CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
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Cálculo Técnico  2004. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI. Cálculo Técnico. Assis Brasil. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre. sob a coordenação.rs. Matemática I. 145 p. mecânico.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr. il. somente será permitida com prévia autorização.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av. Título CDU . Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff. 4 . RS Tel. 2004. seja eletrônico. deste Departamento Regional. SENAI. fotocópia de gravação ou outros. 1. por escrito.senai. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação.RS.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria. A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios.

.................................................13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO ..........................................................................................3 Como verificar se a multiplicação está certa ......................................19 2..........................19 2..23 2............24 2..........................5 EXERCÍCIOS .........................4....................................................1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ........31 3........................3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ..........2 Regras práticas para efetuar a divisão ...................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO......31 3................1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ..............................................................................................................................................................................25 2.....3 Como verificar se a subtração está certa ......3...1.................................33 3...................................................................1 Primeiro caso ..................................17 1.................1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO...........20 2...........................................................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS..................................1........................................................21 2......................3...............15 1...............................................1..................17 1..............15 1...................22 2....32 3.....................21 2.....................27 3 NÚMEROS DECIMAIS .....................4.............2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ...................................................................................................................4..................................................2...................................19 2.............................1 Regra prática para efetuar a subtração ..........................................................................3......24 2...............18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS ............................2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ................................19 2.......................................2 Regra prática para efetuar a adição ...........................2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA ........43 5 ...........................................11 INTRODUÇÃO.1 Propriedades fundamentais da multiplicação...............................20 2...........................................................................2........................................................................................3....................................................................................2 Regras práticas para efetuar a multiplicação..............3 Como verificar se a divisão está correta ...........................20 2...................................................................................3 Como conferir uma soma ....................................................3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS....................4 EXERCÍCIOS ......4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS..........1 Propriedades gerais da divisão..................................................................................1 Propriedades fundamentais da adição .......22 2....32 3...............

...................49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS .................12........................................60 5.............7..................2...............................48 4.............................................1 LEITURA DE FRAÇÕES .....3 Fração aparente (imprópria) ....2...............................................9......................................60 5.........2.....4 Número misto ..3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA .....................7..................2 Divisibilidade por 3 ..............................................................................................12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES ...........6 Divisibilidade por 9 ......................................5 Divisibilidade por 6 ........................54 5........2.....................54 5............................2..........5 EXERCÍCIOS .............8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES ......1 Frações de mesmo denominador................................48 4.................................12...............7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ...........................................................3 Divisibilidade por 4 ........60 6 ...................47 4................................53 5............................................1 Conversão de frações ordinárias em números decimais ........4 Divisibilidade por 5 .......................57 5.....................................................................................1 Frações de mesmo denominador......8..................................................................................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes ..........9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ....................................................................7......54 5.......10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES ................................3 NÚMERO PRIMO......51 5......................................58 5....................................................47 4..........55 5..........................................................................2 TIPOS DE FRAÇÕES ........................................53 5.......................................8...........2................................................47 4.................56 5..............................................2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos .........58 5.......................2................................................56 5.............................................54 5....................1 Divisibilidade por 2 .................9.......1 Fração própria ...........................1 Frações de mesmo denominador.................................................................................................................................................................................47 4..47 4............59 5...........................................58 5......................................................11 DIVISÃO DE FRAÇÕES.........................................................................59 5...........................................................................................................................................54 5...............2.....................................6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR ......................4 FRAÇÕES EQUIVALENTES...................................2 Fração imprópria .............................59 5..................2 Frações de denominadores diferentes .............................2......................................................................................................................................................................47 4................................................2..51 5......................................................................................................58 5...................................................................................................................................................................................................4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM .......................................................................47 4..........58 5......................................................2 Frações de denominadores diferentes ..................................48 4..........................4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE...............................57 5....................................................................5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES.........48 4...............1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO ........2..........................................7 Divisibilidade por 10.......................53 5...............2 DIVISIBILIDADE................47 4..............................................................2 Frações de mesmo numerador .

..................5...............7.......................................................................5............................................84 7....................................................61 6.........89 8......5 Exemplos de paquímetros.............................2 Polígono irregular ..........................................62 6...............................................................................104 8............99 8.................69 7..............73 7................................4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE....................................................................69 7..........................................61 6.6 REGRA DE TRÊS............................5.........8.................75 7................................7 PAQUÍMETRO ..............5..................................................................100 8...................................6 EXERCÍCIOS ........6..............................................................................................................................78 7..........................7......................................................................................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA......................................................................................65 6..........................................................7 Área do círculo ..................5 PORCENTAGEM ...........1 REGRA DE TRÊS SIMPLES................................................1 Aplicação da tabela de constante ..........87 8....................................................5..................................................................99 8..................................................................4 Exercícios ...................................................................2 Área do quadrado.....................................................................................103 8................................7...........1 mm ............................................5.....5............................................87 8..........1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS............................................1 Ângulos consecutivos ..............................................................................1 POLÍGONO...........................94 8......................87 8................................................................................................................................5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS ..........................................4 POLEGADA ................................................2 PERÍMETRO..........................................................................................95 8.................................76 7.............................................62 6..............71 7....3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS .........8 ÂNGULOS .........................................................................................................3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA ................................78 7.94 8.....85 8 GEOMETRIA PLANA ....3 Uso do Vernier (Nônio) ..................................................5.......................................................3 Área do paralelogramo ........................................6 Área do losango ....................................7......................2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO...........................................1......................64 6..................102 8........................................................................87 8........................................................................................................................3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS ..........80 7...........................................1 Princípio do Vernier de 0..2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA.....................................7.....................1...................1 Polígono regular...............87 8............................1 Exercícios .................2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário .................................................................5 Área do trapézio ...........................4 Área do triângulo.......................................................................7................................................................................91 8......97 8................................75 7........1 Exercícios .1 Área do retângulo............................................................80 7.98 8.................104 7 ...............67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO ..............................................................................................4 EXERCÍCIOS ...

.137 11........2.....8..................................123 10..................3...................................................8..........9..............................................................116 9.................................2 Ângulos adjacentes.......105 8.......................................1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) ....................8...........1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO ......................8........................................................................................................................................................................................................................1 Exercícios .......126 10.......................8..10 Adição de ângulos......2 Mudança de unidade .............105 8....................................2...........................................................................................................1...................3 Cilindro..........................1 Mudança de unidades de volume..........................................................................................................2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO .................2..........135 11....127 10........................................116 9................................ suplementares e replementares......127 10..............114 9...106 8..................................................................8....8.............................8 Ângulos complementares........................124 10...................................111 9.....................112 9.........1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME.........................................................2..............................................................................9 Medidas de ângulos ...............................................................................................................................................7 Ângulo raso ...........................................3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ...............................................................126 10..................135 11.................................111 9.............1 Transformação de medidas .....................1 Exercícios ........2 MEDIDA DE MASSA .................109 8............4 Ângulos opostos pelo vértice ...............................................3 Formulário para o cálculo de volumes .........2......................1 Exercícios ............................................................................110 9 GEOMETRIA ESPACIAL... cone e esfera .................................................................106 8.........1 Exercícios – Relação de Pitágoras.............5 APLICAÇÃO PRÁTICA ..........................................................................................................................................4.....1.....8................................................................................................................................................9 TEOREMA DE PITÁGORAS .......8.113 9..............2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ...128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE................................137 11....................................................115 9.1 Exercícios ...................125 10........1 Prismas .............8...5..............................................................................................2 Pirâmides ......................................105 8....................1..................................................................107 8...............1 Exercícios ........1....8..............120 10 TRIGONOMETRIA..................................121 10.........6 Ângulo agudo ..................................107 8..........................1.............................................................................................................................11 Subtração de ângulos ...................................................107 8...................106 8.....................................................................................................................5 Ângulo reto ......................................................135 11............................2 Cálculo de volumes....128 10...........................2...............................................................................1 Unidade fundamental ......................................................3 Bissetriz ....................137 8 ..........................122 10................................................................108 8.

.....11.............2.............1 ROTAÇÕES ...........................................................................................3 MASSA ESPECÍFICA ...............................................................................141 12................................................................................................................144 REFERÊNCIAS ......3 TABELA .................................................................................................................................................................Vc.........................................................138 11..............145 9 ...138 12 VELOCIDADE DE CORTE ............142 12.............2 DESIGNAÇÃO .....3 Exercícios ...............................141 12....................................................................................................................................

10 .

.........................Nônio em polegadas .....................................................................................................................................................................................80 Figura 15 ...........................................................................................82 Figura 22 ...............................................................78 Figura 5 − Escala ...............................................................................................................................................Posição 37/64” .....................................79 Figura 10 – Posição 0.. para medição em posição profunda ..........................................................................................................................................................................................................................85 Figura 31 − Paquímetro de altura.........................Posição 45/64” ..................................................................................................2 ....................................................................................................................................80 Figura 14 – Posição 5/8” ....................................................................................................63 Figura 3 – Engrenagens de polias.................79 Figura 7 – Escala nônio ...........................................................................................................83 Figura 26 − Medição interna........................85 Figura 28 − Medição de profundidade .....64 Figura 4 − Paquímetro ..........................................................85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos.......................................................................................3 .....................78 Figura 6 − Nônio ..80 Figura 12 – Posição 1/16” ................................................................................79 Figura 8 – Posição 0.85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade ..................................................LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias ...............................................................Posição 1/8” .................................................83 Figura 24 ...........83 Figura 25 ........................................Posição 33/128” ..............................................Posição 1 39/128” .........................................................................................................................80 Figura 13 .....................85 Figura 27 − Medição externa............................79 Figura 9 – Posição 0................Posição 49/128” ..........................................................................................................................................................................................................81 Figura 17 – Posição 1/128” ............79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ...........................................................................................................................................................81 Figura 18 – Posição 1/64” ....81 Figura 19 – Posição 3/128” ...........................................................86 11 .................Nônio e escala em polegadas .....80 Figura 16 ..........81 Figura 20 ...........................................................................................................63 Figura 2 – Diâmetro de polias .............................................................................................................................................................................................................1 .................................................................................................................................................................................82 Figura 23 ..............82 Figura 21 ............Posição 13/32” ........

