CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

2

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
3

RS. deste Departamento Regional. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre. SENAI. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI. mecânico. seja eletrônico. RS Tel. 1. Cálculo Técnico. Assis Brasil. Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia. 4 . somente será permitida com prévia autorização.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff. 2004.Cálculo Técnico  2004. por escrito. A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios. 145 p. fotocópia de gravação ou outros. sob a coordenação.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av.rs. Matemática I. Título CDU . il.senai.

.................1......................................1 Propriedades fundamentais da adição ..............19 2........................................33 3..........................................2 Regra prática para efetuar a adição .....1 Propriedades fundamentais da multiplicação..............3....1 Regra prática para efetuar a subtração ...............................................31 3...........................................32 3........43 5 ...........................................................11 INTRODUÇÃO................................................................................22 2............................................21 2........3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS........3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ......................................................................................................................................20 2............SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS......1.......................................1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ......................25 2..........................................................................27 3 NÚMEROS DECIMAIS ..................................1 Propriedades gerais da divisão..............15 1...................1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ..2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA .........1 Primeiro caso .................................1.......19 2.........................3 Como conferir uma soma ........................32 3..........................................................2........................4 EXERCÍCIOS ..2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ......15 1......................................................................24 2..................................4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS.............3 Como verificar se a divisão está correta .........24 2...........................................................31 3..........20 2.........................................................................................................3...........................................................................4..........4...2 Regras práticas para efetuar a divisão ............................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO.......2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS .........................................................2..............1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO.............................................................19 2.............22 2........................................................2 Regras práticas para efetuar a multiplicação...................................................................................5 EXERCÍCIOS ....20 2.....................18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS .....................4..........................................3........................19 2...........................................23 2...........................................................17 1...........17 1..................................................3 Como verificar se a subtração está certa ...................................................................................................................................3....................................................................3 Como verificar se a multiplicação está certa ...21 2.............13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO .....

............................................................................................................53 5...............48 4.................9.......................8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES .............................2.....................................................................2.....................58 5.....................................................................................................................54 5...........60 5...........................................................................................................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes ..................................................................................2 Divisibilidade por 3 ...................7 Divisibilidade por 10...........................12...............53 5.....................54 5.........2.................1 Divisibilidade por 2 ..............................................................................4 Número misto ......47 4.............................9..47 4.........................................................................................................................................................2................2 Frações de denominadores diferentes .....7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ...1 Frações de mesmo denominador......................................................................................................................................................................................1 Frações de mesmo denominador................4 Divisibilidade por 5 ................................................................51 5.........................................................................................................................3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA .........7.........2......................................1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO .........................................4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM ...........3 NÚMERO PRIMO..........................56 5...............2 Fração imprópria .................5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES..............58 5.................................................7..4 FRAÇÕES EQUIVALENTES..................2.......................................................................................................8.........7..................4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE....2 Frações de mesmo numerador .............................................1 Fração própria ...........9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ...2.....................................................................................58 5................................11 DIVISÃO DE FRAÇÕES.....................47 4.......1 Conversão de frações ordinárias em números decimais ..............47 4........59 5..........2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos ....................................................................................60 5...56 5...........................10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES ........................59 5...............................................2..................................................................54 5...55 5................................1 LEITURA DE FRAÇÕES .........5 Divisibilidade por 6 .........57 5.............47 4.................................47 4........................................................................................................................................2..........................6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR .....................................3 Divisibilidade por 4 ......................................12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES ...1 Frações de mesmo denominador...........54 5...............53 5..............................59 5.5 EXERCÍCIOS ........58 5..........58 5...2 TIPOS DE FRAÇÕES ..............2........51 5...........3 Fração aparente (imprópria) ...47 4.............................................................................12........49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS ...........48 4....................................................6 Divisibilidade por 9 ..............................................................................................48 4.................................................................................................2 Frações de denominadores diferentes .............47 4.............................................................................60 6 ....................48 4...........................2......................57 5..................................2 DIVISIBILIDADE..................................................................8................................54 5...............................................................................

....................................................................................................................................................................87 8.61 6.............................1...............................................................................97 8.................................................................................................................................................5...............................................................................5................................................1 Ângulos consecutivos ........78 7...99 8...............................................................................................................................................................................78 7...............................................................................1 Princípio do Vernier de 0................................2 PERÍMETRO...........................................7............................1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS..............................91 8.........................................................................................................................................................................................5..............................75 7.......................100 8.............69 7..................5 Área do trapézio ..................87 8....99 8...................3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS .....................................................................7...............................................................80 7.................1 Aplicação da tabela de constante .................2 Polígono irregular .....................................................................8 ÂNGULOS .......104 7 ........3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS .......98 8........5 Exemplos de paquímetros...................................2 Área do quadrado...................................76 7..84 7..........................3 Uso do Vernier (Nônio) ...........................5.............95 8.................................2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário ......87 8..............1 REGRA DE TRÊS SIMPLES.........7 Área do círculo ........5........................................104 8......1 Polígono regular...85 8 GEOMETRIA PLANA ........................................................................................................71 7................................6 Área do losango ....6 REGRA DE TRÊS..............73 7...........................................................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA.......................4 Exercícios .......................................................................................................................62 6....................................................3 Área do paralelogramo .......................................................67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO ....................89 8.................6 EXERCÍCIOS ...............87 8...5.............................................................7......................................................................5...................1 Exercícios .............................94 8...............................................................................87 8..........4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE...................94 8........................................................61 6.......................................................4 EXERCÍCIOS ....................................7.........................................................103 8......................................................1 POLÍGONO.........................................................................................102 8........................7..........65 6...........3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA .........................................................64 6................1 Exercícios .........................2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO.......75 7.................................................................................................................................................7.......................1 Área do retângulo...........................................................................80 7...........5 PORCENTAGEM ......4 Área do triângulo......8....5.....6........................2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA......1.....69 7................................7 PAQUÍMETRO .......................................................................1 mm ...........................4 POLEGADA .............5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS ...........................................................62 6....

......................3 Formulário para o cálculo de volumes ...................111 9.................................114 9...............................137 8 .......................127 10...............127 10...........2 Pirâmides ...............1 Transformação de medidas ....11 Subtração de ângulos .126 10..................................................................................................................1...........107 8..........................................................112 9.............................................................................................................................................................................128 10...........................115 9...4................................................123 10....................................8.....3...................122 10.......................2..........113 9.....108 8............................................106 8...................................................128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE..110 9 GEOMETRIA ESPACIAL...............1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO............6 Ângulo agudo ..........................................2..........................................3 Bissetriz .......116 9.........2 Mudança de unidade ....................135 11......................................8 Ângulos complementares............................................2..................................120 10 TRIGONOMETRIA......................................1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME.......................................8..................................................1........................................................................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO ...............2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ..............................................................8.1............8....................................2 MEDIDA DE MASSA ..................8....135 11....125 10........................2.....................111 9............................................................8...............3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ..............137 11............121 10.............................................................................106 8..........8........................9 Medidas de ângulos .................................................1 Exercícios ...............105 8............................1 Exercícios ..........2 Ângulos adjacentes.....8......................1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) ....1.....4 Ângulos opostos pelo vértice ..........................109 8..............................7 Ângulo raso .............................................................................8........................1 Unidade fundamental ....1 Exercícios ......................................................................105 8..................1 Mudança de unidades de volume.................................................................................................2 Cálculo de volumes......................................9 TEOREMA DE PITÁGORAS ...........................................1............................................1 Exercícios .....................107 8..........................1 Exercícios – Relação de Pitágoras.........................................................................................................................................................2...........................9....................3 Cilindro.............................................................................................................................................8............135 11.107 8...........................................10 Adição de ângulos..1 Prismas ...1 Exercícios .........................................................2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO .....................................137 11............................................................................................106 8.....................5.5 Ângulo reto .............2......................................................... cone e esfera ..............5 APLICAÇÃO PRÁTICA ....................................................126 10.................................................................... suplementares e replementares............................................................124 10....................8.......................................................................116 9...................................105 8............................................................................................................

....................138 12 VELOCIDADE DE CORTE .......................................................3 MASSA ESPECÍFICA ...........................................Vc.........................................................................................................................................................................................................................................................138 11...142 12.2 DESIGNAÇÃO ....................145 9 .......141 12.............................................3 Exercícios .....................................................................11..............................................................3 TABELA ...................144 REFERÊNCIAS ......................................................................................2..141 12........................1 ROTAÇÕES ..........................................

10 .

.......................................................Nônio e escala em polegadas ....85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos......................................................................................................................................................................................Nônio em polegadas ...................82 Figura 23 ......................86 11 ...................................83 Figura 26 − Medição interna.............Posição 33/128” ..............79 Figura 9 – Posição 0......................85 Figura 27 − Medição externa.................................................................................64 Figura 4 − Paquímetro ........82 Figura 21 .........................................................................80 Figura 16 .........................Posição 45/64” ...........................................Posição 1/8” .........................................................................................................................................................................................80 Figura 12 – Posição 1/16” .................................................2 ............................................................................................................79 Figura 10 – Posição 0..............................................81 Figura 19 – Posição 3/128” ..........................85 Figura 28 − Medição de profundidade ...............63 Figura 3 – Engrenagens de polias.................................................................................... para medição em posição profunda ....................................................................................................................................79 Figura 7 – Escala nônio .........63 Figura 2 – Diâmetro de polias ........................................................................................................................................................................................................................................................................LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias ...................................................................................81 Figura 20 ..80 Figura 13 ...............................................................1 ......................................................78 Figura 5 − Escala .......................................................................................85 Figura 31 − Paquímetro de altura.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................80 Figura 14 – Posição 5/8” ......83 Figura 24 ...............Posição 13/32” .............................................................80 Figura 15 .................................................................Posição 37/64” ....................Posição 49/128” .....................................................................................................................................85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade .........................................Posição 1 39/128” ...........81 Figura 18 – Posição 1/64” ........................................................................................................................................................................83 Figura 25 .....................................81 Figura 17 – Posição 1/128” .................................................................................................................3 ................79 Figura 8 – Posição 0.........................................78 Figura 6 − Nônio ......................................82 Figura 22 ......79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ......................

