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MENSAGEM DO PRESIDENTE

JOÃO RANDOLFO ARBEX
Em junho deste ano, comemoramos a consolidação de uma ação que considero uma ação de sucesso: a reestruturação e reformatação da revista do Clube Monte Líbano. A partir de um desejo meu antigo – e também de muitos associados – de ter um veículo de comunicação e divulgação à altura da importância do clube e dos acontecimentos que ele realiza, nosso VicePresidente Social Hilton Abi-Rihan nos apresentou a Widebrasil Comunicação, uma empresa de comunicação especializada em publicações personalizadas. Motivada pelo que poderia fazer em favor do Clube e da comunidade árabe através da revista, a parceria foi iniciada e o associado pôde constatar as grandes mudanças que a nova revista do Clube Monte Líbano promoveu. Um exemplo importante dessas mudanças foi a criação da seção “Mundo Árabe”, que trouxe e vem trazendo ao leitor informação qualificada sobre os países que compõem o chamado “mundo árabe”, tantas vezes confundido pela opinião pública, inclusive por descendentes de povos árabes. Acreditamos que o esclarecimento é uma das chaves para o sucesso e quanto informamos nossos leitores e associados com assuntos relevantes e tratados com seriedade, estamos também prestando um serviço de qualidade para eles. Outra seção importante tem sido a de “Culinária Árabe e Libanesa”, que traz para perto de nós não apenas nossa cultura mas também a possibilidade de cada um de nós sermos “chef” em nossa casa. A cada edição são apresentadas receitas originárias dos países árabes e de fácil preparo. Assim, cozinhar pratos árabes deixou de ser um desafio para especialistas. Naturalmente estou me referindo a pratos mais simples, já que alguns pratos da nossa culinária são bastante complexos e dependem, sim, da especialização e da sensibilidade de um chef de cozinha. Poderia discorrer nesta mensagem a respeito dos diversos benefícios, especialmente em favor da imagem do Clube Monte Líbano e da comunidade de ascendência árabe, que a nova revista do Clube Monte Líbano proporciona. Sobre a repercussão positiva, consolidada em diversos ofícios e comunicados que recebemos, frente aos nossos amigos dos demais clubes associativos, aos amigos que atuam no poder público municipal, estadual e federal. Junho é, sim, um mês onde devemos comemorar um ano dessa conquista. E nesta comemoração, não posso deixar de reconhecer a sensibilidade e o espírito de unidade de alguns amigos que, independente dos seus compromissos como associados, não renunciaram ao “fazer além da obrigação” e mergulharam conosco a fundo nesse projeto, colaborando através de suas empresas e comércio como anunciantes da revista do Clube Monte Líbano. Quero expor aqui meu reconhecimento e respeito, porque entenderam que fortalecer uma publicação como a nossa é fortalecer as nossas origens e o nosso amor à nossa cultura.

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Beirute. Vista aérea

Clube Monte Líbano Av. Borges de Medeiros, 701 - Leblon
CEP 22430-041 - Rio de Janeiro - RJ Tel. (21) 2512-8833 www.clubemontelibano.com.br

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Fundado em 12 de setembro de 1946 Declarado de Utilidade Pública pela Lei Estadual no. 1.952 de 1971 Benemérito do Estado por Resolução do Poder Legislativo. Lei no. 2.297 de 1974 Tombado por sua imagem cultural e fachadas arquitetônicas inscritas no Compêndio Internacional de Arquitetura. Lei no. 3796 de 7 de julho de 2004.

Biênio 2012/2013
Presidente de Honra Salomão Saadi Conselho Deliberativo (2011/2013) Presidente: Gilberto Adib Couri Vice-presidente: Eduardo Nagib Gaui 1° Secretário: Omar Koury Jr. 2° Secretário: Bruno Felício Asmar Secretário Suplente: Rubens Baracat Dip Consultor Jurídico: Hélio de Moraes Sarmento Conselho Diretor Presidente: João Randolfo Arbex Vice-presidente Financeiro: Sérgio Chucri Merhy Vice-presidente Administrativo: Paulo César de Azevedo Ritto Vice presidente Social, Cultural e Comunicações : Hilton Abi-Rihan Vice-presidente de Patrimônio: Frederico Landim Machado Vice-presidente de Sede, Compras e Manutenção: Roberto Gaui Vice-presidente de Esportes: Paulo Roberto G. da Cunha Vice-presidente Executivo da Presidência: Guilherme Neder Tanus Vice-presidente Executivo da Presidência: João Pedro Costa Leite Vice-presidente Executivo Cultural: José Roberto Pires dos Santos Vice-presidente Executivo de Cultura Libanesa e Árabe: Antonio Hamid Hamdar Assessora da presidência: Arlinda Elias Couri França dos Anjos Tesoureiro Geral: Raphael Luiz P Siqueira . Secretário Geral: Paulo Edde Filho Diretor Jurídico: Marco Antonio Couri Diretora de Sede: Maria de Paula P Peixoto . Procurador: Michel Eduardo Chaachaa Conselho Consultivo Presidente: Edward Caram Assemany Vice-presidente: Munir Murad Secretário: Américo José Oakim Membros: Adib Saadi, Gilberto Adib Couri, João Randolfo Arbex, José Elias Jacob Aloan, Paulo Cezar Assed, Ramez Saade, Roberto Salomão Couri e Salomão Saadi. Conselho Fiscal Presidente: Paulo Cezar Assed Membros: Adib Jamil Amin, Luiz Carlos Sabbak Tomé, Nelson Murad, Osmar Fernandes Terra e Roberto Jorge e Guilherme Adib Couri.

