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Trabalho Sobre Raioa Laser Para Eng.

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DIONE DA SILVA ALVES

TRABALHO APS DO CURSO DE ENGENHARIA BASICA DA UNIP CAMPUS DE ARAÇATUBA: RAIO LASER

Trabalho acadêmico com vistas à aprovação em curso de engenharia,3° semestre, Turma S e R, Período noturno — Universidade Unip de Araçatuba.

Universidade Pauista Unip de Araçatuba Araçatuba — Junho de 2012

SUMÁRIO

Introdução___________________________________________________________________3 Capitulo 1: Como o Raio Laser foi Descoberto____________________________________4 Capitulo 2: Como Funciona________________________ Error: Reference source not found Capitulo 3: Quais os tipos existentes__________________Error: Reference source not found Capitulo 4:Quais as suas aplicações__________________Error: Reference source not found Conclusão_________________________________________Error: Reference source not found Bibliografias______________________________________Error: Reference source not found

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem por objetivo mostrar e divulgar informações sobre raio laser, algo presente no dia a dia das pessoas porem algo também que as pessoas sabem muito pouco.

CAPÍTULO 1 COMO O RAIO LASER FOI DESCOBERTO

A DESCOBERTA DO RAIO LASER

Poderíamos abreviar anos de estudos e pesquisas dizendo que o raio laser foi descoberto em maio de 1960 pelo o físico americano Theodore Maiman, mais não foi simples assim, é realmente foi creditado a ele a descoberta, mais antes disso vários cientistas vieram estudando os fenômenos da luz , vamos contar a história do começo!

A descoberta do laser não aconteceu da noite para o dia, já era teorizada desde o começo do século. A saga para o perfeito funcionamento da luz começou em 1917, com o físico Albert Einstein. Ele descobriu a emissão estimulada – quando fótons incidem sobre átomos, gerando feixes de luz com alta quantidade de energia, propagada em apenas uma direção. “É a diferença entre a luz incoerente e luz coerente. No caso de uma lâmpada, a luz

5 tem milhares de direções, o que chamamos de incoerente. Já a luz coerente é a do laser, uma luz comportada onde os fótons se movem igualmente”, explica o professor Júnio Márcio Rosa Cruz, do Instituto de Física da UnB.

6 Depois de Einstein, outros físicos seguiram em busca do raio laser. Na década de 1950, os físicos Charles Hard Townes, em Nova York, Aleksandro Prokhorov e Nicolai Basov, em Moscou, atuavam em pesquisas semelhantes e chegaram à mesma descoberta: a amplificação de microondas por emissão de radiação estimulada. Era uma forma de raio laser, porém mais fraco, invisível a olho nu. A dificuldade estava em achar um aparelho que fosse capaz de suportar muita energia. Foi então que Maiman desenvolveu o aparelho de rubi.

7 Em maio de 1960, o raio laser foi descoberto pelo físico americano Theodore Maiman, esse doutor ai de cima, Ele trabalhava numa empresa de aviação em Los Angeles, quando desenvolveu um aparelho com pedras de rubi capaz de suportar a alta energia do laser.

O objeto é um cilindro de rubi com as extremidades polidas para funcionar como espelhos.

DEMONSTRAÇÃO LABORATÓRIO

DE

UM

LASER

EM

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CAPÍTULO 2 COMO FUNCIONA

Os raios laser são feixes luminosas especiais, algumas vezes de grande intensidade, capazes de percorrer longas distâncias sem se espalhar. O nome é uma sigla derivada da expressão inglesa Light Amplification by the Stimulated Emission of Radiation (amplificação da luz por emissão estimulada de radiação). Ela descreve o fenômeno básico utilizado nos aparelhos para gerar os raios laser. Este mesmo fenômeno é também empregado em aparelhos que emitem feixes de microondas ou radiação infravermelha. A palavra “radiação” da sigla nada tem a ver com radiatividade. Refere-se a radiações eletromagnéticas tais como: luz, ondas de rádio, radiação infravermelha e raios X ou seja, ondas que diferem entre si apenas por seu comprimento de onda. Tal comprimento corresponde à distância entre os pontos máximos sucessivos no perfil de uma onda (a distância entre duas “cristas”). O seu valor varia de 10 km até 1 metro, no caso das ondas de rádio, e de 1 metro a 1 mm, nas microondas. A radiação infravermelha apresenta um comprimento de onda compreendido entre 1mm e 0,001mm. Seguem-se a luz, a radiação ultravioleta, os raios X e a radiação gama. O conjunto dessas ondas constitui o espectro eletromagnético. Qualquer átomo pode ser considerado como formado por um núcleo em torno do qual se movem pequenas partículas, os elétrodos. O movimento eletrônico não se processa de um modo qualquer; são permitidas apenas certas classes de movimentos, e a cada uma delas está associada uma certa quantidade de energia. Quanto mais próximos estão os elétrodos em relação ao núcleo, menor é a energia do átomo. Diz-se que o átomo está no estado

