou um suporte para manter os pés firmes no chão, são fundamentais paro o conforto do operador (Sell, 1995). b)Perda auditiva A perda auditiva é a mais freqüente doença profissional reconhecida desde a Revolução Industrial, sendo provocada, na maioria das vezes, pelos altos níveis de ruído. c) Bissinose: ocorre com trabalhadores que trabalham com algodão. d) Pneumocarnose (bagaçose): ocorre com trabalhadores com atividades na cana-de-açucar, as fibras da cana esmagada são assimiladas pelo sistema respiratório. e) Siderose: ocorre quando de atividades desenvolvidas com limalha e partículas de ferro, para quem trabalha com o metal. f) Asbestose: ocorre com trabalhadores que trabalham com amianto, o que provoca câncer no pulmão. Enfim existem inúmeras doenças profissionais que irão se caracterizar de acordo com o risco, podendo causar vários problemas ao organismo e até a morte. As doenças profissionais podem ser prevenidas respeitando-se os limites de tolerância de cada risco,

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utilizando-se adequadamente os equipamentos de proteção individual e com formas adequadas de atenuação do risco na fonte (ou seja, maneiras de atacar as causas das doenças nas suas origens), por exemplo, construindo uma parede acústica, caso haja nível elevado de ruído no ambiente de trabalho. 8. 1.2. Doença do Trabalho Definição: As doenças do trabalho, segundo Sobrinho, 1995, são resultantes de condições especiais de trabalho, não relacionadas em lei, e para as quais se torna necessária a comprovação de que foram adquiridas em decorrência do trabalho. Portanto, no caso de doenças do trabalho, como nos demais fatores de interferência da saúde, o trabalhador deve ser conscientizado sobre a importância de preservar sua saúde. É preciso que ele esteja preparado ou predisposto a receber orientações, utilizar os equipamentos de proteção individual e obedecer as sinalizações e as normas que objetivam proteger a saúde. Atualmente, estas doenças são verificadas, com maior intensidade, nas empresas de pequeno e médio porte, situação que é vivenciada em todos os países, pois os mesmos negligenciam a segurança e as condições dos ambientes, levando os trabalhadores a desenvolverem doenças do trabalho com maior freqüência. Exemplos de doenças do trabalho a) Alergias respiratórias provenientes de locais com ar-condicionado sem manutenção satisfatória, principalmente limpeza de filtros e dutos de circulação de ar. b) Estresse O estresse nada mais é do que a resposta do organismo a uma situação de ameaça, tensão, ansiedade ou mudança, seja ela boa ou má, pois o corpo está se preparando para enfrentar o desafio. Isto significa que o organismo, em situação permanente de estresse, estará praticamente o tempo todo em estado de alerta, funcionando em condições anormais. A prevenção desta doença implica em mudanças organizacionais e tratamentos individualizados. No plano organizacional recomenda-se: incentivar a participação dos

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trabalhadores; flexibilidade dos horários; redução dos níveis hierárquicos. Já no plano individual sugere-se: técnicas de relaxamento; mudança na dieta alimentar e exercícios físicos (Dimenstein, 1993). 8.1.3. Algumas recomendações para prevenir as doenças profissionais e do trabalho (Ribeiro et al, 1984; Dimenstein , 1993 ). Aspectos Físicos - Enclausuramento e automação dos processos e máquinas; - Exaustão; - Ventilação do ambiente de trabalho; - Alterações de processos; - Utilização dos equipamentos de proteção individuais e coletivos; Móveis adequados às características físicas dos trabalhadores; - Limpeza regular dos aparelhos de ar-condicionado - Quando da concepção da instalação, aproveitar da melhor forma possível a ventilação natural. Aspectos Organizacionais - rotatividade das tarefas; - pausas; - redução da carga horário; - evitar premiações por produtividade que traga prejuízo à saúde do trabalhador; maior participação dos trabalhadores nas decisões; - flexibilidade dos horários; - técnicas de relaxamento. - conhecimento do perigo; - manter sob controle os exames médicos dos trabalhadores que desenvolvem atividades com grande perigo;

8.2. Acidentes do Trabalho 8.2.1. Definições de Acordo com a legislação vigente (Salem Neto, 1997) Art. 131 da Constituição: Acidente do trabalho - ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda, pelo exercício do trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, podendo causar tanto a morte como a perda ou redução da capacidade para o trabalho (temporária ou permanente).

