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Direito de Família: União Estável

Direito de Família: União Estável

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Apresentação da palestra de Direito de Família: União Estável ministrada pela professora Glória Matuchewski no dia 03/06/2012 e transmitida on-line pelo blog http://paradireitologia.blogspot.com.br/
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03/31/2013

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TARES JURÍDICA E PARAJURÍDICA

DIREITO DE FAMÍLIA - UNIÃO ESTÁVEL
Profa. Glória Matuchewski

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OBJETIVOS:
• esclarecer sobre o conceito e caracterização da união estável; • apresentar direitos e deveres decorrentes desse instituto; • apresentar alguns aspectos polêmicos sobre o tema;

• esclarecer as consequências jurídicas da não formalização de um contrato escrito;
• não se objetiva esgotar o tema.

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QUAL A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O DIREITO DE FAMÍLIA?
• “ o homem não é um ser isolado: viver é conviver, e a realização do homem só se consegue por meio do convívio com os outros, de maneira que a família é a primeira comunidade em que naturalmente se integra.” (Pablo Stolze Gagliano, Rodolfo Pamplona Filho). É a base da sociedade. (CF, art. 226)

• Ramo do direito mais próximo das pessoas.

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E PARA A CONSCIENCIOLOGIA?
• “ninguém evolui sozinho.” • Princípio “o duplismo é a ponte para a megafraternidade. • Paradireito: seriéxis: vários papéis, acertos grupocármicos.

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DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA
• O que é família? • Juristas em épocas diferentes: vários conceitos sobre família. • Pessoas ligadas pelo sangue; composta pelos cônjuges e filhos. Conjunto de pessoas que descendem de um tronco ancestral comum. • No Direito Brasileiro durante muito tempo: seria aquela que se constitui de pais (um homem e uma mulher) e filhos unidos a partir de um casamento regulado pelo Estado. A Lei Jurídica só reconhecia como família aquela entidade constituída pelo casamento.

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• A CF de 1988 em seu artigo 226 e parágrafos 3º e 4º ampliou esse conceito reconhecendo como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes, bem como a união estável entre homem e mulher. • Representou uma grande evolução.

• Lacunas, o texto é taxativo (fechado) ou aberto?
• Existem outros arranjos de família;

• O não reconhecimento contraria preceitos fundamentais como igualdade, liberdade e dignidade humana.

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• STF em 05 de maio de 2011 reconheceu a união homoafetiva como entidade familiar. • alguns autores reconhecem que não há como estabelecer um conceito único e absoluto de família. • Para Pablo Stolze Gagliano, Rodolfo Pamplona Filho: • “Família é o núcleo existencial integrado por pessoas unidas por vínculo socioafetivo, teologicamente vocacionada a permitir a realização plena dos seus integrantes.”

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DEFINIÇÃO DE DIREITO DE FAMÍLIA
• Direito de Família é o conjunto de normas que regulam as relações, pessoais e patrimoniais, decorrentes do casamento, da união estável e do parentesco entre as pessoas, incluindo regras que disciplinam as relações entre pais e filhos e os institutos da tutela e curatela. • Ramo do Direito Civil - predominantemente de direito privado.

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UNIÃO ESTÁVEL

• Conhecida como: estado de amasiamento, mancebia, concubinato, concubinato puro, união livre, união de fato, sociedade de fato.
• U.E X Concubinato – diferença art. 1727 do NCC. • Concubinato = do latim concubere - compartilhar o leito • União estável = compartilhar a vida • A união entre pessoas desimpedidas é chamada de união estável. • As relações não eventuais entre homem e mulher, impedidos de casar, constituem o concubinato.

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EVOLUÇÃO LEGISLATIVA O que motivou o regramento?
• Uniões entre homens e mulheres sem a formalidade do casamento sempre existiram; • aumentaram com a impossibilidade de divórcio (1977) e aumentaram depois dele; • Dessas uniões decorriam efeitos; • Decisões esparsas prevendo direito previdenciário, direito por serviços prestados; • Foi necessário o Estado oferecer proteção jurídica a essa nova família;

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• Reconhecida constitucionalmente pela primeira vez em 1988. • A CF previa em seu art. 226, parág. 3º: • “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.” • U.E ≠ Casamento

• quais são os direitos daqueles que viviam em u. e? • em caso de rompimento seriam devidos alimentos àquele que necessitasse? • havia direito de partilhar os bens adquiridos durante a união?

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PREVISÕES DA LEI N. 8971/94 – Lei dos Companheiros
• apenas 5 artigos; • Era necessário preencher certos requisitos: 1 – prazo mínimo de união: cinco anos ou prole 2 – pessoas desimpedidas, ou seja, solteiras, separadas judicialmente, divorciadas, ou viúvas.

