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O que é?

O que é?

O Portal da Construção Sustentável (PCS):

- Disponibilizar informação sobre o sector da construção em Portugal;

- Divulgar boas práticas para a construção e reabilitação no sentido de um desenvolvimento sustentável do sector.

- Informar sobre empresas que pelos produtos que representam contribuem para uma construção mais sustentável;

- Promover um conjunto abrangente de actividades.

As áreas temáticas incidem sobre:

Acessibilidades;

Água;

Ar;

Conforto;

Construção;

Energia;

Ordenamento do território;

Resíduos.

A importância dos materiais de construção na sustentabilidade:

50% dos recursos materiais extraídos da natureza são destinados à construção;

mais de 50% da produção nacional de resíduos provém do sector da construção;

a energia incorporada dos materiais significa 10% da energia de operação.

Fonte: Agenda 21 para a Construção Sustentável

.

Consome energia e recursos; Gera resíduos e poluição (ar, água e solo); Etapa do transporte gera impacte ambiental.

e poluição (ar, água e solo); Etapa do transporte gera impacte ambiental . Utilização e manutenção

Utilização e manutenção e limpeza

O SECTOR DA CONSTRUÇÃO É RESPONSÁVEL PELO CONSUMO DE CERCA DE 75% DE RECURSOS

OS MATERIAIS COMO SÃO SELECCIONA-LOS? IMPORTANTES PARA A

CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

OS 10 PRINCÍPIOS DO

Portal da Construção Sustentável

1.Princípio da redução do consumo de recursos;

1.Princípio da redução do consumo de recursos; Os produtos utilizados na construção devem, desde a sua

Os produtos utilizados na construção devem, desde a sua origem, fabrico, fase de construção e/ou fase de operação (ao longo da sua vida útil), potenciar a redução do consumo energético e de recursos naturais, constituindo uma inovação ou superando os produtos correntes, com um balanço energético e ambiental positivo.

Neste sentido, o produto deve também promover a redução do consumo de recursos económicos, quer em si mesmo, quer através dos seus processos de fabrico, transporte, aplicação, utilização e/ou destino final.

Podem ser dados como exemplos, os painéis solares, os redutores de corrente, os caixilhos com ruptura térmica, os tubos transportadores de luz solar, os sistemas de aproveitamento de águas pluviais, entre outros.

2.Princípio da absorção de CO 2 ;

2.Princípio da absorção de CO 2 ; O produto deve conter na sua composição uma percentagem

O produto deve conter na sua composição uma percentagem significativa de matérias absorventes de CO2, como a madeira, a cortiça, a palha, etc.

3.Princípio da renovação;

3.Princípio da renovação; O produto deve conter na sua composição uma percentagem considerável de matérias que

O produto deve conter na sua composição uma percentagem considerável de matérias que nos oferece a natureza de forma inesgotável, não condicionando o futuro das nossas reservas, como a madeira ou a cortiça produzidas de forma sustentável.

4. Princípio da reutilização e/ou reciclagem;

4. Princípio da reutilização e/ou reciclagem; O produto deve ser reutilizável, reciclável e/ou deve conter na

O produto deve ser reutilizável, reciclável e/ou deve conter na sua composição uma percentagem significativa de matérias recicladas. Assim, é evitada a exploração e consumo de novas matérias base, bem como o consumo de energia e demais recursos necessários para o fabrico do mesmo produto novo, reduzindo também a quantidade de resíduos, permitindo dessa forma um ciclo de vida fechado.

5. Princípio da pureza na sua composição;

5. Princípio da pureza na sua composição; Quanto mais matérias-primas sejam incorporadas num produto, mais recursos

Quanto mais matérias-primas sejam incorporadas num produto, mais recursos diferentes são implicados no seu fabrico e mais complexa e difícil se torna a sua separação e reciclagem.

6.Princípio da baixa energia incorporada;

6.Princípio da baixa energia incorporada; O produto deve apresentar um baixo índice de energia incorporada -

O produto deve apresentar um baixo índice de energia incorporada - prevendo-se a racionalização de consumos energéticos desde a extracção dos seus constituintes, passando pelo seu processo de fabrico e transporte, até à sua utilização; é por esta razão que produtos muito complexos ou que exijam transporte de materiais de longas distâncias se podem tornar menos sustentáveis do que os produtos locais.

