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RESUMO DA 1ª AULA BIOÉTICA 1) Diferença entre ética e moral Ética: grego ethos: modo de ser, caráter.

Prática da moral. Ramo da filosofia que tem por objeto a moral de um povo, de uma época. Moral: latim moris: costume, valores de um grupo – padrão de comportamento. Não é ciência. Conjunto de atitudes e comportamentos direcionados para o bem. Valores de um povo. 2) Conceito de bioética:

Bio = vida Ética da vida. Ciência que estuda o comportamento e conduta humana frente às novas tecnologias. Defesa da vida observando-se as novas tecnologias aplicáveis à saúde, meio ambiente e demais ciências biológicas. A vida objeto da bioética é a vida em sentido mais amplo, abrange a fauna, flora e a vida humana. Portanto, é o estudo sistemático da conduta humana no campo das ciências da vida e da saúde, examinadas por meio dos valores e princípios morais, em defesa da vida humana, fauna e flora. 3) Conteúdo da bioética a) Microbioética: relação entre os agentes da área da saúde e medicina e engenharia genética. É o ramo da bioética que trata das questões relativas à vida, saúde, morte e genética. b) Macrobioética: relação do homem com o meio ambiente. É o ramo da bioética que trata das questões relativas à preservação do meio ambiente como forma de defesa da vida. 4) Desenvolvimento da bioética a) Conflitos éticos e a ciência: conceito atual de ética b) Novas biotecnologias (as chamadas biotecnologias modernas que se utilizam da engenharia genética) c) Valoração da vida humana: direitos humanos d) Limites à ciência? (artigo 5 IX da CF/88) 5) Objetivo da bioética Ciência com consciência: preservação dos valores morais e éticos e sadia qualidade de vida do homem, equilíbrio do meio ambiente e defesa da vida em todas as suas formas.

RESUMO DA 2ª AULA BIOÉTICA E BIODIREITO

1)

Princípios básicos da bioética

Relatório Belmont – 1978 – práticas da medicina a) Beneficência: não causar dano. Maximizar os benefícios. Aliviar o sofrimento e melhorar a saúde do paciente.

105/2005 (Lei de Biossegurança) + resolução 196/96 do Ministério da Saúde (Pesquisas com seres humanos e cria a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP) + MP 2186/2001 (acesso ao patrimônio genético) + Resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) f) Âmbito Internacional: (principalmente) • • • • 1997 • • Declaração dos Direitos do Homem – 1948 Declaração de Helsinque – 1964 Diretrizes éticas internacionais para pesquisas biomédicas – 1988 Declaração Universal sobre Genoma Humano e Direitos humanos – Declaração Internacional sobre os dados Genéticos Humanos . Ou seja. De acordo com a Declaração Universal do Genoma Humano – 1997. Conhecimento de todo o código genético humano. portanto é bem fora do comércio. Respeito à vontade do paciente. e) Legislação nacional: Constituição federal + Lei 11. o Genoma humano é patrimônio comum da humanidade. b) armazenar as informações em bancos de dados. Autonomia: capacidade de se autogovernar. Bioética e responsabilidade Fundamento principal: dignidade da pessoa humana d) Conteúdo legal: legislação específica + princípios gerais do direito + direito constitucional + direitos fundamentais + direitos da personalidade + responsabilidade civil e penal. 2) a) b) c) Biodireito objeto principal: tutela da vida origem: diálogo entre a bioética e o direito.b) c) Não-maleficência: minimizar os danos. d) Justiça: equidade e igualdade. .2003 Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos – 2005 3) a) b) c) Desafio do biodireito atual Desenvolvimento com cautela Controle do comportamento humano Evitar o biopoder 4) Projeto Genoma Humano (PGH) 1990 – HUGO (Human Genome Organization) Objetivos: a) identificar e mapear os mais de 80 mil genes contidos no DNA humano. Justiça social e distributiva. Tratar os iguais de forma igual.

