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17 HIDROXI-PREGNENOLONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: 17-alfa-hidroxipregnenolona é formada pela hidroxilação da pregnenolona. A maior parte da pregnenolona circulante é de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administração de ACTH. Este ensaio é primariamente útil no diagnóstico da hiperplasia adrenal congênita por deficiência da 3beta- OH-esteróide desidrogenase. É também útil para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados são observados na Síndrome de Cushing ACTH-dependente. MÉTODO: HIDROLISE + CROMATOGRAFIA + RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERÊNCIA: - HOMENS E MULHERES: 20 A 450 NANOG/DL - RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS (31 A 35 SEMANAS): MENOR QUE 2409 NANOG/DL - NASCIDOS A TERMO A MENOS DE 3 ANOS: MENOR QUE 830 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER II E III (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 20 A 360 NANOG/DL E 88 A 675 NANOG/DL - FEMININO: 58 A 450 NANOG/DL E 250 A 800 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER IV E V (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 32 A 300 NANOG/DL E 220 A 860 NANOG/DL - FEMININO: 53 A 540 NANOG/DL E 500 A 1600 NANOG/DL

17 ALFA HIDROXIPROGESTERONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO

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VALORES DE REFERENCIA:
FAIXA ETÁRIA MASCULINO FEMININO 17 A 204 NANOG/DL 25 A 110 NANOG/DL 5 A 47 NANOG/DL 2 A 72 NANOG/DL FASE FOLICULAR: 19 A 182 NANOG/DL FASE LUTEINICA: 22 A 469 NANOG/DL MENOPAUSA: 20 A 172 NANOG/DL USO DE ACO*: 18 A 251 NANOG/DL MENOR QUE 1 MES: 53 A 186 NANOG/DL 1 A 6 MESES: 35 A 157 NANOG/DL 6 A 12 MESES: 6 A 40 NANOG/DL PRE-PUBERES: 1 A 82 NANOG/DL ADULTOS: 60 A 342 NANOG/DL

*ACO=EM USO DE ANTICONCEPCIONAL ORAL NOTA: EM CRIANÇAS DE BAIXA IDADE, PARTICULARMENTE ATÉ 6 MESES, VALORES ELEVADOS PODEM SER ENCONTRADOS, SEM CORRELAÇÃO COM O QUADRO CLÍNICO, DEVIDO A INTERFERÊNCIAS ANALÍTICAS POR ESTERÓIDES CIRCULANTES. O CRITÉRIO MÉDICO SUGERE-SE CONFIRMAÇÃO DE RESULTADOS ELEVADOS, NESSA FAIXA ETÁRIA, POR METODOLOGIA DISTINTA.

A
ACETONA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 2,0 MG/DL EXPOSIÇÃO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE

REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA PLASMÁTICA.

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ACETONA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 0,3 MG/DL EXPOSIÇÃO A ACETONA: MENOR QUE 10 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) EXPOSIÇÂO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE

REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA URINÁRIA.

ACIDIFICAÇÃO URINÁRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto: JO 8h/ Criança: JO 4h. COMENTÁRIOS: O teste é útil na detecção de problemas tubulares de acidificação urinária que podem levar a formação de cálculos. MÉTODO: DETERMINAÇÃO DO pH MEDIDA DIRETA EM POTENCIOMETRO APÓS ADMINISTRAR CLORETO DE AMONIO 0,1 G/KG DE PESO pH 1 HORA APOS: Ph 2 HORAS APOS: pH 3 HORAS APOS: pH 4 HORAS APOS: VALOR DE REFERÊNCIA: REDUÇÃO DE pH URINÁRIO A VALORES INFERIORES A 5,3 EM PELO MENOS UMA DAS AMOSTRAS COLHIDAS APÓS SOBRE CARGA COM CLORETO DE AMÔNIO.

ÁCIDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Vide comentários. COMENTÁRIOS:

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O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principalmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, ácido dihidrofenilacetico, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, ácido acético, salicilatos, formaldeido, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais com tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinóide, particularmente, em pacientes sem diarréia. Alguns pacientes com síndrome carcinóide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má-absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano (doença celíaca, sprue tropical, Doença de Whipple, fibrose cística, etc.), e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinóides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 10 MG/24 HORAS LIMIARES: DE 11 A 20 MG/24 HORAS

ÁCIDO DELTA- AMINOLEVULÍNICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS É o indicador de efeito mais utilizado nas exposições ao chumbo. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na sintese do heme. O PB inibe a enzima acido delta aminolevulinico desidratase em combinação com o aumento da Ala-S, levando a um aumento do acido delta aminolevulinico na urina. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4,5 MG/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) IBMP: 10 MG/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/Br)

ÁCIDO DELTA AMINO LEVULINICO DESIDRATASE MATERIAL: SANGUE TEMPO DE JEJUM:

COMENTÁRIOS: O acido fólico atua na maturação das hemácias e participam do processo de síntese das purinas e pirimidinas. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. na maioria dos alcoólatras crônicos. A deficiência do acido fólico e quase sempre conseqüência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 (um terço) de todas as mulheres grávidas. 1994. 1994 . MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NÃO DEFINIDO PELA NR-7. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato. sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno.0 NANOG/ML .MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS A atividade da enzima ácido delta aminolevulinico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliação tóxica resultante da exposição) nas exposições ao chumbo.MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 240 MG/G CREATININA (NR-7. levando a uma diminuição na síntese do heme MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: 30 A 60 U/L ERITROCITOS ÁCIDO FENILGLIOXILICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS O ácido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. O folato deteriora-se quando exposto a luz. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. A relação ácido mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. MT/BR) ÁCIDO FÓLICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MAIOR QUE 3. componentes dos ácidos nucléicos. A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. O chumbo inibe a ação da enzima.

5 G/G DE CREATININA (NR-7.5 G/G DE CREATININA (NR-7. MT/BR) ÁCIDO HOMOGENTÍSICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O ácido homogentísico é um intermediário no metabolismo da tirosina. TESTE DO CLORETO FERRICO. Concentrações sofrem interferências . ACIDO HOMOVANILICO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido homovalinico (HVA) é o principal metabolito urinário da dopamina. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: ATE 1. Níveis elevados também são encontrados no feocromocitoma. Na alcaptonuria a acumulo deste nos fluidos e tecidos corporais devido à ausência congênita da enzima acido homogentísico oxidase. MT/BR) IBMP: 2.MANUAL DE EXAMES ÁCIDO HIPÚRICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Acido hipurico é o principal metabolito urinário do tolueno. Aproximadamente 20% dos pacientes com elevação do HVA não tem neuroblastoma. MÉTODO: UTILIZADO TRES METODOS COLORIMETRICOS QUALITATIVOS: TESTE DE REDUCAO DO NITRATO DE PRATA AMONIACAL. A determinação urinaria do acido hipurico é utilizada para monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. sendo que a ocronose e artrite manifestam-se na vida adulta. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. 1994. O acumulo do acido resulta em urina escura e alcalina desde o nascimento. TESTE DE REDUCAO DO REATIVO DE BENEDICT. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA e acido vanilmandélico (VMA). Excreção do HVA pode ser intermitente. 1994. Níveis elevados do metabolito na urina indicam uma exposição ocupacional excessiva ao tolueno.

intoxicação por etanol.8 A 18. álcool etílico e drogas. salicilatos.7 MG/24 HORAS 10 A 16 ANOS: 2.7 MG/24 HORAS ADULTOS: 1. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10. sendo o principal metabolito do glicogênio em anaerobiose.0 MG/DL ACIDO MANDELICO MATERIAL: URINA . Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana. ao contrario da meningite viral. apos exercícios físicos.9 MG/DL ÁCIDO LÁTICO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido lático (lactato) é um intermediário do metabolismo dos carboidratos. Em caso de investigação para neuroblastoma é sugerida também a dosagem do VMA. em que níveis normais são usualmente encontrados. no choque. Valores elevados são encontrados no pós-prandial. anomalias do metabolismo de ácidos graxos e aminoácidos. uso de medicamentos (biguanidas. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 5.8 MG/24 HORAS ACIDO LATICO MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana.4 A 8.4 A 4.3 MG/24 HORAS 6 A 10 ANOS: 2. ao contrario da meningite viral. insuficiência renal. tabaco.7 A 22. hepática. barbituricos).MANUAL DE EXAMES de alguns alimentos.4 A 8.1 A 4. em que níveis normais são usualmente encontrados. glicogenoses congênitas. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 3 A 6 ANOS: 1.

MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. A determinação do acido metil hipurico urinário é empregada na monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. 1994.MT/BR IBMP: 1. 1994. MT/BR) ACIDO METIL-HIPURICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O acido metil hipurico representa mais que 95% da fração metabolizada do xileno.MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 0. 1994. A relação ácida mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental.5 G/G CREATININA (NR-7. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7. MT/BR) IBMP PARA ETIL-BENZENO: 1. Níveis elevados de acido metil hipurico urinário indicam uma exposição ocupacional excessiva ao xileno. 1994 . A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno.8 G/G CREATININA (NR-7. MT/BR) ACIDO OXALICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10 A 65 MICROMOL/L ACIDO OXALICO MATERIAL: URINA 24 HORAS .5 G/G DE CREATININA (NR-7. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno. 1994 .

METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMEM: 7 A 44 MG/24 HORAS MULHER: 4 A 31 MG/24 HORAS CRIANCA: 13 A 38 MG/24 HORAS ACIDO TRANS.6 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 1. A dieta e o uso de acido ascórbico podem alterar os resultados.3 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 0.0 PPM DE BENZENO NO AR 4.0 PPM DE BENZENO NO AR 5. TRANS-MUCONICO E NIVEIS DEBENZENO NO AR (PORTARIA 34.operatórios de by-pass intestinal. Hiperoxalaturia é detectável em 30% dos pacientes com cálculos urinários compostos por oxalato.8 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 6. TRANS-MUCONICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS METODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA EFICIENCIA VALOR DE REFERENCIA: 0. 2001): 1.0 PPM DE BENZENO NO AR ACIDO TRICLOROACETICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A excreção urinaria do oxalato é um preditor de nefrolitiase. MT/BR . 1994.5 MG/G DE CREATININA (ACGIH/BEI) IBMP: NAO DEFINIDO PELA NR-7 CORRELACAO ENTRE CONCENTRACOES DE ACIDO TRANS. pos.0 PPM DE BENZENO NO AR 2. intoxicação por etineloglicol e ingestão insuficiente de calcio.6 PPM DE BENZENO NO AR 1. doenças inflamatórias intestinais.5 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 2. Hiperoxaluria pode decorrer de ma absorção intestinal.2 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 4.

ampicilina. psoríase.0 MG/DL ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 12HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Veja Acido úrico U-24 horas. defeitos dos túbulos renais. COMENTÁRIOS O acido úrico é o produto final do metabolismo das purinas. corticóides. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO . uso de tetraciclina. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: 3.5 MG/L (NR7. etilismo. pre-eclampsia. dieta rica em purinas. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 8 MG/DL ACIDO URICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h.ÁCIDO TRICLORO-ACETICO 3. pos. ACIDO URICO MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Pode ser útil no diagnostico diferencial de artropatias. estando elevado em varias situações clinicas alem da gota. cetoacidose diabética. dentre outras drogas. indometacina. porfiria. MT/BR). 1994.0 MG/DL MULHERES: 2.4 A 7. didanosina. alopurinol.4 A 6. neoplasias. aspirina. intoxicação por metais pesados e no aumento do clearence renal.quimioterapia e radioterapia uso de paracetamol.MANUAL DE EXAMES IBMP: EXPOSICAO AO TETRACLOROETILENO . aspirina (doses baixas). Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas. metotrexato. verapamil. beta-bloqueadores. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal. diuréticos. metildopa. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota.

Antiinflamatórios. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO ACIDO URICO (CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA) MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A identificação dos cristais na urina é utilizada na tipificação de distúrbios do trato urinário e do metabolismo.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: 75 A 425 MG/12 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 24HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido úrico é eliminado pelos rins. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE ACIDO VALPROICO MATERIAL: SORO . sendo útil no diagnostico e orientação terapêutica. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 150 A 850 MG/24 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido urico é eliminado pelos rins. vitamina C. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada. Guardam relação com o tipo de alimentação e o processo patológico. diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. Álcool causa diminuição do urato urinário. Álcool causa diminuição do urato urinário.

O. METODO: FLUORESCENCIA POLARIZADA VALORES DE REFERENCIA: NIVEL PLASMATICO TERAPEUTICO: 50 A 100 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRACAO DA PROXIMA DOSE. com pico plasmático em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. O metabolismo da droga é hepático. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. COMENTÁRIOS O acido valproico (Depakene Epilenil) é um anticonvulsivante também usado em distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. Alguns pacientes necessitam de níveis séricos superiores aos valores de referencia para controle das convulsões.0 MG/24 HORAS MAIOR DE 19 ANOS: MENOR QUE 6. Estado de equilíbrio ocorre apos 3 dias de uso do medicamento.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 8h (alimentar) de preferência antes da próxima dose do medicamento ou C. Vários medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinação. glanglioneuroblastoma. ACIDO VANILMANDELICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS O acido vanilmandelico (VMA) é o principal metabolito da epinefrina e norepinefrina. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais.8 MG/24 HORAS . Seu metabolismo é hepático (95%). METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 ANO: MENOR QUE 2.0 MG/24 HORAS 5 A 9 ANOS: MENOR QUE 3. dependente da idade.5 MG/24 HORAS 10 A 19 ANOS: MENOR QUE 6. A principal causa de níveis baixos é o não uso da medicação. fenitoina. Encontrase elevado em situações onde ocorre elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. Cerca de 90% da droga se liga a albumina.3 MG/24 HORAS 2 A 4 ANOS: MENOR QUE 3. Valores acima de 200 microg/mL são considerados tóxicos. sendo que drogas que induzem o citocromo P450 como carbamazepina.M. neuroblastoma e glanglioneuroma. O acido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. apresentando grandes variações individuais.

Doença de Addison. particularmente nas glomerulonefrites. É importante para acompanhar a evolução das afecções renais. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 46 PICOG/ML ADDIS – CONTAGEM MATERIAL: URINA DE 12 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: O método de Addis permite o exame quantitativo do sedimento urinário em condições padronizadas. utilizando o volume exato da urina coletado em 12 horas. onde as contagens têm valor prognostico.HEMACIAS: ATE 500.000 POR 12 HORAS . COMENTÁRIO: O ACTH é dosado principalmente para diagnostico de desordens do eixo hipotalamo-hipofiseadrenal.0 U/L .PIOCITOS: ATE 1.CILINDROS HIALINOS: ATE 5. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limítrofe. Encontra-se elevado na doença de Cushing (origem epifisária).000 POR 12 HORAS ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Veja ADA no soro.MANUAL DE EXAMES ACTH MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h.000. em casos de síndrome ectópica do acth. o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio. em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectópica de ACTH. METODO: MICROSCOPIA VALORES DE REFERENCIA: . Raramente.000 POR 12HORAS . Esta diminuindo nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundaria. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20.

METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20.0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose. .0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: SANGUE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina à inosina. participando do processo de diferenciação e proliferação de linfócitos. pericárdica e peritoneal.0 U/L ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20. Níveis elevados da ADA são indicadores indiretos de tuberculose meningea. No líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%.MANUAL DE EXAMES ADENOSINA DEAMINASE – ADA MATERIAL: LIQUIDO PERICARDICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO Veja ADA no soro.

Nos testes de agregação plaquetaria verificamos resposta a adição dos agentes agregantes. Adrenalina. COMENTÁRIO Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias.negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. METODO: BORN QUE REGISTRA O FENOMENO DA AGREGACAO DE FORMA CINETICA ATRAVES DO AGREGOMETRO DE PLAQUETAS. Resultado falso. Na Trombastenia de Glazmann a agregação esta diminuída com todos os agregantes. A dosagem da ADA no soro não tem valor diagnóstico.0 U/L AGREGACAO PLAQUETARIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8h. exceto com a ristocetina. Na Doença de Von Wilebrand e na Doença de Bernard Soulier a agregação frente à ristocetina e caracteristicamente anormal. COMENTÁRIO O teste esta indicado na investigação de anormalidades qualitativas das plaquetas. na pancreatite. Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. ALDOLASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose.6 U/L .MANUAL DE EXAMES No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. Colágeno e Ristocetina. Níveis elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas. principalmente nas desordens congênitas. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40. VEJA TAMBÉM: Sorologia para Mycobacterium Tuberculosis. no infarto do miocárdio e em neoplasias. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas. No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. criptococcicas e neoplasias. Também usado na investigação laboratorial de pacientes com manifestações clinicas hemorrágicas ou trombóticas e no acompanhamento de indivíduos em uso de anti-agregantes plaquetários. Adenosina Difosfato (ADP). METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: RECEM-NASCIDOS : ATE 19.

dieta pobre em sódio. deficiência de síntese.0 A 16.0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPOSSODICA: DE 17. COMENTARIO: A aldosterona é secretada pela glândula adrenal.8 U/L ADULTOS : ATE 7. isolada. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário.6 U/L ALDOSTERONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. gravidez e Síndrome de Bartter. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário.0 NANOG/DL ALDOSTERONA MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTARIO: VEJA Aldosterona SORO METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: DE 6.0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPERSODICA: MENOR QUE 6.8 U/L ACIMA DE 2 ANOS A 16 ANOS: 1. METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: SENTADO/PE: 4.2 A 8.MANUAL DE EXAMES 10 A 24 MESES: 3. A sua produção é regulada pelo sistema renina-angiotensina.0 A 31. tornando uma medida randômica de aldosterona.0 A 44.0 MICROG/24 HORAS ALFA 1 ANTI TRIPSINA FECAL MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: . dieta rica em sódio.0 NANOG/DL DEITADO: 1. de pouco valor diagnóstico.0 A 25. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico.4 A 11.

linfagectasia intestinal. sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional.4 A 26. ALFA 1 ANTI TRIPSINA MUTAÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTARIO: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam a deficiência da alfa-1 antripsina.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: A Alfa-1-anti-tripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. artrites. intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita.PCR INTERPRETACAO . terapia com estrógenos ou corticóides. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. METODO: ELISA VALOR DE REFERENCIA: 5. Intervalo entre mamadas para lactentes. neoplasias e pósoperatórios. vasculites. gastroenteropatia alérgica. Deficiência genética de AAT pode estar associada com enfisema pulmonar. doença crônica. É o principal componente da alfa-1-globulina. mas inespecífica em processos inflamatórios. VEJA também Alfa-1-anti-tripsina FECAL. COMENTARIO: A Alfa-1-anti-tripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda. aumentando de forma rápida. Encontra-se elevada em infecções. Doença de Whipple.8 MG/DL ALFA 1 ANTI TRIPSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. gravidez. carcinoma gástrico. METODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 MES: 79 A 222 MG/DL 1 A 6 MESES: 71 A 190 MG/DL 6 MESES A 2 ANOS: 60 A 160 MG/DL 2 A 19 ANOS ADULTOS : 70 A 178 MG/DL : 88 A 174 MG/DL ATENCAO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 10/01/2006. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE .

respectivamente. Assim. spina bifida) em um grande número de acometidos. não específica. mas não em todos os casos. Com algumas anormalidades cromossômicas (Síndrome de Down [trissomia 21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18]) é. Alfa-fetoproteína elevada no soro materno. terapia com estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. Intervalo entre mamadas para lactentes.: Existem variações raras do Genótipo M que não são detectadas por esta técnica. COMENTÁRIOS: A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região alfa-1 na eletroforese. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. Está aumentada no carcinoma hepatocelular. surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. neoplasias e terapia com corticóides. 51%. teratocarcinoma. 83%. estes genótipos Irão apresentar níveis plasmáticos de alfa-1-antitripsina de 16%. Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção. pela idade gestacional. MZ. É uma proteína de fase aguda. baixo no soro materno. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica.0 MG/DL ALFETO PROTEINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. e MM. sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler.0 A 117. carcinoma embrionário. gravidez. OBS. relativamente. ALFA 1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Considerando M o alelo normal. 93%. SZ. a confirmação . Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas).MANUAL DE EXAMES Existem varias mutações conhecidas para alfa-1 antitripsina. 97% e 100%. METODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 51. do valor encontrado. SS. colhido entre 16ª e 18ª semanas detectam defeitos do tubo neural (ex. COMENTÁRIOS: A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos. MS. Estando relacionada com os diferentes genótipos que podem ser apresentados ZZ. A deficiência de alfa-1-antitripsina pode variar de intermediaria a severa. entretanto a mutação mais comum e denominada variante Z e a segunda mais comum e a variante S. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.

A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico é realizada após o rastreio materno positivo.53 NG/ML | | 30 | 96.MANUAL DE EXAMES da idade gestacional pelo ultra-som é desejável.81 NG/ML ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . VEJA também Risco Fetal.39 NG/ML | | 22 | 38.94 A 50. mas pode ser realizada quando a história materna ou familiar é positiva para defeito no tubo neural. ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO.65 A 257.32 NG/ML | | 19 | 28.20 NG/ML | | 15 | 16.36 A 58. A Alfa-fetoproteína não é tão sensível para a detecção de bífida no terceiro trimestre.10 NG/ML | | 18 | 24. A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no líquido amniótico do que no soro.000 NG/ML) PODEM SER ENCONTRADAS COM DECLINIO NOS MESES SUBSE-QUENTES.39 A 232.5 NG/ML NA GRAVIDEZ VEJA TABELA ABAIXO: SEMANAS DE GRAVIDEZ +----+----------------------+ +----+----------------------+ | 14 | 15.82 NG/ML | | 24 | 47.81 A 74.35 A 145.80 A 313.08 A 205.46 A 98.09 A 112.39 A 67. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1.70 A 284. CONCENTRACOES ELEVADAS (INCLUSIVE ACIMA DE 100.35 NG/ML | | 16 | 19.44 A 85.87 NG/ML | | | | +----+----------------------+ +----+----------------------+ NOTA: EM RECEM-NASCIDOS NORMAIS.16 NG/ML | | 26 | 58.24 A 185.38 NG/ML | | 23 | 42.19 A 163.08 NG/ML | | 25 | 53. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: ATE 10.35 NG/ML | | 21 | 35.13 A 45.73 NG/ML | | 20 | 31.13 NG/ML | | 17 | 22.42 NG/ML | | 27 | 71.72 A 128.31 NG/ML | | 28 | 78.01 NG/ML | | 29 | 84.

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VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML

ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML

ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO AMNIOTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA SEMANAS DE GRAVIDEZ +----+---------------------+ +----+---------------------+ | 16 | 10648 A 17908 NG/ML | | 24 | 1936 A 4114 NG/ML | 17 | 9559 A 13310 NG/ML | 18 | 7865 A 11737 NG/ML | 19 | 6050 A 9196 NG/ML | 20 | 4179 A 7623 NG/ML | 21 | 3388 A 6292 NG/ML | 22 | 2662 A 5203 NG/ML | 23 | 2299 A 4719 NG/ML | | 25 | 1331 A 3509 NG/ML | | 26 | 1089 A 2783 NG/ML | | 27 | 1089 A 2420 NG/ML | | 28 | 726 A 1936 NG/ML | | 29 | 484 A 1815 NG/ML | | 30 | 484 A 1815 NG/ML | | | | | | | | | | |

+------+--------------------------------+ +------+--------------------------------+

ALUMINIO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO:

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O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al sao no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministerio da Saúde define como critério de avaliaçãoo que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. MÉTODO: ZEEMAN VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 10,0 MCG/L NOTA: A AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA (PORTARIA NUMERO 82, DE 3 DE JANEIRO DE 2000) ESTABELECE PARAMETROS PARA AVALIACAO DOS NIVEIS DE ALUMINIO, EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIENCIA RENAL CRONICA: - VALORES INFERIORES A 30,0 MCG/L: EXAMES ANUAIS - VALORES SUPERIORES A 30,0 MCG/L: REALIZAR TESTE DA DESFERROXAMINA (DFO), ONDE AUMENTOS DE 50,0 MCG/L, EM RELACAO AO VALOR BASAL, INDICAM TESTE POSITIVO. ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR

ALUMINIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porem de grande apreciação clinica como antiácido estomacal e como agente quilate de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. METODO: ZEEMAN VALORES DE REFERENCIA: - NAO-EXPOSTOS: ATE 15 MCG/L - EXPOSICAO OCUPACIONAL: ATE 200 MCG/L (DFG/BAT) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR

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AMEBIASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIO: A infecção pela "Entamoeba Histolytica" pode ser assintomática, causar doença invasiva intestinal ou doença extra-intestinal. A sorologia possui maior sensibilidade para as formas extra-intestinais (90%), sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e baixa sensibilidade para formas assintomáticas. O Teste é útil na distinção entre abscessos hepáticos amebianos e piogênicos, entretanto, a alta incidência de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso-positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Títulos de anticorpos podem ser detectáveis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. VEJA também Entamoeba Histolytica nas fezes. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

AMILASE MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: METODO: CINETICO CNP

AMILASE MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO PNP VALORES DE REFERENCIA: 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL

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TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO CNP VALOR DE REFERENCIA: 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: - SANGUE: A Amilase é uma enzima excretada pelo pâncreas, sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Eleva-se 12 horas após o início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores três a cinco vezes acima do nível normal são considerados significativos. Níveis elevados também são encontrados em tumores periampulares, caxumba, úlcera péptica perfurada, obstrução e infarto intestinal, colecistopatias sem pancreatite, cirrose hepática, aneurisma de aorta, apendicite, traumas, queimaduras, uso de colinérgicos, meperidina e morfina. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.

- URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior, determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais, sem significado patológico. - LÍQUIDOS ASCÍTICO E PLEURAL: Níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascítico estão associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulmão e ovário. Amilase no líquido ascítico em valores três vezes maiores que no soro são indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite, os níveis de amilase no soro e líquido ascítico são normais. METODO: CINETICO PNP VALOR DE REFERENCIA: DE 20 A 104 U/L

AMILASE MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO:

METODO: CINETICO CNP VALOR DE REFERENCIA: ATE 280 U/2 HORAS AMILASE.URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior. Na macroamilasemia encontramos clearence de amilase baixo. sem significado patológico. entretanto.MANUAL DE EXAMES . sem significado patológico. METODO: CINETICO PNP VALOR DE REFERENCIA: ATE 650 U/24 HORAS AMILASE MATERIAL: URINA DE 2 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIO: .URINA: A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais. METODO: CINETICO CNP CREATININA NO SANGUE: CREATININA NA URINA: AMILASE NO SANGUE: AMILASE NA URINA: VALOR DE REFERENCIA: 1. METODO: CROMATOGRAFIA EM PAPEL . não sendo. COMENTÁRIOS: A cromatografia qualitativa de aminoácidos é um teste eficiente empregado na triagem neonatal de provável alteração da fenilalanina e.2 A 3. marcador específico. ou de outros aminoacidopatias e tem uma excelente capacidade de discriminação entre a fenilalanina e tirosina.8% AMINOACIDOS. CLEARANCE MATERIAL: SANGUE + URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É utilizado no diagnóstico da macroamilasemia. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteína maior. determinando níveis séricos aumentados e níveis urinários normais. CROMATOGRAFIA QUALITATIVA MATERIAL: CARTAO PKU TEMPO DE JEJUM: Maximo intervalo entre uma mamada e outra.

METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) FENILALANINA RESULTADO: METIONINA RESULTADO: TIROSINA RESULTADO: VALINA RESULTADO: LEUCINA RESULTADO: ISOLEUCINA RESULTADO: ARGININA RESULTADO: GLUTAMINA RESULTADO: TRIPTOFANO RESULTADO: HISTIDINA nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL nmol/mL . CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cromatografia quantitativa de aminoácidos é empregada como teste confirmatório de alterações detectadas na triagem neonatal.MANUAL DE EXAMES AMINOCIDOPATIAS DETECTAVEIS PELA CROMATOGRAFIA CITRULINEMIA HIPERARGININEMIA HIPERORNITINEMIA HIPERPROLINEMIA HIPERVALINEMIA HOMOCISTINURIA HIPERTIROSINEMIA DOENÇA DO XAROPE DO BORDO HIPERFENILALANINEMIA FENILCETONURIA HISTIDINEMIA HIDROXIPROLINEMIA HIPERGLICINEMIA HIPERLISINEMIA HIPERMETIONINEMIA COMO EM CASOS POUCOS FREQUENTES PODE HAVER VARIACOES TRANSITORIAS NO NIVEL DE AMINOACIDOS. visando à detecção de doenças metabólicas hereditárias e doenças genéticas. e na investigação de erros inatos do metabolismo. SUGERE-SE A REALIZACAO DE ANALISE QUANDOS AMINOACIDOS. EM CASOS SUSPEITOS. AMINOACIDOS.

Aumentos de amônia plasmática também são encontrados na: Síndrome de Reye. neonatos normais (transitória). hipovolemia. as principais causas de hiperamonemia são os erros inatos do metabolismo e a insuficiência hepática. tabagismo. nutrição parenteral total. Excluindo as variáveis pré-analíticas. sangramento gastrintestinal. insuficiência cardíaca congestiva e infecção por bactéria urease-positiva. Reduções dos níveis . terapia de hiperalimentação. asfixia perinatal. infecção urinária.MANUAL DE EXAMES RESULTADO: ALANINA RESULTADO: nmol/Ml nmol/mL VALORES DE REFERENCIA: Prematuros (até seis semanas) fenilalanina Metionina Tirosina Valina Leucina Isoleucina Arginina Glutamina Triptofano Histidina Alanina 98 a 213 37 a 91 147 a 420 99 a 220 151 a 220 23 a 85 34 a 96 248 a 850 28 a 136 72 a 134 212 a 504 0 a 1 mês 38 a 137 10 a 60 55 a 147 86 a 190 48 a 160 26 a 91 6 a 140 376 a 709 0 a 60 30 a 138 131 a 710 1 a 24 meses 31 a 75 9 a 42 22 a 108 64 a 294 47 a 155 31 a 86 12 a 133 246 a 1182 23 a 71 41 a 101 143 a 439 2 a 18 anos 26 a 91 7 a 47 24 a 115 74 a 321 49 a 216 22 a 107 10 a 140 254 a 823 0 a 79 41 a 125 152 A 547 Adultos 35 a 85 10 a 42 34 a 112 119 a 336 72 a 201 30 a 108 15 a 128 205 a 756 10 a 140 72 a 124 177 a 583 AMONIA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A amônia (NH3) circulante origina-se da ação de enzimas bacterianas nos aminoácidos presentes no conteúdo do intestino delgado e grosso. choque. miopatias mitocondriais. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da uréia. uso de valproato.

Sua dosagem isolada ou no teste de PAK é útil na confirmação diagnóstica de hiperparatireoidismo primário.EXPOSICAO OCUPACIONAL: 47 A 65microMOL/L NOTA: O RESULTADO DA AMONIA PLASMATICA DEVE SER INTERPRETADO TENDO EM VISTA A POSSIBILIDADE DE ALTERACOES DECORRENTES DE VARIAVEIS PREANALITICAS (COLETA. Extremo rigor é necessário na coleta que se evite elevações espúrias.O. HEMOLISE). METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: 1.MANUAL DE EXAMES de amônia plasmática são encontradas na Hiperornitinemia. resistência à ação do PTH e hipocalcemia. Resultados falso-positivos podem ocorrer pela presença de moléculas circulantes que estimulam o receptor de PTH. A AMPc funciona como o segundo mensageiro pos-ativacao do receptor tubular de PTH.ativação do receptor tubular de PTH.10 DIAS A 2 ANOS : 40 A 80microMOL/L .0 A 10 DIAS: 100 A 200 microMOL/L . TRANSPORTE. A confirmação bioquímica do pseudohipoparatireoidismo envolve a resposta do cAMP ao PTH sintético intravenoso. Nos pacientes com hiperparatireoidismo primário a dosagem do PTH é mais específica. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós. Pseudohipoparatireoidismo é o nome de um grupo de desordens caracterizadas por níveis elevados ou normais de PTH. URINA C. AMP CICLICO MATERIAL: URINA 2 HORAS.000 A 11.M. Resultados falso-positivos podem ocorrer pela presença de moléculas circulantes que estimulam o receptor de PTH. METODO: ENZIMATICO UV VALORES DE REFERENCIA: . a despeito de níveis elevados de PTH. . TABAGISMO.ACIMA DE 2 ANOS: 10 A 47microMOL/L . Nos pseudo-hipoparatireoidismo não haverá incremento dos níveis de AMPc. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urinário provem da ação do PTH nos túbulos.500 NMOL/L AMP CICLICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Aproximadamente 50% do AMP cíclico (campo) urinário provêm da ação do PTH nos túbulos.

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METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA:

ANCA-NEUTRÓFILOS, ANTICORPOS ANTI MATERIAIS: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H; Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: Os anticorpos anti-neutrofilos (ANCA) reagem com o citoplasma de neutrófilos e estão presentes em vasculites necrotizantes sistêmicas. Estes anticorpos são detectados inicialmente pela técnica de imunofluorescencia utilizando neutrófilos de doador normal. Basicamente, podem ser identificados dois padrões de ANCA: C-ANCA: caracterizado pela presença de granulações final com acentuação central característica no citoplasma dos neutrófilos fixados pelo etanol. O antígeno em 90% dos casos é a proteinase 3 (PR3). Esta fortemente associada à Granulomatose de Wegener (GW). Os níveis de ANCA são úteis na monitorização da atividade da doença. É positivo em mais de 90% dos indivíduos com GW ativa e em apenas 30% dos pacientes com doença inativa. Apresenta especificidade de 80% a 100%. Raramente é encontrado em indivíduos normais e na ausência de vasculite. Reações falso-positivas podem ser encontradas na presença de uma proteína presente na membrana celular conhecida como fator de permeabilidade bacteriana e raramente na vigência da mieloperoxidase. P-ANCA: apresenta-se como fluorescência nuclear com acentuação perinuclear. O autoanticorpo é dirigido contra a mieloperoxidase (MPO). Esta relacionado com Poliangeite microscopica, Glomerulonefrite crescente (pauci-imune), alveolite hemorrágica e síndrome de Churg- Strauss. Anticorpos contra outras enzimas citoplasmáticas podem produzir uma coloração similar. Sendo assim, este padrão é também encontrado em mais de 80% dos pacientes com reto colite ulcerativa, em 70% dos casos de colangite esclerosante, em 10 a 40% dos pacientes com doenças de Crohn, alem de outras doenças hepatobiliares. Também pode estar presente na endocardite e fibrose cística com infecção bacteriana. O uso de algumas drogas, como a hidralazina, pode aumentar os níveis de MPO, levando a um P-ANCA falso-positivo. A coloração nuclear ou perinuclear dos neutrófilos pode ocorrer na presença de anticorpos para o DNA, histona e outros constituintes nucleares. Este achado pode ser indistinguível do padrão P-ANCA. Para diferenciar os dois padrões é necessária a realização da pesquisa de ANA/HEp2 e ANCA com neutrófilos fixados em forma Lina. A fixação com formalina previne a redistribuição do antígeno para o espaço perinuclear, levando a uma coloração semelhante ao C-ANCA. METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA

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VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

ANDROSTENEDIONA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: A Androstenediona é um hormônio esteróide androgênico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. É um corticosteróide e um intermediário no metabolismo dos andrógenos e estrógenos. A Androstenediona é produzida a partir da 17-hidroxiprogesterona e

Dehidroepiandrosterona. É o esteróide produzido em maior quantidade pelas células intersticiais do ovário. Nas mulheres, a androstenediona é a maior fonte precursora da testosterona. Sua produção encontra-se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, Hiperplasia Adrenal Congênita, Síndrome dos Ovários Policísticos, Hirsutismo Idiopático. Sua concentração encontra-se reduzida na Doença de Addison. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: PRE-PUBERAL AMBOS OS SEXOS: MENOR QUE 1,6 NANOG/ML HOMEM: 0,9 A 4,6 NANOG/ML MULHER: 0,8 A 4,4 NANOG/ML

ANTICOAGULANTE LUPICO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h. COMENTÁRIOS: Anticoagulantes circulantes ocorrem em pacientes que desenvolvem processo auto-imune, sendo o mais comum deles o Anticoagulante Lúpico (AL). A presença do AL pode causar tromboembolismo venoso recorrente, acidente vascular cerebral e abortos de repetição. A pesquisa do AL é feita através de testes do tempo de coagulação dependentes dos fosfolípides (TTPa, teste de inibição da tromboplastina tissular [Tempo de protrombina Diluído] e o Teste dos Fosfolípides fase hexagonal), que na presença de AL, encontram-se prolongados e são corrigidos pela adição extra de fosfolípides ao sistema de ensaio.

Em nossa rotina, a pesquisa de AL é realizada de acordo com as recomendações do COMITÊ INTERNACIONAL CIENTÍFICO E DE PADRONIZAÇÃO DE HOMEOSTASE E TROMBOSE, que orienta sobre a necessidade de no mínimo dois testes de triagem e um teste confirmatório dependente de fosfolípides para o diagnóstico de anticoagulante lúpico, e inclui: 1 - TESTE DE INIBIÇÃO DA TROMBOPLASTINA TISSULAR (TITT): Ensaio de triagem

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baseado em baixas concentrações de fosfolípides sensível aos AL que bloqueiam a via extrínseca (protrombina dependentes), e 2 - TESTE DOS FOSFOLÍPIDES FASE HEXAGONAL: Ensaio automatizado que inclui um ensaio de triagem, um ensaio de mistura, um inibidor de heparina e um ensaio confirmatório dependente de fosfolípides. É um procedimento onde após a amostra suspeita de conter anticoagulante lúpico ser incubada com fosfolípides fase hexagonal (tubo 2) e sem este reagente (tubo 1), é determinado o TTPa. Caso exista anticoagulante lúpico na amostra, este será neutralizado pelo FFH, resultando em redução do tempo de coagulação no tubo 2 em relação ao tubo 1. Uma redução igual ou maior que 8 segundos são significativa, indicando teste positivo. Neste procedimento é também realizada a adição de plasma normal com inibidor de heparina, que torna o sistema insensível a concentrações de heparina de até 1 U/ml e permite a correção do prolongamento do tempo de coagulação devido à deficiência de fatores que possam estar presentes. Conforme padronização internacional, o teste dos fosfolípides fase hexagonal é um método sensível e específico para detecção de anticorpos antifosfolípides comparável ao teste do veneno de víbora, apresentando ainda como vantagens, a melhor padronização e automação. Veja também cardiolipina auto-anticorpos. METODO: TESTE DE INIBICAO DA TROMBOPLASTINA TISSULAR (TESTE DE TRIAGEM) VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,15 = NEGATIVO ENTRE 1,15 E 1,20 = DUVIDOSO MAIOR QUE 1,20 = POSITIVO METODO: TESTE DOS FOSFOLIPIDES FASE HEXAGONAL (ENSAIO AUTOMATIZADO QUE INCLUI UM TESTE DE TRIAGEM, UM ENSAIO DE MISTURA, UM INIBIDOR DE HEPARINA E UM ENSAIO CONFIRMATORIO DEPENDENTE DE FOSFOLIPIDES) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO NOTA: PESQUISA REALIZADA DE ACORDO COM AS RECOMENDACOES DO COMITE INTERNACIONAL CIENTIFICO E DE PADRONIZACAO DE HEMOSTASIA E TROMBOSE: E NECESSARIA A UTILIZACAO DE NO MINIMO DOIS TESTES DE TRIAGEM E UM TESTE CONFIRMATORIO DEPENDENTE DE FOSFOLIPIDES PARA O DIAGNOSTICO DE ANTICOAGULANTE LUPICO.

ANTIESTREPTOLISINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: A Antiestreptolisina O (AEO) elevada indica infecção por estreptococos beta-hemolíticos, mas de forma isolada não permite o diagnóstico de febre reumática ou glomerulonefrite difusa

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aguda (GNDA). Níveis de AEO podem apresentar variações, com valores normais diferentes em populações distintas. Títulos em elevação durante determinações seriadas são mais significativos que uma única determinação. Nas infecções estreptocócicas, AEO é detectado em 85% das faringites, 30% das piodermites e 50% das GNDA. Na febre reumática, 80% dos casos apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro, 75% em 2 meses, 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. Falso-positivos podem ocorrer em pacientes com tuberculose, hepatites e esquistossomose.

