CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

2

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
3

seja eletrônico. mecânico.Cálculo Técnico  2004. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre. 4 . Título CDU . A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr. Cálculo Técnico.senai. SENAI. fotocópia de gravação ou outros. RS Tel.rs. somente será permitida com prévia autorização. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI. deste Departamento Regional.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff. Assis Brasil. por escrito. 2004.RS. Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria. 1. 145 p. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação. il. sob a coordenação. Matemática I.

............................................................................................3 Como verificar se a divisão está correta .........31 3............2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ..........19 2......................19 2...................................................20 2...............................1 Regra prática para efetuar a subtração ...24 2.2.........23 2...........................................................................................................................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS..............22 2................................................22 2...............5 EXERCÍCIOS .....17 1.....................................................................11 INTRODUÇÃO..............................................1..........................................3.................................1 Propriedades gerais da divisão.....1.................................2 Regra prática para efetuar a adição ....21 2............................................................4...........4...............................................................................3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS .................................1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS .........15 1.......................................43 5 ........1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ...............2............3 Como verificar se a multiplicação está certa ........................................20 2.....................................................1 Propriedades fundamentais da multiplicação...1 Propriedades fundamentais da adição ........................................................................................19 2.................................................................................................................32 3.3....................27 3 NÚMEROS DECIMAIS ......3 Como verificar se a subtração está certa ...................................................21 2........1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO............2 Regras práticas para efetuar a multiplicação..............................................1..............................3 Como conferir uma soma ...............2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA ..................17 1....25 2.............3......................4 EXERCÍCIOS .............2 Regras práticas para efetuar a divisão .....................................................................24 2..............................................................20 2................................18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS ...........................................................2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS .19 2.........................................4.......................................................................................................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO.....................3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS..........................................................................................................................31 3................32 3...................................................15 1.................................................1 Primeiro caso ..............13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO .............3.......................................33 3.......4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS...................

........................12........................48 4.2 Fração imprópria .......................................................60 5...........................7.............................2..........................................56 5.........................................54 5....................2.........................2...............53 5..............................................................................................2............................3 NÚMERO PRIMO.................59 5........................9..................................58 5....1 Divisibilidade por 2 .........................2 DIVISIBILIDADE......................................................51 5..........47 4.................48 4............1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO .......54 5.......49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS .............................................................................................1 Frações de mesmo denominador.8........47 4..........2 Divisibilidade por 3 ....................................................47 4...............................................58 5.................2...........................................................................................................................4 Número misto ...............................10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES .........................57 5........................................................................1 Frações de mesmo denominador...............................................................................2..................5 EXERCÍCIOS ........53 5...................................9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ....2.........56 5..................................48 4...............................12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES ..........................................................................................................58 5........54 5....3 Fração aparente (imprópria) .......................................1 Conversão de frações ordinárias em números decimais ...........5 Divisibilidade por 6 ...........................................4 Divisibilidade por 5 .......2.............................59 5...........2 Frações de denominadores diferentes ......................................1 Frações de mesmo denominador..............6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR ......60 5................................4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM .................................................................................................................................58 5.............1 Fração própria .....................................................................59 5.......................................................................................................................................................................................................5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES....3 Divisibilidade por 4 .....................2 Frações de denominadores diferentes .....................48 4..............................7 Divisibilidade por 10........60 6 ....................47 4.....................................2 TIPOS DE FRAÇÕES ..........................................................47 4......................................................................................................2..................7..........47 4...........................................................................................................4 FRAÇÕES EQUIVALENTES.................................54 5.......6 Divisibilidade por 9 ......8..........47 4.......57 5....1 LEITURA DE FRAÇÕES .........3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA ..................................................47 4...........2............2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos ...........................................................................................................54 5...........................................4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE..............11 DIVISÃO DE FRAÇÕES............58 5......................7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ..............53 5.......................................................2 Frações de mesmo numerador ................51 5............................................................................................................................8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES ...9..........................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes ................55 5.................................................................................................................................................................12.............................................................................................................2.............7...

.............................................................................................................104 8........87 8...........5.................................................................95 8...................................80 7..1 Exercícios ..............................1 Área do retângulo......................................................7............................5.................................................................87 8.....87 8.....8.............................................................67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO .....................................................................................80 7..1 Ângulos consecutivos .....5 PORCENTAGEM ..99 8......................................................73 7................................................................1 Polígono regular..................................3 Área do paralelogramo ........................100 8..........................2 Polígono irregular ................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA....................................1................................1..............................2 PERÍMETRO.........78 7...........7..........6..............................................................5.......................................75 7............................1 Princípio do Vernier de 0.................................................5...7...................................4 Área do triângulo...................................3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA ..................................................76 7........................................................................................................................................................................................................2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário ................78 7............5..........................................................................................7.......................................................................2 Área do quadrado...................................................................................................................................................................................5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS ......................75 7...7 Área do círculo ......6 Área do losango .............................................4 EXERCÍCIOS ......................7................................................................................................................................7...............85 8 GEOMETRIA PLANA .................................................5..................................................61 6..............................................................................................................................................69 7.94 8................................69 7.....89 8..........................103 8........3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS ..3 Uso do Vernier (Nônio) ...............................61 6.......................91 8............................6 REGRA DE TRÊS..........64 6................65 6.....84 7...........................................99 8..............4 POLEGADA .................................97 8..4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE..................................1 POLÍGONO...4 Exercícios .........................................5..............................................2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO...2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA.........................................................................................................................................................................................................5 Área do trapézio .........3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS .................................................1 mm .....................7 PAQUÍMETRO .................................................................................................................................................5 Exemplos de paquímetros.......87 8................................................98 8...................................................................62 6.......102 8.......104 7 ..................................................................94 8....................1 Aplicação da tabela de constante ........................1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS..................................................6 EXERCÍCIOS ...5............................................62 6.....................................................................1 Exercícios ....................8 ÂNGULOS ..................1 REGRA DE TRÊS SIMPLES.............................87 8..71 7...........

.............................................................................................116 9........................8....122 10......................................................................................................3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ................................2....2......................................................................................................135 11.........1 Unidade fundamental ............1..................................................................121 10.............2.......................................................................126 10................................................................................................................................................................................................................5 APLICAÇÃO PRÁTICA ..............................1.........................................120 10 TRIGONOMETRIA............2 Mudança de unidade .....4........9 Medidas de ângulos ...............................................................................................108 8....................................................1..................................................................1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME.................................1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO.................114 9.............................................1........................135 11........................2 Cálculo de volumes.....................................................8.......................................115 9.....5 Ângulo reto .........8 Ângulos complementares....106 8.......3 Cilindro..................................................105 8...........8.......................10 Adição de ângulos................................................1 Exercícios ..............................................1 Exercícios ....4 Ângulos opostos pelo vértice ..........................................................................2 Ângulos adjacentes.....................9.................109 8.............127 10..111 9............1 Exercícios ..............................................135 11.............1.............................................1 Prismas ..................116 9.......111 9.................1 Exercícios ....................................................................................................................2........................2..........................2 MEDIDA DE MASSA .....105 8...................................................................................137 11....137 11..............................................................................105 8...2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ...............................127 10.................123 10..............8...9 TEOREMA DE PITÁGORAS ...............................107 8..110 9 GEOMETRIA ESPACIAL...........106 8.............................................................................................125 10................................................................................3 Formulário para o cálculo de volumes ...124 10..........126 10...................................................11 Subtração de ângulos ............1 Transformação de medidas .................3 Bissetriz ......................8.................................................8......................8................................................8......................................................................................................................................................................................................................................................................... suplementares e replementares..................................................1 Exercícios – Relação de Pitágoras.......................107 8.............................2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO .............106 8.......................................137 8 ...........................................6 Ângulo agudo .107 8....................5................2 Pirâmides ...........128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE..3.......................112 9...8...................2.............128 10.......8................................1 Mudança de unidades de volume...1 Exercícios ..........8.......................................................1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) ................................................113 9...........................................7 Ângulo raso ..............................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO .... cone e esfera .....

............................................................................................................................................................................................1 ROTAÇÕES .............................................................2 DESIGNAÇÃO ..........................................3 Exercícios .....................................................................144 REFERÊNCIAS ......................................................................3 TABELA ..................................142 12.......................138 11............Vc........................................................11....3 MASSA ESPECÍFICA ...............141 12..........138 12 VELOCIDADE DE CORTE ..145 9 ................2..........141 12.......................................................................................................................................

10 .

.........................................................................79 Figura 8 – Posição 0..........................................85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos.......................................................83 Figura 26 − Medição interna........................................83 Figura 24 .......................................................................................Posição 33/128” .80 Figura 13 ......................................................Posição 45/64” .............79 Figura 10 – Posição 0...1 ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................82 Figura 23 ..............81 Figura 19 – Posição 3/128” .......................................Posição 13/32” ..............................................................................................................................................79 Figura 9 – Posição 0..................................................................78 Figura 5 − Escala ......................................................................................81 Figura 20 ......................82 Figura 22 .........................................................80 Figura 15 ..................................................................................86 11 ...................................................78 Figura 6 − Nônio ..................................................................................Posição 37/64” ............Posição 49/128” ............................................................................80 Figura 14 – Posição 5/8” ...................................80 Figura 16 ....................................................................................................................................................85 Figura 31 − Paquímetro de altura............................79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ............ para medição em posição profunda ...............................................Nônio e escala em polegadas .......................82 Figura 21 .......80 Figura 12 – Posição 1/16” ........LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias ......................................................81 Figura 18 – Posição 1/64” ..............64 Figura 4 − Paquímetro .............................................................................................................................Posição 1 39/128” .............79 Figura 7 – Escala nônio .......................................................................................................................................................................................................3 .............85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade ...................................................63 Figura 3 – Engrenagens de polias.....85 Figura 27 − Medição externa.......83 Figura 25 .........2 ..........................85 Figura 28 − Medição de profundidade ........................................................................................Nônio em polegadas ...........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................63 Figura 2 – Diâmetro de polias ................................Posição 1/8” ......................................................................81 Figura 17 – Posição 1/128” .............................................................................................................................................................................................