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Art. 132 da Constituição: Consideram-se acidentes mórbidas: I - doença profissional;

do

trabalho

as

seguintes

entidades

II - doenças do trabalho: Não serão consideradas como doença do trabalho:  a doença degenerativa;  a inerente a grupo etário;  a que não produz incapacidade laborativa;  a doença endêmica adquirida por segurados habitantes de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho. Art. 133 da Constituição: Equiparam-se também ao acidente do trabalho: I - o acidente ligado ao trabalho – não é causa única, mas contribuiu para a morte do trabalhador, redução ou perda da sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua recuperação; II - o acidente sofrido pelo trabalhador no local e no horário do trabalho; III - a doença proveniente de contaminação acidental do trabalhador no exercício de sua atividade; IV - o acidente sofrido pelo trabalhador, ainda que fora do local e horário de trabalho. 8.3. Aspectos gerais sobre acidentes do trabalho Conceição et al (1997) ressaltam que os acidentes do trabalho revestem-se de grande importância por diversos fatores, que vão desde o grande número de pessoas expostas até a possível gravidade dos mesmos, resultando em incapacidade funcional temporária,

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permanente ou mesmo na morte do trabalhador. Os acidentes do trabalho implicam em altos custos sociais: aposentadorias, às vezes, precoces; indenizações; anos de vida perdidos; perda de familiares, entre outros. Segundo Machado (1994), quanto aos acidentes totais, vários países do chamado primeiro mundo apresentam números maiores que o Brasil, indicando, provavelmente, sistemas de registros mais apurados. Em primeiro lugar, em números absolutos, figuram os EUA, seguido da Alemanha, onde mesmo o acidente em trabalhador à procura de emprego é registrado. Em relação à taxa de incidência, a Alemanha ocupa a primeira posição e a Espanha, a segunda. Países como a Inglaterra, EUA e México situam-se antes do Brasil. De acordo com a OIT, em 1995, enquanto o crescimento da mão-de-obra empregada no Brasil foi de apenas 2,59%, os acidentes do trabalho subiram 9,22% e as mortes aumentaram 23,7%. No total ocorreram 424.137 acidentes, sendo 3.967 fatais. Esses dados da OIT colocam o Brasil no 10° lugar no ranking mundial de acidentes laborais (Bevilacqua, 1997). Conceição et al (1997) salientam que o Brasil aparece como recordista mundial de mortes por acidentes do trabalho, segundo avaliação da OIT. Os dados do INSS mostram que no Brasil, no período de 1990 a 1995, ocorreram em média 513.456/ ano acidentes e doenças no trabalho, com 3.943 óbitos/ano (Fundacentro, 1997). Em Santa Catarina, o número de acidentes (notificados) diminuiu de 29.500 em 1992 para 27.923 em 1996, enquanto a quantidade de óbitos se manteve em torno de 160 mortes por ano. Somente no ano de 1996, segundo dados do INSS, ocorreram 27.923 acidentes, sendo 22.531 típicos (no próprio local de trabalho), 525 por doença e 1.575 de trajeto (a caminho do trabalho) (Bevilacqua, 1997). 8.3.1. Distribuição dos acidentes do trabalho entre setores (internacional e nacional) Nesta seção, mostrar-se-á dados importantes de acidentes do trabalho no mundo e no Brasil, objetivando chamar a atenção para tal problema. A tabela 1 mostra que o Brasil encontra-se numa posição

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preocupante em relação aos outras países colocados, no que diz respeito as mortes de trabalhadores em seus ambientes de trabalho.

Mortes de trabalhadores (a cada 10.000 acidentados) Brasil Espanha Inglaterra Itália Canadá Dinamarca 86, 4 20,7 16,3 15,4 15,3 13,8

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França Alemanha Finlândia EUA Bélgica Portugal

13,7 11,4 9,7 9,5 8,8 6,9

Tabela 1: Óbitos em ambientes de trabalho Fonte: Anuário Estatístico da OIT (1994) No Brasil, em 1966, os dados do INSS apontaram os seguintes casos de óbitos entre as diferentes regiões:

Acidentes do trabalho em 1996 País e grandes regiões Anos Total Brasil 1994 358.289 1995 414.048 1996 428.072 Norte 1994 3.275 1995 5.627 1996 5.627 Nordeste 1994 14.472 1995 21.023 1996 26.897 Sudeste 1994 282.376