Veja também Estreptozima. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 250 UI/ML

ANTIGENO HLA-B-27, PESQUISA – PCR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os antígenos HLA são produtos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. Alguns destes antígenos estão relacionados à presença de determinadas doenças. A associação mais freqüente é a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. O HLA-B27 esta presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmissão da doença aos seus descendentes. Aumento na incidência do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter, uveite anterior, artrite reativa e artrite psoriatica. Este antígeno não é um marcador da doença, uma vez que esta presente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestivos destas doenças. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reação cruzada com o HLA-B7, HLA-B37 e HLA-B39 e interpretação objetiva). MÉTODO: PCR (REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO

ANTIOXIDANTES TOTAIS MATERIAIS: SORO; PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

uso de estrógenos. e ensaios funcionais. METODO: ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: 1. gravidez). com o aumento do risco de trombose venosa. Assim existem ensaios antigênicos. para que se defina precisamente o tipo de deficiência. traumas) e de outras causas (uso de heparina. As deficiências adquiridas são mais comuns e podem decorrer de redução da síntese hepática (cirrose.MANUAL DE EXAMES Ensaio que mensura todos os antioxidantes presentes no sangue. uso de anabolizantes e penicilinas. MÉTODO: CROMOGENICO VALOR DE REFERENCIA: 80% A 120% OBS. No tipo II. perda (síndrome nefrótica. Os antioxidantes são substâncias químicas que inibem o processo de oxidação de substratos.: RECÉM NASCIDOS A TERMO OU PREMATUROS SADIOS PODEM APRESENTAR NÍVEIS DIMINUÍDOS. enteropatias. etilismo. COMENTÁRIOS: A Antitrombina III é uma proteína anticoagulante natural.1 A 2. apesar da concentração normal da antitrombina III. os ensaios antigênicos só devem ser realizados se o ensaio funcional estiver diminuído. aumentando a estes níveis aos seis meses de idade. QUE DEVEM ATINGIR O NÍVEL NORMAL EM 90 A 180 DIAS. estando sua deficiência associada a estado de hipercoagulabilidade. Uma vez que os ensaios funcionais identificam ambos os tipos de deficiência.7% da população. Ao nascimento. A deficiência de antitrombina III está presente em 1. de aumento do consumo (tromboses. infarto agudo do miocárdio). As deficiências congênitas são divididas em tipo I e tipo II. níveis de antitrombina são em média 63% dos níveis do adulto. a sua atividade funcional é baixa. No tipo I a concentração e a atividade da antitrobina III estão diminuídas. protegendo os sistemas biológicos de ações potencialmente danosas dos radicais livres. hepatite).0 MMOL/L ANTITROMBINA III FUNCIONAL MATERIAIS: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 8h. coagulação intravascular disseminada. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. ARSÊRNICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: HIDRETOS) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE . que determinam a quantidade da proteína.

Devem-se sempre avaliar as fontes não ocupacionais e a dieta do trabalhador.0 MCG/G CREATININA (NR-7. MÉTODO: HIDRETOS) VALOR DE REFERENCIA: ATE 10. MÉTODO: HIDRETOS) VALOR DE REFERENCIA: ATE 10. O arsênico e certos compostos arsênicos são considerados carcinogênicos. MT/Br) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE B . 1994. Devem-se sempre avaliar as fontes não ocupacionais e a dieta do trabalhador. para melhor correlacionar os níveis urinários do arsênico com a exposição ocupacional. 1994. Aparece contaminando vários alimentos (especialmente peixes e crustáceos) e água.INFERIOR A 10 MCG/L ARSENICO MATERIAL: URINA 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As exposições ao arsênico no ambiente de trabalho normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. MT/Br) IBMP: 50. para melhor correlacionar os níveis urinários do arsênico com a exposição ocupacional. O arsênico e certos compostos arsênicas são considerados carcinogênicos.MT/Br) ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA (GERADOR DE ARSENICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As exposições ao arsênico no ambiente de trabalho normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: .1994. 1994.0 MCG/G CREATININA (NR-7.0 MCG/G CREATININA (NR-7.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Aparece contaminando vários alimentos (especialmente peixes e crustáceos) e água. MT/Br) IBMP: 50.

mieloma múltiplo. amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas. Valores elevados são encontrados em um grande numero de doenças.). MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA .61 A 2. neoplasias. Presta informações importantes e rápidas para o início da terapia. incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA). mieloma múltiplo. etc.37 MCG/ML ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 14/02/2007 BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: URINA RECENTE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Beta-2-Microglobulina e uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas. Valores elevados são encontrados em um grande número de doenças.COLORACAO PELO GRAM BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A Beta-2-Microglubulina é uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas. MÉTODO: MICROSCOPIA . outros linfomas. leucócitos. incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). neoplasias. Fornecendo informação semiquantitativa em algumas infecções e estabelecendo o diagnóstico em muitos casos.MANUAL DE EXAMES BACTERIOSCOPIA [GRAM] MATERIAIS: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O exame bacteriocópico ao Gram permite um estudo acurado das características morfotinturiais das bactérias e outros elementos (fungos.É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA). inflamação crônica. amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 0. outros tipos celulares. outros linfomas. inflamação crônica.

neoplasias.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: ATE 0. hiperlipidemia. no hipotireoidismo. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentação rica em carotenóides (cenoura. sugerem hipovitaminose A. cirrose e pós-gastrectomia. incluindo insuficiência renal (de qualquer etiologia). MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: 10 A 85 MCG/DL BIG PROLACTINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: . etilismo.0 MCG/24 HORAS ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 14/02/2007 BETA CAROTENO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Os carotenóides são sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. Níveis baixos são encontrados na carência de suprimento: má absorção. mieloma múltiplo. espinafre). amiloidose e imunodeficiências com complicações granulomatosas.30 MCG/ML BETA 2 MICROGLOBULINA MATERIAIS: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Beta-2-microglobulina é uma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as células nucleadas. Níveis baixos de beta-caroteno. tabagismo. É o componente de cadeia leve do complexo antígeno leucocitário humano classe I (HLA). gravidez e diabete melito. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 30. inflamação crônica. outros linfomas.0 A 370. Valores elevados são encontrados em um grande número de doenças. O beta-caroteno é a pró-vitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides séricos. associados à diminuição da Vitamina A.

5 MG/DL 6.0 MG/DL 10.5 A 14.5 NANOG/ML MÉTODO: PRECIPITAÇÃO POR PEG VALORES DE REFERENCIA: RECUPERACAO MENOR QUE 30% = PRESENCA DE BIG PROLACTINA RECUPERACAO MAIOR QUE 65% = AUSENCIA DE BIG PROLACTINA RECUPERACAO ENTRE 30 E 65% = INDETERMINADO ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 26/01/2007 BILIRRUBINAS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALORES DE REFERENCIA: DIRETA: ATE 0.0 MG/DL A TERMO 2.0 MG/DL 12.0 MG/DL 15.4 MG/DL INDIRETA: ATE 0.6 NANOG/ML HOMEM: 2. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular.MANUAL DE EXAMES O método de precipitação com polietilenoglicol (PEG) é utilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado à hiperprolactinemia assintomática. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big prolactina) MÉTODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: MULHER: 2. Monômero de prolactina: 23-kDa.9 MG/DL 8.0 MG/DL 15.0 MG/DL 12.2 MG/DL BILIRRUBINA TOTAL (RECEM NASCIDOS) IDADE CORDAO: MENOS DE 24 HORAS: MENOS DE 48 HORAS: 3 A 5 DIAS: 7 DIAS: PRE-MATURO 2.3 A 11.0 MG/DL BILIRRUBINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: .0 MG/DL 10.8 MG/DL TOTAL: ATE 1.

5 MG/dl. Seu aparecimento é patológico. eritropoiese ineficaz e doenças hereditárias (Gilbert.0 MG/DL 15.0 MG/DL A TERMO 2.9 MG/DL 8. hepatocelular). ocorrendo quando a bilirrubina sérica encontra-se acima de 2 mg/dl. Usos de drogas que ativam o sistema microssomal hepático podem reduzir as bilirrubinas. Crigler-Najar). reabsorção de hematomas. a seguir.4 MG/DL INDIRETA: ATE 0. É conjugada no fígado para. neoplasias). MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . à custa de bilirrubina direta (ex.0 MG/DL 12.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: A bilirrubina é um produto de quebra da hemoglobina no sistema retículo-endotelial. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais são sugestivos de causas póshepáticas. lesão de hepatócitos (viral. Esta é derivada do metabolismo da hemoglobina no sistema retículo-histiocitário. ser excretada na bile.0 MG/DL 12.0 MG/DL BILIRRUBINAS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente não se encontra bilirrubina na urina. Rotor). O teste é útil para o diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. MÉTODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: DIRETA: ATE 0.8 MG/DL TOTAL: ATE 1. Causas de aumento da bilirrubina direta (conjugada): doenças hepáticas hereditárias (Dubin-Johnson.0 MG/DL 10.5 MG/DL 6. hemólise autoimune. A icterícia torna-se clinicamente manifesta quando a bilirrubina total é maior que 2. tóxica.2 MG/DL BILIRRUBINA TOTAL (RECEM NASCIDOS) IDADE CORDAO: MENOS DE 24 HORAS: MENOS DE 48 HORAS: 3 A 5 DIAS: 7 DIAS: PRE-MATURO 2.0 MG/DL 10.0 MG/DL 15. transfusão de sangue. alcoólica) e obstrução biliar (litíase. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas. medicamentosa.: icterícia colestática.

IN VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: INFORMAÇÕES GERAIS IDADE DO PACIENTE: DATA REALIZAÇÃO DO EXAME: / / RELATÓRIO RELATÓRIO RELATÓRIO . IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSAO DIAGNÓSTICA: ANOS BIÓPSIA PERCUTANEA ORIENTADA POR US MATERIAL: DIAGNÓSTICO POR IMAGEM . IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSÃO DIAGNÓSTICA: ANOS BIÓPSIA COM COLORAÇÃO ESPECIAL MATERIAL:DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.MANUAL DE EXAMES BIÓPSIAS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.

000 nascidos. Incidência no Brasil: 1:125. retardo . convulsões. cofator para atividade de varias enzimas. As formas severas cursam com alterações do SNC (ataxia.MANUAL DE EXAMES RELATÓRIO RELATÓRIO RELATÓRIO BIOPSIA POR CONGELAÇÃO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. A deficiência da biotinidase é um distúrbio autossômico recessivo que leva a pouca disponibilidade de biotina. IDADE: LAUDO MACROSCOPIA: MICROSCOPIA: TODO O MATERIAL ENVIADO FOI EXAMINADO E TEM ELEMENTOS QUE PERMITEM A SEGUINTE CONCLUSAO DIAGNÓSTICA: ANOS BIOTINIDASE NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É utilizado para triagem da deficiência de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO BIÓPSIA SIMPLES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No.

Estes peptídeos natriuréticos são sintetizados e armazenados em resposta ao aumento da pressão transmural nas câmaras cardíacas. MAS O NT-proBNP TEM SE MOSTRADO SUPERIOR PARA PREDIZER MORBIDADE E MORTALIDADE. BRUCELOSE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Brucelose é uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. cegueira. Ensaios desenvolvidos para o fragmento N-terminal do proBNP (NT-proBNP) tem se mostrado tão eficazes como o BNP para evidenciar a disfunção ventricular. EM SUBSTITUIÇÃO AO BNP. o que pode rever o quadro clinico. Apresentam sensibilidade de 82% e especificidade de 92% para diagnostico de ICC. O diagnóstico sorológico pode ser obtido pelo soro aglutinação ou por imunoensaio: SOROAGLUTINAÇÃO: O teste de aglutinação em tubo (SAT). também denominado Prova . monitorização do tratamento e definição de prognostico na insuficiência cardíaca congestiva (ICC). MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NORMAL BNP . o proBNP. COM MENOR VARIABILIDADE INTRAINDIVIDUAL.MANUAL DE EXAMES neuropsicomotor. AMBOS POSSUEM A MESMA EFICÁCIA PARA EVIDENCIAR DISFUNÇÃO VENTRICULAR. alterações de pele e anexos. Diagnóstico precoce permite reposição oral da biotina.HOMENS ate 50 anos: ate 88 pg/mL > 50 anos: ate 227 pg/mL . sendo úteis no diagnostico auxiliar. O prehormônio precursor do BNP e um polipeptídio de peso molecular mais alto. hipoacusia). MÉTODO: ELETROQUIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: .PEPTIDEO NATRIURETICO CEREBRAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O proBNP e o BNP (brain natriuretic peptide) são marcadores da função miocárdica.Mulheres ate 50 anos: ate 153 pg/mL > 50 anos: ate 334 pg/Ml ATENÇÃO: A PARTIR DE 02/04/2007 ESTAMOS LIBERANDO NT-proBNP.

Resultados falso-negativos são raros e podem resultar de fenômeno prozona ou da presença de anticorpos bloqueadores. Considera-se títulos igual ou maior 1:600 como evidência significativa de infecção ativa. havendo deficiência quantitativa da C1S este rase inibidor. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. Este teste identifica anticorpos aglutinantes das classes IgM. O achado de títulos mais baixos não é incomum nos quadros crônicos. muitas vezes associadas a varias doenças. ANTICORPOS (BRU-M). mas podem decorrer da presença de fator reumatóide e reações cruzadas com anticorpos contra Francisella Tularensis. A sua deficiência leva ao edema angioneurotico. o angioedema hereditário. a ocorrência de um aumento de quatro vezes nos títulos. Vibrio cholerae e Yersínia enterocolitica. é comum ocorrer à deficiência funcional. Resultados falso-positivos na SAT também são incomuns. A forma congênita. é caracterizada por episódios recorrentes de edemas. ainda é o padrão ouro para detecção de aglutininas brucélicas. ANTICORPOS (BRU-G) e BRUCELOSE IgM. Em qualquer população. inibidora de proteases. Escherichia coli. IgG e IgA. presente no soro e plasma de indivíduos normais. Duas formas dessa deficiência são descritas: a forma congênita e a adquirida. MÉTODO: IMUNOTURBIDIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: 29 A 42 MG/DL MULHERES: 26 A 39 MG/DL . coagulação e fibrinolise. IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO: Veja BRUCELOSE IgG. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. é indicativo de infecção ativa. Nas formas adquiridas.MANUAL DE EXAMES Lenta ou Teste de Wright. em um intervalo de 2 a 4 semanas. MÉTODO: REAÇÃO DE AGLUTINAÇÃO COM ANTÍGENOS OBTIDOS DA BRUCELLA ABORTUS VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:160 C C12 ESTERASE INIBIDOR MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É uma proteína de fase aguda. inclusive linfomas.

uroepiteliais.MANUAL DE EXAMES CA 125 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. sendo níveis seriados mais representativos do que uma única determinação. não sendo. trompas de falópio. carcinoma peritoneal primário. Cerca de 2% das mulheres pós-menopausa saudáveis e 15% das mulheres prémenopausa saudáveis apresentam CA 125 > 35 U/ml à triagem. cólon. Inúmeros estudos têm confirmado que o CA 15-3 é o melhor marcador tumoral disponível para a avaliação do câncer de mama. exclusivo desta neoplasia. COM DOENÇAS BENIGNAS E VÁRIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. doenças hepáticas e do trato gastrintestinal. normalmente. O "alvo" detectado nos ensaios de CA 15-3 é uma glicoproteína. É o marcador tumoral classicamente utilizado no câncer de ovário. apresenta valor preditivo muito baixo para ser usado como teste de triagem do câncer de ovário. pâncreas. endocérvix. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 35 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. CA 15-3 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: O CA 15-3 é um marcador tumoral usado no acompanhamento de pacientes com câncer de mama. A monitorização do tratamento e recorrências é a principal utilidade deste marcador. estando elevada em muitas neoplasias. endométrio e endocérvix. Valores elevados também são outras situações clínicas: endometriose. seu uso é limitado pela sua baixa sensibilidade . pelo epitélio das serosas. entretanto. obsesso tubo-ovariano. peritonite. tumores benignos de útero. câncer de mama. COMENTÁRIOS: O CA 125 é uma glicoproteína produzida. Entretanto. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS. síndrome de Meigs. câncer de endométrio. O CA 125. linfoma não-Hodgkin. pulmão. incluindo adenocarcinomas e carcinomas escamosos. rabdomiossarcoma de útero. de forma isolada. Não está elevado em 20% das pacientes à época do diagnóstico do câncer de ovário. teratomas e gestantes normais. próstata. doença inflamatória pélvica. O aumento do CA 125 pode preceder as alterações clínicas em até 11 meses. mesotelioma. Níveis elevados de CA 125 ocorrem em 85% das pacientes com câncer de ovário não mucinoso variando com o estágio. cistos ovarianos. Normalmente pode encontrada na maioria das células epiteliais glandulares e no soro. produto do gene MUC1. neoplasias de fígado.

endometriose. o CA 15-3 está elevado em 73% daquelas com recidiva e em 6% das sem recidiva. cistadenoma de ducto hepático. fibrose pulmonar. É sintetizado nas células epiteliais. No seguimento de pacientes com câncer de mama tratado e assintomático. Desta forma. seu uso fica restrito à monitorização do tratamento e detecção de recidivas. cistos esplênico. É útil para monitorar a resposta ao tratamento e prognóstico. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL 51. Deve ser realizado em um mesmo laboratório para fins de seguimento e comparação.MANUAL DE EXAMES nas fases iniciais da doença (15% a 35%) e falta de especificidade. podem ocorrer. Síndrome de Sjogren. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDÁVEIS. havendo diferenças genéticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6% a 22% da população não secretam esse marcador). Elevações nos títulos do CA 15-3. imediatamente após o tratamento (quimioterapia). hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. COM DOENÇAS BENIGNAS E VÁRIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. podem ocorrer em doenças benignas da mama e em até 30% das hepatopatias benignas.É importante lembrar que 5% dos indivíduos saudáveis podem apresentar níveis elevados de CA 15-3. para fins de comparação. usualmente. Não são recomendadas mudanças terapêuticas com base apenas nos títulos de CA 15-3 de forma isolada. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 37 U/ML . acima do valor de corte. pancreatite crônica. É consenso que o CA 15-3 não deve ser usada para triagem ou diagnóstico do câncer de mama. Não é recomendado para triagem de forma isolada. aquelas superiores a 50% do valor anterior.0 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. de forma transitória. CA 19-9 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Cerca de 63% dos pacientes com câncer de pulmão e 80% dos casos de câncer de ovário apresentam níveis elevados de CA 15-3. COMENTÁRIOS: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de intestino grosso e hepático. Elevações também podem ser encontradas na insuficiência hepática. Aumentos transitórios nos níveis de CA 15-3. sendo as determinações seriadas mais significativas do que uma medida única. São consideradas alterações significativas.

COM DOENCAS BENIGNAS E VARIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. doenças reumáticas. menos comumente. diverticulite. CADEIA LEVE KAPPA MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Veja Kappa (sangue). No carcinoma de ovário. A taxa de elevações falso. pneumopatias. doença clorido-péptica. AUMENTOS TRANSITÓRIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDÁVEIS. COM DOENCAS BENIGNAS E VARIOS TIPOS DE NEOPLASIAS. por tumores mucinosos.9 U/ML NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. principalmente. Intervalo entre mamadas para lactentes. Não se recomenda condutas baseadas em uma única dosagem de CA 72-4. antecedendo.MANUAL DE EXAMES NOTA: ESTE EXAME NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DE FORMA ISOLADA. pancreatite.positivas doCA 72-4 é cerca de 2%. Na avaliação da recorrência do tumor gástrico apresenta sensibilidade em torno de 50%. colite ulcerativa. o CA 72-4 tem uso potencial nestes pacientes. CA 72-4 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. pólipos. COMENTÁRIOS: Esta glicoproteína é um marcador tumoral utilizado no acompanhamento de pacientes com câncer gástrico e. O CA 72-4 não apresenta sensibilidade e especificidade suficientes para ser utilizado como método de triagem ou diagnóstico de qualquer neoplasia. Níveis elevados são descritos em pacientes com doenças gastrintestinais benignas (adenomas. AUMENTOS TRANSITORIOS PODEM OCORRER EM INDIVIDUOS SAUDAVEIS. Uma vez que apenas 56% dos pacientes com este tipo histológico apresentam dosagens elevadas de CA 125. 20% a 40% dos pacientes apresentam elevações de CA 72-4. nos cânceres de ovário e cólon. o CA 72-4 é produzido. O aumento de CA 72-4 correlaciona-se com recorrência deste carcinoma em 7 de cada 10 pacientes. por 5 meses o diagnóstico cirúrgico. em média. MÉTODO: NEFELOMETRIA . cirrose hepática). cistos ovarianose doenças benignas de mama. MÉTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL 6. No câncer de estômago. Níveis elevados de CA 72-4 podem ser encontrados no câncer de cólon (20% a 41%) e carcinoma de pâncreas (45%).

Veja também Cadeia Leve Kappa. amiloidose primária sistêmica e doença do depósito de cadeias leves. e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: ATE 0. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERÊNCIA: 170. delta. Normalmente. que definem as classes de imunoglobulinas e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda. devendo ser determinada em todas as gamopatias monoclonais e especialmente nas doenças das cadeias leves. mi).Intervalo entre mamadas para lactentes. gama. Normalmente. épsilon. a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda. A detecção de cadeias leves monoclonais é importante. COMENTÁRIOS: .390 MG/DL CADEIA LEVE LAMBDA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. que definem as classes de imunoglobulinas. a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda. epsilon. COMENTÁRIOS: As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idênticas (alfa. sendo fundamental no diagnóstico e monitorização desses casos. como mieloma de cadeias leves. A quantificação de cadeias leves livres por nefelometria é mais sensível que a imunofixação para detectar pequenas quantidades de cadeias leves livres monoclonais.710 MG/DL CADEIA LEVE KAPPA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. delta. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: ATE 0. mu).0 A 370. gama.Intervalo entre mamadas para lactentes.0 MG/DL CADEIA LEVE LAMBDA MATERIAL: URINA DE 24 HORAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idênticas (alfa.

delta.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Possui ação carcinogênica. gama. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. A lesão renal leva a distúrbios no metabolismo de cálcio e fósforo. a produção da cadeia leve tipo Kappa é duas vezes maior que a do tipo Lambda.0 MCG/G CREATININA (NR-7. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cádmio é um agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológica e de 10 a 30 anos. VEJA TAMBÉM Cadeia Leve Kappa. Podem ocorrer também danos pulmonares.1994. fígado e rins.0 A 210.1994.0 MG/DL CÁDMIO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO ATOMICA VALOR DE REFERENCIA: PESSOAS NÂO EXPOSTAS: INFERIOR A 5 MCG/L IBMP: INFERIOR A 10 MCG/L CÁDMIO MATERIAL: URINA DE 24H. sendo muito lentamente excretado pela urina. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 90. Acumula-se nos pulmões.MANUAL DE EXAMES As moléculas de imunoglobulinas normais são constituídas de duas cadeias pesadas idêntidas (alfa.MT/Br) CÁDMIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . Normalmente. épsilon.MT/Br) IBMP: 5. mi). MÉTODO: ABSORÇÃO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 2. O cádmio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. que definem as classes de imunoglobulinas e duas cadeias idênticas de cadeias leves: Kappa ou Lambda.

20 A 6. O cádmio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins.22 A 1.10 A 1. MÉTODO: ELETRODO SELETIVO COM CORREÇÃO AUTOMÁTICA PARA VARIAÇÃO DO pH VALORES DE REFERENCIA: .0 MCG/G CREATININA (NR-7.40 A 5.ATE 18 ANOS: 1.46 MMOL/L OU 4. representando 43% deste. aumentando na acidose. diminuindo na alcalose. 1994.44 MG/DL .40 MG/DL .35 MMOL/L OU 4.SANGUE DE CORDÃO: 1.36 MMOL/L OU 4.84 A 5. 1994.24 HORAS DE VIDA: 1.30 A 1.42 MMOL/L OU 4. entretanto varia com o pH.40 MG/DL CÁLCIO TOTAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: CALCITONINA MATERIAL: SORO .3 DIAS: 1.15 A 1. Acumula-se nos pulmões.48 MMOL/L OU 4.80 A 5.88 A 5.ADULTOS: 1.10 A 1.68 MG/DL .84 MG/DL . Possui ação carcinogênica.92 MG/DL .40 A 5. A lesão renal leva a distúrbios no metabolismo de cálcio e fósforo. Podem ocorrer também danos pulmonares.60 MMOL/L OU 5.21 A 1.60 A 5.40 MG/DL .2 HORAS DE VIDA: 1. A dosagem do cálcio iônico independe da albumina.0 MCG/G CREATININA (NR-7.MANUAL DE EXAMES O cádmio é um agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológica e de 10 a 30 anos.20 A 1. Sua concentração é mais baixa à noite e maior pela manhã.35 MMOL/L OU 4. fígado e rins. Vide alterações patológicas nos comentários do Cálcio Total.5 DIAS: 1. MÉTODO: ABSORÇÃO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 2. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. MT/Br) CÁLCIO IÔNICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cálcio iônico é a fração biologicamente ativa do cálcio sérico total. MT/Br) IBMP: 5. sendo muito lentamente excretado pela urina.

VEJA TAMBÉM: Teste de infusão do Cálcio ou Teste de infusão da Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. Os níveis de calcitonina sérica não conseguem diferenciar entre a hiperplasia de células C e o microcarcinoma medular.MULHERES: INFERIOR A 5. A dosagem de calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular da tireóide. anemia perniciosa. nas pancreatites. Em alguns pacientes com carcinoma medular da tireóide (especialmente aqueles com a forma familiar). Sua maior utilidade é para o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. A calcitonina diminui a reabsorção óssea osteoclástica.Ellison. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: . cálcio.HOMENS: INFERIOR A 8. Resultados falso-negativos aos testes de estímulo com pentagastrina podem ocorrer em indivíduos com positividade para a mutação do RET proto-oncogene.0 PICOG/ML CÁLCULO BILIAR ANALISE FÍSICA E QUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Fornece informações sobre a etiopatogenia da formação do cálculo biliar. As substâncias mais comumente encontradas nos cálculos biliares são: Bilirrubina. colesterol.4 PICOG/ML . biliverdina.M.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JD 4h ou C. Síndrome de Zollinger. ANÁLISE FÍSICA CONSISTENCIA: COR: FORMA: PESO: ANÁLISE QUÍMICA BILIRRUBINA: .O. a calcitonina basal pode estar normal. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. falência renal. gestação e recém-natos. entretanto. um incremento acentuado é observado após a infusão de secretagogos. COMENTÁRIOS: A calcitonina é um hormônio produzido pelas células C parafoliculares na tireóide. tireoidites. em alguns pacientes com câncer (pulmão. Sua secreção é estimulada pelo cálcio e pela pentagastrina. mama ou pâncreas). ferro e fosfato.

a cistinúria. Na presença dos cálculos de oxalato de cálcio a propedêutica deve ser complementada com a dosagem do cálcio sérico. Os cálculos de ácido úrico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricosúria.MANUAL DE EXAMES BILIVERDINA: CÁLCIO: COLESTEROL: FERRO: FOSFATO AMORFO: FOSFATO TRIPLO: CONCLUSÃO: CÁLCULO RENAL. ANÁLISE FÍSICA E QUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A identificação das substâncias presentes na constituição do cálculo renal é de grande importância para orientar a conduta médica uma vez que 80% dos pacientes apresentam quadros recorrentes de litíase urinária. CARACTERES FÍSICOS FORMA: DIMENSOES: COR: CONSISTENCIA: SUPERFICIE: ASPECTO: PESO: EXAME QUÍMICO CARBONATO: OXALATO: CÁLCIO: . os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano) são os chamados "cálculo de infecção". Pseudomonas e Klebsiella). Os cálculos de cistina são raros e decorrentes de uma rara condição autossômica recessiva. estando associados a infecções por germes desdobradores da uréia (Proteus. urinário e dosagem do PTH sérico. VEJA TAMBÉM: Teste de PAK e Nefrolitíase.

estando 75% da droga ligada as proteínas plasmáticas. . MÉTODO: VALORES DE REFERENCIA: . uma vez que as provas cutâneas de sensibilidade retardada dependem de uma exposição prévia de antígenos. uma vez que a exposição a estes antígenos é universal. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. COMENTÁRIOS: A carbamazepina (Tegretol) é um anticonvulsivante também usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diabéticas. Uma ou mais dessas provas devem ser positivas em crianças com imunidade celular normal. crianças saudáveis menores de um ano podem ter resultados negativos. O pico plasmático ocorre em 6 horas. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. estreptoquinse-estreptodornase e o PP é utilizado para avaliação da imunidade celular.POSITIVO: NÓDULO COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL 5 MM CARBAMAZEPINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD4H(alimentar) ou C.O. Drogas como fenitoina.MANUAL DE EXAMES FOSFATO: MAGNESIO: AMONIO: URATO: CISTINA: CONCLUSAO: CANDIDINA MATERIAL: REAÇAO INTRADÉRMICA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste intradérmico da candidina. Cerca de 3 a 7 dias são necessários para que ocorra o estado de equilíbrio. A principal causa de níveis baixos é a não aderência ao tratamento.NEGATIVO: NÓDULO COM DIAMETRO MENOR QUE 5 MM . Intervalo entre mamadas para lactentes. bem como dela própria. Essa auto-indução é responsável pela diminuição da meia vida da droga apos 6 semanas de tratamento. podendo levar a indução das enzimas hepáticas e conseqüente aumento da depuração de outras drogas. Apresenta meia vida de 12 às 40h e metabolismo hepático.M. Pacientes em uso de corticóides ou anti-histamínicos também podem apresentar reações negativas. juntamente com a tricofitina. Entretanto.

MÈTODO: CROMATOGRAFIA EM CAMADA DELGADA DE CELULOSE . isoniazida. A cromatografia é útil para identificar o tipo de carboidrato presente na urina: xilose.LACTOSE: . Sua ação tóxica advém da forte ligação química por coordenação que o CO estabelece com átomo de ferro da fração heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina. verapamil. A presença da carboxihemoglobina também dificulta a dissociação da oxihemoglobina presente. MÈTODO: HPLC NIVEL PLASMATICO TERAPEUTICO: DE 4 A 12 MCG/ML CARBOÍDRATOS CROMATOGRAFIA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente a urina não apresenta açucares em quantidade detectáveis. propoxifeno.FRUTOSE: . Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 microg/mL. Sua dosagem não detecta a oxcarbamazepina. mas pode também ser indicativa de uma desordem do metabolismo do carboidrato.NÂO FUMANTE E NAO EXPOSTO OCUPACIONALMENTE: ATE 1. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxigênio nos tecidos. MT/Br) . MÈTODO: CO-OXIMETRO (ESPECTROFOTOMETRIA) VALORES DE REFERENCIA: . galactose.0% (NR-7.XYLOSE: CARBOXIHEMOGLOBINA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Avalia exposição ao monóxido de carbono (CO) e ao diclorometano (cloreto de metileno). cimetidina.GALACTOSE: .MANUAL DE EXAMES Algumas drogas podem elevar os níveis séricos da carbamazepina: ácido valproico. eritromicina. A presença de um destes açucares na urina pode refletir o consumo dietético de carboidrato.MALTOSE: .GLICOSE: . fluoxetina. frutose. glicose. 1994. maltose e lactose. pigmento anormal do sangue incapaz de transportar o oxigênio. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mutagênico.

doenças infecciosas (sífilis. oclusão arterial. tuberculose. infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina.0 A 5. mais raramente. anemia hemolítica e neutropenia. Nesses casos encontram-se.IBMP PARA DICLOROMETANO E MONOXIDO DE CARBONO: ATE 3.FUMANTES (1 A 2 MACOS/DIA): 4.O. 8 horas.FUMANTES (MAIS DE 2 MACOS/DIA): 8. MT/Br) . que incluem trombose venosa. Entretanto.5% PARA NAO FUMANTES (NR-7. não se observando fenômenos trombóticos. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide. levedos reticular. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. Intervalo de mamadas para lactentes.MANUAL DE EXAMES . COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. hanseníase.0 A 9. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR OU IGUAL A 10 APL INDETERMINADO: 10 A 15 APL POSITIVO: SUPERIOR A 15 APL . É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais. IgA. Na vigência de uma trombose aguda. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina. endocardite infecciosa. pois podem estar presentes de forma isolada. 1994.0% . Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. Esta pode ser primária (na ausência de outros autoanticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos).0% CARDIOLIPINA IgA.

com títulos médios ou altos. . O quadro 1 cita os critérios laboratoriais para o diagnóstico da Síndrome anticorpo antifosfolípides: ---------------------------------------------------------------------. Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. oclusão arterial.MANUAL DE EXAMES CARDIOLIPINA IgG. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina. 2) ensaio para anticoagulante lúpico. que incluem trombose venosa.------------------------------------------------------------------2) Anticoagulante lúpico presente em plasma em duas ou mais ocasiões com pelo menos seis semanas de diferença detectados de acordo com o Comitê Internacional Científico e de Padronização de Homeostase e Trombose. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 horas.Critérios laboratoriais para o diagnóstico da Síndrome anti-fosfolípides ---------------------------------------------------------------------. levedo reticular.------------------------------------------------------------------NOTA: É necessária contra a presença de pelo ser menos um dos de critérios três acima.------------------------------------------------------------------1) A presença de anticorpos anti-cardiolipina IgG e ou IgM em sangue. em duas ou mais ocasiões com intervalo de pelo menos seis semanas mensurados pelo método ELISA para anticorpos anti-cardiolipina dependentes da Beta2-glicoproteína 1. úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia. COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). pois podem estar presentes de forma isolada. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. anemia hemolítica e neutropenia. formas: Anticorpos fosfolípides podem identificados 1) reação falso-positiva para sífilis através de VDRL reagente. Esta pode ser primária (na ausência de outros auto-anticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). ---------------------------------------------------------------------. 3) dosagem de anticorpos anti-cardiolipina por ELISA.------------------------------------------------------------------QUADRO 1 . Intervalo de mamadas para lactentes. ---------------------------------------------------------------------.

IgA. endocardite infecciosa. endocardite infecciosa. tuberculose. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: INFERIOR A 10 GPL: NEGATIVO DE 10 A 19 GPL: INDETERMINADO DE 20 A 80 GPL: MODERADA REATIVIDADE MAIOR QUE 80 GPL: FORTE REATIVIDADE CARDIOLIPINA IgM. Anticorpos antifosfolípides levam a manifestações clínicas vasoclusivas. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. Nesses casos encontra-se. que incluem trombose venosa.MANUAL DE EXAMES Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. não se observando fenômenos trombóticos. É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. Na pesquisa laboratorial para anticorpos anti-fosfolípides é recomendado à realização de ensaios para pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpos anti-cardiolipina. mais raramente. pois podem estar presentes de forma isolada. AUTO ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 horas. infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando . infecção pelo HIV infecções virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Entretanto. Anticorpos anti-cardiolipina IgG estão presentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e são mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Esta pode ser primária (na ausência de outros auto-anticorpos e manifestações clínicas dos LES) ou associada ao LES (15% dos casos). alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. anemia hemolítica e neutropenia. úlcera perna e perda fetal além de manifestações hematológicas: trombocitopenia. O diagnóstico é considerado definido quando duas ou mais manifestações clínicas (vasoclusiva ou hemocitopênicas) são encontradas e pelo menos um dos critérios laboratoriais é encontrado. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide. levedo reticular. COMENTÁRIOS: Teste utilizado no diagnóstico da síndrome do anticorpo antifosfolípide (AFL). doenças infecciosas (sífilis. Intervalo de mamadas para lactentes. hanseníase. IgA. alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. Podem estar presentes em outras doenças como: artrite reumatóide. VEJA TAMBÉM: Anticoagulante Lúpico. Entretanto. mais raramente. doenças infecciosas (sífilis. hanseníase. oclusão arterial. tuberculose. Na vigência de uma trombose aguda.

não se observando fenômenos trombóticos. logo não detecta alterações cromossômicas adquiridas. Na vigência de uma trombose aguda. os títulos destes anticorpos podem declinar transitoriamente a níveis normais. Nesses casos encontra-se. MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇÃO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE MATERIAL DE LIQUÍDO AMNIÓTICO MATERIAL: LIQUÍDO AMNIÓTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE MATERIAL DE ABORTO . síndrome de Down.MANUAL DE EXAMES clorpromazina. Síndrome de Klinefelter. dentre outras. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÀTICO VALORES DE REFERENCIA: INFERIOR A 10 MPL: NEGATIVO DE 10 A 19 MPL: INDETERMINADO DE 20 A 80 MPL: MODERADA REATIVIDADE MAIOR QUE 80 MPL: FORTE REATIVIDADE CARIÓTIPO COM BANDA G MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Através da técnica de cariotipagem com bandeamento G e possível identificar de forma precisa cada par de cromossomos e detectar anomalias estruturais ou numéricas como. Síndrome de Turner. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. Este é um exame constitucional. É importante lembrar que testes negativos não afastam completamente a presença de anticorpos antifoslípides. por exemplo.

com o auxílio da ultrasonografia a partir da décima semana de gestação. de células provenientes das clivagens iniciais do zigoto.embrionário que normalmente tem a mesma constituição cromossômica do embrião.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE PELE MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIÒTIPO: CARIÓTIPO COM BANDAS DE VILO CORIAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O vilo corial forma-se no início da gestação. Pode ser colhido por punção. MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇÃO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO DE ALTA RESOLUÇÃO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . O cariótipo com bandas de vilo corial visa identificar alterações cromossômicas que podem causar síndromes ou mesmo um aborto espontâneo. Trata-se de um tecido extra.

È indicado apenas quando não é possível coletar a medula óssea. bem como em outras desordens hematológicas malignas. Este é um exame constitucional. È realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de células blásticas em divisão na corrente circulatória. por exemplo. Síndrome de Klinefelter. Síndrome de Down. MÈTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO DE SANGUE PARA DOENÇAS HEMATOLÓGICAS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este exame visa à detecção de alterações cromossômicas adquiridas. Síndrome de Turner. logo não detecta alterações cromossômicas adquiridas. MÉTODO: BANDAMENTO G . nos casos de leucemias e linfomas com infiltração de células tumorais no sangue. MÉTODO: BANDAMENTO G NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO FETAL COM BANDA G MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Através da técnica de cariotipagem com bandamento G é possível identificar de forma precisa cada par de cromossomos e detectar anomalias estruturais ou numéricas como.MANUAL DE EXAMES CARIÓTIPO DE MEDULA MATERIAL: ASPIRADO MEDULAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cariótipo de Medula Óssea esta indicado para diagnóstico em casos de suspeita de LMC (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias. dentre outras.

09 = INDETERMINADO MAIOR OU IGUAL A 1. .10 = REAGENTE CAXUMBA ANTICORPOS IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 0.91 A 1. também conhecida como Síndrome de Martin.Bell. Intervalo entre mamadas para lactentes. Intervalo entre mamadas para lactentes.90 = NEGATIVO 0. MÉTODO: CITOGENÉTICA NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: X-FRÁGIL: MÉTODO: CITOGENÉTICO: VALOR DE REFERENCIA: IGUAL OU ACIMA DE 4% = POSITIVO DE 2 A 3% = INDETERMINADO ABAIXO DE 2% = NEGATIVO CAXUMBA ANTICORPOS IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. COMENTÁRIOS: A caxumba é causada por um paramyxovirus.MANUAL DE EXAMES NUMERO DE CELULAS ANALISADAS: RESOLUÇAO: CARIOTIPO: CARIÓTIPO PARA PESQUISA DE CROMOSSOMO X-FRÁGIL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa do Cromossomo X-Fragil é um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do XFrágil.

