CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

2

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
3

seja eletrônico. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria. fotocópia de gravação ou outros. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff. SENAI. Título CDU . por escrito. Assis Brasil. il. mecânico.senai. 4 . sob a coordenação.Cálculo Técnico  2004.RS. A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre. somente será permitida com prévia autorização. Cálculo Técnico. RS Tel. 1.rs.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr. Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia. Matemática I. 2004. deste Departamento Regional. 145 p.

..................................3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS............24 2.................................................................................11 INTRODUÇÃO.....................2 Regras práticas para efetuar a divisão ...........1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ...........2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA ..1..............................................................................................................................................................19 2..........25 2................................................................................................4 EXERCÍCIOS ............................31 3...17 1.......27 3 NÚMEROS DECIMAIS ................................................................................................................................................................................24 2..........................19 2.................................................19 2..............4..................19 2...........2.....20 2...........................................................................................................................13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO .................................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO..........................................................................3 Como conferir uma soma ............................................................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS........22 2...20 2.........................................................3 Como verificar se a multiplicação está certa ............................21 2..............................3......1.................................................................1 Propriedades gerais da divisão..............................................43 5 .................................................................................31 3...15 1...............32 3....3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ....................23 2....................................1 Regra prática para efetuar a subtração ....................................2..........................................1...1 Propriedades fundamentais da adição ............................4...........15 1.1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ................................................................................32 3........2 Regra prática para efetuar a adição ........................................................2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ..............1 Propriedades fundamentais da multiplicação.3 Como verificar se a subtração está certa .................................................4...................33 3..........2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ...............................3............................4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS.....2 Regras práticas para efetuar a multiplicação.......................18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS ..................................................3..................5 EXERCÍCIOS .....................20 2..............22 2...........17 1.1 Primeiro caso ...................3 Como verificar se a divisão está correta .........21 2................3.................................................................................................................................1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO...................

...........47 4.............1 Frações de mesmo denominador...................................47 4...........................4 Divisibilidade por 5 ..................................................................................................................................7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ................2 TIPOS DE FRAÇÕES ...11 DIVISÃO DE FRAÇÕES............................................57 5............................1 Fração própria .................4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE..............2..........................1 Frações de mesmo denominador..................................................................................58 5...........60 5....................................47 4.......................................47 4..3 Divisibilidade por 4 .....................7 Divisibilidade por 10.....................2......48 4..7.................58 5.......................................................12.......................................................3 Fração aparente (imprópria) .....5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES.......................58 5..........................3 NÚMERO PRIMO............................................6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR ..................4 FRAÇÕES EQUIVALENTES.........................2 Frações de denominadores diferentes ........................2 Frações de denominadores diferentes .................................53 5..................1 Conversão de frações ordinárias em números decimais .......................59 5..................................................................................................................1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO .............................................2 Frações de mesmo numerador ............6 Divisibilidade por 9 ..........2.................................................................................................................................................................................................................58 5..................................................................................54 5...........2.....5 EXERCÍCIOS ............2.............................................1 LEITURA DE FRAÇÕES ....................54 5.............................................................................................2....7.2 Divisibilidade por 3 ..........................................................................4 Número misto ...............................9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ....................................53 5......................2 DIVISIBILIDADE.............................................................49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS .........59 5....................56 5.47 4.....................................................60 5...................................................................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes ...47 4.....................54 5..............................................56 5........................9................................................51 5.............................5 Divisibilidade por 6 ..................................59 5...........................................................................8.....................................................................48 4.........................................................47 4................2 Fração imprópria .......................................................................................7.....................54 5..............................................................................................................60 6 ...9...............55 5........................................................................57 5.......................................2.......10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES ......................47 4...................................8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES ................................................51 5..............................12.......2.............48 4....58 5............................8.....................1 Divisibilidade por 2 ......53 5............................................................................................................................2....1 Frações de mesmo denominador.............2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos .....................................4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM .......54 5...................................................................................................48 4.........................................................12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES .................................................2..................................3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA .........2....

........5................................................62 6.........................................................................................................................................................80 7...........................87 8..99 8.........................67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO .................102 8...................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA..................76 7..................5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS .61 6...........2 Polígono irregular ......3 Uso do Vernier (Nônio) ...........................1 Polígono regular....7................................................................................................................................................................................1 Aplicação da tabela de constante ..............................................7 Área do círculo ..................7................64 6.....................................1 REGRA DE TRÊS SIMPLES..................................6 REGRA DE TRÊS..............................................................................................................5........................................................1 Ângulos consecutivos .1 mm .......................................4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE.................................6 EXERCÍCIOS ..91 8..........5...4 Exercícios .........................................73 7.................................................................................................................................................................94 8.................95 8.......5......4 Área do triângulo...............1 Exercícios ..................................5.........................75 7....................................................................................................104 7 ..........1 POLÍGONO.............104 8...................69 7.............................................8.....................87 8...................................................................................................5..........97 8......................................................7................................................................................2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO......................................................1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS.........3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS ........80 7.........................................89 8.........................71 7.................................78 7......................................................................5...................................75 7...........................87 8..........94 8....................................................100 8................................1 Área do retângulo..................................3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA ....................................7....69 7......................................87 8............................................6 Área do losango ....................................................1.....4 POLEGADA ........3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS ........5 Exemplos de paquímetros...............7.....................................98 8....................................................................................................................................99 8...........................................................61 6.....................................................7 PAQUÍMETRO ................................84 7...........2 Área do quadrado..............................................1 Princípio do Vernier de 0.........................7..........................................................................................................5 PORCENTAGEM .....................................................................................103 8...2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA...................85 8 GEOMETRIA PLANA ...............................................................................................................................3 Área do paralelogramo .............2 PERÍMETRO..............8 ÂNGULOS ............62 6........5..........................................................................5 Área do trapézio .....78 7.................6............................1......................65 6.....................................................1 Exercícios ........................................................................................................4 EXERCÍCIOS ..........................................................................2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário ................................................................87 8.......

.......................................................................2............................................................8................................5 Ângulo reto .................1 Exercícios ...................124 10...............................9 TEOREMA DE PITÁGORAS ............................................................................112 9...3 Formulário para o cálculo de volumes ................6 Ângulo agudo .........................................................................................137 11..........................................122 10...................................135 11.......................................................2...................8......110 9 GEOMETRIA ESPACIAL...2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO ...........................107 8.................1 Exercícios .......3 Bissetriz ....................................121 10..............8 Ângulos complementares.............................8....................106 8..................................................................................................................................127 10.......................................................................10 Adição de ângulos... suplementares e replementares.....................................................1 Exercícios ..................137 11..........115 9.............109 8.................114 9..............................................................................................8..............105 8.106 8.128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE.................................1 Transformação de medidas ...........8......................1 Prismas ...............................................................137 8 .........111 9.................9....................................................8..................1......................................1 Exercícios – Relação de Pitágoras..................................................1..........1 Unidade fundamental ............2..............................116 9............................108 8............................................................................................................................................................1 Mudança de unidades de volume.....1...........120 10 TRIGONOMETRIA..........................................................116 9........................................................2............................................1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) .....8......128 10...........................................................................111 9....................8........................2 Pirâmides ..............127 10...........................126 10.............3 Cilindro............1 Exercícios ....2 Mudança de unidade .............................................................................................................................................135 11.................................7 Ângulo raso .......9 Medidas de ângulos ...................................................8.....................................8......................11 Subtração de ângulos .............2 MEDIDA DE MASSA ..........................1 Exercícios .....105 8.........................................................................................1...........................5...123 10.....4....107 8...............................................4 Ângulos opostos pelo vértice ......2....................................................8........................................................135 11.......................................................... cone e esfera .........................................................................1.................1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME......106 8............107 8.......................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO .........5 APLICAÇÃO PRÁTICA ................................................................2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS .............................2 Ângulos adjacentes.....................................3.......................................................................................................113 9..........................................1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO............125 10.................2.................................................3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ..........................................................105 8.....................................................................................126 10......................................2 Cálculo de volumes..........

...............................................................................................................................................................................................................................................145 9 .................................................................142 12...............3 MASSA ESPECÍFICA .............................................2 DESIGNAÇÃO .........................................................11............141 12..........141 12....Vc...............................................3 TABELA ....................................................................3 Exercícios .144 REFERÊNCIAS .......................................................................................................................................................138 12 VELOCIDADE DE CORTE ....138 11.1 ROTAÇÕES ...........................2.

10 .

...................................81 Figura 20 .........................81 Figura 17 – Posição 1/128” .........................83 Figura 25 ...................................................1 .................................................86 11 ........................................................................................................................82 Figura 21 .....................................................................................................................................................80 Figura 13 .........................................................................................................................85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade ..........Posição 45/64” ...................................................................Posição 1 39/128” ..........81 Figura 19 – Posição 3/128” .................................................................................Nônio em polegadas .................................80 Figura 15 ...........................................................................................................64 Figura 4 − Paquímetro ...................81 Figura 18 – Posição 1/64” ........85 Figura 28 − Medição de profundidade .......Posição 33/128” .............................................................................................83 Figura 26 − Medição interna.......................................................Posição 1/8” ............................................Posição 49/128” .............................................85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos...............................................................................................................................................Nônio e escala em polegadas ..................................................................................79 Figura 10 – Posição 0...................85 Figura 27 − Medição externa.........................................................................................................................................................................................................................................80 Figura 14 – Posição 5/8” ..........................................................................79 Figura 9 – Posição 0.....LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias ..................................78 Figura 5 − Escala .....................Posição 37/64” ......2 ............................80 Figura 12 – Posição 1/16” ....................................................................63 Figura 2 – Diâmetro de polias ...........................................................79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ............3 .................................................................................................79 Figura 8 – Posição 0......Posição 13/32” .........63 Figura 3 – Engrenagens de polias........................78 Figura 6 − Nônio .......80 Figura 16 .........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................83 Figura 24 ..... para medição em posição profunda .................................................................................................85 Figura 31 − Paquímetro de altura...82 Figura 22 ..............................................................................................82 Figura 23 ............79 Figura 7 – Escala nônio ........................................................................................................................................................................................................................................................................

