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Parada cardiorrespiratória (PCR

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), nas últimas décadas, as doenças cardiovasculares (DCV) tem sido a primeira causa de morte no mundo. No Brasil, 300 mil pessoas morrem por ano devido a doenças cardiovasculares doenças do (LADEIRA, aparelho 2009). As circulatório

representam a principal causa de óbito (32%) no país e as doenças isquêmicas do coração

Dentre todas as situações que caracterizam risco de morte supera das iminente, a nenhuma do emergência cessação ausência femoral), prioridade

atendimento da PCR. Esta é definida como a abrupta de de pulso funções cardíacas, ou respiratórias e cerebrais. É comprovada pela central (carotídeo movimentos que ocorre de respiratórios oito a 12

(apneia) ou respiração agônica (gasping), inconsciência

Este evento, na maioria das vezes, ocorre fora do ou ambiente por hospitalar e é geralmente que não presenciado pela família, colegas de trabalho pessoas desconhecidas, possuem conhecimento sobre as ações básicas para manutenção da vida, que poderiam ser aplicadas até a chegada do atendimento pré hospitalar (APH).

Para que o socorro possa ser prestado de maneira sistematizada ao cliente com parada cardíaca súbita, a AHA 2010 desenvolveu a cadeia 1. de sobrevivência, constituída da pela e sequência de ações: Reconhecimento imediato PCR acionamento do serviço de emergência/urgência (ligue 192 ou 193); 2. RCP precoce, com ênfase nas compressões torácicas; 3. Rápida desfibrilação;

transferir o cliente para continuidade do cuidado. induzir hipotermia para otimizar a recuperação neurológica. . evitar ventilação excessiva. melhorando a perfusão dos órgãos. os cuidados pós-PCR integrados fazem parte do quinto elo da cadeia de sobrevivência e os principais objetivos são: otimizar a função cardiopulmonar. identificar e tratar as causas reversíveis.Finalmente.

Sistematizando a assistência em PCR Suporte básico de vida para profissionais de saúde O principal objetivo é instituir as condições mínimas consiste necessárias no para recuperar da PCR ou e manter a oxigenação e a perfusão cerebral. Com as alterações das Diretrizes da AHA em . reconhecimento realização de procedimentos para a RCP.

caso não sinta o pulso inicie manobras de RCP colocando a pessoa em uma superfície plana e rígida e use o DEA/DAE (desfibrilador externo automático). se disponível. . verifique pulso carotídeo ou femoral em até 10 segundos.C – Circulação – Adulto Você deverá suspeitar de PCR se o paciente não responder ou apresentar respiração anormal (gasping).

sendo exercidas com o peso do corpo sobre os braços e mãos.Manter a frequência de 30 compressões para duas ventilações. e a outra mão apoiada sobre o dorso da primeira. Realizar revezamento entre massageadores a cada dois minutos ou a cada cinco ciclos de 30 compressões e duas ventilações. a uma . com um ou dois profissionais atuando nas manobras de RCP. As compressões devem ser rápidas e fortes. As compressões serão realizadas colocando-se a região hipotenar de uma das mãos na linha mamilar sobre o osso esterno.

Posicionamento correto dos braços para compressões torácicas no adulto. .Posicionamento correto das mãos para realização da compressão torácica no adulto. permitindo o esvaziamento das câmaras cardíacas. O tórax deve retornar para a próxima compressão torácica.

Assim que houver uma via aérea avançada colocada. iniciar RCP e. as compressões torácicas poderão ser contínuas. tenha ocorrido a menos de 4 minutos. Caso mínima a de (AHA. ou seja. parada cardiorrespiratória seja testemunhada. se o desfibrilador externo automático (DEA) for disponibilizado. 100/minuto a uma frequência 2010). utilizá-lo imediatamente. .