................................86 Figura 34 – Ângulo Ô ..............................................109 Figura 43 − Quadrados dos catetos ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem..........................................................112 Figura 48 − Prismas retos ................109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões ...........106 Figura 42 – Triângulo retângulo .................................................................................111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada...................................114 Figura 53 − Esfera...................................................................................................................................Volumes ...................................................................115 Figura 54 ........................................................106 Figura 39 – Ângulo reto...................105 Figura 36 – Ângulos adjacentes .............................................................................................112 Figura 47 − Prisma...........................................................................................105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice..............................................................114 Figura 52 − Cone ................................................................Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ..............................................................................114 Figura 51 − Cilindro ...............................................................................................................................................................................115 Figura 55 – Litro ..................................................................................................................................136 12 .....................................................105 Figura 37 – Bissetriz..................................................................................................................106 Figura 40 – Ângulo agudo ...........................................................................113 Figura 49 − Pirâmide .........................................................................................................................106 Figura 41 – Ângulo raso ...104 Figura 35 – Ângulos consecutivos...............................................111 Figura 46 − Figura geométrica .............................................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide................................................................................................................................................

ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. 13 . que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. operacionalização de máquinas. assim como para a atividade profissional. trata-se de valioso subsídio em sala de aula. que quer dizer aprendizagem. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento. Elaborado de forma concisa e clara.INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. Este fascículo tem caráter instrumental.

14 .

Quando se compram duas dúzias de ovos. dezenas.2. No sistema decimal de numeração. a base de contagem é dez.4. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) ... pentes em centos. N = {1. conforme a conveniência.. centenas. grampos em grosas. deve-se receber duas vezes uma dúzia. Dúzias e centos passam a ser base de contagem. contam-se ovos em dúzia. Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo.3.. Cada posição indica um tipo de grupo: unidade. milhar etc.1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞).. e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 . dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) .. O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração.1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores.∞} 1. Assim. Logo.5.

Por exemplo. a das dezenas e a das centenas. Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. só tem uma posição: é a posição das unidades. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita. que fica logo à esquerda da posição das unidades.Um número com um algarismo: por exemplo. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. 16 . o algarismo 2. a das dezenas. A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. as posições representam grupos cada vez maiores. As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda. Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena. Ao utilizá-la. a das centenas e a das unidades de milhar. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar.

.. 3 567 908 315 → lê-se três bilhões.......................4 000 4 602 17 ...............representa as centenas ....... e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número..................... Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence... 2 0 – representa as dezenas ....3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo.................2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes.... Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil... trezentos e sete (unidades)...... Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ........................ novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades).. Não se deve usar sinais. 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1... 9 666 201 → lê-se nove milhões.. 1.............. trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um). 600 4 – representa as unidades de milhar ........................................ quinhentos e sessenta e sete milhões........... como o ponto ou a vírgula.No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões. 00 6 ..... seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades)........

4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples. 7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20. o total de dezenas é 72. . 6) No número 3 472..... 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 ... Solução: em 453 tem-se: 3.......3 5.. e....400 2) Quantas unidades. .... ...... simples ... unidades ....50 4. .. quais são os algarismos das unidades simples..... → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo...... as dezenas e as centenas do número 453. dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas. das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes..... como cada centena vale dez dezenas.. centenas .....1. dezenas .

1.1. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa. Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15).1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número.. substituir parcela por outras que a tenham por soma. isto é. 2. escrevem-se uns embaixo dos outros.1. parcelas ou termos.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma. e os números que se somam. 2. Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2.2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais.1.2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2. O resultado desta operação chama-se soma ou total. dezenas embaixo de dezenas.1..2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada. Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade. 19 . de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem.1.1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2. centenas embaixo de centenas. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades.

2. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. as dezenas. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem. no máximo. Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita.1. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. o que é tirado dele chama-se subtraendo. e o resultado é chamado resto ou diferença. Se os termos forem iguais.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real. igual a ele.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9. Se estiver correta. encontra-se o mesmo resultado. 20 . Desse modo. dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas. caso existam. escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. quando se obtém o resultado total. equivale a fazer a adição de baixo para cima.2.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. deduzir ou diminuir. que é baseada na propriedade comutativa. pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas.2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar. Na prática. o resultado será nulo.

Costuma-se. o produto será igual ao multiplicador. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 . pode-se verificar se a subtração está correta.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0.ª Quando o multiplicando for 1. Desse modo.2. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. Para isso. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa. também. chamado multiplicador. o produto será nulo. 2.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais. isto é. Nesta adição. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração. Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três. indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores. e o resultado (12) chamase produto. que também é 8 563.Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1.

1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto. por 3. obtém-se o dobro desse número. 2. o triplo. multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número.4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos. o quádruplo etc. por 4.1. 2.3. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 .2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12).ª Ao multiplicar um número natural por 2.3. Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras. e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados.1.3.3. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 .2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1. Como exemplo.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2. Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória.3.

Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 .2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25).3. Onde as duas linhas se encontram.3. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical.3. O último produto obtido é escrito por completo. Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades.3 Como verificar se a multiplicação está certa 2. a partir da direita.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando. 23 .Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal. Para que o cálculo esteja correto. Pela propriedade comutativa. 5 900 2. Solução: 7 x 8 = 56 2.3.3.1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa. acha-se o resultado. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo.

ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro. o menor (o que está contido). o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente. 2. a divisão é exata. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 . 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. é aproximada. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente. caso contrário.4. 17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto. divisor.Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2. Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo. O maior número (o que contém) chama-se dividendo.1 Propriedades gerais da divisão 1. Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente.

A parte separada é o primeiro dividendo parcial. porque 30 = 7 x 4 + 2 2.4. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor. sua quarta parte etc. obtendo o primeiro algarismo do quociente (3). Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero. 7 ÷ 0 = ? (impossível).ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero. por 3. Para as divisões exatas vale. por 4. separa-se no dividendo. Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15).2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. a partir da esquerda. isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito. na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4. Assim. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. por exemplo. 5 639 15 3 25 . dê 7. também. sua terça parte.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero.ª Para dividir um número qualquer por outro.3. a propriedade distributiva. pois não existe número algum que. multiplicado por 0. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10. Assim.ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras. um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes. por exemplo.

tendo como resultado o resto parcial (8). 26 . assim. multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9). multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113).A seguir. obtém-se. o terceiro dividendo (89). 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5). 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. tendo como resultado o resto parcial (11). que é o último desta divisão. 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7).

como já aprendido. Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2. produto de todos os fatores repetidos.3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real. 2. . é a potência. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2.4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão.o número 3 é denominado base. expoente ou grau.o número 5. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto. . Se a operação estiver correta. .4. Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência.o número 243. deve-se encontrar o dividendo (5 639). deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente. A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14).4.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. 27 . 14.

elevado a um expoente negativo.ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1.ª Qualquer número diferente de zero. c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5.5. com expoente positivo.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes.ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. 28 . é igual ao inverso do mesmo número.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7.1 Regras práticas de potenciação 1. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2.2. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera.ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente. Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6.

Calcular o cubo de 3.5.2.92 + 152 . 3. 7. 6. Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2. 8. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. 9.2 Exercícios 1.202 + 63 + 42 = 29 . Calcular o quadrado de 133. Calcular o quadrado de 125. Calcular o cubo de 9. Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7. 5. 4.

Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês. Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400. por setor.10. à razão de 8 horas por dia. calcular o número de peças fabricadas. a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. Calcular as unidades fabricadas.02 1 008 Produção diária Produção horária . Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina.

seguido do nome unidades. parte decimal.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte.001 ⇒ 1 milésimo 31 . o da direita. a decimal. centésimos e milésimos.01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0.623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2. e também as posições decimais.8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. centésimos. é necessário conhecer os décimos. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita.485 = 7485 → 1000 2. sucessivamente.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3. 3. milésimos etc.005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil. décimos. O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira.14 = 314 100 → 7. e depois a parte decimal.02 ⇒ 2 centésimos 0. e os números à direita da vírgula representam. Se a parte inteira for nula.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3.05 = 205 100 → 2. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira. Exemplo: 3. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras. Na outra forma de leitura. dessa unidade.125. São exemplos: 15. à direita. lêse somente a parte decimal.

9 1 8 4 6 3 quatro inteiros.3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula. maior.845 Qual é o número que contém 4 unidades. 7 centésimos e 4 milésimos. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. 3. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes. 1 unidade. 2 unidades. pode-se usar posições cada vez mais para a direita. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. 21.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4. 3. 3 unidades. 8 décimos. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32. Neste caso. decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. 8 décimos.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos.874 – Ele é formado por: 2 dezenas. 32 . 6 centésimos e 5 milésimos.623 Por outro lado. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas. é muito fácil saber qual é o maior.918463. inteira. 4. Exemplos: 43. 2 décimos. 6 décimos.