...................................105 Figura 36 – Ângulos adjacentes ........................................................................................................................................................................................................................................105 Figura 37 – Bissetriz.............................................................................................................................................................................106 Figura 40 – Ângulo agudo ..................115 Figura 54 ........................................................................................113 Figura 49 − Pirâmide .......106 Figura 41 – Ângulo raso .......................105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice......................................................................................................86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem..................................................................................109 Figura 43 − Quadrados dos catetos ............................................................106 Figura 42 – Triângulo retângulo .........................Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ...................................................................................................................................................................104 Figura 35 – Ângulos consecutivos......................................................................................115 Figura 55 – Litro ..........................................................................112 Figura 48 − Prismas retos .................................................................................................................136 12 ...................................................................111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada....................................................................................................................................................112 Figura 47 − Prisma.....................................................86 Figura 34 – Ângulo Ô ..........................Volumes ...............................................................................................................................................114 Figura 51 − Cilindro ...............................................................................................109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões ........................................................................................................114 Figura 52 − Cone .......................................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide..........111 Figura 46 − Figura geométrica ..................................................................................................106 Figura 39 – Ângulo reto..........................................114 Figura 53 − Esfera...........................................................................................

Este fascículo tem caráter instrumental.INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. 13 . Elaborado de forma concisa e clara. trata-se de valioso subsídio em sala de aula. ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. operacionalização de máquinas. assim como para a atividade profissional. que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor. que quer dizer aprendizagem.

14 .

. Dúzias e centos passam a ser base de contagem. conforme a conveniência. e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 . Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo.. dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) . Quando se compram duas dúzias de ovos. O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração.5. pentes em centos.. Cada posição indica um tipo de grupo: unidade... N = {1. centenas. milhar etc.3. a base de contagem é dez. No sistema decimal de numeração. Logo.2. O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. grampos em grosas. deve-se receber duas vezes uma dúzia. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) ..1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞). Assim. contam-se ovos em dúzia.∞} 1.4.1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores. dezenas.

só tem uma posição: é a posição das unidades. Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. a das dezenas e a das centenas.Um número com um algarismo: por exemplo. que fica logo à esquerda da posição das unidades. Ao utilizá-la. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. Por exemplo. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar. a das dezenas. a das centenas e a das unidades de milhar. Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena. 16 . Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. o algarismo 2. as posições representam grupos cada vez maiores.

........ Não se deve usar sinais.. 1.................. 00 6 ...... trezentos e sete (unidades)................ 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1.........................................No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões.. como o ponto ou a vírgula....... e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número.. trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um).. 3 567 908 315 → lê-se três bilhões... 9 666 201 → lê-se nove milhões.representa as centenas ...................................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo.. seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades)....4 000 4 602 17 .... 2 0 – representa as dezenas ................. quinhentos e sessenta e sete milhões......... novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades)....... Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence... Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil.......... Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ............. 600 4 – representa as unidades de milhar .2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes.....

... 6) No número 3 472.... quais são os algarismos das unidades simples.. → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo... dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas....50 4. as dezenas e as centenas do número 453... Solução: em 453 tem-se: 3. 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 . das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes. .400 2) Quantas unidades.. unidades . ...... simples ...... e. como cada centena vale dez dezenas.. ..3 5. dezenas .. .......1.4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples............ centenas ... 7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20. o total de dezenas é 72..

substituir parcela por outras que a tenham por soma.. dezenas embaixo de dezenas. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa.1.1.1. parcelas ou termos. centenas embaixo de centenas.2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada. de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem.1. 19 .2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2..1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número.1.1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15). Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade. 2. escrevem-se uns embaixo dos outros. Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2. isto é.2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma. O resultado desta operação chama-se soma ou total.1. 2. e os números que se somam.

Se os termos forem iguais. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita. Desse modo.2. as dezenas.1. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem. encontra-se o mesmo resultado. igual a ele. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo. caso existam.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. no máximo. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. o que é tirado dele chama-se subtraendo. escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. Se estiver correta. que é baseada na propriedade comutativa. o resultado será nulo. Na prática. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2. e o resultado é chamado resto ou diferença. equivale a fazer a adição de baixo para cima. dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas.2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real. quando se obtém o resultado total. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou. 20 . pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas. deduzir ou diminuir. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. 2.

chamado multiplicador. Nesta adição. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa. o produto será igual ao multiplicador. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. Para isso. Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais.Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. Costuma-se. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três. o produto será nulo. isto é.2. que também é 8 563. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença. pode-se verificar se a subtração está correta. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0. também. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores.ª Quando o multiplicando for 1. Desse modo. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 . indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores. 2. e o resultado (12) chamase produto.

3.4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 .2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número.1.3. obtém-se o dobro desse número.3. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 .1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2.1. o quádruplo etc.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12).ª Ao multiplicar um número natural por 2.3.3. 2.2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1. 2. por 4. por 3. e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados. Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2. Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras. o triplo. multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número. Como exemplo.

5 900 2. a partir da direita. Para que o cálculo esteja correto. Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2. Onde as duas linhas se encontram.3. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa. 23 .3 Como verificar se a multiplicação está certa 2. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo.3.2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25).3. O último produto obtido é escrito por completo.3. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando. Solução: 7 x 8 = 56 2. Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 .1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores.3. Pela propriedade comutativa.Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal. acha-se o resultado. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical.

Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente.Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2. 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 . Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente. divisor. caso contrário. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. 17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade. o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente. a divisão é exata. é aproximada. O maior número (o que contém) chama-se dividendo. o menor (o que está contido).ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número. 2. Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo.4.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro.1 Propriedades gerais da divisão 1.

um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4. também. Para as divisões exatas vale. por 3. por exemplo. Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. A parte separada é o primeiro dividendo parcial. Assim. 7 ÷ 0 = ? (impossível).4. a partir da esquerda.ª Para dividir um número qualquer por outro. 5 639 15 3 25 . sua quarta parte etc. por exemplo. obtendo o primeiro algarismo do quociente (3). Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero. sua terça parte. na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito.3. pois não existe número algum que. multiplicado por 0.ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero.ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero. separa-se no dividendo. por 4. Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15). a propriedade distributiva. porque 30 = 7 x 4 + 2 2. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor. Assim.2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. dê 7.

multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7). assim. tendo como resultado o resto parcial (11). 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5). 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). obtém-se. tendo como resultado o resto parcial (8). que é o último desta divisão. o terceiro dividendo (89). 26 . 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113). 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9).A seguir.

o número 3 é denominado base. é a potência. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto.o número 5. . . .4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números. Se a operação estiver correta. 14. deve-se encontrar o dividendo (5 639). deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente. produto de todos os fatores repetidos. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2. expoente ou grau. como já aprendido. Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência.4.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. 2.o número 243. A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14).4.3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real. Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão. 27 .

é igual ao inverso do mesmo número.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3.ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2.ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base. 28 . c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5.1 Regras práticas de potenciação 1.5. elevado a um expoente negativo. Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6. com expoente positivo.2.ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4.ª Qualquer número diferente de zero. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1.

Calcular o cubo de 3. Calcular o quadrado de 133. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2.2 Exercícios 1. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7. 6. 7. 4. Calcular o cubo de 9. 8. 3.202 + 63 + 42 = 29 .92 + 152 .2. Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15.5. 5. 9. Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. Calcular o quadrado de 125.

Calcular as unidades fabricadas. à razão de 8 horas por dia. calcular o número de peças fabricadas. por setor. Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês. Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas.10.02 1 008 Produção diária Produção horária . a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina.

125. o da direita.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3. e depois a parte decimal. Na outra forma de leitura.623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras. décimos. dessa unidade. à direita. é necessário conhecer os décimos. centésimos. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira. a decimal.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3.05 = 205 100 → 2.01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita. O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira. Exemplo: 3.02 ⇒ 2 centésimos 0. milésimos etc. centésimos e milésimos.485 = 7485 → 1000 2.001 ⇒ 1 milésimo 31 .005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil.14 = 314 100 → 7. seguido do nome unidades. Se a parte inteira for nula. São exemplos: 15. sucessivamente. 3. parte decimal.8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. e também as posições decimais. lêse somente a parte decimal.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte. e os números à direita da vírgula representam. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos.

é muito fácil saber qual é o maior. 6 décimos. 4.874 – Ele é formado por: 2 dezenas. 7 centésimos e 4 milésimos. inteira.918463.845 Qual é o número que contém 4 unidades. pode-se usar posições cada vez mais para a direita. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas. 32 . o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula. 21. 2 décimos.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos. decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. 3 unidades. maior. 8 décimos. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32. 8 décimos. Exemplos: 43.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas. 9 1 8 4 6 3 quatro inteiros. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. 1 unidade. 6 centésimos e 5 milésimos. 3.623 Por outro lado. 3. 2 unidades.3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. Neste caso.

7. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8.Exemplos: Qual é o maior: 2.03 é maior que 9. 3. 33 . Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais.628 porque 12 é maior que 10. 3.12 porque 11 é maior que 9 e o número 12. o número 11. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula. 3. Em seguida. coloca-se a vírgula no resultado.15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6). é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8).15 é maior que 3. Em outro exemplo: 8. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior.125.300 e 8.15 e 3.3 é maior que 8. Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula.15 e 6. porque 15 é maior que 12. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula. No exemplo.52? Logo se vê que 2. porque 2 é maior que 1. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula. e o segundo só tem um. Neste caso. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula.12.31 ou 1.2 Segundo caso Observando agora os números 6.31 é maior que 1.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3.1 Primeiro caso Observando os números 3. Neste caso. Assim. Depois.70. Assim: 6.12.3. para completar a soma. – vê-se que 300 é maior que 125.7 é maior que 6.15 e 6. para saber qual é o maior.3.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.52.5 é maior que 10.4. 3. Do mesmo modo. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15. 6.

3 m a unidade de medida é o metro 3. Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais.117.943 .540 228.943 – 117.147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas. é necessário colocar a vírgula no resultado. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).1 Soma de medidas – Para somar medidas.402= 346. Neste caso.61 + 237.1.403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas. 3.4.1 m 3. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.147 5.23 + 13.61 + 237.2 m + 25.2 m a unidade de medida é o metro + 25.2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal. para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro.1 m a unidade de medida é o metro 28. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula).4. Exemplo: Efetuar a soma: 8.Exemplo: Efetuar a soma: 5.135 103.23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal.00 21.135 + 103.402 346. As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade.23 + 13= 21. 34 . para completar a subtração. Depois.540 111. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula). Exemplo: Para somar 3.23 8.

4. 14 x 20 4. isto é.00 .Exemplos: 9.000- 5.3.453 . 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural. 6 x 40 50.453 5. Exemplo: 2. efetua-se a operação: 9.3. um algarismo depois da vírgula). Neste caso. uma casa após a vírgula: 12. dois algarismos depois da vírgula.7. Dos números que foram multiplicados. 35 . o resultado ficará com uma casa decimal. 9. isto é.3. fazse a multiplicação como nos números naturais.4. um possui uma casa decimal (12.000.3 Multiplicação de números decimais 3.78 3.22 Para facilitar a operação. o resultado também fica com duas posições decimais.6.453 1.6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado. 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais.22 2.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente.00 .22 Depois.7.3.453 -7 - 5 . coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros. 12.

Exemplo: 2. . a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula.4.4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural. o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais.2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo.888 três casas decimais Neste exemplo. 314 x 50 11. o resultado também fica com três posições decimais. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula.25 0 7295 2918 + 1459 0 18. 14.7 x 1.58 duas casas decimais x 3.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48. o resultado ficou com três casas decimais. Da mesma maneira. 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais. 36 . três algarismos depois da vírgula. Exemplo: 2. da direita para a esquerda.4 0 108 + 27 3.7 2 casas −−. e assim por diante.59 x 1.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−.3.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13. isto é. 3. o resultado terá quatro casas decimais.

7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1.3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.4 Para colocar a vírgula no quociente.1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1.10 8 0 2.3 .4 .3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.º exemplo: 3.22 ÷ 2.92 00 ou 322 230 092 230 1..744 5..4.2 3 0 1.1 62 0 324 324 000 37 . ao invés de somar.22 ÷ 2. método de igualar as casas decimais para continuar.4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação.9 5 0 ÷ 2. coloca-se um zero ao lado do 92.... 3.4 0 92 .4.22 2..744 ÷ 5. Exemplo: 4. nesta operação. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor.. 920 920 000 230 . ou seja: 1.º exemplo: 12.4 12. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor.3.. o quociente terá 1 casa decimal.8 uma posição decimal 3. 2.4. Assim.4 Resultado: 1.36 01 94 .. 3.4.

85 2 .7 27 .85 53 5 .O dividendo tem três posições decimais.50 4 0 03 15 . que é um.1 83. zero posições decimais. que é zero.81 0 3. Então: 1 – 0 = 1 83.36 3 - 1 = 2 3.3 15 0 00 Para colocar a vírgula. o quociente terá duas posições decimais.55 ÷ 63 = 1.63 0 1.744 ÷ 5.º exemplo: 116.1 1 .0 38 = 2 . subtrai-se o número de posições decimais do dividendo.7 ÷ 27 = 3. e o divisor tem uma posição decimal. Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83.27 00 Para colocar a vírgula.1 = 2.4 = 2. Como 3 . ou seja.55 ÷ 63 = 116.º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais. do número de posições decimais do divisor. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116.1 02 7 .55 63 .7 ÷ 27 = 3. Assim: 12.0 = 1 4.

8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais.16 0.8 ÷ 7. sem mudar seu valor.8 = 6 1 . ficam duas posições decimais. O divisor também tem uma posição decimal.8 ÷ 7. Se for colocado um zero no dividendo. sem partes decimais.8 7. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula.1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras.9 ÷ 3.3.85 = O dividendo tem uma posição decimal.º exemplo: 8.68 .3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1. 2.2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1.4.4.º exemplo: 53.6 8 0 12 1 36 . tanto no dividendo como no divisor: 53. 3. 46. 46.8 . o divisor tem duas posições decimais.46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal.º exemplo: 46.85 = 39 .16 ÷ 0.4.68 = 12 8. porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais.4.90 ÷ 3.

porque: 59.125 .500 ÷ 2. pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50.º exemplo: 59.º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras.5 .90 3.125 = 28 59.17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição.5 = 202.85 = 14 2 2 – = 0 2.5 ÷ 2.500 2.42 50 0 28 17 000 .90 ÷ 3. 53.15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal. porque: 53.202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.85 . porque: 40 .125 = 28 3 – 3 = 0 3.38 5 0 14 15 40 .0 50.

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo.

Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2.∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura. 46 . Calcular o comprimento C da figura.

192 e 72. 250.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3. 135. Exemplos: 282. que é múltiplo de 3. 21 é múltiplo de 7 e de 3. 47 .4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5. 4. Exemplos: os números 316. 4. 6 ou 8.2. 2 334.2 DIVISIBILIDADE 4. 180. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo. Exemplos: 220. 2. 4. 4.2. 170 e 485. 4.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares. 785.2.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15. Assim.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata.2.2.

4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo.05 .30 09 – 45 . b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4.4.6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. 90. que é divisível por 9. Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36.60 09 – 45 .2. Exemplos: 20. 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1). pelos não-comuns.05 01 .15 03 – 15 .01 48 2 2 2 3 3 5 .7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0. 4. até obter quocientes iguais à unidade. separadamente. 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 . 2 000. à direita do traço vertical. Na prática. escrevem-se os números em linha horizontal. 50. 4. Isto é: MMC (36.01. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18.05 01 .2. 100. dividem-se todos pelos fatores primos comuns e.

24 e 18 h) 8. 4. 24. 3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3. 1 200 e 1 500 d) 45. 15 e 90 c) 400. Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . 12. 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6. determinando o MMC entre esses números.4.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220. 180 e 300 em seus fatores primos. 18 e 16 2 Decompor os números 168. 110 e 50 b) 25.

50 .

Mas não basta dizer os dois números. Exemplos: 51 . indica em quantas partes. de mesma forma e tamanho.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. foi dividido o inteiro. e é chamado numerador. o segundo. diz-se primeiro o numerador e depois o denominador. e chama-se denominador. lê-se a fração de modo diferente. desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. diferente de zero.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. um depois do outro: conforme o denominador. 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte. A parte tomada representa um quarto do todo. 5. Exemplo: = 1 .

quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. Para ler frações com denominador 10. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo. quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto. terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto. diferente de zero. sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores.Denominador lê-se Exemplo 2 meio. meios 1 0 2 3 terço. 100 e 1 000: .quando o denominador é 100. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 . diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos .quando o denominador é 10. as frações podem ter qualquer outro denominador.

= 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador.. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100.quando o denominador é 1 000. Suponha-se um círculo dividido em seis partes..2 TIPOS DE FRAÇÕES 5.1 Fração própria O numerador é menor que o denominador. Cada parte corresponde a um sexto do círculo. o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 .. lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5.2. 1 000.. Na figura a seguir.2.

diferente de zero.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador. o quociente será o inteiro. 8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5.4 Número misto É a soma de um número inteiro. mantendo o mesmo denominador.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número. com uma fração própria.2.3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador.2. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 . Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador.5.5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível). Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –. o resto será o numerador e o denominador será o mesmo. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5. diferente de zero. diferentes de 1.

a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração. a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 . é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. = . O produto é o novo numerador. 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas. .[ Exemplo: 3 . Para isso. 3. . 2 0 MMC (4.Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5. O resultado é o novo denominador. 1 0 .6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador. 4 3 5 60 60 60 55 .

a unidade está dividida em 5 partes iguais. ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 . e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 . ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5. São os sinais > e <. respectivamente. pode-se escrever.1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. 5 Então 30 é maior que 2 . observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras.7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações. 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5.Resumo: MMC (4. Por esta razão. e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 . a maior é aquela que tem maior numerador. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 . usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 .7. pode-se escrever . 3.

