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MANUAL DE OPERAÇÃO LEITO MISTO
MANUAL DE OPERAÇÃO
LEITO MISTO
MANUAL DE OPERAÇÃO LEITO MISTO Nº Fluid: S08S0015-P-200

MANUAL DE OPERAÇÃO LEITO MISTO

Nº Fluid: S08S0015-P-200

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ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO

2

2. SISTEMA DE DESMINERALIZAÇÃO POR LEITO MISTO

4

2.1

OPERAÇÃO – TROCADORES DE LEITO MISTO

4

2.1.1 Regeneração – Trocadores de Leito Misto

6

2.1.2 Etapas da Regeneração

8

1. SINTOMAS, CAUSAS E MEDIDAS CORRETIVAS

13

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1.

INTRODUÇÃO

O processo de desmineralização por troca iônica é um processo químico, onde os íons da resina catiônica ou aniônica são substituídos pelos íons de maior valência presente no liquido a ser tratado. Este processo é divido, basicamente, em dois passos envolvendo resinas catiônicas e aniônicas.

O grau de remoção destes íons depende de fatores como a seletividade da resina, composição

da água de alimentação, configuração do equipamento, regenerante utilizado, etc. Depois de

esgotada a capacidade de troca iônica da resina, esta necessita ser regenerada.

Os trocadores de leito misto contem tanto resinas catiônicas e aniônicas e podem ser assimilados à ácidos e bases insolúveis, da forma H-R e OH-R, onde R é o radical orgânico complexo, que não participa da troca, H é o radical hidrogênio (característico de todos os ácidos) e OH é o radical hidroxila, (característico de todas as bases).

Desta forma, quando se trata uma água contendo íons positivos e negativos como magnésio, cálcio, sódio, sulfatos, cloretos, sílica, estes são retidos pela resina, que libera o íon positivo H + ou o íon negativo OH - .

Quando é detectado o escape destes íons na saída do trocador através do analisador de condutividade, sabe-se que a resina esta saturada e que esta deve ser regenerada. A regeneração consiste na injeção de acido clorídrico e soda caustica concentrado pra que os cátions e os anions fixados sejam expulsos.

Neste caso, o processo de regeneração pode ser dividido em 7 etapas, sendo elas:

a) Expansão das Resinas

A resina é fluidizada por fluxo de água de baixo para cima. Este processo dura somente alguns

minutos até a total descompactação do leito. O alto fluxo de água usado para a descompactação faz com que haja uma retrolavagem do leito e uma captura dos sólidos suspensos bem como os finos da resina, que durante este processo são expulsos do vaso.

b) Assentamento da Resina e Abaixamento de Nível

Uma vez descompactado, o leito de resina se deposita livremente. Leva de 5 a 10 minutos para

o leito se sedimentar. Após isso se inicio o processo de abaixamento de nível para que quando ocorrer a injeção de regenerante não ocorra uma rediluição do mesmo. Isto permite que a regeneração seja mais eficiente em termos de tempo de contato e concentração dos regenerantes.

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c) Injeção de Regenerantes

Realizado o abaixamento de nível é iniciada a injeção dos regenerantes sendo o acido clorídrico adicionado por baixo e a soda caustica adicionada por cima, sendo ambos retirados

do vaso pela flauta intermediaria do vaso. Para que não ocorra um desbalanceamento hidráulico durante a injeção é importante que a vazão de injeção de ácido e soda seja a mesma.

d) Deslocamento do Regenerante

A lavagem lenta empurra o regenerante para fora da resina e a faixa de vazão é exatamente igual à usada durante a injeção química.

e) Mistura das Resinas com ar

Para misturar as resinas catiônicas e aniônicas e melhorar a remoção dos íons durante operação, é feita a injeção de ar pela região inferior do vaso.

f) Enchimento lento do vaso

O enchimento do vaso é realizado de forma lenta para não ocorra uma nova separação das

resinas.

g) Enchimento Rápido e Lavagem Rápida

Terminado o enchimento lento é feito o enchimento rápido do vaso ate que este esteja completo. Após isso é feita a lavagem rápida das resinas para retirar o excesso de regenerantes que se encontram no vaso.

