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Leucemias Linfóides Crônicas

Leucemias Linfóides Crônicas

Leucemias Linfóides Crônicas CLASSIFICAÇÃO LINFÓIDES Células B clássica (95% dos casos de LLC) mais rara:s

Leucemias Linfóides Crônicas

CLASSIFICAÇÃO

LINFÓIDES

Células B clássica (95% dos casos de LLC) mais rara:s prolinfocítica, hairy cell, etc

Células T (cerca de 5% das LLC)

Leucemia de célula T do adulto (HTLV_1)

mais raras: prolínfocítica, Síndrome de Sezary, etc

FASE LEUCÊMICA DE LINFOMAS

LEUCEMIASLINFÓIDES CRÔNICAS

•DESORDENS CRONICAS, HETEROGÊNEAS. PROLIFERAÇÃO CLONAL T E DE B. Acúmulo progressivo mais do que a proliferação autonoma, devido a alterações na APOPTOSE

NEOPLASIA MONOCLONAL DE LINFOCITOS, QUE EM 90- 95% DOS CASOS SÃO LINFOCITOS B.

SÃO LINFOCITOS COM FUNÇÕES IMUNES ALTERADAS

5/100.000 ano

5/100.000 ano

5/100.000 ano

PRIMAVERA BORELLI -FCF-USP

Leucemias Linfóides Crônicas

Leucemias Linfóides Crônicas
Leucemias Linfóides Crônicas

Leucemias Linfóides Crônicas

QUADRO CLÍNICO

Geralmente assintomático ao diagnóstico

Pior prognóstico na presença de

perda de peso anemia plaquetopenia aumento do número de leucócitos hepatomegalia esplenomegalia adenopatia

PRIMAVERA BORELLI -FCF-USP

LEUCEMIAS LINFÓIDES CRÔNICAS

QUADRO HEMATOLÓGICO PERIFÉRICO

SÉRIE ERITROCITÁRIA

Anemia discreta a moderada. Pode-se encontrar eritroblastos Pode ser de natureza auto- imune.

SÉRIE PLAQUETÁRIA Plaquetose. Podem ser encontrados Processos trombóticos ou hemorrágicos
SÉRIE PLAQUETÁRIA
Plaquetose.
Podem ser encontrados
Processos trombóticos ou
hemorrágicos

~20% dos pacientes

LEUCEMIAS LINFÓIDES CRÔNICAS

QUADRO HEMATOLÓGICO PERIFÉRICO

SÉRIE LEUCOCITÁRIA

NUMERO DE LEUCOCITOS VARIAVEL: em geral leucocitose

PRESENÇA DE LINFOCITOSE RELATIVA E,OU ABSOLUTA SÉRIE PLAQUETÁRIA LINFOCITOS TÍPICOS, MATUROS

MENOS DE 10% DE BLASTOS LINFÓIDES

LEUCEMIAS LINFÓIDES CRÔNICAS

QUADRO HEMATOLÓGICO PERIFÉRICO

SÉRIE LEUCOCITÁRIA

Leucocitose variável

Linfocitose relativa e absoluta por mais de 6 meses

Linfocitos típicos, pequenos, cromatina densa

Menos de 10% de células blásticas

Massas de Grumprecht

Hb 11,5%

Eritoblastos 1/100leucócitos

Plaquetas: 600.000/mm3

Leucócitos 35000/mm3

Neutrófilo segmentado

15%

Eosinófilo

0%

Basófilo

0%

Linfocitos

75%

Prolinfocitos

5%

Monocitos

1%

Blastos

4%

OLIVEIRA, R.A.G. & NETO, A.P. Anemias e Leucemias,, ed. Roca, 2005
OLIVEIRA, R.A.G. & NETO, A.P. Anemias e Leucemias,, ed. Roca, 2005

OLIVEIRA, R.A.G. & NETO, A.P. Anemias e Leucemias,, ed. Roca, 2005

R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira
R2 R1
R2
R1
R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP

LLC

Células B

100%

R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP
R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP
R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP

Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP

R2 R1 LLC Células B 100% Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP λλλλ κκκκ Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP
λλλλ κκκκ
λλλλ
κκκκ

Dra. Juliana Pereira Hemocentro-FMUSP

Leucemias Linfóides Crônicas

Hairy Cell

(l958,1970)

2-4% de todas as leucemias. 60 anos,homens (5:1)

Linfóides Crônicas Hairy Cell (l958,1970) 2-4% de todas as leucemias. 60 anos,homens (5:1) PRIMAVERA BORELLI-FCF-USP