16 Já se sabe que. Então. encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 .3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes. e escreve-se → 3 < 3 . é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4. a maior é aquela que tem o menor denominador.7. a maior é a que tem o maior numerador.5.2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador. e escreve-se → > . mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores. 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 . 4 8 é menor que 3 . se as duas frações têm o mesmo denominador. 8 4 4 5. 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador.7. 4 3 16 tem maior numerador que 16 57 .

16 ↓ 1> 3 . 2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores.8. transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias. conservando o mesmo denominador.3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador. 4 16 5.9.8. uma vez realizada a operação. simplificam-se ou extraem-se os inteiros.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 . se houver necessidade. 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5. em seguida. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1. somam-se os numeradores. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5. 3.8.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5.

o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns. 5. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. Em seguida. efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e. uma vez realizada a operação. em seguida. se houver necessidade.9. 7 − 2 ⇒ mmc (8. simplifica-se ou extraem-se os inteiros. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. 59 . transformam-se os números naturais em frações impróprias e. em seguida. eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5.5.11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar. e viceversa). aplicar a regra anterior.

25 5. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 . basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a). Invertendo e multiplicando tem-se . 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.12. 1 4 1 4 4 5.25 = 13 ÷ 16 = 0. inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação. Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ).5 tem uma casa decimal: 0.8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais.12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5.Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão. 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê.2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1.º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0. se escreve.1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais. basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador. 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3.12.º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2.e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 .25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 . 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias. 11 . Exemplo: 0.

6. simples ou composta.00.00. 30 parafusos. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40. que é o dobro de 15.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples.00 é de fato o custo dos parafusos. custarão R$ 40. Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20. 61 . direta ou inversa.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido. se 15 parafusos custam R$ 20. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços. Assim. Na verdade. que é o dobro de R$ 20.00. Pode ser direta ou inversa.00. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais.

Neste caso. e vice-versa. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais.6. aumenta também o preço a ser pago. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. aumentando um termo da razão. aumentando o número de parafusos. diminui seu correspondente na segunda. em “X” dias preparará 300 peças. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora. para construir a mesma tarefa em metade do tempo. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. o profissional gastará mais dias. Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. para fazer mais peças. diminuindo um termo na primeira razão. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente. diminuindo uma delas. aumenta seu correspondente na outra. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. Assim. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . onde se encontra “X”. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie. Isso significa que.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. as grandezas são inversamente proporcionais porque. claro está que se deve dobrar o número de operários. invertem-se os termos na razão.

20 Sendo assim.Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. menor a rpm. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. arma-se a proporção invertendo a segunda razão. Figura 2 – Diâmetro de polias 63 . Tem-se. ou engrenagens. tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. quanto maior o diâmetro. maior a rpm da polia. X No entanto. pois. calcular as rpm da polia B. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm. a razão entre os diâmetros das polias A e B é . quanto menor o diâmetro. e a razão entre as 30 240 rpm é .

Estabelecendo a proporção inversa.4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas. 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3. a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens.80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 . tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6.60 dentes Engrenagem B . Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A . Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm. tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens.

sabendo que a roda condutora H.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”.3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K. Percebe-se. ou 15%.Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%. portanto: . que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três.00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100.5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”. sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37. 65 . Diz-se.50 m de sombra. Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados.50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26.00. com 24 dentes. . 4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias. assim. Veja-se o significado dessas expressões: . de 72 dentes. Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87.a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro. significa que há redução de R$ 15. .50 m de pano. tendo ¾ de metro de largura. dá 300 rotações (rpm). ou 30%.a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento.

00. 4 Em um lote de 40 peças. Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%. Mas.00 ═ R$ 720.00 R$ 800. Valor a pagar: R$ 800. se a classe tivesse 100 alunos.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Um televisor colorido que custava R$ 800.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80. 38 peças ficaram boas. Quantos alunos faltaram? Como se sabe. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100. 40 – 2 66 ═ 38. . como a classe tem 40 alunos. Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos. é preciso determinar quantos faltaram. 5% ficaram com defeito.00 100 10 = 800 X R$ 10.00 – R$ 80. 15% significa que. teriam faltado 15 deles.00 sofreu um desconto de 10%. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados.00.00 O valor do desconto é R$ 80.

Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas.6. 5% apresentam defeito.5. Para ter direito ao certificado. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 . quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas. Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água. somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas. apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino.1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas.

68 .

dez.1 m centímetro cm 0. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. existem medidas menores derivadas do metro. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal. 7. que interessam mais aos cursos na área da Mecânica.1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros.001 m micrômetro µm 0. os submúltiplos do metro. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro.000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO. que são os múltiplos do metro. que são chamadas submúltiplos do metro. cuja unidade é o metro.01 m milímetro mm 0. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0. 1988).7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade. Para isso. 69 .

Se o metro for dividido em 100 partes iguais. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. Partindo do metro.As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro. Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais. isto é. cada uma delas se chama decímetro. formam-se outras medidas de comprimento. cada uma delas se chama milímetro. São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . que corresponde a um metro. considerando-o como unidade. Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. cada uma delas se chama centímetro.

como decímetros. centímetros e milímetros. 3 decímetros 7 metros 2.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena.735 representa 2 metros. depois dos centímetros. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10. que vale 0.º parte-se da posição das unidades. metros decímetros centímetros 2. – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2.º mais à direita ainda. 7 3 5 metros 3. é preciso conhecer suas posições.º à direita dos metros.01 mm. 7. metros Então.º depois dos decímetros ficam os centímetros. No entanto. depois da vírgula. 100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro. 3 centímetros e 5 milímetros. 7 3 5 metros 2.1 mm.735 m metros 1. que vale 0. ficam os milímetros. .001 mm. que vale 0. porque a unidade indicada ao lado da medida é metro. 7 decímetros. ficam os decímetros.nela tem-se os metros. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. 2. 71 . para medir com exatidão. metros 4. a medida 2. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro.

assim. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica. • o eixo mede 20. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste.010 mm = 0. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado.1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0. 0. a folga será de 0. Mudando as medidas. Nesse caso.082 mm. a folga entre eles é de 0. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais. em Mecânica. sua medida vai ser 20. ou seja.072 mm. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0.010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo.080 mm.Pode-se dizer. Por isso. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão.0010 mm = 0.080 mm menos que o furo.01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0. 72 .002 mm.10 mm = 1 mm. também. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20.

então. que mede com exatidão de até centésimos de milímetro.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra. porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0. e o micrômetro. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0. símbolo µm.01 m. Tem-se.Para medir com exatidão de décimos. 32.01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento. ← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2.355 m. • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada. 1 cm 0.01 m de outra chapa. deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir. O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro. 7. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais. que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. 73 . Os instrumentos mais usados são o paquímetro.

Tem-se. então. m dm 7.012 m em cm.– Converter 2. acrescentar zeros. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. Tem-se. na falta de números. 0. – Converter 2. Tem-se. mm 2 Neste caso. a vírgula não tem razão de existir.3 dm em m. cm 3 m 0. m 2. m 2. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso. então. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1. Às vezes. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas. então.45 m em cm. então. mm Neste caso. Vírgula → m 2. 74 .73 m. – Converter 7. dm 7 cm 3 Neste caso. deve-se correr a vírgula para a direita até cm. 245 cm. Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula.2 cm. 2 100 mm. – Converter 2. acrescentar zero. Tem-se. na falta de números.1 m em mm. 201.

8 milímetros 2. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros.175 mm. dezesseis avos  .7. oitavos   .º exemplo: Converter 2” em milímetros. cento e vinte e oito avos  .4 25400 25400 " 75 . pelo equivalente da polegada em milímetros: 25. 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  . 4.4 = 130. 1. 7.7 milímetros Para converter milímetros em polegadas.4 = 50. " " x 25.40 mm. sessenta e quatro avos   .  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada. quartos   . Tem-se: 2 x 25. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   .5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada.4 = 12.4.º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros.175 milímetros 3.4 = 8 41 8 x 25. " 2 x 25. ou fração.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25. Tem-se: 130.º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros.º exemplo: Converter em polegadas 130.175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25.

5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura.7. A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura. 76 . B e C indicados na figura. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura. A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A.

77 . 9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.

Figura 5 − Escala 78 .7.1 Princípio do Vernier de 0. Suas graduações referem-se a 20°. podendo a polegada ser fracionária ou milesimal.1 mm A escala do cursor. a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier. O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga. Geralmente é construído em aço inoxidável. que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada. que eles afirmam ser o inventor).7. 7.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig. com superfícies planas e polidas.02 mm. 1” e 0.001” (Fig. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado.7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier. 4). A escala é graduada em milímetros e polegadas. consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N. 5).

10). coincidindo o segundo traço com 0. Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento. Figura 8 – Posição 0. Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. 5). 8). fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa. e dividindo pelo número de suas divisões (10).2 Figura 10 – Posição 0.9 mm (Fig.Tomando o comprimento total do nônio.3 mm (Fig. conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0.1 mm do que cada divisão da escala fixa. e assim sucessivamente. 6).3 79 . Figura 7 – Escala nônio Assim sendo.1 Figura 9 – Posição 0. 7).1 mm (Fig. o terceiro traço com 0.2 mm (Fig. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0. 9). o paquímetro estará aberto em 0. que é igual a 9 mm (Fig.

no décimo traço. 1/8” (Fig. 15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 .7. 13).7. 5/8” (Fig. O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento. no segundo traço. Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo. ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa. a leitura da medida será 1/16” (Fig.7. pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig.3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada. 11). sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. 14). a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig. 12). Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário.