...........................................................................114 Figura 51 − Cilindro ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................106 Figura 41 – Ângulo raso .........................................112 Figura 48 − Prismas retos ........113 Figura 49 − Pirâmide ..................................109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões .........................................................................................................................................................................................114 Figura 53 − Esfera.................115 Figura 55 – Litro .........................................105 Figura 36 – Ângulos adjacentes ..............................................................115 Figura 54 ................................................................................................................................................................................................................................106 Figura 40 – Ângulo agudo .................Volumes ..........................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide.......................................................................................................................................................................109 Figura 43 − Quadrados dos catetos ...................................................105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice...........................................Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ........................................................105 Figura 37 – Bissetriz...................112 Figura 47 − Prisma.......................................................................................................................................106 Figura 42 – Triângulo retângulo ...............114 Figura 52 − Cone ...........111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada..................................................................................................................................................................................................................................................................................................104 Figura 35 – Ângulos consecutivos.................106 Figura 39 – Ângulo reto.......................................................................111 Figura 46 − Figura geométrica .....................................................86 Figura 34 – Ângulo Ô ............86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem..............................................................................................................................................................................................................................136 12 ...........

INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. trata-se de valioso subsídio em sala de aula. operacionalização de máquinas. assim como para a atividade profissional. Elaborado de forma concisa e clara. 13 . que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. Este fascículo tem caráter instrumental. transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor. que quer dizer aprendizagem. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento.

14 .

.1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores. Logo. contam-se ovos em dúzia. dezenas.. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) . conforme a conveniência.. O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo.2.1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞).. a base de contagem é dez. e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 . N = {1. grampos em grosas. Assim..4. deve-se receber duas vezes uma dúzia.5. Quando se compram duas dúzias de ovos. No sistema decimal de numeração. milhar etc.3. O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração. Dúzias e centos passam a ser base de contagem. pentes em centos.∞} 1. centenas.. Cada posição indica um tipo de grupo: unidade. dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) .

Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. que fica logo à esquerda da posição das unidades. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. Por exemplo. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. a das dezenas. o algarismo 2. a das dezenas e a das centenas. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. só tem uma posição: é a posição das unidades. Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. 16 . A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. Ao utilizá-la. as posições representam grupos cada vez maiores. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita.Um número com um algarismo: por exemplo. a das centenas e a das unidades de milhar. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar. Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda.

... novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades)... 600 4 – representa as unidades de milhar ................ Não se deve usar sinais........ 9 666 201 → lê-se nove milhões..... Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ........................No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões........... e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número..3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo...................... Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil....................... 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1.... 00 6 ............. 1.... 3 567 908 315 → lê-se três bilhões.. trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um).2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes....... quinhentos e sessenta e sete milhões.representa as centenas ........................ Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence..................... trezentos e sete (unidades)...4 000 4 602 17 ........ seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades)..... como o ponto ou a vírgula. 2 0 – representa as dezenas .......

1. → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo.50 4.... o total de dezenas é 72....... Solução: em 453 tem-se: 3... 6) No número 3 472. como cada centena vale dez dezenas.. das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes........ dezenas .... quais são os algarismos das unidades simples..3 5. unidades ... e... .. 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 .. ....... dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas.... 7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20... simples . centenas .... .4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples. as dezenas e as centenas do número 453....400 2) Quantas unidades.. ..

isto é..1. 2.1.2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada. de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem. 19 .1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número. 2. Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2. O resultado desta operação chama-se soma ou total. Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15).1. escrevem-se uns embaixo dos outros. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. substituir parcela por outras que a tenham por soma. dezenas embaixo de dezenas.1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2. e os números que se somam.1.2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa. centenas embaixo de centenas.1.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma. parcelas ou termos..2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais. Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade.1.

2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar. deduzir ou diminuir. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. o que é tirado dele chama-se subtraendo. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou.1. 2. quando se obtém o resultado total.2.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2. as dezenas.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo. Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2. encontra-se o mesmo resultado.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9. Desse modo. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. Se estiver correta. escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. 20 . dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas. no máximo. caso existam. pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. equivale a fazer a adição de baixo para cima. o resultado será nulo. igual a ele. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita. que é baseada na propriedade comutativa. Se os termos forem iguais. Na prática. e o resultado é chamado resto ou diferença.

ª Quando o multiplicando for 1.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais. indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores. o produto será igual ao multiplicador. Costuma-se. e o resultado (12) chamase produto. 2. chamado multiplicador.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. Desse modo. Para isso. pode-se verificar se a subtração está correta.2. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 . Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2. isto é. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença. que também é 8 563.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0. o produto será nulo. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três.Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. Nesta adição. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1. também. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando.

1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto.3. 2. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12). e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados.3.ª Ao multiplicar um número natural por 2.1. por 3.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 . Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2. Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras.3.2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1.2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número. o triplo.1. por 4.3. Como exemplo.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 . o quádruplo etc.4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos. 2.3. obtém-se o dobro desse número. multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número.

Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2.2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25). a partir da direita.3.3.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando. 23 .3. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades.3 Como verificar se a multiplicação está certa 2.1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores.3. Para que o cálculo esteja correto. 5 900 2. acha-se o resultado. Onde as duas linhas se encontram. Solução: 7 x 8 = 56 2. O último produto obtido é escrito por completo. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo. depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical. Pela propriedade comutativa. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 .3.Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal.

17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto. caso contrário.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 . Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo. é aproximada.4.Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2.ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número. 2.1 Propriedades gerais da divisão 1. 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. O maior número (o que contém) chama-se dividendo. divisor. Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente. a divisão é exata. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente. o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente. o menor (o que está contido).

ª Para dividir um número qualquer por outro.3. pois não existe número algum que. por 3. multiplicado por 0. Para as divisões exatas vale. Assim. um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes. Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15). Assim. obtendo o primeiro algarismo do quociente (3). sua terça parte.2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito. dê 7. 5 639 15 3 25 .ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. por exemplo. a partir da esquerda. porque 30 = 7 x 4 + 2 2. separa-se no dividendo. por exemplo. 7 ÷ 0 = ? (impossível). Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. a propriedade distributiva. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4. por 4. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor. sua quarta parte etc.ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero. também. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10.4. A parte separada é o primeiro dividendo parcial. na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero.

que é o último desta divisão. tendo como resultado o resto parcial (8). tendo como resultado o resto parcial (11). obtém-se. multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7). 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. o terceiro dividendo (89). 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9). 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5). 26 . 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113). multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). assim.A seguir.

é a potência. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2. Se a operação estiver correta.3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real.o número 243.4. 27 .o número 3 é denominado base. deve-se encontrar o dividendo (5 639). expoente ou grau. Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2. .o número 5. produto de todos os fatores repetidos.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. como já aprendido. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto.4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números. 2. . Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência. 14. A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14). deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente.4.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão. .

ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes. com expoente positivo. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5.1 Regras práticas de potenciação 1. elevado a um expoente negativo. é igual ao inverso do mesmo número. c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1.2. Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6.5.ª Qualquer número diferente de zero.ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência. 28 .ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente.

Calcular o cubo de 3. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . 5.2.2 Exercícios 1.92 + 152 . Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. Calcular o quadrado de 125. 9. Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15. 7. Calcular o quadrado de 133. Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7. 8.202 + 63 + 42 = 29 . Calcular o cubo de 9. 6. 4.5. 3.

Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina.02 1 008 Produção diária Produção horária . calcular o número de peças fabricadas. Calcular as unidades fabricadas. a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês.10. à razão de 8 horas por dia. por setor. Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400.

Se a parte inteira for nula.02 ⇒ 2 centésimos 0. Exemplo: 3. e também as posições decimais.01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0. 3. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita. e os números à direita da vírgula representam. décimos.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3. centésimos e milésimos. milésimos etc. centésimos. a decimal.8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira.125. é necessário conhecer os décimos. seguido do nome unidades. São exemplos: 15. Na outra forma de leitura. parte decimal. e depois a parte decimal. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira.623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2.005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil.14 = 314 100 → 7.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras. lêse somente a parte decimal. sucessivamente. à direita.001 ⇒ 1 milésimo 31 . o da direita.05 = 205 100 → 2.485 = 7485 → 1000 2.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3. dessa unidade.

6 centésimos e 5 milésimos. o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula.918463. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes. Exemplos: 43. pode-se usar posições cada vez mais para a direita. 2 unidades.3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas.623 Por outro lado.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4. 4. 2 décimos. 6 décimos.874 – Ele é formado por: 2 dezenas.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos. 32 . 8 décimos. 21. 3. maior. 7 centésimos e 4 milésimos. 1 unidade. 9 1 8 4 6 3 quatro inteiros. 8 décimos. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas. 3. inteira.845 Qual é o número que contém 4 unidades. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. 3 unidades. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. Neste caso. é muito fácil saber qual é o maior.

