CÁLCULO TÉCNICO

SENAI-RS – SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL
DEPARTAMENTO REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL
Presidente Nato

Francisco Renan O. Proença – Presidente do Sistema FIERGS

Conselheiros Delegados das Atividades Industriais – FIERGS
Titulares
Manfredo Frederico Koehler
Astor Milton Schmitt
Valayr Hélio Wosiack

Suplentes
Deomedes Roque Talini
Arlindo Paludo
Pedro Antônio G. Leivas Leite

Representantes do Ministério da Educação
Titular
Edelbert Krüger

Suplente
Aldo Antonello Rosito

Representantes do Ministério do Trabalho e Emprego
Titular
Neusa Maria de Azevedo

Suplente
Elisete Ramos

Diretor do Departemento Regional do SENAI-RS
José Zortéa
DIRETORIA REGIONAL DO SENAI-RS
José Zortéa – Diretor Regional
Paulo Fernando Presser – Diretor de Educação e Tecnologia
Jorge Solidônio Serpa – Diretor Administrativo-Financeiro

2

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL

CÁLCULO TÉCNICO

Porto Alegre
2004
3

SENAI. Assis Brasil. 8787 – Bairro Sarandi 91140-001 – Porto Alegre.: (51) 3347-8697 Fax: (51) 3347-8813 e-mail: unep@dr. Cálculo Técnico. 2004.br SENAI – Instituição mantida e administrada pela Indústria. 1.Cálculo Técnico  2004. SENAI-RS Trabalho organizado por técnicos do Centro Tecnológico de Mecânica de Precisão Plínio Gilberto Kroeff. 4 .senai.RS. somente será permitida com prévia autorização. A reprodução total ou parcial desta publicação por quaisquer meios. il. fotocópia de gravação ou outros. formatação e revisão lingüística e gramatical Regina Maria Recktenwald consultora Normalização bibliográfica Nelson Oliveira da Silva Bibliotecário/CETEMP Produção gráfica CEP SENAI de Artes Gráficas Henrique d' Ávila Bertaso S 491c SENAI. orientação e supervisão da Unidade de Negócios em Educação Profissional de Nível Básico e da Diretoria de Educação Tecnológica do Departamento Regional do SENAI-RS Coordenação Geral Paulo Fernando Presser DET Coordenação Técnica Jaures de Oliveira DET/UNEP Coordenação Local Boaz Ungaretti CETEMP Revisão técnica Boaz Ungaretti Diretor/CETEMP Maria Inês da Silveira Daudt Professora/CETEMP Digitação.rs. Matemática I. 145 p. Título CDU . Porto Alegre: Unidade de Negócios em Educação Profissional / Diretoria de Educação e Tecnologia. deste Departamento Regional.51 SENAI – Departamento Regional do Rio Grande do Sul Av. por escrito. seja eletrônico. RS Tel. sob a coordenação. mecânico.

.......4.21 2..3 Como conferir uma soma ....................................................................3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO..............21 2...................................2 Regra prática para efetuar a adição ...20 2...............................1...................1 Propriedades gerais da divisão.......3.22 2..................................................19 2............................................2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ..........1 Propriedades fundamentais da multiplicação...................................17 1............................1.....32 3.......3...........4..........................................................................................................................................................................................31 3..4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS..........................2...........................................................15 1........................................................................................19 2.......................3 Como verificar se a multiplicação está certa ...........................................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS.........................32 3......................................................................................20 2...........3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS .....................................................2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA ............................................................3........................................................................................................1 Propriedades fundamentais da adição ..20 2.........................1............................1 Primeiro caso ...........17 1........11 INTRODUÇÃO.........................43 5 ............................2 Regras práticas para efetuar a multiplicação.................24 2.............2................31 3.....................................................................22 2........................................18 2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS .......................1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS ............................27 3 NÚMEROS DECIMAIS .......................................................19 2.........................................................25 2...........................3 Como verificar se a divisão está correta ..........1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO...................................................................................................................15 1..........2 Regras práticas para efetuar a divisão ............................................................1 Regra prática para efetuar a subtração ....................................4........................................24 2................................................................................................4 EXERCÍCIOS ..................................................................1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS ........................3 Como verificar se a subtração está certa ........................13 1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO .......2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS ..........3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS............23 2...................................3...............33 3....................19 2.5 EXERCÍCIOS ....................

.................54 5.........4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM .2...............................6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR ..47 4..48 4.....5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES....................................60 5.......................2 TIPOS DE FRAÇÕES ...............3 Divisibilidade por 4 ............................................................................7...................48 4.........................................................................................1 Fração própria .........................................47 4..........................................9........................11 DIVISÃO DE FRAÇÕES.......................................2 Divisibilidade por 3 ....................54 5................................................10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES ......................................................9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES ........................4 Divisibilidade por 5 ........47 4...................51 5.......................................................2 Frações de denominadores diferentes ....12...........................58 5............1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO ......................................................58 5......1 Frações de mesmo denominador.....7.........47 4....................................................................................................48 4...........................................................1 Frações de mesmo denominador.......................59 5..........1 Frações de mesmo denominador.......47 4.................................................7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES ..............5 Divisibilidade por 6 .........55 5................................................................................................2..................................................2 Frações de denominadores diferentes ...................2.......................................................2....2.8...................3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA ....................48 4.............................................................54 5....................58 5.........................2..........................................................2 Fração imprópria ...................2 DIVISIBILIDADE......54 5.................53 5..4 Número misto ....................................................................2...............................................................................1 Divisibilidade por 2 ...................53 5............................................................................56 5................................................................59 5......................................................................6 Divisibilidade por 9 ............................................................7 Divisibilidade por 10......................................................................................................3 Fração aparente (imprópria) ...4 FRAÇÕES EQUIVALENTES..5 EXERCÍCIOS ......1 Conversão de frações ordinárias em números decimais ...................60 6 ......................................2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos ..58 5......................................57 5....2.......................................................12.......................................................60 5........................................................................................7.....47 4................................................9......................................49 5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS ..........3 NÚMERO PRIMO...........47 4.....8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES ..............................................................................................56 5...........................................................2......................2..........................................2........................57 5..................................................58 5...............................................................54 5.......................................................53 5................................................................................................................3 Frações de numeradores e denominadores diferentes ..........................47 4....12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES ......................................................51 5....4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE.............................................8..........................................................................................59 5..........................................................................2 Frações de mesmo numerador ........................................................1 LEITURA DE FRAÇÕES ................

..................................................7....................................100 8......7.......1 Área do retângulo.................................73 7.........5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS .................................................................................91 8.................6...61 6...5...............................6 EXERCÍCIOS ....................................5 Área do trapézio ................................................................................................................................................89 8..............................99 8............................................2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário ....7 Área do círculo .................................5.....................................................1.........8 ÂNGULOS ...................................87 8................78 7....................4 POLEGADA ......................78 7.....................94 8......................................1 Exercícios ...............4 EXERCÍCIOS .1 POLÍGONO..............104 7 ............3 Uso do Vernier (Nônio) ......................................................................................................................................5....................................................................2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA..........................5 Exemplos de paquímetros..................................................................................1 Princípio do Vernier de 0...........................................................4 Área do triângulo...........97 8....................87 8.....................104 8...................2 PERÍMETRO...........................................64 6.....1 Exercícios ..................................87 8...1 REGRA DE TRÊS SIMPLES..........7........................................................7...........................................5.......................5....1...........75 7......................4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE...................................................................71 7..................................................................5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA.....................................62 6......................................76 7........................................1 Ângulos consecutivos ..........................................................62 6...................................................................................................80 7................................................................................87 8.............................67 7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO ....8................3 Área do paralelogramo .....................................................................65 6..........................................................................6 REGRA DE TRÊS.......98 8..................................3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA ..................84 7........................................................................................................................69 7....................................5.............................................................................87 8.......................95 8...........................103 8......................................1 Aplicação da tabela de constante .........4 Exercícios ..............................3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS ........................................................5....................................................................................1 mm .............................7......................................1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS........................................................................................................5...............................................................................................................................................................3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS .....99 8.................................5 PORCENTAGEM .................................102 8..............................................................6 Área do losango .........................................................................................85 8 GEOMETRIA PLANA ....................................................2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO..............2 Polígono irregular .......................7 PAQUÍMETRO ............................................94 8.............................75 7...........................................................61 6................2 Área do quadrado............1 Polígono regular.....69 7....80 7................7.............

..8................2.5......137 11...............................................................3 Bissetriz ......................124 10.................6 Ângulo agudo ......120 10 TRIGONOMETRIA.......106 8.........................8.................................................................8........................125 10...........135 11..........................................................................................................................114 9...................................................................1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME.3 Formulário para o cálculo de volumes ......107 8.............106 8........................8...................8........................................................................................................................110 9 GEOMETRIA ESPACIAL....4 Ângulos opostos pelo vértice ..................135 11...........1......................................2................7 Ângulo raso ...........................................................................................................1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO......................3 TANGENTE DE UM ÂNGULO ..............................................1 Prismas ........116 9..............................................................107 8....................1..........................................................................2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO ............................107 8..................8..................1 Exercícios ........8.....................................1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS) ..2 MEDIDA DE MASSA ....................5 Ângulo reto .............127 10........................................................1 Exercícios ...........4.................................................................137 8 .............126 10.................................................1 Exercícios ........9 TEOREMA DE PITÁGORAS ...111 9.................................................................3...............................................................................................................105 8..........................................128 11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE...................1 Exercícios ..........1 Exercícios .........................................................4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO .......................1 Exercícios – Relação de Pitágoras.........1 Mudança de unidades de volume................2 Cálculo de volumes...........................................123 10........8 Ângulos complementares..5 APLICAÇÃO PRÁTICA ......................................................................................................................................................... cone e esfera ...............................8.......................121 10....................2 Mudança de unidade ..................112 9.........................8..............................................................................................................11 Subtração de ângulos ........................................135 11...................................................................................122 10..............................2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS ..2..................................................8......1 Transformação de medidas .......115 9..........................................3 Cilindro........................9...............................................109 8......................2 Ângulos adjacentes....137 11.....1...........................................................................................................113 9...8...................2 Pirâmides ........................................2.1..................................................................126 10................105 8..........................1 Unidade fundamental ........................................................................................................108 8................................116 9............................1...........................128 10.......................................................106 8..2...............................................................................................2...............................................111 9......................................................................127 10...........................9 Medidas de ângulos ..............................................................................................105 8.......10 Adição de ângulos............ suplementares e replementares.

...................................141 12...1 ROTAÇÕES ..............3 MASSA ESPECÍFICA ............................................2......3 Exercícios ............3 TABELA .................................................................................................................144 REFERÊNCIAS ......................142 12..........................................................................................................11...................Vc...................138 12 VELOCIDADE DE CORTE .................................................................................145 9 ...........................................................................................................................................................................2 DESIGNAÇÃO ................................................................138 11...................141 12...................

10 .

...................................................................................................83 Figura 24 ..................................................................................................................................................................79 Figura 11 – Sistema Inglês Ordinário ...............Posição 37/64” .....................................................................81 Figura 20 .................................Posição 49/128” ..........................................................................................79 Figura 7 – Escala nônio ..............................................................................83 Figura 26 − Medição interna......................................................................Posição 45/64” ...................................................85 Figura 31 − Paquímetro de altura............................................................................................................................79 Figura 8 – Posição 0................................................................................................................................85 Figura 28 − Medição de profundidade ...................................80 Figura 16 ...............................................63 Figura 3 – Engrenagens de polias.............................Posição 13/32” ..................................................82 Figura 21 ......80 Figura 14 – Posição 5/8” .............................................................86 11 ..................................................................................................81 Figura 18 – Posição 1/64” ...................LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Polias ..................85 Figura 29 − Paquímetro de profundidade ........................................78 Figura 5 − Escala ..................................................................................................................................................................................................................................................................................................2 ..........64 Figura 4 − Paquímetro ...........................................81 Figura 19 – Posição 3/128” ..............82 Figura 23 ...............................1 ............................................Posição 33/128” ....................................................3 ..........82 Figura 22 ................................. para medição em posição profunda .......................80 Figura 13 .....................................................................................................................................................................Posição 1 39/128” ...........................85 Figura 27 − Medição externa..............................................79 Figura 10 – Posição 0...........................................Nônio em polegadas ..80 Figura 15 ................................................................................78 Figura 6 − Nônio ...............................................................................................................................................................................................................................................................80 Figura 12 – Posição 1/16” .....................................................85 Figura 30 – Paquímetro com bicos longos.............83 Figura 25 ....................................79 Figura 9 – Posição 0...................Nônio e escala em polegadas .................................81 Figura 17 – Posição 1/128” .63 Figura 2 – Diâmetro de polias .........................................................................................................................................................................................................................................................................................Posição 1/8” .......................

........................................................................................................................................................................86 Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem..............105 Figura 36 – Ângulos adjacentes .....................................................................115 Figura 54 .............................................................................................................................................................106 Figura 42 – Triângulo retângulo .......106 Figura 41 – Ângulo raso ........................................................109 Figura 43 − Quadrados dos catetos .................................................................................................................112 Figura 48 − Prismas retos ................................................................................................................................................................................................................................................................................................105 Figura 37 – Bissetriz.............109 Figura 44 − Retângulo e suas dimensões ............106 Figura 39 – Ângulo reto...111 Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada......................................113 Figura 49 − Pirâmide .........................................106 Figura 40 – Ângulo agudo ....114 Figura 52 − Cone ............................................104 Figura 35 – Ângulos consecutivos.................................................................112 Figura 47 − Prisma................................................................................................86 Figura 34 – Ângulo Ô .................................................................................................................................................................................................................................................................................Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador ................................................................113 Figura 50 − Nomes das pirâmide........................................................................................................................................................................................................................................................114 Figura 51 − Cilindro ...............................................................115 Figura 55 – Litro ......................................................................................................................................114 Figura 53 − Esfera....................136 12 ................................................Volumes ........................................................................................................105 Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice...............................111 Figura 46 − Figura geométrica ........................................................

INTRODUÇÃO Em grego mathema vem da raiz manthanein. assim como para a atividade profissional. operacionalização de máquinas. que permite otimizar a gestão de tempo e o rendimento do grupo. 13 . trata-se de valioso subsídio em sala de aula. Elaborado de forma concisa e clara. transformando-se em ferramenta essencial para o desempenho do professor. Serve como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a diversas áreas do conhecimento. assim como promover a preparação do aluno para que execute os cálculos matemáticos básicos necessários à interpretação e ao pleno desempenho na execução de projetos. Este fascículo tem caráter instrumental. ferramentas e equipamentos para a confecção de produtos industriais. que quer dizer aprendizagem.

14 .

Assim. milhar etc. O sistema decimal representa as quantidades usando a regra da posição decimal. No sistema decimal de numeração.1 CONTAGEM E NUMERAÇÃO Números naturais são todos os números inteiros e positivos do zero até o infinito (∞). N = {1. conforme a conveniência. Dúzias e centos passam a ser base de contagem.4. centenas. grampos em grosas... Nem sempre é fácil avaliar um total quando não se tem com que compará-lo. pentes em centos... O hábito de comparar as quantidades contadas nos dedos das mãos talvez tenha contribuído para que se estabelecesse o sistema decimal de numeração. a base de contagem é dez. deve-se receber duas vezes uma dúzia.∞} 1. dezenas. são necessárias 10 unidades para formar uma dezena (10 × 1 = 10) . Logo. e cada algarismo indica a quantidade de grupos: 1 10 100 1000 15 ...3. Quando se compram duas dúzias de ovos. dez dezenas para formar uma centena (10 × 10 = 100) e dez centenas para formar uma unidade de milhar (10 × 100 = 1000 ) .2.1 SISTEMA DECIMAL DE NUMERAÇÃO Os objetos podem ser contados em grupos maiores ou menores. contam-se ovos em dúzia.5. Cada posição indica um tipo de grupo: unidade.

Isso indica que a unidade de milhar vale 10 vezes mais que a centena. a das dezenas. pode-se usar mais posições colocando novos algarismos para a esquerda. o algarismo 2. Posição das posição das posição das centenas dezenas unidades 9 8 2 Um número com quatro algarismos – como 1 982 – tem quatro posições: a das unidades. Isso indica que a centena vale 10 vezes mais que a dezena. Isso indica que a dezena vale 10 vezes mais que a unidade. Posição das posição das posição das posição das unidades de centenas dezenas unidades milhar 1 9 8 2 Cada posição representa um grupo que é 10 vezes maior que o grupo que fica na posição logo à direita. a centena é 10 vezes maior do que a dezena. Logo à esquerda da posição das centenas fica a posição das unidades de milhar.Um número com um algarismo: por exemplo. A posição das centenas fica logo à esquerda da posição das dezenas. Ao utilizá-la. só tem uma posição: é a posição das unidades. posição das posição das dezenas unidades 8 2 Um número com três algarismos – como 982 – tem três posições: a das unidades. Posição das unidades 2 Um número com dois algarismos – como 82 – tem duas posições: a das unidades e das dezenas. Por exemplo. que fica logo à esquerda da posição das unidades. As outras posições aparecem à esquerda da posição das unidades. as posições representam grupos cada vez maiores. a das centenas e a das unidades de milhar. a das dezenas e a das centenas. unidades de milhar centenas dezenas unidades A isso se chama regra da posição decimal. 16 .

........ Não se deve usar sinais.. Vejam-se os exemplos: 85 307 → lê-se oitenta e cinco mil. 00 6 .. 1. trezentos e sete (unidades)..... e valor relativo é aquele que o algarismo recebe de acordo com o lugar que ocupa no número.................. Valor absoluto é o que ele tem isoladamente do número a que pertence.... quinhentos e sessenta e sete milhões......................... seiscentos e sessenta e seis mil e duzentos e um (unidades)...............3 VALOR ABSOLUTO E VALOR RELATIVO DE UM ALGARISMO Cada algarismo significativo de um número tem dois valores: o valor absoluto e o valor relativo........................ 600 4 – representa as unidades de milhar ................ novecentos e oito mil e trezentos e quinze (unidades)......................... como o ponto ou a vírgula.......No exemplo a seguir estão marcadas as posições do número 71 329 081 (setenta e um milhões.......representa as centenas ......................... 9 666 201 → lê-se nove milhões...........2 LINGUAGEM ESCRITA E FALADA A decomposição de um número em classes de três algarismos é feita com um pequeno intervalo entre os algarismos que separam as classes. 7 dezenas de milhão 7 1 unidade de milhão 1 campo do milhão 3 centenas 2 dezenas de milhar de milhar 3 9 unidades 0 centenas 8 dezenas de milhar 2 campo do milhar 9 0 1 unidade 8 1 campo da centena 1... Veja-se o exemplo: No número 4 602 tem-se que: valores relativos 2 – representa as unidades simples ....4 000 4 602 17 ....... 3 567 908 315 → lê-se três bilhões.. 2 0 – representa as dezenas .. trezentos e vinte e nove mil e oitenta e um)...

7 x 100 = 700 → 7 centenas 70 x 10 = 700 → 70 dezenas 2 x 10 = 20. das dezenas e das centenas e das unidades de milhar? 7) Escrever o menor e o maior número formado por dois algarismos significativos diferentes... ... centenas ...... unidades ... 6) No número 3 472.....4 EXERCÍCIOS 1) Dizer quais os algarismos que representam as unidades simples..3 5.. o total de dezenas é 72. as dezenas e as centenas do número 453....... → 2 dezenas 3) Qual é o valor relativo de 5 em cada um dos números: 12 502 e 36 715? Solução: em 12 502 tem-se 500 como valor relativo em 36 715 tem-se 5 como valor relativo 4) Quantas dezenas há em 850 unidades? E quantas centenas? 5) Observar o número 293 e dizer qual é o algarismo de maior valor absoluto e qual é o algarismo de maior valor relativo.......... Solução: em 453 tem-se: 3.. quais são os algarismos das unidades simples. ... como cada centena vale dez dezenas. simples ..1. dezenas ..... e... 8) Qual é o valor relativo de 8 em cada um dos números: 8 315 e 12 080? 18 ... dezenas e centenas há em 726 unidades? Solução: em 726 há 7 centenas e 2 dezenas..400 2) Quantas unidades. .50 4. ....