1 Processo para a colocação de medidas 1. 81 . 20). se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa. 17). 19). 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços).º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. 18). assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário.3. O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio. o quarto traço 1/32”. utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador. a leitura da medida será 1/128” (Fig. utilizam-se os processos a seguir descritos. Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas. 16).7. Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. e assim sucessivamente. o segundo traço 1/64” (Fig. o terceiro traço 3/128” (Fig. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa.Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. 7.

33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig.7. 45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7. repetindo o denominador da concordância. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio. Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador.º exemplo − Ler a medida da Figura 22. 21).2 Processo para a leitura de medidas 1. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .3.

º exemplo − Ler a medida da Figura 23.Posição 13/32” 4. + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 . abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25. como se fosse iniciada a operação. inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3.º exemplo − Ler a medida da Figura 25.2.º exemplo − Ler a medida da Figura 24. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 . Ao final da aplicação do processo.

7.7.4 Exercícios Fazer as leituras abaixo. Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .

5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes.7.7. Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 . mostram-se alguns exemplos.

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

Essa medida chama-se perímetro.8 GEOMETRIA PLANA 8.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada. pode-se abrir o arame até que fique reto. Para entender melhor. Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8.1.2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido. e medir seu comprimento. 8.1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais.1. imagine-se uma figura com o contorno feito em arame. Exemplos: retângulo trapézio losango 8. Para medir seu perímetro. 87 .

pode acontecer de a medida não ser muito exata.5 + 2. por ser um contorno de arame que pode ser aberto. 5. Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto. pois não se pode abri-lo.A medição do perímetro através desse método é fácil. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto.. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 .. basta somar as medidas das partes do contorno. Fazendo desse modo. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida.0 5. Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena.5 15. Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1.0 cm cm cm cm cm Às vezes.0 2. Para calcular o perímetro.

Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado.º – Mede-se cada lado do contorno.3 cm 2. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.1. 2.9 cm 3. Para medir uma superfície. 89 . a parte interna de uma figura plana.3 cm + 2.0 cm Agora.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície.0 cm + 2.8 cm = 2. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado. 8.º Somam-se as medidas dois lados: 2.8 cm 11. isto é. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida.0 cm + 2.9 cm + 3.

começa-se comparando a figura A. Do mesmo modo. a medida da superfície de A é 32 unidades. isto é. pode-se medir a superfície da figura B. A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados. Então. Para medir superfícies.Quantas vezes a unidade. o quadrado. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . isto é. para calcular a área da superfície. Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. também existem unidades padrão de medida. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades. Contam-se quantos quadrados cabem na figura B.

cm 2 mm 8 0 91 . 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2. Exemplo: dam dam 9.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. ‘ 8. a vírgula é deslocada de uma em uma posição. Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. mas precisa-se dela em outra unidade. Vejam-se os exemplos a seguir. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade. Nesse caso. é preciso compará-la com o cm2. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado. Já se viu que.Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. Assim. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5.5280 m = 95.280 dm m 9. é só fazer a transformação. a medida é dada na unidade que se escolheu. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. para transformar medidas de comprimento. o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície.

mm2 4 Resposta: 157 536.5 dm2 = 1.5 cm2 = 0. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15.8 m2 em dm2: 9.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros. Exemplo 1 − Transformar a medida 5. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação. 9.125 m2 Neste caso.5 dm2 em m2: 112. Exemplo 4 − Escrever a medida 9.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36. 92 .Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2. dam2 m2 5.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2. escrever a medida 112.3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda.

a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2. Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado. é utilizado para a medição de superfícies grandes.Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados. No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 . Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado.

6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo.5. 94 . no retângulo todo cabem 18 cm2. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo. 8. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. como 3 x 6 = 18. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal. mede-se a largura e o comprimento do retângulo.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. 3 cm 6 cm Então. Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura. cabem três filas de 6 cm2. a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm. vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento.5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela. no retângulo todo. quer dizer que. Resultado.8.

2 cm de largura e 7. a área fica em mm2.2 148 + 222 0 23. 95 . depois. no quadrado.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo.35 cm2 8.4 x 3.4 por 3.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra. quando estão em metros. 37 mm = 3.2 para achar a área: 7. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros. a largura e o comprimento terem a mesma medida. É preciso multiplicar 7.68 Neste caso. com a diferença de. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros. Às vezes. calcular a área do retângulo. a área do retângulo é 23.68 cm2.4 cm de comprimento. fica em m2.7 cm 3.Este retângulo tem 3. Quando os lados estão em milímetros.7 cm x 5.5. as medidas são dadas em unidades diferentes. Neste caso. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para.

96 . Assim: Desse modo. comprimento = 31. Então.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31.5 mm x 31. o comprimento é igual à largura.5 mm 157 5 315 + 945 0 992.5 mm de lado. Como a figura é um quadrado.25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992. área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros. Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes.25 mm2. Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado.5 31. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm. a área da figura é 1 384 mm2.5 largura = 31.

A = B⋅h 97 .5. do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm. forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm. áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira. Dessa maneira.3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD.Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. Logo. pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura. porque os triângulos ABE e DCF são iguais.

Portanto. Fórmula: A = B x h A = 3.696 m2.7 m x 1.72 m x 1.72 m altura = 1.7m ⋅ 1. 98 ..696 m2 a área do paralelogramo é 6.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6. A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10.4 m 588 147 0 20.8 m Resultado: 3.7 m x 1.5.4 m 14. 1. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura.72 m de base e 1. respectivamente. 8.7 m altura = 1.4m 2 base = 14. equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD.4 m.4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3.29 m2.58 m2 00 5 4 18 0 2 10. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14.8 m base = 3. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB.8 m de altura.7 m e a altura. forma-se o paralelogramo ABCD.

linha que une dois vértices não-consecutivos BD. CDE.8. EGO. EFG. 8. O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS. ACO. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. forma-se o retângulo.6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais. se bases B1 e b2 respectivamente.5. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2.5 Área do trapézio A diagonal. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . e de mesmas alturas. divide o trapézio em dois triângulos. a área do losango é a metade do produto de suas diagonais. GAO).5. A= AE × CG 2 99 . CEO. Logo. GHA. então a área do losango é a metade da área do retângulo. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC.

C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m. 3. 8. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero.5400 . Fórmula: A = π R2 A = 3. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m . respectivamente.1416 x (5 m)² A = 3.1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78.5. 9 m e 4 m.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem.1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78.54 m².

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

n.º de divisões constante 4 1. basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro. representado no exemplo pelo hexágono.º de divisões constante n.03528 8.08239 18 1.01959 8 1.05146 20 1.02572 6 1.41421 14 1.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 .15470 16 1.01247 12 1.6.01545 10 1.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.8.

587 = 25. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais. Para isso. nos trabalhos em oficina. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir. 8. Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões.7.8 103 .1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais.É comum. L = D x constante = 44 x 0.

149 6 0.207 31 0. 35) quando possuem o vértice e um lado comum.587 21 0.092 8. dizse ângulo Ô (Fig. 34).239 29 0.500 22 0.n.156 5 0.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.164 4 0.281 27 0.258 28 0.342 25 0.120 11 0.382 24 0.125 10 0.º de divisões constante 3 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.309 26 0.222 30 0.130 9 0.195 32 0.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig.707 20 0.095 18 0.104 15 0.866 19 0.098 17 0.173 34 0.111 13 0.º de divisões constante n. Figura 34 – Ângulo Ô 8.108 14 0.8.136 8 0.183 33 0.116 12 0. 104 .101 16 0. Assim.433 23 0. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo. As retas que formam o ângulo chamam-se lados.142 7 0.

8. nesse caso. sendo que. 36). Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados. na Figura 35 tem-se AÔB. o divide ao meio (OC na Fig. Assim. Figura 36 – Ângulos adjacentes 8.2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig. 37).No caso do ângulo da Figura 35.8. a letra representativa do vértice vem entre as duas outras. a partir do vértice. Figura 37 – Bissetriz 8.4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig.3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. 38).8. 105 . B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8. o lado comum é BO.

6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig. Figura 40 – Ângulo agudo 8.8. 41). 39).Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8. Figura 39 – Ângulo reto 8.5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig.8. Figura 41 – Ângulo raso 106 . 40).8.7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig.

O ângulo de 20° é suplemento de 160°. e o segundo. simbolizado por dupla aspa (”). cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°.8. O sistema utilizado é o sexagesimal. pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°. 1 grau equivale a 3 600 segundos. São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°).10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas. O ângulo de 30°.8.8 Ângulos complementares. O grau. o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos. 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco. Ou seja: os graus são somados entre si. Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”. Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco. da mesma forma que o minuto. escrita ao lado do número. é complemento de 60°. por sua vez. As relações entre o grau. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). tem dois submúltiplos: o minuto. Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 .8. 8. 8. os minutos entre si e os segundos entre si. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. O ângulo de 80° é replemento de 280°. por exemplo.8. O sistema utilizado é o circular. Assim.

b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida.Como 61’ contêm 1° mais 1’. a 41° 4’ 37”.8. Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo.11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. por fim. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e. transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” . Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior. 8.

Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43. isto é. Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são. se procura determinar o terceiro lado. nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto.9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos. Com efeito. 90° (Fig. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos. conhecidos dois lados do triângulo retângulo. 42) – o lado maior é chamado hipotenusa. e os outros dois. catetos. Como exemplo tem-se aqueles em que. tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 .8.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. 113 . Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono. As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem.1. Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. recebe o nome de pirâmide. prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9.

1. recebe o nome de cilindro reto. recebe o nome de cone reto. cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução.pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9.3 Cilindro. Figura 52 − Cone 114 . Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo.

115 . cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele. Essas unidades são os cubos. 3 O símbolo do decímetro cúbico é dm . É o número que exprime sua medida. 9. Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. não é oca.Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros. recebe o nome de esfera. 3 O símbolo do metro cúbico é m . Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo. O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica.

9.2. 000 cm3 mm3 038. o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura.000 038 467 m3 9.1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). portanto.467 cm3 dm3 700 cm3 000. 467 0.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21.Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0.000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos.2. Constitui.001 m3 cm 3 0.2 Cálculo de volumes De modo geral. 21 700 000 cm3 b) Converter 38. Isto é: V = B .7 m3 = Solução: 38. Solução: = m3 dm3 000.000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0. um sistema milesimal. a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000.7 m3 em cm3: Resposta: 21. h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura. suprindo de zeros caso faltem algarismos. Exemplos: a) Representar 21. . somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática.

então: V = A. as pirâmides classificam-se de acordo com as bases. Isto é: V = A.B. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo.2.9.14. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h).C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9.B.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas. 117 .2.2. 20 cm V = 6 280 cm3 9.2.3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados.1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes. então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm.2.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm. então: V = π.2.2.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.h V = 3. O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide. Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm. (10 cm)2 . Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões.r2.2.

14 .5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos. Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9.800 cm3 118 . 3.2. 10 cm 3 V = 376. Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X . Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h). Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura.2. então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 . (6 cm)2 .O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide.

8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.2.2.7 Volume do tronco de cone V= π .6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.2.2.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.2.9.2.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .

3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 .2.B.C pirâmide cilindro V = = ) π.9.h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 . h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.

AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ... Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os ... Para isso.. AC é o cateto oposto ao ângulo B............. é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B. Â é ângulo reto. BC é a ....... são ângulos agudos...................... primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente......................10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas............................ B e .. Continuando a observar: AB ....... 121 ....

... as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ...... Considere-se o triângulo retângulo ABC... então....1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â...... de lados AB e AC.... é o .. Valem........................ é o cateto adjacente (vizinho...... pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.... ao ângulo B. m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â...... Tendo em vista a semelhança entre os triângulos.............. é a hipotenusa...................... é a ................. 10.... junto. é o ........ contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ.... contíguo... contíguo ou junto) ao ângulo B. cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 ...... Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ....adjacente (vizinho....Adjacente é o mesmo que vizinho..... B BC AC AC é o ângulo agudo considerado.

....1.....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = .................65 25 123 ... por favor... 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12... 2 Conferir suas respostas. sen 60° = . sen 15° =.............10.......... Só olhar para este final de folha depois de tudo feito....... 86..5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21... não copiar...............6 100 sen 30° =... porém.. sen 75° =.................. sen X = .

2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. Em breve. B’ C’.. estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = . Assim... para que se possa compreender bem as funções trigonométricas. determinam triângulos retângulos semelhantes. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto. de lados AB e AC. que são de grande interesse na Oficina.. cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. 124 . mesmo que sejam trabalhosos. Pode-se então. perpendiculares a AC. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â. B” C”. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais.10.. Os segmentos BC. do mesmo modo que se viu em seno. – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente.

.64 20 125 ............... cos 67°30’ = .... cos R =.................1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13..........................9 100 cos P =... cos 12°30’ = ............... Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19..............25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7.2...10.

......3.. Muito bem! Pode continuar......... m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â.. B’ C’. perpendiculares a AC. B” C”. 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10. e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ..... Escreve-se. os lados correspondentes são proporcionais. de lados AB e AC.3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â.10........ então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos................. tgW = C B tg B = .0 D . Os segmentos BC....... Completou com: D F 126 e F.....1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = . determinam triângulos retângulos..

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”. 5 Determinar “L”. 130 .3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”.

0698 0.1908 0.6202 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.2278 0.2221 0.1736 83 82 81 80 10 0.4643 0.0929 0.6293 0.3090 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.2532 0.3881 0.5348 0.1679 0.2644 0.3692 0.5200 0.5446 0.0436 0.3007 0.0552 0.0378 0.5495 0.1219 0.6626 0.2250 0.3557 0.1822 0.4462 0.3118 0.1536 0.5664 0.4823 0.2868 0.0523 0.5592 0.6947 0.7030 0.4848 0.5878 54 36 37 38 39 0.3746 0.1593 0.6539 0.1305 0.2419 0.1363 0.5544 0.6157 0.5422 0.3201 0.1965 0.3090 0.2108 0.6293 0.4899 0.5250 0.1161 0.0814 0.3719 0.4041 0.4540 0.2812 0.4279 0.5972 0.6604 0.4874 0.3665 0.6820 0.4975 0.4566 0.5175 0.5275 0.4617 0.3934 0.5760 0.6841 0.6884 0.2136 0.6517 0.2588 78 77 76 75 15 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .5878 0.3338 0.3800 0.1016 0.5925 0.1248 0.6018 0.2756 74 16 17 18 19 0.1937 0.3584 69 21 22 23 24 0.3773 0.6157 0.3611 0.6472 0.0087 0.0698 0.3256 0.1650 0.3475 0.6988 0.6777 0.1074 0.5688 0.2051 0.4147 0.6670 0.0058 0.3420 73 72 71 70 20 0.5640 0.0116 0.1736 0.5712 0.4094 0.2250 0.5446 0.5471 0.6338 0.6248 0.2022 0.5616 0.3173 0.4067 0.0407 0.1851 0.6383 0.5000 63 62 61 60 30 0.6428 53 52 51 50 40 0.1045 0.6799 0.0756 0.6065 0.3393 0.6926 0.3448 0.2079 0.5783 0.4226 68 67 66 65 25 0.1507 0.6428 0.0000 0.1478 0.4592 0.1794 0.5299 0.5736 0.1392 0.6361 0.4200 0.0175 0.5398 0.0843 0.1103 0.2391 0.3062 0.2924 0.6111 0.6713 0.7050 0.3827 0.2896 0.4746 0.1564 0.0987 0.1880 0.3145 0.6947 0.4305 0.2079 0.6734 0.3228 0.3311 0.0727 0.5150 0.4924 0.4950 0.3256 0.4253 0.4540 0.6648 0.6225 0.2476 0.2504 0.4331 0.0581 0.1132 0.6271 0.2756 0.6180 0.6088 0.2419 0.5125 0.5100 0.5000 0.3584 0.1908 79 11 12 13 14 0.0320 0.0175 0.6583 0.0291 0.3854 0.2616 0.1421 0.4797 0.4384 64 26 27 28 29 0.4695 0.1219 0.5324 0.2560 0.5901 0.5568 0.3746 0.4410 0.5075 0.6967 0.2193 0.1622 0.5854 0.4514 0.4067 0.6134 0.0349 0.4384 0.6691 0.3638 0.5025 0.0872 0.0029 0.0204 0.5831 0.6820 0.2728 0.7009 0.4848 0.1564 0.2840 0.4173 0.4720 0.0145 0.1190 0.3529 0.1276 0.6862 0.5736 58 57 56 55 35 0.2447 0.4436 0.5519 0.4695 0.6905 0.5807 0.0465 0.2306 0.2672 0.3907 0.3907 0.5948 0.6041 0.2164 0.4488 0.5225 0.5995 0.6450 0.5050 0.3502 0.6018 0.2952 0.3365 0.1392 0.6316 0.2784 0.5299 0.0233 0.TABELA DE SENO .6561 0.4669 0.0669 0.5373 0.1708 0.2924 0.1045 84 6 7 8 9 0.4014 0.0349 0.0610 0.6756 0.4772 0.0640 0.6561 49 41 42 43 44 0.3987 0.6691 0.6406 0.4120 0.2588 0.5150 59 31 32 33 34 0.1449 0.45° a 90° 131 .6494 0.0523 0.0262 0.2979 0.0785 0.4358 0.3961 0.3283 0.1994 0.4226 0.3035 0.2700 0.1765 0.0901 0.2363 0.3420 0.1334 0.0494 0.2334 0.0958 0.5592 0.