15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6).5 é maior que 10.15 e 6. Depois.628 porque 12 é maior que 10. porque 2 é maior que 1.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3. Do mesmo modo. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula.15 e 6.3.300 e 8.70.03 é maior que 9.4. é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior.125.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8).52. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais.31 ou 1.12 porque 11 é maior que 9 e o número 12. para saber qual é o maior. 6.12.52? Logo se vê que 2. 33 . Assim.7. o número 11.2 Segundo caso Observando agora os números 6. Neste caso.15 é maior que 3. Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais.15 e 3.31 é maior que 1. Em outro exemplo: 8. 3. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas. porque 15 é maior que 12. 3. para completar a soma. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula.7 é maior que 6.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra. Assim: 6.12.1 Primeiro caso Observando os números 3. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula. Neste caso. Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula.Exemplos: Qual é o maior: 2. Em seguida. No exemplo. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula. 3. 3.3 é maior que 8. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15. coloca-se a vírgula no resultado. e o segundo só tem um. – vê-se que 300 é maior que 125.3.

As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade.Exemplo: Efetuar a soma: 5.943 .147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas.943 – 117.147 5.61 + 237. Exemplo: Efetuar a soma: 8.3 m a unidade de medida é o metro 3. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula).23 8.1 m a unidade de medida é o metro 28.135 + 103.2 m + 25.1. 3.402= 346.2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais. Neste caso.00 21.135 103.4.402 346.2 m a unidade de medida é o metro + 25. para completar a subtração. Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula).23 + 13. Depois.403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais. Exemplo: Para somar 3.1 Soma de medidas – Para somar medidas.117.540 111. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.4.61 + 237. é necessário colocar a vírgula no resultado.23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal.1 m 3. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).23 + 13= 21. para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro.540 228. 34 .

000- 5.6. dois algarismos depois da vírgula. coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros.4.3. fazse a multiplicação como nos números naturais.22 Depois.7. 35 . 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais.453 1. isto é.22 Para facilitar a operação.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente.000. o resultado ficará com uma casa decimal.22 2.4. um algarismo depois da vírgula). 14 x 20 4. Dos números que foram multiplicados. 6 x 40 50.3.3. Neste caso. 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural.6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado. efetua-se a operação: 9.453 5.7. um possui uma casa decimal (12. isto é.3 Multiplicação de números decimais 3.3. uma casa após a vírgula: 12.78 3.00 .Exemplos: 9. 9.453 .00 . o resultado também fica com duas posições decimais. 12. Exemplo: 2.453 -7 - 5 .

59 x 1.888 três casas decimais Neste exemplo.4 0 108 + 27 3.25 0 7295 2918 + 1459 0 18.4. o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais. o resultado também fica com três posições decimais. isto é.4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado. Exemplo: 2. a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula. da direita para a esquerda.7 2 casas −−.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−. Da mesma maneira.58 duas casas decimais x 3.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural.2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural.3. . Exemplo: 2. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula. e assim por diante. 314 x 50 11. o resultado terá quatro casas decimais. três algarismos depois da vírgula. 14.7 x 1. 3.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13. 36 . 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais. o resultado ficou com três casas decimais.

3.92 00 ou 322 230 092 230 1..744 5. 3.1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1.4 .4.10 8 0 2. ao invés de somar. 7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1.4.4. o quociente terá 1 casa decimal. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor..º exemplo: 3. nesta operação. ou seja: 1. 3. Exemplo: 4.4 Resultado: 1.4 Para colocar a vírgula no quociente.22 ÷ 2.22 2.3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.744 ÷ 5.4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação. coloca-se um zero ao lado do 92..4 12..3 .3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.22 ÷ 2.º exemplo: 12. 2...4..4 0 92 . Assim. 920 920 000 230 ..1 62 0 324 324 000 37 .8 uma posição decimal 3. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor.36 01 94 .9 5 0 ÷ 2. método de igualar as casas decimais para continuar..2 3 0 1.

ou seja.85 2 .0 38 = 2 .1 83.1 02 7 . que é zero.4 = 2. Então: 1 – 0 = 1 83. e o divisor tem uma posição decimal. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116. o quociente terá duas posições decimais.50 4 0 03 15 .55 ÷ 63 = 1.º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais.7 ÷ 27 = 3.0 = 1 4.O dividendo tem três posições decimais.81 0 3.85 53 5 . Como 3 . subtrai-se o número de posições decimais do dividendo.1 = 2.36 3 - 1 = 2 3.7 27 .1 1 . Assim: 12.55 ÷ 63 = 116.3 15 0 00 Para colocar a vírgula. zero posições decimais.744 ÷ 5.7 ÷ 27 = 3. do número de posições decimais do divisor.27 00 Para colocar a vírgula. Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83.63 0 1. que é um.º exemplo: 116.55 63 .

8 ÷ 7.8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais. 2.8 7.º exemplo: 8.4. sem mudar seu valor.85 = 39 . O divisor também tem uma posição decimal.2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1. tanto no dividendo como no divisor: 53.6 8 0 12 1 36 .º exemplo: 53.8 .1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais.1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras. ficam duas posições decimais. o divisor tem duas posições decimais.85 = O dividendo tem uma posição decimal.3. porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais.16 ÷ 0.º exemplo: 46.68 = 12 8.4.4.3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1.16 0. sem partes decimais. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula. 3.8 ÷ 7. Se for colocado um zero no dividendo. 46.90 ÷ 3.8 = 6 1 .4.68 .46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal. 46.9 ÷ 3.

125 = 28 3 – 3 = 0 3.125 .125 = 28 59.90 ÷ 3.202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.500 2.42 50 0 28 17 000 .5 = 202.38 5 0 14 15 40 .90 3.85 = 14 2 2 – = 0 2.17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição. porque: 53.Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.85 .º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras.500 ÷ 2.0 50.5 .5 ÷ 2. pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50.º exemplo: 59.15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal. 53. porque: 59. porque: 40 .

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo.

Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2. Calcular o comprimento C da figura. 46 .∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura.

47 .4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3. 4. 21 é múltiplo de 7 e de 3. 135. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0.2. 250. 2 334. 785.2. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4. 4.2.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. 4. 2. 192 e 72. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares. Exemplos: os números 316.2. 170 e 485. que é múltiplo de 3. Exemplos: 282. Exemplos: 220.2. 4.2 DIVISIBILIDADE 4.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata. 6 ou 8. 4.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4. 180. Assim.

100. 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 . até obter quocientes iguais à unidade. que é divisível por 9.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1). Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36. b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4.05 01 . Exemplos: 20. Isto é: MMC (36. dividem-se todos pelos fatores primos comuns e.15 03 – 15 . pelos não-comuns.30 09 – 45 . 4. 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores.05 01 .4.05 . 2 000.4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo. 50.01. 4. separadamente.2. à direita do traço vertical.7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0.01 48 2 2 2 3 3 5 .6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18. Na prática.60 09 – 45 . 90.2. escrevem-se os números em linha horizontal.

12. 24.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220. 18 e 16 2 Decompor os números 168. 3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3. 15 e 90 c) 400. 1 200 e 1 500 d) 45.4. 180 e 300 em seus fatores primos. Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . 110 e 50 b) 25. 4. 24 e 18 h) 8. determinando o MMC entre esses números. 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6.

50 .

diferente de zero. e é chamado numerador. um depois do outro: conforme o denominador. o segundo. 5. de mesma forma e tamanho. Mas não basta dizer os dois números. indica em quantas partes.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. A parte tomada representa um quarto do todo. 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. foi dividido o inteiro. Exemplo: = 1 . lê-se a fração de modo diferente. diz-se primeiro o numerador e depois o denominador. e chama-se denominador. Exemplos: 51 .

quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos .Denominador lê-se Exemplo 2 meio. terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 . meios 1 0 2 3 terço. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo. Para ler frações com denominador 10. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores.quando o denominador é 10. as frações podem ter qualquer outro denominador.quando o denominador é 100. quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto. 100 e 1 000: . sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. diferente de zero. oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono.

o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 ..2 TIPOS DE FRAÇÕES 5..2.quando o denominador é 1 000. Cada parte corresponde a um sexto do círculo. lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5. Suponha-se um círculo dividido em seis partes.1 Fração própria O numerador é menor que o denominador.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100. 1 000. Na figura a seguir..2.. = 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5.

8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5. com uma fração própria. obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior.2.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador. diferente de zero.2. Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5.3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador.4 Número misto É a soma de um número inteiro. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível). o resto será o numerador e o denominador será o mesmo.5. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. o quociente será o inteiro.5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior. diferente de zero. mantendo o mesmo denominador. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 . Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. diferentes de 1.

O produto é o novo numerador. . . 2 0 MMC (4. = . Para isso. é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. 3. a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração.[ Exemplo: 3 . a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 .Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5. O resultado é o novo denominador. 1 0 . 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas. 4 3 5 60 60 60 55 .6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador.

pode-se escrever.7. Por esta razão. 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5. 3. 5 Então 30 é maior que 2 . usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que.1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 . São os sinais > e <.7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações. a maior é aquela que tem maior numerador.Resumo: MMC (4. ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 . respectivamente. e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 . observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. pode-se escrever . ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 . e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 . a unidade está dividida em 5 partes iguais.