Esta operação permite resolver todos os problemas práticos nos quais ocorre o ato de reunir ou juntar os objetos da mesma espécie ou as medidas de diversas grandezas referentes à mesma unidade..1 Propriedades fundamentais da adição São duas as propriedades fundamentais: 2.2 Associativa – A adição de vários números não se altera se algumas de suas parcelas forem substituídas por sua soma efetuada.1. 2.1.1.1 ADIÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Adição é a operação que permite reunir todas as unidades de diversos números em um só número.2 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS NATURAIS 2. O resultado desta operação chama-se soma ou total. substituir parcela por outras que a tenham por soma.1 Comutativa – A ordem das parcelas não altera a soma.1. centenas embaixo de centenas. Exemplos: 4 + 3 é igual a 3 + 4 (ambas valem 7) 6 + 8 + 1 = 8 + 6 + 1 = 1 + 8 + 6 (todas valem 15). de modo que fiquem dispostos em colunas ou em algarismos da mesma ordem. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. 19 .2 Regra prática para efetuar a adição Para somar diversos números naturais.1. 2. Exemplo: 8 + 3 + 5 = (8 + 3) + 5 ou 8 + 3 + 5 = 11 + 5 NOTA: Inversamente pode-se aplicar a propriedade dissociativa.1. dezenas embaixo de dezenas.. Exemplo: 11 + 5 = (8 + 3) + 5 2. e os números que se somam. isto é. escrevem-se uns embaixo dos outros. parcelas ou termos.

Na prática. escreve-se embaixo dela o algarismo que representa as unidades simples da soma. 20 . dezenas embaixo de dezenas e centenas embaixo de centenas.2. que é baseada na propriedade comutativa. quando se obtém o resultado total. Desse modo. no máximo.3 Como conferir uma soma Pode-se comparar o resultado de uma soma através da prova real.2 SUBTRAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Subtração é a operação que envolve ou representa a idéia de tirar. caso existam. as dezenas. escreve-se da seguinte maneira: 125 + 13 9 Somam-se os algarismos da última coluna à direita. 2. encontra-se o mesmo resultado. Exemplo: 1 024 20 132 + 89 21 245 89 20 132 + 1 024 21 245 2. Em outras palavras: colocam-se unidades embaixo de unidades. A subtração só é possível quando o subtraendo é menor que o minuendo ou. O número do qual se tiram unidades é chamado minuendo.Exemplo: Para somar 125 + 13 + 9.1. e o resultado é chamado resto ou diferença. o resultado será nulo. Se os termos forem iguais. Procede-se da mesma forma até a última coluna à esquerda. igual a ele.1 Regra prática para efetuar a subtração Para efetuar a subtração de dois números escreve-se o subtraendo embaixo do minuendo. No exemplo: 1 125 13 + 9 147 2. o que é tirado dele chama-se subtraendo. são somadas aos algarismos da coluna das dezenas. de modo que fiquem dispostos em colunas os algarismos de mesma ordem. deduzir ou diminuir. pode-se refazer a operação depois de ter trocado a ordem das parcelas. Se estiver correta. equivale a fazer a adição de baixo para cima.

Exemplo: 8 563 – 928 resultado: 8 563 – 928 7 635 2. indicar a multiplicação de dois números por um ponto colocado entre os fatores.2. o número de vezes (3) que a parcela aparece é chamado multiplicador. que também é 8 563. também. a parcela (4) que se repete é chamada multiplicando. Nesta adição.3 MULTIPLICAÇÃO DE NÚMEROS NATURAIS Multiplicar é somar parcelas iguais. pode-se verificar se a subtração está correta. tem-se a seguinte definição: Multiplicação é a operação que permite somar um número chamado multiplicando tantas vezes como parcela quantas forem as unidades do outro número. 2.3 Como verificar se a subtração está certa Quando se faz uma subtração pode-se tirar a prova. o produto será nulo. isto é.ª Quando o multiplicando for 1. Exemplo: 8 563 7 635 – 928 + 928 7 635 8 563 A subtração está certa. o produto será igual ao multiplicador. Para isso. Exemplo: 1× 4 = 4 ⇒ porque 1 + 1 + 1 + 1 = 4 21 . Desse modo. e o resultado (12) chamase produto. porque o número 8 563 – obtido como resultado na adição – coincide com o minuendo da subtração. Costuma-se. A multiplicação é indicada por um X colocado entre os dois números chamados fatores. Exemplo: 0 × 5 = 0 ⇒ porque 0 + 0 + 0 + 0 + 0 = 0 2. Exemplo: 4 + 4 + 4 = 12 4 x 3 = 12 ⇒ que se lê: quatro multiplicado por três ou quatro vezes três.ª Quando o multiplicando ou o multiplicador for 0. Exemplo: 4 × 3 = 12 OBSERVAÇÕES: 1. soma-se o subtraendo com o resto ou diferença. chamado multiplicador.

3. veja-se como saber o resultado da multiplicação 7 x 8: 22 X 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 2 2 4 6 8 10 12 14 16 18 3 3 6 9 12 15 18 21 24 27 4 4 8 12 16 20 24 28 32 36 5 5 10 15 20 25 30 35 40 45 6 6 12 18 24 30 36 42 48 54 7 7 14 21 28 35 42 49 56 63 8 8 16 24 32 40 48 56 64 72 9 9 18 27 36 45 54 63 72 81 . 2. e em seguida somam-se ou subtraem-se os resultados. o quádruplo etc.2 Distributiva em relação à soma e à diferença indicada – Para multiplicar uma soma ou uma diferença indicada por um número. por 3. Os resultados dessas multiplicações encontram-se na tábua de multiplicação de Pitágoras.3.3.2 Regras práticas para efetuar a multiplicação Mostram-se duas regras: 1.ª A multiplicação de dois números naturais de um só algarismo é feita de memória.ª Ao multiplicar um número natural por 2.1.1 Propriedades fundamentais da multiplicação São duas as propriedades fundamentais: 2.3.3. Como exemplo. obtém-se o dobro desse número. 2. Exemplos: (4 + 5) x 3 = 4 x 3 + 5 x 3 (7 – 4) x 5 = 7 x 5 . multiplica-se cada uma de suas parcelas ou termos por esse número.1 Comutativa – A ordem dos fatores não altera o produto.1. o triplo.4 x 5 Esta propriedade é chamada distributiva porque o multiplicador se distribui por todos os termos. Exemplos: 5 x 2 = 10 5 + 5 = 10 5 x 3 = 15 5 + 5 + 5 = 15 5 x 4 = 20 5 + 5 + 5 + 5 = 20 2. Exemplo: 4 x 3 é igual a 3 x 4 (ambas iguais a 12). por 4.

3 Como verificar se a multiplicação está certa 2.3.ª A multiplicação de um número natural qualquer por outro de um só algarismo é feita multiplicando-se o valor absoluto do multiplicador por cada um dos algarismos do multiplicando. deve-se obter como resultado o multiplicando (236). a partir da direita. 23 .3.3. Exemplo: 8329 x 7 1º) 9 × 7 = 63 2º) 2 × 7 = 14 +6 20 3º) 3 × 7 = 21 +2 23 4º) 8 × 7 = 56 +2 58 226 8329 × 7 58303 2. 5 900 2.3. acha-se o resultado. Onde as duas linhas se encontram. Solução: 7 x 8 = 56 2. deve-se encontrar o mesmo resultado se a operação estiver certa.3.1 Prova real – É feita refazendo-se a operação depois de trocada a ordem dos fatores. Exemplo: 236 X 25 1180 472 5 900 25 x 236 150 75 50 .2 Também é possível fazer a prova dividindo o produto da multiplicação (5 900) pelo multiplicador (25). depois busca-se o número 7 na primeira linha horizontal e acompanha-se a coluna do 7 na vertical. O último produto obtido é escrito por completo. Pela propriedade comutativa. enquanto as dezenas se juntam ao produto parcial sucessivo. De cada produto parcial escreve-se o algarismo das unidades. Para que o cálculo esteja correto.Procura-se o número 8 na primeira coluna vertical e acompanha-se a linha do 8 na horizontal.

ª Um número dividido pela unidade resulta como quociente o próprio número. 5÷5 =1 porque 5 ×1 = 5 Exemplo: 24 . O maior número (o que contém) chama-se dividendo.4. Exemplo: – divisão exata 15 : 3 = 5 onde – divisão aproximada 17 3 onde 15 5 02 15 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente. Se o divisor está contido exatamente um certo número de vezes no dividendo. caso contrário. o número de vezes que o dividendo contém o divisor é chamado quociente. é aproximada. divisor. o menor (o que está contido). 8 ÷8 =1 porque 8 × 1 = 8 Exemplo: 2. 17 é o dividendo 3 é o divisor 5 é o quociente 2 é o resto. Chama-se resto a diferença entre o dividendo e o produto do divisor pelo quociente.ª Um número dividido por si mesmo resulta como quociente a unidade.1 Propriedades gerais da divisão 1. a divisão é exata.Exemplo: 5 900 25 50 0 236 090 75 0 150 150 000 2. A divisão é indicada pelos sinais : ou ÷ que se lêem “dividido por”. 2.4 DIVISÃO DE NÚMEROS NATURAIS Divisão é a operação que permite verificar quantas vezes um número está contido em outro.

Exemplo: 5 639 15 Divide-se o número que foi separado no dividendo (56) pelo divisor (15). um número que tenha o divisor no mínimo uma vez e no máximo nove vezes.ª Para dividir um número qualquer por outro. A parte separada é o primeiro dividendo parcial. por exemplo. pode-se fazer de memória as divisões em que o divisor tem um só algarismo e o quociente é menor que 10. Exemplo: 0÷7 = 0 porque 0× 7 = 0 4.ª Não tem sentido a divisão quando o divisor é zero. na divisão de 30 por 4 o quociente é 7 e o resto é 2. pois não existe número algum que. Assim.3. dê 7.2 Regras práticas para efetuar a divisão 1. porque 30 = 7 x 4 + 2 2. sua terça parte.ª Zero dividido por qualquer outro número resulta como quociente zero. também. Para as divisões exatas vale. Exemplo: 24 8 24 0 3 00 2. 7 ÷ 0 = ? (impossível). separa-se no dividendo. obtendo o primeiro algarismo do quociente (3).ª Lembrando da tábua de multiplicação de Pitágoras. por 4. 5 639 15 3 25 . isto é: (24 + 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 + 12 ÷ 3 (24 − 12) ÷ 3 = 24 ÷ 3 − 12 ÷ 3 Do estudo feito. Quando um número é dividido por 2 costuma-se dizer que se tomou sua metade. multiplicado por 0. observa-se que: a) O resto de uma divisão aproximada é sempre menor que o divisor. a propriedade distributiva. sua quarta parte etc. a partir da esquerda. por 3. Assim. por exemplo.4. Exemplo: 39 5 10 7 35 0 7 7 1 04 3 b) O resto de uma divisão exata é zero.

obtém-se. multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (5) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do terceiro dividendo (89). tendo como resultado o resto parcial (11). assim. tendo como resultado o resto parcial (8). 5 639 15 45 0 3 11 Divide-se o segundo dividendo parcial (113) pelo divisor (15) e encontra-se o segundo algarismo do quociente (7). o terceiro dividendo (89). multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (3) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto do primeiro dividendo parcial (56). 5 639 15 45 0 37 113 105 008 À direita do resto obtido (8) baixa-se o algarismo seguinte do dividendo (9). 5 639 15 45 0 37 113 A seguir multiplica-se o valor absoluto desse algarismo (7) pelo divisor (15) e subtrai-se o produto (105) do segundo dividendo parcial (113).A seguir. que é o último desta divisão. 5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 A seguir. 5 639 15 45 0 37 113 105 0 0089 Divide-se o terceiro dividendo (89) pelo divisor (15) e encontra-se o terceiro algarismo do quociente (5). 26 .

. Obteve-se como resultado do cálculo 375 e como resto. A prova real da divisão é feita multiplicando-se o quociente (375) pelo divisor (15) e somando este produto com o resto (14).o número 3 é denominado base. Se a operação estiver correta. 2. 27 .4 Divisão de números naturais com zeros no final dos números Para facilitar a divisão de números naturais com zeros no final dos números. 5 639 15 45 0 375 113 x 15 105 0 5 625 0089 + 14 75 5 639 14 2.o número 5. como já aprendido. 14.4. deve-se encontrar o dividendo (5 639). deve-se cortar o mesmo número de zeros no dividendo e no divisor e fazer a divisão normalmente. .3 Como verificar se a divisão está correta Faz-se a prova real.5 639 15 45 0 375 113 105 0 0089 75 14 Está terminada a divisão. expoente ou grau. produto de todos os fatores repetidos.5 POTÊNCIA Chama-se potência de um número o produto cujos fatores são todos iguais a ele. Exemplo: 3 x 3 x 3 x 3 x 3 = 243 Representação: 35 = 243 → lê-se três elevado à quinta potência.4. . Exemplos: 1 680 40 16 0 42 008 80 0 6 000 56 0 040 40 0 00 80 75 2.o número 243. é a potência.

ª Para dividir potências semelhantes dividem-se as bases e conserva-se o expoente. Exemplos: 32 x 33 x 34 = 32+3+4 = 39 73 x 74 = 73+4 = 77 4. Exemplo: 2 −3 = 13 = 1 8 2 OBSERVAÇÕES: a) 18 = 1 (um) 1 elevado qualquer expoente será sempre 1.1 Regras práticas de potenciação 1.ª Qualquer número diferente de zero.ª Para elevar uma potência a outra potência multiplicam-se os expoentes. Exemplos: (22)5 = 210 (33)4 = 312 6. elevado a um expoente negativo.2.ª Para multiplicar potências semelhantes (com mesmos expoentes) multiplicam-se as bases e conserva-se o expoente. b) 21 = 2 qualquer número elevado a expoente 1 não se altera. Exemplos: 37 ÷ 34 = 37-4 = 33 54 ÷ 53 = 54-3 = 51 5. 4 2 ÷ 22 = 22 Exemplos: 8 3 ÷ 23 = 43 3. é igual ao inverso do mesmo número. 28 .5. c) 70 = 1 qualquer número elevado a expoente zero será sempre 1.ª Para dividir potências de mesma base conserva-se a base e subtraem-se os expoentes. Exemplos: 3 33 3   = 5 53 7.ª Para elevar uma fração a uma potência elevam-se os dois termos a essa potência.ª Para multiplicar potências de mesma base somam-se os expoentes e conserva-se a base. 82 x 42 = 322 Exemplos: 34 x 44 = 124 2. com expoente positivo.

2 Exercícios 1.92 + 152 . Calcular o quadrado de 125.2. 3. 8. 4.202 + 63 + 42 = 29 .5. Calcular a diferença entre o cubo de 6 e o quadrado de 7. Calcular a divisão do cubo de 8 pelo quadrado de 4. Calcular o quadrado de 133. Calcular o produto da diferença entre o quadrado de 11 e o quadrado de 9 por 15. 9. 6. Calcular as seguintes expressões: 82 + 33 + 52 + 122 + 112 + 73 = 132 . Calcular as potências: 2 9) 2 2 = 0 10) 8 − 2 = 1) 7 = 2) 5 = 1 3) 175 = 4) 7 −2 = 5) 2 2 × 2 4 = 6) 35 ÷ 33 = 7) 40 2 = 8) 4 2 = 11) 100 2 = 12) 1000 2 = 13) (6 ÷ 2 ) = 3 14) (2 × 4 ) = 3 3 3 15)   = 5 3 1 16)   = 4 2. Calcular o cubo de 9. 7. 5. Calcular o cubo de 3.

calcular o número de peças fabricadas. Sabendo que a empresa trabalha 21 dias por mês.10. Calcular as unidades fabricadas. à razão de 8 horas por dia. Especificação do produto Setor Produção horária Horas trabalhadas chaves de boca ¾” A 14 500 35 alicate bico redondo B 324 25 martelo modelo 00/20 C 867 40 chave Allen D 285 38 brocas ½” E 620 27 alargadores 3/8” A 255 18 chave de fenda 4x¼” D 117 29 Unidades fabricadas Total das unidades fabricadas O quadro abaixo representa a produção mensal de uma máquina.02 1 008 Produção diária Produção horária . Especificação do produto 30 Produção mensal peça 7-04 672 peça 185/B 840 peça 04-12 1 344 peça BC-7 2 016 peça KL-24 2 520 peça 35-12 1 512 peça ZY 7 392 peça 400. Controle mensal da produção de uma indústria de ferramentas segundo a capacidade horária de fabricação das máquinas. a) durante 1 dia de trabalho b) durante 1 hora de trabalho. por setor.

sucessivamente. O grupo de algarismos à esquerda da vírgula denomina-se parte inteira.05 = 205 100 → 2. o da direita. e também as posições decimais. e depois a parte decimal. São exemplos: 15. lêse somente a parte decimal.14 = 314 100 → 7. Na outra forma de leitura. e os números à direita da vírgula representam. Exemplo: 3.125.3 NÚMEROS DECIMAIS Decimal é o número que tem uma parte (inteira) à esquerda da vírgula e outra parte. dando a designação da unidade representada pelo último algarismo da direita. quatrocentos e oitenta e cinco milésimos duzentos e cinco centésimos dois mil e cinco milésimos. Lê-se primeiramente o número que representa a parte inteira. Os algarismos à esquerda da vírgula representam o número de unidades inteiras.72 ⇒ 2 inteiros e 72 centésimos 3. décimos. dessa unidade.005 = 2005 → 1000 trezentos e quatorze centésimos sete mil. a decimal. seguido do nome unidades. milésimos etc. à direita.02 ⇒ 2 centésimos 0. centésimos. Se a parte inteira for nula.01856 ⇒ 1 856 centésimos de milésimos 0.1 LEITURA DOS NÚMEROS DECIMAIS Exemplos de leitura dos números decimais: 3. centésimos e milésimos.623 ⇒ 15 inteiros e 623 milésimos 2.001 ⇒ 1 milésimo 31 .8543 ⇒ 3 inteiros e 8 543 décimos de milésimos 0. parte decimal.485 = 7485 → 1000 2. 3. é necessário conhecer os décimos.

decompor um número decimal é dar o valor de cada algarismo dele. 2 centésimos e 3 milésimos? O número decimal formado é: 4. maior. 3. 2 unidades. 4. Quando dois números decimais têm as unidades inteiras diferentes.845 Qual é o número que contém 4 unidades. 32 .623 Por outro lado. 9 1 8 4 6 3 quatro inteiros.2 COMPOSIÇÃO E DECOMPOSIÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Compor é formar um número juntando seus grupos. 2 décimos. é muito fácil saber qual é o maior.inteiros décimos centésimos milésimos décimos de milésimo centésimos de milésimo milionésimo O quadro a seguir apresenta as posições decimais do número 4.3 COMPARAÇÃO DE NÚMEROS DECIMAIS Comparar números decimais consiste em descobrir qual é o maior. 21. 8 décimos.874 – Ele é formado por: 2 dezenas. inteira. 3 unidades. 3. novecentos e dezoito mil e quatrocentos e sessenta e três milionésimos Se for necessário escrever um número decimal que tenha partes ainda menores que o milionésimo. 4 centésimos e 5 milésimos? O número decimal formado é: 32. pode-se usar posições cada vez mais para a direita. o maior é aquele que tem a parte antes da vírgula. Exemplos: 43. 8 décimos. 7 centésimos e 4 milésimos. 6 décimos. Exemplos: Qual é o número que contém 3 dezenas.918463. Neste caso. 6 centésimos e 5 milésimos.265 – A posição dos algarismos indica que esse número é formado por: 4 dezenas. 1 unidade.

3.31 ou 1.300 e 8.15 é maior que 3. para completar a soma.1 Adição de números decimais Para somar um número decimal deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra. porque 15 é maior que 12. Do mesmo modo.125.125 porque: – as partes inteiras são iguais (8 e 8).15 porque: – as partes inteiras são iguais (6 e 6).03 é maior que 9. e também a mesma quantidade de posições depois da vírgula.12 porque 11 é maior que 9 e o número 12.15 e 3. Em outro exemplo: 8.1 Primeiro caso Observando os números 3. – ao igualar o número de casas vê-se que 70 é maior que 15.4 OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS COM NÚMEROS DECIMAIS 3. Monta-se a conta e realiza-se a soma exatamente como se faz com os números naturais. vê-se que têm unidades inteiras iguais e partes decimais com quantidade diferente de posições depois da vírgula.70. Assim: 6. Depois.15 e 6. coloca-se a vírgula no resultado. – vê-se que 300 é maior que 125. O primeiro tem dois algarismos depois da vírgula. vê-se qual dos dois tem a parte decimal maior.52. – ao igualar o número de casas da parte decimal colocando zeros deixam-se os dois números com três casas: 8. Assim. o número 11.52? Logo se vê que 2. 3.7.31 é maior que 1.15 e 6. verifica-se que têm unidades inteiras iguais antes da vírgula. No exemplo. 6.5 é maior que 10.12. 3.3. 3.2 Segundo caso Observando agora os números 6. Neste caso. iguala-se a quantidade de casas decimais colocando zeros no número que tiver menos casas. Mostra-se agora como descobrir o número decimal que é maior quando as unidades inteiras são iguais.628 porque 12 é maior que 10.4. Em seguida.7 é maior que 6.Exemplos: Qual é o maior: 2. e o segundo só tem um. 33 . é só comparar: é maior o número que tem a parte decimal maior.12.3. porque 2 é maior que 1. Neste caso.3 é maior que 8. para saber qual é o maior. Os dois números têm duas posições decimais depois da vírgula.