7660 0.8107 0.8355 0.8192 38 37 36 35 55 0.9572 0.9703 0.9216 0.9135 0.9436 0.7173 0.7790 0.9063 0.9511 0.8802 0.8689 0.9964 0.8988 0.99989 0.9816 0.9325 0.9994 0.9995 0.8526 0.9644 0.9948 0.9636 0.9596 0.8192 0.8660 33 32 31 30 60 0.9967 0.9730 0.9903 0.9939 0.8403 0.8557 0.7314 0.9088 0.7392 0.9075 0.9886 0.9894 0.8975 0.8274 0.8158 0.9811 0.7986 0.8601 0.9827 0.7314 0.9474 0.9925 0.9877 9 81 82 83 84 0.7153 0.9877 0.9981 0.9100 0.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.9962 8 7 6 5 85 0.8307 0.9799 0.9822 0.9848 13 12 11 10 80 0.9744 0.9621 0.8816 0.9710 0.9272 0.9992 0.7451 0.9918 0.8056 0.9171 0.9465 0.9781 0.9787 0.0000 0.9838 0.7604 0.8208 0.8225 0.8418 0.9038 0.7808 0.9674 0.7412 0.8258 0.7623 0.9962 0.9194 0.9397 23 22 21 20 70 0.8631 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.9026 0.9954 0.9605 0.9980 0.9250 0.7679 0.9013 0.9899 0.9951 0.8021 0.8039 0.8572 0.9689 0.7528 0.9816 0.9304 0.9881 0.9652 0.8290 0.9976 4 86 87 88 89 0.9537 0.8829 0.9272 0.7274 0.9994 0.9997 0.8480 0.999996 0.9283 0.9135 24 66 67 68 69 0.9511 0.7916 0.7193 0.9959 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .7214 0.7294 0.8704 0.9986 0.8949 0.7826 0.9848 0.9546 0.0° a 45° 132 10 0 Graus .9659 18 17 16 15 75 0.8718 0.9563 0.7716 0.9997 0.8616 0.9858 0.7771 0.8175 0.9971 0.9976 0.8434 0.9868 0.9051 0.8465 0.8910 0.9387 0.9724 0.7969 0.7698 0.7844 0.9737 0.9805 0.TABELA DE SENO .9978 0.7333 0.9628 0.7566 0.9911 0.8988 0.9929 0.9998 1.9124 0.9914 0.8241 0.8511 0.8480 0.9833 0.99996 0.9001 0.8660 0.9890 0.9261 0.8090 0.8073 0.9945 0.8870 0.9998 0.9985 0.9863 0.8897 0.8788 0.8923 0.9681 0.7133 0.9397 0.9563 0.9228 0.9903 0.8732 0.7431 0.7490 0.9520 0.8450 0.9336 0.9853 0.9239 0.9426 0.8572 0.9147 0.7431 0.8090 0.7880 0.8141 0.9182 0.8387 0.99998 0.8339 0.8587 0.9945 0.9492 0.8124 0.9757 0.9377 0.8936 0.7951 0.7470 0.9293 0.8829 0.9932 0.9367 0.7234 0.9936 0.9717 0.8760 0.7193 0.7547 0.7373 0.9588 0.8004 0.9555 0.8910 0.9988 0.99993 0.9942 0.9957 0.7986 0.8496 0.9769 0.8290 34 56 57 58 59 0.7934 0.9315 0.9922 0.8746 0.9528 0.9159 0.9446 0.7547 0.7112 0.8371 0.8323 0.8843 0.9775 0.9843 0.9989 0.9659 0.99985 0.9763 0.9455 0.7353 0.7642 0.7880 0.7898 0.9974 0.9502 0.9336 0.9781 0.8884 0.9112 0.9455 19 71 72 73 74 0.8542 0.9407 0.8675 0.9744 0.7771 39 51 52 53 54 0.9925 0.9996 0.9356 0.8646 0.8774 0.8387 0.9580 0.9346 0.8962 0.9613 0.7254 0.9205 0.7735 0.9205 0.9063 28 27 26 25 65 0.9613 0.7862 0.7092 0.9907 0.9703 14 76 77 78 79 0.9986 0.8857 0.8746 29 61 62 63 64 0.9993 0.9696 0.9750 0.7585 0.9793 0.9983 0.7509 0.9990 0.9417 0.9667 0.9872 0.9969 0.7753 0.9483 0.

7177 0.0758 0.8243 0.4699 0.3121 0.2899 0.2370 0.4663 0.6577 0.4950 0.2742 0.7536 0.4279 0.0992 0.4314 0.5354 0.8292 0.7133 0.3772 0.0524 0.3089 0.7627 0.8098 0.4245 0.0934 0.8391 53 52 51 50 40 0.3346 0.7002 0.6494 0.8952 0.0437 0.4452 0.7310 0.6412 0.0553 0.3443 0.6745 0.1584 0.2931 0.9325 0.2156 0.6536 0.9770 0.0000 0.9057 0.5851 0.8642 0.8796 0.6168 0.6330 0.7400 0.8050 0.0466 0.2994 0.2493 0.2617 0.0904 0.8441 0.1524 0.4006 0.45° a 90° 133 .1405 0.7766 0.0204 0.5169 0.8098 0.7954 0.7536 0.9380 0.3249 0.2679 78 77 76 75 15 0.6289 0.7265 0.6009 59 31 32 33 34 0.3249 0.9657 0.4142 0.9004 0.3640 73 72 71 70 20 0.1228 0.9884 0.5095 0.8693 0.9942 0.0524 0.5206 0.1733 0.2065 0.6916 0.2339 0.2586 0.0262 0.1317 0.2867 74 16 17 18 19 0.9325 0.6494 0.1703 0.1139 0.8693 49 41 42 43 44 0.6959 0.2309 0.1853 0.5890 0.1465 0.6249 0.6787 0.6249 0.4487 0.3314 0.2711 0.0699 0.1110 0.0729 0.0963 0.5317 0.0145 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.0582 0.4040 0.3217 0.0378 0.5735 0.6661 0.0875 89 88 87 86 85 5 0.2493 0.4877 0.3805 0.8195 0.4592 0.3411 0.2836 0.3706 0.5095 0.3574 0.3378 0.4663 68 67 66 65 25 0.2217 0.8491 0.3541 0.1944 79 11 12 13 14 0.4734 0.7046 0.5317 0.5059 0.7265 54 36 37 38 39 0.0233 0.6009 0.5392 0.2095 0.3739 0.5543 0.6873 0.1287 0.1793 0.5430 0.4877 64 26 27 28 29 0.0116 0.3153 0.6128 0.9713 0.8899 0.7720 0.3281 0.5696 0.7581 0.2648 0.3508 0.4986 0.6830 0.5930 0.6453 0.1051 84 6 7 8 9 0.7860 0.4108 0.3026 0.2805 0.5774 0.1823 0.7490 0.9545 0.1944 0.2773 0.5505 0.4806 0.2186 0.8342 0.7907 0.2432 0.1495 0.1584 0.0349 0.4628 0.9601 0.7813 0.7089 0.1022 0.5022 0.4417 0.0175 0.5543 0.1198 0.9110 0.0029 0.5774 63 62 61 60 30 0.1405 0.TABELA DE TANGENTE .3839 0.2126 0.6048 0.3973 0.0641 0.4348 0.6745 0.4040 0.3443 0.1763 83 82 81 80 10 0.7221 0.3939 0.1169 0.4210 0.4245 0.8541 0.1883 0.3640 0.3057 0.1346 0.4522 0.9435 0.2309 0.5243 0.4913 0.0175 0.5581 0.3839 69 21 22 23 24 0.7673 0.2278 0.0612 0.1554 0.8591 0.0846 0.8391 0.9827 0.8847 0.4557 0.5619 0.2247 0.9657 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .9271 0.4074 0.9004 0.0407 0.2401 0.8002 0.2462 0.3607 0.8146 0.9163 0.1257 0.4383 0.4452 0.5658 0.7813 0.5132 0.0495 0.4176 0.1644 0.3476 0.5812 0.0087 0.6371 0.6703 0.1376 0.2004 0.2555 0.0291 0.1435 0.3673 0.2867 0.1974 0.9490 0.0875 0.8744 0.2524 0.6619 0.1914 0.3906 0.1614 0.1051 0.1673 0.3057 0.5969 0.0058 0.3185 0.5280 0.5467 0.6208 0.7445 0.2126 0.0787 0.0349 0.6088 0.0699 0.2962 0.7355 0.0816 0.1763 0.0320 0.7002 58 57 56 55 35 0.3872 0.1228 0.2679 0.2035 0.4770 0.1080 0.9217 0.4841 0.0670 0.