.........................................................................................................................86 Figura 34 – Ângulo Ô .............................................................................................................................................................................................113 Figura 49 − Pirâmide .......................114 Figura 53 − Esfera...............................112 Figura 47 − Prisma.....................................................................................................................................................................................................................................106 Figura 41 – Ângulo raso .....................................136 12 ...................................................................................................................................................................112 Figura 48 − Prismas retos ....Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ......................................................106 Figura 42 – Triângulo retângulo ................114 Figura 51 − Cilindro ........106 Figura 39 – Ângulo reto...............................................................................................................................................................106 Figura 40 – Ângulo agudo .......................................................................................................115 Figura 54 .......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................114 Figura 52 − Cone ........................86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem..................115 Figura 55 – Litro .................................109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões ....104 Figura 35 – Ângulos consecutivos.............................111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada.................................................................................................................................Volumes .............................................................................................................105 Figura 37 – Bissetriz............................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide............105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice................109 Figura 43 − Quadrados dos catetos ..............................................105 Figura 36 – Ângulos adjacentes ..................................................................................................111 Figura 46 − Figura geométrica ...........................................................................................................................

transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor. assim como para a atividade profissional. ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. que quer dizer aprendizagem. operacionalização de máquinas.INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. 13 . Este fascículo tem caráter instrumental. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento. Elaborado de forma concisa e clara. trata-se de valioso subsídio em sala de aula.

14 .

∞} 1. centenas. deve-se receber duas vezes uma dúzia..4. Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo. O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. Logo. Quando se compram duas dúzias de ovos..5. contam-se ovos em dúzia. conforme a conveniência. milhar etc. dezenas. pentes em centos. Cada posição indica um tipo de grupo: unidade.. dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) .. O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração.3. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) . N = {1. Dúzias e centos passam a ser base de contagem. No sistema decimal de numeração. a base de contagem é dez. Assim.1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞).1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores... grampos em grosas. e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 .2.

a das centenas e a das unidades de milhar. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. Por exemplo. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar. A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. as posições representam grupos cada vez maiores. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. a das dezenas e a das centenas. a das dezenas.Um número com um algarismo: por exemplo. só tem uma posição: é a posição das unidades. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda. Ao utilizá-la. o algarismo 2. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. 16 . que fica logo à esquerda da posição das unidades. Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena.

. como o ponto ou a vírgula.... quinhentos e sessenta e sete milhões.................................... 600 4 – representa as unidades de milhar .........2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes.......... seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades).. 2 0 – representa as dezenas ............. 9 666 201 → lê-se nove milhões. Não se deve usar sinais..............4 000 4 602 17 ...... Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil.... trezentos e sete (unidades)...........No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões........... novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades)..... Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ..................... 1. Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence............. 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1.......3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo... trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um)........ 00 6 .................... 3 567 908 315 → lê-se três bilhões........representa as centenas . e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número.........

dezenas ... e......50 4......... .... das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes. Solução: em 453 tem-se: 3.. 7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20..400 2) Quantas unidades...... simples .. quais são os algarismos das unidades simples... .4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples... ... unidades . as dezenas e as centenas do número 453.3 5... 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 . o total de dezenas é 72...1.. → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo. centenas . dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas.. ........ 6) No número 3 472.... como cada centena vale dez dezenas.

1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número. Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15). escrevem-se uns embaixo dos outros. 19 . Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades..1. centenas embaixo de centenas.2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais.1.2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada.. 2. substituir parcela por outras que a tenham por soma.2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa.1. e os números que se somam. 2.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma.1. parcelas ou termos. isto é. dezenas embaixo de dezenas. Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade. O resultado desta operação chama-se soma ou total. de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem.1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2.1.1.

escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. Desse modo. o resultado será nulo. as dezenas. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita. no máximo. igual a ele. quando se obtém o resultado total. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. e o resultado é chamado resto ou diferença. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem. que é baseada na propriedade comutativa. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2. 2. deduzir ou diminuir.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9. encontra-se o mesmo resultado. Na prática. 20 . Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades.2. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. equivale a fazer a adição de baixo para cima. Se estiver correta. pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo.1. dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas. o que é tirado dele chama-se subtraendo.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. caso existam.2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real. Se os termos forem iguais.

o produto será nulo. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores. Desse modo. Nesta adição. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 . pode-se verificar se a subtração está correta.Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração.ª Quando o multiplicando for 1. Para isso. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três. indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0. Costuma-se.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. também. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. que também é 8 563. e o resultado (12) chamase produto. o produto será igual ao multiplicador. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais. chamado multiplicador. Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2. isto é. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença.2. 2. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando.

1. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12).4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos. 2. o quádruplo etc. multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 . Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2. 2.3.2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 .1.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2.3. Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras.3.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória. por 4. e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados. Como exemplo. por 3.2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número.ª Ao multiplicar um número natural por 2.3. o triplo. obtém-se o dobro desse número.3.1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto.

3.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando. Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 . a partir da direita. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). Pela propriedade comutativa. 5 900 2. acha-se o resultado.3. Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2.Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal. Onde as duas linhas se encontram. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo. O último produto obtido é escrito por completo. depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical.2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25).1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades.3 Como verificar se a multiplicação está certa 2. 23 . Para que o cálculo esteja correto.3. Solução: 7 x 8 = 56 2.3. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa.3.

O maior número (o que contém) chama-se dividendo. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. a divisão é exata.1 Propriedades gerais da divisão 1. o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente.ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro. 2. caso contrário. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 .4. Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente. 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. o menor (o que está contido).Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade. é aproximada. Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo. Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente. divisor. 17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto.

separa-se no dividendo. por exemplo.2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. dê 7. Para as divisões exatas vale. Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15).ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras. isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito.3. também. a propriedade distributiva. um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes. por exemplo. Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero. sua terça parte. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4. por 4. obtendo o primeiro algarismo do quociente (3). Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor. 7 ÷ 0 = ? (impossível). na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. A parte separada é o primeiro dividendo parcial.4. por 3. 5 639 15 3 25 . pois não existe número algum que. Assim. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10. a partir da esquerda.ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero. multiplicado por 0. porque 30 = 7 x 4 + 2 2. Assim.ª Para dividir um número qualquer por outro. sua quarta parte etc.

multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). obtém-se. assim. 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9). 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7).A seguir. tendo como resultado o resto parcial (11). 26 . que é o último desta divisão. 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. tendo como resultado o resto parcial (8). 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113). multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). o terceiro dividendo (89). 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5).

é a potência. Se a operação estiver correta. 2. . expoente ou grau. deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente.o número 3 é denominado base.o número 243. .4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto. deve-se encontrar o dividendo (5 639). A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14). 14.o número 5.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão. 27 . Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. produto de todos os fatores repetidos. como já aprendido. Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência. .4. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2.3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real.4.

1 Regras práticas de potenciação 1. é igual ao inverso do mesmo número. elevado a um expoente negativo. 28 . Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente.ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7.ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4.2. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base.ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3. com expoente positivo.ª Qualquer número diferente de zero. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5. c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes.5.

Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15. 9.5. 5. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7. 8. Calcular o quadrado de 125. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2. Calcular o cubo de 9. 7. Calcular o cubo de 3.202 + 63 + 42 = 29 .92 + 152 .2 Exercícios 1. Calcular o quadrado de 133. 6.2. 3. 4.

Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400. Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas. a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. à razão de 8 horas por dia. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês.10. Calcular as unidades fabricadas. Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina. calcular o número de peças fabricadas. por setor.02 1 008 Produção diária Produção horária .

623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2. seguido do nome unidades.001 ⇒ 1 milésimo 31 .01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0.02 ⇒ 2 centésimos 0. Exemplo: 3.125. 3.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3. e também as posições decimais.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte.14 = 314 100 → 7. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira. Se a parte inteira for nula. dessa unidade. São exemplos: 15. Na outra forma de leitura. a decimal. e os números à direita da vírgula representam.485 = 7485 → 1000 2. sucessivamente. o da direita. à direita. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos. O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita.8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. é necessário conhecer os décimos. parte decimal. centésimos e milésimos. lêse somente a parte decimal. milésimos etc.005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil. centésimos. décimos. e depois a parte decimal.05 = 205 100 → 2.

8 décimos. 2 unidades.3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. 7 centésimos e 4 milésimos. 32 . 6 centésimos e 5 milésimos. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. 6 décimos. decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. inteira. 3 unidades. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas. Exemplos: 43. 3. 1 unidade. é muito fácil saber qual é o maior.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos. maior.874 – Ele é formado por: 2 dezenas.918463. o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes. 21. Neste caso.623 Por outro lado.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4. 3. 8 décimos. 2 décimos. pode-se usar posições cada vez mais para a direita.845 Qual é o número que contém 4 unidades. 9 1 8 4 6 3 quatro inteiros. 4.

Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula.15 e 6. 3. 33 .15 e 6.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8). No exemplo. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula. 3. é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior.4. – vê-se que 300 é maior que 125.Exemplos: Qual é o maior: 2.52. Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas. porque 15 é maior que 12.300 e 8. para saber qual é o maior.70. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais.31 ou 1.7 é maior que 6. e o segundo só tem um.15 é maior que 3.03 é maior que 9.125.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.1 Primeiro caso Observando os números 3.15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6). coloca-se a vírgula no resultado. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8.31 é maior que 1. porque 2 é maior que 1.12.628 porque 12 é maior que 10.7. Assim: 6. 3. Do mesmo modo.5 é maior que 10.3 é maior que 8.2 Segundo caso Observando agora os números 6.3. Assim. Em outro exemplo: 8. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula. Neste caso.3. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula. Depois. 6. o número 11.52? Logo se vê que 2. para completar a soma.12 porque 11 é maior que 9 e o número 12. Em seguida. 3. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3.15 e 3.12. Neste caso.

Neste caso.00 21. Exemplo: Efetuar a soma: 8.540 111.Exemplo: Efetuar a soma: 5.61 + 237. As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula).2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal.23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal.117.1 m 3.943 – 117.4. 3.23 + 13= 21. para completar a subtração.23 8.23 + 13.135 + 103. Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228. Exemplo: Para somar 3.1.2 m a unidade de medida é o metro + 25. para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro.61 + 237.402 346.402= 346.540 228.147 5.147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula). Depois.1 Soma de medidas – Para somar medidas.135 103. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais. 34 .403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas.3 m a unidade de medida é o metro 3. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais.1 m a unidade de medida é o metro 28. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).4.943 . é necessário colocar a vírgula no resultado. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.2 m + 25.

4.4.7. coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros. 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais. efetua-se a operação: 9.453 5. Dos números que foram multiplicados.7.00 . 14 x 20 4.3.000- 5.453 -7 - 5 .3. 9.3.3 Multiplicação de números decimais 3. Neste caso. 35 . 12. isto é.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente.00 .000. um algarismo depois da vírgula).78 3. uma casa após a vírgula: 12.22 Para facilitar a operação. fazse a multiplicação como nos números naturais. o resultado também fica com duas posições decimais. o resultado ficará com uma casa decimal.453 1.6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado. Exemplo: 2.Exemplos: 9.453 . dois algarismos depois da vírgula.3.6. 6 x 40 50.22 Depois. 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural. isto é. um possui uma casa decimal (12.22 2.

o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais. 3.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso.58 duas casas decimais x 3.888 três casas decimais Neste exemplo.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−. 314 x 50 11.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48.4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado. a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula. 14. 36 . o resultado ficou com três casas decimais.2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo.25 0 7295 2918 + 1459 0 18. três algarismos depois da vírgula.4 0 108 + 27 3. 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais. Da mesma maneira.59 x 1. . o resultado também fica com três posições decimais. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural.3.7 2 casas −−. isto é. e assim por diante. o resultado terá quatro casas decimais.7 x 1. Exemplo: 2.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural. Exemplo: 2.4. da direita para a esquerda. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13.

3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais..º exemplo: 12.10 8 0 2...22 ÷ 2.3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.4 0 92 .4.4.22 ÷ 2.2 3 0 1.9 5 0 ÷ 2.8 uma posição decimal 3..22 2..4 Resultado: 1. 2..3 . 3. Assim..4.36 01 94 .4 . ao invés de somar.744 5.3. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor. 3. o quociente terá 1 casa decimal.4 12. ou seja: 1.744 ÷ 5. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor.4 Para colocar a vírgula no quociente. coloca-se um zero ao lado do 92.1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1.1 62 0 324 324 000 37 . método de igualar as casas decimais para continuar.4.92 00 ou 322 230 092 230 1. 7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1..4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação. Exemplo: 4.º exemplo: 3.. 920 920 000 230 . nesta operação.

55 ÷ 63 = 116.º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais.1 83. Então: 1 – 0 = 1 83. Assim: 12.55 63 . ou seja.4 = 2.63 0 1.1 = 2.7 27 .0 38 = 2 .7 ÷ 27 = 3.36 3 - 1 = 2 3. do número de posições decimais do divisor.27 00 Para colocar a vírgula.1 1 .O dividendo tem três posições decimais.85 53 5 . Como 3 .85 2 .3 15 0 00 Para colocar a vírgula. Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83. que é um. e o divisor tem uma posição decimal. que é zero. zero posições decimais.1 02 7 . o quociente terá duas posições decimais.55 ÷ 63 = 1.81 0 3.7 ÷ 27 = 3.0 = 1 4. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo.º exemplo: 116. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116.50 4 0 03 15 .744 ÷ 5.

85 = 39 .4.8 7. 46.8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1. sem partes decimais.2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1.9 ÷ 3. 2.4. o divisor tem duas posições decimais.8 ÷ 7.46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal. porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula.16 ÷ 0.68 = 12 8.85 = O dividendo tem uma posição decimal. Se for colocado um zero no dividendo.90 ÷ 3.3.º exemplo: 46. ficam duas posições decimais. 3.1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais. 46. sem mudar seu valor.6 8 0 12 1 36 .1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras.8 .68 .8 ÷ 7.8 = 6 1 .16 0. tanto no dividendo como no divisor: 53.4. O divisor também tem uma posição decimal.º exemplo: 8.º exemplo: 53.4.

porque: 40 .Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.42 50 0 28 17 000 .500 ÷ 2.202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.500 2.85 = 14 2 2 – = 0 2.17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição.5 = 202.85 .90 3.125 .5 ÷ 2.38 5 0 14 15 40 .º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras. pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50. 53.5 .0 50.125 = 28 3 – 3 = 0 3. porque: 53.90 ÷ 3.125 = 28 59.º exemplo: 59. porque: 59.15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal.

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo. Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .

46 .∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura. Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2. Calcular o comprimento C da figura.

4.2. 180. 4. 21 é múltiplo de 7 e de 3. que é múltiplo de 3. 47 .4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata. 170 e 485. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares. Exemplos: 220. 4.2. 192 e 72. 785.2. Exemplos: 282. 250. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4.2 DIVISIBILIDADE 4.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3.2. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15.2. 135. 6 ou 8. 4. Assim. 2 334.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. 2.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo. Exemplos: os números 316.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0. 4.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4.

2 000.60 09 – 45 .15 03 – 15 . 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 . Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36. 100. separadamente. à direita do traço vertical. 4. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18.01 48 2 2 2 3 3 5 . até obter quocientes iguais à unidade.4.05 01 . 50. b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4. 4.7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0.2. escrevem-se os números em linha horizontal.05 .01. 90.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1). 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores. pelos não-comuns. Exemplos: 20.30 09 – 45 .6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. dividem-se todos pelos fatores primos comuns e.4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo.2. Na prática. que é divisível por 9. Isto é: MMC (36.05 01 .

3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3. 1 200 e 1 500 d) 45. Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6. determinando o MMC entre esses números. 110 e 50 b) 25. 4. 15 e 90 c) 400. 24 e 18 h) 8. 24.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220. 180 e 300 em seus fatores primos. 12.4. 18 e 16 2 Decompor os números 168.

50 .

Mas não basta dizer os dois números. o segundo. diferente de zero. desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte. lê-se a fração de modo diferente. Exemplos: 51 . um depois do outro: conforme o denominador. e chama-se denominador. A parte tomada representa um quarto do todo. Exemplo: = 1 . diz-se primeiro o numerador e depois o denominador.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. e é chamado numerador.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. indica em quantas partes. 5. de mesma forma e tamanho. foi dividido o inteiro.

terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto. as frações podem ter qualquer outro denominador. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores. diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos . quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto.quando o denominador é 10. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo.quando o denominador é 100. Para ler frações com denominador 10. oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono. 100 e 1 000: .Denominador lê-se Exemplo 2 meio. diferente de zero. quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 . meios 1 0 2 3 terço.

2.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador.quando o denominador é 1 000... lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5.2.1 Fração própria O numerador é menor que o denominador. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100. 1 000. Cada parte corresponde a um sexto do círculo. Suponha-se um círculo dividido em seis partes.2 TIPOS DE FRAÇÕES 5. Na figura a seguir... = 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5. o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 .

4 Número misto É a soma de um número inteiro. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 . diferentes de 1.5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria. diferente de zero.5.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número. Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5. obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior. mantendo o mesmo denominador. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5.2.2. diferente de zero. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível).3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador. o resto será o numerador e o denominador será o mesmo. 8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –. o quociente será o inteiro. com uma fração própria.

2 0 MMC (4.Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5. a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 . .6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador. . O produto é o novo numerador. = . 4 3 5 60 60 60 55 . 3. 1 0 . 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas.[ Exemplo: 3 . a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração. é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. O resultado é o novo denominador. Para isso.

respectivamente. observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras. Por esta razão. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 . pode-se escrever. e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 . 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5. ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 . a unidade está dividida em 5 partes iguais. 3. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. a maior é aquela que tem maior numerador. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 .7.7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações. 5 Então 30 é maior que 2 . São os sinais > e <.1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que. pode-se escrever . e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 .Resumo: MMC (4. ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5.