117.23 + 13. As medidas a ser somadas precisam estar na mesa unidade.1 Soma de medidas – Para somar medidas.3 m a unidade de medida é o metro 3.00 21.540 111. Exemplo: Efetuar a soma: 8.147 5.1.61 + 237. para a montagem da conta considera-se que há uma vírgula logo após o número inteiro.4.943 . Exemplo: Efetuar a seguinte subtração: 228.1 m 3. deve-se escrever os números de maneira que as vírgulas fiquem sempre uma embaixo da outra.403 A vírgula do resultado da subtração deve ficar abaixo das demais vírgulas.135 + 103. Monta-se a conta e realiza-se a subtração exatamente como é feito com números naturais. Neste caso. 34 .4.147 A vírgula do resultado da soma deve ficar abaixo das demais vírgulas.135 103.23 8.2 m a unidade de medida é o metro + 25.1 m a unidade de medida é o metro 28. para completar a subtração. ou subtrair números decimais (números com vírgulas) de números inteiros (números sem vírgula).61 + 237. é necessário colocar a vírgula no resultado. o procedimento é o mesmo utilizado para efetuar adições ou subtrações de números naturais e números decimais. Depois. 3. Às vezes precisa-se subtrair números inteiros (números sem vírgula) de números decimais (números com vírgula).540 228.2 m + 25. Às vezes torna-se necessário somar números inteiros (números sem vírgulas) com números decimais (números com vírgula).402= 346.23 + 13= 21.943 – 117.Exemplo: Efetuar a soma: 5.23 Observe-se que a vírgula que se considera existir no número 13 ficou embaixo da vírgula do número decimal.402 346.2 Subtração de números decimais Para subtrair um número decimal. Exemplo: Para somar 3.

3.453 .453 1. 6 x 40 50.000. efetua-se a operação: 9. o resultado também fica com duas posições decimais. um algarismo depois da vírgula). 35 .453 5. fazse a multiplicação como nos números naturais. o resultado ficará com uma casa decimal.00 . 14 x 20 4.4.000- 5. 12. Exemplo: 2. isto é.78 3. 9.7.4. isto é.7. dois algarismos depois da vírgula. coloca-se a vírgula no número natural e preenchem-se as posições vazias com zeros.00 . uma casa após a vírgula: 12.1 Multiplicação de números decimais por números naturais – Inicialmente.3.6.22 Depois. 4 este fator tem uma posição decimal o produto ou resultado tem uma posição decimal Quando se multiplica um número decimal que tem duas posições decimais por um número natural. 28 este fator tem duas posições decimais o produto ou resultado tem duas posições decimais. um possui uma casa decimal (12. Dos números que foram multiplicados.3.3.22 2.22 Para facilitar a operação.453 -7 - 5 .3 Multiplicação de números decimais 3.6 x4 504 Agora só falta pôr a vírgula no resultado.Exemplos: 9. Neste caso.

o resultado ficou com três casas decimais. isto é.3. Da mesma maneira.4. da direita para a esquerda.888 três casas decimais Neste exemplo.25 0 7295 2918 + 1459 0 18.2375 duas casas decimais duas casas decimais quatro casas decimais Neste exemplo. ao multiplicar um número decimal com quatro casas decimais por um número natural. 3. Exemplo: 2. o resultado terá quatro casas decimais.58 duas casas decimais x 3.2 Multiplicação de números decimais por números decimais – Também neste caso.4 Serão somadas as casas decimais e contadas no resultado.7 x 1.59 x 1. o resultado ficou com quatro casas decimais porque os dois fatores juntos têm quatro casas decimais. três algarismos depois da vírgula.78 duas casas após a vírgula Outros exemplos: 13. a única diferença entre a multiplicação com números naturais e a multiplicação com números decimais é a vírgula. o resultado também fica com três posições decimais. . 314 x 50 11. 14.Quando se multiplica um número decimal que tem três posições decimais por um número natural. e assim por diante. 570 este fator tem três posições decimais o produto ou resultado tem três posições decimais. 36 .4 0 108 + 27 3.7 2 casas −−.6 0 uma casa decimal 8148 +4074 0 48. Exemplo: 2. porque os dois fatores juntos têm três casas decimais após a vírgula.78 uma casa decimal uma casa decimal duas casas decimais −−.

.º exemplo: 12.2 3 0 1.. coloca-se um zero ao lado do 92. ao invés de somar. 2.º exemplo: 3. nesta operação. contam-se as casas decimais do dividendo e subtrai-se do número de casas decimais do divisor..4. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo do número de posições decimais do divisor.. 7 5 = três posições decimais duas posições decimais 1.. 3.22 2.1 62 0 324 324 000 37 .4 0 92 .9 5 0 ÷ 2.22 ÷ 2.744 5. ou seja: 1.36 01 94 . Exemplo: 4.8 uma posição decimal 3.4 Divisão de números decimais A divisão é o processo inverso da multiplicação.4 Para colocar a vírgula no quociente. método de igualar as casas decimais para continuar..4 12.4 .4 Resultado: 1.3 ..10 8 0 2.3.92 00 ou 322 230 092 230 1. Assim.744 ÷ 5.4.22 ÷ 2. 920 920 000 230 . o quociente terá 1 casa decimal.. 3.3 = 2 – 1 = 1 Nesta divisão.1 Divisões cujo dividendo tem maior número de posições decimais que o divisor 1.3 = Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais.4..4.

que é um.744 ÷ 5. que é zero.º exemplo: 116.50 4 0 03 15 . Inicialmente faz-se a divisão como segue: 83.7 27 . do número de posições decimais do divisor.85 53 5 .4 = 2.81 0 3. Então: 1 – 0 = 1 83.63 0 1. e o divisor tem uma posição decimal. subtrai-se o número de posições decimais do dividendo.7 ÷ 27 = 3.7 ÷ 27 = 3. zero posições decimais. tem-se duas posições decimais no dividendo menos zero posições decimais no divisor: 116.º exemplo: Tendo-se uma divisão cujo dividendo tem uma ou mais posições decimais e o divisor é número natural que não tem posições decimais.1 1 .O dividendo tem três posições decimais.85 2 .1 = 2. ou seja.27 00 Para colocar a vírgula.55 63 .55 ÷ 63 = 1.55 ÷ 63 = 116.0 = 1 4. Assim: 12.0 38 = 2 .36 3 - 1 = 2 3.1 02 7 .3 15 0 00 Para colocar a vírgula. o quociente terá duas posições decimais. Como 3 .1 83.

º exemplo: 8.1 = 0 O quociente é um número sem posições decimais.8 .8 7. 2.º exemplo: 46. Pode-se calcular zeros à direita de um número decimal depois da vírgula.4.4. 46.º exemplo: 53. o divisor tem duas posições decimais.16 0.1 36 0 0 00 O quociente é um número que tem apenas unidades inteiras.8 Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais. 46.3 Divisões cujo dividendo tem menor número de posições decimais que o divisor 1.6 8 0 12 1 36 . tanto no dividendo como no divisor: 53.85 = 39 .90 ÷ 3.85 = O dividendo tem uma posição decimal.3.8 ÷ 7. ficam duas posições decimais.2 Divisões cujo dividendo e divisor têm o mesmo número de posições decimais 1.16 ÷ 0. O divisor também tem uma posição decimal.9 ÷ 3.68 = 12 8. Se for colocado um zero no dividendo.8 ÷ 7.8 = 6 1 .4.68 . sem mudar seu valor. porque o dividendo e o divisor têm o mesmo número de posições decimais.4. sem partes decimais.46 80 6 00 0 O dividendo tem uma posição decimal. 3.

pode-se colocar vírgula no dividendo e acrescentar zeros: 202 ÷ 50.500 2.5 .0 50. 53.Inicialmente faz-se a divisão como se os números do dividendo e do divisor fossem naturais. porque: 40 .5 = 202.15 40 0 00 00 O quociente é um número sem posição decimal.85 .202 0 0 4 000 0 O quociente é um número sem posição decimal.500 ÷ 2.º exemplo: Quando o dividendo tem somente unidades inteiras.º exemplo: 59.38 5 0 14 15 40 .85 = 14 2 2 – = 0 2.125 = 28 59.125 .17 000 0 00 000 O quociente é um número sem posição. porque: 59. porque: 53.125 = 28 3 – 3 = 0 3.42 50 0 28 17 000 .5 ÷ 2.90 3.90 ÷ 3.

202,0 ÷ 50,5 = 4
1

1 = 0

3.4.4.4 Divisões com aproximação – Já foi visto que, para determinar as posições
decimais do quociente de uma divisão, basta contar as posições decimais do
dividendo e do divisor e subtrair uma da outra.
1.º exemplo:
3,3 ÷ 1,2 = 2
3,3 1,2
– 2,40 2
09
O quociente é um número sem posições decimais, e sobra o resto 9.
2.º exemplo:
3,30 ÷ 1,2 = 2,7
3,30
1,2
- 2 4 0 2,7
0 90
84 0
06
O quociente possui uma casa decimal, e sobra resto 6.
3.º exemplo:
3,300 ÷ 1,2

=

2,75

3,300
1,2
- 2 4 0 2,75
0 90
- 84 0
060
60
00
O quociente possui duas posições decimais. Sabe-se que é possível colocar zeros à
direita de um número decimal depois da vírgula sem mudar seu valor.
Então, 3,3 = 3,30 = 3,300
41

O dividendo e o divisor são os mesmos nas divisões anteriores,
3,3
3,30
3,300

÷ 1,2 = 2
÷ 1,2 = 2,7
÷ 1,2 = 2,75

mas o quociente é diferente em cada exemplo. Isso significa que, quanto mais zeros
forem colocados no dividendo, mais posições decimais terá o quociente.
Ao continuar a conta – colocando zeros no dividendo – está-se fazendo uma
aproximação.
4.º exemplo:
1,5 ÷ 0,8 = 1
Esta é uma conta sem aproximação decimal.
1,5
0,8
– 80 1
07
5.º exemplo:
1,50 ÷ 0,8

=

1,8

Esta é uma conta com aproximação de décimos, porque o quociente ficou com uma
posição decimal.
1,50
0,8
- 8 0 1,8
0 70
aproximação de décimos
- 64 0
Se for desejado, pode-se continuar a conta anterior até a casa dos centésimos,
milésimos..., desde que se continue a dispor de resto. Basta, para isso, ir
acrescentando zeros no dividendo.
1,500
0,8
- 8 0 1,87
0 70
- 64 0
aproximação de centésimos
060
- 56
04

42

1,5000
- 8 0
0 70
- 64 0
060
- 56 0
040
40
00

0,8
1,875
aproximação de milésimos

3.4.4.5 Divisões com números decimais por 10, 100, 1 000 etc. – Para dividir um
número decimal por 10, 100, 1 000... deve-se deslocar a vírgula para a esquerda
tantas casas quantos forem os zeros do algarismo divisor. Na falta de casas
decimais no número que está sendo dividido, é preciso completar com zero a
posição decimal que está faltando.
1.º exemplo:
Para dividir um número por 10, desloca-se a vírgula uma casa para a esquerda:
375,12 ÷ 10 = 37,512
289,75 ÷ 10 = 28,975
0,32 ÷ 10 =
0,032
2.º exemplo:
Para dividir um número por 100, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda:
843,2 ÷ 100 = 8,432
43,8 ÷ 100 = 0,438
0,2 ÷ 100 =
0,002
3.º exemplo:
Para dividir um número por 1 000, desloca-se a vírgula três casas para a esquerda:
1 042,4 ÷ 1 000 = 1,0424
9 651,3 ÷ 1 000 = 9,6516
74,8 ÷ 1 000 = 0,0748

3.5 EXERCÍCIOS
Calcular os comprimentos “C” indicados nas seguintes peças:

A

B
43

C D E G 44 F .

Qual é a espessura da parede “E” da tubulação da figura a seguir? 45 .H Achar a profundidade de corte “P” necessária para dar forma quadrada ao eixo representado abaixo.

∅ Calcular o diâmetro “Ø” e a dimensão “X” da figura. 46 . Calcular na figura abaixo: a) C = b) Os espaços entre os pontos do intervalo 1 e 2. Calcular o comprimento C da figura.

170 e 485. 21 é múltiplo de 7 e de 3.2 Divisibilidade por 3 Um número é divisível por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 3. Exemplo: o número 37 212 é divisível por 3 porque 3 + 7 + 2 + 1 + 2 = 15.3 Divisibilidade por 4 Um número é divisível por 4 quando seus dois últimos algarismos da direita formam um número divisível por 4. 4.4 Divisibilidade por 5 Um número é divisível por 5 quando terminar em 0 ou 5. Exemplos: os números 316. 135. Assim. 4. Exemplos: 220.5 Divisibilidade por 6 Um número é divisível por 6 quando for divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.2. 2 334. 4.2 DIVISIBILIDADE 4.4 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO E DIVISIBILIDADE 4. 4. 47 . 4.2. Exemplos: 282. que é múltiplo de 3. 7 620 e 156 732 são divisíveis por 4. 785.2. 250. pois 21 ÷ 7 = 3 21 ÷ 3 = 7 4. 2. 6 ou 8. 180.2.2. 192 e 72.1 Divisibilidade por 2 Um número é divisível por 2 quando o último algarismo (de suas unidades) é 0.1 MÚLTIPLO DE UM NÚMERO Um número é múltiplo de outro quando sua divisão por ele é exata. Isto é: divisíveis por 2 são todos os números pares.

dividem-se todos pelos fatores primos comuns e. Isto é: MMC (36.2. 100. 4. b) 17 ÷ 17 = 1 17 ÷ 1 = 17 Exemplos: a) 3 ÷ 3 = 1 3 ÷ 1 = 3 c) 29 ÷ 29 = 1 29 ÷ 1 = 1 4.4. que é divisível por 9.6 Divisibilidade por 9 Um número é divisível por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus algarismos é divisível por 9. 90. à direita do traço vertical. 2 000.05 01 .15 03 – 15 .4 MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM Mínimo múltiplo comum – MMC de dois ou mais números é o menor número diferente de zero que é divisível por todos eles ao mesmo tempo. Exemplo: o número 1 836 é divisível por 9 porque 1 + 8 + 3 + 6 = 18. escrevem-se os números em linha horizontal. separadamente.01 48 2 2 2 3 3 5 . 4. Na prática.60 09 – 45 . 120) = 23 x 32 x 5 =360 8 x 9 x 5 =360 36 – 90 -120 18 – 45 . pelos não-comuns.2. até obter quocientes iguais à unidade.01.30 09 – 45 .05 .05 01 . 50. Exemplos: 20. 90 e 120: o MMC é o produto de todos os divisores.3 NÚMERO PRIMO Um número é primo quando é divisível só por si e pela unidade (1).7 Divisibilidade por 10 Um número é divisível por 10 quando termina em 0. Exemplo: esta é a disposição de dados para extrair o MMC dos números 36.

4. 24. 180 e 300 em seus fatores primos. 1 200 e 1 500 d) 45. 60 e 75 e) 680 e 920 f) 750 e 370 g) 6. 3 Escrever à direita de 36 um algarismo tal que o número formado seja divisível por 3.5 EXERCÍCIOS 1 Calcular o MMC dos números: a) 220. 18 e 16 2 Decompor os números 168. Qual é o menor número que se deve somar a 453 para torná-lo divisível por 9? 49 . determinando o MMC entre esses números. 15 e 90 c) 400. 4. 24 e 18 h) 8. 110 e 50 b) 25. 12.

50 .

lê-se a fração de modo diferente. um depois do outro: conforme o denominador.5 FRAÇÕES ORDINÁRIAS Para representar uma ou mais partes do inteiro são necessários dois números: o primeiro indica o número de partes que foram tomadas do inteiro. A parte tomada representa um quarto do todo. Exemplos: 51 . Exemplo: = 1 . foi dividido o inteiro. diz-se primeiro o numerador e depois o denominador. de mesma forma e tamanho. indica em quantas partes. e chama-se denominador. diferente de zero. 4 numerador denominador O inteiro foi dividido em quatro partes iguais e foi tomada somente uma parte. Mas não basta dizer os dois números.1 LEITURA DE FRAÇÕES Para ler uma fração. o segundo. desenhar figura 0 = 5 (cinco dezesseis avos ) (( (((999 16 O inteiro foi dividido em dezesseis partes iguais e foram tomadas somente cinco partes. 5. e é chamado numerador.

quando o denominador é 10. quartos 1 0 4 3 0 4 5 quinto. meios 1 0 2 3 terço. nonos 1 0 9 8 0 9 Além desses denominadores. diz-se décimo ou décimos: 1 0 10 lê-se um décimo 3 0 10 lê-se três décimos . terços 1 0 3 2 0 3 4 quarto. as frações podem ter qualquer outro denominador. diz-se centésimo ou centésimos: 1 0 100 lê-se um centésimo 3 0 100 lê-se três centésimos 27 0 100 lê-se vinte e sete centésimos 52 . 100 e 1 000: .quando o denominador é 100. quintos 1 0 5 4 0 5 6 sexto. Para ler frações com denominador 10.Denominador lê-se Exemplo 2 meio. sextos 1 0 6 5 0 6 7 sétimo. oitavos 1 0 8 7 0 8 9 nono. sétimos 1 0 7 6 0 7 8 oitavo. diferente de zero.

. = 2 3 = 3 4 numerador menor denominador maior 5.2..2 TIPOS DE FRAÇÕES 5.quando o denominador é 1 000.2 Fração imprópria O numerador é maior que o denominador.. Suponha-se um círculo dividido em seis partes. o número de partes corresponde a nove sextos: 6 3 + 6 6 = 9 6 numerador maior denominador menor 53 . Na figura a seguir. lê-se o número que representa o denominador seguido da palavra avos: 3 0 11 lê-se três onze avos 6 0 15 lê-se seis quinze avos 1 0 20 lê-se um vinte avos 4 0 101 lê-se quatro cento e um avos 5..2. 1 000. diz-se milésimo ou milésimos: 1 0 1000 lê-se um milésimo 27 0 1 000 lê-se vinte e sete milésimos 53 0 1 000 lê-se cinqüenta e três milésimos Se o denominador é um número maior que 10 e diferente de 100. Cada parte corresponde a um sexto do círculo.1 Fração própria O numerador é menor que o denominador.

2. diferentes de 1. Representam números inteiros que se obtêm dividindo o numerador pelo denominador. mantendo o mesmo denominador. Exemplos: [ a) 5 × 3 = 15 ÷3 ⇒ 5 ⇔ 15 8 3 24 ÷3 8 24 ] [ = 45 ÷5 ⇒ 9 ⇔ 45 b) 9 × 5 12 5 60 ÷5 12 60 ] 5. sempre que os termos de uma fração admitem divisores comuns. 8 =2 4 15 = 5 → inteiros 3 → inteiros 5.2.3 TRANSFORMAÇÃO DE NÚMERO MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA E VICEVERSA Para transformar um número misto em fração imprópria.3 Fração aparente (imprópria) O numerador é igual ou múltiplo do denominador. diferente de zero. a) 54 16 ÷ 2 = 8 0÷ 2 = 32 ÷ 2 = 16 ÷ 2 = 4 0÷ 2 = 8 0÷ 2 = 2 0÷ 2 = 4 0÷ 2 = 1 0 2 .5 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Com base no princípio anterior. Exemplos: → b) 14 | 3 → a) 9 | 4 9 1 14 = 4 2 8 2 12 4 =2 4 4 3 3 1 02 5. pode-se simplificá-la (torná-la irredutível). o quociente será o inteiro. com uma fração própria. Exemplos: 2 1 = 4×2 +1 = 9 4 4 4 4 2 = 3× 4 + 2 = 14 3 3 3 Para fazer a operação inversa – transformar a fração imprópria em número misto –. multiplica-se o denominador pelo inteiro e adiciona-se o numerador. o resto será o numerador e o denominador será o mesmo.5. diferente de zero.4 FRAÇÕES EQUIVALENTES Multiplicando ou dividindo ambos os termos de uma fração por um mesmo número.4 Número misto É a soma de um número inteiro. Exemplo: 2 + 3 = 23 8 8 5. obtém-se uma fração de mesmo valor que a anterior.

