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17 HIDROXI-PREGNENOLONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: 17-alfa-hidroxipregnenolona é formada pela hidroxilação da pregnenolona. A maior parte da pregnenolona circulante é de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administração de ACTH. Este ensaio é primariamente útil no diagnóstico da hiperplasia adrenal congênita por deficiência da 3beta- OH-esteróide desidrogenase. É também útil para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados são observados na Síndrome de Cushing ACTH-dependente. MÉTODO: HIDROLISE + CROMATOGRAFIA + RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERÊNCIA: - HOMENS E MULHERES: 20 A 450 NANOG/DL - RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS (31 A 35 SEMANAS): MENOR QUE 2409 NANOG/DL - NASCIDOS A TERMO A MENOS DE 3 ANOS: MENOR QUE 830 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER II E III (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 20 A 360 NANOG/DL E 88 A 675 NANOG/DL - FEMININO: 58 A 450 NANOG/DL E 250 A 800 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER IV E V (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 32 A 300 NANOG/DL E 220 A 860 NANOG/DL - FEMININO: 53 A 540 NANOG/DL E 500 A 1600 NANOG/DL

17 ALFA HIDROXIPROGESTERONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO

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VALORES DE REFERENCIA:
FAIXA ETÁRIA MASCULINO FEMININO 17 A 204 NANOG/DL 25 A 110 NANOG/DL 5 A 47 NANOG/DL 2 A 72 NANOG/DL FASE FOLICULAR: 19 A 182 NANOG/DL FASE LUTEINICA: 22 A 469 NANOG/DL MENOPAUSA: 20 A 172 NANOG/DL USO DE ACO*: 18 A 251 NANOG/DL MENOR QUE 1 MES: 53 A 186 NANOG/DL 1 A 6 MESES: 35 A 157 NANOG/DL 6 A 12 MESES: 6 A 40 NANOG/DL PRE-PUBERES: 1 A 82 NANOG/DL ADULTOS: 60 A 342 NANOG/DL

*ACO=EM USO DE ANTICONCEPCIONAL ORAL NOTA: EM CRIANÇAS DE BAIXA IDADE, PARTICULARMENTE ATÉ 6 MESES, VALORES ELEVADOS PODEM SER ENCONTRADOS, SEM CORRELAÇÃO COM O QUADRO CLÍNICO, DEVIDO A INTERFERÊNCIAS ANALÍTICAS POR ESTERÓIDES CIRCULANTES. O CRITÉRIO MÉDICO SUGERE-SE CONFIRMAÇÃO DE RESULTADOS ELEVADOS, NESSA FAIXA ETÁRIA, POR METODOLOGIA DISTINTA.

A
ACETONA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 2,0 MG/DL EXPOSIÇÃO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE

REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA PLASMÁTICA.

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ACETONA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 0,3 MG/DL EXPOSIÇÃO A ACETONA: MENOR QUE 10 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) EXPOSIÇÂO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE

REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA URINÁRIA.

ACIDIFICAÇÃO URINÁRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto: JO 8h/ Criança: JO 4h. COMENTÁRIOS: O teste é útil na detecção de problemas tubulares de acidificação urinária que podem levar a formação de cálculos. MÉTODO: DETERMINAÇÃO DO pH MEDIDA DIRETA EM POTENCIOMETRO APÓS ADMINISTRAR CLORETO DE AMONIO 0,1 G/KG DE PESO pH 1 HORA APOS: Ph 2 HORAS APOS: pH 3 HORAS APOS: pH 4 HORAS APOS: VALOR DE REFERÊNCIA: REDUÇÃO DE pH URINÁRIO A VALORES INFERIORES A 5,3 EM PELO MENOS UMA DAS AMOSTRAS COLHIDAS APÓS SOBRE CARGA COM CLORETO DE AMÔNIO.

ÁCIDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Vide comentários. COMENTÁRIOS:

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O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principalmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, ácido dihidrofenilacetico, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, ácido acético, salicilatos, formaldeido, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais com tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinóide, particularmente, em pacientes sem diarréia. Alguns pacientes com síndrome carcinóide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má-absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano (doença celíaca, sprue tropical, Doença de Whipple, fibrose cística, etc.), e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinóides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 10 MG/24 HORAS LIMIARES: DE 11 A 20 MG/24 HORAS

ÁCIDO DELTA- AMINOLEVULÍNICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS É o indicador de efeito mais utilizado nas exposições ao chumbo. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na sintese do heme. O PB inibe a enzima acido delta aminolevulinico desidratase em combinação com o aumento da Ala-S, levando a um aumento do acido delta aminolevulinico na urina. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4,5 MG/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) IBMP: 10 MG/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/Br)

ÁCIDO DELTA AMINO LEVULINICO DESIDRATASE MATERIAL: SANGUE TEMPO DE JEJUM:

A relação ácido mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NÃO DEFINIDO PELA NR-7. A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto.0 NANOG/ML . nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. componentes dos ácidos nucléicos. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. MT/BR) ÁCIDO FÓLICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. COMENTÁRIOS: O acido fólico atua na maturação das hemácias e participam do processo de síntese das purinas e pirimidinas. sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MAIOR QUE 3. 1994.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS A atividade da enzima ácido delta aminolevulinico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliação tóxica resultante da exposição) nas exposições ao chumbo.MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 240 MG/G CREATININA (NR-7. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. na maioria dos alcoólatras crônicos. A deficiência do acido fólico e quase sempre conseqüência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 (um terço) de todas as mulheres grávidas. O folato deteriora-se quando exposto a luz. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. 1994 . levando a uma diminuição na síntese do heme MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: 30 A 60 U/L ERITROCITOS ÁCIDO FENILGLIOXILICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS O ácido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. O chumbo inibe a ação da enzima. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato.

A determinação urinaria do acido hipurico é utilizada para monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. Na alcaptonuria a acumulo deste nos fluidos e tecidos corporais devido à ausência congênita da enzima acido homogentísico oxidase. TESTE DE REDUCAO DO REATIVO DE BENEDICT. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. MT/BR) IBMP: 2.5 G/G DE CREATININA (NR-7. Excreção do HVA pode ser intermitente. MT/BR) ÁCIDO HOMOGENTÍSICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O ácido homogentísico é um intermediário no metabolismo da tirosina. Níveis elevados também são encontrados no feocromocitoma. O acumulo do acido resulta em urina escura e alcalina desde o nascimento. TESTE DO CLORETO FERRICO. Concentrações sofrem interferências . Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA e acido vanilmandélico (VMA). Níveis elevados do metabolito na urina indicam uma exposição ocupacional excessiva ao tolueno. Aproximadamente 20% dos pacientes com elevação do HVA não tem neuroblastoma. 1994.MANUAL DE EXAMES ÁCIDO HIPÚRICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Acido hipurico é o principal metabolito urinário do tolueno.5 G/G DE CREATININA (NR-7. MÉTODO: UTILIZADO TRES METODOS COLORIMETRICOS QUALITATIVOS: TESTE DE REDUCAO DO NITRATO DE PRATA AMONIACAL. sendo que a ocronose e artrite manifestam-se na vida adulta. 1994. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: ATE 1. ACIDO HOMOVANILICO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido homovalinico (HVA) é o principal metabolito urinário da dopamina.

3 MG/24 HORAS 6 A 10 ANOS: 2. intoxicação por etanol. tabaco. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10. álcool etílico e drogas.4 A 8.1 A 4. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 3 A 6 ANOS: 1. ao contrario da meningite viral. insuficiência renal.8 A 18. barbituricos). sendo o principal metabolito do glicogênio em anaerobiose. salicilatos. glicogenoses congênitas.MANUAL DE EXAMES de alguns alimentos. anomalias do metabolismo de ácidos graxos e aminoácidos.4 A 8. Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana.8 MG/24 HORAS ACIDO LATICO MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana. em que níveis normais são usualmente encontrados.7 MG/24 HORAS ADULTOS: 1. uso de medicamentos (biguanidas. apos exercícios físicos. hepática.9 MG/DL ÁCIDO LÁTICO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido lático (lactato) é um intermediário do metabolismo dos carboidratos. no choque. em que níveis normais são usualmente encontrados. ao contrario da meningite viral. Em caso de investigação para neuroblastoma é sugerida também a dosagem do VMA.0 MG/DL ACIDO MANDELICO MATERIAL: URINA .7 A 22.4 A 4. Valores elevados são encontrados no pós-prandial. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 5.7 MG/24 HORAS 10 A 16 ANOS: 2.

MT/BR) ACIDO OXALICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10 A 65 MICROMOL/L ACIDO OXALICO MATERIAL: URINA 24 HORAS . 1994. A determinação do acido metil hipurico urinário é empregada na monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. MT/BR) ACIDO METIL-HIPURICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido metil hipurico representa mais que 95% da fração metabolizada do xileno. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7. 1994.8 G/G CREATININA (NR-7. A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. A relação ácida mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental. Níveis elevados de acido metil hipurico urinário indicam uma exposição ocupacional excessiva ao xileno.MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 0.5 G/G CREATININA (NR-7.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. MT/BR) IBMP PARA ETIL-BENZENO: 1. sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto.MT/BR IBMP: 1. 1994 .5 G/G DE CREATININA (NR-7. 1994 . METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7. 1994.

2 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 4.0 PPM DE BENZENO NO AR 4. Hiperoxalaturia é detectável em 30% dos pacientes com cálculos urinários compostos por oxalato.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A excreção urinaria do oxalato é um preditor de nefrolitiase. 1994. A dieta e o uso de acido ascórbico podem alterar os resultados.3 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 0.0 PPM DE BENZENO NO AR ACIDO TRICLOROACETICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7.0 PPM DE BENZENO NO AR 2.5 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 2. TRANS-MUCONICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS METODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA EFICIENCIA VALOR DE REFERENCIA: 0. MT/BR .8 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 6.6 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 1. 2001): 1.5 MG/G DE CREATININA (ACGIH/BEI) IBMP: NAO DEFINIDO PELA NR-7 CORRELACAO ENTRE CONCENTRACOES DE ACIDO TRANS. Hiperoxaluria pode decorrer de ma absorção intestinal. TRANS-MUCONICO E NIVEIS DEBENZENO NO AR (PORTARIA 34. intoxicação por etineloglicol e ingestão insuficiente de calcio.6 PPM DE BENZENO NO AR 1. pos. doenças inflamatórias intestinais.operatórios de by-pass intestinal.0 PPM DE BENZENO NO AR 5. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMEM: 7 A 44 MG/24 HORAS MULHER: 4 A 31 MG/24 HORAS CRIANCA: 13 A 38 MG/24 HORAS ACIDO TRANS.

METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 8 MG/DL ACIDO URICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. metildopa. aspirina (doses baixas). psoríase. cetoacidose diabética. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota.0 MG/DL MULHERES: 2. uso de tetraciclina.MANUAL DE EXAMES IBMP: EXPOSICAO AO TETRACLOROETILENO . pre-eclampsia. dieta rica em purinas. ampicilina. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas. didanosina.4 A 7. neoplasias. diuréticos.4 A 6.ÁCIDO TRICLORO-ACETICO 3. 1994. verapamil. COMENTÁRIOS O acido úrico é o produto final do metabolismo das purinas. etilismo. defeitos dos túbulos renais.5 MG/L (NR7. corticóides. pos.0 MG/DL ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 12HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Veja Acido úrico U-24 horas. beta-bloqueadores. metotrexato. MT/BR). indometacina. porfiria.quimioterapia e radioterapia uso de paracetamol. estando elevado em varias situações clinicas alem da gota. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: 3. ACIDO URICO MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Pode ser útil no diagnostico diferencial de artropatias. alopurinol. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal. intoxicação por metais pesados e no aumento do clearence renal. aspirina. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO . dentre outras drogas.

METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 150 A 850 MG/24 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido urico é eliminado pelos rins. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE ACIDO VALPROICO MATERIAL: SORO . vitamina C. sendo útil no diagnostico e orientação terapêutica. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada. Guardam relação com o tipo de alimentação e o processo patológico. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO ACIDO URICO (CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA) MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A identificação dos cristais na urina é utilizada na tipificação de distúrbios do trato urinário e do metabolismo. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios. diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Álcool causa diminuição do urato urinário.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: 75 A 425 MG/12 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 24HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada.

Encontrase elevado em situações onde ocorre elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma.0 MG/24 HORAS MAIOR DE 19 ANOS: MENOR QUE 6. Estado de equilíbrio ocorre apos 3 dias de uso do medicamento. METODO: FLUORESCENCIA POLARIZADA VALORES DE REFERENCIA: NIVEL PLASMATICO TERAPEUTICO: 50 A 100 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRACAO DA PROXIMA DOSE. Alguns pacientes necessitam de níveis séricos superiores aos valores de referencia para controle das convulsões. Vários medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinação.3 MG/24 HORAS 2 A 4 ANOS: MENOR QUE 3. ACIDO VANILMANDELICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS O acido vanilmandelico (VMA) é o principal metabolito da epinefrina e norepinefrina.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 8h (alimentar) de preferência antes da próxima dose do medicamento ou C. dependente da idade. Valores acima de 200 microg/mL são considerados tóxicos. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. A principal causa de níveis baixos é o não uso da medicação. COMENTÁRIOS O acido valproico (Depakene Epilenil) é um anticonvulsivante também usado em distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. com pico plasmático em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas.8 MG/24 HORAS .0 MG/24 HORAS 5 A 9 ANOS: MENOR QUE 3.M. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.O. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 ANO: MENOR QUE 2. O acido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. sendo que drogas que induzem o citocromo P450 como carbamazepina. Cerca de 90% da droga se liga a albumina. fenitoina. glanglioneuroblastoma. Seu metabolismo é hepático (95%). Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. apresentando grandes variações individuais. neuroblastoma e glanglioneuroma. O metabolismo da droga é hepático.5 MG/24 HORAS 10 A 19 ANOS: MENOR QUE 6.

Encontra-se elevado na doença de Cushing (origem epifisária). em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectópica de ACTH. o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio. utilizando o volume exato da urina coletado em 12 horas. particularmente nas glomerulonefrites.PIOCITOS: ATE 1. Esta diminuindo nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundaria.HEMACIAS: ATE 500. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limítrofe. É importante para acompanhar a evolução das afecções renais.0 U/L .000 POR 12HORAS . METODO: MICROSCOPIA VALORES DE REFERENCIA: .MANUAL DE EXAMES ACTH MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h. em casos de síndrome ectópica do acth. Raramente. COMENTÁRIO: O ACTH é dosado principalmente para diagnostico de desordens do eixo hipotalamo-hipofiseadrenal. onde as contagens têm valor prognostico.000 POR 12 HORAS . METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20.CILINDROS HIALINOS: ATE 5.000 POR 12 HORAS ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Veja ADA no soro. Doença de Addison.000. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 46 PICOG/ML ADDIS – CONTAGEM MATERIAL: URINA DE 12 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: O método de Addis permite o exame quantitativo do sedimento urinário em condições padronizadas.

0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: SANGUE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina à inosina. pericárdica e peritoneal. Níveis elevados da ADA são indicadores indiretos de tuberculose meningea. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20. No líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%.0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20. participando do processo de diferenciação e proliferação de linfócitos. .MANUAL DE EXAMES ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO PERICARDICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro.0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose.

Níveis elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas. VEJA TAMBÉM: Sorologia para Mycobacterium Tuberculosis. Também usado na investigação laboratorial de pacientes com manifestações clinicas hemorrágicas ou trombóticas e no acompanhamento de indivíduos em uso de anti-agregantes plaquetários. ALDOLASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas. Nos testes de agregação plaquetaria verificamos resposta a adição dos agentes agregantes. Na Trombastenia de Glazmann a agregação esta diminuída com todos os agregantes. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: RECEM-NASCIDOS : ATE 19. Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. exceto com a ristocetina. criptococcicas e neoplasias. Colágeno e Ristocetina. Adrenalina.0 U/L AGREGACAO PLAQUETARIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8h. COMENTÁRIO Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular. METODO: BORN QUE REGISTRA O FENOMENO DA AGREGACAO DE FORMA CINETICA ATRAVES DO AGREGOMETRO DE PLAQUETAS. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. principalmente nas desordens congênitas.negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA.MANUAL DE EXAMES No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. no infarto do miocárdio e em neoplasias. na pancreatite. Resultado falso. Na Doença de Von Wilebrand e na Doença de Bernard Soulier a agregação frente à ristocetina e caracteristicamente anormal.6 U/L . COMENTÁRIO O teste esta indicado na investigação de anormalidades qualitativas das plaquetas. A dosagem da ADA no soro não tem valor diagnóstico. No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. Adenosina Difosfato (ADP).

deficiência de síntese. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita.0 A 31.8 U/L ACIMA DE 2 ANOS A 16 ANOS: 1. dieta rica em sódio. A sua produção é regulada pelo sistema renina-angiotensina. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário.0 NANOG/DL DEITADO: 1. COMENTARIO: A aldosterona é secretada pela glândula adrenal.0 MICROG/24 HORAS ALFA 1 ANTI TRIPSINA FECAL MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: . Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário.0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPOSSODICA: DE 17.0 A 44.0 NANOG/DL ALDOSTERONA MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTARIO: VEJA Aldosterona SORO METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: DE 6.8 U/L ADULTOS : ATE 7. tornando uma medida randômica de aldosterona. dieta pobre em sódio. isolada.2 A 8.MANUAL DE EXAMES 10 A 24 MESES: 3.0 A 16. de pouco valor diagnóstico.0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPERSODICA: MENOR QUE 6.0 A 25. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico. gravidez e Síndrome de Bartter.4 A 11. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos.6 U/L ALDOSTERONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: SENTADO/PE: 4.

aumentando de forma rápida. artrites. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. METODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 MES: 79 A 222 MG/DL 1 A 6 MESES: 71 A 190 MG/DL 6 MESES A 2 ANOS: 60 A 160 MG/DL 2 A 19 ANOS ADULTOS : 70 A 178 MG/DL : 88 A 174 MG/DL ATENCAO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 10/01/2006. sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Deficiência genética de AAT pode estar associada com enfisema pulmonar. doença crônica. linfagectasia intestinal. Intervalo entre mamadas para lactentes. É o principal componente da alfa-1-globulina. gravidez. Encontra-se elevada em infecções.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: A Alfa-1-anti-tripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional. METODO: ELISA VALOR DE REFERENCIA: 5. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. mas inespecífica em processos inflamatórios. VEJA também Alfa-1-anti-tripsina FECAL.4 A 26. neoplasias e pósoperatórios. ALFA 1 ANTI TRIPSINA MUTAÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTARIO: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam a deficiência da alfa-1 antripsina.8 MG/DL ALFA 1 ANTI TRIPSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. vasculites. intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita.PCR INTERPRETACAO . COMENTARIO: A Alfa-1-anti-tripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda. gastroenteropatia alérgica. Doença de Whipple. terapia com estrógenos ou corticóides. cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. carcinoma gástrico. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE .

MZ. surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. neoplasias e terapia com corticóides. A deficiência de alfa-1-antitripsina pode variar de intermediaria a severa. teratocarcinoma. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. gravidez. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. SZ. terapia com estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas.0 A 117. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas). ALFA 1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. respectivamente. Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção. e MM. sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. estes genótipos Irão apresentar níveis plasmáticos de alfa-1-antitripsina de 16%. spina bifida) em um grande número de acometidos. METODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 51. pela idade gestacional. Assim.0 MG/DL ALFETO PROTEINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. Com algumas anormalidades cromossômicas (Síndrome de Down [trissomia 21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18]) é. relativamente. 51%. coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica. É uma proteína de fase aguda. Estando relacionada com os diferentes genótipos que podem ser apresentados ZZ. 93%. COMENTÁRIOS: A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos.: Existem variações raras do Genótipo M que não são detectadas por esta técnica. do valor encontrado. Intervalo entre mamadas para lactentes. não específica. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. entretanto a mutação mais comum e denominada variante Z e a segunda mais comum e a variante S.MANUAL DE EXAMES Existem varias mutações conhecidas para alfa-1 antitripsina. a confirmação . carcinoma embrionário. Está aumentada no carcinoma hepatocelular. mas não em todos os casos. MS. COMENTÁRIOS: A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região alfa-1 na eletroforese. 83%. Considerando M o alelo normal. OBS. colhido entre 16ª e 18ª semanas detectam defeitos do tubo neural (ex. 97% e 100%. baixo no soro materno. SS. Alfa-fetoproteína elevada no soro materno.

73 NG/ML | | 20 | 31.13 A 45.81 NG/ML ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .01 NG/ML | | 29 | 84.53 NG/ML | | 30 | 96. ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO.08 NG/ML | | 25 | 53.94 A 50.38 NG/ML | | 23 | 42.08 A 205.MANUAL DE EXAMES da idade gestacional pelo ultra-som é desejável. A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no líquido amniótico do que no soro.5 NG/ML NA GRAVIDEZ VEJA TABELA ABAIXO: SEMANAS DE GRAVIDEZ +----+----------------------+ +----+----------------------+ | 14 | 15.44 A 85.19 A 163.72 A 128.20 NG/ML | | 15 | 16.39 NG/ML | | 22 | 38.10 NG/ML | | 18 | 24. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1.35 NG/ML | | 16 | 19.80 A 313. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: ATE 10.42 NG/ML | | 27 | 71.82 NG/ML | | 24 | 47.32 NG/ML | | 19 | 28. A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico é realizada após o rastreio materno positivo.81 A 74.13 NG/ML | | 17 | 22.70 A 284.46 A 98.000 NG/ML) PODEM SER ENCONTRADAS COM DECLINIO NOS MESES SUBSE-QUENTES. mas pode ser realizada quando a história materna ou familiar é positiva para defeito no tubo neural.65 A 257.24 A 185.87 NG/ML | | | | +----+----------------------+ +----+----------------------+ NOTA: EM RECEM-NASCIDOS NORMAIS.36 A 58.16 NG/ML | | 26 | 58.39 A 67. A Alfa-fetoproteína não é tão sensível para a detecção de bífida no terceiro trimestre.35 NG/ML | | 21 | 35.09 A 112. CONCENTRACOES ELEVADAS (INCLUSIVE ACIMA DE 100.31 NG/ML | | 28 | 78.35 A 145.39 A 232. VEJA também Risco Fetal.

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VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML

ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML

ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO AMNIOTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA SEMANAS DE GRAVIDEZ +----+---------------------+ +----+---------------------+ | 16 | 10648 A 17908 NG/ML | | 24 | 1936 A 4114 NG/ML | 17 | 9559 A 13310 NG/ML | 18 | 7865 A 11737 NG/ML | 19 | 6050 A 9196 NG/ML | 20 | 4179 A 7623 NG/ML | 21 | 3388 A 6292 NG/ML | 22 | 2662 A 5203 NG/ML | 23 | 2299 A 4719 NG/ML | | 25 | 1331 A 3509 NG/ML | | 26 | 1089 A 2783 NG/ML | | 27 | 1089 A 2420 NG/ML | | 28 | 726 A 1936 NG/ML | | 29 | 484 A 1815 NG/ML | | 30 | 484 A 1815 NG/ML | | | | | | | | | | |

+------+--------------------------------+ +------+--------------------------------+

ALUMINIO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO:

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O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al sao no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministerio da Saúde define como critério de avaliaçãoo que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. MÉTODO: ZEEMAN VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 10,0 MCG/L NOTA: A AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA (PORTARIA NUMERO 82, DE 3 DE JANEIRO DE 2000) ESTABELECE PARAMETROS PARA AVALIACAO DOS NIVEIS DE ALUMINIO, EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIENCIA RENAL CRONICA: - VALORES INFERIORES A 30,0 MCG/L: EXAMES ANUAIS - VALORES SUPERIORES A 30,0 MCG/L: REALIZAR TESTE DA DESFERROXAMINA (DFO), ONDE AUMENTOS DE 50,0 MCG/L, EM RELACAO AO VALOR BASAL, INDICAM TESTE POSITIVO. ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR

ALUMINIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porem de grande apreciação clinica como antiácido estomacal e como agente quilate de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. METODO: ZEEMAN VALORES DE REFERENCIA: - NAO-EXPOSTOS: ATE 15 MCG/L - EXPOSICAO OCUPACIONAL: ATE 200 MCG/L (DFG/BAT) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR

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AMEBIASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIO: A infecção pela "Entamoeba Histolytica" pode ser assintomática, causar doença invasiva intestinal ou doença extra-intestinal. A sorologia possui maior sensibilidade para as formas extra-intestinais (90%), sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e baixa sensibilidade para formas assintomáticas. O Teste é útil na distinção entre abscessos hepáticos amebianos e piogênicos, entretanto, a alta incidência de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso-positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Títulos de anticorpos podem ser detectáveis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. VEJA também Entamoeba Histolytica nas fezes. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

AMILASE MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: METODO: CINETICO CNP

AMILASE MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO PNP VALORES DE REFERENCIA: 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL

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TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO CNP VALOR DE REFERENCIA: 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: - SANGUE: A Amilase é uma enzima excretada pelo pâncreas, sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Eleva-se 12 horas após o início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores três a cinco vezes acima do nível normal são considerados significativos. Níveis elevados também são encontrados em tumores periampulares, caxumba, úlcera péptica perfurada, obstrução e infarto intestinal, colecistopatias sem pancreatite, cirrose hepática, aneurisma de aorta, apendicite, traumas, queimaduras, uso de colinérgicos, meperidina e morfina. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.

- URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior, determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais, sem significado patológico. - LÍQUIDOS ASCÍTICO E PLEURAL: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO PNP VALOR DE REFERENCIA: DE 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO:

não sendo.MANUAL DE EXAMES . CROMATOGRAFIA QUALITATIVA MATERIAL: CARTAO PKU TEMPO DE JEJUM: Maximo intervalo entre uma mamada e outra. METODO: CINETICO CNP CREATININA NO SANGUE: CREATININA NA URINA: AMILASE NO SANGUE: AMILASE NA URINA: VALOR DE REFERENCIA: 1. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior. METODO: CINETICO CNP VALOR DE REFERENCIA: ATE 280 U/2 HORAS AMILASE. METODO: CROMATOGRAFIA EM PAPEL . COMENTÁRIOS: A cromatografia qualitativa de aminoácidos é um teste eficiente empregado na triagem neonatal de provável alteração da fenilalanina e.URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior. entretanto. sem significado patológico. sem significado patológico. Na macroamilasemia encontramos clearence de amilase baixo. METODO: CINETICO PNP VALOR DE REFERENCIA: ATE 650 U/24 HORAS AMILASE MATERIAL: URINA DE 2 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: . CLEARANCE MATERIAL: SANGUE + URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É utilizado no diagnóstico da macroamilasemia.2 A 3. determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais.8% AMINOACIDOS. ou de outros aminoacidopatias e tem uma excelente capacidade de discriminação entre a fenilalanina e tirosina. determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais. marcador específico.URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite.

CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cromatografia quantitativa de aminoácidos é empregada como teste confirmatório de alterações detectadas na triagem neonatal. AMINOACIDOS. e na investigação de erros inatos do metabolismo. visando à detecção de doenças metabólicas hereditárias e doenças genéticas.MANUAL DE EXAMES AMINOCIDOPATIAS DETECTAVEIS PELA CROMATOGRAFIA CITRULINEMIA HIPERARGININEMIA HIPERORNITINEMIA HIPERPROLINEMIA HIPERVALINEMIA HOMOCISTINURIA HIPERTIROSINEMIA DOENÇA DO XAROPE DO BORDO HIPERFENILALANINEMIA FENILCETONURIA HISTIDINEMIA HIDROXIPROLINEMIA HIPERGLICINEMIA HIPERLISINEMIA HIPERMETIONINEMIA COMO EM CASOS POUCOS FREQUENTES PODE HAVER VARIACOES TRANSITORIAS NO NIVEL DE AMINOACIDOS. EM CASOS SUSPEITOS. SUGERE-SE A REALIZACAO DE ANALISE QUANDOS AMINOACIDOS. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) FENILALANINA RESULTADO: METIONINA RESULTADO: TIROSINA RESULTADO: VALINA RESULTADO: LEUCINA RESULTADO: ISOLEUCINA RESULTADO: ARGININA RESULTADO: GLUTAMINA RESULTADO: TRIPTOFANO RESULTADO: HISTIDINA nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL .

Aumentos de amônia plasmática também são encontrados na: Síndrome de Reye. choque. neonatos normais (transitória). hipovolemia. insuficiência cardíaca congestiva e infecção por bactéria urease-positiva. nutrição parenteral total. asfixia perinatal. tabagismo. sangramento gastrintestinal. Excluindo as variáveis pré-analíticas. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da uréia. infecção urinária. terapia de hiperalimentação. Reduções dos níveis . uso de valproato. miopatias mitocondriais.MANUAL DE EXAMES RESULTADO: ALANINA RESULTADO: nmol/Ml nmol/mL VALORES DE REFERENCIA: Prematuros (até seis semanas) fenilalanina Metionina Tirosina Valina Leucina Isoleucina Arginina Glutamina Triptofano Histidina Alanina 98 a 213 37 a 91 147 a 420 99 a 220 151 a 220 23 a 85 34 a 96 248 a 850 28 a 136 72 a 134 212 a 504 0 a 1 mês 38 a 137 10 a 60 55 a 147 86 a 190 48 a 160 26 a 91 6 a 140 376 a 709 0 a 60 30 a 138 131 a 710 1 a 24 meses 31 a 75 9 a 42 22 a 108 64 a 294 47 a 155 31 a 86 12 a 133 246 a 1182 23 a 71 41 a 101 143 a 439 2 a 18 anos 26 a 91 7 a 47 24 a 115 74 a 321 49 a 216 22 a 107 10 a 140 254 a 823 0 a 79 41 a 125 152 A 547 Adultos 35 a 85 10 a 42 34 a 112 119 a 336 72 a 201 30 a 108 15 a 128 205 a 756 10 a 140 72 a 124 177 a 583 AMONIA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A amônia (NH3) circulante origina-se da ação de enzimas bacterianas nos aminoácidos presentes no conteúdo do intestino delgado e grosso. as principais causas de hiperamonemia são os erros inatos do metabolismo e a insuficiência hepática.

Resultados falso-positivos podem ocorrer pela presença de moléculas circulantes que estimulam o receptor de PTH. A confirmação bioquímica do pseudohipoparatireoidismo envolve a resposta do cAMP ao PTH sintético intravenoso.EXPOSICAO OCUPACIONAL: 47 A 65microMOL/L NOTA: O RESULTADO DA AMONIA PLASMATICA DEVE SER INTERPRETADO TENDO EM VISTA A POSSIBILIDADE DE ALTERACOES DECORRENTES DE VARIAVEIS PREANALITICAS (COLETA. METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: 1. a despeito de níveis elevados de PTH.O. Pseudohipoparatireoidismo é o nome de um grupo de desordens caracterizadas por níveis elevados ou normais de PTH.0 A 10 DIAS: 100 A 200 microMOL/L .10 DIAS A 2 ANOS : 40 A 80microMOL/L .ACIMA DE 2 ANOS: 10 A 47microMOL/L . TRANSPORTE. METODO: ENZIMATICO UV VALORES DE REFERENCIA: . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urinário provem da ação do PTH nos túbulos. URINA C.500 NMOL/L AMP CICLICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Aproximadamente 50% do AMP cíclico (campo) urinário provêm da ação do PTH nos túbulos. .000 A 11. A AMPc funciona como o segundo mensageiro pos-ativacao do receptor tubular de PTH. Nos pseudo-hipoparatireoidismo não haverá incremento dos níveis de AMPc.M.ativação do receptor tubular de PTH.MANUAL DE EXAMES de amônia plasmática são encontradas na Hiperornitinemia. AMP CICLICO MATERIAL: URINA 2 HORAS. HEMOLISE). TABAGISMO. Nos pacientes com hiperparatireoidismo primário a dosagem do PTH é mais específica. Extremo rigor é necessário na coleta que se evite elevações espúrias. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós. Sua dosagem isolada ou no teste de PAK é útil na confirmação diagnóstica de hiperparatireoidismo primário. Resultados falso-positivos podem ocorrer pela presença de moléculas circulantes que estimulam o receptor de PTH. resistência à ação do PTH e hipocalcemia.

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METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA:

ANCA-NEUTRÓFILOS, ANTICORPOS ANTI MATERIAIS: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H; Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: Os anticorpos anti-neutrofilos (ANCA) reagem com o citoplasma de neutrófilos e estão presentes em vasculites necrotizantes sistêmicas. Estes anticorpos são detectados inicialmente pela técnica de imunofluorescencia utilizando neutrófilos de doador normal. Basicamente, podem ser identificados dois padrões de ANCA: C-ANCA: caracterizado pela presença de granulações final com acentuação central característica no citoplasma dos neutrófilos fixados pelo etanol. O antígeno em 90% dos casos é a proteinase 3 (PR3). Esta fortemente associada à Granulomatose de Wegener (GW). Os níveis de ANCA são úteis na monitorização da atividade da doença. É positivo em mais de 90% dos indivíduos com GW ativa e em apenas 30% dos pacientes com doença inativa. Apresenta especificidade de 80% a 100%. Raramente é encontrado em indivíduos normais e na ausência de vasculite. Reações falso-positivas podem ser encontradas na presença de uma proteína presente na membrana celular conhecida como fator de permeabilidade bacteriana e raramente na vigência da mieloperoxidase. P-ANCA: apresenta-se como fluorescência nuclear com acentuação perinuclear. O autoanticorpo é dirigido contra a mieloperoxidase (MPO). Esta relacionado com Poliangeite microscopica, Glomerulonefrite crescente (pauci-imune), alveolite hemorrágica e síndrome de Churg- Strauss. Anticorpos contra outras enzimas citoplasmáticas podem produzir uma coloração similar. Sendo assim, este padrão é também encontrado em mais de 80% dos pacientes com reto colite ulcerativa, em 70% dos casos de colangite esclerosante, em 10 a 40% dos pacientes com doenças de Crohn, alem de outras doenças hepatobiliares. Também pode estar presente na endocardite e fibrose cística com infecção bacteriana. O uso de algumas drogas, como a hidralazina, pode aumentar os níveis de MPO, levando a um P-ANCA falso-positivo. A coloração nuclear ou perinuclear dos neutrófilos pode ocorrer na presença de anticorpos para o DNA, histona e outros constituintes nucleares. Este achado pode ser indistinguível do padrão P-ANCA. Para diferenciar os dois padrões é necessária a realização da pesquisa de ANA/HEp2 e ANCA com neutrófilos fixados em forma Lina. A fixação com formalina previne a redistribuição do antígeno para o espaço perinuclear, levando a uma coloração semelhante ao C-ANCA. METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA

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VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

ANDROSTENEDIONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: A Androstenediona é um hormônio esteróide androgênico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. É um corticosteróide e um intermediário no metabolismo dos andrógenos e estrógenos. A Androstenediona é produzida a partir da 17-hidroxiprogesterona e

Dehidroepiandrosterona. É o esteróide produzido em maior quantidade pelas células intersticiais do ovário. Nas mulheres, a androstenediona é a maior fonte precursora da testosterona. Sua produção encontra-se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, Hiperplasia Adrenal Congênita, Síndrome dos Ovários Policísticos, Hirsutismo Idiopático. Sua concentração encontra-se reduzida na Doença de Addison. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: PRE-PUBERAL AMBOS OS SEXOS: MENOR QUE 1,6 NANOG/ML HOMEM: 0,9 A 4,6 NANOG/ML MULHER: 0,8 A 4,4 NANOG/ML

ANTICOAGULANTE LUPICO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: Anticoagulantes circulantes ocorrem em pacientes que desenvolvem processo auto-imune, sendo o mais comum deles o Anticoagulante Lúpico (AL). A presença do AL pode causar tromboembolismo venoso recorrente, acidente vascular cerebral e abortos de repetição. A pesquisa do AL é feita através de testes do tempo de coagulação dependentes dos fosfolípides (TTPa, teste de inibição da tromboplastina tissular [Tempo de protrombina Diluído] e o Teste dos Fosfolípides fase hexagonal), que na presença de AL, encontram-se prolongados e são corrigidos pela adição extra de fosfolípides ao sistema de ensaio.

Em nossa rotina, a pesquisa de AL é realizada de acordo com as recomendações do COMITÊ INTERNACIONAL CIENTÍFICO E DE PADRONIZAÇÃO DE HOMEOSTASE E TROMBOSE, que orienta sobre a necessidade de no mínimo dois testes de triagem e um teste confirmatório dependente de fosfolípides para o diagnóstico de anticoagulante lúpico, e inclui: 1 - TESTE DE INIBIÇÃO DA TROMBOPLASTINA TISSULAR (TITT): Ensaio de triagem

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baseado em baixas concentrações de fosfolípides sensível aos AL que bloqueiam a via extrínseca (protrombina dependentes), e 2 - TESTE DOS FOSFOLÍPIDES FASE HEXAGONAL: Ensaio automatizado que inclui um ensaio de triagem, um ensaio de mistura, um inibidor de heparina e um ensaio confirmatório dependente de fosfolípides. É um procedimento onde após a amostra suspeita de conter anticoagulante lúpico ser incubada com fosfolípides fase hexagonal (tubo 2) e sem este reagente (tubo 1), é determinado o TTPa. Caso exista anticoagulante lúpico na amostra, este será neutralizado pelo FFH, resultando em redução do tempo de coagulação no tubo 2 em relação ao tubo 1. Uma redução igual ou maior que 8 segundos são significativa, indicando teste positivo. Neste procedimento é também realizada a adição de plasma normal com inibidor de heparina, que torna o sistema insensível a concentrações de heparina de até 1 U/ml e permite a correção do prolongamento do tempo de coagulação devido à deficiência de fatores que possam estar presentes. Conforme padronização internacional, o teste dos fosfolípides fase hexagonal é um método sensível e específico para detecção de anticorpos antifosfolípides comparável ao teste do veneno de víbora, apresentando ainda como vantagens, a melhor padronização e automação. Veja também cardiolipina auto-anticorpos. METODO: TESTE DE INIBICAO DA TROMBOPLASTINA TISSULAR (TESTE DE TRIAGEM) VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,15 = NEGATIVO ENTRE 1,15 E 1,20 = DUVIDOSO MAIOR QUE 1,20 = POSITIVO METODO: TESTE DOS FOSFOLIPIDES FASE HEXAGONAL (ENSAIO AUTOMATIZADO QUE INCLUI UM TESTE DE TRIAGEM, UM ENSAIO DE MISTURA, UM INIBIDOR DE HEPARINA E UM ENSAIO CONFIRMATORIO DEPENDENTE DE FOSFOLIPIDES) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO NOTA: PESQUISA REALIZADA DE ACORDO COM AS RECOMENDACOES DO COMITE INTERNACIONAL CIENTIFICO E DE PADRONIZACAO DE HEMOSTASIA E TROMBOSE: E NECESSARIA A UTILIZACAO DE NO MINIMO DOIS TESTES DE TRIAGEM E UM TESTE CONFIRMATORIO DEPENDENTE DE FOSFOLIPIDES PARA O DIAGNOSTICO DE ANTICOAGULANTE LUPICO.

ANTIESTREPTOLISINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: A Antiestreptolisina O (AEO) elevada indica infecção por estreptococos beta-hemolíticos, mas de forma isolada não permite o diagnóstico de febre reumática ou glomerulonefrite difusa

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aguda (GNDA). Níveis de AEO podem apresentar variações, com valores normais diferentes em populações distintas. Títulos em elevação durante determinações seriadas são mais significativos que uma única determinação. Nas infecções estreptocócicas, AEO é detectado em 85% das faringites, 30% das piodermites e 50% das GNDA. Na febre reumática, 80% dos casos apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro, 75% em 2 meses, 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. Falso-positivos podem ocorrer em pacientes com tuberculose, hepatites e esquistossomose.

