CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
3

deste Departamento Regional. por escrito.senai. mecânico. 4 . RS Tel. sob a coordenação. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre. Matemática I. Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia. 2004. Cálculo Técnico. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação. 1. SENAI.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria. somente será permitida com prévia autorização. il. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr.Cálculo Técnico  2004.rs. A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios. fotocópia de gravação ou outros. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff.RS. Assis Brasil. seja eletrônico. Título CDU . 145 p.

.18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS .....................20 2....................19 2...........................................5 EXERCÍCIOS ..........2.........................................................................................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO...................................................................3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ...2 Regra prática para efetuar a adição ...........1...........3 Como verificar se a divisão está correta .................................................13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO .........................................................................15 1.................................................3 Como conferir uma soma ...................4 EXERCÍCIOS ........1 Propriedades fundamentais da adição ............................................1 Primeiro caso .............................2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA ...........................................................................................3........................17 1...........................3.....................1 Propriedades gerais da divisão..33 3........20 2..........................................................................................................................................................4..................2 Regras práticas para efetuar a divisão .............................................19 2....................................3...............1.........................................................................................................................................3....................3 Como verificar se a multiplicação está certa ..........................................1....................22 2..............32 3.SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS.............3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS...................................................................................................................22 2............1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ......25 2........4.................................1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ..........1 Propriedades fundamentais da multiplicação...4................4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS...........................................................................................20 2.....................................................32 3..19 2............17 1.........24 2.............31 3..2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS .................11 INTRODUÇÃO......3 Como verificar se a subtração está certa .............2 Regras práticas para efetuar a multiplicação........................27 3 NÚMEROS DECIMAIS ...............................2............1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO...................................23 2..............................................................................................................43 5 ...............................................................................................15 1.........................................................................................................31 3............1 Regra prática para efetuar a subtração ...2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ..................21 2....24 2......................19 2..............................21 2............................................................

....................3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA .....................................7 Divisibilidade por 10.........2 Frações de mesmo numerador .....1 Conversão de frações ordinárias em números decimais .......54 5...............2 Frações de denominadores diferentes ...............................................................................54 5.....8...................12.............47 4..........2.........2 Divisibilidade por 3 ....................59 5.......................................................47 4........51 5..........................................1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO ........4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE...............59 5......................................1 Frações de mesmo denominador................47 4.......55 5..........................................................4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM ..............56 5.....................................................................................................2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos ........................2........5 EXERCÍCIOS ..........................................................4 Número misto ......................................54 5......................................................2 Fração imprópria ................57 5....................51 5.........................................................................................................................................58 5................47 4............................12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES ...........................60 6 ............................................................................................................................2.....................................7.........................................................................3 Divisibilidade por 4 ................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes .........7.......7...................................................................................2...............................4 Divisibilidade por 5 ...........................1 LEITURA DE FRAÇÕES ..2.........................................................6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR ............................................................................................................................48 4..........................54 5..............9..............3 NÚMERO PRIMO..................................................................................................8..................................58 5................................................................9..........................5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES.............54 5...........................53 5...2....58 5....................48 4.............................1 Divisibilidade por 2 .............................58 5.................................49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS ....................11 DIVISÃO DE FRAÇÕES.................................................10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES ....59 5..........................1 Fração própria ............................................47 4...........................2 Frações de denominadores diferentes ...................47 4................................2...................60 5...........................................................................56 5..............................................................2 TIPOS DE FRAÇÕES ...............2....................................................................................2.....................................................12.........5 Divisibilidade por 6 .......1 Frações de mesmo denominador.47 4............48 4...........4 FRAÇÕES EQUIVALENTES.......47 4...................................................................................6 Divisibilidade por 9 ...........................................2 DIVISIBILIDADE.....60 5...................................8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES ....53 5..............................................................3 Fração aparente (imprópria) .......53 5...............................................................................................................1 Frações de mesmo denominador...7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ............................................................................................2.......................48 4...................................................................57 5..........................................................................2.....................................58 5....................................................9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ................................................................................

..................................................7.......5..........................................75 7..............................................................................................................................................................................91 8.................................................................................7.........................................80 7................................6 Área do losango .................8 ÂNGULOS ...........5.........84 7................................................5.................3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS .......................................................................1 POLÍGONO..........................4 POLEGADA ..................................6...7 Área do círculo ..........5......2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA.............................1 Área do retângulo...........................104 8............................................1 mm .......................62 6...................................1 REGRA DE TRÊS SIMPLES................................................97 8.................99 8.......................................100 8.89 8.........7................................................64 6..........................................7....................................................................................................................................................7.........71 7.5.....................................87 8.............................3 Uso do Vernier (Nônio) ...........78 7...................................................................................94 8......................................................................................................103 8....................2 PERÍMETRO...1...........................................................................87 8.............................1 Exercícios ...............67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO ........5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS ....................................................6 REGRA DE TRÊS.....................62 6........................................................5 Área do trapézio .....................................................................................................................................3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS ............................3 Área do paralelogramo .........................78 7...........................................................................................................................................................1 Ângulos consecutivos ..................................................73 7................7...........................................................80 7......76 7...............104 7 ................................................5...................................61 6....102 8........................................................87 8...99 8..........4 EXERCÍCIOS .........2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário ...................1 Polígono regular..................................................................................1 Exercícios ......3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA ...........2 Área do quadrado............................................98 8.94 8........................4 Área do triângulo........5..................................................................................................................4 Exercícios ..................1......................................................................61 6.....4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE...........................69 7..............................................................................1 Aplicação da tabela de constante .......................................................................1 Princípio do Vernier de 0.........................................87 8......................2 Polígono irregular ........75 7............................................................................65 6....2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO.......................................................87 8..................85 8 GEOMETRIA PLANA ......................................................................................................................................................................................................................95 8......................5 PORCENTAGEM ..7 PAQUÍMETRO ................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA............5 Exemplos de paquímetros.6 EXERCÍCIOS ............................................................................69 7...5....................1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS...................8.............

...137 11............................................................................1.....1 Exercícios ...........123 10.....................................2..............11 Subtração de ângulos .106 8.................................................................................3 Formulário para o cálculo de volumes .................................1 Exercícios .....................................................................................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO ......116 9.........................................................122 10......................................8 Ângulos complementares............................................................................109 8...............115 9....8...........1 Unidade fundamental ....... suplementares e replementares......................................................2........................................5 Ângulo reto .............2.....................9 TEOREMA DE PITÁGORAS ....................................................................................................................8..........................................1...............113 9..................2 Mudança de unidade ..............................127 10..........1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO............................................................4 Ângulos opostos pelo vértice ...........................................9.................126 10.........................8.........................................................4.......111 9......2 Pirâmides .........................................................................................................10 Adição de ângulos............106 8.......................................................................................................................................106 8.................................................................128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE.....................................................3 Bissetriz ........................................................................9 Medidas de ângulos ............................. cone e esfera ..........................................................................................2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO .........................2 MEDIDA DE MASSA ...............105 8...............................2 Ângulos adjacentes...............................120 10 TRIGONOMETRIA.......3 Cilindro...8.......................................2....................126 10..................................................................................114 9.....................8.......135 11.........2.......111 9......1 Mudança de unidades de volume........1 Exercícios – Relação de Pitágoras.......1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) ..7 Ângulo raso ...................................................................1 Exercícios ..................................................2................................................................................................................................................................................................105 8................137 8 ......6 Ângulo agudo ...............1.........................................................3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ..............121 10............................................5.....8....................107 8.......8...........................1 Exercícios ...................................135 11...........110 9 GEOMETRIA ESPACIAL...........................................2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ..............124 10....................................................................................8............128 10...........................................................116 9................8....................................................................2 Cálculo de volumes........137 11...............................................................3...............................107 8...107 8...........................................................1..............1 Transformação de medidas ......1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME..........................................................................127 10....1...1 Exercícios ...........................................................................5 APLICAÇÃO PRÁTICA .108 8....................................................................1 Prismas ......................112 9.............................................135 11.................105 8.................................125 10.......8.......................8.....

..............................138 12 VELOCIDADE DE CORTE .......................3 Exercícios ..................144 REFERÊNCIAS .........138 11..............................................................................................2 DESIGNAÇÃO ............................2...............................................................................Vc.........141 12.......1 ROTAÇÕES ........................11.....................141 12............................................................................................3 MASSA ESPECÍFICA ............................................................142 12...............145 9 ......................................................................................................................................................................3 TABELA ........................................................................

10 .

........................82 Figura 21 ....................................81 Figura 18 – Posição 1/64” .........................................................................................................................80 Figura 13 ................................................................................................Posição 13/32” .....................................................................................................79 Figura 9 – Posição 0...........................................................................................................Nônio em polegadas ..............................................................78 Figura 6 − Nônio ..............................................Nônio e escala em polegadas .....................................................Posição 33/128” .........................83 Figura 26 − Medição interna............................79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ..........................................................................................................Posição 1 39/128” ..................Posição 45/64” .....79 Figura 10 – Posição 0.........................85 Figura 31 − Paquímetro de altura......LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias .............85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade ..............................................................................................83 Figura 25 .............................................................................................................................................2 ........................................................................................................................................................................................85 Figura 27 − Medição externa...............................63 Figura 2 – Diâmetro de polias ........................................................................................3 ............................................................................................................................................................................................................................80 Figura 16 ........................................................79 Figura 7 – Escala nônio .................83 Figura 24 .................................78 Figura 5 − Escala .....................................Posição 1/8” ...............................82 Figura 22 ..........................80 Figura 14 – Posição 5/8” ..................................................................................................................................81 Figura 19 – Posição 3/128” ......85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos..............................................................................................................................................................................81 Figura 20 .......................................................................................................81 Figura 17 – Posição 1/128” ...................................................................................................................63 Figura 3 – Engrenagens de polias..........Posição 37/64” .......................Posição 49/128” ...............................................................................85 Figura 28 − Medição de profundidade ...........................80 Figura 15 .....................80 Figura 12 – Posição 1/16” ......................................................................................................79 Figura 8 – Posição 0..............................................................................................64 Figura 4 − Paquímetro .............................................86 11 .............................................................82 Figura 23 ..............................................1 ................................................................................. para medição em posição profunda ..