90 = NEGATIVO 0. nas quais. Nos pacientes com AR de início recente é importante ferramenta para o diagnóstico precoce.MANUAL DE EXAMES A sorologia permite avaliar a resposta à infecção natural ou à imunização. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) é um aminoácido resultante de modificação da arginina. provocando uma redução progressiva de seu numero e conseqüentemente redução do índice CD4/CD8. na AIDS. apresentam níveis protetores de IgG até cerca de 6 meses de idade. Os recém-nascidos de mães imunizadas.10 = REAGENTE CCP ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil no diagnóstico da Artrite reumatóide (AR). podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. por exemplo. anticorpos IgM estão ausentes. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 0. Em quadros crônicos. A determinação do numero absoluto e . MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR QUE 20 U CD2 E CD 19 SUBTIPAGEM DE LINFÓCITOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil na avaliação das imunodeficiências. A determinação conjunta como fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para o diagnóstico do AR. naturalmente ou por vacinação. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti-CCP) são encontrados em pacientes com AR. O vírus HIV é especificamente citotóxico para as células CD4. como. pós-vacinas ou de transferência de imunidade (filhos de mães imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). Os anticorpos da classe IgG surgem logo após a IgM e mantêm-se em níveis protetores de forma duradoura.91 A 1. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecção recente. ocorrem alterações de linfócitos T supressores e T auxiliadores. predizendo evolução mais agressiva do AR.09 = INDETERMINADO MAIOR OU IGUAL A 1. Este teste apresenta especificidade para o AR maior que o fator reumatóide.

diagnóstico e classificação de leucemias e linfomas. Aplicação também na análise. é importante parâmetro para avaliar o estado imunológico do paciente aidético. AS DETERMINAÇOES REALIZADAS EM CITOMETRO DE FLUXO COM ANTICORPOS MONOCLONAIS MARCADOS MOSTRARAM OS SEGUINTES RESULTADOS: LINFOCITOS T (TOTAL): (MARCADOR CD-2) LINFOCITOS B (TOTAL): (MARCADOR CD-19) % /MM3 % /MM3 +-----------------+-----------------------+-----------------------+ | FAIXA ETARIA | LINFOCITOS CD-2 | | % | MM3 | % | LINFOCITOS CD-19 | MM3 | | +-----------------+---------+-------------+----------+------------+ | 0 A 6 MESES | 55 A 88 | 3929 A 5775 | 11 A 45 | 432 A 3345 | | 6 A 12 MESES | 55 A 88 | 3806 A 4881 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |12 A 18 MESES | 55 A 88 | 3516 A 3868 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |18 A 24 MESES | 55 A 88 | 3101 A 3868 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |24 A 30 MESES | 55 A 88 | 2649 A 3639 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |30 A 3 ANOS | 55 A 88 | 2236 A 3463 | 11 A 45 | 432 A 3345 | |MAIORES DE 3 ANOS| 65 A 84 | 1230 A 4074 | 9 A 29 | 200 A 1259 | |ADULTOS | 61 A 89 | 1035 A 3560 | 6 A 17 | 90 A 680 | +-----------------+---------+-------------+----------+------------+ LINFOCITOS CD3: % /MM3 (MARCADOR CD3-ATIVADOR) LINFOCITOS CD4: % /MM3 (MARCADOR CD4-AUXILIADOR) LINFOCITOS CD8: % /MM3 (MARCADOR CD8-SUPRESSOR) RELAÇAO CD4/CD8: FAIXA ETÁRIA LINFOCITOS CD-3 % MM3 LINFOCITOS CD-4 % MM3 LINFOCITOS CD-8 % MM3 0 A 6 MESES 6 A 12 MESES 12 A 18 MESES 55 A 82|3500 A 5000 55 A 82|3400 A 4600 55 A 82|3200 A 3900 50 A 57|2800 A 3900 49 A 55|2600 A 3500 46 A 51|2300 A 2900 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 . Teste útil na avaliação das imunodeficiências congênitas de linfócitos B (gamaglobulinemias congênitas) ou combinadas (deficiência de imunidade humoral e celular). e auxilia na decisão da introdução de terapêuticas especificas.MANUAL DE EXAMES percentual de linfócitos CD4.

citomegalovirus e toxoplasmose. . sazonais. A contagem de CD4.24 | +-----------------+-------------+ CD4 E CD8 + CD3 . doenças intercorrentes (modestas diminuições em infecções aguda e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem).17 A 6. Fatores influenciam a contagem do CD4: variações analíticas. hepatite B. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em ate 20% dos pacientes.infecção pelo HTLV-1 pode causar valores altos de CD4 apesar de supressão imune. eliminando células infecciosas ou neoplásicas.SUBPOPULAÇAO LINFOCITÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os linfócitos T CD4 são específicos para a maioria das infecções oportunistas. os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes. toxoplasmose.98 A 3. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h). Consideram-se significativas as reduções de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relação a sua determinação prévia. juntamente com a avaliação clínica e a medida de carga viral plasmática. Na infecção pelo HIV ha uma predileção por esta categoria. Diminuição de CD4 também pode ser encontrada em outras situações que não a SIDA: tuberculose. em duas ocasiões. citomegalovirose. como pneumonicistose. criptococose e síndrome de linfocitopenia CD4 Idiopática. Os anticorpos anti-CD3 são úteis para sondar a região constante dos receptores de células T. Esplenectomia e co. idealmente. protozoários e alguns fungos. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decisões de inicio ou mudança de terapia devemos considerá-los.22 | +-----------------+-------------+ | MAIOR DE 3 ANOS | 0. é parâmetros a serem considerados na decisão de iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.MANUAL DE EXAMES 18 A 24 MESES 24 A 30 MESES 30 A 36 MESES Maior de 3 anos 55 A 82|2800 A 3500 55 A 82|2300 A 3300 55 A 82|1900 A 3100 55 A 82|1000 A 3900 42 A 48|1900 A 2500 38 A 46|1500 A 2200 33 A 44|1200 A 2000 27 A 57| 560 A 2700 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 14 A 34|330 A 1400 +-------------------------------+ | RELACAO CD4/CD8 | +-----------------+-------------+ | 0 A 36 MESES | 1. doenças auto-imunes e nas leucemias e linfomas. lisando células infectadas por vírus. Tem importante papel no controle de infecções. Os linfócitos T CD8 são citotóxicos. no monitoramento de imunodeficiência. A contagem de CD8 não prediz a evolução dos pacientes com SIDA.

98 A 3.22 | +-----------------+-------------+ | MAIOR DE 3 ANOS | 0. COMENTÁRIOS: O antígeno carcinoembrionario (CEA) é uma glicoproteina que não é órgão específico.MANUAL DE EXAMES AS DETERMINAÇÕES REALIZADAS EM CITOMETRO DE FLUXO COM ANTICORPOS MONOCLONAIS MARCADOS MOSTRARAM OS SEGUINTES RESULTADOS: LINFOCITOS T ATIVADOR: (MARCADOR CD3) LINFOCITOS CD4: % /MM3 % /MM3 (MARCADOR CD4-AUXILIADOR) LINFOCITOS CD8: % /MM3 (MARCADOR CD8-SUPRESSOR) RELACAO CD4/CD8: VALORES DE REFERENCIA FAIXA ETÁRIA LINFOCITOS CD-3 % 0 A 6 MESES 6 A 12 MESES 12 A 18 MESES 18 A 24 MESES 24 A 30 MESES 30 A 36 MESES Maior de 3 anos MM3 LINFOCITOS CD-4 % MM3 LINFOCITOS CD-8 % MM3 55 A 82|3500 A 5000 55 A 82|3400 A 4600 55 A 82|3200 A 3900 55 A 82|2800 A 3500 55 A 82|2300 A 3300 55 A 82|1900 A 3100 55 A 82|1000 A 3900 50 A 57|2800 A 3900 49 A 55|2600 A 3500 46 A 51|2300 A 2900 42 A 48|1900 A 2500 38 A 46|1500 A 2200 33 A 44|1200 A 2000 27 A 57| 560 A 2700 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 8 A 31|350 A 2500 14 A 34|330 A 1400 RELAÇÃO CD4/CD8 +-----------------+-------------+ | DE 0 A 36 MESES | 1.17 A 6.24 | +-----------------+-------------+ CEA-ANTÍGENO CARCINOEMBRIONÁRIO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Níveis mais elevados são . mas sua maior aplicação é no câncer coloretal. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastrointestinais. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorização. Níveis elevados são encontrados em vários tumores.

CORRELACIONAM-SE COM MAIOR PROBABILIDADE DE RECORRENCIA DE NEOPLASIAS COLORRETAIS.2 NG/ML | ATE 4. tireóide e tumores de cabeça e pescoço.9 NG/ML | +--------------+-----------------+------------------+ | NAO FUMANTES | ATE 3. útero.5 NG/ML | +--------------+-----------------+------------------+ NOTA: O CEA POSSUI BAIXA SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE. Esta presente com níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. EM AMOSTRAS SERIADAS. ovário. polipose retal e doença mamaria benigna. cirrose hepática. Quando usado para diagnóstico de câncer de cólon na população geral.Uma vez que pode ser encontrado em pacientes saudáveis. inflamação. AUMENTOS MAIORES QUE 12. AUMENTOS TRANSITÒRIOS NOS NÌVEIS DE CEA PODEM OCORRER EM PACIENTES SEM QUALQUER EVIDENCIA DE NEOPLASIAS E EM VARIAS CONDIÇOES CLÌNICAS BENIGNAS. para cada caso de câncer de colo diagnosticado com CEA e confirmado com biópsia. Níveis elevados também podem ocorrer em fumantes. VALORES OBTIDOS DE METODOLOGIAS OU KITS DIFERENTES NAO DEVEM SER INTERCAMBIAVEIS. CELULA PARIETAL. o CEA não deve ser utilizado como ferramenta para triagem de câncer em pacientes normais. infecções.MANUAL DE EXAMES encontrados no câncer coloretal com metástases ósseas e hepáticas. ulcera pépticas. NAO PODENDO SER USADO PARA O DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIAS. ao diagnóstico. NENHUMA INTERVENÇAO TERAPEUTICA DEVE SER FUNDAMENTADA APENAS NA ELEVAÇAO DOS NÍVEIS DE CEA DE FORMA ISOLADA. SEM A CONFIRMAÇAO POR OUTROS MÈTODOS DIAGNÓSTICOS. pulmão. doença inflamatória intestinal. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: +-----------------+------------------+ | HOMENS ADULTOS | MULHERES ADULTAS | +--------------+-----------------+------------------+ | FUMANTES | ATE 6.6% AO MES. temos 250 falso-positivos. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metastático. ANTICORPOS ANTI . Cirurgia. enfisema pulmonar. Para fins de comparação deve-se usar mesmo método. Seu aumento pode preceder evidencias de metástases em exames de imagem. pancreatite. Outras neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama.4 NG/ML | ATE 2. estômago pâncreas. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios do CEA.

MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. a presença de somente uma células LE não é suficiente para se dar um resultado positivo. Reações falso-positivas podem ocorrer em reações a drogas. monócito e raramente um eosinofilo que fagocitou a massa LE. Variam bastante de tamanho e aparência. sendo necessário para isso a observação de varias células LE típicas. sendo o tipo de células maiores conhecido como Células de Downey. Podem ocorrer reações falso-negativas nas leucopenias e uso de corticóides. são encontrados na Mononucleose infecciosa e em outras infecções viróticas. artrite reumatóide. Intervalo entre mamadas para lactentes. VEJA TAMBÉM: Leucograma CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A célula LE pode ser um neutrófilo. COMENTÁRIOS: Útil para o diagnóstico de gastrite atrófica e anemia perniciosa. Entretanto. Gastrite auto-imune leva a diminuição dos produtos das células parietais e conseqüente gastrite atrofia e deficiência de B12 (anemia perniciosa). Este teste foi suplantado pela pesquisa de anticorpos antinucleares (FAN) por imunofluorescencia indireta. No Lúpus Eritematoso Sistêmico a positividade da pesquisa é observada em 70% a 80% dos casos. MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS DE DOWNEY – PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL. Anticorpos anti-celula parietal são encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. glomerulonefrites. entre outras. Cerca de 7% dos adultos saudáveis tem esses anticorpos detectáveis. Absorção da vitamina B12 (cobalamina) depende da produção do fator intrínseco pelas células parietais gástricas que também secretam o ácido clorídrico. Valores elevados também podem ser encontrados em ulceras gástricas. MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . não neoplásicos. câncer gástrico e Síndrome de Sjögren. ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Linfócitos atípicos.

MANUAL DE EXAMES CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUÍDO BRONCOALVEOLAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .

Intervalo entre mamadas para lactentes.absorção. Níveis em neonatos são mais baixos que em adultos. Deve-se lembrar que 28% dos pacientes com Doença de Wilson apresentam . desmotilidade esofagiana. METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CERULOPLASMINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Também se encontra diminuída na Síndrome de Menkes. Também descrito em casos de Tireoidite de Hashimoto. Intervalo entre mamadas para lactentes. ANTICORPOS ACA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. Ocorrem em 22% a 36% dos pacientes com esclerose sistêmica. e esta presente em 98% da forma CREST (Calcinose. Sua presença correlaciona-se com fenômeno de Reynaud. deficiência nutricional. síndrome nefrótica e ma . esclerodactilia e telangectasias). COMENTÁRIOS: São auto-anticorpos dirigidos contra o cinetócoro do aparelho mitótico.MANUAL DE EXAMES MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CELULAS LE – PESQUISA MATERIAL: LIQUIDO AMNIÓTICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CENTROMERO. Os estrógenos (anticoncepcionais orais e gestantes) também elevam a ceruloplasmina. Valores abaixo de 10 mg/dl são evidencia fortemente sugestiva da Doença de Wilson. Por ser uma proteína de fase aguda. COMENTÁRIOS: A ceruloplasmina é uma proteína (alfa-2-globulina) produzida no fígado que carrega 70% a 90% do cobre plasmático. fenômeno de Reynaud. Reportado em 22% a 36% dos casos de esclerodermia. elevando-se em processos inflamatórios. um resultado normal não exclui o diagnostico da Doença de Wilson.

Falso-negativos e falso-positivos podem ocorrer por interferência de drogas. COMENTÁRIOS: MÉTODO: NEFELOMETRIA CETONEMIA – PESQUISA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: JO 10h ou C. Tem maior relevância clinica no diagnostico da cetoacidose diabética. 2) na Doença de Wilson. Intervalo entre mamadas para lactentes. vômitos. É encontrado no diabetes melito descompensado. acido diacético e beta-hidroxibutirico) são procedentes do metabolismo dos ácidos graxos. No mínimo em duas ocasiões.O.0 A 58. METODO: COLORIMETRICO . A quantificação de acetona no sangue pode ser realizada por cromatografia gasosa.TIRA REATIVA CETONÚRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os corpos cetonicos (acetona. cetonuria pode ser encontrada em outras situações: dieta rica em . VEJA TAMBEM: Cobre METODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 22. COMENTÁRIOS: A privação de carboidratos e aumento do metabolismo de ácidos graxos resulta em aumento da cetonemia.M. etilismo. como a levodopa. entretanto. diarréias e doenças metabólicas. apresentando utilidade na monitorizacao da exposição ocupacional. estresse. as variações da ceruloplasmina não são paralelas as do cobre sérico: 1) na intoxicação aguda por cobre pode não ter havido tempo suficiente para aumento da síntese de ceruloplasmina. em que encontramos níveis de ceruloplasmina usualmente baixos e podemos encontrar cobre sérico normal ou baixo.0 MG/DL CERULOPLASMINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: JO 8h.MANUAL DE EXAMES ceruloplasmina normal.

pósoperatórios. . com sensibilidade de 82. febre. COMENTÁRIOS: A Chlamydia Pneumoniae é agente causador de faringite. evoluindo com insuficiência respiratória. Testes sorológicos auxiliam a selar o diagnostico de forma retrospectiva. RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. jejum prolongado. Intervalo entre mamada para lactentes.pneumoniae demonstrou-se relação entre esta infecção e o aumento subseqüente de casos de infarto agudo do miocárdio e morte por doenças cardiovasculares. pneumoniae é causadora de pneumonia atípica. Reações falso-positivas podem ocorrer no uso de levodopa. A partir destes dados epidemiológicos. Veja também: PCR PARA CHLAMYDIA PNEUMONIAE METODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CHLAMYDIA PNEUMONIAE. A apresentação mais comum é de um infiltrado intersticial localizado ou difuso. A PCR é um teste rápido. A cultura apresenta baixa sensibilidade.hidroxibutirico não é detectado pela reação do nitroprussiato de sódio. QUE EH UMA CARACTERISTICA DO METODO. O curso pode ser arrastado com boa evolução ou fulminante. . apos exercícios físicos. Em 1988 apos epidemia de pneumonia por C. cetoacidose alcoólica. EMBORA RARAMENTE. tendo a sorologia valor limitado na identificação de quadros agudos. bronquite. PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A C. O acido beta. sinusite e pneumonia. podendo a cetonuria pode ser negativa caso este seja o corpo cetonico predominante. estudos posteriores correlacionaram à rotura da placa aterosclerótica com a presença desta bactéria. Cerca de 25% a 60% da população adulta apresenta sorologia positivo. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE DO GENE 16 sRNA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. metildopa e captopril.5% e especificidade de 99%.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CHLAMYDIA PNEUMONIAE IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. gravidez.MANUAL DE EXAMES gordura.

A Chlamydia trachomatis cresce e forma inclusões intracitoplasmáticas que são visualizadas 48 horas e 72 horas apos a incubação. METODO: ANTICORPO MONOCLONAL CHLAMYDIA TRACHOMATIS – PESQUISA (GIEMSA) MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . retal e endocervical. sensibilidade inferior a amplificação do DNA (PCR). raspado endocervical. Anticorpos mono clonais são preparados com proteínas presentes nas membranas externas das 15 variantes sorológicas humanas da C. o custo e a demora no resultado. trachomatis corpos elementares (formas infectantes) e corpos reticulados (metabolicamente ativos). O uso de anticorpos monoclonais permite sensibilidade de 80 a 90% com especificidade de 98 a 99%. METODO: INOCULACAO EM MONOCAMADA DE CULTURA DE CELULAS McCOY CHLAMYDIA TRACHOMATIS . pois. Em ordem decrescente da quantidade de organismos encontrados citamos: raspado ocular. a cultura era considerada o padrão ouro para detecção de C. No Linogranuloma Venereo o organismo é reconhecido em apenas 30% dos casos. trachomatis. uretral. Esses anticorpos reagem contra as duas formas de C. VEJA TAMBEM: PCR para Chlamydia Trachomatis e PCR Multiplex DST. tendo. Apresenta ainda como desvantagens a necessidade de meios de transporte. uretra masculina. Sua especificidade é próxima a 100% com sensibilidade entre 70 e 90%.MANUAL DE EXAMES CHLAMYDIA TRACHOMATIS. trachomatis em amostras urogenitais devido a sua elevada especificidade. CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ate recentemente. A cultura é realizada com inoculação de amostras em monocamadas de células de McCoy. quando comparado com a cultura. Detecta somente corpos elementares viáveis.IMUNOFLUORESCENCIA DIRETA MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Baseia-se na visualização direta da clamídia por coloração com anticorpos marcados. uretra feminina e pus de bulbao. Útil para detecção de infecção em espécimes conjuntival.

METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 50. Também e muito útil apos a administração de agentes quelantes.0 MCG/DL (NR-7. Embora seja classificada como gram-negativa. Apresenta efeito acumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. O método de Giemsa apresenta sensibilidade de 90% em espécimes colhidos em neonatos com conjuntivite.MT/Br) IBMP: ATE 60. Em infecções oculares de adultos apresenta sensibilidade de 50%. É importante salientar que esse método não é recomendado para diagnostico de infecções urogenitais em adultos devido à falta de especificidade e sensibilidade.MT/Br) CHUMBO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E o indicador biológico utilizado na monitorizacao de absorção dos compostos orgânicos de chumbo. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 40.1994.MT/Br) IBMP: 100.0 MCG/G CREATININA (NR-7. E absorvido pelas vias respiratórias.1994.0 MCG/DL (NR-7.0 MCG/G CREATININA (NR-7. Exerce ação tóxica na biossintese do heme. no sistema nervoso. permitindo a detecção simultânea do gonococo. MT/Br) . no sistema renal e no fígado. Ocorre como contaminante ambiental em conseqüência de seu largo emprego industrial. digestiva e cutânea. METODO: GIEMSA CHUMBO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E um indicador biológico de exposição e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. a realização do método Gram é de pouca utilidade.MANUAL DE EXAMES Demonstrações de inclusões intracelulares típicas em esfregaços diretos podem ser utilizadas. particularmente na conjuntivite aguda em neonatos. pois a reação pode ser variável.1994. 1994.

tumores malignos.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: Indicação: Hidrocéfalo comunicante. Diversos estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C. foram descritas em pacientes com mieloma múltiplo. 1994.MANUAL DE EXAMES CHUMBO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: E o indicador biológico utilizado na monitorizacao de absorção dos compostos orgânicos de chumbo. Interpretação: Fluxo normal através das Cisternas basilares e dos ventrículos ate atingir o vertex. avaliação de patencia de Shunts. sem correlação com diminuição da taxa de filtração glomerular. diagnostico de fístulas liquoricas. em comparação com a creatinina sérica. hidrocéfalo não comunicante. Sua concentração independe da massa muscular.89 MG/L 1 MES A 12 MESES: 0. do sexo ou da alimentação. 1994.0 MCG/G CREATININA (NR-7. METODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: RECEM NASCIDO: 1. . MT/Br) CISTATINA C MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: A Cistatina C é uma proteína cuja concentração sérica depende quase que exclusivamente da capacidade de filtração glomerular.17 MG/L MAIORES DE 1 ANO: 0.37 A 1. na detecção de alterações discretas da função glomerular. cirrose hepática e alguns hipertensos e diabéticos com proteinuria. É importante citar que elevações da cistatina C.0 MCG/G CREATININA (NR-7. MT/Br) IBMP: 100. Também e muito útil apos a administração de agentes quelantes.95 MG/L CISTERNOGRAFIA CEREBRAL MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR .53 A 0.73 A 1. cistos. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 50.

a reabsorção dos aminoácidos cistina. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CISTOGRAFIA DIRETA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR . COMENTÁRIOS: A infestação por ovos de Taenia Solium leva a formação de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. apenas a cistina e a lisina não são reabsorvidos.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: . RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO CISTICERCOSE SOROLOGIA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. arginina e ornitina são afetadas (túbulos renais incapacitados de reabsorção). Intervalo entre mamadas para lactentes.MANUAL DE EXAMES Extravasamento do LCE do espaço aracnóide indica a presença de fistula anormal resultante em rinorreia ou otorreia. A pesquisa de anticorpos no soro e líquor pode ser utilizada de forma complementar ao diagnostico por neuroimagem. sendo que apenas 28% dos pacientes com lesão cerebral única têm sorologia positiva. Falso-negativos podem ser observados na presença de carga parasitaria baixa. na segunda. Anticorpos podem persistir anos apos a morte dos parasitas. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO CISTINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Cistinuria é um distúrbio de origem hereditária podendo ocorrer de duas formas: na primeira. Reações cruzadas com Echinococcus Granulosus e Hymenolepis nana são comuns. lisina. não devendo o encontro de sorologia positiva em pacientes com lesões calcificadas ser interpretado como presença de parasitas vivos. A principal consideração clinica na cistinuria é a tendência a formação de cálculos.

São consideradas adequadas com contagem de células epiteliais inferiores a 10 por campo (10x) e leucócitos superiores a 25 por campo (10x).MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: Indicação: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO CITOLOGIA DE ESCARRO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A avaliação citológica do escarro é utilizada para avaliar se a amostra é adequada para avaliação bacteriológica. IDADE: ANOS . CITOLOGIA DE MAMA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. EXAME No. Escarro com muitas células epiteliais e saliva inviabiliza a amostra para avaliação microbiológica. volume residual e verificação da presença de refluxos. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama. Útil para avaliar nefropatia de refluxo. NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: IDADE: ANOS LAUDO CITOLOGIA DE MAMA (+1 LAMINA) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Interpretação: Determinação do volume de repetição.

aplica-se (quando solicitado) o "índice de Front". intermediaria e superficiais. Portanto. a variação no grau de maturação destas células. .MANUAL DE EXAMES NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOLOGIA EM MEIO LIQUIDO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. serve com índice para avaliar a situação endócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliação hormonal dos esfregaços.: TIPO DE AMOSTRA: ADEQUACAO DA AMOSTRA: PADRAO DO ESFREGACO: DESCAMACAO DOMINANTE: CELULAS METAPLASICAS: CELULAS ENDOCERVICAIS: CELULAS ENDOMETRIAIS: CELULAS NAO EPITELIAIS: ALTERACOES CELULARES BENIGNAS: FLORA BACTERIANA: AGENTES ESPECIFICOS: CLASSIFICACAO GERAL: CITOLOGIA HORMONAL SERIADA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O grau de maturação do epitélio escamoso do trato genital feminino é hormônio dependente. que expressa à relação percentual entre as células profundas.

EXAME No. a variação no grau de maturação destas células.MANUAL DE EXAMES PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa avaliar alterações do ciclo menstrual. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa avaliar alterações do ciclo menstrual. serve com índice para avaliar a situação endócrina da mulher. Acompanhar tratamentos hormonais. intermediaria e superficiais. que expressa à relação percentual entre as células profundas. ULTIMA MENSTRUACAO: DIA DO CICLO: LAUDO IDADE: ANOS ULTIMO PARTO: CITOLOGIA ONCÓTICA CÉRVICO-VAGINAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: CITOLOGIA ONCOTICA GERAL URINARIA . Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliação hormonal dos esfregaços. Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatorios. EXAME No. A interpretação dos resultados se baseia no aspecto citológico das células descamadas e no numero ou proporção de descamação dos tipos celulares. estudar ciclos anovulatórios ou ovulatorios. aplica-se (quando solicitado) o "índice de Front". O resultado final levara em consideração o aspecto citológico mais dado e informes clínicos da paciente. Portanto. ULTIMA MENSTRUACAO: DIA DO CICLO: LAUDO IDADE: ANOS ULTIMO PARTO: NUMERO DE AMOSTRAS: CITOLOGIA HORMONAL SIMPLES MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O grau de maturação do epitélio escamoso do trato genital feminino é hormônio dependente. Acompanhar tratamentos hormonais.

URINA: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. . Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. É também útil como coadjuvante nos diagnósticos das lesões "in situ" da mucosa de todo o trato urinário. Podendo também ajudar no diagnostico de patologias benignas. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: Exame não invasivo. que visa detectar tumores vesicais. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. Lesões não acessíveis ou invisíveis para o endoscopista. Podendo também ajudar no diagnostico de patologias benignas. papilomas e carcinomas do urotelio. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. Lesões pre-malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos. Principais aplicações clinicas: Exame não invasivo. Lesões premalignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos. PRINCIPAIS APLICACAOES CLINICAS: O exame visa diagnosticar: Patologias benignas. Principais aplicações clinicas: O exame visa diagnosticar: Patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. podendo também ajudar no diagnóstico de patologias benignas. EXAME No. Lesões provenientes de metástase de outros órgãos. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOLOGIA ONCÓTICA GERAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Lavado: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. que visa detectar tumores vesicais. bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. E também útil como coadjuvante nos diagnósticos das lesões "in situ" da mucosa de todo o trato urinário.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: LAVADO: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Lesões provenientes de metástase de outros órgãos. Lesões não acessíveis ou invisíveis para o endoscopista. Urina: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados.

Processos proliferativos benignos. É possível também diagnosticar: Agentes infecciosos.MANUAL DE EXAMES papilomas e carcinomas do urotelio. colo e vagina. Alguns aspectos morfológicos de graduação das lesões dependem (ate certo ponto) de interpretação subjetiva. COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis.Intervalo entre mamadas para lactentes. fungos. PRINCIPAIS APLICACOES CLINICAS: O exame visa detectar efeitos citopaticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epitélio escamoso do penis. podendo ainda . CITOLOGIA PARA HPV MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A interpretação dos esfregaços baseia-se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. O exame visa detectar lesões de natureza prémaligna e maligna do colo uterino. ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: IDADE: ANOS LAUDO CITOLOGIA PUNCAO DE LIQUIDOS MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EXAME No. o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa. podendo também ajudar no diagnóstico de patologias benignas. IDADE: ANOS NATUREZA E SEDE DO MATERIAL: LAUDO CITOMEGALOVIRUS IgM. Anormalidades epiteliais benignas dos epitélios escamosos e glandulares. parasitas e vírus. EXAME No. tais como bactérias. O Citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita.

MENOR QUE 0. em relação ao soro colhido na fase aguda.positivos também podem ocorrer em infecções pelo EBV e herpes vírus.se repeti-la apos 15 dias. Falso. deve.MANUAL DE EXAMES causar quadros graves em imunodeprimidos.4 E 0.ENTRE 0. ser avaliado como um indicador absoluto de infecção recente. Cerca de 85% da população adulta é soropositiva. pois. não devendo. Cerca de 85% da população adulta é soropositiva. caso a amostra seja colhida precocemente. Assim. por métodos imunoenzimaticos podem ser encontrados títulos baixos por ate 12 meses. o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa. para afastarmos infecção pelo CMV na presença de quadro clinico suspeito.MENOR QUE 15 UA/ML: NEGATIVO . Intervalo entre mamadas para lactentes.ENTRE 15 E 30 UA/ML: INDETERMINADO .4 UI/ML: NEGATIVO . METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: .MAIOR OU IGUAL QUE 0. Por não ultrapassar a barreira placentária. Geralmente permanecem detectáveis por 3 meses.TESTE DE AVIDEZ IgG . METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: . seu achado no recém. entretanto. COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis.nascido indica infecção congênita. ANTI-CMV IgG: seu achado pode indicar infecção passada ou recente. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. Recoleta na convalescença (apos 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica ou aumento de 4 vezes ou mais na convalescença. O Citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita.MAIOR OU IGUAL QUE 30 UA/ML: REAGENTE CITOMEGALOVIRUS IgG.6 UI/ML: REAGENTE CITOMEGALOVIRUS . ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. ANTI-CMV IgM: a IgM pode surgir ate duas semanas apos o inicio do quadro clinico.6 UI/ML: INDETERMINADO .

ANTICORPOS DE BAIXA AVIDEZ SAO INDICATIVOS DE RECENTE. . O citomegalovirus (CMV) é considerado a maior causa de infecção congênita. NOTA: ESTE TESTE BASEIA-SE NA INTENSIDADE OU AVIDEZ COM QUE ANTICORPOS IgG. ANTICORPOS DE ALTA AVIDEZ SAO CARACTERISTICOS DE INFECCAO PASSADA. essa determinação é muito útil para diferenciarmos pacientes que apresentaram infecções primarias pelo CMV nos últimos 3 meses. . o citomegalovirus (CMV) normalmente é assintomático ou pode determinar quadro clinico auto-limitado semelhante à mononucleose infecciosa. ANTIGENEMIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: A importância da infecção pelo CMV é maior na transmissão vertical do CMV da gestante para o feto e em pacientes imunocomprometidos. PCR para Citomegalovirus. METODO: ELFA (ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY) VALORES DE REFERENCIA: .INCONCLUSIVO: ENTRE 30 E 60% .ALTA AVIDEZ: SUPERIOR A 60% . a disseminação do CMV (grau de viremia) no sangue é fator de risco de progressão a doença invasiva pelo CMV. sendo de grande aplicação em grávidas com IgM e IgG positivos. sendo que em infecções antigas e reinfecções encontramos alta avidez. Nestes.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Em adultos saudáveis. ESPECIFICOS PERMANECEM LIGADOS AO ANTIGENO DE CITOMEGALOVIRUS. Tem grande poder de predizer recém. VEJA TAMBEM: Citomegalovirus. Assim. Cerca de 85% da população adulta é soropositiva. INFECCAO AGUDA OU CITOMEGALOVIRUS.NAO PERMITE DEFINIR O PERIODO DA INFECCAO. de infecções passadas e reinfecções. antigenemia. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos.SUGERE INFECCAO OCORRIDA NOS ULTIMOS 03 MESES. ANTI-CMV IgG Avidez: no inicio da infecção primaria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno.SUGERE QUE A INFECCAO TENHA OCORRIDO HA MAIS DE 03 MESES. A detecção da . Essa avidez aumenta progressivamente em semanas.BAIXA AVIDEZ: INFERIOR A 30% .nascido infectados quando utilizado antes de 18 semanas de gestação.

o CMV em geral eh assintomatico. Dos recém nascidos infectados. A forma mais grave é denominada "Doença de inclusão citomegalica" e caracteriza-se por icterícia. A antigenemia também é utilizada para avaliação da resposta ao tratamento antiviral. a confirmacao requer complementacao da sorologia.3 a 2% dos nascimentos. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CITOMEGALOVIRUS.MANUAL DE EXAMES antigenemia permite a detecção rápida do CMV presente no núcleo dos neutrófilos do sangue periférico que fagocitaram o vírus. corioretinite e calcificações cerebrais. A antigenemia apresenta sensibilidade superior à cultura e comparável a PCR quantitativa. São utilizados anticorpos monoclonais para a proteína pp65 do CMV. Eh encontrado na saliva. microcefalia. PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Citomegalovirus (CMV) eh um virus DNA que pertence a familia dos herpesvirus. pode apresentar quadro clinico semelhante a mononucleose infecciosa. A maioria absoluta dos recém. apenas 15% tem sintomas ao nascimento. IgM não ultrapassa a barreira placentária. que é um marcador precoce e especifico de infecção ativa.nascidos com infecção sintomática ao nascimento nascem de mães que tiveram infecção primaria durante a gestação. METODO: IMUNOFLUORESCENCIA DIRETA COM ANTICORPOS MONOCLONAIS ANTI PP65 VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CITOMEGALOVIRUS IgM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O citomegalovirus (CMV) é a causa mais freqüente de infecção congênita: 0. sendo que 10% dos infectados sem sintomas terão seqüelas neurológicas. urina e outros fluidos corporeos como o semen e secrecao vaginal. Em adulto saudaveis. Em caso de resultados positivos no teste do pezinho. sendo que 50% das maes infectadas excretam o CMV no leite. hepatoesplenomegalia. dado seu poder de interferir na formacao . A importancia da infeccao pelo CMV eh maior quando ocorre a transmissao da gestante para o feto. e as vezes. Ressaltamos a possibilidade de infeccao no recem-nascido durante o trabalho de parto ou pelo leite materno. petequias. sendo sua presença no recém nascido útil para o diagnostico de infecção congênita.

: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO.MANUAL DE EXAMES de orgaos e tecidos fetais. similar a causada pelo virus EBV em pacientes imunocompetentes. Infeccao do recem-nascido: a dteccao do CMV na urina ou sangue de RN nas tres primeiras semanas de vida define a infeccao congenita. QUE EH UMA CARACTERISTICA DO METODO. sendo necessario o uso de outros metodos diagnosticos mais sensiveis para que se exclua a possibilidade da infeccao pelo CMV. A PCR eh util nas seguintes situacoes: Meningoencefalite ou outras alteracoes neurologicas. CITOMEGALOVÍRUS PESQUISA DE CÉLULAS DE INCLUSÃO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A infeccao pelo citomegalovirus (CMV) pode causar infeccao autolimitada. A sensibilidade e especifidade sao de 98% e 100%. METODO: REACAO EM CADEIA POLIMERASE ANINHADA (NESTED PCR) DO GENE IE DO CMV VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO (O DNA DO CITOMEGALOVIRUS NAO FOI DETECTADO PELA PCR) OBS. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. entretanto. A PCR pode ser realizada no liquido amniotico. A pesquisa de celulas de inclusao em urina permite um diagnostico rapido da infeccao. eh um metodo de baixa sensibilidade. AIDS).BRONCOALVEOLAR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . a PCR pode ser realizada no liquor com sensibilidade que varias nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. Manifestacoes graves podem ocorrer quando o CMV eh adquirido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. Infeccao localizada em orgao-alvo: a PCR-CMV pode ser feita em liquidos corporais ou material de biopsia de lesoes ou orgaos suspeitos. Diagnostico pre-natal: quando a gestante apresenta um quadro de infeccao aguda e pretendese afastar a possibilidade de infeccao intra-uterina. A infeccao tem maior relevancia em imunodeprimidos e na infeccao congenita. respectivamente.

exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites. locais ou sistemicos. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. monitoracao e prognostico de processos infecciosos.ASPECTO: : APOS A CENTRIFUGACAO: . monitoracao e prognostico de processos infecciosos. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias.COR .MANUAL DE EXAMES O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. pneumonias. bacterianos.PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. viroticos ou fungicos.ASPECTO: : CITOMETRIA HEMACIAS: /MM3 CELULAS NUCLEADAS: CITOLOGIA DIFERENCIAL NEUTROFILOS: MACROFAGOS : OUTRAS CELULAS: CELULAS CILINDRICAS CILADAS: VALORES DE REFERENCIA: 200 A 1000 CELULAS/MM3 OU CELULARIDADE GLOBAL DE 10 A 15 X 10 ELEVADO A SEXTA POTENCIA CELULAS/ VOLUME DE LAVADO RECUPERADO EM mL.: PARA OBTER-SE CELULARIDADE TOTAL DEVE-SE MULTIPLICAR O VALOR DA CITOMETRIA/MM3 X RECUPERADO. inflamatorios. . hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. inflamatorios. OBS. CARACTERES GERAIS ANTES DA CENTRIFUGACAO: . artrites e peritonites.COR . 10 ELEVADO A TERCEIRA POTENCIA X NUMERO DE mL LINFOCITOS : EOSINOFILOS: CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. aliadas as determinacoes bioquimicas. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades.

locais ou sistemicos. artrites e peritonites. artrites e peritonites. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. bacterianos. aliadas as determinacoes bioquimicas. locais ou sistemicos.SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. monitoracao e prognostico de processos infecciosos. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. viroticos ou fungicos. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . pneumonias. monitoracao e prognostico de processos infecciosos. aliadas as determinacoes bioquimicas. inflamatorios. artrites e peritonites. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico. viroticos ou fungicos. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca es resposta ao tratamento de meningites. inflamatorios. aliadas as determinacoes bioquimicas. CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ. pneumonias.MANUAL DE EXAMES locais ou sistemicos. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e reposta ao tratamento de meningites. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. bacterianos. bacterianos. pneumonias. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites. viroticos ou fungicos.

CLEARANCE PULMONAR DE DTPA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR IN-VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicacao: Interpretacao: Pulmao Global: Processos Pulmao esquerdo: 60 inflamatorios direito: 62 mais 66 mais ou pulmonares mais ou intersticiais.M. COMENTÁRIOS: Clobazan (Frisium. Eh utilizado para diferenciacao dos processos em agudos ou cronicos. pneumonias. OBS: Valores abaixo de 2 sd sao considerados anormais. fenitoina.7 MINUTOS CLOBAZAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM:JD 4h (alimentar) ou C. ansiolitico e miorelaxante. min. fenobarbital e acido valproico. 21 18 min. monitoracao e prognostico de processos infecciosos.MANUAL DE EXAMES CITOMETRIA E CITOLOGIA(LIQUIDOS CORPORAIS) MATERIAL: LIQ.O. hemorragicos e mesmo neoplasicos dessas cavidades. ou menos menos menos 7 pneumonites.ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo dos liquidos corporais eh ferramenta indispensavel para o diagnostico.18 MINUTOS GLOBAL : 60 +/. exames bacteriologicos e imunologicos define a presenca e resposta ao tratamento de meningites. Tambem utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. artrite e peritonites. Urbanil) è um benzodiazepinico usado como hipnotico.21 MINUTOSS PULMAO ESQUERDO: 62 +/. METODO: CLEARENCE PULMONAR LAUDO VALORES DE REFERENCIA: PULMAO DIREITO : 66 +/. Pode elevar o nivel serico da carbamazepina. inflamatorios. aliadas as determinacoes bioquimicas. Sua meia vida é de 10 a 30 horas. min. viroticos ou fungicos. locais ou sistemicos. . bacterianos. O aumento de celularidade e suas particularidades com predominio das formas polimorfonucleares ou linfomonocitarias.

Em adultos a interpretacao deve ser ainda mais cautelose.M. desnutricao. acarretando disturbio da secrecao exocrina. Resultados falso-negativos podem ocorrer no edema. o diagnostico molecular (PCR para fibrose cistica) encontra-se disponivel. klinefelter. deficiencia de G6PD. sindrome nefrotica. Para casos interminados e confirmacao laboratorial. METODO: IONTOFORESE E CONDUTIVIDADE (SISTEMA WESCOR MACRODUCT) VALORES DE REFERENCIA: . Eh uma heranca autossomica recessiva que determina deficiencia da proteina responsavel pelo transporte de cloro pelas celulas epiteliais. COMENTÁRIOS: Clonazepan eh indicado como ansiolitico e antiepiletico.MANUAL DE EXAMES METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 200 A 1200 NANOG/ML CLONAZEPAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C. A quantificacao serica eh realizada para auxiliar o clinico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentracao otima para cada paciente considerado individualmente. diabetes insipidus nefrogenico. hipogamaglobulinemia. colestase. Sudorese eh induzida no antebraco por iontoforese com pilocarpina. sendo o suor colhido para determinacao do cloreto. Eh recomendado a solicitacao de novo exame para confirmacao. Valores elevados podem ser encontrados em outras doencas: anorexia nervosa. Em mulheres adultas o teste sofre variacoes com o ciclo menstrual. Assim. disautonomia. CLORETO DE SÓDIO NO SUOR MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste do cloreto de sodio no suor eh util na investigacao da fibrose cistica (mucoviscidose). hipoproteinemia e na sudorese excessiva. tendo em vista grandes variacoes observadas nos resultados. na presenca de resultados positivos e indeterminados. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 15 A 60 NANOG/ML NOTA: O USO CONCOMITANTE DE CARBAMAZEPINA PODE INTERFERIR NA DOSAGEM DE CLONAZEPAM POR HPLC. os resultados devem ser interpretados a luz da historia clinica e familiar.O. mucopolissacaridose tipo 1. dermatite atopica. insuficiencia adrenal e hipotireoidismo.

perdas gastrintestinais. Niveis baixos ocorrem na hipervolemia. acidose tubular renal.NORMAL: ABAIXO DE 40 mmol/L de Cloreto .PARDINI ESTA DE PCR PARA DIAGNOSTICO DE REALIZANDO ROTINEIRAMENTE A TECNICA FIBROSE CISTICA. RESULTADOS ELEVADOS TAMBEM PODEM OCORRER EM OUTRAS CONDICOES CLINICAS. infusao salina excessiva. NOS INDIVIDUOS COM UMA OU MAIS CARACTERISTICAS CLINICAS DE FIBROSE OU HISTORIA FAMILIAR. METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: 690 A 770 MG/DL CLORETOS: MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Representa 66% dos anions do plasma. Sua determinacao eh util na avaliacao de disturbios hidroeletroliticos e acido-basicos. O LABORATORIO H.MANUAL DE EXAMES .ELEVADO NOTA: PARA : ACIMA DE 60 mmol/L de Cloreto O DIAGNOSTICO DE FIBROSE CISTICA SAO NECESSARIAS CONCENTRACOES ELEVADAS DE CLORETO NO SUOR EM DUAS OCASIOES DISTINTAS. alcalose metabolica. Na meningite tuberculosa eh encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. acidose metabolica. fistula pancreatica e hiperparatireodismo. insuficiencia cardiaca. CLORETOS: MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Reflete os niveis sanguineos de cloretos.FAIXA INTERMEDIARIA:40 A 60 mmol/L de Cloreto . acidose respiratoria cronica. vomitos. Niveis elevados sao encontrados na deficiencia de mineralocorticoides. METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: DE 96 A 109 MEQ/LITRO . secrecao inapropriada de ADH. Juntamente com o sodio sao os principais responsaveis pela manutencao da homeostase osmotica do plasma. cetoacidose diabetica e no uso de diureticos. doenca de addison.