12 porque 11 é maior que 9 e o número 12.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.3.15 e 6. Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8.4. e o segundo só tem um. Assim: 6. porque 2 é maior que 1.5 é maior que 10. porque 15 é maior que 12. 6.300 e 8. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15. 3.1 Primeiro caso Observando os números 3.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8). Neste caso.3.628 porque 12 é maior que 10.52.7. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior.12. 3.12. Em outro exemplo: 8. Depois. Assim. 3.31 ou 1.2 Segundo caso Observando agora os números 6. 3.31 é maior que 1. Neste caso.15 e 3.Exemplos: Qual é o maior: 2.70.03 é maior que 9. Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais.15 é maior que 3. é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula. – vê-se que 300 é maior que 125. coloca-se a vírgula no resultado.15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6).15 e 6. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula.3 é maior que 8.7 é maior que 6. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas. o número 11. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula.125. para saber qual é o maior. No exemplo.52? Logo se vê que 2. Em seguida. 33 . Do mesmo modo.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3. para completar a soma. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais.

3.943 . Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228.1 Soma de medidas – Para somar medidas. para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro.23 + 13= 21. é necessário colocar a vírgula no resultado.1 m 3. Exemplo: Efetuar a soma: 8.943 – 117. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula).00 21. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.117.3 m a unidade de medida é o metro 3.147 5.2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal. para completar a subtração.402= 346. Exemplo: Para somar 3.147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais.135 103.61 + 237.2 m + 25. Neste caso. Depois.2 m a unidade de medida é o metro + 25.135 + 103. 34 .23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).1 m a unidade de medida é o metro 28.23 + 13.61 + 237.4.540 228. As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade.402 346. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula).540 111.23 8. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais.1.Exemplo: Efetuar a soma: 5.4.403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas.

7.6.3.000- 5.00 . Dos números que foram multiplicados.78 3. 35 .00 . um possui uma casa decimal (12.453 5.453 1.453 .7. isto é. coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros. um algarismo depois da vírgula).22 2.3.453 -7 - 5 . uma casa após a vírgula: 12. efetua-se a operação: 9.4. dois algarismos depois da vírgula. 6 x 40 50. fazse a multiplicação como nos números naturais. 9. o resultado também fica com duas posições decimais. 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais.22 Para facilitar a operação. Exemplo: 2. 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural.3.4.Exemplos: 9. isto é. o resultado ficará com uma casa decimal.22 Depois.6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente. 14 x 20 4. 12.3 Multiplicação de números decimais 3.3.000. Neste caso.

314 x 50 11. isto é. .3. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13. e assim por diante.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48. Da mesma maneira. o resultado terá quatro casas decimais. 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural.4 0 108 + 27 3. o resultado também fica com três posições decimais. o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural. 3. o resultado ficou com três casas decimais.4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado.58 duas casas decimais x 3.2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo.7 x 1. Exemplo: 2. 14. da direita para a esquerda.25 0 7295 2918 + 1459 0 18.4.888 três casas decimais Neste exemplo.7 2 casas −−. 36 . Exemplo: 2. a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula. três algarismos depois da vírgula.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso.59 x 1.

º exemplo: 3.10 8 0 2..4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação. Exemplo: 4..22 ÷ 2.744 ÷ 5.4. o quociente terá 1 casa decimal.. nesta operação.3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.4 Resultado: 1.22 ÷ 2.4 .. Assim. 3. ao invés de somar.4..4 0 92 .9 5 0 ÷ 2.º exemplo: 12.4...1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1.4 Para colocar a vírgula no quociente. método de igualar as casas decimais para continuar.3.8 uma posição decimal 3.3 .744 5. 920 920 000 230 .36 01 94 .4 12. coloca-se um zero ao lado do 92. 3.22 2. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor..4.1 62 0 324 324 000 37 .2 3 0 1.92 00 ou 322 230 092 230 1.. ou seja: 1. 7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor. 2.3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.

4 = 2.744 ÷ 5.1 1 .50 4 0 03 15 .85 53 5 .1 02 7 .º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais.55 ÷ 63 = 1.7 ÷ 27 = 3. que é um. zero posições decimais.55 ÷ 63 = 116.36 3 - 1 = 2 3. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116.63 0 1. ou seja. do número de posições decimais do divisor.1 83.81 0 3.O dividendo tem três posições decimais. Como 3 .0 38 = 2 . subtrai-se o número de posições decimais do dividendo. o quociente terá duas posições decimais.0 = 1 4.1 = 2.55 63 .85 2 .27 00 Para colocar a vírgula. e o divisor tem uma posição decimal. Então: 1 – 0 = 1 83.7 ÷ 27 = 3.7 27 . Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83.3 15 0 00 Para colocar a vírgula. que é zero.º exemplo: 116. Assim: 12.

º exemplo: 53.85 = O dividendo tem uma posição decimal. tanto no dividendo como no divisor: 53.8 . O divisor também tem uma posição decimal. 3.1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras.68 . o divisor tem duas posições decimais.4. 46.4. 2.8 7.6 8 0 12 1 36 .68 = 12 8.9 ÷ 3.85 = 39 .8 = 6 1 . porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais.3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1.3.4. ficam duas posições decimais. sem partes decimais.º exemplo: 8. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula. sem mudar seu valor. Se for colocado um zero no dividendo.16 0.º exemplo: 46.46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal.8 ÷ 7.1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais.8 ÷ 7.8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.16 ÷ 0. 46.90 ÷ 3.2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1.4.

porque: 40 .85 = 14 2 2 – = 0 2.17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição. 53. porque: 59.125 .5 ÷ 2.42 50 0 28 17 000 .0 50.º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras.90 3. pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50.º exemplo: 59.500 2.85 .38 5 0 14 15 40 . porque: 53.Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.90 ÷ 3.125 = 28 3 – 3 = 0 3.125 = 28 59.202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.5 = 202.5 .15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal.500 ÷ 2.

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo.

Calcular o comprimento C da figura.∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura. 46 . Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2.

47 .2. 2 334.2.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4. 4.2 DIVISIBILIDADE 4.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. Exemplos: 282. 4. 4.4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5. 2. 180. que é múltiplo de 3.2. Exemplos: os números 316. 4. 4. Exemplos: 220. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4. 250. 21 é múltiplo de 7 e de 3. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4. Assim.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3.2. 135.2. 785.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata. 192 e 72. 6 ou 8. 170 e 485. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0.

4.05 01 .6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. 90. até obter quocientes iguais à unidade. à direita do traço vertical.2.30 09 – 45 .2. separadamente. b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18. dividem-se todos pelos fatores primos comuns e. Isto é: MMC (36. 100. 50. Exemplos: 20.05 . pelos não-comuns. 4. que é divisível por 9.7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0. 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores. escrevem-se os números em linha horizontal.01. Na prática. 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 . Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36. 2 000.05 01 .60 09 – 45 .01 48 2 2 2 3 3 5 .15 03 – 15 .4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo. 4.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1).

Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . 12. 4.4. 24. 180 e 300 em seus fatores primos. 3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3. 1 200 e 1 500 d) 45. 24 e 18 h) 8. 15 e 90 c) 400. 110 e 50 b) 25. 18 e 16 2 Decompor os números 168. determinando o MMC entre esses números. 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220.

50 .

Exemplos: 51 . e chama-se denominador. 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. um depois do outro: conforme o denominador. o segundo. diferente de zero. de mesma forma e tamanho. 5. foi dividido o inteiro. A parte tomada representa um quarto do todo. e é chamado numerador. lê-se a fração de modo diferente. desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. Mas não basta dizer os dois números. indica em quantas partes.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. Exemplo: = 1 . diz-se primeiro o numerador e depois o denominador.

Para ler frações com denominador 10. as frações podem ter qualquer outro denominador. meios 1 0 2 3 terço.Denominador lê-se Exemplo 2 meio. 100 e 1 000: . sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 . quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo. quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto. diferente de zero. diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos . oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono.quando o denominador é 10.quando o denominador é 100. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores.

.2.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador. Na figura a seguir. lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100. Cada parte corresponde a um sexto do círculo...2.quando o denominador é 1 000. o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 .1 Fração própria O numerador é menor que o denominador. 1 000.. Suponha-se um círculo dividido em seis partes.2 TIPOS DE FRAÇÕES 5. = 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5.

Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 . obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. 8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5.3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador. Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. diferente de zero. com uma fração própria.5. o quociente será o inteiro.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria. diferentes de 1. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5. o resto será o numerador e o denominador será o mesmo. mantendo o mesmo denominador.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –.2.5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior.2. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador.4 Número misto É a soma de um número inteiro. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível). diferente de zero.

a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 . 3. . é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. 2 0 MMC (4. O resultado é o novo denominador. . = .6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador. Para isso. 1 0 . 4 3 5 60 60 60 55 . a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração. O produto é o novo numerador.Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5.[ Exemplo: 3 . 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas.

e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 .7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações. 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 . usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que. ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5.1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. 5 Então 30 é maior que 2 . respectivamente. Por esta razão. pode-se escrever. e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 .7. São os sinais > e <. observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras. 3. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 . a maior é aquela que tem maior numerador.Resumo: MMC (4. ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 . pode-se escrever . a unidade está dividida em 5 partes iguais.