......................................................................................................................................................................................105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice......................112 Figura 47 − Prisma............................................................................................................105 Figura 36 – Ângulos adjacentes .........................................................................106 Figura 41 – Ângulo raso ................................................................111 Figura 46 − Figura geométrica ..........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................115 Figura 54 .............................................................................106 Figura 40 – Ângulo agudo .........106 Figura 42 – Triângulo retângulo ...........136 12 ...113 Figura 49 − Pirâmide ......................114 Figura 51 − Cilindro ........................................................86 Figura 34 – Ângulo Ô ...........................................................................................Volumes .............................................................................Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................112 Figura 48 − Prismas retos ..............................................................................................115 Figura 55 – Litro ..........................................106 Figura 39 – Ângulo reto....................................................................114 Figura 53 − Esfera...........111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada........................................................................................................104 Figura 35 – Ângulos consecutivos.......................................................105 Figura 37 – Bissetriz....................................................86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem......................................................................................................................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide............109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões ..114 Figura 52 − Cone ......109 Figura 43 − Quadrados dos catetos ..........................................................................................

13 . que quer dizer aprendizagem. operacionalização de máquinas. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. trata-se de valioso subsídio em sala de aula. Elaborado de forma concisa e clara.INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. assim como para a atividade profissional. Este fascículo tem caráter instrumental. transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor.

14 .

.. dezenas. Quando se compram duas dúzias de ovos. contam-se ovos em dúzia. a base de contagem é dez.. No sistema decimal de numeração. deve-se receber duas vezes uma dúzia. centenas.5.∞} 1. dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) . O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. conforme a conveniência.1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores. pentes em centos. milhar etc.1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞).... Cada posição indica um tipo de grupo: unidade. Assim. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) . e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 .4.2. Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo.3. Dúzias e centos passam a ser base de contagem. Logo. O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração. grampos em grosas. N = {1.

Um número com um algarismo: por exemplo. Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. que fica logo à esquerda da posição das unidades. a das centenas e a das unidades de milhar. Ao utilizá-la. Por exemplo. as posições representam grupos cada vez maiores. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda. A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena. Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. a das dezenas. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. 16 . As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. a das dezenas e a das centenas. o algarismo 2. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. só tem uma posição: é a posição das unidades.

....... novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades).... como o ponto ou a vírgula...... trezentos e sete (unidades)...... 00 6 .......3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo..........No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões....... 3 567 908 315 → lê-se três bilhões... quinhentos e sessenta e sete milhões......... seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades). Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ..representa as centenas ......... Não se deve usar sinais...2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes................. Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil........ 2 0 – representa as dezenas ........ 600 4 – representa as unidades de milhar ...........................4 000 4 602 17 ................ trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um)............. 9 666 201 → lê-se nove milhões......................... e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número...... 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1............... 1.. Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence.......

. o total de dezenas é 72. → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo. como cada centena vale dez dezenas..400 2) Quantas unidades...4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples.. .. 6) No número 3 472..... e. unidades . Solução: em 453 tem-se: 3......1....... 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 ... ...3 5...... simples .... dezenas ...50 4. centenas .. as dezenas e as centenas do número 453. quais são os algarismos das unidades simples...... ... .... das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes.. 7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20.. dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas.

2. de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. O resultado desta operação chama-se soma ou total.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma.1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número.1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2..2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada. dezenas embaixo de dezenas.1. Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade. 2.2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2..1.1. 19 . Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15).1.2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais.1. isto é. parcelas ou termos. escrevem-se uns embaixo dos outros. Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2. substituir parcela por outras que a tenham por soma.1. e os números que se somam. centenas embaixo de centenas. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa.

escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. que é baseada na propriedade comutativa. Se estiver correta. Se os termos forem iguais. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo. o resultado será nulo. caso existam. dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas. as dezenas. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita. 2. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. quando se obtém o resultado total.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9. Na prática.2. equivale a fazer a adição de baixo para cima. e o resultado é chamado resto ou diferença.1. deduzir ou diminuir. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou. 20 . encontra-se o mesmo resultado. no máximo. pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. Desse modo. igual a ele. o que é tirado dele chama-se subtraendo.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real.2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar. Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem.

Nesta adição. que também é 8 563. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três. o produto será nulo. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1. Desse modo. também. chamado multiplicador. isto é. e o resultado (12) chamase produto. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores.2.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0. pode-se verificar se a subtração está correta. Costuma-se. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença.ª Quando o multiplicando for 1. 2. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando. Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. Para isso. o produto será igual ao multiplicador. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 .Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2. indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais.

e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados.ª Ao multiplicar um número natural por 2.3.1. o quádruplo etc. multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número.1. o triplo.3.4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos.2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2. obtém-se o dobro desse número.1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto.2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1. Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2.3. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12). Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras. 2. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 .3.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória. 2.3. por 3. por 4. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 . Como exemplo.

3. depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades. acha-se o resultado. Para que o cálculo esteja correto. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa. 23 . Solução: 7 x 8 = 56 2. Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2.3.3. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). O último produto obtido é escrito por completo. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo.Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal. Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 .3 Como verificar se a multiplicação está certa 2. 5 900 2. Onde as duas linhas se encontram.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando.3.2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25).3. Pela propriedade comutativa. a partir da direita.1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores.

17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto.4. o menor (o que está contido). caso contrário. 2.1 Propriedades gerais da divisão 1.ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 . Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo.Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2. é aproximada. divisor. a divisão é exata. Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro. O maior número (o que contém) chama-se dividendo. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente. 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente.

pois não existe número algum que. dê 7. sua quarta parte etc. um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes.2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. Para as divisões exatas vale.ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras.3. porque 30 = 7 x 4 + 2 2.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero. separa-se no dividendo. Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15). também. a propriedade distributiva. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero. 5 639 15 3 25 . Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. A parte separada é o primeiro dividendo parcial. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor.4. multiplicado por 0. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4. Assim. por 3. sua terça parte. por exemplo. Assim. por exemplo. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10.ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero. isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito. a partir da esquerda. na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. por 4.ª Para dividir um número qualquer por outro. 7 ÷ 0 = ? (impossível). obtendo o primeiro algarismo do quociente (3).

multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). que é o último desta divisão. 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7). 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113). tendo como resultado o resto parcial (8). 26 . o terceiro dividendo (89).A seguir. 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5). obtém-se. tendo como resultado o resto parcial (11). assim. 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9).

. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto. . deve-se encontrar o dividendo (5 639).o número 5. 27 . Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão. deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. .4.3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real. A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14).4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números.4.o número 3 é denominado base. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2. Se a operação estiver correta. Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência. é a potência.o número 243. expoente ou grau. como já aprendido. produto de todos os fatores repetidos. 14. 2.

ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência. Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6.ª Qualquer número diferente de zero.ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base.ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente.2.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4.1 Regras práticas de potenciação 1. com expoente positivo. elevado a um expoente negativo. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes. c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1.5. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1. 28 . é igual ao inverso do mesmo número. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3.

Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. 8.2 Exercícios 1. Calcular o cubo de 3.2. 4.202 + 63 + 42 = 29 . Calcular o quadrado de 133. 3.5. Calcular o quadrado de 125. 7. Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2. Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15. 9. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . Calcular o cubo de 9. 6.92 + 152 . 5. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7.

à razão de 8 horas por dia. Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina. calcular o número de peças fabricadas.02 1 008 Produção diária Produção horária . Calcular as unidades fabricadas.10. Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400. por setor. a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês. Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas.

parte decimal. centésimos. sucessivamente. a decimal. Exemplo: 3.8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. seguido do nome unidades.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3.623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2.005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil. o da direita. e também as posições decimais.14 = 314 100 → 7. milésimos etc.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3. centésimos e milésimos. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos. Se a parte inteira for nula.05 = 205 100 → 2. Na outra forma de leitura.125. e depois a parte decimal.001 ⇒ 1 milésimo 31 . O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira. dessa unidade.01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0.02 ⇒ 2 centésimos 0. é necessário conhecer os décimos. e os números à direita da vírgula representam. lêse somente a parte decimal. São exemplos: 15. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras.485 = 7485 → 1000 2. 3. décimos. à direita.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte.

Neste caso. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas. 3. 3.845 Qual é o número que contém 4 unidades. o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula. 4. 6 centésimos e 5 milésimos. pode-se usar posições cada vez mais para a direita. 1 unidade.874 – Ele é formado por: 2 dezenas.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4. 3 unidades.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos. Exemplos: 43. 6 décimos. decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32. inteira. 8 décimos. maior. 2 unidades.623 Por outro lado. 2 décimos. é muito fácil saber qual é o maior. 21.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas. 9 1 8 4 6 3 quatro inteiros. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. 8 décimos. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes.918463. 32 .3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. 7 centésimos e 4 milésimos.