0 MCG/DL : 80. A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). vascular e no esqueleto.0 MCG/DL COBRE MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao.MANUAL DE EXAMES CLORETOS: MATERIAL: URINA DE 24 H.0 A 140. Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro.GRAVIDAS : 118. em especial. Pode estar diminuido na doenca de Wilson. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Util para avaliacao de distubios hidroeletroliticos e acido-basicos.MULHER : 80. vascular e no esqueleto.0 MCG/DL .0 MCG/DL : 90. etc.0 A 160. Encontra-se aumentado . METODO: ABSORCAO ATOMICA VALORES DE REFERENCIA: . sistema cardiaco.0 MCG/DL .0 A 190.0 A 155. ingestao de solucoes e alimentos contaminados. sistema cardiaco.MULHER ACIMA DE 60 ANOS: 85. Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro.0 MCG/DL .0 MCG/DL . exposicao a fungicidas que contenham o metal. no diagnostico da alcalose metabolica responsiva a sal.0 MCG/DL : 70. queimaduras.6 MESES A 6 ANOS .0 A 70.0 A 302.0 A 190.0 A 170. METODO: ELETRODO SELETIVO VALOR DE REFERENCIA: 170 A 254 MEQ/24 HORAS COBRE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao.ATE 6 MESES .6 ANOS A 12 ANOS .HOMEM : 20.HOMEM ACIMA DE 60 ANOS : 85.

Pode estar diminuido na doenca de Wilson. etc. vascular e no esqueleto. proteina C reativa ultrassensivel e homocisteina. Liquido ascitico: possui papel marginal na propedeutica do liquido ascitico. sendo tranportado no sangue por lipoproteinas (70% por LDL. ingestao de solucoes e alimentos contaminados e exposicao a fungicidas que contenham o metal. sistema cardiaco. Seu metabolismo ocorre no figado. A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA . A associacao de colesterol elevado e LDH maior que 200 UI/L tem sensibilidade de 99% no diagnostico de exsudatos.O. triglicerides.FORNO DE GRAFITE VALOR DE REFERENCIA: 12 A 80 MCG/LITRO COLESTEROL TOTAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 9HS A 16 HS OU C. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA . A avaliacao do risco cardiovascular engloba o colesterol total e suas fracoes.FORNO DE GRAFITE VALOR DE REFERENCIA: 15 A 60 MCG/24 HORAS COBRE MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS A deficiencia do cobre pode causar defeitos na pigmentacao. acidos biliares e na constituicao das membranas celulares. lipoproteina (a). Liquido pleural: a dosagem do colesterol no liquido pleural eh util na diferenciacao entre transudatos e exsudatos.M ATENÇÃO: Para pedidos com glicemia o jejum máximo é 14hs. 25% por HDL e 5% por VLDL). A intoxicacao por cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). Desempenha importante funcao no metabolismo do ferro. Tambem eh utilizado na producao de hormonios esteroides. subfracionamento da apolipoproteinas A1 e B. Embora colesterol . Niveis de colesterol maiores de 45 mg/dL predizem exsudatos com sensibilidade de 90% e especificidade de 100%. COMENTÁRIOS: Sangue: O Colesterol eh o principal lipideo associado a doenca vascular aterosclerotica. queimaduras. ingestao de solucoes e alimentos contaminados e exposicao a fungicidas que contenham o metal.MANUAL DE EXAMES na doenca de Wilson.

Existem dois tipos de . existem controversias sobre sua utilidade.COLESTEROL HDL : . onde encontram-se diminuidas.MANUAL DE EXAMES maior 50 mg/dL possa ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%.COLESTEROL TOTAL: VALORES DE REFERENCIA: COLESTEROL HDL : 2 A 10 ANOS: MAIOR OU IGUAL A 40 MG/DL: DESEJAVEL 10 A 19 ANOS: MAIOR OU IGUAL A 35 MG/DL: DESEJAVEL ADULTOS : MENOR QUE 40 MG/DL : BAIXO MG/DL MG/DL MG/DL MG/DL MAIOR OU IGUAL A 60 MG/DL: ALTO COLESTEROL VLDL : ATE 40 MG/DL COLESTEROL LDL : 2 A 19 ANOS: MENOR QUE 110 MG/DL 110 A 129 MG/DL : DESEJAVEL ACEITAVEL MAIOR OU IGUAL A 130 MG/DL: AUMENTADO ADULTOS : MENOR QUE 100 MG/DL 100 A 129 MG/DL 130 A 159 MG/DL 160 A 189 MG/DL : OTIMO : DESEJAVEL : LIMITROFE : ALTO MAIOR OU IGUAL A 190 MG/DL: MUITO ALTO COLESTEROL TOTAL: 2 A 19 ANOS: MENOR QUE 170 MG/DL 170 A 199 MG/DL : DESEJAVEL : ACEITAVEL MAIOR OU IGUAL A 200 MG/DL: AUMENTADO ADULTOS : MENOR QUE 200 MG/DL 200 A 239 MG/DL : OTIMO : LIMITROFE MAIOR OU IGUAL A 240 MG/DL: ALTO COLESTEROL SUBFRACIONAMENTO DAS FRAÇÕES MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: COLINESTERASE ERITROCITÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO COMENTÁRIOS: As dosagens das colinesterases sao os parametros para controle biologico da exposicao aos organofosforados e carbamatos.COLESTEROL LDL : .COLESTEROL VLDL : . METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO .

androgenos. Pacientes com formas atipicas da enzima pseudocolinesterase.MANUAL DE EXAMES colinesterases no sangue: 1) colinesterase verdadeira (acetilcolinesterase ou colinesterase eritrocitaria). uso de medicamentos. encontrada no plasma. uso de benzodiazepinicos. parkinsonismo. tromboembolismo pulmonar. podem apresentar predisposicao a apneia apos uso de relaxantes musculares. Algumas condicoes cursam com aumento da pseudocolinesterase: hipercolesterolemia. Outras condicoes podem cursar com diminuicao da colinesterase eritrocitaria: hemoglobinuria paroxistica noturna e anemia megaloblastica. hemocromatose. Condicoes que cursam com aumento da colinesterase eritrocitaria: estados hemoliticos como talassemia. distrofia muscular. hipertireoidismo. Ao contrario da colinesterase plasmatica. desnutricao. antibioticos e insulina. plasmaferese. tireotoxicoses. artrite reumatoide. hemoglobina SS e anemias hemoliticas adquiridas. sindrome nefrotica. tuberculose. encontrada principalmente nas sinapses do sistema nervoso. Apresenta meia-vida de 8 dias. A recuperacao da atividade da pseudocolinesterase nas intoxicacoes por carbamatos se da apos 24 horas. na intoxicacao por organofosforados iniciase em 72 horas. 2) pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou colinesterase plasmatica). A colineterase eritrocitaria eh mais usada para avaliar exposicao cronica aos organofosforados. cirrose hepatica. intestino e em outros tecidos. esferocitose. refletindo a exposicao aguda aos organofosforados. Sua atividade eh suprimida de forma mais lenta e menos intensa que a pseudocolinesterase. METODO: ENZIMATICO . infeccoes agudas. diabetes. hipocolesterolemia. polineurites. baco e eritrocitos. pulmoes. METODO: CINETICA VALORES DE REFERENCIA: 303 A 598 U/10 ELEVADO A 12 ERITROCITOS IBMP (NR-7): REDUCAO DE 30% DA ATIVIDADE INICIAL COLINESTERASE PLASMÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JEJUM NÃO OBRIGATÓRIO COMENTÁRIOS: A atividade da pseudocolinesterase (benzoilcolinesterase ou colinesterase II ou colinesterase plasmatica) eh reduzida de forma mais rapida e intensa que a colinesterase eritrocitaria. a colinesterase eritrocitaria tem aumento rapido de sua atividade apos tratamento com Pralidoxime. hepatite. insuficiencia renal cronica. policitemias. hipoproteinemia. Outras condicoes tambem cursam com diminuicao da pseudocolinesterase: gravidez. insuficiencia cardiaca congestiva. tendo pouco valor nas intoxicacoes cronicas. obesidade. doencas psiquiatricas. choque. pos-operatorios. transfusao de hemacias e plasma. hipertrigliricidemia. com baixa atividade enzimatica.

cefalosporinas. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: MAIOR OU IGUAL A 60 u/CAE COOMBS DIRETO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O teste de Coombs direto eh utilizado na investigacao das anemias hemoliticas auto-imunes. As proteinas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatorios ou infecciosos (resposta aguda) e diminuem ou estao ausentes no hipercatabolismo. sulfonamidas.000 U/L IBMP (NR-7): REDUCAO DE 50% EM RELACAO A ATIVIDADE INICIAL NOTA: ENCONTRA-SE DISPONIVEL A DETERMINACAO DA COLINESTERASE DE ERITROCITARIA(VERDADEIRA) EM SANGUE TOTAL. tetraciclina. artrite reumatoide). por isoimunizacao materno-fetal ou pos transfusional. COMPLEMENTO SÉRICO TOTAL E FRAÇÕES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste que quantifica a atividade total do complemento serico (via classica). Reacoes falso-positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: DE 5. METODO:TESTE EM GEL (MICRO TYPING SYSTEM) . COLORAÇÃO SUPRA VITAL MATERIAL: ESPERMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Avalia a vitalidade dos espermatozoides. MÉTODO: VALOR DE REFERENCIA: ACIMA DE 60% DE FORMAS VIVAS.000 A 14. UTIL NOS CASOS EXPOSICAO CRONICA AOS ORGANOFOSFORADOS E CARBAMATOS. lupus eritematoso sistemico. deficiencia hereditaria ou consumo por formacao de imunocomplexos (glomerulonefrites. metildopa e insulina.

levando ao aumento da coproporfirina nos eritrocitos e na urina. Shigella spp. tenesmo. Este teste faz parte da rotina de exames no pre-natal de gestantes Rh negativo.transfusionais. e na presenca . o que pode ocorrer em situacoes patologicas levando principalmente a hemolise.colienteropatogenicas. poliomielite. febre reumatica. febre. Sao consideradas indicacoes de coprocultura: diarreia sanguinolenta. METODO: TESTE EM GEL (MICRO TYPING SYSTEM) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COPROCULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cultura de fezes identifica microorganismos enteropatogenicos em casos de diarreia aguda ou cronica.0 mcg/dl. E uma alteracao tardia e inespecifica. anemia hemolitica e perniciosa. triagem de anemias hemoliticas e provas pre. sintomas severos e persistentes. E. Reacoes falso-positivas podem decorrer da presenca de crioaglutininas. A COPRO-U tambem pode estar aumentada em estado febris.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COOMBS INDIRETO-ANTICORPOS IRREGULARES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fracoes do complemento ligadas as hemacias. No Laboratorio Hermes Pardini as culturas sao direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. METODO: FORAM UTILIZADOS SISTEMAS DE ISOLAMENTO E IDENTIFICACAO COPROPORFIRINAS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O chumbo provoca a inibicao da enzima coproporfirinogenio descarboxilase. entre outros eventuais patogenos. cirrose hepatica. fornecendo niveis mais elevados significativamente. presenca de leucocitos fecais e historia de exposicao a agentes bacterianos. quando os valores de chumbo no sangue estao acima de 70.

insuficiencia renal cronica. especifica. Alem da pesquisa na urina e fezes. exposicao ao alcool. especifica. arsenico. Entretanto. chumbo. exposicao ao alcool. Na coproporfiria hereditaria ocorre elevacoes macicas das coproporfirinas. sendo excretada nas fezes e urina. arsenico. Sb. Porfirinas fecais (coproporfirinas e protoporfirinas) estao usualmente dentro dos limites da normalidade na Porfiria Intermitente Aguda. Sua determinacao deve ser usada para a triagem de casos de intoxicacao inicial. hidrato de cloral. a coproporfirina eh a porfirina mais comumente observada nas porfirias secundarias. Porfirinas fecais (coproporfirinas e protoporfirinas) estao usualmente dentro dos limites da normalidade na Porfiria Intermitente Aguda. Bi e Zn. sendo excretada nas fezes e urina. morfina e oxido nitrico. Eh util na investigacao das formas cutaneas bolhosas de porfiria. Na coproporfiria hereditaria ocorre elevacoes macicas das coproporfirinas. pode-se realizar a dosagem das coproporfirinas na urina. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: NORMAIS : ATE 100. morfina e oxido nitrico. hidrato de cloral. Entretanto. Sao causas comuns de coproporfirinuria: hepatopatia. Eh util na investigacao das formas cutaneas bolhosas de porfiria. neoplasia. pois. Sao causas comuns de coproporfirinuria: hepatopatia. neoplasia. pois. pode-se realizar a dosagem das coproporfirinas na urina. insuficiencia renal cronica.MANUAL DE EXAMES de outros metais como Hg.0 MCG/G DE CREATININA COPROPORFIRINAS PESQUISA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A coproporfirina eh uma porfirina de solubilidade intermediaria. chumbo. METODO: FLUORESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO COPROPORFIRINAS PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A coproporfirina eh uma porfirina de solubilidade intermediaria. hexaclorobenzeno.0 MCG/G DE CREATININA EXPOSICAO: ATE 250. Alem da pesquisa na urina e fezes. . nao sendo. hexaclorobenzeno. a coproporfirina eh a porfirina mais comumente observada nas porfirias secundarias. Ag. nao sendo.

na talassemia maior. diferenciando diarreia secretoria de osmotica (secundaria a intolerancia aos carboidratos). nas hemoglobinopatias por hemoglobinas instaveis.MANUAL DE EXAMES METODO: FLUORESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORPOS DE HEINZ MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os corpos de Heinz consistem na precipitacao de cadeias de globina que libertam-se do heme quando a hemoglobina eh oxidada. lactose. Eh essencial para o metabolismo e funcoes imunologicas. Fermentacao bacteriana pode levar a falsopositivos. Sao observados em anemias hemoliticas de varias etiologias. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada na propedeutica das anemias de etilogia obscura. Normalmente sao removidos pelo baco. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORTISOL LIVRE MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O cortisol eh secretado pelo cortex da adrenal em resposta a estimulacao do hormonio adrenocorticotropico (ACTH). esplenectomizados e outros. na deficiencia de G6PD. Trata-se de um teste de triagem cuja positividade denota a deficiencia de dissacaridases (sacarose. maltose). Sua concentracao encontra-se elevada nos casos de sindrome de cushing e stress. Apresenta-se . METODO: AZUL DE CRESIL BRILHANTE VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CORPOS REDUTORES FECAIS MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os acucares nao absorvidos na porcao alta do intestino delgado sao detectados como corpos redutores nas fezes. nas intoxicacoes por drogas.

METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: CRIANCA : 2.0 MCG/24 HORAS ADULTO : 10.0 MCG/24 HORAS ADOLESCENTE: 5.0 MCG/24 HORAS CORTISOL SALIVAR MATERIAL: SALIVA TEMPO DE JEJUM: Conforme especificacoes da coleta. Apresenta-se reduzido na doenca de addison e nos casos de hipopituitarismo (com producao deficiente de ACTH).0 A 90.0 A 27. Sua concentracao encontra-se elevadas nos casos de Sindrome de Cushing e stress.0 MCG/DL 16:00 HORAS: QUEDA MAIOR QUE 35% DO VALOR DAS 8:00 HORAS 18:00 HORAS: QUEDA MAIOR QUE 50% DO VALOR DAS 8:00 HORAS CORYNEBACTERIUM MINUTISSIMUM – PESQUISA . Eh essencial para o metabolismo e funcoes imunologicas.0 NMOL/L 23:00 HORAS: MENOR QUE 3.5 A 32. Dosagens basais e apos supressao por dexametasona possuem utilidade diagnostica.MANUAL DE EXAMES reduzido na doenca de addison e nos casos de hipopituitarismo (com producao deficiente de ACTH). METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: 08:00 HORAS: 5. Dosagens basais e apos supressao por dexametasona possuem utilidade diagnostica. COMENTÁRIOS: METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: ADULTO: 08:00 HORAS: 3. As concentracoes plasmaticas de cortisol sao influencidas pelo CBG.0 A 25.0 A 55.6 NMOL/L CORTISOL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O cortisol eh secretado pelo cortex da adrenal em feedback com o hormonio adrenocorticotropico (ACTH).

mas sob certas condicoes (pacientes diabeticos. corticoterapia e no hipotereoidismo. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS : ATE 500 MICROMOL/L MULHERES: ATE 1000 MICROMOL/L CREATINA MATERIAL: URINA DE 24H. individuos com massa muscular elevada. corticoterapia e no hipotereoidismo. gravidez. METODO: COLORACAO AO GRAM/GIEMSA CREATINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. umidade excessiva. TEMPO DE JEJUM: . regiao inguinal e interdigitais. Normalmente eh um constituinte da flora normal da pele. particularmente em axilas. individuos com massa muscular elevada. Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas. A pesquisa eh util no diagnostico diferencial das dermatofitoses. gravidez. METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: 76 A 124 MICROMOL/L CREATINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. necrose muscular. Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas. necrose muscular. miopatias. miopatias.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Corynebacterium minutissimum eh um bastonete gram-positivo agente do eritrasma. oclusao prolongada da pele) pode gerar lesao intertriginosa.

salicilato. Eh o produto de degradacao da creatina.73m².) CREATININA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: É o teste mais utilizado para avaliacao do ritmo de filtracao glomerular (RFG). mas tambem da massa muscular. idosos acima de 70 anos. pacientes gravemente enfermos e pessoas com extremos de peso. mulheres grávidas.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: É uma proteina cuja concentracao dependente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. concentracao de glicose.50 A 1. alimentacao. individuos com massa muscular elevada. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. piruvato. na avaliacao clinica da funcao renal. corticoterapia e no hipotereoidismo. trimetoprim. METODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS : ATE 500 MICROMOL/L MULHERES: ATE 1000 MICROMOL/L CREATININA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. hidantoina.30 MG/DL MULHER: 0.(ADULTO): HOMEM : 0.10 MG/DL RITMO DE FILTRACAO GLOMERULAR: . anticoncepcionais e anti-inflamatorios).ADULTO NAO NEGRO . sexo. miopatias. proteina. estimularam varios autores a propor formulas de estimativa do RFG. acido urico. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular. As limitacoes da creatinina sanguinea. gravidez. cimetidina.70 A 1. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. A formula do estudo MDRD eh considerada a melhor para esta estimativa em adultos.) VALORES DE REFERENCIA . ressaltando-se que esta formula eh mais precisa quando o RFG eh inferior ou igual a 60ml/min/1. A equação do estudo MDRD não foi testada em crianças. necrose muscular. idade. Niveis elevados sao encontrados nas dietas ricas em proteinas.

8 A 1. ESTAMOS FORNECENDO O VALOR DO RFG (RITMO FILTRACAO GLOMERULAR) ESTIMADO PELA FORMULA DO ESTUDO DE MDRD (MODIFICACAO DA DIETA EM DOENCAS RENAIS). PARA MAIORES DE 18 ANOS. concentracao de glicose. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. concentracao de glicose. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. piruvato. CREATININA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina.MANUAL DE EXAMES RITMO DE FILTRACAO GLOMERULAR: . anticoncepcionais e antiinflamatorios). cimetidina. sexo. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina. proteina. trimetoprim. mas tambem da massa muscular.) CREATININA MATERIAL: URINA DE 24H. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas.) VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : 1. salicilato. mas tambem da massa muscular. cimetidina.ADULTO MAIOR QUE 18 ANOS: MAIOR QUE 60 mL/min/1. alimentacao. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. piruvato. salicilato. idade. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. alimentacao. trimetoprim. sexo. idade.A PARTIR DE 22/02/2007. hidantoina.73 m2 NOTA: DE ACORDO COM AS RECOMENDACOES DA SBN (SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEFROLOGIA) E DO NKDEP (NATIONAL KIDNEY DISEASE EDUCATION PROGRAM). proteina. hidantoina.5 G/24 HORAS .ADULTO NEGRO VALOR DE REFERENCIA .5 G/24 HORAS MULHER: 0. acido urico. anticoncepcionais e antiinflamatorios). METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. acido urico. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular.5 A 2.

alimentacao.73 M2 NOTA: APOS OS 40 ANOS DE IDADE. concentracao de glicose.5 ML/MIN/1. Niveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuicao da massa muscular. proteina. Armazenamento da urina por muito tempo.) CREATININA CLEARANCE MATERIAL: SORO/URINA TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Teste utilizado para avaliacao da taxa de filtracao glomerular. anticoncepcionais e antiinflamatorios). sexo. trimetoprim. acido urico.MANUAL DE EXAMES CREATININA MATERIAL: URINA DE 12H.JAFFE MOD. Variacao intraindividual desse teste pode chegar a 15%. Clearence elevado pode ser encontrado apos exercicios.73 M2 A CADA DEZ ANOS. em altas temperaturas pode causar conversao da creatina a creatinina. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: É o produto de degradacao da creatina. hidantoina. piruvato. METODO: COLORIMETRICO . VOLUME URINARIO: TEMPO DE COLETA: CREATININA URINA : CREATININA SANGUE: ML HORAS MG/DL MG/DL SUPERFICIE CORPORAL EM M2: VALORES DE REFERENCIA: CRIANCAS: 70 A 140 ML/MIN/1. mas tambem da massa muscular. cimetidina. ESPERA-SE UMA REDUCAO DE 6. .73 M2 HOMEMS : 85 A 130 ML/MIN/1. acarretando aumentos espurios. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. salicilato. sendo sua concentracao serica nao so dependente da taxa de filtracao renal. idade. sendo mais sensivel que a determinacao serica isolada. No clearence de creatinina valores sericos e urinarios sao medidos e a depuracao eh calculada e corrigida tendo em vista a superficie corporal.73 M2 MULHERES: 75 A 115 ML/MIN/1. METODO: COLORIMETRICO (JAFFE MOD. na gravidez e no diabete melito.

dermatopolimiosite. Eh detectavel em 4 a 6 horas apos lesao miocardica. rabdomiloise. mas inespecifico de lesao miocardica. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atipica apresentam . em traumas e injecoes musculares. exercicio fisico.MANUAL DE EXAMES CREATINOFOSFOQUINASE-CK TOTAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. Niveis elevados sao encontrados no infarto agudo do miocardio. Intervalo entre mamadas para lactentes COMENTÁRIOS: A presenca de crioaglutininas em titulo superior a 1:32 eh indicativa de infeccao por Mycoplasma pneumoniae. ocorrendo pico em 12 a 24 horas e retorno a niveis normais em 2 a 3 dias. podendo-se encontrar niveis elevados em pacientes com doencas e traumas da musculatura esqueletica. cerebro e coracao. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: MULHERES : ATE 165 U/L HOMENS : ATE 190 U/L CRIANCA DE 2 A 12 MESES: ATE 325 U/L CRIANCA APOS 12 MESES : ATE 225 U/L CREATINOFOSFOQUINASE MB MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Dosagem unica de CK-MB tem sensibilidade de 50% a entrada do paciente no pronto socorro. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no miocardio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esqueletica. Eh um marcador sensivel. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90% no diagnostico do infarto agudo do miocardio. sem significado patologico. hipertermia maligna. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 25 U/L CRIOAGLUTININAS MATERIAL: SORO/SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO8h. distrofia muscular. A presenca de macro-CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevacoes de CPK MB acima dos valores da CPK total. miocardite.

Intervalo entre mamadas para lactentes. Reacoes falsonegativas podem ocorrer em amostras previamente refrigredas ou uso de antibioticos. processos inflamatorios.MANUAL DE EXAMES crioaglutininas no periodo de 8 a 30 dias apos o inicio da infeccao. estando associada a uma variedade de patologias como doencas linfoproliferativas. METODO: PRECIPITACAO CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A identificacao dos cristais na urina eh utilizada na tipificacao de disturbios do trato urinario e do metabolismo. doencas malignas. COMENTÁRIOS: Proteina que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. sendo util no diagnostico e orientacao terapeutica. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. estando associada com desordens na coagulacao. METODO: PRECIPITACAO CRIOGLOBULINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h. incluindo infeccao neonatal. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA . METODO: AGLUTINACAO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:32 CRIOFIBRINOGÊNIO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO8h. doencas auto-imunes. Pode haver reacoes positivas na mononucleose ou na doenca da crioglobulina (lgM-Kappa). mieloma multiplo e macroglobulinemia de Waldenstron. doencas infecciosas agudas ou cronicas. COMENTÁRIOS: Criofibrinogenio eh uma proteina que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. Guardam relacao com o tipo de alimentacao e o processo patologico. Intervalo entre mamadas para lactentes.

principalmente. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de cristais no liquido sinovial pode ser util na determinacao da etiologia do quadro articular. Cristais de pirofosfato de calcio sao encontrados principalmente dentro de leucocitos e macrofagos na pseudogota.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de coproporfirinas na urina eh utilizad na tipificacao de disturbios do trato urinario e do metabolismo. Os cristais de monourato de sodio sao encontrados na artrite gotosa. E irritante e corrosivo para pele e mucosas. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE COM CORRETOR ZEEMAN) VALOR DE REFERENCIA: 0.7 A 2. eczemas. ao cancer do trato respiratorio.2 MCG/L CROMO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: . ulceracoes. rinite e asma bronquica. devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. CROMO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. Guardam relacao com o tipo de alimentacao e o processo patologico. sendo util no diagnostico e orientacao terapeutica. Os microcristais podem ser encontrados no interior das celulas ou livres no liquido articular.

MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada. DYS147. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. DYS127.MT/Br) CROMO MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS Avalia a exposicao ocupacional ao cromo que esta associada.MT/Br) IBMP: 30.0 MCG/G CREATININA (NR-7.0 MCG/G CREATININA (NR-7. AZFb e AZFc. DYS277 especificas do cromossomo Y comprovam a . DYS153. DYS254. DYS143. ao cancer do trato respiratorio. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 5.MT/Br) CROMOSSOMO Y.0 MCG/G CREATININA (NR-7.1994. METODO: ABSORCAO ATOMICA (FORNO DE GRAFITE) VALOR DE REFERENCIA: ATE 5. ulceracoes. eczemas. E irritante e corrosivo para pele e mucosas. RBM1.0 MCG/G CREATININA (NR-7. principalmente. rinite e asma bronquica. ESTUDO GENÉTICO DAS MICRODELEÇÕES MATERIAL: ESPERMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Orientacao sobre o Exame: O sistema de deteccao de microdelecoes no cromossomo Y permite a analise de 14 regioes especificas associadas a infertilidade masculina. devido a sua capacidade de desnaturar proteinas e acidos nucleicos. principalmente.1994. DYS86. ulceracoes.1994. Estas regiões são as que mais frequentemente apresentam microdelecoes e estao localizadas nas regiões AZFa. Nas exposicoes ocupacionais ocorrem dermatites de contato. DYS283. DYS117.1994. Ausencias na amplificacao destas regioes presença de microdelecoes. rinite e asma bronquica. DYS149. ao cancer do trato respiratorio. DYS158 DYS114. E irritante e corrosivo para pele e mucosas. Marcadores Estudados: DYS84. eczemas.MT/Br) IBMP: 30.

DYS153. DYS283. Reações falso-positivas podem ocorrer na presença de fator reumatóide. da mesma maneira. DYS277 especificas do cromossomo Y comprovam a CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINAÇAO DIRETA) MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil no diagnostico e prognostico da infecção criptococica. DYS149. Estas regiões sao as que mais frequentemente apresentam microdelecoes e estao localizadas nas regioes AZFa. DYS127. DYS158 DYS114. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. AZFb e AZFc. ESTUDO GENÉTICO DAS MICRODELEÇÕES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Estas microdelecoes localizadas no braco longo do cromossomo Y e detectadas neste estudo estao associadas aos casos de infertilidade masculina. Ausencias na amplificacao destas regioes presenca de microdelecoes.MANUAL DE EXAMES CROMOSSOMO Y. DYS143. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos gram-negativos. Marcadores Estudados: DYS84. diminuição do título de antígeno corresponde a bom prognostico. DYS147. DYS254. RBM1. DYS86. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Orientaçao sobre o Exame: O sistema de deteccao de microdelecoes no cromossomo Y permite a analise de 14 regiões especificas associadas a infertilidade masculina. MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINACAO DIRETA) MATERIAL: LíQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . DYS117.

Sua infecção inicia-se com infecção pulmonar. fígado. sendo assintomatica e totalmente resolvida em imunocompetentes.MANUAL DE EXAMES CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS (AGLUTINACAO DIRETA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS AGLUTINACAO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇAO DIRETA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO CRYPTOCOCCUS NEOFORMANS DIRETA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença criptococose atinge primariamente os pacientes com imunodeficiência das celulas T. portadores de SIDA e neoplasias. rins. ossos. O criptococos é uma levedura encapsulada. . O exame microscopico direto permite diagnostico rapido do criptococos no líquor (meningites) e outros materiais (escarro. MÈTODO: MICROSCOPIA CRYPTOSPORIDIUM – PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Infecção por Cryptosporidium em humanos é causa de diarréia em imunocompetentes e imunodeprimidos. a infecção é mais severa e crônica naqueles com defesas baixas. e em especial no sistema nervoso centra. em especial. lavado bronquico. a infecção espalha. etc). lavado broncoalveolar. pele.se por pulmões. Entretanto. Em imunodeprimidos.

104 A 1.704 NANOG/ML ACIMA DE 70 ANOS: INFERIOR A 0. o pro-colageno é convertido a colágeno pela remoção enzimatica dos N. que se manifesta com febre.MANUAL DE EXAMES Pode ainda. osteodistrofia renal.MULHER: PRE-MENOPAUSA : 0.IN VIVO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicação: Obstrução dos canalículos. Após um processo complexo.e C. refletindo um aumento do turnover ósseo pela noite. .pro-peptideos. Níveis elevados são encontrados em crianças.854 NANOG/ML . em uso de corticóide. COMENTÁRIOS: È um produto da degradação do colágeno. ser um dos causadores de colangiopatia em pacientes com SIDA. após 3 meses de terapia adequada.008 NANOG/ML DACRIOCINTILOGRAFIA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR . Níveis estão diminuidos em indivíduos com hipoparatireoidismo.HOMEM : DE 30 A 50 ANOS : 0. obstrução do ducto naso-lacrimal. marcador da reabsorção óssea. Doenca de Paget.584 NANOG/ML DE 50 A 70 ANOS : INFERIOR A 0.573 NANOG/ML POS-MENOPAUSA : 0. dor no hipocôndrio direito e colestase. È útil para monitorização da resposta ao tratamento Bifosfonatos e estrogenos reduzem os níveis de telopeptideos. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Pico de excreção ocorre entre 5 e 8 horas. osteomalacia.016 A 0. em 30 A 40%. Interpretação: Migração por capilaridade do radiotracador através dos canalículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem através do ducto naso-lacrimal bilateralmente ate as cavidades nasais. MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: . MÈTODO: ZIEHL-NIELSEN MODIFICADO C-TELOPEPTIDEO – CTX MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 8H. O colágeno tipo I é sintetizado a partir de seu precursor (pro.025 A 0. Estes fragmentos são denominados telopeptideos. com níveis mais baixos entre 14 e 23 horas.colageno tipo I) que contem extensões N e Cterminais. pacientes com osteoporose.

1 A 3.8 A 10.4 A 12.MANUAL DE EXAMES RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO DEHIDROEPIANDROSTERONA. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce.3 NG/ML : 0. Baixas concentrações ocorrem em doença de addison.3 A 9. carcinoma adrenal. tumores virilizantes das adrenais e na síndrome de cushing. È muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteroides. Encontra-se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal congenita.5 NG/ML DEHIDROEPIANDROSTERONA.716 NANOG/ML 335 A 3.2 A 7.MENOR QUE 1 ANO : 0.SULFATO-DHEA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O SDHEA é sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: .758 111 A 1. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: IDADES 1 A 7 DIAS: 8 A 15 DIAS: PRE-PUBERES: HOMEM 855 A 4.6 NG/ML . Elevações ocorrem em: tumores adrenais.DHEA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O DHEA é produzido pela supra-renal e gonadas.PUBERDADE : 0.5 NG/ML .0 NG/ML . Valores baixos são encontrados na doença de addison e na hipoplasia adrenal.201 MULHER 689 A 4.1 A 1.226 302 A 1.6 NG/ML : 0. È o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteroides urinarios. A excessiva produção do DHEA leva ao hirsutismo e virilização via conversão para testosterona.1 A 5 ANOS .497 NANOG/ML 162 A 962 NANOG/ML . doença de cushing. È um marcador da função adrenal cortical.FEMININO ADULTO : 0.6 A 10 ANOS .MASCULINO ADULTO: 1.

LOGO APÒS A COLETA E DEHIDROGENASE LACTICA . ascitico: Normalmente niveis de LDH no liquido ascítico são 50% dos valores sericos.300 NANOG/ML DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: L. Relação LDH pleural/serica > 0. com sensibilidade de 98% e especificidade entre 70 e 98%. Esta elevada nas peritonites (espontaneas e secundarias). Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. PARA SEPARAÇÂO REFRIGERADA. DOS ELEMENTOS CELULARES. Pleural: È um critério para diferenciação entre exsudato e transudato. PARA SEPARAÇAO DOS ELEMENTOS CELULARES.MANUAL DE EXAMES ADULTOS : 800 A 5. DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: L. LOGO APÒS A COLETA E REFRIGERADA.6 e LDH pleural > 200 U/L são indicam exsudato. tuberculose peritoneal e carcinomatoses.6 sugere exsudato. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. MÈTODO: CINETICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: EXSUDATO: MAIOR QUE 200 UI/L TRANSUDATO:MENOR QUE 200 UI/L NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÀLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. Níveis de LDH acima de 1000 U/L são encontrados em neoplasias e empiema. MÈTODO: CINÈTICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: 100 A 190 U/L NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. Razao LDH pleural/serica maior que 0.600 350 A 4.

Elevação dos níveis de LDH ocorre em neoplasias. trauma e obstrução intestinal. MÈTODO: CINÈTICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALOR DE REFERENCIA: NÌVEIS NORMAIS DE LDH NO LÌQUOR CORREPONDEM A 10% DOS VALORES SERICOS.6 e LDH pleural > 200 U/L são indicam exsudato. L. PARA SEPARAÇAO REFRIGERADA. anemia hemolitica. Relação LDH pleural/serica > 0. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. sendo liberada na ocorrencia de dano celular. com sensibilidade de 98% e especificidade entre 70 e 98%.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Líquor: Níveis normais de LDH no líquor são 10% da LDH no sangue. Pleural: È um critério para diferenciação entre exsudato e transudato. mononucleose. inflamacoes. MÈTODO: CINETICO OPTIMIZADO ULTRA VIOLETA VALORES DE REFERENCIA: . Níveis de LDH acima de 1000 U/L são encontrados em neoplasias e empiema. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÁLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. etilismo. ascitico: Normalmente níveis de LDH no liquido ascítico sao 50% dos valores sericos. Níveis elevados são encontrados no acidente vascular cerebral.MASCULINO: 1 A 30 DIAS : 125 A 735 U/L 31 DIAS A 365 DIAS: 170 A 450 U/L 1 A 3 ANOS 4 A 6 ANOS 7 A 9 ANOS : 155 A 345 U/L : 155 A 345 U/L : 145 A 300 U/L . colagenoses. pancreatite. tumores do sistema nervoso central e meningites.6 sugere exsudato. hipoxia. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Esta elevada nas peritonites (espontaneas e secundarias). cardiopatias. Razao LDH pleural/serica maior que 0. pneumopatias. LOGO APÒS A COLETA E DEHIDROGENASE LACTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sangue: È uma enzima que cataliza a conversão de lactato a piruvato. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. L. DOS ELEMENTOS CELULARES. anemia megaloblastica. hepatites. hipotireoidismo. Hemolise pode levar a resultados falsamente elevados.

PCR QUALITATIVA E TIPAGEM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Dengue é uma doença infecciosa aguda causada por um flavivirus. È mais comum na reinfecção. Esse vírus é transmistido ao homem através da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. A confirmação do diagnostico de dengue pode ser realizado através de exames sorologicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). em geral. Em determinadas situações. mialgia e cefaleia. Após a transmissão existe um período de incubação de dois a sete dias. a evolução pode dirigir-se para a forma hemorragica. Os principais sintomas da doença são de febre. que não oferecem proteção cruzada entre si (den1. . den2. sendos assintomaticas em 80% dos casos.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO. desde imediatamente antes de surgirem os sintomas até o sétimo dia da infecção. que raramente ocorre na infecção primaria. MÈTODO: TRANSCRIÇAO REVERSA E REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE ANINHADA COM "PRIMERS" ESPECÌFICOS VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS.MANUAL DE EXAMES 10 A 12 ANOS 13 A 15 ANOS 16 A 18 ANOS : 120 A 325 U/L : 120 A 290 U/L : 105 A 235 U/L MAIORES DE 18 ANOS: 100 A 190 U/L . Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença. den3 e den4). QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. calafrios. As crianças apresentam formas mais leves da doença. a PCR é útil durante o período de viremia. È possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue através da utilização de iniciadores ("primers") específicos.FEMININO : 1 A 30 DIAS : 145 A 765 U/L 31 DIAS A 365 DIAS: 190 A 420 U/L 1 A 3 ANOS 4 A 6 ANOS 7 A 9 ANOS 10 A 12 ANOS 13 A 15 ANOS 16 A 18 ANOS : 165 A 395 U/L : 135 A 345 U/L : 140 A 280 U/L : 120 A 260 U/L : 100 A 275 U/L : 105 A 230 U/L MAIORES DE 18 ANOS: 100 A 190 U/L DENGUE. Existem quatro sorotipos causadores de dengue. geralmente quando o agente é o dengue 2 ou 3.

MANUAL DE EXAMES DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 12H. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 24H. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: 2 A 10 ANOS 11 A 14 ANOS 15 A 17 ANOS : 31 A 110 NMOL/MMOL DE CREATININA : 17 A 100 NMOL/MMOL DE CREATININA : MENOR OU IGUAL A 59 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO MASCULINO : 4 A 19 NMOL/MMOL DE CREATININA ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DEOXIPIRIDINOLINA MATERIAL: URINA DE 2H.

abortos de repetição. historia de DMG previo. asfixia perinatal. que aparece ou é diagnosticado pela primeira vez na gravidez. hipertensão ou DHEG.HORA: MG/DL 2a. A importancia do seu diagnostico esta relacionada aos comprovados efeitos deleterios da hiperglicemia sobre o binomio materno-fetal. malformações congenitas fetais. Não existe um consenso único sobre o melhor método de rastrear e diagnosticar DMG. policitemia. como polidramnio.HORA: MG/DL 3a. obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual e idade superior a 25 anos. VALORES DE REFERENCIA: APÒS 100 GRAMAS DE GLICOSE ANIDRA RESULTADOS GLICEMIAS SINTOMAS (COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO) JEJUM: MG/DL 1a. mortalidade materna aumentada. macrossomia fetal.TESTE DE RESTRIÇÃO HÍDRICA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: DIAGNÓSTICO DE DIABETES GESTACIONAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h a 14 horas ou C. hipoglicemia e ictericia neonatais. obito fetal intra-uterino. COMENTÁRIOS: O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido como intolerância a glicose.MANUAL DE EXAMES ADULTO FEMININO : 4 A 21 NMOL/MMOL DE CREATININA DIABETES INSIPIDUS.HORA: MG/DL +--------------------------+ | VALORES DE REFERENCIA | +----------------+--------------------------+ . dentre outros. abortos espontâneos. malformações congenitas. Os principais fatores de risco para o seu desenvolvimento incluem historia familiar de diabetes historia de morte fetal ou neonatal.O. com grau variável de intensidade. gravidez previa com feto macrossômico. infecções do trato urinario. parto prematuro.M.

MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4. produto final da peroxidação lipidica. produto final da peroxidação lipidica. DIALDEIDO MALONICO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O dialdeido malonico (MDA) é um produto final da lipoperoxidação. Contribui para a reação inflamatória por ativação de citocinas proinflamatórios. Clinical Practice Recommendations . Referencia Bibliografica Report of the Expert Committe on Diagnosis on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus.8 NMOL/ML DIALDEIDO MALONICO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: O dialdeido malonico (MDA) é um produto final da lipoperoxidação. Committe Report.American Diabetes Association 2004:27. The Expert Committe on the Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus. Supplement 1. como o TNF-Beta e a IL-8. Contribui para a reação inflamatória por ativação de citocinas proinflamatórios. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 18 NMOL/MG DE CREATININA . como o TNF-Beta e a IL-8. O dialdeido malonico.HORA | MENOR QUE 155 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 3a.HORA | MENOR QUE 180 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 2a.MANUAL DE EXAMES | JEJUM | MENOR QUE 95 MG/DL | +----------------+--------------------------+ | 1a.HORA | MENOR QUE 140 MG/DL | +----------------+--------------------------+ NOTA: DOIS OU MAIS VALORES ALTERADOS DETERMINAM O DIAGNÒSTICO DE DIABETES MELLITUS. O dialdeido malonico.