Óbitos 3.126 3.967 5.538 72 128 191 425 557 906 1.916

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1995 334.069 2.554 1996 292.473 3.041 Sul 1994 49.862 518 1995 43.727 518 1996 91.337 994 Centro-Oeste 1994 8.304 198 1995 9.600 210 1996 11.738 406 Distrito federal 1994 1.095 18 1995 2.245 49 1996 2.415 62 Tabela 2: Acidentes do trabalho em diferentes regiões brasileiras ( Bossolan, 1997) A região sudeste apresentou uma queda no número total de acidentes do trabalho, de 334.069 em 1995 foi para 292.473 em 1996 (12,5%), mas o número de óbitos aumentou de 2.554 casos para 3.041 (19%). As regiões Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Distrito Federal tiveram aumento na quantidade total de acidentes. A região Norte manteve o mesmo valor de 1995, 5.627 casos. A região que mostra o maior índice de aumento de acidentes do trabalho em 1996 é a Sul, com 109% de casos a mais em relação ao ano anterior. Do total de acidentes do trabalho ocorridos em SC, em 1996, envolvendo 4699 empresas de ramos de atividades diferentes, foram selecionados os que apresentam maior freqüência, conforme a tabela abaixo: ATIVIDADE ECONÔMICA Desdobramento de madeira Fabricação de móveis com predominância de madeira Edif. Resid. Ind. Comerc. Serv. Amp. Reforma Fabricação de peças fundidas de ferro e aço Abate de aves e peq. animais Fabricação de cabines, carrocerias. e reb. p/ outros veículos N. 977 840 775 678 548 481 % 5,30 4,55 4,20 3,68 2,97 2,61

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Fabricações de fogões, refrigeradores e máquinas 394 2,14 de lavar e secar Abate de reses., Prep. de produção de carne 381 2,07 Atividade de serviço relacionado com a agricultura 365 1,98 Fabricação de produção de cerâmica não refratária 361 1,96 p/ uso Est. Const. Civil Confecção de peças do vestuário 332 1,80 Transporte rodoviário de cargas em geral 316 1,71 Atividades organizacionais sindicais 270 1,46 Total 18444 100,00 Tabela 4: Acidentes do trabalho em 1996 em SC, segundo o ramo de atividade. Fonte: INSS (1996). O número de acidentes do trabalho na indústria madereira e nas serrarias no Planalto Serrano é preocupante. Somente no ano passado, mais de 200 trabalhadores sofreram algum tipo de ferimento, normalmente com a mutilação de algum dedo ou mesmo da mão inteira. A maior parte desses acidentes acontecem em pequenas empresas, onde os critérios de segurança normalmente não são seguidos. Nos setores de fabricação de móveis (madeira) e da construção continua crescendo o número de acidentes do trabalho.

8.4. Causalidade Para Iida (1992) os acidentes geralmente resultam de interações inadequadas entre o homem, a tarefa e o seu ambiente. Quando da ocorrência de um acidente do trabalho de grande monta, ouve-se, freqüentemente, a expressão "o acidente foi causado por erro humano". Wisner (1991) afirma que este pensamento está equivocado. A ocorrência dos acidentes está ligada a várias causas, dificilmente a uma única, por isso, utiliza-se, habitualmente, o método da árvore de causas para avaliar a ocorrência de acidentes do trabalho. As causas dos acidentes, freqüentemente, têm três componentes: organizacional, tecnológico e humano. Neste sentido,