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2. SISTEMA DE DESMINERALIZAÇÃO POR LEITO MISTO

2.1 Operação – Trocadores de Leito Misto

Após passar pelo Sistema de Osmose Reversa a água segue para o Trocador de Leito Misto, este consiste na passagem da água desmineralizada através de resinas catiônicas e aniônicas. Os sais iônicos dissolvidos presentes na água, de carga positiva e negativa, são removidos através das resinas catiônicas e aniônicas respectivamente.

Quando for detectada a presença significativa destes sais, através do analisador de condutividade, instalado na saída dos leitos misto, significa que as resinas de troca iônica já estão saturadas devendo-se então iniciar o processo de regeneração.

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Sistema de Leito Misto - Operação

PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200 A/B XV-201/211J XV-201/211E XV-201/211A XV-201/211D XV-201/211F XV-201/211C
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200 A/B
XV-201/211J
XV-201/211E
XV-201/211A
XV-201/211D
XV-201/211F
XV-201/211C
XV-201/211B
ÁGUA DESMI
XV-201/211G
XV-201/211H
MISTURA AR
XV-201/211J
Amostra
BD-240
XV-240
HCl
XV-210A
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
XV-210B
ÁGUA DESMI
XV-203
BD-230
XV-230
NaOH
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2.1.1 Regeneração – Trocadores de Leito Misto

A regeneração é realizada automaticamente obedecendo-se às etapas descritas no seqüencial

de regeneração e enquanto um leito misto estiver em regeneração, o outro estará operando. Para iniciar a regeneração do leito misto, as condições (permissões para inicio de

regeneração) devem ser atendidas.

O leito misto é regenerado automaticamente por:

Volume de água desmineralizada produzida de 12000 m 3 , indicadas e totalizadas através do transmissor de vazão;

Condutividade atingir 0,8 µS/cm, monitorado através do analisador de condutividade localizado na saída do leito misto.

O operador iniciar a regeneração manualmente.

A automação do sistema condiciona que a etapa de regeneração do leito misto a diversas

permissões e não poderá ser iniciada sem atendê-las (ver descritivo lógico).

O sistema de regeneração é composto basicamente, pelas bombas dosadoras de soda e de

acido, pelos tanques de estocagem e pelas bombas centrifugas.

Durante a fase de expansão a resina é fluidizada por fluxo de água de baixo para cima. Este processo dura somente alguns minutos até a total descompactação do leito. O alto fluxo de água usado para a descompactação faz com que haja uma retrolavagem do leito e uma captura dos sólidos suspensos bem como os finos da resina, que durante este processo são expulsos do vaso. A vazão deste passo deve ser correta de modo que as resinas catiônicas e aniônicas se separem sem que haja escape do vaso.

Na regeneração o acido clorídrico deve ser diluído. O ajuste da diluição é efetuado manualmente através da válvula diafragma localizada na entrada do Te de diluição e do transmissor de vazão, de modo que se obtenha uma vazão de água de diluição adequada. Deve-se também ajustar a vazão da bomba dosadora.

Na regeneração a soda caustica também deve ser diluída. O ajuste da diluição é efetuado manualmente através da válvula diafragma localizada na entrada do Te de diluição e do transmissor de vazão, de modo que se obtenha uma vazão de água de diluição adequada. Deve-se também ajustar a vazão da bomba de diluição.