é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar.3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes.7. mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores. 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador.5. 16 Já se sabe que. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). 8 4 4 5. 4 8 é menor que 3 .2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador.7. 4 3 16 tem maior numerador que 16 57 . 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 . a maior é aquela que tem o menor denominador. Então. encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 . Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4. e escreve-se → > . e escreve-se → 3 < 3 . a maior é a que tem o maior numerador. se as duas frações têm o mesmo denominador.

3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores. transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias. 4 16 5.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5. 3. 2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores. simplificam-se ou extraem-se os inteiros.8. somam-se os numeradores. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1. 16 ↓ 1> 3 .9. 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . se houver necessidade. em seguida.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 .8.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador.8. uma vez realizada a operação. conservando o mesmo denominador. 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5.

se houver necessidade. em seguida.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. simplifica-se ou extraem-se os inteiros.11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira. 7 − 2 ⇒ mmc (8.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. em seguida. Em seguida. e viceversa). 5. transformam-se os números naturais em frações impróprias e. aplicar a regra anterior. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador. o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. uma vez realizada a operação.9.5. 59 . eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar. efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e.

2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1.12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5.Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão. 11 . Exemplo: 0. 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias.25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 .1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais.º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 .º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2. inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação.12.8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais. 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3. 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.25 = 13 ÷ 16 = 0.5 tem uma casa decimal: 0. 1 4 1 4 4 5.25 5.12. Invertendo e multiplicando tem-se . basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador. basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a).e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 . Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ). 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê. se escreve.

se 15 parafusos custam R$ 20. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais. Na verdade. custarão R$ 40.00. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40.00. Assim.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer. 30 parafusos. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40. que é o dobro de R$ 20.00 é de fato o custo dos parafusos.00. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples. que é o dobro de 15. simples ou composta. 61 . Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20. Pode ser direta ou inversa. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços. 6.00. direta ou inversa.

Neste caso. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora. aumenta também o preço a ser pago. o profissional gastará mais dias. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie. as grandezas são inversamente proporcionais porque. e vice-versa.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. Assim. diminuindo uma delas. aumentando o número de parafusos. aumentando um termo da razão. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa.6. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. diminui seu correspondente na segunda. onde se encontra “X”. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente. para construir a mesma tarefa em metade do tempo. em “X” dias preparará 300 peças. diminuindo um termo na primeira razão. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. invertem-se os termos na razão. aumenta seu correspondente na outra. para fazer mais peças. claro está que se deve dobrar o número de operários.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. Isso significa que. o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais.

quanto maior o diâmetro. Tem-se. menor a rpm. maior a rpm da polia. então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. calcular as rpm da polia B. pois. Figura 2 – Diâmetro de polias 63 . quanto menor o diâmetro. 20 Sendo assim. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm. a razão entre os diâmetros das polias A e B é . X No entanto. arma-se a proporção invertendo a segunda razão.Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. ou engrenagens. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. e a razão entre as 30 240 rpm é .

tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6. tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens.4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas.80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa.Estabelecendo a proporção inversa. Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A . Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 .60 dentes Engrenagem B . 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3. a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens.

Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%.a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento. significa que há redução de R$ 15. tendo ¾ de metro de largura.a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro.50 m de sombra. que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três.00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados.00. Diz-se. Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87. . ou 30%. portanto: . . Veja-se o significado dessas expressões: . com 24 dentes.5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”.50 m de pano. sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37. ou 15%. Percebe-se. Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6. 4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias. assim.3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K. 65 .50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”. dá 300 rotações (rpm). sabendo que a roda condutora H. de 72 dentes.

15% significa que. teriam faltado 15 deles. 4 Em um lote de 40 peças. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito.00 – R$ 80.00 100 10 = 800 X R$ 10. Mas.00 sofreu um desconto de 10%. .00 ═ R$ 720. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100.00 O valor do desconto é R$ 80.00. Quantos alunos faltaram? Como se sabe.00.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80. se a classe tivesse 100 alunos. 38 peças ficaram boas. como a classe tem 40 alunos. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados. Valor a pagar: R$ 800.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Um televisor colorido que custava R$ 800. 5% ficaram com defeito. Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%. 40 – 2 66 ═ 38. Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos. é preciso determinar quantos faltaram.00 R$ 800.

Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 . quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas. apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino.5.6. 5% apresentam defeito. Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas.1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas. Para ter direito ao certificado. somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas.

68 .

os submúltiplos do metro.1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. que são os múltiplos do metro. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0. que interessam mais aos cursos na área da Mecânica. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro.000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO. cuja unidade é o metro.001 m micrômetro µm 0. 69 . 7.01 m milímetro mm 0.7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade. dez. 1988).1 m centímetro cm 0. que são chamadas submúltiplos do metro. existem medidas menores derivadas do metro. Para isso.

conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . Se o metro for dividido em 100 partes iguais. formam-se outras medidas de comprimento.As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro. que corresponde a um metro. cada uma delas se chama milímetro. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. cada uma delas se chama centímetro. São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. considerando-o como unidade. Partindo do metro. isto é. Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais. Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. cada uma delas se chama decímetro.

735 representa 2 metros. ficam os milímetros. 3 decímetros 7 metros 2.º depois dos decímetros ficam os centímetros. para medir com exatidão.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2. No entanto. – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro.01 mm. depois dos centímetros.001 mm. .735 m metros 1. depois da vírgula. que vale 0. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2.1 mm. centímetros e milímetros.º parte-se da posição das unidades. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. que vale 0. 7 3 5 metros 2. porque a unidade indicada ao lado da medida é metro. 7. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10. 3 centímetros e 5 milímetros.º mais à direita ainda. 100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro. 71 . a medida 2. 7 decímetros.º à direita dos metros. 2. 7 3 5 metros 3. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro.nela tem-se os metros. metros Então. ficam os decímetros. metros decímetros centímetros 2. como decímetros. metros 4. é preciso conhecer suas posições. que vale 0.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena.

082 mm. sua medida vai ser 20. assim. a folga entre eles é de 0.010 mm = 0. a folga será de 0.1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0. Mudando as medidas. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste. ou seja.002 mm.080 mm. 72 .01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0. Por isso. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais.080 mm menos que o furo.010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo.0010 mm = 0. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0.Pode-se dizer. também. Nesse caso. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão. 0.072 mm. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica.10 mm = 1 mm. em Mecânica. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado. • o eixo mede 20.

que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. então. 1 cm 0. símbolo µm. ← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2. Tem-se. porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0. Os instrumentos mais usados são o paquímetro. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais. e o micrômetro. que mede com exatidão de até centésimos de milímetro.01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento.01 m de outra chapa.Para medir com exatidão de décimos. O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro. Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso. 7. 32.01 m. deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais.355 m. 73 . • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra.

então. – Converter 2. mm 2 Neste caso. acrescentar zeros. Às vezes. mm Neste caso. Tem-se. Tem-se. então. 0.73 m. 74 . então.012 m em cm. acrescentar zero. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas. 201. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. m dm 7. então. – Converter 7. 245 cm.45 m em cm. dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso. cm 3 m 0. Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula.3 dm em m. Tem-se.2 cm. na falta de números. m 2. a vírgula não tem razão de existir.1 m em mm.– Converter 2. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1. – Converter 2. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5. deve-se correr a vírgula para a direita até cm. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. Tem-se. 2 100 mm. Vírgula → m 2. na falta de números. m 2. dm 7 cm 3 Neste caso.

40 mm. 1.4 = 12. cento e vinte e oito avos  . 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  . ou fração.4.175 milímetros 3. oitavos   .  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada.4 = 8 41 8 x 25. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros.º exemplo: Converter em polegadas 130.175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25. Tem-se: 130. 7.4 = 130. Tem-se: 2 x 25.º exemplo: Converter 2” em milímetros. " 2 x 25.7.7 milímetros Para converter milímetros em polegadas. pelo equivalente da polegada em milímetros: 25. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   .º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros. sessenta e quatro avos   .4 25400 25400 " 75 . dezesseis avos  .4 = 50. " " x 25.5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada. 4.º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros.175 mm.8 milímetros 2. quartos   .

A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A. 76 .7. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura. A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura. B e C indicados na figura. 5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura.

8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 77 . 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.

7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0. consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig. 4).1 mm A escala do cursor.7. 7.001” (Fig. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado.1 Princípio do Vernier de 0. podendo a polegada ser fracionária ou milesimal. O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga. Figura 5 − Escala 78 . a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier. com superfícies planas e polidas. Suas graduações referem-se a 20°. que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier.02 mm.7. que eles afirmam ser o inventor). Geralmente é construído em aço inoxidável. A escala é graduada em milímetros e polegadas. 5). 1” e 0.

fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa.9 mm (Fig. 7). 5). 9). coincidindo o segundo traço com 0.3 mm (Fig. 10). e assim sucessivamente. Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento. que é igual a 9 mm (Fig.2 Figura 10 – Posição 0.1 mm do que cada divisão da escala fixa. e dividindo pelo número de suas divisões (10).2 mm (Fig. Figura 8 – Posição 0. o terceiro traço com 0.1 Figura 9 – Posição 0. Figura 7 – Escala nônio Assim sendo. Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig.Tomando o comprimento total do nônio. o paquímetro estará aberto em 0. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0. 8).3 79 .1 mm (Fig. conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0. 6).

no décimo traço.7. pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig. 14). ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa. a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões. 12).3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada. 11). Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário.7. sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo. no segundo traço. 1/8” (Fig.7. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig. 15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 . 5/8” (Fig. a leitura da medida será 1/16” (Fig. 13). O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento.

Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador.3. 20).º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. a leitura da medida será 1/128” (Fig. O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio. 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços). 19). 17). conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa. utilizam-se os processos a seguir descritos. 81 . Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. 18). Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas. assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário. utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. 16). o terceiro traço 3/128” (Fig.Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. o segundo traço 1/64” (Fig. o quarto traço 1/32”. 7. e assim sucessivamente. se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa.1 Processo para a colocação de medidas 1.7.

45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio. Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .3.33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2. repetindo o denominador da concordância.º exemplo − Ler a medida da Figura 22.2 Processo para a leitura de medidas 1. 21).7.

abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25. Ao final da aplicação do processo.º exemplo − Ler a medida da Figura 23.º exemplo − Ler a medida da Figura 25. como se fosse iniciada a operação.º exemplo − Ler a medida da Figura 24. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3. inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada.Posição 13/32” 4.2. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 . + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 .

7.4 Exercícios Fazer as leituras abaixo. Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .7.

7. mostram-se alguns exemplos.7.5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes. Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 .

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

Exemplos: retângulo trapézio losango 8.1.1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais. pode-se abrir o arame até que fique reto.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada. imagine-se uma figura com o contorno feito em arame. Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8. 8. e medir seu comprimento. Para entender melhor. Essa medida chama-se perímetro.8 GEOMETRIA PLANA 8.1.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais.2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido. Para medir seu perímetro. 87 .

basta somar as medidas das partes do contorno.0 2.A medição do perímetro através desse método é fácil. Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena. pois não se pode abri-lo.. Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto. Para calcular o perímetro. pode acontecer de a medida não ser muito exata. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto.5 + 2. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 .0 5. Fazendo desse modo.0 cm cm cm cm cm Às vezes.. Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1. por ser um contorno de arame que pode ser aberto.5 15. 5. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida.

1.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície.8 cm 11.9 cm + 3.0 cm + 2. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado.0 cm + 2. 2.9 cm 3.º Somam-se as medidas dois lados: 2. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.0 cm Agora.8 cm = 2.3 cm 2. 89 .º – Mede-se cada lado do contorno.3 cm + 2. Para medir uma superfície. isto é. Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado. a parte interna de uma figura plana. 8. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida.

a medida da superfície de A é 32 unidades. Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta. Então. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . Contam-se quantos quadrados cabem na figura B. pode-se medir a superfície da figura B.Quantas vezes a unidade. começa-se comparando a figura A. o quadrado. também existem unidades padrão de medida. Do mesmo modo. isto é. isto é. para calcular a área da superfície. Para medir superfícies. A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados.

Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. a medida é dada na unidade que se escolheu.5280 m = 95. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície. é preciso compará-la com o cm2. Nesse caso. mas precisa-se dela em outra unidade. Já se viu que. 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado.Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. para transformar medidas de comprimento. é só fazer a transformação. Vejam-se os exemplos a seguir. cm 2 mm 8 0 91 . Assim. Exemplo: dam dam 9. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. ‘ 8.280 dm m 9. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado. a vírgula é deslocada de uma em uma posição.

dam2 m2 5. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2. Exemplo 4 − Escrever a medida 9. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação.3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula.8 m2 em dm2: 9. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda. 9. 92 . escrever a medida 112.5 cm2 = 0.5 dm2 em m2: 112. Exemplo 1 − Transformar a medida 5. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2.5 dm2 = 1. mm2 4 Resposta: 157 536.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros.125 m2 Neste caso. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15.Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15.

Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados.Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado. a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 . é utilizado para a medição de superfícies grandes. cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente. Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado. No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2.

no retângulo todo. a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2.5.8. 8. no retângulo todo cabem 18 cm2. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. mede-se a largura e o comprimento do retângulo. Resultado. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. 94 . Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo. como 3 x 6 = 18. vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento. quer dizer que. cabem três filas de 6 cm2. Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm. 6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm. 3 cm 6 cm Então. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal.5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela.

Às vezes. 37 mm = 3. Neste caso.4 x 3. É preciso multiplicar 7.Este retângulo tem 3. Quando os lados estão em milímetros.7 cm 3. com a diferença de. quando estão em metros. a largura e o comprimento terem a mesma medida.4 cm de comprimento.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros. a área do retângulo é 23.4 por 3. 95 . a área fica em mm2.5.35 cm2 8.2 148 + 222 0 23.7 cm x 5.68 Neste caso. e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra. fica em m2.68 cm2. as medidas são dadas em unidades diferentes.2 para achar a área: 7. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado.2 cm de largura e 7. calcular a área do retângulo. no quadrado. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para. depois.

Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes. Como a figura é um quadrado.25 mm2. Então. 96 . Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado.25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992. área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros.5 31. a área da figura é 1 384 mm2.5 largura = 31. comprimento = 31. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm. o comprimento é igual à largura. Assim: Desse modo.5 mm 157 5 315 + 945 0 992.5 mm de lado.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31.5 mm x 31.

Logo. porque os triângulos ABE e DCF são iguais. do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira. A = B⋅h 97 . forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm.Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura.5. Dessa maneira.3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD.

4 m 14.7 m e a altura.4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC.8 m de altura.7 m altura = 1.58 m2 00 5 4 18 0 2 10. 1. forma-se o paralelogramo ABCD.72 m altura = 1. Fórmula: A = B x h A = 3.696 m2 a área do paralelogramo é 6.7m ⋅ 1.4m 2 base = 14. 98 .5. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10..8 m base = 3.8 m Resultado: 3.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3. equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD. Portanto.7 m x 1. 8. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB.72 m x 1.72 m de base e 1.7 m x 1.696 m2. A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14. respectivamente.4 m. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6.4 m 588 147 0 20.29 m2.

8. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC. ACO. A= AE × CG 2 99 .6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais. CDE. CEO. se bases B1 e b2 respectivamente. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . a área do losango é a metade do produto de suas diagonais.5. 8. e de mesmas alturas. Logo. EGO.5. divide o trapézio em dois triângulos. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2. forma-se o retângulo.5 Área do trapézio A diagonal. linha que une dois vértices não-consecutivos BD. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos. então a área do losango é a metade da área do retângulo. EFG. GHA. O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS. GAO).

5. Fórmula: A = π R2 A = 3. 8. respectivamente.54 m². 3.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero.1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78.1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78.1416 x (5 m)² A = 3. C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m. 9 m e 4 m. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m .5400 .

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

05146 20 1.01247 12 1.01545 10 1.8.08239 18 1. n.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.15470 16 1.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 .02572 6 1.01959 8 1.6. representado no exemplo pelo hexágono.41421 14 1. basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.03528 8.º de divisões constante n.º de divisões constante 4 1.

É comum.1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir.8 103 . L = D x constante = 44 x 0. Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões.587 = 25. nos trabalhos em oficina.7. Para isso. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais. 8.

dizse ângulo Ô (Fig.183 33 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig.239 29 0.095 18 0.587 21 0.382 24 0.136 8 0. 35) quando possuem o vértice e um lado comum.º de divisões constante 3 0.111 13 0. As retas que formam o ângulo chamam-se lados.342 25 0.866 19 0.258 28 0. 34).108 14 0.101 16 0.207 31 0.500 22 0.281 27 0.n.125 10 0.098 17 0.8. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo. 104 .130 9 0.120 11 0. Assim.º de divisões constante n.156 5 0.116 12 0. Figura 34 – Ângulo Ô 8.195 32 0.222 30 0.173 34 0.164 4 0.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.433 23 0.149 6 0.707 20 0.092 8.104 15 0.142 7 0.309 26 0.

3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. 38). Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados. sendo que. Assim. 36). a letra representativa do vértice vem entre as duas outras.4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig.8. 37). 105 . o divide ao meio (OC na Fig. o lado comum é BO. a partir do vértice.2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig. B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8. Figura 37 – Bissetriz 8. nesse caso.No caso do ângulo da Figura 35. na Figura 35 tem-se AÔB.8.8. Figura 36 – Ângulos adjacentes 8.

Figura 39 – Ângulo reto 8. 41).Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8.8.5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig.7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig. Figura 41 – Ângulo raso 106 .8. Figura 40 – Ângulo agudo 8. 40).6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig. 39).8.

O sistema utilizado é o sexagesimal. por sua vez. por exemplo. Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco. Ou seja: os graus são somados entre si. O ângulo de 20° é suplemento de 160°. os minutos entre si e os segundos entre si. O grau.10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas.8.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”.8 Ângulos complementares. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 . São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°). é complemento de 60°. O sistema utilizado é o circular. O ângulo de 80° é replemento de 280°. o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos. simbolizado por dupla aspa (”). 8. da mesma forma que o minuto. escrita ao lado do número. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. Assim. pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°.8. 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco. 1 grau equivale a 3 600 segundos. As relações entre o grau. tem dois submúltiplos: o minuto.8. cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. e o segundo. 8. pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°.8. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). O ângulo de 30°. Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”.

8. transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”.11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. a 41° 4’ 37”. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo. por fim. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” .Como 61’ contêm 1° mais 1’. Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo.8. Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo. b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior.

isto é. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos.9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos. e os outros dois. Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). conhecidos dois lados do triângulo retângulo. Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43. Como exemplo tem-se aqueles em que. tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 . 90° (Fig.8. 42) – o lado maior é chamado hipotenusa. nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto. catetos. Com efeito. se procura determinar o terceiro lado. vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

113 . As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem. Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide. prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9.1.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono.Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. recebe o nome de pirâmide.

pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9. recebe o nome de cilindro reto. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo. Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base. cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução.1.3 Cilindro. recebe o nome de cone reto. Figura 52 − Cone 114 .

O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. 3 O símbolo do decímetro cúbico é dm . 9. É o número que exprime sua medida. Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. recebe o nome de esfera. 115 . Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica. Essas unidades são os cubos. Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. 3 O símbolo do metro cúbico é m . Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo. cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas. não é oca.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele.Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros.

000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos.2. . somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos. Isto é: V = B .1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000.001 m3 cm 3 0. Constitui. o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática.2 Cálculo de volumes De modo geral.Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0. portanto.000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0. Solução: = m3 dm3 000.467 cm3 dm3 700 cm3 000. h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21. suprindo de zeros caso faltem algarismos.7 m3 = Solução: 38. 21 700 000 cm3 b) Converter 38. 9.2. Exemplos: a) Representar 21.7 m3 em cm3: Resposta: 21. 000 cm3 mm3 038. um sistema milesimal. 467 0.000 038 467 m3 9.

as pirâmides classificam-se de acordo com as bases.14. Isto é: V = A. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm.2. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h). O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide.C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9.1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes. então: V = π.9.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.2.2. 117 . Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm. (10 cm)2 .2.2. então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm.B. então: V = A.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo.2. Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões.h V = 3.2.2. 20 cm V = 6 280 cm3 9.B.r2.3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados.

Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura. Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h). Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9.O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide. (6 cm)2 .800 cm3 118 . 3. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X . Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm.2. então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 .14 .2. 10 cm 3 V = 376.5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos.

14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.2.2.2.6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.9.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .7 Volume do tronco de cone V= π .2.2.2.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.

3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 .B.2.h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 . h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.C pirâmide cilindro V = = ) π.9.

... AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ..... 121 ...... AC é o cateto oposto ao ângulo B....... Â é ângulo reto.. B e .......... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B............. BC é a .........10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas.... Para isso..... são ângulos agudos...... Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os .............. primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente................. Continuando a observar: AB ..............

.. então..1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â....... B BC AC AC é o ângulo agudo considerado.............Adjacente é o mesmo que vizinho.. é o . Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado.............. Tendo em vista a semelhança entre os triângulos............... junto.... é a ................... é o cateto adjacente (vizinho......... Considere-se o triângulo retângulo ABC. é a hipotenusa.................... contíguo....... pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais....adjacente (vizinho.. é o cateto oposto ao ângulo Ĉ.... ao ângulo B..... as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = . de lados AB e AC. m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â...... cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 ........... contíguo ou junto) ao ângulo B..... 10.. é o .... contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ.... Valem.

.1... sen 60° = ....... porém. 86....... Só olhar para este final de folha depois de tudo feito..........10.. sen X = ... sen 15° =.1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = ..... por favor...................... 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12..... sen 75° =....6 100 sen 30° =...65 25 123 .........5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21... não copiar. 2 Conferir suas respostas........................

Assim. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â. de lados AB e AC. B’ C’.. B” C”. do mesmo modo que se viu em seno.. – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente. estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = . perpendiculares a AC.10. Em breve. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem. Pode-se então. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos. cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. mesmo que sejam trabalhosos. 124 .2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto.. Os segmentos BC. para que se possa compreender bem as funções trigonométricas. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.. determinam triângulos retângulos semelhantes.. que são de grande interesse na Oficina.

10............2........ cos R =..... cos 12°30’ = .............64 20 125 .......9 100 cos P =........ Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19.........1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13........ cos 67°30’ = ....25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7..........................

. B” C”. B’ C’...........0 D . de lados AB e AC............ então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos.1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = ..... Os segmentos BC.. Completou com: D F 126 e F.. m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â..... determinam triângulos retângulos.. Muito bem! Pode continuar.....3. os lados correspondentes são proporcionais.. 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10...... Escreve-se.. e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ....10.3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â... tgW = C B tg B = ..... perpendiculares a AC..

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”. 5 Determinar “L”. 130 .3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”.

0320 0.0465 0.5348 0.0058 0.5925 0.1736 83 82 81 80 10 0.1536 0.0929 0.1736 0.3665 0.1765 0.0349 0.1650 0.1248 0.2164 0.3746 0.2051 0.3827 0.4899 0.0698 0.3746 0.0349 0.6361 0.3420 0.45° a 90° 131 .0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.5398 0.1161 0.1880 0.1478 0.5200 0.0669 0.4384 0.2250 0.1851 0.3173 0.3090 0.0087 0.3584 0.3007 0.4617 0.4823 0.6820 0.0552 0.6648 0.5100 0.0756 0.TABELA DE SENO .3773 0.5275 0.3987 0.0523 0.5568 0.6065 0.6561 0.4253 0.0175 0.4014 0.2616 0.4067 0.1564 0.1132 0.5050 0.5446 0.2756 0.6157 0.6180 0.5878 0.6428 53 52 51 50 40 0.3062 0.2022 0.2504 0.4950 0.4975 0.2924 0.6111 0.4772 0.2136 0.1908 0.2924 0.3090 0.6670 0.1593 0.0436 0.5075 0.2784 0.1994 0.2588 78 77 76 75 15 0.5422 0.3881 0.4120 0.3529 0.7009 0.6041 0.2560 0.3256 0.6472 0.6947 0.6841 0.1363 0.6450 0.4226 68 67 66 65 25 0.1449 0.2193 0.3934 0.2334 0.2588 0.3475 0.2306 0.4200 0.1822 0.3201 0.5948 0.3638 0.4540 0.5250 0.6202 0.4540 0.0727 0.4720 0.2532 0.5592 0.6248 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.3420 73 72 71 70 20 0.5299 0.2756 74 16 17 18 19 0.1219 0.5373 0.4173 0.6018 0.6271 0.4331 0.4643 0.3311 0.0291 0.3283 0.6604 0.2419 0.7030 0.4067 0.4695 0.4041 0.4305 0.3228 0.6157 0.2700 0.2221 0.6967 0.4695 0.2896 0.6561 49 41 42 43 44 0.3907 0.6777 0.3502 0.0843 0.6018 0.5000 63 62 61 60 30 0.2108 0.6905 0.2250 0.5000 0.0698 0.6406 0.1045 0.6756 0.6691 0.1305 0.0581 0.4384 64 26 27 28 29 0.0987 0.3393 0.0814 0.5125 0.1507 0.5299 0.2476 0.0785 0.1334 0.6799 0.1392 0.1392 0.3611 0.0000 0.1937 0.6820 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .1219 0.3365 0.6517 0.0610 0.0204 0.2079 0.1074 0.3118 0.5616 0.0116 0.5901 0.3719 0.3961 0.0029 0.6626 0.7050 0.2419 0.4566 0.0233 0.3854 0.4924 0.1794 0.4147 0.4488 0.4094 0.6225 0.6926 0.5807 0.5544 0.6734 0.3557 0.1190 0.3907 0.6293 0.3448 0.6713 0.4746 0.1276 0.0145 0.2672 0.4874 0.1016 0.5592 0.6428 0.2644 0.1908 79 11 12 13 14 0.4848 0.5324 0.3584 69 21 22 23 24 0.4669 0.6293 0.5760 0.6134 0.3692 0.5854 0.4226 0.1622 0.6988 0.4410 0.3256 0.6583 0.5972 0.5736 58 57 56 55 35 0.5025 0.5225 0.4797 0.0958 0.6947 0.4514 0.1421 0.5519 0.6383 0.4279 0.1708 0.0872 0.1965 0.6539 0.2868 0.2812 0.6862 0.2363 0.1679 0.0523 0.5736 0.5878 54 36 37 38 39 0.0494 0.6884 0.6338 0.2728 0.5150 59 31 32 33 34 0.5446 0.5640 0.6088 0.5471 0.0262 0.5783 0.5495 0.6316 0.2391 0.0378 0.2447 0.4436 0.1564 0.3338 0.2278 0.3800 0.5150 0.5831 0.4358 0.5712 0.0640 0.0407 0.5175 0.2979 0.5995 0.3145 0.0175 0.3035 0.6494 0.5664 0.2840 0.4462 0.4592 0.2079 0.6691 0.0901 0.5688 0.2952 0.1103 0.1045 84 6 7 8 9 0.4848 0.