10 fundamental quando possui a menor energia possível. Se sua energia aumenta, ele passa a um d seus vários estados excitados, que corresponde a níveis de energia mais elevados. Um átomo está normalmente no estado fundamental, mas pode passar a um estado excitado se absorver energia. Há vários modos de produzir a excitação: pela passagem de uma descarga elétrica no material, pela absorção de luz, pelos choques entre átomos, que ocorrem a altas temperaturas. O átomo sempre tende a voltar ao estado energético mais baixo. Quando ele passa de um nível excitado ao estado fundamental, a diferença de energia deve ser liberada. Ocorre então emissão de luz ou de outra radiação eletromagnética. De acordo com a teoria quântica, essa radiação é emitida do átomo sob forma concentrada – como uma espécie de partícula, o fóton. Fótons de uma luz pura, de um único comprimento de onda (luz monocromática) são iguais entre si: todos eles transportam a mesma energia. A cor da luz reflete a energia dos fótons, que é inversamente proporcional ao comprimento de onda. Assim, os fótons da luz azul possuem maior energia que os da luz vermelha. Nos gases, os átomos ou moléculas estão muito separados uns dos outros, e quase não interferem entre si. Nessas condições, todos os átomos possuem os mesmos níveis de energia, e emitem luz de mesmo comprimento de onda. Observa-se isso quando se faz passar uma descarga elétrica através de um gás contido em um tubo de vidro (como nos letreiros luminosos). Se a luz emitida pelo gás for decomposta com o auxílio de um prisma, não se observarão todas as cores do arco-íris, mas apenas algumas linhas de certas cores, relacionadas às energia dos fótons. Por outro lado, num sólido ou líquido aquecido os átomos interferem uns com outros, e por isso os movimentos eletrônicos não são iguais; apresentam, ao contrário, diversas energias. Consequentemente, cada átomo pode emitir luz de uma determinada cor, e o espectro da luz emitida aparece contínuo, contendo todas as cores do arco-íris. Este é o processo de emissão de luz que ocorre nas lâmpadas incandescentes. A luz resultante é policromática, isto é, contém muitas cores misturadas. Cada fóton é emitido em uma direção diferente e os instantes em que isso ocorre são independentes. A luz emitida nessas condições denomina-se incoerente. O conceito de coerência pode ser entendido por meio de uma analogia. Imagine-se várias filas paralelas de pessoas que caminham na mesma direção. Os indivíduos podem estar alinhados, ombro a ombro, como num desfile; ou então as pessoas de uma fila podem ou não coincidir com as de uma outra. Neste último caso, o conjunto move-se fora de passo, ou fora de fase. Essa é a situação normal das ondas luminosas de uma lâmpada incandescente, pois os fótons são emitidos independentemente. Essas ondas fora de fase são, portanto, incoerentes. Nas fontes luminosas comuns, a emissão da luz é espontâneo: o átomo que esta no estado excitado emite um fóton após algum tempo, e vai passando a estados de energia cada