PREVISÕES DA LEI N. 9278/96 – LEI DOS CONVIVENTES
• Onze artigos, revogou alguns artigos da lei anterior e trouxe a previsão de dois outros importantes aspectos: o direito a partilhar os bens adquiridos onerosamente durante a união e o direito real de habitação.

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• Trouxe a presunção do esforço comum. • Leis que merecem atenção – NCC sucinto ao tratar da U.E. • O novo Código Civil, 2002, em seu art. 1723 prevê: • “É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.”

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REQUISITOS DA UNIÃO ESTÁVEL
1 – diversidade de sexos: requisito que tende a ser abolido em razão do reconhecimento das uniões homoafetivas.
2 – publicidade: o relacionamento não deve acontecer às escondidas a relação deve ser notória. 3 – continuidade: contínuo, forma-se com o tempo, diverso do namoro no qual há idas e vindas. 4 – durabilidade/ estabilidade: não exije 5 anos de prazo, exige que a relação seja duradoura;

PERGUNTA: Na sua opinião deveria haver um prazo? Insegurança jurídica X injustiças.

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• 5 – objetivo de constituir família: não significa ter filhos, o empenho do casal em empreender esforços para a concretização de sonhos comuns. Envolvimento moral. • Obs. a lei não exige prole, coabitação: elementos ajudam a comprovar judicialmente a união. • PERGUNTA : toda a união que preencher esses requisitos é reconhecida como união estável?

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IMPEDIMENTOS
• art. 1723 parágrafo 1º do CC: “a união estável não se constituirá se ocorrerem os impedimentos previstos no art. 1521”. Pessoas que estão impedidas de casar entre si: a) b) c) d) e) pais e filhos (adotivos inclusive), avós e netos. sogro com nora, genro com sogra. Adotante com quem foi cônjuge do adotado, adotado com quem foi cônjuge do adotante; Irmãos (adotivos inclusive)e demais colaterais até o 3º grau. (tio-sobrinha.) O companheiro sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra seu consorte.

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EFEITOS PESSOAIS DA UNIÃO ESTÁVEL – DIREITOS E DEVERES DOS COMPANHEIROS
• art. 1724 do CC aqueles que vivem em união estável deverão obedecer aos deveres de: • Lealdade: compromisso de fidelidade afetiva e sexual; • Respeito e assistência;

• Guarda, sustento e educação dos filhos.

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EFEITOS PATRIMONIAIS DA UNIÃO ESTÁVEL: REGIME DE BENS
• Conforme o art. 1725 do CC: Na união estável, salvo contrato escrito entre os companheiros, aplica-se às relações patrimoniais, no que couber, o regime da comunhão parcial de bens.
Comunicam-se: os bens adquiridos onerosamente na vigência da união. Excluem-se os bens adquiridos com valores pertencentes a um dos cônjuges antes da união e os recebidos por herança e doação (a título gratuito).

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EXEMPLO:
• 1 - Joana quando decidiu morar junto com Pedro tinha um apartamento e 100.000,00 em aplicação, que foi fruto de herança. Durante a união compraram um carro. Após 11 anos de convivência os companheiros decidiram se separar. Como ficaria a divisão?
• Joana fica com o apartamento que já era dela e com os 100.000,00 pois é fruto de herança e mais 50% do carro. • Pedro fica com apenas 50% do carro.

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• 2 – Maria e João decidem morar juntos. João tinha antes da união um terreno, ele vendeu esse terreno durante a união e comprou a casa onde ambos residem. Em caso de separação como fica? • Em tese a casa é 100% de João pois ele comprou com o $ que tinha antes de constituir a união.

• Mas se além do $ da venda do terreno precisaram colocar mais 20.000 para reformas? • Esses 20.000 sim serão partilhados meio a meio.

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• podem fazer um contrato escrito estabelecendo regime diverso. Se quiserem estabelecer o regime de separação de bens podem, se quiserem deixar mais claro quais bens foram decorrentes de herança e não se comunicam. • divergência doutrinária: possibilidade de se fazer contrato escrito estabelecendo o regime de comunhão universal de bens? • Podem fazer contrato de doação de um para outro mediante escritura pública.

• Obrigatoriedade de regime de separação de bens para que os maiores de 70 anos que desejam casar não se aplica a u. e.

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SE A LEI JÁ PROTEGE OS CONVIVENTES QUAL A VANTAGEM DO CONTRATO ESCRITO?
• A lei traz uma proteção genérica. Não tutela casos específicos. • 1- Delimitar o início da união. • 2- Evita ter que ajuizar ação para reconhecimento da união seja numa separação seja no caso de morte. O documento pode evitar demandas judiciais, a demora na concessão de direitos. • 3 – facilita o recebimento de pensão por morte – direitos previdenciários. • 4 – facilita a inclusão do companheiro como dependente de plano de saúde.