Produção

Ricardo Da Fonseca, MTb RJ23267JR Conselho Diretor do Clube Monte Líbano

Editor e Jornalista Responsável Conselho Editorial
Ricardo Da Fonseca

Jornalismo e Redação Projeto Gráfico
R. Gatto
Rua da Lapa, 120 / 601 - Centro Tel.: (21) 3923-5155 e-mail: widebrasil@widebrasil.com www.widebrasil.com

Edição e Tratamento de Imagens
Victor Lannes Marco Antonio Nicolau Laura Gargan e Humberto Souza WideBrasil Comunicação Integrada (21) 3923-5155 (21) 3923-5073

Revisão de Texto Fotografia

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A revista Clube Monte Líbano é uma publicação oficial do Clube Monte Líbano do Rio de Janeiro e é produzida pela WideBrasil Comunicação Integrada. As opiniões emitidas nas entrevistas concedidas e os textos assinados são de responsabilidade de seus autores, não refletindo, necessariamente, a posição dos editores nem do Clube Monte Líbano do Rio de Janeiro. Junho de 2012 - Tiragem: 2.000 exemplares

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PARA TODOS entrevista com Fabio de Mello
Apreciador da arte erudita desde a infância, o diretor de ópera e coreógrafo Fabio de Mello é um artista intenso. Responsável pela realização de importantes produções, como “Nijinsky”, “Noite Transfigurada” e “Zorba - O Grego”, esteve à frente de montagens de óperas como “La Traviata”, “Cavalleria Rusticana”, “Pagliacci”. “Porgy and Bess”, “Carmen”, “O Guarani”, “O Castelo de Barba-Azul”, “A Flauta Mágica”, “Salomé” e “Macbeth”. Representante Sul-Americano da Associação Internacional Maria Callas, tem em sua vastíssima coleção de Callas um ponto de referência para colecionadores de toda a América do Sul. Convidado por companhias de dança internacionais, já ministrou cursos especiais e apresentou seus trabalhos de encenador em Amsterdam, Paris, Nova Iorque, Lisboa e Barcelona. Fabio desenvolve, também, ações de promoção da ópera e formação de plateia, ministrando cursos e workshops como o “Introdução ao mundo da ópera”, que ministrará no Clube Monte Líbano. A revista do Clube Monte Líbano conversou com o diretor, que esclareceu importantes pontos do universo dessa arte tão secular.

ÓPERA

Você tem um conhecimento operístico bastante incomum, em se tratando de um jovem de 48 anos e nascido na cidade do Rio de Janeiro, uma cidade com tão pouca cultura operística. Como surgiu e se desenvolveu esse seu interesse pela ópera? Fabio de Mello - Sou de origem italiana, da região de Roma (Villa Borghese), mas cresci no solar bairro de Copacabana, Rio de Janeiro, ao som de vozes líricas tocadas diariamente em meu apartamento, principalmente em velhos discos de 78rpm deixados de herança pelos meus avós vindos de Roma (discos estes que ainda possuo e se multiplicaram em uma coleção de mais de 1.000 títulos hoje tocados num gramofone Victor Talking Machine de 1921). Aos 6 anos de idade, minha saudosa e amada tia Diva Colangelo de Mello me levou à “matiné” do Theatro Municipal para ver a comédia “Il Barbiere di Siviglia” de Rossini. No dia seguinte pedi um LP (de vinil, claro) com trechos desta deliciosa ópera cômica. Naquela época nosso Theatro vivia decentemente sua arte lírica, com títulos diferentes a cada mês. Pois não perdi mais nenhum! Aos sete anos, por uma simples coincidência, escutei num outro LP que ganhei de minha tia uma voz diferente de todas as outras que já havia ouvido até então. Meu coração bateu
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mais forte e eu chorei ao ouvir aquela voz peculiar e emocionante. Perguntei quem era e pedi (ou melhor, implorei) para ganhar um disco dela. Tinha que ser importado e comprado na minha futura “segunda casa”, a hoje saudosa loja Modern Sound da Rua Barata Ribeiro. Apesar do preço salgado, minha tia querida me levou até lá para escolher uma ópera completa com a “voz mágica que invadiu meu coração”. Escolhi, talvez por causa da bonita capa, em vista da minha pouca idade, a “Madama Butterfly” de Puccini. Ah sim, a tal “voz” que me enfeitiçou era de uma belíssima prima-donna chamada Maria Callas.
O que é ópera? Fabio de Mello - Esta é uma daquelas perguntas que nos deixam de “cabelos em pé”, pela dificuldade de se fazer de um termo tão grandioso um verbete. A ópera é um gênero de arte cênica dramáticomusical que nasceu de forma espontânea, gerada pelas fusões de diversas manifestações artísticas de palco para agradar a nobreza. Muita coisa pode se dissertar por sua história, mas acho que o que vale mais a pena ressaltar pode ser sintetizado em dois importantes aspectos. Primeiro: a ópera é uma arte de amplitude emocional, capaz de atingir o coração e a mente do mais jovem ao mais velho