O produto é o novo numerador. . 1 0 . 5) 4 3 5 4 2 1 1 1 – – – – – 3 3 3 1 1 – – – – – 5 5 5 5 1 2 2 3 5 2 x 2 x 3 x 5 = 60 novo denominador 2º Dividir o MMC encontrado pelos denominadores das frações dadas.[ Exemplo: 3 . a) 3 × 15 45 = 4 × 15 60 b) 1×0 20 20 = 3 × 20 60 c) 2 × 12 24 = 5 × 12 60 Então: 3 1 2 45 20 24 .Fração irredutível b) 30 ÷ 2 = 42 ÷ 2 = 15 0÷ 3 = 21 ÷ 3 = 5 0 7 5.6 REDUÇÃO DE FRAÇÕES AO MESMO DENOMINADOR Reduzir é transformar as frações dadas em frações equivalentes de mesmo denominador. 2 0 MMC (4. é necessário observar os seguintes passos: 1º Determinar o MMC dos denominadores das frações. . O resultado é o novo denominador. Para isso. 3. a) 3 → 60 ÷ 4 = 15 4 b) 1 → 60 ÷ 3 = 20 3 c) 2 → 60 ÷ 5 = 12 5 3º Multiplicar o quociente de cada divisão pelo numerador da respectiva fração. = . 4 3 5 60 60 60 55 .

e escreve-se 5 5 Ou : 2 5 56 é menor que →3>2 5 5 3 2<3 .1 Frações de mesmo denominador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo denominador. Para comparar as frações que têm o mesmo denominador. observem-se as figuras a seguir: 3 2 5 3 5 5 2 5 Nas duas figuras. ⇒ 3 > 3 4 8 4 8 Ao invés de escrever 3 0é menor que 3 . ⇒ 3 < 3 8 4 8 4 5. São os sinais > e <. a maior é aquela que tem maior numerador. mas na fração tomam-se mais partes que na fração 2 .7 COMPARAÇÃO DE FRAÇÕES Na comparação de frações. 5 Então 30 é maior que 2 . e escreve-se → 0 5 5 5 3 5 . usam-se sinais próprios para indicar maior que e menor que. 3. Por esta razão.7.Resumo: MMC (4. a unidade está dividida em 5 partes iguais. pode-se escrever. ao invés de escrever 3 0é maior que 3 . pode-se escrever . respectivamente. 5) = 60 10 3 3 4 3 x 15 = 45 60 ÷ 4 = 15 20 5 1 x 20 = 20 60 ÷ 3 = 20 45 0 60 2 x 12 = 24 60 ÷ 5 = 12 20 0 60 24 0 60 5.

7.3 Frações de numeradores e denominadores diferentes Quando se comparam duas ou mais frações que têm numeradores e denominadores diferentes. 16 Já se sabe que. Para reduzir 1 e 04 ao mesmo denominador: 4 16 4 2 1 1 1 – 16 – 8 – 4 – 2 – 1 2 2 2 2 MMC (4. é preciso reduzi-las ao mesmo denominador antes de comparar. e escreve-se → > .7. Então. a maior é aquela que tem o menor denominador.2 Frações de mesmo numerador Quando se comparam duas ou mais frações que têm o mesmo numerador. encontram-se frações equivalentes: 1= 4 e 3 só pode ser igual a 3 4 16 16 16 Agora pode-se comparar as equivalentes: 4 e 16 3 . mas a fração que a mesma unidade foi dividida em mais partes e elas são menores. 4 3 16 tem maior numerador que 16 57 . e escreve-se → 3 < 3 . 8 4 4 5.5. 3 é maior que 3 4 8 Ou: 3 8 3 0indica 8 3 3 . 4 8 é menor que 3 . 16) = 16 → 2 × 2 × 2 × 2 = 16 Reduzindo as frações ao mesmo denominador. 3 4 3 8 Nas duas frações toma-se o mesmo número de partes (3). se as duas frações têm o mesmo denominador. a maior é a que tem o maior numerador.

8. simplificam-se ou extraem-se os inteiros.Então: Pode-se escrever : 4 16 ↓ Então: > 3 . transformam-se os números naturais e os números mistos em frações impróprias. conservando o mesmo denominador. se houver necessidade. 5 + 2 1 + 4 ⇒ mmc (1. 2 + 1 + 5 = 8 ⇒ 8 = 4 = 11 6 3 6 6 6 6 3 5. uma vez realizada a operação.3 Transformação de números naturais e números mistos em frações impróprias Antes de reduzir ao mesmo denominador.9 SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES 5. 7−5=2= 1 8 8 8 4 58 . somam-se os numeradores. 3.8 ADIÇÃO DE FRAÇÕES 5. 4 16 5.8. 16 ↓ 1> 3 .2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações ao mesmo denominador.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e somar os numeradores. 4 + 2 → mmc ( 5 e 3) =15 5 3 assim 4 + 2 = 12 +10 = 22 = 1 7 5 3 15 15 15 5.8. em seguida.1 Frações de mesmo denominador Deve-se manter o denominador e subtrair os numeradores. 5) = 15 3 5 5 + 7 + 4 = 75 + 35 +12 = 122 = 8 2 1 3 5 15 15 15 5.9.

7 − 2 ⇒ mmc (8. se houver necessidade. 59 . simplifica-se ou extraem-se os inteiros. transformam-se os números naturais em frações impróprias e. efetua-se a operação como se fosse de multiplicar.2 Frações de denominadores diferentes Deve-se reduzir as frações o mesmo denominador e. em seguida. Em seguida.11 DIVISÃO DE FRAÇÕES Para dividir frações deve-se conservar a primeira. 5) = 40 8 5 7 − 2 = 35 −16 = 19 8 5 40 40 OBSERVAÇÃO: Antes de reduzir ao mesmo denominador. efetua-se o produto dos numeradores (que será o novo numerador) e. e viceversa). em seguida.10 MULTIPLICAÇÃO DE FRAÇÕES Para multiplicar frações. trocar o sinal de dividir pelo de multiplicar e inverter a segunda fração (o denominador passa a numerador. 5. aplicar a regra anterior. eles podem ser simplificados mesmo que em frações diferentes: 1 4 × 11 × 1 1 8 2 3 1 11 1 11 usando o cancelamento teremos 1 × 2 × 2 = 4 = 2 4 2 5.9. uma vez realizada a operação. o produto dos denominadores (o novo denominador) 3 × 7 = 21 5 8 40 OBSERVAÇÕES: 1 Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias: 4 × 1 3 × 1 ⇒ 4 × 11 × 1 = 44 = 11 1 8 2 16 4 8 2 2 Quando no numerador e no denominador existirem fatores comuns.5.

Ao efetuar a divisão de frações usamos o procedimento de inversão. 2 ÷ 5 = 2 × 7 ⇒ 14 5 7 5 5 25 5 para 7 . 5 uma casa Então coloca-se um zero no denominador: 5 (cinco décimos) 10 Como se lê. Troca-se o sinal de ( ÷ ) pelo de ( × ). inverte-se a fração 7 e efetua-se a multiplicação.º Coloca-se o número 1 no denominador: 1 2.e simplificando 8 1 ÷ 3 = 33 ÷ 3 33 × 1 ⇒ 4 4 1 4 3 pelo método do cancelamento tem-se 11 × 1 = 11 = 2 3 .12.1 Conversão de frações ordinárias em números decimais a) Para converter frações ordinárias em números decimais.12. 1 4 1 4 4 5.25 = 13 ÷ 16 = 0.5 tem uma casa decimal: 0.12 CONVERSÃO DE FRAÇÕES 5. se escreve. 1 13 = 1 ÷ 4 = 0.25 5.2 Conversão de números decimais em frações ordinárias ou números mistos Para converter um número decimal em fração segue-se o seguinte procedimento: 1.8125 4 16 b) Para converter números mistos em números decimais.º Escrevem-se ainda no denominador tantos zeros quantas forem as casas (ou posições decimais do número decimal): 0. basta efetuar a divisão do numerador pelo denominador. 5 OBSERVAÇÃO: Transformam-se os números inteiros e os números mistos em frações impróprias. Exemplo: 0. Invertendo e multiplicando tem-se . 3 1 = 13 4 4 13 ÷ 4 = 3. 11 .25 = vinte e cinco centésimos: 25 100 60 . basta transformá-los em frações ordinárias e proceder como em (a).

custarão R$ 40. quanto se pagará por 30 parafusos? O problema resume-se no seguinte: 15 parafusos valem 20 reais 30 parafusos valem “X” reais Pelo exame desses elementos vê-se que com eles se pode estabelecer duas razões: uma entre as quantidades de parafusos e outra entre seus respectivos custos. pois a relação entre quantidades de objetos iguais é a mesma entre seus respectivos preços. tem-se: razão entre os parafusos 15 30 razão ente os custos 20 X Como as duas razões são iguais. simples ou composta. Na verdade. 6.00. que é o dobro de 15. que é o dobro de R$ 20. se 15 parafusos custam R$ 20.00.00 é de fato o custo dos parafusos. direta ou inversa. 61 . Assim. 30 parafusos.00. Pode ser direta ou inversa.00 Ao verificar o resultado vê-se que R$ 40. A mais habitualmente usada em oficina é a regra de três simples. Exemplo: Se 15 parafusos custam R$ 20.6 REGRA DE TRÊS Regra de três é a resolução de problemas por meio de proporções quando um dos termos da proporção é desconhecido.1 REGRA DE TRÊS SIMPLES Simples é aquela em que o problema é representado unicamente por uma proporção cujo termo “X” se deseja conhecer.00. pode-se escrever: 15 = 20 30 X X = 30×20 15 R = R$ 40.

para fazer mais peças. aumenta também o preço a ser pago. onde se encontra “X”. Veja-se agora o seguinte exemplo: Em 8 dias de trabalho um profissional preparou 120 peças. e vice-versa. o que indica que as grandezas do problema são diretamente proporcionais. Neste caso. claro está que se deve dobrar o número de operários. diminuindo uma delas. A nova proporção será: X =4 10 2 62 X = 10×4 2 R = 20 operários . diminuindo um termo na primeira razão. Assim. as grandezas são inversamente proporcionais porque.3 REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA Se 10 operários constroem uma peça em 4 dias de trabalho. invertem-se os termos na razão. De quantos dias precisará o mesmo profissional para executar 300 peças iguais? É uma regra de três direta pois. aumentando o número de parafusos. quantos operários construirão a mesma peça em 2 dias? Ora.6. para construir a mesma tarefa em metade do tempo. Ordenando os dados do problema proposto tem-se: 10 operários “X” operários 4 dias 2 dias Como a regra de três é inversa. o profissional gastará mais dias. tem-se: Se em 8 dias preparou 120 peças. Logo: 8 = 120 X 300 X = 300×8 120 R = 20 dias 6. diminui seu correspondente na segunda. em “X” dias preparará 300 peças. aumenta seu correspondente na outra.2 REGRA DE TRÊS SIMPLES DIRETA Nota-se que. aumentando um termo da razão. No problema anterior foram comparados parafusos com parafusos e custos com custos = grandezas da mesma espécie. Isso significa que. aumenta na outra razão o valor de sua correspondente.

Tem-se. quanto maior o diâmetro. Observe-se na Figura 1 que as polias A e B estão ligadas por uma correia. X No entanto. Sabendo que a polia A dá 240 rpm (rotações por minuto). e a razão entre as 30 240 rpm é . calcular as rpm da polia B. quanto menor o diâmetro. 20 Sendo assim. ou engrenagens.Exemplo clássico da regra de três inversa é o problema das polias. Figura 2 – Diâmetro de polias 63 . menor a rpm. tendo em vista que se trata de razões inversamente proporcionais. arma-se a proporção invertendo a segunda razão. maior a rpm da polia. Figura 1 – Polias A razão entre os diâmetros das duas polias é igual à razão inversa de suas rpm. pois. então: 20 = X 30 240 Logo X = 240×20 30 R = 160 rpm Exemplos: 1 Calcular o diâmetro da polia maior da Figura 2. a razão entre os diâmetros das polias A e B é .

a razão entre as velocidades é igual à razão inversa entre os números de dentes das engrenagens. Qual é a rpm da polia menor se a maior gira com 240 rpm? 64 . tem-se: Ø24 cm ØX ØX = 600 rpm 300 rpm 600 ═ X 0≡ 300 24 600 rpm × Ø24 cm 300 rpm ØX = 2 × Ø24 cm ØX = 48 cm Nas engrenagens.4 EXERCÍCIOS 1 Uma máquina produz 200 peças em 4 horas.80 dentes 1 000 rpm X rpm Estabelecendo a proporção inversa. 2 Calcular a rpm da engrenagem B da Figura 3. Quantas peças produz em 1 hora? 2 Uma polia de 20 cm de diâmetro está ligada a outra cujo diâmetro é de 40 cm.Estabelecendo a proporção inversa. tem-se: 60 X = 80 1000 X= 60 × 1000 = 750 rpm 80 6.60 dentes Engrenagem B . Figura 3 – Engrenagens de polias Engrenagem A .

ou 30%. sabendo que a roda condutora H. Veja-se o significado dessas expressões: .50 m de sombra.00 no preço de determinado objeto que custa R$ 100. de 72 dentes. assim. que os problemas de porcentagem são resolvidos através da regra de três. portanto: .3 Calcular o número de rotações (rpm) da roda conduzida K. significa que há redução de R$ 15.5 PORCENTAGEM É comum ouvir-se expressões como estas: “Nesta liquidação há redução de 15% (lê-se quinze por cento) nos preços”. Em quantos dias será construída a mesma casa se o número de pedreiros aumentar para 24? 5 Qual é a altura de um monumento que dá 87.50 m de sombra no mesmo horário? 6 Um tecelão fez com certa quantidade de fio 26.Se a redução nos preços de qualquer objeto é de 15%. “O número de aprovações no vestibular foi de 30% (lê-se trinta por cento)”.Se a aprovação no vestibular foi de 30%. Diz-se. Quantos metros teria ele feito com a mesma quantidade de fio se o pano tivesse ½ m de largura? 6. dá 300 rotações (rpm). .50 m de pano. significa que 30 alunos em cada grupo de 100 foram aprovados. . 65 . ou 15%.00. Percebe-se. com 24 dentes.a porcentagem (ou percentagem) da redução na liquidação é de quinze por centro. tendo ¾ de metro de largura. sabendo-se que um pé de árvore com altura de 15 m dá 37.a porcentagem da aprovação dos alunos no vestibular foi de trinta por cento. 4 Uma casa é construída por 6 pedreiros em 120 dias.

00 O valor do desconto é R$ 80. Representa-se por X o número de alunos a determinar: Alunos da turma 100 40 100 15 = 40 X 2 alunos que faltaram 15 0 X 100 ⋅ X = 40 ⋅ 15 40 × 15 X=6 100 Faltaram 6 alunos.00 ═ R$ 720.00 R$ 800.00. 15% significa que.Exemplos: 1 Em uma classe de 40 alunos faltaram 15%. Um televisor colorido que custava R$ 800.00. se a classe tivesse 100 alunos.00 100 10 = 800 X R$ 10. 5% ficaram com defeito. . 4 Em um lote de 40 peças. é preciso determinar quantos faltaram.00 de desconto X de desconto X= 800 × 10 100 X = R$ 80. Mas. Quando o consumidor pagará por ele? R$ 100. Valor a pagar: R$ 800.00 – R$ 80. Qual é a percentagem de aprovação? 45 alunos 100 alunos 45 36 = 100 X 3 X= 36 aprovados X aprovados X= 36 × 100 45 X = 80 A percentagem de aprovação foi de 80%.00 sofreu um desconto de 10%. 40 – 2 66 ═ 38. Em uma turma de 45 alunos 36 foram aprovados. teriam faltado 15 deles. 38 peças ficaram boas. como a classe tem 40 alunos. Quantos alunos faltaram? Como se sabe. Quantas peças ficaram boas? 100 peças 40 peças 100 5 = 40 X 5 com defeito X com defeito X= 40 × 5 100 X=2 2 peças ficaram com defeito.

1 Exercícios 1 De uma carga de 8 400 garrafas. Quantos litros de cada componente entram na mistura? 67 . apenas 7 728 chegaram intactas a seu destino.6. somente recebe certificado quem assiste a 80% das aulas. 5% apresentam defeito. Para ter direito ao certificado. Qual é a percentagem de garrafas que quebraram? 2 Em um curso de treinamento de 80 horas. quantas horas no máximo poderá faltar um participante? 3 De uma produção mensal de 15 000 peças fabricadas. Quantas peças estão em boas condições? 4 Em 120 litros de fluído refrigerante para o torno entram 20% de óleo solúvel e o restante de água.5.

68 .

dez.000001 m 1m O metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo (CONMETRO. 69 . que interessam mais aos cursos na área da Mecânica. 1988).01 m milímetro mm 0. No presente estudo dá-se ênfase às medidas menores que o metro. cuja unidade é o metro.7 UNIDADE DE MEDIDA DE COMPRIMENTO Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie tomada como unidade. Também para medir distâncias ou comprimentos maiores que o metro existem medidas derivadas maiores. 7. Para isso. que são os múltiplos do metro. existem medidas menores derivadas do metro. que são chamadas submúltiplos do metro.001 m micrômetro µm 0. unidades derivadas múltiplos símbolo valor quilômetro km 1 000 m hectômetro hm 100 m decâmetro dam 10 m unidades metro m submúltiplos decímetro dm 0. os submúltiplos do metro.1 m centímetro cm 0. O sistema adotado no Brasil e na maioria dos países do mundo para medir comprimento ou distância é o Sistema Métrico Decimal.1 O METRO E SEUS MÚLTIPLOS E SUBMÚLTIPLOS Quando é necessário medir objetos pequenos que têm menos de um metro torna-se incômodo medi-los em metros.

Se o metro for dividido em 1 000 partes iguais. Partindo do metro. conclui-se que: em um metro há dez decímetros: 10 dm em um metro há cem centímetros: 100 cm em um metro há mil milímetros: 1 000 mm Pode-se dizer também que: dez milímetros correspondem a um centímetro: dez centímetros correspondem a um decímetro: dez decímetros correspondem a um metro: 70 10 mm = 1 cm 10 cm = 1 dm 10 dm = 1 m . São fabricadas normalmente com 25 ou 30 centímetros. que corresponde a um metro. Exemplos: Se o metro for dividido em 10 partes iguais. isto é. Os símbolos dessas unidades menores que o metro são: decímetro = dm centímetro = cm milímetro = mm Após a análise das divisões que contém o metro. cada uma delas se chama milímetro.As réguas graduadas que se usam para fazer medidas em sala de aula têm as mesmas divisões do metro. formam-se outras medidas de comprimento. cada uma delas se chama decímetro. considerando-o como unidade. cada uma delas se chama centímetro. Ao colocar quatro réguas de 25 centímetros uma ao lado da outra forma-se um comprimento de 100 centímetros. Se o metro for dividido em 100 partes iguais.

001 mm.2 UNIDADES DE MEDIDAS MENORES QUE O MILÍMETRO O milímetro é uma unidade de medida muito pequena. 7. metros decímetros centímetros 2.Para escrever medidas com metros e partes menores do metro. metros 4. ficam os decímetros. As unidades menores que o milímetro são formadas pela divisão do milímetro em 10.º mais à direita ainda. depois da vírgula. . 71 . 7 3 5 metros 3. metros Então. que vale 0. depois dos centímetros.º à direita dos metros. 7 3 5 metros decímetros centímetros milímetros 5 2.735 representa 2 metros. 7 3 5 metros 2.1 mm. ficam os milímetros.º parte-se da posição das unidades. 3 centímetros e 5 milímetros. – dividindo-o em 100 partes iguais tem-se o centésimo de milímetro. que vale 0. 7 decímetros. para medir com exatidão. – dividindo-o em 1 000 partes iguais tem-se o milésimo de milímetro. No entanto. Exemplo: Para localizar as posições nesta medida: 2. que vale 0.735 m metros 1. 2.01 mm. centímetros e milímetros. 3 decímetros 7 metros 2. como decímetros. é necessário usar unidades de medidas ainda menores. 100 e 1 000 partes: – dividindo o milímetro em 10 partes iguais tem-se o décimo de milímetro. porque a unidade indicada ao lado da medida é metro. é preciso conhecer suas posições. a medida 2.nela tem-se os metros.º depois dos decímetros ficam os centímetros.