9272 0.9717 0.7254 0.7294 0.8910 0.9572 0.9986 0.9194 0.9147 0.7470 0.8480 0.0000 0.9899 0.9465 0.9026 0.7753 0.8746 0.9805 0.99993 0.9903 0.7566 0.9397 23 22 21 20 70 0.9863 0.9325 0.9959 0.7431 0.9939 0.8774 0.8403 0.9681 0.8056 0.9853 0.8631 0.9816 0.7916 0.8936 0.9903 0.8857 0.9417 0.7642 0.9976 0.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.9978 0.9063 28 27 26 25 65 0.99998 0.8760 0.8910 0.9781 0.9563 0.9750 0.9799 0.8843 0.9993 0.9922 0.9511 0.7898 0.8587 0.9261 0.9744 0.8829 0.9793 0.7431 0.8004 0.9644 0.7547 0.9822 0.9605 0.9827 0.9881 0.9483 0.9985 0.9995 0.7623 0.9135 0.9356 0.9843 0.9911 0.9994 0.9948 0.9769 0.7826 0.8107 0.9346 0.9659 18 17 16 15 75 0.9710 0.8746 29 61 62 63 64 0.7660 0.9659 0.7509 0.8572 0.7490 0.8542 0.8090 0.9957 0.9397 0.9929 0.9013 0.7234 0.9858 0.9833 0.9838 0.9474 0.7274 0.9492 0.8434 0.9945 0.8675 0.9455 19 71 72 73 74 0.8323 0.9205 0.9787 0.9455 0.9537 0.7112 0.9283 0.8192 0.9377 0.7392 0.7373 0.9272 0.99985 0.99996 0.9182 0.8897 0.9976 4 86 87 88 89 0.9667 0.9936 0.8073 0.7193 0.8923 0.9886 0.8557 0.9063 0.9811 0.9964 0.9990 0.9998 1.7314 0.9520 0.7735 0.8616 0.8660 33 32 31 30 60 0.9159 0.9942 0.9925 0.9674 0.8450 0.8718 0.8829 0.7528 0.9848 0.8660 0.9051 0.8816 0.7771 0.9216 0.8225 0.9877 9 81 82 83 84 0.9781 0.9426 0.7716 0.9967 0.9951 0.7353 0.8949 0.8788 0.7314 0.9100 0.8124 0.9932 0.9998 0.8175 0.7547 0.9996 0.9696 0.8884 0.9744 0.9945 0.7604 0.8689 0.8572 0.9983 0.TABELA DE SENO .8371 0.9038 0.9730 0.9989 0.7951 0.9872 0.7790 0.9387 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.9907 0.9848 13 12 11 10 80 0.7153 0.9974 0.7844 0.9367 0.7771 39 51 52 53 54 0.7862 0.9228 0.9250 0.9971 0.8208 0.9703 14 76 77 78 79 0.9737 0.9613 0.8496 0.9689 0.8704 0.7214 0.7986 0.8601 0.9997 0.7934 0.8290 34 56 57 58 59 0.9994 0.7808 0.99989 0.9075 0.8418 0.9981 0.8290 0.9336 0.9407 0.9124 0.7986 0.9763 0.9757 0.999996 0.8480 0.7412 0.8802 0.9528 0.9816 0.9446 0.7585 0.8526 0.9636 0.9724 0.9992 0.7698 0.9890 0.9315 0.8511 0.8090 0.8141 0.9969 0.8975 0.8241 0.8465 0.9954 0.8988 0.9986 0.9511 0.8355 0.9001 0.7333 0.9563 0.9652 0.9205 0.8732 0.9918 0.9962 8 7 6 5 85 0.8021 0.9596 0.8307 0.9988 0.9613 0.9546 0.9112 0.8870 0.8158 0.9980 0.8387 0.7451 0.9703 0.8192 38 37 36 35 55 0.8387 0.9588 0.9997 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .9628 0.9555 0.7880 0.8339 0.7679 0.9135 24 66 67 68 69 0.8258 0.9088 0.8274 0.8646 0.8962 0.9171 0.9775 0.9336 0.8039 0.9894 0.8988 0.9925 0.7193 0.9868 0.9239 0.9436 0.7880 0.9877 0.7173 0.0° a 45° 132 10 0 Graus .9293 0.9304 0.9502 0.9580 0.7133 0.7969 0.7092 0.9962 0.9621 0.9914 0.

0875 89 88 87 86 85 5 0.3673 0.6330 0.5505 0.4040 0.1584 0.1051 84 6 7 8 9 0.8050 0.9271 0.4210 0.6289 0.1914 0.6249 0.8744 0.1554 0.0466 0.8796 0.8642 0.3476 0.9827 0.3089 0.2370 0.4734 0.0437 0.4383 0.2742 0.5696 0.3640 0.5022 0.1198 0.3443 0.4074 0.3640 73 72 71 70 20 0.4314 0.0904 0.1823 0.1974 0.8342 0.2555 0.3057 0.6048 0.4806 0.8002 0.6009 0.7002 58 57 56 55 35 0.2126 0.2648 0.1524 0.2156 0.4348 0.3508 0.4877 64 26 27 28 29 0.6128 0.8391 53 52 51 50 40 0.5543 0.8899 0.6830 0.5774 63 62 61 60 30 0.2711 0.1644 0.5317 0.2679 0.9490 0.0582 0.7310 0.3574 0.7355 0.6873 0.7627 0.2836 0.9380 0.1763 0.4279 0.1614 0.4452 0.2004 0.5812 0.0670 0.0407 0.1883 0.6453 0.2773 0.8952 0.6745 0.0934 0.2899 0.4176 0.6412 0.9163 0.3839 0.9657 0.6371 0.5243 0.9884 0.9657 0.1465 0.7907 0.9004 0.3185 0.6494 0.2867 74 16 17 18 19 0.4986 0.4108 0.1228 0.8441 0.9217 0.2805 0.3973 0.1376 0.9325 0.5280 0.1287 0.5132 0.3839 69 21 22 23 24 0.5467 0.7954 0.5735 0.2401 0.6577 0.5774 0.1584 0.7490 0.4950 0.2679 78 77 76 75 15 0.3346 0.0233 0.2247 0.2278 0.3706 0.8541 0.0204 0.1405 0.6088 0.4913 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .6208 0.8693 0.0875 0.7002 0.0349 0.7813 0.3772 0.8591 0.2095 0.7673 0.4877 0.3805 0.0758 0.6787 0.6009 59 31 32 33 34 0.7265 54 36 37 38 39 0.3026 0.9770 0.3739 0.2432 0.8693 49 41 42 43 44 0.4663 0.2493 0.8847 0.8098 0.0992 0.4522 0.6168 0.5059 0.7766 0.7581 0.1346 0.5430 0.3906 0.8491 0.0641 0.TABELA DE TANGENTE .1703 0.0846 0.0699 0.8243 0.4142 0.4663 68 67 66 65 25 0.4628 0.1169 0.2126 0.2186 0.2217 0.0699 0.9713 0.2309 0.7265 0.3541 0.0000 0.9110 0.4040 0.9545 0.0729 0.1110 0.3217 0.3057 0.1405 0.8195 0.2931 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.2493 0.9325 0.3249 0.3249 0.6619 0.7400 0.2867 0.1673 0.6494 0.8146 0.4452 0.2339 0.1853 0.4487 0.6703 0.1228 0.4592 0.1257 0.3872 0.2065 0.0524 0.5392 0.4770 0.4557 0.2994 0.0816 0.4245 0.8292 0.5619 0.1317 0.7813 0.1139 0.7046 0.0524 0.6249 0.0087 0.8391 0.0349 0.6916 0.4699 0.3607 0.1944 79 11 12 13 14 0.2309 0.7445 0.5851 0.6661 0.5206 0.4245 0.7536 0.5169 0.5095 0.7221 0.0320 0.7089 0.4006 0.3411 0.6536 0.5317 0.0291 0.9435 0.6745 0.2962 0.9004 0.3443 0.7177 0.0175 0.0612 0.5354 0.9601 0.5095 0.1944 0.45° a 90° 133 .2586 0.0378 0.3281 0.1080 0.0963 0.0116 0.1051 0.1022 0.1793 0.3153 0.0262 0.3314 0.0495 0.0553 0.1733 0.0175 0.2524 0.0029 0.3378 0.5658 0.4841 0.7720 0.2462 0.7133 0.1763 83 82 81 80 10 0.0058 0.7536 0.0787 0.3121 0.7860 0.1435 0.0145 0.2035 0.5890 0.9942 0.1495 0.5581 0.4417 0.2617 0.5543 0.5969 0.3939 0.9057 0.6959 0.8098 0.5930 0.