7. e escreve-se → > . a maior é aquela que tem o menor denominador.5. 4 3 16 tem maior numerador que 16 57 . mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores. Então. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). a maior é a que tem o maior numerador. é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar. 4 8 é menor que 3 . 8 4 4 5. 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador. 16 Já se sabe que. encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 . Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4. se as duas frações têm o mesmo denominador. e escreve-se → 3 < 3 . 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 .7.2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador.3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes.

1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1. somam-se os numeradores.8. conservando o mesmo denominador.8.9. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5. em seguida. se houver necessidade.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5. 3. 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5. 4 16 5.8. 2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 . simplificam-se ou extraem-se os inteiros.3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores. 16 ↓ 1> 3 .2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador. 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . uma vez realizada a operação. transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5.

em seguida. Em seguida. 59 .9.5. simplifica-se ou extraem-se os inteiros. e viceversa). efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e. se houver necessidade. o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar. aplicar a regra anterior. transformam-se os números naturais em frações impróprias e. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador.11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira. 5. 7 − 2 ⇒ mmc (8.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. uma vez realizada a operação.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5. em seguida.

se escreve. Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ).8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais.25 = 13 ÷ 16 = 0.12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5. inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação.25 5.12. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 . 11 . 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias. Invertendo e multiplicando tem-se .e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 . 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3.º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0.º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2.2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1. 1 4 1 4 4 5. Exemplo: 0.12.5 tem uma casa decimal: 0. 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 . 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê. basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador. basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a).Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão.1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais.

Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20. 30 parafusos. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos.00. que é o dobro de R$ 20.00. custarão R$ 40. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais.00. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40. se 15 parafusos custam R$ 20. Na verdade.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40. 6. que é o dobro de 15.00. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços. Pode ser direta ou inversa.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido. direta ou inversa. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples. Assim. 61 .00 é de fato o custo dos parafusos.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer. simples ou composta.

aumentando um termo da razão. para fazer mais peças. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa. onde se encontra “X”. aumenta também o preço a ser pago. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente. e vice-versa. em “X” dias preparará 300 peças.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. o profissional gastará mais dias. invertem-se os termos na razão. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie. diminuindo uma delas. Neste caso. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. para construir a mesma tarefa em metade do tempo. Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. aumentando o número de parafusos. Assim.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . diminui seu correspondente na segunda. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. Isso significa que. aumenta seu correspondente na outra. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. claro está que se deve dobrar o número de operários. as grandezas são inversamente proporcionais porque. diminuindo um termo na primeira razão. o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais.6.

Figura 2 – Diâmetro de polias 63 . Tem-se. ou engrenagens. pois. maior a rpm da polia. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). e a razão entre as 30 240 rpm é .Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. quanto menor o diâmetro. quanto maior o diâmetro. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. arma-se a proporção invertendo a segunda razão. tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. a razão entre os diâmetros das polias A e B é . calcular as rpm da polia B. menor a rpm. 20 Sendo assim. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm. X No entanto.

60 dentes Engrenagem B .Estabelecendo a proporção inversa. a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens.80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa. Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 . 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3. tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens.4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas. Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A . tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6.

significa que há redução de R$ 15.50 m de sombra. sabendo que a roda condutora H. Diz-se. .00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100. tendo ¾ de metro de largura.Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%. que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três.3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K. Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87.50 m de pano. 65 . assim. . “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”. dá 300 rotações (rpm). sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37.a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. ou 30%. com 24 dentes.50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26. de 72 dentes. 4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias. Veja-se o significado dessas expressões: .a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro. ou 15%. portanto: . Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados.00.5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”. Percebe-se.

Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos. 38 peças ficaram boas. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados. teriam faltado 15 deles. Valor a pagar: R$ 800.00. 5% ficaram com defeito. como a classe tem 40 alunos. Um televisor colorido que custava R$ 800. .00.00 sofreu um desconto de 10%. 15% significa que. 40 – 2 66 ═ 38.00 – R$ 80.00 O valor do desconto é R$ 80.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80. Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Mas.00 100 10 = 800 X R$ 10. se a classe tivesse 100 alunos. é preciso determinar quantos faltaram. Quantos alunos faltaram? Como se sabe. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100. 4 Em um lote de 40 peças.00 ═ R$ 720.00 R$ 800.

Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas.1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas. 5% apresentam defeito. apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino. Para ter direito ao certificado. quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas.6.5. Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 . somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas.

68 .

000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO.1 m centímetro cm 0. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro. que interessam mais aos cursos na área da Mecânica. 1988).7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade.1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros. que são os múltiplos do metro. Para isso. dez. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0.001 m micrômetro µm 0. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. que são chamadas submúltiplos do metro. existem medidas menores derivadas do metro. os submúltiplos do metro. 7. cuja unidade é o metro. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal. 69 .01 m milímetro mm 0.

São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. Partindo do metro. cada uma delas se chama decímetro. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. que corresponde a um metro. cada uma delas se chama milímetro. formam-se outras medidas de comprimento. conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. cada uma delas se chama centímetro. isto é. Se o metro for dividido em 100 partes iguais. considerando-o como unidade.As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro. Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais.

a medida 2. 7.735 representa 2 metros. 100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro. depois dos centímetros. No entanto. que vale 0. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro. metros Então.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. para medir com exatidão.nela tem-se os metros.º mais à direita ainda. 71 . é preciso conhecer suas posições. 7 decímetros. . – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro. 2. 7 3 5 metros 2.º depois dos decímetros ficam os centímetros.º à direita dos metros.1 mm. que vale 0. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2. metros decímetros centímetros 2.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena. que vale 0.001 mm. ficam os milímetros. como decímetros. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10. centímetros e milímetros. metros 4. 3 centímetros e 5 milímetros. 7 3 5 metros 3. 3 decímetros 7 metros 2. depois da vírgula.735 m metros 1.01 mm.º parte-se da posição das unidades. ficam os decímetros. porque a unidade indicada ao lado da medida é metro.

010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo. Nesse caso. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0.0010 mm = 0. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais.002 mm. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado.080 mm. • o eixo mede 20. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20. também. Mudando as medidas. a folga entre eles é de 0. Por isso. 0.080 mm menos que o furo. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste.072 mm. 72 .1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0.082 mm. sua medida vai ser 20. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão. a folga será de 0. ou seja.Pode-se dizer. assim.10 mm = 1 mm.01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0. em Mecânica.010 mm = 0.

que mede com exatidão de até centésimos de milímetro. 7. então. 73 . ← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2. deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. Os instrumentos mais usados são o paquímetro. e o micrômetro. O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro. Tem-se. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra.01 m de outra chapa. que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. símbolo µm. porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0.01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento. Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir.355 m. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0. 32. 1 cm 0. • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m.Para medir com exatidão de décimos. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais.01 m.

na falta de números. – Converter 7. Tem-se. 245 cm. m dm 7. – Converter 2. – Converter 2.2 cm.3 dm em m. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. acrescentar zeros. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. Vírgula → m 2. 0. na falta de números. 2 100 mm. m 2. Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula. então. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. cm 3 m 0.1 m em mm. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5. então. a vírgula não tem razão de existir. dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso. mm Neste caso. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas.012 m em cm. Tem-se. 74 . Tem-se. então. Tem-se.73 m. m 2. deve-se correr a vírgula para a direita até cm. então. Às vezes. mm 2 Neste caso.45 m em cm. dm 7 cm 3 Neste caso.– Converter 2. acrescentar zero. 201.

pelo equivalente da polegada em milímetros: 25.175 mm. 1.4. ou fração.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25.40 mm. cento e vinte e oito avos  . " " x 25.º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros.4 25400 25400 " 75 .4 = 8 41 8 x 25.175 milímetros 3. 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  . 7.4 = 50.4 = 130.4 = 12. dezesseis avos  .7. sessenta e quatro avos   .175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25. " 2 x 25.º exemplo: Converter em polegadas 130. Tem-se: 2 x 25. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   . oitavos   .º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros. Tem-se: 130.5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada.º exemplo: Converter 2” em milímetros.  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada.7 milímetros Para converter milímetros em polegadas. 4. quartos   .8 milímetros 2.

A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura. A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura. 5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 76 . B e C indicados na figura.7.

6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 77 . 8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.

02 mm.7. que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada. consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N. 4). Suas graduações referem-se a 20°. O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado.1 mm A escala do cursor.1 Princípio do Vernier de 0. 1” e 0. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. A escala é graduada em milímetros e polegadas.001” (Fig. podendo a polegada ser fracionária ou milesimal. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier. 5). a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig. Figura 5 − Escala 78 . que eles afirmam ser o inventor). com superfícies planas e polidas. Geralmente é construído em aço inoxidável. 7.7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0.7.

e assim sucessivamente. 9). Figura 8 – Posição 0.3 79 . que é igual a 9 mm (Fig.1 mm do que cada divisão da escala fixa.2 mm (Fig. 10). Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig.1 mm (Fig.2 Figura 10 – Posição 0. 7). fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa.9 mm (Fig.1 Figura 9 – Posição 0. 8). coincidindo o segundo traço com 0. 5). 6).3 mm (Fig. conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0. o paquímetro estará aberto em 0.Tomando o comprimento total do nônio. e dividindo pelo número de suas divisões (10). o terceiro traço com 0. Figura 7 – Escala nônio Assim sendo. Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0.