10 mm = 1 mm. 0. 72 .002 mm. em Mecânica.010 mm e o eixo vai precisar de pequenas pancadas para ser introduzido no furo. a folga entre eles é de 0. o ajuste entre o eixo e o furo se modifica. que – dez milésimos correspondem a um centésimo: 10 x 0. • o eixo mede 20. Por isso.080 mm. diferenças de centésimos e milésimos de milímetro precisam ser medidas com cuidado.Pode-se dizer.0010 mm = 0. assim.1 mm – dez décimos correspondem a um milímetro: 10 x 0.010 mm = 0. Mudando as medidas. Nesse caso. Observe as medidas do furo e do eixo das figuras abaixo: • O furo mede 20. • com esta folga pode-se introduzir o eixo no furo apenas empurrando com a mão.080 mm menos que o furo. sua medida vai ser 20. também. Se o eixo for fabricado com 7 centésimos de milímetro a mais. Um pequeno aumento na medida do eixo é capaz de modificar bastante o ajuste.072 mm. ou seja.01 mm – dez centésimos correspondem a um décimo: 10 x 0. a folga será de 0.082 mm.

O milésimo de milímetro é também chamado de micrômetro.355 m. porque a medida de 1 cm é igual à medida de 0. 32. Se for pedido que se corte 1 cm de uma chapa e 0. dm 3 cm 5 mm 5 Neste caso. símbolo µm. ← vírgula dam 3 m 2 dm 3 cm 5 mm 5 dam 3 m 2. • hm • dam • m dm • • cm • mm • • centésimo de milímetro km décimo de milímetro Tabela de posições – Unidades de comprimento • µ • Exemplos: – Converter 32355 mm em m. 73 . Isto é: faz-se necessário decorar a tabela de posições a seguir. deve-se correr a vírgula para a esquerda até m. cortam-se dois pedaços de dimensões iguais. que mede com exatidão de até milésimos de milímetros. centésimos e milésimos de milímetro usam-se instrumentos especiais. então. e o micrômetro.Para medir com exatidão de décimos.01 m. Os instrumentos mais usados são o paquímetro.01 m 1 centímetro 1 centésimo de metro Para transformar medidas é preciso que se saibam de cor as posições de todas as unidades de comprimento. 1 cm 0. A única diferença existente é quanto à unidade de medida que está sendo utilizada. 7. que mede com exatidão de até centésimos de milímetro.3 TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS Quando se escreve a mesma medida usando unidades diferentes diz-se que se está transformando a medida de uma unidade para outra.01 m de outra chapa. Tem-se.

Nem sempre a transformação é feita só por mudança da vírgula. 245 cm. – Converter 7.012 m em cm. 74 . Às vezes. Tem-se. deve-se correr a vírgula para a direita até cm. é preciso colocar ou tirar zeros das medidas. então. dm 7 cm 3 Neste caso. então. 0. m 2.– Converter 2.45 m em cm.2 cm. acrescentar zero. Tem-se. mm 2 Neste caso. cm 3 m 0. na falta de números. Tem-se. e até mesmo colocar ou tirar as vírgulas. 2 100 mm.1 m em mm.73 m. deve-se correr a vírgula para a direita até a casa dos milímetros e. acrescentar zeros. mm Neste caso. então. dm 1 cm mm m 2 dm 1 cm 0 mm 0 Neste caso. 201.3 dm em m. m dm 7. dm 0 cm 1 mm 2 m 2 dm 0 cm 1. m 2. na falta de números. a vírgula não tem razão de existir. deve-se correr a vírgula para a esquerda até a casa do metro e. Vírgula → m 2. Tem-se. então. – Converter 2. – Converter 2. dm 5 cm 5 mm m 2 dm 4 cm 5.

40 mm.4 POLEGADA Medida inglesa de comprimento equivalente a 25.º exemplo: Converter 2” em milímetros. " 2 x 25. dezesseis avos  .º exemplo: Converter em polegadas 130. divide-se o número de milímetros pelo equivalente da polegada em milímetros. " " x 25. 1.7 milímetros Para converter milímetros em polegadas.4 25400 25400 " 75 . Tem-se: 130.4 = 12.7. cento e vinte e oito avos  . sessenta e quatro avos   . ou fração. quartos   .8 milímetros 2.º exemplo: 1 Converter 5 Tem-se: 5 1 8 " em milímetros.4 = 50.4 = 130. 2 4 8  16  A polegada divide-se em meios   .5 CONVERSÃO DE POLEGADAS EM MILÍMETROS E VICE-VERSA Para converter polegadas em milímetros multiplica-se a polegada. Tem-se: 2 x 25.175 milímetros 3. 4.º exemplo: 1 Converter Tem-se: 1 2 " em milímetros.4 = 8 41 8 x 25. pelo equivalente da polegada em milímetros: 25. oitavos   .4.175 = 130175 = 5 3175 = 5 1 8 25.175 mm.  32   64   128  Na Mecânica usam-se milésimos e décimos de milésimos de polegada. 7. 4 8  16  2  32   64   128  trinta e dois avos  .

B e C indicados na figura. 5 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura.7. 76 . A = B = C = 3 Indicar em forma de fração os valores de A. A = B = C = 4 Calcular a medida “D” indicada na figura. A = B = C = 2 Indicar em forma de números mistos as medidas indicadas na figura.6 EXERCÍCIOS 1 Indicar em forma de fração os valores das medidas indicadas na figura.

9 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 8 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura.6 Calcular o comprimento “X” da peça indicada na figura. 7 Calcular o comprimento “C” da peça indicada na figura. 77 .

7. podendo a polegada ser fracionária ou milesimal.1 (número de divisões) de uma escala graduada móvel (Fig.1 Princípio do Vernier de 0.7 PAQUÍMETRO Paquímetro é o instrumento utilizado para a medição de peças quando a quantidade não justifica um instrumental específico e a precisão requerida não desce a menos de 0. A escala é graduada em milímetros e polegadas. que eles afirmam ser o inventor).1 mm A escala do cursor. 4). O cursor é ajustado à régua de modo que permita sua livre movimentação com um mínimo de folga.001” (Fig. a quem é atribuída sua invenção) ou vernier (denominação dada pelos franceses em homenagem a Pierre Vernier. O cursor é provido de uma escala chamada nônio ou vernier. chamada nônio (designação dada pelos portugueses em homenagem a Pedro Nunes. 5). Suas graduações referem-se a 20°. 7.7. Geralmente é construído em aço inoxidável. Figura 5 − Escala 78 . que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada. com superfícies planas e polidas. consiste na divisão no valor N de uma escala graduada fixa por N. 128 Figura 4 − Paquímetro É um instrumento finamente acabado.02 mm. 1” e 0.

conclui-se que cada intervalo da divisão do nônio mede 0.3 79 .Tomando o comprimento total do nônio.2 mm (Fig. 5). 6). o paquímetro estará aberto em 0. Essa diferença é também a aproximação máxima fornecida pelo instrumento.1 mm do que cada divisão da escala fixa.1 Figura 9 – Posição 0. Figura 7 – Escala nônio Assim sendo. e assim sucessivamente. 10). 7). coincidindo o segundo traço com 0. e dividindo pelo número de suas divisões (10). que é igual a 9 mm (Fig. Figura 6 − Nônio Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig.9 mm (Fig. 8). 9).1 mm (Fig. Figura 8 – Posição 0. fazendo coincidir o primeiro traço do nônio com o da escala fixa. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 0.2 Figura 10 – Posição 0. o terceiro traço com 0.3 mm (Fig.

15) Figura 15 – Nônio em polegadas 80 . no segundo traço.7.7. pode-se conhecer o valor dos demais traços (Fig. 14). no décimo traço. sendo a aproximação do paquímetro 1/128”. faz-se necessário conhecer bem todos os valores dos traços da escala (Fig. 13).7. Figura 11 – Sistema inglês ordinário Assim sendo. a leitura da medida será 1/16” (Fig. 11). a = e n a = 1/16 : 8 = 1/16 x 1/8 = 1/128” e = 1/16” n = 8 divisões a = 1/128” Sabendo que o nônio possui oito divisões. 5/8” (Fig. 12). ao deslocar-se o cursor do paquímetro até que o traço zero do nônio coincida com o primeiro traço da escala fixa. O primeiro passo é conhecer qual a aproximação (sensibilidade) do instrumento.3 Uso do Vernier (Nônio) Através do nônio pode-se registrar no paquímetro várias frações da polegada. 1/8” (Fig.2 Paquímetro – Sistema inglês ordinário Para efetuar leitura de medida em um paquímetro do sistema inglês ordinário. Figura 12 – Posição 1/16” Figura 13 – Posição 1/8” Figura 14 – Posição 5/8” 7.

utilizando-se o denominador da fração pedida (128) (Fig. 16).3. 20). assim como para a leitura de medidas feitas em paquímetro do sistema inglês ordinário. O resto encontrado na divisão será a concordância do nônio. conclui-se que cada divisão do nônio é menor 1/128” do que cada divisão da escala fixa.1 Processo para a colocação de medidas 1. 17). 19). 18). Figura 16 – Nônio e escala em polegadas Assim sendo. a leitura da medida será 1/128” (Fig.7. o segundo traço 1/64” (Fig. 33 128 33 32 1 8 4 O quociente encontrado na divisão será o número de traços por deslocar na escala fixa pelo zero do nônio (4 traços). se o cursor do paquímetro for deslocado até que o primeiro traço de nônio coincida com o da escala fixa.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 33/128”. 81 . o quarto traço 1/32”. Divide-se o numerador da fração pelo último algarismo do denominador. e assim sucessivamente.Observando a diferença entre uma divisão da escala fixa e uma divisão do nônio (Fig. 7. utilizam-se os processos a seguir descritos. o terceiro traço 3/128” (Fig. Figura 17 – Posição 1/128” Figura 18 – Posição 1/64” Figura 19 – Posição 3/128” OBSERVAÇÃO: Para a colocação de medidas.

33 " 128 Figura 20 – Posição 33/128” 2. 49 128 " Figura 22 – Posição 49/128” Multiplica-se o número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio pelo último algarismo do denominador da concordância do nônio.3. Soma-se o resultado da multiplicação com o numerador. 45 " 64 45 64 concordância do nônio utilizando o denominador da fração pedida 45 4 44 1 11 número de traços a deslocar pelo zero do nônio da escala fixa Figura 21 – Posição 45/64” 7. 21).º exemplo − Ler a medida da Figura 22.º exemplo − Colocar no paquímetro a medida 45/64” (Fig.2 Processo para a leitura de medidas 1. + 6 x 82 1 " 128 = 49 " 128 .7. repetindo o denominador da concordância.

º exemplo − Ler a medida da Figura 23.Posição 13/32” 4. como se fosse iniciada a operação. + 4 7 " 128 = 39 " 128 1 39 " 128 x 83 . abandona-se a parte inteira e faz-se a contagem dos traços. inclui-se a parte inteira antes da fração encontrada.º exemplo − Ler a medida da Figura 25.2. Ao final da aplicação do processo. + 6 1" 32 = 13 " 32 x Figura 24 .º exemplo − Ler a medida da Figura 24. Figura 25 – Posição 1 39/128” OBSERVAÇÃO: Em medidas como as do exemplo da Figura 25. leitura da medida número de traços da escala fixa ultrapassados pelo zero do nônio + 9 1 64 = 37 " 64 x concordância do nônio Figura 23 – Posição 37/64” 3.

7.7.4 Exercícios Fazer as leituras abaixo. Respostas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 84 .

5 Exemplos de paquímetros Dos diversos tipos de paquímetros existentes.7.7. mostram-se alguns exemplos. Figura 26 − Medição interna Figura 27 − Medição externa Figura 29 − Paquímetro de profundidade Figura 28 − Medição de profundidade Figura 30 – Paquímetro com bicos longos para medição em posição profunda 85 .

Figura 31− Paquímetro de altura Figura 32 − Paquímetro de altura equipado com relógio comparador Figura 33 − Paquímetro de nônio duplo para medição da espessura de dente de engrenagem 86 .

2 PERÍMETRO O contorno de uma figura plana pode ser medido. Para entender melhor. Essa medida chama-se perímetro. Exemplos: retângulo trapézio losango 8.1 POLÍGONO Polígono é a figura plana fechada formada por linha poligonal (quebrada) fechada. e medir seu comprimento. Exemplos: triângulo equilátero quadrado hexágono 8.1 Polígono regular É aquele que tem seus lados e ângulos iguais.1. pode-se abrir o arame até que fique reto.8 GEOMETRIA PLANA 8. Para medir seu perímetro.2 Polígono irregular É aquele que não possui todos os lados e ângulos iguais. 87 .1. 8. imagine-se uma figura com o contorno feito em arame.

5 + 2. é preciso medir o comprimento dos lados de uma figura ou objeto. por ser um contorno de arame que pode ser aberto.0 2. pode acontecer de a medida não ser muito exata. basta somar as medidas das partes do contorno. Mas isso não é possível quando se deseja medir o perímetro de um objeto.0 5. Fazendo desse modo..0 cm cm cm cm cm Às vezes.5 15. 5. Uma alternativa é medir o perímetro de um objeto com um pedaço de barbante e depois medir o barbante com a rena. Cada parte do contorno de uma figura tem uma medida.. Exemplo: Calcular o perímetro da figura: 1.A medição do perímetro através desse método é fácil. pois não se pode abri-lo. Para calcular o perímetro. Para saber o perímetro da figura abaixo: 88 .

0 cm + 2. isto é. antes de tudo é preciso lembrar que medir uma grandeza é compará-la com uma unidade de medida.9 cm + 3.3 CÁLCULO DA ÁREA DE FIGURAS PLANAS Área é a medida de uma superfície. Para medir uma superfície.3 cm + 2. já se pode dizer que o perímetro desta figura é 11 cm.8 cm = 2.8 cm 11.9 cm 3. 2.º – Mede-se cada lado do contorno.0 cm + 2.1. 8. Tomando como unidade a superfície interna de um pequeno quadrado.3 cm 2.º Somam-se as medidas dois lados: 2. comparar a superfície das figuras A e B com a do quadrado. 89 . a parte interna de uma figura plana.0 cm Agora.

Então. Isso quer dizer que a superfície de A e de B têm a mesma medida. Para medir superfícies. a medida da superfície de A é 32 unidades. A superfície da figura A vale o mesmo que a superfície de 32 quadrados. Utilizam-se as seguintes unidades de medida de superfície: Unidades 90 Símbolos metro quadrado m2 decímetro quadrado dm2 centímetro quadrado cm2 milímetro quadrado mm2 . Do mesmo modo. começa-se comparando a figura A. cabe em cada figura? Para responder a essa pergunta. isto é. para calcular a área da superfície. Contam-se quantos quadrados cabem na figura B. isto é. o quadrado. também existem unidades padrão de medida.Quantas vezes a unidade. pode-se medir a superfície da figura B. Vê-se que sua superfície mede 32 unidades.

Um centímetro quadrado é a área da superfície de um quadrado que tem 1 cm de lado. Às vezes pode-se ter a medida em uma unidade. dm 5 cm 2 mm 8 0 m 9 dm 5. o mesmo ocorre com as unidades de medida de superfície. ‘ 8. para transformar medidas de comprimento. Assim. é preciso compará-la com o cm2. Nesse caso. 1 cm sua área é chamada 1 centímetro quadrado. é só fazer a transformação.280 dm m 9. o centímetro quadrado ou qualquer outra unidade de medida de superfície. Pode-se medir uma superfície usando o metro quadrado. este pequeno quadrado tem 1 cm de lado.4 TRANSFORMAÇÃO DE UNIDADES DE MEDIDA DE SUPERFÍCIE Ao estudar medidas de comprimento verifica-se que uma mesma medida pode ser dada em unidades diferentes. Exemplo: dam dam 9. a vírgula é deslocada de uma em uma posição. Já se viu que. cm 2 mm 8 0 91 . Para medir uma superfície usando o cm2 como unidade. 1 cm O símbolo de centímetro quadrado é cm2. Vejam-se os exemplos a seguir. a medida é dada na unidade que se escolheu. mas precisa-se dela em outra unidade.5280 m = 95.

Com as unidades de superfície a transformação é um pouco diferente: é preciso deslocar a vírgula de duas em duas posições. 9.125 m2 Neste caso.4 cm2 A vírgula andou quatro posições para a direita até o cm2.3820 m2 em cm2: Primeiro é preciso lembrar que o lugar da unidade de medida é sempre o algarismo que fica antes da vírgula. dm2 38 cm2 20 mm2 dam2 m2 5 dm2 38 cm2 20 mm2 Resposta: 53 820 cm2 Exemplo 2 − Transformar a medida 15.75364 m2 em cm2: dam2 m2 15. dam2 m2 5.5 dm2 em m2: 112. Exemplo 1 − Transformar a medida 5. Exemplo 3 − Fazendo outra transformação. 92 .5 cm2 = 0. a vírgula foi deslocada duas casas para a esquerda. porque a vírgula precisa andar duas posições para ir do cm2 até o dm2.8 m2 = 980 dm2 Aqui foi preciso acrescentar um zero para preencher a posição do dm2. escrever a medida 112.5 dm2 = 1.095 dm2 Aqui foram acrescentados dois zeros. Exemplo 4 − Escrever a medida 9. mm2 4 Resposta: 157 536. porque o dm2 fica duas posições à direita do m2. dm2 75 cm2 36 mm2 4 dam2 m2 15 dm2 75 cm2 36.8 m2 em dm2: 9.

símbolo quilômetro hectômetro quadrado quadrado km definição nome Unidades maiores que o metro quadrado área de quadrado com 1 km de lado 2 hm 2 área de quadrado com 1 hm de lado decâmetro quadrado dam 2 área de quadrado com 1 dam de lado Unidades menores que o metro quadrado metro quadrado m 2 área de quadrado com 1 m de lado decímetro quadrado dm 2 área de quadrado com 1dm de lado centímetro quadrado cm 2 área de quadrado com 1 cm de lado milímetro quadrado mm 2 área de quadrado com 1 mm de lado 93 . Um milímetro quadrado é a área de um quadradinho de 1 mm de lado. O processo para medir áreas em dm2 pode ser o mesmo que se usou para medir em cm2. Um decímetro quadrado é a área de um quadrado que tem 1 dm de lado. Em uma folha como esta é impossível representar com desenhos em escala natural figuras que medem vários decímetros quadrados. cujo processo para determinação de medida das áreas é o mesmo que o usado anteriormente.Outra unidade de medida de superfície é o decímetro quadrado. No quadro a seguir estão representadas as unidades de medida de superfície. a exemplo de outras unidades de medida maiores que o metro. é utilizado para a medição de superfícies grandes. O milímetro quadrado é outra unidade de medida e superfície. Quantos mm2 cabem no cm2? em um cm2 cabem 100 mm2 1 cm 1 cm2 = 100 mm2 10 mm 10 mm 1 cm O metro quadrado.

vê-se que tem 3 cm de largura e 6 cm de comprimento. no retângulo todo. ao longo dele cabe uma fila com 6 cm2. 94 . mede-se a largura e o comprimento do retângulo.5. 6 cm 3 cm Como a largura é 3 cm.8. Exemplo: 6 cm 3 cm Medindo os lados do retângulo. e depois multiplicam-se essas medidas: comprimento x largura. Existe um modo mais prático para calcular a área de uma superfície. 3 cm 6 cm Então. quer dizer que. Esta regra vale também quando os lados têm uma medida decimal. 8. Exemplo: Calcular a área do retângulo abaixo.5 MODO PRÁTICO DE CALCULAR ÁREAS Nem sempre é possível medir a superfície de uma figura contando as unidades de medida que cabem nela. Conclui-se que a área de um retângulo é igual ao produto da base pela altura. cabem três filas de 6 cm2. como 3 x 6 = 18. no retângulo todo cabem 18 cm2. Resultado. 6 cm 3 cm Como o comprimento mede 6 cm.1 Área do retângulo Para calcular a área da superfície retangular. a área de retângulo de 3 cm por 6 cm é igual a 18 cm2.