. interromper a RCP para a análise do ritmo pelo DEA. Uma vez instalado. Atendimento realizado em equipe. para depois utilizar o DEA. enquanto se instala o DEA outro mantém a RCP.Caso você encontre o cliente inconsciente e não saiba ao certo por quanto tempo ele está nesta condição. realize 2 minutos de RCP ou cinco ciclos de 30 compressões/duas ventilações.

caso não o sinta ou estiver inseguro em relação a isso inicie as compressões torácicas. verifique o pulso (braquial em bebê e carotídeo ou femoral em criança) em até 10 segundos.Circulação – Bebê e criança Em bebê ou criança que não responde e não apresenta respiração (ou apenas com gasping). Menos ênfase é colocada à verificação do pulso. pois dados adicionais sugerem que os profissionais de saúde não podem determinar com .C. Caso o profissional de saúde não detecte com rapidez o pulso a RCP deve ser iniciada.

cerca de 4 cm na maioria dos bebês . Na realização de RCP com um profissional iniciar com 30 compressões e em seguida duas ventilações. Compressões torácicas eficazes exigem a aplicação de força capazes de comprimir o tórax no mínimo um terço da dimensão anteroposterior do tórax.A responsividade em bebê é avaliada tocando-se o membro inferior. que corresponde. com dois profissionais. realizar 15 compressões e em seguida duas ventilações. Manter essa proporção até a colocação da via aérea avançada.

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presença conteúdo gástrico ou corpo estranho. é realizada por meio da inclinação da cabeça e levantamento do queixo. Se não houver suspeita de trauma cervical. Verifique quebrados.A – Vias aéreas (VA) – Adulto Iniciam-se as manobras de abertura das vias aéreas. Em caso de suspeita de trauma. utilizar a técnica de elevação do ângulo da mandíbula. Caso . dentes de dentaduras soltas. Observe se há evidências de ruídos como roncos e estridores. se há sangue na boca.

para manter a permeabilidade das vias aéreas.Lembre-se que a principal causa de obstrução das vias aéreas em pessoa inconsciente é a queda da língua. se necessário. Utilize uma cânula orofaríngea. Manobra de inclinação elevação do mento (AHA). da cabeça e .

com a manobra de inclinação da cabeça e elevação da mandíbula. A utilização de coxins facilitará a abertura das vias aéreas.Vias Aéreas (VA) .Bebê e Criança A cabeça da criança.A . acaba favorecendo a flexão do pescoço. por possuir região occipital proeminente. . provocando obstrução de VA em posição supina.

laringe está em posição cefálica se comparada ao adulto (glote em C3 em bebês e C5 e C6 em adultos). a língua é maior em relação à orofaringe. epiglote é longa. flexível e estreita em direção oposta ao eixo da traqueia. e a laringe tem . em menores de 10 anos. cordas vocais têm fixação anterior.Diferenças anatômicas devem ser consideradas para realização da reanimação: as vias aéreas são menores em diâmetro e mais curtas em relação às do adulto. a parte mais estreita das vias aéreas está abaixo das cordas vocais.

.

Lembre-se que a utilização da bolsa-valva-máscara é sempre a melhor indicação. ouvir. escolha o tamanho do dispositivo adequado para melhor abordagem de vias . das etapas Após do a 2010). a via aérea é aberta e são aplicadas duas ventilações. compressões torácicas iniciais. sentir se há respiração” algoritmo primeira foi de série removido SBV de (AHA.B – Boa ventilação – Adulto O procedimento “ver.

Fixação da máscara facial em C Fixação da máscara facial em E .As ventilações com via aérea avançada por profissionais de saúde podem ser feitas na proporção uma a cada seis a oito segundos (oito a 10 ventilações/min). É importante que se verifique a elevação do tórax.

cada ventilação é oferecida por cerca de .B - Boa ventilação – Bebê e Criança Com a série de compressões torácicas iniciais. As ventilações com via aérea avançada em bebê e criança seguem as mesmas orientações preconizadas para o adulto. ouvir e sentir se há respiração” foi excluído da sequência de RCP. o procedimento “ver. ou seja.

a capacidade dos desfibriladores para reverter grande ritmos cardíacos O é fatais no apresentou externo SBV por progresso. e pode ser operado por .Desfibrilação – Adultos O uso de corrente elétrica aplicada externamente para tratar a fibrilação ventricular foi descrito primeiramente em 1956.D. (DEA) desfibrilador utilizado automático profissionais habilitados. Desde então.