BIODIREITO E DIREITO À INFORMAÇÃO 1) Direito à informação como direito fundamental Artigo 5. indisponíveis. intransferíveis. essenciais. extrapatrimoniais. XIV e XXXIII da CF/88 • Direito de informar (liberdade de pensamento) • • Direito de se informar (acesso à informação) Direito de ser informado (receber informações) 2) • • • Conteúdo da informação verdadeira clara precisa 3) Direito à informação no CDC (Lei 8078 de 1990). OBS: importante fazer a leitura da doutrina sobre a aplicação do Projeto Genoma Humano RESUMO DA 3ª AULA DIREITOS HUMANOS E DIREITOS DA PERSONALIDADE 1) Diferenças entre direitos humanos e direitos da personalidade: ambos têm como base a dignidade da pessoa humana a) Direitos humanos: liberdades públicas – Direito público. irrenunciáveis e absolutos. Fundamenta-se no Princípio da Dignidade da Pessoa Humana. vitalícios. Biodireito estaria incluído nos direitos humanos de terceira geração ou seria a base para uma nova geração de direitos humanos (direitos humanos de quarta geração)? Discussão doutrinária sobre o assunto. IV.OBS: Importante fazer a leitura da Declaração Universal do Genoma Humano O Projeto tem como intuito principal o conhecimento da carga genética do ser humano e possibilitou o conhecimento do mecanismo de funcionamento do corpo humano para a prática de novas técnicas de cura (terapias gênicas). Direitos inatos. Direito básico do consumidor (artigo 6) Objetivo do direito à informação: escolha consciente . Primeira geração: proteção individual da pessoa humana. Segunda geração: direitos sociais. Código Civil Brasileiro artigos 11 a 21 Direito subjetivo proveniente da própria existência humana. Terceira geração: direitos da solidariedade. b) Direitos da personalidade: Direito privado. impenhoráveis. inalienáveis. imprescritíveis.

207 CPP + 269 CP + Resolução 1605/2000 CFM + Resolução 1931 de 2009 CFM (Código de ética Médica) 5) Exceções à obrigação de sigilo médico . 347 +363 + 406 CPC e arts. Informação como dever do médico e Direito do Paciente Defeito na informação = Responsabilidade (erro médico) 2) b) c) Consentimento informado nas relações médico-paciente Dever do médico Direito do paciente OBS: Direito a receber todas as informações necessárias para a realização do ato médico. • • Dispensa do Termo de Consentimento Informado grave perigo para saúde pública emergências 4) sigilo e privacidade Sigilo como dever profissional: arts.• • • • relação de massa princípio da boa-fé objetiva princípio da transparência direito básico do consumidor RESUMO DA 4ª AULA DIREITO À INFORMAÇÃO NA RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE 1) Informação como direito fundamental à saúde art. 196 CF/88. Termo de Consentimento Informado (TCI) Conteúdo do Termo de Consentimento Informado a) b) c) d) e) f) Diagnóstico ou objetivo do intervenção Tratamento Riscos Benefícios Preço Linguagem acessível ao paciente 3. Dignidade da Pessoa Humana.

• Resolução 1021/80: exceto no caso de urgência. 5° . • EUA e Canadá: favoráveis à autonomia do paciente • Questão importante: Testemunhas de Jeová. o médico deverá observar a vontade do paciente. Tratamento médico. Liberdade de crença religiosa. RESUMO DA 6ª AULA . Conduta preconceituosa.205/2001 – doação de sangue Lei 10. IV e art. Direito de escolha e autonomia de vontade. Sigilo dos dados genéticos: Declaração Internacional sobre os dados Genéticos Humanos de 2003. mas sim pela opção da terapia a ser utilizada.* * * * * * autorização expressa do paciente ou responsável legal comunicação de crime à autoridade competente comunicação de doença ou moléstia contagiosa à autoridade competente determinação judicial evitar contaminação de familiares comunicação de maus-tratos RESUMO DA 5ª AULA DOAÇÃO E TRANSFUSÃO DE SANGUE • Finalidade: salvar vida. • Código de Ética Médica: direito do paciente em decidir. 972/2004 – HEMOBRAS (Empresa Brasileira de Hemoderivados) • Doação de sangue: Voluntária. Direito da personalidade e intimidade. 3 °. anônima e gratuita Ver artigo 199§ 4 CF/88 Termo de consentimento informado por escrito • a) b) Transfusão de sangue própria pessoa sangue de terceiros • Recusa a) Conflito entre religião x direito à vida x direito à intimidade x direito à autonomia da vontade b) Discussão na doutrina e jurisprudência sobre a questão. • Legislação: Lei 10.“quaisquer formas de discriminação” Normas brasileiras contra o racismo. exceto em casos de risco para a vida. Questão ainda muito discutida! • Direito a não sofrer discriminação genética Direito da personalidade Fundamento legal: CF/88 art. Fundamento de defesa: não se trata de opção pelo direito de morrer.