11 vez mais baixos, ate atingir o estado fundamental. Outras vezes, enquanto esta no nível mais elevado, o átomo e atingido por um fóton. Se essa partícula for exatamente igual aquela que esta prestes a emitir, ocorre imediatamente a passagem ate o nível mais baixo. Diz-se então que ocorreu uma emissão estimulada. Tal processo Fenômeno fundamental do laser - foi previsto teoricamente por Albert Einstein, em 1917. Normalmente, em um material qualquer, a maioria dos átomos esta no estado fundamental. Por isso, quando um feixe de radiação passa pelo seu interior, alguns átomos podem sofrer uma emissão estimulada; mas muitos outros, em contraposição, absorvem fótons do feixe. O efeito global desse processo é a diminuição tem a intensidade da luz. Se, por outro lado, o número átomos do estado excitado for maior do que no estado fundamental, o efeito global deste processo é a diminuição de intensidade da luz. Se, por outro lado, o número de átomos no estado excitado for maior que no estado fundamental, o efeito será oposto: aumento da intensidade do feixe, uma amplificação da radiação. Essa situação em que o nível energético excitado é maior que o fundamental é denominada inversão de população. O feixe luminoso emitido por um processo estimulado possui características especiais. Em 1º lugar, todos os fótons apresentam a mesma energia, com variações mínimas. A luz é portanto monocromática. Além disso, o fóton emitido move-se paralelamente ao fótons que havia provocado a emissão estimulada. O feixe é, emitido em uma só direção ao invés de se espalhar: a luz é então colimada. Por fim, todos os fótons estão em fase, e a radiação é portanto coerente. Essas propriedades – monocromaticamente, colimação e coerência – constituem as características essenciais de todo feixe laser. Os primeiros aparelhos a funcionar segundo esses princípios era amplificadores de radiação eletromagnética denominados masers. A letra “M” inicial vêm da palavra microwave. Os primeiros masers utilizavam a amônia como material emissão. A molécula desta substância é formada por um átomo de nitrogênio e 3 de hidrogênio. Ela possui um grande número de estados excitados. Uma de suas transições energéticas produz a emissão de uma radiação de comprimento de onda igual a 1,2 cm, que está no campo das microondas. A obtenção de inversão da população é relativamente fácil nos masers. Um campo elétrico pode separar as moléculas excitadas das que possuem energia mais baixa. Esse processo de filtragem permite obter uma concentração adequada de moléculas excitadas. Elas são transportadas para uma caixa, dentro da qual ocorre a amplificação. Assim, uma onda fraca de comprimento igual a 1,2cm, que penetra na cavidade que penetra na

12 cavidade por uma das extremidades sai pelo lado oposto com maior intensidade devido a emissão estimulada nas moléculas de amônia. Se a radiação atravessar uma única vez a cavidade, a amplificação será pequena. Podese, no entanto, fazer com que as microondas sejam refletidas nas extremidades da caixa, indo e voltando dentro dela antes de sair, o que produz a emissão de um número cada vez maior de fótons. Atualmente, utilizam-se masers em radiotelescópios, para intensificar as radiações recebidas do espaço. O 2º tipo de amplificador de emissão estimulada a ser construído foi o laser de rubi. Utiliza bastões de rubi sintético, cristais de alumina em que os átomos de alumínio são substituídos por outros de cromo. A presença dessa impureza fornece ao rubi sua cor vermelha, e possibilita a emissão estimulada. A excitação de átomos é realizada por meio de uma lâmpada de flash eletrônico, colocada em volta ou ao lado do rubi. Os átomos de cromo absorvem fótons dessa luz e, sendo ela suficientemente intensa, ocorre a inversão de população. Ao invés de introduzir-se no Rubi um feixe luminoso para ser amplificado como no maser, utiliza-se a própria luz emitida espontaneamente pelos átomos. Os fótons emitidos tomam direções arbitrárias. Alguns deles podem sair do cristal; outros se movem paralelamente a sua extensão. Neste caso, eles serão refletidos nas extremidades do rubi, que são planas, polidas e revestidas com um material refletor. Este feixe vai e volta pelo cristal, e vai sendo amplificado pela emissão estimulada. Produz-se então um feixe de luz vermelha muito intensa mas geralmente curta. Isso porque o laser de rubi, funciona normalmente em sistema descontínuo, ou pulsante. Quando, porém, o fornecimento de energia é constante e muito intenso, a emissão da luz pode ocorrer continuamente. Além de vários tipos de laser que empregam sólidos e líquidos, há outros que utilizam gases. O primeiro a ser construído nesse sentido, empregava uma mistura de hélio e neônio. O bombeamento era realizado pela passagem de uma corrente elétrica no interior do Gás. Primitivamente, esse laser era utilizado para obter radiação infravermelha de comprimento de onda igual a 1,15 micrometros; atualmente, são empregados principalmente para produzir luz vermelha.

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CAPÍTULO 3 QUAIS OS TIPOS EXISTENTES.