70.300 e 8.12. Do mesmo modo.1 Primeiro caso Observando os números 3.5 é maior que 10. Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais.15 e 6. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15. – vê-se que 300 é maior que 125. Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula. é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior.3 é maior que 8. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais. Depois. 6. porque 15 é maior que 12. o número 11.15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6). Neste caso. e o segundo só tem um.15 e 6.628 porque 12 é maior que 10. 3.Exemplos: Qual é o maior: 2.52? Logo se vê que 2. para saber qual é o maior.15 e 3. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula. para completar a soma. Neste caso.31 ou 1.7 é maior que 6.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.125. 3.52.12 porque 11 é maior que 9 e o número 12.2 Segundo caso Observando agora os números 6.15 é maior que 3. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula. 3. 33 .03 é maior que 9. Em seguida. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8.4. coloca-se a vírgula no resultado. Assim. Assim: 6. Em outro exemplo: 8. porque 2 é maior que 1. No exemplo. 3. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8).7. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula.3.31 é maior que 1. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula.12.3.

34 . para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro. Exemplo: Efetuar a soma: 8. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais.1.23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal. Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228.943 – 117.23 + 13.Exemplo: Efetuar a soma: 5. é necessário colocar a vírgula no resultado.61 + 237.147 5. Exemplo: Para somar 3.147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).1 m a unidade de medida é o metro 28.23 + 13= 21.1 Soma de medidas – Para somar medidas.2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal.4.2 m + 25.943 .23 8.4.540 111.540 228. para completar a subtração. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais.117.3 m a unidade de medida é o metro 3.403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas.61 + 237. 3. As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade.135 + 103.00 21.402= 346. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula). Neste caso.1 m 3. Depois.2 m a unidade de medida é o metro + 25.135 103. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula).402 346.

453 1.4.453 5. coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente. dois algarismos depois da vírgula.3 Multiplicação de números decimais 3.22 Para facilitar a operação.7.453 -7 - 5 .4. Neste caso.3.22 Depois. efetua-se a operação: 9. um algarismo depois da vírgula).6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado.00 . 9.3. 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais. 12. 35 . Dos números que foram multiplicados. isto é.00 .3.22 2. fazse a multiplicação como nos números naturais. 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural. Exemplo: 2. o resultado ficará com uma casa decimal.453 . isto é. 6 x 40 50.3.7.Exemplos: 9.000- 5. 14 x 20 4.000.6.78 3. o resultado também fica com duas posições decimais. um possui uma casa decimal (12. uma casa após a vírgula: 12.

2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo. o resultado ficou com três casas decimais. o resultado também fica com três posições decimais. e assim por diante. . 3. da direita para a esquerda. isto é.4 0 108 + 27 3.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso. o resultado terá quatro casas decimais.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13.4. 14.7 2 casas −−. 36 .4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado.3. Exemplo: 2. 314 x 50 11. Da mesma maneira. a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−.59 x 1. três algarismos depois da vírgula. 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais.25 0 7295 2918 + 1459 0 18.888 três casas decimais Neste exemplo.58 duas casas decimais x 3.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural. o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais.7 x 1. Exemplo: 2.

4 .4 Para colocar a vírgula no quociente. ao invés de somar.4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação.º exemplo: 3. coloca-se um zero ao lado do 92. método de igualar as casas decimais para continuar..744 ÷ 5.3. 7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1..36 01 94 . ou seja: 1. o quociente terá 1 casa decimal. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor.4. 920 920 000 230 .1 62 0 324 324 000 37 .22 2.4.4 0 92 .4..744 5. 3. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor.4.22 ÷ 2...2 3 0 1. 3.1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1. Exemplo: 4.92 00 ou 322 230 092 230 1.8 uma posição decimal 3. Assim.3 . 2..3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais..10 8 0 2.4 12.22 ÷ 2. nesta operação.3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.º exemplo: 12.9 5 0 ÷ 2.4 Resultado: 1...

Como 3 . e o divisor tem uma posição decimal.50 4 0 03 15 .0 38 = 2 .4 = 2.7 27 .85 2 .1 02 7 .1 83.55 ÷ 63 = 1.744 ÷ 5.36 3 - 1 = 2 3.0 = 1 4.55 63 .O dividendo tem três posições decimais. o quociente terá duas posições decimais.º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais. Assim: 12. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116. Então: 1 – 0 = 1 83.1 = 2.1 1 . Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83.85 53 5 . subtrai-se o número de posições decimais do dividendo.7 ÷ 27 = 3.7 ÷ 27 = 3.63 0 1.81 0 3. ou seja.º exemplo: 116.55 ÷ 63 = 116. do número de posições decimais do divisor. zero posições decimais. que é zero. que é um.27 00 Para colocar a vírgula.3 15 0 00 Para colocar a vírgula.

2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1.16 ÷ 0.4. 2.68 = 12 8.8 .3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1.9 ÷ 3.90 ÷ 3. porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais.1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras. sem partes decimais. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula. ficam duas posições decimais.1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais.4. Se for colocado um zero no dividendo.85 = O dividendo tem uma posição decimal.8 ÷ 7.8 ÷ 7. 3. o divisor tem duas posições decimais.6 8 0 12 1 36 .º exemplo: 53.85 = 39 .3. O divisor também tem uma posição decimal.8 = 6 1 . sem mudar seu valor.º exemplo: 46.8 7.46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal.4. 46.68 .º exemplo: 8. tanto no dividendo como no divisor: 53. 46.4.16 0.8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.

500 2. porque: 40 . 53. porque: 59.85 = 14 2 2 – = 0 2. porque: 53.38 5 0 14 15 40 .5 ÷ 2.17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição.Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.42 50 0 28 17 000 .90 ÷ 3.0 50.125 = 28 59.202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.125 .º exemplo: 59.15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal.85 .125 = 28 3 – 3 = 0 3.5 = 202.500 ÷ 2. pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50.5 .90 3.º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras.

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo. Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .

46 . Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2.∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura. Calcular o comprimento C da figura.

4. Assim. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares.2. 4.2.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. 135.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata. 250. 170 e 485.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo. 192 e 72.4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5. Exemplos: 220. Exemplos: 282. 2 334.2 DIVISIBILIDADE 4.2. 4. 785. 180. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15. 6 ou 8.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0. 47 . 4. 4.2. 2. Exemplos: os números 316. 21 é múltiplo de 7 e de 3. que é múltiplo de 3.2. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4.

15 03 – 15 .05 .05 01 .01. Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36. separadamente. até obter quocientes iguais à unidade. 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores. b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1).4.7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0. 4. pelos não-comuns. escrevem-se os números em linha horizontal.2. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18. Exemplos: 20. 100.60 09 – 45 . 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 .01 48 2 2 2 3 3 5 .30 09 – 45 . dividem-se todos pelos fatores primos comuns e.05 01 .4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo. 90.6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. 2 000. à direita do traço vertical. 50. Isto é: MMC (36. 4.2. Na prática. que é divisível por 9.

15 e 90 c) 400.4.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220. 110 e 50 b) 25. 3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3. 4. Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6. 1 200 e 1 500 d) 45. 180 e 300 em seus fatores primos. 24 e 18 h) 8. 18 e 16 2 Decompor os números 168. 12. 24. determinando o MMC entre esses números.

50 .

desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. um depois do outro: conforme o denominador. de mesma forma e tamanho. foi dividido o inteiro. indica em quantas partes.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. diz-se primeiro o numerador e depois o denominador. Exemplo: = 1 . 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte. diferente de zero. 5. o segundo. A parte tomada representa um quarto do todo.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. e chama-se denominador. e é chamado numerador. Exemplos: 51 . lê-se a fração de modo diferente. Mas não basta dizer os dois números.

Para ler frações com denominador 10. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 .quando o denominador é 10. diferente de zero. quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. meios 1 0 2 3 terço. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores. sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. as frações podem ter qualquer outro denominador. quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto.Denominador lê-se Exemplo 2 meio.quando o denominador é 100. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo. diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos . 100 e 1 000: . oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono. terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto.

. o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 . = 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5.quando o denominador é 1 000. lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100..2..2..1 Fração própria O numerador é menor que o denominador. Cada parte corresponde a um sexto do círculo. Suponha-se um círculo dividido em seis partes. Na figura a seguir. 1 000.2 TIPOS DE FRAÇÕES 5.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador.

obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5.3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador.5. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 .2. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5. o resto será o numerador e o denominador será o mesmo.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria. diferentes de 1. Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador. diferente de zero. 8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5. com uma fração própria. mantendo o mesmo denominador. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador. diferente de zero.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número. o quociente será o inteiro.2.5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível).4 Número misto É a soma de um número inteiro.