12). 15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 . 11).7. 13).3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário. ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa. sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões. Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig.7. a leitura da medida será 1/16” (Fig. O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento. Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo. no segundo traço. 5/8” (Fig. no décimo traço. pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig.7. 14). 1/8” (Fig.

16).1 Processo para a colocação de medidas 1. o quarto traço 1/32”. 18). utilizam-se os processos a seguir descritos. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa.3. O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio. Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador. o segundo traço 1/64” (Fig. utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas. e assim sucessivamente. a leitura da medida será 1/128” (Fig.Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig.7. 20).º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. 19). 17). assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário. 81 . se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa. 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços). o terceiro traço 3/128” (Fig. 7.

º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig.3.7.33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2. 21).2 Processo para a leitura de medidas 1. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio. repetindo o denominador da concordância. 45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .º exemplo − Ler a medida da Figura 22. Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador.

inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada.2. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 .º exemplo − Ler a medida da Figura 24. + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 .º exemplo − Ler a medida da Figura 25. abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. Ao final da aplicação do processo. Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25.Posição 13/32” 4. como se fosse iniciada a operação. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3.º exemplo − Ler a medida da Figura 23.

7. Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .7.4 Exercícios Fazer as leituras abaixo.

Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 .7.5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes. mostram-se alguns exemplos.7.

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

Para medir seu perímetro.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais.1. e medir seu comprimento. imagine-se uma figura com o contorno feito em arame.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada. Exemplos: retângulo trapézio losango 8.2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido. Para entender melhor.8 GEOMETRIA PLANA 8. Essa medida chama-se perímetro.1. pode-se abrir o arame até que fique reto.1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais. 87 . Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8. 8.

Para calcular o perímetro.5 15. 5. Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1. pois não se pode abri-lo.. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 . basta somar as medidas das partes do contorno. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto. Fazendo desse modo.0 cm cm cm cm cm Às vezes.0 2. Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena..A medição do perímetro através desse método é fácil. por ser um contorno de arame que pode ser aberto. Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto.5 + 2.0 5. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida. pode acontecer de a medida não ser muito exata.

1. 8. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida.0 cm + 2.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície.8 cm = 2.3 cm + 2.9 cm + 3. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.8 cm 11.9 cm 3.º – Mede-se cada lado do contorno. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado.3 cm 2. 2. Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado.0 cm Agora. Para medir uma superfície. isto é.º Somam-se as medidas dois lados: 2. 89 .0 cm + 2. a parte interna de uma figura plana.

Quantas vezes a unidade. isto é. Então. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. Do mesmo modo. Para medir superfícies. começa-se comparando a figura A. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta. para calcular a área da superfície. também existem unidades padrão de medida. pode-se medir a superfície da figura B. o quadrado. A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades. isto é. a medida da superfície de A é 32 unidades. Contam-se quantos quadrados cabem na figura B.

mas precisa-se dela em outra unidade.5280 m = 95. Vejam-se os exemplos a seguir. é preciso compará-la com o cm2. 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2. o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície. a medida é dada na unidade que se escolheu. Exemplo: dam dam 9. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade. Assim. Nesse caso. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. cm 2 mm 8 0 91 .Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. a vírgula é deslocada de uma em uma posição. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. é só fazer a transformação. ‘ 8.280 dm m 9.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. para transformar medidas de comprimento. Já se viu que.

3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2. Exemplo 4 − Escrever a medida 9.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15. escrever a medida 112.8 m2 em dm2: 9. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2. mm2 4 Resposta: 157 536.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros.Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições.5 cm2 = 0.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2.5 dm2 em m2: 112. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda. dam2 m2 5. 92 . 9. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2.5 dm2 = 1. Exemplo 1 − Transformar a medida 5.125 m2 Neste caso.

Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado. símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 . No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados. cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente.Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. é utilizado para a medição de superfícies grandes. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2. Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado.

5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela. 8.5.8. Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo. vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento. cabem três filas de 6 cm2. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. como 3 x 6 = 18. no retângulo todo cabem 18 cm2. 94 . a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2. Resultado. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. 3 cm 6 cm Então. no retângulo todo. 6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. mede-se a largura e o comprimento do retângulo. quer dizer que. Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular.

a largura e o comprimento terem a mesma medida.68 Neste caso. a área fica em mm2.4 por 3. É preciso multiplicar 7. calcular a área do retângulo.2 para achar a área: 7.5. no quadrado. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros. depois.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo. fica em m2.2 148 + 222 0 23. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros. com a diferença de. quando estão em metros. Neste caso.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. Às vezes.7 cm x 5. 37 mm = 3.4 x 3.4 cm de comprimento. 95 .35 cm2 8. a área do retângulo é 23. as medidas são dadas em unidades diferentes.7 cm 3.2 cm de largura e 7. e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra. Quando os lados estão em milímetros. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para.68 cm2.Este retângulo tem 3.

comprimento = 31. o comprimento é igual à largura.25 mm2.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31. área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros. 96 .5 31.5 mm x 31. Como a figura é um quadrado. Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado. Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes.25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992. a área da figura é 1 384 mm2. Então. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm.5 largura = 31. Assim: Desse modo.5 mm de lado.5 mm 157 5 315 + 945 0 992.

Dessa maneira. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8. forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm. áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira.Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura.5. porque os triângulos ABE e DCF são iguais.3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD. Logo. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. A = B⋅h 97 . do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm.

A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14.8 m Resultado: 3. respectivamente.8 m base = 3..29 m2. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14.4 m 588 147 0 20.7 m x 1. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura.4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC.696 m2.72 m altura = 1.4 m 14.72 m x 1. Portanto.7 m altura = 1. 1.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3.7m ⋅ 1.8 m de altura.7 m e a altura.72 m de base e 1.7 m x 1. Fórmula: A = B x h A = 3. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB.696 m2 a área do paralelogramo é 6. 8. 98 .5.4 m. equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD.58 m2 00 5 4 18 0 2 10. forma-se o paralelogramo ABCD.4m 2 base = 14.

5 Área do trapézio A diagonal. então a área do losango é a metade da área do retângulo. e de mesmas alturas. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. GHA.5.5.8. ACO. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS. GAO). A= AE × CG 2 99 . forma-se o retângulo. linha que une dois vértices não-consecutivos BD. 8. Logo.6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2. divide o trapézio em dois triângulos. EFG. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC. CDE. CEO. EGO. se bases B1 e b2 respectivamente. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos. a área do losango é a metade do produto de suas diagonais.

1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem. Fórmula: A = π R2 A = 3.1416 x (5 m)² A = 3.1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m .54 m².5400 .5. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”. 9 m e 4 m.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero. C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m. respectivamente. 3. 8.

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

representado no exemplo pelo hexágono.03528 8.05146 20 1.02572 6 1.01545 10 1.15470 16 1.º de divisões constante 4 1.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 .8.08239 18 1. basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro.º de divisões constante n.41421 14 1.6. n.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.01247 12 1.01959 8 1.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.

8. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais. Para isso.7. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir. Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões.8 103 . L = D x constante = 44 x 0.587 = 25. nos trabalhos em oficina.É comum.1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais.

dizse ângulo Ô (Fig. Figura 34 – Ângulo Ô 8.183 33 0. 104 .º de divisões constante 3 0.342 25 0.136 8 0. 35) quando possuem o vértice e um lado comum.587 21 0.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig.8.707 20 0.382 24 0.092 8.207 31 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.222 30 0.108 14 0.125 10 0.101 16 0.120 11 0. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo.281 27 0.142 7 0.º de divisões constante n.116 12 0.111 13 0. 34).164 4 0.866 19 0. As retas que formam o ângulo chamam-se lados.n.500 22 0.149 6 0.239 29 0.095 18 0.156 5 0.258 28 0.195 32 0.309 26 0.130 9 0. Assim.173 34 0.433 23 0.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.104 15 0.098 17 0.

105 . Figura 36 – Ângulos adjacentes 8.2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig. Assim. o lado comum é BO.8. B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8. a letra representativa do vértice vem entre as duas outras. o divide ao meio (OC na Fig.8. sendo que. Figura 37 – Bissetriz 8.3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. a partir do vértice. na Figura 35 tem-se AÔB. 37). nesse caso.8.4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig. 36). 38).No caso do ângulo da Figura 35. Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados.

5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig.8. 39).7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig. Figura 40 – Ângulo agudo 8.8. Figura 39 – Ângulo reto 8. 40).6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig. 41).8.Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8. Figura 41 – Ângulo raso 106 .

São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°). e o segundo. 8. O sistema utilizado é o sexagesimal. Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. 8. As relações entre o grau. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 . os minutos entre si e os segundos entre si. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. simbolizado por dupla aspa (”). por exemplo. O ângulo de 80° é replemento de 280°. O sistema utilizado é o circular.8 Ângulos complementares.8. o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos. escrita ao lado do número.10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas. tem dois submúltiplos: o minuto. Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°. Assim. 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco.8. é complemento de 60°. pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°. Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”. O ângulo de 20° é suplemento de 160°. cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. O ângulo de 30°. O grau.8.8. da mesma forma que o minuto. Ou seja: os graus são somados entre si. 1 grau equivale a 3 600 segundos.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”. por sua vez.