1445 28 27 26 25 65 2.1885 114.6713 5.4287 8.1171 1.3945 2.1693 24.2371 3.4641 1.0965 1.1443 9.3897 4.1303 1.4281 1.3597 1.6382 5.3111 1.8667 3.0178 3.1918 1.9758 6.6864 1.7769 10.1708 1.4370 1.6107 1.9530 9.4826 1.2460 2.1571 1.3764 1.4281 38 37 36 35 55 1.0353 2.4751 2.5764 4.4826 34 56 57 58 59 1.7321 18 17 16 15 75 3.1716 3.0777 3.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .4124 3.8239 2.1918 44 43 42 41 40 50 1.5399 1.2723 1.1653 4.1283 1.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.8807 1.2423 1.0058 1.5736 4.2954 1.3315 4.8430 5.6003 1.0355 1.2817 2.6534 1.6003 1.7475 2.3559 2.2349 39 51 52 53 54 1.2257 4.1436 1.0655 1.4342 2.1504 1.6470 3.2709 3.5555 10.2059 1.0295 1.9626 2.0913 1.8269 7.3934 1.7321 33 32 31 30 60 1.7556 1.1106 1.2900 14.5798 1.1778 1.4316 49.2553 11.3190 1.0355 1.6977 1.6048 21.2113 2.3138 7.3052 3.8770 2.2876 1.9244 20.5013 1.1446 4.6511 2.6713 13 12 11 10 80 5.9894 5.8040 1.1445 2.0503 2.5172 2.5204 1.9641 171.7694 5.2799 1.2497 1.1640 1.4845 4.9887 3.2637 2.1988 1.7437 1.3514 1.7205 1.7737 19.6746 2.2687 8.2286 2.6051 2.0844 6.0724 1.1775 2.3093 4.0° a 45° 134 10 0 Graus .0108 4.1970 6.4704 34.1943 2.4874 3.5261 2.7321 3.0724 1.0780 6.4106 1.8418 1.6912 7.2572 1.8040 29 61 62 63 64 1.7980 2.4460 1.0594 7.7675 1.2193 4.0811 28.3032 1.3450 9.0117 1.0977 1.5887 17.4301 8 7 6 5 85 11.3559 2.2505 12.1369 1.3499 22.4751 2.4019 1.6753 1.0503 1.3750 2.TABELA DE TANGENTE .6985 2.9398 16.8502 2.8291 1.2799 1.9319 3.2131 1.6319 1.3432 1.4733 1.2998 2.2416 68.6363 57.1443 9.3007 4 86 87 88 89 14.1123 1.5697 1.2056 31.6891 3.1126 4.0658 5.0786 1.0204 2.3854 6.1106 1.6279 2.0477 1.4960 2.3759 3.0108 14 76 77 78 79 4.7090 1.1084 3.2709 3.5144 11.4301 11.7917 1.7062 13.8208 3.1609 2.1504 1.9347 2.9682 7.0475 3.2349 1.9038 38.2900 1.5597 1.0000 1.5386 2.6643 1.5497 1.7760 3.3315 4.8708 5.1237 1.8262 12.4545 2.9626 2.3270 1.6051 2.7046 5.4495 3.8807 1.5108 1.4919 1.9152 5.0098 10.0235 1.0599 1.3680 1.5301 1.3351 1.4550 1.1397 3.4193 1.0176 1.8546 1.5399 1.3183 2.9210 2.5107 4.8165 1.2647 1.0811 28.7228 2.9768 2.1154 8.4142 2.9042 19 71 72 73 74 2.7882 6.7501 15.9486 2.3678 85.4874 2.2747 4.7267 14.6643 1.0809 1.8940 1.5826 2.7046 5.7796 1.8676 1.5144 6.2460 24 66 67 68 69 2.1446 5.9617 4.5418 42.0611 4.9074 1.9136 3.6059 3.6426 1.2203 1.4348 7.7119 6.2276 1.1041 1.2041 3.7321 1.0661 1.7475 23 22 21 20 70 2.5958 8.3007 19.7725 2.8854 18.9912 2.3138 9 81 82 83 84 6.3270 1.7729 5.1039 343.9042 3.5605 2.1154 8.6363 57.0750 26.7704 9.1969 13.5606 7.0850 1.0057 2.3402 3.6212 1.5656 2.5900 1.1847 1.3955 4.3764 1.0538 1.0777 3.3369 2.9600 3.0416 1.4494 4.3848 1.

1. suficiente para conter dentro de si alguma coisa. o volume é um maciço.1 litro 0. 27. e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. dl 8 Portanto.418 hl em l.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez.11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11. suprindo de zeros caso faltem algarismos.418 hl = 2741. Exemplo – Transformar 27. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0. Assim sendo. pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra. A unidade legal de capacidade é o litro (l). a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior). A capacidade é um vazio.1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente.8 l 135 . Litro é a capacidade ocupada por e dm3. que deriva do sistema métrico. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1.001 litro 11.01 litro 0.

3 m3 18300 dm3 = = 18. basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).11. Solução: 18.6 l 136 4130. Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro.300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3.0041306 dam3 41306 dl = 0.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico.6 dm3 = 0.3 m3 18. Solução: 41306 dl = 4130.0041306 dam3 .6 dm3 4130.3 m3 em l.6 l capacidade volume = 4130. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume.1.

2.73 kg em decigramas.1 g 0.2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo.2. 42. equivalente a 1 000 kg. usa-se também como se fosse unidade principal. é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram. a tonelada (t). a milésima parte do quilograma.1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg. Tomando o grama como fundamental. veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C. também. Exemplo – Converter 42.11. 11. Na prática.01 g 0. denominada grama.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.73 kg = 427. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente. muito empregada nas medidas de grandes massas.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 . 11.

3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa. Assim. se tomar o volume em dm3.5 dag + b) 5t + 25 kg 12.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume.2 kg por dm3 de massa. Com esses dados. A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1. tem 1 520 kg. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas).3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48.2. que a massa específica de ferro fundido é 7.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7. 11. Se. significa que o ferro fundido tem 7. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais. 4 m de largura e 3 m de altura.5 m de comprimento. quando se diz. por exemplo. A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 . ao invés de centímetros cúbicos.11. se estiver vazia. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume. Calcular o volume em cm3. o 7.293 g.2. Assim.2 gramas por centímetro cúbico.

Se fosse em dm3. . . . . . . . o resultado seria em kg (quilogramas). . . .3 estanho . . . . . . . . . . ferro . Aqui. . . . . . . . . 7. . . . . Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . . . . . . . 19. . 11. . . . .6 carbono . . . . . . . . . . . . . . . . . . .9 alumínio . . . . . . . . .5 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6. . .7 antimônio . . . . . . . . . . . . . .3 cobre . . . . . . . .8 níquel . . .7 bronze . . . . .5 latão . . . . . . . .8 ferro fundido . . . . . . . . . . . lembrando que a massa específica do latão é 8. . . . . . . . . . . . . 6. . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3. . . . . . . . 8. . volume = massa massa específica Portanto. . . . .5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas. . . . . . . . . . . o problema é inverso: já se conhece a massa. procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. 8. se teria o volume em dm3. . . . Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. tem-se: massa massa = = 8. . . . . . . . . . . . . .1 vanádio . . . . . . . . . . .9 7. . .9 crômio .6. 2. . . . . . . . . . . . . .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3. . 7. Se fosse em quilogramas. . . . . . . 5. . . . . . . . . . .2 8. . . . . 139 . . . . . . . . . . . . 7. . . . . .5 chumbo . . . . . . 8. . Como a massa específica do bronze é 8. . . . tungstênio . . . . . .5 e substituindo na fórmula os dados do problema. .1 zinco . . 3. . tem-se: volume = 68g 8. . .

140 .

e sua unidade é m/min ou m/seg. rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . diz-se rpm – rotações por minuto. O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte.1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo. seg 1 . quando é representado em qualquer outra unidade de tempo.Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta. Portanto. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo.12 VELOCIDADE DE CORTE . m/min Vc = m/seg 12. min 10 n 141 . é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro. diz-se simplesmente n. a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. Quando o espaço de tempo é o minuto. A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc.

e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. π . d = π . n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. ou seja. π . ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 .12. rpm V = d . Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido. n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. n.2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . n. o problema na Oficina será sempre determinar a rpm. d .

Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. ø de acabamento. Neste caso. b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. Para acabamento. Vc de desbaste e acabamento. A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho. 143 . o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm. regular a máquina para 80 rpm. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. regulá-la para 140 rpm.

5 80..08..400 0..40 1 8..300 0..5 50.120 0.1 0..0 400...2 350.0 b) 20.....300 0.0..0 a) 50..200 0....600 0..0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30...1....25 0.0.2 100.120 0......300 0.15 150..0..200 0.120 0..1 1..2...800 0.0 a) 10.0 250.150 0..3 b) 25....005..0.50 1....40 0..0.2 aço liga até 750 N/mm² a) 25.0.06.3 b) 20...0..2 2.160 0....05...0..1...15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400..0..0..400 0....0 30..1 0.30 0.2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15.2 a) 60..70 1....0 50.100 0..0.....1.0.15.0.0.150 0.....15 a) 20.3 70.300 0.15 80..1 a) 150.....400 0......2 100.400 0.0.1 150.60 0.150 0.2.150 0...30 0.15 ..1 1.0..3 b) 30..1..0.5 6..3 150..1.8 6....120 0.0...1200 0.160 0.1 1.1.0 a) 100.0.0 200.800 0.1200 0.500 0.5 10.3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20....100 0.3 3.3 70.40 1.........150 0..1.0 a) 80...2 80..5 10.05...50 0.1.1 1.20 0.....0 a) 10.1......1 0.300 0.100 0..0..08...25 0..15 60.1 80.1 100.1 100....1.1...3 80.....3 3.....0 b) 100.220 0.0..0.06.08...1.0 20.1.250 0...20 0...0.150 0.2 80.1 1.120 0..2 400.05.0....0.2 100.5 6...05..20 1..1.5 150.0.08.0 b) 50.0...3 60.150 0.20 0..0 8..300 0..0.2 b) 200..0 b) 100.5 10..1 1.0.15 b) 60.70 0..1..1...0.0 b) 150..0.150 0.300 0...1 1.0 150...3 80.40 0..1.1.1..5 6....0 200..5 6.300 0.2 2.1.3 b) 15..2 150.2 100.0..30 0.3 350.0 b) 40...1...300 0...1.120 0.0...0.0...0 200.12.0...

REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO. s. INMETRO. ed. José Ruy. Cálculo técnico.].d. São Paulo: Saraiva. Resolução do CONMETRO nº12/1988. Quadro Geral de Unidades de Medida. Elementos de Matemática. Scipeone .. Material Instrucional.. Departamento Regional do Rio Grande Sul. Brasília. Porto Alegre: SENAI-RS. 2003. São Paulo: FTD. José Roberto.. 145 . Matemática completa. 2000. GIOVANI JR. GIOVANI. 2. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL.d. s.[et al. José Ruy. BONJORNO. SENAI/DN.

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