4 3 16 tem maior numerador que 16 57 . 8 4 4 5. se as duas frações têm o mesmo denominador.5. é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4.7. 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador. Então. a maior é a que tem o maior numerador.7.2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador. 16 Já se sabe que. 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 . mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores. a maior é aquela que tem o menor denominador. e escreve-se → > . e escreve-se → 3 < 3 .3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes. encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 . 4 8 é menor que 3 .

4 16 5. em seguida. 2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5. simplificam-se ou extraem-se os inteiros. transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores. uma vez realizada a operação.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores. 3.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 .8.3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador. se houver necessidade. 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador. conservando o mesmo denominador.9. somam-se os numeradores.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5.8. 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . 16 ↓ 1> 3 .8. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5.

11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. uma vez realizada a operação. Em seguida. transformam-se os números naturais em frações impróprias e. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador. 59 . efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e. se houver necessidade.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5. aplicar a regra anterior. e viceversa).9. em seguida. em seguida.5. 7 − 2 ⇒ mmc (8. simplifica-se ou extraem-se os inteiros. o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns. 5.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar.

inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação. Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ).1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais. 11 . 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias.25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 .2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1.25 = 13 ÷ 16 = 0.º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2. basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador. 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê.8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais.5 tem uma casa decimal: 0. Exemplo: 0. 1 4 1 4 4 5.12. se escreve. 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3.12. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 .Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão. Invertendo e multiplicando tem-se .º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0. basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a).e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 .12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5.25 5. 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.

Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20.00 é de fato o custo dos parafusos.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido. Na verdade. 6. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40. 61 . que é o dobro de 15. 30 parafusos. se 15 parafusos custam R$ 20. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais. Pode ser direta ou inversa.00. que é o dobro de R$ 20.00. custarão R$ 40.00. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços.00. direta ou inversa. Assim. simples ou composta. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos.

aumentando um termo da razão. Isso significa que.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. onde se encontra “X”. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. para fazer mais peças. Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. diminuindo um termo na primeira razão. para construir a mesma tarefa em metade do tempo.6. o profissional gastará mais dias. Neste caso. Assim. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. claro está que se deve dobrar o número de operários. diminuindo uma delas. o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais. e vice-versa. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente. aumenta também o preço a ser pago. diminui seu correspondente na segunda. aumentando o número de parafusos. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . aumenta seu correspondente na outra.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. as grandezas são inversamente proporcionais porque. invertem-se os termos na razão. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa. em “X” dias preparará 300 peças.

arma-se a proporção invertendo a segunda razão. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). e a razão entre as 30 240 rpm é . quanto maior o diâmetro. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm. Tem-se. maior a rpm da polia. calcular as rpm da polia B. menor a rpm. então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. pois. X No entanto. ou engrenagens. a razão entre os diâmetros das polias A e B é . Figura 2 – Diâmetro de polias 63 .Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. 20 Sendo assim. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. quanto menor o diâmetro.

4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas. tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens. Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm. tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6.80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa.60 dentes Engrenagem B .Estabelecendo a proporção inversa. a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens. 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 . Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A .

5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”.a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados. portanto: . 65 .00. “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”. significa que há redução de R$ 15.Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%. 4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias. Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87. que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três. de 72 dentes. ou 15%.00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100. dá 300 rotações (rpm). com 24 dentes. Diz-se. ou 30%. . sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37. assim.a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento. tendo ¾ de metro de largura. sabendo que a roda condutora H. Percebe-se.50 m de sombra.50 m de pano.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6.50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26. . Veja-se o significado dessas expressões: .3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K.

se a classe tivesse 100 alunos.00. Quantos alunos faltaram? Como se sabe. 40 – 2 66 ═ 38.00 sofreu um desconto de 10%.00 100 10 = 800 X R$ 10. Um televisor colorido que custava R$ 800. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito.00 – R$ 80.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%. Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos. teriam faltado 15 deles. Valor a pagar: R$ 800. 38 peças ficaram boas. 15% significa que. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados.00 ═ R$ 720. é preciso determinar quantos faltaram. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80.00 O valor do desconto é R$ 80. 5% ficaram com defeito. como a classe tem 40 alunos. Mas.00 R$ 800.00. . 4 Em um lote de 40 peças.

5. somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas. Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água. Para ter direito ao certificado. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 . apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino. 5% apresentam defeito.1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas.6. Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas. quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas.

68 .

os submúltiplos do metro. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal. cuja unidade é o metro.7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro. 7.1 m centímetro cm 0.000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO.01 m milímetro mm 0. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0. 69 . que são os múltiplos do metro. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. Para isso. que interessam mais aos cursos na área da Mecânica. dez.001 m micrômetro µm 0.1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros. 1988). existem medidas menores derivadas do metro. que são chamadas submúltiplos do metro.

Partindo do metro. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. isto é. Se o metro for dividido em 100 partes iguais. considerando-o como unidade. Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais. cada uma delas se chama milímetro. formam-se outras medidas de comprimento. que corresponde a um metro. cada uma delas se chama decímetro. São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. cada uma delas se chama centímetro.As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro.

porque a unidade indicada ao lado da medida é metro. 3 centímetros e 5 milímetros. 71 . No entanto. que vale 0. metros 4.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro.001 mm. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2. ficam os milímetros. centímetros e milímetros. 7 3 5 metros 3.º parte-se da posição das unidades.735 representa 2 metros.º à direita dos metros. depois da vírgula. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10. 7. a medida 2. metros Então.01 mm. depois dos centímetros.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena.nela tem-se os metros. 100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. 7 decímetros. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro. é preciso conhecer suas posições. . – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro. como decímetros. metros decímetros centímetros 2.735 m metros 1. 3 decímetros 7 metros 2. ficam os decímetros.º mais à direita ainda.1 mm.º depois dos decímetros ficam os centímetros. que vale 0. que vale 0. para medir com exatidão. 7 3 5 metros 2. 2.

01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0.0010 mm = 0. Nesse caso. Mudando as medidas. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão.002 mm. • o eixo mede 20. a folga entre eles é de 0. a folga será de 0. Por isso. sua medida vai ser 20. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0.080 mm. 0.10 mm = 1 mm. em Mecânica. também. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20.080 mm menos que o furo.010 mm = 0. 72 .082 mm. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste.Pode-se dizer. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado. assim. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica. ou seja.072 mm.1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0.010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo.

← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2. Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir. O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro. Os instrumentos mais usados são o paquímetro. e o micrômetro. 7.01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais. • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada.01 m de outra chapa. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0. símbolo µm. Tem-se. que mede com exatidão de até centésimos de milímetro. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais. 32.Para medir com exatidão de décimos. 1 cm 0. que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. 73 . porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0.01 m.355 m. então.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra. deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso.

Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula. 201. então. Tem-se. 74 . Tem-se. m dm 7.– Converter 2. cm 3 m 0. na falta de números. – Converter 2.45 m em cm. acrescentar zeros. dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. m 2. acrescentar zero. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1.1 m em mm. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5. deve-se correr a vírgula para a direita até cm. Tem-se. – Converter 2.73 m. então. então.012 m em cm. Tem-se. 2 100 mm. na falta de números. – Converter 7. Às vezes. dm 7 cm 3 Neste caso. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. mm 2 Neste caso. 0. a vírgula não tem razão de existir.2 cm. 245 cm. m 2. Vírgula → m 2. mm Neste caso.3 dm em m. então.

7.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25.40 mm. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros.4 = 50.4 = 130.7 milímetros Para converter milímetros em polegadas.175 mm.º exemplo: Converter 2” em milímetros.175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25.4 = 12. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   .4 25400 25400 " 75 . " 2 x 25. 7.  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada.º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros.175 milímetros 3. Tem-se: 2 x 25. 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  . quartos   . sessenta e quatro avos   . 1.4. cento e vinte e oito avos  . " " x 25.5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada.º exemplo: Converter em polegadas 130. oitavos   .8 milímetros 2.º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros. 4.4 = 8 41 8 x 25. ou fração. dezesseis avos  . pelo equivalente da polegada em milímetros: 25. Tem-se: 130.

A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura. 5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 76 .7.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura. B e C indicados na figura. A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura.

6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 77 . 8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.

4). que eles afirmam ser o inventor). com superfícies planas e polidas. 5). Geralmente é construído em aço inoxidável. Figura 5 − Escala 78 . consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N.02 mm. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado. 1” e 0. podendo a polegada ser fracionária ou milesimal. Suas graduações referem-se a 20°.7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier. 7.1 Princípio do Vernier de 0.001” (Fig.7.1 mm A escala do cursor. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. A escala é graduada em milímetros e polegadas. a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier.7. O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig. que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada.

Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento. conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0. fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa. e assim sucessivamente. 5).2 mm (Fig. Figura 7 – Escala nônio Assim sendo. 8). o terceiro traço com 0. 6).1 Figura 9 – Posição 0. coincidindo o segundo traço com 0.1 mm (Fig.9 mm (Fig. 7). Figura 8 – Posição 0.3 79 . que é igual a 9 mm (Fig. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0.1 mm do que cada divisão da escala fixa. o paquímetro estará aberto em 0. Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. 9). 10). e dividindo pelo número de suas divisões (10).Tomando o comprimento total do nônio.2 Figura 10 – Posição 0.3 mm (Fig.

ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa.7. O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento. 14). Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo. no segundo traço. Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7. a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário. sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. 1/8” (Fig. 13). 11). no décimo traço.7.7. a leitura da medida será 1/16” (Fig. 15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 . 12).3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada. pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig. 5/8” (Fig. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig.

Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador. o segundo traço 1/64” (Fig. o terceiro traço 3/128” (Fig. utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas. 7. 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços). 16). assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário. utilizam-se os processos a seguir descritos. e assim sucessivamente. 19). o quarto traço 1/32”.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. 20). conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa.3. Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. a leitura da medida será 1/128” (Fig. se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa.7. 81 . 18). 17). O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio.1 Processo para a colocação de medidas 1.

7. 21).33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2.º exemplo − Ler a medida da Figura 22. 45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .2 Processo para a leitura de medidas 1. repetindo o denominador da concordância.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig. Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador.3. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio.

2.º exemplo − Ler a medida da Figura 25. inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 .Posição 13/32” 4.º exemplo − Ler a medida da Figura 23.º exemplo − Ler a medida da Figura 24. como se fosse iniciada a operação. + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 . Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25. Ao final da aplicação do processo. abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3.

Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .4 Exercícios Fazer as leituras abaixo.7.7.

7.5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes. Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 .7. mostram-se alguns exemplos.

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido. Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8. 8. pode-se abrir o arame até que fique reto. imagine-se uma figura com o contorno feito em arame. Essa medida chama-se perímetro. Para medir seu perímetro.8 GEOMETRIA PLANA 8.1.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais. Exemplos: retângulo trapézio losango 8. Para entender melhor.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada.1. e medir seu comprimento. 87 .1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais.

0 cm cm cm cm cm Às vezes. Para calcular o perímetro. pois não se pode abri-lo. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto. Fazendo desse modo.. basta somar as medidas das partes do contorno.0 5.5 15.A medição do perímetro através desse método é fácil.5 + 2. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida. Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena. Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1.0 2. por ser um contorno de arame que pode ser aberto. 5. pode acontecer de a medida não ser muito exata.. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 . Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto.

8 cm = 2. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície.0 cm Agora.0 cm + 2.º Somam-se as medidas dois lados: 2. 8. 89 .8 cm 11.1.º – Mede-se cada lado do contorno. 2.3 cm 2. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida. isto é. a parte interna de uma figura plana. Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado. Para medir uma superfície. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado.9 cm + 3.0 cm + 2.9 cm 3.3 cm + 2.

Então. Para medir superfícies. pode-se medir a superfície da figura B.Quantas vezes a unidade. começa-se comparando a figura A. o quadrado. Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. Do mesmo modo. para calcular a área da superfície. isto é. a medida da superfície de A é 32 unidades. isto é. Contam-se quantos quadrados cabem na figura B. A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . também existem unidades padrão de medida. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta.

Nesse caso. ‘ 8. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5.280 dm m 9. Vejam-se os exemplos a seguir. a vírgula é deslocada de uma em uma posição. 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2.Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado. cm 2 mm 8 0 91 .5280 m = 95. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. Assim.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. mas precisa-se dela em outra unidade. Já se viu que. a medida é dada na unidade que se escolheu. Exemplo: dam dam 9. é preciso compará-la com o cm2. Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície. para transformar medidas de comprimento. é só fazer a transformação. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado.

8 m2 em dm2: 9.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2.5 cm2 = 0. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2.5 dm2 em m2: 112. Exemplo 4 − Escrever a medida 9.3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula. escrever a medida 112. mm2 4 Resposta: 157 536. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros.125 m2 Neste caso.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15. Exemplo 1 − Transformar a medida 5. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2. 92 . dam2 m2 5. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação.Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições. 9.5 dm2 = 1.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2.

Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado. Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 .Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. é utilizado para a medição de superfícies grandes. Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2.

8. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento. 6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. Resultado. quer dizer que. 3 cm 6 cm Então.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular. cabem três filas de 6 cm2. mede-se a largura e o comprimento do retângulo.5. como 3 x 6 = 18. 94 . Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura. no retângulo todo cabem 18 cm2. a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2. Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo. no retângulo todo. 8. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm.5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela.

35 cm2 8.4 cm de comprimento. Às vezes.4 por 3. quando estão em metros. 37 mm = 3. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros.5. Quando os lados estão em milímetros. fica em m2.2 cm de largura e 7.68 Neste caso. depois. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo. a largura e o comprimento terem a mesma medida.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. Neste caso.7 cm x 5.2 para achar a área: 7. a área do retângulo é 23.2 148 + 222 0 23.4 x 3. as medidas são dadas em unidades diferentes. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para.Este retângulo tem 3.7 cm 3. com a diferença de. no quadrado. É preciso multiplicar 7. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado. 95 . e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra. calcular a área do retângulo. a área fica em mm2.68 cm2.

a área da figura é 1 384 mm2. Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado.5 mm 157 5 315 + 945 0 992. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm. comprimento = 31.5 mm x 31.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31. o comprimento é igual à largura.5 mm de lado.25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992.5 largura = 31. Então. Assim: Desse modo. Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes. 96 . área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros.5 31.25 mm2. Como a figura é um quadrado.

Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. Logo. forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm. Dessa maneira. A = B⋅h 97 . pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura. porque os triângulos ABE e DCF são iguais.5.3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8. do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm. áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira.

7 m x 1.8 m Resultado: 3.696 m2. A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14.7m ⋅ 1.4m 2 base = 14.8 m base = 3.4 m 588 147 0 20. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB. 98 . equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD.4 m 14. 8.696 m2 a área do paralelogramo é 6.72 m altura = 1. 1.5. respectivamente. Portanto.8 m de altura.72 m de base e 1. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura.29 m2.4 m..58 m2 00 5 4 18 0 2 10. Fórmula: A = B x h A = 3.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3.4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC.7 m altura = 1.7 m x 1. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6.7 m e a altura.72 m x 1. forma-se o paralelogramo ABCD.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10.

se bases B1 e b2 respectivamente.8. divide o trapézio em dois triângulos.5. ACO. e de mesmas alturas. CEO. O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS. CDE. GAO). então a área do losango é a metade da área do retângulo. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . a área do losango é a metade do produto de suas diagonais. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC.5 Área do trapézio A diagonal.5. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2. forma-se o retângulo. Logo.6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais. EFG. A= AE × CG 2 99 . linha que une dois vértices não-consecutivos BD. GHA. 8. EGO. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos.

5. respectivamente. C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem. Fórmula: A = π R2 A = 3. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m .5400 .1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78. 3. 8.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”.1416 x (5 m)² A = 3.1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78. 9 m e 4 m.54 m².

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

º de divisões constante 4 1.01545 10 1.03528 8.01247 12 1.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 . basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.15470 16 1.41421 14 1.05146 20 1.01959 8 1.6.02572 6 1. representado no exemplo pelo hexágono. n.8.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.08239 18 1.º de divisões constante n.

Para isso.É comum.8 103 . Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões.1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais. L = D x constante = 44 x 0. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir. 8. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais. nos trabalhos em oficina.7.587 = 25.

183 33 0.120 11 0.149 6 0. dizse ângulo Ô (Fig. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo.587 21 0.258 28 0.º de divisões constante 3 0.136 8 0. Figura 34 – Ângulo Ô 8.098 17 0.195 32 0. 34).382 24 0.n.342 25 0. As retas que formam o ângulo chamam-se lados.866 19 0.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.125 10 0.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig.095 18 0.156 5 0.092 8.8. 104 .º de divisões constante n.130 9 0. Assim.104 15 0. 35) quando possuem o vértice e um lado comum.111 13 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.101 16 0.222 30 0.433 23 0.142 7 0.309 26 0.207 31 0.500 22 0.281 27 0.116 12 0.239 29 0.108 14 0.173 34 0.707 20 0.164 4 0.

8. 37). na Figura 35 tem-se AÔB. 105 . Figura 37 – Bissetriz 8.No caso do ângulo da Figura 35. 38). Figura 36 – Ângulos adjacentes 8. Assim. a letra representativa do vértice vem entre as duas outras.4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig. B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8. sendo que. 36). nesse caso. o lado comum é BO. o divide ao meio (OC na Fig.3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. a partir do vértice.2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig.8.8. Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados.

7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig. Figura 41 – Ângulo raso 106 . Figura 39 – Ângulo reto 8. Figura 40 – Ângulo agudo 8. 39).8.Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8.5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig. 41). 40).8.8.6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig.

O ângulo de 30°.8. 1 grau equivale a 3 600 segundos. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 . escrita ao lado do número. O sistema utilizado é o sexagesimal. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco.8. cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. e o segundo. 8. 8. Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. Ou seja: os graus são somados entre si. pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°. O sistema utilizado é o circular.8. da mesma forma que o minuto.10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas.8. tem dois submúltiplos: o minuto. O ângulo de 20° é suplemento de 160°.8 Ângulos complementares. Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”. O ângulo de 80° é replemento de 280°. São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°). os minutos entre si e os segundos entre si. As relações entre o grau. é complemento de 60°. por exemplo. Assim. pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°. simbolizado por dupla aspa (”). Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”. por sua vez. O grau. o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos.

Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” . b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida. a 41° 4’ 37”. transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”. 8. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e.Como 61’ contêm 1° mais 1’. Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo. por fim.11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior.8. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo.

se procura determinar o terceiro lado. Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto.8. isto é. catetos. 90° (Fig. vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são. Como exemplo tem-se aqueles em que. conhecidos dois lados do triângulo retângulo.9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos. e os outros dois. tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 . Com efeito. 42) – o lado maior é chamado hipotenusa. Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem.1.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. recebe o nome de pirâmide. 113 . prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9. Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide. Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono.

3 Cilindro. Figura 52 − Cone 114 . cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução. recebe o nome de cilindro reto. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo. recebe o nome de cone reto.1. Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base.pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9.

Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. 9. Essas unidades são os cubos. 115 . Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica.Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele. 3 O símbolo do metro cúbico é m . não é oca. Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. 3 O símbolo do decímetro cúbico é dm . O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas. Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. recebe o nome de esfera. É o número que exprime sua medida. Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo.

portanto.000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos. Constitui.001 m3 cm 3 0. Isto é: V = B . suprindo de zeros caso faltem algarismos.2. um sistema milesimal. 000 cm3 mm3 038. 9.000 038 467 m3 9.000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0.467 cm3 dm3 700 cm3 000. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática.2. o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura.2 Cálculo de volumes De modo geral. 21 700 000 cm3 b) Converter 38. h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura. Exemplos: a) Representar 21.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21.7 m3 em cm3: Resposta: 21.Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0. 467 0.1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos.7 m3 = Solução: 38. . a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000. Solução: = m3 dm3 000.

1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes. Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões.B. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm.2. então: V = π. Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm.2. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h).C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm. Isto é: V = A. então: V = A. O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide. 20 cm V = 6 280 cm3 9. então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9.2.2.14.2.2. as pirâmides classificam-se de acordo com as bases. 117 .3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados.h V = 3.9. (10 cm)2 .2. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas.2.B.r2.

Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9.5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos. (6 cm)2 .O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X .14 . Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm.2.2. Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura. 10 cm 3 V = 376.800 cm3 118 . então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 . Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h). 3.

2.8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.2.2.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.2.14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.2.7 Volume do tronco de cone V= π .2.9.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .

h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.9.B.C pirâmide cilindro V = = ) π.2.h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 .3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 .

. Para isso..10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas. 121 . AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ................... Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os .............. é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B.............................. primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente... Continuando a observar: AB ........ são ângulos agudos........ BC é a ........... B e . Â é ângulo reto...... AC é o cateto oposto ao ângulo B..........

..... é o .......Adjacente é o mesmo que vizinho.............adjacente (vizinho......... é a ...... é o .......1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â.. Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado. é o cateto adjacente (vizinho..... ao ângulo B............. é a hipotenusa. m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â... Tendo em vista a semelhança entre os triângulos....................... de lados AB e AC. contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ.. 10... B BC AC AC é o ângulo agudo considerado... pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.... cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 ...... então......... Considere-se o triângulo retângulo ABC...... Valem... junto.. contíguo ou junto) ao ângulo B........ contíguo..... as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = .... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ...............

........5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21.... 2 Conferir suas respostas......... sen 15° =..10..... 86.1......65 25 123 .................... sen X = . 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12....... não copiar.. sen 75° =......6 100 sen 30° =... por favor............ sen 60° = ....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = . Só olhar para este final de folha depois de tudo feito............... porém.....

Assim. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto. estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = . pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.10. de lados AB e AC. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos. B” C”. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â. 124 .. determinam triângulos retângulos semelhantes... para que se possa compreender bem as funções trigonométricas. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem... mesmo que sejam trabalhosos. perpendiculares a AC. Em breve. que são de grande interesse na Oficina. Os segmentos BC.2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. B’ C’. cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente. Pode-se então. do mesmo modo que se viu em seno.

10............. Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19.....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13.... cos 12°30’ = ................................ cos R =.....64 20 125 .............................. cos 67°30’ = ...9 100 cos P =....2..25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7..

... de lados AB e AC.10. Os segmentos BC..3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â......0 D ... B” C”. e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ..... então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos.......... perpendiculares a AC... B’ C’...1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = .... determinam triângulos retângulos.... os lados correspondentes são proporcionais. Muito bem! Pode continuar.. tgW = C B tg B = .... 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10..... Completou com: D F 126 e F. m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â.3.... Escreve-se..........

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

130 . 5 Determinar “L”.3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”. 4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”.

5299 0.4147 0.1679 0.6065 0.4899 0.1794 0.1965 0.0320 0.3557 0.4746 0.0929 0.5150 0.4823 0.5783 0.4695 0.4975 0.4540 0.2924 0.2221 0.0523 0.6361 0.6561 49 41 42 43 44 0.3201 0.0087 0.4279 0.0204 0.4772 0.3907 0.2250 0.1392 0.2419 0.1478 0.6111 0.5878 54 36 37 38 39 0.6691 0.0581 0.0727 0.0116 0.5995 0.0785 0.0436 0.5000 0.4592 0.3800 0.4488 0.6926 0.5519 0.6428 0.3638 0.1016 0.3420 0.3228 0.1536 0.3035 0.5175 0.2136 0.6018 0.6777 0.3719 0.0233 0.TABELA DE SENO .5544 0.3311 0.4848 0.0872 0.6691 0.6271 0.5760 0.5225 0.5592 0.1908 79 11 12 13 14 0.3827 0.5150 59 31 32 33 34 0.1765 0.4436 0.4410 0.1708 0.6428 53 52 51 50 40 0.6157 0.2476 0.6820 0.3934 0.2868 0.0291 0.0901 0.4067 0.4384 64 26 27 28 29 0.5807 0.7009 0.1507 0.4253 0.5275 0.1248 0.2924 0.2644 0.2334 0.5616 0.3118 0.0958 0.4200 0.5640 0.5592 0.6799 0.3746 0.5972 0.2672 0.6088 0.4695 0.5422 0.5446 0.4669 0.2306 0.2532 0.5471 0.3907 0.4226 0.6626 0.0465 0.5495 0.3584 69 21 22 23 24 0.6018 0.1736 0.1074 0.6450 0.1937 0.1994 0.4226 68 67 66 65 25 0.5925 0.2896 0.3584 0.2588 78 77 76 75 15 0.2391 0.5075 0.0640 0.5712 0.3692 0.1449 0.3062 0.2250 0.5398 0.3145 0.4950 0.1045 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.4720 0.4067 0.3365 0.6583 0.2079 0.1564 0.3773 0.3611 0.1334 0.5250 0.0000 0.2164 0.3393 0.4797 0.1276 0.6406 0.1650 0.1363 0.4540 0.2363 0.6180 0.3854 0.5125 0.4643 0.4566 0.2756 74 16 17 18 19 0.1564 0.6293 0.0698 0.1622 0.3283 0.4874 0.0349 0.0523 0.5831 0.2588 0.2278 0.6472 0.3987 0.3665 0.6988 0.2504 0.0262 0.2840 0.1851 0.2616 0.0175 0.0407 0.4514 0.5736 0.2079 0.2193 0.6967 0.6820 0.3256 0.2700 0.3420 73 72 71 70 20 0.4462 0.3007 0.5000 63 62 61 60 30 0.5373 0.5901 0.4305 0.2979 0.0843 0.1908 0.2952 0.1880 0.6494 0.4617 0.0669 0.4358 0.2447 0.0494 0.1736 83 82 81 80 10 0.4041 0.6670 0.5736 58 57 56 55 35 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.2560 0.45° a 90° 131 .6539 0.6316 0.3961 0.2784 0.7030 0.3173 0.0756 0.6841 0.3338 0.0378 0.6134 0.4331 0.6517 0.0610 0.6734 0.3529 0.3090 0.4120 0.1219 0.0349 0.1593 0.6338 0.6041 0.6713 0.4384 0.4173 0.0698 0.6756 0.6202 0.5446 0.5878 0.6905 0.1190 0.2419 0.3090 0.2022 0.1219 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .5854 0.6225 0.0175 0.2051 0.5568 0.1305 0.6248 0.6604 0.0029 0.6648 0.5100 0.2728 0.3881 0.6947 0.6561 0.3448 0.2812 0.1103 0.5948 0.6293 0.6157 0.7050 0.4014 0.0987 0.6862 0.3475 0.6947 0.5688 0.1132 0.6383 0.5299 0.1421 0.5025 0.0058 0.2756 0.4848 0.4094 0.1392 0.0552 0.5664 0.3746 0.5200 0.0814 0.5348 0.3256 0.6884 0.4924 0.5050 0.1822 0.3502 0.2108 0.0145 0.1045 84 6 7 8 9 0.1161 0.5324 0.