Você estudou em Amsterdam e tem uma viPor que a ópera despervência intensa na Euta tanta rejeição na aturopa. Sob a ótica do alidade? governo, das empresas Fabio de Mello - Não privadas e do cidadão, tem rejeição na atualidapúblico ou não, como a de, tem rejeição variada ópera tem sido tratada ao longo do tempo e do nos países do continenespaço. Vamos tentar te europeu? entender: vejo a ópeFabio de Mello - É uma ra como a Acrópolis de verdadeira “colcha de Atenas – milenar, às veretalhos” – e rotativa, zes caindo aos pedaços, se assim podemos demas sempre se restaufinir. Alguns países (ou rando e mantendo-se ercapitais) da Europa têm guida em sua magnitude na ópera um segmenao longo do tempo como to muito forte, garantiuma das maravilhas do díssimo pelos governos mundo. O que acontece com fortes apoiadores é que os múltiplos moviprivados em comunhão mentos culturais ou polícom suas necessidades ticos surgidos de tempos (exemplos: Milão, Vieem tempos (as guerras, Fabio de Mello no Ópera Nacional de Paris (2010). na, Berlim, Leste euroas revoluções musicais peu em geral). Outros, como a cultura hippie apesar da grande legião de freqüentadores, ene beatnik, o punk rock, os modismos cada vez frentam crises (gerais) que afetam diretamente as mais exóticos e hoje imensamente globalizados, subvenções para os altos gastos de se montar para citar poucos exemplos) distanciam da classe ópera (Lisboa, Madrid, Barcelona). E o grande mais jovem (formadora das futuras opiniões) tudo Metropolitan Opera House de Nova Iorque, depois aquilo que remete ao “careta”, ao “antiquado”, ao de alguns anos de suspense e penúria, volta a “démodé”... E aí não é só a ópera que sofre suas viver seus momentos de glória, com vasto rerejeições; vão com ela os balés, a música sinfô- pertório, produções luxuriantes, melhores elencos nica, as artes plásticas clássicas, ou seja, a ópera mundiais, casas lotadas e promessas de um fuparece ser um movimento estagnado pelo tempo, turo muito promissor para o gênero lírico – que quando, pelo contrário, ela – assim como citei em Nova Iorque é freqüentado assiduamente por a Acrópolis grega – está em constante processo cidadãos de todas as idades, estudantes, turistas de renovação, buscas incansáveis de novas tec- e veteranos das poltronas. Portanto, é difícil clasnologias para atrair jovens plateias, difusão em sificar para a ópera um “momento” geral mundial cinemas, agora ainda em 3D! Enfim, a rejeição de pobreza ou prosperidade, é mais fácil companão está ligada à ópera em si e sim a um termo rar com uma “bolsa de valores” artística.
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ser humano, independente de suas raízes e suas formações – educacionais, sociais e culturais. E em segundo, a ópera é o gênero de arte cênica mais polivalente que existe em nossa arte, pois pode reunir música instrumental e vocal, atuação teatral, encenar drama, romance ou comédia, ter momentos dos mais diversos estilos de danças, canto coral, cenografia, figurinos, maquiagens, iluminação e tantos mais detalhes menores, que fazem deste tipo de espetáculo um verdadeiro “caleidoscópio” para os olhos, os ouvidos e as mentes dos mais diversos tipos de personalidades presentes em sua plateia.

que remete à “arte que já passou”. A falta de informação em alguns países mais carentes de cultura clássica ajuda a causar esta impressão, e o público deixa de acompanhar movimentos interessantes como montagens tradicionais, modernas ou vanguardistas, recuperação de música antiga que influenciou diretamente o mundo moderno (quanta coisa das óperas não foi parar no “rock progressivo”?), e o próprio “exotismo” de se explorar uma arte cênica original e secular. Afinal, não vivemos comprando pacotes turísticos para conhecer o Egito ou a China?

Você acha que existem caminhos para uma recuperação da ópera no Brasil? Fabio de Mello - Sou um artista de rompantes otimistas, às vezes acho que a recuperação da ópera em solo nacional está a um passo de nossos pés, às vezes acho que pode vir a ser um caso perdido. Mas isso no Brasil, pois nos últimos 20 anos vivi em países onde a ópera muitas vezes tem a força de nosso futebol.

Você gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores da revista do Clube Monte Líbano? Fabio de Mello - Em primeiro lugar, agradecer a atenção depositada por cada um de vocês na leitura destes depoimentos. Mas, principalmente por ter consciência da vastidão que nos envolve ao se tratar do tema “ópera”, aguardo a presença maciça de todos os amigos em nossos encontros, pois tenho certeza que serão muito agradáveis e esclarecedores. Meu sincero carinho a todos os leitores e um grande “BRAVO!” ao Clube Monte Líbano pela maravilhosa Neste mês de junho, você está dando início no iniciativa. Clube Monte Líbano a uma série de workshops focados na formação de plateia para ópera. Como surgiu essa ideia e quais assuntos você irá aborAssociado, dar? Os participantes precisam ter algum conhecimento específico em artes, música ou ópera para participarem desse workshop? É um workshop você já pode obter a 2a. via da guia para pessoas mais velhas ou os jovens também de pagamento da Taxa de Manutenpodem participar dessa série de workshops? Fabio de Mello - A ideia destes workshops nasceu ção através do website do clube. pela polivalência da própria ópera: unir para ouvir, contar e trocar histórias desta arte que é muito mais Acesse: amada do que se pensa, e com isso reunir um público tão eclético quanto a própria ópera. Todas as www.clubemontelibano.com.br idades, todas as classes sociais, todas as formações culturais. Com esta fusão vamos poder trabalhar –
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Aqui no Brasil, a ópera parece ter sido relegada a um segundo ou terceiro plano. Tanto pelo poder público, responsável por incentivar manifestações culturais, quanto pelo cidadão, que aparentemente não se interessa por essa manifestação artística. O que você pensa em relação a essas duas questões? Fabio de Mello - Este é um fenômeno dos tempos modernos. O Brasil (principalmente Rio e São Paulo) esteve nas mais importantes rotas líricas mundiais dos anos 10 aos 70, quando tínhamos o mesmo padrão do Scala de Milão, da Ópera de Paris ou até mesmo da Bayreuth de Wagner. Tínhamos aqui as maiores produções e as maiores celebridades mundiais com a mesma frequência da Europa e dos EUA. Depois houve sim um desinteresse, principalmente dos investidores (privados ou governamentais), em gastar as verbas (nada modestas) para realização de óperas. Mas, a partir dos últimos anos, o surgimento de importantes festivais de ópera em outras praças nacionais (Manaus, Belém, Brasília, entre outros) parece que está fazendo as “capitais culturais” acordarem para o fato de que ópera é sinônimo de grande público e grandes receitas – visto récitas esgotadas de produções muitas vezes de gosto altamente duvidoso. Acho que São Paulo está despertando com mais agilidade, o Rio de Janeiro (capital) está numa situação crítica em relação à arte lírica, mesmo tendo o mais importante teatro de ópera do país.