As tecnologias avançadas são frequentemente potenciadoras de poupanças energéticas.

7. Princípio da nacionalidade;

7. Princípio da nacionalidade; O produto deve ser de origem local, seja a sua matéria-prima, o

O produto deve ser de origem local, seja a sua matéria-prima, o seu fabrico ou a sua tecnologia.

As diversas vantagens traduzem-se na redução do consumo de recursos, nomeadamente gastos energéticos dos transportes, e das emissões de gases poluentes, acabando, por conseguinte, o produto por apresentar um menor índice de energia incorporada.

A acrescentar a estes benefícios soma-se o natural favorecimento económico nacional.

8. Princípio da inocuidade à saúde humana;

8. Princípio da inocuidade à saúde humana; O material de base ou o produto final não

O material de base ou o produto final não devem ser prejudiciais ao ambiente nem ao ser humano, nem implicar tecnologias que sejam, ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Devem assim evitar-se matérias e processos tecnológicos susceptíveis de libertação de contaminantes ou substâncias perigosas, como líquidos, gases ou partículas tóxicas, desde a produção, manuseamento, utilização, até ao destino final.

9. Princípio da durabilidade e/ou baixa manutenção;

9. Princípio da durabilidade e/ou baixa manutenção; O princípio da durabilidade pode ser, por si só,

O princípio da durabilidade pode ser, por si só, sustentável, uma vez que evita à partida novos processo de produção/transporte/aplicação, com evidentes impactos ao nível do consumo de recursos.

Por outro lado, o produto deve exigir reduzida ou nenhuma manutenção, evitando- se, deste modo, consumos complementares, sejam eles de recursos energéticos, materiais ou económicos, tais como, a substituição de elementos, a higienização, impermeabilizações, tratamentos de superfícies, etc.

10. Princípio da certificação acreditada;

10. Princípio da certificação acreditada; Frequentemente as empresas investem mais tempo e dinheiro a tentar passar

Frequentemente as empresas investem mais tempo e dinheiro a tentar passar uma imagem verde dos seus produtos, do que em verdadeiras e efectivas boas práticas ambientais. Assiste- se, com esse intuito, à certificação de produtos, com selos que muitas vezes pretendem assumir ligações desses produtos à natureza sem, que na realidade, sejam ambientalmente correctos, como pode ser exemplo a imagem duma floresta num frasco que contém substâncias químicas nocivas.

A certificação pode ser, contudo, uma forma rápida e eficiente para decifrar a qualidade ambiental de um produto, desde que seja, de facto, uma certificação acreditada, que avalie uma boa gestão do recurso, desde a fabricação até à utilização, passando pelos processos que as próprias empresas implementam.

Formação;

Seminários de formação;

Participar na organização de conferências em parceria com várias Universidades, ou outras entidades;

Organização de Feira Internacional sob o tema: “Arquitectura e

Construção Sustentável para todos.”

Editar um GUIA DE MATERIAIS online para a construção/reabilitação sustentáveis de edifícios.

ÁREA

ÁGUA

EMPRESA

PRODUTO

DESCRIÇÃO

CONTACTO

PAÍS

CERTIFICAÇÃO

Bruma

Torneira Adamastor

Ecobrass

Zona Industrial de Sam Pav. 9-10 Apartado 7115 4764-908 Ribeirão V. N. Famalicão Tel: 252 491 977 Fax: 252 491 979

 
V. N. Famalicão Tel: 252 491 977 Fax: 252 491 979   E c o d
V. N. Famalicão Tel: 252 491 977 Fax: 252 491 979   E c o d

Ecodepur

BIOX

Reciclador

E c o d e p u r BIOX Reciclador
E c o d e p u r BIOX Reciclador
 

águas cinzentas

p u r BIOX Reciclador   águas cinzentas Zona Industrial da Chã Avenida 21 de junho,

Zona Industrial da Chã Avenida 21 de junho, n.º 103 2435-087 Caxarias 249 571 500 fax: 249 571 501

águas cinzentas Zona Industrial da Chã Avenida 21 de junho, n.º 103 2435-087 Caxarias 249 571