68 Neste caso. calcular a área do retângulo. Quando os lados estão em milímetros.68 cm2. e então não se pode simplesmente multiplicar uma pela outra. para calcular a área é preciso decidir em que unidade se deseja obter o resultado. Às vezes. O resultado ficou em centímetros porque os lados dos retângulos foram medidos em centímetros.7 cm x 5. É preciso multiplicar 7. as medidas são dadas em unidades diferentes.4 por 3. quando estão em metros.35 cm2 8. deve-se transformar os 37 mm em centímetros para.5 cm 185 + 185 0 Resposta: 20. 95 .2 148 + 222 0 23. fica em m2.2 cm de largura e 7.4 x 3.7 cm 3. a área do retângulo é 23.2 Área do quadrado O cálculo da área do quadrado é feito da mesma forma que o do retângulo. Exemplo: Se for decidido obter o resultado em centímetros. a área fica em mm2.5. Neste caso.2 para achar a área: 7. 37 mm = 3. a largura e o comprimento terem a mesma medida.Este retângulo tem 3.4 cm de comprimento. depois. com a diferença de. no quadrado.

Pode ser necessário calcular a área de uma figura que não é um retângulo nem um quadrado. Como a figura é um quadrado. a área da figura é 1 384 mm2. Assim: Desse modo. o comprimento é igual à largura.5 mm de lado.5 mm 157 5 315 + 945 0 992.25 mm2. 96 . comprimento = 31.5 largura = 31.5 31.5 mm x 31. forma-se um quadrado de 32 mm mais um retângulo de 30 mm x 12 mm. Então. área do quadrado área do retângulo Total 32 x 32 = 1 024 30 x 12 = 360 1 024 + 360 = 1 384 Todas as medidas são em milímetros. Exemplo: Pode-se imaginar que a figura é formada por partes.Exemplo: Calcular a área de um quadrado com 31.25 mm2 Resultado: a área do quadrado é 992.

5. Logo. pode-se concluir que a área do paralelogramo é igual ao produto da base pela altura. do qual deve ser subtraído um retângulo de 20 mm por 30 mm. porque os triângulos ABE e DCF são iguais. A = B⋅h 97 .3 Área do paralelogramo O retângulo EBCF é equivalente ao paralelogramo ABCD. forma-se um retângulo de 32 mm por 20 mm mais um retângulo de 62 mm por 12 mm. forma-se um retângulo de 32 mm por 62 mm. Dessa maneira. áreas Total 32 x 20 = 640 62 x 12 = 744 640 + 774 = 1 384 área da figura: 1 384 mm2 Dessa maneira.Há duas outras maneiras de imaginar a mesma figura. áreas Total 32 mm x 62 mm = 1 984 mm2 20 mm x 30 mm = 600 mm2 1 984 mm2 − 600 mm2 = 1 384 mm2 área da figura: 1 384 mm2 8.

29 m2.7 m x 1.Exemplo: Calcular a área do paralelogramo de 3. forma-se o paralelogramo ABCD.72 m altura = 1. Portanto.8 m Resultado: 3. 8.8 m base = 3.696 m2 a área do paralelogramo é 6.72 m de base e 1.7 m altura = 1.4 m 588 147 0 20.8 m 2 976 m 3 72 m 0 6. traçado pelos vértices B e D paralelos aos lados AD e AB.72 m x 1. Fórmula: A = B x h A = 3.7 m e a altura.4m 2 base = 14. A= B⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do triângulo cuja base mede 14. equivalente à soma dos triângulos ABD e BCD.4 m 14.29 m2 Resultado: a área do triângulo é 10.58 m2 00 5 4 18 0 2 10.7 m x 1. a área de um triângulo é igual à metade do produto da base pela altura. 98 ..4 Área do triângulo Considerando o triângulo ABC. Fórmula: A= B⋅h 2 A= 14.5.696 m2.4 m.7m ⋅ 1.8 m de altura. 1. respectivamente.

5. Como o losango é constituído por quatro desses triângulos. a área do trapézio será igual ao produto da semi-soma das bases pela altura. se bases B1 e b2 respectivamente. A= b2 + b1 ⋅h 2 Exemplo: Calcular a área do trapézio cujas medidas são: base maior (b1) = 12 m base menor (b2) = 8 m altura (h) = 5 m A = (12 m + 8 m) x 5 m 2 12 m +8m 20 m 00 Fórmula: A = b1 + b2 . EGO. CEO. CDE.5. então a área do losango é a metade da área do retângulo. GHA. h 2 Resultado: 2 10 m x5 50 m2 a área do trapézio é 50 m2. ACO. Logo. A= AE × CG 2 99 . EFG. Sendo a área do trapézio equivalente à soma dos dois triângulos ABD e BDC. O retângulo cujas dimensões dos lados correspondem às dimensões das diagonais do losango é formado por oito triângulos iguais (ABS. forma-se o retângulo. divide o trapézio em dois triângulos. e de mesmas alturas. linha que une dois vértices não-consecutivos BD. GAO).6 Área do losango Traçando pelo vértice do losango paralelas às suas diagonais.5 Área do trapézio A diagonal. a área do losango é a metade do produto de suas diagonais. 8.8.

9 m e 4 m. Fórmula: 9m x4m 36 2 16 18 m2 0 2 Resultado: a área do losango é 18 m . respectivamente.1416 x 25 m² Resultado: 100 a área do círculo é 78.54 m². 8.5.5400 .1416 x 25 1 57080 + 6 2832 0 78.1416 x (5 m)² A = 3. define-se o círculo de raio “R” como sendo o conjunto de todos os pontos “X” tais que suas distâncias do ponto “O” sejam menores ou iguais ao número “R”. C= 2 ⋅π ⋅R = π ⋅R 2 C= π ⋅D 2 C = perímetro D = diâmetro do círculo R = raio do círculo A área do círculo é igual ao produto de π pelo quadrado do raio A = π × R 2 como D temos: R= 2 2 πD2 D A = π  = 4 2 A = π × R2 A= πD2 4 Exemplo: Achar a área de um círculo de raio igual a 5 m. Fórmula: A = π R2 A = 3. 3.7 Área do círculo Sendo “O” um ponto qualquer do plano e “R” número real maior que zero.Exemplo: Calcular a área do losango sabendo que suas diagonais medem.

QUADRADO RETÂNGULO FORMULÁRIO a⋅h 2 TRAPÉZIO (B + b) ⋅ h 2 SETOR CIRCULAR A = π ⋅R 2 A = π ⋅ (R − r ) 2 A= 2 SEGMENTO CIRCULAR CÍRCULO A= COROA CIRCULAR A = a⋅h LOSANGO A= A = a2 PARALELOGRAMO TRIÂNGULO A = a⋅b D⋅d 2 α α em radianos α ⋅ R2 A= 2 α em graus α ⋅ π ⋅ R2 A= 360 α α em radianos R2 A= ⋅ (α − sen α ) 2 101 .

º de divisões constante n.01959 8 1.º de divisões constante 4 1.05146 20 1.03528 8.1 Exercícios Determinar a medida “x” dos polígonos a seguir: 8.7 DIVISÃO DE CIRCUNFERÊNCIAS EM PARTES IGUAIS 102 . n. basta aplicar a seguinte fórmula: A = D 0 constante Tabela das constantes pelas quais devem ser multiplicadas as medidas entre as faces para se obter o diâmetro. representado no exemplo pelo hexágono.6 MEDIDA ENTRE AS FACES DE UM POLÍGONO REGULAR Para determinar a medida A de um polígono.01545 10 1.01247 12 1.6.8.15470 16 1.41421 14 1.08239 18 1.02572 6 1.

L = D x constante = 44 x 0. Solução – Multiplica-se o diâmetro pela constante dada na tabela correspondente ao número de divisões. contar-se com o profissional que determina a abertura do compasso para dividir uma circunferência em partes iguais.1 Aplicação da tabela de constante Exemplo: Determinar a abertura do compasso para dividir uma circunferência de Ø 44 mm em cinco partes iguais.7. Para isso. basta aplicar um cálculo simplificado com o auxílio da tabela que se apresenta na página a seguir.587 = 25. 8.8 103 .É comum. nos trabalhos em oficina.

º de divisões constante 3 0. 35) quando possuem o vértice e um lado comum.120 11 0. Figura 34 – Ângulo Ô 8. As retas que formam o ângulo chamam-se lados.173 34 0.195 32 0.116 12 0.156 5 0. 34).382 24 0.104 15 0.130 9 0.707 20 0.n. 104 .222 30 0.125 10 0.098 17 0.239 29 0.281 27 0.500 22 0. Assim.149 6 0.342 25 0. o ponto de encontro dos lados chama-se vértice do ângulo.207 31 0.183 33 0.º de divisões constante n.142 7 0. Designa-se um ângulo pela letra do vértice.587 21 0.309 26 0.111 13 0.108 14 0.1 Ângulos consecutivos Dois ângulos são consecutivos (AÔB e BÔC na Fig.095 18 0.164 4 0.101 16 0.866 19 0. dizse ângulo Ô (Fig.8 ÂNGULOS Ângulo é a figura formada por duas retas que tem um ponto em comum.092 8.433 23 0.8.136 8 0.258 28 0.

2 Ângulos adjacentes São chamados adjacentes dois ângulos consecutivos cujos lados exteriores são semi-retas opostas (AÔB e BÔC na Fig. 37). o lado comum é BO. B Figura 35 – Ângulos consecutivos 8.8. 105 .8. 38). a letra representativa do vértice vem entre as duas outras.3 Bissetriz Chama-se bissetriz de um ângulo a semi-reta que. na Figura 35 tem-se AÔB. 36).4 Ângulos opostos pelo vértice Dois ângulos são opostos pelo vértice quando os lados de um são as semi-retas opostas dos lados do outro (AÔB e A’ÔB’ na Fig. Figura 37 – Bissetriz 8. a partir do vértice. nesse caso. o divide ao meio (OC na Fig. Assim.No caso do ângulo da Figura 35. Pode-se designar um ângulo por uma letra ou um número (com acento circunflexo) colocado em seu interior ou pelas letras que indicam o vértice e os lados. Figura 36 – Ângulos adjacentes 8.8. sendo que.

7 Ângulo raso Um ângulo é chamado raso quando seus lados são semi-retas opostas (AO e OB na Fig.8. 39).5 Ângulo reto O ângulo reto é formado por perpendiculares (Fig.6 Ângulo agudo Diz-se que um ângulo é agudo quando é menor que um ângulo reto (Fig.8.8. Figura 41 – Ângulo raso 106 . Figura 40 – Ângulo agudo 8. 41). 40).Figura 38 – Ângulos opostos pelo vértice 8. Figura 39 – Ângulo reto 8.

o minuto e o segundo são as seguintes: 1 grau equivale a 60 minutos e 1 minuto equivale a 60 segundos. O grau. O sistema utilizado é o sexagesimal.9 Medidas de ângulos Para medir ângulos utiliza-se o grau “ ° ” e o radiano “rad”. O ângulo de 30°. 8. suplementares e replementares Os ângulos são complementares quando sua soma vale um ângulo reto (90°). é complemento de 60°. cujo símbolo é uma aspa (’) que se coloca acima e à direita do número. por exemplo. por sua vez. Já nos ângulos replementares a soma vale um ângulo de 360°. pois a soma (280° + 80°) é igual a 360°. Assim. da mesma forma que o minuto. pode-se escrever da seguinte forma: 64° 60’ 30” + 1’ 0 64° 61’ 30” 107 . 1 grau equivale a 3 600 segundos.8. São chamados suplementares quando sua soma vale um ângulo raso (180°). pois a soma (60° + 30°) é igual a 90°. tem dois submúltiplos: o minuto. escrita ao lado do número.8. Exemplo: a) 42° 27’ 48” + 22° 33’ 42” 64° 60’ 90” Como 90” são constituídos por 1’ mais 30”. os minutos entre si e os segundos entre si. O ângulo de 80° é replemento de 280°. 8.8.8. Ou seja: os graus são somados entre si. simbolizado por dupla aspa (”). O ângulo de 20° é suplemento de 160°. e o segundo.8 Ângulos complementares. O sistema utilizado é o circular.10 Adição de ângulos Para a adição de ângulos somam-se entre si as parcelas homônimas. Um grau é definido como a medida do ângulo central submetido por um arco igual a 1/360 da circunferência que contém o arco. As relações entre o grau. 1° = 60’ = 3 600” Exemplo: 32° 42’ 28” Um radiano é definido como a medida de um ângulo central submetido por um arco igual ao raio da circunferência que contém o arco. pois sua soma (160° + 20°) é igual a 180°.

Exemplo: 43° 35’ 40” – 12° 24’ 31” 31° 11’ 9” OBSERVAÇÃO: Caso o número que expressa os minutos ou segundos do subtraendo seja maior que seu correspondente no minuendo. a 41° 4’ 37”.Como 61’ contêm 1° mais 1’. transforma-se 1° em 60’: 32° – 28° 4° 108 82’ 100” 40’ 48”0 42’ 52” . transforma-se este minuto em segundos e somam-se os últimos aos 38”. é preciso efetuar o empréstimo à unidade imediatamente superior. pode-se escrever: a) 65° 1’ 30” 28° 35’ 47” + 12° 28’ 50” 40° 63’ 97” que corresponde a 40° 64’ e 37” e. b) 24° 11’ – 12° 8’ 12° 3’ 98” 45”0 53” 33° – 28° 40” 48”0 23’ 40’ Transforma-se 1’ em 60”: 33° 22’ 100” – 28° 40’ 48”0 Em seguida.11 Subtração de ângulos Para subtrair ângulos procede-se da mesma forma que se usou para somá-los. retira-se 1’ dos 12’ do subtraendo. 8. por fim.8. Exemplo: a) 24° 12’ 38” – 12° 8’ 45”0 Como 45” do subtraendo é maior que 38” do minuendo.

42) – o lado maior é chamado hipotenusa. Figura 43 – Quadrados dos catetos Observando o exemplo do triângulo retângulo da Figura 43. Figura 42 – Triângulo retângulo Em todos os triângulos retângulos o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (teorema de Pitágoras). tem-se: b2 + c2 = 64 + 36 = 100 109 . nos triângulos retângulos – todos os que possuem um ângulo reto. 90° (Fig. isto é. catetos. se procura determinar o terceiro lado.9 TEOREMA DE PITÁGORAS Uma das aplicações da raiz quadrada é a resolução de certos problemas de triângulos. respectivamente b2 = 82 = 64 c2 = 62 = 36 Somando os quadrados destes catetos. e os outros dois. vê-se que os quadrados formados pelos catetos b e c são.8. conhecidos dois lados do triângulo retângulo. Com efeito. Como exemplo tem-se aqueles em que.

A hipotenusa, por sua vez, mede 10 cm. Logo, seu quadrado é:
a2 = 102 = 100
Como b2 + c2 (soma do quadrado dos catetos) é também igual a 100, pode-se
escrever: a2 = b2 + c2
8.9.1 Exercícios – Relação de Pitágoras
1

Calcular a distância “X” entre os centros dos furos.

2

Calcular o comprimento “X” do cone.

3

Calcular a profundidade de fresar “P”.

4

Calcular o comprimento “A”.

110

9 GEOMETRIA ESPACIAL

9.1 SÓLIDOS GEOMÉTRICOS (FIGURAS ESPACIAIS)
As figuras planas pertencem totalmente a um plano, por isso possuem duas dimensões:
comprimento e largura.
Observe-se, no plano ∝, o retângulo e suas dimensões.

Figura 44 − Retângulo e suas dimensões

A mesma figura pode ser representada em outra posição.

Figura 45 − Retângulo e suas dimensões em posição alternada

111

Agora observe-se, no mesmo plano, uma figura geométrica.

Figura 46 − Figura geométrica

A figura tem três dimensões. As figuras geométricas que possuem três dimensões −
isto é, comprimento, largura e altura − chamam-se sólidos geométricos.
Um sólido geométrico nunca pertence a um só plano; sempre ocupa uma parte no
espaço. Por isso, os sólidos geométricos também são chamados figuras espaciais.
Assim como as retas são formadas a partir de pontos, os sólidos geométricos são
formados a partir de figuras planas.
9.1.1 Prismas
Quando um sólido geométrico é formado pelo deslocamento de um polígono em
direção determinada, recebe o nome de prisma.

Figura 47 − Prisma

As bases de um prisma são paralelas e congruentes, isto é, a base superior tem as
mesmas medidas da base inferior.
Os prismas recebem nomes de acordo com o polígono que lhes deu origem. Quando
a superfície plana que lhe dá origem é um quadrado, tem-se um prisma de base
quadrada. Mas, se a figura que dá origem ao prisma é um retângulo, tem-se um
prisma de base retangular.
112

Figura 49 − Pirâmide O polígono a partir do qual é formada a pirâmide chama-se base de pirâmide.1. recebe o nome de pirâmide. Quando um sólido geométrico é formado a partir de um polígono em que todos os pontos se ligam a um único ponto fora do plano chamado vértice do polígono.Denomina-se prisma reto aquele que tem as arestas das faces laterais perpendiculares às bases. As pirâmides recebem nomes de acordo com os polígonos que lhe deram origem.2 Pirâmides A pirâmide é outro tipo de sólido geométrico. 113 . prisma reto de base quadrada prisma reto de base triangular prisma reto de base retangular prisma reto de base hexagonal Figura 48 − Prismas retos 9.

Figura 52 − Cone 114 .1. recebe o nome de cilindro reto. Quando um sólido de revolução é formado a partir de um retângulo.pirâmide de base quadrada pirâmide de base hexagonal pirâmide de base triangular pirâmide de base retangular Figura 50 − Nome das pirâmides 9. cone e esfera Os sólidos geométricos formados a partir de uma figura plana que gira em volta de um eixo de rotação chamam-se sólidos de revolução. Figura 51 − Cilindro Quando um sólido de revolução é formado a partir de um triângulo com os ângulos da base congruentes e o eixo de rotação passando pelo vértice e pelo meio da base. recebe o nome de cone reto.3 Cilindro.

3 O símbolo do decímetro cúbico é dm .Quando o sólido de revolução é formado a partir de um círculo com o eixo passando por um de seus diâmetros. 115 . O decímetro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 decímetro. Figura 54 – Volumes O metro cúbico (m3) é a unidade legal dos volumes e é o volume de um cubo de 1 m de aresta. cujas arestas medem uma unidade de comprimento do Sistema Internacional de Medidas. não é oca. Para medir o volume é preciso escolher uma unidade de medida para compará-lo. Sua parte externa é chamada de superfície da esfera ou superfície esférica.2 CÁLCULO DO VOLUME DOS SÓLIDOS GEOMÉTRICOS Volume de um corpo é o espaço ocupado por ele. 9. Exemplos: Cubo com 1 metro de aresta ou cubo com 1 decímetro de aresta O metro cúbico é o volume de um cubo com arestas que medem 1 metro. Figura 53 − Esfera Como a esfera é formada a partir de um círculo. 3 O símbolo do metro cúbico é m . É o número que exprime sua medida. recebe o nome de esfera. Essas unidades são os cubos.