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O CONTRATO DE UNIÃO ESTÁVEL
• Declaração de união estável, contrato de convivência marital. • Conceito: é “o instrumento pelo qual os sujeitos de uma união estável promovem regulamentações quanto aos reflexos da relação.” (Francisco José Cahali, Contrato de convivência na união estável, São Paulo: Saraiva, 2002, p. 55). • Pode ser celebrado a qualquer tempo durante a união e podendo inclusive estabelecer efeitos pretéritos.

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FORMAS POSSÍVEIS
• Escritura pública de declaração de união estável. Deve ser feita em Tabelionato, Cartório de Notas. • Instrumento particular registrado no Cartório de títulos e documentos.

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Para os que não fizeram o contrato e não desejam fazer:
• PROVAS DA CONVIVÊNCIA - conta corrente conjunta (extratos); - contrato de locação residencial firmado por ambos; - casamento religioso; - testemunhas; - fotos em aniversários, situações públicas; - Declaração de Imposto de Renda do segurado, em que conste o interessado como seu dependente;

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- Disposições testamentárias; - Prova de mesmo domicílio; - Certidão de Nascimento filho havido em comum; - Prova de encargos domésticos evidentes e existência de sociedade ou comunhão nos atos de vida civil; - Procuração ou fiança reciprocamente outorgada (a importância no caso de doença ou invalidez X atenção a quem outorgar);

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- Registro em associação de qualquer natureza onde conste o interessado como dependente do segurado; - Apólice de seguro na qual conste o segurado como instituidor do seguro e a pessoa interessada como sua beneficiária; - Ficha de tratamento em instituição de assistência médica da qual conste o segurado como responsável; - Escritura de compra e venda de imóvel pelo segurado em nome do dependente; - Quaisquer outros documentos que possam levar à convicção do fato a comprovar.

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DISSOLUÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL
• Pode ser feita livremente e sem maiores formalidades. • Não é o mais indicado, em especial quando existem bens a ser partilhados ou filhos (visitas, guarda, pensão). • Documentalmente - evitará futuras demandas judiciais. • Sem filhos menores e amigável: pode ser feita extrajudicialmente. • Com filhos: fazer acordo e homologar na justiça. • Se com litígio: na justiça.

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ALIMENTOS
• rompimento da união: o companheiro que necessitar pode postular pensão alimentícia. • As leis 8971/94 e 9278/96 já estabeleciam esse direito e o NCC também trouxe essa previsão:

• Art. 1694. Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender as necessidades de sua educação.
• Requisitos: necessidade de quem pede e possibilidade de quem está sendo obrigado a prestá-los.

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• E até quando o companheiro deve pagar essa pensão ao outro? • Até quando o binômio necessidade X possibilidade. • Art. 1708 do CC: • a) Quando o alimentado/credor contrair novas núpcias, passar a viver em união estável ou até mesmo concubinato com outra pessoa; • b) Quando o credor proceder de maneira indigna em relação ao devedor;

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UNIÃO ESTÁVEL E HERANÇA
• A sucessão hereditária tem origem na morte e a herança é transmitida aos sucessores conforme previsões legais (sucessão legítima) ou conforme a vontade do falecido (sucessão testamentária). • Art. 1.790. A companheira ou o companheiro participará da sucessão do outro, quanto aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável, nas condições seguintes:

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• I - se concorrer com filhos comuns, terá direito a uma quota equivalente à que por lei for atribuída ao filho; • II - se concorrer com descendentes só do autor da herança, tocar-lhe-á a metade do que couber a cada um daqueles;

• III - se concorrer com outros parentes sucessíveis, terá direito a um terço da herança; • IV - não havendo parentes sucessíveis, terá direito à totalidade da herança.

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• No casamento: • Art. 1.829. A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte:
• I - aos descendentes, em concorrência com o cônjuge sobrevivente, salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal, ou no da separação obrigatória de bens (art. 1.640, parágrafo único); ou se, no regime da comunhão parcial, o autor da herança não houver deixado bens particulares; • II - aos ascendentes, em concorrência com o cônjuge; • III - ao cônjuge sobrevivente; • IV - aos colaterais.

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CASOS PRÁTICOS
• Casal de companheiros, os mesmos não tem filhos, nem pais vivos, mas tem irmãos ou primos vivos. • José e Maria vivem juntos e tem um patrimônio de 100.000 adquirido onerosamente na constância da união.