4 3 5 60 60 60 55 .6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador. 1 0 . . a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 . O produto é o novo numerador. = . . a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração. 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas. 2 0 MMC (4. O resultado é o novo denominador.[ Exemplo: 3 .Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5. 3. é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. Para isso.

e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 . usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 . 3. ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5. a maior é aquela que tem maior numerador. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 . pode-se escrever . pode-se escrever. observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras. Por esta razão. São os sinais > e <. a unidade está dividida em 5 partes iguais.7. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. 5 Então 30 é maior que 2 . e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 .1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5. ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 .7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações.Resumo: MMC (4. respectivamente.

encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 . se as duas frações têm o mesmo denominador. a maior é aquela que tem o menor denominador.2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador.7. 16 Já se sabe que. e escreve-se → > . mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores.3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes. e escreve-se → 3 < 3 .7. 8 4 4 5. Então. 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). 4 3 16 tem maior numerador que 16 57 . Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4. 4 8 é menor que 3 . 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 . é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar.5. a maior é a que tem o maior numerador.

2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5. transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias. 4 16 5. 3.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5. 16 ↓ 1> 3 . 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . se houver necessidade. simplificam-se ou extraem-se os inteiros. uma vez realizada a operação. conservando o mesmo denominador.8. somam-se os numeradores.8.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 . em seguida.9.8.3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores. 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores.

eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5. aplicar a regra anterior. 59 . uma vez realizada a operação. Em seguida. se houver necessidade. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar.9. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. 5. o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador.11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira. simplifica-se ou extraem-se os inteiros. efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e. transformam-se os números naturais em frações impróprias e.5.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. em seguida. 7 − 2 ⇒ mmc (8. em seguida. e viceversa).

inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação. basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a).12. se escreve. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 . 11 .2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1.25 = 13 ÷ 16 = 0. Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ). 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias. 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3.1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais.5 tem uma casa decimal: 0.º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0.º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2.e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 .8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais.12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5. Invertendo e multiplicando tem-se .Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão. Exemplo: 0. 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê. 1 4 1 4 4 5.12. basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador.25 5.25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 . 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.

custarão R$ 40.00.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40. Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços. que é o dobro de R$ 20.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido.00. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples. que é o dobro de 15. 6. 61 . 30 parafusos.00. simples ou composta. Pode ser direta ou inversa. direta ou inversa. Assim. Na verdade. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais. se 15 parafusos custam R$ 20. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos.00 é de fato o custo dos parafusos.00.

em “X” dias preparará 300 peças. Assim. o profissional gastará mais dias. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora. diminui seu correspondente na segunda. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. invertem-se os termos na razão. aumenta seu correspondente na outra. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais. claro está que se deve dobrar o número de operários. diminuindo um termo na primeira razão. as grandezas são inversamente proporcionais porque. e vice-versa.6. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. para construir a mesma tarefa em metade do tempo. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. onde se encontra “X”.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. Isso significa que. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa. aumentando o número de parafusos. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. Neste caso. aumenta também o preço a ser pago. diminuindo uma delas. aumentando um termo da razão. para fazer mais peças.

menor a rpm. tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). calcular as rpm da polia B. Tem-se. arma-se a proporção invertendo a segunda razão. a razão entre os diâmetros das polias A e B é . e a razão entre as 30 240 rpm é . então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. quanto menor o diâmetro. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. maior a rpm da polia. X No entanto. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm.Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. ou engrenagens. Figura 2 – Diâmetro de polias 63 . pois. 20 Sendo assim. quanto maior o diâmetro.

80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa. tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens. tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6. Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A . 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3.4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 . a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens.Estabelecendo a proporção inversa. Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm.60 dentes Engrenagem B .

4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias.50 m de sombra.00. ou 30%. tendo ¾ de metro de largura.Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. portanto: . Percebe-se. sabendo que a roda condutora H.3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados.50 m de pano. significa que há redução de R$ 15. sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37. Veja-se o significado dessas expressões: .a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro. dá 300 rotações (rpm).5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”. com 24 dentes. Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6. .a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento. Diz-se.00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100. “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”. de 72 dentes. que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três. assim.50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26. 65 . Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87. ou 15%. .

Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%. 38 peças ficaram boas.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100.00 O valor do desconto é R$ 80.00 ═ R$ 720. .00 100 10 = 800 X R$ 10. 4 Em um lote de 40 peças.00 – R$ 80. como a classe tem 40 alunos. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados. 40 – 2 66 ═ 38. 15% significa que.00 R$ 800.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito. teriam faltado 15 deles. Um televisor colorido que custava R$ 800. Quantos alunos faltaram? Como se sabe. Valor a pagar: R$ 800. Mas. é preciso determinar quantos faltaram. 5% ficaram com defeito. Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos.00 sofreu um desconto de 10%.00.00. se a classe tivesse 100 alunos.

5. quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas. apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino.6. Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas. Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 .1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas. somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas. Para ter direito ao certificado. 5% apresentam defeito.

68 .

1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro. 1988).7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade. os submúltiplos do metro. existem medidas menores derivadas do metro.000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO. que interessam mais aos cursos na área da Mecânica.1 m centímetro cm 0. 69 . que são chamadas submúltiplos do metro. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal. 7. que são os múltiplos do metro. dez.01 m milímetro mm 0. Para isso.001 m micrômetro µm 0. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. cuja unidade é o metro. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0.

As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro. cada uma delas se chama decímetro. Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais. Se o metro for dividido em 100 partes iguais. Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. Partindo do metro. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. considerando-o como unidade. que corresponde a um metro. cada uma delas se chama centímetro. conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . isto é. formam-se outras medidas de comprimento. cada uma delas se chama milímetro.

100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro.735 m metros 1. ficam os milímetros. depois dos centímetros. 7 3 5 metros 2. .º depois dos decímetros ficam os centímetros. 3 centímetros e 5 milímetros. 7. centímetros e milímetros. para medir com exatidão. metros decímetros centímetros 2. a medida 2.º à direita dos metros.º mais à direita ainda. No entanto. – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro. 2. 71 . depois da vírgula.01 mm. que vale 0.nela tem-se os metros.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro. metros Então. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. porque a unidade indicada ao lado da medida é metro.735 representa 2 metros. ficam os decímetros. 7 decímetros. é preciso conhecer suas posições.001 mm. 3 decímetros 7 metros 2. que vale 0. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena. que vale 0.º parte-se da posição das unidades. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2.1 mm. como decímetros. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro. metros 4. 7 3 5 metros 3.

a folga será de 0.010 mm = 0.0010 mm = 0. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica. assim. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste. Por isso.002 mm. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais.080 mm menos que o furo.1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0. a folga entre eles é de 0.010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo. • o eixo mede 20. Mudando as medidas. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20.Pode-se dizer.01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0. sua medida vai ser 20.10 mm = 1 mm.082 mm. em Mecânica. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0. 72 .072 mm. Nesse caso. também. ou seja. 0.080 mm.

deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0.01 m de outra chapa. ← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2. símbolo µm. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada. Tem-se. • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso. e o micrômetro. então. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais. 7. Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir. que mede com exatidão de até centésimos de milímetro. 73 .01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra. Os instrumentos mais usados são o paquímetro. O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro.355 m. que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. 1 cm 0.01 m.Para medir com exatidão de décimos. 32. porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais.

2 100 mm. – Converter 7. acrescentar zeros.012 m em cm. 245 cm.45 m em cm. na falta de números. a vírgula não tem razão de existir. Às vezes.1 m em mm. m 2. Tem-se. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1. – Converter 2. Vírgula → m 2. então. Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula. deve-se correr a vírgula para a direita até cm.73 m. cm 3 m 0.3 dm em m. então. então. então. – Converter 2. na falta de números.2 cm. Tem-se. 201. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. mm 2 Neste caso. m 2. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. Tem-se. 74 . dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso.– Converter 2. mm Neste caso. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5. Tem-se. 0. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. m dm 7. dm 7 cm 3 Neste caso. acrescentar zero.

Tem-se: 2 x 25.º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros.  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada. ou fração.º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros.175 milímetros 3.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25. sessenta e quatro avos   . pelo equivalente da polegada em milímetros: 25. 1. 4.5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada. cento e vinte e oito avos  . " " x 25. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   .4.40 mm.º exemplo: Converter 2” em milímetros.4 25400 25400 " 75 .7 milímetros Para converter milímetros em polegadas. oitavos   .7.4 = 12.4 = 130. " 2 x 25.8 milímetros 2. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros. 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  .º exemplo: Converter em polegadas 130. 7. quartos   .175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25. Tem-se: 130.4 = 50.4 = 8 41 8 x 25.175 mm. dezesseis avos  .

B e C indicados na figura. 76 . A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura. 5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura.7.

77 . 9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.

Geralmente é construído em aço inoxidável. 5).7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0. Suas graduações referem-se a 20°. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. que eles afirmam ser o inventor).1 Princípio do Vernier de 0. com superfícies planas e polidas. Figura 5 − Escala 78 . podendo a polegada ser fracionária ou milesimal. 1” e 0. que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada. consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado.7.1 mm A escala do cursor. A escala é graduada em milímetros e polegadas.7.001” (Fig.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig. a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier. O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier. 4). 7.02 mm.

Figura 7 – Escala nônio Assim sendo. o terceiro traço com 0. 5). 7).9 mm (Fig. 10). Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0.3 79 . conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0.1 Figura 9 – Posição 0. fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa. Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento. 8). 9).1 mm do que cada divisão da escala fixa. e assim sucessivamente. que é igual a 9 mm (Fig. e dividindo pelo número de suas divisões (10).Tomando o comprimento total do nônio.2 Figura 10 – Posição 0.3 mm (Fig. o paquímetro estará aberto em 0. 6).2 mm (Fig.1 mm (Fig. Figura 8 – Posição 0. coincidindo o segundo traço com 0.

pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig. 12). 1/8” (Fig. 5/8” (Fig. 15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 .7.7. no décimo traço. ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa.3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada. O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig. a leitura da medida será 1/16” (Fig. Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo.7. 14). sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. no segundo traço.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário. a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões. 13). Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7. 11).

7. Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa. 81 . 19).7. O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio.Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços). assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário.3. e assim sucessivamente. 16). 20).1 Processo para a colocação de medidas 1. o quarto traço 1/32”. 17). utilizam-se os processos a seguir descritos.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. o segundo traço 1/64” (Fig. a leitura da medida será 1/128” (Fig. o terceiro traço 3/128” (Fig. se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa. Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador. 18).

Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador.33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2. repetindo o denominador da concordância.7. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig.º exemplo − Ler a medida da Figura 22. 45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7.2 Processo para a leitura de medidas 1. 21).3.

º exemplo − Ler a medida da Figura 24. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 . + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 .º exemplo − Ler a medida da Figura 25. inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada.Posição 13/32” 4. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3.2. Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25. abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. Ao final da aplicação do processo.º exemplo − Ler a medida da Figura 23. como se fosse iniciada a operação.

Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .7.7.4 Exercícios Fazer as leituras abaixo.

7. Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 . mostram-se alguns exemplos.7.5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes.

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

imagine-se uma figura com o contorno feito em arame.2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido.1. 8. Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8. Para medir seu perímetro.1. Essa medida chama-se perímetro. Para entender melhor. e medir seu comprimento. 87 .1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais.8 GEOMETRIA PLANA 8. pode-se abrir o arame até que fique reto. Exemplos: retângulo trapézio losango 8.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada.

Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1. 5. por ser um contorno de arame que pode ser aberto. pois não se pode abri-lo.0 5. Fazendo desse modo. Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto. pode acontecer de a medida não ser muito exata.0 2. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida. Para calcular o perímetro.5 15..5 + 2..A medição do perímetro através desse método é fácil. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 . Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto. basta somar as medidas das partes do contorno.0 cm cm cm cm cm Às vezes.

0 cm + 2. isto é.8 cm 11.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície.º – Mede-se cada lado do contorno.º Somam-se as medidas dois lados: 2. a parte interna de uma figura plana. 89 .3 cm + 2. 2.8 cm = 2. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.3 cm 2. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida.0 cm Agora.1. Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado.9 cm 3.9 cm + 3. 8. Para medir uma superfície.0 cm + 2.

pode-se medir a superfície da figura B. Contam-se quantos quadrados cabem na figura B. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades. começa-se comparando a figura A. Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. Então. isto é. para calcular a área da superfície. Do mesmo modo. Para medir superfícies. o quadrado. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta. também existem unidades padrão de medida. a medida da superfície de A é 32 unidades. isto é.Quantas vezes a unidade. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados.

mas precisa-se dela em outra unidade. Assim. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5. ‘ 8. Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado.Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. é só fazer a transformação. é preciso compará-la com o cm2. para transformar medidas de comprimento. 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2. a medida é dada na unidade que se escolheu. cm 2 mm 8 0 91 . o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície. a vírgula é deslocada de uma em uma posição.5280 m = 95. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado.280 dm m 9. Exemplo: dam dam 9. Vejam-se os exemplos a seguir. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. Já se viu que.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. Nesse caso.

125 m2 Neste caso.5 cm2 = 0. 92 . escrever a medida 112. dam2 m2 5.5 dm2 = 1. Exemplo 1 − Transformar a medida 5.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2.5 dm2 em m2: 112. Exemplo 4 − Escrever a medida 9.Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda.8 m2 em dm2: 9.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2. 9. mm2 4 Resposta: 157 536. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15.3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36.

é utilizado para a medição de superfícies grandes. No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados. Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado. a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 . cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2.Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado.

8. vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo. Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura. no retângulo todo cabem 18 cm2.5.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular. 8. Resultado. no retângulo todo. mede-se a largura e o comprimento do retângulo. 3 cm 6 cm Então. a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2. como 3 x 6 = 18. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. cabem três filas de 6 cm2. 6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm. quer dizer que. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal. Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. 94 .5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela.

Este retângulo tem 3. com a diferença de.7 cm 3.7 cm x 5. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para. a área do retângulo é 23. Às vezes.4 cm de comprimento.68 cm2. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros.2 cm de largura e 7. fica em m2.4 x 3.2 148 + 222 0 23.5.2 para achar a área: 7. Quando os lados estão em milímetros. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros. depois. a largura e o comprimento terem a mesma medida. Neste caso.4 por 3. 95 . É preciso multiplicar 7.35 cm2 8.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. no quadrado. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado. quando estão em metros. e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo. as medidas são dadas em unidades diferentes. 37 mm = 3. calcular a área do retângulo. a área fica em mm2.68 Neste caso.

25 mm2. área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros. Como a figura é um quadrado. Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes.5 31. o comprimento é igual à largura.5 mm de lado. Assim: Desse modo.5 mm x 31. Então. comprimento = 31.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31. a área da figura é 1 384 mm2.5 largura = 31. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm. 96 .25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992. Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado.5 mm 157 5 315 + 945 0 992.

Dessa maneira. porque os triângulos ABE e DCF são iguais. A = B⋅h 97 . áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira. Logo.Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura. forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm.3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD.5. do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm.

72 m de base e 1.4 m 14. Fórmula: A = B x h A = 3. forma-se o paralelogramo ABCD.8 m Resultado: 3.4 m 588 147 0 20.4m 2 base = 14.8 m de altura. 8.4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC. 1.696 m2 a área do paralelogramo é 6.7 m e a altura. 98 . respectivamente. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14. A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14.5.29 m2.7m ⋅ 1.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3.58 m2 00 5 4 18 0 2 10.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB. Portanto..72 m x 1.72 m altura = 1.4 m. equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD.7 m x 1.8 m base = 3.7 m x 1.696 m2.7 m altura = 1.

e de mesmas alturas. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos. CDE. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . a área do losango é a metade do produto de suas diagonais. forma-se o retângulo. GAO). ACO. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. se bases B1 e b2 respectivamente.5. 8. EGO. EFG. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2. então a área do losango é a metade da área do retângulo. linha que une dois vértices não-consecutivos BD.8. GHA. A= AE × CG 2 99 .6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC. O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS.5 Área do trapézio A diagonal. divide o trapézio em dois triângulos.5. CEO. Logo.

1416 x (5 m)² A = 3.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem.54 m². 9 m e 4 m. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”. 3. C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m.5. respectivamente. 8. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m .1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero.1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78. Fórmula: A = π R2 A = 3.5400 .

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

05146 20 1.01959 8 1.01545 10 1.º de divisões constante 4 1.8.º de divisões constante n.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 .02572 6 1.41421 14 1.15470 16 1. representado no exemplo pelo hexágono.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.08239 18 1.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.03528 8.01247 12 1. n.6. basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro.

É comum. Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões. Para isso.587 = 25.1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais.8 103 . 8. L = D x constante = 44 x 0. nos trabalhos em oficina. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais.7.

34).173 34 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.116 12 0.183 33 0. 104 .092 8.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig. As retas que formam o ângulo chamam-se lados. 35) quando possuem o vértice e um lado comum. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo.n.º de divisões constante n.108 14 0.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.130 9 0.149 6 0.222 30 0.239 29 0.207 31 0.866 19 0.095 18 0. dizse ângulo Ô (Fig.111 13 0.281 27 0.309 26 0.142 7 0.125 10 0.136 8 0.164 4 0.º de divisões constante 3 0.156 5 0.382 24 0.500 22 0.101 16 0. Figura 34 – Ângulo Ô 8.587 21 0.195 32 0.098 17 0.120 11 0.8. Assim.707 20 0.433 23 0.104 15 0.258 28 0.342 25 0.

nesse caso. 105 .8. o divide ao meio (OC na Fig. o lado comum é BO.3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados. 38). Assim.No caso do ângulo da Figura 35. 37). 36).8. Figura 37 – Bissetriz 8. a partir do vértice. B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8.8.4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig. sendo que.2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig. a letra representativa do vértice vem entre as duas outras. na Figura 35 tem-se AÔB. Figura 36 – Ângulos adjacentes 8.

40). Figura 40 – Ângulo agudo 8. Figura 39 – Ângulo reto 8. 39).5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig.8.6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig.7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig.8.Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8.8. Figura 41 – Ângulo raso 106 . 41).

8. Ou seja: os graus são somados entre si. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 . e o segundo.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”.8. os minutos entre si e os segundos entre si. 1 grau equivale a 3 600 segundos. da mesma forma que o minuto.10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas.8. tem dois submúltiplos: o minuto. é complemento de 60°. pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°. São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°). 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”.8 Ângulos complementares. As relações entre o grau. 8. escrita ao lado do número. O ângulo de 80° é replemento de 280°. O ângulo de 30°. O sistema utilizado é o circular. cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. O grau. O ângulo de 20° é suplemento de 160°. por exemplo. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. O sistema utilizado é o sexagesimal. Assim. pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°. 8.8. simbolizado por dupla aspa (”). Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco. o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos. por sua vez.

a 41° 4’ 37”. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo. transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” .11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. 8. por fim. Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo. Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo. b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e.8.Como 61’ contêm 1° mais 1’.

se procura determinar o terceiro lado. vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos. Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43. Com efeito. e os outros dois. Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). 42) – o lado maior é chamado hipotenusa. 90° (Fig. isto é. nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto. catetos.8. conhecidos dois lados do triângulo retângulo. Como exemplo tem-se aqueles em que. tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 .9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

1.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9. As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem. recebe o nome de pirâmide. Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide.Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono. 113 .

cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução.pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9.3 Cilindro. Figura 52 − Cone 114 . recebe o nome de cone reto. Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base. recebe o nome de cilindro reto.1. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo.

