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Adm. Financeira e Oramentria i

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(RECEITA FEDERAL, 2007)- disponível em www.receita.fazenda.gov.br

Modelos de depreciação

Adotaremos os seguintes símbolos para definir as quotas de depreciação periódica para os

l de depreciação

quota periódica de depreciação

valor contábil após o decurso de k períodos de vida útil

número de períodos de vida útil

número de períodos de vida útil decorridos, sendo 0 < k < n

valor residual do investimento

Modelo da depreciação linear

É o método clássico de cálculo da depreciação e também o mais simples de todos.

O valor da quota anual é dado pela fórmula:

www.gestaofinanceira.com Página 14

Adotaremos os seguintes símbolos para definir as quotas de depreciação periódica para os

É o método clássico de cálculo da depreciação e também o mais simples de todos.

O valor contábil do bem, decorridos

Quando o valor residual é nulo, as fórmulas passam a ter as seguintes expressões:

O modelo da depreciação linear é o único reconhecido pela legislação do Imposto de Renda
brasileiro. Apesar de não admitir o uso de métodos de depreciação acelerada, a legislação brasileira
permite a redução dos prazos de vida útil para os bens submetidos a regime de trabalho em turnos
múltiplos, através da adoção de coeficientes de depreciação acelerada contábil
seguintes coeficientes:

Um turno de 8 horas:

Dois turnos de 8 horas:

Três turnos de 8 horas:

Exemplo:

Custo do Bem

Valor residual após 05 anos

Depreciação

Vida útil

D = (5.500 - 500)/5 = 1.000

Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora (MG)

www.gestaofinanceira.com

O valor contábil do bem, decorridos k períodos de vida útil é calculado pela fórmula:

Quando o valor residual é nulo, as fórmulas passam a ter as seguintes expressões:

O modelo da depreciação linear é o único reconhecido pela legislação do Imposto de Renda
e não admitir o uso de métodos de depreciação acelerada, a legislação brasileira
permite a redução dos prazos de vida útil para os bens submetidos a regime de trabalho em turnos
múltiplos, através da adoção de coeficientes de depreciação acelerada contábil

1,0

1,5

2,0

R$ 5.500,00

Valor residual após 05 anos

R$ 500,00

R$ 5.000,00

05 anos

500)/5 = 1.000

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www.gestaofinanceira.com Página 15

períodos de vida útil é calculado pela fórmula:

Quando o valor residual é nulo, as fórmulas passam a ter as seguintes expressões:

O modelo da depreciação linear é o único reconhecido pela legislação do Imposto de Renda
e não admitir o uso de métodos de depreciação acelerada, a legislação brasileira
permite a redução dos prazos de vida útil para os bens submetidos a regime de trabalho em turnos
múltiplos, através da adoção de coeficientes de depreciação acelerada contábil. Assim temos os

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Modelo da soma dos dígitos dos anos ou de cole

O modelo da soma dos dígitos dos anos é um dos métodos de depreciação acelerada, isto é, as
quotas de depreciação iniciais têm maior valor do que as finais.

Neste modelo, as quotas de depreciação nada mais são do que o valor depreciável
multiplicado por um fator que obedece à seguinte lei de formação:

Exemplo:

1 + 2 + 3 + 4 + 5 = 15

Ano 01 = 5/15 x R$ 5.000 = R$ 1.667

Ano 02 = 4/15 x R$ 5.000

Ano 03 = 3/15 x R$ 5.000 = R$ 1.000

Ano 04 = 2/15 x R$ 5.000 = R$ 667

Ano 05 = 1/15 x R$ 5.000 = R$ 333

Depreciação e lucro

A legislação do Imposto de Renda de muitos países considera as quotas de depreciação como
dedutíveis do lucro bruto das empresas para efeito de apuração do lucro tributável. Vejamos como a
depreciação influencia o valor final do lucro disponível para o empresário.

Sejam:

D valor do fundo de depreciação

LA lucro bruto (antes do Imposto de R

LL lucro líquido (após o Imposto de Renda)

LT lucro tributável

T valor do Imposto de Renda

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Modelo da soma dos dígitos dos anos ou de cole

O modelo da soma dos dígitos dos anos é um dos métodos de depreciação acelerada, isto é, as
quotas de depreciação iniciais têm maior valor do que as finais.

Neste modelo, as quotas de depreciação nada mais são do que o valor depreciável
multiplicado por um fator que obedece à seguinte lei de formação:

Ano 01 = 5/15 x R$ 5.000 = R$ 1.667

Ano 02 = 4/15 x R$ 5.000 = R$ 1.333

Ano 03 = 3/15 x R$ 5.000 = R$ 1.000

Ano 04 = 2/15 x R$ 5.000 = R$ 667

Ano 05 = 1/15 x R$ 5.000 = R$ 333

A legislação do Imposto de Renda de muitos países considera as quotas de depreciação como
lucro bruto das empresas para efeito de apuração do lucro tributável. Vejamos como a
depreciação influencia o valor final do lucro disponível para o empresário.

valor do fundo de depreciação

lucro bruto (antes do Imposto de Renda)

lucro líquido (após o Imposto de Renda)

valor do Imposto de Renda

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O modelo da soma dos dígitos dos anos é um dos métodos de depreciação acelerada, isto é, as

Neste modelo, as quotas de depreciação nada mais são do que o valor depreciável (C-R)

A legislação do Imposto de Renda de muitos países considera as quotas de depreciação como
lucro bruto das empresas para efeito de apuração do lucro tributável. Vejamos como a

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t alíquota do Imposto de Renda

Teremos:

LT = LA- D e T = LT.t = (LA- D)t

então

LL = LA-T = LA- (LA- D) t

e finalmente

LL = LA ( 1 - t ) + D.t

Portanto, a depreciação propicia um lucro adicional ao empresário, igual ao produto da quota
de depreciação pela alíquota do Imposto de Renda. Além disso, como a depreciação é um custo virtual,
não há saída de caixa e a reserva acumulada do fundo de depreciação continua na empresa à
disposição do empresário.

Exemplo:

DRE

Demonst. de Fluxo de Caixa

Receita de Vendas

1.500

1.500

Custos, exceto Depreciação

1.050

1.050

Depreciação

150

0

Custos Totais

1.200

1.050

Lucro antes do Imposto

300

450

Impostos (40%)

120

120

Lucro Líquido

180

Somar de volta a depreciação

150

Fluxo de caixa líquido

330

330

Tópico para discussão

- DRE por projeto ou por centro de custo;

- Estimativa de lucro pela DRE;

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Exercício – DRE

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