Você está na página 1de 4

OBSERVAÇÃO: A MAIOR PARTE DO CONTEÚDO TRABALHADO EM SALA DE AULA ESTÁ REGISTRADO NO CADERNO E NO LIVRO.

AS CLASSIFICAÇÕES DO RELEVO BRASILEIRO

Três classificações das unidades do relevo brasileiro foram formuladas em períodos distintos e por geógrafos diferentes:

Aroldo de Azevedo (1949) Aziz AbSaber (1960) Jurandir Ross (1990)

OBSERVA ÇÃ O: A MAIOR PARTE DO CONTE Ú DO TRABALHADO EM SALA DE AULA EST

A PARTIR DA DÉCADA DE 1940, ADOTOU-SE A CLASSIFICAÇÃO DO GEÓGRAFO AROLDO DE AZEVEDO, QUE DIVIDIA O BRASIL EM PLANALTOS E PLANÍCIES E DEFINIA ESSAS UNIDADES A PARTIR DAS ALTITUDES. AS PLANÍCIES CORRESPONDIAM ÀS SUPERFÍCIES PLANAS DE ATÉ 200 METROS DE ALTITUDE E OS PLANALTOS SITUAVAM-SE ACIMA DESSA COTA ALTIMÉTRICA, RELATIVAMENTE ACIDENTADOS.

NA DÉCADA DE 1960, O GEÓGRAFO AZIZ ABSABER ESTABELECEU UMA CLASSIFICAÇÃO UM POUCO MAIS DETALHADA, QUE CONSIDERAVA, ALÉM DA ALTITUDE, OS PROCESSOS GEOLÓGICOS RESPONSÁVEIS PELA GÊNESE, OU SEJA, PELA FORMAÇÃO DO MODELADO TERRESTRE. OS PLANALTOS ERAM DEFINIDOS COMO TERRENOS ONDE PREVALECIA O PROCESSO DE DESGASTE EM RELAÇÃO AOS PROCESSOS DE SEDIMENTAÇÃO; AS PLANÍCIES, POR SUA VEZ CONSTITUÍAM OS TERRENOS EM QUE PREDOMINAVA A SEDIMENTAÇÃO.

A PARTIR DE 1990, O GEÓGRAFO JURANDYR L. S. ROSS, APOIADO EM LEVANTAMENTOS TÉCNICOS DO PROJETO RADAMBRASIL, FEZ UMA CLASSIFICAÇÃO BASTANTE DETALHADA DO RELEVO BRASILEIRO. A CLASSIFICAÇÃO DE ROSS ASSOCIA AS INFORMAÇÕES ALTIMÉTRICAS COM OS PROCESSOS DE EROSÃO, SEDIMENTAÇÃO E GÊNESE, INTEGRANDO-OS ÀS ESTRUTURAS GEOLÓGICAS NAS QUAIS OCORREM.

AS UNIDADES DO RELEVO BRASILEIRO

OBSERVA ÇÃ O: A MAIOR PARTE DO CONTE Ú DO TRABALHADO EM SALA DE AULA EST

EXISTEM TRÊS FORMAS FUNDAMENTAIS DE RELEVO NO BRASIL: PLANALTOS, PLANÍCIES E DEPRESSÕES.

OS PLANALTOS APRESENTAM SUPERFÍCIES IRREGULARES (PLANAS OU ACIDENTADAS), NAS QUAIS PREDOMINAM OS PROCESSOS EROSIVOS DE ESTRUTURAS CIRSTALINAS OU SEDIMENTARES. LOCALIZAM-SE GERALMENTE ACIMA DOS 300 METROS DE ALTITUDE E APRESENTAM BORDAS EM DECLIVE. SÃO FORMAS RESIDUAIS DE RELEVO.

AS PLANÍCIES ESTÃO SITUADAS EM ÁREAS MAIS RESTRITAS, EM ALGUNS CASOS SUJEITAS A INUNDAÇÃO; NESSAS ÁREAS, PREDOMINAM OS PROCESSOS DE SEDIMENTAÇÃO, QUE OCORREM EM ESTRUTURAS GEOLÓGICAS SEDIMENTARES. AS PLANÍCIES APRESENTAM BORDAS EM ACLIVE E SUAS ALTITUDES VARIAM GERALMENTE ENTRE O E 200 METROS. FORAM FORMADAS, PORTANTO, POR DEPOSIÇÃO DE MATERIAIS DE ORIGEM MARINHA, LACUSTRE OU FLUVIAL.