Hairy Cell Leukemia

Hairy Cell Leukemia R1 CD22++++ CD11c++ CD25+ Dra. Juliana Pereira, Hemocentro-FMUSP
Hairy Cell Leukemia R1 CD22++++ CD11c++ CD25+ Dra. Juliana Pereira, Hemocentro-FMUSP
Hairy Cell Leukemia R1 CD22++++ CD11c++ CD25+ Dra. Juliana Pereira, Hemocentro-FMUSP
R1
R1
CD22++++ CD11c++ CD25+
CD22++++
CD11c++
CD25+

Dra. Juliana Pereira, Hemocentro-FMUSP

Leucemias Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO Associação com HTLV1

Leucemias Linfóides Crônicas

LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO

Associação com HTLV1

Leucemias Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO Associação com HTLV1 Dra. Juliana

Leucemias Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO

Associação com HTLV1

Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO Associação com HTLV1 Dra. Juliana Pereira,Hemocentro-FMUSP
Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO Associação com HTLV1 Dra. Juliana Pereira,Hemocentro-FMUSP
Linfóides Crônicas LEUCEMIA LIFOIDE DE CÉLULA T DO ADULTO Associação com HTLV1 Dra. Juliana Pereira,Hemocentro-FMUSP

Dra. Juliana Pereira,Hemocentro-FMUSP

LEUCEMIAS LINFÓIDES CRÔNICAS TRATAMENTO MONITORAMENTO: CLASSE O CONSIDERAR: IDADE E IMUNODEPRESSÃO 1ª. Escolha:

LEUCEMIAS LINFÓIDES CRÔNICAS

TRATAMENTO

MONITORAMENTO: CLASSE O

CONSIDERAR: IDADE E IMUNODEPRESSÃO

1ª. Escolha: CLORAMBUCIL

CICLOFOSFAMIDA

FLUDARABINA

COP ( ESTÁGIOS III e IV)

COP: ( ciclofosfamida + vincristina+ predinisona)

ETC

ANTICORPOS: anti-CD20 (rituximab®) anti-cd 52

TERAPIA GÊNICA

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE OUTRAS CAUSAS DE LINFOCITOSE (reações leucemóides linfocitária) Infecções bacterianas,

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE OUTRAS CAUSAS DE LINFOCITOSE

(reações leucemóides linfocitária)

Infecções bacterianas, virais, parasitas,etc

Drogas ou estados inflamatórios crônicos (artrites, lupus eritematoso, vasculites, sarcoidose, etc

hipersensibilidade

CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS MIELOPROLIFERATIVAS LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA TÍPICA VARIANTES MORFOLÓGICAS Leucemia

CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS MIELOPROLIFERATIVAS

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA TÍPICA

VARIANTES MORFOLÓGICAS

Leucemia eosinofílica crônica Leucemia basofílica crônica Leucemia neutrofílica crônica

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL POLICITEMIA VERA MIELOFIBROSE IDIOPÁTICA LEUCEMIA MIELOMONOCÍTICA CRÔNICA, proliferativa LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA ATÍPICA

Célula hematopoetica comprometida (Hemocitoblasto) Medula Óssea Progenitor linfóide Progenitor mielóide
Célula hematopoetica comprometida
(Hemocitoblasto)
Medula
Óssea
Progenitor linfóide
Progenitor mielóide
Progenitor
Progenitor GM
MegE
Progenitor T/NK
Progenitor B
comprometido
comprometido
Mieloblasto
Linfoblasto
Linfoblasto
Monoblasto
Megacarioblasto
Proeritroblasto
T
NK
Promielócito
Promielócito
Promielócito
Neutrófilo
Eosinófilo
Basófilo
Segmentado
Segmentado
Segmentado
Linfócito
Linfócito
Linfócito
Plaqueta
Eritrócito
Monócito
Neutrófilo
Eosinófilo
Basófilo
B
T
NK

LEUCEMIAS

LEUCEMIAS Incidência: 1/100.000 PRIMAVERA BORELLI -FCF-USP
Leucemia Mielóide Crônica PRESENÇA DE CROMOSSOMO Ph1 (95%, LMC) (25% LLA de adultos) (3 a

Leucemia Mielóide Crônica

PRESENÇA DE CROMOSSOMO Ph1 (95%, LMC) (25% LLA de adultos) (3 a 5% LLA crianças)

PROTEÍNA BCR-ABL (southern blot ou PCR)