É verdade que você foi chamado para planejar, desenvolver e executar uma ação voltada à ópera em um município do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de fazer renascer a ópera no Estado? Fabio de Mello - Sim, é verdade e posso afirmar que é um dos projetos mais estimulantes que já tive em mãos em toda minha carreira. Mas apenas pelo fato do projeto estar em estágio de implementação e aprimoramentos, prefiro deixar a revelação do local onde o evento acontecerá como uma pequena surpresa para os nossos queridos melômanos. Mas prometo que será para um futuro próximo e encantará a todos por sua forte originalidade, principalmente em se tratando de Brasil.

juntos – tanto os problemas da desinformação sobre o assunto, as rejeições, as paixões, as polêmicas, as curiosidades (muitas vezes hilárias) do mundo lírico. Com isso acho que estaremos meio que montando também uma “ópera” – a ópera da diversidade cultural num agradável encontro de gerações, curiosidades e conhecimentos. A ideia é ter todo tipo de nível de participante: quem nunca ouviu uma ópera, quem nunca foi a uma, quem rejeita só de ouvir o nome, quem gosta, mas tem reticências, quem tem curiosidades em aberto, quem conhece bastante e até os fanáticos e os profundos conhecedores, que chegarão muito bem-vindos com suas variadas e preciosas bagagens sobre a vivência da ópera em suas vidas.

1o. DE JULHO
A organização do Torneio de Tranca informa que neste ano ele será realizado no dia 1o. de julho (domingo), a partir das 13h30, no Salão Panorâmico. O evento terá premiações das duplas, sorteio de brindes e um gostoso lanche, além de outras surpresas. As taças e medalhas serão entregues na “Festa do Esporte”, que será realizada em dezembro de 2012. Inscrições e outras informações: Salão de Jogos do Clube Monte Líbano, com Sr. Jeová (ramal 256).
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ATRAÇÕES

JUNHO
Dança do Ventre na Boite 701 Todas às quintas-feiras, a partir das 20h
Jantar de Culinária Libanesa e apresentação de Dança do Ventre com a Cia. de Dança Sara Caldas. Dia 07 - Não haverá apresentação Dia 14 – Sara Caldas e Amanda Alexandre Dia 21 - Virginia Njainne e Simone Leara Dia 28 - Sara Caldas e Daiana Ohara

Piano’s Bar
Música ao vivo no Restaurante Piano’s Bar Todas às sextas-feiras, a partir das 20:30h
Dia 01 Dia 08 Dia 15 Dia 22 Dia 29 Tinho Martins (ex-Saxofonista do Tim Maia) Reno Duarte (Guitarra e voz) Samba Sem Crise (Cavaco, tan-tan, pandeiro e voz) ESTRÉIA. Alfredo Sertã ao piano Tema II (Teclado, guitarra e voz)

ORGULHO BRASILEIRO. ORGULHO LIBANêS.
Através de decreto publicado no Diário Oficial do Município, o prefeito Eduardo Paes homenageia Diana Sayad Koury dando seu nome para rua no Recreio dos Bandeirantes. Diana Sayad Koury, mãe dos associados José e João Koury, foi a primeira mulher eleita para o Conselho Deliberativo do Clube Monte Líbano, tendo sido reconduzida ao cargo por mais dois mandatos. Foram homenageados, também, nomeando rua ou avenida, o radialista Jorge Curi e o geógrafo Aziz Ab Saber.
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PROGRAMAÇÃO INFANTIL
RECREAÇÃO

Dia 03 Brincadeiras e Animação com Recrear Festas Parquinho (das 13 às 17 horas) Dia 10 Show de mágicas com o Grande Valadares Auditório (às 16 horas)

Dia 17 Recreação com a equipe do Tio Tetê Parquinho (das 13 às 17 horas) Dia 27 Peça de teatro “Enrolados” com Geandro Pascarelli e sua Trupe Auditório (às 16 horas)
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NÃO PERCAM!!!! Dia 16 de junho, Festa Junina do Clube Monte Líbano. TRAGA A SUA FAMÍLA E VENHA SE DIVERTIR NA MELHOR FESTA JUNINA DA CIDADE!

FUNCIONÁRIO DO MÊS
Maria Luiza de Freitas Admissão: 05/2011 Função: Serviços Gerais

AVISO A TODAS AS MAMÃES Encontra-se instalado na sala do departamento social (em frente ao varandão) um aparelho de micro-ondas para o aquecimento das refeições e mamadeiras dos bebês.