EXISTEM DOIS TIPOS BÁSICOS DE LASERS

B de impulsos e o de emissão contínua. A diferença entre eles é que o primeiro fornece uma certa energia em um tempo muito pequeno, com uma potência extremamente alta; e o segundo, vai emitindo sua energia aos poucos, com uma intensidade muito menor. Nos lasers a impulsos (material de estado sólido), a emissão se dá da seguinte maneira: a energia acumulada nos átomos de um rubi, por exemplo, é liberada em um tempo muito curto. Já nos lasers de emissão contínua (material de estado gasoso) é diferente: a luz é constantemente refletida de um lado para o outro, dentro de um tubo que contém um gás. A cada passagem do feixe de luz, a intensidade aumenta um pouco (se não houver algo que absorva a luz, caso contrário a emissão se amortece). Dentro desses tipos básicos de lasers, existem outros tipos mais específicos, que distinguem-se segundo o material ativo empregado e o tipo de excitação utilizada para desencadear o processo. Segundo MATZNER, "...esta luz tipo laser pode ser obtida a partir de substâncias sólidas, líquidas ou gasosas, as quais podem ser estimuladas por 3 formas diferentes: Bombardeamento ótico;

14 Bombardeamento por RF ou corrente contínua; Bombardeamento de injeção de uma corrente intensa." (MATZNER, 1983, p. 22) Nos lasers a partir de substâncias gasosas, encontra-se: Laser atômico: é aquele que se utiliza da transição de átomos não ionizados entre diferentes níveis de energia. Laser iônico: é aquele que funciona através da colisão de elétrons em seus átomos, com excitação por corrente continua ou Rádio Frequência (RF). Laser molecular: é aquele em que é necessário "quebrar" a molécula do gás para que haja a emissão da luz.

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CAPITULO 4 QUAIS SUAS APLICAÇÕES

APLICAÇÃO DOS RAIOS LASER NO DIA-A-DIA Até há pouco tempo os lasers eram considerados objetos exóticos, usados apenas em laboratórios de pesquisa, projetos militares, grandes indústrias e filmes tipo Guerra nas Estrelas. Hoje, toda família de classe média tem pelo menos um laser em casa: aquele que está no aparelho de tocar CDs ("compact disk").

REPRODUTORES DE CD Os aparelhos de tocar CD e os leitores de CD-ROM usam lasers de diodo semicondutor para ler um sinal digital gravado previamente sobre um disco de metal com plástico. A luz do laser é focalizada sobre uma trilha circular contendo furinhos enfileirados (os "pits"). Quando incide sobre o espaço entre dois furinhos, o feixe de luz é refletido pela superfície polida e incide sobre um detetor de fotodiodo. Quando incide sobre um furinho, a luz se espalha e não atinge o detetor. Desse modo, enquanto o disco gira, o detetor capta uma sucessão de sinais (luz e não-luz, ou 1 e 0) que são os "bits" de informação. Esse sinal digital é transformado, no caso do CD de música, em um sinal sonoro (analógico), amplificado e reproduzido nos alto-falantes.

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O laser usado nesses aparelhos é feito do semicondutor AlGaAs (Arsenieto de Gálio e Alumínio) e gera uma luz na faixa do infravermelho (logo, invisível), com comprimento de onda de 785 milimícrons, isto é, 785 milésimos de mícron, ou 785 x 10-9 do metro. Com esse tipo de luz a distância entre os "pits" pode ser da ordem de 1 mícron. Isso possibilita armazenar cerca de 75 minutos de música em um CD, ou 640 megabytes de dados em um CDROM. O preço médio de um laser de diodo semicondutor está em torno de 30 reais e seu tamanho é de uns 5 milímetros. Para aumentar a capacidade dos CDs a indústria desenvolveu novos lasers de diodo que emitem luz na faixa do vermelho (visível) com comprimento de onda de 650 milimícrons. Usando esses lasers e inovações da microeletrônica, surgiram os DVDs ("digital versatile disk"). Com a luz de menor comprimento de onda as trilhas de "pits" podem ser mais densas e os DVDs podem conter muito mais dados que um CD. Um DVD pode conter umas 8 horas de música ou 5 gigabytes de dados. Mas, a turma ainda acha pouco. Começam a surgir dos laboratórios de pesquisa das indústrias os primeiros lasers de diodo semicondutor que emitem luz azul, com comprimento de onda de 450 milimícrons. Com um laser desses o DVD poderá conter da ordem de 100 horas de música, ou 60 gigabytes de dados!