• Maria morre, possui apenas um primo Y com o qual não tinha a mínima afinidade.

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PATRIMÔNIO COMPANHEIROS = 100.000
50.000 MARIA morre 50.000 MEAÇÃO = 50.000 JOSÉ HERANÇA = 16.666,66

HERANÇA PRIMO= PRIMO
▫ É JUSTO???

33.333,33

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Jurisprudência:
• “Sucessão aberta após a vigência no Novo Código Civil. Direito sucessório da companheira em sucessão com irmãos do obituado. Inteligência do art. 1790, III da novel legislação. Direito a um terço da herança. Inocorrência de inconstitucionalidade. Não há choque entre o Código e a Constituição na parte enfocada. A norma do art. 226, parág. 3º, não equiparou a união estável ao casamento nem tampouco dispôs sobre regras sucessórias. As disposições do Código Civil sobre tais questões podem ser consideradas injustas, mas não contem eiva de inconstitucionalidade. Reconhecimento dos colaterais como herdeiros do “de cujus”. Provimento do recurso” ( TJRJ, AgI 2003.002.14421, 18ª Câm. Cív., rel. Des. Marcus Faver, j. 16.03.2004).

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Medidas preventivas para evitar isso
• Casar no civil;
• Ou Maria pode fazer um testamento no qual tem liberdade de deixar a parte que lhe cabe para José. • Separa-se a meação sobra 50.000. Se não existirem descendentes (filhos ou netos) e nem (ascendentes – pais ou avós) José fica com os 100.000. • A lei permite excluir os colaterais por testamento.

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• procedimento pode ser um pouco burocrático para o companheiro pois, precisará ajuizar duas ações: uma para reconhecer o testamento e outra de inventário.
• Se não tiver o documento de união estável deverá entrar com 3 ações: uma para reconhecer a união estável, outra para reconhecer o testamento e outra de inventário.

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USO DO NOME
• Há possibilidade do uso do sobrenome de um companheiro pelo outro, no entanto, diferentemente do casamento, deve haver requerimento judicial para tanto. • Precisa haver a concordância de ambos os companheiros e expor um motivo ponderável. • A Lei 6015/73 – Lei de Registros públicos já previa tal possibilidade no art. 57, parágrafos 2º e 6º . • Porém exigia uma série de requisitos que hoje em dia não cabem mais (vida comum de 5 anos ou filhos, que houvesse impedimento legal para o casamento.)

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DIREITO REAL DE HABITAÇÃO
• É o direito do companheiro sobrevivente de permanecer no imóvel destinado à residência da família, enquanto não constituísse nova união ou casamento.

• Esse direito era expressamente previsto pela Lei 9278/96 e o novo Código Civil de 2002 nada mencionou a respeito. • Embora seja objeto de discussão algumas decisões se mostram no sentido de que o referido dispositivo da Lei de 96 não foi revogado.

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BIBLIOGRAFIA
• AMORIM, Sebastião, OLIVEIRA, Euclides Benedito de. Inventários e partilhas: direito das sucessões: teoria e prática. 16ª. ed. São Paulo: Livraria Universitária de Direito, 2003. • CAHALI, Francisco José, Contrato de convivência na união estável, São Paulo: Saraiva, 2002. • GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Direito de família – As Famílias em Perspectiva Constitucional. 2ª ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2012. v. 6. • GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito de Família. 16ª. ed.. São Paulo: Saraiva, 2012. – Coleção sinopses jurídicas; v. 2).

42

• DIAS, Maria Berenice; PEREIRA, Rodrigo da Cunha (coords.). Direito de Família e o novo Código Civil. 3ª. ed. res. Atual. e ampl., Belo Horizonte: Del Rey, 2003. • MEIRELES, Rose Melo Venceslau. Em busca da nova família: Uma família sem modelo. Disponível em http://www.ibdfam.org.br/?artigos&artigo=379. Acesso 20 mai. 2012.
• PEREIRA, Rodrigo da Cunha. Concubinato e união estável. 6ª. ed., rev., atual. e ampl. Belo Horizonte: Del Rey, 2001.

43

• QUARANTA, Roberta Madeira; CIRÍACO, Patrícia Karinne de Deus. O tratamento do companheiro no Direito das Sucessões: inconstitucionalidade ou opção legislativa. Jus Navigandi, Teresina, ano 17, n. 3177, 13 mar. 2012. Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/21277>. Acesso em: 23 maio 2012. • SCALQUETTE, Ana Cláudia S.; União Estável, 2ª ed.. São Paulo: Saraiva, 2009. – (Coleção Prática do direito/Coordenação Edilson Mougenot Bonfim).

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