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ANIVERSARIANTES DO MÊS O Clube Monte Líbano parabeniza os sócios que completam em junho mais um ano de vida, desejando saúde, paz e prosperidade.
Dia 01 Guilherme Poope Bertozzi, Maria C.P.E. de Franca Santos, Mateus Maracaja Tabach e Thomas Gonçalves Moreira Lopes. Dia 15 Alexandre Costa Jorge, Ana Paula Couri Carvalho, Katia Wolk Taam, Maria Jose Saboia Lima de Souza, Maria Rodrigues Bueno, Roberto Siqueira Caparica, Rogério Leone Gomes do A. Xavier e Ronaldo Darzi Dia 16 Carlos Alberto de Castro Rodrigues, Cesar Roberto de Lima E Silva Junior, Henrique Bragunci Adayme, Jorge Bedran Jettar, Maria Claudia C. G. da Cunha

Dia 02 Betina Calmon Barreto, Elias Gazal, Fernando Antonio Severino dos Santos, Gerson Reis de Carvalho, Marcelo Arab Murad, Matheus Meirelles Ferreira, Paulo Edde e Rosemary Pereira Pestana Edde. Dia 03 Adriana Costa Jazbik, Gabriel Pini Fragoso S. Vieira, Glaycon Augusto de Paiva, Luiz Arthur Tiago Q. Pedrosa, Luiz Edmundo Gravata Maron Junior, Matheus Rigueira Bumachar e Rafael Pini Fragoso S. Vieira

Dia 04 Andrea Alvarenga do Nascimento, Claude Mardini Nasr, Guilherme Lauria Reis Franco Henriques, Maria Regiane Alves Moreira, Mariluza Anunciação Caruso, Monica Mota Di Filippo e Sonia Chreem Dia 05 Deborah Requena Galli Crespo Ferreira de Carvalho, Gabriella Magalhães P. Lima, Jorge Elias, Jose Roberto Mortari Annibal, Marcio Gunter Studart de Lima e Vinicius Costa de Madeiros Ribeiro Dia 06 Ana Paula Castanho M. C. Barbosa, Bruna Vinha Fernandes Dib, Gilda Maria Radler de Aquino Schaum, Marcelo Ferreira Maffei, Marcia Dourado Cavallieri, Marcia Janete Kelab, Maria Fatima R. de Marins, Osmar Fernandes Terra e Renata de Carvalho Gaui Dia 07 Giovana Morais Daibes Rachid Dia 08 Fabio Menescal de Holanda e Jose Roberto Pires dos Santos.

Dia 17 Andrea Elizaeth Bodur Lima, Bernardo R. C. Cavaler Diuana, Elisabeth Dias Winter Salimena, Frederico Augusto Kalache de Paiva, Maria Eunice M. Ribeiro Guedes, Paulo Roberto Meira de Araujo e Roberta Saad Pedrusian de Souza Dia 18 Fatima S.Lobo Gazal, Luciana Carvalho S. Lima, Maria Alice S. C. A. Pinho, Selma Figueira Sallun e Taissa Maria Edde Azevedo S. Mendes

Dia 19 Gabriela Couto Xavier, Karim Youssef Nasr, Lucas Anelli de Paula, Marcelo Henrique da Silva Herrmann, Ramzy Youssef e Sandra Kattan Dia 20 Fuad Merhej Junior, Gabriela Oliveira B. Roque e Paola Allak da Silva Saadi

Dia 09 Adib Jamil Amim, Antonio Carlos da Costa, Bianca Di Menno, Caio Santana Niemeyer Santana, Claudia Perracini Valladares, Daniela Brazao Maksoud, Greyce Flavia Pepe de A. Mezher, Luiz Eduardo R de L Biolchini, Maria Clara K. de M. Bairral e Marisa Aloe Dia 10 Alexandre Guimarães de Almeida C. Cesar, Emanuela Bahia Duarte Nogueira, Johnny Alexandre Guedes, Sara Siciliamo e Tiago Granez Rodrigues de Oliveira

Dia 21 Alfredo Felix Canalini, Ana Carolina Britto Boechat Capita, Bruna Caram Assemany Moreira, Cesar Augusto Simões Goudouris, Elham Kanaan, Eliane Edde Azevedo S. Mendes, Eliony Delgado da S. Paixao, Joselia de Souza Ribeiro, Maria Emilia Oakim de Carvalho, Marluce Cristina Ponte Goudouris, Michel Mendes Meireles Silva, Pedro Carvalho Koury e Ricardo Gomes Tabach Dia 22 Catharina Abdu Muhlhaus, Gilson Freitas de Souza, Giselle Gabriel Ghazi, Pedro Schnoor W.Bollmann, Raphael Luiz P. A. de S. M. de Siqueira e Victor Gabriel Costa Poubel Dia 23 Alessandra Maximino Assemany Goncalves, Gabriela Durso Romano, Ibrahim Sued, Sandra Maria Faroni, Valesca Cardoso Junqueira, Victor Mattar Mucare, Victore Mattar Mucare e Yves Jean R. Gounot Dia 24 Carolina Escher Canalini, Charlotte Assuf, David Saadi, Joao Jose Jallad, Joao Ricardo Silvares Serta e Neide de Almeida Ferré Coutinho Dia 25 Christian de Souza Polini, Colette Assuf, Fernando Luiz Cysneiros, Gisele Cecerski Balassiano, Luiz Fernando Cysneiros, Marcia de Paula Castro Oliveira, Nicolau Sada, Roberto Antonio Alves de Lima, Rosana Tostes Machado, Sergio Antonio Monteiro Fontes e Sofia Ponte Goudouris