9304 0.7735 0.8107 0.9112 0.9417 0.9995 0.99996 0.9436 0.7193 0.8307 0.9171 0.9703 0.9182 0.9346 0.9336 0.9455 0.9957 0.9816 0.7431 0.9848 0.8450 0.9781 0.8339 0.7771 39 51 52 53 54 0.9613 0.8124 0.7826 0.99985 0.9652 0.9954 0.9903 0.8465 0.7214 0.9848 13 12 11 10 80 0.9998 0.8258 0.8557 0.9001 0.7133 0.8511 0.9988 0.9918 0.7898 0.8090 0.9942 0.7566 0.8004 0.8355 0.8387 0.8732 0.7234 0.9811 0.8572 0.7986 0.8857 0.9555 0.9863 0.9993 0.7092 0.8056 0.9681 0.7193 0.9925 0.7528 0.9572 0.7698 0.9945 0.9964 0.9978 0.9075 0.9250 0.8962 0.9974 0.9502 0.8601 0.7470 0.9997 0.9730 0.9992 0.7880 0.9929 0.9483 0.9407 0.7753 0.8192 0.9877 0.9492 0.9816 0.8021 0.9293 0.8572 0.9511 0.9051 0.9135 0.8689 0.9994 0.9283 0.8225 0.9914 0.7314 0.8542 0.7392 0.9996 0.7969 0.99993 0.8675 0.8646 0.8949 0.9605 0.8090 0.9644 0.8175 0.9838 0.9124 0.7451 0.8774 0.9932 0.9689 0.9894 0.7294 0.8631 0.8290 34 56 57 58 59 0.8323 0.7808 0.9596 0.9787 0.7790 0.9426 0.9881 0.8897 0.9038 0.9822 0.9994 0.8936 0.8660 33 32 31 30 60 0.9976 4 86 87 88 89 0.8718 0.9628 0.99989 0.8141 0.9981 0.9833 0.7547 0.9962 8 7 6 5 85 0.9872 0.9868 0.9877 9 81 82 83 84 0.9922 0.8746 0.9990 0.9858 0.7986 0.7373 0.9520 0.9063 28 27 26 25 65 0.9026 0.7314 0.8434 0.8496 0.8910 0.9546 0.9750 0.7642 0.9205 0.9945 0.9315 0.9659 18 17 16 15 75 0.8788 0.8039 0.9636 0.7934 0.9261 0.9757 0.8660 0.9775 0.9674 0.7623 0.8616 0.7274 0.8526 0.9272 0.9588 0.8587 0.7716 0.9951 0.9744 0.8371 0.9793 0.8829 0.9899 0.9474 0.99998 0.9827 0.7173 0.9563 0.9985 0.9962 0.9465 0.9907 0.9911 0.8870 0.8910 0.8923 0.9983 0.9455 19 71 72 73 74 0.9989 0.9948 0.9967 0.9511 0.9135 24 66 67 68 69 0.8403 0.7585 0.9100 0.9013 0.7951 0.9799 0.7916 0.7412 0.8480 0.9537 0.8829 0.TABELA DE SENO .9717 0.9986 0.7112 0.8418 0.7660 0.9710 0.7153 0.9976 0.8192 38 37 36 35 55 0.9724 0.9667 0.8816 0.7509 0.9397 23 22 21 20 70 0.9580 0.9088 0.9969 0.8704 0.7880 0.9763 0.9843 0.9336 0.9998 1.0° a 45° 132 10 0 Graus .8843 0.9159 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.9272 0.8241 0.7547 0.8746 29 61 62 63 64 0.9997 0.9397 0.9356 0.9959 0.8988 0.7333 0.9325 0.9563 0.7254 0.9367 0.9621 0.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.9446 0.7862 0.9971 0.9147 0.8884 0.9063 0.8480 0.9925 0.7679 0.7844 0.9613 0.8208 0.9696 0.9387 0.0000 0.7353 0.8158 0.7431 0.999996 0.9769 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .9659 0.9936 0.9205 0.9239 0.8073 0.9216 0.9744 0.8760 0.7771 0.7604 0.7490 0.9890 0.8274 0.9805 0.9980 0.9377 0.9886 0.8290 0.9703 14 76 77 78 79 0.8975 0.9228 0.9986 0.8802 0.9939 0.9194 0.8988 0.9853 0.9737 0.8387 0.9903 0.9528 0.9781 0.

6249 0.2126 0.2186 0.6494 0.1703 0.1495 0.2867 0.3805 0.9770 0.8796 0.2401 0.1110 0.8744 0.4557 0.1080 0.2309 0.6703 0.2524 0.8952 0.7627 0.0904 0.5696 0.4663 0.7907 0.5206 0.8441 0.5392 0.9004 0.3476 0.8195 0.6009 59 31 32 33 34 0.3057 0.3872 0.3314 0.4628 0.1198 0.6330 0.4522 0.4074 0.2278 0.1257 0.2493 0.8693 0.1376 0.4006 0.3443 0.3249 0.5543 0.8642 0.0466 0.4734 0.7265 54 36 37 38 39 0.0524 0.2773 0.3026 0.0204 0.8591 0.7860 0.1974 0.8491 0.7089 0.4452 0.2462 0.0758 0.5930 0.9325 0.6249 0.7954 0.7400 0.4452 0.TABELA DE TANGENTE .5132 0.2217 0.2156 0.2035 0.7355 0.2711 0.2555 0.9490 0.7813 0.0699 0.2493 0.8541 0.3939 0.6289 0.6168 0.6577 0.4348 0.8146 0.9271 0.3541 0.4245 0.9163 0.7720 0.4950 0.5169 0.3121 0.6208 0.1614 0.1944 0.4770 0.7673 0.6830 0.0992 0.4040 0.2648 0.3057 0.9657 0.8847 0.0029 0.3217 0.1022 0.0291 0.5774 63 62 61 60 30 0.7490 0.2247 0.1584 0.0875 89 88 87 86 85 5 0.7046 0.9435 0.0349 0.6661 0.5317 0.3443 0.7221 0.8391 53 52 51 50 40 0.0320 0.5851 0.0670 0.0846 0.5095 0.3640 73 72 71 70 20 0.4986 0.1823 0.9217 0.7766 0.5095 0.7133 0.6009 0.2679 78 77 76 75 15 0.1346 0.6745 0.7002 0.2586 0.3153 0.7536 0.5022 0.9380 0.5354 0.7813 0.1524 0.1853 0.3973 0.0612 0.1228 0.1169 0.1673 0.4245 0.3772 0.8002 0.7581 0.1051 0.0582 0.4841 0.2004 0.5430 0.2617 0.0495 0.1733 0.5317 0.1644 0.0934 0.4108 0.3378 0.0175 0.8098 0.6088 0.1405 0.7177 0.6873 0.7265 0.5658 0.9325 0.2065 0.4877 64 26 27 28 29 0.5059 0.0349 0.9601 0.3089 0.9657 0.7310 0.0699 0.2994 0.7536 0.1763 83 82 81 80 10 0.7445 0.0175 0.1051 84 6 7 8 9 0.8050 0.6745 0.2095 0.5619 0.0641 0.3706 0.4487 0.2432 0.2742 0.3673 0.4314 0.2805 0.3607 0.5581 0.4663 68 67 66 65 25 0.0407 0.8693 49 41 42 43 44 0.3739 0.6048 0.2867 74 16 17 18 19 0.3640 0.9004 0.9884 0.3906 0.0816 0.5774 0.8243 0.0000 0.2370 0.4592 0.6453 0.3249 0.8342 0.1435 0.4417 0.9545 0.6494 0.9713 0.6959 0.3346 0.1228 0.0145 0.1317 0.6536 0.0116 0.9057 0.1584 0.8098 0.7002 58 57 56 55 35 0.3185 0.4913 0.6412 0.5890 0.0963 0.2962 0.6371 0.9827 0.9942 0.1944 79 11 12 13 14 0.2126 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .0058 0.5505 0.45° a 90° 133 .5969 0.4176 0.4699 0.2309 0.0875 0.1554 0.5812 0.6128 0.8292 0.5467 0.0378 0.0553 0.0729 0.2931 0.1405 0.1914 0.9110 0.6916 0.0437 0.1465 0.8899 0.1763 0.3839 0.0524 0.8391 0.6619 0.5243 0.3281 0.5735 0.3839 69 21 22 23 24 0.2679 0.0087 0.0787 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.6787 0.4877 0.5543 0.4383 0.0233 0.5280 0.1287 0.3508 0.4142 0.3574 0.1793 0.2339 0.4806 0.1883 0.2899 0.2836 0.3411 0.0262 0.4040 0.4279 0.1139 0.4210 0.