ÁREA

ISOLAMENTOS

REVESTIMENTOS

EMPRESA

PRODUTO

DESCRIÇÃO

CONTACTO

PAÍS

CERTIFICAÇÃO

Amorim

Aglomerado

Placas para

Amorim Isolamentos

Rua da Corticeira, nº 66

Amorim Aglomerado Placas para Amorim Isolamentos Rua da Corticeira, nº 66

Isolamentos

Cortiça

isolamento

4535

- 173 Mozelos

Isolamentos Cortiça isolamento 4535 - 173 Mozelos
Isolamentos Cortiça isolamento 4535 - 173 Mozelos
 

térmico

tel: 22 741 91 00 Fax: 22 741 91 01

 
 
 
 

Amorim

Pavimentos

Cortiça natural aglomerada através de uma resina Acrodur isenta de fenol, formaldeído e isocianetos.

Rua do Ribeirinho, nº 202 Apartado 13

4536

- 907 S.Paio Oleiros

isenta de fenol, formaldeído e isocianetos. Rua do Ribeirinho, nº 202 Apartado 13 4536 - 907

Revestimentos

em cortiça

Revestimentos em cortiça

Wicanders

PORTUGAL tel: 22 747 56 00Fax: 22 747 56 01

 
 
 

ÁREA

PAREDES

EXTERIORES

PAREDES

INTERIORES

EMPRESA

PRODUTO

DESCRIÇÃO

CONTACTO

PAÍS

Preceram

Tijolo térmico

Promove a

eficiência térmica e acústica nos edifícios Preceram - Indústrias de Construção, S.A. Travasso - Apartado

eficiência térmica e acústica nos edifícios

Preceram - Indústrias de Construção, S.A.

Travasso - Apartado 31 3101-901 Pombal Portugal

e acústica nos edifícios Preceram - Indústrias de Construção, S.A. Travasso - Apartado 31 3101-901 Pombal

Gyptec

Placas de

Gyptec Placas de

gesso

laminado

Portugal Gyptec Placas de gesso laminado Matérias-primas papel reciclado e gesso FGD, subproduto das

Matérias-primas papel reciclado e gesso FGD, subproduto das centrais termoeléctricas.

Gyptec IBÉRICA S.A. Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz Lote 3 - S. Pedro 3090-380 Figueira da Foz

CERTIFICAÇÃO

IBÉRICA S.A. Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz Lote 3 - S. Pedro 3090-380
IBÉRICA S.A. Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz Lote 3 - S. Pedro 3090-380

ÁREA

COBERTURAS

ILUMINAÇÃO

EMPRESA

PRODUTO

DESCRIÇÃO

CONTACTO

PAÍS

Neoturf

Coberturas

Coberturas verdes

Rua das Amoreiras Nº155 4460-227 Senhora da Hora

 

ajardinadas

ajardinadas
a s v e r d e s Rua das Amoreiras Nº155 4460-227 Senhora da Hora

Termipol

Solarspot

Iluminação natural onde esta, normalmente, não é possível

Rua Tomás Figueiredo Araújo Costa Apartado 226 Oliveira de Azeméis

esta, normalmente, não é possível Rua Tomás Figueiredo Araújo Costa Apartado 226 Oliveira de Azeméis CERTIFICAÇÃO

CERTIFICAÇÃO

esta, normalmente, não é possível Rua Tomás Figueiredo Araújo Costa Apartado 226 Oliveira de Azeméis CERTIFICAÇÃO
esta, normalmente, não é possível Rua Tomás Figueiredo Araújo Costa Apartado 226 Oliveira de Azeméis CERTIFICAÇÃO

NÃO FAZEM PARTE DO PCS

Produtos que contém materiais perigosos;

Produtos sem certificação acreditada (ou que se afirmam certificadas por uma norma ambiental reconhecida nacional ou internacionalmente, sem na realidade o serem);

Produtos altamente poluidores, tanto na sua fabricação, como ao lingo da sua vida útil, sem contribuírem para a diminuição do impacte ambiental;

Produtos que através de palavras ou imagens, dão a impressão de um relacionamento com terceiros, ONGAs ou outras entidades de preservação ambiental, que não existem na realidade.

OBRIGADA

csustentavel@csustentavel.com