seja de forma espontânea ou provocada. Portanto ele pode ser sofrido sem o consentimento da gestante e realizado por terceiro ou pode ser consentido pela gestante. 5° CF/88 inviolabilidade do direito à vida. b) Modalidade: 1) 2) quanto à fase: ovular/ embrionário/ fetal quanto à causa: espontâneo/ acidental/ provocado (por terceiros ou própria gestante) O provocado é considerado como prática criminosa como regra.DIREITO À VIDA • • • direito essencial ao ser humano art. Direito de nascer + continuar vivo + ter vida digna Conceito de vida • • • aspecto biológico aspecto moral/religioso aspecto jurídico Teorias do início da vida (aspecto biológico) • concepcionista: 1) singamia (a vida inicia-se com a fertilização do óvulo pelo espermatozóide) 2) cariogamia ( a vida inicia-se com a formação do zigoto – fusão nuclear – formação do genoma individualizado) • genético-desenvolvimentista: 1) nidação (fixação do ovo fecundado no útero da mulher) 2) sistema nervos (formação do sistema nervoso central) 3) pré-embrião (após o 14 dia da concepção. . Teorias jurídicas (início da personalidade jurídica) • • vida) • Natalista (nascimento com vida) Personalidade condicionada (com a concepção desde que nasça com Concepcionista (desde a concepção) CC brasileiro artigo 2° = nascimento com vida colocando-se a salvo os direitos do nascituro desde a concepção. antes disso não existe ser humano propriamente dito). Diferença básica entre Embrião e Nascituro Nascituro tem vida intrauterina (está em processo de gestação – implantado no corpo humano) Embrião tem vida extra-uterina (concepção feita em laboratório – Reprodução Humana Artificial e ainda não implantado no corpo humano) A Lei Brasileira não trata expressamente dos direitos do embrião! Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN 3510 (Uso de células tronco embrionárias) ABORTO a) conceito: interrupção da gravidez antes do seu temo normal. observando-se os ditames e exclusões da lei. tenha ou não havido a expulsão do feto destruído. Discussão doutrinária a respeito da teoria adotado pelo CC brasileiro.

Não estão compreendidos sangue. STF – ADPF n. 2) passiva: deixar de utilizar mecanismos de sustentação da vida. RESUMO DA 7ª AULA DIREITO À MORTE DIGNA 1) a pessoa tem o direito de decidir como quer morrer? Conflito do direito à vida x autonomia de vontade 2) Situações de interesse: a) Suicídio assistido: ato praticado pelo próprio paciente com a orientação de um terceiro. das funções vitais de um organismo. 2) Formas: autotransplante (mesma pessoa). xenotransplante (espécies diferentes). No Brasil. esperma e óvulo. poderá ser aplicada pelo médico desde que o paciente seja terminal. 2) criminoso constituindo delito contra a vida. No Brasil é considerado como crime art. Resolução 1480/97 do CFM A morte é entendida como a cessação da vida física ou mental. 122 CP – induzir ou instigar alguém ao suicídio. 3) Confirmação da morte a) mecanismos e conceitos médicos. 54 requerendo a liberação de abortos nestes casos como forma de defesa do direito da mulher. c) Distanásia: prolongamento artificial e desumano da vida de indivíduos que possuem casos irreversíveis. b) Eutanásia = morte com compaixão.3) De acordo com a lei poderá ser: 1) legal com extinção de punibilidade quando necessário (no caso de proteção à vida da gestante) ou sentimental (no caso de estupro). É chamada por muitos como morte lenta com tratamento inútil. da sua origem para outro corpo. Deixar o paciente morrer ao tempo natural. a forma ativa é considerada como homicídio. 1) ativa: indução da morte pela administração de medicamentos ou outras substâncias ou até mesmo desligar o aparelho que sustenta a vida do paciente. A morte interfere diretamente nos direitos da pessoa como por exemplo. Sendo que. também conhecida como ortotanásia. ou seja. seja por medicamentos. sem condições de cura e que haja a autorização expressa do paciente ou responsável. Discussão atual sobre os casos de anencefalia. a sua constatação cabe aos profissionais da medicina. . máquinas ou outras formas. personalidade e gera o direito das sucessões para seus herdeiros. Regra: falta da respiração b) morte encefálica: conceitos médicos para a ausência de vida encefálica. mas a forma passiva provoca discussões sobre o assunto. alotransplante (pessoas com carga genética diferente). A Resolução 1805 do CFM entende que a forma passiva da eutanásia. TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS E TECIDOS 1) conceito: retirada de um órgão. tecido ou parte deste. Pode ocorrer de organismo vivo para vivo ou de morto para vivo.