CÓDIGOS DE BARRA

18 Os leitores de código de barra que vemos em todo supermercado, loja, banco e até banca de revista, usam lasers de Hélio-Neônio (HeNe) que emitem luz vermelha de 638 milimícrons, de baixa potência.

COMUNICAÇÃO O transporte de dados por fibra ótica está cada dia mais disseminado. Nessa aplicação, os sinais são produzidos por lasers de diodo com modulação de alta velocidade e transmitidos através de fibras óticas feitas de quartzo altamente puro, com espessura de um fio de cabelo. Por uma feliz coincidência, o quartzo leitoso usado nas fibras é extremamente transparente na faixa do infravermelho correspondente à luz dos lasers de diodo. As informações dessa página que você está lendo sairam de nosso computador e chegaram ao seu passando (muito provavelmente) por fibras óticas em algum trecho do caminho.

MEDICINA Os médicos usam lasers mais potentes para vários fins. Os oftalmologistas, por exemplo, usam lasers para tratar de descolamento de retina, corrigir miopia e outros usos cirúrgicos. Utilização Militar O Que É Uma Mira Laser? Mira laser (Laser Sight) ou apontador laser, trata-se de um sistema de mira que emite um feixe de luz (laser) sobre determinado alvo, definindo para o atirador, através de um ponto luminoso, o local a ser atingido. Deve-se observar que diferente das miras ópticas, que captam a luz emitida pelo alvo, a mira laser fixa um ponto luminoso no alvo, ou seja, ela emite um feixe de luz, que sendo apontado para os olhos de alguma pessoa, pode causar cegueira. Esta observação geralmente se apresenta no corpo ou embalagem deste acessório. Modelos de Mira Laser

19 O mercado tem disponível miras para pistolas, revólveres e armas longas de uso civil com alcance de 300 metros, para o uso militar temos miras para todo tipo de armamento, metralhadoras, lança-foguetes e etc, com alcance médio de 1000 metros.

Aplicações Militares Gerais Nas aplicações militares de alto custo utiliza-se o laser denominado: laser neodimio ou laser dióxido de carbono. Tais “laseres” são utilizados para localizar alvos a longa distância, tais como satélites espiões e orientar mísseis balísticos de defesa, em virtude do seu alto poder de emissão de feixes. Nas aplicações de baixo custo temos a mira laser de emprego individual que utiliza um laser de baixo custo, utilizadas em arma de pequeno calibre (geralmente as portáteis ou de porte), que recebe a denominação de diodo laser, ou seja, um semicondutor alimentado por uma fonte de energia que produz pelo menos 100 mW. Exemplo disto seria um pequena bateria de relógio de pulso. Dentre os laseres já construídos, aqueles que utilizam o gás carbônico como material emissor, apresentam maior potência e emissão contínua. Quando concentrado por meio de lentes, o feixe de radiação infravermelha produz altíssimas temperaturas, e, por isso, pode ser utilizado no corte ou na soldagem de metais. Além disso, pode servir de arma de longe alcance – o “Raio da Morte” – que durante tanto tempo foi apenas um tema de ficção científica. Os laseres de gás dinâmico, possibilitam o alcance de alvos aéreos a uma distância de até três quilômetros. Mas as aplicações militares são limitadas, pois os feixes de alta potência são desfocalizados ao atravessar o ar. Aplicações Policiais Tropa Que Utiliza Genericamente toda tropa de emprego em missões especiais utiliza o laser, seja força armada ou força policial, desde o uso como mira para um fuzil de assalto até um sistema avançado de orientação de mísseis balísticos. No que se refere a tropa policial, qualquer grupo ou comando de ações táticas especiais utiliza este sistema de mira, em alguns casos com o objetivo de intimidar uma pessoa que possui um refém sob a mira de uma arma ou mesmo localizar um indivíduo homiziado em locais de difícil acesso. Emprego Tático Taticamente a mira laser é empregada em situações que se faz necessária a visualização imediata do alvo, ou seja, a partir do momento que atiradores de elite tenham a