Como 61’ contêm 1° mais 1’. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” . b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo. Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo.8. por fim. transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”. a 41° 4’ 37”. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior. Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo.11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. 8.

42) – o lado maior é chamado hipotenusa. vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são. conhecidos dois lados do triângulo retângulo.8. nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos. catetos. se procura determinar o terceiro lado. e os outros dois. tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 . Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43.9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos. Como exemplo tem-se aqueles em que. 90° (Fig. isto é. Com efeito.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem. Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono. Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide.1. prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9.Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. 113 . recebe o nome de pirâmide.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico.

cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo.3 Cilindro. recebe o nome de cilindro reto. Figura 52 − Cone 114 .pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9. Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base.1. recebe o nome de cone reto.

É o número que exprime sua medida.Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros. Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica. recebe o nome de esfera. 3 O símbolo do metro cúbico é m . Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. Essas unidades são os cubos. Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo. O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. 115 . 3 O símbolo do decímetro cúbico é dm . não é oca. Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele. 9.

Exemplos: a) Representar 21. somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos. 467 0.7 m3 em cm3: Resposta: 21. o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura.000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos. portanto. um sistema milesimal.2 Cálculo de volumes De modo geral.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática.000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0.2. 9. 000 cm3 mm3 038. .2. a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000.7 m3 = Solução: 38. Solução: = m3 dm3 000.467 cm3 dm3 700 cm3 000.000 038 467 m3 9.001 m3 cm 3 0.1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). Constitui. suprindo de zeros caso faltem algarismos. Isto é: V = B .Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0. 21 700 000 cm3 b) Converter 38. h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura.

então: V = π. então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas.1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h).2.B. as pirâmides classificam-se de acordo com as bases.2.2.r2.2. 117 . Isto é: V = A.2.14. (10 cm)2 . 20 cm V = 6 280 cm3 9. O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide.h V = 3.9.2.B.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm.2.2. Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões.3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados. então: V = A. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo.C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm. Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.

800 cm3 118 . Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h).14 . 3. (6 cm)2 . então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 .2. Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura. Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X . Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm.O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide. 10 cm 3 V = 376.5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos.2.

14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.2.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.9.7 Volume do tronco de cone V= π .8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.2.2.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .2.2.6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.2.

h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 .9.2.B.C pirâmide cilindro V = = ) π.3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 .

........... B e ......10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas.............. primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente. Â é ângulo reto......... BC é a .... Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os .... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B................ AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ. 121 ... são ângulos agudos............. Continuando a observar: AB . AC é o cateto oposto ao ângulo B................ Para isso................

......... B BC AC AC é o ângulo agudo considerado..1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â...... contíguo.. é a ........ de lados AB e AC........ contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ..................... as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = .......... contíguo ou junto) ao ângulo B....... Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado................ é o ... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ............... então. é a hipotenusa. cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 .. Considere-se o triângulo retângulo ABC.. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.. Valem.......... 10... é o cateto adjacente (vizinho. m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â.... ao ângulo B. é o .adjacente (vizinho...... Tendo em vista a semelhança entre os triângulos................... junto...Adjacente é o mesmo que vizinho...

.1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = ...........65 25 123 ...........5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21...........10....... 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12. sen X = .. 2 Conferir suas respostas..... Só olhar para este final de folha depois de tudo feito. 86..................6 100 sen 30° =. não copiar...... por favor..... porém.............. sen 60° = ........ sen 75° =....1... sen 15° =..

que são de grande interesse na Oficina. determinam triângulos retângulos semelhantes.. Assim.10.2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. perpendiculares a AC. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos. B” C”. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem. para que se possa compreender bem as funções trigonométricas... estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = . cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. do mesmo modo que se viu em seno. Pode-se então. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto. Os segmentos BC.. B’ C’.. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais. 124 . – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â. mesmo que sejam trabalhosos. Em breve. de lados AB e AC.

.....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13....................2...........10.. cos R =..........64 20 125 ..... cos 67°30’ = .......................... cos 12°30’ = ....... Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19.........9 100 cos P =...25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7..

.. os lados correspondentes são proporcionais.... tgW = C B tg B = ... m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â... 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10... B’ C’. então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos....... B” C”....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = .......10.... Escreve-se.. Completou com: D F 126 e F... Muito bem! Pode continuar. e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ....3.0 D . determinam triângulos retângulos.... de lados AB e AC..... Os segmentos BC..... perpendiculares a AC....3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â......

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

130 . 5 Determinar “L”. 4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”.3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”.

4120 0.6157 0.5807 0.0785 0.2840 0.3557 0.3934 0.1305 0.3420 73 72 71 70 20 0.1564 0.6248 0.2924 0.2979 0.0087 0.6065 0.0640 0.5736 0.4643 0.5175 0.5422 0.3420 0.6406 0.1449 0.2616 0.6202 0.1334 0.6691 0.0204 0.3090 0.6777 0.0987 0.0436 0.1276 0.1507 0.1765 0.1478 0.7050 0.0494 0.5373 0.0320 0.1363 0.2896 0.5592 0.5544 0.4514 0.5050 0.2363 0.5324 0.4358 0.2419 0.2532 0.6041 0.2193 0.5972 0.5446 0.2391 0.0698 0.3062 0.1564 0.4950 0.2588 78 77 76 75 15 0.TABELA DE SENO .4592 0.6180 0.4924 0.4226 68 67 66 65 25 0.3035 0.1103 0.5299 0.2164 0.4848 0.0756 0.0116 0.0552 0.3118 0.1248 0.0145 0.4410 0.5150 0.5000 0.4695 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.4384 0.3746 0.3283 0.0029 0.4173 0.5495 0.4617 0.4874 0.6799 0.3475 0.2250 0.5592 0.6293 0.3907 0.5760 0.5398 0.5948 0.6472 0.3907 0.2250 0.4975 0.1880 0.2476 0.3584 0.0000 0.3746 0.5025 0.2924 0.6713 0.3145 0.6539 0.3365 0.4200 0.5925 0.4384 64 26 27 28 29 0.1851 0.3338 0.6338 0.2784 0.6626 0.2419 0.1994 0.6905 0.1045 84 6 7 8 9 0.0901 0.6271 0.1421 0.6670 0.2812 0.6111 0.0175 0.6947 0.6756 0.5471 0.3961 0.6561 49 41 42 43 44 0.5831 0.4305 0.3827 0.3173 0.4253 0.0378 0.2108 0.1536 0.4067 0.6088 0.3393 0.5348 0.0872 0.6604 0.4540 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .0929 0.4899 0.2079 0.0523 0.6361 0.5000 63 62 61 60 30 0.1965 0.0727 0.1822 0.1016 0.4669 0.2221 0.1622 0.4772 0.4823 0.6134 0.1074 0.3228 0.3256 0.0958 0.4014 0.6383 0.4720 0.1593 0.6988 0.1736 0.0349 0.6862 0.5250 0.1794 0.1736 83 82 81 80 10 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.2952 0.5075 0.6820 0.2728 0.4746 0.4488 0.6018 0.0291 0.4797 0.2051 0.1392 0.2136 0.2756 0.0581 0.0814 0.2306 0.3007 0.7009 0.45° a 90° 131 .5100 0.1219 0.2504 0.6884 0.6841 0.0465 0.3773 0.4067 0.3201 0.3584 69 21 22 23 24 0.7030 0.1190 0.4094 0.6428 0.5901 0.1132 0.2588 0.4279 0.3719 0.3311 0.0610 0.3800 0.6561 0.1937 0.2079 0.4147 0.0698 0.5878 54 36 37 38 39 0.5878 0.0233 0.3502 0.6691 0.0523 0.4462 0.6225 0.5275 0.6947 0.6734 0.6018 0.4566 0.5783 0.0669 0.2022 0.5854 0.1908 79 11 12 13 14 0.4436 0.6583 0.5568 0.3256 0.1219 0.2447 0.5299 0.5125 0.5736 58 57 56 55 35 0.6967 0.5519 0.3665 0.6517 0.6494 0.5200 0.1708 0.2278 0.1392 0.3692 0.5688 0.6648 0.4695 0.0058 0.1045 0.4848 0.3611 0.3987 0.6293 0.5225 0.1679 0.0349 0.5995 0.4041 0.3529 0.1650 0.2644 0.2756 74 16 17 18 19 0.6157 0.4540 0.3090 0.6428 53 52 51 50 40 0.4226 0.6316 0.5664 0.3638 0.5712 0.6926 0.0407 0.3881 0.5640 0.3448 0.2672 0.2560 0.2334 0.6450 0.6820 0.0262 0.2700 0.1161 0.5150 59 31 32 33 34 0.1908 0.0843 0.2868 0.5616 0.3854 0.4331 0.5446 0.0175 0.