AS DEPRESSÕES NO BRASIL SÃO DEFINIDAS COMO TERRENOS RELATIVAMENTE INCLINADOS, NOS QUAIS PREDOMINAM OS PROCESSO EROSIVOS QUE OCORREM EM ESTRUTURAS CRISTALINAS OU SEDIMENTARES. ESSES TERRENOS LOCALIZAM-SE GERALMENTE ENTRE 100 E 500 METROS DE ALTITUDE, APRESENTANDO BORDAS EM ACLIVE. A MAIOR PARTE DAS DEPRESSÕES BRASILEIRAS SE ORIGINOU DE PROCESSOS EROSIVOS QUE ATUARAM NAS BORDAS DAS BACIAS SEDIMENTARES.

PERFIS DE RELEVO

OS PERFIS DE RELEVO, OU TOPOGRÁFICOS, SÃO GRÁFICOS QUE MOSTRAM CORTES VERTICAIS DA CROSTA TERRESTRE E AS VARIAÇÕES DE ALTITUDE.

EXISTEM TR Ê S FORMAS FUNDAMENTAIS DE RELEVO NO BRASIL: PLANALTOS, PLAN Í CIES E DEPRESS
EXISTEM TR Ê S FORMAS FUNDAMENTAIS DE RELEVO NO BRASIL: PLANALTOS, PLAN Í CIES E DEPRESS
EXISTEM TR Ê S FORMAS FUNDAMENTAIS DE RELEVO NO BRASIL: PLANALTOS, PLAN Í CIES E DEPRESS
EXISTEM TR Ê S FORMAS FUNDAMENTAIS DE RELEVO NO BRASIL: PLANALTOS, PLAN Í CIES E DEPRESS

AS UNIDADES DO RELEVO BRASILEIRO

Uma das técnicas utilizadas pela cartografia para representar os desníveis da superfície terrestre é a convenção de cores altimétricas (de alti = altura e metria = medida). Essa técnica consiste em utilizar tonalidades diferentes de cores para representar a variação de altitudes e profundidades do relevo.

Observe abaixo o mapa altimétrico do Brasil.

Em razão da idade muito antiga e do intenso desgaste com a erosão de agentes do intemperismo como ventos e chuvas, não observamos grandes altitudes no relevo brasileiro. Cerca de 93% do território do país é formado por terras com menos de 800 metros acima do nível do mar.

TERREMOTOS NO BRASIL As regi õ es mais propicias a terremotos localizam-se na jun çã o

TERREMOTOS NO BRASIL

As regiões mais propicias a terremotos localizam-se na junção das placas tectônicas. Isso explica a maior incidência de tremores em países como Chile, Japão e Irã. Como o Brasil fica bem no meio da Placa Sul-Americana, uma região bem mais estável, não há abalos sísmicos de grandes proporções. Fenômenos de pequena intensidade podem se manifestar como reflexo de outros ocorridos em locais mais distantes em razão de pequenas falhas nas placas. Em abril de 2008, um abalo de 5,2 pontos na escala Richter atingiu a cidade de São Paulo assustou milhares de moradores. Um ano antes, um tremor de 4,9 pontos na cidade de Itacarambi, no norte de Minas Gerais, provocou a primeira vítima fatal de terremotos no Brasil, depois que uma parede caiu sobre criança de 5 anos.

TERREMOTOS NO BRASIL As regi õ es mais propicias a terremotos localizam-se na jun çã o

O ARCABOUÇO GEOLÓGICO BRASILEIRO

A ESTRUTURA GEOLÓGICA BRASILEIRA É CONSTITUÍDA PELOS ESCUDOS CRISTALINOS E PELAS BACIAS SEDIMENTARES.

TERREMOTOS NO BRASIL As regi õ es mais propicias a terremotos localizam-se na jun çã o

A PLACA SULAMERICANA E O TERRITÓRIO BRASILEIRO

EM VISTA DO TERRITÓRIO BRASILEIRO OCUPAR A PORÇÃO CENTRO-ORIENTAL DA PLATAFORMA SULAMERICANA LOCALIZA-SE DISTANTE DAS ZONAS DE CONTATO ENTRE AS PLACAS TECTÔNICAS SULAMERICANAS, DE NAZCA E CARIBE.

A PLACA SULAMERICANA E O TERRIT Ó RIO BRASILEIRO EM VISTA DO TERRIT Ó RIO BRASILEIRO