A quantificação serica é realizada para auxiliar o clínico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentração ótima para cada paciente considerado individualmente. MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE . COMETÁRIOS: A Difenilhidantoina é o medicamento de escolha para tratamento das convulsões tonicoclonicas.M.0 A 11.O.ADULTOS : 10.M.0 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRAÇAO DA PRÒXIMA DOSE.O. DIGOXINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Coletar antes da proxima dose do medicamento ou C. COMENTÁRIOS: È um digitalico amplamente utilizado no tratamento da insuficiencia cardíaca sistólica e no controle de distúrbios do ritmo cardíaco.0 MCG/ML .M.O. contudo. A quantificação serica é realizada para auxiliar o clínico a estabelecer um esquema de dosagem que proporcione a concentração otima para cada paciente considerado individualmente. desintoxicação alcoolica. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) NIVEL TERAPEUTICO: 100 A 1. sendo útil para se prevenir toxicidade. se função renal normal.O. JD do medicamento de 6 h ou C. indução de anestesia em intervenção de pequenas cirurgias.000 NANOG/ML DIFENILHIDANTOINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C. COMENTÁRIOS: Usado principalmente para tratamento da ansiedade.HPLC NIVEL TERAPEUTICO: .M. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada as proteínas plasmaticas com meia vida de 20 a 60h. .CRIANÇAS: 6.MANUAL DE EXAMES DIAZEPAM MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C. outras utilizações incluem o tratamento do estado de mal epiletico.0 A 20. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ultima dose do medicamento.

A DHT exerce sua atividade androgenica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo.60 MULHER MENOR QUE 0. Esses compostos podem ocorrer na insuficiencia renal. insuficiência hepatica. hipercalcemia. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatis e na diminuição do fluxo mesenterico. colestiramina.5 NANOG/ML (3.5 NANOG/ML NÂO SIGNIFICAM NECESSARIAMENTE NIVEIS DIHIDROTESTOSTERONA. A 2. EM PERÌODOS MAIS CURTOS VALORES SUPERIORES TÓXICOS.8 A 2. Quinidina. espironolactona.DHT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. hipóxia e infarto agudo do miocardio. itraconazol.ADULTOS : ACIMA DE 2. síndrome de anovulação crônica e alta atividade da 5 alfa redutase.2 NMOL/L) . determinando níveis falsamente elevados.MANUAL DE EXAMES Estado de equilíbrio é alcancado em 5 dias.0 NANOG/ML NÌVEIS TÒXICOS :. Algumas drogas diminuem a absorção da digoxina: metoclopramida. hipomagnesemia. versapamil e amiodarona podem elevar os níveis sericos da digoxina.CRIANÇAS : ACIMA DE 3. È um androgenio importante para o desenvolvimento da genitalia externa masculina e crescimento prostático. antiacidos. gravidez e em crianças. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: IDADE RECEM-NASCIDOS: HOMEM MENOR QUE 0. È relacionada como agente causal na hiperplasia prostatica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da conversão da testosterona-DHT. Pequenas quantidades de DHT são secretadas pelos testículos. alcalose. COMENTÁRIOS: È derivada principalmente da conversão periférica tecidual através da ação da enzima 5 alfa redutase sobre a testosterona. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo. diltiazem. laxativos e fenitoina. Ressalta-se que sua dosagem não detecta a digitoxina.0 NANOG/ML (3. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruzada com a digoxina.15 NANOG/ML . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA NÌVEIS TERAPEUTICOS: DE 0. Sua concentração diminuida é observada no hipogonadismo e deficiência da 5 alfa redutase. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terapeuticos quando há hipocalemia. eritromicina.8 NMOL/L) NOTA: ESSE NÌVEL TERAPEUTICO DEVE SER CONSIDERADO APÒS 4 HORAS DE ADMINISTRAÇAO DO MEDICAMENTO.

a fibrinólise endogena leva a formação do DD. Níveis elevados também são encontrados nas seguintes situações: infarto agudo do miocardio.70 0.35 MENOR QUE 0. Sua determinacao é útil no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreção vaginal. Ressalta-se que as dosagens do DD sérico realizadas por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de latex. neoplasias.20 NANOG/ML MENOR QUE 0. confirmada a cintilografia ou angiografia.20 NANOG/ML MENOR QUE 0.35 NANOG/ML 4 A 10 ANOS : 11 A 14 ANOS : ADULTO : DÍMERO-D MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: J 4H COMENTÁRIOS: O Dimero D (DD) é um produto da degradação da fibrina pela plasmina. insuficiencia cardíaca e pneumonias. posoperatórios (ate 1 semana). DISMORFISMO ERITROCITÁRIO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A analise da morfologia das hemacias no sedimento urinario pode indicar se a origem da hematuria é glomerular (presença de acantocitos e/ou codocitos) ou não glomerular. MÈTODO: ELFA (ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY) VALOR DE REFERENCIA: 68 A 494 NANOG/ML EXAME DIRETO A FRESCO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no diagnóstico de Tricomoniase. Entretanto.25 A 0. devemos ressaltar sua baixa especificidade.MANUAL DE EXAMES ATE 3 ANOS : MENOR QUE 0. que é detectado uma hora após formação do trombo e permanece elevado em media 7 dias.05 A 0. Níveis elevados de DD têm sensibilidade superior a 90% na identificação de TEP. coagulação intravascular disseminada. Nestes pacientes. sepses.65 MENOR QUE 0.20 NANOG/ML 0.80 MENOR QUE 0. Indivíduos . uretral e urina primeiro jato). anemia falciforme.

uma doença de expansão (repetições CTG) .PCR EXON 51: EXON 19: EXON 45: EXON 48: EXON 17: EXON 8: EXON 4: EXON 12: EXON 44: EXON 49: CONCLUSAO: DISTROFIA MIOTÔNICA DE STEINERT DIAGNÓSTICO MOLECULAR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As manifestações clínicas da distrofia miotônica são principalmente musculares. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE . transitório das hematurias microscopicas. sendo possível concluir o diagnostico em torno de 70 a 80% dos casos.MANUAL DE EXAMES que não apresentam número significativo de hemacias no sedimento urinario deverão colher nova amostra. A incidência e de 1/8000. devido ao carater. Este exame detecta estas mutações dez principais exons do gene da distrofina. mas outros orgãos e sistemas podem ser afetados. muitas vezes. O gene DMPK esta localizado no cromossomo 19q13 e apresenta uma repetição de trinucleotideo CTG na extremidade 3'. A distrofia miotonica de Steiner. MÈTODO: MICROSCOPIA CONTRASTE DE FASE VALOR DE REFERENCIA: AUSÊNCIA DE ACANTOCITOS E CODOCITOS DIAGNÒSTICO DA DISTROFIA DE BECKER E DUCHENNE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As Distrofias de Becker/Duchenne são causadas por uma ou várias deleções no gene da distrofina. ate que se obtenha uma amostra com numero representativo.

sendo a imunofluorescencia em Crithidia luciliae a melhor. Sua presença esta relacionada com maior probabilidade de acometimento renal. São varias as metodologias disponíveis para detectar os anticorpos anti-DNA. proveniente de crossing over desigual no cromossomo 17p11. miastenia gravis e infecções. alterações sensoriais e motoras. com penetrancia completa e expressividade variável. cuja intensidade sofre variação individual. O ds.Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: Auto-anticorpos contra dsDNA são encontrados em cerca de 40 a 70% dos pacientes com lupus eritematoso sistemico (LES) ativo. Cerca de 75% dos casos de Charcot-Marie-Tooth são causados por uma duplicação na região do gene PMP22 da proteína mielínica periférica. como a esquistossomose e malaria. deformidades nos pés. síndrome de Sjogren. hepatite crônica ativa.MANUAL DE EXAMES apresenta padrão de herança autossômico dominante.DNA é encontrado no LES e sua presença é um dos critérios da ARA para o seu diagnostico. os titulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. não é especifico. mesmo com a remissão clínica da doença. Caracteriza-se por fraqueza e atrofia muscular. podendo ocorrer com baixos titulos na artrite reumatóide (AR). doença mista do tecido conjuntivo. . METODO: PCR DNA NATIVO. MÈTODO: LUCILIAE VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA UTILIZANDO ANTÌGENO CRITHIDIA DOENÇA DE CHARCOT-MARIE-TOOTH IA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença Charcot-Marie-Tooth e uma doença neurologica mendeliana autossômica dominante. Entretanto. lupus induzido por drogas. mesmo entre membros de uma mesma familia. através do estudo de marcadores distribuidos no gene PMP. devido à rara ocorrência de reações falso-positivas. com uma frequencia de 1 em 2500.2-p12 Esta tecnica consegue diagnosticar cerca de 78% dos casos. AUTO-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. Porém. Níveis crescentes ou altos titulos de anticorpos antidsDNA associados a abaixos níveis de complemento quase sempre significam exacerbação da doença ou doença em atividade.

Os oito marcadores ( D17S54A. D17S2224. um resultado negativo não exclui a doença. Este estudo detecta a expansão de trinucleotideos na região gênica. R463C) que causam a doença de Gaucher. D17S2227. D17S2220. Em 78% dos casos a presença de três alelos em pelo menos um destes marcadores indica a duplicação do gene. Interpretação: Cerca de 75% dos casos de Charcot-Marie-Tooth na forma desmielinizante (CMT1A) são causados por uma duplicação contendo gene da proteína mielina periférica. No entanto. DOENÇA DE GAUCHER MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A ao Doença de Gaucher (DG) é a mais comum causada das por alterações uma relacionadas de armazenamento lipidico (esfingolipidose).MANUAL DE EXAMES MÈTODO: PCR VALOR DE REFERÊNCIA: Dois alelos em cada marcador. Analisamos as mais comuns mutações (N370S. D17S2228 e D17S2230 ) estudados estão localizados na região contendo este gene. MÈTODO: REAÇÂO EM CADEIA DA POLIMERASE MUTAÇAO N370S: MUTAÇAO L444P: MUTAÇAO R463C: INTERPRETAÇÃO NEGATIVO: Ausência da Mutação. HOMOZIGOTO: Possui a mutação nos dois cromossomos. A ausência destas mutações estudadas não exclui a presença de outras mutações na mesma região DOENÇA DE HUNTINGTON MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A doença de Huntington é um distúrbio neurodegenerativo de curso progressivo. HETEROZIGOTO: Possui a mutação em um dos cromossomos. MÈTODO: PCR-STR Fluorescente . deficiência glicocerebrosidade lisosomal.D17S59A. D17S59B. L444P. A doença de Gaucher e transmitida sob um carater autossômico recessivo cuja alteração genetica esta localizada no cromossomo 1q21.

. TAY-SACHS INFANTIL . Nota: Expansões acima de 240 repetições não são detectadas por esta tecnica. OBSERVAÇAO: O alelo corresponde ao numero das repetições CAG observadas. Indivíduos sem a doença apresentam de 17 a 26 repetições.MANUAL DE EXAMES INTERPRETAÇAO . b) Podem eventualmente apresentar outra mutação no alelo que impossibite sua detecção. (Alelo Nulo) c) Podem apresentar um alelo com mais de 240 repetições.Indivíduos afetados pela Doença de Huntington possuem de 36 a mais de 100 repetições do trinucleotideo CAG em um ou nos dois alelos. DOENÇA DE KENNEDY MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: PCR VALOR DE REFERENCIA: 17 a 26 repetições do Trinucleotideo OBS. No entanto indivíduos que apresentam de 36 a 39 repetições podem ou não desenvolver os sintomas.ESTUDO GENETICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo detecta mutações no EXON 11 e no Intron 12 no gene da Hexosaminidase A. Indivíduos em cujo resultado foi observado homozigose: a) São homozigotos para os dois alelos. MÈTODO: PCR RFLP .Individuos não afetados possuem ate 35 repetições do trinucleotideo CAG nos dois alelos ausência de expansões. O estudo é indicado para diagnóstico da doença e detecção de portadores com historia familiar de Tay-Sachs.: A presença de 40 a 52 repetições (alelos) estão relacionadas à doença.

Indicação: Paliação da dor óssea metastatica.urealyticum. RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO .MANUAL DE EXAMES DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÌVEIS. As DST estão entre as 5 principais causas de procura por serviços de saúde (OMS-1990) e quando não tratadas podem levar a doenças inflamatórias na pelve. infertilidade e gravidez ectopica.HOMINIS VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. em uma única reação.hominis e U.TRACHOMATIS. N.gonorrhoea.N. È de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. È uma tecnica mais simples.GONORRHOEAE.UREALYTICUM. U. trachomatis. M. PCR MULTIPLEX MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A PCR multiplex é capaz de detectar. EMBORA RARAMENTE. QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. DOSE TERAPÊUTICA COM IODO-131 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: DOSE TERAPÊUTICA PARA TRATAMENTO DA DOR ÓSSEA COM SAMÁRIO-153 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Preparo: Bom estado de hidratação aconselhável. M. rapida e sensível que os métodos convencionais.GENITALIS.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. a maioria das bactérias associadas às infecções do trato genital: C. M. RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. È um método não invasivo por utilizar amostra de urina de 1o jato. MÈTODO: MULTIPLEX PCR FORAM PESQUISADAS AS SEGUINTES BACTERIAS: C. não sendo necessária a dolorosa coleta intra-uretral.

ADULTOS : ACIMA DE 4 GRAMAS DE XILOSE EXCRETADA . MÈTODO: COLORIMÈTRICO DOSAGEM DA XILOSE NO SANGUE (1 HORA APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 25 MG/DL CRIANÇAS: ACIMA DE 30 MG/DL EXCREÇAO DA XILOSE NA URINA DE 5 HORAS (APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 4 GRAMAS DE XILOSE EXCRETADA CRIANÇAS: 16 A 33% DE XILOSE EXCRETADA EM RELAÇAO A. Crianca: JO 4h. QUANTIDADE ADMINISTRADA D-XILOSE MATERIAL: SORO / PLASMA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h. Crianca: JO 4h. D-XILOSE MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h. COMENTÁRIOS: O teste é útil no diagnóstico diferencial das síndromes de ma absorção intestinal. COMENTÁRIOS: MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS : ACIMA DE 25 MG/DL CRIANÇAS: ACIMA DE 30 MG/DL NOTA: OS VALORES DE REFERENCIA SE APLICAM APENAS PARA 1 HORA APÒS A DOSE. Crianca: JO 4h. COMENTÁRIOS: MÈTODO: COLORIMÈTRICO EXCREÇÂO DA XILOSE NA URINA DE 5 HORAS (APÒS A DOSE) VALORES DE REFERENCIA: .MANUAL DE EXAMES D-XILOSE MATERIAL: SANGUE+URINA TEMPO DE JEJUM: Adulto:JO8h.

3% . 5 bandas (albumina.4% ELETROFORESE DE PROTEINAS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h.MANUAL DE EXAMES . usualmente. E ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 12H. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfa-lipoproteina) migram com as alfa-1-globulinas.1% . As lipoproteínas podem ser separadas através de eletroforese. LDL (beta-lipoproteinas) migram com as beta-globulinas.4 A 23.6 A 69. VLDL (pre-betalipoproteinas) migram com as alfa-2.Intervalo entre mamadas para lactentes. Em um soro normal. ainda. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermediarias (IDL) formam banda larga entre regiões pre. devido a sua alta resolução. alfa2.globulinas. beta e gama) são visíveis. e quilomicrons.PRE-BETA: 4. O uso da eletroforese capilar permite. MÈTODO: ELETROFORESE EM GEL DE AGAROSE VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS .CRIANÇAS: 16 A 33% DE XILOSE EXCRETADA EM RELAÇAO A QUANTIDADE ADMINISTRADA. o que resulta em um padrão de seis . alfa1.3 A 53. a separação dos picos de Beta1 (transferrina e hemopexina) e Beta2 (Complemento C3). COMENTÁRIOS: Soro: È usada como triagem de anormalidades nas proteínas sericas. Os padrões de eletroforese de lipoproteínas são úteis na caracterização das dislipemias secundarias e primarias.BETA : 38.ALFA : 22.beta e beta. COMENTÁRIOS: Os lipides circulam no plasma combinados a proteínas (lipoproteinas).

nos casos de neuroborreliose. uma vez que o glomerulo previne a passagem de proteínas. Permite. meningite criptococica. uma maior taxa de detecção de bisalbuminemia. sugerem imunoglobulinas monoclonais. bandas alfa1.BETA 2 : . Padrões de alterções da eletroforese de proteínas na urina: 1) Proteinuria glomerular (lesão minima. pielonefrite. do líquor é largamente utilizada na procura de bandas oligoclonais. As funções glomerular e tubular normais resultam ex excreção de proteína inferior a 150 mg/dia. Doença de Behcet. O restante. nefropatia diabetica): aumento da albumina e bandas alfa1 e beta1. MÈTODO: ELETROFORESE CAPILAR . carcinomatose meningea. A eletroforese de urina concentada pode não detectar cadeias leves por falta de sensibilidade. A imunofixação. linforma de Burkitt. glomerulonefrite. Um padrão normal de proteinuria consiste de albumina e ocasionalmente tracos de bandas alfa1 e beta. Urina: Normalmente a urina não aprsenta proteínas. Também são observadas em quase todos os casos de panencefalite subaguda esclerosante. ainda.BETA 1 : . 4) Prsenca de banda monoclonal. como a glicoproteina Tamm-HJorsfall advem do próprio trato urinário.MANUAL DE EXAMES bandas. Eletroforese de proteínas na urina separa as proteínas de acordo com sua carga e permite a classificação do tipo de injuria. alfa2 e beta-globinas. doença renal vascular. em 25 a 50% das infecções virais do sistema nervoso central. neurosifilis. proteínas de baixo peso molecular e algumas imunoglobulinas. mielite transvera. Dois tercos da proteína filtrada é composta de albumina. 3) Disturbios misto glomerular e tublar. sendo a imunofixação o proximo passo. Líquor: Eletroforese de proteínas. 2) Proteinuria tubular (lesao medicamentosa. glioblastoma multiforme. Bandas intensamente coradas das regiões alfa a gama. polineuropatia recorrente crônica. 40 a 60% dos csos prováveis e 20 a 30% dos casos possíveis. definidas como duas ou mais bandas discretas na região gama que estão ausentes ou em menor intensidade em eletroforese de soroconcomitante. Bandas oligoclonais no líquor tem sido identificadas em 83% a 94% dos pacientes com Esclerose Múltipla estabelecida. rejeição a transplante): aumento de albumina. ausência de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes genéticas. em gel de agarose. transferrina. Bandas múltiplas. Essa característica permite ganho adicional na avaliação de pacientes com gamopatias monoclonais. em geral.ALBUMINA: . é preferida por fornecer melhor resolução e ter habilidade para identificar bandas de imunoglobulinas específicas. em áreas que normalmente não contem proteínas. ou apenas contém debil banda de albumina e globulina.GAMA : % % % % % % G/DL G/DL G/DL G/DL G/DL G/DL RELACAO A/G: . cisticercose e tripanossomiase.ALFA 2 : .ALFA 1 : .

A intensidade do parasitismo influi no numerode formas parasitarias eliminadas.2% . pois a ausência de parasitas em uma amostra de fezes não elimina a possibilidade da presença do mesmo no organismo.3 G/DL ENDOMÍSIO. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais.0 A 6. ANTICORPOS IgA E TOTAIS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA VALOR DE REFERENCIA: .9% .ALFA 2 : 7.NEGATIVO: TITULO MENOR QUE 1:5 ENTAMOEBA HISTOLYTICA. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal. Na DC. ANTÍGENO NAS FEZES MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para identificação das diversas infestações parasitarias (ovos e larvar de helmintos e cistos de protozoarios) e na triagem das infecções intestinais. a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA antigliadina e anticorpos anti-endomisio.6 A 8. . COMENTÁRIOS: Teste útil para o diagnostico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.0 A 10.6 A 18. títulos de anti-endomisio começam a decair em 6 a 12 meses.0% .MANUAL DE EXAMES PROTEINAS TOTAIS: VALORES DE REFERENCIA: . Após inicio de terapia de restrição de gluten.8% G/DL .ALBUMINA: 54.PROTEINAS TOTAIS: 6.8 A 7.4% .BETA 2 : 3.0 A 64. Endomisio é uma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa.4% .ALFA 1 : 3.GAMA : 10. Os anticorpos anti-endomisio são mais específicos e sensíveis que a anti-gliadina.BETA 1 : 5. È recomendavel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes.Intervalo entre mamadas para lactentes.4 A 8.

asbestose. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. silicose e psoríase. embora não patognomonico constitui dado importantissímo no diagnóstico de certos processos parasitarios do sistema nervoso (cisticercose. No líquor. são característicos na asma brônquica. hanseniase. mieloma. doença hepatica alcoolica. Nas fezes. equinococose). são abundantes na disenteria amebiana. radiologico e a biopsia com granulomas não caseosos sugerem sarcoidose. cirrose biliar primaria.)(CENTRIFUGAÇAO E SEDIMENTAÇAO ESPONTANEA) CONSISTENCIA: PASTOSA: COR: SOLIDA: AQUOSA: ENZIMA CONVERSORA DA ANGIOTENSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Elevações desta enzima associadas ao quadro clínico. O achado de eosinofilos na urina ajuda na confirmação de nefrite intersticial. diabete melito. PONS E JANER (MOD.MANUAL DE EXAMES METODO: HPJ HOFFMANN. EOSINÓFILOS MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . Níveis elevados também podem ser encontrados na Doença de Gaucher. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 35 A 90 U/L EOSINÓFILOS MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A pesquisa de eosinofilos em materiais diversos ajuda na elucidação diagnóstica de numerosas patologias. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticoides e antihipertensivos inibidores da ECA. hipertireoidismo. enquanto nas secreções nasal e conjuntival sugerem processos alérgicos. amiloidose. No escarro e lavado brônquico.

EPINEFRINA E NOREPINEFRINA.CATECOLAMINAS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO 4H COMENTÁRIOS: MÈTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) EPINEFRINA: NOREPINEFRINA: DOPAMINA: PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML VALORES DE REFERENCIA: EPINEFRINA: MENOR QUE 140 PICOG/ML . TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) . Neutrófilos: processo infeccioso ou inflamatório das vias urinárias ou de regiões próximas antagonicamente.DEITADO OU DE PE POR 30 MINUTOS NOREPINEFRINA: MENOR QUE 1400 PICOG/ML .DEITADO POR 30 MINUTOS MENOR QUE 1700 PICOG/ML . cistite iosinofílica e ateroembolia renal (Síndrome de embolo de colesterol).CATECOLAMINAS MATERIAL: URINA DE 24H.DE PE POR 30 MINUTOS DOPAMINA: MENOR DO QUE 30 PICOG/ML EPINEFRINA E NOREPINEFRINA.MANUAL DE EXAMES EOSINÓFILOS MATERIAL: LÍQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: EOSINÓFILOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sua presença ajuda na confirmação da nefrite intersticial.

0 ACIMA DE 15 ANOS: MENOR QUE 50. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na fase aguda. Dos anticorpos contra antígenos específicos do EBV. A presença de IgM anti-VCA usualmente indica infecção aguda pelo EBV.0 8. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 20 U/ML: NEGATIVO MAIOR OU IGUAL A 20 U/ML: REAGENTE EPSTEIN BARR ANTICORPOS VCA IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H.0 13. Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção.0 4.0 15.2 A 10. Intervalo entre mamadas para lactentes. os que agregam maior valor diagnostico são os contra o capsideo viral (VCA).0 A 80. Falsopositivos de IgM anti-VCA também são citados em infecção outras infecções recentes (toxoplasmose.negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM.0 0. persistindo por toda a vida.: desordens mieloproliferativas.0 A 3. adenovirus) e apresenta de auto-anticorpos.0 A 29.0 A 2. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas.0 A 6.0 7 A 10 ANOS: 0. COMENTÁRIOS: O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose Infecciosa (MI).MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: IDADES EPINEFRINA MCG/24 h NOREPINEFRINA MCG/24 h MCG/24 h 0 A 85 0 A 140 MENOR QUE 260 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 MENOR QUE 400 DOPAMINA MENOR DE 1 ANO: 0.0 10 A 15 ANOS: 0. Nos quadros de reativação a IgM anti-VCA pode ser negativa.0 MENOR QUE 150.0 4 A 7 ANOS: 0. Intervalo entre mamadas para lactentes.5 A 20.0 A 10.0 A 65. entretanto. tem pico em 2 a 4 semanas.5 2 A 4 ANOS: 0. . linfomas). podem causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV.0 A 45. infecção aguda por outros herpesvirus.0 1. com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda. Também tem sido relacionado com neoplasias (ex.5 1 A 2 ANOS: 0.2 A 10.0 A 17.0 EPSTEIN BARR ANTICORPOS VCA IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. Falso.

.negativos podem ocorrer devido à natureza transitória do IgM. umidade excessiva. mas sob certas condições (pacientes diabéticos.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O vírus Epstein Barr (EBV) é o principal agente da Mononucleose Infecciosa (MI).ENTRE 20 E 40 U/ML: INDETERMINADO . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: .MAIOR OU IGUAL A 40 Us/ML: REAGENTE EPSTEIN BARR PCR QUALITATIVO MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: REAÇÂO EM CADEIA DA POLIMERASE . Anticorpos anti-VCA IgM e IgG tornam-se rapidamente positivos em 1 a 2 semanas de infecção. Também tem sido relacionado com neoplasias (ex. Anticorpos IgG anti-VCA surgem na fase aguda. O IgM anti-VCA persiste por 4 a 8 semanas. Normalmente é um constituinte da flora normal da pele. Dos anticorpos contra antígenos específicos do EBV. os que agregam maior valor diagnóstico são os contra o capsideo viral (VCA). adenovirus) e apresenta de auto-anticorpos. entretanto. Falso. com sensibilidade de 95% a 100% e especificidade de 86% a 100% nos episódios de mononucleose aguda. Falsopositivos de IgM anti-VCA também são citados em infecção outras infecções recentes (toxoplasmose. persistindo por toda a vida. podem causar produção de IgM anti-VCA por células que apresentam infecção latente pelo EBV.: desordens mieloproliferativas. oclusão prolongada da pele) pode gerar lesão intertriginosa.PCR VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ERITRASMA-CORYBACTERIUM MINUTISSIMUM MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Coryne bacterium minutissimum é um bastonete gram-positivo agente do eritrasma. tem pico em 2 a 4 semanas. A presença de IgM anti-VCA usualmente indica infecção aguda pelo EBV. linfomas). Nos quadros de reativação a IgM anti-VCA pode ser negativa.MENOR QUE 20 U/ML: NEGATIVO . infecção aguda por outros herpesvírus.

Encontra-se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianótica. A pesquisa é útil no diagnóstico diferencial das dermatofitoses. MÈTODO: COLORAÇAO AO GRAM/GIEMSA ERITROGRAMA MATERIAL: SANGUE TOTAL. shunts veno/arteriais. hematocrito e índices: HCM. CHCM. deficiência de B12. anemia perniciosa e anemia da gravidez. hemoglobina. algumas doenças pulmonares hipoxemicas. intoxicação por chumbo. pos-quimioterapia. anemias crônicas (insuficiência renal. Útil no diagnostico diferencial das anemias. Também utilizados na avaliação das policitemias. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxigênio. Sua dosagem é utilizada para investigação de anemias e avaliação da anemia provocada pela insuficiência renal. esferocitose hereditária. Podem estar aumentada nos casos de síndrome de cushing. ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: JD 4H.MANUAL DE EXAMES particularmente em axilas. região inguinal e interdigital. AIDS). É também utilizada para diferenciação entre os quadros de policitemia primaria e secundaria. deficiência de ferro. estenose de artéria . Sua dosagem é útil na monitoração de níveis terapêuticos de EPO-recombinante administrada à pacientes com aplasia medular. RDW. talassemia. COMENTÁRIOS: Inclui a contagem de hemácias. deficiência de vitamina B6. deficiência de folato. VCM. MÈTODO: CONTAGEM AUTOMATIZADA ATRAVES DE CITOMETRIA DE FLUXO VALORES DE REFERENCIA Hemácias: Hemoglobina: Hematocrito: VCM: HCM: CHCM: RDW: fl pg g/dl % || /mm3 g/dl % || || || || || || ERITROPOETINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: É um hormônio polipeptídico que regula a formação dos glóbulos vermelhos do sangue.

PREVIA OU REINFECÇAO. COMENTÁRIOS: Detecção de anticorpos contra substrato de cercaria apresenta sensibilidade máxima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. RESULTADOS POSITIVOS PODEM PERMANECER APÒS TRATAMENTO EFICAZ E RESULTDOS NEGATIVOS PODEM SER ENCONTRADOS EM PACIENTES COM PESQUISA DE OVOS POSITIVA EM FEZES. Intervalo entre mamadas para lactentes. MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA .0 mU/mL ESQUISTOSSOMOSE (IMUNOFLUORESCENCIA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8H. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. Sorologia positiva não distingue infecção aguda de exposição previa. Reações falso-positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. feocromocitoma. hepatoma.MANUAL DE EXAMES renal. Os níveis de eritropoietina podem estar elevados também devido a flebotomias. ascaris). NÂO DIFERENCIANDO INFECÇAO ATIVA. RESULTADOS POSITIVOS PODEM PERMANECER APÒS TRATAMENTO EFICAZ E RESULTADOS NEGATIVOS PODEM SER ENCONTRADOS EM PACIENTES COM PESQUISA DE OVOS POSITIVA EM FEZES. ESQUISTOSSOMOSE (IMUNOFLUORESCENCIA) MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOFLUORESCENCIA INDIRETA .SUBSTRATO CERCARIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO NOTA: A IMUNOFLUORESCENCIA PARA ESQUISTOSSOMOSE POSSUI SENSIBILIDADE EM TORNO DE 90%. NAO DIFERENCIANDO INFECÇAO ATIVA. nefroblastoma. Transfusões e estrogênios podem reduzir o nível da eritropoietina. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 2. PREVIA OU REINFECÇAO. Entretanto.SUBSTRATO CERCARIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1:40 (SUBSTRATO UTILIZADO: CERCARIA) NOTA: A IMUNOFLUORESCENCIA PARA ESQUISTOSSOMOSE POSSUI SENSIBILIDADE EM TORNO DE 90%. uso de esteróides anabolizantes e algumas drogas.6 A 34. . A pesquisa de ovos pode positivar-se antes da sorologia. leiomiomas e adenocarcinoma renal). podem não ser detectados em indivíduos com infecções leves ou moderados.

A sua aplicação mais justificada em inquéritos epidemiológicos. Em algumas áreas o índice de falso-positivo pode chegar a 10%.1 CM2 | DUVIDOSO | +--------------------------+-----------+ | MAIOR OU IGUAL A 1. A reação não se torna negativa após uma quimioterapia eficaz. A indicação dessa técnica para casos individuais só se justifica para esclarecer casos em que a suspeita clínica com vários exames de fezes negativos. agente da esquistossomose.0 E 1. A reação apresenta uma sensibilidade de 95% em maiores de 20 anos do sexo masculino e cerca de 65% em mulheres e jovens. COMENTÁRIOS: ESTIMULO COM CRH/CRF POS SUPRESSAO COM DEXAMETASONA MATERIAL: SORO .MANUAL DE EXAMES ESQUISTOSSOMOSE . ESTÍMULO COM ACTH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. VALORES DE REFERENCIA: +--------------------------+-----------+ | AREA DO NODULO | RESULTADO | +--------------------------+-----------+ | MENOR OU IGUAL A 0. As crianças são menos sensíveis ao antígeno.9 CM2 | NEGATIVO | +--------------------------+-----------+ | 1. É um teste alérgico imediato (hipersensibilidade tipo I). não servindo. REAÇOES COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL A 1 CM2 SÃO CONSIDERADAS POSITIVAS.REAÇAO INTRADÈRMICA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Permite avaliação da exposição ao Shistosoma mansoni.2 CM2 | POSITIVO | +--------------------------+-----------+ NOTA: EM CRIANÇAS. pois para controle de cura.

77 nanog/ml apòs sustacal. após o início da insulinoterapia. Obs. COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL (APÒS 0. Sua dosagem não é afetada pela presença de anticorpos anti-insulina e pela extração hepática na primeira passagem. O nível de peptídeo C em jejum ou após estímula pode ser utilizado no acompanhamento da história natural da função da célula beta no diabetes tipo 1. tem peptìdeo c basal +/. que e cosecretado pelas células beta pancreáticas. em concentrações equimolares.SUSTACAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8 a 14 horas ou C. com a insulina.M.4 MCG/DL INDICAM PSEUDO-CUSHING. AOS 15 MINUTOS DO TESTE.O. VALORES INFERIORES A 1. +-------------+----------------+ | B A S A L |90 MINUTOS APOS | | |SUSTACAL | +---------------------------------+-------------+----------------+ | PEPTIDEO C | METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA | NANOG/ML | | | | | | | | | +---------------------------------+-------------+----------------+ VALOR DE REFERENCIA: RESPOSTA NORMAL 150 A 300% DO BASAL.M. INDICAM SÌNDROME DE CUSHING.0. APÒS CRH: O CORTISOL. ESTÍMULO DO PEPTÍDEO C.O.33 nanog/ml e se elevam para +/.4 MCG/DL. Sua dosagem em condições padronizadas proporciona um estudo sensível da reserva pancreática. COMENTÁRIOS: A secreção endógena da insulina é mais bem avaliada pela dosagem do peptídeo C.: pacientes com iddm com menos de 5 anos de duraçao. COM VALOR MAIOR QUE 1. .5 MG DE DEXAMETASONA DE 6/6 Hs DURANTE 48 HORAS) APÒS 15 MINUTOS CRH INTERPRETAÇÃO: RESPOSTA NORMAL AO LIDDLE 1: SUPRESSÂO DO CORTISOL PARA VALORES INFERIORES A 5.0.0 MCG/DL.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 8h ou C.

MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA INTERPRETAÇÂO: PRE-PUBERAL (TANNER 1): MAIOR DO QUE 3 NANOG/ML TANNER 2: MAIOR DO QUE 5 NANOG/ML TANNER 3 E 4: MAIOR DO QUE 7 NANOG/ML NOTA: OS VALORES DE CORTE APRESENTAM DISCORDANCIA E SÂO ARBITRARIAMENTE DEFINIDOS.em adolescentes com iddm. bem como valores moderadamente elevados não confirmam o diagnostico de acromegalia. apòs sobrecarga de sustacal. Nos adultos. 019 nanog/ml. Pacientes com peptideo c maior que 2.MANUAL DE EXAMES Pacientes com mais de 5 anos de duraçao de iddm. ESTÍMULO PARA GH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. IDDM = diabetes mellitus insulino dependentes. a queda progressiva de peptideo c e muito mais ràpida do que em adultos.O. Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas apos stress. OS MAIS UTILIZADOS SÂO: 5 NANOG/ML. aqui vai valer a avaliaçâo clìnica. 7 NANOG/ML E 10 NANOG/ML. M COMENTÁRIOS: A secreção do HGH é pulsátil. COMENTÁRIOS: APÒS ADMINISTRAÇÂO DE 10 ug DE DDAVP ENDOVENOSO +-----------------------+------------------------+ . em alguns casos. ACTH E CORTISOL . Embora esse teste possa ser ùtil para distinguir diabetes tipo 2 de tipo 1. Devendo-se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreção.20 respondem aos agentes orais. ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens. Lembrar que em 81% dos casos o teste e conclusivo. exercícios físicos e sono.0. tem basal +/. pode haver superposiçao de valores. 19% de pacientes com peptìdeo c abaixo de 0.15 nanog/ml têm grande Aumento do peptideo c apòs o sustacal. Níveis baixos ou indetectáveis não são úteis para o diagnostico de baixa estatura. 013 nanog/ml subindo somente para +/.ESTÍMULO COM DESMOPRESSINA (ESTÍMULO PARA ACTH COM DESMOPRESSINA-DDAVP) MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 8H.0. estes picos são raros. OU C.

O.T.M. OUTROS VALORES DE REFERENCIA ESTÃO NA LITERATURA MÈDICA.C. ACTH E CORTISOL BASAL E ESTIMULO COM CRH/CRF (ESTÍMULO PARA ACTH E CORTISOL COM CRH/CRF) MATERIAL: PLASMA/SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8h ou C. HIPERSENSIVEL | | QUIMIOLUMINESENCIA | QUIMIOLUMINESCENCIA | | (MCG/DL) | (PICOG/ML) | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | QUINZE MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | TRINTA MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ |QUARENTA CINCO MINUTOS | | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ |SESSENTA MINUTOS | +-----------------------+-----------------------+-----------------------+ | | | | | | | B A S A L | | INTERPRETAÇAO: RESPOSTA POSITIVA OCORRE QUANDO È OBSERVADO UM INCREMENTO MAIOR DO QUE 50% DO VALOR BASAL PARA O ACTH E/OU MAIOR DO QUE 20% PARA O CORTISOL.H. COMENTÁRIOS APÒS ADMINISTRAÇÃO DE CRH .MANUAL DE EXAMES | CORTISOL | A.

HIPERSENSIVEL | | | QUIMIOLUMINESCENCIA | ********* | | | +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ INTERPRETAÇÂO O RESULTADO È EXPRESSO EM RELAÇAO AO BASAL. DIAGNÒSTICO DIFERENCIAL ENTRE SINDROME DE CUSHING ACTH-DEPENDENTE E ACTH-INDEPENDENTE: INCREMENTO NO ACTH INFERIOR A 10 PG/ML INDICA SÌNDROME DE CUSHING ACTH-INDEPENDENTE.C. CORTISOL: INCREMENTO MAIOR QUE 20% INDICAMOS DOENÇA DE CUSHING. ESTÍMULO PARA PROLACTINA COM TRH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H.H. (PICOG/ML) | | | | | | | | | | (MCG/DL) | | | | | ********** | | CORTISOL | | | | DIAGNÒSTICO DIFERENCIAL PARA SÍNDROME DE CUSHING ACTH-DEPENDENTE: ACTH: INCREMENTO MAIOR QUE 50% INDICA DOENÇA DE CUSHING.T.MANUAL DE EXAMES +-----------+------------+------------+-----------+ | B A S A L | 15 MINUTOS | 30 MINUTOS | 45 MINUTOS| +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ | | | QUIMIOLUMINESCENCIA | | | | +------------------------+-----------+------------+------------+----------+ | A. COMENTÁRIOS: .

COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA ESTÍMULO PARA TSH COM TRH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. Resposta ausente ou reduzida favorece o diagnostico de hipotiroidismo secundário. Ao contrario. o teste do TRH pode ser útil no diagnóstico do hipotiroidismo central e para distinguir o hipertiroidismo com secreção inapropriada de TSH: tumores epifisários secretores de TSH (usualmente não responsivos) e variante epifisária da síndrome da resistência ao hormônio tireoidiano (quase sempre responsivo). também outros hormônios adenohipofisarios.O.D. M COMENTÁRIOS: O hormônio liberador da tireotropina (TRH) é utilizado como teste de estimulo devido a sua capacidade de provocar a liberação da tireotropina (TSH). em alguns casos. freqüentemente atrasada. que claramente distingue valores suprimidos e não suprimidos do TSH. A recente introdução de ensaios ultra-sensíveis para o TSH. prolactina (PRL) e.MANUAL DE EXAMES +--------------------------------------------------------------------+ | APOS TRH (200 MCG) | +---------------------+--------------+-------------------------------+ | | B A S A L | QUINZE MINUTOS |TRINTA MINUTOS| +---------------------+--------------+----------------+--------------+ | | | PROLACTINA | | | | | | | | | | QUIMIOLUMINESCENCIA| NANOG/ML | +---------------------+--------------+----------------+--------------+ VALOR DE REFERENCIA: AUMENTO MAIOR DO QUE 100% ESTÍMULO PARA TESTOSTERONA COM HCG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. no hipotiroidismo central. sob circunstâncias particulares. e resposta positiva. 4H. a resposta é mais elevada em mulheres que em homens e tende a declinar . O hipotiroidismo subclinico mostra resposta exagerada ao TRH e. tornou este teste obsoleto para o diagnóstico do hipertiroidismo clássico. Em indivíduos normais. na diferenciação entre hipotiroidismo epifisário (secundário) ou hipotalâmico (terciário).D. sugere hipotiroidismo terciário. o teste pode auxiliar. 8 horas ou C. exagerada e prolongada.