Leucemia Mielóide Crônica

Leucemia Mielóide Crônica – Ph1 t(9;22) (p34.1;q11.21)

Ph1 t(9;22) (p34.1;q11.21)

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA PAPEL DA PROTEÍNA BCR-ABL 190kd p P190 LMC 210kd p210 LMC 230kd

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

PAPEL DA PROTEÍNA BCR-ABL 190kd p P190 LMC 210kd p210 LMC 230kd
PAPEL DA PROTEÍNA BCR-ABL
190kd
p P190 LMC
210kd
p210 LMC
230kd

p 230 LNC

leucemias agudas

p

190 LLA Ph+

p

210 LMA Ph+

Tirosina quinase

210 LMA Ph+ T i r o s i n a q u i n a

Controle do ciclo celular

Diferentes breakpoints Diferentes transcritos ?
Diferentes breakpoints
Diferentes transcritos
?

Ausência de inibição pelo contacto com células do estroma

Leucemia Mielóide Crônicas Quadro Laboratorial Sangue ➨ série eritrocitária ➨ série leucocitária ➨ série

Leucemia Mielóide Crônicas

Quadro Laboratorial

Sangue

série eritrocitária

série leucocitária

série plaquetária

Medula óssea

morfologia

citoquímica

citogenética

PCR

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

REAÇÃO LEUCEMÓIDE

LMC :QUADRO HEMATOLÓGICO PERIFÉRICO ANEMIA MODERADA (8 A 12g%) Alguns pacientes não apresentam redução de

LMC:QUADRO HEMATOLÓGICO PERIFÉRICO

ANEMIA MODERADA (8 A 12g%) Alguns pacientes não apresentam redução de Hb, pode haver presença de eritroblastos

GERALMENTE PLAQUETOSE paciente pode ter hemorragias devido a disfunção plaquetária

Leucemias Mielóide Crônica

SÉRIE LEUCOCITÁRIA

NO LEUCÓCITOS É VARIÁVEL:

GERAL/E ACIMA DE 100.000 /MM3.

NO DE BLASTOS É < QUE 10%

REAÇÃO ESCALONADA PRESENTE

GERAL/E EOSINOFILIA E BASOFILIA

FOSFATASE ALCALINA LEUCOCITÁRIA:

BAIXA OU NEGATIVA

MORFOLOGIA PODE SER ANÔMALA

Leucemia Mielóide Crônica

FÓRMULA LEUCOCITÁRIA RELATIVA

HEMOCITOBLASTO

0,5%

MIELOBLASTO

3,0%

PROMIELÓCITO

8,5%

MIELOCITO

12,0%

METAMIELOCITO

13,0%

BASTONETE

22,0%

SEGMENTADO

32,0%

EOSINÓFILO

7,0%

BASÓFILO

11%

LINFOCITO

1,0%

MONOCITO

0,0%

32,0% EOSINÓFILO 7,0% BASÓFILO 11% LINFOCITO 1,0% MONOCITO 0,0% PRIMAVERA BORELLI- FCF-USP

LEUCEMIAS

LMC:QUADRO HEMATOLÓGICO

N0. LEUCÓCITOS É VARIÁVEL

NO DE BLASTOS É < QUE 10% *

REAÇÃO ESCALONADA PRESENTE*

GERAL/E EOSINOFILIA E BASOFILIA*

FOSFATASE ALCALINA: BAIXA OU NEGATIVA*

OUTROS EXAMES: ÁCIDO ÚRICO: AUMENTADO LACTADO DESDROGENASE (LDH): AUMENTADA TRANSCOBALAMINA 1 E VITAMINA B12: AUMENTADAS

PRIMAVERA BORELLI -FCF-USP

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA M.O. HIPERCELULAR MIELOGRAMA HIPOPLASIA ERITRÓIDE HIPERPLASIA MEGACARIOCÍTICA (podem ser

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

M.O. HIPERCELULAR

MIELOGRAMA

HIPOPLASIA ERITRÓIDE HIPERPLASIA MEGACARIOCÍTICA (podem ser micromegacariocitos) HIPERPLASIA GRANULOCÍTICA. EOSINOFILIA BASOFILIA

ESCALONAMENTO MATURATIVO PRESERVADO.