Solução: = m3 dm3 000. Exemplos: a) Representar 21.467 cm3 dm3 700 cm3 000.000000001 m3 Como se vê no quadro dos múltiplos e submúltiplos.2. um sistema milesimal. somente se emprega o metro cúbico (m3) e seus submúltiplos.2. Constitui. 21 700 000 cm3 b) Converter 38.000001 m3 milímetro cúbico mm 3 0. 000 cm3 mm3 038.7 m3 = Solução: 38. portanto.2 Cálculo de volumes De modo geral. a variação dessa unidade é de 1 000 em 1 000.7 m3 em cm3: Resposta: 21. 467 0. Isto é: V = B . .1 Mudança de unidades de volume A mudança de unidades é feita deslocando-se a vírgula três casas à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou três casas à esquerda (para a imediatamente superior). h 116 onde b representa a área da base e h a medida da altura.001 m3 cm 3 0. pois 1 m3 = 1 dm3 = 1 cm3 = 1 000 dm3 1 000 cm3 1 000 mm3 Na prática. 9.000 038 467 m3 9. suprindo de zeros caso faltem algarismos.467 cm3 em m3: Resposta: m3 21. o volume dos prismas e do círculo é calculado multiplicando-se a área da base pela medida da altura.Quadro de unidades de volume múltiplos quilômetro cúbico km hectômetro cúbico 3 hm 1 000 000 000 m3 Unidades decâmetro cúbico 3 dam 1 000 000 m3 3 1 000 m3 metro cúbico m 3 1m Submúltiplos decímetro cúbico dm 3 centímetro cúbico 3 0.

então: V = π.3 Volume do cilindro de revolução − É o sólido gerado por um retângulo que gira em torno de um dos lados. (10 cm)2 .1 Volume do cubo − O cubo é o sólido limitado por seis faces congruentes.B. Isto é: V = a3 Se a = 20 cm.2 Volume do paralelepípedo retângulo − É o sólido geométrico que possui seis faces retangulares congruentes duas a duas. as pirâmides classificam-se de acordo com as bases. Seu volume é calculado elevando-se a medida da aresta do cubo.r2.4 Volume da pirâmide − É o sólido limitado por um polígono qualquer e por triângulos que têm vértices comuns.9.14. Seu volume é determinado pelo produto de suas três dimensões. Isto é: V = π ⋅r2 ⋅h Se D = 20 cm r = 10 cm h = 20 cm.C V = 3 cm x 10 cm x 5 cm V = 150 cm3 9.B.2.2.2. Seu volume é obtido multiplicando-se a área da base (πr2) pela medida da altura (h). O polígono é a base e os triângulos são as faces da pirâmide. Isto é: V = A. 117 .2.2.2. então: V = A.C Se A = 3 cm B = 10 cm C = 5 cm. então: V = a3 V = (20 cm)3 V = 20 cm x 20 cm x 20 cm V = 8 000 cm3 9.2.2.h V = 3. 20 cm V = 6 280 cm3 9.

então: V = 1 π r2 h 3 V = 1 .14 .5 Volume do cone − É o sólido gerado por um triângulo retângulo que gira em torno de um de seus catetos.2. Y Sb = área da base h = altura Exemplo: Calcular o volume da pirâmide de base retangular abaixo representada (medidas em mm): V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = 100 × 50 = 5000 h = 75 V= 1 ⋅ (5000 ) ⋅ 75 3 V = 125 000 mm³ 9. 3.2. 10 cm 3 V = 376. Isto é: V= 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 Sb = X . Isto é:  ⋅π ⋅ r ⋅ h 3  V = π ⋅r2 ⋅h 3 Se D = 12 cm r = 6 cm h = 10 cm. (6 cm)2 .O segmento de reta perpendicular à base a partir do vértice comum chama-se altura da pirâmide. Determina-se o volume da pirâmide multiplicando um terço da área da base pela altura. Seu volume é obtido pelo produto de um terço da área 1 2  pela altura (h).800 cm3 118 .

9.h  2 2 ⋅  R + r + R ⋅ r   3  onde: π = 3.2.6 Volume do tronco de pirâmide V= ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 ) onde: h = medida da altura AB = área da base maior Ab = área da base menor 9.14 r = medida do raio de esfera D = diâmetro 119 .8 Volume da esfera V= 4 ⋅π ⋅ r 3 3 ou V = π ⋅ D3 6 onde: π = 3.2.7 Volume do tronco de cone V= π .2.2.2.2.14 h = medida da altura R = medida do raio maior (D/2) r = medida do raio menor (d/2) 9.

h  2 2 ⋅ R + r + R ⋅ r   3  esfera π ⋅ D3 V = 6 .2.3 Formulário para o cálculo de volumes cubo V = paralelepípedo retângulo a3 V V = π r2 .B.C pirâmide cilindro V = = ) π. h V= cone π ⋅r2 ⋅h 3 120 ( h ⋅ AB + Ab + AB ⋅ Ab 3 1 ⋅ Sb ⋅ h 3 tronco de cone V= tronco de pirâmide V= A.9.

...................... Para isso.... AC é o cateto adjacente ao ângulo Ĉ..........10 TRIGONOMETRIA Neste capítulo será estudado um meio de calcular os lados e ângulos de um triângulo retângulo mediante determinadas relações que são chamadas relações trigonométricas. Â é ângulo reto........................ B e ................... BC é a . Observar o triângulo retângulo abaixo e completar as frases: AB e AC são os .. AC é o cateto oposto ao ângulo B. 121 ... é o cateto oposto ao ângulo Ĉ AB é o cateto adjacente ao ângulo B......... Continuando a observar: AB ...... primeiramente é preciso que o aluno esteja seguro do que se chama de cateto e cateto adjacente.... são ângulos agudos.........

.....Adjacente é o mesmo que vizinho.. contíguo...... contíguo ou junto) ao ângulo Ĉ...... Tendo em vista a semelhança entre os triângulos....................... 10. as seguintes razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = ... ao ângulo B......adjacente (vizinho... é o .......... é a hipotenusa.......... então. contíguo ou junto) ao ângulo B............. Valem.. junto...... é o .. B BC AC AC é o ângulo agudo considerado.... pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais. Ĉ BC AC AC é o ângulo agudo considerado. é o cateto oposto ao ângulo Ĉ......1 SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja o ângulo agudo Â............... de lados AB e AC........... Considere-se o triângulo retângulo ABC.. é a ............. cateto oposto sen Aˆ = hipotenusa 122 ..... m(AB ) m(AB') m(AB" ) O valor comum dessas razões chama-se seno da medida do ângulo A e indica-se: seno Â.. é o cateto adjacente (vizinho.......

.... não copiar.. por favor.. 2 Conferir suas respostas......1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: 50 100 B A sen 70° = C B sen 30° = C senYˆ = A sen 20° = D B sen 60° = sen Xˆ = sen Z = ...... sen X = ...10. sen 60° = ..5 25 sen X = C E sen 15° = H F sen 60° = 21.......................... Só olhar para este final de folha depois de tudo feito..1. porém................6 100 sen 30° =....... sen 15° =............ sen 75° =. 86...65 25 123 ............ 0 sen Z = D E sen 75° = G F sen 30° = 12.....

Assim. pode-se estabelecer que os lados correspondentes são proporcionais. B’ C’. de lados AB e AC.. estão valendo as seguintes razões de mesmo valor: m(AC ) m(A' C ') m(A" C " ) = = = .10. – Os exercícios propostos devem ser feitos sempre individualmente. 124 . Os segmentos BC. B” C”. escrever: ∆ ABC = ∆ AB’ C’ = ∆ AB” C” Em virtude da semelhança dos triângulos. m(AB ) m(AB') m(AB" ) Pois bem. determinam triângulos retângulos semelhantes..2 CO-SENO DE UM ÂNGULO AGUDO Seja ainda um ângulo agudo Â. o aluno estará dominando perfeitamente o assunto. mesmo que sejam trabalhosos. O valor comum dessas razões chama-se co-seno da medida do ângulo  e indica-se: cos Â.. Em breve. cateto adjacente cos Aˆ = hipotenusa OBSERVAÇÕES: – É preciso ler com atenção cada relação que vai sendo explicada. perpendiculares a AC... para que se possa compreender bem as funções trigonométricas. Pode-se então. do mesmo modo que se viu em seno. que são de grande interesse na Oficina.

..............1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: D cos Yˆ = C B cos Zˆ = C 2 cos 8° = 99 100 cos 82° = 13.64 20 125 ............25 20 cos R = F G cos 67°30' = 7........ cos 12°30’ = .10. cos R =........9 100 cos P =........ Corrigir: 0 cos P = E G cos 12°30' = 19........................................ cos 67°30’ = ....2...

. Os segmentos BC......3... Escreve-se..0 D ....... de lados AB e AC.10.... os lados correspondentes são proporcionais.. B’ C’.. 0tg Aˆ = cateto oposto cateto adjacente 10..... Completou com: D F 126 e F.... m(AC ) m(AC ') m(AC " ) O valor dessas razões chama-se tangente da medida do ângulo  e indica-se: tg Â..1 Exercícios 1 Observar os exemplos e completar as igualdades: tg X = B C tg Ĉ = .. Muito bem! Pode continuar.. então: ∆ ABC ≅ ∆ AB’ C ≅ ∆ AB” C” Pela semelhança dos triângulos.... e pode-se escrever as razões de mesmo valor: m(BC ) m(B' C ') m(B" C " ) = = = . tgW = C B tg B = ... determinam triângulos retângulos.........3 TANGENTE DE UM ÂNGULO Seja novamente o ângulo agudo Â........... perpendiculares a AC.. B” C”.

10.4 CO-TANGENTE DE UM ÂNGULO AGUDO
Seguindo os mesmos passos para o estabelecimento das relações trigonométricas
seno, co-seno e tangente, pode-se obter uma quarta relação trigonométrica, assim
definida:
cateto adjacente
co - tangente de Aˆ =
cateto oposto
Reunindo estas relações trigonométricas, o aluno vai completar:
1.ª

cateto oposto
hipotenusa

denomina-se:

SENO = sen

2.ª

cateto adjacente

denomina-se

CO-SENO = .....................

3.ª

cateto ...................
............................

denomina-se:

......................... = tg

4.ª

.........................

denomina-se

CO-TANGENTE = .............

O aluno deve procurar memorizar estas fórmulas, pois irá aplicá-las com muita
freqüência. Serão mais usadas seno, co-seno e tangente.
10.4.1 Exercícios
1

Dado o triângulo retângulo abaixo,

Calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo B.
sen B =

cos B =

AC 3
= = 0,6
BC 5

tgB =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

AB ..........
=
= ..........
BC .........
127

2

Dado o triângulo retângulo abaixo,

calcular o valor do sen., cos. e tg. do ângulo Ĉ.
sen Cˆ =

.......... ..........
=
= ..........
......... .........

.......... ..........
=
= ..........
......... .........
.......... ..........
tgCˆ =
=
= ..........
......... .........

cos Cˆ =

10.5 APLICAÇÃO PRÁTICA
10.5.1 Exercícios
1

Determinar a inclinação do carro porta-ferramentas para tornear o ângulo da
peça abaixo:

Solução − Monta-se um triângulo com as medidas existentes e determina-se o
ângulo de inclinação.

128

Tem-se o triângulo:

Pode-se resolver com qualquer das funções que envolvem os dois catetos (tg.
ou cotg.). No caso, utiliza-se a tangente.

tgα =

5
cateto oposto
=
cateto adjacente 15

tgα = 0,3333

E com esse número procura-se na tabela de tangente o ângulo correspondente.
A inclinação deve ser 18°26’.
2

Determinar o diâmetro de um eixo para que em uma de suas extremidades seja
feito um quadrado de 10 mm de lado.

X = diagonal do quadrado = hipotenusa
do triângulo = Ø do eixo

No triângulo tem-se um lado e quer-se determinar a hipotenusa. Precisa-se,
então, de uma função que envolva um dos lados do triângulo e a hipotenusa
(seno ou co-seno).
Aplica-se o co-seno:
cos α =

cateto adjacente
hipotenusa

hipotenusa =

cateto adjacente
cos α

cos(45°) = 0,7071
hipotenusa =

10mm
0,7071

Ø do eixo = 14,1 mm
129

130 . 5 Determinar “L”.3 Calcular as distâncias “AC” e “BC”. 4 Calcular os diâmetros “D1” e “D2”.

4067 0.1593 0.3256 0.4899 0.2644 0.4566 0.3502 0.5200 0.1736 83 82 81 80 10 0.2079 0.6626 0.0698 0.3090 0.1679 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-SENO .0610 0.0872 0.5000 0.1334 0.6926 0.3746 0.3448 0.2419 0.2250 0.6271 0.4695 0.0958 0.3557 0.0929 0.3201 0.5495 0.3228 0.0436 0.5025 0.3062 0.4041 0.4772 0.3746 0.4617 0.4746 0.4669 0.6947 0.6820 0.4094 0.1650 0.5446 0.2391 0.6820 0.1045 84 6 7 8 9 0.3145 0.6293 0.1132 0.4540 0.5640 0.2588 0.6799 0.5125 0.6134 0.5616 0.3420 73 72 71 70 20 0.4331 0.2784 0.1016 0.3035 0.45° a 90° 131 .4436 0.5471 0.2728 0.5348 0.3118 0.5807 0.2022 0.6472 0.2979 0.6884 0.2136 0.2532 0.1478 0.0349 0.3665 0.4226 0.1276 0.6111 0.5831 0.3584 69 21 22 23 24 0.3393 0.1908 0.5995 0.1421 0.4924 0.1219 0.4950 0.5925 0.2306 0.1045 0.3475 0.2616 0.0058 0.6691 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.3173 0.3907 0.0233 0.0349 0.1190 0.1248 0.4797 0.1392 0.1305 0.0407 0.5878 0.5446 0.2193 0.4358 0.5373 0.5519 0.2334 0.3090 0.7030 0.3529 0.4384 0.4120 0.5592 0.5544 0.0581 0.2700 0.2476 0.5398 0.1622 0.4848 0.1507 0.3719 0.6450 0.6088 0.2164 0.5175 0.2051 0.6494 0.1937 0.6428 0.0175 0.6583 0.0814 0.6018 0.4410 0.4720 0.4226 68 67 66 65 25 0.5225 0.2108 0.4975 0.0320 0.1880 0.0552 0.6428 53 52 51 50 40 0.2868 0.4200 0.0669 0.5664 0.1736 0.3987 0.2079 0.1074 0.0901 0.3881 0.2756 74 16 17 18 19 0.6517 0.2952 0.6316 0.3961 0.4384 64 26 27 28 29 0.2250 0.3907 0.6905 0.0087 0.1536 0.2812 0.3420 0.2840 0.0494 0.6157 0.4253 0.3007 0.7050 0.6018 0.1794 0.5150 0.5150 59 31 32 33 34 0.2504 0.6988 0.1908 79 11 12 13 14 0.4874 0.1103 0.5075 0.5592 0.0785 0.6967 0.1449 0.4014 0.4147 0.2672 0.4488 0.7009 0.2278 0.4462 0.3611 0.6561 49 41 42 43 44 0.0465 0.1708 0.3854 0.1564 0.3800 0.5688 0.5783 0.0523 0.2756 0.6777 0.2221 0.5736 0.3311 0.5760 0.5422 0.1392 0.1161 0.6065 0.3773 0.2419 0.4643 0.1765 0.2560 0.6338 0.6947 0.0175 0.2588 78 77 76 75 15 0.6383 0.5712 0.1219 0.3638 0.0872 89 88 87 86 85 5 0.4695 0.1822 0.6756 0.0727 0.0262 0.6202 0.2924 0.3692 0.6841 0.0756 0.6691 0.6670 0.6713 0.1363 0.3934 0.4305 0.3827 0.0291 0.5324 0.4592 0.1564 0.6293 0.2924 0.5100 0.5972 0.6180 0.3256 0.1994 0.5275 0.5299 0.5948 0.6734 0.1965 0.6406 0.2447 0.0116 0.2363 0.0843 0.5854 0.0698 0.5000 63 62 61 60 30 0.6862 0.3365 0.6041 0.4848 0.4067 0.6361 0.5736 58 57 56 55 35 0.6539 0.6648 0.4540 0.0640 0.4279 0.5568 0.TABELA DE SENO .3338 0.0378 0.0204 0.2896 0.0000 0.5299 0.4173 0.6225 0.6157 0.0029 0.0145 0.5878 54 36 37 38 39 0.6248 0.6604 0.1851 0.6561 0.5250 0.3283 0.4514 0.5050 0.0523 0.4823 0.3584 0.5901 0.0987 0.

7844 0.9572 0.9492 0.7214 0.9563 0.9886 0.7585 0.8073 0.7509 0.0° a 45° 132 10 0 Graus .45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.9986 0.9744 0.8355 0.9911 0.9283 0.8660 33 32 31 30 60 0.7771 39 51 52 53 54 0.8480 0.9848 0.8816 0.8339 0.8192 0.9967 0.9996 0.9986 0.7771 0.9978 0.8371 0.9228 0.9696 0.9367 0.9628 0.9182 0.8646 0.9026 0.9993 0.9822 0.9998 0.9976 0.99996 0.9135 24 66 67 68 69 0.8884 0.8760 0.7528 0.9205 0.9945 0.7234 0.9922 0.9239 0.9001 0.8572 0.9272 0.7314 0.9580 0.9336 0.8090 0.7333 0.99998 0.8208 0.9918 0.8829 0.7880 0.9863 0.9613 0.9100 0.7916 0.9674 0.9995 0.7986 0.99989 0.9710 0.9613 0.9838 0.7133 0.9997 0.9063 0.8225 0.7735 0.9868 0.8704 0.7716 0.9135 0.7660 0.9465 0.9205 0.9336 0.9737 0.9377 0.9537 0.9596 0.7880 0.0000 0.9781 0.9843 0.8241 0.9964 0.9925 0.9936 0.99985 0.7986 0.9407 0.8910 0.9914 0.9881 0.8004 0.9659 18 17 16 15 75 0.9088 0.8450 0.9605 0.8496 0.9436 0.7193 0.9769 0.8434 0.7254 0.7451 0.9992 0.9703 0.9689 0.8829 0.9848 13 12 11 10 80 0.8418 0.8175 0.8746 0.9426 0.9994 0.8542 0.9038 0.9983 0.9932 0.9985 0.9075 0.9502 0.9942 0.9929 0.8290 34 56 57 58 59 0.9511 0.9877 9 81 82 83 84 0.8988 0.8975 0.9976 4 86 87 88 89 0.9063 28 27 26 25 65 0.9998 1.9261 0.8307 0.9159 0.9724 0.9636 0.8732 0.7969 0.8124 0.8480 0.8465 0.9816 0.8387 0.8526 0.7808 0.8988 0.8557 0.9939 0.9703 14 76 77 78 79 0.8107 0.9799 0.9744 0.9644 0.7862 0.9793 0.9483 0.8192 38 37 36 35 55 0.7173 0.9455 0.8962 0.9757 0.9455 19 71 72 73 74 0.9989 0.7898 0.7392 0.9387 0.7679 0.7826 0.9397 23 22 21 20 70 0.8587 0.9546 0.9962 8 7 6 5 85 0.8323 0.9621 0.9147 0.8601 0.8843 0.9781 0.7566 0.9997 0.8616 0.7547 0.9890 0.8387 0.9124 0.999996 0.7490 0.7092 0.9194 0.9717 0.8056 0.8857 0.9811 0.9948 0.8511 0.8039 0.7193 0.9971 0.8802 0.9903 0.7353 0.8936 0.9763 0.TABELA DE SENO .9474 0.9775 0.9346 0.9681 0.8870 0.9272 0.8403 0.9872 0.99993 0.7951 0.7623 0.9171 0.9051 0.8910 0.9304 0.9853 0.9951 0.9858 0.9750 0.7412 0.9563 0.8949 0.9520 0.8923 0.8572 0.9903 0.9555 0.9957 0.9945 0.9959 0.9988 0.7934 0.7431 0.8675 0.9805 0.9833 0.9013 0.9112 0.9962 0.7604 0.9894 0.8631 0.9325 0.7112 0.9925 0.9315 0.8660 0.9994 0.9816 0.9293 0.9216 0.7547 0.8774 0.9730 0.9954 0.9667 0.00000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-SENO .9787 0.9974 0.9877 0.9827 0.9356 0.9899 0.7153 0.9250 0.7373 0.9907 0.9652 0.7274 0.7431 0.9981 0.9528 0.7470 0.8141 0.8290 0.9417 0.9980 0.7294 0.7698 0.8021 0.9659 0.8090 0.7642 0.9446 0.8897 0.9397 0.9511 0.9990 0.8689 0.8746 29 61 62 63 64 0.7314 0.8158 0.8718 0.7790 0.8788 0.9588 0.8274 0.9969 0.8258 0.7753 0.7660 44 43 42 41 40 50 0.