reconhecer ritmo chocável e orientar o usuário como proceder. Ao ser aplicada. por um curto período de tempo. A desfibrilação é a aplicação de uma corrente elétrica sobre o músculo cardíaco.Tem como função analisar o ritmo cardíaco. propiciando que o marca-passo natural do coração reassuma as atividades. para cessar o ritmo anormal. a corrente elétrica causa uma assistolia momentânea. Quando houver a . É indicado para fibrilação ventricular (FV) e taquicardia ventricular sem pulso (TV).

geralmente utilizada em aparelhos mais antigos. assim. Pelo uso de energia monofásica.Logo para após duas a desfibrilação. Para desfibrilação. sendo recomendada a utilização de 360 joules. o fluxo de corrente passa pelo coração em uma única direção. por um reiniciar período de imediatamente cinco ciclos de 30 compressões ventilações aproximadamente dois minutos de RCP. . você ajudará o coração a organizar seu ritmo. utilizamos dois tipos de energia: a monofásica e a bifásica.

. sendo recomendada a utilização de 120 a 200 joules.Na bifásica. então. passa através do coração uma segunda vez no sentido oposto. O DEA é um aparelho computadorizado. Ele fornece mensagem sonora e visual que orienta o manuseio assim que é ligado. que é fixado por pás adesivas no tórax desnudo do paciente sem pulso. o fluxo de energia é aplicado em duas fases: a corrente se move em uma direção por um milissegundos e.

observar se pelos tricotomia e limpar os pelos. se recomendado.Nesse momento. mantenha-se afastado do cliente. aplique o choque. aguarde a análise do ritmo. secar o tórax se estiver molhado. . havendo. Para utilizar o DEA. e reinicie imediatamente RCP por 2 minutos ou cinco ciclos há de 30 no compressões tórax. e duas realizar ventilações.

portanto. em atendimentos em piscinas. as autoadesivas devem colocadas distantes do dispositivo implantado. porém a preocupação com o posicionamento preciso das pás em relação a um dispositivo médico implantado não deve retardar a tentativa de desfibrilação. .Em pás cliente portador de marca-passo ser ou cardioversor. removê-lo e limpar o local. Em clientes que utilizam adesivo de medicação.desfibrilador implantado (CDI). O DEA não deve ser utilizado na presença de água.

Se o cliente apresentar melhora do quadro clínico. é recomendado para bebê e criança o uso de desfibrilador manual ou um DEA equipado com atenuador de carga pediátrico. D. Após o uso devem ser descartadas. . As pás autoadesivas não devem ser retiradas até que o SAV assuma a continuidade do tratamento. deve ser mantido em posição de recuperação.Desfibrilação .Bebê e criança Segundo as novas Diretrizes AHA 2010.

Se não houver disponibilidade de nenhum dos dois. A aplicação de um choque de carga alta é preferível a nenhum choque (AHA. podendo ocorrer durante o almoço. brincadeiras entre crianças. churrasco entre amigos. utiliza-se um DEA sem atenuador de carga pediátrico. Obstrução das vias aéreas por corpo estranho (Ovace) A obstrução de vias aéreas por corpo estranho é bastante comum em nosso cotidiano. 2010). dentre outros. .

A pessoa pode não conseguir tossir. acompanhando sua evolução. encorajar a pessoa a tossir para expelir o corpo estranho. Podemos encontrar obstrução leve da via aérea quando o cliente tem troca gasosa. consegue tossir e apresentar chiados no peito quando respira. a pele fica cianótica . ruídos respiratórios podem ser percebidos ou estar ausente. Nesse caso. Caso a obstrução da via aérea se torne grave.O reconhecimento precoce é fator determinante para o tratamento e evolução satisfatória do quadro. a troca gasosa pode estar insuficiente ou ausente. está consciente.