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seria falso acreditar que somente o operador comete os erros. Wisner coloca que se viveu durante anos sobre a grande ilusão que o dispositivo técnico era um suporte infalível. Hoje se sabe que, por mais complexo que seja o dispositivo técnico, eles também pode apresentar falhas. A complexidade dos sistemas deve respeitar as capacidades do cérebro humano. Quando do funcionamento normal, não ocorre nenhum problema, mas quando ocorrem disfunções no sistema, há uma propagação rápida das perturbações e, pela complexidade das combinações, o operador pode ter dificuldade de localizar as suas origens. O autor salienta, ainda, que não se podem prever todos os acidentes, nem todas as reações dos operadores. Mas, devem-se colocar todas as condições ótimas de segurança e de prevenção para os operadores. Citam-se abaixo algumas causas importantes responsáveis pela ocorrência de acidentes (ANACT, 1981) : Causas relacionadas às máquinas e aos produtos  Máquinas e equipamentos . Inadequados aos usuários; . Sem manutenção; . Utilizados em condições não previstas;  Produtos . Produtos tóxicos; . Produtos radioativos; . Produtos químicos. Causas relacionadas ao ambiente . Trabalho em alturas (construção civil); . Trabalho em profundezas (minas subterrâneas); . Trabalho submarino (plataforma de petróleo); . Trabalho em ambiente ruidoso; . Trabalho em temperaturas extremas; . Trabalho em ambiente com deficiência lumínica; . Trabalho com ferramentas vibrantes; . Trabalho em atmosfera poluída.

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Causas relacionadas à organização do trabalho . Horários; . Trabalho em turnos; . Cadências elevadas; . Salários; . Comunicação difícil entre os diferentes níveis hierárquicos. Causas relacionadas ao indivíduo . Fadiga devido a uma sobrecarga física e mental; . Envelhecimento; . Formação e treinamento insuficiente; . Problemas sociais. Segundo o Manual de Capacitação dos trabalhadores da Construção Civil (1997), os acidentes ocorrem devido à: . Falta de conscientização dos riscos de serviço e das formas de evitálos (engenheiros e operários); . Falta de atenção; . Falta de conhecimento do trabalho que deve ser feito; . Falta de equipamentos de proteção individual e coletivo; . Falta de treinamento e informação; . Falta de organização; . Excesso de confiança; . Máquinas e equipamentos com defeitos.

8.5. Programas de apoio à prevenção de acidentes do trabalho:

a) COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA – encontra-se na CLT, regulamentada pela Portaria 3214/78-NR5).

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Obrigatoridade: Toda a empresa privada ou pública, que tenham empregados regidos pela CLT. Objetivos da CIPA: Observar e relatar as condições de riscos nos ambientes de trabalho; Solicitar medidas para reduzir ou eliminar os riscos existentes; Discutir os acidentes ocorridos, encaminhando ao SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) (se houver) e ao empregador o resultado da discussão e solicitar medidas preventivas. Orientar os demais trabalhadores quanto a prevenção de acidentes. Investigar as causas de circunstâncias dos acidentes e doenças ocupacionais; Promover anualmente a SIPAT (Seminários Internos de Prevenção de Acidentes do Trabalho); Realizar inspeções de segurança. b) PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAUDE OCUPACIONAL – PCMSO (NR 7) objetivo principal: a promoção e preservação da saúde dos trabalhadores. c) PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS – PPRA (NR 9) objetivo principal: a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, considerando a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. d) PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - PCMAT. N.R.18/3214 objetivo principal: definir medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria de Construção (20 trabalhadores)

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Referencias bibliográficas:
6. REFERÊNCIAS elaboração desta obra: BIBLIOGRÁFICAS consultadas para

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25. COPPE- UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO; 26. PETROLEO BRASILEIRO S.A - PETROBRAS; 27. PROCESSO APELL;

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28. BRASILIANO & ASSOCIADOS; 29-ACGIH30- NIOSH31- OSHA32- GOVERNO DA ESPANHA 33-COMPESA CIA. PERNAMBUCANA DE SANEAMENTO. 34- CELPE- CIA.ENERGETICA DO PERNAMBUCO 35-COLÉGIO PINHEIROS 37- FACULDADES IPEP 38- HAMBURG SUD 39- MARPOLL 40- ALPINA BRIGGS; 41-ANACT (Agence national pour L'Amelioration des Conditions de Travail). Conditions de Travail et Sécurité. Fiche 2, Juillet/1981. 42- ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA OIT. 1994. 43- BEVILACQUA, V. Santa Catarina registra quase 30 mil acidentes de Trabalho. Florianópolis: Diário Catarinense, pp.22-23, 21/4/1997. 44- BOSSOLAN, E. M. Crescem os acidentes de trabalho e seus custos. Jornal Segurança e Saúde no Trabalho, n.16, outubro/1997; 45-CASSOU, B. Travail et santé: un couple infernal. In: Santé et Travail, n.2, pp. 13-17, 1991.

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Gestão de riscos- Antônio Gabriel da silva- 2012

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