Vazão de Água de contra-lavagem = 16 m3/h Vazão de Água desmineralizada = 5,0 m3/h
Vazão de Água de contra-lavagem = 16 m3/h
Vazão de Água desmineralizada = 5,0 m3/h
Vazão de Acido Clorídrico @ 33% = 707 l/h
Vazão de Água desmineralizada = 5,0 m3/h
Vazão de Soda Caustica @ 50% = 270l/h
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BD-230
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BC-201 A/B
BC-201 A/B
  COSTA RICA Emissão: 10/04/2012 BD-230 BC-201 A/B XV-230 NaOH @ 50% Q = 270 l/h

XV-230

NaOH @ 50%

NaOH @ 50%

Q = 270 l/h

NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h

NaOH Diluído

NaOH Diluído
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h
NaOH Diluído Q = 5270 l/h

Q = 5270 l/h

XV-230 NaOH @ 50% Q = 270 l/h NaOH Diluído Q = 5270 l/h FIT-205 Água
XV-230 NaOH @ 50% Q = 270 l/h NaOH Diluído Q = 5270 l/h FIT-205 Água
FIT-205
FIT-205
@ 50% Q = 270 l/h NaOH Diluído Q = 5270 l/h FIT-205 Água Diluição Q

Água Diluição Q = 5000 l/h

Q = 5270 l/h FIT-205 Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240

VAL. DIAFRAGMA

l/h FIT-205 Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240 HCl @ 50%
l/h FIT-205 Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240 HCl @ 50%
l/h FIT-205 Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240 HCl @ 50%
l/h FIT-205 Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240 HCl @ 50%

XV-203A

BD-240
BD-240
Água Diluição Q = 5000 l/h VAL. DIAFRAGMA XV-203A BD-240 XV-240 HCl @ 50% Q =

XV-240

HCl @ 50%

Q = 707 l/h

HCl Diluído

Q = 5707 l/h
Q = 5707 l/h
XV-240 HCl @ 50% Q = 707 l/h HCl Diluído Q = 5707 l/h FIT-206 Água
FIT-206
FIT-206
HCl @ 50% Q = 707 l/h HCl Diluído Q = 5707 l/h FIT-206 Água Diluição

Água Diluição

Q = 5000 l/h

Diluído Q = 5707 l/h FIT-206 Água Diluição Q = 5000 l/h BC-201A/B VAL. DIAFRAGMA XV-210A
BC-201A/B
BC-201A/B

VAL. DIAFRAGMA

Água Diluição Q = 5000 l/h BC-201A/B VAL. DIAFRAGMA XV-210A Todos os outros controles automáticos,
Água Diluição Q = 5000 l/h BC-201A/B VAL. DIAFRAGMA XV-210A Todos os outros controles automáticos,
Água Diluição Q = 5000 l/h BC-201A/B VAL. DIAFRAGMA XV-210A Todos os outros controles automáticos,

XV-210A

Todos os outros controles automáticos, intertravamentos e suas respectivas ações, estão descritas no DESCRITIVO LÓGICO.

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2.1.2 Etapas da Regeneração

Retrolavagem

A resina é fluidizada por fluxo de água de baixo para cima. Este processo dura somente alguns minutos até a total descompactação do leito. O alto fluxo de água usado para a descompactação faz com que haja uma retrolavagem do leito e uma captura dos sólidos suspensos bem como os finos da resina, que durante este processo são expulsos do vaso. Devido a diferença de densidade entre as resinas catiônicas e aniônicas, durante a fluidização ocorre a separação das resinas.

Assentamento das Resinas

Uma vez descompactado, o leito de resina se deposita livremente. Leva de 5 a 10 minutos para o leito se sedimentar.

PERMEADO BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostr BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO BC-201
PERMEADO
BOMBA
ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostr
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO BC-201
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
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Abaixamento de Nível

Durante o processo de abaixamento de nível é removido o excesso de água no vaso para quando se iniciar a aplicação do regenerante não ocorra uma rediluição do mesmo. Isto permite que a regeneração seja mais eficiente em termos de tempo de contato e concentração dos regenerantes.