ESTÍMULO RÁPIDO PARA CORTISOL COM ACTH-CORTROSINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. PROPORCIONAL AO VALOR BASAL. Outros possíveis fatores interferentes na resposta do TSH ao TRH incluem: níveis elevados de hormônios tireoidianos. somatostatina ou compostos dopaminérgicos.MANUAL DE EXAMES com a idade. administração de compostos iodados. Estradiol é também produzido pelas . O estradiol é medido para estudo dos casos de amenorréia e como guia para monitoração do desenvolvimento folicular durante indução da ovulação. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo primário e secundário. usa de glicocorticóides.60 MICRO UI/ML TRINTA MINUTOS APÒS TRH (200 MCG) TSH ULTRA SENSÌVEL CRITÈRIO DE INTERPRETAÇAO: A RESPOSTA USUAL È DE 8 A 9 VEZES O VALOR DO BASAL (PODE APRESENTAR VARIAÇAO DE 3 A 23 VEZES).34 A 5. EM GERAL. A RESPOSTA È. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL TSH ULTRA SENSÌVEL VALOR DE REFERENCIA: 0. insuficiência adrenocortical ou síndrome de Cushing. COMENTÁRIOS: +--------------------------------------------------------------------+ | APOS 250 MCG DE ACTH (CORTROSINA) | +--------------------+-----------+----------------+------------------| | | B A S A L | TRINTA MINUTOS | SESSENTA MINUTOS | +--------------------+-----------+----------------+------------------+ | CORTISOL | | | | | | | | | | |QUIMIOLUMINESCENCIA | | MCG/DL | +--------------------+-----------+----------------+------------------+ VALOR DE REFERENCIA: CORTISOL POS-ACTH DEVE SER MAIOR OU IGUAL A 18 MCG/DL ESTRADIOL 17-BETA-E2 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O 17-beta estradiol é o estrogênio mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. pacientes gravemente doentes ou deprimidos.

uma vez que a exposição a estes antígenos é universal. tumores feminilizantes adrenais. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variação entre diferentes laboratórios. candidina e o PPD é utilizado para avaliação da imunidade celular. COMENTÁRIOS: . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS .POSITIVO: NODULO COM DIAMETRO MAIOR OU IGUAL 5 MM ESTREPTOZIMA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: JO8H. uma vez que as provas cutâneas de sensibilidade retardada dependem de uma exposição previa a antígenos. sugere-se seu controle em um único laboratório. testículos e pela conversão periférica da testosterona. juntamente com a tricofitina.MANUAL DE EXAMES glândulas adrenais. doença hepática e ginecomastia masculina. Uma ou mais dessas provas devem ser positivas em crianças com imunidade celular normal. Realizamos a dosagem de estradiol (rápido) por outra metodologia para casos de fertilização in vitro. Em mulheres menopausadas a estrona. mais do que o estradiol. puberdade precoce feminina. VALORES DE REFERENCIA: . crianças saudáveis menores de um ano podem ter resultados negativos. Podem-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos.MULHER: FASE FOLICULAR: 24 A 114 PICOG/ML FASE OVULATORIA: 62 A 534 PICOG/ML FASE LUTEINICA: 80 A 273 PICOG/ML POS-MENOPAUSA: 20 A 88 PICOG/ML .NEGATIVO: NODULO COM DIAMETRO MENOR QUE 5 MM . Pacientes em uso de corticóides ou anti-histamicos também podem apresentar reações negativas. é o estrogênio circulante predominante.HOMEM: 20 A 75 PICOG/ML ESTREPTOQUINASE/ESTREPTODORNASE MATERIAL: REACAO INTRADERMICA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste intradermico da estreptoquinase-estreptodornase. Entretanto. Intervalo entre mamadas para lactentes.

40 | | 11. A 21a. A 18a.60 | | 12.13. e em conjunto a AFP e hCG como nos testes de avaliação do risco fetal integrado e triplo.22 | | 0. 19a.20 | | 8. ESTRIOL-E3 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. Valores isolados são de difícil interpretação e tem baixo poder preditivo na avaliação de risco fetal. MÈTODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: +---------------------+----------------+ | SEMANAS DE GESTACAO | nmol/L | +---------------------+----------------+ | | | | | | | | | | 10a. 37a.80. representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres grávidas.30 . sendo indicador sensível da saúde fetal.40 | | 7. A 15a.80 . A 36a. Títulos elevam-se uma semana apos infecção aguda e podem permanecer por ate 12 meses.00 | | 15. NADASE.76 .12 | | 0. MÈTODO: AGLUTINAÇÂO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 100 USTZ NOTA: PESQUISA DE ANTICORPOS PARA ANTÌGENOS EXTRACELULARES DO STREPTOCOCCUS A: ESTREPTOLISINA O.65 .41.20.30. A 30a.7.60 .90 | | 14.92 . A 27a. 13a. 25a. sendo mais importantes as medidas seriadas. A 12a. O estriol livre ou não conjugado é sintetizado basicamente pela unidade feto-placentaria. A 33a.42.52 .30 . | 0. 34a. A 24a. Podem-se encontrar resultados de AEO positivos acompanhados de STZ negativa. Determinações repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. COMENTÁRIOS: O estriol é o estrogênio mais importante da gravidez. 16a. 31a. A 39a.89 .99 . 28a.70 | .MANUAL DE EXAMES O teste da estreptozima (STZ) é uma reação rápida de hemoaglutinação que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos e não apenas contra a estreptolisina O.4.62.1. ESTREPTOQUINASE HIALURODINASE.84 | | 1. 22a. DNASE. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas da infecção estreptocócicas.

diagnóstico diferencial das miocardiopatias.SEM TERAPIA ESTROGÊNICA: 14.2 PICOG/ML . .8 A 114.MANUAL DE EXAMES +---------------------+----------------+ NOTA: A DOSAGEM DO ESTRIOL NÂO CONJUGADO TEM BAIXO PODER PREDITIVO QUANDO USADO DE FORMA ISOLADA NA AVALIAÇÂO DO RISCO FETAL.9 A 229. diagnóstica de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposição hormonal na menopausa.MENOPAUSA: . pesquisa de viabilidade miocárdica.E1 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A estrona é mais potente que o estriol porem menos potente que o estradiol.FASE FOLICULAR: 37.1 A 102. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: . estratificação de risco por infarto do miocárdio.PICO OVULATORIO: 59. Hipoconcentrações indicam processos isquêmicos e ou infarto miocárdico antigo.FASE LUTEINICA: 49.8000 PICOG/ML ESTUDO DE VIABILIDADE MIOCÁRDICA MATERIAL: MEDICINA NUCLEAR .IN VIVO [IN] TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: Indicação: Pesquisa de isquemia miocárdica. avaliação de puberdade precoce (completa ou parcial).COM TERAPIA ESTROGÊNICA: 40 A 346 PICOG/ML . É o principal estrogênio circulante após a menopausa. INTERPRETAÇÃO: Distribuição iso-homogenea do radiofarmaco em todas as paredes miocárdicas.GRÀVIDAS: 100 . A estrona é muito utilizada para avaliação do hipogonadismo. A maior parte da E1 esta conjugada sob a forma de sulfato.1 PICOG/ML . Obs.7 PICOG/ML . ESTRONA.2 A 137.6 PICOG/ML . adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. SUA COMBINAÇÂO COM OUTROS MARCADORES BIOQUIMICOS NOS TESTES INTEGRADO E TRIPLO AUMENTA O VALOR PREDITIVO.: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico.20 A 150 PICOG/ML MULHERES: .

18. sanguíneas. cardiovasculares. endócrinas e psíquicas. hepáticas. 13.MANUAL DE EXAMES ESTUDO GENÉTICO FETAL MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo é realizado através da extração do DNA de material de aborto. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. MÈTODO: PCR-STR . e a mais importante manifestação da intoxicação pelo etanol e a depressão do sistema nervoso central. enquanto a intoxicação crônica provoca alterações digestivas. X E Y CROMOSSOMO 21 (4 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 18 (3 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 16 (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO 13 (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO X (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CROMOSSOMO Y (2 MARCADORES CROMOSSOMICOS) RESULTADO: CONCLUSÂO: VALORES DE REFERENCIA: 2 CROMOSSOMOS AUTOSSÔMICOS. 16. A intoxicação aguda provoca principalmente alterações no sistema nervoso central. 13. 1 OU 2 CROMOSSOMOS X (SEXO FEMININO) 1 CROMOSSOMO Y (SEXO MASCULINO) ETANOL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A principal via de absorção e oral. O tipo de bebida . X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. 16.MICROSATELITES FLUORESCENTES RESULTADO: FORAM ESTUDADAS REGIOES DOS CROMOSSOMOS 21. 18.

cardiovasculares. o ritmo de ingestão e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção. e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção. enquanto a intoxicação crônica provoca alterações digestivas. e a mais importante manifestação da intoxicação pelo etanol e a depressão do sistema nervoso central. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: ATE 5 MG/DL NOTA: SEGUNDO O CÒDIGO NACIONAL DE TRANSITO O LIMITE DE ALCOOLEMIA PARA CONDUÇÂO DE VEÌCULOS AUTOMOTORES È DE SEIS DECIGRAMAS POR LITRO (60 MG/DL). ETANOL MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A principal via de absorção e a oral. sanguíneas. a concentração do etanol. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO: ATE 5 MG/DL FAN-PESQUISA DE AUTO-ANTICORPOS MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FATOR REUMATÓIDE MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: AGLUTINAÇÃO VALOR REFERENCIA: NEGATIVO FATOR REUMATÓIDE . endócrinas e psíquicas. a concentração do etanol. hepáticas. o ritmo de ingestão.MANUAL DE EXAMES alcoólica. A intoxicação aguda provoca alteração digestiva e nervosa. O tipo de bebida alcoólica.

tuberculose. Homozigoto: Possui a mutação nos dois cromossomos. esclerodermia. gota. A nefelometria é o método atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. esquistossomose. algumas considerações devem ser realizadas na interpretação de seu resultado: FR é positivo em 5 a 10% da população saudável e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. Fr é negativo em 1/3 dos pacientes com AR. doença hepatite crônica e endocardite). Sjogren. COMENTÁRIOS: O fator reumatóide é um auto-anticorpo. tripanossomíase. onde sua associação com o anti-CCP pode ser útil. Homozigotico normal. da classe IgM. polimiosite e polimialgia reumática). VALORES DE REFERÊNCIA: Interpretação: Negativo: Não possui a mutação. doenças que cursam com aumento de gamaglobulinas podem causar falsopositivos biológicos (LES. apresentando maior especificidade e sensibilidade. pseudogota. S. entretanto. hepatite viral. É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). lepra. MÈTODO: PCR com minisequenciamento para mutação pontual R506Q do gene Fator V Leiden. Esta associada com aumento da resistência a Proteína C Ativada e risco aumentado para trombose venosa. brucelose. . dirigida contra IgG. Intervalo entre mamadas para lactentes. MÈTODO: NEFELOMETRIA VALOR REFERENCIA: MENOR QUE 20 UI/ML FATOR RH FETAL MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FATOR V DE LEIDEN MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Veja Estudo Genético das Trombofilias. artrite reativa. Heterozigoto: Possui a mutação em um dos cromossomos.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. esta presente em 10 a 40% dos portadores de infecções crônicas (sífilis. malaria. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. Esta associada com aumento da resistência a Proteína C Ativada e risco aumentado para trombose venosa.

TENDO EM VISTA A POSSIBILIDADE DE ELEVAÇÔES TRANSITÒRIAS. Fenilalanina também pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. por motivos de ocorrência de eventos tromboembólicos ou por predisposição a estes. Para evitar falso-negativos. MÈTODO: FLUORIMÈTRICO MODIFICADO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4 MG/DL NOTA: PARA VALORES MAIORES QUE 4 MG/DL.000. EM NOVA AMOSTRA. A CRITÈRIO CLÌNICO. OBSERVACAO 2: O Departamento de Genética Humana do IHP também oferece o exame de DETERMINAÇAO MOLECULAR DA SENSIBILIDADE A VARFARINA para a segurança do médico e do paciente que iniciarão o tratamento anticoagulante com varfarina. COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem da fenilcetonuria (PKU) no teste do pezinho. este exame deve ser realizado apos 48h de vida. FENILALANINA-PKU MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: Entre uma mamada e outra. tendo o recém-nascido recebido aleitamento. . FENILALANINA PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA RECENTE TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Fenilcetonuria (PKU) é uma doença autossômica recessiva resultante de deficiência da enzima fenilalanina hidroxilase que normalmente converte a fenilalanina em tirosina. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. A PKU é a mais freqüente das aminoacidopatias. devido às condições da amostra. OBSERVACAO 1: A analise molecular do FV Leiden também pode ser realizada pelo método de PCR RFLP. Resulta de deficiência da fenilalanina-hidroxilase que catalisa a conversão da fenilalanina em tirosina. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por "imaturidade das enzimas" com subseqüente normalização.MANUAL DE EXAMES Nota: Mutações em outros genes ou outras mutações no gene do Fator V que causem trombose venosa não estão excluídas por este exame. SUGERIMOS REPETIÇÂO. Incidência no Brasil: 1:15. sendo herança autossômica recessiva. A hiperfenilalaninemia é deletéria ao SNC. caso ocorra qualquer problema técnico com o minisequenciamento no dHPLC.

0 MG/G DE CREATININA (NR-7. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FENOBARBITAL MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4 h (alimentar) ou C. A quantificação sérica é usada pelo clínico para monitorização terapêutica.0 A 60.ADULTOS: 15. sendo que a quantificação da fenilalanina em soro e urina pode ser realizada com a cromatografia de aminoácidos quantitativa. pele e excretado pela urina principalmente na forma conjugada. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: ATE 20. queimaduras e intoxicações crônicas tais como transtornos digestivos e disfunção do sistema nervoso. MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE .CRIANCAS: 20.O.clonicas e parciais complexas.M. È corrosivo levando a severa ulceração. MT/Br) FENOL MATERIAL: URINA . COMENTÁRIOS: O fenobarbital é um dos anticonvulsivantes menos tóxicos e mais eficazes. É utilizado para o tratamento de convulsões Tônico. A pesquisa é um teste de triagem. 1994.MANUAL DE EXAMES Resultados falso-positivos podem ocorrer com a urina na contaminação da amostra com fezes.HPLC NIVEL TERAPÊUTICO: . 1994.0 A 40. FENOL MATERIAL: URINA 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste útil para avaliar a exposição ao fenol que e facilmente absorvido através da mucosa. MT/Br) IBMP: 250 MG/G DE CREATININA (NR-7.0 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRAÇAO DA PRÒXIMA DOSE.0 MCG/ML .

gravidez. 1994. pele e excretado pela urina principalmente na forma conjugada. dHPLC. MT/Br) IBMP: 250 MG/G DE CREATININA (NR-7. Níveis menos que 100 mg/dL podem estar associados com sangramentos.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste útil para avaliar a exposição ao fenol que e facilmente absorvido através da mucosa. fibrinolise e doença hepática. SEQUENCIAMENTO Observação: A FIBROSE CÍSTICA (FC) È UMA DOENÇA GENÈTICA DE HERANÇA AUTOSSÔMICA RECESSIVA. MT/Br) FERRO MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: FIBRINOGÊNIO MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O fibrinogênio é convertido à fibrina pela trombina. 1994. estrógenos e andrógenos. CAUSADA POR MUTAÇÔES NO GENE CFTR ("Cystic Fibrosis . Valores estão elevados em estados inflamatórios agudos. Doenças adquiridas são mais comuns que os distúrbios congênitos. MÈTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: ATÈ 20. coagulação intravascular disseminada. queimaduras e intoxicações crônicas tais como transtornos digestivos e disfunção do sistema nervoso.0 MG/G DE CREATININA (NR-7. MÈTODO: COAGULOMETRICO VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: 200 A 450 MG/DL CRIANÇAS: 150 A 300 MG/DL FIBROSE CÍSTICA ESTUDO GENÉTICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: PCR. È corrosivo levando a severa ulceração. Os níveis de fibrinogênio estão diminuídos na afibrinogenemia hereditária. uso de contraceptivos orais.

Identificação de portadores de defeito no gene da FC em pessoas com historia familiar para FC. JÀ FORAM DESCRITAS MAIS DE 1.Diagnóstico pré-natal.específico fluorescente para as mutações pontuais Delta F508. 7. e N1303K DELTA F508: R553X: N1303K : VALORES DE REFERÊNCIA: Interpretacao: Negativo: Não possui mutação. 11. . . POR PCR. . POSSIBILITANDO A DETECÇÂO DE APROXIMADAMENTE 70% DOS ALELOS COM MUTAÇÂO PATOGENICA NO GENE CFTR.Identificação de portadores de defeito no gene da FC. dHPLC E SEQUENCIAMENTO. R553X.Confirmação do diagnóstico em pessoas com manifestações clinica de FC.000 MUTAÇÔES NO GENE DA FC. Homozigoto: Possui mutação nos dois cromossomos. 10. FIBROSE CÍSTICA PCR MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Estudo indicado para: . . 6a. ESTE MÈTODO PERMITE O DIAGNÒSTICO DAS MUTAÇÔES DE MAIOR PREVALENCIA NO BRASIL. 19 E 21 DO GENE CFTR QUE CONTÈM MAIS DE 360 MUTAÇÔES JÀ DESCRITAS NA LITERATURA E ENTRE ELAS ESTÂO INCLUIDAS AS DUAS MUTACÕES MAIS COMUNS (DeltaF508 E G542X). Homozigotico normal. Heterozigoto: Possui mutação em um dos cromossomos. Nota: Outras mutações que causem Fibrose Cística não estão excluídas por este exame. MÈTODO: PCR alelo . FORAM ANALISADOS OS exons 3.MANUAL DE EXAMES Transmembrane Conductance Regulator Gene"). FILÁRIA MATERIAL: SANGUE TOTAL/ ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .Doadores de esperma e óvulos.

mamas e órgãos genitais. podendo ser usadas amostras coletadas em qualquer horário. A evolução a quadros crônicos pode trazer graves sequelas: hidrocele. brancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. bancrofti é causada por um nematodo que vive nos vasos sanguíneos das pessoas infectadas. MÈTODO: ESFREGAÇO EM LÂMINA .COLORAÇÂO DE GIEMSA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FILARIOSE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: No Brasil a filariose é causada pela Wuchereria bancrofti. bancrofti é superior a determinação de anticorpos por imunofluorescencia indireta. Ao contrário da pesquisa de microfilarias. bancrofti por método imunocromatografico apresenta sensibilidade de 100%. na tireoide. especificidade de 96. tendo periodicidade para circular a noite. mamas e orgãos genitais. MÈTODO: IMUNOCROMATOGRAFIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FLUORETO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteoblastica). com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. aorta e rins. A detecção do antígeno da W. A filariose por W.MANUAL DE EXAMES A pesquisa em sangue periférico é indicada para o diagnóstico de filariase. entre 22 e 2 horas e podem persistir por 5 a 10 anos. do trato respiratório e gastrointestinal. Microfilarias podem estar ausentes do soro nos estágios iniciais e tardios da doença. . apresentando diversas manifestações clínicas. As microfilarias aparecem de 6 a 12 meses após a inoculação. A pesquisa do antígeno da W. A pesquisa de microfilarias é dependente da quantidade de sangue utilizado.4%. além de atuar sobre o SNC e tecido muscular. elefantiase de membros. Pode produzir irritação de mucosas. tendo como vetor o mosquito Culex. Os sintomas iniciam-se um mês após a infecção. onde o excesso de calcificação dos ossos resulta em fusão das juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. a amostra para pesquisa do antígeno da W. evoluindo nos casos crônicos evoluem com elefantiase de membros. O teste que utiliza anticorpo monoclonal específico para a Wuchereria bancrofti substitui a pesquisa de microfilarias com melhor sensibilidade. A ingestão de 10-80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. pois esta é passível de apresentar reações cruzadas com outras parasitoses.

Essa dosagem é inferior ao PSA no diagnóstico e monitorização do tratamento do câncer de prostáta. Elevações também podem decorrer da manipulação prostática. interferências de outras fosfatases no ensaio.MT/Br) IBMP: 3.MANUAL DE EXAMES MÈTODO: ELETRODO ION-ESPECÌFICO VALOR DE REFERÊNCIA: ATÈ 0.0 MG/G DE CREATININA NO FINAL DA JORNADA (NR-7. ausência de colateralização do fluxo ou fenomenos obstrutivos.1994. prostatite e outras neoplasias.MT/Br) 10.5 MG/G DE CREATININA (NR-7.1994. Valores normais podem ser encontrados no câncer de prostata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia é inferior a 5%.0 U/L FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: . RADIOFARMACO: DOSE: LAUDO FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: A fração prostática é secretada unicamente pelo epitélio da prostata e a sua atividade é inibida pelo ácido tartrico. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 3.MT/Br) FLUXO SANGÜÍNEO DAS EXTREMIDADES MATERIAL: In vivo TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicação: Diagnóstico de trombas venosas profunda dos membros inferiores. Interpretação: Vasos profundos permeáveis.0 MG/G DE CREATININA NO INICIO DA JORNADA (NR-7.1994.

Níveis são mais elevados em homens e aumentam com a idade em ambos os sexos. mas não elimina a reação cruzada com a isoforma hepática.0 U/L : 15. não ser afetada por variações diurnas e ter menos interferentes pre-analíticos.0 A 45. embolia pulmonar.0 A 147. MÈTODO: IMUNOENSAIO POR CAPTURA VALORES DE REFERENCIA: FEMININO 5 A 9 ANOS 10 A 14 ANOS 15 A 19 ANOS 20 A 24 ANOS 25 A 44 ANOS : 43. anemias hemolíticas. Crianças apresentam níveis mais elevados que adultos. hiperparatireoidismo. pancreas e vesícula seminal. gravidez. crescimento ósseo fisiológico da criança. o que diminui. È o melhor marcador de formação em pacientes com insuficiencia renal. síndrome de ma-absorção. rins. imunoensaios especificos foram desenvolvidos para a isoforma óssea. fígado. doença de Gaucher. A isoforma óssea localiza-se na membrana plasmatica dos osteolblastos. fraturas. raquitismo. Apesar da grande semelhança estrutural entre as isoformas. desnutrição. pois não é influenciada pela filtração glomerular. Aumentos ocorrem nas leucemias. A fosfatase alcalina presente no soro é produzida em diversos orgãos: osso. adenomas e câncer da prostata. leucocitos. tumores ósseos primários ou metastaticos. Sua determinação apresenta vantagens sobre a osteocalcina por ter meia-vida maior (1 a 2 dias). Juntamente com fosfatase alcalina total são os marcadores de escolha nos casos de doença de Paget.6 U/L 42. ossos.6 A 29.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: As fosfatases ácidas estão presentes na prostata. baço. Níveis diminuidos podem ser encontrados na hipofosfatesemia hereditária.0 U/L : NAO DEFINIDO : 11. fígado. trombocitoses.7 U/L ACIMA DE 44 ANOS: 14.0 U/L : 1. doença de NiemannPick. plaquetas. doença de Recklinghausen. tumores ósseos. mieloma. estando envolvida no processo de formação e mineralização dos ossos. Doença de gaucher.2 A . pulmões.0 A 159. intestino e placenta. infarto agudo do miocardio.0 U/L FOSFATASE ALCALINA ESPECÍFICA ÓSSEA (ESQUELÉTICA) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Ùtil como marcador da formação óssea. Níveis aumentandos são encontrados na Doença de Paget. hiperparatireoidismo. hemacias. rins. hipertireoidismo e hepatopatias. osteomalacia. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 9.

embolismo pulmonar. hipovolemia.0 A 200. metastases osseas. As izoenzimas hepáticas e ósseas representam 90% da fosfatase alcalina circulante. A fosfatase alcalina total encontra-se elevada na colestase.2 U/L : NAO DEFINIDO MAIOR OU IGUAL A 25 ANOS: 15. MÉTODO: ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ | IDADE | (ANOS) |RECEM-|6 MESES | 10 A 11 | 12 A 13 | 14 A 15 | 16 A 18 |MAIOR 18| |NATOS |A 9 ANOS| ANOS | ANOS | ANOS | ANOS | ANOS | +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ |MASCULINO| | |250 A 730|275 A 875|170 A 970|125 A 720|90 A 360| +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ | AMBOS OS| 150 A| | SEXOS | 600 | 250 A | 950 | | | | | | | | | | | +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ |FEMININO | | |250 A 950|200 A 730|170 A 460| 75 A 270|70 A 290| +---------+------+--------+---------+---------+---------+---------+--------+ FÓSFORO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Sangue: Menos de 1% do fosforo corporal se encontra no plasma.3 U/L FOSFATASE ALCALINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: As fosfatases alcalinas estão presentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: óssos. rins e leucocitos. osteomalacia e raquitismo. hipervitaminose D.MANUAL DE EXAMES MASCULINO 5 A 9 ANOS 10 A 14 ANOS 15 A 19 ANOS 20 A 24 ANOS : 43. hipolipemiantes.0 A 147. hepatites virais (mais discretamente). Amostras nao refrigeradas. Em crianças a fração óssea predomina. doenca de paget. fígado. Causas de fosforo elevado: exercícios. hipoparatireoidismo.0 U/L : 48. insuficiênca renal e trombocitose. intestino.8 A 33. nao dessoradas rapidamente e com hemolise podem causar elevacoes . acromegalia. tumores ósseos.0 A 41. hepatopatias. Medicamentos como anticoncepcionais orais. anticoagulantes e antiepileticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total.0 U/L : 10. sarcoidose. placenta. hiperparatireoidismoo.

MÈTODO: CINETICO U. Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida. diuréticos. hiperalimentação. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. FÓSFORO MATERIAL: URINA DE 24 h. deficiência de vitamina D e desordens tubulares renais. MÈTODO: CINETICO U. Níveis urinários elevados são encontrados no hiperpratireoidismo. deficiencia de vitamina D. Urina: útil na avaliação do equilíbrio entre cálcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários. salbutamol. hipoparatireoidismo. sais de aluminio. aspirina.V. glicose endovenosa. uso de antiácidos e intoxicação por vitamina D. Níveis urinários elevados sao encontrados no hiperpratireoidismo.V. uso de antiacidos e intoxicação por vitamina D. azatioprina. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de antiácidos. pseudohipopratireoidismo. pseudohipopratireoidismo.8 MG/DL CRIANÇA: DE 4. calcitonina. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. corticóides e diuréticos. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Útil na avaliação do equilíbrio entre calcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários. aspirina.MANUAL DE EXAMES espurias. VALORES DE REFERENCIA: ADULTO : DE 2. pseudohipopratireoidismo. hipoparatireoidismo. Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida. litio. deficiência de vitamina D. uso de diurético. Outras drogas podem interferir na determinação do fosforo: acetazolamida. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. calcitonina. diltiazen. Níveis baixos são encontrados na desnutrição. bicarbonato. deficiência de vitamina D. isoniazida.0 MG/DL FÓSFORO MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Útil na avaliação do equilíbrio entre calcio e fosforo e no estudo dos cálculos urinários.5 A 4. uso de antiacidos e intoxicação . Níveis urinários elevados são encontrados no hiperpratireoidismo. uso de diurético. diltiazen. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. alendronato. uso de diurético. corticóides e diuréticos. corticóides. sais de alumínio. hipoparatireoidismo. bicarbonato.0 A 7. prometazina e anticoncepcionais. dialise. sepse.

Hemoglobinopatias).NACL% 0. VALOR DE REFERENCIA: 400 A 1300 MG/24 HORAS FRAGILIDADE OSMÓTICA DAS HEMÁCEAS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: O aumento da fragilidade osmótica ocorre na esferocitose hereditária e em certas anemias hemolíticas esferociticas adquiridas.40 0. doenças hepaticas e no estado pos-esplenectommia.20 0. anemias ferroprivas.V.MANUAL DE EXAMES por vitamina D.45% DE NACL HEMOLISE FINAL | : 0. sais de alumínio. diltiazen.50% DE NACL 50% DE HEMOLISE : DE 0. bicarbonato.00 % DE NACL % DE NACL % DE NACL : HEMOLISE % VALORES DE REFERENCIA: HEMOLISE INICIAL: 0. aspirina.10 0. MÉTODO: DE DACIE CURVA IMEDIATA RESULTADO: HEMOLISE INICIAL: 50% DE HEMOLISE : HEMOLISE FINAL TUBOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 CONC. Encontra-se diminuídas nas outras anemias hemolíticas (síndrome Talassemicas. Também se encontra aumentada na anemia hemolítica por deficiência de piruvatoquinase e na doença hemolítica perinatal.35 0.75 0. MÈTODO: CINETICO U.30 0.90 0.60 0.65 0. Várias drogas podem interferir na determinação dos fosforo urinário: acetazolamida. corticóides e diuréticos.40 A 0.55 0.30% DE NACL . calcitonina.50 0.

45 A 0.55 0.35 0.70% DE NACL 50% DE HEMOLISE : DE 0.20 0.50 0.NACL% 1.40 0.90 0.60 0.00 % DE NACL % DE NACL % DE NACL : HEMOLISE % VALORES DE REFERENCIA: HEMOLISE INICIAL: 0. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: DE 100 A 350 MG/DL FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . Valores baixos indicam processos inflamatórios ou infecciosos na vesicula seminal.30 0.75 0.65 0.MANUAL DE EXAMES CURVA APOS 24 HORAS DE INCUBACAO A 37 GRAUS RESULTADO: HEMOLISE INICIAL: 50% DE HEMOLISE : HEMOLISE FINAL TUBOS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 CONC.10 0.20 0.59% DE NACL HEMOLISE FINAL : 0.20% DE NACL FRUTOSE-LIQUÍDO SEMINAL MATERIAL: LIQUÍDO SEMINAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides.

pancreatica e biliar. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 12H. exames químicos e outras. MÈTODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FUNCIONAL DE FEZES MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O estudo coprológico visa o estudo das funções digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscopicas. . A frutosuria é um achado raro. hipersecreção biliar.MANUAL DE EXAMES A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. Ocorre na frutosuria essencial. A frutosuria é um achado raro. cujos resultados permitem diagnosticar os diferentes quadros que são agrupados em síndromes coprológicas: insuficiência gastrica. vegetais e do mel. vegetais e do mel. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. Ocorre na frutosuria essencial. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. na frutosira alimentar e na intolerância hereditária a frutose. desvios da flora bacteriana. MÉTODO: COLORIMÉTRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO FRUTOSE-PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de frutose na urina indica alterações no metabolismo da mesma. A frutose é o principal constituinte de muitas frutas. A frutosuria é um achado raro. vegetais e do mel. Ocorre na frutosuria essencial.

síndromes ileal e cecal. O desenvolvimento de métodos que permitiram o diagnostico etiológico separado de cada uma das molestias agrupadas nestas síndromes. ANALISE FISICA Consistencia: Forma Cor Cheiro : : : Viscosidade : Muco Sangue : : ANALISE MACROSCOPICA RESIDUOS ALIMENTARES Tecido Conjuntivo Fibras Musculares Gordura Detritos Vegetais Calculos Areia Intestinal : : : : : : Falsa Areia Intestinal: Corpos Estranhos : ANALISE QUIMICA pH (Reacao) Gorduras (Sudam III) : : Corpos Redutores (Acucares): Pus (Catalase) Bilirrubina Estercobilina Proteinas Degradadas Proteinas nao Degradadas Albumina e Peptona Mucina Muco : : : : : : : : ANALISE MICROSCOPICA . colites e outras alterações do transito intestinal. diminuiu a importancia diagnóstica do exame funcional de fezes.MANUAL DE EXAMES (fermentação hidrocarbonada e putrefação).

seu pronto e adequado processamento e a inoculação nos meios apropriados. G . Valor de Referência: 14.0 mL de solução 1N por 100 g de fezes ou 100 mL mL de solução 1N ácida para FUNGOS CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizada no diagnóstico das infecções em diversos materiais clinicos com identificação do agente causal. o rapido transporte das amostras ao laboratório. Valor de Refêrencia: 2.0 a 4. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses são a coleta adequada.0 a 16.0 mL de solução 1N por 100 g de fezes ou 100 mL Dosagem de Àcidos Organicos Totais: 100 g de fezes.MANUAL DE EXAMES Fibras Muculares Tecido Conjuntivo Amido Celulose Digestiva : : : : Celulose nao Digestiva: Flora Iodofila Levedos Cristais Muco Hemacias Leucocitos Celulas Intestinais EXAME PARASITOLÒGICO : : : : : : : DOSAGENS Dosagem de Àcidos Aminados e Amoniaco: mL de solução 1N amoníaco para 100 g de fezes.

Assim.M. existem várias outras mutações no gene da G6PD e estudos moleculares demonstraram que mutações diferentes podem levar a mesma apresentação clínica.MANUAL DE EXAMES G6PD MUTAÇÃO 202 (G-A) MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Este estudo consiste na detecção da principal mutação. GABAPENTINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h (alimentar) ou C. Entretanto. incluindo 7 a 8% dos diabéticos com início na vida adulta.0 MG/L. NIVEIS A 4. que leva a deficiência da Glicose 6 Fosfato Desidrogenase. COMENTÁRIOS: O diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado pela infiltração linfocitica das ilhotas pancreaticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das celulas beta. MÈTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 1. COMENTÁRIOS: METODO: HPLC VALOR DE REFERENCIA: NAO ESTABELECIDOS PODE-SE CONSIDERAR DE FORMA ORIENTATIVA.0 MG. OBS. GAD-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Jejum Desejavel 4h.RFLP VALOR DE REFERENCIA: Negativo para a mutação 202 (G --> A). dentre os indivíduos com a variante A.O.0 A 400.: A Mutação 202 (G --> A) é a mais frequente entre os indivíduos que apresentam deficiência da G6PD e é transmitido sob um carater recessivo ligado ao cromossomo X. a ausência da mutação estudada 202 (G --> A) não exclui a presença de outras mutações nesta mesma região. Anti-GAD são observados em 70 a 80% dos pre-diabeticos tipo 1. TRES HORAS APÒS A ADMINISTRAÇAO DE 300.00 U/ML . MÈTODO: PCR .

Acarreta no acúmulo da galactose no sangue e tecidos. fenobarbital. Incidência: 1:60. Nos quadros de ictericia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal são encontrados. ictericia. METODO: PRECIPITAÇAO COM MICROSCOPIA OTICA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GALACTOSE TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem de Galactossemia no Teste do Pezinho. ácido valproico e contraceptivos. A Galactosemia é uma doença autossomica recessiva. uridina-disfosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. Diminuições dos valores podem ocorrer no uso de azatioprina. estrogenos e metronidazol.MANUAL DE EXAMES GALACTOSE PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A detecção de galactose na urina é resultante da Galactossemia. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. coli. Manifesta-se com sinais e sintomas gastrintestinais. Trata-se de uma condição genetica em que ocorre deficiência das enzimas galactose-1-fosfato-uridil-transferase ou da galactoquinase. sendo indicado a confirmação laboratorial de resultados incialmente elevados. GGT duas vezes maior que o valor de referência com razão TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoolico.000 a 1:80. Galactossemia transitoria pode ocorrer. acarretando no seu acumulo e consequente galactosuria.000 nascidos. causada pela deficiência das enzimas galactose-1-fosfato-uridiltransferase (forma classica). não havendo conversao da galactose ingerida a glicose. Níveis de GGT podem elevar-se durante o uso de fenitoina. clofibrato. Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestacao da deficiência. carbamazepina. MÈTODO: ENZIMÀTICO COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 10. catarata.0 MG/DL GAMA-GLUTAMIL-TRANSFERASE-GGT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do uso de alcool. retardo mental e susceptibilidade a sepsse por E. MÈTODO: CINÈTICO COLORIMÈTRICO .

%SO2C : -3.35 A 7.MANUAL DE EXAMES VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : DE 10 A 50 U/L MULHER: DE 07 A 32 U/L GASOMETRIA ARTERIAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. A interpretação dos gases sanguíneos requer avaliação da origem da amostra (arterial ou venosa). demora na analise e não refrigeração das amostras. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxigênio suplementar. Variáveis pre-analiticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta.: GASOMETRIA VENOSA . %SO2C VALORES DE REFERENCIA : : pH PCO2 PO2 : 7.E. METODO: ELETRODO SELETIVO RESULTADO: pH PO2 PCO2 : : : MMHG MMHG MMOL/L MMOL/L MMOL/L % HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B.E.45 : 35 A 45 MMHG : 83 A 108 MMHG HCO3 ATUAL: 21 A 28 MMOL/L CO2 TOTAL : 24 A 31 MMOL/L B.0 A +3.0 MMOL/L : 95 A 99% RECEM NASCIDO PO2 : 60 A 70 MMHG HCO3: 16 A 24 MMOL/L OBS.

E.000 pg/ml.0 A + 2. A dosagem de gatrina é fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger-Ellison (Gastrinoma). é um bom indicador da eficiência da terapeutica cirurgica.0 MMOL/L : 60% A 75% GASTRINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 12H COMENTÁRIOS: A Gastrina é um hormônio produzido pelas celulas G. MÈTODO: ELETRODO SELETIVO RESULTADO: pH PO2 PCO2 : : : MMHG MMHG MMOL/L MMOL/L MMOL/L % : 7. %SO2C : -2. nestas situações os níveis de gastrina não atingem valores tão elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas.E. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxigênio suplementar. A dosagem de gatrina pre e pos cirurgia. na insuficiencia renal crônica e após vagotomia.32 A 7.43 : : 38 A 50 MMHG 35 A 40 MMHG 22 A 29 MMOL/L 23 A 30 MMOL/L HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B. na ulcera gastrica e duodenal. A interpretação dos gases sanguíneos requer avaliação da origem da amostra (arterial ou venosa). Hipergastrinemia também pode ser encontrada na gastrite atrofica. em que os níveis sericos encontram-se acima de 1. no carcinoma gastrico. em pacientes com ulcera peptica. na dispepsia. anemia perniciosa. demora na analise e não refrigeração das amostras. Porém. . %SO2C VALORES DE REFERENCIA: : : pH PCO2 PO2 HCO3 ATUAL: CO2 TOTAL : B. Variáveis pre-analiticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. distribuidas em todo o tubo digestivo.

ATE MESMO DIMINUIÇAO DO NIVEL DE GASTRINA. ou mesmo diminuição do nível de gastrina. Porém.EM PACIENTES NAO PORTADORES DA SÍNDROME. na dispepsia. distribuidas em todo tubo digestivo. A dosagem de gastrina eh fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger-Ellison (Gastrinoma). ha baixa resposta. em duas ou mais vezes o nível basal. no carcinoma gastrico. anemia perniciosa. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger-Ellison. Em pacientes não portadores da síndrome. . é um bom indicador da eficiência de terapeutica cirurgica.HA BAIXA RESPOSTA OU. COMENTÁRIOS: A Gastrina é um hormônio produzido pelas celulas G. onde os níveis séricos encontram-se acima de 1. na insuficiência renal crônica e após vagotomia.000 pg/ml. nestas situações os níveis de gastrina não atigem valores tão elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. A dosagem de gastrina pre e pós cirurgia.MANUAL DE EXAMES MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: 13 A 115 PICOG/ML GASTRINA BASAL E ESTÍMULO APÓS GLUCAGON MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: Basal: JO 12h. na ulcera gastrica e duodenal. Hipergastrinemia também pode ser encontrada na gastrite atrofica. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA BASAL RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: RESULTADO: PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML PICOG/ML 5 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 10 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 15 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 30 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON 60 MINUTOS APOS 1 MG DE GLUCAGON INTERPRETAÇAO: O AUMENTO DO NÍVEL SÉRICO DE GASTRINA EM DUAS OU MAIS VEZES O NIVEL BASAL SUGERE FORTEMENTE A PRESENÇA DE SÍNDROME DEZOLLINGER-ELLISSON. em pacientes com ulcera peptica. O aumento do nível sérico de gastrina após o estímulo.

COMENTÁRIOS: O IGF-1 é um peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. hipotireoidismo. A PRESENÇA DE DELEÇAO HETEROZIGOTA DO GENE CCR-5 EM PACIENTES INFECTADOS PELO HIV-1. MÉTODO: REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE . GERAÇÃO DE IGF-1 MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4h. diabetes mellitus. levando consequentemente a um aumento dos níveis de PGP no organismo e alteração na biodisponibilidade de algumas drogas. hipopituitarismo. Valores baixos são observados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade). GENE MDR ESTUDO GENÉTICO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: PCR-RFLP INTERPRETAÇÃO: O gene MDR (Gene de Resistência Multipla a Drogas) codifica uma glicoproteina de membrana (PGP) cuja principal função é proteger as celulas contra substancias tóxicas e metabolitos celulares. A ausência deste polimorfismo esta associado a um aumento da expressão do gene da MDR-1. Observação: A presença do polimorfismo C3435T não descarta outras alterações no gene.PCR VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE DELECAO NO GENE CCR-5.MANUAL DE EXAMES GENE CCR-5 PESQUISA DA DELEÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A presença de deleção homozigota do gene CCR-5 leva a resistência a infecção pelo HIV-1 por cepas macro/monocitotropicas. síndrome .ESTA ASSOCIADA COM MELHOR PROGNÓSTICO. Este exame identifica a presença do polimorfismo C3435T. exportando substâncias de dentro das celulas e das membranas para o meio externo. NOTA: A PRESENÇA DE DELEÇAO HOMOZIGOTA DO GENE CCR-5 LEVA A RESISTENCIA A INFECÇAO PELO HIV-1 POR CEPAS MACRO/MONOCITOTROPICAS. desnutrição. A deleção heterozigota esta relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado.

gigantismo e acromegalia. Valores altos ocorrem na adolescência. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | NANOG/ML | +--------------+---------------+ | | | | | | | | | | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 27 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 8 A 15 DIAS | MENOR QUE 42 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 55 A 327 51 A 303 49 A 289 49 A 283 50 A 286 52 A 297 57 A 316 64 A 345 74 A 388 88 A 452 111 A 551 143 A 693 183 A 850 220 A 972 237 A 996 226 A 903 193 A 731 163 A 584 141 A 483 127 A 424 116 A 358 117 A 329 115 A 307 109 A 284 101 A 267 94 A 252 87 A 238 81 A 225 | 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS | 20 ANOS | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | . nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. cirrose. puberdade precoce verdadeira. Valores baixos são tambem encontrados nos tumores de hipófise nao funcionantes.MANUAL DE EXAMES de privação maerna. atraso puberal. obesidade. gestação. retinopatia diabética. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. hepatoma.

Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GLIADINA IgA. ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil para diagnóstico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme.INDETERMINADO: ENTRE 1.endomisio. A Giardia lamblia é um protozoário intestinal que infecta humanos e animais com transmissão fecal-oral. por água e alimentos contaminados.gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC. Redução dos titulos de gliadina ocorre em meses apos o início da restrição dietética. Na DC. Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de individuos sem a doença.Resultado negativo não afasta completamente DC. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: . Anti.4 . Apresenta sensibilidade entre 85 e 98% e especificidade superior a 90%. Trata-se de um imunoensaio enzimático que detecta proteínas específicas da parede do cisto. A detecção de antigliadina IgG é importante.0 . a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomisio.NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 1. pois 10% dos pacientes portadores de DC tem deficiência congenita de IgA.0 E 1. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder diagnóstico.MANUAL DE EXAMES | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | 75 A 212 69 A 200 64 A 188 59 A 177 55 A 166 | | | | | +--------------+---------------+ GIÁRDIA LAMBLIA ELISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecção qualitativa de antígenos específicos da giardia em amostras de fezes.

ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste útil para diagnóstico e monitorização do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da Dermatite Herpetiforme.gliadina IgA esta presente em 75 a 90% dos casos de DC. Redução dos titulos de gliadina ocorre em meses apos o início da restrição dietética. GLIADINA IgG.MANUAL DE EXAMES . 2001. 120: 1526-40. entretanto. GLICOHEMOGLOBINA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: A medida da glicohemoglobina é a mais importante ferramenta para a monitoração do paciente diabético.PRINCIPALMENTE NA DEFICIÊNCIA DE IgA CONGENITA. não deve. GASTROENTEROLOGY. PODEM OCORRER RESULTADOS FALSO-POSITIVOS PRINCIPALMENTE NOS CASOS DE PRESENÇA DE IgG ISOLADO.0 INDETERMINADO: ENTRE 1. Anti-gliadina IgG esta presente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de individuos sem a doença. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 1. A dosagem de anti-gliadina IgM não agrega poder diagnóstico.Resultado negativo não afasta completamente DC. a ingestão de gluten leva a produção de anticorpos IgG e IgA anti-gliadina e anticorpos anti-endomisio.4 ANTI-GLIADINA IgA TEM MAIOR ANTICORPOS ESPECIFICIDADE NO DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA AO GLUTEN. Anti.REAGENTE NOTA: A PESQUISA DE : INDICE SUPERIOR A 1. A detecção de antigliadina IgG é importante.4 REAGENTE : INDICE SUPERIOR A 1. O padrão ouro para diagnóstico de DC é a biopsia intestinal. PREVINE RESULTADOS FALSO- NEGATIVOS. Na DC. GASTROENTEROLOGY. A .A REALIZAÇÃO DE AMBOS TESTES IgG E IgA. ser usada para diagnóstico do diabetes mellitus.0 E 1. 120: 1526-40. pois 10% dos pacientes portadores de DC tem deficiência congenita de IgA.endomisio.4 NOTA: A PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI-GLIADINA IgG TEM MAIOR SENSIBILIDADE NO DIAGNÒSTICO DE INTOLERÂNCIA AO GLUTEN. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti. 2001.

para o efetivo controle do diabete mellitus. Anemias hemoliticas podem diminuir a meia vida dos eritrocitos com diminuição dos níveis de glicohemoglobina. deve ser inferior a 7% (adultos). Durante a circulação do eritrócito. GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Pode ser útil no suspeição diagnóstica de fistulas liquoricas. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorrência de complicações crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. Hb SS). MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) POR TROCA IONICA VALORES DE REFERENCIA: NORMAL : 4 A 6% : MENOR QUE 7% BOM CONTROLE NOTA: O método utilizado nesta dosagem de hemoglobina glicada (Bio-Rad Variant II HbA1c Program) esta certificado pelo NGSP (National Glycohemoglobin Standardization Program-USA). Níveis de ate 30% de hemoglobina fetal (HF) não interferem com a acuracia do exame. Deficiência de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hemacias com consequente aumento da sua glicosilação.MANUAL DE EXAMES glicohemoglobina é formada em duas etapas. A meta a ser alcançada no nível de hemoglobina glicada. essa é convertida em uma forma cetoamina estavel (HbA1c).A1c. 2003. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) não devem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. A taxa de produção é dependente do nível de glicose sanguínea e da vida media das hemacias (tipicamente 120 dias). O primeiro passo é a formação de uma aldimina instável (Hba1c labil ou pre-Hba1c). A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Grupo Interdisciplinar de Padronização da Hemoglobina Glicada . Hb AS) com níveis normais de hemoglobina não diminuem a meia-vida das hemacias e os parametros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrocitos são possíveis interferentes da dosagem de glicohemoglobina. MÉTODO: ENZIMÁTICO GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO . reflete os valores integrados da glicose correspondentes as ultimas 6 a 8 semanas. Dessa forma.

tuberculosa e carcinomatose peritoneal. empiema. bacteriana secundaria. Na presença de leucocitos e bacterias. as concentrações no liquido sinovial são similares as do soro. PARA SEPARAÇÃO DOS ELEMENTOS CELULARES.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente. tuberculose pleural e derrames malignos. colagenoses. . LOGO APÒS A COLETA E GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Níveis de glicose abaixo de 60 mg/dL ou 50% dos valores séricos ocorrem no derrame parapneumonico. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. PARA SEPARAÇÃO REFRIGERADA. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem serica. Nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasmaticos sao encontrados. VALORES DEGLICOSE ABAIXO DE DE 60 MG/DL OU 50% DOS VALORES SÉRICOS OCORREM EMPROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS. LOGO APÓS A COLETA E REFRIGERADA. MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS. GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Normalmente. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VÁLIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. DOS ELEMENTOS CELULARES. ENCONTRAMSE DIMINUIDOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. ha consumo da glicose e redução dos níveis: peritonites bacterianas espontanea. as concentrações no liquido ascítico são similares as do soro. MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS.

ENCONTRAM-SE DIMINUÍDOS NOS PROCESSOS INFECCIOSOS E INFLAMATÓRIOS. Razão glicose líquor/sangue abaixo de 0. Não serve para monitorização do tratamento. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasmatica. NOTA: O ENSAIO SOMENTE SERA VALIDO SE A AMOSTRA FOR CENTRIFUGADA. .MANUAL DE EXAMES MÉTODO: COLORIMÉTRICO ENZIMÁTICO VALORES DE REFERENCIA: VALORES SIMILARES AOS SÉRICOS SÃO CONSIDERADOS NORMAIS. Crianças e gravidas podem apresentar glicosuria por diminuição do limiar renal. GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasmatica. outras condições podem determinar glicosuria: dietas ricas em glicose antes da coleta. LOGO APÒS A COLETA E REFRIGERADA. MÈTODO: COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO GLICOSE PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA DE 12H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A glicosuria decorre mais comumente do diabete melito. uso de glicose parenteral. Sua determinação deve ser feita em paralelo com a dosagem sérica. PARA SEPARAÇÂO DOS ELEMENTOS CELULARES. MÈTODO: COLORIMÈTRICO ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 50 A 80 MG/DL GLICOSE DOSAGEM MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A glicosuria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes diabéticos. meningites e hemorragia subaracnoidea.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana. Entretanto.

anti-histamicos). ligada ao cromossomo X. genetica. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icteria neonatal. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (ate 12 meses de idade) e em outras situações em que ocorram predominio de hemacias jovens (ex. Incide em ate 10% da população.1 g/dL. genetica. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (ate 12 meses de idade) e em outras situações em que ocorram predominio de hemacias jovens (ex. paracetamol. Na ocorrência de níveis baixos no teste do pezinho. paracetamol. infecções bacterianas e viróticas e pela ingestão de fava. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemolise.: anemias . Falso-positivos podem ocorrer no uso de ácido ascorbico e penicilinas em doses altas.5 U/G Hb NOTA: NÍVEIS ELEVADOS E G6PD PODEM SER ENCONTRADOS AO NASCIMENTO. SEM SIGNFICADO PATOLOGICO.6 A 13. glicosuria renal. G6PD .CÀLCULO FINAL BASEADO EM HEMOGLOBINA MEDIA DE 12. infecções bacterianas e viróticas e pela ingestão de fava. acromegalia. pancreatite aguda.: anemias hemolíticas) sem significado patológico. MÉTODO: COLORIMETRICO/ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO GLICOSE 6-FOSFATO DEHIDROGENASE. anti-malaricos.MANUAL DE EXAMES feocromocitoma. E EM OUTRAS SITUAÇÕES ONDE OCORRAM PREDOMINIO DE HEMACIAS JOVENS (EX: ANEMIAS HEMOLITICAS). induzida por drogas (sulfas. deve-se realizar a dosagem de G6PD no sangue. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icteria neonatal. Normalmente glicosuria so é detectada quando a glicemia é superior a 160 mg/dL.TESTE DO PEZINHO MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A deficiência de G6PD é uma enzimopatia comum. anti-histamicos). MÉTODO: ENZIMÁTICO VALOR DE REFERENCIA: 4. síndrome de cushing.G6PD TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: A deficiência de G6PD é uma enzimopatia comum. Detecção molecular da mutação 02 (G-A) da G6PD também esta disponível. anti-malaricos. ligada ao cromossomo X. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemolise. induzida por drogas (sulfas. hipertireoidismo. Incide em ate 10% da população.

doença celíaca. enterite regional.6 U/G Hb NOTA: CÀLCULO FINAL BASEADO EM HEMOGLOBINA MEDIA DE 12. havendo aumento da quantidade de radicais livres formados durante a reperfusão. em um determinado período de tempo. METODO: COLORIMÈTRICO VALOR DE REFERENCIA: DE 1. tuberculose intestinal. A presenca de esteatorreia ocorre na pancreatite crônica.DOSAGEM MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A quantificação de gordura nas fezes.1 g/Dl GORDURA FECAL . na fibrose cística.8 A 6. Apresenta selenio em sua composição e age catalisando a redução de hidroperoxidos orgânicos e inorgânicos. quando se restabelece os níveis elevados de oxigênio. giardíase e atrofia da mucosa consequente a desnutrição.MANUAL DE EXAMES hemolíticas) sem significado patológico. MÈTODO: ENZIMÀTICO COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: SUPERIOR A 2. Na ocorrência de níveis baixos no teste do pezinho. doença de Whipple.5 a 73. neoplasias.1 U/G HB GLUTATIONA PEROXIDASE-GPX MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Representa proteção organica contra a ação de radicais livres. deve-se realizar a dosagem de G6PD no sangue. permite o diagnóstico de esteatorreia (nível de gordura fecal acima no normal). Sua atividade reduz a hipóxia. Pode ser utilizado para monitorização de terapia de reposição com enzimas pancreaticas.0 G/24 HORAS GORDURA FECAL – DETERMINAÇÃO( SUDAM III) MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . Detecção molecular da mutação 02 (G-A) da G6PD também esta disponível. MÈTODO: ENZIMÀTICO VALOR DE REFERENCIA: 27.

Intervalo entre mamadas para lactentes COMENTÁRIOS: A Hemoglobinuria Paroxística Noturna é uma doença adquirida na qual as hemacias do paciente são anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. pre-natal ou para auxiliar na exclusão de paternidade. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situações patologicas. A determinação dos antígenos eritrocitários deve ser feita para transfusão. VALOR DE REFERENCIA: MENOS DE 5% DE GORDURA FECAL GRUPO SANGUINEO + FATOR RH/DU MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JNO COMENTÁRIOS: Os antígenos eritrocitários são geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas.MANUAL DE EXAMES A pesquisa da gordura fecal é realizada com exame microscópico com corante Sudam III. TESTE MATERIAL: SORO DESFIBRINA / SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JO8h. Os de maior expressão são os sistemas ABO e Rh ou CDE. O diagnóstico é feito pela realização do Teste de Ham. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfusão ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megaloblastica ou anemia auto-imune. Trata-se de um teste de triagem mais simples.C.G. Os anticorpos do sistema ABO são naturais. BETA MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . com boa correlação com a dosagem na investigação da esteatorreia. MÈTODO: CLASSIFICAÇAO EM TUBO E MICRO TYPING SYSTEM H HAM. transplantes. MÈTODO: HEMOLISE EM PH ACIDO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO H.

0 mUI/mL . MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR OU IGUAL A 1. Deve-se ter em mente. Algumas das metodologias para detecção do HCG são direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez.INDETERMINADO ACIMA DE 50. REPETIÇÃO APOS 72 HORAS. coriocarcinoma. O Beta HCG dosado por quimioluminescencia é sensível o bastante para detectar uma gravidez normal. BETA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. Algumas das metodologias para detecção do HCG são direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez.0 A 50. Pode estar pouco elevado na gravidez ectopica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. no entanto.G. QUANDO OS RESULTADOS . que variações são observadas quanto ao prazo usual da implantação e que a detecção do beta-HCG pode sofrer interferências da metodologia utilizada e da presença rara. embora o mais seguro seja 15 dias após a implantação. Esta aumentada na gravidez. tão cedo quanto apos 7 dias da implantação. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas dos ovarios e testiculos.MANUAL DE EXAMES O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 sub-unidades (Alfa e Beta). no entanto. 4H COMENTÁRIOS: O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 sub-unidades (Alfa e Beta).C.0 mUI/mL . que variações são observadas quanto ao prazo usual da implantação e que a detecção do beta-HCG pode sofrer interferências da metodologia utilizada e da presença rara.5 mUI/mL H.POSITIVO NOTA: NA PRESENÇA DE RESULTADOS INDETERMINADOS. às vezes. embora o mais seguro seja 15 dias após a implantação. tão cedo quanto apos 7 dias da implantação. O Beta HCG dosado por quimioluminescencia é sensível o bastante para detectar uma gravidez normal. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas dos ovarios e testiculos. mas possível dos anticorpos heterofílicos. A CRITÉRIO CLINICO. Esta aumentada na gravidez. tais ensaios não necessariamente detectam moléculas degradadas ou homogeneas encontradas nas doenças trofloblasticas. coriocarcinoma. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 3. Pode estar pouco elevado na gravidez ectopica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente.NEGATIVO DE 3. SUGERE-SE.D. mas possível dos anticorpos heterofílicos. Deve-se ter em mente. tais ensaios não necessariamente detectam moléculas degradadas ou homogeneas encontradas nas doenças trofloblasticas.0 mUI/mL . às vezes.

È usado no diagnóstico de gravidez ectopica e extremamente útil no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cirurgico ou quimioterapico da neoplasia de celulas germinativas. 8H COMENTÁRIOS: O H. . NAO HAVENDO CORRELAÇAO CLÌNICA SUGERE-SE HCG NO SANGUE (SORO).CROMATOGRAFICO OBS. QUANDO HOUVER SUSPEITA CLÍNICA. Tem prevalência de 90% nos países em desenvolvimento.O. UM RESULTADO NEGATIVO NÃO DEVE SER CONSIDERADO ISOLADAMENTE PARA EXCLUSAO DE GRAVIDEZ.C. A CRITÉRIO MÉDICO. coriocarcinoma. A DOSAGEM DO BETA-HCG DEVE SER AVALIADA EM CORRELAÇAO COM O QUADRO CLÌNICO. ANTICORPO IgG MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. Esta diminuindo na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectopica.G. ISOLADAMENTE.G. SUGERINDO. H. H. INSUFICIENTE PARA O DIAGNÒSTICO DE GRAVIDEZ.: O HCG URINÀRIO SOFRE AS VARIAÇOES DA DILUIÇAO OU CONCENTRAÇAO DA URINA. REPETIÇÃO APOS 7 DIAS. 4H COMENTÁRIOS: MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: HOMEM: MENOR QUE 2. SENDO UM RESULTADO POSITIVO.7 mUI/Ml HELICOBACTER PYLORI. BETA (MASCULINO) MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: J. pylori é uma bacteria gram negativa que tem forte associação com ulcera gástrica. BETA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HCG é uma Glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). MÈTODO: IMUNOENSAIO .MANUAL DE EXAMES ESTIVEREM ENTRE 3 100 mUI/mL.D. Esta aumentando na gravidez. mola hidatiforme e neoplasias de celulas germinativas do ovário e testiculos. duodenal e gastrite crônica.C. ATENÇÃO ESPECIAL PARA SUA EVOLUÇÃO.

mas também podem permanecer por anos. Uso crônico de anti-inflamatórios esteróides podem diminuir a sensibilidade do teste.NEGATIVO : MENOR QUE 18 U/mL . Sua associação com dispepsia nao ulcerosa é menos definida. mas não erradicado pode ocorrer redução transitória dos anticorpos. níveis de anticorpos podem cair para valores de 50% dos iniciais. Os imunoensaios têm sensibilidade de 95% e especificidade de 90%.INDETERMINADO: ENTRE 18 E 22 U/mL .10 HELICOBACTER PYLORI-PCR QUALITATIVA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HELICOBACTER PYLORI .REAGENTE : INDICE MAIOR QUE 1. idosos e pacientes em dialise. pylori suprimidos. MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: . Após tratamento de erradicação efetivo. Em pacientes nao tratados.90 E 1.90 . titulos de anticorpos permanecem elevados por anos.10 . A sorologia para H.NEGATIVO : INDICE MENOR QUE 0. pylori é um dos métodos de detecção. Possibilidade de falso. Na presença de H. com sua elevação apos suspensão do tratamento.REAGENTE : MAIOR QUE 22 U/mL HELICOBACTER PYLORI.INDETERMINADO: INDICE ENTRE 0.TESTE RESPIRATORIO MATERIAL: IN VIVO TEMPO DE JEJUM: JO 6H COMENTÁRIOS: .negativos em imunocomprometidos.MANUAL DE EXAMES Infecção persistente esta relacionada com risco aumentado de carcinoma e linfoma gástricos. ANTICORPO IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: .

Homozigoto: Possui mutação nos dois cromossomos.MANUAL DE EXAMES Indicação: Diagnóstico de gatrites e ulcera gástrica e duodenal causada pelo H.18% (atividade ureastica no trato gastrointestinal superior). HEMACIAS. H63D e S65C. Heterozigoto: Possui mutação em um dos cromossomos e esta associada com aumento discreto do Ferro Serico. Esta associada com aumento do Ferro Serico. avaliação de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pre-natal. A analise molecular deve ser solicitado para a confirmação do diagnóstico clínico de hemocromatose.1. pode estar relacionada à ocorrêcia de varias mutações.000/ML HEMOCROMATOSE DIAGNÓSTICO MOLECULAR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemocromatose hereditária. pacientes com elevação inexplicável da ferritina ou saturação de transferrina.18% (ATIVIDADE UREASICA NO TRATO GASTROINTESTINAL SUPERIOR ). Nota: O estudo genetico da hemocromatose e indicado para elucidar a hipótese diagnóstico e determinar a predisposição de indivíduos com familiares afetados em apresentar a doença através da detecção das mutações. MÈTODO: CARBONO 14 VALOR DE REFERENCIA: 0. PESQUISA NO ESPERMA MATERIAL: LIQUIDO SEMINAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÈTODO: DIRETO MICROSCOPIA OTICA VALOR DE REFERENCIA: ATE 1. MÈTODO: PCR mini sequenciamento para C282Y. Homozigotico normal. Interpretação: 0. suspeita após avaliação clínica. O estudo genético da hemocromatose plus avalia as 3 mutações.17 .pylori e controle de tratamento. mais frequentemente relacionadas com o desenvolvimento desta patologia. uma desordem no metabolismo do ferro.17 ATÈ 1.000. da Ferritina e Saturação da Transferrina. C282Y. da Ferritina e Saturação da Transferrina. H63D e S65C INTERPRETAÇAO: Negativo: Não possui mutação. Mutações em outros genes ou outras mutações que causem hemocromatose não estão excluidas por este exame. .

Sua determinação é indicada na pesquisa das beta. Normalmente o valor da HbF para crianças no primeiro mês de vida é de 40 a 90%.: O VALOR DE REFERENCIA DE HEMOGLOBINA FETAL PARA CRIANÇAS NO PRIMEIRO MES DE VIDA E DE 40 A 90%.5 A 3. ESTE VALOR DECRESCE GRADATIVAMENTE ATINGINDO O VALOR NORMAL DE ADULTO APROXIMADAMENTE NO 5o. Este valor decresce gradativamente atingido o valor normal de adulto aproximadamente no 5o mes devida.7% HEMOGLOBINA FETAL MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Hbf é formada por duas cadeias tipo alfa e duas tipo gama. onde ocorre falha na síntese de cadeias beta. HEMOGLOBINA A2 MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemoglobina A2 é formada por duas cadeias tipo alfa e duas cadeias tipo delta. Nos heterozigoticos (talassemias menor) ha produção reduzida de HbA e aumento de HbF e HbA2.MANUAL DE EXAMES OBS: A análise molecular das mutações C282Y. Taxas altas de HbF podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose hereditária.CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC): ATE 2.talassemias.0% . Também se presta para o diagnóstico da Persistência Hereditária de Hemoglobina Fetal. anemia falciforme.SINGER . devido as condições da amostra. caso ocorra qualquer problema técnico com o minisequenciamento no dHPLC. intermediária e maior) quando serão encontrados valores aumentados de HbF. H63D e S65c também pode ser realizada pelo método de PCR RFLP. leucemias agudas e crônicas. resultando em um excesso de cadeias alfa.0% OBS.0% : ATE 2.BETKE : ATE 3.MES. MÈTODO: [ ] SINGER [ ] BETKE [ ] CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: . Sua determinação esta indicada no diagnóstico das beta-talassemias (menor. . MÈTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALOR DE REFERENCIA: 2.

As anormalidades da síntese da hemoglobina são divididas em 3 grupos: 1) produção de molecula anormal (ex. 2) redução na quantidade de proteína normal (ex. MÈTODO: DITIONITO DE SÒDIO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HEMOGLOBINA ELETROFORESE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A analise das hemoglobinas constitui importante método diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias. São conhecidas.MANUAL DE EXAMES HEMOGLOBINA H. Nos portadores de tracos alfa-talassemicos pode ser difícil a visualização. A HbF predomina.TESTE DE SOLUBILIDADE MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste positivo indica presença da hemoglobina anomala S em heterozigose ou homozigose. ao nascimento. Na doença da Hemoglobina H inclusões específicas são facilmente demonstráveis em grande numero nos eritrócitos. Teste falso. 400 hemoglobinas variantes. A principal hemoglobina (Hb) dos adultos é a HbA. com seus níveis.negativos pode ocorrer por quantidades indetectáveis de hemoglobina S. . com pequenas quantidades de HbA2 e HbF. decrescendo ate os 36 meses de idade. aproximadamente.: drepanocitose). MÈTODO: AZUL CRESIL BRILHANTE VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE HEMOGLOBINA H HEMOGLOBINA S.: talassemia). pois os agregados apresentam-se em menor quantidade ou são raros. Deve-se ressaltar que não ha formação de corpos de heinz. PESQUISA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hemoglobina H é formada por tetrameros de cadeias beta. Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras.

7% HEMOGLOBINA FETAL: ATE 2. Permite a quantificação precisa da HbA2. sendo importante para diagnóstico do traco talassemico. As hemoglobinopatias são um grupo de desordens geneticas caracterizadas pela produção anormal de cadeias de hemoglobina.3 A 96.: persistência de hemoglobina HEMOGRAMA MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD DE 4H. aproximadamente.TRIAGEM NEONATAL MATERIAL: CARTÃO PKU TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do pezinho. em pH alcalino. MÈTODO: [ ] ELETROFORESE EM PH ALCALINO [ ] CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALOR DE REFERENCIA: AUSENCIA DE HEMOGLOBINA ANOMALA anormalidade de desenvolvimento (ex. Ao contrário da eletroforese em acetato de agarose. 400 hemoglobinas variantes. COMENTÁRIOS: . foram específicadas. A HbF predomina ao nascimento. a HPLC permite diferenciações. 2) redução na quantidade de proteína normal (ex. com seus níveis decrescendo até os 36 meses de idade. uma vez que migravam para areas comuns a eletroforese. As anormalidades da síntese da hemoglobina sao divididas em 3 grupos: 1) produção de molecula anormal (ex.0% HEMOGLOBINOPATIAS . São conhecidas.: persistência de hemoglobina fetal). Apresentam alta prevalência na população brasileira em virtude da miscigenação racial. MÉTODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE (HPLC) VALORES DE REFERENCIA: HEMOGLOBINA A1 : 94.: drepanocitose). Acrescenta-se que por meio da HPLC um grande numero de Hb anomalas.5% HEMOGLOBINA A2 : 2. e entre HbG e Hb Lepore. Resultados anormais devem ser confirmados pãos 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. entre HbA2 e HbC. O método HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Performance) é reprodutível e preciso para determinação de hemoglobinas variantes.: talassemia) 3) anormalidade de desenvolvimento (ex. como por exemplo. antes desconhecidas. O recém-nascido normal apresenta HbA e hemoglobina fetal (HbF). entre HbS e HbD.MANUAL DE EXAMES 3) fetal).5 A 3.

MÈTODO: CONTAGEM AUTOMATIZADA ATRAVES DE CITOMETRIA DE FLUXO VALORES DE REFERENCIA Hemacias : /mm3 g/dl % fl pg g/dl /mm3 % % % % % % % % % % || || || || || || || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || /mm3 || || Hemoglobina: Hematocrito: VCM : HCM : CHCM: Leucocitos . inflamações. Rotineiramente indicado para avaliação de anemias.MANUAL DE EXAMES Constitui importante exame de auxílio diagnóstico nao somente para doenças hematologicas e sistemicas. parasitoses. Através de avaliação quantitativa e morfologica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias congenitas e adquiridas. Fornece dados para classificação das anemias de acordo com alterações na forma.Global: Neutrofilos Bastonetes : Neutrofilos Segmentados: Linfocitos Monocitos Eosinofilos Basofilos Metamielocitos Mielocitos Promielocitos Blastos Plaquetas: OBS. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliação de distúrbios plaquetários. neoplasias hematologicas. tamanho. Orientam na diferenciação entre infecções viróticas e bacterianas.: : : : : : : : : /mm3 HEMOSSEDIMENTACAO [HS] MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: JD 8H COMENTÁRIOS: . cor e estrutura das hemacias e consequente direcionamento diagnóstico e terapeutico. intoxicações e neoplasias atraves das contagens global e diferencial dos leucocitos e avaliação morfologica dos mesmos. reações infecciosas e inflamatórias.

4+/4+: ferro medular aumentado MÈTODO: COLORACAO PELO AZUL DA PRUSSIA HEPATITE A. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. Na Artrite Reumatóide e Tuberculose é um indice de progressão da doença. congenitas e adquiridas. pois é também influenciado pela idade. alcoolismo. ciclo menstrual.HORA MULHER: 0 A 20 MM NA 1 a. Na arterite temporal é útil ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados.HAV TOTAL. embora não seja específico. MÈTODO: WESTERGREEN VALORES DE REFERENCIA: HOMEM: 0 A 15 MM NA 1 a.1+/4+ :ferromedular diminuindo normal . doença ulcerose. È tambem útil como teste de triagem em exames de rotina. mieloide aguda e outros. leucemia.HORA HEMOSSIDERINA MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: È um teste sensível para a avaliação da reserva medular de ferro e como auxílio a interpretação do mielograma. Os resultados devem ser interpretados a luz da historia clínica e podem ser utilizados parametros subjetivos a semi-quantitativos variando de 1+a4+. A VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do miocardio e Linfomas. cardiomiopatias. . endocrinopatias.HORA CRIANCA: 0 A 20 MM NA1 a. asma e uso de medicamentos. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO .2+/4+e3+/4+: ferromedular . È útil também para pesquisa de sideroblastos em anel que ocorrem nos casos de anemia refrataria.MANUAL DE EXAMES A velocidade de hemossedimentação (VHS) é um fenomeno não específico e sua medida é clinicamente útil em desordens associadas com produção aumentada de proteínas de fase aguda. anemias sideroblasticas.

não é indicado a mensuração dos titulos de anticorpos após a vacinação. Na prática. Anti-HAV IgG: é detectado logo após Anti-HAV IgM e seus titulos aumentam gradualmente com a infecção. A resposta imunológica a vacina contra hepatite A é fundamentalmente do tipo IgG. água ou alimentos contaminados. Anti-HAV IgG: é detectado logo após Anti-HAV IgM e seus titulos aumentam gradualmente com a infecção. por contato interpessoal. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. em geral. água ou alimentos contaminados. Na prática. uma vez que o limiar de corte dos testes comercializados é superior ao nível mínimo reconhecido como protetor. MÈTODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HAV IgM.MANUAL DE EXAMES HAV IgG. persistindo por toda a vida e indicando imunidade. mais baixos que os induzidos pela infecção natural. ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. uma vez que o limiar de corte dos testes comercializados é superior ao nível mínimo reconhecido como protetor. uma vez que os titulos de anticorpos induzidos pela vacina são. Período de incubação varia de 10 a 50 dias. sendo a infecção subclinica em 90% dos menores de 5 anos e 70 a 80% dos adultos. Intervalo entre mamadas para lactentes. sendo a infecção subclinica em 90% dos menores de 5 anos e 70 a 80% dos adultos. sendo que o Anti-HAV IgG pode não ser detectado após vacinação. Intervalo entre mamadas para lactentes. A resposta imunológica a vacina contra hepatite A é fundamentalmente do tipo IgG. Período de incubação varia de 10 a 50 dias. METODO: ELETROQUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . mais baixos que os induzidos pela infecção natural. uma vez que os titulos de anticorpos induzidos pela vacina são. não é indicado a mensuração dos titulos de anticorpos após a vacinação. COMENTÁRIOS: O vírus da Hepatite A é um RNA vírus de transmissão feca-oral. persistindo por toda a vida e indicando imunidade. em geral. COMENTÁRIOS: O vírus da Hepatite A é um RNA vírus de transmissão feca-oral. sendo que o Anti-HAV IgG pode não ser detectado após vacinação. por contato interpessoal.

(INFANTIL) MATERIAL: VACINAS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: +-------------------------------------------------------------------------+ | | CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO PARDINI 2006 BASEADO NA SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES | | +------------+------------------------------------------------------------+ | IDADE | V A C I N A S | +------------+------------------------------------------------------------+ | AO NASCER | BCG + HEPATITE B | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 2 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS + HEPATITE B (HEXA)+ PNEUMO | | CONJUGADA + ROTAVIRUS | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 3 MESES | MENINGOCOCO C CONJUGADA | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 4 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS (PENTA)+ PNEUMO CONJUGADA + | | ROTAVIRUS | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 5 MESES | MENINGOCOCO C CONJUGADA | +------------+------------------------------------------------------------+ | | | 6 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS + HEPATITE B (HEXA) + PNEUMO| | CONJUGADA + GRIPE | | | +------------+------------------------------------------------------------+ | 7 MESES | GRIPE | +-------------------------------------------------------------------------+ | 9 MESES | FEBRE AMARELA | +-------------------------------------------------------------------------+ | 12 MESES | TRIPLICE VIRAL + VARICELA (CATAPORA) + HEPATITE A | +-------------------------------------------------------------------------+ | 15 MESES | DTP + POLIOMIELITE + HEMOFILOS (PENTA)+ PNEUMO CONJUGADA | +-------------------------------------------------------------------------+ | 18 MESES | HEPATITE A | +-------------------------------------------------------------------------+ | 4 A 6 ANOS | DTP + TRIPLICE VIRAL + POLIOMIELITE | +-------------------------------------------------------------------------+ | 10 ANOS | FEBRE AMARELA | +-------------------------------------------------------------------------+ |14 A 16 ANOS| dTpa ADULTO (TRIPLICE BACTERIANA ADULTO) | +-------------------------------------------------------------------------+ IMPORTANTE: CRIANÇAS PODEM RECEBER VACINA CONTRA POLIOMIELITE ORAL NOS DIAS NACIONAIS DE VACINAÇÃO .MANUAL DE EXAMES HEPATITE B .

ESTE EXAME E REALIZADO EM AMOSTRA ENVIADA PELO LABORATÒRIO CONVENIADO. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. A pesquisa de DNA do HBV no soro é marcador mais sensível na avaliação de infectividade e replicação viral em pacientes portadores crônicos.MANUAL DE EXAMES HEPATITE B PCR QUALITATIVO-HBV. Cerca de 10% das infecções pelo HBV tornam-se crônicas.TESTE DE RESISTÊNCIA AOS ANTIVIRAIS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: . da familia Hepadnaviridae. HEPATITE B . RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. PCR QUANTITATIVO MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ùtil para avaliação do prognóstico e acompanhamento da resposta terapeutica dos pacientes portadores cronicos do HBV. variando o quadro clínico desde o estado de portador assintomático a hepatite crônica ativa. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) O VALOR MINIMO QUANTIFICAVEL E DE 1000 COPIAS DE DNA VIRAL/ML. EMBORA RARAMENTE.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. Ùtil no diagnóstico de infecção por cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia é negativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). HEPATITE B PCR QUANTITATIVO-HBV. PCR QUALITATIVO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A hepatite B é causada por um vírus envelopado de DNA circular.QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. que pode evoluir para a cirrose hepatica e cancer hepatocelular.

HEPATITE C-HCV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO8h. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA . Falsopositivos podem ocorrer em grávidas. Mutação na região YMDD da DNA polimerase (posicao 552): Mutação M552V: a substituição da metionina (M) pela valina na posição 552 leva a uma redução de 150 a 300 vezes da sensibilidade a lamivudina.positivos. ajudando a guiar possiveis decisões terapeuticas contra o HBV. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo são falso. entretanto.Intervalo entre mamadas para lactentes.0 = REAGENTE . A janela imunológica tem sido descrita como de ate seis meses.000 vezes da sensibilidade.MANUAL DE EXAMES Indicado para avaliação do paciente que não esta respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir. As mutações associadas à resistência ao tratamento anti-viral sao: . Mutação L528M: a substituição do aminoacido leucina (L) pela metionina (M) na posicao 528 na proteína da DNA polimerase leva a redução de 18 vezes da sensibilidade a lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. principalmente em individuos submetidos a uma terapia prolongada. ensaios de terceira geração podem reduzir esse tempo para seis a nove semanas. È descrito para estes ensaios sensibilidade de 99% em individuos imunocompetentes e de 60% a 90% em imunocomprometidos. com redução de cerca de 10.0 = NEGATIVO INDICE DE 1. entretanto. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) E FRAGMENTACAO POR ENZIMA DE RESTRIÇAO DO GENE DA DNA POLIMERASE DO HBV.CLIA VALORES DE REFERENCIA: INDICE MENOR QUE 1. permitindo o reaparecimento do DNA do virus no soro. 70% dos infectados evoluem para forma cronica. . complementação da investigação com RIBA (ensaio immunoblot recombinante) ou reção em cadeia da polimerase (PCR). vacinação para influenza. O surgimento de mutações no gene da DNA polimerase do HBV levam a resistência a estes antivirais.0 A 2.0 = INDETERMINADO INDICE MAIOR QUE 2. A confirmação da soropositividade requer a criterio médico. Mutação M552I: a substituição da metionina (M) pela isoleucina (I) na posicao 552 esta relacionada com uma resistência a lamivudina bastante acentuada. hipergamaglobulinemia. fator reumatóide e doenças reumáticas. COMENTÁRIOS: O virus da hepatite C frequentemente causa infecção assintomática. sendo que 20% desses evoluirão para cirrose apos 20 anos de infecção.

a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta terapeutica do 1000 paciente UI/mL com para infecção que a crônica. 1c.000. MÈTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE E ENZIMA DE RESTRIÇAO (PCR E RFLP) . Portadores do vírus do genotipo 1. O valor minimo quantificável é de 615 UI/mL. HEPATITE C GENOTIPAGEM MATERIAL: SORO /PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabilidade genetica. Baseado em estudos de sequenciamento genetico. MÈTODO: bDNA (Branched DNA) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. 4. principalmente o 1b. o que corresponde aproximadamente ao numero de cópias de RNA do HCV/mL. bDNA QUANTITATIVO MATERIAL: SORO /PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Exame útil para determinar a carga viral para avaliação da resposta terapeutica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV.MANUAL DE EXAMES HEPATITE C. Devido a padronização da Organizacao Mundial de Saúde (OMS).000 UI/mL apresentam pior prognóstico. QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. 3a. 5 e 6. Valores acima de 2. o que leva a uma grande heterogeneidade em suas sequencias de nucleotideos. Sendo assim. os laudos de bDNA para HCV passaram a ser liberados em UI/mL.: DEVIDO A PADRONIZAÇAO DA ORGANIZAÇAO MUNDIAL DE SAÙDE (OMS). exame È necessário possa do ser teste carga realizado. o HCV foi classificado em seis maiores genotipos e vários subtipos designados: 1a. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. 2c. 2b. apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. 2a. O VALOR MININO QUANTIFICAVEL E DE 615 UI/ml. 3b. OS LAUDOS DE bDNA PARA HCV PASSARAM A SER LIBERADOS EM UI/ml. O QUE CORRESPONDE APROXIMADAMENTE AO NUMERO DE CÒPIAS DO RNA DO HCV/ml. 1b. podem viral superior a com esse Amostras não quantidades inferiores sensibilidade apresentar particulas virais sufucientes para a amplificação e analise do gene do HCV e o resultado sera liberado como inconclusivo.

A realização do PCR qualitativo é indicada para: . A infecção aguda é frequentemene inaparente e cronifica-se em cerca de 50 a 60% dos casos. Detectar a presença do vírus precocemente. Eventualmente. Valores acima de 2. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) . pode progredir para a cirrose hepatica e carcinoma hepatocelular. RESULTADOS FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO.000 UI/mL apresentam pior prognóstico. os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. podendo evoluir para hepatite cronica. EMBORA RARAMENTE.1 log. HEPATITE C PCR QUANTITATIVA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Exame útil para determinar a carga viral para avaliação da resposta terapeutica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. transplante) que podem permanecer soronegativos. A sensibilidade do PCR HCV qualitativo é de 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). . Confirmar a presença da infecção ativa (com replicação viral) pelo HCV. o que corresponde aproximadamente ao numero de cópias de RNA do HCV/mL. Devido à padronização da Organização Mundial de Saúde (OMS). QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO. MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. após um resultado sorologico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV Meia) ver algoritmo. ESTE EXAME È REALIZADO EM AMOSTRA ENVIADA PELO LABORATÒRIO CONVENIADO. a partir da 1a a 2a semana após a exposição. A diferença entre UI/mL e copias/mL é de aproximadamente 0.MANUAL DE EXAMES HEPATITE C PCR QUALITATIVA MATERIAL: SORO/PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HCV é o principal agente das hepatites não A e não B. È um vírus RNA pertencente à familia Flaviviridae.000. Fazer o diagnóstico da infecção pelo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV. O valor minimo quantificavel é de 600 UI/mL.

infecção ou superinfecção (pacientes ja infectados pelo vírus B).10 .POSITIVO : INDICE SUPERIOR A 1. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES COMENTÁRIOS: È causada por um RNA vírus incompleto que necessita como envoltório. do antigeno de superficie do vírus da Hepatite B para sua expressão. A superinfecção pelo HDV resulta em 95.HEV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Surge 5 a 7 semanas apos a infecção. OS LAUDOS DE PCR QUANTITATIVO PARA HCV PASSARAM A SER LIBERADOS EM UI/ml.INDETERMINADO: INDICE ENTRE 0.NEGATIVO : INDICE INFERIOR A 0. METODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: . Apresenta periodo de incubação de 2 a 9 semanas.O VALOR MINIMO QUANTIFICAVEL E DE 600 UI/ml. O QUE CORRESPONDE APROXIMADAMENTE AO NUMERO DE CÒPIAS DO RNA DO HCV/ml. NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. HEPATITE D HDV ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H.infecção.MANUAL DE EXAMES VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS. no seu interior.10 . MÈTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO HEPATITE E. mais severas. com alto percental de casos fatais em gestantes (20%). sendo. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES COMENTÁRIOS: A hepatite E tem transmissão fecal-oral e apresenta clinica similar a hepatite A.90 A 1. Em individuos infectados pelo HBV ocorre uma simbiose que resulta em uma particular hibrida constituida.5% de cronicidade. porém. O diagnóstico baseia-se em imunoensaios para Anti-HDV que utilizam antígenos recombinantes do HDAg.QUE E UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO.: DEVIDO A PADRONIZAÇAO DA ORGANIZAÇÂO MUNDIAL DE SAUDE (OMS). È importante salientar que Anti-HDV pode formar-se tardiamente na co.90 . de antígeno e genoma delta recoberto por HBsAg. Infecção pode ocorrer como co.

herpes neonatal. Na infecção pelo herpesvírus e na infecção pelo vírus varicela zoster. A presenca destas celulas (celulas de Tzanck). ocorre em 50% dos casos de infecção herpetica. certoconjuntivite.MANUAL DE EXAMES HERPES VÍRUS SIMPLES I E II SOROLOGIA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HERPES VÍRUS CULTURA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A cultura para herpesvirus confirma os achados da pesquisa de celulas herpeticas. lesões cutaneas. celulas epiteliais infectadas mostram mudanças em suas características. incluindo multinucleação e marginacao da cromatina. O herpesvirus esta associado com gentivoestomatite. Este método não diferencia entre infecções pelo herpes virus tipo I ou II. permitindo diferenciação com as infecções pelo virus varicela zoster. no exsudato das lesões. A cultura eh o metodo de escolha para apresentações clinicas com vesiculas. A reação em cadeia da polimerase é o método de escolha para pesquisa do herpesvirus no liquor. MÉTODO: INOCULAÇAO EM MONOCAMADAS DE CULTURA DE CELULAS HEP2 HERPES VÍRUS PESQUISA DE CÉLULAS DE TZANCK MATERIAL: ESFREGAÇO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A infecção pelo herpesvírus simples pode ser assintomática ou causar lesões dolorodas em pele e mucosas. herpes labial. herpes genital. meningite asseptica e encefalite. HIDROCEFALIA LIGADA AO CROMOSSOMO X MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .

hidralazina. No LES pode ser encontrado em 50% a 70% dos pacientes e na AR em 20% dos casos. A excreção urinária de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do C-telopeptideo. Procainamida.MANUAL DE EXAMES HIDROXIPROLINA TOTAL MATERIAL: URINA DE 24H. sendo abundante na matriz óssea.9 INDETERMINADO: 1. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES. juntamente com anticorpos para o ss-DNA. Níveis elevados são encontrados em crianças. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: NEGATIVO: MENOR OU IGUAL A 0. após fraturas e no hiperparatiteoidismo.0 A 1. Por sofrer interferências do colageno proveniente da dieta e dos demais tecidos. são drogas relacionados com o lupus induzido por drogas.5 HISTOPLASMA CAPSULATUM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .4 REAGENTE: MAIOR OU IGUAL A 1. Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacienes. estando elevado na ocorrencia de reabsorção e destruição óssea. quinidina e anticonvulsivantes. MÉTODO: COLORIMETRICO VALORES DE REFERENCIA: 1 A 5 ANOS 6 A 10 ANOS 11 A 20 ANOS : 10 A 38 MG/24 HORAS : 12 A 58 MG/24 HORAS : 70 A 140 MG/24 HORAS ACIMA DE 20 ANOS: 5 A 25 MG/24 HORAS HISTONA AUTO-ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. COMENTÁRIOS: Histonas são proteinas associadas ao DNA genômico. entre outros. TEMPO DE JEJUM: COMEMTÁRIOS: A Hidroxiprolina é um aminoacido essencial presente no colageno. na doença de paget.

: A SENSIBILIDADE DO PCR HIV-1 QUANTITATIVO ULTRASENSIVEL VARIA DE 50 A 75000 COPIAS DO RNA DO HIV-1/ML. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmação. MÉTODO: IMUNODIFUSAO RADIAL DUPLA HIV PCR QUALITATIVA (DIAGNÓSTICO) MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HIV-1 é um virus RNA. de 3 a 8 semanas após o contato inicial). especialmente sarcoma de kaposi e envolvimento do sistema nervoso. A sorologia negativa não exclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura não formarão bandas. que caracterizam a sìndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). MÈTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) OBS. Pacientes com carga viral menor que 50 copias/mL tem um prognostico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 copias/mL.MANUAL DE EXAMES A presença da reação de identidade contra a histoplasmina indica infecção ativa ou recente pelo Histoplasma capsulatum. Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizado por severa imunodeficiência associada a infecções oportunistas. A PCR qualitativa do HIV-1 é útil para: detectar o HIV-1 antes da soroconversão (período de janela imunologica. RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO. que infecta células que apresentam a molecula CD4 expressa na sua superficie (linfocitos T helper e monócitos). que tem duração. HIV PCR QUANTITATIVA ULTRA-SENSÍVEL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A realização deste exame esta indicada para acompanhar a resposta terapeutica após HIV. MÉTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) OBS.000 cópias/mL. EMBORA RARAMENTE. esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta infecção em crianças nascidas de mães sabidamente infectadas pelo HIV-1.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR. em geral. . PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral atingir valores abaixo de 75. desenvolvimento de tumores. QUE È UMA CARACTERÌSTICA DO MÈTODO. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma.

5 log10 (~3 vezes) não são consideradas significativas do ponto de vista clinico.MANUAL DE EXAMES NOTA: ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSONEGATIVO. maior é a destruição de células CD4. ESTE EXAME PODE APRESENTAR RESULTADO FALSO-POSITIVO E FALSO-NEGATIVO. De acordo com CDC (Center of Disease Control/USA/2000): paciente sintomatico. APENAS VARIAÇAO DE 0.000 (PCR) cópias/ mL. Aumento da carga viral após manter níveis indetectáveis sugerindo resistência aos antiretrovirais. Determinar quando iniciar o tratamento. Avaliar a eficácia das drogas anti-retrovirais. . Reduções.5 LOG NO NUMERO DE COPIAS DE RNA VIRAL/ML DEVE SER CONSIDERADA PARA DECISÕES TERAPEUTICAS.5 a 0. HIV QUANTITATIVO bDNA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: . HIV PCR QUANTITATIVA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A quantificação da carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: . Queda continua do numero de linfócitos CD4 (> 25%). NOTA: DEVIDO A VARIAÇOES INDIVIDUAIS E METODOLOGICAS DO TESTE. MÉTODO: PCR (REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE) O VALOR MINIMO QUANTIFICÁVEL. E DE 400 COPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA. As mais comuns são devido a ativação do sistema imune (infecções intercorrentes ou imunizações). após um mês de tratamento. Deterioração clinica.000 (NASBA) ou > 55. 2. Mudança de tratamento devera ser levado em conta se: Não ha queda de pelo menos 0. QUE É UMA CARACTERISTICA DO MÉTODO. aumentos ou oscilações entre dois resultados de exame decarga viral menores do que 0. Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progressao para AIDS).75 log na carga viral. Varios fatores podem influenciar a variação do RNA do HIV do plasma. Não diminui para níveis indetectáveis (< 50 copias/mL) em 4 a 6 meses. contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral > 30. Sabe-se que quanto maior o nível do RNA do HIV. Observações: 1. .QUE É UMA CARACTERÍSTICA DO MÉTODO.

sendo capaz de detectar ate 50 copias de RNA do HIV-1/mL. Este teste esta indicado para: . como os inibidores nucleosídeos e não nucleosideos da transcriptase reversa. HIV QUANTITATIVO NASBA EM TEMPO REAL MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O teste destina-se a ser utilizado para a amplificação baseada em Nasba e deteccao RNA do HIV-1 isolado em tempo real. Apresenta grande sensibilidade. Determinar a droga anti-retroiral de escolha quando o paciente apresenta falência ao tratamento atual. sera realizada uma atualização semestral da tabela de mutações relacionadas a resistência. Avaliar o padrão de resistência na mulher grávida. . Devido ao acumulo de dados relacionados à interpretação dos testes de resistência aos antiretrovirais. MÉTODO: bDNA (branched DNA) NOTA: O VALOR MINIMO QUANTIFICÁVEL E DE 50 COPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA. Estamos utilizando o sistema de pontuação das mutações (mutation score) do Hospital Universitario de Stanford. HIV-1.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O b-DNA é o teste aprovado pelo Ministerio da Saúde e utilizado na rede publica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Avaliar o padrão do virus infectante na fase aguda da infecção pelo HIV. . RESISTENCIA GENOTIPICA AOS ANTI-VIRAIS MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecta a presença de mutações no gene pol. genotipo e fenotipo e . do HIV-1. MÉTODO: NASBA EM TEMPO REAL NOTA: O VALOR MÍNIMO QUANTIFICAVEL E DE 50 CÓPIAS DE RNA VIRAL/ML DE PLASMA. O peso de cada mutação foi determinado através de estudos publicados que correlacionavam tratamento e genotipo. e aos inibidores da protease. que levam a resistência às drogas utilizadas no tratamento da infecção cronica.

2.MANUAL DE EXAMES finalmente. METODO: SEQUENCIAMENTO GENETICO DO DNA INIBIDORES NUCLEOSíDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NRTIs) +---------------------+--------------------------------+-------------+ | DROGA | PADRAO DE RESISTENCIA | PONTUACAO | +---------------------+--------------------------------+-------------+ | AZT (Zidovudina) | 3TC (Epivir) | ddI (Videx) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | Entricitabina (FTC) | | d4T (Zerit) | Abacavir (Ziagen) | Tenofovir (Viread) | Biovir (AZT + 3TC) | | | | +---------------------+--------------------------------+-------------+ INIBIDORES NãO-NUCLEOSíDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NNRTIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Nevirapina (Viramune) | | | | | | | | | | Delavirdina (Rescriptor)| | Efavirenz (Stocrin. | Sustiva) | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES DA PROTEASE (PIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Indinavir (Crixivan) | Ritonavir (Norvir) | Saquinavir (Invirase) | Nelfinavir (Viracept) | Amprenavir (Agenerase) | Lopinavir (Kaletra) | Atazanavir (Reyataz) | Tipranavir (TPV) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ HIV SOROLOGIA MATERIAL: . apesar. Resistência parcial (15 a 59): a inibição do crescimento "in vitro" não é total. 3. Resistente (>60): estes vírus apresentam alto grau de resistência "in vitro" ou não apresentaram resposta virológica durante tratamento com os anti-retrovirais. Valores entre 15 a 29 indicam um baixo grau de resistência e. Sensível (0 a 14): o vírus sequenciado não apresenta redução de susceptibilidade às drogas. genotipo e evolução clinica. O laudo de interpretação do resultado apresentara 3 níveis de resistência as drogas: 1. destes vírus apresentarem redução da sensibilidade as drogas "in vitro" alguns pacientes apresentando estas cepas apresentaram resposta virologica subotima ao tratamento.

e aos inibidores da protease. Avaliar o padrão do vírus infectante na fase aguda da infecção pelo HIV. O laudo de interpretação do resultado apresentara 3 níveis de resistência as drogas: 1. Avaliar o padrão de resistência na mulher grávida. Devido ao acumulo de dados relacionados à interpretação dos testes de resistência aos antiretrovirais. destes vírus apresentarem redução da sensibilidade as drogas "in vitro" alguns pacientes apresentando estas cepas apresentaram resposta virologica subotima ao tratamento. MÉTODO: SEQUENCIAMENTO GENETICO DO DNA INIBIDORES NUCLEOSÍDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA(NRTIs) +-------------------------+----------------------------------+--------| DROGA | PADRÃO DE RESISTÊNCIA | PONTUAÇÃO | . como os inibidores nucleosídeos e não nucleosideos da transcriptase reversa.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: HIV WESTERN BLOT MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Resistente (>60): estes vírus apresentam alto grau de resistência "in vitro" ou nao apresentaram resposta virologica durante tratamento com os anti-retrovirais. apesar. Resistência parcial (15 a 59): a inibição do crescimento "in vitro" não é total. Valores entre 15 a 29 indicam um baixo grau de resistência e. genótipo e evolução clínica. genotipo e fenotipo e finalmente. sera realizada uma atualização semestral da tabela de mutações relacionadas a resistência. Estamos utilizando o sistema de pontuação das mutações (mutation score) do Hospital Universitário de Stanford. do HIV-1. que levam a resistência às drogas utilizadas no tratamento da infecção cronica. Este teste esta indicado para: . 3. . 2. O peso de cada mutacao foi determinado atraves de estudos publicados que correlacionavam tratamento e genotipo. . Sensivel (0 a 14): o vírus sequenciado nao apresenta redução de susceptibilidade as drogas. Determinar a droga anti-retroiral de escolha quando o paciente apresenta falência ao tratamento atual. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTÁRIOS: HIV-1 GENOTIPAGEM MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Detecta a presença de mutações no gene pol.

MANUAL DE EXAMES +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | AZT (Zidovudina) | 3TC (Epivir) | ddI (Videx) | Entricitabina (FTC) | d4T (Zerit) | Abacavir (Ziagen) | Tenofovir (Viread) | Biovir (AZT + 3TC) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES NÃO-NUCLEOSÍDEOS DA TRANSCRIPTASE REVERSA (NNRTIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Nevirapina (Viramune) | | | | | | | | | | Delavirdina (Rescriptor)| | Efavirenz (Stocrin. a metionina e a serina. que é formada a partir de dois outros aminoacidos. | Sustiva) | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ INIBIDORES DA PROTEASE (PIs) +-------------------------+----------------------------------+-------------+ | Indinavir (Crixivan) | Ritonavir (Norvir) | Saquinavir (Invirase) | Nelfinavir (Viracept) | Amprenavir (Agenerase) | Lopinavir (Kaletra) | Atazanavir (Reyataz) | Tipranavir (TPV) | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | +-------------------------+----------------------------------+-------------+ HOMOCISTEINA BASAL E APÓS ESTÌMULO COM METIONINA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A homocisteína é um aminoacido gerado na via de síntese da cisteína. A hiper-homocisteinemia é um fator de risco independente para o desenvolvimento de doença arterial coronariana. . Níveis elevados de homocisteína no plasma também são encontrados nos casos de deficiência de vitamina B12.

MAIOR DE 65 ANOS : MENOR OU IGUAL A 20 MICROMOL/L HOMOCISTINÚRIA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Trata-se de um teste de triagem para detecção da homocistina na urina.MANUAL DE EXAMES B6 e ácido fólico. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LÍQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: . livedo reticular. uso de drogas (metotrexate. teofilina) e doenças como insuficiência renal cronica. Manifesta. Apresenta menor especificidade que a cromatografia de aminoácidos no diagnóstico da Homocistinuria. Alguns dos pacientes com esta aminoacidopatia excretam quantidades pequenas de homocistina na urina. principalmente no periodo neonatal.ENTRE 15 E 65 ANOS: MENOR OU IGUAL A 15 MICROMOL/L . fenitoina.MAIOR DE 65 ANOS : MENOR OU IGUAL A 20 MICROMOL/L APÓS SOBRECARGA ORAL DE METIONINA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 38 MICROMOL/L HOMOCISTEÍNA MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LÌQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: . retardo mental.se deste o nascimento com amplo espectro de anormalidades clínicas: miopia.ENTRE 15 E 65 ANOS: MENOR OU IGUAL A 15 MICROMOL/L . sendo o teste negativo.MENOR DE 15 ANOS : MENOR OU IGUAL A 10 MICROMOL/L . MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO . osteoporose. rash malar e tendência a trombose arterial e venosa. deformidades esqueléticas. hipotireoidismo e outras anormalidades.MENOR DE 15 ANOS : MENOR OU IGUAL A 10 MICROMOL/L .

Nos adultos. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limitrofe. Níveis baixos ou indetectáveis nao são úteis para o diagnóstico da baixa estatura.61 NANOG/ML ATENÇAO: MUDANÇA DOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 18/04/2007 HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE-FSH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. O FSH encontra-se em nível .O. menos evidente que o LH. ocorrendo cerca de oito picos diários em jovens. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: HOMEM : MENOR QUE 0.M. Encontra-se elevado na doença de Cushing (origem hipofisaria). Doença de Addison.97 NANOG/ML MULHER: MENOR QUE 3. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 46 PICOG/ML HORMÔNIO DO CRESCIMENTO GH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H OU C. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreção. bem como. COMENTÁRIOS: O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatogênenese no homem. Pode ocorrer liberação de HGH em condições fisiológicas após stress. È secretado de maneira pulsatil. raramente. o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio.MANUAL DE EXAMES HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO ACTH MATERIAL: PLASMA TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O ACTH é dosado principalmente para diagnóostico de desordens do eixo hipotalamo-hipofiseadrenal. exercicio físico e sono. valores moderadamente elevados não confirmam o diagnóstico de acromegalia. Esta diminuindo nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundária. em casos de síndrome ectopica do acth. em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectopica de ACTH. COMENTÁRIOS: A secreção do HGH é pulsatil. estes picos sao raros.

87 A .51 MUI/ML 5. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: . Realizamos a dosagem de LH (rápido) por outra metodologia para casos de fertilização in vitro. È secretado de maneira pulsatil. Na Síndrome dos Ovários Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. o que parece ser dundamental para a sua ação. Se for dosado de maneira seriada.24 A 8. mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofisaria e hipotalamica.27 A 19.se na puberdade ate níveis de adulto. nos ovários e nos testiculos.78 MUI/ML 22. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando.HOMEM : 1.MULHER: FASE FOLICULAR : FASE OVULATORIA: FASE LUTEINICA : POS MENOPAUSA 3.12 A 10.HOMEM : 1.79 A 8.MANUAL DE EXAMES relativamente elevado no primeiro ano de vida. Eleva-se precocemente na instalação da menopausa. valorizando-se a relação LH/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. O FSH eleva-se nas deficiências ovarianas ou testiculares.62 MUI/ML .89 MUI/ML ADULTOS: .MULHER: FASE FOLICULAR : FASE OVULATORIA: 19. Na Síndrome dos Ovarios Policisticos é valorizada sua relação com o LH.26 MUI/ML HORMONIO LUTEINIZANTE – LH MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H.85 A 4.86 MUI/ML 58.59 MUI/ML . pode determinar a data da ovulação. No sexo feminino.12 MUI/ML : 16. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofisarias ou hipotalamicas e na produção ectopica de hormônios esteróideos. Elevam-se na menopausa mais tardiamente que o FSH. na qual os valores de LH se elevam.18 A 103. MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA: PRE-PUBERES : MENOR QUE 0. seu grande aumento no meio do ciclo induz a ovulação.74 A 113.53 MUI/ML 2.54 A 1.64 MUI/ML : 10.20 A 12. Eleva-se nas patologias primariamente gonadais. COMENTÁRIOS: O LH é o hormônio estimulador das celulas intersticiais. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa.03 MUI/ML FASE LUTEINICA : POS MENOPAUSA 1.

Valores das relações RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. .Em virtude da biologia viral.1 cópia de vírus por célula. MÈTODO: Exame processado pela técnica da hibridização molecular associada a dos anticorpos monoclonais.31.sugere-se. 45.1 copia de vírus por célula.11.18.11. 52.equivalente a 0. e 44) e/ou RLU/PCB para os virus do grupo B (16. HPV.39.18.33. a comparação do resultado da Captura Hibrida com o da citologia e o da anatomia patologica.35.59 e 68) forem iguais ou maiores que. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. . indica-se colher nova amostra apos três meses do término da terapêutica.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. equivalente a 0. Nota:. Nesses casos. .Para aferir a eficácia do tratamento. Permite a detecção de 1 pg/mL de DNA-HPV.51. tecnologia Digene. antes de qualquer tratamento. 58. 43. a critério clinica.31.MANUAL DE EXAMES HPV-CAPTURA HÍBRIDA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Ùtil no diagnóstico e acompanhamento da infecção pelo HPV.33. Considerado POSITIVO quando as relações RLU/PCA para os vírus do grupo A (6.PCR-TIPAGEM MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O Papiloma Virus Humano (HPV) é um virus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos orgãos genitais e na região anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. 59 e 68)forem iguais ou maiores que 1 (um). indicam pequeno número de cópias virais por celula. 51. 39.45. . confirmar a presença de infecção ativa com nova coleta após intervalo de tres meses. Identifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical.35. Ha forte evidência de que o HPV desempenha um . a critério clinica. Considerando-se POSITIVO quando as relações RLU/PCA para os virus do grupo A (6. 58. a pesquisa do(s) tipo(s) especifico(s).Resultado NEGATIVO indica ausência de DNA-HPV dos tipos pesquisados .podendo significar infecção inicial ou em fase de remissão espontanea.42. 56.52.A Captura Hibrida contém as sondas gênicas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos oncogênicos.43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. 42. que permite a detecção de 1 pg/mL de DNAHPV.56.

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papel na carcinogenese da genitalia externa, das neoplasias intraepiteliais vulvares, dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do colo de útero. Em mais de 90% dos casos de cancer cervical, existe a presença de DNA do Papiloma Virus Humano (HPV). Existem mais de 70 genotipicos do HPV, e ja foram identificados mais de 30 tipos infectando a genitalia humana. Os tipos de HPV associadas à infecção genital são divididos em categorais de alto e baixo risco, conforme seu potencial oncogênico. Esta técnica apresenta alta sensibilidade para detecção da infecção pelo HPV e é capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às lesões clínicas. Identifica também a presença de infecções mistas (por mais de um tipo diferente). Nota: Sensibilidade do teste é de 15 copias do genoma do HPV. Para aferir a eficácia do tratamento, indica-se colher nova amostra após três meses do término da terapeutica. MÉTODO: REAÇAO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) E POLIMORFISMO DE FRAGMENTOS POR ENZIMA DE RESTRIÇAO (RFLP). INTERPRETAÇAO OS TIPOS DE HPV ASSOCIADAS À INFECÇÃO GENITAL SAO DIVIDIDOS EM CATEGORIAS DE ALTO E BAIXO RISCO, CONFORME SEU POTENCIAL ONCOGENICO (VER TABELA ABAIXO).
+--------------------------------------------------------+ | TIPO DO HPV | RISCO

+-----------------+--------------------------------------------------------+| | ASSOCIACAO FREQUENTE | ASSOCIACAO MENOS FREQUENTE |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+ | | | ALTO RISCO | 16,18 | | | 26, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, | | 53, 56, 58, 59, 66, 68, 69, 73, | | E 82 |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+ | | BAIXO RISCO | | 6,11 6,11 | 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, | | 81 E CP6108 |

+-----------------+----------------------+---------------------------------+

NOTA: SENSIBILIDADE DO TESTE E DE 15 COPIAS DO GENOMA DO HPV. PARA AFERIR A EFICÁCIA DO TRATAMENTO, INDICA-SE COLHER NOVA AMOSTRA APÓS TRÊS MESES DO TÉRMINO DA TERAPEUTICA.

HTLV I E II MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: MÉTODO: IMUNOENSAIO EM LINHA (INNO-LIA HTLV I/II SCORE)

LINHAS CONFIRMATORIAS
ANTI-GAG P19 I/II :

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ANTI-GAG P24 I/II : ANTI-ENV GP46 I/II: ANTI-ENV GP21 I/II:

LINHAS DISCRIMINATORIAS
ANTI-GAG P19 I ANTI-ENV GP46 I ANTI-ENV GP46 II : : :

INTERPRETAÇÃO: +-------------------------------------------------------+ | CONFIRMAÇÃO |

+-----------------------------------------+-------------+ |1- NENHUMA LINHA | NEGATIVO |

+-----------------------------------------+-------------+ |2- LINHA ISOLADA | NEGATIVO |

+-----------------------------------------+-------------+ |3- LINHAS MULTIPLAS |SOMA DAS INTENSIDADES: MENOR QUE 2 | ------------------| |

|INDETERMINADO| +-------------+ |

|SOMA DAS INTENSIDADES: MAIOR OU IGUAL A 2| |A. SOMENTE LINHAS GAG(P19 + P24) | -------------------

|INDETERMINADO| +-------------+ | POSITIVO |

|B. SOMENTE LINHAS ENV(GP46 + GP21) | -------------------

+-------------+ | POSITIVO |

|C. LINHAS GAG E ENV

+-----------------------------------------+-------------+--------+ | DISCRIMINAÇÃO |

+-----------------------------------------+----------------------+ |1- ENV GP46-1 MAIOR QUE ENV GP46-2 |OU SE GAG P19-1 MAIOR QUE 0 | | HTLV-I | |

+-----------------------------------------+----------------------+ |2- ENV GP46-2 MAIOR QUE ENV GP46-1 |OU SE GAG P19-1 IGUAL A 0 | | HTLV-II | |

+-----------------------------------------+----------------------+ |3- OUTRAS COMBINACOES |POSITIVO (NAO TIPAVEL)|

+-----------------------------------------+----------------------+

HTLV - I, PCR MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O HTLV-1 é um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de celulas T do adulto (LLTA), com uma desordem neurológica denominada de "paraparesia espastica tropical" e com a

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mielopatia associada ao HLTV- I (MAH). Sua transmissão ocorre através de transfusão de sangue, contato sexual e seringas contaminadas (usuarios de drogas). A transmissão perinatal ainda não foi comprovada. A presença de anticorpos anti-HTLV-I, detectados atraves do Elisa, é encontrado em alta frequencia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. Todo Elisa positivo devera ser confirmado através da técnica Western blot ou do PCR. O PCR esta indicado tambem para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. MÉTODO: REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE - PCR VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO OBS.: ESTE EXAME PODE APRESENTAR EMBORA RARAMENTE RESULTADOS FALSOPOSITIVO E FALSO-NEGATIVO, QUE È UMA CARACTERISTICA DO MÈTODO.

I
IA2 ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H. COMENTÁRIOS: O diabetes mellitus tipo 1 é caracterizado pela infiltração linfocitica das ilhotas pancreaticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das celulas beta. Anticorpos anti IA-2 sao observados em 48-80% dos pacientes com diagnóstico recente de diabetes tipo 1 e em 2% dos parentes de primeiro grau de diabéticos tipo 1, correlacionando-se com progressao da doença. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 0,50 U/ML

IDENTIFICAÇÃO DE PORTADORES DO GENE FMR1 MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

IGE MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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IGF-1 – SOMATOMEDINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: O IGF-1 é um peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. Valores baixos são observados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade), hipopituitarismo, desnutrição, diabetes mellitus, hipotireoidismo, síndrome de privação maerna, atraso puberal, cirrose, hepatoma, nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. Valores baixos são também encontrados nos tumores de hipófise nao funcionantes, no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. Valores altos ocorrem na adolescencia, puberdade precoce verdadeira, gestação, obesidade, gigantismo e acromegalia, retinopatia diabética. MÈTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | NANOG/ML |

+--------------+---------------+ | | | | | | | | | | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 27 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | |

8 A 15 DIAS | MENOR QUE 42 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 55 A 327 51 A 303 49 A 289 49 A 283 50 A 286 52 A 297 57 A 316 64 A 345 74 A 388 88 A 452 111 A 551 143 A 693 183 A 850 220 A 972 237 A 996 226 A 903 193 A 731 163 A 584 141 A 483

| 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS

MÉTODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALORES DE REFERENCIA >>> ATENÇAO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA <<< +--------------+---------------+ | FAIXA ETARIA | MCG/ML | +--------------+---------------+ | | 1 A 7 DIAS | MENOR QUE 0.MANUAL DE EXAMES | 20 ANOS | 127 A 424 116 A 358 117 A 329 115 A 307 109 A 284 101 A 267 94 A 252 87 A 238 81 A 225 75 A 212 69 A 200 64 A 188 59 A 177 55 A 166 | | | | | | | | | | | | | | | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | +--------------+---------------+ IGFBP-3 .4 | 8 A 15 DIAS | .5 A 1.PROTEINA LIGADORA-3 DO IGF MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H COMENTÁRIOS: Os fatores de crescimento Insulin Like (IGFs) constituem uma familia de peptideos com homologia estrutural a insulina. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores.8 | 0. Recentemente. atividades da IGFBP-3 tem sido identificadas (em particular como agente apoptótico. No plasma os IGFs estao ligados a uma familia de proteínas ligadoras (IGFBPs). uma categora composta agora por 10 membros. com potentes ações anabolicas e mitogenicas. Sua determinação é utilizada na avaliação de desordens do exigo GH-IGF-1. inibindo a proliferação celular). a IGFBP-3 é a mais estudada. De todas as IGFBPs. acreditava-se que sua única função era o transporte das IGFs. entretanto. Originalmente. sendo a mais abundante na circulação e ligando aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.

9 A 4.3 1.2 2.8 3.9 A 7.5 3.9 0.8 3.4 A 6.6 3.4 A 6.2 3.8 A 5.9 3.7 3.1 2.8 A 3.7 3.1 A 7.6 3.5 A 7.7 1.3 A 6.8 A 7.4 A 9.2 A 6.7 2.7 2.1 1.5 A 10 3.5 A 5.5 A 7.6 3.9 3.MANUAL DE EXAMES | | | | | | | | | 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS 4 ANOS 5 ANOS 6 ANOS 7 ANOS 8 ANOS 9 ANOS | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 0.5 3.6 1.4 A 6.2 A 4.1 2.4 A 8.0 3.6 0.5 | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | | 10 ANOS | 11 ANOS | 12 ANOS | 13 ANOS | 14 ANOS | 15 ANOS | 16 ANOS | 17 ANOS | 18 ANOS | 19 ANOS | 20 ANOS | 21 A 25 ANOS | | 26 A 30 ANOS | | 31 A 35 ANOS | | 36 A 40 ANOS | | 41 A 45 ANOS | | 46 A 50 ANOS | | 51 A 55 ANOS | | 56 A 60 ANOS | | 61 A 65 ANOS | | 66 A 70 ANOS | | 71 A 75 ANOS | | 76 A 80 ANOS | | 81 A 85 ANOS | +--------------+---------------+ IMUNOCOMPLEXOS CIRCULANTES 9C1q IgG MATERIAL: SORO .6 A 6.4 A 6.4 2.7 A 8.7 A 3.3 A 10 3.1 A 9.3 2.2 1.4 A 7.0 A 6.3 A 6.1 A 7.0 A 4.9 A 7.5 1.9 2.1 A 5.2 A 8.3 A 5.7 3.

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TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Os imunocomplexos circulantes não são normalmente expressos em individuos saudáveis, mas são rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide e lupus eritematoso sistêmico durante doença ativa. MÉTODO: IMUNOENSAIO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 34 MCG/ML

IMUNOFIXAÇÃO MATERIAL: LÌQUOR TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: METODO: IMUNOFIXACAO

IMUNOFIXAÇÃO MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H COMENTÁRIOS: Quando paraproteinas são detectadas na eletroforese de soro, urina ou líquor devem ser classificadas pela imunofixação. As imunoglobulinas monoclonais, também chamadas de paraproteinas ou Proteínas M, derivam de uma única linhagem de células plasmaticas que podem produzir altas concentrações de um único anticorpo monoclonal que aparece como uma linha estreita na eletroforese (ex.: mieloma multiplo, macroglobulinemia de Waldestrom, amiloidose, gamopatia monoclonal de significado indeterminado). A imunofixação, que substitui a técnica de imunoeletroforese por ser mais sensível e rapida, combina as técnicas de eltroforese e imunoprecipitação. Após a separação das proteínas séricas por eletroforese, antisoro (contra IgA, IgG, IgM, cadeia leve Kappa e Lambda) é colocado sobre as frações separadas. As proteínas não precipitadas são lavadas e o imunoprecipitado é a seguir corado. A presença de proteína M é caracterizada na imunofixação pela presença de uma banda bem definida associada com uma classe de cadeia pesada (IgM, IgG ou IgA) e banda de mesma mobilidade que reage com cadeia kappa ou lambda. Este método tem grande aplicação na identifição de proteínas M presentes em pequenas quantidades, que são difíceis de detectar por outros métodos. MÉTODO: IMUNOFIXAÇAO

IMUNOFIXAÇÃO

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MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS MÉTODO: IMUNOFIXAÇAO

IMUNOGLOBULINAS-IgG, IgA, IgM MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H; INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES. COMENTÁRIOS: Muitas doenças adquiridas ou congenitas levam a alterações das proteinas plasmaticas. Determinações periodicas de imunoglobulinas durante a doença nao somente permitem o monitoramento da evolução do paciente, mas também ajudam na avaliação da gravidade e na formulação de um diagnóstico. MÉTODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: IDADES 0 A 12 MESES: 1 A 4 A 7 A IgA 0 A 83 IgG 232 A 1411 453 A 916 IgM 0 A 145 MG/DL 19 A 146 MG/DL 24 A 210 MG/DL 32 A 208 MG/DL 31 A 180 MG/DL 35 A 239 MG/DL 15 A 188 MG/DL 23 A 259 MG/DL 46 A 304 MG/DL

3 ANOS : 20 A 100 6 ANOS : 27 A 195 9 ANOS : 34 A 305

504 A 1465 572 A 1474 698 A 1560 759 A 1550 716 A 1711 549 A 1584 751 A 1560

10 A 11 ANOS : 53 A 204 12 A 13 ANOS : 58 A 359 14 A 15 ANOS : 47 A 249 16 A 19 ANOS : 61 A 348 ADULTO : 82 A 453

IMUNOHISTOQUÍMICA MATERIAL: DIVERSOS TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

IMUNOLOGIA ESPERMA MATERIAL: TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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INDICAN, PESQUISA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O indican é o resultado da decomposição do triptofano intestinal, estando normalmente presente em tracos na urina. Sua absorção intestinal é maior na presença de constipação ou aumento da putrefação intestinal. Assim, o indican tem seu nivel aumentado em enterites, na obstrução intestinal, no íleo paralitico e nas neoplasias gastrintestinais. O indican também se apresenta elevado em quadros de decomposição bacteriana de proteínas corporeas, como septicemias e gangrenas. MÈTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NORMAL = TRACOS

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: O inseticida é distribuido uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: Cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar geral, transpiração excessiva, alteração dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiração deprimida, dispneia, salivação, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos cronicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TECNICO UTILIZADO, PERMITE A DETECCAO E

QUANTIFICACAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC,BETABHCGAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I,ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: URINA DE 24H TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS:

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São distribuidos uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar em geral, transpiração excessiva, alteracao dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiracao deprimida, dispneia, salivacao, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos cronicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO PERMITE A DETECÇÃO E

QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC, BETA-BHC GAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I, ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOCLORADOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: São distribuidos uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente no tecido abdominal, no cérebro e fígado. Os sinais de intoxicação aguda compreendem: cefaléia, anorexia, perda de peso, mal estar em geral, transpiração excessiva, alteração dos reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiração deprimida, dispneia, salivação, tremores e hepatomegalia, especialmente nos casos crônicos. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO, PERMITE A DETECCAO E

QUANTIFICACAO DOS SEGUINTES ORGANOCLORADOS: HEPTACLORO, ALDRIN, OPDDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, MIREX, ALFA-BHC, BETA-BHC GAMA-BHC, DELTA-BHC, HEPTACLORO-EPOXI, DIELDRIN, ENDRIN, ENDO I, ENDO II, ENDO-SULFATO, METOXICLORO.

INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM; COMENTÁRIOS: A monitorização de exposição aos organofosforados pode ser feita pela determinação dos mesmos inalterados, em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem

ocasionando acumulo da acetilcolina no sistema nervoso. O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO. DIAZINON. DIAZINON. oral e cutanea. ETHION. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: OS VALORES CITADOS NA NR-7 SÃO REFERENTES À ATIVIDADE DA ACETIL COLINESTERASE. produzindo intensa excitação vagal e uma despolarização permanente dos musculos esqueléticos MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALOR DE REFERENCIA: NAO DETECTAVEL NOTA: OS VALORES CITADOS NA NR-7 SÃO REFERENTES À ATIVIDADE DA ACETIL COLINESTERASE. em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas ate 6 horas após à exposição. produzindo intensa excitação vagal e uma despolarização permante dos musculos esqueléticos. O PROCEDIMENTO TÉCNICO UTILIZADO. PERMITE A DETECÇAO E QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOFOSFORADOS: PHORATE. ETHION. Provocam a inativação da colinestrase por acao predominantemente parassimpaticomimetica.PARATION METILICO. PERMITE A DETECÇAO E QUANTIFICAÇAO DOS SEGUINTES ORGANOFOSFORADOS: PHORATE. SUGERIMOS A REALIZAÇAO DA DOSAGEM DE COLINESTERASE PLASMATICA OU COLINESTERASE ERITROCITÁRIA EM PACIENTES COM SUSPEITAS DE INTOXICAÇAO POR INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS. São absorvidos pelas vias inalatória. Provocam a inativação da colinesterase por ação predominantemente parassimpaticomimetica ocasionando acumulo da acetilcolina no sistema nervoso.PARATION METILICO. MALATION. INSPEÇÃO DO PLASMA REFRIGERADO MATERIAL: SORO/PLASMA . INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A monitorização de exposição aos organofosforados pode ser feita pela determinação dos mesmos inalterados. PARATION ETILICO.MANUAL DE EXAMES colhidas ate 6 horas após à exposição. São absorvidos pelas vias inalatória. PARATION ETILICO. SUGERIMOS A REALIZAÇAO DA DOSAGEM DE COLINESTERASE PLASMATICA OU COLINESTERASE ERITROCITÁRIA EM PACIENTES COM SUSPEITAS DE INTOXICAÇAO POR INSETICIDAS ORGANOFOSFORADOS. oral e cutânea. MALATION.

METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 29. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudo de outras causas de hipoglicemia. mas poucos são IgE. A maioria dos anticorpos anti-insulina são IgG. com resposta exagerada após a sobrecarga glicidica. ocorre elevação da insulinemia. A presença de anticorpos anti-insulina pode ocasionar alteração nos resultados dos ensaios para insulina. Nesses casos.1 MICRO U/ML INSULINA ANTICORPOS MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H.MANUAL DE EXAMES TEMPO DE JEJUM: JO 12H COMENTÁRIOS: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglicerides exogenos após a refrigeração do plasma. COMENTÁRIOS: Essencialmente. ISOAGLUTININAS MATERIAL: SORO/SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: .M . EM CASO DE CRIANÇAS SEGUIR ORIENTAÇÃO MÉDICA.01%) nos pacientes tratados. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos anti-insulina. Entretanto.4% DE LIGACAO.O. que apresenta níveis de insulina elevados. A causa mais conhecida é a que acompanha a obesidade. Diversas formas de resistencia a insulina. vem sendo descritas. COMENTÁRIOS: Além de sua indicação no diagnóstico de insulinoma. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 2. resistencia insulinica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos raramente é observada (0. por diferentes mecanismos. frente à níveis normais ou elevados da glicemia. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. INSULINA MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H A 14H OU C.

onde acarretam diarreias aquosas cronicas. TESTE DE PRECIPITAÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Indicado na avaliação e diagnóstico de hemoglobinas instáveis. sendo de maior gravidade em crianças e portadores de imunodeficiencia. As infecções sao normalmente autolimitadas.MANUAL DE EXAMES No sistema ABO anticorpos séricos são de ocorrencia natural. MÈTODO: HPJ COM MICROSCOPIA ÒTICA VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ITL. Esporozotos liberados dos oocistos invadem o intestino delgado. MÉTODO: TRIS-ISOPROPANOL VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO ISOSPORA BELLI – PESQUISA MATERIAL: FEZES TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A Isospora belli é um espécie que infecta humanos por meio da ingestão de oocistosesporulados junto com a água e alimentos. ISOPROPANOL. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentração de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. Utiliza-se a titulacao destes anticorpos para avaliar o funcionamento do sistema imune. São formados após o nascimento com a colonização intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do individuo. MÉTODO: AGLUTINAÇÃO VALOR DE REFERENCIA: ACIMA DE 1 ANO: MAIOR OU IGUAL 1:4 NOTA: VALORES MENORES QUE 1:4 PODEM SER ENCONTRADOS EM CRIANÇAS ABAIXO DE 1 ANO DEVIDO A IMATURIDADE IMUNOLOGICA.ÍNDICE DE TIROXINA LIVRE MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JD 4H .

Usualmente é proporcional ao T4 livre.(INDICE DE TIROXINA LIVRE) VALOR DE REFERENCIA: 5.93 A 13. COMENTÁRIOS: Estes anticorpos são direcionados para a enzima histidil-T-RNA sintetase e estão presentes em mais de 30% dos pacientes com Polimiosite. T4 livre e T3 livre mostram-se mais reprodutíveis. È raro em pacientes com Dermatomiosite (aproximadamente 10%) e em outras doenças reumáticas.4% T4 .RETENÇÃO (QUIMIOLUMINESCENCIA) VALOR DE REFERENCIA: 32. Apresenta estimuativa satisfatória da concentração de T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situações em que a concentração de TBG encontra-se alterada. INTERVALO ENTRE MAMADAS PARA LACTENTES.13 ATENÇÃO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 27/12/2006 J JO-1. tornando o uso do ITL menos relevante. È considerado o anticorpo marcador de mal prognóstico da polimiosite e esta associado à Alveolite Fibrosante e Síndrome de Sjogren.0 A 48. MÉTODO: HEMOAGLUTINAÇÃO VALOR DE REFERENCIA: NEGATIVO K KLEIHAUER . T3 .TOTAL (QUIMIOLUMINESCENCIA) VALOR DE REFERENCIA: 6.09 A 12. Recentemente.MANUAL DE EXAMES COMENTÁRIOS: O Índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captação de T3 por resina e T4 total.23 MCG/DL ITL . AUTO ANTICORPOS ANTI MATERIAL: SORO TEMPO DE JEJUM: JO 8H. Existem evidências de que os títulos de anti-Jo-1 podem variar de acordo com a atividade da miosite e que sua quantificação pode ser útil no seguimento destes pacientes. os ensaios de TSH.

05% DE HEMACIAS FRACAMENTE CORADOS PELA HEMOGLOBINA FETAL. Encontra-se positiva em algumas formas de Talassemias (distribuição heterogênea nas hemácias) e na Persistência Hereditária da Hemoglobina Fetal (distribuição homogênea). anemias aplásticas e microesferocitose hereditária. Também usado na determinação e quantificação aproximada de transfusão materno-fetal em casos de mãe Rh negativo e feto Rh positivo. No teste. com exceção da HbF. colo irritável e posgastrectomia. L LACTOSE.PESQUISA NA URINA MATERIAL: URINA TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: A lactosúria pode ocorrer nos últimos meses da gravidez e durante a lactação. MÉTODO: COLORAÇÃO PELA EOSINA VALORES DE REFERENCIA: EM ADULTOS E MAIORES DE 2 ANOS DE IDADE: MENOR QUE 0. desnutrição. EM SANGUE DE CORDÃO: PRÓXIMO DE 100% DE HEMACIAS FORTEMENTE CORADOS PELA HEMOGLOBINA FETAL. a HbA e outras hemoglobinas são removidas dos eritrócitos. A diminuição da lactose pode ocorrer na doença celíaca. Em casos de analise de sangue fetal (coleta intra-uterina) é usado para confirmar se o sangue é realmente fetal ou materno. . Ocorre também pela deficiência de lactose ou por intolerância sem carência enzimática. espru tropical.MANUAL DE EXAMES MATERIAL: SANGUE TOTAL TEMPO DE JEJUM: COMENTÁRIOS: Teste utilizado para evidenciar a presença de hemoglobina fetal (HbF) nas hemácias. A prova positiva revela presença de HbF. que persiste após diluição ácida.

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