olhos arregalados. apresentando claro sinal de asfixia. envolvendo-o com os braços. fechando uma das mãos. a pessoa leva as mãos ao pescoço. Para isso. É necessário acionar imediatamente o serviço de emergência. você deve posicionar-se atrás do cliente. agarrando-o com o polegar e os dedos. Nessa situação. O punho fechado deve ser .Nesse momento. que é colocada com o lado do polegar contra o abdome na linha média entre o apêndice xifóide e a cicatriz umbilical. indicase a Manobra de Heimlich.

que somente deve ser removido se for visualizado. visualizá-lo posterior da faringe após realizar a primeira ventilação. Esta manobra provoca uma tosse artificial. inicie o protocolo de SBV. é importante Tentar a retirada do na corpo região estranho. Em Ovace. tentando expelir o corpo estranho. A varredura digital às cegas não deve .Em seguida. aplicar golpes rápidos para dentro e para cima até que o corpo estranho seja expelido ou a pessoa tornar-se inconsciente. Caso a pessoa fique inconsciente.

você deve ficar ajoelhado atrás da criança. observe que a estatura da criança é menor que a do adulto. estatura crianças manobra. porém. abdominais podem causar lesões internas pela proximidade dos . Para que a manobra seja realizada com eficiência.Ovace em Crianças A Manobra de Heimlich pode ser aplicada em crianças. com da de sua em modo Cuidado. que pois fique para a as aproximadamente execução compressões órgãos.

segurando-o de barriga para baixo e com a cabeça levemente mais baixa que o tórax. com cuidado para não comprimir os tecidos moles do pescoço. apoiada em seu antebraço. aplicar cinco golpes nas costas entre as escápulas do bebê. cada golpe deve ter a . Apóie seu antebraço sobre sua coxa ou colo para dar suporte ao bebê. Com a região hipotênar de sua mão. Apóie a cabeça e a mandíbula do bebê com sua mão.Ovace no bebê Para realizar a desobstrução de vias aéreas em bebês responsivos. sentar-se ou ajoelhar-se com bebê em seu colo.

Manobra de Heimlich em criança .Manobra de desobstrução de via aérea em bebê.

Pico 2 .nos primeiros minutos até várias horas após o trauma.ATENDIMENTO INICIAL AO POLITRAUMATIZADO ABCDEs DO TRAUMA INTRODUÇÃO A morte decorrente do trauma ocorre em três momentos: Pico 1 .nos primeiros segundos ou minutos após o trauma. raramente o paciente é salvo.nos vários dias ou semanas passados após o trauma. Pico 3 . . o ATLS visa este pico. decorre de complicações na evolução do paciente.

além de bom senso de ambos para que não se protele a ida deste a um hospital que sabidamente tenha condições de atendê-lo.Dividi-se o socorro ao paciente politraumatizado em duas fases: Fase pré-hospitalar: esta requer entrosamento entre a equipe de socorro e o hospital contactado. este deverá se organizar para tornar prontamente disponíveis . estando o hospital previamente avisado da chegada do(s) paciente(s). No entanto. Fase hospitalar: é a fase que efetivamente se inicia após a chegada do paciente no hospital.

B. E do trauma. . um exame secundário mais pormenorizado e. C. reanimação das funções vitais em deterioração. Para que se realize um eficiente exame primário.EXAME PRIMÁRIO O atendimento do doente politraumatizado deverá consistir em um exame primário rápido. o tratamento definitivo. O ATLS dispõe de um a seqüência padronizada que atende à esta necessidade: o A. é necessário que sejam adotadas medidas em seqüência lógica. finalmente. D.

D (desability) incapacidade. estado neurológico.(exposition) exposição e controle ambiental.(airway) vias aéreas com proteção da coluna cervical.As letras. B . E .(breathing) respiração e ventilação. C-(circulation) hemorragia. mnemonicamente dispostas significam respectivamente: A . circulação com controle da .

as e condições que implicam em risco de vida iminente devem identificadas controladas simultaneamente. pediátrico ou a gestante. As prioridades de atendimento devem ser as mesmas para o paciente adulto. Nunca deixando de fazer uma reavaliação a partir do "A" após cada medida de reanimação. .No ser exame primário. as condições anátomo-fisiológicas distintas devem ser consideradas. No entanto.