Dia 11 Clara Ferreira Marques Moreira, Gustavo Soares Pereira Espinho, Henry Daniel Hadid, Marcelo Maximino Assemany, Pedro Abeid Guimarães, Sara Dias Torazzi e Solange Calmon N. da Gama Dia 12 Alexandre Tahanabdu Barbosa, Clarissa de Alcantara Couri, Hamilton de Mesquita Pinto, Lilian Mara Sobral Anelli de Paulazz e Rui Haddad Dia 13 Barbara Maluhy Ritto e Maria Cristina A P Burlamaqui

Dia 14 Abrahao Chicralla, Adolfo Lopes de A. e Silva, Agsin Lberto Grimoldi, Alexey Rodrigues Dantas, Ana Paula S. P. de C. Almeida, Andre Bardouil, Angela Maria P Fragoso, Angela Sayad Nader, Angl Soes de Moura Chamma, Anna Rosa Almeida de Aguiar, Anna Rosa de Souza Farhat, Antonio Anysio Zaher, Assima Thome Farhat, Badia Bardouil, Barcita Salomao Rechwan, Camilo Nader, Dirce Lopes P Edde, Elias Assuf, Elza Chaouche, Emil Farhat, Emma Jafet Coury, Evelina Aziz Nader, Farida Issa Boulos, Florisa Ferreira de S. Sauma, Fuad Kuri Merhej, Fuad Najar, Gilda Sa Earp M. Rego, Guilherme Mendes Tabach, Habib Toufic Haouche, Hilda Couri Serfan, Izabel Abou Mazuad, Jeanette Assuf, Jose Estephanio, Juan Alberto Grimoldi, Juliana Sencond Curi, Linda Azer Maluf Jeha, Lucas Taulois Barreto Maio, Lucy Couri Najer, Maria Cecilia Pedro Rocha, Maria da Gloria Drumond Sued, Maria Solange Grimoldi, Mariana Lobo Ribeiro, Marilia Najar, Marvia Santos C. Racy, Nadia S. Assuf Nechar, Najla Tannuri Lemgruber, Nassiba Borne Estephanio, Natalia Jazbik Silva, New Merhej, Odete Calil Boulos Issa, Odete M. da Cruz Martins, Odette Carone Zaher, Oliva Merhej, Patricia Gaba, Paulo Gaba, Paulo Gaba Junior, Raul Jorge Nechar, Ricardo N. Bichir Haber, Salim Farhat, Salume Matheus Chicralla, Solange Haouche Brimoldi, Sonia Couri Gaba, Sonia Maria Rasuck, Tania Maria de Souza Farhat, Tatiana Cecerski Balassiano, Tiago Maurano M Belchior, Tirza de Souza Farhat e Washington Abdalla Chamma

Dia 26 Ana Julia, Daniela Carvalho Issa Maffei, Eduardo de Freitas Campos, Joao Boueri Filho, Maria da Graca D.B.De Medeiros, Maria Eduarda Ghazi Goulart, Mariana Jardim Leiderman, Michel Eduardo Chaachaa, Roberto Maksoud, Salvador Paulo Diacovo, Victor Gabriel Mathias e Zuleica Rocha Dia 27 Beatriz Felipe Amaro Pereira, Daniela Monteiro T.Mendes, Jawad Salim Ghazi, Joao Pedro Pereira de Oliveira e Monica Cury de Souza

Dia 28 Anabelle Dias Winter Salimena, Maria Elza Guimaraes Regadas, Maristela Travassos e Regina Helena F. Costa Jorge Dia 29 Adriana Nassar Felicia, Lucas Andrade Ribeiro e Maria Leticia Butti Simões Dia 30 Ademir de Oliveira Silva, Bruna Engelke Wanderley, Maria Julia Hallack Moura e Rafael Caram Assemany Moreira
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Culinária Árabe e Libanesa.
Chef de Cozinha do Restaurante do Clube Monte Líbano

Ericson Khalil

A GRANDE ARMA CONTRA O DIABETES, HIPERTENSÃO E DOENÇA DE PARKINSON No Egito e no Líbano, a dieta básica gira em torno do grão de fava. A fava é uma leguminosa com características muito próximas do feijão e outras leguminosas (ervilha, grão-de-bico, lentilha, soja, tremoço). O seu valor calórico por 100g quando fresca é de 60 Kcal. Quando seca, sobe até 300 Kcal. Por outro lado, a fava possui os hidratos de carbono (açúcar) de absorção lenta, excelentes para os diabéticos e os obesos, pacientes com hipertensão, obstipação, anemia, fadiga, convalescença e doença de Parkinson. A ingestão desses alimentos deve ser feita de forma gradual para evitar aumento do meteorismo (gás no abdómen). Um prato muito comum é o fool - um ensopado consistente feito de grãos de fava temperados com pasta de gergelim e suco de limão. A fava é rica em ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco, vitaminas do complexo B (ácido fólico, B1, B2), fibras e fitonutrientes com propriedades antioxidantes. O prato mais famoso com favas no Mundo Árabe é o Riz Bel Foul (arroz com fava verde) e o Foul Midammis, um ensopado consistente feito de grãos de fava temperados com pasta de gergelim e suco de limão, servidos normalmente durante o café da manhã. Saboreie e comprove os benefícios deste poderoso e delicioso grão! Receita do Riz Bil Foul (Arroz com Favas Verdes) Ingredientes: 500g de carne moída, ½ kg de fava verde, 2 copos de arroz, 1 cebola média picada, 1 colher de sopa de manteiga, 1 colher de chá de sal, ½ colher de chá de canela em pó, 4 ½ copos de água Para decorar: ½ copo americano de castanha de caju frita ou amêndoa frita. Modo de Preparo: Refogue a cebola na manteiga até ficar dourada; Acrescente a carne e a canela, deixe até cozinhar; Junte a fava e refogue por 5 minutos; Acrescente a água, o sal e deixe por mais 10 minutos cozinhando. Acrescente o arroz e tampe a panela, deixe por 5 minutos em fogo alto, diminua o fogo e deixe por mais 20 minutos; Sirva quente e decore levemente frito. Sarten!
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GRÃOS DE FAVA