3 O símbolo do metro cúbico é m . Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica.Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros. cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas. O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. 9.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele. Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo. 3 O símbolo do decímetro cúbico é dm . Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. 115 . recebe o nome de esfera. É o número que exprime sua medida. Essas unidades são os cubos. não é oca.

o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura. Constitui.7 m3 em cm3: Resposta: 21.467 cm3 dm3 700 cm3 000. um sistema milesimal.Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0.2.7 m3 = Solução: 38. h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura.000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos. a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000. 467 0. .000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0. 000 cm3 mm3 038. Exemplos: a) Representar 21. Isto é: V = B .2 Cálculo de volumes De modo geral. 21 700 000 cm3 b) Converter 38. portanto. suprindo de zeros caso faltem algarismos.001 m3 cm 3 0.000 038 467 m3 9.1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). 9. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática. Solução: = m3 dm3 000. somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos.2.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21.

então: V = A. 117 .2.2.B.C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.h V = 3. as pirâmides classificam-se de acordo com as bases.2.9.B. então: V = π.2. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm.2.1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes.14. 20 cm V = 6 280 cm3 9.2.2. Isto é: V = A.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm.3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados.r2. (10 cm)2 . Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h). então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo. Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões. O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide.2.

Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X . 10 cm 3 V = 376.2. Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9. Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura. então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 . 3.O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide.2.5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos. (6 cm)2 . Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h).800 cm3 118 .14 .

2.2.6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.2.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .9.2.7 Volume do tronco de cone V= π .14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.2.8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.2.

9.h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 .2.C pirâmide cilindro V = = ) π.3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 . h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.B.

é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B.. BC é a ....................... 121 ............................... primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente... Continuando a observar: AB ..... Para isso.....10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas. B e ........ AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ... Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os .. AC é o cateto oposto ao ângulo B................ Â é ângulo reto.............. são ângulos agudos..

... junto..... Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado..... cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 ... m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â..................... Tendo em vista a semelhança entre os triângulos..... é o ....... então.... é o cateto adjacente (vizinho..........Adjacente é o mesmo que vizinho...1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â.adjacente (vizinho. ao ângulo B. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais...... é a .... é a hipotenusa......... as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = . 10..... é o . de lados AB e AC...... B BC AC AC é o ângulo agudo considerado................................ Valem. contíguo.................. contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ. Considere-se o triângulo retângulo ABC...... contíguo ou junto) ao ângulo B... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ....

. 86. não copiar.. porém.... sen 60° = .10.....6 100 sen 30° =.. sen 15° =. Só olhar para este final de folha depois de tudo feito... 2 Conferir suas respostas...................5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21.....................1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = ....... por favor.......65 25 123 ............ sen X = ..........1.. 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12.. sen 75° =...........

.10. para que se possa compreender bem as funções trigonométricas. – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â. cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos.. estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = ..2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. B’ C’. 124 . determinam triângulos retângulos semelhantes. B” C”. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem. do mesmo modo que se viu em seno. mesmo que sejam trabalhosos. que são de grande interesse na Oficina. Assim.. perpendiculares a AC. Os segmentos BC. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto. Em breve.. Pode-se então. de lados AB e AC. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.

........9 100 cos P =........1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13....... cos 12°30’ = .. Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19......................10............... cos 67°30’ = ...25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7................. cos R =.........2........64 20 125 .

Muito bem! Pode continuar............ os lados correspondentes são proporcionais.....10...... e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = .. perpendiculares a AC....... Escreve-se.. então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos.... B’ C’. determinam triângulos retângulos. m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â... Completou com: D F 126 e F.. de lados AB e AC....... Os segmentos BC. 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10..3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â....0 D .. tgW = C B tg B = ... B” C”...3...1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = ....

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

130 . 4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”. 5 Determinar “L”.3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”.

6777 0.5299 0.2221 0.6756 0.1650 0.2812 0.6820 0.0756 0.6293 0.6670 0.3746 0.3746 0.3420 0.4924 0.6905 0.3611 0.6180 0.2924 0.1536 0.0581 0.4226 0.2952 0.3365 0.0349 0.5616 0.0465 0.4592 0.6018 0.1045 0.1190 0.4358 0.5299 0.5100 0.6862 0.2136 0.1679 0.4067 0.5712 0.3201 0.6648 0.2784 0.4305 0.3557 0.6065 0.1965 0.1219 0.4173 0.4950 0.6157 0.4695 0.5075 0.5471 0.3228 0.3007 0.2022 0.0872 0.3934 0.0436 0.2560 0.5025 0.5592 0.2616 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .6361 0.0058 0.5948 0.6428 53 52 51 50 40 0.5150 0.5925 0.6472 0.2588 0.3881 0.6225 0.3145 0.5854 0.5688 0.3448 0.0523 0.2728 0.6018 0.6338 0.4147 0.5422 0.0901 0.2588 78 77 76 75 15 0.4746 0.0987 0.5972 0.3800 0.0843 0.3420 73 72 71 70 20 0.5150 59 31 32 33 34 0.6734 0.5225 0.6111 0.0175 0.6947 0.2896 0.0727 0.3719 0.3987 0.6713 0.2700 0.0407 0.1248 0.2419 0.3173 0.2419 0.2079 0.5446 0.0698 0.6626 0.5901 0.6134 0.5398 0.0320 0.0029 0.5783 0.5324 0.2756 74 16 17 18 19 0.4226 68 67 66 65 25 0.0087 0.1219 0.5640 0.4617 0.3338 0.3062 0.0000 0.0291 0.5544 0.6820 0.5373 0.0929 0.6041 0.5519 0.4041 0.2193 0.4643 0.0494 0.1937 0.2504 0.3475 0.6691 0.5664 0.4384 64 26 27 28 29 0.2363 0.1622 0.1564 0.4436 0.0610 0.6293 0.4874 0.1994 0.6248 0.7050 0.6316 0.2868 0.1449 0.6583 0.4462 0.1478 0.0233 0.0552 0.0669 0.2644 0.4669 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.6561 0.5275 0.6539 0.1103 0.0640 0.0262 0.2840 0.5446 0.3907 0.1363 0.1334 0.0349 0.4899 0.5878 0.2079 0.1564 0.5736 58 57 56 55 35 0.6088 0.6947 0.5000 63 62 61 60 30 0.1074 0.5807 0.1794 0.5831 0.6383 0.3090 0.1161 0.0698 0.6841 0.4540 0.1132 0.4253 0.6494 0.0378 0.1392 0.1908 0.3584 0.2108 0.4797 0.3090 0.5000 0.1305 0.0785 0.3118 0.0814 0.2164 0.2278 0.1392 0.1908 79 11 12 13 14 0.4514 0.4120 0.0204 0.2979 0.4200 0.4488 0.6926 0.2306 0.6450 0.6884 0.4772 0.3584 69 21 22 23 24 0.4975 0.5568 0.1507 0.3283 0.1016 0.3665 0.4848 0.5760 0.4695 0.5995 0.1736 83 82 81 80 10 0.TABELA DE SENO .4331 0.3311 0.1708 0.6428 0.3638 0.6691 0.6967 0.3393 0.3692 0.5050 0.6406 0.3035 0.5250 0.3256 0.6604 0.3773 0.4067 0.2334 0.2391 0.6799 0.0958 0.6988 0.6271 0.45° a 90° 131 .2756 0.4540 0.0116 0.5200 0.2924 0.1736 0.4823 0.3907 0.1421 0.1822 0.2672 0.4410 0.5592 0.4566 0.4384 0.2250 0.7030 0.2250 0.3961 0.2532 0.1593 0.5348 0.7009 0.2051 0.1851 0.4094 0.4279 0.4014 0.5125 0.2447 0.2476 0.4720 0.1045 84 6 7 8 9 0.1765 0.3827 0.6561 49 41 42 43 44 0.5495 0.0523 0.5736 0.0175 0.6517 0.0145 0.3529 0.3854 0.6202 0.4848 0.1880 0.5175 0.6157 0.3256 0.1276 0.5878 54 36 37 38 39 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.3502 0.