9001 0.9367 0.9954 0.9674 0.9038 0.9994 0.7566 0.7862 0.7844 0.7528 0.7092 0.99996 0.9967 0.8843 0.9628 0.9397 0.7412 0.99985 0.8884 0.9881 0.9757 0.9667 0.9948 0.8542 0.8004 0.8021 0.9182 0.9502 0.9436 0.9793 0.9976 4 86 87 88 89 0.9816 0.9205 0.9580 0.9228 0.9816 0.8962 0.8923 0.8526 0.8788 0.9293 0.9986 0.7986 0.9990 0.9124 0.7451 0.7274 0.9465 0.9261 0.9659 0.9799 0.7880 0.8829 0.9636 0.9426 0.9171 0.9805 0.8675 0.9272 0.7314 0.9492 0.9730 0.9848 13 12 11 10 80 0.7547 0.9100 0.8616 0.7585 0.9978 0.9872 0.9974 0.7826 0.9997 0.7234 0.8418 0.8704 0.9563 0.8274 0.7790 0.9969 0.9853 0.9750 0.9013 0.9397 23 22 21 20 70 0.7490 0.9572 0.9717 0.9744 0.0° a 45° 132 10 0 Graus .7353 0.8403 0.9387 0.7392 0.9997 0.9689 0.8816 0.9993 0.9537 0.9520 0.9159 0.9737 0.9112 0.9744 0.9983 0.9511 0.8434 0.8802 0.7642 0.9596 0.9455 0.8660 33 32 31 30 60 0.9995 0.8988 0.9769 0.9325 0.9272 0.9407 0.7951 0.9135 0.9474 0.9903 0.9446 0.9613 0.7716 0.7771 39 51 52 53 54 0.9922 0.9356 0.TABELA DE SENO .8208 0.7214 0.9998 0.9998 1.9899 0.9858 0.9957 0.7193 0.8124 0.7916 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .8760 0.9613 0.9135 24 66 67 68 69 0.7173 0.9959 0.9063 28 27 26 25 65 0.7470 0.9205 0.9703 0.9588 0.9336 0.9986 0.8587 0.8090 0.7294 0.8323 0.8192 38 37 36 35 55 0.9822 0.7314 0.7623 0.9511 0.9833 0.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.9877 0.9417 0.9939 0.8975 0.9696 0.7898 0.9652 0.9088 0.8910 0.8465 0.9964 0.8175 0.9907 0.9455 19 71 72 73 74 0.8829 0.9775 0.8158 0.9528 0.8746 0.7431 0.9932 0.8557 0.8290 34 56 57 58 59 0.7133 0.9994 0.9886 0.7753 0.9988 0.8601 0.9838 0.9985 0.9918 0.8480 0.9911 0.9336 0.8572 0.7986 0.9848 0.9063 0.9925 0.8073 0.7373 0.7112 0.8631 0.8225 0.8660 0.8192 0.99989 0.7660 0.9992 0.8039 0.9555 0.7679 0.9890 0.8897 0.9996 0.8056 0.8371 0.8646 0.8387 0.8774 0.9377 0.8241 0.9981 0.9250 0.8339 0.7254 0.9075 0.99998 0.9925 0.99993 0.7880 0.9781 0.9929 0.8090 0.9659 18 17 16 15 75 0.7934 0.7771 0.9989 0.9877 9 81 82 83 84 0.9681 0.9903 0.9894 0.9980 0.8258 0.0000 0.7735 0.9026 0.7547 0.8746 29 61 62 63 64 0.9703 14 76 77 78 79 0.9621 0.9546 0.8480 0.9315 0.9483 0.9945 0.8387 0.8450 0.9971 0.9147 0.9914 0.9868 0.8936 0.7969 0.7808 0.9283 0.9843 0.7698 0.9936 0.8910 0.8307 0.9811 0.9863 0.9962 0.7604 0.9951 0.7153 0.9827 0.9781 0.9194 0.8988 0.9563 0.9724 0.8718 0.7333 0.8511 0.8572 0.9945 0.9962 8 7 6 5 85 0.9051 0.9216 0.9605 0.8870 0.7193 0.8496 0.8290 0.999996 0.9787 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.9710 0.9346 0.8857 0.9304 0.9976 0.7509 0.8732 0.7431 0.8107 0.9644 0.9942 0.8689 0.9763 0.8949 0.8355 0.9239 0.8141 0.

0437 0.9657 0.8243 0.6048 0.7133 0.1051 84 6 7 8 9 0.2217 0.5280 0.5851 0.9163 0.7089 0.3217 0.4040 0.0175 0.9770 0.3906 0.3772 0.9217 0.0291 0.6009 59 31 32 33 34 0.0699 0.1524 0.5774 63 62 61 60 30 0.7445 0.2278 0.2867 74 16 17 18 19 0.4522 0.3739 0.2931 0.5658 0.6249 0.0641 0.7581 0.2648 0.3973 0.2742 0.6494 0.4142 0.3443 0.2679 78 77 76 75 15 0.7400 0.4950 0.3574 0.5095 0.8146 0.0320 0.8847 0.2401 0.6208 0.1944 0.6168 0.3314 0.9325 0.2899 0.0612 0.6330 0.7536 0.0204 0.1823 0.1228 0.8591 0.0904 0.3508 0.4877 64 26 27 28 29 0.7265 0.2773 0.2679 0.8002 0.3607 0.2156 0.1763 83 82 81 80 10 0.9713 0.3640 73 72 71 70 20 0.7002 58 57 56 55 35 0.7046 0.3872 0.3281 0.5430 0.4245 0.2555 0.4841 0.2095 0.7813 0.0175 0.6661 0.6830 0.2432 0.1435 0.0145 0.5317 0.1346 0.5890 0.4877 0.7813 0.2711 0.1733 0.2867 0.2805 0.7310 0.1644 0.0729 0.7766 0.2004 0.7221 0.3057 0.4913 0.3378 0.1169 0.1763 0.5243 0.2994 0.9601 0.3839 69 21 22 23 24 0.1110 0.0846 0.7002 0.5206 0.9942 0.1257 0.0875 89 88 87 86 85 5 0.5696 0.2586 0.3673 0.4487 0.6536 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .1584 0.8098 0.1405 0.3249 0.0087 0.2309 0.4699 0.5392 0.0992 0.2836 0.5619 0.8693 0.7720 0.1198 0.1287 0.4176 0.9057 0.8796 0.5317 0.1853 0.7627 0.2065 0.0816 0.7490 0.1883 0.1584 0.0000 0.7673 0.3443 0.4734 0.1914 0.4040 0.9271 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.9380 0.1465 0.0758 0.8952 0.1703 0.6703 0.6494 0.6787 0.3805 0.5059 0.0378 0.0349 0.3026 0.9884 0.2035 0.8693 49 41 42 43 44 0.0058 0.4245 0.3839 0.3939 0.6371 0.0875 0.3089 0.1139 0.5812 0.8642 0.6088 0.5132 0.0233 0.4210 0.9545 0.5505 0.8744 0.4279 0.0116 0.3476 0.2493 0.3249 0.4314 0.2617 0.8541 0.4592 0.7536 0.1974 0.8050 0.2462 0.0029 0.9657 0.0582 0.3121 0.0495 0.6916 0.7355 0.6453 0.0553 0.6412 0.7907 0.45° a 90° 133 .2309 0.1022 0.9435 0.7954 0.9490 0.4770 0.7177 0.9110 0.9325 0.6745 0.3185 0.3541 0.2339 0.5095 0.1495 0.6009 0.4006 0.4628 0.6619 0.5735 0.3346 0.0934 0.6577 0.1614 0.3706 0.4383 0.5354 0.6873 0.6249 0.0407 0.8195 0.8391 0.2370 0.9827 0.2247 0.8899 0.4452 0.5543 0.1051 0.1673 0.6128 0.4074 0.5969 0.0524 0.3057 0.5774 0.1080 0.5169 0.6745 0.6959 0.8491 0.5022 0.7265 54 36 37 38 39 0.6289 0.2524 0.4452 0.0787 0.0262 0.0349 0.1317 0.8441 0.5467 0.4348 0.0466 0.0699 0.1376 0.2962 0.2126 0.2126 0.1944 79 11 12 13 14 0.9004 0.8391 53 52 51 50 40 0.TABELA DE TANGENTE .4663 68 67 66 65 25 0.7860 0.0524 0.0670 0.8342 0.8098 0.3411 0.5930 0.4557 0.1793 0.9004 0.4806 0.1405 0.1554 0.2186 0.4663 0.4108 0.8292 0.1228 0.5581 0.5543 0.4986 0.3640 0.4417 0.0963 0.2493 0.3153 0.