Veja também Estreptozima. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 250 UI/ML

ANTIGENO HLA-B-27, PESQUISA – PCR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os antígenos HLA são produtos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. Alguns destes antígenos estão relacionados à presença de determinadas doenças. A associação mais freqüente é a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. O HLA-B27 esta presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmissão da doença aos seus descendentes. Aumento na incidência do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter, uveite anterior, artrite reativa e artrite psoriatica. Este antígeno não é um marcador da doença, uma vez que esta presente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestivos destas doenças. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reação cruzada com o HLA-B7, HLA-B37 e HLA-B39 e interpretação objetiva). MÉTODO: PCR (REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

ANTIOXIDANTES TOTAIS MATERIAIS: SORO; PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

a sua atividade funcional é baixa. protegendo os sistemas biológicos de ações potencialmente danosas dos radicais livres. etilismo. Ao nascimento.7% da população. coagulação intravascular disseminada. enteropatias. gravidez). para que se defina precisamente o tipo de deficiência. os ensaios antigênicos só devem ser realizados se o ensaio funcional estiver diminuído. infarto agudo do miocárdio). No tipo II. As deficiências congênitas são divididas em tipo I e tipo II.1 A 2. uso de anabolizantes e penicilinas.: RECÉM NASCIDOS A TERMO OU PREMATUROS SADIOS PODEM APRESENTAR NÍVEIS DIMINUÍDOS. ARSÊRNICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: HIDRETOS) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE . Uma vez que os ensaios funcionais identificam ambos os tipos de deficiência.MANUAL DE EXAMES Ensaio que mensura todos os antioxidantes presentes no sangue. estando sua deficiência associada a estado de hipercoagulabilidade. uso de estrógenos.0 MMOL/L ANTITROMBINA III FUNCIONAL MATERIAIS: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 8h. A deficiência de antitrombina III está presente em 1. traumas) e de outras causas (uso de heparina. COMENTÁRIOS: A Antitrombina III é uma proteína anticoagulante natural. As deficiências adquiridas são mais comuns e podem decorrer de redução da síntese hepática (cirrose. Assim existem ensaios antigênicos. hepatite). No tipo I a concentração e a atividade da antitrobina III estão diminuídas. e ensaios funcionais. perda (síndrome nefrótica. níveis de antitrombina são em média 63% dos níveis do adulto. QUE DEVEM ATINGIR O NÍVEL NORMAL EM 90 A 180 DIAS. MÉTODO: CROMOGENICO VALOR DE REFERENCIA: 80% A 120% OBS. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. de aumento do consumo (tromboses. Os antioxidantes são substâncias químicas que inibem o processo de oxidação de substratos. com o aumento do risco de trombose venosa. aumentando a estes níveis aos seis meses de idade. que determinam a quantidade da proteína. METODO: ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: 1. apesar da concentração normal da antitrombina III.

MT/Br) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE B . MT/Br) IBMP: 50. 1994. MT/Br) IBMP: 50. O arsênico e certos compostos arsênicos são considerados carcinogênicos. para melhor correlacionar os níveis urinários do arsênico com a exposição ocupacional. 1994.0 MCG/G CREATININA (NR-7.MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: .0 MCG/G CREATININA (NR-7. Aparece contaminando vários alimentos (especialmente peixes e crustáceos) e água.MT/Br) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE ARSENICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As exposições ao arsênico no ambiente de trabalho normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. Aparece contaminando vários alimentos (especialmente peixes e crustáceos) e água. MÉTODO: HIDRETOS) VALOR DE REFERENCIA: ATE 10. Devem-se sempre avaliar as fontes não ocupacionais e a dieta do trabalhador.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Devem-se sempre avaliar as fontes não ocupacionais e a dieta do trabalhador. 1994. O arsênico e certos compostos arsênicas são considerados carcinogênicos. MÉTODO: HIDRETOS) VALOR DE REFERENCIA: ATE 10.INFERIOR A 10 MCG/L ARSENICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As exposições ao arsênico no ambiente de trabalho normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.1994. para melhor correlacionar os níveis urinários do arsênico com a exposição ocupacional.0 MCG/G CREATININA (NR-7.

amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 0. incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). neoplasias. incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). outros linfomas.É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA). inflamação crônica. Valores elevados são encontrados em um grande número de doenças. mieloma múltiplo. leucócitos. MÉTODO: MICROSCOPIA . mieloma múltiplo. neoplasias. etc. inflamação crônica. amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas. outros linfomas.MANUAL DE EXAMES BACTERIOSCOPIA [GRAM] MATERIAIS: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O exame bacteriocópico ao Gram permite um estudo acurado das características morfotinturiais das bactérias e outros elementos (fungos.). É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA).COLORACAO PELO GRAM BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A Beta-2-Microglubulina é uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas.61 A 2. Presta informações importantes e rápidas para o início da terapia. Valores elevados são encontrados em um grande numero de doenças. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA . Fornecendo informação semiquantitativa em algumas infecções e estabelecendo o diagnóstico em muitos casos.37 MCG/ML ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 14/02/2007 BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: URINA RECENTE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Beta-2-Microglobulina e uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas. outros tipos celulares.

É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA). incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). Níveis baixos de beta-caroteno. associados à diminuição da Vitamina A.30 MCG/ML BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Beta-2-microglobulina é uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas. etilismo. espinafre). cirrose e pós-gastrectomia. no hipotireoidismo. Níveis baixos são encontrados na carência de suprimento: má absorção. O beta-caroteno é a pró-vitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides séricos. Valores elevados são encontrados em um grande número de doenças. mieloma múltiplo. inflamação crônica.0 MCG/24 HORAS ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 14/02/2007 BETA CAROTENO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Os carotenóides são sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. gravidez e diabete melito. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: 10 A 85 MCG/DL BIG PROLACTINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: . neoplasias. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 30. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentação rica em carotenóides (cenoura. outros linfomas.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: ATE 0. amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas. hiperlipidemia.0 A 370. sugerem hipovitaminose A. tabagismo.

0 MG/DL 15.9 MG/DL 8.8 MG/DL TOTAL: ATE 1.0 MG/DL 12.5 NANOG/ML MÉTODO: PRECIPITAÇÃO POR PEG VALORES DE REFERENCIA: RECUPERACAO MENOR QUE 30% = PRESENCA DE BIG PROLACTINA RECUPERACAO MAIOR QUE 65% = AUSENCIA DE BIG PROLACTINA RECUPERACAO ENTRE 30 E 65% = INDETERMINADO ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 26/01/2007 BILIRRUBINAS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALORES DE REFERENCIA: DIRETA: ATE 0.0 MG/DL A TERMO 2.0 MG/DL BILIRRUBINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: .5 A 14. Monômero de prolactina: 23-kDa.5 MG/DL 6.0 MG/DL 15.0 MG/DL 12. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big prolactina) MÉTODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: MULHER: 2.MANUAL DE EXAMES O método de precipitação com polietilenoglicol (PEG) é utilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado à hiperprolactinemia assintomática.2 MG/DL BILIRRUBINA TOTAL (RECEM NASCIDOS) IDADE CORDAO: MENOS DE 24 HORAS: MENOS DE 48 HORAS: 3 A 5 DIAS: 7 DIAS: PRE-MATURO 2.0 MG/DL 10.3 A 11. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular.6 NANOG/ML HOMEM: 2.0 MG/DL 10.4 MG/DL INDIRETA: ATE 0.

9 MG/DL 8.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: A bilirrubina é um produto de quebra da hemoglobina no sistema retículo-endotelial. medicamentosa.5 MG/DL 6. hepatocelular). Rotor).0 MG/DL A TERMO 2. A icterícia torna-se clinicamente manifesta quando a bilirrubina total é maior que 2. eritropoiese ineficaz e doenças hereditárias (Gilbert.5 MG/dl.: icterícia colestática. lesão de hepatócitos (viral. transfusão de sangue. Esta é derivada do metabolismo da hemoglobina no sistema retículo-histiocitário.0 MG/DL 12. Seu aparecimento é patológico.0 MG/DL 12. hemólise autoimune. O teste é útil para o diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas. alcoólica) e obstrução biliar (litíase. ocorrendo quando a bilirrubina sérica encontra-se acima de 2 mg/dl.0 MG/DL 10. tóxica. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . Crigler-Najar).0 MG/DL BILIRRUBINAS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente não se encontra bilirrubina na urina. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais são sugestivos de causas póshepáticas.2 MG/DL BILIRRUBINA TOTAL (RECEM NASCIDOS) IDADE CORDAO: MENOS DE 24 HORAS: MENOS DE 48 HORAS: 3 A 5 DIAS: 7 DIAS: PRE-MATURO 2. MÉTODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: DIRETA: ATE 0.4 MG/DL INDIRETA: ATE 0. É conjugada no fígado para.0 MG/DL 15. à custa de bilirrubina direta (ex.8 MG/DL TOTAL: ATE 1. ser excretada na bile. reabsorção de hematomas. a seguir.0 MG/DL 10. neoplasias).0 MG/DL 15. Usos de drogas que ativam o sistema microssomal hepático podem reduzir as bilirrubinas. Causas de aumento da bilirrubina direta (conjugada): doenças hepáticas hereditárias (Dubin-Johnson.

IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSÃO DIAGNÓSTICA: ANOS BIÓPSIA COM COLORAÇÃO ESPECIAL MATERIAL:DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: INFORMAÇÕES GERAIS IDADE DO PACIENTE: DATA REALIZAÇÃO DO EXAME: / / RELATÓRIO RELATÓRIO RELATÓRIO .MANUAL DE EXAMES BIÓPSIAS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSAO DIAGNÓSTICA: ANOS BIÓPSIA PERCUTANEA ORIENTADA POR US MATERIAL: DIAGNÓSTICO POR IMAGEM .

IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSAO DIAGNÓSTICA: ANOS BIOTINIDASE NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É utilizado para triagem da deficiência de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. 000 nascidos. As formas severas cursam com alterações do SNC (ataxia. retardo .MANUAL DE EXAMES RELATÓRIO RELATÓRIO RELATÓRIO BIOPSIA POR CONGELAÇÃO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO BIÓPSIA SIMPLES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. A deficiência da biotinidase é um distúrbio autossômico recessivo que leva a pouca disponibilidade de biotina. Incidência no Brasil: 1:125. convulsões. cofator para atividade de varias enzimas.

O diagnóstico sorológico pode ser obtido pelo soro aglutinação ou por imunoensaio: SOROAGLUTINAÇÃO: O teste de aglutinação em tubo (SAT). cegueira. AMBOS POSSUEM A MESMA EFICÁCIA PARA EVIDENCIAR DISFUNÇÃO VENTRICULAR. o que pode rever o quadro clinico. MAS O NT-proBNP TEM SE MOSTRADO SUPERIOR PARA PREDIZER MORBIDADE E MORTALIDADE. alterações de pele e anexos. Diagnóstico precoce permite reposição oral da biotina. Apresentam sensibilidade de 82% e especificidade de 92% para diagnostico de ICC. O prehormônio precursor do BNP e um polipeptídio de peso molecular mais alto. hipoacusia). COM MENOR VARIABILIDADE INTRAINDIVIDUAL.HOMENS ate 50 anos: ate 88 pg/mL > 50 anos: ate 227 pg/mL .MANUAL DE EXAMES neuropsicomotor. o proBNP. também denominado Prova . monitorização do tratamento e definição de prognostico na insuficiência cardíaca congestiva (ICC). EM SUBSTITUIÇÃO AO BNP. Estes peptídeos natriuréticos são sintetizados e armazenados em resposta ao aumento da pressão transmural nas câmaras cardíacas. sendo úteis no diagnostico auxiliar.Mulheres ate 50 anos: ate 153 pg/mL > 50 anos: ate 334 pg/Ml ATENÇÃO: A PARTIR DE 02/04/2007 ESTAMOS LIBERANDO NT-proBNP. BRUCELOSE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Brucelose é uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares.PEPTIDEO NATRIURETICO CEREBRAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O proBNP e o BNP (brain natriuretic peptide) são marcadores da função miocárdica. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NORMAL BNP . MÉTODO: ELETROQUIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: . Ensaios desenvolvidos para o fragmento N-terminal do proBNP (NT-proBNP) tem se mostrado tão eficazes como o BNP para evidenciar a disfunção ventricular.

IgG e IgA. Resultados falso-negativos são raros e podem resultar de fenômeno prozona ou da presença de anticorpos bloqueadores. é comum ocorrer à deficiência funcional. presente no soro e plasma de indivíduos normais. é indicativo de infecção ativa. Resultados falso-positivos na SAT também são incomuns. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. mas podem decorrer da presença de fator reumatóide e reações cruzadas com anticorpos contra Francisella Tularensis. IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO: Veja BRUCELOSE IgG. ANTICORPOS (BRU-G) e BRUCELOSE IgM. muitas vezes associadas a varias doenças. Duas formas dessa deficiência são descritas: a forma congênita e a adquirida. A sua deficiência leva ao edema angioneurotico. Escherichia coli. ainda é o padrão ouro para detecção de aglutininas brucélicas. O achado de títulos mais baixos não é incomum nos quadros crônicos. havendo deficiência quantitativa da C1S este rase inibidor. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. Nas formas adquiridas. coagulação e fibrinolise. é caracterizada por episódios recorrentes de edemas. o angioedema hereditário. em um intervalo de 2 a 4 semanas. ANTICORPOS (BRU-M). Considera-se títulos igual ou maior 1:600 como evidência significativa de infecção ativa. MÉTODO: REAÇÃO DE AGLUTINAÇÃO COM ANTÍGENOS OBTIDOS DA BRUCELLA ABORTUS VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:160 C C12 ESTERASE INIBIDOR MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É uma proteína de fase aguda. Em qualquer população. MÉTODO: IMUNOTURBIDIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: 29 A 42 MG/DL MULHERES: 26 A 39 MG/DL . Vibrio cholerae e Yersínia enterocolitica. a ocorrência de um aumento de quatro vezes nos títulos. A forma congênita. Este teste identifica anticorpos aglutinantes das classes IgM. inclusive linfomas. inibidora de proteases.MANUAL DE EXAMES Lenta ou Teste de Wright.

O CA 125. câncer de mama. Valores elevados também são outras situações clínicas: endometriose. O aumento do CA 125 pode preceder as alterações clínicas em até 11 meses. câncer de endométrio. pâncreas. produto do gene MUC1. O "alvo" detectado nos ensaios de CA 15-3 é uma glicoproteína. tumores benignos de útero. Cerca de 2% das mulheres pós-menopausa saudáveis e 15% das mulheres prémenopausa saudáveis apresentam CA 125 > 35 U/ml à triagem. Não está elevado em 20% das pacientes à época do diagnóstico do câncer de ovário. COM DOENÇAS BENIGNAS E VÁRIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. obsesso tubo-ovariano. rabdomiossarcoma de útero. pulmão. Inúmeros estudos têm confirmado que o CA 15-3 é o melhor marcador tumoral disponível para a avaliação do câncer de mama. pelo epitélio das serosas. endométrio e endocérvix. Normalmente pode encontrada na maioria das células epiteliais glandulares e no soro.MANUAL DE EXAMES CA 125 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. linfoma não-Hodgkin. exclusivo desta neoplasia. de forma isolada. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 35 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS. A monitorização do tratamento e recorrências é a principal utilidade deste marcador. apresenta valor preditivo muito baixo para ser usado como teste de triagem do câncer de ovário. estando elevada em muitas neoplasias. não sendo. trompas de falópio. mesotelioma. endocérvix. uroepiteliais. incluindo adenocarcinomas e carcinomas escamosos. É o marcador tumoral classicamente utilizado no câncer de ovário. próstata. cólon. neoplasias de fígado. normalmente. Entretanto. sendo níveis seriados mais representativos do que uma única determinação. doenças hepáticas e do trato gastrintestinal. seu uso é limitado pela sua baixa sensibilidade . síndrome de Meigs. CA 15-3 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: O CA 15-3 é um marcador tumoral usado no acompanhamento de pacientes com câncer de mama. teratomas e gestantes normais. doença inflamatória pélvica. cistos ovarianos. carcinoma peritoneal primário. Níveis elevados de CA 125 ocorrem em 85% das pacientes com câncer de ovário não mucinoso variando com o estágio. peritonite. COMENTÁRIOS: O CA 125 é uma glicoproteína produzida. entretanto.

É sintetizado nas células epiteliais. cistos esplênico. imediatamente após o tratamento (quimioterapia). havendo diferenças genéticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6% a 22% da população não secretam esse marcador). Elevações nos títulos do CA 15-3. de forma transitória. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 37 U/ML . No seguimento de pacientes com câncer de mama tratado e assintomático. aquelas superiores a 50% do valor anterior. CA 19-9 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Não são recomendadas mudanças terapêuticas com base apenas nos títulos de CA 15-3 de forma isolada. sendo as determinações seriadas mais significativas do que uma medida única.MANUAL DE EXAMES nas fases iniciais da doença (15% a 35%) e falta de especificidade. cistadenoma de ducto hepático. endometriose. pancreatite crônica. Síndrome de Sjogren. São consideradas alterações significativas. seu uso fica restrito à monitorização do tratamento e detecção de recidivas. Não é recomendado para triagem de forma isolada. o CA 15-3 está elevado em 73% daquelas com recidiva e em 6% das sem recidiva. Aumentos transitórios nos níveis de CA 15-3. para fins de comparação. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. COM DOENÇAS BENIGNAS E VÁRIOS TIPOS DE NEOPLASIAS.0 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. É consenso que o CA 15-3 não deve ser usada para triagem ou diagnóstico do câncer de mama. acima do valor de corte. podem ocorrer. fibrose pulmonar. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL 51. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDÁVEIS. Deve ser realizado em um mesmo laboratório para fins de seguimento e comparação. usualmente. Elevações também podem ser encontradas na insuficiência hepática. Desta forma.É importante lembrar que 5% dos indivíduos saudáveis podem apresentar níveis elevados de CA 15-3. COMENTÁRIOS: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de intestino grosso e hepático. É útil para monitorar a resposta ao tratamento e prognóstico. Cerca de 63% dos pacientes com câncer de pulmão e 80% dos casos de câncer de ovário apresentam níveis elevados de CA 15-3. podem ocorrer em doenças benignas da mama e em até 30% das hepatopatias benignas.

nos cânceres de ovário e cólon. por tumores mucinosos. CA 72-4 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. colite ulcerativa. pneumopatias. MÉTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL 6. O CA 72-4 não apresenta sensibilidade e especificidade suficientes para ser utilizado como método de triagem ou diagnóstico de qualquer neoplasia. menos comumente. diverticulite. A taxa de elevações falso. antecedendo. COMENTÁRIOS: Esta glicoproteína é um marcador tumoral utilizado no acompanhamento de pacientes com câncer gástrico e. Níveis elevados são descritos em pacientes com doenças gastrintestinais benignas (adenomas. cirrose hepática). em média. O aumento de CA 72-4 correlaciona-se com recorrência deste carcinoma em 7 de cada 10 pacientes. COM DOENCAS BENIGNAS E VARIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. doença clorido-péptica. CADEIA LEVE KAPPA MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Veja Kappa (sangue). Na avaliação da recorrência do tumor gástrico apresenta sensibilidade em torno de 50%. AUMENTOS TRANSITORIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDAVEIS. No câncer de estômago.positivas doCA 72-4 é cerca de 2%. Uma vez que apenas 56% dos pacientes com este tipo histológico apresentam dosagens elevadas de CA 125. MÉTODO: NEFELOMETRIA . No carcinoma de ovário. o CA 72-4 é produzido. Níveis elevados de CA 72-4 podem ser encontrados no câncer de cólon (20% a 41%) e carcinoma de pâncreas (45%). pancreatite. Intervalo entre mamadas para lactentes. pólipos.MANUAL DE EXAMES NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. principalmente. COM DOENCAS BENIGNAS E VARIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. 20% a 40% dos pacientes apresentam elevações de CA 72-4. cistos ovarianose doenças benignas de mama. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDÁVEIS. doenças reumáticas. Não se recomenda condutas baseadas em uma única dosagem de CA 72-4.9 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. por 5 meses o diagnóstico cirúrgico. o CA 72-4 tem uso potencial nestes pacientes.

a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda. e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda. COMENTÁRIOS: As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idênticas (alfa. devendo ser determinada em todas as gamopatias monoclonais e especialmente nas doenças das cadeias leves. gama. épsilon. que definem as classes de imunoglobulinas e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda. A detecção de cadeias leves monoclonais é importante.710 MG/DL CADEIA LEVE KAPPA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h.0 A 370. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERÊNCIA: 170. COMENTÁRIOS: .390 MG/DL CADEIA LEVE LAMBDA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda. delta. epsilon.0 MG/DL CADEIA LEVE LAMBDA MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idênticas (alfa. mi).Intervalo entre mamadas para lactentes. A quantificação de cadeias leves livres por nefelometria é mais sensível que a imunofixação para detectar pequenas quantidades de cadeias leves livres monoclonais. Normalmente. Normalmente. delta. que definem as classes de imunoglobulinas.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: ATE 0.Intervalo entre mamadas para lactentes. Veja também Cadeia Leve Kappa. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: ATE 0. sendo fundamental no diagnóstico e monitorização desses casos. amiloidose primária sistêmica e doença do depósito de cadeias leves. como mieloma de cadeias leves. gama. mu).

MÉTODO: ABSORÇÃO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 2. que definem as classes de imunoglobulinas e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda.0 A 210. A lesão renal leva a distúrbios no metabolismo de cálcio e fósforo.0 MCG/G CREATININA (NR-7.MT/Br) IBMP: 5.0 MG/DL CÁDMIO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA VALOR DE REFERENCIA: PESSOAS NÂO EXPOSTAS: INFERIOR A 5 MCG/L IBMP: INFERIOR A 10 MCG/L CÁDMIO MATERIAL: URINA DE 24H. mi). Possui ação carcinogênica.MANUAL DE EXAMES As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idêntidas (alfa.0 MCG/G CREATININA (NR-7. fígado e rins. a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. Podem ocorrer também danos pulmonares. épsilon. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 90. gama. delta.1994. Normalmente. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cádmio é um agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológica e de 10 a 30 anos. O cádmio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins.1994. VEJA TAMBÉM Cadeia Leve Kappa. sendo muito lentamente excretado pela urina.MT/Br) CÁDMIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . Acumula-se nos pulmões.

40 A 5.ADULTOS: 1.40 MG/DL . Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã. sendo muito lentamente excretado pela urina. A lesão renal leva a distúrbios no metabolismo de cálcio e fósforo.ATE 18 ANOS: 1.35 MMOL/L OU 4.3 DIAS: 1. diminuindo na alcalose. MT/Br) CÁLCIO IÔNICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total.36 MMOL/L OU 4.30 A 1. fígado e rins.84 A 5.84 MG/DL .24 HORAS DE VIDA: 1. Podem ocorrer também danos pulmonares. MT/Br) IBMP: 5. entretanto varia com o pH.48 MMOL/L OU 4.40 MG/DL . representando 43% deste. 1994.0 MCG/G CREATININA (NR-7.21 A 1.20 A 6. MÉTODO: ELETRODO SELETIVO COM CORREÇÃO AUTOMÁTICA PARA VARIAÇÃO DO pH VALORES DE REFERENCIA: .80 A 5.35 MMOL/L OU 4.15 A 1. Vide alterações patológicas nos comentários do Cálcio Total. O cádmio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins.10 A 1.0 MCG/G CREATININA (NR-7.60 A 5.MANUAL DE EXAMES O cádmio é um agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológica e de 10 a 30 anos.40 A 5.88 A 5.44 MG/DL . Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal.22 A 1.46 MMOL/L OU 4.68 MG/DL .2 HORAS DE VIDA: 1.SANGUE DE CORDÃO: 1. Acumula-se nos pulmões.5 DIAS: 1. aumentando na acidose.42 MMOL/L OU 4.60 MMOL/L OU 5.10 A 1.40 MG/DL CÁLCIO TOTAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: CALCITONINA MATERIAL: SORO . Possui ação carcinogênica.92 MG/DL . MÉTODO: ABSORÇÃO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 2. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina. 1994.20 A 1.

Síndrome de Zollinger. anemia perniciosa. a calcitonina basal pode estar normal. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. tireoidites.M. entretanto. COMENTÁRIOS: A calcitonina é um hormônio produzido pelas células C parafoliculares na tireóide.Ellison. falência renal. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: .O.4 PICOG/ML .MULHERES: INFERIOR A 5. biliverdina. Sua secreção é estimulada pelo cálcio e pela pentagastrina. VEJA TAMBÉM: Teste de infusão do Cálcio ou Teste de infusão da Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. um incremento acentuado é observado após a infusão de secretagogos.HOMENS: INFERIOR A 8. nas pancreatites. colesterol. Os níveis de calcitonina sérica não conseguem diferenciar entre a hiperplasia de células C e o microcarcinoma medular. mama ou pâncreas). As substâncias mais comumente encontradas nos cálculos biliares são: Bilirrubina.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JD 4h ou C. ferro e fosfato. gestação e recém-natos. Resultados falso-negativos aos testes de estímulo com pentagastrina podem ocorrer em indivíduos com positividade para a mutação do RET proto-oncogene. Em alguns pacientes com carcinoma medular da tireóide (especialmente aqueles com a forma familiar). em alguns pacientes com câncer (pulmão. A dosagem de calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular da tireóide. A calcitonina diminui a reabsorção óssea osteoclástica. cálcio.0 PICOG/ML CÁLCULO BILIAR ANALISE FÍSICA E QUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Fornece informações sobre a etiopatogenia da formação do cálculo biliar. Sua maior utilidade é para o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. ANÁLISE FÍSICA CONSISTENCIA: COR: FORMA: PESO: ANÁLISE QUÍMICA BILIRRUBINA: .

ANÁLISE FÍSICA E QUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A identificação das substâncias presentes na constituição do cálculo renal é de grande importância para orientar a conduta médica uma vez que 80% dos pacientes apresentam quadros recorrentes de litíase urinária. VEJA TAMBÉM: Teste de PAK e Nefrolitíase.MANUAL DE EXAMES BILIVERDINA: CÁLCIO: COLESTEROL: FERRO: FOSFATO AMORFO: FOSFATO TRIPLO: CONCLUSÃO: CÁLCULO RENAL. a cistinúria. Os cálculos de cistina são raros e decorrentes de uma rara condição autossômica recessiva. Os cálculos de ácido úrico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricosúria. os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano) são os chamados "cálculo de infecção". CARACTERES FÍSICOS FORMA: DIMENSOES: COR: CONSISTENCIA: SUPERFICIE: ASPECTO: PESO: EXAME QUÍMICO CARBONATO: OXALATO: CÁLCIO: . Pseudomonas e Klebsiella). Na presença dos cálculos de oxalato de cálcio a propedêutica deve ser complementada com a dosagem do cálcio sérico. urinário e dosagem do PTH sérico. estando associados a infecções por germes desdobradores da uréia (Proteus.

uma vez que a exposição a estes antígenos é universal. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade.MANUAL DE EXAMES FOSFATO: MAGNESIO: AMONIO: URATO: CISTINA: CONCLUSAO: CANDIDINA MATERIAL: REAÇAO INTRADÉRMICA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste intradérmico da candidina.NEGATIVO: NÓDULO COM DIAMETRO MENOR QUE 5 MM . . Uma ou mais dessas provas devem ser positivas em crianças com imunidade celular normal. uma vez que as provas cutâneas de sensibilidade retardada dependem de uma exposição prévia de antígenos.O. podendo levar a indução das enzimas hepáticas e conseqüente aumento da depuração de outras drogas. MÉTODO: VALORES DE REFERENCIA: . Cerca de 3 a 7 dias são necessários para que ocorra o estado de equilíbrio. Essa auto-indução é responsável pela diminuição da meia vida da droga apos 6 semanas de tratamento. crianças saudáveis menores de um ano podem ter resultados negativos. Intervalo entre mamadas para lactentes. Apresenta meia vida de 12 às 40h e metabolismo hepático. Drogas como fenitoina. estando 75% da droga ligada as proteínas plasmáticas. juntamente com a tricofitina. O pico plasmático ocorre em 6 horas. A principal causa de níveis baixos é a não aderência ao tratamento.POSITIVO: NÓDULO COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL 5 MM CARBAMAZEPINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD4H(alimentar) ou C. COMENTÁRIOS: A carbamazepina (Tegretol) é um anticonvulsivante também usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diabéticas. estreptoquinse-estreptodornase e o PP é utilizado para avaliação da imunidade celular.M. Entretanto. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. bem como dela própria. Pacientes em uso de corticóides ou anti-histamínicos também podem apresentar reações negativas.

fluoxetina.FRUTOSE: . Sua dosagem não detecta a oxcarbamazepina. MÈTODO: HPLC NIVEL PLASMATICO TERAPEUTICO: DE 4 A 12 MCG/ML CARBOÍDRATOS CROMATOGRAFIA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente a urina não apresenta açucares em quantidade detectáveis.MALTOSE: . eritromicina. MT/Br) .0% (NR-7. frutose. A cromatografia é útil para identificar o tipo de carboidrato presente na urina: xilose. A presença de um destes açucares na urina pode refletir o consumo dietético de carboidrato. maltose e lactose. A presença da carboxihemoglobina também dificulta a dissociação da oxihemoglobina presente. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxigênio nos tecidos.NÂO FUMANTE E NAO EXPOSTO OCUPACIONALMENTE: ATE 1.GLICOSE: . galactose. MÈTODO: CO-OXIMETRO (ESPECTROFOTOMETRIA) VALORES DE REFERENCIA: . propoxifeno. glicose. verapamil. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 microg/mL.XYLOSE: CARBOXIHEMOGLOBINA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Avalia exposição ao monóxido de carbono (CO) e ao diclorometano (cloreto de metileno). isoniazida.MANUAL DE EXAMES Algumas drogas podem elevar os níveis séricos da carbamazepina: ácido valproico. Sua ação tóxica advém da forte ligação química por coordenação que o CO estabelece com átomo de ferro da fração heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina. 1994. pigmento anormal do sangue incapaz de transportar o oxigênio. MÈTODO: CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA DE CELULOSE .LACTOSE: .GALACTOSE: . cimetidina. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mutagênico. mas pode também ser indicativa de uma desordem do metabolismo do carboidrato.

tuberculose. Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR OU IGUAL A 10 APL INDETERMINADO: 10 A 15 APL POSITIVO: SUPERIOR A 15 APL . 1994. endocardite infecciosa. alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. não se observando fenômenos trombóticos. úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais.0 A 5. IgA. Esta pode ser primária (na ausência de outros autoanticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). mais raramente. anemia hemolítica e neutropenia. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. pois podem estar presentes de forma isolada. COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Nesses casos encontram-se. levedos reticular.0% CARDIOLIPINA IgA. 8 horas. em geral títulos baixos e do isotipo IgM.MANUAL DE EXAMES . MT/Br) .5% PARA NAO FUMANTES (NR-7.O. Na vigência de uma trombose aguda. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide.FUMANTES (MAIS DE 2 MACOS/DIA): 8. Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. hanseníase. que incluem trombose venosa. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina. Intervalo de mamadas para lactentes. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina.0 A 9.FUMANTES (1 A 2 MACOS/DIA): 4. Entretanto. doenças infecciosas (sífilis.IBMP PARA DICLOROMETANO E MONOXIDO DE CARBONO: ATE 3. oclusão arterial.0% .

oclusão arterial. formas: Anticorpos fosfolípides podem identificados 1) reação falso-positiva para sífilis através de VDRL reagente. com títulos médios ou altos. ---------------------------------------------------------------------. Esta pode ser primária (na ausência de outros auto-anticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). 3) dosagem de anticorpos anti-cardiolipina por ELISA. Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. . ---------------------------------------------------------------------.Critérios laboratoriais para o diagnóstico da Síndrome anti-fosfolípides ---------------------------------------------------------------------.------------------------------------------------------------------NOTA: É necessária contra a presença de pelo ser menos um dos de critérios três acima. O quadro 1 cita os critérios laboratoriais para o diagnóstico da Síndrome anticorpo antifosfolípides: ---------------------------------------------------------------------.------------------------------------------------------------------QUADRO 1 . COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia.MANUAL DE EXAMES CARDIOLIPINA IgG. Intervalo de mamadas para lactentes. que incluem trombose venosa. anemia hemolítica e neutropenia. em duas ou mais ocasiões com intervalo de pelo menos seis semanas mensurados pelo método ELISA para anticorpos anti-cardiolipina dependentes da Beta2-glicoproteína 1.------------------------------------------------------------------2) Anticoagulante lúpico presente em plasma em duas ou mais ocasiões com pelo menos seis semanas de diferença detectados de acordo com o Comitê Internacional Científico e de Padronização de Homeostase e Trombose.------------------------------------------------------------------1) A presença de anticorpos anti-cardiolipina IgG e ou IgM em sangue. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 horas. pois podem estar presentes de forma isolada. levedo reticular. 2) ensaio para anticoagulante lúpico. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina.

Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. oclusão arterial. É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. tuberculose. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais. anemia hemolítica e neutropenia. doenças infecciosas (sífilis. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide. hanseníase. levedo reticular. doenças infecciosas (sífilis. infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. endocardite infecciosa. Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Esta pode ser primária (na ausência de outros auto-anticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). Na vigência de uma trombose aguda. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide. endocardite infecciosa. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 horas. Entretanto. mais raramente. alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. Nesses casos encontra-se. infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando . MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: INFERIOR A 10 GPL: NEGATIVO DE 10 A 19 GPL: INDETERMINADO DE 20 A 80 GPL: MODERADA REATIVIDADE MAIOR QUE 80 GPL: FORTE REATIVIDADE CARDIOLIPINA IgM. pois podem estar presentes de forma isolada. IgA. que incluem trombose venosa. IgA. úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia. hanseníase. Entretanto. Intervalo de mamadas para lactentes. não se observando fenômenos trombóticos. mais raramente. COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). tuberculose. VEJA TAMBÉM: Anticoagulante Lúpico. alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou.MANUAL DE EXAMES Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL.

MANUAL DE EXAMES clorpromazina. Síndrome de Turner. Síndrome de Klinefelter. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais. É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. logo não detecta alterações cromossômicas adquiridas. Nesses casos encontra-se. MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇÃO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE MATERIAL DE LIQUÍDO AMNIÓTICO MATERIAL: LIQUÍDO AMNIÓTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE MATERIAL DE ABORTO . por exemplo. não se observando fenômenos trombóticos. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÀTICO VALORES DE REFERENCIA: INFERIOR A 10 MPL: NEGATIVO DE 10 A 19 MPL: INDETERMINADO DE 20 A 80 MPL: MODERADA REATIVIDADE MAIOR QUE 80 MPL: FORTE REATIVIDADE CARIÓTIPO COM BANDA G MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Através da técnica de cariotipagem com bandeamento G e possível identificar de forma precisa cada par de cromossomos e detectar anomalias estruturais ou numéricas como. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. Na vigência de uma trombose aguda. Este é um exame constitucional. síndrome de Down. dentre outras.

com o auxílio da ultrasonografia a partir da décima semana de gestação. Trata-se de um tecido extra.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE PELE MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE VILO CORIAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O vilo corial forma-se no início da gestação. Pode ser colhido por punção. MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇÃO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO DE ALTA RESOLUÇÃO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .embrionário que normalmente tem a mesma constituição cromossômica do embrião. O cariótipo com bandas de vilo corial visa identificar alterações cromossômicas que podem causar síndromes ou mesmo um aborto espontâneo. de células provenientes das clivagens iniciais do zigoto.

È realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de células blásticas em divisão na corrente circulatória. È indicado apenas quando não é possível coletar a medula óssea. Síndrome de Turner. MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO DE SANGUE PARA DOENÇAS HEMATOLÓGICAS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este exame visa à detecção de alterações cromossômicas adquiridas. Este é um exame constitucional. nos casos de leucemias e linfomas com infiltração de células tumorais no sangue. por exemplo. dentre outras. bem como em outras desordens hematológicas malignas. Síndrome de Down. Síndrome de Klinefelter. MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO FETAL COM BANDA G MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Através da técnica de cariotipagem com bandamento G é possível identificar de forma precisa cada par de cromossomos e detectar anomalias estruturais ou numéricas como.MANUAL DE EXAMES CARIÓTIPO DE MEDULA MATERIAL: ASPIRADO MEDULAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cariótipo de Medula Óssea esta indicado para diagnóstico em casos de suspeita de LMC (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias. MÉTODO: BANDAMENTO G . logo não detecta alterações cromossômicas adquiridas.

.90 = NEGATIVO 0.91 A 1. MÉTODO: CITOGENÉTICA NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: X-FRÁGIL: MÉTODO: CITOGENÉTICO: VALOR DE REFERENCIA: IGUAL OU ACIMA DE 4% = POSITIVO DE 2 A 3% = INDETERMINADO ABAIXO DE 2% = NEGATIVO CAXUMBA ANTICORPOS IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.MANUAL DE EXAMES NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO PARA PESQUISA DE CROMOSSOMO X-FRÁGIL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa do Cromossomo X-Fragil é um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do XFrágil. também conhecida como Síndrome de Martin. COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 0.09 = INDETERMINADO MAIOR OU IGUAL A 1. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X.10 = REAGENTE CAXUMBA ANTICORPOS IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.Bell. COMENTÁRIOS: A caxumba é causada por um paramyxovirus. Intervalo entre mamadas para lactentes. Intervalo entre mamadas para lactentes.

nas quais. A determinação conjunta como fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para o diagnóstico do AR.MANUAL DE EXAMES A sorologia permite avaliar a resposta à infecção natural ou à imunização. predizendo evolução mais agressiva do AR. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) é um aminoácido resultante de modificação da arginina. apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 0.09 = INDETERMINADO MAIOR OU IGUAL A 1. Nos pacientes com AR de início recente é importante ferramenta para o diagnóstico precoce.91 A 1. pós-vacinas ou de transferência de imunidade (filhos de mães imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). provocando uma redução progressiva de seu numero e conseqüentemente redução do índice CD4/CD8.10 = REAGENTE CCP ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil no diagnóstico da Artrite reumatóide (AR). A presença de anticorpos da classe IgM indica infecção recente. A determinação do numero absoluto e . Em quadros crônicos. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. na AIDS. Os recém-nascidos de mães imunizadas. por exemplo. O vírus HIV é especificamente citotóxico para as células CD4. como. anticorpos IgM estão ausentes.90 = NEGATIVO 0. ocorrem alterações de linfócitos T supressores e T auxiliadores. Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantêm-se em níveis protetores de forma duradoura. Este teste apresenta especificidade para o AR maior que o fator reumatóide. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR QUE 20 U CD2 E CD 19 SUBTIPAGEM DE LINFÓCITOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil na avaliação das imunodeficiências. naturalmente ou por vacinação. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti-CCP) são encontrados em pacientes com AR.

AS DETERMINAÇOES REALIZADAS EM CITOMETRO DE FLUXO COM ANTICORPOS MONOCLONAIS MARCADOS MOSTRARAM OS SEGUINTES RESULTADOS: LINFOCITOS T (TOTAL): (MARCADOR CD-2) LINFOCITOS B (TOTAL): (MARCADOR CD-19) % /MM3 % /MM3 +-----------------+-----------------------+-----------------------+ | FAIXA ETARIA | LINFOCITOS CD-2 | | % | MM3 | % | LINFOCITOS CD-19 | MM3 | | +-----------------+---------+-------------+----------+------------+ | 0 A 6 MESES | 55 A 88 | 3929 A 5775 | 11 A 45 | 432 A 3345 | | 6 A 12 MESES | 55 A 88 | 3806 A 4881 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |12 A 18 MESES | 55 A 88 | 3516 A 3868 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |18 A 24 MESES | 55 A 88 | 3101 A 3868 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |24 A 30 MESES | 55 A 88 | 2649 A 3639 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |30 A 3 ANOS | 55 A 88 | 2236 A 3463 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |MAIORES DE 3 ANOS| 65 A 84 | 1230 A 4074 | 9 A 29 | 200 A 1259 | |ADULTOS | 61 A 89 | 1035 A 3560 | 6 A 17 | 90 A 680 | +-----------------+---------+-------------+----------+------------+ LINFOCITOS CD3: % /MM3 (MARCADOR CD3-ATIVADOR) LINFOCITOS CD4: % /MM3 (MARCADOR CD4-AUXILIADOR) LINFOCITOS CD8: % /MM3 (MARCADOR CD8-SUPRESSOR) RELAÇAO CD4/CD8: FAIXA ETÁRIA LINFOCITOS CD-3 % MM3 LINFOCITOS CD-4 % MM3 LINFOCITOS CD-8 % MM3 0 A 6 MESES 6 A 12 MESES 12 A 18 MESES 55 A 82|3500 A 5000 55 A 82|3400 A 4600 55 A 82|3200 A 3900 50 A 57|2800 A 3900 49 A 55|2600 A 3500 46 A 51|2300 A 2900 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 . e auxilia na decisão da introdução de terapêuticas especificas. é importante parâmetro para avaliar o estado imunológico do paciente aidético. Aplicação também na análise. diagnóstico e classificação de leucemias e linfomas. Teste útil na avaliação das imunodeficiências congênitas de linfócitos B (gamaglobulinemias congênitas) ou combinadas (deficiência de imunidade humoral e celular).MANUAL DE EXAMES percentual de linfócitos CD4.

Esplenectomia e co. Fatores influenciam a contagem do CD4: variações analíticas. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decisões de inicio ou mudança de terapia devemos considerá-los. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em ate 20% dos pacientes. protozoários e alguns fungos. lisando células infectadas por vírus. sazonais. A contagem de CD8 não prediz a evolução dos pacientes com SIDA. . como pneumonicistose. doenças auto-imunes e nas leucemias e linfomas.17 A 6.SUBPOPULAÇAO LINFOCITÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os linfócitos T CD4 são específicos para a maioria das infecções oportunistas. Os linfócitos T CD8 são citotóxicos. citomegalovirus e toxoplasmose. em duas ocasiões. A contagem de CD4. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h). idealmente. Consideram-se significativas as reduções de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relação a sua determinação prévia. os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes. Na infecção pelo HIV ha uma predileção por esta categoria. juntamente com a avaliação clínica e a medida de carga viral plasmática. no monitoramento de imunodeficiência.98 A 3. toxoplasmose. Diminuição de CD4 também pode ser encontrada em outras situações que não a SIDA: tuberculose. Os anticorpos anti-CD3 são úteis para sondar a região constante dos receptores de células T.infecção pelo HTLV-1 pode causar valores altos de CD4 apesar de supressão imune. doenças intercorrentes (modestas diminuições em infecções aguda e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). Tem importante papel no controle de infecções. hepatite B.22 | +-----------------+-------------+ | MAIOR DE 3 ANOS | 0. citomegalovirose. é parâmetros a serem considerados na decisão de iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.24 | +-----------------+-------------+ CD4 E CD8 + CD3 . eliminando células infecciosas ou neoplásicas. criptococose e síndrome de linfocitopenia CD4 Idiopática.MANUAL DE EXAMES 18 A 24 MESES 24 A 30 MESES 30 A 36 MESES Maior de 3 anos 55 A 82|2800 A 3500 55 A 82|2300 A 3300 55 A 82|1900 A 3100 55 A 82|1000 A 3900 42 A 48|1900 A 2500 38 A 46|1500 A 2200 33 A 44|1200 A 2000 27 A 57| 560 A 2700 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 14 A 34|330 A 1400 +-------------------------------+ | RELACAO CD4/CD8 | +-----------------+-------------+ | 0 A 36 MESES | 1.

22 | +-----------------+-------------+ | MAIOR DE 3 ANOS | 0.MANUAL DE EXAMES AS DETERMINAÇÕES REALIZADAS EM CITOMETRO DE FLUXO COM ANTICORPOS MONOCLONAIS MARCADOS MOSTRARAM OS SEGUINTES RESULTADOS: LINFOCITOS T ATIVADOR: (MARCADOR CD3) LINFOCITOS CD4: % /MM3 % /MM3 (MARCADOR CD4-AUXILIADOR) LINFOCITOS CD8: % /MM3 (MARCADOR CD8-SUPRESSOR) RELACAO CD4/CD8: VALORES DE REFERENCIA FAIXA ETÁRIA LINFOCITOS CD-3 % 0 A 6 MESES 6 A 12 MESES 12 A 18 MESES 18 A 24 MESES 24 A 30 MESES 30 A 36 MESES Maior de 3 anos MM3 LINFOCITOS CD-4 % MM3 LINFOCITOS CD-8 % MM3 55 A 82|3500 A 5000 55 A 82|3400 A 4600 55 A 82|3200 A 3900 55 A 82|2800 A 3500 55 A 82|2300 A 3300 55 A 82|1900 A 3100 55 A 82|1000 A 3900 50 A 57|2800 A 3900 49 A 55|2600 A 3500 46 A 51|2300 A 2900 42 A 48|1900 A 2500 38 A 46|1500 A 2200 33 A 44|1200 A 2000 27 A 57| 560 A 2700 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 14 A 34|330 A 1400 RELAÇÃO CD4/CD8 +-----------------+-------------+ | DE 0 A 36 MESES | 1. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorização.17 A 6.24 | +-----------------+-------------+ CEA-ANTÍGENO CARCINOEMBRIONÁRIO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Níveis elevados são encontrados em vários tumores. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastrointestinais.98 A 3. mas sua maior aplicação é no câncer coloretal. COMENTÁRIOS: O antígeno carcinoembrionario (CEA) é uma glicoproteina que não é órgão específico. Níveis mais elevados são .

6% AO MES. pulmão. Outras neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama. enfisema pulmonar. Quando usado para diagnóstico de câncer de cólon na população geral. SEM A CONFIRMAÇAO POR OUTROS MÈTODOS DIAGNÓSTICOS. Níveis elevados também podem ocorrer em fumantes. CELULA PARIETAL. polipose retal e doença mamaria benigna. temos 250 falso-positivos. NENHUMA INTERVENÇAO TERAPEUTICA DEVE SER FUNDAMENTADA APENAS NA ELEVAÇAO DOS NÍVEIS DE CEA DE FORMA ISOLADA. AUMENTOS TRANSITÒRIOS NOS NÌVEIS DE CEA PODEM OCORRER EM PACIENTES SEM QUALQUER EVIDENCIA DE NEOPLASIAS E EM VARIAS CONDIÇOES CLÌNICAS BENIGNAS. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: +-----------------+------------------+ | HOMENS ADULTOS | MULHERES ADULTAS | +--------------+-----------------+------------------+ | FUMANTES | ATE 6. ovário. cirrose hepática. CORRELACIONAM-SE COM MAIOR PROBABILIDADE DE RECORRENCIA DE NEOPLASIAS COLORRETAIS. para cada caso de câncer de colo diagnosticado com CEA e confirmado com biópsia.4 NG/ML | ATE 2. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. pancreatite. Esta presente com níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. inflamação. AUMENTOS MAIORES QUE 12. NAO PODENDO SER USADO PARA O DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIAS. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios do CEA. infecções. útero. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metastático. ulcera pépticas.9 NG/ML | +--------------+-----------------+------------------+ | NAO FUMANTES | ATE 3. EM AMOSTRAS SERIADAS. o CEA não deve ser utilizado como ferramenta para triagem de câncer em pacientes normais. estômago pâncreas.5 NG/ML | +--------------+-----------------+------------------+ NOTA: O CEA POSSUI BAIXA SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE. ao diagnóstico. VALORES OBTIDOS DE METODOLOGIAS OU KITS DIFERENTES NAO DEVEM SER INTERCAMBIAVEIS. Seu aumento pode preceder evidencias de metástases em exames de imagem. Para fins de comparação deve-se usar mesmo método.Uma vez que pode ser encontrado em pacientes saudáveis. Cirurgia.MANUAL DE EXAMES encontrados no câncer coloretal com metástases ósseas e hepáticas.2 NG/ML | ATE 4. ANTICORPOS ANTI . doença inflamatória intestinal.

glomerulonefrites. Cerca de 7% dos adultos saudáveis tem esses anticorpos detectáveis. monócito e raramente um eosinofilo que fagocitou a massa LE. são encontrados na Mononucleose infecciosa e em outras infecções viróticas.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . a presença de somente uma células LE não é suficiente para se dar um resultado positivo. Podem ocorrer reações falso-negativas nas leucopenias e uso de corticóides. artrite reumatóide. câncer gástrico e Síndrome de Sjögren. Este teste foi suplantado pela pesquisa de anticorpos antinucleares (FAN) por imunofluorescencia indireta. No Lúpus Eritematoso Sistêmico a positividade da pesquisa é observada em 70% a 80% dos casos. Anticorpos anti-celula parietal são encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. COMENTÁRIOS: Útil para o diagnóstico de gastrite atrófica e anemia perniciosa. entre outras. Valores elevados também podem ser encontrados em ulceras gástricas. Absorção da vitamina B12 (cobalamina) depende da produção do fator intrínseco pelas células parietais gástricas que também secretam o ácido clorídrico. Gastrite auto-imune leva a diminuição dos produtos das células parietais e conseqüente gastrite atrofia e deficiência de B12 (anemia perniciosa). sendo o tipo de células maiores conhecido como Células de Downey. Variam bastante de tamanho e aparência. ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Linfócitos atípicos. Entretanto. Intervalo entre mamadas para lactentes. MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS DE DOWNEY – PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL. não neoplásicos. Reações falso-positivas podem ocorrer em reações a drogas. sendo necessário para isso a observação de varias células LE típicas. VEJA TAMBÉM: Leucograma CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A célula LE pode ser um neutrófilo.

MANUAL DE EXAMES CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO BRONCOALVEOLAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .

Ocorrem em 22% a 36% dos pacientes com esclerose sistêmica. Níveis em neonatos são mais baixos que em adultos. Também descrito em casos de Tireoidite de Hashimoto. COMENTÁRIOS: São auto-anticorpos dirigidos contra o cinetócoro do aparelho mitótico. Deve-se lembrar que 28% dos pacientes com Doença de Wilson apresentam . elevando-se em processos inflamatórios. ANTICORPOS ACA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. COMENTÁRIOS: A ceruloplasmina é uma proteína (alfa-2-globulina) produzida no fígado que carrega 70% a 90% do cobre plasmático. deficiência nutricional. METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CERULOPLASMINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h.absorção. fenômeno de Reynaud. Os estrógenos (anticoncepcionais orais e gestantes) também elevam a ceruloplasmina. síndrome nefrótica e ma . Valores abaixo de 10 mg/dl são evidencia fortemente sugestiva da Doença de Wilson. Reportado em 22% a 36% dos casos de esclerodermia. esclerodactilia e telangectasias). Intervalo entre mamadas para lactentes. Por ser uma proteína de fase aguda. Também se encontra diminuída na Síndrome de Menkes. Sua presença correlaciona-se com fenômeno de Reynaud. e esta presente em 98% da forma CREST (Calcinose. desmotilidade esofagiana. um resultado normal não exclui o diagnostico da Doença de Wilson. Intervalo entre mamadas para lactentes.MANUAL DE EXAMES MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUIDO AMNIÓTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CENTROMERO.

O. cetonuria pode ser encontrada em outras situações: dieta rica em . 2) na Doença de Wilson. apresentando utilidade na monitorizacao da exposição ocupacional. entretanto. em que encontramos níveis de ceruloplasmina usualmente baixos e podemos encontrar cobre sérico normal ou baixo. acido diacético e beta-hidroxibutirico) são procedentes do metabolismo dos ácidos graxos. as variações da ceruloplasmina não são paralelas as do cobre sérico: 1) na intoxicação aguda por cobre pode não ter havido tempo suficiente para aumento da síntese de ceruloplasmina. No mínimo em duas ocasiões. diarréias e doenças metabólicas. METODO: COLORIMETRICO .M. estresse.0 A 58. A quantificação de acetona no sangue pode ser realizada por cromatografia gasosa. Tem maior relevância clinica no diagnostico da cetoacidose diabética. COMENTÁRIOS: A privação de carboidratos e aumento do metabolismo de ácidos graxos resulta em aumento da cetonemia. vômitos. como a levodopa. É encontrado no diabetes melito descompensado.TIRA REATIVA CETONÚRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os corpos cetonicos (acetona. etilismo. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: MÉTODO: NEFELOMETRIA CETONEMIA – PESQUISA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: JO 10h ou C. Falso-negativos e falso-positivos podem ocorrer por interferência de drogas. VEJA TAMBEM: Cobre METODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 22.0 MG/DL CERULOPLASMINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: JO 8h.MANUAL DE EXAMES ceruloplasmina normal.

A partir destes dados epidemiológicos. EMBORA RARAMENTE. QUE EH UMA CARACTERISTICA DO METODO. gravidez. pósoperatórios. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CHLAMYDIA PNEUMONIAE IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Reações falso-positivas podem ocorrer no uso de levodopa. A PCR é um teste rápido. .hidroxibutirico não é detectado pela reação do nitroprussiato de sódio. com sensibilidade de 82. O curso pode ser arrastado com boa evolução ou fulminante. Testes sorológicos auxiliam a selar o diagnostico de forma retrospectiva. A apresentação mais comum é de um infiltrado intersticial localizado ou difuso. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE DO GENE 16 sRNA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. . Cerca de 25% a 60% da população adulta apresenta sorologia positivo. podendo a cetonuria pode ser negativa caso este seja o corpo cetonico predominante. bronquite. tendo a sorologia valor limitado na identificação de quadros agudos. A cultura apresenta baixa sensibilidade. jejum prolongado. Veja também: PCR PARA CHLAMYDIA PNEUMONIAE METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CHLAMYDIA PNEUMONIAE. cetoacidose alcoólica. estudos posteriores correlacionaram à rotura da placa aterosclerótica com a presença desta bactéria. Em 1988 apos epidemia de pneumonia por C.pneumoniae demonstrou-se relação entre esta infecção e o aumento subseqüente de casos de infarto agudo do miocárdio e morte por doenças cardiovasculares. PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A C. COMENTÁRIOS: A Chlamydia Pneumoniae é agente causador de faringite. O acido beta. Intervalo entre mamada para lactentes. febre. apos exercícios físicos.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. metildopa e captopril.MANUAL DE EXAMES gordura. pneumoniae é causadora de pneumonia atípica. sinusite e pneumonia.5% e especificidade de 99%. evoluindo com insuficiência respiratória.

trachomatis corpos elementares (formas infectantes) e corpos reticulados (metabolicamente ativos). Esses anticorpos reagem contra as duas formas de C. uretra masculina. trachomatis. METODO: INOCULACAO EM MONOCAMADA DE CULTURA DE CELULAS McCOY CHLAMYDIA TRACHOMATIS . o custo e a demora no resultado. tendo. Detecta somente corpos elementares viáveis. Apresenta ainda como desvantagens a necessidade de meios de transporte. O uso de anticorpos monoclonais permite sensibilidade de 80 a 90% com especificidade de 98 a 99%. Útil para detecção de infecção em espécimes conjuntival.MANUAL DE EXAMES CHLAMYDIA TRACHOMATIS. trachomatis em amostras urogenitais devido a sua elevada especificidade. retal e endocervical. No Linogranuloma Venereo o organismo é reconhecido em apenas 30% dos casos. VEJA TAMBEM: PCR para Chlamydia Trachomatis e PCR Multiplex DST. A Chlamydia trachomatis cresce e forma inclusões intracitoplasmáticas que são visualizadas 48 horas e 72 horas apos a incubação. uretra feminina e pus de bulbao. raspado endocervical. CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ate recentemente. A cultura é realizada com inoculação de amostras em monocamadas de células de McCoy. Em ordem decrescente da quantidade de organismos encontrados citamos: raspado ocular.IMUNOFLUORESCENCIA DIRETA MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Baseia-se na visualização direta da clamídia por coloração com anticorpos marcados. sensibilidade inferior a amplificação do DNA (PCR). Sua especificidade é próxima a 100% com sensibilidade entre 70 e 90%. pois. METODO: ANTICORPO MONOCLONAL CHLAMYDIA TRACHOMATIS – PESQUISA (GIEMSA) MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . a cultura era considerada o padrão ouro para detecção de C. Anticorpos mono clonais são preparados com proteínas presentes nas membranas externas das 15 variantes sorológicas humanas da C. quando comparado com a cultura. uretral.

no sistema renal e no fígado.MANUAL DE EXAMES Demonstrações de inclusões intracelulares típicas em esfregaços diretos podem ser utilizadas. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 50.1994.MT/Br) CHUMBO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E o indicador biológico utilizado na monitorizacao de absorção dos compostos orgânicos de chumbo. Embora seja classificada como gram-negativa. Exerce ação tóxica na biossintese do heme. 1994. digestiva e cutânea. METODO: GIEMSA CHUMBO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E um indicador biológico de exposição e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo.1994. a realização do método Gram é de pouca utilidade. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 40. O método de Giemsa apresenta sensibilidade de 90% em espécimes colhidos em neonatos com conjuntivite. Também e muito útil apos a administração de agentes quelantes.0 MCG/DL (NR-7. MT/Br) .1994. permitindo a detecção simultânea do gonococo.MT/Br) IBMP: 100. É importante salientar que esse método não é recomendado para diagnostico de infecções urogenitais em adultos devido à falta de especificidade e sensibilidade.MT/Br) IBMP: ATE 60. Apresenta efeito acumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. Ocorre como contaminante ambiental em conseqüência de seu largo emprego industrial. particularmente na conjuntivite aguda em neonatos. no sistema nervoso.0 MCG/G CREATININA (NR-7. pois a reação pode ser variável.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Em infecções oculares de adultos apresenta sensibilidade de 50%. E absorvido pelas vias respiratórias.0 MCG/DL (NR-7.

. É importante citar que elevações da cistatina C. hidrocéfalo não comunicante.73 A 1. MT/Br) CISTATINA C MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: A Cistatina C é uma proteína cuja concentração sérica depende quase que exclusivamente da capacidade de filtração glomerular.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: Indicação: Hidrocéfalo comunicante. em comparação com a creatinina sérica. tumores malignos. 1994. cirrose hepática e alguns hipertensos e diabéticos com proteinuria.95 MG/L CISTERNOGRAFIA CEREBRAL MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR .37 A 1. sem correlação com diminuição da taxa de filtração glomerular.89 MG/L 1 MES A 12 MESES: 0. METODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: RECEM NASCIDO: 1. MT/Br) IBMP: 100. diagnostico de fístulas liquoricas. cistos. Interpretação: Fluxo normal através das Cisternas basilares e dos ventrículos ate atingir o vertex. Sua concentração independe da massa muscular. Diversos estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C.MANUAL DE EXAMES CHUMBO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E o indicador biológico utilizado na monitorizacao de absorção dos compostos orgânicos de chumbo. 1994.17 MG/L MAIORES DE 1 ANO: 0.0 MCG/G CREATININA (NR-7. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 50.0 MCG/G CREATININA (NR-7. foram descritas em pacientes com mieloma múltiplo. Também e muito útil apos a administração de agentes quelantes. avaliação de patencia de Shunts. na detecção de alterações discretas da função glomerular. do sexo ou da alimentação.53 A 0.

IN VIVO TEMPO DE JEJUM: . sendo que apenas 28% dos pacientes com lesão cerebral única têm sorologia positiva. Intervalo entre mamadas para lactentes. Reações cruzadas com Echinococcus Granulosus e Hymenolepis nana são comuns. COMENTÁRIOS: A infestação por ovos de Taenia Solium leva a formação de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CISTOGRAFIA DIRETA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR . RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO CISTICERCOSE SOROLOGIA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. A pesquisa de anticorpos no soro e líquor pode ser utilizada de forma complementar ao diagnostico por neuroimagem.MANUAL DE EXAMES Extravasamento do LCE do espaço aracnóide indica a presença de fistula anormal resultante em rinorreia ou otorreia. arginina e ornitina são afetadas (túbulos renais incapacitados de reabsorção). na segunda. Anticorpos podem persistir anos apos a morte dos parasitas. lisina. A principal consideração clinica na cistinuria é a tendência a formação de cálculos. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO CISTINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Cistinuria é um distúrbio de origem hereditária podendo ocorrer de duas formas: na primeira. a reabsorção dos aminoácidos cistina. não devendo o encontro de sorologia positiva em pacientes com lesões calcificadas ser interpretado como presença de parasitas vivos. Falso-negativos podem ser observados na presença de carga parasitaria baixa. apenas a cistina e a lisina não são reabsorvidos.

PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. Útil para avaliar nefropatia de refluxo. volume residual e verificação da presença de refluxos. Interpretação: Determinação do volume de repetição. IDADE: ANOS . São consideradas adequadas com contagem de células epiteliais inferiores a 10 por campo (10x) e leucócitos superiores a 25 por campo (10x). Escarro com muitas células epiteliais e saliva inviabiliza a amostra para avaliação microbiológica. RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO CITOLOGIA DE ESCARRO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A avaliação citológica do escarro é utilizada para avaliar se a amostra é adequada para avaliação bacteriológica. CITOLOGIA DE MAMA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: Indicação: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. EXAME No. NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: IDADE: ANOS LAUDO CITOLOGIA DE MAMA (+1 LAMINA) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos.

MANUAL DE EXAMES NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOLOGIA EM MEIO LIQUIDO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.: TIPO DE AMOSTRA: ADEQUACAO DA AMOSTRA: PADRAO DO ESFREGACO: DESCAMACAO DOMINANTE: CELULAS METAPLASICAS: CELULAS ENDOCERVICAIS: CELULAS ENDOMETRIAIS: CELULAS NAO EPITELIAIS: ALTERACOES CELULARES BENIGNAS: FLORA BACTERIANA: AGENTES ESPECIFICOS: CLASSIFICACAO GERAL: CITOLOGIA HORMONAL SERIADA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O grau de maturação do epitélio escamoso do trato genital feminino é hormônio dependente. serve com índice para avaliar a situação endócrina da mulher. Portanto. intermediaria e superficiais. . aplica-se (quando solicitado) o "índice de Front". que expressa à relação percentual entre as células profundas. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliação hormonal dos esfregaços. a variação no grau de maturação destas células.

MANUAL DE EXAMES PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa avaliar alterações do ciclo menstrual. a variação no grau de maturação destas células. O resultado final levara em consideração o aspecto citológico mais dado e informes clínicos da paciente. EXAME No. EXAME No. Acompanhar tratamentos hormonais. ULTIMA MENSTRUACAO: DIA DO CICLO: LAUDO IDADE: ANOS ULTIMO PARTO: CITOLOGIA ONCÓTICA CÉRVICO-VAGINAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: CITOLOGIA ONCOTICA GERAL URINARIA . Portanto. Acompanhar tratamentos hormonais. estudar ciclos anovulatórios ou ovulatorios. aplica-se (quando solicitado) o "índice de Front". ULTIMA MENSTRUACAO: DIA DO CICLO: LAUDO IDADE: ANOS ULTIMO PARTO: NUMERO DE AMOSTRAS: CITOLOGIA HORMONAL SIMPLES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O grau de maturação do epitélio escamoso do trato genital feminino é hormônio dependente. A interpretação dos resultados se baseia no aspecto citológico das células descamadas e no numero ou proporção de descamação dos tipos celulares. serve com índice para avaliar a situação endócrina da mulher. intermediaria e superficiais. que expressa à relação percentual entre as células profundas. Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatorios. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliação hormonal dos esfregaços. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa avaliar alterações do ciclo menstrual.

Podendo também ajudar no diagnostico de patologias benignas. que visa detectar tumores vesicais. Lesões não acessíveis ou invisíveis para o endoscopista. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: Exame não invasivo. E também útil como coadjuvante nos diagnósticos das lesões "in situ" da mucosa de todo o trato urinário. Principais aplicações clinicas: O exame visa diagnosticar: Patologias benignas. PRINCIPAIS APLICACAOES CLINICAS: O exame visa diagnosticar: Patologias benignas. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOLOGIA ONCÓTICA GERAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Lavado: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. que visa detectar tumores vesicais. Principais aplicações clinicas: Exame não invasivo. Lesões pre-malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos. Urina: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. . Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: LAVADO: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Lesões provenientes de metástase de outros órgãos. Podendo também ajudar no diagnostico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. Lesões não acessíveis ou invisíveis para o endoscopista. podendo também ajudar no diagnóstico de patologias benignas. EXAME No. URINA: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. papilomas e carcinomas do urotelio. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. É também útil como coadjuvante nos diagnósticos das lesões "in situ" da mucosa de todo o trato urinário. Lesões provenientes de metástase de outros órgãos. Lesões premalignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos.

MANUAL DE EXAMES papilomas e carcinomas do urotelio. NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: IDADE: ANOS LAUDO CITOLOGIA PUNCAO DE LIQUIDOS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. podendo também ajudar no diagnóstico de patologias benignas. EXAME No. tais como bactérias. ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. O exame visa detectar lesões de natureza prémaligna e maligna do colo uterino. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa detectar efeitos citopaticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epitélio escamoso do penis. É possível também diagnosticar: Agentes infecciosos. COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis. Anormalidades epiteliais benignas dos epitélios escamosos e glandulares.Intervalo entre mamadas para lactentes. fungos. Processos proliferativos benignos. podendo ainda . CITOLOGIA PARA HPV MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. O Citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOMEGALOVIRUS IgM. o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa. parasitas e vírus. colo e vagina.

6 UI/ML: INDETERMINADO . por métodos imunoenzimaticos podem ser encontrados títulos baixos por ate 12 meses. o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa.positivos também podem ocorrer em infecções pelo EBV e herpes vírus.ENTRE 0.MENOR QUE 0. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: . Cerca de 85% da população adulta é soropositiva. Por não ultrapassar a barreira placentária. caso a amostra seja colhida precocemente. Falso.se repeti-la apos 15 dias. ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. Assim.MANUAL DE EXAMES causar quadros graves em imunodeprimidos.4 E 0. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos.nascido indica infecção congênita.MAIOR OU IGUAL QUE 0. pois. ANTI-CMV IgM: a IgM pode surgir ate duas semanas apos o inicio do quadro clinico. entretanto. em relação ao soro colhido na fase aguda. não devendo. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: . deve. COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis. ANTI-CMV IgG: seu achado pode indicar infecção passada ou recente.6 UI/ML: REAGENTE CITOMEGALOVIRUS . Cerca de 85% da população adulta é soropositiva.ENTRE 15 E 30 UA/ML: INDETERMINADO . Intervalo entre mamadas para lactentes. seu achado no recém. Geralmente permanecem detectáveis por 3 meses. para afastarmos infecção pelo CMV na presença de quadro clinico suspeito.4 UI/ML: NEGATIVO .MENOR QUE 15 UA/ML: NEGATIVO .MAIOR OU IGUAL QUE 30 UA/ML: REAGENTE CITOMEGALOVIRUS IgG. Recoleta na convalescença (apos 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica ou aumento de 4 vezes ou mais na convalescença.TESTE DE AVIDEZ IgG . O Citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita. ser avaliado como um indicador absoluto de infecção recente.

ESPECIFICOS PERMANECEM LIGADOS AO ANTIGENO DE CITOMEGALOVIRUS.NAO PERMITE DEFINIR O PERIODO DA INFECCAO. sendo de grande aplicação em grávidas com IgM e IgG positivos.nascido infectados quando utilizado antes de 18 semanas de gestação. ANTI-CMV IgG Avidez: no inicio da infecção primaria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno.ALTA AVIDEZ: SUPERIOR A 60% . ANTIGENEMIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: A importância da infecção pelo CMV é maior na transmissão vertical do CMV da gestante para o feto e em pacientes imunocomprometidos. . Nestes. antigenemia. essa determinação é muito útil para diferenciarmos pacientes que apresentaram infecções primarias pelo CMV nos últimos 3 meses. Cerca de 85% da população adulta é soropositiva. Assim. VEJA TAMBEM: Citomegalovirus. Tem grande poder de predizer recém. PCR para Citomegalovirus. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. INFECCAO AGUDA OU CITOMEGALOVIRUS. NOTA: ESTE TESTE BASEIA-SE NA INTENSIDADE OU AVIDEZ COM QUE ANTICORPOS IgG.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis. ANTICORPOS DE BAIXA AVIDEZ SAO INDICATIVOS DE RECENTE.INCONCLUSIVO: ENTRE 30 E 60% . O citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita. de infecções passadas e reinfecções. ANTICORPOS DE ALTA AVIDEZ SAO CARACTERISTICOS DE INFECCAO PASSADA. . A detecção da .SUGERE QUE A INFECCAO TENHA OCORRIDO HA MAIS DE 03 MESES. o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa. a disseminação do CMV (grau de viremia) no sangue é fator de risco de progressão a doença invasiva pelo CMV. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas. METODO: ELFA (ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY) VALORES DE REFERENCIA: . sendo que em infecções antigas e reinfecções encontramos alta avidez.SUGERE INFECCAO OCORRIDA NOS ULTIMOS 03 MESES.BAIXA AVIDEZ: INFERIOR A 30% .

Em adulto saudaveis. pode apresentar quadro clinico semelhante a mononucleose infecciosa. Ressaltamos a possibilidade de infeccao no recem-nascido durante o trabalho de parto ou pelo leite materno.nascidos com infecção sintomática ao nascimento nascem de mães que tiveram infecção primaria durante a gestação. A antigenemia também é utilizada para avaliação da resposta ao tratamento antiviral. que é um marcador precoce e especifico de infecção ativa. a confirmacao requer complementacao da sorologia. sendo que 10% dos infectados sem sintomas terão seqüelas neurológicas. Em caso de resultados positivos no teste do pezinho. corioretinite e calcificações cerebrais. São utilizados anticorpos monoclonais para a proteína pp65 do CMV. Eh encontrado na saliva.3 a 2% dos nascimentos. PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Citomegalovirus (CMV) eh um virus DNA que pertence a familia dos herpesvirus. microcefalia.MANUAL DE EXAMES antigenemia permite a detecção rápida do CMV presente no núcleo dos neutrófilos do sangue periférico que fagocitaram o vírus. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CITOMEGALOVIRUS. hepatoesplenomegalia. sendo que 50% das maes infectadas excretam o CMV no leite. sendo sua presença no recém nascido útil para o diagnostico de infecção congênita. IgM não ultrapassa a barreira placentária. A antigenemia apresenta sensibilidade superior à cultura e comparável a PCR quantitativa. A forma mais grave é denominada "Doença de inclusão citomegalica" e caracteriza-se por icterícia. petequias. A maioria absoluta dos recém. e as vezes. Dos recém nascidos infectados. urina e outros fluidos corporeos como o semen e secrecao vaginal. o CMV em geral eh assintomatico. dado seu poder de interferir na formacao . METODO: IMUNOFLUORESCENCIA DIRETA COM ANTICORPOS MONOCLONAIS ANTI PP65 VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CITOMEGALOVIRUS IgM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O citomegalovirus (CMV) é a causa mais freqüente de infecção congênita: 0. A importancia da infeccao pelo CMV eh maior quando ocorre a transmissao da gestante para o feto. apenas 15% tem sintomas ao nascimento.

respectivamente. entretanto. CITOMEGALOVÍRUS PESQUISA DE CÉLULAS DE INCLUSÃO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A infeccao pelo citomegalovirus (CMV) pode causar infeccao autolimitada. A pesquisa de celulas de inclusao em urina permite um diagnostico rapido da infeccao.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO. similar a causada pelo virus EBV em pacientes imunocompetentes. Manifestacoes graves podem ocorrer quando o CMV eh adquirido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. A PCR pode ser realizada no liquido amniotico. sendo necessario o uso de outros metodos diagnosticos mais sensiveis para que se exclua a possibilidade da infeccao pelo CMV. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. METODO: REACAO EM CADEIA POLIMERASE ANINHADA (NESTED PCR) DO GENE IE DO CMV VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO (O DNA DO CITOMEGALOVIRUS NAO FOI DETECTADO PELA PCR) OBS.MANUAL DE EXAMES de orgaos e tecidos fetais. AIDS). eh um metodo de baixa sensibilidade. a PCR pode ser realizada no liquor com sensibilidade que varias nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. Infeccao do recem-nascido: a dteccao do CMV na urina ou sangue de RN nas tres primeiras semanas de vida define a infeccao congenita. A PCR eh util nas seguintes situacoes: Meningoencefalite ou outras alteracoes neurologicas.BRONCOALVEOLAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . A infeccao tem maior relevancia em imunodeprimidos e na infeccao congenita. Infeccao localizada em orgao-alvo: a PCR-CMV pode ser feita em liquidos corporais ou material de biopsia de lesoes ou orgaos suspeitos. QUE EH UMA CARACTERISTICA DO METODO. Diagnostico pre-natal: quando a gestante apresenta um quadro de infeccao aguda e pretendese afastar a possibilidade de infeccao intra-uterina. A sensibilidade e especifidade sao de 98% e 100%.

bacterianos. viroticos ou fungicos.COR . OBS. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. monitoracao e prognostico de processos infecciosos. 10 ELEVADO A TERCEIRA POTENCIA X NUMERO DE mL LINFOCITOS : EOSINOFILOS: CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. inflamatorios. inflamatorios. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. locais ou sistemicos. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. artrites e peritonites. monitoracao e prognostico de processos infecciosos.: PARA OBTER-SE CELULARIDADE TOTAL DEVE-SE MULTIPLICAR O VALOR DA CITOMETRIA/MM3 X RECUPERADO. CARACTERES GERAIS ANTES DA CENTRIFUGACAO: .ASPECTO: : APOS A CENTRIFUGACAO: . .ASPECTO: : CITOMETRIA HEMACIAS: /MM3 CELULAS NUCLEADAS: CITOLOGIA DIFERENCIAL NEUTROFILOS: MACROFAGOS : OUTRAS CELULAS: CELULAS CILINDRICAS CILADAS: VALORES DE REFERENCIA: 200 A 1000 CELULAS/MM3 OU CELULARIDADE GLOBAL DE 10 A 15 X 10 ELEVADO A SEXTA POTENCIA CELULAS/ VOLUME DE LAVADO RECUPERADO EM mL. pneumonias. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites.COR .PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico.MANUAL DE EXAMES O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. aliadas as determinacoes bioquimicas.

pneumonias. viroticos ou fungicos. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca es resposta ao tratamento de meningites. viroticos ou fungicos. aliadas as determinacoes bioquimicas. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . viroticos ou fungicos. artrites e peritonites. inflamatorios. aliadas as determinacoes bioquimicas. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias.SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. pneumonias. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e reposta ao tratamento de meningites. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. bacterianos. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. locais ou sistemicos. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. aliadas as determinacoes bioquimicas. artrites e peritonites. monitoracao e prognostico de processos infecciosos. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. bacterianos. bacterianos. artrites e peritonites. monitoracao e prognostico de processos infecciosos. inflamatorios.MANUAL DE EXAMES locais ou sistemicos. locais ou sistemicos. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites. pneumonias.

COMENTÁRIOS: Clobazan (Frisium. Pode elevar o nivel serico da carbamazepina. CLEARANCE PULMONAR DE DTPA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR IN-VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicacao: Interpretacao: Pulmao Global: Processos Pulmao esquerdo: 60 inflamatorios direito: 62 mais 66 mais ou pulmonares mais ou intersticiais. viroticos ou fungicos. Tambem utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. min. METODO: CLEARENCE PULMONAR LAUDO VALORES DE REFERENCIA: PULMAO DIREITO : 66 +/. . 21 18 min. fenitoina.M. monitoracao e prognostico de processos infecciosos.ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. OBS: Valores abaixo de 2 sd sao considerados anormais. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades.O. artrite e peritonites.18 MINUTOS GLOBAL : 60 +/. ou menos menos menos 7 pneumonites. inflamatorios. Urbanil) è um benzodiazepinico usado como hipnotico. pneumonias. locais ou sistemicos. ansiolitico e miorelaxante.7 MINUTOS CLOBAZAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM:JD 4h (alimentar) ou C. aliadas as determinacoes bioquimicas.21 MINUTOSS PULMAO ESQUERDO: 62 +/. Sua meia vida é de 10 a 30 horas. bacterianos. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias.MANUAL DE EXAMES CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. min. fenobarbital e acido valproico. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites.

colestase. na presenca de resultados positivos e indeterminados. klinefelter. sindrome nefrotica. o diagnostico molecular (PCR para fibrose cistica) encontra-se disponivel. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. Valores elevados podem ser encontrados em outras doencas: anorexia nervosa. A quantificacao serica eh realizada para auxiliar o clinico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentracao otima para cada paciente considerado individualmente. hipogamaglobulinemia. acarretando disturbio da secrecao exocrina.O. CLORETO DE SÓDIO NO SUOR MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste do cloreto de sodio no suor eh util na investigacao da fibrose cistica (mucoviscidose). mucopolissacaridose tipo 1. os resultados devem ser interpretados a luz da historia clinica e familiar. Assim. Em mulheres adultas o teste sofre variacoes com o ciclo menstrual. disautonomia. Para casos interminados e confirmacao laboratorial. sendo o suor colhido para determinacao do cloreto. COMENTÁRIOS: Clonazepan eh indicado como ansiolitico e antiepiletico. Resultados falso-negativos podem ocorrer no edema. tendo em vista grandes variacoes observadas nos resultados. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 15 A 60 NANOG/ML NOTA: O USO CONCOMITANTE DE CARBAMAZEPINA PODE INTERFERIR NA DOSAGEM DE CLONAZEPAM POR HPLC.MANUAL DE EXAMES METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 200 A 1200 NANOG/ML CLONAZEPAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C. METODO: IONTOFORESE E CONDUTIVIDADE (SISTEMA WESCOR MACRODUCT) VALORES DE REFERENCIA: . deficiencia de G6PD. dermatite atopica.M. Eh recomendado a solicitacao de novo exame para confirmacao. desnutricao. diabetes insipidus nefrogenico. insuficiencia adrenal e hipotireoidismo. Em adultos a interpretacao deve ser ainda mais cautelose. Eh uma heranca autossomica recessiva que determina deficiencia da proteina responsavel pelo transporte de cloro pelas celulas epiteliais. Sudorese eh induzida no antebraco por iontoforese com pilocarpina.

doenca de addison. Niveis baixos ocorrem na hipervolemia. acidose tubular renal. RESULTADOS ELEVADOS TAMBEM PODEM OCORRER EM OUTRAS CONDICOES CLINICAS.FAIXA INTERMEDIARIA:40 A 60 mmol/L de Cloreto . infusao salina excessiva.PARDINI ESTA DE PCR PARA DIAGNOSTICO DE REALIZANDO ROTINEIRAMENTE A TECNICA FIBROSE CISTICA. alcalose metabolica. fistula pancreatica e hiperparatireodismo. O LABORATORIO H. CLORETOS: MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Reflete os niveis sanguineos de cloretos. acidose respiratoria cronica. Niveis elevados sao encontrados na deficiencia de mineralocorticoides. METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: DE 96 A 109 MEQ/LITRO . perdas gastrintestinais. secrecao inapropriada de ADH.ELEVADO NOTA: PARA : ACIMA DE 60 mmol/L de Cloreto O DIAGNOSTICO DE FIBROSE CISTICA SAO NECESSARIAS CONCENTRACOES ELEVADAS DE CLORETO NO SUOR EM DUAS OCASIOES DISTINTAS. insuficiencia cardiaca. NOS INDIVIDUOS COM UMA OU MAIS CARACTERISTICAS CLINICAS DE FIBROSE OU HISTORIA FAMILIAR.NORMAL: ABAIXO DE 40 mmol/L de Cloreto . Juntamente com o sodio sao os principais responsaveis pela manutencao da homeostase osmotica do plasma. vomitos. METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: 690 A 770 MG/DL CLORETOS: MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Representa 66% dos anions do plasma.MANUAL DE EXAMES . Sua determinacao eh util na avaliacao de disturbios hidroeletroliticos e acido-basicos. Na meningite tuberculosa eh encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. cetoacidose diabetica e no uso de diureticos. acidose metabolica.