. EOSINOFILIA BASOFILIA ESCALONAMENTO MATURATIVO PRESERVADO. G/E maior que 5/1 CITOGENÉTICA: CROMOSSOMO Ph+-- t(9,22)

G/E maior que 5/1

CITOGENÉTICA: CROMOSSOMO Ph+-- t(9,22) (85%)

Deposição de tecido conectivo: coloração para Reticulina +

RNAm: BCR-ABL1

LORENZI, T.L.Atlas de Hematologia, Guanabara-Koogan, 2006
LORENZI, T.L.Atlas de Hematologia, Guanabara-Koogan, 2006

LORENZI, T.L.Atlas de Hematologia, Guanabara-Koogan, 2006

Leucemia Mielóide Crônica CRISE BLÁSTICA HEMOCITOBLASTO MIELOBLASTO 4% 25% PROMIELOCITO 18% MIELOCITO 14%

Leucemia Mielóide Crônica

CRISE BLÁSTICA

HEMOCITOBLASTO

MIELOBLASTO

4% 25%
4%
25%

PROMIELOCITO

18%

MIELOCITO

14%

METAMIELOCITO

6%

BASTONETE

9%

SEGMENTADO

25%

EOSINOFILO

3%

BASÓFILO

6%

LINFOCITO

0%

MONOCITO

0%

Leucemia Mielóide Crônica

TRANSFORMAÇÃO BLÁSTICA

MODIFICAÇÕES

Histológicas

Citogenéticas

moleculares

Citogenética

Duplicação do Ph Trissomia do cromossomo 8 Rearranjos do cromossomo 17(p53) Depleção do Y Outras alterações cromossômicas

Molecular P190 + p210 Aumento de RNAm
Molecular
P190 + p210
Aumento de RNAm

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

TRATAMENTO

DROGAS QUE CAUSAM MIELOSSUPRESSÂO:

BUSSULFAM (alquilante) HIROXIURÉIA -HU (inibição de deoxinucleotídeos)

Outros esquemas mais agressivos COAP ( ciclofosfamidavincristina+Ara-C+ predinisona ROAP (associação do COAP com rubidazone) DOAP (associação do ROAP com daunomicina) Ara C+ tioguanina

INTERFERONS ALFA INTERFERON GAMA INTERFERON

uso de alfa + gama interferon Alfa interferon+Ara-C e a HU

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

TRATAMENTO

OUTROS TRATAMENTOS

HOMOHARRINGTONINA (HHT) INTERFERON MODIFICADO (Peg INF alfa) As 2 O 3

VACINAS (experimental)

STI 450, 571 ( INIBIDORES DE TIROSINA QUINASE)

(glivec,,

)

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

TRATAMENTO

LMC EM CRISE BLÁSTICA

CRISE BLÁSTICA MIELÓIDE

TRAMPCOL Mitramicina +daumicina+Ara-C+ methottrexate+prednisona+ciclofosfamida+ L-asparaginase

VP

Vincristina+prednisona

Methotrexate + vincristina+ prednisona+6- mercaptopurina Etc

LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

TRATAMENTO

TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA (TMO)

Melhores resultados: logo após o diagnóstico da doença

DOENÇAS MIELOPROLIFERATIVAS leucemia mielóide crônica clássica leucemia mielóide juvenil leucemia eosinofilíca

DOENÇAS MIELOPROLIFERATIVAS

leucemia mielóide crônica clássica

leucemia mielóide juvenil leucemia eosinofilíca (rara) leucemia monocítca (rara)

Policitemia Vera

Trombocitemia Essencial

Metaplasia Mielóide

POLICITEMIA VERA

POLICITEMIA VERA NEOPLASIA MALIGNA, CLONAL: AUMENTO DA MASSA ERITROCITÁRIA Níveis de EPO normais ou baixos Causas

NEOPLASIA MALIGNA, CLONAL:

AUMENTO DA MASSA ERITROCITÁRIA

Níveis de EPO normais ou baixos

DA MASSA ERITROCITÁRIA Níveis de EPO normais ou baixos Causas desconhecidas alterações cromossômicas mais
DA MASSA ERITROCITÁRIA Níveis de EPO normais ou baixos Causas desconhecidas alterações cromossômicas mais

Causas desconhecidas

Níveis de EPO normais ou baixos Causas desconhecidas alterações cromossômicas mais frequentes:20q-;+8;+9;

alterações cromossômicas mais frequentes:20q-;+8;+9; ganho

de material no 13q e 1q

SOBREVIDA: até 10 anos

Frequente: evoluir para LMA ou Mielofibrose

POLICITEMIA VERA

Geralmente acomete indivíduos acima de 50-60 anos

Sinais e sintomas mais frequentes:

Vertigem

visão turva

dores gastrointestinais

pruridos cutâneos

hipertensão

esplenomegalia hepatomegalia (usuamente devidas a hemopoiese extramedular) gota (ácido úrico geralmente é elevado)

Fenomenos trombóticos, tanto venosos como arteriais.