TÍTULOS DE SÓCIOS
Em reunião do Conselho Deliberativo realizada no dia 14 de março corrente, ficou estabelecido que, a partir do dia 10 de maio de 2012, o valor do título de sócio do Clube Monte Líbano será de R$ 15.000,00. Informamos que restam poucos títulos disponíveis para aquisição.

NOVOS SÓCIOS A diretoria do Clube Monte Líbano, feliz com o crescimento da família Monte Líbano, deseja aos novos associados e seus dependentes que encontrem aqui um ambiente de alegria, tranquilidade e fraternidade. 1014 Carlos Queiroz Henrique 1535 Michel Gaui Paes Barreto

Dia 16 de junho: Festa Junina
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ALMOÇO DO DIA DAS MÃES

O Dia das Mães no Clube Monte Líbano foi marcado por encontros e reencontros. Famílias confraternizaram durante o almoço de Dia das Mães, realizado no Salão Nobre do Clube. O Clube Monte Líbano expressa sua alegria em poder oferecer ao associado e seus familiares, em uma comemoração tão especial, um ambiente limpo, seguro e de qualidade.

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SERESTA MODERNA
Já era esperada por todos a empolgante apresentação do grupo Seresta Moderna. Contando de uma maneira muito própria e animada a história da música popular brasileira, João Francisco, Kelce, Patrícia, Biel, Luiz Makarra e Valdo botaram seus convidados para dançar ao melhor da música brasileira.

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DANÇA, CULTURA E AMOR. ISSO É “A DANÇA DA MINHA TERRA”
Definitivamente, o mundo árabe é um manancial de arte e beleza que nos surpreende a cada dia. E quem resgata essa verdade para a atualidade é a atriz Keyla Milanez, que através da peça de sua autoria “A dança da minha terra”, montada no mês de maio no Clube Monte Líbano, revelou ao público fluminense a graça e a beleza de diversas danças de origem árabe e libanesa. Um espetáculo leve, com diálogos agradáveis e engraçados, onde Keyla Milanez e o ator Areias Herbert protagonizaram uma divertida história de amor, sempre bem temperada com belíssimas danças árabes, tão bem apresentadas ao público pelas bailarinas Hanna Aisha, Luciana Melquiades, Nadja El Balady e Nitya Montenegro. Um espetáculo que teve o reconhecimento do público, já que todas as cinco sessões realizadas no Monte Líbano tiveram seus ingressos esgotados. Por revelar a beleza e o significado cultural das danças árabes com leveza e bom gosto, podemos arriscar dizer que “A dança da minha terra” é a mais importante, senão a única produção teatral da atualidade focada no tema. Vale a pena conferir as próximas temporadas da peça no Clube Monte Líbano. Para maiores informações, acesse: www.adancadaminhaterra.com.br

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EVENTO TESTE
Alegria e descontração marcaram o evento teste realizado em junho como preparativo para as Olimpíadas 2012 do Clube Monte Líbano. Nossos atletas amadores participaram em peso das disputas, antecipando o clima que as nossas Olimpíadas irão promover. Parabéns a todos os associados e amigos que prestigiaram esse importante acontecimento.

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NÃO PERCAM!
Se quem canta seus males espante e é feliz, é no karaokê do Clube Monte Líbano que nos encontraremos. Todos os domingos, a partir das 18 horas, na Boite 701. AS VERDADES DE VERÍSSIMO A exibição do Curta Metragem “As verdades de Veríssimo”, dirigido por Eduardo Fraga, foi um sucesso! Superando as expectativas, mais de 70 pessoas foram prestigiar a produção no auditório do Clube Monte Líbano. A comédia é baseada nas histórias de “A Comédia da Vida Privada”, de Luís Fernando Veríssimo e é o resultado da “Oficina de Interpretação para TV e Cinema” ministrada pelo diretor. Maiores informações sobre a oficina, acesse: www.oficinadeatores.com.br

Elenco e diretor Eduardo Fraga confraternizando.

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TEATRO ALEGRIA!
Encenada no auditório do Clube Monte Líbano, a peça de teatro “MekaAnimais”, dirigida por Geandro Pascarelli, foi só alegria. A garotada vibrou e se divertiu bastante, e até os papais aplaudiram entusiasticamente.

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DEBATE
O debate sobre o filme “Um Método Perigoso”, no último dia 24, foi um enorme sucesso. A palestra teve como teor o conteúdo científico e passional da obra, a qual foi motivo de acalorados debates. O Vice Cultural, Prof. Antonio Hamdar, convidou para a função de mediador o Presidente da Sociedade Literária e Cultural Khalil Gibran, Samyr Oakim Badouy. Os palestrantes foram Lúcia Regina de Lucena, Ana Maria Fernandes, Catharina França e Luiz Gondim. Após o notável evento, foi oferecido a todos os presentes o delicioso bolo de pão de ló com recheio de nozes e baba de moça, e cobertura de suspiro. A homenageada oficial, por devotamento, trabalho e mérito cultural, foi a Presidenta da Liga da Defesa Nacional, psicóloga Mirian Perolla.