7509 0.8418 0.9563 0.9261 0.8192 38 37 36 35 55 0.9992 0.9793 0.9907 0.9063 0.9667 0.9563 0.9903 0.9986 0.7698 0.9974 0.9980 0.9918 0.99989 0.8572 0.9346 0.9250 0.9555 0.9511 0.9397 23 22 21 20 70 0.0° a 45° 132 10 0 Graus .9971 0.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.7470 0.8021 0.9997 0.8274 0.9985 0.9886 0.9580 0.9911 0.9881 0.7392 0.9038 0.9596 0.7133 0.9628 0.9998 1.8090 0.8465 0.9426 0.9994 0.8802 0.9100 0.8124 0.8434 0.7826 0.9781 0.9993 0.7193 0.8511 0.99996 0.9325 0.8910 0.7771 0.7880 0.9957 0.9724 0.7254 0.9744 0.7451 0.9994 0.7214 0.7547 0.8307 0.7934 0.9283 0.7716 0.7986 0.7604 0.9356 0.8962 0.9613 0.7566 0.8241 0.8141 0.7986 0.8387 0.8897 0.8988 0.9942 0.9954 0.9397 0.9112 0.9811 0.9858 0.8290 34 56 57 58 59 0.9997 0.8107 0.8975 0.9833 0.7679 0.9838 0.8557 0.8774 0.8387 0.7193 0.8631 0.7951 0.9336 0.9769 0.8718 0.9730 0.9511 0.9377 0.9964 0.8290 0.9644 0.7431 0.8689 0.7431 0.9848 0.9537 0.9853 0.7314 0.8660 33 32 31 30 60 0.9171 0.8323 0.8910 0.9925 0.7373 0.8258 0.7916 0.9822 0.9436 0.9026 0.8073 0.7585 0.9135 24 66 67 68 69 0.8480 0.7844 0.8816 0.9088 0.9989 0.9787 0.9899 0.8675 0.8496 0.8403 0.9978 0.9967 0.9872 0.9520 0.9703 14 76 77 78 79 0.9945 0.9588 0.9932 0.9013 0.9216 0.9962 0.9939 0.7274 0.9996 0.999996 0.9659 18 17 16 15 75 0.8870 0.9976 0.7234 0.9868 0.8542 0.9962 8 7 6 5 85 0.9848 13 12 11 10 80 0.7808 0.8732 0.9147 0.7173 0.9182 0.8857 0.7969 0.9903 0.99998 0.9948 0.8056 0.8829 0.9914 0.9446 0.8843 0.8526 0.9417 0.9652 0.7771 39 51 52 53 54 0.9502 0.9613 0.9075 0.8090 0.9750 0.9474 0.9205 0.9998 0.9455 19 71 72 73 74 0.8884 0.9674 0.9272 0.8746 0.9744 0.9922 0.7898 0.7112 0.9455 0.8225 0.9636 0.9945 0.9877 9 81 82 83 84 0.9304 0.8587 0.8192 0.9367 0.8371 0.9689 0.9194 0.9681 0.8175 0.9925 0.9929 0.9710 0.7735 0.9483 0.9703 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.7412 0.7753 0.9737 0.9827 0.9135 0.7490 0.9988 0.8936 0.99985 0.9051 0.7353 0.9959 0.9995 0.9659 0.7790 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .8450 0.9546 0.8646 0.9990 0.9159 0.9621 0.8760 0.7314 0.0000 0.8923 0.9936 0.7528 0.7547 0.8208 0.9816 0.9465 0.9969 0.9063 28 27 26 25 65 0.99993 0.7092 0.9572 0.8039 0.8601 0.9951 0.9983 0.7862 0.7153 0.9757 0.9528 0.9976 4 86 87 88 89 0.9001 0.9492 0.9843 0.9805 0.9336 0.9981 0.8339 0.TABELA DE SENO .8004 0.9781 0.9407 0.9239 0.8660 0.8788 0.9890 0.7880 0.9717 0.8829 0.8988 0.9387 0.8480 0.9986 0.9205 0.8158 0.7642 0.9763 0.9775 0.8746 29 61 62 63 64 0.8572 0.9816 0.8355 0.9315 0.9894 0.9228 0.9293 0.7660 0.9605 0.9877 0.7294 0.9124 0.7333 0.9863 0.8616 0.7623 0.9799 0.9696 0.8949 0.9272 0.8704 0.

7954 0.1346 0.4877 0.8744 0.9435 0.2278 0.8098 0.6289 0.3378 0.0349 0.5354 0.1228 0.4452 0.1763 83 82 81 80 10 0.9325 0.2186 0.1287 0.1080 0.6009 59 31 32 33 34 0.6494 0.4877 64 26 27 28 29 0.1405 0.5280 0.1584 0.4663 68 67 66 65 25 0.2339 0.6249 0.5317 0.2309 0.3640 0.6619 0.2931 0.0582 0.0116 0.2586 0.8693 0.1883 0.7400 0.6745 0.2432 0.4592 0.1944 79 11 12 13 14 0.5095 0.9057 0.4699 0.5132 0.9325 0.8391 0.8491 0.8342 0.0029 0.0291 0.0378 0.3673 0.7766 0.5392 0.8591 0.7177 0.4628 0.1405 0.2401 0.9657 0.5317 0.3411 0.8098 0.6168 0.3089 0.7673 0.2805 0.7720 0.4663 0.3772 0.0204 0.7860 0.0699 0.3443 0.4452 0.0087 0.3057 0.9713 0.6048 0.1169 0.9004 0.2648 0.5930 0.7310 0.5095 0.2773 0.6088 0.3153 0.7002 0.3906 0.0787 0.7813 0.8146 0.4348 0.5851 0.4522 0.5890 0.0349 0.5169 0.8441 0.0729 0.0145 0.0320 0.7002 58 57 56 55 35 0.1465 0.5696 0.9004 0.3249 0.5543 0.9601 0.1198 0.2095 0.6536 0.5581 0.2065 0.6249 0.0407 0.5206 0.4279 0.2309 0.3249 0.4806 0.3574 0.6703 0.1944 0.9884 0.1022 0.0670 0.9942 0.2156 0.1673 0.0816 0.4383 0.0437 0.3739 0.5059 0.8796 0.1110 0.2679 78 77 76 75 15 0.3443 0.4770 0.9827 0.0992 0.9217 0.4734 0.2493 0.9380 0.5969 0.3706 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .5774 0.4314 0.1974 0.4142 0.1793 0.3508 0.3121 0.0000 0.5658 0.6128 0.3640 73 72 71 70 20 0.0233 0.1051 84 6 7 8 9 0.0904 0.7133 0.9490 0.1524 0.4487 0.6577 0.6494 0.2370 0.3805 0.1376 0.1495 0.1614 0.9657 0.0058 0.0262 0.6959 0.0175 0.3185 0.5812 0.6009 0.0875 0.0699 0.3476 0.0495 0.0175 0.8541 0.0846 0.8050 0.0963 0.3973 0.2126 0.0641 0.7536 0.6412 0.1733 0.5774 63 62 61 60 30 0.2867 74 16 17 18 19 0.0875 89 88 87 86 85 5 0.8391 53 52 51 50 40 0.7581 0.1257 0.1644 0.4950 0.8952 0.7265 0.7089 0.9271 0.6330 0.TABELA DE TANGENTE .2493 0.6453 0.7813 0.3057 0.3346 0.1914 0.1228 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.5543 0.3839 69 21 22 23 24 0.0758 0.7265 54 36 37 38 39 0.2035 0.4040 0.8642 0.8002 0.3026 0.1823 0.2524 0.4176 0.7445 0.0934 0.4108 0.8899 0.4040 0.8693 49 41 42 43 44 0.2962 0.6661 0.8243 0.4986 0.4557 0.7221 0.4841 0.0612 0.2217 0.2617 0.2899 0.2836 0.2555 0.9163 0.1317 0.6208 0.6916 0.4210 0.9545 0.1051 0.8292 0.1703 0.5619 0.5243 0.4074 0.2742 0.2004 0.1139 0.5430 0.1435 0.5022 0.2126 0.6787 0.7490 0.45° a 90° 133 .4913 0.5735 0.3281 0.1584 0.7536 0.2711 0.3607 0.3541 0.9110 0.1853 0.6745 0.2679 0.0524 0.5505 0.4417 0.3872 0.4245 0.4245 0.0524 0.7627 0.3839 0.9770 0.6830 0.7907 0.7355 0.6371 0.2247 0.3314 0.7046 0.2462 0.2867 0.1763 0.5467 0.8195 0.1554 0.3217 0.8847 0.3939 0.6873 0.4006 0.0466 0.0553 0.2994 0.