20 visualização do alvo prejudicada, as negociações esgotaram os recursos e o perigo iminente à vida do refém se avizinha, um atirador devidamente treinado para a utilização deste equipamento deverá entrar em ação. Devemos observar que da mesma forma que o ponto luminoso possa intimidar o oponente, o mesmo também poderá estimular a ação do indivíduo que coloca em risco a vida de outrem, principalmente se tratar-se de um psicopata, portanto a situação deve passar por uma avaliação rigorosa, de forma que tal decisão seja lograda de êxito. Outra situação é a que um grupo tático necessite adentrar em edificação, onde a permanência dos indivíduos possa causar mal maior (ex.: ameaça de fuzilamento de um grande número de reféns, explosão de bomba em local de grande circulação, destruição de usina de energia elétrica ou mesmo contaminação de reservatórios de água). O grupo adentrará a localidade e o policial portador do escudo à prova de projéteis, utilizará a mira laser a fim de auxília-lo no avanço do terreno. (técnica utilizada pelo G.A.T.E. da P.M.E.S.P.). Uma informação importantíssima deve ser observada: a eficiência deste sistema de mira, limita-se a utilização em ambientes de pouca ou nenhuma luminosidade, desta forma, durante o dia ou em locais altamente iluminados, o seu emprego é praticamente inviável. Outro detalhe refere-se ao feixe do laser que pode ser visto ou não, respectivamente denominados laser sólido e não sólido. Atualmente é empregado o laser não sólido, no caso da mira laser, o diodo laser, mas deve-se atentar que ambientes com partículas em suspensão, névoa ou fumaça, pode dar um referencial da origem do ponto luminoso, pois nesta situação é possível ver o feixe laser. Observações técnicas Fabricação A mira laser empregada em armas de porte ou armas portáteis, geralmente tem como peça principal o diodo laser (que produz o ponto luminoso), a fonte de energia (geralmente baterias), uma carcaça que abriga os componentes e um suporte para fixação na arma. As primeiras miras utilizavam laser a gás, o que prejudicava o porte da arma em virtude de ser muito grande, sendo que mais tarde tal problema foi solucionado com o advento do diodo laser em virtude do seu diminuto tamanho. Na atualidade a fabricação das miras alcançou o nível industrial, mas enquanto sua utilização era de uso exclusivo de força armadas ou policiais, civis fabricavam os primeiros modelos para uso em suas armas a partir de ponteiros laser para indicação em quadro-negro de sala de aula, os mesmos retiravam a peça principal, o diodo laser, montando-a dentro de cilindros metálicos, forma que geralmente se apresenta a carcaça, procurando fixa-los no armamento da melhor maneira possível.

21 Aferição O procedimento é semelhante ao utilizado pelas miras ópticas, observando que a mira laser pode ser fixada acima do cano da arma, abaixo do cano da arma ou internamente, observando que na instalação externa é necessário o emprego de adaptadores para fixação da mira no corpo da arma. A mira laser externa geralmente apresenta parafusos de ajuste horizontal e vertical, que para início da aferição devem ser soltos, tendo a arma presa a uma bancada, onde serão realizados disparos o quanto forem necessários para o perfeito ajuste da arma. Devemos observar que o números de tiros dados pode variar de arma para arma, em virtude do recuo apresentado por cada, que muitas dificulta a aferição. Por exemplo: uma pistola calibre .380 pode ser em primeiro momento ser disparada três vezes, efetua-se as correções e em seguida disparamos mais duas vezes, confirmando desta forma, se os ajustes foram acertados. No tocante as miras internas, o ajuste geralmente é realizado por apenas um parafuso, pois as mesmas passam a integrar o corpo da arma. Armamento que Utiliza Qualquer armamento pode utilizar este acessório, tendo como base a ação a ser desencadeada. Podemos utiliza-la tanto em um revólver como em um fuzil de assalto, observando sempre o teatro de operações, ou seja, o tipo de edificação e a localidade da ocorrência. Se o local for um centro urbano, não poderemos utilizar armamento que disperse o projétil (carabina 12) ou de grande poder de fogo(M-16 ou FAL). Mas se o local for uma zona desabitada, poderemos utilizar os armamentos anteriormente descritos.

Conclusão

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O Raio laser esta presente como foi disto na pesquisa acima em todas as áreas da vida humana, é quase impossível imaginar a vida humana sem uso desta tecnologia, com o estudo acima pretendemos mostrar que a cada dia o ser humano esta mais dependente desta tecnologia.

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BIOGRAFIA.

Sites: pt.wikipedia.org www.manet.org.br educacao.uol.com.br

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