MANUAL DE EXAMES CLORETOS: MATERIAL: URINA DE 24 H.0 A 160.HOMEM : 20. A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre).0 A 190. Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro. Pode estar diminuido na doenca de Wilson. sistema cardiaco.0 MCG/DL . METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: 170 A 254 MEQ/24 HORAS COBRE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao.GRAVIDAS : 118. ingestao de solucoes e alimentos contaminados.MULHER ACIMA DE 60 ANOS: 85. sistema cardiaco.0 A 170.ATE 6 MESES . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Util para avaliacao de distubios hidroeletroliticos e acido-basicos.0 MCG/DL COBRE MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao. vascular e no esqueleto.HOMEM ACIMA DE 60 ANOS : 85.0 MCG/DL . queimaduras.MULHER : 80. etc.6 ANOS A 12 ANOS .6 MESES A 6 ANOS . vascular e no esqueleto.0 MCG/DL .0 MCG/DL : 70. METODO: ABSORCAO ATOMICA VALORES DE REFERENCIA: . exposicao a fungicidas que contenham o metal.0 MCG/DL .0 A 155.0 A 302. Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro.0 A 190.0 A 70. Encontra-se aumentado .0 A 140. em especial.0 MCG/DL : 90.0 MCG/DL : 80. no diagnostico da alcalose metabolica responsiva a sal.

Seu metabolismo ocorre no figado. proteina C reativa ultrassensivel e homocisteina. sistema cardiaco. acidos biliares e na constituicao das membranas celulares.MANUAL DE EXAMES na doenca de Wilson. Embora colesterol . Niveis de colesterol maiores de 45 mg/dL predizem exsudatos com sensibilidade de 90% e especificidade de 100%.FORNO DE GRAFITE VALOR DE REFERENCIA: 12 A 80 MCG/LITRO COLESTEROL TOTAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 9HS A 16 HS OU C. Liquido ascitico: possui papel marginal na propedeutica do liquido ascitico. Tambem eh utilizado na producao de hormonios esteroides. sendo tranportado no sangue por lipoproteinas (70% por LDL. COMENTÁRIOS: Sangue: O Colesterol eh o principal lipideo associado a doenca vascular aterosclerotica. etc. Liquido pleural: a dosagem do colesterol no liquido pleural eh util na diferenciacao entre transudatos e exsudatos. A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro. A avaliacao do risco cardiovascular engloba o colesterol total e suas fracoes. lipoproteina (a). queimaduras. A associacao de colesterol elevado e LDH maior que 200 UI/L tem sensibilidade de 99% no diagnostico de exsudatos. A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). Pode estar diminuido na doenca de Wilson. vascular e no esqueleto. ingestao de solucoes e alimentos contaminados e exposicao a fungicidas que contenham o metal. triglicerides.M ATENÇÃO: Para pedidos com glicemia o jejum máximo é 14hs. 25% por HDL e 5% por VLDL).O. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA .FORNO DE GRAFITE VALOR DE REFERENCIA: 15 A 60 MCG/24 HORAS COBRE MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA . subfracionamento da apolipoproteinas A1 e B. ingestao de solucoes e alimentos contaminados e exposicao a fungicidas que contenham o metal.

MANUAL DE EXAMES maior 50 mg/dL possa ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO . Existem dois tipos de . onde encontram-se diminuidas.COLESTEROL HDL : .COLESTEROL TOTAL: VALORES DE REFERENCIA: COLESTEROL HDL : 2 A 10 ANOS: MAIOR OU IGUAL A 40 MG/DL: DESEJAVEL 10 A 19 ANOS: MAIOR OU IGUAL A 35 MG/DL: DESEJAVEL ADULTOS : MENOR QUE 40 MG/DL : BAIXO MG/DL MG/DL MG/DL MG/DL MAIOR OU IGUAL A 60 MG/DL: ALTO COLESTEROL VLDL : ATE 40 MG/DL COLESTEROL LDL : 2 A 19 ANOS: MENOR QUE 110 MG/DL 110 A 129 MG/DL : DESEJAVEL ACEITAVEL MAIOR OU IGUAL A 130 MG/DL: AUMENTADO ADULTOS : MENOR QUE 100 MG/DL 100 A 129 MG/DL 130 A 159 MG/DL 160 A 189 MG/DL : OTIMO : DESEJAVEL : LIMITROFE : ALTO MAIOR OU IGUAL A 190 MG/DL: MUITO ALTO COLESTEROL TOTAL: 2 A 19 ANOS: MENOR QUE 170 MG/DL 170 A 199 MG/DL : DESEJAVEL : ACEITAVEL MAIOR OU IGUAL A 200 MG/DL: AUMENTADO ADULTOS : MENOR QUE 200 MG/DL 200 A 239 MG/DL : OTIMO : LIMITROFE MAIOR OU IGUAL A 240 MG/DL: ALTO COLESTEROL SUBFRACIONAMENTO DAS FRAÇÕES MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: COLINESTERASE ERITROCITÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO COMENTÁRIOS: As dosagens das colinesterases sao os parametros para controle biologico da exposicao aos organofosforados e carbamatos.COLESTEROL LDL : . existem controversias sobre sua utilidade.COLESTEROL VLDL : .

hemocromatose. obesidade. hipertrigliricidemia. podem apresentar predisposicao a apneia apos uso de relaxantes musculares. tireotoxicoses. na intoxicacao por organofosforados iniciase em 72 horas. intestino e em outros tecidos. tuberculose. METODO: CINETICA VALORES DE REFERENCIA: 303 A 598 U/10 ELEVADO A 12 ERITROCITOS IBMP (NR-7): REDUCAO DE 30% DA ATIVIDADE INICIAL COLINESTERASE PLASMÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO COMENTÁRIOS: A atividade da pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou colinesterase plasmatica) eh reduzida de forma mais rapida e intensa que a colinesterase eritrocitaria. baco e eritrocitos. Ao contrario da colinesterase plasmatica. insuficiencia cardiaca congestiva. uso de medicamentos. pulmoes. Apresenta meia-vida de 8 dias. doencas psiquiatricas. Outras condicoes tambem cursam com diminuicao da pseudocolinesterase: gravidez. distrofia muscular. esferocitose. parkinsonismo. tromboembolismo pulmonar. hipoproteinemia. Condicoes que cursam com aumento da colinesterase eritrocitaria: estados hemoliticos como talassemia. choque. insuficiencia renal cronica. cirrose hepatica. antibioticos e insulina. encontrada principalmente nas sinapses do sistema nervoso. A recuperacao da atividade da pseudocolinesterase nas intoxicacoes por carbamatos se da apos 24 horas. androgenos. infeccoes agudas. artrite reumatoide. tendo pouco valor nas intoxicacoes cronicas. transfusao de hemacias e plasma. A colineterase eritrocitaria eh mais usada para avaliar exposicao cronica aos organofosforados. Pacientes com formas atipicas da enzima pseudocolinesterase. polineurites. diabetes. hipertireoidismo. Algumas condicoes cursam com aumento da pseudocolinesterase: hipercolesterolemia. a colinesterase eritrocitaria tem aumento rapido de sua atividade apos tratamento com Pralidoxime. sindrome nefrotica. METODO: ENZIMATICO . hepatite. hemoglobina SS e anemias hemoliticas adquiridas. refletindo a exposicao aguda aos organofosforados. pos-operatorios. hipocolesterolemia. policitemias.MANUAL DE EXAMES colinesterases no sangue: 1) colinesterase verdadeira (acetilcolinesterase ou colinesterase eritrocitaria). encontrada no plasma. desnutricao. uso de benzodiazepinicos. Outras condicoes podem cursar com diminuicao da colinesterase eritrocitaria: hemoglobinuria paroxistica noturna e anemia megaloblastica. com baixa atividade enzimatica. Sua atividade eh suprimida de forma mais lenta e menos intensa que a pseudocolinesterase. plasmaferese. 2) pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou colinesterase plasmatica).

As proteinas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatorios ou infecciosos (resposta aguda) e diminuem ou estao ausentes no hipercatabolismo. cefalosporinas. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: MAIOR OU IGUAL A 60 u/CAE COOMBS DIRETO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O teste de Coombs direto eh utilizado na investigacao das anemias hemoliticas auto-imunes.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: DE 5. MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: ACIMA DE 60% DE FORMAS VIVAS. Reacoes falso-positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas. por isoimunizacao materno-fetal ou pos transfusional. artrite reumatoide). COMPLEMENTO SÉRICO TOTAL E FRAÇÕES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste que quantifica a atividade total do complemento serico (via classica).000 U/L IBMP (NR-7): REDUCAO DE 50% EM RELACAO A ATIVIDADE INICIAL NOTA: ENCONTRA-SE DISPONIVEL A DETERMINACAO DA COLINESTERASE DE ERITROCITARIA(VERDADEIRA) EM SANGUE TOTAL. tetraciclina. COLORAÇÃO SUPRA VITAL MATERIAL: ESPERMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Avalia a vitalidade dos espermatozoides.000 A 14. deficiencia hereditaria ou consumo por formacao de imunocomplexos (glomerulonefrites. sulfonamidas. UTIL NOS CASOS EXPOSICAO CRONICA AOS ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS. lupus eritematoso sistemico. METODO:TESTE EM GEL (MICRO TYPING SYSTEM) . metildopa e insulina.

0 mcg/dl. tenesmo. triagem de anemias hemoliticas e provas pre. Sao consideradas indicacoes de coprocultura: diarreia sanguinolenta. o que pode ocorrer em situacoes patologicas levando principalmente a hemolise. e na presenca .colienteropatogenicas. presenca de leucocitos fecais e historia de exposicao a agentes bacterianos. E uma alteracao tardia e inespecifica. Shigella spp. sintomas severos e persistentes. A COPRO-U tambem pode estar aumentada em estado febris. quando os valores de chumbo no sangue estao acima de 70.transfusionais. anemia hemolitica e perniciosa. entre outros eventuais patogenos. E. Este teste faz parte da rotina de exames no pre-natal de gestantes Rh negativo. fornecendo niveis mais elevados significativamente. febre reumatica. poliomielite. No Laboratorio Hermes Pardini as culturas sao direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. METODO: FORAM UTILIZADOS SISTEMAS DE ISOLAMENTO E IDENTIFICACAO COPROPORFIRINAS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O chumbo provoca a inibicao da enzima coproporfirinogenio descarboxilase. METODO: TESTE EM GEL (MICRO TYPING SYSTEM) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COPROCULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cultura de fezes identifica microorganismos enteropatogenicos em casos de diarreia aguda ou cronica. febre. cirrose hepatica.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COOMBS INDIRETO-ANTICORPOS IRREGULARES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fracoes do complemento ligadas as hemacias. Reacoes falso-positivas podem decorrer da presenca de crioaglutininas. levando ao aumento da coproporfirina nos eritrocitos e na urina.

neoplasia. a coproporfirina eh a porfirina mais comumente observada nas porfirias secundarias. pode-se realizar a dosagem das coproporfirinas na urina. chumbo. . Porfirinas fecais (coproporfirinas e protoporfirinas) estao usualmente dentro dos limites da normalidade na Porfiria Intermitente Aguda. insuficiencia renal cronica. pode-se realizar a dosagem das coproporfirinas na urina. especifica. Entretanto.0 MCG/G DE CREATININA COPROPORFIRINAS PESQUISA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A coproporfirina eh uma porfirina de solubilidade intermediaria. Sao causas comuns de coproporfirinuria: hepatopatia. sendo excretada nas fezes e urina. Eh util na investigacao das formas cutaneas bolhosas de porfiria. Sao causas comuns de coproporfirinuria: hepatopatia.0 MCG/G DE CREATININA EXPOSICAO: ATE 250. morfina e oxido nitrico. especifica.MANUAL DE EXAMES de outros metais como Hg. exposicao ao alcool. hexaclorobenzeno. insuficiencia renal cronica. sendo excretada nas fezes e urina. Alem da pesquisa na urina e fezes. neoplasia. METODO: FLUORESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COPROPORFIRINAS PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A coproporfirina eh uma porfirina de solubilidade intermediaria. nao sendo. pois. nao sendo. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: NORMAIS : ATE 100. morfina e oxido nitrico. Na coproporfiria hereditaria ocorre elevacoes macicas das coproporfirinas. exposicao ao alcool. Eh util na investigacao das formas cutaneas bolhosas de porfiria. arsenico. Sua determinacao deve ser usada para a triagem de casos de intoxicacao inicial. Entretanto. hidrato de cloral. Ag. hexaclorobenzeno. Porfirinas fecais (coproporfirinas e protoporfirinas) estao usualmente dentro dos limites da normalidade na Porfiria Intermitente Aguda. a coproporfirina eh a porfirina mais comumente observada nas porfirias secundarias. Alem da pesquisa na urina e fezes. arsenico. pois. Bi e Zn. hidrato de cloral. Na coproporfiria hereditaria ocorre elevacoes macicas das coproporfirinas. Sb. chumbo.

A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada na propedeutica das anemias de etilogia obscura. lactose. na deficiencia de G6PD. nas hemoglobinopatias por hemoglobinas instaveis.MANUAL DE EXAMES METODO: FLUORESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORPOS DE HEINZ MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os corpos de Heinz consistem na precipitacao de cadeias de globina que libertam-se do heme quando a hemoglobina eh oxidada. Trata-se de um teste de triagem cuja positividade denota a deficiencia de dissacaridases (sacarose. Sua concentracao encontra-se elevada nos casos de sindrome de cushing e stress. Eh essencial para o metabolismo e funcoes imunologicas. diferenciando diarreia secretoria de osmotica (secundaria a intolerancia aos carboidratos). Fermentacao bacteriana pode levar a falsopositivos. na talassemia maior. Apresenta-se . nas intoxicacoes por drogas. METODO: AZUL DE CRESIL BRILHANTE VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORPOS REDUTORES FECAIS MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os acucares nao absorvidos na porcao alta do intestino delgado sao detectados como corpos redutores nas fezes. maltose). Normalmente sao removidos pelo baco. Sao observados em anemias hemoliticas de varias etiologias. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORTISOL LIVRE MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cortisol eh secretado pelo cortex da adrenal em resposta a estimulacao do hormonio adrenocorticotropico (ACTH). esplenectomizados e outros.

5 A 32.0 NMOL/L 23:00 HORAS: MENOR QUE 3.MANUAL DE EXAMES reduzido na doenca de addison e nos casos de hipopituitarismo (com producao deficiente de ACTH).6 NMOL/L CORTISOL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O cortisol eh secretado pelo cortex da adrenal em feedback com o hormonio adrenocorticotropico (ACTH). Eh essencial para o metabolismo e funcoes imunologicas. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: CRIANCA : 2.0 A 90. Apresenta-se reduzido na doenca de addison e nos casos de hipopituitarismo (com producao deficiente de ACTH).0 A 55.0 MCG/DL 16:00 HORAS: QUEDA MAIOR QUE 35% DO VALOR DAS 8:00 HORAS 18:00 HORAS: QUEDA MAIOR QUE 50% DO VALOR DAS 8:00 HORAS CORYNEBACTERIUM MINUTISSIMUM – PESQUISA .0 MCG/24 HORAS CORTISOL SALIVAR MATERIAL: SALIVA TEMPO DE JEJUM: Conforme especificacoes da coleta.0 MCG/24 HORAS ADOLESCENTE: 5.0 MCG/24 HORAS ADULTO : 10.0 A 27. Dosagens basais e apos supressao por dexametasona possuem utilidade diagnostica. Sua concentracao encontra-se elevadas nos casos de Sindrome de Cushing e stress. Dosagens basais e apos supressao por dexametasona possuem utilidade diagnostica. As concentracoes plasmaticas de cortisol sao influencidas pelo CBG. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: 08:00 HORAS: 5. COMENTÁRIOS: METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: ADULTO: 08:00 HORAS: 3.0 A 25.

gravidez. METODO: COLORACAO AO GRAM/GIEMSA CREATINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Corynebacterium minutissimum eh um bastonete gram-positivo agente do eritrasma. oclusao prolongada da pele) pode gerar lesao intertriginosa. individuos com massa muscular elevada. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: 76 A 124 MICROMOL/L CREATINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. gravidez. corticoterapia e no hipotereoidismo. particularmente em axilas. Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas. corticoterapia e no hipotereoidismo. miopatias. necrose muscular. Normalmente eh um constituinte da flora normal da pele. necrose muscular. regiao inguinal e interdigitais. A pesquisa eh util no diagnostico diferencial das dermatofitoses. umidade excessiva. TEMPO DE JEJUM: . individuos com massa muscular elevada. mas sob certas condicoes (pacientes diabeticos. Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS : ATE 500 MICROMOL/L MULHERES: ATE 1000 MICROMOL/L CREATINA MATERIAL: URINA DE 24H. miopatias.

acido urico. miopatias. idade. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS : ATE 500 MICROMOL/L MULHERES: ATE 1000 MICROMOL/L CREATININA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. piruvato.50 A 1. A equação do estudo MDRD não foi testada em crianças. hidantoina. corticoterapia e no hipotereoidismo. As limitacoes da creatinina sanguinea.(ADULTO): HOMEM : 0. idosos acima de 70 anos. trimetoprim. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular.ADULTO NAO NEGRO .MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. pacientes gravemente enfermos e pessoas com extremos de peso. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. proteina. Eh o produto de degradacao da creatina.70 A 1. salicilato. anticoncepcionais e anti-inflamatorios). Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas. A formula do estudo MDRD eh considerada a melhor para esta estimativa em adultos.) CREATININA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: É o teste mais utilizado para avaliacao do ritmo de filtracao glomerular (RFG). sexo. na avaliacao clinica da funcao renal.73m².) VALORES DE REFERENCIA . mulheres grávidas.10 MG/DL RITMO DE FILTRACAO GLOMERULAR: . mas tambem da massa muscular. gravidez. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. necrose muscular. individuos com massa muscular elevada. ressaltando-se que esta formula eh mais precisa quando o RFG eh inferior ou igual a 60ml/min/1. cimetidina. estimularam varios autores a propor formulas de estimativa do RFG. alimentacao.30 MG/DL MULHER: 0. concentracao de glicose.

sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal.ADULTO MAIOR QUE 18 ANOS: MAIOR QUE 60 mL/min/1.5 G/24 HORAS . salicilato.A PARTIR DE 22/02/2007. PARA MAIORES DE 18 ANOS. sexo. hidantoina. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. trimetoprim. ESTAMOS FORNECENDO O VALOR DO RFG (RITMO FILTRACAO GLOMERULAR) ESTIMADO PELA FORMULA DO ESTUDO DE MDRD (MODIFICACAO DA DIETA EM DOENCAS RENAIS).) CREATININA MATERIAL: URINA DE 24H. idade. alimentacao. cimetidina. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD.5 G/24 HORAS MULHER: 0. CREATININA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina. trimetoprim. idade. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. cimetidina. salicilato. mas tambem da massa muscular. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular. anticoncepcionais e antiinflamatorios). concentracao de glicose. piruvato.ADULTO NEGRO VALOR DE REFERENCIA .MANUAL DE EXAMES RITMO DE FILTRACAO GLOMERULAR: .8 A 1. proteina.5 A 2. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina. acido urico. mas tambem da massa muscular. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular. piruvato. alimentacao.73 m2 NOTA: DE ACORDO COM AS RECOMENDACOES DA SBN (SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA) E DO NKDEP (NATIONAL KIDNEY DISEASE EDUCATION PROGRAM). concentracao de glicose. sexo. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. anticoncepcionais e antiinflamatorios). proteina. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. acido urico.) VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : 1. hidantoina.

salicilato. sexo. na gravidez e no diabete melito. em altas temperaturas pode causar conversao da creatina a creatinina.) CREATININA CLEARANCE MATERIAL: SORO/URINA TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Teste utilizado para avaliacao da taxa de filtracao glomerular. proteina. No clearence de creatinina valores sericos e urinarios sao medidos e a depuracao eh calculada e corrigida tendo em vista a superficie corporal. trimetoprim. ESPERA-SE UMA REDUCAO DE 6.MANUAL DE EXAMES CREATININA MATERIAL: URINA DE 12H. concentracao de glicose. acido urico. sendo mais sensivel que a determinacao serica isolada. Armazenamento da urina por muito tempo. hidantoina.JAFFE MOD. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. VOLUME URINARIO: TEMPO DE COLETA: CREATININA URINA : CREATININA SANGUE: ML HORAS MG/DL MG/DL SUPERFICIE CORPORAL EM M2: VALORES DE REFERENCIA: CRIANCAS: 70 A 140 ML/MIN/1. piruvato. acarretando aumentos espurios. METODO: COLORIMETRICO . cimetidina.73 M2 HOMEMS : 85 A 130 ML/MIN/1. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. Clearence elevado pode ser encontrado apos exercicios.73 M2 MULHERES: 75 A 115 ML/MIN/1. idade. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular.5 ML/MIN/1.73 M2 A CADA DEZ ANOS. Variacao intraindividual desse teste pode chegar a 15%. mas tambem da massa muscular. . alimentacao.73 M2 NOTA: APOS OS 40 ANOS DE IDADE. anticoncepcionais e antiinflamatorios).

A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no miocardio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esqueletica. Eh um marcador sensivel. rabdomiloise. Intervalo entre mamadas para lactentes COMENTÁRIOS: A presenca de crioaglutininas em titulo superior a 1:32 eh indicativa de infeccao por Mycoplasma pneumoniae. podendo-se encontrar niveis elevados em pacientes com doencas e traumas da musculatura esqueletica. em traumas e injecoes musculares. Niveis elevados sao encontrados no infarto agudo do miocardio. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90% no diagnostico do infarto agudo do miocardio. ocorrendo pico em 12 a 24 horas e retorno a niveis normais em 2 a 3 dias.MANUAL DE EXAMES CREATINOFOSFOQUINASE-CK TOTAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: MULHERES : ATE 165 U/L HOMENS : ATE 190 U/L CRIANCA DE 2 A 12 MESES: ATE 325 U/L CRIANCA APOS 12 MESES : ATE 225 U/L CREATINOFOSFOQUINASE MB MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Dosagem unica de CK-MB tem sensibilidade de 50% a entrada do paciente no pronto socorro. cerebro e coracao. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 25 U/L CRIOAGLUTININAS MATERIAL: SORO/SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO8h. exercicio fisico. dermatopolimiosite. distrofia muscular. A presenca de macro-CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevacoes de CPK MB acima dos valores da CPK total. hipertermia maligna. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atipica apresentam . miocardite. Eh detectavel em 4 a 6 horas apos lesao miocardica. mas inespecifico de lesao miocardica. sem significado patologico.

processos inflamatorios. Reacoes falsonegativas podem ocorrer em amostras previamente refrigredas ou uso de antibioticos. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA . doencas auto-imunes. Intervalo entre mamadas para lactentes. incluindo infeccao neonatal. estando associada a uma variedade de patologias como doencas linfoproliferativas. doencas malignas. Intervalo entre mamadas para lactentes. mieloma multiplo e macroglobulinemia de Waldenstron. COMENTÁRIOS: Criofibrinogenio eh uma proteina que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. Guardam relacao com o tipo de alimentacao e o processo patologico. Pode haver reacoes positivas na mononucleose ou na doenca da crioglobulina (lgM-Kappa). METODO: PRECIPITACAO CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A identificacao dos cristais na urina eh utilizada na tipificacao de disturbios do trato urinario e do metabolismo. METODO: AGLUTINACAO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:32 CRIOFIBRINOGÊNIO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO8h. doencas infecciosas agudas ou cronicas.MANUAL DE EXAMES crioaglutininas no periodo de 8 a 30 dias apos o inicio da infeccao. estando associada com desordens na coagulacao. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. sendo util no diagnostico e orientacao terapeutica. METODO: PRECIPITACAO CRIOGLOBULINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. COMENTÁRIOS: Proteina que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas.

2 MCG/L CROMO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: . devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. sendo util no diagnostico e orientacao terapeutica. ulceracoes. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de cristais no liquido sinovial pode ser util na determinacao da etiologia do quadro articular. rinite e asma bronquica. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. principalmente. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE COM CORRETOR ZEEMAN) VALOR DE REFERENCIA: 0. ao cancer do trato respiratorio. Os cristais de monourato de sodio sao encontrados na artrite gotosa.7 A 2. E irritante e corrosivo para pele e mucosas. CROMO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada. Cristais de pirofosfato de calcio sao encontrados principalmente dentro de leucocitos e macrofagos na pseudogota. Guardam relacao com o tipo de alimentacao e o processo patologico. eczemas. Os microcristais podem ser encontrados no interior das celulas ou livres no liquido articular.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de coproporfirinas na urina eh utilizad na tipificacao de disturbios do trato urinario e do metabolismo.

principalmente. DYS143. DYS283.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada.0 MCG/G CREATININA (NR-7.1994. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. DYS254. ao cancer do trato respiratorio.MT/Br) CROMOSSOMO Y. E irritante e corrosivo para pele e mucosas. DYS158 DYS114. DYS149. eczemas. Marcadores Estudados: DYS84. devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. ulceracoes. DYS127.0 MCG/G CREATININA (NR-7. rinite e asma bronquica.1994. DYS147. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 5. ao cancer do trato respiratorio. eczemas. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 5. ulceracoes.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. DYS117. Ausencias na amplificacao destas regioes presença de microdelecoes. devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. DYS86. ESTUDO GENÉTICO DAS MICRODELEÇÕES MATERIAL: ESPERMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Orientacao sobre o Exame: O sistema de deteccao de microdelecoes no cromossomo Y permite a analise de 14 regioes especificas associadas a infertilidade masculina.MT/Br) IBMP: 30. AZFb e AZFc. principalmente.0 MCG/G CREATININA (NR-7. E irritante e corrosivo para pele e mucosas.1994.1994. Estas regiões são as que mais frequentemente apresentam microdelecoes e estao localizadas nas regiões AZFa.MT/Br) CROMO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada. RBM1. DYS153.MT/Br) IBMP: 30. DYS277 especificas do cromossomo Y comprovam a . rinite e asma bronquica.

RBM1. DYS117. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Orientaçao sobre o Exame: O sistema de deteccao de microdelecoes no cromossomo Y permite a analise de 14 regiões especificas associadas a infertilidade masculina. Estas regiões sao as que mais frequentemente apresentam microdelecoes e estao localizadas nas regioes AZFa. AZFb e AZFc. DYS149. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos gram-negativos. DYS153. diminuição do título de antígeno corresponde a bom prognostico. Reações falso-positivas podem ocorrer na presença de fator reumatóide. DYS158 DYS114. DYS127. DYS283. DYS254. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. ESTUDO GENÉTICO DAS MICRODELEÇÕES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Estas microdelecoes localizadas no braco longo do cromossomo Y e detectadas neste estudo estao associadas aos casos de infertilidade masculina. Marcadores Estudados: DYS84. da mesma maneira. Ausencias na amplificacao destas regioes presenca de microdelecoes. DYS143. DYS147. DYS86. DYS277 especificas do cromossomo Y comprovam a CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINAÇAO DIRETA) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil no diagnostico e prognostico da infecção criptococica. MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINACAO DIRETA) MATERIAL: LíQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO .MANUAL DE EXAMES CROMOSSOMO Y.

O exame microscopico direto permite diagnostico rapido do criptococos no líquor (meningites) e outros materiais (escarro. a infecção é mais severa e crônica naqueles com defesas baixas. Sua infecção inicia-se com infecção pulmonar. ossos. lavado broncoalveolar. MÈTODO: MICROSCOPIA CRYPTOSPORIDIUM – PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Infecção por Cryptosporidium em humanos é causa de diarréia em imunocompetentes e imunodeprimidos. . fígado. pele. etc). rins. e em especial no sistema nervoso centra. Em imunodeprimidos. Entretanto.MANUAL DE EXAMES CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINACAO DIRETA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS AGLUTINACAO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS DIRETA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença criptococose atinge primariamente os pacientes com imunodeficiência das celulas T. sendo assintomatica e totalmente resolvida em imunocompetentes. lavado bronquico. em especial. portadores de SIDA e neoplasias.se por pulmões. O criptococos é uma levedura encapsulada. a infecção espalha.

È útil para monitorização da resposta ao tratamento Bifosfonatos e estrogenos reduzem os níveis de telopeptideos. em uso de corticóide.pro-peptideos. dor no hipocôndrio direito e colestase.colageno tipo I) que contem extensões N e Cterminais.584 NANOG/ML DE 50 A 70 ANOS : INFERIOR A 0. Níveis estão diminuidos em indivíduos com hipoparatireoidismo.025 A 0. ser um dos causadores de colangiopatia em pacientes com SIDA.854 NANOG/ML .HOMEM : DE 30 A 50 ANOS : 0. O colágeno tipo I é sintetizado a partir de seu precursor (pro.MULHER: PRE-MENOPAUSA : 0.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicação: Obstrução dos canalículos.016 A 0. Doenca de Paget. MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: .104 A 1. . MÈTODO: ZIEHL-NIELSEN MODIFICADO C-TELOPEPTIDEO – CTX MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 8H. que se manifesta com febre. Após um processo complexo. após 3 meses de terapia adequada. Níveis elevados são encontrados em crianças. Interpretação: Migração por capilaridade do radiotracador através dos canalículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem através do ducto naso-lacrimal bilateralmente ate as cavidades nasais.MANUAL DE EXAMES Pode ainda.e C. obstrução do ducto naso-lacrimal. pacientes com osteoporose. com níveis mais baixos entre 14 e 23 horas. Pico de excreção ocorre entre 5 e 8 horas. o pro-colageno é convertido a colágeno pela remoção enzimatica dos N. marcador da reabsorção óssea. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.573 NANOG/ML POS-MENOPAUSA : 0. Estes fragmentos são denominados telopeptideos. em 30 A 40%. osteomalacia. refletindo um aumento do turnover ósseo pela noite.704 NANOG/ML ACIMA DE 70 ANOS: INFERIOR A 0. osteodistrofia renal.008 NANOG/ML DACRIOCINTILOGRAFIA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR . COMENTÁRIOS: È um produto da degradação do colágeno.

716 NANOG/ML 335 A 3.DHEA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O DHEA é produzido pela supra-renal e gonadas. Baixas concentrações ocorrem em doença de addison. Elevações ocorrem em: tumores adrenais.3 A 9.0 NG/ML .2 A 7.226 302 A 1. tumores virilizantes das adrenais e na síndrome de cushing. doença de cushing.5 NG/ML DEHIDROEPIANDROSTERONA.8 A 10.4 A 12. carcinoma adrenal. È um marcador da função adrenal cortical. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: IDADES 1 A 7 DIAS: 8 A 15 DIAS: PRE-PUBERES: HOMEM 855 A 4. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: . A excessiva produção do DHEA leva ao hirsutismo e virilização via conversão para testosterona.6 NG/ML . hiperplasia adrenal e adrenarca precoce.FEMININO ADULTO : 0.1 A 3.6 NG/ML : 0.5 NG/ML . Valores baixos são encontrados na doença de addison e na hipoplasia adrenal. È o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteroides urinarios.MASCULINO ADULTO: 1.3 NG/ML : 0.758 111 A 1.6 A 10 ANOS .1 A 5 ANOS .MENOR QUE 1 ANO : 0.PUBERDADE : 0. È muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteroides.1 A 1.201 MULHER 689 A 4.SULFATO-DHEA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O SDHEA é sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais.497 NANOG/ML 162 A 962 NANOG/ML .MANUAL DE EXAMES RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO DEHIDROEPIANDROSTERONA. Encontra-se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal congenita.

Razao LDH pleural/serica maior que 0.300 NANOG/ML DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: L. com sensibilidade de 98% e especificidade entre 70 e 98%.6 e LDH pleural > 200 U/L são indicam exsudato.6 sugere exsudato. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Níveis de LDH acima de 1000 U/L são encontrados em neoplasias e empiema. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Pleural: È um critério para diferenciação entre exsudato e transudato. MÈTODO: CINETICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: EXSUDATO: MAIOR QUE 200 UI/L TRANSUDATO:MENOR QUE 200 UI/L NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÀLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. LOGO APÒS A COLETA E DEHIDROGENASE LACTICA . DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: L. Esta elevada nas peritonites (espontaneas e secundarias). PARA SEPARAÇAO DOS ELEMENTOS CELULARES. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. MÈTODO: CINÈTICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: 100 A 190 U/L NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. LOGO APÒS A COLETA E REFRIGERADA. DOS ELEMENTOS CELULARES. Relação LDH pleural/serica > 0. PARA SEPARAÇÂO REFRIGERADA.MANUAL DE EXAMES ADULTOS : 800 A 5. ascitico: Normalmente niveis de LDH no liquido ascítico são 50% dos valores sericos.600 350 A 4.

Esta elevada nas peritonites (espontaneas e secundarias). pneumopatias. Pleural: È um critério para diferenciação entre exsudato e transudato. L.MASCULINO: 1 A 30 DIAS : 125 A 735 U/L 31 DIAS A 365 DIAS: 170 A 450 U/L 1 A 3 ANOS 4 A 6 ANOS 7 A 9 ANOS : 155 A 345 U/L : 155 A 345 U/L : 145 A 300 U/L . tuberculose peritoneal e carcinomatoses. MÈTODO: CINÈTICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: NÌVEIS NORMAIS DE LDH NO LÌQUOR CORREPONDEM A 10% DOS VALORES SERICOS. ascitico: Normalmente níveis de LDH no liquido ascítico sao 50% dos valores sericos. com sensibilidade de 98% e especificidade entre 70 e 98%. sendo liberada na ocorrencia de dano celular. hipotireoidismo. Razao LDH pleural/serica maior que 0.6 e LDH pleural > 200 U/L são indicam exsudato. DOS ELEMENTOS CELULARES.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Líquor: Níveis normais de LDH no líquor são 10% da LDH no sangue. tumores do sistema nervoso central e meningites. trauma e obstrução intestinal. anemia hemolitica. L. Relação LDH pleural/serica > 0. cardiopatias. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Elevação dos níveis de LDH ocorre em neoplasias. etilismo. Níveis elevados são encontrados no acidente vascular cerebral. PARA SEPARAÇAO REFRIGERADA. colagenoses. pancreatite. inflamacoes.6 sugere exsudato. MÈTODO: CINETICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALORES DE REFERENCIA: . LOGO APÒS A COLETA E DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sangue: È uma enzima que cataliza a conversão de lactato a piruvato. hipoxia. mononucleose. hepatites. Hemolise pode levar a resultados falsamente elevados. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Níveis de LDH acima de 1000 U/L são encontrados em neoplasias e empiema. anemia megaloblastica. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÁLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA.

Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO. desde imediatamente antes de surgirem os sintomas até o sétimo dia da infecção. geralmente quando o agente é o dengue 2 ou 3. em geral. Após a transmissão existe um período de incubação de dois a sete dias.FEMININO : 1 A 30 DIAS : 145 A 765 U/L 31 DIAS A 365 DIAS: 190 A 420 U/L 1 A 3 ANOS 4 A 6 ANOS 7 A 9 ANOS 10 A 12 ANOS 13 A 15 ANOS 16 A 18 ANOS : 165 A 395 U/L : 135 A 345 U/L : 140 A 280 U/L : 120 A 260 U/L : 100 A 275 U/L : 105 A 230 U/L MAIORES DE 18 ANOS: 100 A 190 U/L DENGUE. sendos assintomaticas em 80% dos casos. den2. MÈTODO: TRANSCRIÇAO REVERSA E REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE ANINHADA COM "PRIMERS" ESPECÌFICOS VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. . Os principais sintomas da doença são de febre. A confirmação do diagnostico de dengue pode ser realizado através de exames sorologicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). È mais comum na reinfecção. Em determinadas situações. den3 e den4). As crianças apresentam formas mais leves da doença.MANUAL DE EXAMES 10 A 12 ANOS 13 A 15 ANOS 16 A 18 ANOS : 120 A 325 U/L : 120 A 290 U/L : 105 A 235 U/L MAIORES DE 18 ANOS: 100 A 190 U/L . Existem quatro sorotipos causadores de dengue. Esse vírus é transmistido ao homem através da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. calafrios. mialgia e cefaleia. a evolução pode dirigir-se para a forma hemorragica. QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. que não oferecem proteção cruzada entre si (den1. È possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue através da utilização de iniciadores ("primers") específicos. PCR QUALITATIVA E TIPAGEM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Dengue é uma doença infecciosa aguda causada por um flavivirus. a PCR é útil durante o período de viremia. que raramente ocorre na infecção primaria.

TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 2H. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 24H.MANUAL DE EXAMES DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 12H.

com grau variável de intensidade. Não existe um consenso único sobre o melhor método de rastrear e diagnosticar DMG. historia de DMG previo. abortos de repetição. gravidez previa com feto macrossômico. asfixia perinatal.MANUAL DE EXAMES ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DIABETES INSIPIDUS. A importancia do seu diagnostico esta relacionada aos comprovados efeitos deleterios da hiperglicemia sobre o binomio materno-fetal. malformações congenitas fetais. parto prematuro.M. hipertensão ou DHEG. malformações congenitas.TESTE DE RESTRIÇÃO HÍDRICA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: DIAGNÓSTICO DE DIABETES GESTACIONAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h a 14 horas ou C. obito fetal intra-uterino. hipoglicemia e ictericia neonatais. policitemia. obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual e idade superior a 25 anos. infecções do trato urinario. VALORES DE REFERENCIA: APÒS 100 GRAMAS DE GLICOSE ANIDRA RESULTADOS GLICEMIAS SINTOMAS (COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO) JEJUM: MG/DL 1a. dentre outros.O.HORA: MG/DL 3a. Os principais fatores de risco para o seu desenvolvimento incluem historia familiar de diabetes historia de morte fetal ou neonatal.HORA: MG/DL +--------------------------+ | VALORES DE REFERENCIA | +----------------+--------------------------+ . macrossomia fetal. COMENTÁRIOS: O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como intolerância a glicose. como polidramnio. abortos espontâneos. que aparece ou é diagnosticado pela primeira vez na gravidez.HORA: MG/DL 2a. mortalidade materna aumentada.

produto final da peroxidação lipidica.HORA | MENOR QUE 155 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 3a.8 NMOL/ML DIALDEIDO MALONICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O dialdeido malonico (MDA) é um produto final da lipoperoxidação. Referencia Bibliografica Report of the Expert Committe on Diagnosis on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 18 NMOL/MG DE CREATININA . Clinical Practice Recommendations .MANUAL DE EXAMES | JEJUM | MENOR QUE 95 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 1a. como o TNF-Beta e a IL-8. O dialdeido malonico. Contribui para a reação inflamatória por ativação de citocinas proinflamatórios. Supplement 1. Committe Report. produto final da peroxidação lipidica. como o TNF-Beta e a IL-8. O dialdeido malonico. The Expert Committe on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus.American Diabetes Association 2004:27. Contribui para a reação inflamatória por ativação de citocinas proinflamatórios.HORA | MENOR QUE 140 MG/DL | +----------------+--------------------------+ NOTA: DOIS OU MAIS VALORES ALTERADOS DETERMINAM O DIAGNÒSTICO DE DIABETES MELLITUS. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4. DIALDEIDO MALONICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O dialdeido malonico (MDA) é um produto final da lipoperoxidação.HORA | MENOR QUE 180 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 2a.

O. MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE .M. sendo útil para se prevenir toxicidade. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 100 A 1. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ultima dose do medicamento.0 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRAÇAO DA PRÒXIMA DOSE. indução de anestesia em intervenção de pequenas cirurgias. desintoxicação alcoolica. A quantificação serica é realizada para auxiliar o clínico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentração ótima para cada paciente considerado individualmente.0 A 11.000 NANOG/ML DIFENILHIDANTOINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C.0 A 20. COMENTÁRIOS: Usado principalmente para tratamento da ansiedade. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada as proteínas plasmaticas com meia vida de 20 a 60h.M. JD do medicamento de 6 h ou C.M. .O.CRIANÇAS: 6.M.MANUAL DE EXAMES DIAZEPAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C.HPLC NIVEL TERAPEUTICO: .O.O. DIGOXINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Coletar antes da proxima dose do medicamento ou C. COMENTÁRIOS: È um digitalico amplamente utilizado no tratamento da insuficiencia cardíaca sistólica e no controle de distúrbios do ritmo cardíaco. contudo. A quantificação serica é realizada para auxiliar o clínico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentração otima para cada paciente considerado individualmente. se função renal normal. outras utilizações incluem o tratamento do estado de mal epiletico.ADULTOS : 10. COMETÁRIOS: A Difenilhidantoina é o medicamento de escolha para tratamento das convulsões tonicoclonicas.0 MCG/ML .

Quinidina. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruzada com a digoxina.8 A 2. itraconazol. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terapeuticos quando há hipocalemia. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatis e na diminuição do fluxo mesenterico. hipomagnesemia. diltiazem. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: IDADE RECEM-NASCIDOS: HOMEM MENOR QUE 0. Ressalta-se que sua dosagem não detecta a digitoxina. hipóxia e infarto agudo do miocardio. determinando níveis falsamente elevados. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina.DHT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. espironolactona. colestiramina. alcalose.2 NMOL/L) . Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo.60 MULHER MENOR QUE 0.ADULTOS : ACIMA DE 2.8 NMOL/L) NOTA: ESSE NÌVEL TERAPEUTICO DEVE SER CONSIDERADO APÒS 4 HORAS DE ADMINISTRAÇAO DO MEDICAMENTO. eritromicina. gravidez e em crianças. antiacidos.0 NANOG/ML NÌVEIS TÒXICOS :.CRIANÇAS : ACIMA DE 3. síndrome de anovulação crônica e alta atividade da 5 alfa redutase. COMENTÁRIOS: È derivada principalmente da conversão periférica tecidual através da ação da enzima 5 alfa redutase sobre a testosterona. hipercalcemia. Algumas drogas diminuem a absorção da digoxina: metoclopramida. A DHT exerce sua atividade androgenica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo. laxativos e fenitoina.5 NANOG/ML (3.5 NANOG/ML NÂO SIGNIFICAM NECESSARIAMENTE NIVEIS DIHIDROTESTOSTERONA.MANUAL DE EXAMES Estado de equilíbrio é alcancado em 5 dias. È relacionada como agente causal na hiperplasia prostatica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da conversão da testosterona-DHT. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA NÌVEIS TERAPEUTICOS: DE 0. Sua concentração diminuida é observada no hipogonadismo e deficiência da 5 alfa redutase. insuficiência hepatica.0 NANOG/ML (3. EM PERÌODOS MAIS CURTOS VALORES SUPERIORES TÓXICOS. Esses compostos podem ocorrer na insuficiencia renal.15 NANOG/ML . Pequenas quantidades de DHT são secretadas pelos testículos. versapamil e amiodarona podem elevar os níveis sericos da digoxina. A 2. È um androgenio importante para o desenvolvimento da genitalia externa masculina e crescimento prostático.

confirmada a cintilografia ou angiografia. Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreção vaginal.MANUAL DE EXAMES ATE 3 ANOS : MENOR QUE 0. que é detectado uma hora após formação do trombo e permanece elevado em media 7 dias. neoplasias.05 A 0. posoperatórios (ate 1 semana). DISMORFISMO ERITROCITÁRIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A analise da morfologia das hemacias no sedimento urinario pode indicar se a origem da hematuria é glomerular (presença de acantocitos e/ou codocitos) ou não glomerular. a fibrinólise endogena leva a formação do DD. Sua determinacao é útil no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). MÈTODO: ELFA (ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY) VALOR DE REFERENCIA: 68 A 494 NANOG/ML EXAME DIRETO A FRESCO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no diagnóstico de Tricomoniase. uretral e urina primeiro jato).65 MENOR QUE 0. insuficiencia cardíaca e pneumonias. Ressalta-se que as dosagens do DD sérico realizadas por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de latex. anemia falciforme. Nestes pacientes. Níveis elevados de DD têm sensibilidade superior a 90% na identificação de TEP.20 NANOG/ML MENOR QUE 0.35 MENOR QUE 0. sepses.35 NANOG/ML 4 A 10 ANOS : 11 A 14 ANOS : ADULTO : DÍMERO-D MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: J 4H COMENTÁRIOS: O Dimero D (DD) é um produto da degradação da fibrina pela plasmina. Níveis elevados também são encontrados nas seguintes situações: infarto agudo do miocardio.80 MENOR QUE 0.20 NANOG/ML MENOR QUE 0. coagulação intravascular disseminada.20 NANOG/ML 0. Entretanto.70 0. devemos ressaltar sua baixa especificidade. Indivíduos .25 A 0.

mas outros orgãos e sistemas podem ser afetados. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE . A incidência e de 1/8000. sendo possível concluir o diagnostico em torno de 70 a 80% dos casos. transitório das hematurias microscopicas.MANUAL DE EXAMES que não apresentam número significativo de hemacias no sedimento urinario deverão colher nova amostra. Este exame detecta estas mutações dez principais exons do gene da distrofina. A distrofia miotonica de Steiner. MÈTODO: MICROSCOPIA CONTRASTE DE FASE VALOR DE REFERENCIA: AUSÊNCIA DE ACANTOCITOS E CODOCITOS DIAGNÒSTICO DA DISTROFIA DE BECKER E DUCHENNE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As Distrofias de Becker/Duchenne são causadas por uma ou várias deleções no gene da distrofina. ate que se obtenha uma amostra com numero representativo. O gene DMPK esta localizado no cromossomo 19q13 e apresenta uma repetição de trinucleotideo CTG na extremidade 3'. uma doença de expansão (repetições CTG) . devido ao carater. muitas vezes.PCR EXON 51: EXON 19: EXON 45: EXON 48: EXON 17: EXON 8: EXON 4: EXON 12: EXON 44: EXON 49: CONCLUSAO: DISTROFIA MIOTÔNICA DE STEINERT DIAGNÓSTICO MOLECULAR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As manifestações clínicas da distrofia miotônica são principalmente musculares.

. não é especifico. COMENTÁRIOS: Auto-anticorpos contra dsDNA são encontrados em cerca de 40 a 70% dos pacientes com lupus eritematoso sistemico (LES) ativo. através do estudo de marcadores distribuidos no gene PMP. miastenia gravis e infecções.Intervalo entre mamadas para lactentes.MANUAL DE EXAMES apresenta padrão de herança autossômico dominante. com penetrancia completa e expressividade variável. devido à rara ocorrência de reações falso-positivas. alterações sensoriais e motoras. com uma frequencia de 1 em 2500. deformidades nos pés. AUTO-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. METODO: PCR DNA NATIVO. Cerca de 75% dos casos de Charcot-Marie-Tooth são causados por uma duplicação na região do gene PMP22 da proteína mielínica periférica.DNA é encontrado no LES e sua presença é um dos critérios da ARA para o seu diagnostico. síndrome de Sjogren. Entretanto. Níveis crescentes ou altos titulos de anticorpos antidsDNA associados a abaixos níveis de complemento quase sempre significam exacerbação da doença ou doença em atividade. sendo a imunofluorescencia em Crithidia luciliae a melhor. Porém. Sua presença esta relacionada com maior probabilidade de acometimento renal. podendo ocorrer com baixos titulos na artrite reumatóide (AR). mesmo entre membros de uma mesma familia. proveniente de crossing over desigual no cromossomo 17p11. doença mista do tecido conjuntivo. os titulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados.2-p12 Esta tecnica consegue diagnosticar cerca de 78% dos casos. O ds. como a esquistossomose e malaria. cuja intensidade sofre variação individual. MÈTODO: LUCILIAE VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA UTILIZANDO ANTÌGENO CRITHIDIA DOENÇA DE CHARCOT-MARIE-TOOTH IA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença Charcot-Marie-Tooth e uma doença neurologica mendeliana autossômica dominante. lupus induzido por drogas. São varias as metodologias disponíveis para detectar os anticorpos anti-DNA. mesmo com a remissão clínica da doença. Caracteriza-se por fraqueza e atrofia muscular. hepatite crônica ativa.

D17S59A.MANUAL DE EXAMES MÈTODO: PCR VALOR DE REFERÊNCIA: Dois alelos em cada marcador. A doença de Gaucher e transmitida sob um carater autossômico recessivo cuja alteração genetica esta localizada no cromossomo 1q21. D17S59B. Analisamos as mais comuns mutações (N370S. Interpretação: Cerca de 75% dos casos de Charcot-Marie-Tooth na forma desmielinizante (CMT1A) são causados por uma duplicação contendo gene da proteína mielina periférica. um resultado negativo não exclui a doença. D17S2220. Este estudo detecta a expansão de trinucleotideos na região gênica. HETEROZIGOTO: Possui a mutação em um dos cromossomos. A ausência destas mutações estudadas não exclui a presença de outras mutações na mesma região DOENÇA DE HUNTINGTON MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença de Huntington é um distúrbio neurodegenerativo de curso progressivo. DOENÇA DE GAUCHER MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A ao Doença de Gaucher (DG) é a mais comum causada das por alterações uma relacionadas de armazenamento lipidico (esfingolipidose). deficiência glicocerebrosidade lisosomal. Em 78% dos casos a presença de três alelos em pelo menos um destes marcadores indica a duplicação do gene. D17S2227. HOMOZIGOTO: Possui a mutação nos dois cromossomos. R463C) que causam a doença de Gaucher. L444P. D17S2224. No entanto. MÈTODO: REAÇÂO EM CADEIA DA POLIMERASE MUTAÇAO N370S: MUTAÇAO L444P: MUTAÇAO R463C: INTERPRETAÇÃO NEGATIVO: Ausência da Mutação. Os oito marcadores ( D17S54A. MÈTODO: PCR-STR Fluorescente . D17S2228 e D17S2230 ) estudados estão localizados na região contendo este gene.

Individuos não afetados possuem ate 35 repetições do trinucleotideo CAG nos dois alelos ausência de expansões. OBSERVAÇAO: O alelo corresponde ao numero das repetições CAG observadas. O estudo é indicado para diagnóstico da doença e detecção de portadores com historia familiar de Tay-Sachs.MANUAL DE EXAMES INTERPRETAÇAO . Nota: Expansões acima de 240 repetições não são detectadas por esta tecnica.: A presença de 40 a 52 repetições (alelos) estão relacionadas à doença. TAY-SACHS INFANTIL . (Alelo Nulo) c) Podem apresentar um alelo com mais de 240 repetições. . DOENÇA DE KENNEDY MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: PCR VALOR DE REFERENCIA: 17 a 26 repetições do Trinucleotideo OBS. Indivíduos sem a doença apresentam de 17 a 26 repetições. No entanto indivíduos que apresentam de 36 a 39 repetições podem ou não desenvolver os sintomas. b) Podem eventualmente apresentar outra mutação no alelo que impossibite sua detecção.ESTUDO GENETICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo detecta mutações no EXON 11 e no Intron 12 no gene da Hexosaminidase A. Indivíduos em cujo resultado foi observado homozigose: a) São homozigotos para os dois alelos.Indivíduos afetados pela Doença de Huntington possuem de 36 a mais de 100 repetições do trinucleotideo CAG em um ou nos dois alelos. MÈTODO: PCR RFLP .

HOMINIS VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. a maioria das bactérias associadas às infecções do trato genital: C. infertilidade e gravidez ectopica. M. M. DOSE TERAPÊUTICA COM IODO-131 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: DOSE TERAPÊUTICA PARA TRATAMENTO DA DOR ÓSSEA COM SAMÁRIO-153 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Preparo: Bom estado de hidratação aconselhável. N. MÈTODO: MULTIPLEX PCR FORAM PESQUISADAS AS SEGUINTES BACTERIAS: C.GENITALIS.urealyticum. Indicação: Paliação da dor óssea metastatica. As DST estão entre as 5 principais causas de procura por serviços de saúde (OMS-1990) e quando não tratadas podem levar a doenças inflamatórias na pelve. rapida e sensível que os métodos convencionais. U. não sendo necessária a dolorosa coleta intra-uretral. EMBORA RARAMENTE. È uma tecnica mais simples. È de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. PCR MULTIPLEX MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A PCR multiplex é capaz de detectar. RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO .N. RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. È um método não invasivo por utilizar amostra de urina de 1o jato.UREALYTICUM.gonorrhoea.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR.MANUAL DE EXAMES DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÌVEIS.hominis e U.TRACHOMATIS. M. em uma única reação.GONORRHOEAE. trachomatis.

COMENTÁRIOS: MÈTODO: COLORIMÈTRICO EXCREÇÂO DA XILOSE NA URINA DE 5 HORAS (APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: .ADULTOS : ACIMA DE 4 GRAMAS DE XILOSE EXCRETADA . COMENTÁRIOS: O teste é útil no diagnóstico diferencial das síndromes de ma absorção intestinal. MÈTODO: COLORIMÈTRICO DOSAGEM DA XILOSE NO SANGUE (1 HORA APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 25 MG/DL CRIANÇAS: ACIMA DE 30 MG/DL EXCREÇAO DA XILOSE NA URINA DE 5 HORAS (APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 4 GRAMAS DE XILOSE EXCRETADA CRIANÇAS: 16 A 33% DE XILOSE EXCRETADA EM RELAÇAO A. Crianca: JO 4h. Crianca: JO 4h. COMENTÁRIOS: MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 25 MG/DL CRIANÇAS: ACIMA DE 30 MG/DL NOTA: OS VALORES DE REFERENCIA SE APLICAM APENAS PARA 1 HORA APÒS A DOSE. QUANTIDADE ADMINISTRADA D-XILOSE MATERIAL: SORO / PLASMA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h. Crianca: JO 4h. D-XILOSE MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h.MANUAL DE EXAMES D-XILOSE MATERIAL: SANGUE+URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h.

BETA : 38.6 A 69.4 A 23. Os padrões de eletroforese de lipoproteínas são úteis na caracterização das dislipemias secundarias e primarias. 5 bandas (albumina. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfa-lipoproteina) migram com as alfa-1-globulinas. VLDL (pre-betalipoproteinas) migram com as alfa-2. ainda.CRIANÇAS: 16 A 33% DE XILOSE EXCRETADA EM RELAÇAO A QUANTIDADE ADMINISTRADA. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermediarias (IDL) formam banda larga entre regiões pre. E ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 12H. O uso da eletroforese capilar permite. alfa1. LDL (beta-lipoproteinas) migram com as beta-globulinas. As lipoproteínas podem ser separadas através de eletroforese. COMENTÁRIOS: Os lipides circulam no plasma combinados a proteínas (lipoproteinas). beta e gama) são visíveis.Intervalo entre mamadas para lactentes.PRE-BETA: 4.MANUAL DE EXAMES .3 A 53. COMENTÁRIOS: Soro: È usada como triagem de anormalidades nas proteínas sericas.ALFA : 22.1% . alfa2. usualmente. Em um soro normal.4% ELETROFORESE DE PROTEINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h.beta e beta. devido a sua alta resolução. e quilomicrons.3% .globulinas. a separação dos picos de Beta1 (transferrina e hemopexina) e Beta2 (Complemento C3). o que resulta em um padrão de seis . MÈTODO: ELETROFORESE EM GEL DE AGAROSE VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS .

do líquor é largamente utilizada na procura de bandas oligoclonais. Um padrão normal de proteinuria consiste de albumina e ocasionalmente tracos de bandas alfa1 e beta.BETA 1 : . pielonefrite. A imunofixação. ausência de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes genéticas. em 25 a 50% das infecções virais do sistema nervoso central. nos casos de neuroborreliose. Dois tercos da proteína filtrada é composta de albumina. Padrões de alterções da eletroforese de proteínas na urina: 1) Proteinuria glomerular (lesão minima. Eletroforese de proteínas na urina separa as proteínas de acordo com sua carga e permite a classificação do tipo de injuria. ainda. Urina: Normalmente a urina não aprsenta proteínas. O restante. como a glicoproteina Tamm-HJorsfall advem do próprio trato urinário.GAMA : % % % % % % G/DL G/DL G/DL G/DL G/DL G/DL RELACAO A/G: . sendo a imunofixação o proximo passo.BETA 2 : . cisticercose e tripanossomiase. linforma de Burkitt. uma maior taxa de detecção de bisalbuminemia. Bandas múltiplas. Líquor: Eletroforese de proteínas. transferrina. doença renal vascular. definidas como duas ou mais bandas discretas na região gama que estão ausentes ou em menor intensidade em eletroforese de soroconcomitante. Bandas intensamente coradas das regiões alfa a gama. sugerem imunoglobulinas monoclonais. neurosifilis. Também são observadas em quase todos os casos de panencefalite subaguda esclerosante. 2) Proteinuria tubular (lesao medicamentosa. alfa2 e beta-globinas.MANUAL DE EXAMES bandas. As funções glomerular e tubular normais resultam ex excreção de proteína inferior a 150 mg/dia. uma vez que o glomerulo previne a passagem de proteínas. em gel de agarose. MÈTODO: ELETROFORESE CAPILAR . A eletroforese de urina concentada pode não detectar cadeias leves por falta de sensibilidade. polineuropatia recorrente crônica. Bandas oligoclonais no líquor tem sido identificadas em 83% a 94% dos pacientes com Esclerose Múltipla estabelecida. ou apenas contém debil banda de albumina e globulina.ALFA 1 : . 40 a 60% dos csos prováveis e 20 a 30% dos casos possíveis. glomerulonefrite. Doença de Behcet. mielite transvera. Essa característica permite ganho adicional na avaliação de pacientes com gamopatias monoclonais. em áreas que normalmente não contem proteínas. bandas alfa1. Permite. proteínas de baixo peso molecular e algumas imunoglobulinas. 4) Prsenca de banda monoclonal. glioblastoma multiforme.ALFA 2 : . meningite criptococica. em geral.ALBUMINA: . rejeição a transplante): aumento de albumina. 3) Disturbios misto glomerular e tublar. é preferida por fornecer melhor resolução e ter habilidade para identificar bandas de imunoglobulinas específicas. carcinomatose meningea. nefropatia diabetica): aumento da albumina e bandas alfa1 e beta1.

A intensidade do parasitismo influi no numerode formas parasitarias eliminadas.BETA 2 : 3.PROTEINAS TOTAIS: 6. Endomisio é uma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa.ALBUMINA: 54. a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA antigliadina e anticorpos anti-endomisio.0 A 64. È recomendavel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. ANTICORPOS IgA E TOTAIS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h.MANUAL DE EXAMES PROTEINAS TOTAIS: VALORES DE REFERENCIA: . pois a ausência de parasitas em uma amostra de fezes não elimina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. Na DC.NEGATIVO: TITULO MENOR QUE 1:5 ENTAMOEBA HISTOLYTICA.9% .0 A 6.0 A 10. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal.ALFA 2 : 7.Intervalo entre mamadas para lactentes. Os anticorpos anti-endomisio são mais específicos e sensíveis que a anti-gliadina.ALFA 1 : 3.BETA 1 : 5. . ANTÍGENO NAS FEZES MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para identificação das diversas infestações parasitarias (ovos e larvar de helmintos e cistos de protozoarios) e na triagem das infecções intestinais.0% . títulos de anti-endomisio começam a decair em 6 a 12 meses. COMENTÁRIOS: Teste útil para o diagnostico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.3 G/DL ENDOMÍSIO.2% .6 A 18.4 A 8. Após inicio de terapia de restrição de gluten.6 A 8.8 A 7.GAMA : 10.4% .4% . MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: .8% G/DL .

diabete melito. Nas fezes. O achado de eosinofilos na urina ajuda na confirmação de nefrite intersticial. embora não patognomonico constitui dado importantissímo no diagnóstico de certos processos parasitarios do sistema nervoso (cisticercose. No escarro e lavado brônquico. hipertireoidismo. são abundantes na disenteria amebiana. doença hepatica alcoolica. mieloma. silicose e psoríase.MANUAL DE EXAMES METODO: HPJ HOFFMANN. equinococose). amiloidose. Níveis elevados também podem ser encontrados na Doença de Gaucher. são característicos na asma brônquica.)(CENTRIFUGAÇAO E SEDIMENTAÇAO ESPONTANEA) CONSISTENCIA: PASTOSA: COR: SOLIDA: AQUOSA: ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Elevações desta enzima associadas ao quadro clínico. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. EOSINÓFILOS MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 35 A 90 U/L EOSINÓFILOS MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de eosinofilos em materiais diversos ajuda na elucidação diagnóstica de numerosas patologias. PONS E JANER (MOD. enquanto nas secreções nasal e conjuntival sugerem processos alérgicos. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticoides e antihipertensivos inibidores da ECA. hanseniase. No líquor. radiologico e a biopsia com granulomas não caseosos sugerem sarcoidose. cirrose biliar primaria. asbestose.

EPINEFRINA E NOREPINEFRINA.DE PE POR 30 MINUTOS DOPAMINA: MENOR DO QUE 30 PICOG/ML EPINEFRINA E NOREPINEFRINA. Neutrófilos: processo infeccioso ou inflamatório das vias urinárias ou de regiões próximas antagonicamente.CATECOLAMINAS MATERIAL: URINA DE 24H. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) .MANUAL DE EXAMES EOSINÓFILOS MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EOSINÓFILOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sua presença ajuda na confirmação da nefrite intersticial.DEITADO OU DE PE POR 30 MINUTOS NOREPINEFRINA: MENOR QUE 1400 PICOG/ML . cistite iosinofílica e ateroembolia renal (Síndrome de embolo de colesterol).DEITADO POR 30 MINUTOS MENOR QUE 1700 PICOG/ML .CATECOLAMINAS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 4H COMENTÁRIOS: MÈTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) EPINEFRINA: NOREPINEFRINA: DOPAMINA: PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML VALORES DE REFERENCIA: EPINEFRINA: MENOR QUE 140 PICOG/ML .

0 4. entretanto. podem causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV. tem pico em 2 a 4 semanas.0 MENOR QUE 150. Também tem sido relacionado com neoplasias (ex.0 A 2.0 A 29.0 A 45. persistindo por toda a vida.0 EPSTEIN BARR ANTICORPOS VCA IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H.0 A 80. linfomas). Intervalo entre mamadas para lactentes. Nos quadros de reativação a IgM anti-VCA pode ser negativa.: desordens mieloproliferativas. infecção aguda por outros herpesvirus. A presença de IgM anti-VCA usualmente indica infecção aguda pelo EBV.0 A 10.0 A 3. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na fase aguda.2 A 10.0 8. Falso.0 4 A 7 ANOS: 0.0 A 65.0 A 17. Intervalo entre mamadas para lactentes. adenovirus) e apresenta de auto-anticorpos. COMENTÁRIOS: O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose Infecciosa (MI). MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 20 U/ML: NEGATIVO MAIOR OU IGUAL A 20 U/ML: REAGENTE EPSTEIN BARR ANTICORPOS VCA IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. os que agregam maior valor diagnostico são os contra o capsideo viral (VCA). Falsopositivos de IgM anti-VCA também são citados em infecção outras infecções recentes (toxoplasmose.MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: IDADES EPINEFRINA MCG/24 h NOREPINEFRINA MCG/24 h MCG/24 h 0 A 85 0 A 140 MENOR QUE 260 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 DOPAMINA MENOR DE 1 ANO: 0. .0 15.0 A 6. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas.0 7 A 10 ANOS: 0.0 0.0 ACIMA DE 15 ANOS: MENOR QUE 50.negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM.2 A 10. Dos anticorpos contra antígenos específicos do EBV.5 1 A 2 ANOS: 0. com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda.5 A 20.5 2 A 4 ANOS: 0. Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção.0 1.0 13.0 10 A 15 ANOS: 0.

persistindo por toda a vida. adenovirus) e apresenta de auto-anticorpos. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na fase aguda. . umidade excessiva. Normalmente é um constituinte da flora normal da pele. mas sob certas condições (pacientes diabéticos.ENTRE 20 E 40 U/ML: INDETERMINADO . Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção. Nos quadros de reativação a IgM anti-VCA pode ser negativa.PCR VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ERITRASMA-CORYBACTERIUM MINUTISSIMUM MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Coryne bacterium minutissimum é um bastonete gram-positivo agente do eritrasma. Falsopositivos de IgM anti-VCA também são citados em infecção outras infecções recentes (toxoplasmose. A presença de IgM anti-VCA usualmente indica infecção aguda pelo EBV.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose Infecciosa (MI).: desordens mieloproliferativas.MAIOR OU IGUAL A 40 Us/ML: REAGENTE EPSTEIN BARR PCR QUALITATIVO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: REAÇÂO EM CADEIA DA POLIMERASE . Falso. infecção aguda por outros herpesvírus.MENOR QUE 20 U/ML: NEGATIVO . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: . podem causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV. com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda. tem pico em 2 a 4 semanas. Dos anticorpos contra antígenos específicos do EBV. Também tem sido relacionado com neoplasias (ex.negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM. os que agregam maior valor diagnóstico são os contra o capsideo viral (VCA). oclusão prolongada da pele) pode gerar lesão intertriginosa. linfomas). entretanto.

MANUAL DE EXAMES particularmente em axilas. intoxicação por chumbo. Também utilizados na avaliação das policitemias. Podem estar aumentada nos casos de síndrome de cushing. estenose de artéria . RDW. shunts veno/arteriais. deficiência de vitamina B6. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxigênio. deficiência de folato. algumas doenças pulmonares hipoxemicas. hematocrito e índices: HCM. deficiência de B12. É também utilizada para diferenciação entre os quadros de policitemia primaria e secundaria. anemia perniciosa e anemia da gravidez. deficiência de ferro. COMENTÁRIOS: Inclui a contagem de hemácias. ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. A pesquisa é útil no diagnóstico diferencial das dermatofitoses. Sua dosagem é utilizada para investigação de anemias e avaliação da anemia provocada pela insuficiência renal. MÈTODO: CONTAGEM AUTOMATIZADA ATRAVES DE CITOMETRIA DE FLUXO VALORES DE REFERENCIA Hemácias: Hemoglobina: Hematocrito: VCM: HCM: CHCM: RDW: fl pg g/dl % || /mm3 g/dl % || || || || || || ERITROPOETINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: É um hormônio polipeptídico que regula a formação dos glóbulos vermelhos do sangue. hemoglobina. Útil no diagnostico diferencial das anemias. MÈTODO: COLORAÇAO AO GRAM/GIEMSA ERITROGRAMA MATERIAL: SANGUE TOTAL. esferocitose hereditária. anemias crônicas (insuficiência renal. AIDS). Encontra-se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianótica. Sua dosagem é útil na monitoração de níveis terapêuticos de EPO-recombinante administrada à pacientes com aplasia medular. VCM. talassemia. região inguinal e interdigital. pos-quimioterapia. CHCM.

Os níveis de eritropoietina podem estar elevados também devido a flebotomias. PREVIA OU REINFECÇAO. RESULTADOS POSITIVOS PODEM PERMANECER APÒS TRATAMENTO EFICAZ E RESULTADOS NEGATIVOS PODEM SER ENCONTRADOS EM PACIENTES COM PESQUISA DE OVOS POSITIVA EM FEZES. PREVIA OU REINFECÇAO. . COMENTÁRIOS: Detecção de anticorpos contra substrato de cercaria apresenta sensibilidade máxima de 90% em pacientes com formas agudas da doença.6 A 34. Sorologia positiva não distingue infecção aguda de exposição previa. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo.SUBSTRATO CERCARIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:40 (SUBSTRATO UTILIZADO: CERCARIA) NOTA: A IMUNOFLUORESCENCIA PARA ESQUISTOSSOMOSE POSSUI SENSIBILIDADE EM TORNO DE 90%. Intervalo entre mamadas para lactentes. Transfusões e estrogênios podem reduzir o nível da eritropoietina. NÂO DIFERENCIANDO INFECÇAO ATIVA. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 2.SUBSTRATO CERCARIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO NOTA: A IMUNOFLUORESCENCIA PARA ESQUISTOSSOMOSE POSSUI SENSIBILIDADE EM TORNO DE 90%. ESQUISTOSSOMOSE (IMUNOFLUORESCENCIA) MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA . Reações falso-positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA . feocromocitoma. nefroblastoma. uso de esteróides anabolizantes e algumas drogas. Entretanto. podem não ser detectados em indivíduos com infecções leves ou moderados. leiomiomas e adenocarcinoma renal). ascaris). NAO DIFERENCIANDO INFECÇAO ATIVA. A pesquisa de ovos pode positivar-se antes da sorologia.MANUAL DE EXAMES renal. hepatoma.0 mU/mL ESQUISTOSSOMOSE (IMUNOFLUORESCENCIA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. RESULTADOS POSITIVOS PODEM PERMANECER APÒS TRATAMENTO EFICAZ E RESULTDOS NEGATIVOS PODEM SER ENCONTRADOS EM PACIENTES COM PESQUISA DE OVOS POSITIVA EM FEZES.

REAÇOES COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL A 1 CM2 SÃO CONSIDERADAS POSITIVAS.9 CM2 | NEGATIVO | +--------------------------+-----------+ | 1. A sua aplicação mais justificada em inquéritos epidemiológicos.2 CM2 | POSITIVO | +--------------------------+-----------+ NOTA: EM CRIANÇAS.0 E 1. agente da esquistossomose.REAÇAO INTRADÈRMICA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Permite avaliação da exposição ao Shistosoma mansoni. É um teste alérgico imediato (hipersensibilidade tipo I). ESTÍMULO COM ACTH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. A reação não se torna negativa após uma quimioterapia eficaz. COMENTÁRIOS: ESTIMULO COM CRH/CRF POS SUPRESSAO COM DEXAMETASONA MATERIAL: SORO . As crianças são menos sensíveis ao antígeno. Em algumas áreas o índice de falso-positivo pode chegar a 10%.MANUAL DE EXAMES ESQUISTOSSOMOSE .1 CM2 | DUVIDOSO | +--------------------------+-----------+ | MAIOR OU IGUAL A 1. A indicação dessa técnica para casos individuais só se justifica para esclarecer casos em que a suspeita clínica com vários exames de fezes negativos. VALORES DE REFERENCIA: +--------------------------+-----------+ | AREA DO NODULO | RESULTADO | +--------------------------+-----------+ | MENOR OU IGUAL A 0. A reação apresenta uma sensibilidade de 95% em maiores de 20 anos do sexo masculino e cerca de 65% em mulheres e jovens. pois para controle de cura. não servindo.

0. com a insulina.4 MCG/DL INDICAM PSEUDO-CUSHING. tem peptìdeo c basal +/.77 nanog/ml apòs sustacal. COM VALOR MAIOR QUE 1.0.33 nanog/ml e se elevam para +/.M. Sua dosagem em condições padronizadas proporciona um estudo sensível da reserva pancreática. COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL (APÒS 0.M.4 MCG/DL. AOS 15 MINUTOS DO TESTE. em concentrações equimolares.SUSTACAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 a 14 horas ou C. +-------------+----------------+ | B A S A L |90 MINUTOS APOS | | |SUSTACAL | +---------------------------------+-------------+----------------+ | PEPTIDEO C | METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA | NANOG/ML | | | | | | | | | +---------------------------------+-------------+----------------+ VALOR DE REFERENCIA: RESPOSTA NORMAL 150 A 300% DO BASAL.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 8h ou C. após o início da insulinoterapia. O nível de peptídeo C em jejum ou após estímula pode ser utilizado no acompanhamento da história natural da função da célula beta no diabetes tipo 1.0 MCG/DL. ESTÍMULO DO PEPTÍDEO C. INDICAM SÌNDROME DE CUSHING. VALORES INFERIORES A 1. Sua dosagem não é afetada pela presença de anticorpos anti-insulina e pela extração hepática na primeira passagem. COMENTÁRIOS: A secreção endógena da insulina é mais bem avaliada pela dosagem do peptídeo C.O. Obs.: pacientes com iddm com menos de 5 anos de duraçao.5 MG DE DEXAMETASONA DE 6/6 Hs DURANTE 48 HORAS) APÒS 15 MINUTOS CRH INTERPRETAÇÃO: RESPOSTA NORMAL AO LIDDLE 1: SUPRESSÂO DO CORTISOL PARA VALORES INFERIORES A 5. que e cosecretado pelas células beta pancreáticas. . APÒS CRH: O CORTISOL.O.

19% de pacientes com peptìdeo c abaixo de 0. pode haver superposiçao de valores. tem basal +/. a queda progressiva de peptideo c e muito mais ràpida do que em adultos.em adolescentes com iddm. OU C.O. Níveis baixos ou indetectáveis não são úteis para o diagnostico de baixa estatura. 013 nanog/ml subindo somente para +/. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA INTERPRETAÇÂO: PRE-PUBERAL (TANNER 1): MAIOR DO QUE 3 NANOG/ML TANNER 2: MAIOR DO QUE 5 NANOG/ML TANNER 3 E 4: MAIOR DO QUE 7 NANOG/ML NOTA: OS VALORES DE CORTE APRESENTAM DISCORDANCIA E SÂO ARBITRARIAMENTE DEFINIDOS.15 nanog/ml têm grande Aumento do peptideo c apòs o sustacal.0.ESTÍMULO COM DESMOPRESSINA (ESTÍMULO PARA ACTH COM DESMOPRESSINA-DDAVP) MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 8H. Devendo-se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreção. 019 nanog/ml. Nos adultos. Embora esse teste possa ser ùtil para distinguir diabetes tipo 2 de tipo 1. OS MAIS UTILIZADOS SÂO: 5 NANOG/ML.MANUAL DE EXAMES Pacientes com mais de 5 anos de duraçao de iddm. M COMENTÁRIOS: A secreção do HGH é pulsátil. Lembrar que em 81% dos casos o teste e conclusivo. em alguns casos.0. aqui vai valer a avaliaçâo clìnica. ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens. Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas apos stress. bem como valores moderadamente elevados não confirmam o diagnostico de acromegalia. ACTH E CORTISOL . COMENTÁRIOS: APÒS ADMINISTRAÇÂO DE 10 ug DE DDAVP ENDOVENOSO +-----------------------+------------------------+ . 7 NANOG/ML E 10 NANOG/ML. exercícios físicos e sono. ESTÍMULO PARA GH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Pacientes com peptideo c maior que 2. estes picos são raros. apòs sobrecarga de sustacal. IDDM = diabetes mellitus insulino dependentes.20 respondem aos agentes orais.

O. OUTROS VALORES DE REFERENCIA ESTÃO NA LITERATURA MÈDICA.MANUAL DE EXAMES | CORTISOL | A.C. COMENTÁRIOS APÒS ADMINISTRAÇÃO DE CRH . ACTH E CORTISOL BASAL E ESTIMULO COM CRH/CRF (ESTÍMULO PARA ACTH E CORTISOL COM CRH/CRF) MATERIAL: PLASMA/SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h ou C.H.M. HIPERSENSIVEL | | QUIMIOLUMINESENCIA | QUIMIOLUMINESCENCIA | | (MCG/DL) | (PICOG/ML) | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | QUINZE MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | TRINTA MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ |QUARENTA CINCO MINUTOS | | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ |SESSENTA MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | | | | | | | B A S A L | | INTERPRETAÇAO: RESPOSTA POSITIVA OCORRE QUANDO È OBSERVADO UM INCREMENTO MAIOR DO QUE 50% DO VALOR BASAL PARA O ACTH E/OU MAIOR DO QUE 20% PARA O CORTISOL.T.

T. DIAGNÒSTICO DIFERENCIAL ENTRE SINDROME DE CUSHING ACTH-DEPENDENTE E ACTH-INDEPENDENTE: INCREMENTO NO ACTH INFERIOR A 10 PG/ML INDICA SÌNDROME DE CUSHING ACTH-INDEPENDENTE.C. HIPERSENSIVEL | | | QUIMIOLUMINESCENCIA | ********* | | | +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ INTERPRETAÇÂO O RESULTADO È EXPRESSO EM RELAÇAO AO BASAL. CORTISOL: INCREMENTO MAIOR QUE 20% INDICAMOS DOENÇA DE CUSHING. ESTÍMULO PARA PROLACTINA COM TRH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. COMENTÁRIOS: .H. (PICOG/ML) | | | | | | | | | | (MCG/DL) | | | | | ********** | | CORTISOL | | | | DIAGNÒSTICO DIFERENCIAL PARA SÍNDROME DE CUSHING ACTH-DEPENDENTE: ACTH: INCREMENTO MAIOR QUE 50% INDICA DOENÇA DE CUSHING.MANUAL DE EXAMES +-----------+------------+------------+-----------+ | B A S A L | 15 MINUTOS | 30 MINUTOS | 45 MINUTOS| +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ | | | QUIMIOLUMINESCENCIA | | | | +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ | A.

A recente introdução de ensaios ultra-sensíveis para o TSH. Em indivíduos normais.MANUAL DE EXAMES +--------------------------------------------------------------------+ | APOS TRH (200 MCG) | +---------------------+--------------+-------------------------------+ | | B A S A L | QUINZE MINUTOS |TRINTA MINUTOS| +---------------------+--------------+----------------+--------------+ | | | PROLACTINA | | | | | | | | | | QUIMIOLUMINESCENCIA| NANOG/ML | +---------------------+--------------+----------------+--------------+ VALOR DE REFERENCIA: AUMENTO MAIOR DO QUE 100% ESTÍMULO PARA TESTOSTERONA COM HCG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. sugere hipotiroidismo terciário. tornou este teste obsoleto para o diagnóstico do hipertiroidismo clássico. a resposta é mais elevada em mulheres que em homens e tende a declinar . e resposta positiva. COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA ESTÍMULO PARA TSH COM TRH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. O hipotiroidismo subclinico mostra resposta exagerada ao TRH e. sob circunstâncias particulares. exagerada e prolongada. que claramente distingue valores suprimidos e não suprimidos do TSH. Resposta ausente ou reduzida favorece o diagnostico de hipotiroidismo secundário. no hipotiroidismo central. freqüentemente atrasada.O. 8 horas ou C. 4H. em alguns casos. M COMENTÁRIOS: O hormônio liberador da tireotropina (TRH) é utilizado como teste de estimulo devido a sua capacidade de provocar a liberação da tireotropina (TSH). também outros hormônios adenohipofisarios.D. Ao contrario.D. prolactina (PRL) e. o teste do TRH pode ser útil no diagnóstico do hipotiroidismo central e para distinguir o hipertiroidismo com secreção inapropriada de TSH: tumores epifisários secretores de TSH (usualmente não responsivos) e variante epifisária da síndrome da resistência ao hormônio tireoidiano (quase sempre responsivo). o teste pode auxiliar. na diferenciação entre hipotiroidismo epifisário (secundário) ou hipotalâmico (terciário).

Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo primário e secundário.34 A 5. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL TSH ULTRA SENSÌVEL VALOR DE REFERENCIA: 0. insuficiência adrenocortical ou síndrome de Cushing.60 MICRO UI/ML TRINTA MINUTOS APÒS TRH (200 MCG) TSH ULTRA SENSÌVEL CRITÈRIO DE INTERPRETAÇAO: A RESPOSTA USUAL È DE 8 A 9 VEZES O VALOR DO BASAL (PODE APRESENTAR VARIAÇAO DE 3 A 23 VEZES). usa de glicocorticóides. EM GERAL. O estradiol é medido para estudo dos casos de amenorréia e como guia para monitoração do desenvolvimento folicular durante indução da ovulação. ESTÍMULO RÁPIDO PARA CORTISOL COM ACTH-CORTROSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. COMENTÁRIOS: +--------------------------------------------------------------------+ | APOS 250 MCG DE ACTH (CORTROSINA) | +--------------------+-----------+----------------+------------------| | | B A S A L | TRINTA MINUTOS | SESSENTA MINUTOS | +--------------------+-----------+----------------+------------------+ | CORTISOL | | | | | | | | | | |QUIMIOLUMINESCENCIA | | MCG/DL | +--------------------+-----------+----------------+------------------+ VALOR DE REFERENCIA: CORTISOL POS-ACTH DEVE SER MAIOR OU IGUAL A 18 MCG/DL ESTRADIOL 17-BETA-E2 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O 17-beta estradiol é o estrogênio mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. somatostatina ou compostos dopaminérgicos.MANUAL DE EXAMES com a idade. Outros possíveis fatores interferentes na resposta do TSH ao TRH incluem: níveis elevados de hormônios tireoidianos. A RESPOSTA È. PROPORCIONAL AO VALOR BASAL. administração de compostos iodados. Estradiol é também produzido pelas . pacientes gravemente doentes ou deprimidos.

MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS . Podem-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. uma vez que as provas cutâneas de sensibilidade retardada dependem de uma exposição previa a antígenos. tumores feminilizantes adrenais. juntamente com a tricofitina.MULHER: FASE FOLICULAR: 24 A 114 PICOG/ML FASE OVULATORIA: 62 A 534 PICOG/ML FASE LUTEINICA: 80 A 273 PICOG/ML POS-MENOPAUSA: 20 A 88 PICOG/ML . Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variação entre diferentes laboratórios. testículos e pela conversão periférica da testosterona. sugere-se seu controle em um único laboratório. Uma ou mais dessas provas devem ser positivas em crianças com imunidade celular normal. mais do que o estradiol.NEGATIVO: NODULO COM DIAMETRO MENOR QUE 5 MM . é o estrogênio circulante predominante. Pacientes em uso de corticóides ou anti-histamicos também podem apresentar reações negativas. Intervalo entre mamadas para lactentes. candidina e o PPD é utilizado para avaliação da imunidade celular. puberdade precoce feminina. doença hepática e ginecomastia masculina. COMENTÁRIOS: . Entretanto. Realizamos a dosagem de estradiol (rápido) por outra metodologia para casos de fertilização in vitro. VALORES DE REFERENCIA: .POSITIVO: NODULO COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL 5 MM ESTREPTOZIMA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO8H. Em mulheres menopausadas a estrona. uma vez que a exposição a estes antígenos é universal. crianças saudáveis menores de um ano podem ter resultados negativos.MANUAL DE EXAMES glândulas adrenais.HOMEM: 20 A 75 PICOG/ML ESTREPTOQUINASE/ESTREPTODORNASE MATERIAL: REACAO INTRADERMICA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste intradermico da estreptoquinase-estreptodornase.

MÈTODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: +---------------------+----------------+ | SEMANAS DE GESTACAO | nmol/L | +---------------------+----------------+ | | | | | | | | | | 10a. A 18a.80.70 | .7.80 . A 27a.60 | | 12.89 .4. Podem-se encontrar resultados de AEO positivos acompanhados de STZ negativa. A 36a. O estriol livre ou não conjugado é sintetizado basicamente pela unidade feto-placentaria.60 . A 15a. | 0.MANUAL DE EXAMES O teste da estreptozima (STZ) é uma reação rápida de hemoaglutinação que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos e não apenas contra a estreptolisina O. ESTRIOL-E3 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. 13a. COMENTÁRIOS: O estriol é o estrogênio mais importante da gravidez. 37a.84 | | 1. Valores isolados são de difícil interpretação e tem baixo poder preditivo na avaliação de risco fetal. e em conjunto a AFP e hCG como nos testes de avaliação do risco fetal integrado e triplo. A 12a. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas da infecção estreptocócicas.00 | | 15. sendo mais importantes as medidas seriadas.92 .65 .42. NADASE.52 . A 21a.22 | | 0.13.12 | | 0.90 | | 14. 16a. 19a. ESTREPTOQUINASE HIALURODINASE. representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres grávidas. Determinações repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. MÈTODO: AGLUTINAÇÂO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 100 USTZ NOTA: PESQUISA DE ANTICORPOS PARA ANTÌGENOS EXTRACELULARES DO STREPTOCOCCUS A: ESTREPTOLISINA O.99 . A 33a.76 . 31a.41.20 | | 8. DNASE.40 | | 7. 25a. Títulos elevam-se uma semana apos infecção aguda e podem permanecer por ate 12 meses.62. 22a. A 24a.20. A 39a. A 30a. 34a.30 .30 .30.40 | | 11. sendo indicador sensível da saúde fetal. 28a.1.

estratificação de risco por infarto do miocárdio. Obs.6 PICOG/ML . INTERPRETAÇÃO: Distribuição iso-homogenea do radiofarmaco em todas as paredes miocárdicas. A estrona é muito utilizada para avaliação do hipogonadismo. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: . avaliação de puberdade precoce (completa ou parcial). ESTRONA. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol.: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico.1 A 102.GRÀVIDAS: 100 .7 PICOG/ML . A maior parte da E1 esta conjugada sob a forma de sulfato. SUA COMBINAÇÂO COM OUTROS MARCADORES BIOQUIMICOS NOS TESTES INTEGRADO E TRIPLO AUMENTA O VALOR PREDITIVO.8000 PICOG/ML ESTUDO DE VIABILIDADE MIOCÁRDICA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR .SEM TERAPIA ESTROGÊNICA: 14.8 A 114.1 PICOG/ML .20 A 150 PICOG/ML MULHERES: .2 A 137. Hipoconcentrações indicam processos isquêmicos e ou infarto miocárdico antigo.2 PICOG/ML .FASE LUTEINICA: 49. . pesquisa de viabilidade miocárdica.MENOPAUSA: . É o principal estrogênio circulante após a menopausa. diagnóstica de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposição hormonal na menopausa.PICO OVULATORIO: 59.COM TERAPIA ESTROGÊNICA: 40 A 346 PICOG/ML .IN VIVO [IN] TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: Indicação: Pesquisa de isquemia miocárdica.MANUAL DE EXAMES +---------------------+----------------+ NOTA: A DOSAGEM DO ESTRIOL NÂO CONJUGADO TEM BAIXO PODER PREDITIVO QUANDO USADO DE FORMA ISOLADA NA AVALIAÇÂO DO RISCO FETAL.9 A 229.E1 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A estrona é mais potente que o estriol porem menos potente que o estradiol. diagnóstico diferencial das miocardiopatias.FASE FOLICULAR: 37.

16. endócrinas e psíquicas.MANUAL DE EXAMES ESTUDO GENÉTICO FETAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo é realizado através da extração do DNA de material de aborto. A intoxicação aguda provoca principalmente alterações no sistema nervoso central. MÈTODO: PCR-STR . X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. 18. cardiovasculares. X E Y CROMOSSOMO 21 (4 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 18 (3 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 16 (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 13 (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO X (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO Y (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CONCLUSÂO: VALORES DE REFERENCIA: 2 CROMOSSOMOS AUTOSSÔMICOS. 16. 1 OU 2 CROMOSSOMOS X (SEXO FEMININO) 1 CROMOSSOMO Y (SEXO MASCULINO) ETANOL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A principal via de absorção e oral. O tipo de bebida . sanguíneas. 13. enquanto a intoxicação crônica provoca alterações digestivas. hepáticas. 18. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. 13. e a mais importante manifestação da intoxicação pelo etanol e a depressão do sistema nervoso central.MICROSATELITES FLUORESCENTES RESULTADO: FORAM ESTUDADAS REGIOES DOS CROMOSSOMOS 21.

hepáticas. enquanto a intoxicação crônica provoca alterações digestivas. cardiovasculares. o ritmo de ingestão e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção. o ritmo de ingestão. sanguíneas. A intoxicação aguda provoca alteração digestiva e nervosa. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: ATE 5 MG/DL NOTA: SEGUNDO O CÒDIGO NACIONAL DE TRANSITO O LIMITE DE ALCOOLEMIA PARA CONDUÇÂO DE VEÌCULOS AUTOMOTORES È DE SEIS DECIGRAMAS POR LITRO (60 MG/DL). endócrinas e psíquicas. O tipo de bebida alcoólica.MANUAL DE EXAMES alcoólica. a concentração do etanol. e a mais importante manifestação da intoxicação pelo etanol e a depressão do sistema nervoso central. e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção. a concentração do etanol. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: ATE 5 MG/DL FAN-PESQUISA DE AUTO-ANTICORPOS MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FATOR REUMATÓIDE MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇÃO VALOR REFERENCIA: NEGATIVO FATOR REUMATÓIDE . ETANOL MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A principal via de absorção e a oral.

polimiosite e polimialgia reumática). dirigida contra IgG. algumas considerações devem ser realizadas na interpretação de seu resultado: FR é positivo em 5 a 10% da população saudável e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. S. pseudogota. Intervalo entre mamadas para lactentes. brucelose. Homozigotico normal. A nefelometria é o método atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). doenças que cursam com aumento de gamaglobulinas podem causar falsopositivos biológicos (LES. COMENTÁRIOS: O fator reumatóide é um auto-anticorpo. malaria. esquistossomose. . apresentando maior especificidade e sensibilidade. Homozigoto: Possui a mutação nos dois cromossomos. lepra. tuberculose. onde sua associação com o anti-CCP pode ser útil. Esta associada com aumento da resistência a Proteína C Ativada e risco aumentado para trombose venosa. doença hepatite crônica e endocardite). Sjogren. entretanto. artrite reativa. tripanossomíase. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. esta presente em 10 a 40% dos portadores de infecções crônicas (sífilis. Fr é negativo em 1/3 dos pacientes com AR. gota. esclerodermia. da classe IgM. VALORES DE REFERÊNCIA: Interpretação: Negativo: Não possui a mutação. MÈTODO: PCR com minisequenciamento para mutação pontual R506Q do gene Fator V Leiden.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. hepatite viral. Esta associada com aumento da resistência a Proteína C Ativada e risco aumentado para trombose venosa. MÈTODO: NEFELOMETRIA VALOR REFERENCIA: MENOR QUE 20 UI/ML FATOR RH FETAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FATOR V DE LEIDEN MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Veja Estudo Genético das Trombofilias. Heterozigoto: Possui a mutação em um dos cromossomos.

FENILALANINA-PKU MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: Entre uma mamada e outra. por motivos de ocorrência de eventos tromboembólicos ou por predisposição a estes. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12. TENDO EM VISTA A POSSIBILIDADE DE ELEVAÇÔES TRANSITÒRIAS.MANUAL DE EXAMES Nota: Mutações em outros genes ou outras mutações no gene do Fator V que causem trombose venosa não estão excluídas por este exame. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. devido às condições da amostra. Para evitar falso-negativos. EM NOVA AMOSTRA. caso ocorra qualquer problema técnico com o minisequenciamento no dHPLC. tendo o recém-nascido recebido aleitamento. Resulta de deficiência da fenilalanina-hidroxilase que catalisa a conversão da fenilalanina em tirosina. . SUGERIMOS REPETIÇÂO. FENILALANINA PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA RECENTE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Fenilcetonuria (PKU) é uma doença autossômica recessiva resultante de deficiência da enzima fenilalanina hidroxilase que normalmente converte a fenilalanina em tirosina. sendo herança autossômica recessiva. COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem da fenilcetonuria (PKU) no teste do pezinho.000. MÈTODO: FLUORIMÈTRICO MODIFICADO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4 MG/DL NOTA: PARA VALORES MAIORES QUE 4 MG/DL. OBSERVACAO 1: A analise molecular do FV Leiden também pode ser realizada pelo método de PCR RFLP. este exame deve ser realizado apos 48h de vida. Incidência no Brasil: 1:15. A PKU é a mais freqüente das aminoacidopatias. A CRITÈRIO CLÌNICO. OBSERVACAO 2: O Departamento de Genética Humana do IHP também oferece o exame de DETERMINAÇAO MOLECULAR DA SENSIBILIDADE A VARFARINA para a segurança do médico e do paciente que iniciarão o tratamento anticoagulante com varfarina. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por "imaturidade das enzimas" com subseqüente normalização. A hiperfenilalaninemia é deletéria ao SNC. Fenilalanina também pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas.

clonicas e parciais complexas. É utilizado para o tratamento de convulsões Tônico. MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE .M. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: ATE 20. A quantificação sérica é usada pelo clínico para monitorização terapêutica.0 A 40. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FENOBARBITAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4 h (alimentar) ou C. 1994. È corrosivo levando a severa ulceração.0 MG/G DE CREATININA (NR-7. MT/Br) FENOL MATERIAL: URINA .MANUAL DE EXAMES Resultados falso-positivos podem ocorrer com a urina na contaminação da amostra com fezes. 1994. sendo que a quantificação da fenilalanina em soro e urina pode ser realizada com a cromatografia de aminoácidos quantitativa. COMENTÁRIOS: O fenobarbital é um dos anticonvulsivantes menos tóxicos e mais eficazes.0 MCG/ML .ADULTOS: 15. queimaduras e intoxicações crônicas tais como transtornos digestivos e disfunção do sistema nervoso. pele e excretado pela urina principalmente na forma conjugada. A pesquisa é um teste de triagem.HPLC NIVEL TERAPÊUTICO: . FENOL MATERIAL: URINA 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste útil para avaliar a exposição ao fenol que e facilmente absorvido através da mucosa.0 A 60.0 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRAÇAO DA PRÒXIMA DOSE. MT/Br) IBMP: 250 MG/G DE CREATININA (NR-7.O.CRIANCAS: 20.

SEQUENCIAMENTO Observação: A FIBROSE CÍSTICA (FC) È UMA DOENÇA GENÈTICA DE HERANÇA AUTOSSÔMICA RECESSIVA. CAUSADA POR MUTAÇÔES NO GENE CFTR ("Cystic Fibrosis . gravidez. estrógenos e andrógenos. 1994. dHPLC. uso de contraceptivos orais. MÈTODO: COAGULOMETRICO VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: 200 A 450 MG/DL CRIANÇAS: 150 A 300 MG/DL FIBROSE CÍSTICA ESTUDO GENÉTICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: PCR. MT/Br) IBMP: 250 MG/G DE CREATININA (NR-7. queimaduras e intoxicações crônicas tais como transtornos digestivos e disfunção do sistema nervoso. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: ATÈ 20.0 MG/G DE CREATININA (NR-7. 1994. pele e excretado pela urina principalmente na forma conjugada.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste útil para avaliar a exposição ao fenol que e facilmente absorvido através da mucosa. Valores estão elevados em estados inflamatórios agudos. È corrosivo levando a severa ulceração. fibrinolise e doença hepática. MT/Br) FERRO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FIBRINOGÊNIO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O fibrinogênio é convertido à fibrina pela trombina. Níveis menos que 100 mg/dL podem estar associados com sangramentos. Os níveis de fibrinogênio estão diminuídos na afibrinogenemia hereditária. Doenças adquiridas são mais comuns que os distúrbios congênitos. coagulação intravascular disseminada.

FILÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL/ ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . . 6a.Identificação de portadores de defeito no gene da FC em pessoas com historia familiar para FC. . JÀ FORAM DESCRITAS MAIS DE 1. .Doadores de esperma e óvulos. POR PCR. MÈTODO: PCR alelo .000 MUTAÇÔES NO GENE DA FC. R553X. FORAM ANALISADOS OS exons 3. e N1303K DELTA F508: R553X: N1303K : VALORES DE REFERÊNCIA: Interpretacao: Negativo: Não possui mutação.Diagnóstico pré-natal. .Identificação de portadores de defeito no gene da FC. 7. 19 E 21 DO GENE CFTR QUE CONTÈM MAIS DE 360 MUTAÇÔES JÀ DESCRITAS NA LITERATURA E ENTRE ELAS ESTÂO INCLUIDAS AS DUAS MUTACÕES MAIS COMUNS (DeltaF508 E G542X).específico fluorescente para as mutações pontuais Delta F508. FIBROSE CÍSTICA PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Estudo indicado para: . POSSIBILITANDO A DETECÇÂO DE APROXIMADAMENTE 70% DOS ALELOS COM MUTAÇÂO PATOGENICA NO GENE CFTR. Homozigotico normal. 11. Homozigoto: Possui mutação nos dois cromossomos. 10. ESTE MÈTODO PERMITE O DIAGNÒSTICO DAS MUTAÇÔES DE MAIOR PREVALENCIA NO BRASIL. Nota: Outras mutações que causem Fibrose Cística não estão excluídas por este exame. dHPLC E SEQUENCIAMENTO. Heterozigoto: Possui mutação em um dos cromossomos.Confirmação do diagnóstico em pessoas com manifestações clinica de FC.MANUAL DE EXAMES Transmembrane Conductance Regulator Gene").

elefantiase de membros. do trato respiratório e gastrointestinal. A pesquisa do antígeno da W. apresentando diversas manifestações clínicas. mamas e órgãos genitais. bancrofti por método imunocromatografico apresenta sensibilidade de 100%. além de atuar sobre o SNC e tecido muscular. pois esta é passível de apresentar reações cruzadas com outras parasitoses. As microfilarias aparecem de 6 a 12 meses após a inoculação. A detecção do antígeno da W. na tireoide.4%. mamas e orgãos genitais. aorta e rins. Os sintomas iniciam-se um mês após a infecção. tendo como vetor o mosquito Culex. O teste que utiliza anticorpo monoclonal específico para a Wuchereria bancrofti substitui a pesquisa de microfilarias com melhor sensibilidade. Pode produzir irritação de mucosas. entre 22 e 2 horas e podem persistir por 5 a 10 anos. tendo periodicidade para circular a noite. bancrofti é causada por um nematodo que vive nos vasos sanguíneos das pessoas infectadas. bancrofti é superior a determinação de anticorpos por imunofluorescencia indireta. evoluindo nos casos crônicos evoluem com elefantiase de membros. a amostra para pesquisa do antígeno da W. A filariose por W. MÈTODO: IMUNOCROMATOGRAFIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FLUORETO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteoblastica). A ingestão de 10-80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. onde o excesso de calcificação dos ossos resulta em fusão das juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. A pesquisa de microfilarias é dependente da quantidade de sangue utilizado. especificidade de 96. brancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. MÈTODO: ESFREGAÇO EM LÂMINA . A evolução a quadros crônicos pode trazer graves sequelas: hidrocele. podendo ser usadas amostras coletadas em qualquer horário. Microfilarias podem estar ausentes do soro nos estágios iniciais e tardios da doença. Ao contrário da pesquisa de microfilarias. .COLORAÇÂO DE GIEMSA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FILARIOSE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: No Brasil a filariose é causada pela Wuchereria bancrofti.MANUAL DE EXAMES A pesquisa em sangue periférico é indicada para o diagnóstico de filariase.

1994. Interpretação: Vasos profundos permeáveis.MT/Br) FLUXO SANGÜÍNEO DAS EXTREMIDADES MATERIAL: In vivo TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicação: Diagnóstico de trombas venosas profunda dos membros inferiores. prostatite e outras neoplasias. RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: A fração prostática é secretada unicamente pelo epitélio da prostata e a sua atividade é inibida pelo ácido tartrico. Essa dosagem é inferior ao PSA no diagnóstico e monitorização do tratamento do câncer de prostáta.1994. ausência de colateralização do fluxo ou fenomenos obstrutivos. interferências de outras fosfatases no ensaio.MT/Br) IBMP: 3.0 MG/G DE CREATININA NO INICIO DA JORNADA (NR-7.5 MG/G DE CREATININA (NR-7.MT/Br) 10.1994. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 3. Elevações também podem decorrer da manipulação prostática.0 U/L FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: .0 MG/G DE CREATININA NO FINAL DA JORNADA (NR-7.MANUAL DE EXAMES MÈTODO: ELETRODO ION-ESPECÌFICO VALOR DE REFERÊNCIA: ATÈ 0. Valores normais podem ser encontrados no câncer de prostata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia é inferior a 5%.

intestino e placenta.0 A 147. trombocitoses. rins.0 U/L : 1.0 U/L : 15. mieloma. síndrome de ma-absorção. Aumentos ocorrem nas leucemias. pois não é influenciada pela filtração glomerular. imunoensaios especificos foram desenvolvidos para a isoforma óssea. pancreas e vesícula seminal.0 U/L FOSFATASE ALCALINA ESPECÍFICA ÓSSEA (ESQUELÉTICA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Ùtil como marcador da formação óssea. desnutrição.0 A 45. não ser afetada por variações diurnas e ter menos interferentes pre-analíticos. MÈTODO: IMUNOENSAIO POR CAPTURA VALORES DE REFERENCIA: FEMININO 5 A 9 ANOS 10 A 14 ANOS 15 A 19 ANOS 20 A 24 ANOS 25 A 44 ANOS : 43.0 A 159. baço.0 U/L : NAO DEFINIDO : 11. hemacias. Apesar da grande semelhança estrutural entre as isoformas.6 U/L 42. anemias hemolíticas. tumores ósseos. crescimento ósseo fisiológico da criança. Níveis são mais elevados em homens e aumentam com a idade em ambos os sexos. hipertireoidismo e hepatopatias. osteomalacia. Níveis aumentandos são encontrados na Doença de Paget. plaquetas. doença de NiemannPick. raquitismo. mas não elimina a reação cruzada com a isoforma hepática. Doença de gaucher. Sua determinação apresenta vantagens sobre a osteocalcina por ter meia-vida maior (1 a 2 dias). rins.7 U/L ACIMA DE 44 ANOS: 14. Juntamente com fosfatase alcalina total são os marcadores de escolha nos casos de doença de Paget. gravidez. tumores ósseos primários ou metastaticos. fígado. A isoforma óssea localiza-se na membrana plasmatica dos osteolblastos. ossos. adenomas e câncer da prostata. pulmões. Níveis diminuidos podem ser encontrados na hipofosfatesemia hereditária.6 A 29. infarto agudo do miocardio. fígado. leucocitos. hiperparatireoidismo. Crianças apresentam níveis mais elevados que adultos. È o melhor marcador de formação em pacientes com insuficiencia renal. hiperparatireoidismo. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 9. embolia pulmonar. fraturas. doença de Recklinghausen. doença de Gaucher.2 A .MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: As fosfatases ácidas estão presentes na prostata. A fosfatase alcalina presente no soro é produzida em diversos orgãos: osso. o que diminui. estando envolvida no processo de formação e mineralização dos ossos.

2 U/L : NAO DEFINIDO MAIOR OU IGUAL A 25 ANOS: 15. tumores ósseos. Amostras nao refrigeradas. hepatites virais (mais discretamente). hipervitaminose D. anticoagulantes e antiepileticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Medicamentos como anticoncepcionais orais. hipolipemiantes. MÉTODO: ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ | IDADE | (ANOS) |RECEM-|6 MESES | 10 A 11 | 12 A 13 | 14 A 15 | 16 A 18 |MAIOR 18| |NATOS |A 9 ANOS| ANOS | ANOS | ANOS | ANOS | ANOS | +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ |MASCULINO| | |250 A 730|275 A 875|170 A 970|125 A 720|90 A 360| +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ | AMBOS OS| 150 A| | SEXOS | 600 | 250 A | 950 | | | | | | | | | | | +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ |FEMININO | | |250 A 950|200 A 730|170 A 460| 75 A 270|70 A 290| +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ FÓSFORO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sangue: Menos de 1% do fosforo corporal se encontra no plasma.0 U/L : 10. hiperparatireoidismoo.0 U/L : 48.MANUAL DE EXAMES MASCULINO 5 A 9 ANOS 10 A 14 ANOS 15 A 19 ANOS 20 A 24 ANOS : 43. hipovolemia. nao dessoradas rapidamente e com hemolise podem causar elevacoes . intestino.8 A 33. osteomalacia e raquitismo. placenta.3 U/L FOSFATASE ALCALINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As fosfatases alcalinas estão presentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: óssos.0 A 41. acromegalia. sarcoidose.0 A 147. insuficiênca renal e trombocitose. metastases osseas. As izoenzimas hepáticas e ósseas representam 90% da fosfatase alcalina circulante. Em crianças a fração óssea predomina. rins e leucocitos. embolismo pulmonar. A fosfatase alcalina total encontra-se elevada na colestase. Causas de fosforo elevado: exercícios. hepatopatias. doenca de paget.0 A 200. hipoparatireoidismo. fígado.

aspirina. litio. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. uso de diurético. Outras drogas podem interferir na determinação do fosforo: acetazolamida. hiperalimentação.V. Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida. bicarbonato. deficiencia de vitamina D. corticóides e diuréticos. sais de aluminio. glicose endovenosa.5 A 4. diuréticos. corticóides e diuréticos. hipoparatireoidismo.8 MG/DL CRIANÇA: DE 4. deficiência de vitamina D e desordens tubulares renais. deficiência de vitamina D. diltiazen. sepse.MANUAL DE EXAMES espurias. isoniazida. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de antiácidos. bicarbonato. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Útil na avaliação do equilíbrio entre calcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários. FÓSFORO MATERIAL: URINA DE 24 h. aspirina. Níveis urinários elevados sao encontrados no hiperpratireoidismo. MÈTODO: CINETICO U.0 MG/DL FÓSFORO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Útil na avaliação do equilíbrio entre calcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. uso de antiácidos e intoxicação por vitamina D. salbutamol. diltiazen. pseudohipopratireoidismo. Níveis urinários elevados são encontrados no hiperpratireoidismo. pseudohipopratireoidismo. Níveis urinários elevados são encontrados no hiperpratireoidismo.V. hipoparatireoidismo. uso de diurético. alendronato. deficiência de vitamina D. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. calcitonina. dialise. uso de antiacidos e intoxicação por vitamina D. prometazina e anticoncepcionais. sais de alumínio. calcitonina. pseudohipopratireoidismo. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. uso de antiacidos e intoxicação . Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida. Urina: útil na avaliação do equilíbrio entre cálcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi.0 A 7. uso de diurético. MÈTODO: CINETICO U. hipoparatireoidismo. azatioprina. VALORES DE REFERENCIA: ADULTO : DE 2. corticóides.

55 0.60 0. MÉTODO: DE DACIE CURVA IMEDIATA RESULTADO: HEMOLISE INICIAL: 50% DE HEMOLISE : HEMOLISE FINAL TUBOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 CONC.40 0.50 0. diltiazen.30 0.90 0.10 0.30% DE NACL . Encontra-se diminuídas nas outras anemias hemolíticas (síndrome Talassemicas. bicarbonato.NACL% 0.50% DE NACL 50% DE HEMOLISE : DE 0. anemias ferroprivas.75 0.40 A 0. aspirina. Também se encontra aumentada na anemia hemolítica por deficiência de piruvatoquinase e na doença hemolítica perinatal.00 % DE NACL % DE NACL % DE NACL : HEMOLISE % VALORES DE REFERENCIA: HEMOLISE INICIAL: 0. calcitonina. doenças hepaticas e no estado pos-esplenectommia. sais de alumínio.MANUAL DE EXAMES por vitamina D.65 0. Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida.35 0.45% DE NACL HEMOLISE FINAL | : 0. MÈTODO: CINETICO U. corticóides e diuréticos.V. VALOR DE REFERENCIA: 400 A 1300 MG/24 HORAS FRAGILIDADE OSMÓTICA DAS HEMÁCEAS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: O aumento da fragilidade osmótica ocorre na esferocitose hereditária e em certas anemias hemolíticas esferociticas adquiridas. Hemoglobinopatias).20 0.

NACL% 1. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: DE 100 A 350 MG/DL FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .55 0.50 0.65 0.45 A 0.40 0.MANUAL DE EXAMES CURVA APOS 24 HORAS DE INCUBACAO A 37 GRAUS RESULTADO: HEMOLISE INICIAL: 50% DE HEMOLISE : HEMOLISE FINAL TUBOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 CONC. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou infecciosos na vesicula seminal.20 0.60 0.00 % DE NACL % DE NACL % DE NACL : HEMOLISE % VALORES DE REFERENCIA: HEMOLISE INICIAL: 0.20% DE NACL FRUTOSE-LIQUÍDO SEMINAL MATERIAL: LIQUÍDO SEMINAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides.75 0.70% DE NACL 50% DE HEMOLISE : DE 0.30 0.59% DE NACL HEMOLISE FINAL : 0.20 0.10 0.90 0.35 0.

MANUAL DE EXAMES A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. vegetais e do mel. vegetais e do mel. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 12H. Ocorre na frutosuria essencial. cujos resultados permitem diagnosticar os diferentes quadros que são agrupados em síndromes coprológicas: insuficiência gastrica. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. Ocorre na frutosuria essencial. A frutosuria é um achado raro. vegetais e do mel. A frutosuria é um achado raro. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. pancreatica e biliar. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. Ocorre na frutosuria essencial. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FUNCIONAL DE FEZES MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo coprológico visa o estudo das funções digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscopicas. exames químicos e outras. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. hipersecreção biliar. A frutosuria é um achado raro. desvios da flora bacteriana.

síndromes ileal e cecal. diminuiu a importancia diagnóstica do exame funcional de fezes. colites e outras alterações do transito intestinal.MANUAL DE EXAMES (fermentação hidrocarbonada e putrefação). O desenvolvimento de métodos que permitiram o diagnostico etiológico separado de cada uma das molestias agrupadas nestas síndromes. ANALISE FISICA Consistencia: Forma Cor Cheiro : : : Viscosidade : Muco Sangue : : ANALISE MACROSCOPICA RESIDUOS ALIMENTARES Tecido Conjuntivo Fibras Musculares Gordura Detritos Vegetais Calculos Areia Intestinal : : : : : : Falsa Areia Intestinal: Corpos Estranhos : ANALISE QUIMICA pH (Reacao) Gorduras (Sudam III) : : Corpos Redutores (Acucares): Pus (Catalase) Bilirrubina Estercobilina Proteinas Degradadas Proteinas nao Degradadas Albumina e Peptona Mucina Muco : : : : : : : : ANALISE MICROSCOPICA .

Valor de Refêrencia: 2.0 mL de solução 1N por 100 g de fezes ou 100 mL Dosagem de Àcidos Organicos Totais: 100 g de fezes.0 mL de solução 1N por 100 g de fezes ou 100 mL mL de solução 1N ácida para FUNGOS CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizada no diagnóstico das infecções em diversos materiais clinicos com identificação do agente causal.0 a 4. G .0 a 16. seu pronto e adequado processamento e a inoculação nos meios apropriados. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses são a coleta adequada. Valor de Referência: 14.MANUAL DE EXAMES Fibras Muculares Tecido Conjuntivo Amido Celulose Digestiva : : : : Celulose nao Digestiva: Flora Iodofila Levedos Cristais Muco Hemacias Leucocitos Celulas Intestinais EXAME PARASITOLÒGICO : : : : : : : DOSAGENS Dosagem de Àcidos Aminados e Amoniaco: mL de solução 1N amoníaco para 100 g de fezes. o rapido transporte das amostras ao laboratório.

Assim. Entretanto. Anti-GAD são observados em 70 a 80% dos pre-diabeticos tipo 1. a ausência da mutação estudada 202 (G --> A) não exclui a presença de outras mutações nesta mesma região.O. COMENTÁRIOS: METODO: HPLC VALOR DE REFERENCIA: NAO ESTABELECIDOS PODE-SE CONSIDERAR DE FORMA ORIENTATIVA. NIVEIS A 4. MÈTODO: PCR . GABAPENTINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C.00 U/ML .MANUAL DE EXAMES G6PD MUTAÇÃO 202 (G-A) MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo consiste na detecção da principal mutação.: A Mutação 202 (G --> A) é a mais frequente entre os indivíduos que apresentam deficiência da G6PD e é transmitido sob um carater recessivo ligado ao cromossomo X. GAD-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Jejum Desejavel 4h. incluindo 7 a 8% dos diabéticos com início na vida adulta.0 MG/L.0 A 400.M. OBS. COMENTÁRIOS: O diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado pela infiltração linfocitica das ilhotas pancreaticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das celulas beta. dentre os indivíduos com a variante A. existem várias outras mutações no gene da G6PD e estudos moleculares demonstraram que mutações diferentes podem levar a mesma apresentação clínica.0 MG. que leva a deficiência da Glicose 6 Fosfato Desidrogenase.RFLP VALOR DE REFERENCIA: Negativo para a mutação 202 (G --> A). MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 1. TRES HORAS APÒS A ADMINISTRAÇAO DE 300.

METODO: PRECIPITAÇAO COM MICROSCOPIA OTICA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GALACTOSE TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem de Galactossemia no Teste do Pezinho. Diminuições dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. MÈTODO: ENZIMÀTICO COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 10. uridina-disfosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. GGT duas vezes maior que o valor de referência com razão TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoolico. estrogenos e metronidazol. clofibrato.MANUAL DE EXAMES GALACTOSE PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A detecção de galactose na urina é resultante da Galactossemia. Acarreta no acúmulo da galactose no sangue e tecidos. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. causada pela deficiência das enzimas galactose-1-fosfato-uridiltransferase (forma classica). Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestacao da deficiência. Nos quadros de ictericia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal são encontrados.000 a 1:80. carbamazepina. A Galactosemia é uma doença autossomica recessiva. Manifesta-se com sinais e sintomas gastrintestinais.0 MG/DL GAMA-GLUTAMIL-TRANSFERASE-GGT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do uso de alcool. Níveis de GGT podem elevar-se durante o uso de fenitoina. não havendo conversao da galactose ingerida a glicose. ácido valproico e contraceptivos. retardo mental e susceptibilidade a sepsse por E.000 nascidos. ictericia. sendo indicado a confirmação laboratorial de resultados incialmente elevados. catarata. Galactossemia transitoria pode ocorrer. MÈTODO: CINÈTICO COLORIMÈTRICO . fenobarbital. Incidência: 1:60. coli. acarretando no seu acumulo e consequente galactosuria. Trata-se de uma condição genetica em que ocorre deficiência das enzimas galactose-1-fosfato-uridil-transferase ou da galactoquinase.

A interpretação dos gases sanguíneos requer avaliação da origem da amostra (arterial ou venosa).MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : DE 10 A 50 U/L MULHER: DE 07 A 32 U/L GASOMETRIA ARTERIAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas.: GASOMETRIA VENOSA . conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxigênio suplementar.35 A 7.E. Variáveis pre-analiticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. %SO2C : -3.45 : 35 A 45 MMHG : 83 A 108 MMHG HCO3 ATUAL: 21 A 28 MMOL/L CO2 TOTAL : 24 A 31 MMOL/L B. demora na analise e não refrigeração das amostras. %SO2C VALORES DE REFERENCIA : : pH PCO2 PO2 : 7.0 MMOL/L : 95 A 99% RECEM NASCIDO PO2 : 60 A 70 MMHG HCO3: 16 A 24 MMOL/L OBS.0 A +3.E. METODO: ELETRODO SELETIVO RESULTADO: pH PO2 PCO2 : : : MMHG MMHG MMOL/L MMOL/L MMOL/L % HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B.

em que os níveis sericos encontram-se acima de 1.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. demora na analise e não refrigeração das amostras. A dosagem de gatrina pre e pos cirurgia.E.0 A + 2.43 : : 38 A 50 MMHG 35 A 40 MMHG 22 A 29 MMOL/L 23 A 30 MMOL/L HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B. em pacientes com ulcera peptica. Variáveis pre-analiticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. na dispepsia. MÈTODO: ELETRODO SELETIVO RESULTADO: pH PO2 PCO2 : : : MMHG MMHG MMOL/L MMOL/L MMOL/L % : 7.E. é um bom indicador da eficiência da terapeutica cirurgica. nestas situações os níveis de gastrina não atingem valores tão elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. A interpretação dos gases sanguíneos requer avaliação da origem da amostra (arterial ou venosa). anemia perniciosa.0 MMOL/L : 60% A 75% GASTRINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 12H COMENTÁRIOS: A Gastrina é um hormônio produzido pelas celulas G. . %SO2C : -2. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxigênio suplementar.32 A 7. Hipergastrinemia também pode ser encontrada na gastrite atrofica. na insuficiencia renal crônica e após vagotomia. A dosagem de gatrina é fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger-Ellison (Gastrinoma). Porém. na ulcera gastrica e duodenal. %SO2C VALORES DE REFERENCIA: : : pH PCO2 PO2 HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B.000 pg/ml. distribuidas em todo o tubo digestivo. no carcinoma gastrico.

O aumento do nível sérico de gastrina após o estímulo. ATE MESMO DIMINUIÇAO DO NIVEL DE GASTRINA. ou mesmo diminuição do nível de gastrina. na dispepsia. Hipergastrinemia também pode ser encontrada na gastrite atrofica. em duas ou mais vezes o nível basal. Em pacientes não portadores da síndrome. distribuidas em todo tubo digestivo. anemia perniciosa. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger-Ellison. no carcinoma gastrico. onde os níveis séricos encontram-se acima de 1.HA BAIXA RESPOSTA OU. na ulcera gastrica e duodenal. ha baixa resposta.MANUAL DE EXAMES MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 13 A 115 PICOG/ML GASTRINA BASAL E ESTÍMULO APÓS GLUCAGON MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Basal: JO 12h. .000 pg/ml. COMENTÁRIOS: A Gastrina é um hormônio produzido pelas celulas G. A dosagem de gastrina pre e pós cirurgia. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML 5 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 10 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 15 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 30 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 60 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON INTERPRETAÇAO: O AUMENTO DO NÍVEL SÉRICO DE GASTRINA EM DUAS OU MAIS VEZES O NIVEL BASAL SUGERE FORTEMENTE A PRESENÇA DE SÍNDROME DEZOLLINGER-ELLISSON. em pacientes com ulcera peptica. Porém.EM PACIENTES NAO PORTADORES DA SÍNDROME. nestas situações os níveis de gastrina não atigem valores tão elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. é um bom indicador da eficiência de terapeutica cirurgica. na insuficiência renal crônica e após vagotomia. A dosagem de gastrina eh fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger-Ellison (Gastrinoma).

hipopituitarismo.ESTA ASSOCIADA COM MELHOR PROGNÓSTICO. GERAÇÃO DE IGF-1 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. A ausência deste polimorfismo esta associado a um aumento da expressão do gene da MDR-1.PCR VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE DELECAO NO GENE CCR-5. MÉTODO: REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE . Observação: A presença do polimorfismo C3435T não descarta outras alterações no gene.MANUAL DE EXAMES GENE CCR-5 PESQUISA DA DELEÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de deleção homozigota do gene CCR-5 leva a resistência a infecção pelo HIV-1 por cepas macro/monocitotropicas. síndrome . exportando substâncias de dentro das celulas e das membranas para o meio externo. diabetes mellitus. Este exame identifica a presença do polimorfismo C3435T. GENE MDR ESTUDO GENÉTICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: PCR-RFLP INTERPRETAÇÃO: O gene MDR (Gene de Resistência Multipla a Drogas) codifica uma glicoproteina de membrana (PGP) cuja principal função é proteger as celulas contra substancias tóxicas e metabolitos celulares. A deleção heterozigota esta relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. hipotireoidismo. desnutrição. A PRESENÇA DE DELEÇAO HETEROZIGOTA DO GENE CCR-5 EM PACIENTES INFECTADOS PELO HIV-1. levando consequentemente a um aumento dos níveis de PGP no organismo e alteração na biodisponibilidade de algumas drogas. COMENTÁRIOS: O IGF-1 é um peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. Valores baixos são observados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade). NOTA: A PRESENÇA DE DELEÇAO HOMOZIGOTA DO GENE CCR-5 LEVA A RESISTENCIA A INFECÇAO PELO HIV-1 POR CEPAS MACRO/MONOCITOTROPICAS.

nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. cirrose. retinopatia diabética.MANUAL DE EXAMES de privação maerna. hepatoma. Valores baixos são tambem encontrados nos tumores de hipófise nao funcionantes. atraso puberal. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. puberdade precoce verdadeira. gestação. gigantismo e acromegalia. obesidade. Valores altos ocorrem na adolescência. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | NANOG/ML | +--------------+---------------+ | | | | | | | | | | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 27 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 8 A 15 DIAS | MENOR QUE 42 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 55 A 327 51 A 303 49 A 289 49 A 283 50 A 286 52 A 297 57 A 316 64 A 345 74 A 388 88 A 452 111 A 551 143 A 693 183 A 850 220 A 972 237 A 996 226 A 903 193 A 731 163 A 584 141 A 483 127 A 424 116 A 358 117 A 329 115 A 307 109 A 284 101 A 267 94 A 252 87 A 238 81 A 225 | 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS | 20 ANOS | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | .

MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: . Apresenta sensibilidade entre 85 e 98% e especificidade superior a 90%. Na DC. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti. Anti. Redução dos titulos de gliadina ocorre em meses apos o início da restrição dietética. A detecção de antigliadina IgG é importante. pois 10% dos pacientes portadores de DC tem deficiência congenita de IgA. Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de individuos sem a doença.INDETERMINADO: ENTRE 1. A Giardia lamblia é um protozoário intestinal que infecta humanos e animais com transmissão fecal-oral.0 E 1.gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder diagnóstico. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GLIADINA IgA. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal. a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomisio. ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil para diagnóstico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme.4 .NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 1. Trata-se de um imunoensaio enzimático que detecta proteínas específicas da parede do cisto. por água e alimentos contaminados.Resultado negativo não afasta completamente DC.endomisio.MANUAL DE EXAMES | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | 75 A 212 69 A 200 64 A 188 59 A 177 55 A 166 | | | | | +--------------+---------------+ GIÁRDIA LAMBLIA ELISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecção qualitativa de antígenos específicos da giardia em amostras de fezes.0 .

GLIADINA IgG. GASTROENTEROLOGY. 120: 1526-40. A . ser usada para diagnóstico do diabetes mellitus. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti. Redução dos titulos de gliadina ocorre em meses apos o início da restrição dietética.endomisio. Anti.4 NOTA: A PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-GLIADINA IgG TEM MAIOR SENSIBILIDADE NO DIAGNÒSTICO DE INTOLERÂNCIA AO GLUTEN. a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomisio. entretanto. Na DC. 120: 1526-40.PRINCIPALMENTE NA DEFICIÊNCIA DE IgA CONGENITA. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 1. GASTROENTEROLOGY.0 E 1.A REALIZAÇÃO DE AMBOS TESTES IgG E IgA. ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil para diagnóstico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme.4 REAGENTE : INDICE SUPERIOR A 1.MANUAL DE EXAMES .4 ANTI-GLIADINA IgA TEM MAIOR ANTICORPOS ESPECIFICIDADE NO DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA AO GLUTEN.0 INDETERMINADO: ENTRE 1. 2001. PREVINE RESULTADOS FALSO- NEGATIVOS. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal. PODEM OCORRER RESULTADOS FALSO-POSITIVOS PRINCIPALMENTE NOS CASOS DE PRESENÇA DE IgG ISOLADO. Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de individuos sem a doença. 2001.Resultado negativo não afasta completamente DC.gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC.REAGENTE NOTA: A PESQUISA DE : INDICE SUPERIOR A 1. não deve. pois 10% dos pacientes portadores de DC tem deficiência congenita de IgA. A detecção de antigliadina IgG é importante. GLICOHEMOGLOBINA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: A medida da glicohemoglobina é a mais importante ferramenta para a monitoração do paciente diabético. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder diagnóstico.

Deficiência de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hemacias com consequente aumento da sua glicosilação. Grupo Interdisciplinar de Padronização da Hemoglobina Glicada . deve ser inferior a 7% (adultos). GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Pode ser útil no suspeição diagnóstica de fistulas liquoricas. 2003.MANUAL DE EXAMES glicohemoglobina é formada em duas etapas. A meta a ser alcançada no nível de hemoglobina glicada. A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) POR TROCA IONICA VALORES DE REFERENCIA: NORMAL : 4 A 6% : MENOR QUE 7% BOM CONTROLE NOTA: O método utilizado nesta dosagem de hemoglobina glicada (Bio-Rad Variant II HbA1c Program) esta certificado pelo NGSP (National Glycohemoglobin Standardization Program-USA). Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) não devem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. para o efetivo controle do diabete mellitus. A taxa de produção é dependente do nível de glicose sanguínea e da vida media das hemacias (tipicamente 120 dias). Hb SS). Dessa forma. Hb AS) com níveis normais de hemoglobina não diminuem a meia-vida das hemacias e os parametros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Níveis de ate 30% de hemoglobina fetal (HF) não interferem com a acuracia do exame. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorrência de complicações crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. reflete os valores integrados da glicose correspondentes as ultimas 6 a 8 semanas. MÉTODO: ENZIMÁTICO GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO . essa é convertida em uma forma cetoamina estavel (HbA1c). O primeiro passo é a formação de uma aldimina instável (Hba1c labil ou pre-Hba1c). Durante a circulação do eritrócito.A1c. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrocitos são possíveis interferentes da dosagem de glicohemoglobina. Anemias hemoliticas podem diminuir a meia vida dos eritrocitos com diminuição dos níveis de glicohemoglobina.

ha consumo da glicose e redução dos níveis: peritonites bacterianas espontanea. as concentrações no liquido ascítico são similares as do soro. PARA SEPARAÇÃO DOS ELEMENTOS CELULARES. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. ENCONTRAMSE DIMINUIDOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS. .MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente. as concentrações no liquido sinovial são similares as do soro. MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS. PARA SEPARAÇÃO REFRIGERADA. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. empiema. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÁLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente. Nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasmaticos sao encontrados. tuberculose pleural e derrames malignos. LOGO APÓS A COLETA E REFRIGERADA. VALORES DEGLICOSE ABAIXO DE DE 60 MG/DL OU 50% DOS VALORES SÉRICOS OCORREM EMPROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. LOGO APÒS A COLETA E GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Níveis de glicose abaixo de 60 mg/dL ou 50% dos valores séricos ocorrem no derrame parapneumonico. MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS. Na presença de leucocitos e bacterias. colagenoses. DOS ELEMENTOS CELULARES. bacteriana secundaria.

4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana.MANUAL DE EXAMES MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS. . Razão glicose líquor/sangue abaixo de 0. GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasmatica. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasmatica. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. Entretanto. MÈTODO: COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 50 A 80 MG/DL GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A glicosuria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes diabéticos. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. uso de glicose parenteral. MÈTODO: COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO GLICOSE PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 12H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A glicosuria decorre mais comumente do diabete melito. outras condições podem determinar glicosuria: dietas ricas em glicose antes da coleta. Não serve para monitorização do tratamento. Crianças e gravidas podem apresentar glicosuria por diminuição do limiar renal. meningites e hemorragia subaracnoidea. PARA SEPARAÇÂO DOS ELEMENTOS CELULARES. LOGO APÒS A COLETA E REFRIGERADA. ENCONTRAM-SE DIMINUÍDOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS.

Incide em ate 10% da população.CÀLCULO FINAL BASEADO EM HEMOGLOBINA MEDIA DE 12. MÉTODO: COLORIMETRICO/ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GLICOSE 6-FOSFATO DEHIDROGENASE. anti-histamicos). paracetamol. anti-malaricos. paracetamol. anti-histamicos).6 A 13. G6PD . genetica.: anemias hemolíticas) sem significado patológico. infecções bacterianas e viróticas e pela ingestão de fava. pancreatite aguda. induzida por drogas (sulfas. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (ate 12 meses de idade) e em outras situações em que ocorram predominio de hemacias jovens (ex. hipertireoidismo. induzida por drogas (sulfas.TESTE DO PEZINHO MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiência de G6PD é uma enzimopatia comum. Incide em ate 10% da população. Normalmente glicosuria so é detectada quando a glicemia é superior a 160 mg/dL. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icteria neonatal. deve-se realizar a dosagem de G6PD no sangue.G6PD TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A deficiência de G6PD é uma enzimopatia comum.5 U/G Hb NOTA: NÍVEIS ELEVADOS E G6PD PODEM SER ENCONTRADOS AO NASCIMENTO. ligada ao cromossomo X. síndrome de cushing. E EM OUTRAS SITUAÇÕES ONDE OCORRAM PREDOMINIO DE HEMACIAS JOVENS (EX: ANEMIAS HEMOLITICAS). Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemolise. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (ate 12 meses de idade) e em outras situações em que ocorram predominio de hemacias jovens (ex. glicosuria renal. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemolise.: anemias . anti-malaricos. infecções bacterianas e viróticas e pela ingestão de fava. Na ocorrência de níveis baixos no teste do pezinho. ligada ao cromossomo X.1 g/dL. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icteria neonatal. Detecção molecular da mutação 02 (G-A) da G6PD também esta disponível.MANUAL DE EXAMES feocromocitoma. acromegalia. MÉTODO: ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: 4. genetica. SEM SIGNFICADO PATOLOGICO. Falso-positivos podem ocorrer no uso de ácido ascorbico e penicilinas em doses altas.

Apresenta selenio em sua composição e age catalisando a redução de hidroperoxidos orgânicos e inorgânicos. METODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: DE 1. tuberculose intestinal. doença celíaca.DOSAGEM MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A quantificação de gordura nas fezes. Na ocorrência de níveis baixos no teste do pezinho. doença de Whipple. permite o diagnóstico de esteatorreia (nível de gordura fecal acima no normal).8 A 6. enterite regional. Detecção molecular da mutação 02 (G-A) da G6PD também esta disponível. havendo aumento da quantidade de radicais livres formados durante a reperfusão.1 U/G HB GLUTATIONA PEROXIDASE-GPX MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Representa proteção organica contra a ação de radicais livres. MÈTODO: ENZIMÀTICO COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: SUPERIOR A 2. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 27. Sua atividade reduz a hipóxia. A presenca de esteatorreia ocorre na pancreatite crônica.MANUAL DE EXAMES hemolíticas) sem significado patológico. giardíase e atrofia da mucosa consequente a desnutrição. em um determinado período de tempo. Pode ser utilizado para monitorização de terapia de reposição com enzimas pancreaticas. neoplasias.1 g/Dl GORDURA FECAL .5 a 73. deve-se realizar a dosagem de G6PD no sangue.6 U/G Hb NOTA: CÀLCULO FINAL BASEADO EM HEMOGLOBINA MEDIA DE 12. quando se restabelece os níveis elevados de oxigênio. na fibrose cística.0 G/24 HORAS GORDURA FECAL – DETERMINAÇÃO( SUDAM III) MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .

BETA MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . com boa correlação com a dosagem na investigação da esteatorreia.C. pre-natal ou para auxiliar na exclusão de paternidade. Os anticorpos do sistema ABO são naturais. VALOR DE REFERENCIA: MENOS DE 5% DE GORDURA FECAL GRUPO SANGUINEO + FATOR RH/DU MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Os antígenos eritrocitários são geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situações patologicas. Intervalo entre mamadas para lactentes COMENTÁRIOS: A Hemoglobinuria Paroxística Noturna é uma doença adquirida na qual as hemacias do paciente são anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. TESTE MATERIAL: SORO DESFIBRINA / SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO8h. O diagnóstico é feito pela realização do Teste de Ham. Os de maior expressão são os sistemas ABO e Rh ou CDE. A determinação dos antígenos eritrocitários deve ser feita para transfusão. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfusão ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megaloblastica ou anemia auto-imune.G. transplantes. MÈTODO: CLASSIFICAÇAO EM TUBO E MICRO TYPING SYSTEM H HAM. Trata-se de um teste de triagem mais simples. MÈTODO: HEMOLISE EM PH ACIDO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO H.MANUAL DE EXAMES A pesquisa da gordura fecal é realizada com exame microscópico com corante Sudam III.

que variações são observadas quanto ao prazo usual da implantação e que a detecção do beta-HCG pode sofrer interferências da metodologia utilizada e da presença rara. tais ensaios não necessariamente detectam moléculas degradadas ou homogeneas encontradas nas doenças trofloblasticas. coriocarcinoma. Deve-se ter em mente. às vezes. SUGERE-SE. embora o mais seguro seja 15 dias após a implantação. REPETIÇÃO APOS 72 HORAS. tão cedo quanto apos 7 dias da implantação. 4H COMENTÁRIOS: O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 sub-unidades (Alfa e Beta).D. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas dos ovarios e testiculos.NEGATIVO DE 3. Esta aumentada na gravidez. Esta aumentada na gravidez.INDETERMINADO ACIMA DE 50.0 A 50. tais ensaios não necessariamente detectam moléculas degradadas ou homogeneas encontradas nas doenças trofloblasticas. mas possível dos anticorpos heterofílicos. às vezes. mas possível dos anticorpos heterofílicos.C. BETA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J.MANUAL DE EXAMES O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 sub-unidades (Alfa e Beta). Pode estar pouco elevado na gravidez ectopica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 1. Algumas das metodologias para detecção do HCG são direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez.5 mUI/mL H.POSITIVO NOTA: NA PRESENÇA DE RESULTADOS INDETERMINADOS. coriocarcinoma. Deve-se ter em mente.G. O Beta HCG dosado por quimioluminescencia é sensível o bastante para detectar uma gravidez normal. que variações são observadas quanto ao prazo usual da implantação e que a detecção do beta-HCG pode sofrer interferências da metodologia utilizada e da presença rara. Algumas das metodologias para detecção do HCG são direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez.0 mUI/mL . no entanto. QUANDO OS RESULTADOS . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 3. no entanto. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas dos ovarios e testiculos.0 mUI/mL . Pode estar pouco elevado na gravidez ectopica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. embora o mais seguro seja 15 dias após a implantação. O Beta HCG dosado por quimioluminescencia é sensível o bastante para detectar uma gravidez normal. tão cedo quanto apos 7 dias da implantação. A CRITÉRIO CLINICO.0 mUI/mL .

REPETIÇÃO APOS 7 DIAS.G. Esta aumentando na gravidez. SENDO UM RESULTADO POSITIVO. MÈTODO: IMUNOENSAIO .C. A CRITÉRIO MÉDICO. coriocarcinoma. NAO HAVENDO CORRELAÇAO CLÌNICA SUGERE-SE HCG NO SANGUE (SORO). BETA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). H. Esta diminuindo na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectopica. 4H COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: HOMEM: MENOR QUE 2. pylori é uma bacteria gram negativa que tem forte associação com ulcera gástrica. A DOSAGEM DO BETA-HCG DEVE SER AVALIADA EM CORRELAÇAO COM O QUADRO CLÌNICO. ATENÇÃO ESPECIAL PARA SUA EVOLUÇÃO. ISOLADAMENTE.G. INSUFICIENTE PARA O DIAGNÒSTICO DE GRAVIDEZ.MANUAL DE EXAMES ESTIVEREM ENTRE 3 100 mUI/mL. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas do ovário e testiculos. 8H COMENTÁRIOS: O H.: O HCG URINÀRIO SOFRE AS VARIAÇOES DA DILUIÇAO OU CONCENTRAÇAO DA URINA. SUGERINDO. QUANDO HOUVER SUSPEITA CLÍNICA.D.CROMATOGRAFICO OBS. È usado no diagnóstico de gravidez ectopica e extremamente útil no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cirurgico ou quimioterapico da neoplasia de celulas germinativas. H.7 mUI/Ml HELICOBACTER PYLORI. duodenal e gastrite crônica. .O. Tem prevalência de 90% nos países em desenvolvimento. ANTICORPO IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J.C. BETA (MASCULINO) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. UM RESULTADO NEGATIVO NÃO DEVE SER CONSIDERADO ISOLADAMENTE PARA EXCLUSAO DE GRAVIDEZ.

A sorologia para H. mas também podem permanecer por anos. pylori suprimidos. com sua elevação apos suspensão do tratamento. Possibilidade de falso.MANUAL DE EXAMES Infecção persistente esta relacionada com risco aumentado de carcinoma e linfoma gástricos. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: . Após tratamento de erradicação efetivo. Uso crônico de anti-inflamatórios esteróides podem diminuir a sensibilidade do teste.NEGATIVO : MENOR QUE 18 U/mL . ANTICORPO IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: .INDETERMINADO: ENTRE 18 E 22 U/mL .90 E 1. Sua associação com dispepsia nao ulcerosa é menos definida.REAGENTE : INDICE MAIOR QUE 1.negativos em imunocomprometidos.TESTE RESPIRATORIO MATERIAL: IN VIVO TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: .10 . idosos e pacientes em dialise.10 HELICOBACTER PYLORI-PCR QUALITATIVA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HELICOBACTER PYLORI . níveis de anticorpos podem cair para valores de 50% dos iniciais. titulos de anticorpos permanecem elevados por anos.NEGATIVO : INDICE MENOR QUE 0. Em pacientes nao tratados. pylori é um dos métodos de detecção. mas não erradicado pode ocorrer redução transitória dos anticorpos. Os imunoensaios têm sensibilidade de 95% e especificidade de 90%.INDETERMINADO: INDICE ENTRE 0.REAGENTE : MAIOR QUE 22 U/mL HELICOBACTER PYLORI. Na presença de H.90 .

Homozigotico normal. Nota: O estudo genetico da hemocromatose e indicado para elucidar a hipótese diagnóstico e determinar a predisposição de indivíduos com familiares afetados em apresentar a doença através da detecção das mutações. MÈTODO: PCR mini sequenciamento para C282Y. .18% (atividade ureastica no trato gastrointestinal superior). Mutações em outros genes ou outras mutações que causem hemocromatose não estão excluidas por este exame.1.pylori e controle de tratamento. H63D e S65C. A analise molecular deve ser solicitado para a confirmação do diagnóstico clínico de hemocromatose.18% (ATIVIDADE UREASICA NO TRATO GASTROINTESTINAL SUPERIOR ).000/ML HEMOCROMATOSE DIAGNÓSTICO MOLECULAR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemocromatose hereditária.17 . C282Y. Interpretação: 0. pode estar relacionada à ocorrêcia de varias mutações. PESQUISA NO ESPERMA MATERIAL: LIQUIDO SEMINAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: DIRETO MICROSCOPIA OTICA VALOR DE REFERENCIA: ATE 1. avaliação de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pre-natal. Heterozigoto: Possui mutação em um dos cromossomos e esta associada com aumento discreto do Ferro Serico. HEMACIAS. Homozigoto: Possui mutação nos dois cromossomos. pacientes com elevação inexplicável da ferritina ou saturação de transferrina. MÈTODO: CARBONO 14 VALOR DE REFERENCIA: 0. suspeita após avaliação clínica.17 ATÈ 1. O estudo genético da hemocromatose plus avalia as 3 mutações.MANUAL DE EXAMES Indicação: Diagnóstico de gatrites e ulcera gástrica e duodenal causada pelo H. da Ferritina e Saturação da Transferrina.000. uma desordem no metabolismo do ferro. Esta associada com aumento do Ferro Serico. H63D e S65C INTERPRETAÇAO: Negativo: Não possui mutação. da Ferritina e Saturação da Transferrina. mais frequentemente relacionadas com o desenvolvimento desta patologia.

MÈTODO: [ ] SINGER [ ] BETKE [ ] CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: . ESTE VALOR DECRESCE GRADATIVAMENTE ATINGINDO O VALOR NORMAL DE ADULTO APROXIMADAMENTE NO 5o. HEMOGLOBINA A2 MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemoglobina A2 é formada por duas cadeias tipo alfa e duas cadeias tipo delta.CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC): ATE 2.MES. .5 A 3. intermediária e maior) quando serão encontrados valores aumentados de HbF. Taxas altas de HbF podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose hereditária. Sua determinação é indicada na pesquisa das beta. leucemias agudas e crônicas. Normalmente o valor da HbF para crianças no primeiro mês de vida é de 40 a 90%. devido as condições da amostra. Sua determinação esta indicada no diagnóstico das beta-talassemias (menor. caso ocorra qualquer problema técnico com o minisequenciamento no dHPLC.BETKE : ATE 3. Também se presta para o diagnóstico da Persistência Hereditária de Hemoglobina Fetal. H63D e S65c também pode ser realizada pelo método de PCR RFLP.SINGER . Este valor decresce gradativamente atingido o valor normal de adulto aproximadamente no 5o mes devida. onde ocorre falha na síntese de cadeias beta.0% OBS.: O VALOR DE REFERENCIA DE HEMOGLOBINA FETAL PARA CRIANÇAS NO PRIMEIRO MES DE VIDA E DE 40 A 90%. anemia falciforme.MANUAL DE EXAMES OBS: A análise molecular das mutações C282Y.talassemias. MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALOR DE REFERENCIA: 2.0% : ATE 2. Nos heterozigoticos (talassemias menor) ha produção reduzida de HbA e aumento de HbF e HbA2.0% .7% HEMOGLOBINA FETAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Hbf é formada por duas cadeias tipo alfa e duas tipo gama. resultando em um excesso de cadeias alfa.

Deve-se ressaltar que não ha formação de corpos de heinz. Na doença da Hemoglobina H inclusões específicas são facilmente demonstráveis em grande numero nos eritrócitos. decrescendo ate os 36 meses de idade. 2) redução na quantidade de proteína normal (ex.: drepanocitose). São conhecidas.negativos pode ocorrer por quantidades indetectáveis de hemoglobina S. 400 hemoglobinas variantes. MÈTODO: AZUL CRESIL BRILHANTE VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE HEMOGLOBINA H HEMOGLOBINA S. As anormalidades da síntese da hemoglobina são divididas em 3 grupos: 1) produção de molecula anormal (ex. ao nascimento. MÈTODO: DITIONITO DE SÒDIO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HEMOGLOBINA ELETROFORESE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A analise das hemoglobinas constitui importante método diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias. Teste falso. com pequenas quantidades de HbA2 e HbF. A HbF predomina. pois os agregados apresentam-se em menor quantidade ou são raros. . Nos portadores de tracos alfa-talassemicos pode ser difícil a visualização.: talassemia).TESTE DE SOLUBILIDADE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste positivo indica presença da hemoglobina anomala S em heterozigose ou homozigose. aproximadamente. com seus níveis.MANUAL DE EXAMES HEMOGLOBINA H. A principal hemoglobina (Hb) dos adultos é a HbA. Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemoglobina H é formada por tetrameros de cadeias beta.

como por exemplo. Apresentam alta prevalência na população brasileira em virtude da miscigenação racial. uma vez que migravam para areas comuns a eletroforese. MÈTODO: [ ] ELETROFORESE EM PH ALCALINO [ ] CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE HEMOGLOBINA ANOMALA anormalidade de desenvolvimento (ex.: persistência de hemoglobina fetal). aproximadamente. São conhecidas. foram específicadas.3 A 96. a HPLC permite diferenciações. 2) redução na quantidade de proteína normal (ex.MANUAL DE EXAMES 3) fetal). entre HbS e HbD. As hemoglobinopatias são um grupo de desordens geneticas caracterizadas pela produção anormal de cadeias de hemoglobina. As anormalidades da síntese da hemoglobina sao divididas em 3 grupos: 1) produção de molecula anormal (ex. sendo importante para diagnóstico do traco talassemico. Acrescenta-se que por meio da HPLC um grande numero de Hb anomalas.TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do pezinho. em pH alcalino. Ao contrário da eletroforese em acetato de agarose. O recém-nascido normal apresenta HbA e hemoglobina fetal (HbF). e entre HbG e Hb Lepore. O método HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) é reprodutível e preciso para determinação de hemoglobinas variantes. Permite a quantificação precisa da HbA2.0% HEMOGLOBINOPATIAS . com seus níveis decrescendo até os 36 meses de idade.: drepanocitose).: persistência de hemoglobina HEMOGRAMA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD DE 4H. Resultados anormais devem ser confirmados pãos 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. COMENTÁRIOS: . antes desconhecidas. MÉTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: HEMOGLOBINA A1 : 94.5 A 3. entre HbA2 e HbC. A HbF predomina ao nascimento.: talassemia) 3) anormalidade de desenvolvimento (ex.5% HEMOGLOBINA A2 : 2.7% HEMOGLOBINA FETAL: ATE 2. 400 hemoglobinas variantes.

cor e estrutura das hemacias e consequente direcionamento diagnóstico e terapeutico.MANUAL DE EXAMES Constitui importante exame de auxílio diagnóstico nao somente para doenças hematologicas e sistemicas. Através de avaliação quantitativa e morfologica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias congenitas e adquiridas. intoxicações e neoplasias atraves das contagens global e diferencial dos leucocitos e avaliação morfologica dos mesmos. tamanho. Fornece dados para classificação das anemias de acordo com alterações na forma. neoplasias hematologicas. parasitoses. inflamações. MÈTODO: CONTAGEM AUTOMATIZADA ATRAVES DE CITOMETRIA DE FLUXO VALORES DE REFERENCIA Hemacias : /mm3 g/dl % fl pg g/dl /mm3 % % % % % % % % % % || || || || || || || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || || Hemoglobina: Hematocrito: VCM : HCM : CHCM: Leucocitos . Rotineiramente indicado para avaliação de anemias.: : : : : : : : : /mm3 HEMOSSEDIMENTACAO [HS] MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD 8H COMENTÁRIOS: . reações infecciosas e inflamatórias. Orientam na diferenciação entre infecções viróticas e bacterianas. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliação de distúrbios plaquetários.Global: Neutrofilos Bastonetes : Neutrofilos Segmentados: Linfocitos Monocitos Eosinofilos Basofilos Metamielocitos Mielocitos Promielocitos Blastos Plaquetas: OBS.

ciclo menstrual. Na Artrite Reumatóide e Tuberculose é um indice de progressão da doença. È útil também para pesquisa de sideroblastos em anel que ocorrem nos casos de anemia refrataria. alcoolismo. mieloide aguda e outros. Na arterite temporal é útil ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. asma e uso de medicamentos. endocrinopatias. anemias sideroblasticas.1+/4+ :ferromedular diminuindo normal . È tambem útil como teste de triagem em exames de rotina. A VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do miocardio e Linfomas. congenitas e adquiridas.MANUAL DE EXAMES A velocidade de hemossedimentação (VHS) é um fenomeno não específico e sua medida é clinicamente útil em desordens associadas com produção aumentada de proteínas de fase aguda. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO .2+/4+e3+/4+: ferromedular .HAV TOTAL. . Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. leucemia.HORA MULHER: 0 A 20 MM NA 1 a. cardiomiopatias.HORA CRIANCA: 0 A 20 MM NA1 a. MÈTODO: WESTERGREEN VALORES DE REFERENCIA: HOMEM: 0 A 15 MM NA 1 a. embora não seja específico. Os resultados devem ser interpretados a luz da historia clínica e podem ser utilizados parametros subjetivos a semi-quantitativos variando de 1+a4+.HORA HEMOSSIDERINA MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste sensível para a avaliação da reserva medular de ferro e como auxílio a interpretação do mielograma. 4+/4+: ferro medular aumentado MÈTODO: COLORACAO PELO AZUL DA PRUSSIA HEPATITE A. doença ulcerose. pois é também influenciado pela idade.

persistindo por toda a vida e indicando imunidade. por contato interpessoal. Período de incubação varia de 10 a 50 dias. por contato interpessoal. sendo a infecção subclinica em 90% dos menores de 5 anos e 70 a 80% dos adultos. Intervalo entre mamadas para lactentes. Na prática. COMENTÁRIOS: O vírus da Hepatite A é um RNA vírus de transmissão feca-oral. água ou alimentos contaminados. mais baixos que os induzidos pela infecção natural. mais baixos que os induzidos pela infecção natural. sendo que o Anti-HAV IgG pode não ser detectado após vacinação. uma vez que os titulos de anticorpos induzidos pela vacina são. Anti-HAV IgG: é detectado logo após Anti-HAV IgM e seus titulos aumentam gradualmente com a infecção. uma vez que o limiar de corte dos testes comercializados é superior ao nível mínimo reconhecido como protetor. Período de incubação varia de 10 a 50 dias. uma vez que o limiar de corte dos testes comercializados é superior ao nível mínimo reconhecido como protetor. não é indicado a mensuração dos titulos de anticorpos após a vacinação. em geral. A resposta imunológica a vacina contra hepatite A é fundamentalmente do tipo IgG. Na prática. uma vez que os titulos de anticorpos induzidos pela vacina são. A resposta imunológica a vacina contra hepatite A é fundamentalmente do tipo IgG. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. água ou alimentos contaminados. sendo a infecção subclinica em 90% dos menores de 5 anos e 70 a 80% dos adultos. METODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO .MANUAL DE EXAMES HAV IgG. persistindo por toda a vida e indicando imunidade. Anti-HAV IgG: é detectado logo após Anti-HAV IgM e seus titulos aumentam gradualmente com a infecção. não é indicado a mensuração dos titulos de anticorpos após a vacinação. MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HAV IgM. Intervalo entre mamadas para lactentes. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. sendo que o Anti-HAV IgG pode não ser detectado após vacinação. COMENTÁRIOS: O vírus da Hepatite A é um RNA vírus de transmissão feca-oral. em geral.

(INFANTIL) MATERIAL: VACINAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: +-------------------------------------------------------------------------+ | | CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO PARDINI 2006 BASEADO NA SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES | | +------------+------------------------------------------------------------+ | IDADE | V A C I N A S | +------------+------------------------------------------------------------+ | AO NASCER | BCG + HEPATITE B | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 2 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS + HEPATITE B (HEXA)+ PNEUMO | | CONJUGADA + ROTAVIRUS | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 3 MESES | MENINGOCOCO C CONJUGADA | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 4 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS (PENTA)+ PNEUMO CONJUGADA + | | ROTAVIRUS | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 5 MESES | MENINGOCOCO C CONJUGADA | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 6 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS + HEPATITE B (HEXA) + PNEUMO| | CONJUGADA + GRIPE | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 7 MESES | GRIPE | +-------------------------------------------------------------------------+ | 9 MESES | FEBRE AMARELA | +-------------------------------------------------------------------------+ | 12 MESES | TRIPLICE VIRAL + VARICELA (CATAPORA) + HEPATITE A | +-------------------------------------------------------------------------+ | 15 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS (PENTA)+ PNEUMO CONJUGADA | +-------------------------------------------------------------------------+ | 18 MESES | HEPATITE A | +-------------------------------------------------------------------------+ | 4 A 6 ANOS | DTP + TRIPLICE VIRAL + POLIOMIELITE | +-------------------------------------------------------------------------+ | 10 ANOS | FEBRE AMARELA | +-------------------------------------------------------------------------+ |14 A 16 ANOS| dTpa ADULTO (TRIPLICE BACTERIANA ADULTO) | +-------------------------------------------------------------------------+ IMPORTANTE: CRIANÇAS PODEM RECEBER VACINA CONTRA POLIOMIELITE ORAL NOS DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO .MANUAL DE EXAMES HEPATITE B .

MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. da familia Hepadnaviridae. QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. PCR QUANTITATIVO MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ùtil para avaliação do prognóstico e acompanhamento da resposta terapeutica dos pacientes portadores cronicos do HBV.TESTE DE RESISTÊNCIA AOS ANTIVIRAIS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . HEPATITE B . A pesquisa de DNA do HBV no soro é marcador mais sensível na avaliação de infectividade e replicação viral em pacientes portadores crônicos. Ùtil no diagnóstico de infecção por cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia é negativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. Cerca de 10% das infecções pelo HBV tornam-se crônicas. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. variando o quadro clínico desde o estado de portador assintomático a hepatite crônica ativa. que pode evoluir para a cirrose hepatica e cancer hepatocelular. PCR QUALITATIVO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hepatite B é causada por um vírus envelopado de DNA circular. HEPATITE B PCR QUANTITATIVO-HBV. ESTE EXAME E REALIZADO EM AMOSTRA ENVIADA PELO LABORATÒRIO CONVENIADO. EMBORA RARAMENTE. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) O VALOR MINIMO QUANTIFICAVEL E DE 1000 COPIAS DE DNA VIRAL/ML.MANUAL DE EXAMES HEPATITE B PCR QUALITATIVO-HBV.QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO.

positivos.000 vezes da sensibilidade. È descrito para estes ensaios sensibilidade de 99% em individuos imunocompetentes e de 60% a 90% em imunocomprometidos. Mutação na região YMDD da DNA polimerase (posicao 552): Mutação M552V: a substituição da metionina (M) pela valina na posição 552 leva a uma redução de 150 a 300 vezes da sensibilidade a lamivudina. fator reumatóide e doenças reumáticas. entretanto. hipergamaglobulinemia. entretanto. principalmente em individuos submetidos a uma terapia prolongada.0 = INDETERMINADO INDICE MAIOR QUE 2. ensaios de terceira geração podem reduzir esse tempo para seis a nove semanas.0 = REAGENTE . Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo são falso. COMENTÁRIOS: O virus da hepatite C frequentemente causa infecção assintomática. . vacinação para influenza. A janela imunológica tem sido descrita como de ate seis meses. A confirmação da soropositividade requer a criterio médico. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) E FRAGMENTACAO POR ENZIMA DE RESTRIÇAO DO GENE DA DNA POLIMERASE DO HBV.Intervalo entre mamadas para lactentes. Mutação L528M: a substituição do aminoacido leucina (L) pela metionina (M) na posicao 528 na proteína da DNA polimerase leva a redução de 18 vezes da sensibilidade a lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. complementação da investigação com RIBA (ensaio immunoblot recombinante) ou reção em cadeia da polimerase (PCR).0 = NEGATIVO INDICE DE 1. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA . As mutações associadas à resistência ao tratamento anti-viral sao: . permitindo o reaparecimento do DNA do virus no soro. Falsopositivos podem ocorrer em grávidas. 70% dos infectados evoluem para forma cronica. HEPATITE C-HCV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h.CLIA VALORES DE REFERENCIA: INDICE MENOR QUE 1.0 A 2. sendo que 20% desses evoluirão para cirrose apos 20 anos de infecção.MANUAL DE EXAMES Indicado para avaliação do paciente que não esta respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir. com redução de cerca de 10. O surgimento de mutações no gene da DNA polimerase do HBV levam a resistência a estes antivirais. ajudando a guiar possiveis decisões terapeuticas contra o HBV. Mutação M552I: a substituição da metionina (M) pela isoleucina (I) na posicao 552 esta relacionada com uma resistência a lamivudina bastante acentuada.

Devido a padronização da Organizacao Mundial de Saúde (OMS). 3a. MÈTODO: bDNA (Branched DNA) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. HEPATITE C GENOTIPAGEM MATERIAL: SORO /PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabilidade genetica. OS LAUDOS DE bDNA PARA HCV PASSARAM A SER LIBERADOS EM UI/ml. os laudos de bDNA para HCV passaram a ser liberados em UI/mL. apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. O VALOR MININO QUANTIFICAVEL E DE 615 UI/ml. 1c. Valores acima de 2. O QUE CORRESPONDE APROXIMADAMENTE AO NUMERO DE CÒPIAS DO RNA DO HCV/ml. podem viral superior a com esse Amostras não quantidades inferiores sensibilidade apresentar particulas virais sufucientes para a amplificação e analise do gene do HCV e o resultado sera liberado como inconclusivo. 4. Sendo assim. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. 1b. Portadores do vírus do genotipo 1. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE E ENZIMA DE RESTRIÇAO (PCR E RFLP) . O valor minimo quantificável é de 615 UI/mL.000. o que leva a uma grande heterogeneidade em suas sequencias de nucleotideos.MANUAL DE EXAMES HEPATITE C. bDNA QUANTITATIVO MATERIAL: SORO /PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Exame útil para determinar a carga viral para avaliação da resposta terapeutica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. 2a. 3b. 2b. QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. exame È necessário possa do ser teste carga realizado.: DEVIDO A PADRONIZAÇAO DA ORGANIZAÇAO MUNDIAL DE SAÙDE (OMS). 5 e 6. o que corresponde aproximadamente ao numero de cópias de RNA do HCV/mL. principalmente o 1b.000 UI/mL apresentam pior prognóstico. Baseado em estudos de sequenciamento genetico. 2c. o HCV foi classificado em seis maiores genotipos e vários subtipos designados: 1a. a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta terapeutica do 1000 paciente UI/mL com para infecção que a crônica.

após um resultado sorologico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV Meia) ver algoritmo. a partir da 1a a 2a semana após a exposição. o que corresponde aproximadamente ao numero de cópias de RNA do HCV/mL.1 log. A diferença entre UI/mL e copias/mL é de aproximadamente 0. Fazer o diagnóstico da infecção pelo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV. . RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. EMBORA RARAMENTE. È um vírus RNA pertencente à familia Flaviviridae. QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. A sensibilidade do PCR HCV qualitativo é de 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). ESTE EXAME È REALIZADO EM AMOSTRA ENVIADA PELO LABORATÒRIO CONVENIADO. podendo evoluir para hepatite cronica.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL.MANUAL DE EXAMES HEPATITE C PCR QUALITATIVA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HCV é o principal agente das hepatites não A e não B. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) . HEPATITE C PCR QUANTITATIVA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Exame útil para determinar a carga viral para avaliação da resposta terapeutica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. A infecção aguda é frequentemene inaparente e cronifica-se em cerca de 50 a 60% dos casos. transplante) que podem permanecer soronegativos. Devido à padronização da Organização Mundial de Saúde (OMS). MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. O valor minimo quantificavel é de 600 UI/mL. Eventualmente. pode progredir para a cirrose hepatica e carcinoma hepatocelular. Detectar a presença do vírus precocemente.000.000 UI/mL apresentam pior prognóstico. Valores acima de 2. A realização do PCR qualitativo é indicada para: . Confirmar a presença da infecção ativa (com replicação viral) pelo HCV.

METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: . È importante salientar que Anti-HDV pode formar-se tardiamente na co. mais severas. Apresenta periodo de incubação de 2 a 9 semanas. porém.NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 0. com alto percental de casos fatais em gestantes (20%). de antígeno e genoma delta recoberto por HBsAg. OS LAUDOS DE PCR QUANTITATIVO PARA HCV PASSARAM A SER LIBERADOS EM UI/ml.90 .O VALOR MINIMO QUANTIFICAVEL E DE 600 UI/ml. A superinfecção pelo HDV resulta em 95. Infecção pode ocorrer como co. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES COMENTÁRIOS: È causada por um RNA vírus incompleto que necessita como envoltório.10 .infecção. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO.90 A 1.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS.infecção ou superinfecção (pacientes ja infectados pelo vírus B).10 .HEV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.: DEVIDO A PADRONIZAÇAO DA ORGANIZAÇÂO MUNDIAL DE SAUDE (OMS). MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HEPATITE E.POSITIVO : INDICE SUPERIOR A 1. Surge 5 a 7 semanas apos a infecção.QUE E UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. HEPATITE D HDV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.5% de cronicidade. O diagnóstico baseia-se em imunoensaios para Anti-HDV que utilizam antígenos recombinantes do HDAg. sendo. O QUE CORRESPONDE APROXIMADAMENTE AO NUMERO DE CÒPIAS DO RNA DO HCV/ml. Em individuos infectados pelo HBV ocorre uma simbiose que resulta em uma particular hibrida constituida. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES COMENTÁRIOS: A hepatite E tem transmissão fecal-oral e apresenta clinica similar a hepatite A. no seu interior. do antigeno de superficie do vírus da Hepatite B para sua expressão.INDETERMINADO: INDICE ENTRE 0.

ocorre em 50% dos casos de infecção herpetica. celulas epiteliais infectadas mostram mudanças em suas características. O herpesvirus esta associado com gentivoestomatite. HIDROCEFALIA LIGADA AO CROMOSSOMO X MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . no exsudato das lesões. certoconjuntivite. Na infecção pelo herpesvírus e na infecção pelo vírus varicela zoster.MANUAL DE EXAMES HERPES VÍRUS SIMPLES I E II SOROLOGIA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HERPES VÍRUS CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cultura para herpesvirus confirma os achados da pesquisa de celulas herpeticas. Este método não diferencia entre infecções pelo herpes virus tipo I ou II. A reação em cadeia da polimerase é o método de escolha para pesquisa do herpesvirus no liquor. herpes genital. A presenca destas celulas (celulas de Tzanck). lesões cutaneas. MÉTODO: INOCULAÇAO EM MONOCAMADAS DE CULTURA DE CELULAS HEP2 HERPES VÍRUS PESQUISA DE CÉLULAS DE TZANCK MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A infecção pelo herpesvírus simples pode ser assintomática ou causar lesões dolorodas em pele e mucosas. A cultura eh o metodo de escolha para apresentações clinicas com vesiculas. meningite asseptica e encefalite. herpes neonatal. herpes labial. incluindo multinucleação e marginacao da cromatina. permitindo diferenciação com as infecções pelo virus varicela zoster.

4 REAGENTE: MAIOR OU IGUAL A 1. MÉTODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: 1 A 5 ANOS 6 A 10 ANOS 11 A 20 ANOS : 10 A 38 MG/24 HORAS : 12 A 58 MG/24 HORAS : 70 A 140 MG/24 HORAS ACIMA DE 20 ANOS: 5 A 25 MG/24 HORAS HISTONA AUTO-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. são drogas relacionados com o lupus induzido por drogas. juntamente com anticorpos para o ss-DNA. entre outros. No LES pode ser encontrado em 50% a 70% dos pacientes e na AR em 20% dos casos. sendo abundante na matriz óssea.9 INDETERMINADO: 1. TEMPO DE JEJUM: COMEMTÁRIOS: A Hidroxiprolina é um aminoacido essencial presente no colageno. após fraturas e no hiperparatiteoidismo.MANUAL DE EXAMES HIDROXIPROLINA TOTAL MATERIAL: URINA DE 24H. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES. na doença de paget. A excreção urinária de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR OU IGUAL A 0. Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacienes. Por sofrer interferências do colageno proveniente da dieta e dos demais tecidos. hidralazina.0 A 1. Níveis elevados são encontrados em crianças. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do C-telopeptideo. quinidina e anticonvulsivantes.5 HISTOPLASMA CAPSULATUM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . estando elevado na ocorrencia de reabsorção e destruição óssea. COMENTÁRIOS: Histonas são proteinas associadas ao DNA genômico. Procainamida.

: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. que tem duração. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. MÉTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) OBS. que caracterizam a sìndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). .: A SENSIBILIDADE DO PCR HIV-1 QUANTITATIVO ULTRASENSIVEL VARIA DE 50 A 75000 COPIAS DO RNA DO HIV-1/ML. EMBORA RARAMENTE. de 3 a 8 semanas após o contato inicial). HIV PCR QUANTITATIVA ULTRA-SENSÍVEL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A realização deste exame esta indicada para acompanhar a resposta terapeutica após HIV.000 cópias/mL. que infecta células que apresentam a molecula CD4 expressa na sua superficie (linfocitos T helper e monócitos). QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. Pacientes com carga viral menor que 50 copias/mL tem um prognostico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 copias/mL. MÉTODO: IMUNODIFUSAO RADIAL DUPLA HIV PCR QUALITATIVA (DIAGNÓSTICO) MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HIV-1 é um virus RNA. PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral atingir valores abaixo de 75.MANUAL DE EXAMES A presença da reação de identidade contra a histoplasmina indica infecção ativa ou recente pelo Histoplasma capsulatum. desenvolvimento de tumores. esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta infecção em crianças nascidas de mães sabidamente infectadas pelo HIV-1. especialmente sarcoma de kaposi e envolvimento do sistema nervoso. A sorologia negativa não exclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura não formarão bandas. A PCR qualitativa do HIV-1 é útil para: detectar o HIV-1 antes da soroconversão (período de janela imunologica. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmação. em geral. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) OBS. Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizado por severa imunodeficiência associada a infecções oportunistas. RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO.

5 LOG NO NUMERO DE COPIAS DE RNA VIRAL/ML DEVE SER CONSIDERADA PARA DECISÕES TERAPEUTICAS.QUE É UMA CARACTERÍSTICA DO MÉTODO. Determinar quando iniciar o tratamento. APENAS VARIAÇAO DE 0. Queda continua do numero de linfócitos CD4 (> 25%). ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. Aumento da carga viral após manter níveis indetectáveis sugerindo resistência aos antiretrovirais. Mudança de tratamento devera ser levado em conta se: Não ha queda de pelo menos 0. Sabe-se que quanto maior o nível do RNA do HIV. HIV QUANTITATIVO bDNA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: .000 (PCR) cópias/ mL. após um mês de tratamento. Varios fatores podem influenciar a variação do RNA do HIV do plasma. QUE É UMA CARACTERISTICA DO MÉTODO.MANUAL DE EXAMES NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. aumentos ou oscilações entre dois resultados de exame decarga viral menores do que 0. maior é a destruição de células CD4. Não diminui para níveis indetectáveis (< 50 copias/mL) em 4 a 6 meses. Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progressao para AIDS). MÉTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) O VALOR MINIMO QUANTIFICÁVEL. contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral > 30.75 log na carga viral. Avaliar a eficácia das drogas anti-retrovirais.5 a 0. As mais comuns são devido a ativação do sistema imune (infecções intercorrentes ou imunizações). . Observações: 1. HIV PCR QUANTITATIVA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A quantificação da carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: . Deterioração clinica. De acordo com CDC (Center of Disease Control/USA/2000): paciente sintomatico. . 2. E DE 400 COPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA.000 (NASBA) ou > 55.5 log10 (~3 vezes) não são consideradas significativas do ponto de vista clinico. NOTA: DEVIDO A VARIAÇOES INDIVIDUAIS E METODOLOGICAS DO TESTE. Reduções.

MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O b-DNA é o teste aprovado pelo Ministerio da Saúde e utilizado na rede publica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade. Devido ao acumulo de dados relacionados à interpretação dos testes de resistência aos antiretrovirais. sera realizada uma atualização semestral da tabela de mutações relacionadas a resistência. do HIV-1. Este teste esta indicado para: . MÉTODO: bDNA (branched DNA) NOTA: O VALOR MINIMO QUANTIFICÁVEL E DE 50 COPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA. genotipo e fenotipo e . O peso de cada mutação foi determinado através de estudos publicados que correlacionavam tratamento e genotipo. HIV QUANTITATIVO NASBA EM TEMPO REAL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste destina-se a ser utilizado para a amplificação baseada em Nasba e deteccao RNA do HIV-1 isolado em tempo real. Avaliar o padrão de resistência na mulher grávida. Avaliar o padrão do virus infectante na fase aguda da infecção pelo HIV. MÉTODO: NASBA EM TEMPO REAL NOTA: O VALOR MÍNIMO QUANTIFICAVEL E DE 50 CÓPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA. que levam a resistência às drogas utilizadas no tratamento da infecção cronica. RESISTENCIA GENOTIPICA AOS ANTI-VIRAIS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecta a presença de mutações no gene pol. sendo capaz de detectar ate 50 copias de RNA do HIV-1/mL. . Determinar a droga anti-retroiral de escolha quando o paciente apresenta falência ao tratamento atual. como os inibidores nucleosídeos e não nucleosideos da transcriptase reversa. HIV-1. Estamos utilizando o sistema de pontuação das mutações (mutation score) do Hospital Universitario de Stanford. . e aos inibidores da protease.

genotipo e evolução clinica. METODO: SEQUENCIAMENTO GENETICO DO DNA INIBIDORES NUCLEOSíDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NRTIs) +---------------------+--------------------------------+-------------+ | DROGA | PADRAO DE RESISTENCIA | PONTUACAO | +---------------------+--------------------------------+-------------+ | AZT (Zidovudina) | 3TC (Epivir) | ddI (Videx) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | Entricitabina (FTC) | | d4T (Zerit) | Abacavir (Ziagen) | Tenofovir (Viread) | Biovir (AZT + 3TC) | | | | +---------------------+--------------------------------+-------------+ INIBIDORES NãO-NUCLEOSíDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NNRTIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Nevirapina (Viramune) | | | | | | | | | | Delavirdina (Rescriptor)| | Efavirenz (Stocrin. destes vírus apresentarem redução da sensibilidade as drogas "in vitro" alguns pacientes apresentando estas cepas apresentaram resposta virologica subotima ao tratamento. Resistência parcial (15 a 59): a inibição do crescimento "in vitro" não é total.MANUAL DE EXAMES finalmente. Resistente (>60): estes vírus apresentam alto grau de resistência "in vitro" ou não apresentaram resposta virológica durante tratamento com os anti-retrovirais. 3. apesar. O laudo de interpretação do resultado apresentara 3 níveis de resistência as drogas: 1. | Sustiva) | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES DA PROTEASE (PIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Indinavir (Crixivan) | Ritonavir (Norvir) | Saquinavir (Invirase) | Nelfinavir (Viracept) | Amprenavir (Agenerase) | Lopinavir (Kaletra) | Atazanavir (Reyataz) | Tipranavir (TPV) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ HIV SOROLOGIA MATERIAL: . Sensível (0 a 14): o vírus sequenciado não apresenta redução de susceptibilidade às drogas. 2. Valores entre 15 a 29 indicam um baixo grau de resistência e.

COMENTÁRIOS: HIV-1 GENOTIPAGEM MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecta a presença de mutações no gene pol. Resistente (>60): estes vírus apresentam alto grau de resistência "in vitro" ou nao apresentaram resposta virologica durante tratamento com os anti-retrovirais. do HIV-1. Este teste esta indicado para: . genotipo e fenotipo e finalmente. Valores entre 15 a 29 indicam um baixo grau de resistência e. O peso de cada mutacao foi determinado atraves de estudos publicados que correlacionavam tratamento e genotipo. destes vírus apresentarem redução da sensibilidade as drogas "in vitro" alguns pacientes apresentando estas cepas apresentaram resposta virologica subotima ao tratamento. Avaliar o padrão de resistência na mulher grávida. Estamos utilizando o sistema de pontuação das mutações (mutation score) do Hospital Universitário de Stanford. . MÉTODO: SEQUENCIAMENTO GENETICO DO DNA INIBIDORES NUCLEOSÍDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA(NRTIs) +-------------------------+----------------------------------+--------| DROGA | PADRÃO DE RESISTÊNCIA | PONTUAÇÃO | . Determinar a droga anti-retroiral de escolha quando o paciente apresenta falência ao tratamento atual. que levam a resistência às drogas utilizadas no tratamento da infecção cronica. Intervalo entre mamadas para lactentes. sera realizada uma atualização semestral da tabela de mutações relacionadas a resistência. Devido ao acumulo de dados relacionados à interpretação dos testes de resistência aos antiretrovirais. e aos inibidores da protease.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HIV WESTERN BLOT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. 2. 3. apesar. genótipo e evolução clínica. Avaliar o padrão do vírus infectante na fase aguda da infecção pelo HIV. Resistência parcial (15 a 59): a inibição do crescimento "in vitro" não é total. O laudo de interpretação do resultado apresentara 3 níveis de resistência as drogas: 1. como os inibidores nucleosídeos e não nucleosideos da transcriptase reversa. Sensivel (0 a 14): o vírus sequenciado nao apresenta redução de susceptibilidade as drogas. .

A hiper-homocisteinemia é um fator de risco independente para o desenvolvimento de doença arterial coronariana. .MANUAL DE EXAMES +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | AZT (Zidovudina) | 3TC (Epivir) | ddI (Videx) | Entricitabina (FTC) | d4T (Zerit) | Abacavir (Ziagen) | Tenofovir (Viread) | Biovir (AZT + 3TC) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES NÃO-NUCLEOSÍDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NNRTIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Nevirapina (Viramune) | | | | | | | | | | Delavirdina (Rescriptor)| | Efavirenz (Stocrin. | Sustiva) | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES DA PROTEASE (PIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Indinavir (Crixivan) | Ritonavir (Norvir) | Saquinavir (Invirase) | Nelfinavir (Viracept) | Amprenavir (Agenerase) | Lopinavir (Kaletra) | Atazanavir (Reyataz) | Tipranavir (TPV) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ HOMOCISTEINA BASAL E APÓS ESTÌMULO COM METIONINA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A homocisteína é um aminoacido gerado na via de síntese da cisteína. a metionina e a serina. que é formada a partir de dois outros aminoacidos. Níveis elevados de homocisteína no plasma também são encontrados nos casos de deficiência de vitamina B12.

livedo reticular. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO .MENOR DE 15 ANOS : MENOR OU IGUAL A 10 MICROMOL/L . MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: . fenitoina.MAIOR DE 65 ANOS : MENOR OU IGUAL A 20 MICROMOL/L HOMOCISTINÚRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Trata-se de um teste de triagem para detecção da homocistina na urina. sendo o teste negativo.MAIOR DE 65 ANOS : MENOR OU IGUAL A 20 MICROMOL/L APÓS SOBRECARGA ORAL DE METIONINA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 38 MICROMOL/L HOMOCISTEÍNA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LÌQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: . Apresenta menor especificidade que a cromatografia de aminoácidos no diagnóstico da Homocistinuria. osteoporose. hipotireoidismo e outras anormalidades. Alguns dos pacientes com esta aminoacidopatia excretam quantidades pequenas de homocistina na urina.ENTRE 15 E 65 ANOS: MENOR OU IGUAL A 15 MICROMOL/L . Manifesta. uso de drogas (metotrexate. principalmente no periodo neonatal.MANUAL DE EXAMES B6 e ácido fólico.se deste o nascimento com amplo espectro de anormalidades clínicas: miopia.MENOR DE 15 ANOS : MENOR OU IGUAL A 10 MICROMOL/L . deformidades esqueléticas. teofilina) e doenças como insuficiência renal cronica. rash malar e tendência a trombose arterial e venosa. retardo mental.ENTRE 15 E 65 ANOS: MENOR OU IGUAL A 15 MICROMOL/L .

COMENTÁRIOS: A secreção do HGH é pulsatil. ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens.61 NANOG/ML ATENÇAO: MUDANÇA DOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 18/04/2007 HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE-FSH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H.O.97 NANOG/ML MULHER: MENOR QUE 3. Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas após stress. raramente. em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectopica de ACTH. menos evidente que o LH. Doença de Addison. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : MENOR QUE 0. Nos adultos. bem como. Esta diminuindo nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundária. exercicio físico e sono. È secretado de maneira pulsatil. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limitrofe.M. o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio. COMENTÁRIOS: O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatogênenese no homem. O FSH encontra-se em nível . MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 46 PICOG/ML HORMÔNIO DO CRESCIMENTO GH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H OU C.MANUAL DE EXAMES HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO ACTH MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O ACTH é dosado principalmente para diagnóostico de desordens do eixo hipotalamo-hipofiseadrenal. Níveis baixos ou indetectáveis nao são úteis para o diagnóstico da baixa estatura. estes picos sao raros. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreção. valores moderadamente elevados não confirmam o diagnóstico de acromegalia. Encontra-se elevado na doença de Cushing (origem hipofisaria). em casos de síndrome ectopica do acth.

na qual os valores de LH se elevam.89 MUI/ML ADULTOS: . mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofisaria e hipotalamica.MANUAL DE EXAMES relativamente elevado no primeiro ano de vida.27 A 19. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa. Eleva-se nas patologias primariamente gonadais. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: PRE-PUBERES : MENOR QUE 0. È secretado de maneira pulsatil.24 A 8. Realizamos a dosagem de LH (rápido) por outra metodologia para casos de fertilização in vitro. Na Síndrome dos Ovários Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: . Eleva-se precocemente na instalação da menopausa.20 A 12.12 A 10.se na puberdade ate níveis de adulto. seu grande aumento no meio do ciclo induz a ovulação.85 A 4. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando.51 MUI/ML 5.MULHER: FASE FOLICULAR : FASE OVULATORIA: FASE LUTEINICA : POS MENOPAUSA 3.12 MUI/ML : 16.62 MUI/ML .03 MUI/ML FASE LUTEINICA : POS MENOPAUSA 1. Se for dosado de maneira seriada.59 MUI/ML .86 MUI/ML 58. o que parece ser dundamental para a sua ação.87 A .53 MUI/ML 2. nos ovários e nos testiculos.79 A 8.18 A 103.26 MUI/ML HORMONIO LUTEINIZANTE – LH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. O FSH eleva-se nas deficiências ovarianas ou testiculares.64 MUI/ML : 10. Na Síndrome dos Ovarios Policisticos é valorizada sua relação com o LH.HOMEM : 1.HOMEM : 1. Elevam-se na menopausa mais tardiamente que o FSH. pode determinar a data da ovulação.54 A 1. No sexo feminino.MULHER: FASE FOLICULAR : FASE OVULATORIA: 19.78 MUI/ML 22. COMENTÁRIOS: O LH é o hormônio estimulador das celulas intersticiais.74 A 113. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofisarias ou hipotalamicas e na produção ectopica de hormônios esteróideos. valorizando-se a relação LH/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico.

59 e 68)forem iguais ou maiores que 1 (um).11. antes de qualquer tratamento. a pesquisa do(s) tipo(s) especifico(s).18. 56.1 cópia de vírus por célula. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias.podendo significar infecção inicial ou em fase de remissão espontanea.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar.sugere-se. equivalente a 0. .equivalente a 0. e 44) e/ou RLU/PCB para os virus do grupo B (16. .Para aferir a eficácia do tratamento.33.45.1 copia de vírus por célula. 58.59 e 68) forem iguais ou maiores que.35.18. 51. confirmar a presença de infecção ativa com nova coleta após intervalo de tres meses. 43. MÈTODO: Exame processado pela técnica da hibridização molecular associada a dos anticorpos monoclonais. a critério clinica.39. a critério clinica.A Captura Hibrida contém as sondas gênicas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos oncogênicos. que permite a detecção de 1 pg/mL de DNAHPV. indicam pequeno número de cópias virais por celula. . Nota:. a comparação do resultado da Captura Hibrida com o da citologia e o da anatomia patologica.MANUAL DE EXAMES HPV-CAPTURA HÍBRIDA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ùtil no diagnóstico e acompanhamento da infecção pelo HPV. Considerando-se POSITIVO quando as relações RLU/PCA para os virus do grupo A (6. tecnologia Digene.52.51. Permite a detecção de 1 pg/mL de DNA-HPV.42.31.31.Resultado NEGATIVO indica ausência de DNA-HPV dos tipos pesquisados . indica-se colher nova amostra apos três meses do término da terapêutica.11.43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. 52. . Identifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. 45. Considerado POSITIVO quando as relações RLU/PCA para os vírus do grupo A (6.33.Em virtude da biologia viral.35. 58. 39.56. HPV. Nesses casos.PCR-TIPAGEM MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Papiloma Virus Humano (HPV) é um virus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos orgãos genitais e na região anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica.Valores das relações RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. 42. Ha forte evidência de que o HPV desempenha um .

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papel na carcinogenese da genitalia externa, das neoplasias intraepiteliais vulvares, dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do colo de útero. Em mais de 90% dos casos de cancer cervical, existe a presença de DNA do Papiloma Virus Humano (HPV). Existem mais de 70 genotipicos do HPV, e ja foram identificados mais de 30 tipos infectando a genitalia humana. Os tipos de HPV associadas à infecção genital são divididos em categorais de alto e baixo risco, conforme seu potencial oncogênico. Esta técnica apresenta alta sensibilidade para detecção da infecção pelo HPV e é capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às lesões clínicas. Identifica também a presença de infecções mistas (por mais de um tipo diferente). Nota: Sensibilidade do teste é de 15 copias do genoma do HPV. Para aferir a eficácia do tratamento, indica-se colher nova amostra após três meses do término da terapeutica. MÉTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) E POLIMORFISMO DE FRAGMENTOS POR ENZIMA DE RESTRIÇAO (RFLP). INTERPRETAÇAO OS TIPOS DE HPV ASSOCIADAS À INFECÇÃO GENITAL SAO DIVIDIDOS EM CATEGORIAS DE ALTO E BAIXO RISCO, CONFORME SEU POTENCIAL ONCOGENICO (VER TABELA ABAIXO).
+--------------------------------------------------------+ | TIPO DO HPV | RISCO

+-----------------+--------------------------------------------------------+| | ASSOCIACAO FREQUENTE | ASSOCIACAO MENOS FREQUENTE |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+ | | | ALTO RISCO | 16,18 | | | 26, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, | | 53, 56, 58, 59, 66, 68, 69, 73, | | E 82 |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+ | | BAIXO RISCO | | 6,11 6,11 | 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, | | 81 E CP6108 |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+

NOTA: SENSIBILIDADE DO TESTE E DE 15 COPIAS DO GENOMA DO HPV. PARA AFERIR A EFICÁCIA DO TRATAMENTO, INDICA-SE COLHER NOVA AMOSTRA APÓS TRÊS MESES DO TÉRMINO DA TERAPEUTICA.

HTLV I E II MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: IMUNOENSAIO EM LINHA (INNO-LIA HTLV I/II SCORE)

LINHAS CONFIRMATORIAS
ANTI-GAG P19 I/II :

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ANTI-GAG P24 I/II : ANTI-ENV GP46 I/II: ANTI-ENV GP21 I/II:

LINHAS DISCRIMINATORIAS
ANTI-GAG P19 I ANTI-ENV GP46 I ANTI-ENV GP46 II : : :

INTERPRETAÇÃO: +-------------------------------------------------------+ | CONFIRMAÇÃO |

+-----------------------------------------+-------------+ |1- NENHUMA LINHA | NEGATIVO |

+-----------------------------------------+-------------+ |2- LINHA ISOLADA | NEGATIVO |

+-----------------------------------------+-------------+ |3- LINHAS MULTIPLAS |SOMA DAS INTENSIDADES: MENOR QUE 2 | ------------------| |

|INDETERMINADO| +-------------+ |

|SOMA DAS INTENSIDADES: MAIOR OU IGUAL A 2| |A. SOMENTE LINHAS GAG(P19 + P24) | -------------------

|INDETERMINADO| +-------------+ | POSITIVO |

|B. SOMENTE LINHAS ENV(GP46 + GP21) | -------------------

+-------------+ | POSITIVO |

|C. LINHAS GAG E ENV

+-----------------------------------------+-------------+--------+ | DISCRIMINAÇÃO |

+-----------------------------------------+----------------------+ |1- ENV GP46-1 MAIOR QUE ENV GP46-2 |OU SE GAG P19-1 MAIOR QUE 0 | | HTLV-I | |

+-----------------------------------------+----------------------+ |2- ENV GP46-2 MAIOR QUE ENV GP46-1 |OU SE GAG P19-1 IGUAL A 0 | | HTLV-II | |

+-----------------------------------------+----------------------+ |3- OUTRAS COMBINACOES |POSITIVO (NAO TIPAVEL)|

+-----------------------------------------+----------------------+

HTLV - I, PCR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HTLV-1 é um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de celulas T do adulto (LLTA), com uma desordem neurológica denominada de "paraparesia espastica tropical" e com a

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mielopatia associada ao HLTV- I (MAH). Sua transmissão ocorre através de transfusão de sangue, contato sexual e seringas contaminadas (usuarios de drogas). A transmissão perinatal ainda não foi comprovada. A presença de anticorpos anti-HTLV-I, detectados atraves do Elisa, é encontrado em alta frequencia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. Todo Elisa positivo devera ser confirmado através da técnica Western blot ou do PCR. O PCR esta indicado tambem para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. MÉTODO: REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE - PCR VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO, QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO.

I
IA2 ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. COMENTÁRIOS: O diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado pela infiltração linfocitica das ilhotas pancreaticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das celulas beta. Anticorpos anti IA-2 sao observados em 48-80% dos pacientes com diagnóstico recente de diabetes tipo 1 e em 2% dos parentes de primeiro grau de diabéticos tipo 1, correlacionando-se com progressao da doença. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 0,50 U/ML

IDENTIFICAÇÃO DE PORTADORES DO GENE FMR1 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

IGE MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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IGF-1 – SOMATOMEDINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O IGF-1 é um peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. Valores baixos são observados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade), hipopituitarismo, desnutrição, diabetes mellitus, hipotireoidismo, síndrome de privação maerna, atraso puberal, cirrose, hepatoma, nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. Valores baixos são também encontrados nos tumores de hipófise nao funcionantes, no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. Valores altos ocorrem na adolescencia, puberdade precoce verdadeira, gestação, obesidade, gigantismo e acromegalia, retinopatia diabética. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | NANOG/ML |

+--------------+---------------+ | | | | | | | | | | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 27 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |

8 A 15 DIAS | MENOR QUE 42 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 55 A 327 51 A 303 49 A 289 49 A 283 50 A 286 52 A 297 57 A 316 64 A 345 74 A 388 88 A 452 111 A 551 143 A 693 183 A 850 220 A 972 237 A 996 226 A 903 193 A 731 163 A 584 141 A 483

| 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS

PROTEINA LIGADORA-3 DO IGF MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: Os fatores de crescimento Insulin Like (IGFs) constituem uma familia de peptideos com homologia estrutural a insulina.5 A 1. No plasma os IGFs estao ligados a uma familia de proteínas ligadoras (IGFBPs). uma categora composta agora por 10 membros. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores. a IGFBP-3 é a mais estudada. Recentemente.8 | 0. De todas as IGFBPs. inibindo a proliferação celular). com potentes ações anabolicas e mitogenicas. Originalmente.MANUAL DE EXAMES | 20 ANOS | 127 A 424 116 A 358 117 A 329 115 A 307 109 A 284 101 A 267 94 A 252 87 A 238 81 A 225 75 A 212 69 A 200 64 A 188 59 A 177 55 A 166 | | | | | | | | | | | | | | | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | +--------------+---------------+ IGFBP-3 . atividades da IGFBP-3 tem sido identificadas (em particular como agente apoptótico.4 | 8 A 15 DIAS | . sendo a mais abundante na circulação e ligando aproximadamente 95% dos IGFs no sangue. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA >>> ATENÇAO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA <<< +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | MCG/ML | +--------------+---------------+ | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 0. Sua determinação é utilizada na avaliação de desordens do exigo GH-IGF-1. entretanto. acreditava-se que sua única função era o transporte das IGFs.

0 A 6.9 A 7.1 A 7.1 2.5 3.3 A 6.6 0.4 A 6.9 2.2 3.7 2.1 A 9.2 A 8.8 3.5 A 7.4 A 8.6 3.1 A 7.6 1.8 A 7.3 A 5.3 1.9 A 4.5 A 5.1 1.5 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS | 20 ANOS | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | +--------------+---------------+ IMUNOCOMPLEXOS CIRCULANTES 9C1q IgG MATERIAL: SORO .4 2.MANUAL DE EXAMES | | | | | | | | | 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 0.4 A 6.0 A 4.2 1.7 3.7 A 3.9 A 7.9 3.4 A 7.0 3.5 A 7.7 A 8.3 A 6.3 2.5 1.1 A 5.6 3.8 A 5.2 A 6.3 A 10 3.2 2.4 A 6.4 A 9.2 A 4.8 3.1 2.7 2.7 1.4 A 6.5 3.9 0.6 3.7 3.5 A 10 3.9 3.8 A 3.7 3.6 A 6.

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TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os imunocomplexos circulantes não são normalmente expressos em individuos saudáveis, mas são rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide e lupus eritematoso sistêmico durante doença ativa. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 34 MCG/ML

IMUNOFIXAÇÃO MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: IMUNOFIXACAO

IMUNOFIXAÇÃO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Quando paraproteinas são detectadas na eletroforese de soro, urina ou líquor devem ser classificadas pela imunofixação. As imunoglobulinas monoclonais, também chamadas de paraproteinas ou Proteínas M, derivam de uma única linhagem de células plasmaticas que podem produzir altas concentrações de um único anticorpo monoclonal que aparece como uma linha estreita na eletroforese (ex.: mieloma multiplo, macroglobulinemia de Waldestrom, amiloidose, gamopatia monoclonal de significado indeterminado). A imunofixação, que substitui a técnica de imunoeletroforese por ser mais sensível e rapida, combina as técnicas de eltroforese e imunoprecipitação. Após a separação das proteínas séricas por eletroforese, antisoro (contra IgA, IgG, IgM, cadeia leve Kappa e Lambda) é colocado sobre as frações separadas. As proteínas não precipitadas são lavadas e o imunoprecipitado é a seguir corado. A presença de proteína M é caracterizada na imunofixação pela presença de uma banda bem definida associada com uma classe de cadeia pesada (IgM, IgG ou IgA) e banda de mesma mobilidade que reage com cadeia kappa ou lambda. Este método tem grande aplicação na identifição de proteínas M presentes em pequenas quantidades, que são difíceis de detectar por outros métodos. MÉTODO: IMUNOFIXAÇAO

IMUNOFIXAÇÃO

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MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS MÉTODO: IMUNOFIXAÇAO

IMUNOGLOBULINAS-IgG, IgA, IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H; INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES. COMENTÁRIOS: Muitas doenças adquiridas ou congenitas levam a alterações das proteinas plasmaticas. Determinações periodicas de imunoglobulinas durante a doença nao somente permitem o monitoramento da evolução do paciente, mas também ajudam na avaliação da gravidade e na formulação de um diagnóstico. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: IDADES 0 A 12 MESES: 1 A 4 A 7 A IgA 0 A 83 IgG 232 A 1411 453 A 916 IgM 0 A 145 MG/DL 19 A 146 MG/DL 24 A 210 MG/DL 32 A 208 MG/DL 31 A 180 MG/DL 35 A 239 MG/DL 15 A 188 MG/DL 23 A 259 MG/DL 46 A 304 MG/DL

3 ANOS : 20 A 100 6 ANOS : 27 A 195 9 ANOS : 34 A 305

504 A 1465 572 A 1474 698 A 1560 759 A 1550 716 A 1711 549 A 1584 751 A 1560

10 A 11 ANOS : 53 A 204 12 A 13 ANOS : 58 A 359 14 A 15 ANOS : 47 A 249 16 A 19 ANOS : 61 A 348 ADULTO : 82 A 453

IMUNOHISTOQUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

IMUNOLOGIA ESPERMA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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INDICAN, PESQUISA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O indican é o resultado da decomposição do triptofano intestinal, estando normalmente presente em tracos na urina. Sua absorção intestinal é maior na presença de constipação ou aumento da putrefação intestinal. Assim, o indican tem seu nivel aumentado em enterites, na obstrução intestinal, no íleo paralitico e nas neoplasias gastrintestinais. O indican também se apresenta elevado em quadros de decomposição bacteriana de proteínas corporeas, como septicemias e gangrenas. MÈTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NORMAL = TRACOS

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O inseticida é distribuido uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: Cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar geral, transpiração excessiva, alteração dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiração deprimida, dispneia, salivação, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos cronicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TECNICO UTILIZADO, PERMITE A DETECCAO E

QUANTIFICACAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC,BETABHCGAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I,ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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São distribuidos uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar em geral, transpiração excessiva, alteracao dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiracao deprimida, dispneia, salivacao, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos cronicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO PERMITE A DETECÇÃO E

QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC, BETA-BHC GAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I, ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: São distribuidos uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar em geral, transpiração excessiva, alteração dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiração deprimida, dispneia, salivação, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos crônicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO, PERMITE A DETECCAO E

QUANTIFICACAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC, BETA-BHC GAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I, ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM; COMENTÁRIOS: A monitorização de exposição aos organofosforados pode ser feita pela determinação dos mesmos inalterados, em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem

São absorvidos pelas vias inalatória. PERMITE A DETECÇAO E QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOFOSFORADOS: PHORATE. SUGERIMOS A REALIZAÇAO DA DOSAGEM DE COLINESTERASE PLASMATICA OU COLINESTERASE ERITROCITÁRIA EM PACIENTES COM SUSPEITAS DE INTOXICAÇAO POR INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS. PERMITE A DETECÇAO E QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOFOSFORADOS: PHORATE.MANUAL DE EXAMES colhidas ate 6 horas após à exposição. PARATION ETILICO.PARATION METILICO. DIAZINON. produzindo intensa excitação vagal e uma despolarização permante dos musculos esqueléticos. PARATION ETILICO. Provocam a inativação da colinestrase por acao predominantemente parassimpaticomimetica. produzindo intensa excitação vagal e uma despolarização permanente dos musculos esqueléticos MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: OS VALORES CITADOS NA NR-7 SÃO REFERENTES À ATIVIDADE DA ACETIL COLINESTERASE. MALATION. ETHION. INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A monitorização de exposição aos organofosforados pode ser feita pela determinação dos mesmos inalterados. O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO. SUGERIMOS A REALIZAÇAO DA DOSAGEM DE COLINESTERASE PLASMATICA OU COLINESTERASE ERITROCITÁRIA EM PACIENTES COM SUSPEITAS DE INTOXICAÇAO POR INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS. São absorvidos pelas vias inalatória. ocasionando acumulo da acetilcolina no sistema nervoso. ETHION. INSPEÇÃO DO PLASMA REFRIGERADO MATERIAL: SORO/PLASMA . oral e cutânea. DIAZINON. em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas ate 6 horas após à exposição.PARATION METILICO. O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO. oral e cutanea. MALATION. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: OS VALORES CITADOS NA NR-7 SÃO REFERENTES À ATIVIDADE DA ACETIL COLINESTERASE. Provocam a inativação da colinesterase por ação predominantemente parassimpaticomimetica ocasionando acumulo da acetilcolina no sistema nervoso.

Nesses casos.M . vem sendo descritas. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. mas poucos são IgE. ocorre elevação da insulinemia. COMENTÁRIOS: Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma. Diversas formas de resistencia a insulina. A maioria dos anticorpos anti-insulina são IgG. INSULINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H A 14H OU C.4% DE LIGACAO. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 29. COMENTÁRIOS: Essencialmente. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 2. EM CASO DE CRIANÇAS SEGUIR ORIENTAÇÃO MÉDICA. A presença de anticorpos anti-insulina pode ocasionar alteração nos resultados dos ensaios para insulina. com resposta exagerada após a sobrecarga glicidica. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos anti-insulina. A causa mais conhecida é a que acompanha a obesidade.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 12H COMENTÁRIOS: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglicerides exogenos após a refrigeração do plasma. que apresenta níveis de insulina elevados. por diferentes mecanismos.O.01%) nos pacientes tratados. Entretanto.1 MICRO U/ML INSULINA ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. resistencia insulinica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos raramente é observada (0. frente à níveis normais ou elevados da glicemia. ISOAGLUTININAS MATERIAL: SORO/SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia.

TESTE DE PRECIPITAÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicado na avaliação e diagnóstico de hemoglobinas instáveis. As infecções sao normalmente autolimitadas. Utiliza-se a titulacao destes anticorpos para avaliar o funcionamento do sistema imune. MÉTODO: AGLUTINAÇÃO VALOR DE REFERENCIA: ACIMA DE 1 ANO: MAIOR OU IGUAL 1:4 NOTA: VALORES MENORES QUE 1:4 PODEM SER ENCONTRADOS EM CRIANÇAS ABAIXO DE 1 ANO DEVIDO A IMATURIDADE IMUNOLOGICA. Esporozotos liberados dos oocistos invadem o intestino delgado. sendo de maior gravidade em crianças e portadores de imunodeficiencia.MANUAL DE EXAMES No sistema ABO anticorpos séricos são de ocorrencia natural. onde acarretam diarreias aquosas cronicas. ISOPROPANOL. MÉTODO: TRIS-ISOPROPANOL VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ISOSPORA BELLI – PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Isospora belli é um espécie que infecta humanos por meio da ingestão de oocistosesporulados junto com a água e alimentos.ÍNDICE DE TIROXINA LIVRE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H . Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentração de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. São formados após o nascimento com a colonização intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do individuo. MÈTODO: HPJ COM MICROSCOPIA ÒTICA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ITL.

tornando o uso do ITL menos relevante. Apresenta estimuativa satisfatória da concentração de T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situações em que a concentração de TBG encontra-se alterada.13 ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 27/12/2006 J JO-1. Recentemente. COMENTÁRIOS: Estes anticorpos são direcionados para a enzima histidil-T-RNA sintetase e estão presentes em mais de 30% dos pacientes com Polimiosite.4% T4 . T3 .MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O Índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captação de T3 por resina e T4 total. T4 livre e T3 livre mostram-se mais reprodutíveis.23 MCG/DL ITL . MÉTODO: HEMOAGLUTINAÇÃO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO K KLEIHAUER .TOTAL (QUIMIOLUMINESCENCIA) VALOR DE REFERENCIA: 6.93 A 13. os ensaios de TSH. AUTO ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.09 A 12. Usualmente é proporcional ao T4 livre.RETENÇÃO (QUIMIOLUMINESCENCIA) VALOR DE REFERENCIA: 32.0 A 48. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES. È considerado o anticorpo marcador de mal prognóstico da polimiosite e esta associado à Alveolite Fibrosante e Síndrome de Sjogren. È raro em pacientes com Dermatomiosite (aproximadamente 10%) e em outras doenças reumáticas.(INDICE DE TIROXINA LIVRE) VALOR DE REFERENCIA: 5. Existem evidências de que os títulos de anti-Jo-1 podem variar de acordo com a atividade da miosite e que sua quantificação pode ser útil no seguimento destes pacientes.

PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A lactosúria pode ocorrer nos últimos meses da gravidez e durante a lactação. anemias aplásticas e microesferocitose hereditária. a HbA e outras hemoglobinas são removidas dos eritrócitos.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste utilizado para evidenciar a presença de hemoglobina fetal (HbF) nas hemácias. MÉTODO: COLORAÇÃO PELA EOSINA VALORES DE REFERENCIA: EM ADULTOS E MAIORES DE 2 ANOS DE IDADE: MENOR QUE 0. com exceção da HbF. Também usado na determinação e quantificação aproximada de transfusão materno-fetal em casos de mãe Rh negativo e feto Rh positivo.05% DE HEMACIAS FRACAMENTE CORADOS PELA HEMOGLOBINA FETAL. Encontra-se positiva em algumas formas de Talassemias (distribuição heterogênea nas hemácias) e na Persistência Hereditária da Hemoglobina Fetal (distribuição homogênea). colo irritável e posgastrectomia. A prova positiva revela presença de HbF. EM SANGUE DE CORDÃO: PRÓXIMO DE 100% DE HEMACIAS FORTEMENTE CORADOS PELA HEMOGLOBINA FETAL. Ocorre também pela deficiência de lactose ou por intolerância sem carência enzimática. L LACTOSE. . desnutrição. espru tropical. A diminuição da lactose pode ocorrer na doença celíaca. que persiste após diluição ácida. Em casos de analise de sangue fetal (coleta intra-uterina) é usado para confirmar se o sangue é realmente fetal ou materno. No teste.

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