FENÍCIOS

Antonio Hamdar Vice Executivo de Cultura Libanesa e Àrabe.

Fenícios. Esta civilização, que deu origem à República do Líbano, nos fascina. E muito desejamos conhecê-la. A cada artigo desenvolvido, o Clube Monte Líbano do Rio de Janeiro confirma ser referência não somente em Oriente Médio, mas em todo o universo humano, pois amamos as diferenças, herança de nossos fenícios. As águas e os caminhos de liberdade, os montes e as defesas naturais, estes fizeram a diferença. E, desde sempre, a valorização da democracia e da criatividade levou um jovem nascido na cidade de Biblos (chamada Guebal em fenício) a desenvolver o alfabeto fonético com suas 22 letras. “Seu genial trabalho consistiu em inventariar, analisar e colecionar os diferentes sons que uma garganta humana podia emitir e em designá-los por signos”. Já com o alfabeto fonético, as inquietações de suas almas o fizeram rumar mar a dentro, ganhando o mundo e inaugurando as comunicações e as relações públicas. E essa inquietude é nossa herança. Nosso Clube hoje, na gestão João Arbex, capta água da chuva, que é utilizada em nossos banheiros e na limpeza das áreas comuns. O sistema de iluminação valoriza a aproveitamento da luz natural, e a rede de esgoto foi modernizada. Recordamos ainda a catalogação das árvores do Clube, quando o dr. Adib Saadi promoveu a vinda de um biólogo do Jardim Botânico. Hoje temos as árvores cadastradas, inclusive com seus nomes científicos, mostrando que estamos engajados em projetos que nos incluem, com certeza, na pauta da Rio+20.
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BAHREIN

Os amantes dos esportes, especialmente da Fórmula 1, já ouviram falar deste emirado, mas a grande maioria das pessoas pouco ou nada sabe a respeito desse arquipélago chamado Bahrein. O Bahrein é um país insular (com 35 ilhas e ilhotas) localizado no Oriente Médio e que faz fronteira marítima com três grandes potências do chamado mundo árabe: Irã, Qatar e Arábia Saudita. Manama é a sua capital e também a maior cidade do Bahrein, possuindo cerca de 1/4 da população do país. A religião majoritária do país é a muçulmana – os xiitas em geral descendem da população persa que no passado ocupou a região e os sunitas são árabes e constituem a classe dominante, ligada à dinastia que governa o país. O Bahrein, que possui uma posição estratégica no Golfo Pérsico, também foi alvo da cobiça e da invasão de outras nações: primeiro pelos portugueses, que o ocuparam entre os anos de 1500 e 1600. Depois, foi o Império Persa que invadiu a região. Aproximadamente um século mais tarde o Bahrein obteve a sua independência do Império Persa (1783), até que no século XIX vários tratados foram impostos ao país obrigando o Bahrein a se transformar em um protetorado militar e comercial britânico. Somente em 1971 o Bahrein conquistou sua independência definitiva, transformou-se em emirado. A população é árabe na maioria, embora haja uma pequena presença de técnicos europeus e americanos devido ao desenvolvimento que o país vem promovendo. No que se refere ao sistema político do país, o

Bahrein é uma monarquia constitucional com um primeiro-ministro e um gabinete integralmente apontados pelo Monarca, todos integrantes da família real. Hoje, assim como a grande maioria dos países árabes produtores de petróleo, o Bahrein tem na produção e no refinamento do petróleo e na extração do gás natural a sua principal fonte de renda, que representa aproxima- damente 11% do seu PIB. Além disso, o país se tornou ponto de refino e embarque do óleo cru de origem saudita, realizado por um oleoduto submarino que liga a Arábia Saudita ao Bahrein. A riqueza petrolífera desse emirado e o desenvolvimento que o petróleo é portador estimulou a implantação de outras indústrias, como as de cimento, alumínio e a construção naval. Além disso, a prestação de serviços, especialmente bancários, transformou o Bahrein num dos principais centros comerciais e financeiros do Oriente Médio. Com tanta riqueza – a sua população possui uma das rendas per capita mais altas do mundo – , o governo do Bahrein proporciona aos seu povo diversos serviços sociais, inclusive educação e saúde de qualidade. E em um país cujas principais necessidades do cidadão estão satisfeitas, as fontes de instabilidade social são poucas, mas as que existem surgem em razão da presença cada vez maior de trabalhadores imigrantes.
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DIA DOS NAMORADOS, UM DIA MUITO ESPECIAL!
O Clube realizará no dia 14 de junho, quinta-feira, às 19h30, um encontro de poesia e muita arte em louvor à Data do Amor. O evento será no Salão dos Conselhos, com os associados, convidados, poetas e declamadores. A Sociedade Literária e Cultural Khalil Gibran fará parceria cultural com o clube. O Presidente da Sociedade, Samyr Badouy, está motivado para este encontro transcendental. Logo após, degustaremos o já tradicional bolo de pão de ló com recheio de nozes e baba de moça, e cobertura de suspiro.

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Jogos Olímpicos do Clube Monte Líbano 2012 Participe!
Preencha a ficha de inscrição e entregue ao coordenador de esportes Marco.

Taxa de inscrição R$ 10,00

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