8854 18.8165 1.2553 11.0811 28.2349 1.5798 1.5386 2.6977 1.0503 1.2723 1.0611 4.3854 6.0117 1.1106 1.4550 1.3559 2.0777 3.0724 1.0057 2.3680 1.3499 22.5497 1.3315 4.6003 1.3138 7.1154 8.3955 4.7090 1.5958 8.7321 3.2497 1.5605 2.5108 1.4301 11.0° a 45° 134 10 0 Graus .4545 2.5013 1.1988 1.2572 1.3032 1.0108 4.4704 34.7760 3.4494 4.8208 3.0538 1.0850 1.0780 6.0977 1.3402 3.3369 2.7704 9.6713 5.0108 14 76 77 78 79 4.8546 1.4019 1.9626 2.7321 18 17 16 15 75 3.7321 1.8502 2.4281 38 37 36 35 55 1.4826 34 56 57 58 59 1.4845 4.1970 6.4193 1.2687 8.2059 1.2460 24 66 67 68 69 2.4348 7.6363 57.2131 1.4826 1.1969 13.5418 42.8940 1.TABELA DE TANGENTE .1943 2.9038 38.9530 9.3945 2.9347 2.7437 1.3432 1.0844 6.8269 7.0750 26.1283 1.0353 2.4106 1.0777 3.0475 3.8040 29 61 62 63 64 1.1504 1.2113 2.0786 1.2900 14.6426 1.2647 1.3450 9.7475 2.4342 2.7917 1.8418 1.6051 2.9244 20.4124 3.6643 1.3270 1.9626 2.0661 1.8262 12.9042 3.0503 2.2041 3.5826 2.3934 1.2998 2.4641 1.3351 1.7267 14.9887 3.8807 1.0000 1.1446 5.2817 2.7725 2.6363 57.6746 2.0658 5.1918 1.5764 4.6534 1.0811 28.1693 24.3270 1.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.4142 2.9486 2.3111 1.6713 13 12 11 10 80 5.8430 5.3514 1.1171 1.1504 1.1778 1.1369 1.5736 4.2460 2.7046 5.2257 4.4919 1.5301 1.3183 2.5399 1.1445 28 27 26 25 65 2.8676 1.1303 1.1397 3.5887 17.2371 3.2747 4.3764 1.6864 1.8040 1.2286 2.4495 3.7882 6.3559 2.1443 9.1106 1.0724 1.1123 1.0178 3.6212 1.1237 1.3138 9 81 82 83 84 6.6985 2.7769 10.5656 2.0655 1.2709 3.7475 23 22 21 20 70 2.2056 31.6511 2.9912 2.2954 1.7694 5.6059 3.2637 2.0913 1.6051 2.9641 171.9758 6.2349 39 51 52 53 54 1.5399 1.7321 33 32 31 30 60 1.4281 1.1885 114.6048 21.0477 1.2505 12.9152 5.4370 1.9210 2.8667 3.2900 1.3190 1.3093 4.8708 5.0416 1.5172 2.4733 1.5697 1.7980 2.3764 1.7737 19.1571 1.3052 3.7729 5.9617 4.1041 1.0599 1.1653 4.1445 2.9074 1.7062 13.7046 5.4960 2.0809 1.0965 1.0058 1.2423 1.5144 11.3759 3.3897 4.3597 1.8807 1.1126 4.8239 2.6319 1.3848 1.0594 7.5555 10.3678 85.4751 2.6643 1.6382 5.9319 3.6003 1.2876 1.5900 1.7675 1.0204 2.0235 1.2416 68.1443 9.1609 2.8291 1.6912 7.4316 49.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .2193 4.9768 2.6279 2.9136 3.4874 3.7501 15.7796 1.5144 6.6107 1.1918 44 43 42 41 40 50 1.2799 1.1446 4.3007 4 86 87 88 89 14.2203 1.5597 1.7119 6.5606 7.8770 2.9042 19 71 72 73 74 2.4287 8.2276 1.3007 19.2709 3.1847 1.4874 2.9894 5.6753 1.9600 3.0355 1.0176 1.5107 4.3315 4.1708 1.0295 1.6891 3.7556 1.9398 16.5261 2.7205 1.9682 7.3750 2.1775 2.4301 8 7 6 5 85 11.0098 10.4460 1.1154 8.4751 2.1436 1.1716 3.1084 3.1640 1.5204 1.2799 1.0355 1.7228 2.6470 3.1039 343.

1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente.1 litro 0.01 litro 0. suficiente para conter dentro de si alguma coisa.1. Litro é a capacidade ocupada por e dm3. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0. pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra.418 hl = 2741.8 l 135 . suprindo de zeros caso faltem algarismos.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez. e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. que deriva do sistema métrico.001 litro 11. Assim sendo. Exemplo – Transformar 27. a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior).11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11. 27. A capacidade é um vazio. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1. A unidade legal de capacidade é o litro (l). o volume é um maciço. dl 8 Portanto.418 hl em l.

Solução: 41306 dl = 4130.3 m3 em l.3 m3 18300 dm3 = = 18.3 m3 18.300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3.11.1. Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18.6 dm3 = 0.6 l 136 4130.0041306 dam3 41306 dl = 0. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro. basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).6 l capacidade volume = 4130.0041306 dam3 .6 dm3 4130. Solução: 18.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico.

2. veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0.01 g 0. Na prática. denominada grama.1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg.2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo. equivalente a 1 000 kg. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo. usa-se também como se fosse unidade principal.1 g 0. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C. 42.73 kg = 427.2.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 . a tonelada (t). 11.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente. 11. é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.73 kg em decigramas. a milésima parte do quilograma. também. Tomando o grama como fundamental.11. Exemplo – Converter 42. muito empregada nas medidas de grandes massas.

A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1. Assim.5 m de comprimento.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume. se estiver vazia. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas).293 g. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais. Calcular o volume em cm3. por exemplo. Assim. quando se diz.11. 11.2 kg por dm3 de massa. 4 m de largura e 3 m de altura. o 7.2 gramas por centímetro cúbico. A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 .5 dag + b) 5t + 25 kg 12. tem 1 520 kg. 3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa. Se.2.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7.3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48. se tomar o volume em dm3. Com esses dados. que a massa específica de ferro fundido é 7. significa que o ferro fundido tem 7.2.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4. ao invés de centímetros cúbicos.

8. . .5 e substituindo na fórmula os dados do problema. . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . .7 antimônio . . . 11. . .3 estanho .9 7. . . . 19. . . . . . . . . Aqui. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tungstênio . . . . . . . tem-se: volume = 68g 8. . . . . . . o problema é inverso: já se conhece a massa. . . .2 8. . . . . . . . .8 ferro fundido . . . . 6. . . . 7. .6 carbono . . . . ferro . . . . . . . .7 bronze . . . . . . . . . Se fosse em dm3. . . Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. . . . tem-se: massa massa = = 8. . . . . . . se teria o volume em dm3. . . . . . . . . . . . . .5 chumbo . 5. . . . . . . . . . Como a massa específica do bronze é 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8. Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . . . 7. . . . . . . Se fosse em quilogramas. 139 . . . . . . . . .5 7. . . .1 zinco . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . .5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas.9 alumínio . . . . . . . . 6. . . . . . volume = massa massa específica Portanto. . . . . .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3. . . procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. . . . . . . .9 crômio . . . . 7.8 níquel . . . . . . . . .6. 2. . . . . . . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3.1 vanádio . . . . . o resultado seria em kg (quilogramas). . . .3 cobre .5 latão . . . . . lembrando que a massa específica do latão é 8. . . . . . . . . . .

140 .

a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. diz-se simplesmente n. quando é representado em qualquer outra unidade de tempo. é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro. Portanto.12 VELOCIDADE DE CORTE . A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc. m/min Vc = m/seg 12. rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo. min 10 n 141 . e sua unidade é m/min ou m/seg. seg 1 .1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo.Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta. diz-se rpm – rotações por minuto. Quando o espaço de tempo é o minuto.

rpm V = d . ou seja. n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 . n. π . π . d = π . n. Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido. n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. d .12.2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . o problema na Oficina será sempre determinar a rpm.

Neste caso.Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. regulá-la para 140 rpm. regular a máquina para 80 rpm. 143 . Para acabamento. Vc de desbaste e acabamento. A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho. ø de acabamento. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm.

160 0..1 0....0.15 a) 20....0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30.0 200..1 100.8 6...40 0..3 b) 20....2 400.1.1 100.5 6.50 0...220 0...1.08..100 0...1 0...0...0..100 0.05.1.....2 aço liga até 750 N/mm² a) 25.300 0...2 100.2 80.25 0.3 350.....12..150 0...1 1..1 1.2 80...0..1 1......3 60.05.5 6.....0.150 0..06...400 0.0....0.1.0.250 0...2 100.0..70 1.300 0....0 250.0 20.0 a) 100.1.3 70.1.1...800 0..15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400.160 0...2 100..20 1.0.05.0 30..150 0.0.40 1 8.2 2.0 a) 10.0 b) 40.5 6..300 0.5 10.25 0..300 0.....1200 0..600 0.400 0.....5 6.300 0..3 3.0.0.....0 b) 150.0..0 200.150 0..3 70....0 400.120 0..1 0.1.300 0..0 50.15 150.15 80.0.1.0 b) 20.1 1.5 10.0..2 2...300 0...1.1 1.200 0...150 0.120 0..120 0..1 1.....0...3 80...0.....3 b) 30..3 150.100 0...08.....0.2 350.0.15 60.120 0.0.1.0 150.06..2 a) 60.1.1.800 0....30 0.0 8..1 150...1 a) 150.1....1 1.1..20 0.5 80...0.300 0.0 a) 80.0 b) 100..5 50....0..0.120 0.0.200 0.400 0.2.400 0..0....0.0..005.5 10....1....15.1.15 ..08.1..1..3 3.20 0.30 0...50 1...0 a) 50..500 0.2 150.0.1..0.1.0 a) 10..30 0..2 b) 200.3 b) 25.0 200.3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20.150 0......40 1.1 80.2.0.....0....70 0.0 b) 100.0.0...08..300 0...40 0..3 80....0 b) 50..150 0.20 0..15 b) 60.05..60 0..1.2 100.3 b) 15.0.2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15....120 0..150 0..0.5 150.1200 0.

Resolução do CONMETRO nº12/1988.]. s. Brasília. 2000. Porto Alegre: SENAI-RS. GIOVANI.[et al. 2.d. José Ruy. Elementos de Matemática.. Material Instrucional. 2003.. s. ed. INMETRO.REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO. Departamento Regional do Rio Grande Sul. Cálculo técnico. Matemática completa. São Paulo: FTD. Quadro Geral de Unidades de Medida. BONJORNO. São Paulo: Saraiva. SENAI/DN.d. José Ruy.. Scipeone . SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. José Roberto. GIOVANI JR. 145 .

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