0594 7.3764 1.1283 1.7980 2.3678 85.4545 2.6319 1.1154 8.2349 1.4301 11.0355 1.8040 29 61 62 63 64 1.0661 1.1106 1.1436 1.7205 1.6279 2.1446 5.1126 4.3007 19.2505 12.9042 19 71 72 73 74 2.8040 1.3680 1.0057 2.7917 1.3315 4.7501 15.9641 171.6051 2.2423 1.8708 5.3934 1.2460 2.6753 1.2747 4.4919 1.9152 5.2113 2.TABELA DE TANGENTE .0780 6.6912 7.1708 1.2572 1.6059 3.3945 2.9617 4.7796 1.3315 4.3138 7.4193 1.5107 4.8291 1.0108 4.4751 2.0724 1.9038 38.2709 3.2709 3.9530 9.7321 1.0844 6.4124 3.2460 24 66 67 68 69 2.2193 4.0750 26.1369 1.1716 3.4370 1.0965 1.9398 16.0655 1.1775 2.1918 44 43 42 41 40 50 1.1445 2.0503 1.0176 1.1084 3.7437 1.7475 2.5261 2.0108 14 76 77 78 79 4.0599 1.4960 2.6643 1.5826 2.6713 13 12 11 10 80 5.8269 7.2203 1.0295 1.1640 1.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .0° a 45° 134 10 0 Graus .8208 3.7119 6.3955 4.7321 33 32 31 30 60 1.4826 1.0475 3.8239 2.9768 2.2900 14.2349 39 51 52 53 54 1.9600 3.1571 1.4874 2.4550 1.0850 1.1445 28 27 26 25 65 2.7694 5.0786 1.8430 5.9894 5.2647 1.8262 12.6003 1.0777 3.0117 1.1171 1.1943 2.4494 4.0977 1.1446 4.1609 2.5418 42.6003 1.1653 4.4460 1.4301 8 7 6 5 85 11.1969 13.3499 22.1885 114.4348 7.4019 1.1039 343.4106 1.3854 6.7267 14.2131 1.7675 1.5697 1.4641 1.2059 1.6382 5.7729 5.8165 1.5497 1.8667 3.0724 1.0611 4.2416 68.1504 1.6534 1.9244 20.1988 1.0235 1.2497 1.0098 10.5555 10.9074 1.6643 1.5399 1.8807 1.3351 1.0913 1.2371 3.8854 18.5736 4.4342 2.3759 3.1123 1.5172 2.7737 19.3190 1.2637 2.7769 10.4874 3.8676 1.7321 18 17 16 15 75 3.0355 1.1778 1.7725 2.2799 1.3559 2.7556 1.7882 6.0777 3.9136 3.2553 11.6363 57.9486 2.7090 1.7704 9.3402 3.2286 2.7760 3.0353 2.9912 2.3514 1.0658 5.1504 1.5399 1.4845 4.0178 3.7046 5.9042 3.3032 1.2723 1.5900 1.0477 1.8807 1.1237 1.2687 8.6977 1.2041 3.2954 1.2257 4.1154 8.0000 1.5108 1.3848 1.3093 4.5144 11.6746 2.8502 2.5386 2.4826 34 56 57 58 59 1.6891 3.6048 21.6363 57.9758 6.6511 2.9347 2.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.7228 2.3897 4.5798 1.7475 23 22 21 20 70 2.3183 2.1918 1.6470 3.4495 3.1106 1.3270 1.1970 6.3007 4 86 87 88 89 14.6713 5.1847 1.6107 1.1443 9.3432 1.5606 7.0538 1.3052 3.6864 1.5656 2.0809 1.0204 2.2817 2.3559 2.3270 1.2276 1.2876 1.9682 7.5301 1.9210 2.7321 3.5958 8.1693 24.7046 5.1041 1.5605 2.3450 9.0811 28.4287 8.6212 1.9319 3.8940 1.4704 34.3369 2.3597 1.3111 1.8770 2.5597 1.2900 1.4142 2.3764 1.0811 28.5144 6.9626 2.9626 2.4733 1.4751 2.5013 1.1443 9.9887 3.2998 2.3138 9 81 82 83 84 6.2056 31.0416 1.8546 1.2799 1.0503 2.6985 2.5764 4.5204 1.1397 3.0058 1.8418 1.4281 38 37 36 35 55 1.6051 2.6426 1.3750 2.4281 1.7062 13.1303 1.4316 49.5887 17.

8 l 135 . pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra. suficiente para conter dentro de si alguma coisa. dl 8 Portanto.1. a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior). e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. que deriva do sistema métrico. A capacidade é um vazio.418 hl em l. o volume é um maciço. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez.1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente. 27.1 litro 0. A unidade legal de capacidade é o litro (l).01 litro 0.11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11.001 litro 11. suprindo de zeros caso faltem algarismos.418 hl = 2741. Exemplo – Transformar 27. Litro é a capacidade ocupada por e dm3. Assim sendo.

Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18.3 m3 18.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico.11. basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).0041306 dam3 41306 dl = 0.300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3.0041306 dam3 .1. Solução: 41306 dl = 4130.6 l 136 4130.6 dm3 4130.3 m3 18300 dm3 = = 18. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro.3 m3 em l. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume.6 l capacidade volume = 4130.6 dm3 = 0. Solução: 18.

é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram. usa-se também como se fosse unidade principal. muito empregada nas medidas de grandes massas. também. Na prática.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 . Exemplo – Converter 42.2. a tonelada (t). a milésima parte do quilograma. denominada grama.01 g 0. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo. 42.73 kg = 427.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente. veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0.1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg. equivalente a 1 000 kg.1 g 0.2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo. 11.2. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C.11. Tomando o grama como fundamental. 11.73 kg em decigramas.

se tomar o volume em dm3. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume. por exemplo.11. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas). 11. 4 m de largura e 3 m de altura. que a massa específica de ferro fundido é 7.2. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais. quando se diz.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4.2. Assim.2 kg por dm3 de massa.5 dag + b) 5t + 25 kg 12.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7.3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48. ao invés de centímetros cúbicos. significa que o ferro fundido tem 7. A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1. Com esses dados.2 gramas por centímetro cúbico.293 g. Assim.5 m de comprimento. Calcular o volume em cm3. Se. A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 . tem 1 520 kg. o 7. 3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa. se estiver vazia.

. . . . . . . . . . . . .5 latão . . . . . .1 zinco . . . . lembrando que a massa específica do latão é 8. 5. . . . .7 antimônio . . . . . .3 cobre . . . . . . . . . Se fosse em dm3. . . .3 estanho . . . . . . . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3.6. . . . 6. . . . . . . . .8 ferro fundido . . . . . 19. . . . . . . . . . ferro . . . . . . . . . .5 chumbo .8 níquel . . . . . . . 2. . . . Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. . 7. 8. . o problema é inverso: já se conhece a massa. . . . 7. . . . . . . . . .5 7. . 11. .5 e substituindo na fórmula os dados do problema. . .6 carbono . . .7 bronze . Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . . . . . . . 7. . . . . . . procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. . . . . . . . . 3. . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . volume = massa massa específica Portanto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Como a massa específica do bronze é 8. . . . . . . . . . . . . . .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3. . . 6. . . . . tungstênio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 7. .9 crômio . . . . . . . . . . . . . . se teria o volume em dm3. . . . . . . 8. tem-se: massa massa = = 8. . . 139 . . . . . . . . .2 8. Aqui. . . . . . . . . . .1 vanádio .5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas. . . . . tem-se: volume = 68g 8. . . o resultado seria em kg (quilogramas). Se fosse em quilogramas. .9 alumínio . . . . .

140 .

m/min Vc = m/seg 12. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo. A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc. diz-se simplesmente n. seg 1 . O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte. rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . e sua unidade é m/min ou m/seg. Portanto. min 10 n 141 . a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro.Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta.1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo. diz-se rpm – rotações por minuto. quando é representado em qualquer outra unidade de tempo.12 VELOCIDADE DE CORTE . Quando o espaço de tempo é o minuto.

Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido.12. n.2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . rpm V = d . n. n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. o problema na Oficina será sempre determinar a rpm. π . d . ou seja. ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. π . conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 . d = π .

b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. Para acabamento. 143 . A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm.Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. ø de acabamento. Neste caso. regular a máquina para 80 rpm. regulá-la para 140 rpm. Vc de desbaste e acabamento.

.1 a) 150......05..0.120 0...40 0..100 0...15 80.5 6.15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400.120 0..15 a) 20...2 aço liga até 750 N/mm² a) 25.0.20 0..40 1..1..1..1..0..300 0.200 0.1 0.1 1.005.2 400.5 6...0 200..06.08.0 a) 50.0 150.120 0.300 0..0 30..08.1.0.70 0...2 100.1 100.0.0....300 0.1200 0..1........300 0.....400 0..0 200.800 0...0.150 0.0.0.3 b) 20.150 0....1.0...150 0.0........500 0.2 150.5 80.60 0..3 b) 30.160 0...0.3 60..2 100.40 0.200 0.....800 0.3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20...0 a) 100.600 0.1 1...3 3.0.5 10..06.1..300 0.0 b) 100.0.300 0.0.2 a) 60.0 250......15 150.0 a) 10..0 400.0.30 0....0 50.1..05.1..1.400 0...1.0 a) 10....30 0....3 70.25 0..2 80...3 80..5 50.1.1 80...400 0.12..0.2 350.2 100.15 60.0.0.100 0...3 b) 25.1 1...1.1 1.100 0....1.3 80.2 b) 200.3 350..0.0.160 0.0......300 0.1.5 150.0 b) 20.....0..0.1 1...1 100.8 6.300 0.0.15 b) 60..25 0...1..0 b) 150..3 70...20 0....1.0.2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15.1 1..0 8...2 100...220 0.0.3 3.....0 a) 80...150 0.......120 0..5 6.2 2...0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30.50 0.0 200..08..0.250 0.1.150 0...120 0..70 1.1 0..300 0..50 1...1.2 80.3 b) 15.08.5 10.0.150 0.0...0 20..5 6.0 b) 40..05...15 ...0.150 0.0....2...5 10..1 1.1.1 0......0 b) 100..3 150.0...15...05..0.400 0..30 0.120 0.......1..1 150.20 0..2.1.40 1 8.0..2 2.0 b) 50.1200 0.150 0.0.20 1.

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. José Ruy. 2. 2003..REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO. Elementos de Matemática. GIOVANI JR. ed.. BONJORNO.. José Ruy. Material Instrucional. 2000. 145 . Resolução do CONMETRO nº12/1988. Scipeone . Quadro Geral de Unidades de Medida. Cálculo técnico. GIOVANI. Matemática completa. INMETRO. Departamento Regional do Rio Grande Sul.d. São Paulo: FTD. SENAI/DN.]. Brasília. s. s.[et al. José Roberto.d. São Paulo: Saraiva. Porto Alegre: SENAI-RS.

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