gratuidade. o direito brasileiro se fundamenta no critério biológico ou genético. b) direito das sucessões e a reprodução humana artificial . portanto. maior de idade. 6) Transplante de pessoa morta para viva • • • constatação da morte comunicação da morte com possibilidade de transplante para as consentimento da família (cônjuge ou parente colateral até segundo autoridades competentes grau. a legislação brasileira admite a adoção como forma de filiação afetiva. criando relação de parentesco. sendo que do inciso I ao IV a presunção é relativa e no inciso V a presunção é absoluta desde que tenha havido a autorização do marido. 226 CF + Lei 9263/96 + artigo 1597 CC. contudo. Presunção de paternidade no direito brasileiro: pater is est quem justae nuptiae demonstrat a presunção de filhos nascidos do casamento se estabelece de acordo com o artigo 1597 CC. podemos equiparar o uso de material genético de terceiro como forma de adoção. consentimento das partes. regulamentação estatal 5) Transplante entre pessoas vivas: • Não pode comprometer a vida e saúde do doador • Terapia indispensável • Voluntário • Pessoa capaz • Somente órgãos duplos ou partes renováveis do corpo • Quando não for parente é necessária autorização judicial. Procedimento segundo a Lei 9434/97: Sistema Nacional de Transplante (SNT) RESUMO DA 9ª AULA REPRODUÇÃO HUMANA E O BIODIREITO Formas: a) b) inseminação in vivo fertilização in vitro Ambas podem ser homóloga (material genético do próprio casal) como heteróloga (material genético de terceiro estranho ao casal) Legislação: Resolução do CFM 1358/92 + Resolução 1627/2001 + art. Ainda não há legislação específica sobre o assunto. A filiação é baseada no aspecto biológico ou afetivo? Como regra. obedecida a linha de sucessão) do morto para a remoção dos órgãos ou tecidos • reconstituição estética do cadáver Quando for o caso de cadáver não identificado não poderá ocorrer o transplante.3) Legislação: artigo 199 CF/88 + Lei 9434/97 4) Elementos para doação: fins terapêuticos. (ver artigo 1597 CC) Questões importantes: a) direito de família e conceito de filiação.

Trasnsexualismo: indivíduo que acredita ser do sexo oposto à sua anatomia. c) não existem requisitos determinados para a reprodução humana assistida. Assim.O filho nascido de reprodução humana assistida tem os mesmos direitos que os filhos nascidos de forma natural. Tem aversão à sua condição morfológica. Igualdade entre os filhos. Hermafroditismo: a pessoa tem os dois sexos (feminino e masculino) Travestismo: pessoas que procuram ter a aparência do sexo oposto. 2) avaliação de equipe multidisciplinar. portanto. não é considerada como crime no Brasil se realizada de forma voluntária e gratuita e desde que a hospedeira seja uma mulher com relação de parentesco em linha reta ascendente (ex: mãe) ou linha colateral até o segundo grau (irmã) da mulher envolvida na reprodução humana artificial. Cirurgia para alteração de sexo 1) 2) 3) operação reparadora direito á saúde física e mental direito da personalidade 4) Resolução 1652/02 CFM 5) Requisitos: 1) distúrbio psicológico considerado permanente. 5) relatório de psiquiatras atestando a condição. 6) termo de consentimento informado assinado pelo paciente. mas a questão do sexo tem causado muita polêmica. 3) paciente maior e capaz. Esterilização humana artificial como mecanismo de planejamento familiar. A principal questão se dá quanto à alteração do nome e do sexo. 4) realização de cirurgia por equipe autorizada e em hospital credenciado. d) barriga de aluguel não esta prevista em legislação específica. A alteração do nome pode ser fundamentada na alteração pelos apelidos notórios artigo 58 da Lei 6015/73. a hospedeira não é a mãe biológica da criança que esta por nascer. A Barriga de aluguel se caracteriza como uma cessão gratuita de útero onde o material genético da criança que esta sendo gestada não é o mesmo da hospedeira. 6) No Brasil só é aceita para os casos de hermafroditas e transexuais com diagnóstico favorável Problemas jurídicos importantes: a) b) c) não há previsão legal expressa para a cirurgia discussão sobre a necessidade ou não de autorização judicial alteração do registro de nascimento. Dois posicionamentos: favorável à alteração por respeito ao direito da . a) b) c) d) e) pode ser masculina ou feminina deve ser voluntária deve observar os requisitos previstos na Lei 9263/96 não deve ser feita em período de parto ou aborto deve ter acompanhamento médico especializado RESUMO DA 10ª AULA DETERMINAÇÃO DO ESTADO SEXUAL Trata da sexualidade humana Homossexualismo: prática de atos sexuais entre indivíduos do mesmo sexo.