Aplicação de Regenerante

Realizado o abaixamento de nível é iniciada a injeção dos regenerantes sendo o acido clorídrico adicionado por baixo e a soda caustica adicionada por cima, sendo ambos retirados do vaso pela flauta intermediaria do vaso. Para que não ocorra um desbalanceamento hidráulico durante a injeção é importante que a vazão de injeção de ácido e soda seja a mesma.

PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostra BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostra
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostra BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostra
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
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Deslocamento do Regenerante

O deslocamento do regenerante consite em promover o contato do regenerante que se encontra na tubulação e ainda não alcançou o leito de resina. Deste modo ocorre uma otimização do consumo de químicos. A faixa de vazão é exatamente igual à usada durante a injeção química.

Mistura das Resinas

Para misturar as resinas catiônicas e aniônicas e melhorar a remoção dos íons durante operação, é feita a injeção de ar pela região inferior do vaso.

PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostra BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostra
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO BC-201A/B
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
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Enchimento

Inicia a etapa de enchimento do vaso

até que este esteja completo e todo o

ar tenha sido expulso.

Lavagem Rápida

A lavagem rápida das resinas é feita

para retirar o excesso de regenerantes

que ainda se encontram no vaso

PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostra BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostra
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA
DILUIÇÃO BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
PERMEADO OR BOMBA ALIMENTAÇÃO BC-200A/B ÁGUA DESMI MISTURA AR Amostra BD-240 HCl BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
PERMEADO OR
BOMBA ALIMENTAÇÃO
BC-200A/B
ÁGUA DESMI
MISTURA AR
Amostra
BD-240
HCl
BOMBA ÁGUA DILUIÇÃO
BC-201 A/B
ÁGUA DESMI
BD-230
NaOH
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Legenda:

Para melhor compreensão das operações considerar:

- Linha em preto: não existe fluxo;

- Linha colorida: existe fluxo;

- Equipamento em preto: equipamento desligado;

- Equipamento colorido: equipamento ligado;

- Válvula em preto: válvula fechada;

- Válvula colorida: válvula aberta.

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1. SINTOMAS, CAUSAS E MEDIDAS CORRETIVAS

ORIGEM DO PROBLEMA

POSSÍVEIS CAUSAS

AÇÃO CORRETIVA

Perda de Capacidade / Perda de Qualidade

- pH baixo da Água Tratada.

- Contaminação Orgânica da resina aniônica, (limpeza química).

- Etapa de mistura com ar imprópria ou deficiente (vazão ar / tempo).

- Camada de resina Catiônica no fundo do Trocador estratificada.

- Cálcio na Água Tratada.

- Vaso Único operando sozinho processando água bruta diretamente

- Precipitação de Sulfato de Cálcio.

- Dureza na água tratada.

- Verificar dureza na água de regeneração.

- Precipitação de Sulfato de Cálcio/ Magnésio.

- pH elevado na Água Tratada.

- Ciclo maior que projetado.

- Verificar carga de íons afluentes no vaso

- Condutividade Alta na água tratada

- Obstrução Orgânica da resina aniônica.

- Ciclo maior que o projetado.

- Má distribuição, canais preferenciais.

- Temperatura afluente da água mais baixa.

- Separação inadequada dos mantos resina

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ORIGEM DO

PROBLEMA

POSSÍVEIS CAUSAS

AÇÃO CORRETIVA

- Teor de Sílica elevada na Água Tratada.

- Ciclo maior que o projetado.

- Contaminação orgânica da resina aniônica.

 

- Temperatura, nível de concentração do regenerante.

- Má qualidade em geral num ciclo.

- Vazamentos de válvulas.

- Profundidade inadequada do manto (altura de resina).

 

- Interface das resinas não está no nível ideal do coletor intermediário

- Contra Lavagem e separação das resinas deficiente e inadequada.

- Mistura das resinas com ar inadequada / deficiente

- Nível, concentração, temperatura. Enxaguamento insuficiente.

- Movimentação do manto durante a produção