3541 0.3640 73 72 71 70 20 0.9884 0.3249 0.2247 0.0262 0.2186 0.2586 0.2962 0.5317 0.6536 0.0495 0.5206 0.1139 0.3706 0.9657 0.4522 0.0407 0.0466 0.3973 0.8098 0.3026 0.6009 0.6959 0.1051 0.0116 0.6494 0.8391 0.3739 0.1080 0.0349 0.2805 0.3089 0.8541 0.3057 0.3939 0.0670 0.4877 64 26 27 28 29 0.5774 63 62 61 60 30 0.6412 0.3057 0.5243 0.5969 0.9770 0.7310 0.0524 0.5658 0.1405 0.1823 0.4074 0.7536 0.8847 0.3508 0.3443 0.5430 0.4986 0.1465 0.1974 0.7221 0.4628 0.1914 0.7490 0.2095 0.4417 0.4452 0.1495 0.0058 0.2867 74 16 17 18 19 0.0553 0.6371 0.0816 0.4314 0.7581 0.3839 0.1703 0.0934 0.3574 0.3640 0.3839 69 21 22 23 24 0.1346 0.3153 0.9713 0.7071 48 47 46 45 Graus 60 50 40 30 20 Minutos 10 0 Graus TABELA DE CO-TANGENTE .8098 0.4663 68 67 66 65 25 0.8744 0.1883 0.3249 0.7046 0.3772 0.5169 0.8693 0.2555 0.4348 0.0729 0.4734 0.7860 0.0582 0.7265 54 36 37 38 39 0.0641 0.6916 0.4557 0.1763 0.9325 0.1614 0.6619 0.4245 0.2994 0.7954 0.7133 0.4210 0.5095 0.9601 0.8441 0.8391 53 52 51 50 40 0.2742 0.2156 0.6330 0.0175 0.1644 0.4699 0.45° a 90° 133 .5890 0.5812 0.2278 0.3906 0.0291 0.0699 0.7627 0.0758 0.2432 0.7089 0.2931 0.5735 0.3185 0.0204 0.9217 0.1022 0.8642 0.3281 0.0992 0.1793 0.1228 0.0875 0.3411 0.8952 0.6830 0.6745 0.0320 0.5317 0.6128 0.9057 0.5059 0.2524 0.6208 0.1405 0.2867 0.0787 0.4040 0.9163 0.5280 0.0846 0.1051 84 6 7 8 9 0.3217 0.4770 0.2217 0.7907 0.2065 0.2309 0.1169 0.0349 0.3346 0.7177 0.6249 0.0145 0.1524 0.6494 0.6048 0.4040 0.9325 0.8693 49 41 42 43 44 0.6168 0.2004 0.0437 0.2339 0.7002 0.3443 0.6873 0.1376 0.2035 0.7673 0.5930 0.3476 0.5022 0.8243 0.6088 0.2126 0.1673 0.8146 0.2370 0.5543 0.2401 0.5696 0.2648 0.3378 0.8195 0.6577 0.4108 0.7766 0.8899 0.1763 83 82 81 80 10 0.0524 0.1435 0.1584 0.7265 0.5505 0.9004 0.3805 0.8342 0.3607 0.8591 0.1944 79 11 12 13 14 0.0° a 45° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 0 1 2 3 4 0.0175 0.2617 0.9657 0.6661 0.4913 0.8050 0.4663 0.5354 0.2899 0.4592 0.5774 0.4877 0.0875 89 88 87 86 85 5 0.9110 0.1554 0.0233 0.4279 0.2126 0.5467 0.7536 0.9271 0.0000 0.0699 0.4806 0.8491 0.8002 0.3121 0.2493 0.9435 0.4176 0.7813 0.2711 0.1584 0.1287 0.1944 0.1733 0.9490 0.4142 0.3673 0.7720 0.1853 0.8292 0.4841 0.9380 0.9827 0.5132 0.2493 0.5851 0.7002 58 57 56 55 35 0.5619 0.9545 0.4452 0.5581 0.5095 0.3872 0.1228 0.7355 0.0378 0.6703 0.0087 0.6745 0.5543 0.1257 0.0029 0.7400 0.0612 0.1198 0.0963 0.2679 78 77 76 75 15 0.2773 0.6289 0.2836 0.9942 0.1317 0.7813 0.6453 0.7445 0.TABELA DE TANGENTE .9004 0.4950 0.4006 0.6009 59 31 32 33 34 0.6787 0.3314 0.2462 0.0904 0.4487 0.4383 0.5392 0.1110 0.6249 0.2309 0.4245 0.8796 0.2679 0.

2900 1.5606 7.5656 2.2276 1.0235 1.1775 2.2799 1.0353 2.8239 2.5144 6.2056 31.7321 18 17 16 15 75 3.8165 1.2059 1.9912 2.5555 10.3955 4.3450 9.4124 3.8040 29 61 62 63 64 1.4751 2.7437 1.0599 1.4826 1.1171 1.2497 1.4281 38 37 36 35 55 1.0475 3.0811 28.6891 3.8040 1.5204 1.6713 5.3597 1.5386 2.0295 1.2423 1.7119 6.7917 1.0977 1.5107 4.2747 4.4342 2.6912 7.1369 1.4641 1.4919 1.4348 7.2505 12.2553 11.0850 1.2460 24 66 67 68 69 2.5013 1.6048 21.6534 1.6051 2.1303 1.4460 1.1609 2.3514 1.5887 17.5301 1.2799 1.7769 10.1988 1.8807 1.3093 4.7321 3.5697 1.3007 4 86 87 88 89 14.7694 5.7090 1.0057 2.8430 5.2572 1.1970 6.3032 1.9758 6.0809 1.3897 4.7675 1.6363 57.2709 3.7704 9.0000 1.45° a 90° Minutos Graus 0 10 20 30 40 50 60 Graus 45 46 47 48 49 0.8854 18.8708 5.1154 8.7501 15.0913 1.1237 1.3138 9 81 82 83 84 6.6059 3.4845 4.0355 1.5261 2.0750 26.2647 1.9074 1.9626 2.0503 2.7228 2.4193 1.9530 9.7760 3.3007 19.4281 1.0204 2.1969 13.0658 5.1446 5.2349 39 51 52 53 54 1.0611 4.6212 1.9042 3.1943 2.1397 3.1084 3.2041 3.4733 1.6746 2.9894 5.4106 1.0108 4.0844 6.1041 1.8418 1.2817 2.2460 2.7556 1.3559 2.6051 2.9641 171.9887 3.5900 1.5399 1.7980 2.4370 1.1126 4.5418 42.2203 1.8208 3.0355 1.3052 3.1640 1.0777 3.2954 1.5826 2.2723 1.1653 4.2998 2.1571 1.0503 1.2637 2.4019 1.1443 9.7321 1.1778 1.6470 3.0777 3.1445 28 27 26 25 65 2.0655 1.2113 2.9768 2.1504 1.6985 2.0594 7.6977 1.0477 1.0724 1.3315 4.9626 2.6643 1.4495 3.4287 8.8262 12.0780 6.1885 114.4545 2.2416 68.1436 1.6279 2.8546 1.3270 1.6003 1.0724 1.3183 2.6107 1.3369 2.1283 1.7205 1.0° a 45° 134 10 0 Graus .9486 2.9600 3.7267 14.5399 1.3270 1.4550 1.2349 1.4316 49.0661 1.6363 57.5798 1.8770 2.5736 4.1918 1.4301 11.1443 9.5108 1.3138 7.9042 19 71 72 73 74 2.9152 5.4826 34 56 57 58 59 1.5172 2.8807 1.9682 7.0538 1.7062 13.3499 22.1445 2.1504 1.3402 3.9136 3.2900 14.3750 2.6003 1.6643 1.5764 4.9244 20.7475 23 22 21 20 70 2.7729 5.0178 3.9347 2.5605 2.5958 8.3351 1.7046 5.7882 6.7725 2.0058 1.9319 3.1039 343.3559 2.1708 1.9617 4.4874 3.6753 1.8291 1.9210 2.8676 1.3678 85.3854 6.TABELA DE TANGENTE .2257 4.2371 3.3945 2.9398 16.6713 13 12 11 10 80 5.6864 1.4704 34.7321 33 32 31 30 60 1.0117 1.2131 1.1918 44 43 42 41 40 50 1.1106 1.2709 3.4142 2.8269 7.7475 2.1847 1.0786 1.7737 19.0108 14 76 77 78 79 4.7046 5.3315 4.3764 1.8502 2.3190 1.4874 2.0416 1.5144 11.0811 28.2286 2.6382 5.6426 1.4751 2.1446 4.0000 3 2 1 0 Graus 60 50 40 30 20 Minutos TABELA DE CO-TANGENTE .2687 8.4301 8 7 6 5 85 11.8940 1.0176 1.3934 1.3759 3.3848 1.6319 1.0965 1.4494 4.4960 2.3680 1.2876 1.1123 1.9038 38.3432 1.1693 24.5597 1.1106 1.0098 10.1716 3.6511 2.5497 1.8667 3.7796 1.2193 4.1154 8.3764 1.3111 1.

01 litro 0. pode-se dizer que a capacidade de um vasilhame é o mesmo que volume de um bloco de pedra.8 l 135 . 27.1 Transformação de medidas Como as unidades variam de dez em dez. Solução – kl 2 hl 7 dal 4 l 1. Exemplo – Transformar 27. A capacidade é um vazio.1. que deriva do sistema métrico.1 DISTINÇÃO ENTRE CAPACIDADE E VOLUME É necessário fazer a distinção entre capacidade e volume: capacidade é o espaço vazio de qualquer recipiente. suprindo de zeros caso faltem algarismos.11 UNIDADE DE MEDIDA DE CAPACIDADE 11.1 litro 0. Litro é a capacidade ocupada por e dm3. suficiente para conter dentro de si alguma coisa. dl 8 Portanto. a conversão é feita deslocando-se a vírgula uma casa à direita (para a unidade imediatamente inferior) ou à esquerda (para a unidade imediatamente superior).418 hl em l. nome múltiplos unidade submúltiplos abreviatura equivalência quilolitro hectolitro decalitro litro kl hl dal l 1 000 litros 100 litros 10 litros 1 litro decilitro centilitro mililitro dl cl ml 0.418 hl = 2741. A unidade legal de capacidade é o litro (l).001 litro 11. Assim sendo. e volume refere-se à corpulência ou vulto de um objeto. o volume é um maciço.

300 dm3 18300 l = 18300 l b) Converter 41306 dl em dam3.3 m3 18.6 l capacidade volume = 4130.11.0041306 dam3 . basta convertê-lo em dm3 e fazer a relação em unidade de capacidade (l).6 l 136 4130.0041306 dam3 41306 dl = 0. Isso quer dizer que o volume de líquido que cabe em um recipiente de 1 dm3 é chamado de 1 litro.6 dm3 = 0.1. Portanto: se qualquer valor for expresso em unidades de volume.6 dm3 4130. Solução: 41306 dl = 4130.3 m3 18300 dm3 = = 18. Figura 55 – Litro Exemplos: a) Converter 18.2 Relação entre unidade de capacidade e volume A relação entre as unidades de capacidade e volume é 1l = 1 dm3 O litro é o volume de 1 decímetro cúbico. Solução: 18.3 m3 em l.

2 MEDIDA DE MASSA É preciso que se conheça a distinção entre massa e peso: massa é a quantidade de matéria de um corpo. usa-se também como se fosse unidade principal.73 kg = 427. 11.2. 11. O quilograma é a massa de 1 dm3 e água destilada à temperatura de 4°C.2. equivalente a 1 000 kg. veja-se uma tabela que compreende alguns múltiplos usuais: nomes símbolos quilograma hectograma decagrama kg hg dag grama g decigrama centigrama miligrama dg cg mg valores 1 000 g 100 g 10 g 1g 0. Na prática.001 g OBSERVAÇÃO: É do uso corrente. muito empregada nas medidas de grandes massas. 42.73 kg em decigramas.3 hg = 4273 dag kg hg dag g dg 0 1 2 3 4 = 42730 g = 427300 dg 137 . também. é uma propriedade constante dos corpos que não depende do local onde se encontram. Exemplo – Converter 42. denominada grama. e peso é a força de atração exercida pela terra sobre a massa de um corpo.11. a tonelada (t).1 Unidade fundamental A unidade fundamental é denominada quilograma e representada pelo símbolo kg. a milésima parte do quilograma.01 g 0. Tomando o grama como fundamental.2 Mudança de unidade As mudanças de unidade são feitas de modo análogo às das unidades de comprimento.1 g 0.

11. Assim. Com esses dados. Se.2. que a massa específica de ferro fundido é 7. por exemplo. se estiver vazia.3 MASSA ESPECÍFICA Massa específica (ou densidade) de uma substância é a massa dessa substância por unidade de volume. o 7.05 dg – 2t + 15 cg + 28 dag = = 2 Calcular em quilogramas a massa de ar contida em uma sala de 4. No quadro a seguir tem-se a indicação da massa específica de diversos metais.2. ao invés de centímetros cúbicos. A massa de 1 dm3 de ar é aproximadamente 1. Calcular o volume em cm3.2 gramas por centímetro cúbico. o número que indica a massa específica representa kg (quilogramas).3 Exercícios 1 Efetuar as operações e apresentar os resultados em quilogramas: a) 48. tem 1 520 kg. se tomar o volume em dm3. quando se diz. significa que o ferro fundido tem 7. 4 m de largura e 3 m de altura. pode-se resolver em mecânica diversos problemas de massa ou volume.5 m de comprimento.2 kg por dm3 de massa. 3 Uma lata contendo água pura até seus 2/3 tem 2 750 kg de massa. 11.293 g. A fórmula será sempre: massa = massa específica x volume 138 .5 dag + b) 5t + 25 kg 12.2 do ferro fundido quer dizer que esse material tem 7. Assim.

. . . . . . . . 6. . . . . . .6 x 15 cm3 129 gramas O resultado aparece em gramas porque o volume foi dado em cm3. . . tungstênio . . . . procura-se o volume logo para encontrá-lo deve-se efetuar a divisão. . . . . . 6.5 e substituindo na fórmula os dados do problema. . . . . . . . . 5. . . Se fosse em dm3. . . . . . . . . . . . .3 cobre . . .Exemplo: Calcular a massa de uma peça de bronze cujo volume é de 15 cm3.8 ferro fundido . tem-se: massa massa = = 8. . . . . . . .3 estanho . . tem-se: volume = 68g 8. . Tabela de massa específica (grama/centímetro cúbico) aço . . . . .9 7. . . . . . volume = massa massa específica Portanto. . . . . . . . . . 11. . . . Aqui. . 8. . . .9 alumínio . . . . . .6 carbono . . . . . . .1 zinco . . . . Como a massa específica do bronze é 8. . . . . . . . . . . . 3. . . . Exemplo: Calcular o volume de uma peça de latão com 68 gramas de massa. . . . . . . . . . . . . se teria o volume em dm3. . . 7. . . . .9 crômio . . o problema é inverso: já se conhece a massa. . . . . . . . . . . . .5 volume = 8 cm3 O resultado é em cm3 porque a massa foi dada em gramas. .8 níquel . .1 vanádio . . . . . . . . . . . 7. . . . . . .7 antimônio . 8. . . . . . . . . 7. . . . 2. . . . . . . . . .5 latão . . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . ferro . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 7. . o resultado seria em kg (quilogramas). . . . . . . . . 139 . . . . . . . . . . .5 chumbo . . . . .6.2 8. . . . . 19. . . . . . . . .7 bronze . . . lembrando que a massa específica do latão é 8. . . Se fosse em quilogramas. . . .

140 .

min 10 n 141 . m/min Vc = m/seg 12. Quando o espaço de tempo é o minuto. diz-se simplesmente n.12 VELOCIDADE DE CORTE . a velocidade é o espaço percorrido pela ferramenta ou peça cortando um material em um determinado espaço de tempo. e sua unidade é m/min ou m/seg. Portanto.1 ROTAÇÕES Denominam-se rotações o número de voltas que um eixo. A velocidade de corte é representada pelas iniciais Vc. peça ou ferramenta de corte dá em torno de si mesma em determinado espaço de tempo. O meio para determinar ou comparar a rapidez do movimento é a velocidade de corte. diz-se rpm – rotações por minuto. quando é representado em qualquer outra unidade de tempo. é necessário que o material ou a ferramenta se movimente um em relação ao outro.Vc Para efetuar o corte de um material por meio de uma ferramenta. rpm – rotações por minuto unidade –1 min = 1 0 min n – rotações por qualquer tempo unidade n –1 t = 10 t n 1 . seg 1 .

e o diâmetro é determinado medindo-se a peça. d = π .12. ou seja. π . o problema na Oficina será sempre determinar a rpm. conforme desenho abaixo (medidas em mm): 142 .2 DESIGNAÇÃO d = n = Vc = diâmetro rotações por minuto (rpm) velocidade de corte velocidade c = espaço 0 tempo determinado espaço do ponto P a 1 rotação por minuto espaço do ponto P a n rotações V = =π . n. n= Vc d⋅ π n= n= Vc ⋅ 1000 d⋅ π Vc d ⋅π Onde: “Vc” em m/min “d” em mm “n” em rotações por minuto. n Como a Vc é geralmente fornecida através de tabelas. Exemplo: Determinar a rpm necessária para usinar um cilindro de aço 1020 com ferramenta de aço rápido. n. ou pode-se definir: circunferência x rotações por minuto V = d . π . d . rpm V = d .

143 . Neste caso. Vc de desbaste e acabamento.Solução: Os problemas para determinar a rpm devem ser resolvidos em duas partes: a) Reúnem-se todos os dados necessários: ø de desbaste. regular a máquina para 80 rpm. A velocidade de corte adequada para este material é: Vc para desbaste = 25 m/min Vc para acabamento = 35 m/min diâmetro – analisa-se o desenho. ø de acabamento. b) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores. Para acabamento. Ø para desbaste = 100 mm Ø para acabamento = 80 mm c) Monta-se a fórmula e substituem-se os valores: 0 rpm = Vc ⋅ 1000 d ⋅π rpm(desbaste ) = 25 ⋅ 1000 mm rotações = 80 100 mm ⋅ min⋅ π min rpm(acabamento ) = 35 ⋅ 1000 mm rotações = 140 80 mm ⋅ min⋅ π min Resposta: Para desbaste. regulá-la para 140 rpm. o ø de desbaste é 100 mm e o ø de acabamento é de 80 mm.

..0..0 50..0 b) 100.0..0..1..0 b) 50.120 0.20 0...0.1.1 100.0..15 b) 60...1 1.30 0.2 150..0 a) 50..2 100.......0.0 250.3 3..800 0...0 200....100 0..0..300 0..0 200.3 150...2.....08.300 0...1 0.1.20 1.150 0.400 0..15 aço carbono ferro fundido ligas de cobre metal leve 144 400.40 1.05..1 150.3 b) 25.25 0..005.70 0.1 a) 150.1....500 0.50 1.300 0..150 0.0.15 a) 20.0..0...2 400.0.0 30.0 a) 80..1 1.1..2.....0....2 aço liga até 750 N/mm² a) 25..30 0.....1.0..15 80.2 2..25 0..1..200 0.1 1....1..1200 0..60 0..70 1...0..1..0.2 80..20 0..800 0.3 b) 15.1 0..1 100.5 80..0..0 b) 150.0 a) 100..40 0..2 aço liga até 1000 N/mm² a) 15.0.120 0..2 80..1......250 0.0 b) 20..0..5 10...2 a) 60.300 0..15 ...150 0..600 0.0..5 50.1..0 8.5 6..1200 0..3 b) 20.0 20.0 400.0..220 0..2 100.3 350..5 150.400 0..160 0..08.5 10..100 0....2 b) 200..1..150 0..05.2 100.12......0.0...06.300 0..08......5 6..3 60..0.1.160 0..05.0 150......0.1..150 0.....8 6.5 10..150 0..3 70....400 0.40 0.3 3.0...0.120 0.0 a) 10...1 80...15 60...0.0 b) 100...30 0...0.40 1 8.0 a) 10.3 b) 30.1.5 6.0 b) 40..200 0.50 0.120 0..0.20 0.05.0 FRESADORA Material a ser usinado Desbaste a) Acabamento b) Fresa de aço rápido Fresa de metal duro Pastilhas de metal duro Velocidade de avanço por corte em m/min dente em mm Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min Velocidade de avanço por corte em dente em mm m/min a) 30.1...150 0..0.100 0.....120 0.3 80...300 0.3 80.300 0.3 70.1.150 0...1.08...3 TABELA TORNO Ferramenta de aço rápido Material a Desbaste a) ser usinado Acabamento b) Velocidade de avanço em Penetração aço macio aço liga ferro fundido metal não ferroso metal leve plástico Ferramenta de metal duro corte em m/min mm em mm Velocidade de corte em m/min avanço em mm Penetração em mm a) 20..2 100.1.15.120 0..0 200..5 6..1.1 1..2 2..300 0.1.06....0..15 150..1 0.400 0..300 0.1 1.0.0.1 1..0..0..1 1....0.2 350...1..

145 . Material Instrucional.[et al. GIOVANI.. José Ruy. Porto Alegre: SENAI-RS. São Paulo: Saraiva. Resolução do CONMETRO nº12/1988. São Paulo: FTD. 2003. s. Brasília. José Ruy. Cálculo técnico. ed. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. 2. 2000.d. Quadro Geral de Unidades de Medida.. SENAI/DN. s.. Matemática completa. INMETRO. Departamento Regional do Rio Grande Sul.]. José Roberto. GIOVANI JR.d.REFERÊNCIAS DI PIERO NETTO. Scipeone . BONJORNO. Elementos de Matemática.