RESUMO DA 11ª AULA BIODIREITO E CLONAGEM 1) Clonagem a) conceito: técnica por meio da qual se reproduz.105/2005 art. b) Formas: adultas (retiradas dos tecidos e órgãos. de forma artificial. RESUMO DA 12ª AULA BIODIREITO E MEIO AMBIENTE 1) 2) Proteção do meio ambiente no Brasil – artigo 225 da CF/88 Proteção do patrimônio genético no Brasil – artigo 225 § 1° da CF/88 3) Princípios fundamentais da proteção do meio ambiente: a) Prevenção. b) precaução. c) Limites éticos e legais Artigo 6. 3510/2005 • Não há discussão para as células adultas • Células embrionárias. um organismo ou parte dele. Os genes são modificados para a correção de falhas genéticas. No Brasil é proibida a clonagem humana reprodutiva. por exemplo. . criar indivíduos) e terapêutica (para tratamento de doenças com a formação de órgãos e tecidos). Lei 11. 2) Células-tronco a) conceito: tipo de célula que pode se diferenciar e constituir diferentes tecidos de um organismo. as células germinais humanas não podem ser clonadas. b) Forma: reprodutiva (para fins de reprodução. c) poluidor-pagador.105/2005. A corrente favorável tem ganhado posição na doutrina e jurisprudência moderna. III.personalidade e dignidade da pessoa humana. devendo-se colocar no registro a palavra “transexual”. contrário: a lei brasileira se fixa no critério biológico do sexo e se nasceu homem. Assim. d) desenvolvimento sustentável. desde que de embriões excedentes de técnica de reprodução artificial . com autorização dos genitores e congelados por mais de 3 anos (lei 11. com a finalidade de realizar exames para diagnosticar doenças ou características hereditárias. b) Terapia gênica: procedimento da bioengenharia que envolve a modificação genética de células como forma de tratamento ou correção de expressão gênica defeituosa. não é a cirurgia que vai alterar essa condição biológica. tendo por base um substrato genético. medula ou cordão umbilical do corpo de um indivíduo já formado) e embrionárias (retiradas de um embrião ainda em formação) c) Constitucionalidade da pesquisa com células-tronco humanas no Brasil. • Discussão no STF por meio de uma ADIN de n. 5° ) • Direito fundamental à saúde art. 196 CF/88 3) Manipulação genética terapêutica a) Diagnóstico pré-implantacional (PGD): retirada de uma célula de um embrião. ou seja.

40 da Lei 11. 7) Organismos Geneticamente Modificados: OGMs (transgênicos): Segurança? Problemas possíveis: a) fluxo gênico (contaminação entre as espécies).105/2005 = rotulagem obrigatória quando o produto tem mais de 1% de OGM na sua constituição. c) insegurança na alimentação: alergias ou toxidade.105/2005: diversidade biológica. 9) Proteção Internacional: Protocolo de Cartagena de 2003.4) Meio ambiente como direito fundamental: Declaração de Estocolmo de 1972 + Rio/92 5) Biossegurança e meio ambiente: Lei 11.105/2005: criação da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) responsável pela fiscalização das pesquisas e liberação de Organismos Geneticamente Modificados no meio ambiente. c) maior qualidade dos alimentos 8) Consumo de transgênicos: rotulagem + direito à informação do CDC + Decreto 4680/2003 + art. b) desequilíbrio ecológico. b) maior quantidade de alimentos. 6) Lei de Biossegurança – Lei 11. . Biotecnologia moderna e alteração do meio ambiente. Benefícios possíveis: a) agricultura sem muito produtos tóxicos.

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