0777 3.6746 2.1106 1.8854 18.1436 1.2371 3.1716 3.4826 34 56 57 58 59 1.0098 10.8502 2.4495 3.1171 1.8262 12.3559 2.3369 2.2423 1.3138 9 81 82 83 84 6.7760 3.3402 3.2131 1.1504 1.5013 1.1943 2.9136 3.7675 1.4342 2.9210 2.6003 1.2041 3.6985 2.2687 8.1988 1.1126 4.9530 9.5764 4.3897 4.3597 1.9038 38.3499 22.6363 57.2954 1.1123 1.0594 7.6048 21.5301 1.1106 1.2276 1.5555 10.1918 44 43 42 41 40 50 1.1885 114.7556 1.9600 3.8239 2.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.6753 1.6279 2.1609 2.0661 1.1778 1.7729 5.5958 8.3854 6.9074 1.7437 1.4460 1.0811 28.1154 8.0176 1.0355 1.8546 1.2723 1.3270 1.2113 2.4545 2.7321 3.3955 4.8770 2.0° a 45° 134 10 0 Graus .6319 1.4550 1.3764 1.4281 38 37 36 35 55 1.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .5386 2.2497 1.3351 1.7321 18 17 16 15 75 3.1693 24.6977 1.6426 1.6212 1.2349 1.1041 1.4124 3.1303 1.8269 7.3678 85.0724 1.7917 1.6864 1.3007 19.4874 2.0057 2.8667 3.5798 1.3750 2.1640 1.2799 1.3270 1.1571 1.0503 1.6059 3.6643 1.1443 9.8676 1.1369 1.5656 2.2900 14.5108 1.8165 1.0503 2.5172 2.5261 2.2817 2.4142 2.4193 1.2572 1.4751 2.5900 1.0235 1.0786 1.4494 4.9042 3.9682 7.1237 1.5605 2.3032 1.1445 2.1446 5.7475 2.3093 4.0000 1.5597 1.0355 1.9398 16.7796 1.7694 5.4641 1.0850 1.5887 17.3764 1.0724 1.2460 2.4874 3.8208 3.7704 9.3945 2.7205 1.1397 3.7119 6.7321 33 32 31 30 60 1.9626 2.4826 1.2637 2.1504 1.9152 5.0058 1.2709 3.3007 4 86 87 88 89 14.9894 5.5144 6.2799 1.4370 1.2709 3.0353 2.0913 1.8040 29 61 62 63 64 1.8430 5.7046 5.2059 1.3190 1.9626 2.3514 1.6534 1.4751 2.0117 1.1446 4.2505 12.4733 1.0108 14 76 77 78 79 4.0178 3.1708 1.9912 2.0416 1.9319 3.TABELA DE TANGENTE .5144 11.9042 19 71 72 73 74 2.0965 1.7725 2.2876 1.0655 1.5697 1.5399 1.4316 49.0780 6.8040 1.4348 7.0477 1.2998 2.5399 1.0809 1.7267 14.0295 1.7769 10.0475 3.2553 11.3559 2.6713 13 12 11 10 80 5.3934 1.4019 1.0204 2.6003 1.3680 1.2747 4.6051 2.8418 1.5736 4.0108 4.3432 1.4301 11.0750 26.8807 1.2286 2.1039 343.0599 1.6470 3.7475 23 22 21 20 70 2.8708 5.2900 1.6382 5.9641 171.4301 8 7 6 5 85 11.9758 6.6511 2.6912 7.0977 1.1918 1.1443 9.3315 4.9486 2.5497 1.9347 2.2349 39 51 52 53 54 1.4919 1.7046 5.1775 2.1283 1.4960 2.3315 4.7090 1.2460 24 66 67 68 69 2.8940 1.1847 1.0538 1.2056 31.3450 9.9244 20.0844 6.5204 1.3111 1.0777 3.5606 7.7737 19.1653 4.2203 1.7980 2.7062 13.7321 1.0611 4.3052 3.6363 57.3183 2.1154 8.8291 1.5826 2.6051 2.4287 8.1445 28 27 26 25 65 2.7501 15.9617 4.4106 1.2416 68.0658 5.5107 4.4704 34.6891 3.6713 5.3138 7.1084 3.8807 1.1970 6.7228 2.9887 3.7882 6.6643 1.2193 4.1969 13.9768 2.3759 3.3848 1.4845 4.0811 28.2257 4.2647 1.4281 1.6107 1.5418 42.

Assim sendo. e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. A capacidade é um vazio. A unidade legal de capacidade é o litro (l). o volume é um maciço. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0.1.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez.01 litro 0. suficiente para conter dentro de si alguma coisa.1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente.1 litro 0.418 hl = 2741. Exemplo – Transformar 27.8 l 135 .11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11. que deriva do sistema métrico. a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior).418 hl em l. 27. suprindo de zeros caso faltem algarismos. pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1.001 litro 11. Litro é a capacidade ocupada por e dm3. dl 8 Portanto.

0041306 dam3 .1.6 dm3 = 0.6 l capacidade volume = 4130.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico.6 dm3 4130. Solução: 41306 dl = 4130. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume.6 l 136 4130. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro.300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3. Solução: 18. Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18.11.3 m3 18300 dm3 = = 18.0041306 dam3 41306 dl = 0.3 m3 18. basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).3 m3 em l.

42.11. a milésima parte do quilograma. usa-se também como se fosse unidade principal. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C.73 kg = 427. 11.2. Tomando o grama como fundamental. 11.01 g 0. Exemplo – Converter 42. muito empregada nas medidas de grandes massas. equivalente a 1 000 kg.1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg. Na prática.1 g 0. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente. denominada grama. é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 . a tonelada (t). veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0.2.73 kg em decigramas.2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo. também.

3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume.293 g. Com esses dados. tem 1 520 kg. ao invés de centímetros cúbicos. 4 m de largura e 3 m de altura. A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 .5 m de comprimento. 11.11. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas).3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48. Assim. quando se diz. A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1. Assim.2.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4.2. que a massa específica de ferro fundido é 7. Se. Calcular o volume em cm3.5 dag + b) 5t + 25 kg 12. por exemplo. o 7.2 gramas por centímetro cúbico. se tomar o volume em dm3. se estiver vazia. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais. significa que o ferro fundido tem 7.2 kg por dm3 de massa. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume.

. . . . . . . . . . . . . . . 7. 8. . . . 8. . . Aqui. . .5 e substituindo na fórmula os dados do problema. . . . . . . .3 estanho . . . 7. . . . . . .6. se teria o volume em dm3. . lembrando que a massa específica do latão é 8. . . . . 19. .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3.5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas. . 3. . tem-se: volume = 68g 8. . . . . . . . .5 chumbo . . . . . . . . . 6. . . . . . . . . . . . . . . . . Como a massa específica do bronze é 8. . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3. . . . . . . . . . . . .6 carbono . . . . . . tungstênio . . .3 cobre .8 níquel . . . . .8 ferro fundido . . . . . . . Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. . . . . . . . .2 8. .1 zinco .1 vanádio . . . . . 139 . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . 5. . . . 2. . . o resultado seria em kg (quilogramas). 6. . .9 7. . . . . . . . . . .5 latão . . . . . . . . . . .5 7.9 crômio .7 antimônio . . . . . . . . . Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . .7 bronze . . . . . . . . . . procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. .9 alumínio . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . . . o problema é inverso: já se conhece a massa. . . . . . . . . . 7. . . . . . . Se fosse em dm3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . tem-se: massa massa = = 8. . . . . . . . . . . . . . . . . Se fosse em quilogramas. . . . volume = massa massa específica Portanto. . ferro .

140 .

a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . m/min Vc = m/seg 12.Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta. Quando o espaço de tempo é o minuto. quando é representado em qualquer outra unidade de tempo. A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc. O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte.12 VELOCIDADE DE CORTE . Portanto. é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro.1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo. diz-se simplesmente n. seg 1 . diz-se rpm – rotações por minuto. e sua unidade é m/min ou m/seg. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo. min 10 n 141 .

ou seja. e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. π . π . n.12. o problema na Oficina será sempre determinar a rpm. rpm V = d . ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 . n.2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . d . Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido. d = π .

Para acabamento. regulá-la para 140 rpm. 143 . ø de acabamento. o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm. b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. Vc de desbaste e acabamento. regular a máquina para 80 rpm.Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. Neste caso. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho.

..120 0.400 0..200 0..3 b) 20.1..2.05..1.25 0.400 0.1 0.50 1.1 80.1 1.2 150.0..08..40 0.0.......1 0.0 b) 20..800 0..40 0.160 0.1 1.1200 0.70 0.150 0..1200 0..05..150 0.2 2.120 0..1.15.12.5 10.0..15 b) 60.120 0.25 0.1..0...1...120 0.2 a) 60.0..300 0..0..0 400...0.400 0.0.300 0..0.150 0.220 0..1 100..2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15..0..0 b) 100.0..0........30 0.2 400...1.1.150 0..0.120 0.0.0...0 a) 80...150 0..3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20..0...8 6.400 0.60 0.5 50.1.0..0 8....08...20 0.....3 70..5 6..2 b) 200..300 0..2 aço liga até 750 N/mm² a) 25.0 b) 100..3 150.1 a) 150.0 a) 50.150 0..600 0...200 0.....15 .005...0 b) 40.2 100..0.1..0.30 0.20 0.300 0.120 0.08..15 80..1.300 0..5 150.0 b) 150.15 a) 20.1.5 6..0 50.2.1 0...0.0 150...0...1.0...1 1..1...0 a) 10.0 a) 10....0 200..........0 30..1 100.0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30..5 10..0 b) 50.......15 60....1.800 0..20 0.0 20...50 0.0.150 0..3 3.0..0....150 0.2 80..0 200.300 0...300 0.0.30 0.1 1...1 1...3 350.1 150....3 b) 25.100 0.0..3 b) 30.0.0.5 6.1.1..1.2 2.1 1.1 1.....0 200..0.3 80..0 250...250 0..0.0..0...2 100.2 80....15 150..100 0.3 b) 15..3 80...5 6.300 0...1...3 70..100 0..05..70 1.2 350...3 3...2 100....5 10..160 0.05.40 1 8.0....15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400.500 0..1..3 60..0..2 100.08.40 1.0.......06.300 0..1.1..1..5 80.20 1..0 a) 100..06.

Cálculo técnico. Scipeone . São Paulo: FTD. Matemática completa.].[et al. ed. Material Instrucional. Porto Alegre: SENAI-RS. 2. Departamento Regional do Rio Grande Sul. José Roberto. GIOVANI. 2003. Elementos de Matemática. INMETRO.d. 2000.. s. BONJORNO.d. São Paulo: Saraiva.. SENAI/DN. s. 145 .REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. Quadro Geral de Unidades de Medida. José Ruy. Brasília. GIOVANI JR.. Resolução do CONMETRO nº12/1988. José Ruy.

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