POLICITEMIA VERA

POLICITEMIA VERA

POLICITEMIA VERA: SANGUE PERIFÉRICO

HEMÁCIAS: acima de 6.000.000/mm3 (6-10 MILHÔES)

HB: pode chegar a 22 g/%( mais que 17,5g% em homens e 15,5g% em mulheres) HT: maior que 55% para homens e 47% para mulheres

Reticulócitos geralmente é baixo ou discretamente aumentado;

MORFOLOGIA: hemácias em forma de lágrima eventualmente eritroblastos

Leucócitos: aumentados (pode estar acima de 40.000/mm3) pode haver DE discreto e discreta basofilia

Plaquetas: aumentadas, podendo atingir a 2.000.000/mm3. pode haver fragmentos de megacariocitos

CHCM;HCM :são discretamente baixos (diminuição de ferro medular ou como resultado de sangramentos crônicos: função plaquetária alterada ou à flebotomia)

POLICITEMIA VERA:

Fosfatase alcalina leucocitária é normal ou elevada;

FERRO SÉRICO E FERRITINA: BAIXOS

FERRO MEDULAR: BAIXO

VITAMINA B12: aumentada

CAPACIDADE DE LIGAÇÃO DE VITAMINA B12: aumentada

Níveis de EPO normais ou baixos

Não há cromossomo Ph1

POLICITEMIA VERA

MEDULA ÓSSEA:

HIPERPLÁSICA EM TODOS OS SETORES

HIPERPLASIA IMPORTANTE NO SETOR ERITRÓIDE (pode haver inversão da relação G/E)

Megacariócitos podem ter morfologia anômala

PODE HAVER FIBROSE

Medula normal
Medula normal
FIBROSE MEDULAR ( reticulina positiva)
FIBROSE MEDULAR ( reticulina positiva)

FIBROSE MEDULAR ( reticulina positiva)

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL NEOPLASIA MALIGNA CLONAL CAUSAS DESCONHECIDAS ALTERAÇÃO CROMOSSÔMICA MAIS FREQUENTE: TRISSOMIA

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL

NEOPLASIA MALIGNA

CLONAL

CAUSAS DESCONHECIDAS

ALTERAÇÃO CROMOSSÔMICA MAIS FREQUENTE: TRISSOMIA DO 9

INCIDE MAIS ; MULHERES JOVENS

PODE EVOLUIR PARA LMA E MIELOFIBROSE

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL Sinais Clínicos Epistaxes; Vômitos com sangue; Sangramento gengival ou dental; Sangramento

Sinais Clínicos Epistaxes; Vômitos com sangue; Sangramento gengival ou dental; Sangramento gastrointestinal; Fadiga; Fenomenos trombóticos.

Achados Físicos:

Esplenomegalia; Às vezes, hepatomegalia Trombos; Embolia pulmonar Às vezes trombose acompanhada de processos gangrenosos.

TROMBOCITEMIA ESSENCIAL

.

Achados Laboratoriais:

Plaquetose persistente, acima de 900.000 ou até 2000000/mm 3 ;

Grandes massas de plaquetas agregadas presentes na extensão sanguínea

com plaquetas gigantes e morfologia anômala;

eventualmente fragmentos de megacariocitos

Número de eritrocitos normal ou apenas discretamente elevado;

EM hemorragias: eritrocitos com microcitose, hipocromia(deficiência de ferro; Pode haver dacriócitos

Hemoglobina,13,og/%,

massa eritrocitária menor que 36ml/kg em homens

e menos que 32ml/kg em mulheres;

TE

Não há cromossoma Ph1;

MEDULA ÓSSEA: HIPERPLÁSICA HIPERPLASIA IMPORTANTE NO SETOR MEGACARIOCÍTICO Megacariócitos podem ter morfologia

MEDULA ÓSSEA:

HIPERPLÁSICA

HIPERPLASIA IMPORTANTE NO SETOR MEGACARIOCÍTICO

Megacariócitos podem ter morfologia anômala

PODE HAVER FIBROSE

Não há cromossomo Ph1

METAPLASIA MIELÓIDE Não há cromossomo Ph1

METAPLASIA MIELÓIDE

Não há cromossomo Ph1

Metaplasia mielóide
Metaplasia mielóide
Metaplasia mielóide
Metaplasia mielóide
Metaplasia mielóide