Manutenção das vias aéreas com proteção da coluna cervical. Pacientes que estão falando.A. fraturas faciais. mandibulares ou tráqueo-laríngeas. Duas manobras podem ser inicialmente executadas: levantamento do queixo e anteriorização da mandíbula. prévias. geralmente apresentam vias aéreas . As vias aéreas devem ser avaliadas de sua prioritariamente. para verificação permeabilidade. Devemos procurar presença de corpos estranhos.

Após a intituição de via aérea definitiva. devemos reiniciar o . é que podemos retirar o colar cervical. deverá ser instituída via aérea definitiva.Em pacientes que apresentam CGS < 8. Somente depois de realizado o Rx de coluna cervical e. No entanto tudo deverá ser feito com a proteção da coluna cervical. estando normal. Considera-se existir trauma cervical em pacientes com trauma multissistêmicos e com trauma fechado acima das clavículas.

parede torácica e diafragma. . Ventilação e Respiração Uma boa ventilação exige funcionamento adequado dos pulmões. O tórax do paciente deve estar exposto para se avaliar a expansibilidade do mesmo. a percussão poderá também revelar presença de sangue e/ou ar nos pulmões.B. Deve ser realizada ausculta para confirmar fluxo de ar nos pulmões. Este deve ser também inspecionado e palpado na busca de lesões que possam comprometer a ventilação.

aberto exame devem primário e ser e simultaneamente tratadas ( nunca se esquecendo de fazer uma reavaliação de todos os passos até aqui). Outras condições podem ser identificadas no . hemotórax maciço. pneumotórax pneumotórax identificadas no hipertensivo.Condições como tórax instável com contusão pulmonar.

Na hipovolemia pode haver um baixa na perfusão cerebral. Circulação A hipotensão em pacientes politraumatizados deve-se a hipovolemia até que se prove o contrário.C. . Alguns parâmetros clínicos que podem nos dar importantes informações sobre o estado hemodinâmico do paciente em poucos segundos são: o nível de consciência. a cor de pele e mucosas e o pulso. resultando em alteração no estado de consciência.

freqüência e regularidade. para se evitar a morte do paciente. nas partes moles quando há fratura do ossos longos. Hemorragias dentro do tórax (pleura e pericárdio) e do abdome. Um pulso central de fácil acesso (carotídeo e femoral) deve ser examinado bilateralmente para avaliar qualidade. no retroperitôneo como nas fraturas pélvicas ou feridas penetrantes de tronco . A ausência destes pulsos significa a necessidade de restauração do déficit sangüíneo e débito cardíaco. pele esbranquiçada e extremidades exsangüinadas são evidentes sinais de hipovolemia.A cor acizentada da face.

D. até que se prove o contrário. Incapacidade Devemos avaliar de maneira rápida o estado de consciência do paciente. Excluída hipóxia e hipovolemia. . como também o tamanho e a reatividade das pupilas. Podemos avaliar rapidamente o estado de consciência utilizando o AVDN ou a Escala de Coma de Glasgow (que é mais pormenorizada). Após instauração de tratamento. qualquer alteração no nível de consciência do indivíduo deve ser considerada como decorrente de trauma no sistema nervoso central.

Lembramos que as medidas de reanimação devem ser instituídas tão logo sejam identificados os problemas. . e a temperatura ambiente deve ser mantida em nível adequado. Fluidos intra-venosos devem ser previamente aquecidos.E. Exposição e Controle de hipotermia Para facilitar acesso fácil e exame completo. desde o princípio. Porém é necessário que ele seja protegido por cobertores ou outros dispositivos para evitar a hipotermia. reavaliados. o paciente deve ser totalmente despido. a seguir. todos os passos devem ser.

Radiografias: só serão realizadas depois de estabilizadas as condições do paciente. . A monitorização e do paciente com sondas monitores eletrocardiográficos são de valia como medidas auxiliares ao exame primário. As radiografias inerentes ao exame primário são Rx de coluna cervical (perfil). Rx de tórax (AP) e Rx de bacia (AP).

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