8430 5.9347 2.2747 4.1369 1.2572 1.0503 1.2416 68.1171 1.1653 4.6003 1.3559 2.3007 19.4845 4.0235 1.6643 1.2056 31.5555 10.1571 1.1443 9.8676 1.5736 4.0977 1.3432 1.0295 1.9136 3.1943 2.2998 2.3764 1.8807 1.9319 3.4106 1.1041 1.1970 6.9912 2.1154 8.4550 1.6470 3.2257 4.5497 1.4348 7.6977 1.0353 2.6643 1.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.4316 49.3897 4.5204 1.5418 42.6713 5.4733 1.2460 2.0724 1.0416 1.6363 57.2041 3.7321 3.8040 29 61 62 63 64 1.3183 2.1154 8.TABELA DE TANGENTE .2647 1.5013 1.2460 24 66 67 68 69 2.3351 1.4826 1.7321 1.5597 1.1106 1.0117 1.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .8940 1.3559 2.8262 12.0057 2.9038 38.5386 2.7796 1.2900 1.1918 1.0594 7.4301 11.7119 6.2423 1.6534 1.3450 9.4124 3.7882 6.0098 10.3759 3.1445 28 27 26 25 65 2.7475 2.7675 1.6051 2.2900 14.1039 343.3032 1.3052 3.7090 1.2876 1.5144 11.9768 2.0655 1.7556 1.3597 1.5958 8.7769 10.4281 38 37 36 35 55 1.6426 1.0913 1.0000 1.4874 2.0475 3.7321 33 32 31 30 60 1.1084 3.6048 21.7475 23 22 21 20 70 2.0503 2.5108 1.2131 1.2954 1.2371 3.5172 2.1775 2.4494 4.0809 1.5605 2.7704 9.4641 1.1847 1.4019 1.7694 5.0538 1.7046 5.3270 1.0850 1.9626 2.4751 2.9152 5.7980 2.0777 3.2497 1.1126 4.4370 1.0811 28.9398 16.4751 2.0355 1.4545 2.0178 3.3190 1.2723 1.8807 1.3854 6.3369 2.1446 5.5399 1.0777 3.7062 13.5900 1.3138 7.4704 34.9074 1.9682 7.0780 6.2276 1.6864 1.0844 6.6059 3.6107 1.4281 1.4919 1.1716 3.8667 3.3750 2.4460 1.6753 1.9894 5.1445 2.3111 1.6713 13 12 11 10 80 5.2349 1.8208 3.6319 1.9617 4.9244 20.4874 3.6051 2.2799 1.5144 6.2286 2.0750 26.3270 1.0108 14 76 77 78 79 4.0811 28.7437 1.9530 9.0661 1.2059 1.9042 19 71 72 73 74 2.4826 34 56 57 58 59 1.0611 4.0786 1.5399 1.3678 85.3764 1.1504 1.2349 39 51 52 53 54 1.6003 1.1397 3.1283 1.4960 2.5301 1.7267 14.1609 2.0108 4.2799 1.2505 12.1640 1.8269 7.5261 2.2817 2.9600 3.9626 2.8546 1.1123 1.3499 22.1708 1.1237 1.6985 2.1918 44 43 42 41 40 50 1.7321 18 17 16 15 75 3.7737 19.9758 6.0355 1.0176 1.4287 8.1969 13.1303 1.5764 4.1446 4.0058 1.8854 18.8291 1.3955 4.2637 2.3315 4.2203 1.3007 4 86 87 88 89 14.6912 7.3945 2.8770 2.6363 57.5697 1.9887 3.7228 2.3138 9 81 82 83 84 6.6746 2.7046 5.3514 1.1988 1.4342 2.4193 1.4495 3.5656 2.1504 1.3848 1.1693 24.7725 2.3402 3.6279 2.0204 2.7917 1.5887 17.9641 171.7501 15.8040 1.5606 7.0965 1.5107 4.9042 3.0658 5.9486 2.0477 1.7729 5.0599 1.2193 4.0724 1.8239 2.3680 1.1443 9.2709 3.7760 3.3093 4.2113 2.6212 1.0° a 45° 134 10 0 Graus .7205 1.4142 2.8502 2.2553 11.1885 114.5826 2.1436 1.4301 8 7 6 5 85 11.6511 2.3934 1.5798 1.8165 1.9210 2.6382 5.1106 1.8708 5.8418 1.6891 3.3315 4.2709 3.1778 1.2687 8.

01 litro 0.8 l 135 . A unidade legal de capacidade é o litro (l). Litro é a capacidade ocupada por e dm3. e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. suficiente para conter dentro de si alguma coisa. 27. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1.11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11. que deriva do sistema métrico.1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente. pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra. suprindo de zeros caso faltem algarismos. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0.1 litro 0.1. A capacidade é um vazio.418 hl em l. a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior).001 litro 11. Exemplo – Transformar 27. o volume é um maciço. dl 8 Portanto.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez. Assim sendo.418 hl = 2741.

1.6 dm3 4130. basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).11. Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18.0041306 dam3 . Solução: 18. Solução: 41306 dl = 4130.6 l 136 4130.6 l capacidade volume = 4130.6 dm3 = 0. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro.3 m3 18.3 m3 18300 dm3 = = 18. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico.0041306 dam3 41306 dl = 0.300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3.3 m3 em l.

1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg.73 kg = 427. a tonelada (t). usa-se também como se fosse unidade principal.2. muito empregada nas medidas de grandes massas. 11. é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram. equivalente a 1 000 kg.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente.11. 11. Na prática. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo. Exemplo – Converter 42.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 .2. a milésima parte do quilograma.73 kg em decigramas.2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo. Tomando o grama como fundamental. 42. também. denominada grama. veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0.01 g 0. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C.1 g 0.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.

3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa.3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48. quando se diz.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume. Assim.5 dag + b) 5t + 25 kg 12. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume.2 kg por dm3 de massa.11. que a massa específica de ferro fundido é 7. significa que o ferro fundido tem 7. se estiver vazia. Assim. por exemplo.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4.5 m de comprimento. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas). A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 .293 g. tem 1 520 kg. 11.2 gramas por centímetro cúbico. Com esses dados.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7.2. o 7. Calcular o volume em cm3. Se. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais. ao invés de centímetros cúbicos. A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1.2. 4 m de largura e 3 m de altura. se tomar o volume em dm3.

. . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3. . . . . . . . . . .6 carbono . . . . 8. 19. . . . 8. tem-se: volume = 68g 8. . . . . 6. . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 7. 7. 8.8 ferro fundido .3 cobre . . . . . . . . . . . . Como a massa específica do bronze é 8. . . o resultado seria em kg (quilogramas). . . . 6. . . . . . . volume = massa massa específica Portanto. . .1 vanádio . . . . . . 139 . . . . . . . . Se fosse em quilogramas. . . . . . . . .5 e substituindo na fórmula os dados do problema. 5. Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. .6. . o problema é inverso: já se conhece a massa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 crômio . . . .5 latão . . . . . . . .5 7. . . . . . . . . . .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3. . . . . . . . . . . . . . procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. . . . . . . . Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . . . . 3. . . . . . . . . . . . 2.7 antimônio . . . .5 chumbo . . . Aqui. . . . 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tem-se: massa massa = = 8. . .8 níquel . . . 11. . . .1 zinco . . se teria o volume em dm3. tungstênio . . . . . . . . . . 7. . .2 8. . . ferro . . . .9 alumínio . . . .3 estanho . . . . . . . .7 bronze . . . . . . . . .5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas. . . . Se fosse em dm3. . . . . . . . . . . lembrando que a massa específica do latão é 8. . . .

140 .

a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. diz-se simplesmente n. seg 1 . A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc. min 10 n 141 .Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta.12 VELOCIDADE DE CORTE . rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro. quando é representado em qualquer outra unidade de tempo. diz-se rpm – rotações por minuto. m/min Vc = m/seg 12.1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo. Portanto. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo. O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte. e sua unidade é m/min ou m/seg. Quando o espaço de tempo é o minuto.

n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. rpm V = d . o problema na Oficina será sempre determinar a rpm. n. ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . ou seja. d = π . π . n. Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido. conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 . n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. d .2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . π .12.

o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm. ø de acabamento. regular a máquina para 80 rpm. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho. regulá-la para 140 rpm.Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. Neste caso. Para acabamento. 143 . b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. Vc de desbaste e acabamento.

0.06..120 0.800 0.3 b) 25.150 0..0 b) 20..08...3 b) 15.0.5 6.400 0.....1.05.15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400.25 0.120 0..0..300 0...30 0..30 0.0.1 150..300 0....1200 0.2 a) 60...1...0...2 350....5 10.0 a) 50.1 0.1 0..0.0.3 70.300 0.15.0...15 a) 20..100 0...0..2 150.50 1..0....120 0....2 80.0 b) 50.150 0.25 0.0 b) 150.40 0.0.0..0.1.160 0.2 2...50 0.0.15 80..1....5 50.1.1...120 0.400 0.2 400..8 6.15 .1...15 60.5 80..1 100....3 60...150 0.0 50.1..120 0...0...0 8.0..3 350.3 80.2 100..3 150..160 0..20 0..3 80.300 0.5 6.2 aço liga até 750 N/mm² a) 25...1..1 0.300 0....0 400.1..0..0 a) 100....1 1.5 6.150 0.1 1.12..40 1 8..0.05.3 3.05..0.150 0.05.100 0..100 0.0 a) 10.....0..0.0.1 1.1.0 b) 100.200 0..2 80.15 150.1.0.60 0.0 250...300 0.15 b) 60.1.1..300 0.5 150..3 70...1...800 0.20 0.1...150 0...20 0.2 100....0 a) 10..3 3.0 a) 80..220 0..0...1 80.2 b) 200.20 1.2.2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15.0..0..70 1...2.2 100..5 6...0...0...1 1..0.250 0.0...1 a) 150...1 1.1.0 200.0 200..1.0 b) 40.0 b) 100.....0 150..1 1..5 10..3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20....0.2 2..40 1.30 0..005..3 b) 30..08....300 0....0 200...120 0..40 0..0.400 0....400 0..0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30.200 0........2 100.5 10....0...1.150 0...300 0.1 100..1.600 0..70 0..3 b) 20.08...06...1.150 0...0 30.1 1..08.0....0.1200 0......1..500 0..0...0 20..

INMETRO. Brasília. s. São Paulo: Saraiva. José Ruy. Porto Alegre: SENAI-RS.d. SENAI/DN. 2000. Elementos de Matemática. Quadro Geral de Unidades de Medida. BONJORNO. José Ruy. 2003. São Paulo: FTD. ed. Scipeone . Cálculo técnico.d.. Matemática completa. José Roberto. GIOVANI JR.]. Material Instrucional.[et al. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. Departamento Regional do Rio Grande Sul. 145 .. 2. GIOVANI. s. Resolução do CONMETRO nº12/1988..REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO.