RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO - 2012 AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/FARMÁCIA

E ODONTOLOGIA - 2013

CONHECIMENTOS GERAIS ÁREA: LÍNGUA PORTUGUESA
RELAÇÃO DE ASSUNTOS 1. Ortografia 2. Acentuação 3. Pontuação 4. Classe, estrutura e formação das palavras (morfossemântica) 5. A oração e seus termos (morfossintaxe) 6. Concordância verbal e nominal 7. Regência verbal, regência nominal e emprego de crase 8. O texto e a construção de sentidos 9. Coerência e coesão 10. Emprego dos tempos, modos verbais e vozes verbais 11. Fenômenos semânticos (metáfora, metonímia, sinonímia, antonímia, eufemismo, hiperonímia, ambiguidade, vaguidade, polissemia, homonímia).

BIBLIOGRAFIA ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. rev. amp. atual. Rio de Janeiro: Lucerna. 2009. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, S.A. OLIVEIRA, Luciano A. Manual de semântica. Petrópolis: Vozes, 2008.

ÁREA: HISTÓRIA DO BRASIL
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Brasil Colônia: administração, economia, cultura e sociedade a. Capitanias Hereditárias e Governos Gerais. b. As atividades econômicas e a expansão colonial: açúcar, mineração, gado e comércio. c. Os povos indígenas e a ação jesuítica. d. As camadas senhoriais e os escravos. e. A conquista dos sertões: entradas e bandeiras. f. O monopólio comercial português. g. Os conflitos coloniais e os movimentos rebeldes dos finais do século XVIII e início do século XIX. h. A transferência da Corte portuguesa para o Brasil e seus efeitos. 2. O Período Monárquico a. As lutas pela independência. b. A independência do Brasil e o Primeiro Reinado. c. A Constituição de 1824. d. A Guarda Nacional. e. O Ato Adicional de 1834. f. As revoltas regenciais. g. A consolidação da ordem interna: o fim das rebeliões, os partidos, a legislação, o fortalecimento do Estado, a economia cafeeira, a tributação. h. Centralização x descentralização. i. Modernização: economia e cultura na sociedade imperial. j. A escravidão, movimento abolicionista e a abolição. k. Transição para o trabalho livre. l. Política externa: as questões platinas e a Guerra do Paraguai. m. O movimento republicano. 3.O Período Republicano a. A Constituição de 1891, os militares e a consolidação da República. b. A política dos governadores. c. O coronelismo e o sistema eleitoral. d. O Tenentismo. e. A Revolução de 1930. f. O Governo Provisório (1930-1934) e a Revolução Constitucionalista. g. O Governo Constitucional (1934-1937). h. O Estado Novo (1937-1945): populismo e intervenção do Estado na economia. i. A crise do governo Vargas. j. O governo Juscelino Kubitschek e o desenvolvimentismo. k. A crise institucional nos Governos Quadros e Goulart. l. As reformas de base e a intervenção militar. m. O milagre econômico. n. A redemocratização. o. Os movimentos sociais. p. A campanha pelas eleições diretas. q. A Constituição de 1988. r. O período democrático, Collor e o Impeachment; Fernando Henrique Cardoso e a política neoliberal.

BIBLIOGRAFIA: ALGRANTI, Leila Mezan. D. João VI: os bastidores da independência. São Paulo: Ática, 1987. CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Teatro de sombras: a política imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

______. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. CAPELATTO, Maria Helena. O movimento de 1932: a causa paulista. São Paulo: Brasiliense, 1981. CASTRO, Therezinha de. História da Civilização Brasileira. Rio de Janeiro: Capemi, 1982. COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 2000. ______. História Geral da Civilização Brasileira. O Brasil Republicano. Sociedade e Instituições (1889-1930). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990. (Tomo III, v. 2). FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. GRINBERG, Keila & SALLES, Ricardo (Org). O Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. (v. 1, cap. IX; v. 2, cap. II e IX). HABERT, Nadine. A década de 70: Apogeu e crise da ditadura militar brasileira. São Paulo: Ática, 2006. HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. JANOTTI, Maria de Lourdes Mônaco. O coronelismo: uma política de compromisso. São Paulo: Brasiliense, 1992. LINHARES, Maria Yedda (Org.). História Geral do Brasil. 9. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil Contemporâneo. 2. ed. Porto Alegre: Mercado Aberto: 1983. MONTEIRO, Hamilton. Brasil República. São Paulo: Ática, 1986. MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: Índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Brasil em Perspectiva. 17. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988. PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 23. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. 390 p. RODRIGUES, Marly. A década de 80. Brasil: quando a multidão voltou às praças. São Paulo: Ática, 1992. SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos: engenhos e escravos na sociedade colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. TAVARES, Luís Henrique Dias. O primeiro século do Brasil: da expansão da Europa Ocidental aos governos gerais das terras do Brasil. Salvador: EDUFBA, 1999. TOLEDO, Caio Navarro de. O Governo Goulart e o golpe de 64. 8. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

ÁREA: GEOGRAFIA DO BRASIL
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Espaço Geográfico Brasileiro a. A formação do território nacional. b. A inserção da economia brasileira no processo de globalização da economia 1) O Brasil e o Mercosul. 2) O desenvolvimento econômico e os indicadores sociais no Brasil. c. O espaço industrial brasileiro. 1) O papel do Estado na industrialização brasileira. 2) O período desenvolvimentista e os PNDs. 3) O tripé da industrialização: empresas multinacionais, nacionais e estatais. 4) Concentração e desconcentração industrial no Brasil. 5) Características atuais da industrialização brasileira. 6) Diversificação industrial brasileira. d. A urbanização. 1) A urbanização brasileira no século XX. 2) O processo de metropolização no Brasil. 3) A urbanização e as etapas da industrialização. 4) Os problemas urbanos. e. A rede de transportes e comunicação brasileira, sua estrutura e evolução. f. O espaço rural brasileiro. 1) Características do mundo rural brasileiro. 2) Concentração fundiária no brasil. 3) A expansão das fronteiras agrícolas. 4) O uso da terra. 5) A modernização da agricultura no brasil. 6) A reforma agrária e as lutas sociais no campo. 7) A produção de matérias-primas no campo. 8) A produção de alimentos. 9) A produção de biocombustíveis. g. A população brasileira: 1) A formação, estrutura e dinâmica da população brasileira. 2) Evolução do índice de desenvolvimento humano. 3) O imigrante na formação do Brasil contemporâneo. 4) Os fluxos migratórios internos. 5) As novas fronteiras populacionais. 6) Os movimentos emigratórios no brasil. 2. A questão regional no Brasil a. A regionalização do país. b. O planejamento regional no Brasil. c. As desigualdades regionais. d. A geopolítica amazônica. 3. Estrutura e dinâmica do planeta e o espaço natural brasileiro: A questão ambiental e o território. a. Estrutura e dinâmica da Terra. b. Aspectos morfoclimáticos do território brasileiro, as bases geológicas do Brasil, as feições e as classificações do relevo brasileiro. c. Aspectos biogeográficos do território brasileiro. d. A dinâmica climática no Brasil. e. Os recursos minerais. f. As fontes de energia e as políticas energéticas. g. A biosfera e os ecossistemas no Brasil. h. Questão ambiental no território brasileiro

2007. ed. Marcos de A. SANTOS. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Ivone Silveira. São Paulo: EDUSP. Fernando dos Santos. Milton. e atual. TERRA. ed. CORRÊA. 2002. Eustáquio de. 2002. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. São Paulo: Moderna. 1995. São Paulo: Ática.. ed. A urbanização brasileira. São Paulo: Oficina de textos. 2010. Roberto Lobato. Lygia. 2003. Milton. Graça M. L. Geografia: ensino médio. 5. . J. São Paulo: Scipione. Geografia do Brasil. Geografia do Brasil. atual.BIBLIOGRAFIA: AB´SABER. COELHO.). ed. FERREIRA. 2. DANNI-OLIVEIRA. 5. SENE. M. Aziz. Rio de Janeiro: Record. 2001. ROSS. O espaço urbano. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. Atlas Geográfico: Espaço Mundial. S. I. SANTOS. Didática 3. 2. 1995. SAMPAIO. 2003. L. SILVEIRA. reform. F. 2005. MENDONÇA. São Paulo: Edições SM. Os domínios de Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. SUCENA. Maria L. São Paulo: Moderna. O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI. São Paulo: Ateliê Editorial. (Org.

WALTER. 5. Reading comprehension 12. could. object. C.. indefinite. 10. M. Coordination and subordination 11. should and must. VINCE. Oxford: Oxford University Press. 6. manner and frequency. demonstrative. past continuous and future (will and going to). will. past perfect. Michael.l. possessive. negative and interrogative. (a) few.]: Macmillan. Sentences: affirmative. simple past (regular and irregular verbs). SWAN. Cambridge: Cambridge University Press. Modals: can. Verb tenses: simple present. Cobuild. . English Grammar. Glasgow: Harper Collins Publisher. would. Essential grammar in use. 9. present continuous. [S. place and location. 7. a lot and some. 4. 2000. Prepositions: time. 2006. position of adverbs. much. 8. Articles: definite and indefinite. Quantifiers: many. Adverbs: time. 2.ÁREA: LÍNGUA INGLESA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. interrogative. R. (a) little. Essential Language Practice. any. Adjectives: comparative and superlative forms. The good grammar book. present perfect. MURPHY. 3. Pronouns: subject. Relative clauses BIBLIOGRAFIA: COLLINS. 2001. 2002.

Lectura comprensión e interpretación textual. [S. Diccionario para la Enseñanza de la Lengua Española para Brasileños. k. Eres Fernández. número. Adrián.. i. Gramática Didáctica del Español. e. Voseo. SEÑAS. M. 1995. 2000. L. Gramática de espanhol para brasileiros. São Paulo: Ed. o. C. . El artículo Neutro-Lo y su uso. R. edición. Madrid. Artículos determinados (contracciones AL y DEL) e indeterminados. Semántica: divergencias léxicas entre el portugués y el español. E. FERNÁNDEZ Díaz. 2007. Francisco Mate. Diccionario práctico bilingüe: español/portugués. Edelsa. j. n. González Hermoso. Adverbios. c. LAROUSSE. Gramática de español lengua extranjera. MORENO. Michaelis Larousse. Sustantivos: género. b. edición. Numerales: cardinales y ordinales.]: Verón Editores. Madrid: [s. 1998. TOMO I y II. 2006. Pronombres: personales sujetos 1) Los pronombres personales complementos del Objeto Directo y del Objeto Indirecto 2) El tratamiento: situaciones de uso. GÓMEZ TORREGO. Prácticas de fonética española para hablantes de portugués: nivel inicial-intermedio. Fanjul. r. Conjunciones. Fonética básica. Edelsa. a. Lectura e interpretación de imágenes.l. GRETEL. 2007. SM. grado f. 2. Madrid: Ed.]. DICCIONARIO DELA REAL ACADEMIA – 22. São Paulo: Saraiva. Madrid: Ed. Acentuación / Ortografia. Mariano. 3) Los determinativos: demostrativos. São Paulo: Ed.n. Madrid: Ed. Vocabulario básico. Martins Fontes. Adjetivos: género. Sinonímia y antonímia. Preposiciones. posesivos e indefinidos. 1) Empleo de y / e. Reglas de eufonía del artículo definido. MILANI. A. Oraciones simples y compuestas y sus elementos sintácticos. h. o / u. SGEL. Gramática Contrastiva del Español para Brasileños. Diccionario de Sinónimos y Antónimos de la Lengua Española. Estudo Gramatical 3. número. 1) Empleo de Muy y Mucho. 2005. g. Santillana. Gramática y práctica de español para brasileños. m. q. 22.ÁREA: LÍNGUA ESPANHOLA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.. grado. Los relativos e interrogativos. BIBLIOGRAFIA: BON. ZAPATEROCIRERA. l. Gramática comunicativa del Español. 2000. d. 2000. Madrid: Arco/Libros. p. Verbos regulares e irregulares: tiempos simples y compuestos.

Gestão de pessoas a. Abordagens da administração: clássica. b.Administração financeira governamental a. c. transitivas. 3. LDO. e. Elaboração e uso de manuais e formulários. d. do desenvolvimento organizacional e contingencial. Liderança e motivação nas organizações. controle. Controle interno e Controle externo. . Patrimônio na administração pública: conceitos. Organização e estrutura da gestão pública f. b. estruturalista. Modelos e ferramentas de gestão. b. Sistemas integrados de informação e gestão. 2. 5. Organização. Histórico da administração. comunicação e interpessoalidade. c. humanística. d. Dívida e endividamento público. c. Trabalho em equipe. d. contratação. Ferramentas de gestão no setor público. sistêmica. Gestão pública a. i. Governo e Sociedade. sistemas e métodos e tecnologia da informação a. Organização da Administração Federal. Estratégias de gestão e de análise organizacionais. Processos e atividades no setor público. e. Planejamento financeiro no setor público (PPA. burocrática. Despesa pública: tipos e etapas. h. Modelos de sistemas de informação. princípios e controles. LOA). Sistemas de gestão de pessoas: seleção. Fundamentos e Princípios constitucionais da gestão pública. c. d. Receita pública: tipos e etapas e. f. Novas abordagens da administração. b. Instrumentos de levantamento de informações. Mudanças. pagamento. Planejamento estratégico no setor público. j. g. comportamentalista. Noções de Estado. Teoria Geral da Administração a. Avaliação de desempenho. c. f. Estruturas e processos organizacionais. Racionalidade e controle do trabalho. b. 4. e. neoclássica.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ADMINISTRAÇÃO RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. conflitos e mediação no setor público. Arquitetura organizacional.

112 – Regime jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. Regime jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. S&OP. definições. Almoxarifado: inventário físico e os conceitos de organização. h. Gestão da Cadeia de Abastecimento: 1) Conceitos. Planejamento da Logística Empresarial: suprimento. 5S. normas e sistemas. e. Dívida e endividamento público. Balanços e levantamentos de contas.f. Administração Pública a. TQM. importância. Conceitos. c. d. Operadores Logísticos g. Tecnologia da informação aplicada à logística e à Administração de materiais. 6) Técnicas. Sistema tributário brasileiro 9. g. Fundamentos e sistemas de gerenciamento de estoques. estrutura. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. d. tecnologias e filosofias: ECR. 7. b. MRP. transportes. k. Contabilidade governamental: aplicação. 4) Infraestrutura de transporte e movimentação na cadeia de abastecimento. recebimento e armazenagem e distribuição de materiais. do Distrito Federal e dos Municípios. c. Análise e mudança organizacional. Indicadores de desempenho e indicadores de gestão.666 – Normas Gerais sobre compras. Logística Empresarial a. f. ISO 9000. Cultura e clima organizacional. c. TOC. Aprendizagem organizacional. O poder e a ideologia nas organizações. distribuição e custos. i. agentes e ambientes da gestão da qualidade. Gestão da qualidade a. 2) Alinhamento estratégico da cadeia de abastecimento e as estratégias de negócios. métodos e estruturas da gestão da qualidade. b. b. elementos e processos da cadeia de abastecimento.079. armazenagem. JIT. classificações. 8. Compras no serviço público e o processo licitatório. Compras no serviço público e o processo licitatório. Lei nº 8. d. Instrumentos de análise e ferramentas da qualidade. Orçamento e contabilidade pública a. 3) Organizações da cadeia de abastecimento. 6. b. c. j. de 30 de dezembro de 2004 . e. e.Institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. Processos. das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. Escrituração na administração pública. 5) Estoques na cadeia de abastecimento. das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. . d. TPM. Lei no 11. Orçamento público. Interação entre pessoas e organizações. Lei nº 8. Processos de melhoria contínua. dos Estados. e.

CLOSS. Administração financeira a. f. Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras. Dispõe sobre a organização da administração federal. BRASIL. indicadores e medidas de desempenho. g.638/07 e 11. impostos e fluxos de caixa. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. estabelece diretrizes para a reforma administrativa e dá outras providências. Financiamento em longo prazo. de 25 de fevereiro de 1967 e suas atualizações. Logística Empresarial. Utilização de demonstrações financeiras. LIMA. O Mapa estratégico e o Balanced Scorecard como instrumentos de gestão estratégica das organizações. 1990. sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional. Planejamento agregado e as decisões estratégicas em manufatura e serviços. b. Orientação para o mercado. São Paulo: Atlas. Gerenciamento das filas de espera. produção e operações a.941/2009 – sobre as Demonstrações Financeiras. h. Orçamento de capital. conceituação e escopo do planejamento estratégico. e. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Organização. DF. Alexandre. d.10. ______. c. G. 1967.666. Segmentação e posicionamento. Demonstrações financeiras. das autarquias e das fundações federais. David J. Natureza. competitividade e a estratégia de produção. b. BIBLIOGRAFIA: ARAÚJO. Decreto-Lei nº 200. Planejamento e gerenciamento de projetos: 1) Projetos como sistemas de coordenação de recursos. Lei nº 8. risco e retorno. 3) Objetivos da administração de projetos. c. Administração financeira em curto prazo. e. d. Sistemas de planejamento e programação da produção e planejamento das necessidades de recursos. Brasília. g. Administração de materiais. 2009. Leis 11. de 21 de junho de 1993 e suas atualizações. 5) Fatores críticos em projetos. ASSAF NETO. Estratégia empresarial. e. Marketing estratégico. ______. Curso de Administração Financeira. São Paulo: Atlas. c. Lei nº 8. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. 2) O que são Projetos. BOWERSOX. de 11 de dezembro de 1980 e suas atualizações.112.. Visão geral da administração financeira. técnicas e ferramentas. f. 4) Vantagens e desvantagens da administração por projetos. DF. Luis C. 12. Comportamento do consumidor. de. 2007. f. Gerenciamento estratégico. 2001. b. Custos empresariais. Análise e mensuração de processos: produtividade. Fabiano G. tático e operacional. Donald J. Brasília. métodos. Estratégia empresarial e fundamentos de marketing a. São Paulo: Atlas. d. serviços (inclusive de . 11.

R. ali. F. FENDER. 2005 CHIAVENATO. Rio de Janeiro: Elsevier. 2002. Rio de Janeiro: Elsevier. et al. WANKE. 2000. Rio de Janeiro: Elsevier. T.. 2006. Logística Empresarial. ed. Lei nº 11. FISCHER. D. Estratégia Empresarial: o desafio das organizações. Rio de Janeiro: Elsevier. P. Gestão de Pessoas. Michel.. _____________________. ______. C. 2004. ALEM. A. 2009. ed. São Paulo: Parsons Education do Brasil. HORNGREN.. KANAANE. Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações. Administração Estratégica: planejamento e implantação da estratégia. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP – Contabilidade Introdutória. PETER. David P. 2008. Organizações. C. Armand V. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. NORTON. Robert S. N. São Paulo: Atlas.Processo administrativo: normas básicas no âmbito da Administração Federal. Brasília. São Paulo: Prentice Hall. 2002. Norman. K. P. M. Rosa M. DF. DORNIER. ed.784 de 29 de janeiro de 1999 . Cultura e Poder nas Organizações. 2004. Curso de Direito Administrativo. F. Mapas Estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis. Vicente. 2010. 1999. São Paulo: Makron Books. São Paulo: Atlas.Institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. FLEURY. GONÇALVES. 1993. Sérgio. 2. 4 v. alienações e locações no âmbito dos poderes da União. 2006. sistemas de informação e pessoas. Teoria e Projetos. 2 v. JUNG. 2004. São Paulo: Atlas. . FEIGENBAUM. do Distrito Federal e dos Municípios. 1994. Maria T. GAITHER. Administração da Produção e Operações..171 de 22 de junho de 1994. 2006. 2001. P. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. GIAMBIAGI. São Paulo: Pioneira. CLEMENTE. São Paulo: Atlas. Gestão de Serviços: lucratividade por meio de operações e de satisfação dos Clientes. 2. F. 3. ______. Rio de Janeiro: Campus. 7.079 de 30 de dezembro de 2004 . São Paulo: Atlas. Philippe-Pierre. Antônio. Charles T. Belo Horizonte: Editora DG. Panos. Contabilidade de Custos.. ERNEST. Logística e Operações Globais. São Paulo: Saraiva. CORREA. Lei nº 9. Organização e Métodos uma Visão Holística. São Paulo: Atlas. TQC Controle de Qualidade Total: no estilo Japonês. Orçamento e Contabilidade Pública. Mauro. Henrique L. 2. KOUVELIS. São Paulo: Editora Atlas. Controle da Qualidade Total: gestão e sistemas. DAFT. FALCONI. ed. CURY. Finanças Públicas: Teoria e Prática no Brasil. 2006. 2010. Richard L. FIGUEIREDO. Idalberto. 2004. 2010. Ricardo. JUSTEN FILHO. 1996. J. CAON. KAPLAN. 2. 8. ed. FLEURY. Marçal. São Paulo: Atlas.. Teoria Geral da Administração. Ana Cláudia. ed. 2002. CERTO.ed. REIS. 2 . CARVALHO. ______. processos. ed. compras. Fábio. ______. 8. Decreto nº 1. Rio de Janeiro: Elsevier. Projetos Empresariais e Públicos. GONÇALVES. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil.publicidade). C. AFO Administração Financeira e Orçamentária. et. Gestão Pública: planejamento. S. ed. dos Estados. São Paulo: Saraiva. Ademir.

POZO. ANDRADE. Rio de Janeiro: Elsevier. A. Cultura e Ética nas Organizações.. 2003. ed. WESTERFIELD. ed. 10. José Jayme. 2006. OLIVEIRA. ed. Fernando Cláudio P Teoria das Organizações: evolução e crítica. Gerenciamento de Projetos. Luis Martins de. VILAS BOAS. PEREZ JR. J. Stephen. Contabilidade Pública. Daiane P. Governança no setor público. 2010. 2. MARTINS.. A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard. Mudança Organizacional: teoria e gestão. Rio de Janeiro: Elsiever. Finanças Públicas. 2001. Gareth. V. Rio de Janeiro: Elsiever. 2006. H. 1997. MINTZBERG. MENDES. Manual de gestão pública contemporânea. Gestão da qualidade: Teoria e prática. MATIAS-PEREIRA. São Paulo: Atlas. 9. 6. Fernando Cláudio P. São Paulo: Atlas. 2007. LIMA. Gestão Estratégica de Pessoas. ROSS. São Paulo: Atlas. . 2003. SILVA. 2009. MACHADO. 2005. Curso de gestão estratégica na administração pública. ed.______. São Paulo: Atlas. MORGAN. et al. São Paulo: Prentice Hall. 2003. ed. 2012. 8. São Paulo: Atlas. Administração da Produção. ed. São Paulo: Atlas. Eliseu. A. 2. São Paulo: Atlas.. 2. Administração Financeira. R. SROUR. São Paulo: McGraw-Hill. MOTTA. José Hernandez. Imagens da Organização.. 3. São Paulo: Thomson Learning.. 2011. ed. 4. Edição Executiva. MORAES JUNIOR. Contabilidade de Custos. 2002. O. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. Criando Organizações Eficazes: estrutura em cinco configurações. Ricardo. 2007. Henry. B. QUINTANA. ed. TAMEZ. Izabela. São Paulo: Thomson Learning. Rio de Janeiro: FGV. Antônio G. Administração de Marketing. Philip. São Paulo: Atlas. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. QUARESMA. 2011. R. SLACK.. VARGAS. Suzana M. 2. Lino M. 2003. 2012. Teoria Geral da Administração. Alexandre C. 2002. PALADINI. ed. Roselaine da C. São Paulo: Atlas. 2002. 2008. Jozi Cristiane da C. São Paulo: Atlas. JORDAN.. NOVAES. 2009. Rio de Janeiro: Elsevier. 2005. ___________________. Poder. Contabilidade Pública. 2000. Rio de Janeiro: Elsevier.. Contabilidade de Custos para não Contadores. Roselaine da C. São Paulo: Atlas. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. Edson P. MOTTA. São Paulo: Braspost. Randolph W. ___________________. Henrique. KOTLER. Carlos André S. MENDES. Bradford D. Contabilidade Governamental: Um enfoque administrativo. B. ed. VASCONCELOS.

processos e interdisciplinaridade. a. Classificação. Políticas. e.políticas. c. Instrumentos. d. d. 13. 8. Administração e planejamento de bibliotecas e princípios. . Recursos. Controle bibliográfico dos registros do conhecimento. Letramento e competência informacional 6. b. Missão. Processos. Teorias. Desenvolvimento de coleções a. d. Referência e disseminação da informação a. eletrônicas e disponíveis na web . técnicas. b.normas técnicas e patentes. Biblioteconomia. Fontes de informação impressas. b. a. Marketing em unidades de informação. processos e técnicas de qualidade. c. princípios. 10. Conservação e preservação de documentos. 7. Técnicas. documentação e ciência da informação: conceituação. Princípios. 2. Organização e representação da informação. Organização. Depósito legal. 3. Gestão da informação científica e documental. Catalogação. Missão b. a. processos e recursos. c. 5. b. Teorias. 11. 12. Gestão de serviços d. teorias. Indexação . 9. c. Gestão de serviços. Políticas. Organização c. 4. Bibliotecas a. Estudos de uso e usuários da informação. b. Processos. Políticas. Técnicas. c. Bibliotecas escolares.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: BIBLIOTECONOMIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.

2005. Vera Lúcia Doyle. DF: Briquet de Lemos/Livros. rev. 2. 7. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. Niterói: EDUFF. CAMPELLO. Nova Friburgo: Êxito. CUNHA. 2001. Sueli Angélica do. Bernadete. FERREIRA. rev. Beatriz V. Ailton. DF: Thesaurus.). Para entender as linguagens documentárias. d. BIBLIOGRAFIA: ABRUNHOSA. 2006. KREMER. DF: Editora UNB. Acessibilidade e visibilidade de revistas científicas eletrônicas. a. Niterói: Intertexto. 2002. DODEBEI. 2. ed.). 2007. Introdução ao controle bibliográfico. CÓDIGO de Catalogação Anglo Americano. 2008. São Paulo: FEBAB. 6028. 2006. Brasília. CAMPELLO. 14724). 10520.). Mapas conceituais. TARGINO. arquivos abertos e repositórios institucionais.0 ou web social. Marguerite (Org. DF: Briquet de Lemos/ Livros. et al. f. Sueli Mara Soares Pinto. e. Brasília. Manual de fontes de informação.. Lopes. 2004. 2002. SENAC. J. CHIAVENATO. 2003. Organização da informação na web: das tags à web semântica. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. a. ed. Rio de Janeiro. UFMG. Maria de Fátima G. 2. M. Marketing na Ciência da Informação. ed. 6029.14. 6027. Murilo Bastos. Eduardo W. b.. Soluções de tecnologias da informação voltadas à representação e disseminação da informação e do conhecimento. 2. 2007.]: Pólis.l. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. São Paulo: Ed. 2002. Bernadete. DIAS. atual. DF: Briquet de Lemos Livros. Introdução à teoria geral da administração. Ontologias. Bernadete S. Rio de Janeiro: Elsevier. Coletânea sobre preservação & conservação de acervos em bibliotecas brasileiras. FEITOSA. Brasília. Belo Horizonte: Autêntica. NAVES. 2000.M.). (Org. Brasília. para segurança e proteção do acervo. 2005. ed. A biblioteca escolar: temas para prática pedagógica. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária.Dewey Decimal Classification: 21. c. Metadados. Análise de assunto: teoria e prática. Madalena M. Belo Horizonte: Ed. CAMPELLO. CAMPOS. em Espanhol. [S. Normas Documentais. Web semântica. a. 17. Taxonomias. 2010. Maria Christina Barbosa de. 6023. (Org. Campus. ed. ed. TALAMO. Tecnologias da Informação aplicadas à gestão de acervos bibliográfico e documental. Maria das Graças (Org. ALMEIDA. 2010. ed. (NBR 6022. DF: Thesaurus. Direitos autorais. 2. Jeannete. L. AMARAL. 16. Idalberto. J. Normas documentais da ABNT. Aplicativos para gerenciamento de bancos de dados bibliográficos para empréstimo bibliográfico. Brasília. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. . . Brasília. CINTRA. CDD . A. Anna Maria Marques. Web 2. CENDON. 15.

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procedimentos e julgamento. Administração a. i. b. Orçamento público a. o controle de desempenho. as comissões e os departamentos de serviços. 5) da alienação. dispensa. Classificação do orçamento: orçamento tradicional. votação. descentralização de autoridade. reserva de contingência e passivos contingentes. limites. Tipos de orçamento. Planejamento: a natureza do planejamento. d. habilitação. Lei 11079/04. orçamento programa e orçamento base zero. Controle: o sistema de controle. c. Decreto-Lei nº 200: estrutura administrativa atual. Coordenação: a essência da coordenação. 3. o planejamento estratégico e operacional. execução e prestação de contas. tipos de autoridade.666 / 93. princípios de um sistema de controle. 4) das compras. h. o planejamento eficaz e os planos derivativos. autoridades de linha e assessoria. Recursos para execução dos programas: exercício financeiro. A Administração e a Contabilidade. créditos orçamentários e adicionais. transposições e transferências. . 2) das definições dos serviços técnicos. princípios orçamentários e aspectos do orçamento. a estrutura do plano. e. Licitações públicas (Lei nº 8. Direção de pessoal: a essência da direção. c. d. b. Administração Pública Federal a. a motivação. 3) profissionais especializados. Conteúdo e forma dos instrumentos orçamentários. e. f. 2. O processo de elaboração da proposta orçamentária. Orçamento tradicional versus orçamento-programa. objetivos. Evolução histórica do orçamento e sua correlação com o planejamento e os modelos de administração pública. b. a coordenação e administração. departamentalização. remanejamento. a comunicação e liderança e direção consultiva. discussão. 6) da licitação: modalidades. endividamento e operações de crédito. f. Visão geral do processo de alocação de recursos no Brasil. a dinâmica do planejamento na estrutura organizacional. Princípios orçamentários. g. o modelo de controle.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.ciclo orçamentário: elaboração. Organização: a natureza da organização. Lei complementar nº 123/06 e alterações posteriores): 1) dos princípios. administração direta e indireta. aprovação.

Consolidação das contas públicas. legislação básica (lei 4. Execução do orçamento-programa: programação financeira de desembolso e ciclo orçamentário. transferências voluntárias. Despesas de Exercícios Anteriores versus Restos a Pagar. Restos a pagar: inscrição. prestação de contas e fiscalização da gestão fiscal. Demonstrações contábeis: Balanço Orçamentário. adiantamentos e suprimento de fundos. g. o. Conceito. classificação legal e estágios da despesa. n. m. pagamento. Variações patrimoniais: interferências. divisão. o. a Lei de Diretrizes Orçamentária e a Lei Orçamentária Anual. 4. a estrutura do plano de contas. p.j. composição.180/2001). k. n. Relatório resumido da execução orçamentária e relatório de gestão fiscal. patrimonial e de compensação. Receitas públicas: definição. inventário.Proposta de Programação Financeira (PPF) e Programação Financeira Aprovada (PFA): cota. Sistemas de Contas: orçamentário. processos.Estrutura da contabilidade pública: plano de contas e tabela de eventos.A execução financeira através da fixação de limites de saque com vinculação de pagamento. constituição. classificação. geração de despesas e sua continuidade. classificação. Tomada e prestação de contas: responsáveis. dos Restos a Pagar e contas com função precípua de controle (contratos. l. natureza das contas de resultado. Despesas não submetidas ao processo normal de realização: conceitos. e. Lei de Responsabilidade Fiscal e suas atualizações: princípios. . Balanço Financeiro. prazos e tomada de contas especial. campo de aplicação. d. Dívida pública passiva: Divida Flutuante e Divida Fundada. ajustamento. Escrituração contábil no setor público. liberação financeira. Demonstração das Variações Patrimoniais e análise de balanços públicos. Regimes contábeis. cancelamento. cancelamento. princípios fundamentais. programação de desembolsos e mecanismos retificadores do orçamento. mutações. tipos. Divida Ativa: inscrição. competências e prazos constitucionais. convênios e instrumentos similares. transparência da gestão fiscal. planejamento. superveniências e insubsistências. Contabilização dos principais fatos contábeis: previsão da Receita. l. limites para a divida pública e mecanismos de transparência fiscal. diversos responsáveis. j. registro das principais operações típicas.872/86). classificação legal e estágios da receita. avaliação dos bens patrimoniais. Balanço Patrimonial. efeitos no planejamento e no processo orçamentário. destinação de recursos para o setor privado. b. m. cobrança. modelo do plano de contas e codificação do plano de contas. realização da Receita e Despesa. natureza das contas patrimoniais. i. descentralização de créditos.Lei de Responsabilidade Fiscal e suas atualizações: princípios.320/64 Lei complementar nº 101/2000 e Decreto federal 93. conceitos. q. Despesas públicas: definição. k. Gestão organizacional da Contabilidade Pública no Brasil: papeis de Secretaria do Tesouro Nacional-STN e dos Órgãos Setoriais de Contabilidade (Lei nº 10. Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI): conceito. limites para despesas de pessoal. c. Patrimônio na administração pública: bens públicos. geração de despesas. incorporação e baixa de bens. cauções. objetivos. h. financeiro. resgate. renuncia de receitas. f. Contabilidade pública a. repasse e sub-repasse. O Plano Plurianual. fixação da Despesa. objetivos. cancelamento e baixas. condições gerais e relação dos restos a pagar com a dívida pública.

Inventários. As contas de resultado e patrimoniais. estudo de casos de auditoria. Custo por ordem. Contabilidade de custos a. Margem de contribuição. Fixação do preço de venda. Beyond Budgeting. Auditoria governamental: finalidades. Custos nas entidades públicas: custeio por absorção. g. de custos e de despesas. Apuração do resultado. Noções preliminares. e. formas de execução. Conceitos. Produtos conjuntos e subprodutos. por processo e por atividades. h. Apropriação e contabilização dos custos. 5. . Contabilidade gerencial a. técnicas de auditoria. f. Lançamentos e os métodos das partidas dobradas. baseado em atividades e padrão. Mão de obra improdutiva. b. Custo da mão-de-obra. Centros de lucro e preços de transferência. papéis de trabalho. Avaliação dos ativos e passivos. e. Custos nas decisões empresariais. Relações custo-volume-lucro. d. j. Custo padrão e custo meta. de produção. programa de auditoria. Contabilidade geral a. 6. Classificação dos custos.638/07 e Lei 11941/09. Orçamento base zero. parecer e relatório de auditoria. Custos das matérias-primas e. do lote econômico de compras. o. Orçamento por atividades. Gestão estratégica. das demonstrações contábeis.r. g. órgãos de controle externo e interno e vinculação do controle externo e interno. Registro de operações típicas. f. Orçamentos flexíveis e contínuos. controle na administração pública (externo e interno). c. normas fundamentais de auditoria. Sistemas de apuração de custos. Relatórios financeiros da empresa. achados e evidencia de auditoria. Ponto de equilíbrio contábil e financeiro. l. Balanced Scorecard g. Os elementos de custos. Alterações introduzidas com a Lei 11. abrangência. c. b. objetivos. Medidas preliminares à elaboração de balanços. d. Abordagens contemporâneas de custeio. Sistemas de incentivos. Determinação do CMV e CPV j. Pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. d. b. Elaboração das demonstrações contábeis. Controle orçamentário. de estoques. Os custos indiretos de fabricação. h. processo de auditoria. Fatores limitativos. O orçamento geral e orçamentos específicos: de vendas. m. tipos de auditoria. Introdução – registro e solução dos problemas. Fator de aplainamento da mão de obra. variável direto. h. n. Equação patrimonial. Consolidação de demonstrações contábeis. 7. k. c. Descargas unidirecionais e recíprocas i. Princípios contábeis. Classificação e conceitos dos fatos contábeis. i. Produzir ou comprar. fundamentação legal. Taxas departamentais. f.

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b. eletrônico e digital. d. e. planejamento. d. Globalização. 2. Ética e deontologia da comunicação. Eventos. Teorias do jornalismo e da prática noticiosa b. Gerenciamento de crises e de questões públicas. André. c. História. São Paulo: Paulinas. d. Tópicos especiais em comunicação a. Legislação e ética das relações públicas. Decreto nº 70. Legislação e ética do jornalismo. .). São Paulo: Loyola. Metodologia e pesquisa em comunicação. Cândido Teobaldo. Imagem. d. Novas tecnologias da informação e da comunicação. BRASIL. Jornalismo impresso. e. Comunicação de massa e indústria cultural. c. Aprova as Normas de Cerimonial Público e a ordem geral de precedência. de. Teorias e história da comunicação. e. c. 2003. normas do cerimonial público e ordem de precedência. b. BIBLIOGRAFIA: ANDRADE. identidade e ética empresarial. cidadania e responsabilidade social.274. c. 2007. e.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: COMUNICAÇÃO SOCIAL RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. 1989. Psicossociologia das Relações Públicas. b. São Paulo: Paulus. teorias e conceitos de relações públicas. Cultura organizacional e ouvidoria. Fundamentos e modalidades do jornalismo a. Estudos de recepção e mídia. BARBOSA FILHO. de 09 de março de 1972. Ética e comunicação organizacional. Pesquisa. técnicas e ferramentas de relações públicas. Fundamentos do campo da comunicação a. Gêneros radiofônicos: os formatos e os programas em áudio. Tipologia de públicos em relações públicas. 4. Fundamentos de relações públicas a. História da imprensa e do jornalismo no brasil. BARROS FILHO. (Org. C. Assessoria de comunicação. 3.

São Paulo: Cultrix. CONFERP – Conselho Federal de Relações Públicas. 2009. Margarida Maria Krohling. Jorge (Org. KUNSCH. sociedade e cultura. São Paulo: Saraiva. 1997. São Paulo: Summus. Comunicação e indústria cultural: leituras de análise dos meios de comunicação na sociedade contemporânea e das manifestações da opinião pública. 2005. 1987.). Campos do Jordão. FRANÇA. Rio de Janeiro: Mauad. Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva dialógica e transformadora. 5. ed.) Sociedade midiatizada. KUNSCH. São Paulo: Summus. 2000. MORAES. Paulo-Edgar A. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. São Paulo: Paulus. Fundamentos teóricos da comunicação humana. São Paulo: Difusão Editora. A globalização da comunicação. São Paulo: T. X. 2009. questões públicas. Rio de Janeiro: Elsevier. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. (Org. Rio de Janeiro: Mauad. v. 1973. 2007.) Teoria da comunicação humana. v. Comunicação Organizacional. RJ: Vozes. A. Como gerenciar: imagem.). Comunicação e democracia: problemas e perspectivas.III: A era da informação: economia. Comunicação empresarial integrada. KUNSCH. Fábio.. 2009. Queiroz. História. Margarida Maria Krohling. Legislação da comunicação social. COHN. ampliada e atualizada. Técnicas. São Paulo: Saraiva. de 24 de agosto de 2002. 2003. Armand. 2006.). CESCA. Manuel. KUNSCH. Jorge. (Org.CASTELLS. RESENDE. Dênis de. M. crises empresariais. 2. Gabriel. São Paulo: Saraiva. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. Rio de Janeiro: Guanabara. contextos e relacionamentos. KUNSCH. teorias e estratégias nas organizações contemporâneas. Maria Aparecida. SP: Edusc. (Orgs. 1999. Rio de Janeiro: CONJAI. James E. 1. Relações públicas estratégicas. Relações Públicas: teoria. São Paulo: Summus. Rousiley C. . Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e prática.). 1988. DUARTE. DUARTE. 2002. Teoria e técnica do texto jornalístico. A sociedade em rede. comunicação simbólica. Comunicação Organizacional. GOMES. FERRARI. KUNSCH. São Paulo: Atlas. Antonio. São Paulo: Summus. IANNI. Stephen W. O poder da identidade.II: A era da informação: economia. 1994. MAIA. DOWBOR. sociedade e cultura. Margarida Maria Krohling. 2. Edição revista. COSTELLA. Fim de milênio. Desafios da comunicação. Roberto de Castro. Fundamentos e processos. sociedade e cultura. (Org. Octávio. Wilson. V. (Org. 2005. Antônio F. (Orgs. Cleuza Gertrude Gimenes. Petrópolis. (Orgs.I: A era da informação: economia. Relações Públicas: história. Waldemar Luiz. 2009. LITTLEJOHN. Nilson. gestão e perspectivas. 2000. Luiz Alberto de. 2008. 2000. Margarida Maria Krohling. propaganda e cultura de massa nessa sociedade. NEVES. Bauru. São Paulo: Atlas. Frank E. 2003. conceitos e instrumentos.). 2011. (Org. São Paulo: Paz e Terra. Ladislau. FARIAS. Campus. Manual nacional de assessoria de imprensa. Margarida Maria Krohling. DANCE. SILVA. GRUNIG. V .). MATTELART. V . Hélio. (Org.). Resolução Normativa nº 43. Linguagem. FENAJ. BARROS. LAGE. SP: Editora Mantiqueira. ed.).

RJ: Vozes. 2005. 2003. SAAD. teorias e estórias. 2006.). SIMÕES. informação e comunicação. A história da imprensa no Brasil. Chapecó: Argos. Mauro. Celso. VISMONA. Tradução do Grupo de Estudos sobre Ideologia. Mário Wilton de. A ouvidoria brasileira: dez anos da Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman. Nelson Werneck. 1993. (Org. comunicação e representações sociais da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PURCS. . O conceito de público em Relações Públicas.NUCCI. Internet. 1995. Edson. 1999. 1999. ed.). 1995. Tradução de Karina Jannini. TRAQUINA. (Org. Lisboa: Vega. STEFFENN. O texto na TV: manual de telejornalismo. 2006. WOLF. Beth. Roberto Porto. SODRÉ. Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman. 2001. SOUSA. SOUSA. John B. Brasília. THOMPSON. Ana Maria. 2. Recepção mediática e espaço público: Novos olhares. São Paulo: Senac. São Paulo: Summus. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Jorge Pedro. São Paulo: Brasiliense. Relações públicas: função política. Rio de Janeiro: Mauad. 2002. 3. Teorias da notícia e do jornalismo. Petrópolis. São Paulo: Martins Fontes. ed. São Paulo: Summus. PATERNOSTRO. Jornalismo: questões.). 2003. Nelson. Teorias da comunicação de massa. Porto Alegre: Cidadela.). DF: Senado Federal. 2008. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Vera Ísis. SIMÕES. São Paulo: Paulinas. (Org. (Org. Roberto Porto. Estratégias para a mídia digital. Relações públicas e micropolítica. Manual de jornalismo da Radiobrás.

Controle da administração. f. g. Improbidade administrativa. c. sociedades. Sistema administrativo brasileiro. Poder de polícia. suas modalidades e efeitos. j. Intervenção na propriedade e atuação no domínio público. p. Prescrição e decadência. c. Licitações e Contratos Administrativos. l. o. s. Princípios da Administração Pública. Política nacional do meio ambiente. Direito Administrativo a. g. d. Domínio público.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: DIREITO RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. n. q. Princípios fundamentais do Direito Ambiental. e. f. f. b. Emendas Constitucionais 19 a 24 à CF/88 e o Direito Administrativo. Licenciamento ambiental. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Direito Ambiental a. atos e negócios jurídicos. Contratos e suas espécies. Consórcios públicos e parcerias público-privadas. permissão e autorização. relatório de impacto ambiental e Audiências Públicas. k. e. d. Fatos. Infrações ambientais. d. Direito Civil a. Repartição de competências em matéria ambiental. h. b. b. Sanções administrativas. i. 2. Responsabilidade civil. Tipologia: associações. Sujeitos de direitos e deveres: pessoa física e pessoa jurídica. estudo de impacto ambiental. Bens públicos: classificação e caracteres. Regulamento Disciplinar do Exército. Normas constitucionais relativas à proteção ambiental. Processo Administrativo. r. Responsabilidade civil da administração pública. Função pública e regime jurídico dos servidores públicos da União civis e militares. Pessoa jurídica. Atos Administrativos: conceituação e classificação. fundações. . Agências reguladoras. m. Organização Administrativa Federal. organizações religiosas e partidos políticos. Concessão de serviços públicos. t. Administração Pública Direta e Indireta e Organizações Sociais. c. g. Responsabilidade fiscal dos entes federados. e. Sistema Nacional do Meio Ambiente. 3. Direito das obrigações.

p. Conselho da República. Princípio do contraditório. m. c. l. Princípio da legalidade e da reserva legal. Processo legislativo. União Federal: competências. d. Estado de sítio. i. Licitude (causas legais de exclusão). O controle de constitucionalidade no Brasil: modalidades. Crime: 1) conceito 2) divisão ou espécie 3) elementos. k. Direito de família: generalidades. b. Direitos sociais. Espécies legislativas. Regime constitucional da propriedade. Sistema de freios e contrapesos. Poder Executivo: atribuições. Direitos políticos. da ampla defesa e do devido processo legal. Poder Legislativo: organização. i. Direitos reais sobre coisas alheias: conceituação e classificação. Intervenção federal. g. Ordem econômica e financeira. Poder Constituinte Originário e Poder Constituinte Derivado. m. Tribunal Superior Eleitoral. Direitos e interesses das populações indígenas. Direito Penal a. ADC e ADPF) 3) Controle das omissões inconstitucionais: ADIn por omissão e mandado de injunção e. objeto e elementos. k. Estado de defesa. Tribunal Superior do Trabalho. Propriedade móvel e imóvel: aquisição e perda. Superior Tribunal Militar: organização e competência. Tribunais superiores: organização e competência. Aplicação da lei: 1) princípios da legalidade e da anterioridade 2) interpretação 3) analogia 4) a lei penal no tempo e a lei penal no espaço b. Hermenêutica constitucional. Tribunais e juízes militares. 1) Controle difuso: características 2) Controle concentrado: características e principais ações (ADIn. Direito à nacionalidade. Intervenção do Estado no domínio econômico. f. Posse: conceito e classificação. Direito Constitucional a. c. Direitos individuais e coletivos.h. Estado-membro: autonomia. l. Poder Judiciário: organização. Ação (relação de causalidade). Normas constitucionais: classificação. atribuições. limitações expressas e implícitas ao poder de reforma constitucional. Supremo Tribunal Federal. conteúdo e caracteres. Culpabilidade: 1) erro de tipo 2) erro de proibição 3) dolo . o. Supremacia da Constituição. Conselho Nacional de Justiça. h. Constituição: conceito. Tipicidade (tipo legal do crime). Sucessão e suas modalidades. 5. 4. e. definição. Superior Tribunal de Justiça. j. Federação e sistema constitucional de repartição de competências. Direito de empresa: empresário e espécies de sociedade. f. d. Princípio da isonomia. competências e poder constituinte estadual. j. n. Conselho de Defesa Nacional. Presidente da República e Ministros de Estado.

j. Crimes de tráfico de entorpecentes. Exaurimento. Crimes contra a fé pública. requisitos. espécies. Competência: espécies. l. g. Processo e procedimento: conceito. h. Atos preparatórios e de execução.Princípios gerais do Direito Processual: fontes e eficácia da Lei Processual. Petição Inicial: pedido. modificações do pedido e indeferimento da inicial. modificações. n. v. aa. Efeitos da condenação. Concurso de crimes e concurso de leis. objeto. d. órgãos auxiliares. ônus e valoração. formação. Resposta do réu: contestação. Direito Processual Civil a. x. Consumação. Crimes de lavagem de dinheiro. substituição processual. incompetência e conflito de competência. Jurisdição: conceito. assistência e intervenção de terceiros. reconvenção e revelia. procedimentos sumário e ordinário. Extinção da punibilidade: 1) renúncia 2) perdão 3) perempção 4) decadência e prescrição (ação e pretensão executória) s. capacidade. comunicação e nulidades. l. b. multa e aplicação da pena. Concurso de pessoas. restritiva de direito. espécies e limites.4) culpa e causas legais de exclusão g. Crime organizado. 6. lugar. u. partes. Medidas de segurança. m. bb. elementos e cumulação de ações. r. l. teoria. representação. tempo. Imputabilidade Penal. Crimes contra o patrimônio. princípios. k. pressupostos processuais. classificação e defeitos da sentença. Desistência voluntária e arrependimento eficaz. Arrependimento posterior. j. o. c. Pena: privativa de liberdade. Ação: conceito. prazo. princípios. Sentença e coisa julgada: estrutura. Crimes políticos. Livramento condicional. Crime impossível. classificação. suspensão e extinção do processo. h. y. Sujeitos da relação processual: o juiz. Tentativa. e. Crimes contra a pessoa: 1) crimes contra a vida 2) lesões corporais 3) rixa 4) crimes contra a honra e crimes contra a liberdade individual t. A Prova: espécies. f. z. Crimes de abuso de autoridade. Suspensão condicional da pena. formas. causa de pedir. perpetuação. . litisconsórcio e suas espécies. i. q. Providências preliminares e julgamento conforme o estado do processo. Circunstâncias agravantes. Atos processuais: forma. i. condições. p. exceções. k. Crimes contra a Administração Pública. w. Crimes hediondos.

Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa: ação de consignação em pagamento. recurso adesivo. ação de anulação e substituição de títulos ao portador. desapropriação e usucapião especial. Direito Processual Penal a. Princípios Constitucionais Tributários. 8. liminar. c. peculiaridades. vigência. r. Execução das penas: 1) evolução e regressão 2) regimes de cumprimento da pena 3) incidentes: suspensão condicional da pena. f. b. agravo. Prova: 1) disposições gerais 2) ônus da prova 3) procedimento probatório 4) provas em espécie h. indulto. mandado de injunção. q. Direito Tributário a. pressupostos. suspensão. h. graça. e. e. Processo Cautelar: estrutura. ITR e ISS. Eficácia da lei penal no tempo e no espaço. Mandado de segurança. execução e recurso. g. caracteres e princípios gerais. apelação. habilitação. Execuções Especiais: execução fiscal e execução de crédito hipotecário vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação. . ação civil pública. o. Persecução penal. n. Competência Tributária. 7. embargos de terceiro. s. d. livramento condicional. f. Responsabilidade tributária. ações possessórias. finalidade. b. Crédito tributário: constituição. ação popular. anistia. IPI. c. Tributos em espécie: IR. ação de depósito. habeas data.m. interpretação e integração. Ação Penal Pública e Privada. p. duplo grau. Garantias e privilégios do crédito tributário. Juizado Especial Federal. Imunidades. Prisão: 1) o ato prisional 2) prisão em flagrante 3) prisão preventiva 4) prisão temporária 5) prisão cautelar 6) prisão administrativa 7) novas prisões preventivas obrigatórias 8) liberdade provisória 9) fiança g. Processo de execução. Recursos: generalidades. restauração de autos e ação monitória. representação e correição. d. ação de prestação de contas. embargos infringentes. Limitações Constitucionais do Poder de Tributar. reabilitação. Direito Processual Penal: conceito. embargos de declaração. Legislação tributária. ICMS. extinção e exclusão. espécies. Obrigação tributária: fato gerador. sujeito ativo e passivo. Conceito e Classificação dos Tributos. Inquérito.

g. Crimes doloso. natureza e pressupostos processuais. Atos. Direito Processual Penal Militar a. Crime consumado e crime tentado. Suspensão condicional da pena. Processo ordinário. f. A Administração Pública e o Direito do Trabalho. Execução. f. A menagem. d. Atos probatórios. e. Ação penal. O comparecimento espontâneo. Ministério Público da União na Lei Complementar n. Direito Penal Militar a. c. b. Habeas Corpus. comutação da pena. Providências que recaem sobre coisas ou pessoas. Salário-mínimo. Elementos constitutivos do crime. e. Processo: conceito. Livramento condicional. k. Exceção. n. Jurisdição e competência. h. b. Direito Processual Trabalhista a. d. . Denúncia. c. Parte IV:Das Disposições Gerais. A liberdade provisória. j. Parte geral e especial. Exercício. Extinção de punibilidade. Transitórias e Finais 11. Crimes em tempo de Guerra. Atos probatórios e disposições a serem observadas no Inquérito. Crimes em tempo de Paz. Relação causal. Incidentes de execução. b. Organização judiciária militar. culposo e preterdoloso. o. Penalidades. Lei de organização Judiciária Militar: Parte I: Da Estrutura da Justiça Militar da União. i. Aplicação provisória de medidas de segurança. c. Execução das medidas de segurança. m. Aplicação da pena. Competência da Justiça Militar da União. Erro. b. Inquérito Policial Militar. f. Dissídios individuais e coletivos. Controle externo da atividade policial. Processos de Competência Originária do STM. Duração do trabalho.9. Efeitos da condenação. Processo no caso de Guerra. Crime impossível. e. Ação Penal Militar. Polícia Judiciária Militar . i. Processos Especiais: Insubmissão e Deserção. Indulto. Penas principais e acessórias previstas no CPM. Medidas preventivas e assecuratórias. Direito do Trabalho e Previdência a. Contestação. d. Recursos. Nulidades. l. d. Parte III: Da Organização da Justiça Militar em Tempo de Guerra. h. Ação: conceito. 10. Justificantes legais. Imputabilidade. Execução da sentença. termos e prazos processuais. g. Exculpantes legais. Controle externo da atividade policial judiciária militar. Da lei de processo penal militar e sua aplicação. Contrato individual do trabalho: o emprego e o empregador. Concurso de agentes. Desistência voluntária e arrependimento eficaz. g.75: das disposições gerais (TítuloI) e do Ministério Público União (Título II). j. Parte Geral e especial. anistia e reabilitação. natureza e condição. Juiz. 12. partes e auxiliares. Medidas de segurança. Aplicação da Lei Penal Militar. c.

Férias. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. São Paulo: LTr. [S.010. ed. do empregador doméstico. f. parte geral. 1966. j. Editora Juruá. períodos de carência. Lei do Serviço Militar. Obrigações acessórias. 2010. 24 set. BIBLIOGRAFIA: ALEXANDRE. Constituição Federativa do Brasil – 1998. h. com suas últimas Emendas. Lei nº 5. São Paulo: Método. extinção e suspensão do contrato de trabalho e interrupção da prestação de serviço. ed. multa. Estados e Municípios. 2005. 2009. g. 7) Regime de Previdência Social dos Militares. Rio de Janeiro: Lumen Júris. 4. DF. 5) Benefícios da Previdência Social: noções básicas. Brasília. Comentário ao Código Penal Militar. Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União. 3. ______. alteração. Direito Tributário Esquematizado. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.172.830. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 5 ed. São Paulo: Saraiva. Modalidade de contrato de trabalho. 2010. 6. Ricardo. 1980. BANDEIRA DE MELO. 6) Regimes de Previdência Existentes no Brasil. 1. ed. 2010. 17 jan. 2) Financiamento da seguridade social. i. Trabalho da mulher e do menor. Prazos de recolhimento. AMARO. 2010. ______. Convenções e acordos coletivos de trabalho. BARROSO. [S. Parcelas integrantes e parcelas nãointegrantes.869. ASSIS. Luís Roberto. Curso de Direito do Trabalho.]: Editora Saraiva. 6. espécies de prestações. Celso Antonio. beneficiários. 2009. DF. Código de Processo Penal Militar Anotado. [S. Cezar Roberto. Direito Ambiental. Lei n° 4375 de 17 de agosto de 1964. 3. ______. 4) Arrecadação e recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social. Conceituação. ed. Conceito. higiene. Jorge César de. ed. 2ª tiragem. Brasília. São Paulo: Saraiva. 27. receitas de outras fontes. acidentes e racionalização do trabalho. v.]: Editora Juruá. ANTUNES. Limites. v.e. ed. de 11 de janeiro de 1973. 6. Receitas da União. Alice Monteiro de. Curso de Direito Administrativo. ______. Brasília. organização e princípios constitucionais. ASSIS. Paulo de Bessa. benefícios. sobre a receita de concursos de prognósticos. Organiza a Justiça Federal de primeira instância. 2010. 27 out. . de 22 de setembro de 1980. Lei nº. Receitas das contribuições sociais: dos segurados.l. Lei 5. ed. BRASIL. São Paulo: Malheiros. 3) Salário de contribuição.]: Editora Juruá. Jorge César de. 16. DF. e dá outras providências. 2010. Recolhimento fora do prazo: juros. BARROS. remuneração. do produtor rural. Luciano. 15. 12. Curitiba. das empresas. Lei nº 5. Institui o Código Processo Civil. ______. de 25 de outubro de 1966. do clube de futebol profissional. Direito Tributário Brasileiro. 1 e 2. ed. Previdência Social: 1) Seguridade social.l. Comentários ao Código Penal Militar. Tratado de Direito Penal. Dispõe sobre a cobrança judicial da dívida Ativa da Fazenda Pública e dá outras providências.l. 1973. segurança. Controle de constitucionalidade no direito brasileiro. de 30 de maio de 1966. BITENCOURT. Do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. ______. ed.

Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.213. Lei nº 9. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. ______. 13 jul. Dispõe sobre a organização da Seguridade Social. ______. 1999. Brasília.880. Brasília. e dá outras providências. DF. de 10 de novembro de 1999. Dispõe sobre o processo e julgamento da ação direta de inconstitucionalidade e da ação declaratória de constitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal. Regulamenta o art. de 3 de dezembro de 1999. 22 jun. DF. Lei nº 6. 102 da Constituição Federal. 1988. 14 maio 1990. Lei nº 8. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______. 1991 e Republicado no Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Lei nº 8. Brasília. DF.112. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. de 11 de dezembro de 1990. Brasília. de 31 de agosto de 1981. 1981. 2002. institui Plano de Custeio. DF. de 11 de julho de 1984. 37. Lei nº 8.605. 11 dez. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Dispõe sobre o processo e julgamento da argüição de descumprimento de preceito fundamental. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 25 jul.457. de 9 de dezembro de 1980. 1985. institui normas para licitações e contratos da administração pública e dá outras providências. 8 set. de 24 de julho de 1991. 1984. Lei nº 10. republicado e retificado em 6 jul. DF. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Lei nº 6. ao consumidor. 1991.______. das autarquias e das fundações públicas federais. Brasília. Lei nº 9. DF. ______. 1999. DF. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. 11 nov. ______. ______. Brasília. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Brasília. de 21 de junho de 1993. Lei nº 8. DF. estético. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação. DF. Dispõe sobre o fundo de garantia do tempo de serviço. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1991. Brasília. ______. Institui a Lei de Execução Penal. de 4 de setembro de 1992. de 12 de fevereiro de 1998.347. Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. Organiza a Justiça Militar da União e regula o funcionamento de seus Serviços Auxiliares. DF. a bens e direitos de valor artístico. 1998.036.212. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1994. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.784. 1992. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 13 fev. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 11 jan. DF. ______. de 29 de janeiro de 1999. e dá outras providências. DF. Brasília. Lei nº 8. 1999. e dá outras providências. Brasília. Brasília. turístico e paisagístico (VETADO) e dá outras providências. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. Lei nº 7. 25 jul.210. Dispõe sobre os Estatutos dos Militares. histórico. ______. Lei nº 9. de 11 de maio de 1990. ______. Disciplina a ação civil pública de responsabilidade por danos causados ao meio-ambiente. inciso XXI.666. Lei nº 7. em 14 de agosto de 1998. 19 abr. Lei nº 8. Brasília. .882. 1993. Institui o Código Civil. 11 mar. Lei nº 9. 25 jul. Brasília.938. 6 dez. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. de 10 de janeiro de 2002. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.406. 2 set. DF. e dá outras providências.868. da Constituição Federal. de 24 de julho de 1991. ______. de 24 de julho de 1985. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. nos termos do § 1o do art.

1999 e 21 jun. DF. DF. 1969. DF. Brasília. 117 e 136) ______.765. 21 out. Decreto nº 3. Decreto-lei nº 3. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.689. posse e comercialização de armas de fogo e munição. 2002. Disciplina o mandato de segurança individual e coletivo e dá outras providências. DF.826/2003. de 31 de agosto de 2001. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Brasília. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.001. de 20 de maio de 1993. Código de Processo Penal Militar. de 9 de junho de 1999 (atualizada pelas Leis Complementares n. . DF. Lei nº 11.343. DF. que dispõe sobre a reestruturação da remuneração dos militares das Forças Armadas. Código de Processo Penal.340. ______. ______. Brasília. ______. ______. 226 da Constituição Federal. 31 dez. atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas. DF. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.Sisnad. Brasília. e dá outras providências. altera o Código de Processo Penal. Decreto-lei nº 2. DF.016. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. 8 ago. 7 maio 1999 e Republicado no Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Lei Complementar Nº 97. 2006. 13 out. de 9 de dezembro de 1980.307. Brasília. ______. Lei nº 12. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União. de 21 de outubro de 1969. 1999. ______. de 4 de maio de 1960. nos termos do § 1o do art. Dispõe sobre a organização. Brasília.048. de 23 de agosto de 2006. 18 jun. Brasília. Lei nº 11. ______. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. de 18 de julho de 2002. de 26 de agosto de 2002. 14 ago. Aprova o Regulamento Disciplinar do Exército (R-4) e dá outras providências. sobre o Sistema Nacional de Armas – SINARM. define crimes e dá outras providências. 1998 e Retificado no Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. altera as Leis nos 3. de 21 de outubro de 1969. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1940. DF. 19 jul. 2009. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. 6 dez. ______. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Lei Complementar 75. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Aprova o Regulamento da Previdência Social. Regulamenta a Medida Provisória no 2. e dá outras providências. Brasília. define crimes e dá outras provodências. de 7 de dezembro de 1940. Brasília. 2006.417. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas. 1941. DF. e dá outras providências. prescreve medidas para prevenção do uso indevido. ______. Código Penal Militar.848. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. Dispõe sobre o processo e julgamento da argüição de descumprimento de preceito fundamental. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Brasília. Decreto nº 1. 5 maio 2000. de 7 de agosto de 2006. 102 da Constituição Federal. Decreto-lei nº 4. Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas . de 3 de outubro de 1941. 21 out. Lei nº 11.DF. 1969.880. ______.002. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.______. de 3 de dezembro de 1999.215-10. nos termos do § 8o do art. Lei 10. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. de 7 de agosto de 2009. de 4 de maio de 2000.346. ______. 1999. Decreto-lei nº 1. Lei complementar nº 101. Decreto nº 4. ______. e 6. 7 ago. Código Penal. Brasília. Dispõe sobre registro. de 6 de maio de 1999. 24 ago.

São Paulo: Forense. 20. 3. Curso Prático de Direito Previdenciário. JUSTEN FILHO. ed. ______. CARRION. 2010. ed. e http://www. v. Marinoni e Sérgio Cruz Arenhart. São Paulo: RT. ed. LOBÃO. Curso de Direito Processual do Trabalho. 35. 2. 2010. Maurício Godinho. João Batista. ed. ed. de 1º de maio de 1943. DINAMARCO. Hugo de Brito. 2009. ed. 7. Pablo Stolze. ed. Brasília. Brasília. 14. Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. DELGADO. Decreto nº 70. Novo Curso de Direito Civil. 3.gov. Orlando. Valentin. de 06 de março de 1972. GOMES. São Paulo: RT. Curso de Direito Tributário. São Paulo: Saraiva.______. 2010. ed. v. 20. Manual Nacional de Controle Externo da atividade policial do CNPG. 2010. ed. Curso de Direito do Trabalho. ______. Introdução ao Direito Civil. Comentários à Lei de Licitações e Contratos Administrativos. 2010. 2. 7. 3. 2. São Paulo: Método. Direito Processual do Trabalho. Carlos Alberto Pereira de. São Paulo: LTR. 3 v. 2010. . São Paulo: Malheiros. ed. Dialética. Processo de Conhecimento. DINIZ. Manual de Direito Administrativo. Decreto-lei nº 5. 9. Niterói: Impetus. v. Célio. São Paulo: Saraiva. Aury. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Curso de Direito Constitucional Tributário. 2009. Maria Helena. LEITE. Luiz Guilherme. Lei de Drogas Comentada. ed. 8. MARINONI.mpm. 2010. 5. 26. 2007. 2009 CASTRO. Decreto nº 57. 23. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. A instrumentalidade do processo. 14. 2010. Fábio Zambitte. Marinoni e Sérgio Cruz Arenhart. 3. 2008. Luiz G. Direito Processual Civil Brasileiro. LOPES JÚNIOR. MACHADO. Salvador: Juspodivm.cnpj. DF. 1999. _______.br. 2010.l. Paulo Affonso Leme. [S. 2010. v. Cândido Rangel. Manual de Direito Previdenciário. CARVALHO FILHO. MACHADO. 12. 2010. 1972. ed. 2009. e outros sítios de Ministérios Públicos. 1 e 2. ed. Carlos Henrique Bezerra. Execução. GOMES. v. 2009. GIGLIO. PAMPLONA. 2011 GAGLIANO. Maria Silvia Zanella. Marinoni e Sérgio Cruz Arenhart. São Paulo: Saraiva. Processo Penal Militar. José dos Santos. Curso de Direito Civil. DF: Brasília Jurídica. Direito Administrativo. rev. Rodolfo Filho. Dispõe sobre o processo administrativo Fiscal e dá outras providências. DI PIETRO. São Paulo: Malheiros. 15. no link Controle Externo da Atividade Policial. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. Marçal. FIORILLO. LAZZARI. Rio de Janeiro: Lumen Júris. São Paulo: Saraiva. ed.. São Paulo: Malheiros. São Paulo: Malheiros. IBRAHIM. 7 mar. 2007. São Paulo: LTr. Vicente. ed. Disponível em: <http://www. São Paulo: LTR. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Atlas. 2012. Teoria Geral do Processo. Direito Processual Penal e sua conformidade constitucional. 2010. ed. 30.]: Editora Lumen Júris.235. ed. Celso Antonio Pacheco. 2. 23. e ampl. Salvador: Ministério Público.br>. ed. ed. CUNHA Jr.654 de 20 de janeiro de 1966. Dirley da.452. Luiz G. 8. Direito Ambiental Brasileiro. Wagner. ed.16. Salvador: Podium. DF. Regulamenta a Lei do serviço Militar. no link Grupo Nacional de efetivação do Controle Externo da Atividade Policial. Brasília. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. São Paulo: Saraiva. 3 v. ed. São Paulo: Saraiva. 18. 1943. GRECO FILHO. Roque Antônio. Direito Penal Militar atualizado. Ivan. São Paulo: RT. Luiz G. Luiz Flávio. Ed. São Paulo. 3. CARRAZA. ed. Curso de Direito Previdenciário. KERTZMAN. ed. São Paulo: RT.org. ______. ed. 1 ______. 2009.

2010. ed. TORRES.: s.l. 25. Código Penal Comentado. ed.]: Ed. Alexandre de. José Augusto. J. 33. São Paulo: RT.gov. Curso de Direito do Trabalho. [19?]. 2004. O novo processo civil brasileiro. [S.l. MORAES. ed.l. Silvio. Manual de Direito Processual do Trabalho.]: Ed. ed. Guilherme de Souza. 3 v. Rio de Janeiro: Forense.l.n. LTr. 3. Direito Sindical e Coletivo do Trabalho. 2011. Calmon de. Curso de Direito Processual do Trabalho. Código de Processo Civil comentado: e legislação extravagante: atualizado até 7 jul.]: Editora Revista dos Tribunais.]. NASCIMENTO. 2010. ed. ed. ed. 4. MIGUEL. São Paulo: Saraiva.l. São Paulo: Saraiva. Rio de Janeiro: Forense. ______.l. Curso de Direito Processual Civil. Amauri Mascaro.mpm. ROMEIRO. 2010. v. J. Código Civil e Legislação em Vigor. 3. São Paulo: Atlas. 10. São Paulo: LTr.]: Ed. [S. Theotonio. STJ. Humberto. Mauro.br/mpm/servicos/assessoria-de-comunicacao/atuacao-dompm/recomendacoes Recomendação da Procuradora-Geral de Justiça Militar de 10 de julho de 2008 disponível em http://www.mpm. São Paulo: Malheiros. Comentários ao CPC. PASSOS. 2010. Eugenio.br/mpm/servicos/assessoria-de-comunicacao/atuacao-dompm/recomendacoes Recomendação da Procuradora-Geral de Justiça Militar de 29 de abril de 2008 disponível em http://www. Direito Constitucional. Rio de Janeiro: Renovar. Edições Trabalhistas. [S. Saraiva. RODRIGUES PINTO. PACELLI. Súmulas dos Tribunais Superiores.mpm. TORRES. 2009. 2010. Ricardo Lobo. NERY JÚNIOR. [S. ed. COLDIBELLI. Jorge Alberto. Nelson Nery Júnior e Rosa Maria de Andrade Nery. Recomendação da Procuradora-Geral de Justiça Militar de 31 de maio de 2005 disponível em http://www. 25. Toda a legislação citada na bibliografia deve ser estudada com as alterações nela inseridas até a data de publicação do edital. TEIXEIRA FILHO. 29. Jurisprudências do STF. [S. José Afonso da. TST. ed. 51. Curso de Direito Penal Militar (Parte Geral).]: Editora Lumen Júris. 3. 9. 2010. 3 v. ed. 16. Curso de Direito Processual do Trabalho.gov. . Direito Civil. Editora Saraiva.l. MOREIRA. São Paulo: LTr. Curso de Processo Penal. ed. Elementos de Direito Processual Penal Militar. SILVA. Processo Trabalhista de Conhecimento.br/mpm/servicos/assessoria-de-comunicacao/atuacao-dompm/recomendacoes RODRIGUES. 2003. José Carlos Barbosa. Nelson. THEODORO JUNIOR. Marinoni e Sérgio Cruz Arenhart. Nelson. v. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais. Direito Previdenciário Militar.]: Editora Lumen Júris. ______. [S. Cláudio Amin. Processo Cautelar. Luiz G. NUCCI. 2010. Luis Cláudio Alves. Curso de Direito Constitucional Positivo. [S. NEGRÃO. LTr. Manoel Antônio.______. 14. SCHIAVI.gov. 1994. 2010. ed. 2010. Rio de Janeiro: Forense. Curso de Direito Financeiro e Tributário. 25. São Paulo: Saraiva.

b. f. Assistência de Enfermagem perioperatória. Assistência de enfermagem em situações de urgência e emergência: suporte de vida em situações de urgência e emergência. Sistematização da Assistência de Enfermagem. Administração de recursos materiais: planejamento. c. Ações de enfermagem na prevenção. Fundamentos teóricos e práticos de enfermagem a. acidente ofídico. Seleção de pessoal. Gestão do processo de trabalho: gestão de pessoas. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) para pacientes com alterações clínicas e cirúrgicas. Processamento de artigos médico-hospitaleres. Ética e Bioética. controle e combate à infecção hospitalar. Auditoria em enfermagem. Organização e gerenciamento de serviços de enfermagem no hospital. dores toracoabdominais. g. Biossegurança. Enfermagem na atenção médico cirúrgica a. . intoxicações exógenas. Assistência de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva. d. requisição. Segurança do paciente. acidente vascular encefálico. e. e. liderança. Condutas de enfermagem para o paciente grave e em fase terminal. Assistência de enfermagem em centro cirúrgico e centro de material esterilizado. d. infarto agudo do miocardio. b. renal. 4. Administração em saúde e administração aplicada à enfermagem a. e. Qualidade dos serviços de saúde e indicadores de qualidade em saúde. d. parada cárdio-respiratória. 3. traumatismos em geral. Teoria e prática do cuidado de feridas e ostomias. c. c. e. f. O processo de envelhecimento. b. urologico. Processos alterados de saúde comuns aos portadores de afecções dos sistemas orgânicos: neurológico. Deontologia. Enfermagem em emergência e cuidados intensivos a. queimaduras. controle e avaliação. instrumentos e meios de trabalho. Atuação do Enfermeiro no atendimento pré-hospitalar. estados de choque. respiratório. trabalho em equipe. comunicação. capacitação e supervisão como processo de desenvolvimento permanente da equipe. edema agudo de pulmão.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ENFERMAGEM RELAÇÃO DE ASSUNTOS 1. Atendimento de urgência e emergência em desastres naturais e catástrofes. utilização. relações de trabalho. Semiologia e Semiotécnica aplicadas em Enfermagem. c. 5. 2. b. cardiovascular. ginecológico. d. crise hipertensiva. Enfermagem na saúde do idoso a. endócrino e hematológico. digestório.

b. O cuidado de enfermagem ao idoso no contexto da família e ao idoso institucionalizado. c. Sistematização da assistência de enfermagem ao idoso com alterações da saúde em situações clínicas e cirúrgicas. 6. Enfermagem em saúde mental a. Processos patológicos e contexto psicossocial da doença mental. b. Assistência de enfermagem ao paciente com doença mental. c. Emergências psiquiátricas. 7. Enfermagem em saúde coletiva e políticas públicas a. Evolução histórica da saúde pública e das políticas de saúde no Brasil. b. Perfil epidemiológico da população brasileira. c. A vigilância sanitária, epidemiológica e vigilância à saúde. d. Doenças infecto-contagiosas e parasitárias mais prevalentes no Brasil. e. Programas de Saúde: Saúde da Família, Hipertensão e Diabetes, DST/AIDS, Programa Nacional de Imunização, Controle da tuberculose; Programa Nacional de Combate à Dengue; Saúde do Trabalhador; Doação de Sangue e Órgãos, Política Nacional de Atenção às Urgências, Saúde Ambiental, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.

BIBLIOGRAFIA: BRASIL, Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde do Brasil, 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Série A. Normas e Manuais Técnicos, Cadernos de Atenção Básica, n. 19, 2006. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6. ed. Brasília, DF: [S.l.] 2005. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgibin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde, Manual de procedimentos para vacinação. 4. ed. Fundação Nacional de Saúde, 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed. Brasília, DF: [S.l.], 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus. Manual de Hipertensão Arterial e Diabetes mellitus, 2002. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Integração Nacional. Secretaria Nacional de Defesa Civil. Manual de Medicina de Desastres. 3. ed. / Ministério da Integração Nacional. Secretaria Nacional de Defesa Civil. Brasília, DF: MI, 2007. v. 1. http://www.defesacivil.gov.br/publicacoes/publicacoes/medicina.asp# ______. Ministério da Saúde. Protocolos da unidade de emergência. Hospital São Rafael Monte Tabor. 10. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saude. Departamento de Atenção Especializada. Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2010. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Vigilância ambiental em saúde: textos de epidemiologia / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.

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RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

ÁREA: INFORMÁTICA
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Microinformática a. Linux: instalação e administração, comandos básicos, interface gráfica, administração de arquivos e diretórios, segurança, administração de usuários e grupos, rede e comunicação, impressão, periféricos e processos, instalação e configuração. b. Pacote de aplicativos BrOffice: Operações básicas com o Processador de Textos Write; com a Planilha Eletrônica Calc; o banco de dados Base. c. Microcomputadores compatíveis com arquitetura IBM-PC (microprocessadores Intel): Conceitos básicos sobre os principais periféricos (monitor de vídeo, teclados, dispositivos apontadores, impressoras, scanners, câmeras de vídeo, áudio). Conceitos básicos sobre memória eletrônica (RAM, ROM, FLASH) e magnética (discos e fitas). Conceitos básicos sobre firmware (BIOS). Conceitos básicos sobre interfases seriais e paralelas. 2. Técnicas de programação a. Lógica aplicada: algoritmos, técnicas de construção de algoritmos, resolução de problemas. b. Estrutura de dados: vetores, matrizes, cadeia de caracteres, listas lineares, pilhas, filas, árvores, grafos, pesquisa de dados, classificação de dados, estruturas e tipos abstratos de dados, recursividade, eficiência e complexidade. c. Programação estruturada: refinamentos sucessivos, estruturas em blocos, estruturas de controle de fluxo, programação modular, rotinas, subrotinas, procedimentos e funções (Linguagem C). d. Programação orientada a objetos: classes e objetos, polimorfismo, herança, interface, linguagens orientadas a objetos (Linguagens C++ e Java). e. Linguagens de programação para a internet: JAVA, PHP e JSP. 3. Sistemas de computação a. Sistemas de numeração aritmética em diversas bases numéricas, conversão entre bases, representação de dados, símbolos e caracteres. Representação e aritmética binária de números inteiros (ponto fixo) e reais (ponto fixo e ponto flutuante), decimal zonado e decimal compactado. b. Estrutura e Arquitetura de Computadores: lógica binária e portas lógicas, álgebra booleana, registradores, sistema de memória (organização, tipos e hierarquia), projeto da lógica de controle, instruções e microprogramação, modos de endereçamento, barramentos, sistema de entrada/saída, linguagem de montagem (assembly arquitetura Intel x86) e arquiteturas avançadas de computadores. Arquiteturas de alto desempenho (clusters, grids, multi-cores e GPUs). c. Sistemas operacionais locais e distribuídos: gerenciamento de processos, escalonamento, sincronização e intercomunicação de processos, gerenciamento de memória, gerenciamento de arquivos, gerenciamento de entrada/saída, deadlocks, comunicação em sistemas distribuídos, estudos de casos em ambientes Linux.

4. Teleprocessamento e redes de computadores a. Redes de transmissão de dados (definição e objetivos, componentes e topologia), Modulação (conceitos, modulação em frequência, amplitude e fase), Modos de transmissão de dados (simples, duplex e half-duplex, serial/paralelo, síncrono e assíncrono). b. Redes de computadores: conceitos, topologias e principais componentes.Elementos de interconexão, LAN-Local Área Network e WAN-Wide Área Network (conceitos básicos, aplicações, principais componentes e níveis de serviços QoS e SLA); Protocolos de comunicação (conceitos e serviços), Principais protocolos de comunicação (TCP/IP, ATM, Ethernet); Padrões de Protocolo (OSI/ISO, TCP/IP e ITU-T). c. Segurança de redes: Mecanismos de proteção de rede (Firewall, criptografia com chaves públicas e privadas, Virtual Private Network, certificados digitais, assinaturas digitais e scanner), políticas de segurança, processos de intrusão, mecanismos de detecção e proteção contra invasores. 5. Análise, projeto de sistemas e serviços de TI a. Sistemas de informação: conceitos e definições básicas, componentes de sistemas de informação, sistemas de informação operacional e gerencial, sistema de apoio a decisão, ciclo de vida de sistemas de informação. b. Levantamento de sistemas: técnicas de levantamento - observação pessoal, questionário, entrevista e JAD; c. Análise essencial de sistemas: conceitos e definições básicas, estratégias e ferramentas da modelagem essencial, atividades essenciais, Diagrama de Fluxo de Dados (DFD), construção e utilização de dicionário de dados, tabelas e árvores de decisão; d. Projeto estruturado de sistemas: conceitos e definições básicas, ferramentas do projeto estruturado, especificação estruturada, métodos para especificação de módulos, acoplamento, coesão, análise de transformação, análise de transação, packaging, implementação, otimização e administração do projeto estruturado; e. Análise e projeto orientados a objeto: Linguagem UML (UnifiedModelingLanguage) e diagramas relacionados; e f. Qualidade de Software: Processo de Software (CMM, CMMI e desenvolvimento ágil), qualidade (ISO), metodologias e padrões, gerência de projetos (PMI), teste de software, estimativas e métricas (Análise de Pontos de Função). g. Gerenciamento de Serviços de TI: Conceitos da Biblioteca ITIL . 6. Arquivos e banco de dados a. Organização de arquivos: conceito e definições, estruturas de armazenamento de dados; modelo relacional, modelo hierárquico, modelo de rede, comparação entre os três modelos, modelo orientado a objetos, arquivos com organização seqüencial, seqüencial indexado, relativo, direto, invertido, árvore B e compressão de dados; b. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD): princípios, conceitos e objetivos dos sistemas de banco de dados, usuários de bancos de dados; c. Modelo de dados: modelagem de dados: modelagem semântica, mapeamento de projetos de banco de dados ER em um projeto relacional, normalização (formas normais), linguagem de definição e manipulação de dados – SQL; d. Administração de sistemas de banco de dados: componentes do SGBD, segurança de dados, gerenciamento de transações e controle de concorrência, indexação, recuperação à falhas, otimização de consultas; e e. Bancos de Dados Multidimensionais: BD Relacionais x BD Multidimensionais; Conceitos de OLTP, OLAP, MOLAP, ROLAP; Definições: Fatos, Dimensões; Modelagem Multidimensional e Conceitos de Datawarehouse; Descoberta de Conhecimento e Mineração de Dados (Data Mining).

BIBLIOGRAFIA: ALCADE. José Augusto N. RUMBAUCH. 2006.A. Ralph. SHRUM. 2004. 2007.E.]: Editora Érica. M.]:Bookman. Introdução ao Sistema de Banco de Dados. Kim. São Paulo: Pearson Addison Wesley. GUIMARÃES. James F. R. 2003. Engenharia e Administração. ed. MANZANO.l. ed.P. FEDELI. [S. J.l. M. 2002.. Newton de Castilho.G. Informática Básica.]:Editora Campus. CHOFFNES. 3.. COMER. Rio de Janeiro: Elsevier. OpenOffice. Medicina.]: Editora LTC. D. OpenOffice. Infra-estrutura. Rubeme. S. ed. FERREIRA. 2005. 2006. F. DATE. CHRISSIS.]: Editora Érica. Rio de Janeiro: Brasport. H. JINO. [S. 3. ______. [S. [S. Data Mining: Técnicas e Aplicações para o Marketing Direto.C. 1999. HELDMAN. Guia do Administrador Linux. KUROSE. 1999. Interligação em Rede com TCP/IP. Ivar. M.1]: Editora Campus.]: Editora Pearson Prentice-Hall. 3.F. P. Redes de Computadores e Internet: uma abordagem top-down. R.]: Editora Bookman. AMARAL. EUA: Addison-Wesley. 2004. Gerência de Projetos: Guia para o Exame Oficial do PMI.. J. Daniel G.[S. GASPARINI.N. Sistema de Banco de Dados. ed. John L. DEITEL. Economia. Henry F. E. Padrões de Projeto:Soluções Reutilizáveis de Software Orientado aObjetos. Larman.]: Editora Beto Brito. ed. SEI Series. I. 2005. B. Introdução à Ciência da Computação.]: Bookman. [S. ed.]: Novatec Editora. 5. POLLONI. H. ed. Acessíveis via comando man na tela do terminal. LAMAS.org: guia de Aplicação. Rio de Janeiro: Ed. C.. 6. SILBERSCHATZ.V. Grady. ed. DALTRINI. Manual pages.F. [S. Berkeley.UML: Guia do Usuário. 2007. São Paulo: MAKRON BOOKS.. JAVA Como Programar.0: guia Prático de Aplicação. W. Douglas E. DEITEL. BOOCH.l. Datamining: a mineração de dados no Marketing. KONRAD. KIMBALL. 2004. JACOBSON. G. JAVA em Rede: Recursos Avançados. MAGALHÃES.l. [S. LINUX. 1991. M.São Paulo: Makron Books... ed.org 2. 3. Abraham. Arquitetura de Computadores: uma Abordagem Quantitativa. 2008. Protocolos e Sistemas de LANS. 3.l.. Introdução a Sistemas de Computação Digital. M. LAGES. Utilizando UML e Padrões: uma introdução à análise e projetoorientados aobjetos. D. L.. e MAGALHÃES. [S. [S.l. CAMPUS. 2006. . 2003. 1994.l. PATTERSON. CMMI®: Guidelines for Process Integration and Product Improvement.]: Editora Makron Books. PINHEIRO. M. HENNESSY. 2006. Rio de Janeiro: Campus. Anteu Fabiano L. [S. 8..l. 2001. 3. v. Erich et al. KORTH. CRAIG.]: Editora Érica. 2006. Sistemas Operacionais. 2003. L.D. COSTA. M. DEITEL. Ciência Moderna. PENUELAS. São Paulo: PIONEIRA THOMSOM LEARNING.l. Data warehouse toolkit: o guia completo para modelagem multidimensional. 2003.l. GAMMA. E. Algoritmos Estruturados de Dados. Versão Brasileira do Openoffice.]: Editora NOVATEC.Broffice. 1.l. [S. e PERES.l.]: Editora Campus. Murillo. 2. GARCIA. 2006. [S. James.org. ed. CARVALHO. [S. 2005.. L. S. 2003. São Paulo: Editora. [S.l. Gerenciamento de Serviços de TI na Prática: uma abordagem com base na ITIL.l. David A.org ao seu alcance. Ângelo de Moura.

. Engenharia de Software. James A. 2. ed. AUGENSTEIN.]: Brasport. 5. São Paulo: Editora Novatec.l.l. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Rio de Janeiro: Braspor. LANGSAM. 3. Christopher. Greg. São Paulo: Editora Novatec. . São Paulo : Pearson Education. 2004. 2005. GALVIN. ed. Fernando de C. 8. 2003. 2008. 1994. São Paulo: Pearson Prentice Hall. YOURDON. ed. 1995.l. GAGME. 6. ed. Romulo S.[S. 6. 2007. VELLOSO. HENNESSY. Sthephen M. SOMMERVILLE.]: Editora Pearson Education. FEMMER. ______.A. 2001. [S. SAAD. POMPILHO. Rio de Janeiro: Ed. Steven et al. 2005. e SNYDER. Estrutura de Dados. STALLINGS. NEMETH. [S. Redes de Computadores.]: Editora Ciência Moderna. ed.]: Editora Mc Graw-Hill. 2002. ed.l. Moshe J.MENAMIN. Ciência Moderna. RUDOLF. PINHEIRO.]: Editora Campus. [S. Claudio Adonai. Rio de Janeiro: Alta Books. Rio de Janeiro: Elsevier. 7. 1983. TOCCI. 3. ______. Roberto G. Larry L. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: teoria e aplicações corporativas. 4. Evi. Trend R.l. CARSSIMI. OLIVEIRA. TENENBAUM. Rio de Janeiro: Campus. PRITCHAND.R. Andrew. 2007. [S. TOSCANI.A.]: Editora PHB. 6. OBREIN. Sistemas Operacionais Modernos. Michael. JAVA 2 para Programadores Profissionais. MUTO. ed.l. 2007.. [S. PATTERSON. [S. VEIGA. C++: guia de consulta rápida. Rio de Janeiro: LTC. HEIN. Porto Alegre: Sagra Luzatto. [S. Estruturas de Dados Usando C. 2 ed. Peter B. David A. A. Bill. CONSTANTINE. TANENBAUM. Algorítmos e Estruturados de Dados. 1989. Introdução à Organização de Computadores. 2.l. Rio de Janeiro: Campus.. 2004. Rio de Janeiro: Campus.l. S. Yedidyah. Roger S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações.]: Editora Campus. PRESSMAN. Organização e Projeto de Computadores: interface hardware/software. SILBERSCHATZ. Sistemas Operacionais: conceitos e Aplicações. 2005. 3. 2007.. Richard.]: Editora Makron Books. ed. ed. ed. PALMER. ed. Porto Alegre: Bookman. NEGUS. Gerenciamento de Projetos:estabelecendo diferenciais competitivos. 2006. Simão S. Paulo et al. VARGAS. Ricardo. 2004.1. Manual Completo do Linux : Guia do Administrador. Projeto Estruturado de Sistemas.]: Makron Books. 5. ed.]: Editora Ciência Moderna. Organização Estruturada de Computadores. Ronald J. 1990.l. 2004. Niklaus. [S. Análise Essencial de Sistemas. 2007. WIRTH. São Paulo: Alta Books. PHP & MYSQL Guia Completo. John F. 2004. 5. Joel. Edward. MORGAN. Sistema de Informação e as decisões Gerenciais na Era da Internet. William. 2010. Alexandre S. 10. Garth.. 2008. Inteligência analítica: Mineração de Dados e Descoberta de Conhecimento. Comandos do Linux: guia de consulta rápida.. C. Aaron M.. Sistemas Operacionais. ed. Informática: conceitos básicos. Certificação Linux LPI: rápido e prático. ed. Programação de Rede Unix: API para sockets de rede. John L. Rio de Janeiro: Campus. São Paulo: Pearson Prentice Hall. [S. MONTEIRO. Rio de Janeiro: LTC. ed. Engenharia de Software. 2004. 2006. Mario A. 2003. Linux: a bíblia. 2005. VELOSO. STEVENS. Lan. Andrew S. Análise Essencial: guia prático de análise de sistemas.

Organização celular procariótica e eucariótica. b. b. Hipóteses sobre a origem da vida. Erros genéticos e defeitos metabólicos. Objetivos. A variabilidade genética e a diversidade nas populações. alteração cromossômica e recombinação genética. e O desenvolvimento do pensamento evolutivo. A diversidade potencial das células-tronco embrionárias e adultas. O estabelecimento da vida no contexto da Terra primitiva. O desenvolvimento da Teoria Celular. Estratégias reprodutivas e ciclos de vida. O desenvolvimento embrionário humano. Origem da vida a. d. digestão. As biomoléculas e a vida como propriedade emergente. A investigação científica associada ao conhecimento do DNA como molécula da hereditariedade. O plano celular da vida a. Diferenciação celular. O estabelecimento da célula procariótica e sua ampla distribuição na Biosfera. Ativação e silenciamento dos genes. Os experimentos clássicos e suas repercussões. Mutação. b. d. Genes e metabolismo. c. reprodução. 7. 5. c. circulação. f. A revolução darwiniana. celulares e repercussões ecológicas e evolutivas. Biologia animal a. 4. b. c. A natureza epigenética do desenvolvimento. 2. a ciência da vida a. b. As plantas – evolução e colonização da terra. A interpretação contemporânea do pensamento mendeliano. Repercussões da vida na evolução da atmosfera terrestre. As principais inovações morfofisiológicas características de cada grupo. Especiação. 3. Expressão gênica: transcrição. contribuições da Biologia Moderna. Compartimentalização e funções celulares. O pensamento mendeliano como base para o entendimento da transmissão da informação genética. Formação de gametas.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO BIOLOGIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. prática científica e temas emergentes. c. processamento e tradução. excreção. Desenvolvimento embrionário nos vertebrados. Fotossíntese: aspectos bioquímicos. d. b. A herança biológica. Biologia vegetal a. O papel da seleção natural e da deriva genética nos processos evolutivos. 6. c. Adaptações anatomo-morfológicas no curso da evolução. Reprodução e biologia do desenvolvimento a. Genética e evolução a.Os animais – evolução e relação com a história geológica. Replicação do DNA e divisão celular. Biologia. . Significado evolutivo da reprodução sexuada. Fisiologia animal comparada: respiração. A emergência da célula eucariótica e suas potencialidades evolutivas.

SUZUKI. Contaminação e medidas preventivas. Lynn. O ser humano como agente de transformação da natureza. ed.. b. Neil.d. l. P. Relação parasita/hospedeiro: protozoários. Ed. DARWIN. Gaia: cura para um planeta doente. 2 e 3. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Editora . 2005. A. MARGULIS. PETER.. 8. JOHNSON. William M.2005. 2001. v. São Paulo: Cultrix. Biologia. 1985. Sérgio. REECE. Novas bases da Biologia: ensino médio. Introdução à Genética. A dinâmica das populações humanas e seu impacto nos ecossistemas. ciência única: reflexões sobre a autonomia de uma disciplina científica. LEWONTIN. Volume único. A saúde e a doença: interações de componentes biológicos e ambientais. 3. BIBLIOGRAFIA: ALBERTS. 2009. CAMPBELL. Ciclos biogeoquímicos. B. Relações ecológicas – comunidades e dinâmica das populações. LOVELOCK. Nélio. Rio e Janeiro: Ciência Atual. AMABIS. Os vírus e suas relações com os seres vivos. Diogo: EL-HANI. SUSAN E. EVERT.. Richard C. A tripla hélice: gene. Sônia. 9. Evolução: o sentido da biologia.1ª. e. Jeffrey H. BRAY. São Paulo: Companhia das Letras.. b. prevenção e tratamento de infecções – o uso de antibióticos e suas repercussões. LEWONTIN. 2011. Vírus e doenças emergentes.. Tradução de Aleph Teruya Eichemberg. vermes e a espécie humana. 2005. Fundamentos da Biologia Celular: Uma Introdução à Biologia Molecular da Célula. Tradução José Viegas Filho. ed. Uma perspectiva integrada de sua anatomia e fisiologia. Martho. 6. MEYER. São Paulo: Ática. c. a. Heterotrofismo e autotrofismo. WALTER. 1. Richard.. HAVEN. O planeta simbiótico: uma nova perspectiva da evolução.1.Grandes biomas brasileiros. BIZZO. 8.. d. 10. Ernst. Charbel Niño. Rio de Janeiro: Guanabara –Koogan. 11. Principais endemias. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2002. O ser humano a. Porto Alegre: Artmed. RAY.2 e 3. Susan R. LEWIS J. São Paulo: Atica. c. K. GRIFFITHS. RAFF. James. Biologia Vegetal. Gilberto Rodrigues. b. LINHARES. 2011. São Paulo: Editora Saraiva. Charles. 2006. Sérgio. Fernando. Newton Roberval Eichemberg. Eubactéria e Eukarya. organismo e ambiente. José Mariano. WESSLER. D. fungos. GEWANDSZNAJDER. Belo Horizonte: Itatiaia. Bactérias patogênicas. A diversidade da biosfera a. Rosso. 2004. Biologia. São Paulo: Editora Moderna. Jane B. A classificação biológica – a hierarquia das categorias sistemáticas fundamentais e a nomenclatura binomial. Anthony J. F. Biologia. MILLER. Conect Bio 2 . 2010. Origem e estabelecimento das redes tróficas.. Origem das espécies. GELBART. A classificação dos seres vivos numa perspectiva histórica. Vol. Integração orgânica: sistemas nervoso e endócrino. Ecologia a. Biologia. São Paulo: Companhia das Letras. Lopes. A diversidade em três Domínios: Archaeabacteria. 2006. b. MAYR. revisor técnico Charbel Niño El-Hani. David T. EICHHORN. ed. ed. c.

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cultura e relações de poder. A pesquisa histórica e os novos objetos. 5. d. A Primeira Guerra Mundial. 8. A historiografia e suas perspectivas. b. c. O século XIX: a formação dos novos impérios a. a formação das nações e o nacionalismo. 7. economia e cultura. 2. Atenas e Esparta: a formação e a estrutura das cidades-Estado. b. c. 4. A expansão norte-americana e a vocação imperialista. economia. A Revolução Industrial e a formação da classe operária: a ordem burguesa. A crise e o declínio da ordem feudal. O mercantilismo. b. e. c. c. A crise do capitalismo dos anos 1930. Urbanização. O século XX a. c. b. A sociedade feudal: política. e. d. América portuguesa: sociedade. O mundo greco-romano a. O movimento operário e o ideário socialista. A expansão colonial na Ásia e na África. O poder da Igreja e as Cruzadas. Roma: da República ao Estado imperial. b. O absolutismo. espanhola e portuguesa. b. A França revolucionária: do Iluminismo ao Império Napoleônico. nazismo e socialismo no período entre-guerras. e. características e transformações. A formação dos Estados monárquicos modernos. b. Revolução e contrarrevolução no contexto europeu e americano a. Legado do mundo greco-romano para a história ocidental. A América se rebela: os processos de independência nas Américas inglesa. d. A Segunda Guerra Mundial. A civilização do ocidente medieval a. d. b. Fascismo. comércio e cidades na Baixa Idade Média. a reforma protestante e a contrarreforma católica. América hispânica. Sociedades e culturas na América antes e depois da conquista europeia.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO HISTÓRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. As revoluções liberais. 3. Fontes e abordagens históricas. . O renascimento cultural. A Revolução Russa. c. A Europa no período moderno a. c. 6. O trabalho do historiador a. Invasões e reinos germânicos. A América pré-colonial e colonial a.

DUBY. 10. Os primórdios do crescimento econômico europeu. As bases da monarquia brasileira: tendência e debates políticos a. VAINFAS. Os militares e suas intervenções na vida política. movimentos sociais e instituições. Pierre. _______. 9. ______. b. . BETHELL. Peter (Org. São Paulo: Brasiliense. ANDERSON. suas características e transformações no tempo (18891930) a. b. 1994. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia.Política e cidadania: governos. São Paulo: Perspectiva. DONGHI. Uma sociedade em transformação: dos movimentos republicano e abolicionista à queda do Império. A questão nacional no mundo contemporâneo. Linhagens do Estado absolutista. São Paulo: Ática. g. As questões platinas e a Guerra do Paraguai. b. A Europa na Idade Média. Héctor P.f. O fim do socialismo real. São Paulo/Brasília: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão. A independência do Brasil e suas circunstâncias. A escrita da História: novas perspectivas. O Brasil e suas transformações após 1930 a. c. d. Conflitos no Oriente Médio. COSTA. sec. Perry. Emília Viotti da. v. 1983.). d. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda. DEYON. BIBLIOGRAFIA: ALENCASTRO. ______. 1988. Túlio Halperin. 1999.Economia: a questão do desenvolvimento brasileiro. São Paulo: Fundação Editora da UNESP. A cidade-Estado Antiga. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda. ________________. A economia. 12. BRIGNOLI. O mercantilismo.As bases socioeconômicas do populismo. 1993. Do declínio socialista ao tempo presente a. Leslie (Org. ed. liberalismo e conservadorismo no Brasil. Ciro Flamarion S. CARDOSO. História econômica da América Latina: sistemas agrários e história colonial. 4. e. 1997. América Latina Colonial. O mundo bipolar: capitalismo x socialismo. _______. São Paulo: Companhia das Letras. ed. Senhores e camponeses. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. 2004. 1988. Luiz Felipe de. A Primeira República brasileira. Economia do Brasil no século XIX e suas transformações. economias de exportação e desenvolvimento capitalista. Georges. Movimentos sociais no campo e na cidade. 2000. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Rio de Janeiro: Graal. As transformações sociais. 1992.). 1997. 1990. José Jobson de Andrade. História da América Latina. c. 4. 1985. BURKE. O processo de descolonização da Ásia e da África. partidos. d. Guerreiros e camponeses. 1 e 2 e 3. ARRUDA. Ronaldo. Rio de Janeiro: Campus. c. 11. A revolução industrial. São Paulo: Brasiliense. Rio de Janeiro: Paz e Terra. c. São paulo: Ática. 2005. b. Da monarquia à república: momentos decisivos. unitarismo. Federalismo. Condições políticas.

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9. obras e características. 4. 10. estrutura e formação das palavras (morfossemântica). Ortografia.Lutar com as palavras: coesão e coerência. Pontuação. 7. Períodos literários da literatura brasileira: principais autores. Affonso. DIONÍSIO. BOSI. ambiguidade. 2005. BIBLIOGRAFIA: ALENCAR. modos e vozes verbais. Gêneros e tipos textuais. 4. Rio de Janeiro: Lucerna.l. intencionalidade. significado literal). Aurélio Buarque de Holanda. hiperonímia. 2005. língua e discurso. 2. O texto e a construção de sentidos. 16. eufemismo.). 18. 5. Ângela. Linguística da norma. 15. A oração e seus termos (morfossintaxe). Anna Rachel. Acentuação. 14. José de. Editora Perspectiva. vaguidade. BEZERRA. Análise de romances da literatura brasileira. homonímia. 2002. polissemia. (qualquer edição completa e integral). Gêneros textuais e ensino. Linguagem. campos associativos. Machado de. 2007. implicitação. Dom Casmurro.A.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO LÍNGUA PORTUGUESA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Ensino de língua portuguesa (teorias de ensino e de aprendizagem). sinonímia. (versão atualizada). São Paulo: Parábola. intertextualidade). com rodapés do autor). FERREIRA. São Paulo: Loyola. [S. O guarani (qualquer edição completa e integral. 6. escrita e leitura. campos lexicais. 19. aceitabilidade. 13. História concisa da literatura brasileira. 2009. regência nominal e emprego de crase. Evanildo. Fala. estrangeirismo. Diversidade linguística (variação e mudança). Alfredo. 11. Marcos (Org. Moderna Gramática Portuguesa. Classe. Novo Dicionário da Língua Portuguesa Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. Emprego dos tempos. Elementos de textualidade (coerência. MACHADO. atos de fala. 8. 3. Regência verbal. situacionalidade. Maria Auxiliadora (Org. coesão. BAGNO. Fonética e fonologia. 37.). ed. . 12. informatividade. ASSIS. antonímia. metonímia. S. Concordância verbal e nominal. Irandé. 17. Rio de Janeiro: Lucerna. ed. Fenômenos semântico-lexicais (metáfora. mudanças semânticas. ANTUNES. AVILA. 2007. BECHARA. O modernismo.]: Editora Cultrix.

4.MARCUSCHI. (qualquer edição completa e integral). Manual de semântica. Luiz Antônio. Graciliano. TELES. Luciano A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2010. 2008.16 ed. . Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: Cortez. São Bernardo. OLIVEIRA. Petrópolis: Vozes. Petrópolis:Vozes. 1992. ed. 2003. São Paulo: Parábola. Gilberto Mendonça. RAMOS. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. ______.

b. d. A gestão participativa da escola: os desafios do trabalho integrado. e. A educação brasileira: perspectiva histórica b.2009. 2. 4. A formação de professores no contexto atual: desafios para uma educação de qualidade. O processo didático do ensino/aprendizagem: a organização do planejamento pedagógico e suas implicações educacionais.gov. b. As contribuições da psicologia da educação e do desenvolvimento e suas implicações nas práticas educacionais contemporâneas.mec. Disponível em: http://peei. Adolescência e a escola: perspectivas psicológicas e sociais de compreensão do processo de adolescer na cultura atual. O Estado e o planejamento da educação no Brasil. A relação educação e trabalho. A integração educação profissional e ensino médio: limites e desafios. 3. b. Processos de organização do trabalho pedagógico: a gestão escolar e a gestão educacional. d. g.Política educacional a. Ana Merces Bahia. BRASIL. São Paulo: Brasiliense. d. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. 2010. Acesso . c. Fundamentos teórico-metodológicos da avaliação escolar. A função e a formação do pedagogo no Brasil.Fundamentos da gestão educacional a. f.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PEDAGOGIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. BRANDÃO.Edição reformulada e ampliada. h. O que é Educação. c.São Paulo: Editora Saraiva. As influências das novas tecnologias da informação ecomunicação nos contextos culturais e educacionais atuais.pdf. Carlos Rodrigues. BIBLIOGRAIFA: BOCK.Fundamentos da educação a.Didática. A evolução do pensamento pedagógico brasileiro: pressupostos teóricos e epistemológicos. 2007. Políticas Públicas em Educação: definições e questões. Brasília. A estrutura da educação no Brasil:aspectos legais e organizacionais. Resolução n. Conselho Nacional de Educação. 4. c. de 13 de julho de 2010.br/arquivos/Resol_4_2009_CNE_CEB. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica. Perspectivas de Currículo e identidade docente: práticas pedagógicas em construção. A educação escolar como processo social na sociedade contemporânea. metodologia do ensino e avaliação da aprendizagem a.

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Processos cognitivos. . Psicopatologia a. 6. b.limitações e vantagens. validade e fidedignidade das medidas. Problemas e avaliação da personalidade. c. 2. Psicologia do desenvolvimento a. linguagem e identidade. c. Psicologia organizacional e do trabalho a. d. Metodologia da investigação psicológica a. trabalho e clínica . 3. c. métodos de estudo e determinantes da personalidade . delineamentos e etapas de pesquisa. Problemas. c. Legislação a. Os objetos de estudo e os conteúdos da Psicologia da Aprendizagem e da Psicologia da Educação.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PSICOLOGIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. b. b. Técnicas e instrumentos de medida psicológica. normas e padronização. Psicologia da personalidade a. b. 4. Pesquisas e teorias .aplicações clínicas e de ensino. Código de ética profissional do psicólogo. Objetos. Comportamento organizacional. e. Avaliação do paciente e as funções psíquicas alteradas. Tipos de pesquisa: os objetivos e métodos . Desenvolvimento psicossocial ao longo das etapas desenvolvimentais.a psicometria. Desenvolvimento físico e cognitivo nas diversas fases do desenvolvimento humano. Contribuições recíprocas da psicologia social e outras áreas da psicologia. As relações entre Psicologia e Educação. d. afetivos e psicomotores e aprendizagem: pesquisas e teorias. Processos de mensuração . Aplicações do estudo da aprendizagem: escola. Ideologia. Saúde Mental e Trabalho. 5. c. b. As grandes síndromes psiquiátricas. b. métodos e finalidades da psicologia social. 7. Grupos e equipes de trabalho nas organizações. Exclusão social e subjetividade. Definições. Psicologia social a. Aspectos gerais da psicopatologia. 8. Objeto.fatores biológicos e sociais. b. representações sociais. c. métodos e objetivos do estudo da aprendizagem. d. c. Análise de itens. e. Ciclos de vida na família. Psicologia da aprendizagem e da educação a.o ensino. b. Resoluções do conselho federal de psicologia.

v. ALVARO. URBINA. Gestão de riscos e desastres: contribuições da Psicologia CEPED/UFSC. São Paulo: Casa do Psicólogo. 2ª ed. 1974. Artmed. Eficácia das psicoterapias. FREUD. Psicodiagnóstico – V. Porto Alegre: Artes Médicas. b. Código de Ética Profissional do Psicólogo CUNHA. 2010 . 2002. ANASTASI. MCGOLDRICK. Helen. 11. Sigmund. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais . Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. DALGALARRONDO. CARTER. A. Psicólogo Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação. CFP 01/1999 Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. B. 2007. Manual de Psicometria. 2000.L. CFP 011/1997 Dispõe sobre a realização de pesquisas com métodos e técnicas não reconhecidas pela psicologia. A tarefa do psicólogo na Instituição Hospitalar.. O mal estar na civilização. e col.2. Tendências em Psicologia Hospitalar. Porto Alegre: Artmed. Psicologia das emergências e desastres a. Atuação do Psicólogo nas emergências e desastres b. Porto Alegre: Artmed. A cura e o significado da morte. Valdemar Augusto. ERTHAL. J. 21. FREUD. ed. ANGERAMI CAMON. 1974. Dimensões psicossociais dos desastres BIBLIOGRAFIA: ACHCAR. b. d.TR. Psicologia hospitalar a. Testagem Psicológica. Histórico da psicologia hospitalar no brasil. A. CFP 07/2003 Institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo. Rosemary.ed. A delimitação da psicoterapia. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION DSM-IV .definições. Clínica psicoterápica a. 2004. CFP 018/2002 Estabelece normas de atuação para psicólogos em relação a preconceito e discriminação racial. Além do Princípio de Prazer. B. O papel da família no processo do adoecer. Artmed. Sigmund. 10. decorrentes da avaliação psicológica e revoga a Resolução CFP 17/2002. 2000.S.. Rio de Janeiro: Zahar. Porto Alegre: Artes Médicas. Rio de Janeiro: Imago. Porto Alegre: Artes Médicas. Psicologia Social. Porto Alegre: Artmed. 2000. Atuação profissional no contexto organizacional. FREUD. v. abordagens e intervenções terapêuticas. pesquisas e teorias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. CFP 016/2000 Dispõe sobre a realização de pesquisas em psicologia com seres humanos. In: E. 9. 1974. M. In: E. DOBSON. 2006.d.TR. 1997. O Ciclo Vital. d. GARRIDO. P. c.. avaliações. K. 18. C. Os Três ensaios sobre a Teoria da Sexualidade e outros trabalhos (1905) Sobre a Psicoterapia. 2. BEE. B. 7. T. S. CFP 001/2002 Regulamenta a Avaliação Psicológica em Concurso Público e processos seletivos da mesma natureza. 1987. As mudanças no ciclo de vida familiar. 1994. v. 1995. A atuação clínico-psicoterápica: análises de casos. Manual de Terapias Cognitivo-Comportamentais . Rio de Janeiro: Imago. Problemas clínico-psicoterápicos . S. S. c. Sigmund. Jurema A. Rio de Janeiro: Imago.

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encefalites virais dos equinos. Imunidade humoral e celular.FEI (Lista de substâncias proibidas para Equinos. b. epidemiologia. regras controle antidoping e substâncias controladas para Equinos. Bioética e bem-estar animal a. patogenia. influenza equina. leishmaniose canina. 5. diagnóstico. inspeção e segurança de alimentos a. tétano. Testes imunológicos. Reações de hipersensibilidade. amostragem e análise centesimal. d. Segurança em laboratórios. Células do sistema imune. Epidemiologia e saúde pública a. Regras do controle antidoping e substâncias controladas para equinos participantes de eventos hípicos sob a égide da Federação Equestre Internacional . sintomatologia. Epidemiologia. Controle de animais sinantrópicos. sintomatologia. 2. patogenia. tratamento. anemia infecciosa eqüina. c. epidemiologia. Fundamentos da Biossegurança na medicina veterinária. Manejo em cativeiro e prevenção de acidentes com animais peçonhentos no Brasil. procedimentos padrão de higiene operacional e análise de perigos e pontos críticos de controle – APPCC. guia para Atletas referente a substâncias proibidas e controle antidoping para Equinos. b. Relação homem-animal. 3. aves e pescado) e derivados. profilaxia e controle das principais doenças infecciosas: febre aftosa.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: VETERINÁRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. . Etiologia. b. c. diagnóstico. 2) Carnes (mamíferos. leptospirose. Conceitos fundamentais. Profilaxia e saneamento (medidas aplicáveis à prevenção de surtos). Inquérito epidemiológico e vigilância epidemiológica c. Biossegurança a. Inspeção industrial e sanitária de produtos e subprodutos de origem animal: boas práticas de fabricação (BPF). Análise físico-química de produtos de origem animal: métodos de análise. tratamento. morno e outras. Imunologia a. 6. traqueobronquite infecciosa do cão. b. d. c. Maus tratos aos animais. Bem-estar animal. c. Sanidade animal a. profilaxia e controle das principais zoonoses emergentes e reemergentes. Ética e bioética. d. raiva. cinomose canina. e. funcionamento dos Testes Antidoping). 4. Higiene. b. b. Controle físico-químico de: 1) Leite e produtos lácteos. Etiologia. d. profilaxia e controle de doenças parasitárias (ecto e endoparasitoses).

.3) Óleos e gorduras. Segurança de alimentos em estabelecimentos de produção de refeições coletivas. Clínica e terapêutica das afecções dos sistemas: Digestivo. Pancreática) c. Leucograma. 10. Alimentação de equinos estabulados e a prevenção de distúrbios digestivos. i. Farmacologia e terapêutica veterinária a. 380 p.. ed. Forragens e pastagens para equinos. RAFFE. BISTNER. AUER. manteiga. b. b. 3. Riscos na cadeia produtiva de alimentos e os patógenos de origem alimentar emergentes. d. c. urinário. linguiça e salsicha. J. F. carboidratos e lipídeos: fontes e funções. ed. hematopoiético. B. aminoácidos. f. Normas gerais de inspeção de bovinos. b. c.A. g. S. BIBLIOGRAFIA / REFERENCIAS: ALMOSNY.. R. 2002. Diagnóstico clínico laboratorial a. Hepática. Joaquim. b. Características gerais e conservação da carne e pescado (produtos cárneos.. cardiovascular. e. 7. Equine Surgery. d. Cicatrização de feridas e seu tratamento. Infecção cirúrgica: profilaxia e tratamento. 2006. 1991. Hematologia (Eritrograma. Nutrição e alimentação animal (caninos e equinos) a. FORD. Cirurgia veterinária (caninos e equinos) a. 135 p. e. 934 p. G. produtos derivados da pesca). e. Livros de Veterinária Ltda. Bioquímica clínica (Função renal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. O. ovos e derivados. . 1263 p. 7. queijos. b. tegumentar e locomotor. 2002.. Clínica Veterinária. S. ferrageamento e medicina de cavalos atletas. Proteínas.. e. aves. leites concentrados. Plaquetas) e Urinoanálise. Tecnologia de carne. Manual Saunders: clínica de pequenos animais.M. G. São Paulo: Roca. Choque: fisiopatologia e tratamento. f. Farmacologia e terapêutica do sistema digestivo. c. carnes MS (mecanicamente separada). leites fermentados. Farmacologia e terapêutica do sistema respiratório. J. RADOSTITS. Clínica médica veterinária (caninos. M. suínos.. Alimentação de cães em diversas atividades e fases de vida. 11. Patologia e técnicas cirúrgicas do sistema digestivo. SHERDING. Podologia. 1988. neurológico. Agentes antiparasitários. Parasitologia (Exame coproparasitológico. d. I. Doenças infecciosas em animais domésticos. Agentes antibacterianos. Alimentação de equinos em diversas atividades e fases de vida. características gerais do pescado. São Paulo: Roca. Patologia e técnicas cirúrgicas do sistema locomotor. 960p. Hemoparasitoses em pequenos animais domésticos e como zoonoses. mortadela. BIRCHARD. Terapia tópica de pele e mucosas. R. Raspado de pele) 8. Rio de Janeiro: L. respiratório. BEER. R. 2008.R. Ed. J. STICK. h. 4) Ovos e derivados. São Paulo: Rocca.. BLOOD. Manual de Procedimentos Veterinários e Tratamento Emergencial. bioquímica da carne. R. g. 7. Philadelphia: W B Saunders Company. Corticóides. Agentes antinflamatórios não esteróides. N.. 9. leite e derivados (leite UHT. endócrino. equinos e selvagens) a.

de 21 de julho de 1999. 19697. P. WEN. p. 7. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 2006. L. Brasília. 10. Pecuária e Abastecimento. prevenção e procedimentos em caso de acidentes. BRASIL. Pecuária Abastecimento. Secretaria de Logística. Madrid: Harcourt Brace. Ministério da Saúde. 148 p. M.691. Seção I. São Paulo: Sarvier.. DF. Brasília – DF. Secretaria de Defesa Agropecuária. 2009. O.BORGES. 2. CAREY. de 18 de dezembro de 1950. de 29 de março de 1952 e alterada pelos Decretos nº 1255.. Instrução Normativa n° 56 de 6 de novembro de 2008. de 26 de agosto de 2003. eb. p. 7 de novembro de 2008. ______.mil. ______. CARDOSO. em conformidade com o anexo desta Instrução Normativa. 8. de 08 de Fevereiro de 1996 e nº 2244. V. ed. para Controle de Leite e Produtos Lácteos. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1997. 2009. Guia de vigilância epidemiológica.. Estabelece os procedimentos gerais de Recomendações de Boas Práticas de Bem-Estar para Animais de Produção e de Interesse Econômico .pdf ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. HIRAKAWA. Secretaria de Defesa Agropecuária. Portaria nº 46.. Gabinete do Ministro.. 816 p. ______. Instrução Normativa nº 68. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. ______. nº 1236.. DF. atual. C. 288 p. H. determinando que sejam utilizados no Sistema de Laboratório Animal do Departamento de Defesa Animal. ______. 1999. P. Oficializa os Métodos Analíticos Oficiais Físico-Químicos. abrangendo os sistemas de produção e o transporte. 2006. Brasília. Boletim do Exército. 24. de 15 de julho de 2005. Pecuária e Abastecimento. rev. Clínica e Terapêutica dos Acidentes. ______. Ministério da Saúde. determinando que sejam utilizados nos Laboratórios Nacionais Agropecuários. Brasília.REBEM. Disponível em: www. nº 1812. Ministério da Agricultura. p. S. Aprova o Regulamento Técnico sobre as condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. p. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.. gradativamente. Oficializa os Métodos Analíticos Físico-Químicos. J. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. CASE. S. FRANÇA. Seção I.. Instrução Normativa nº 20. Secretaria de Defesa Agropecuária. 18 set. Brasília. Nutrição Canina e Felina. F. . Ed. Seção I. Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento. 16 mar. de 12 de dezembro de 2006. Pecuária e Abastecimento. Brasília. Pecuária e Abastecimento. D. Aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas em Segurança Alimentar nas Organizações Militares.sgex. Ministério da Agricultura. C. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC – a ser implantado. ______. . ed. Animais Peçonhentos no Brasil: Biologia. 540 p. Instrução Normativa nº 62. Mobilização. 1998.. D. C. Serpentes Peçonhentas Brasileiras – Manual de identificação. Lei nº 1. de 10 de fevereiro de 1998. DF: FUNASA. MALAQUE. L.br/be_ostensivo/BE2005/be2005pdf/be28-05. de 04 de Junho de 1997. R. Brasília. 1999. Ministério da Defesa. Ministério da Agricultura. Portaria nº 854. 3. Seção I. nº 28.. para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes – Sal e Salmoura. 14. 14 dez. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.283. DF. em conformidade ao anexo desta Instrução Normativa. nas indústrias de produtos de origem animal sob o regime do Serviço de Inspeção Federal – SIF. 27 jul. 2003. de 25 de Junho de 1962. p. Ciência e Tecnologia. HADDAD JR. 1998. DF. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal.. Ministério da Agricultura. Portaria nº 368 de 04 de setembro de 1997. 8 set. F. Ministério da Agricultura. de 02 de Setembro de 1994. Seção I. Brasília. DF. regulamentada pelo Decreto nº 30. – Brasília : Ministério da Saúde. de 04 de julho de 2005. São Paulo: Atheneu. Oficializa os Métodos Analíticos Oficiais para Análises Microbiológicas para Controle de Produtos de Origem Animal e Água. DF.

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R.. H. bovinos. 2. Toxicologia aplicada à Medicina Veterinária. L. PALERNO-NETO. TURNER. SERRA-FREIRE. A. M. MCILWRAITH.. 3. H. 2008. L. THOMASSIAN.. Livros. São Paulo: Roca. 2005. 2006. PERACCHI.REIS. S.. R. M. ed. ed. 2896 p. Entomologia & Acarologia. M. SMITH. GÓRNIAK.. THRUSFIELD. Sao Paulo: Manole. SP: Manole. Enfermidades dos cavalos. C. 260 p.. Manual de cirurgia de pequenos animais. ovinos e caprinos. GORNIAK. 897 p. A. 4. 2004.. Epidemiologia veterinária. J. ANDRADE. R. ed. 942 p. São Paulo.. S. 2008. D. 200 p SLATTER. Londrina: Tecnichal Books.. 2007. . Rio de Janeiro: L. MELLO. Farmacologia aplicada à medicina veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. B. S. Barueri. São Paulo: Roca. Primatas Brasileiros. L.... 341 p. N.. F. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte.. São Paulo: Varela. P. 1728 p SPINOSA. 573 p. ed. P. F. 2006. 4. W. SP: Manole. 3. 556 p.. SPINOSA. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de equinos.. 2006. 1985.. ed. A. S. M. N. BERNARDI. S.

Avaliação laboratorial da função pancreática d. Antígenos e anticorpos c. contagem de células em câmara (manual e automatizado). Helmintos extra-intestinais d.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-FÁRMÁCIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: FARMÁCIA BIOQUÍMICA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Avaliação laboratorial das dislipidemias e. Sífilis f. Avaliação laboratorial da função endócrina f. Hanseníase. Exames laboratoriais: Dosagem de hemoglobina. Técnicas imunológicas: princípio e aplicações e. Diagnóstico laboratorial das policitemias. Dengue g. Diagnóstico laboratorial e estudo das hemoglobinopatias. Uroanálise 2. Avaliação laboratorial da função renal b. Resposta imune inata e adaptativa b. Controle de Qualidade em Parasitologia 3. Controle de qualidade em Bioquímica clínica n. Imunopatologia e imunodiagnóstico: Chagas. Avaliação laboratorial dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-base h. hematócrito. Diagnóstico das doenças auto-imunes 4. HCV. Eritrograma: estudo morfológico dos eritrócitos. Protozoários extra-intestinais f. Protozoários intestinais e. . Hemograma: procedimentos pré-analíticos. VHS. rubéola. Imunologia Clínica a. Hematogênese. Marcadores de dano cardíaco j. c. HIV. Hematopoiese. Reações de hipersensibilidade d. Enzimologia Clínica l. HTLV. d. Hematologia Clínica a. contagem de reticulócitos. citomegalovírus. b. análise morfológica e hematimétrica geral. Imunodiagnóstico: toxoplasmose. Diagnóstico laboratorial e estudo das anemias. Avaliação laboratorial dos distúrbios ósseos e musculares g. HAV. Avaliação laboratorial da função hepática c. Parasitologia Clínica a. Marcadores tumorais k. Helmintos intestinais c. Órgãos hematopoiéticos. Proteínas plasmáticas m. HBV. Coleta e processamento de amostras para análise parasitológica b. cálculo de índices hematimétricos. Avaliação laboratorial dos distúrbios no metabolismo dos carboidratos i. Bioquímica Clínica a.

Meningites bacterianas e virais e. c. Histórico. Citologia hormonal do trato genital feminino d. Adenocarcinoma in situ e invasivo cervical i. Leveduras: clínica e identificação laboratorial d. Microbiologia Clínica a. Pneumocistose. Citologia do trato genital feminino normal c. descarte de resíduos e rejeitos. Colheita. Coccidioidomicose e Blastomicose k. Colheita de amostras para análise micológica. Diagnóstico microbiológico de infecções provocadas por: cocos gram-positivos. 5. corinebactérias. fase analítica e fase pós-analítica d. Lesões escamosas pré-malignas cervicais g. Infecções do trato gastrointestinal e genitourinário d. Zigomicose e hialo-hifomicose. Cronomicose e Feo-hifomicose j. Micologia Clínica a. Citologia Clínica a. Análise dos leucócitos: diagnóstico laboratorial dos processos infecciosos agudos e crônicos. Doença de Jorge Lobo. Leucograma: leucometria. Registros e laudos . recursos humanos. Citopatologia dos líquidos: líquor e líquidos cavitários j. Pitiríase versicolor e doenças por Malassezia sp. Paracoccidioidomicose. Teste de susceptibilidade a antifúngicos e. Coagulograma: Hemostasia e coagulação. infraestrutura. Testes de susceptibilidade a antimicrobianos c. Esporotricose i. limpeza. Rinosporidiose. Actinomicetotoses m. Microflora normal e patogênica cervical f. estudo morfológico dos leucócitos. Prototecose. Condições gerais: organização. Histoplasmose. b. Carcinoma escamoso invasivo do colo uterino h. Toxicologia Social e Medicamentos d. f. Aspectos gerais de fungos filamentosos e dimórficos na apresentação filamentosa c. transporte e armazenamento de espécimes b. Monitoramento das drogas terapêuticas 9. reação leucemóide. desinfecção e esterilização. objetivos e definições b. Micetoma. Imunohematologia. Bases da Toxicologia b. anaeróbios. Diagnóstico laboratorial e estudo das leucemias. biossegurança. bastonetes gram-negativos fermentadores e não fermentadores. Toxicologia Ocupacional c.e. 7. Aspectos clínico-laboratoriais das dermatofitoses h. agranulocitose. produtos para diagnóstico deuso in vitro. Aspergilose e Fusariose l. Candidíase. Toxicologia a. doenças mieloproliferativas e linfoproliferativas. fixação e coloração do esfregaço cervical. Diagnóstico laboratorial e estudo dos distúrbios da hemostasia g. f. Processos operacionais: fase pré-analítica. Provas de coagulação. isolamento primário e laudos laboratoriais b. equipamentos e instrumentos laboratoriais. Lesões inflamatórias do trato genital feminino e. Técnicas de coleta. Tinea nigra. micobactérias. Criptococose. Legislação em Análises Clínicas a. determinação de grupos sanguíneos e teste de Coombs. piedras g. Análise do sêmen (espermograma) 6. Diagnóstico imunológico das infecções fúngicas 8.

David Pereira. 3 ed. ed. Resolução RDC n. São Paulo: Manole. Grimaldo. 2006. 4 ed. A. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. BATISTUZZO. BURTIS. José Júlio Costa. Brasília. Leopold. 2010. ÁVILA. MELO. 2005. H.Manual de Interpretação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2008. Pedro Marcos et al. SINTO. Geraldo Attilio. PILLAI. DF. Fundamentos de Toxicologia. de 14 de outubro de 2009. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Garantia da Qualidade no Laboratório Clínico f. 5 ed. E. Dispõe sobre diagnóstico sorológico da infecção pelo HIV. Sandra do Lago Moraes de. Micologia Médica à luz de autores contemporâneos. Shiv. São Paulo: Atheneu. Claude. BRUNS. 6 ed. Parasitologia. Diário Oficial da União. CARVALHO.. 5. 2009. Brasília.º 151. Rio de Janeiro: Elsevier. Sumiro Ikura et al. DF. 2001. Citologia do Trato Genital Feminino. John Bernard.. Imunologia Básica: Funções e Distúrbios do Sistema Imunológico. 2007. LINARDI. ed. P. de 13 de outubro de 2005. Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos. 2003. ed.º 302. Toxicologia: a ciência básica dos tóxicos de Casaret e Doull. BIBLIOGRAFIA: ABBAS. FAILACE. LEE. São Paulo: Atheneu. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. Alan Lane de. BRASIL. Cássia Maria. Richard. . J. KOSS. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2008. Fundamentos em Hematologia. Curtis D. 2006. 2 v. DE CARLI. MOSS. G. ABBAS. David. ROCHA. G.º 306. Tietz: fundamentos de química clínica. Carl A... São Paulo: Manole. José Antônio de Oliveira. 3. Marcos Fábio Gadelha. 2008. 20 ed.. Andrew H. Manual de Hematologia – Propedêutica e Clínica. ASHWOOD. 5 ed. Controle Externo da Qualidade. São Paulo: Sarvier. Imunologia Celular e Molecular. Márcia Maria. 10 de dezembro de 2004. LICHTMAN. Introdução à Citopatologia Ginecológica com correlações histológicas e clínicas. KLAASSEN. 2 ed.e. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Porto Alegre: Artmed. 16 de outubro de 2009. 2010. Abul K. Dispõe sobre Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Luis. Secretaria de Vigilância em Saúde. Rio de Janeiro: Revinter. g. FERREIRA. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. V. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. São Paulo: Roca. Carmen Paz. 2 ed.. Belo Horizonte: Coopermed. Controle da qualidade: Controle Interno da Qualidade. Diário Oficial da União. Rio de Janeiro: Atheneu. HENRY. 2008. 2001. OPLUSTIL. NEVES. LORENZI. William de Freitas. Brasília. 2009. Rio de Janeiro: Elsevier. OGA. 6 ed. Parasitologia Humana. 2 ed. Andrew H. HOFFBRAND. 2009. de 07 de dezembro de 2004. A. . 8 ed. GOMPEL. REY. WATKINS. Renato. Rio de Janeiro: Elsevier. Porto Alegre: Artmed. Parasitologia Clínica: Seleção de métodos e Técnicas de laboratório para o diagnóstico das parasitoses humanas. Edward R. BRASIL. Resolução RDC n. Wintrobe: Hematologia Clínica. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diário Oficial da União. LICHTMAN. Abul K. 11 ed. Disposição de resíduos de serviços de saúde. DF. Therezinha F. PETTIT. 2001.. DOULL. BRASIL. 3 ed. John. SIDRIM. Ministério da Saúde. 14 de outubro de 2005. CAMARGO. Antônio Walter. John Barr. Lisboa: McGraw-Hill. Seizi. Portaria n. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 2004. CARVALHO. 1998. ZOCCOLI. Hemograma . 4.

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Tamisação 1) Caracterização dos tamises e tamisado 2) Equipamentos industriais h. Operação unitária d. 6) Constantes de velocidade de reação em função da concentração do agente . Fatores interferentes l. c. Física Industrial a. 4) Equipamentos k. Métodos gerais de esterilização 1) Mecanismos e cinética de destruição dos microrganismos 2) Agentes físicos e químicos esterilizantes e sanitizantes 3) Parâmetros físicos e biológicos aplicados em validação.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-FÁRMÁCIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: FARMÁCIA QUÍMICA INDUSTRIAL E FARMACÊUTICA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Centrifugação 1) Cálculo da força centrífuga 2) Equipamentos industriais g. Mecânica dos fluidos 1) Conceito de viscosidade. Razões para produção em larga escala. Parâmetros cinéticos de esterilização 1) Velocidade de inativação ou remoção microbiana ou protéica 2) Tempo de redução decimal (valor D) 3) Resistência relativa (valor z) 4) Nível de segurança do processo ou probabilidade de falha do sistema 5) Tempo equivalente ou valor F. Filtração 1) Teoria da filtração 2) Classificação dos filtros 3) Equipamentos industriais f. Transmissão de calor 1) Condução em estado estacionário 2) Trocadores de calor j. 2) Reologia 3) Estática e dinâmica de fluidos e. Mistura 1) Mistura de líquidos 2) Mistura de pós 3) Equipamentos industriais i. Introdução ao processo Industrial b.

Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de soluções injetáveis. filtração. 2) Interações. formaldeído. 1) Importância na biodisponibilidade dos princípios ativos. cremes e emulsões.Tecnologia farmacêutica e de cosméticos a.1Gasosos: peróxido de hidrogênio.7) Valor Q10 8) Energia de Ativação m. Conceito de Tecnologia Farmacêutica e Cosmética e sua aplicação na Indústria. Transição de fases 3) Transferência de calor 4) Equipamentos industriais p. 3) Áreas e Serviços. d. 3) Lipossomas. drágeas. Pré-formulação e Formulação de produtos farmacêuticos. e. Secagem 1) Psicometria 2) Relações de equilíbrio 3) Mecanismo e velocidade de secagem 4) Equipamentos industriais o. 1) Tipos de construção e instalações. Excipientes. 2) Agentes químicos: 2. e. Organização da produção farmacêutica. b. 1) Sistemas vesiculares. b. elixires. 2. peróxido de hidrogênio 3) Associação de agentes físicos aos químicos: peróxido de hidrogênio e radiação. Liofilização 1) Princípios físicos 2) Congelamento. .Controle físico e químico de qualidade de medicamentos e cosméticos a. 5) Nanocápsulas. c.2Líquidos: glutaraldeído. 2) Tipos de Produção. f. granulados e pastilhas. xaropes e suspensões. Destilação e concentração 1) Equilíbrio líquido-vapor 2) Equipamentos industriais 2. Sistemas matriciais. Métodos químicos no controle de qualidade de medicamentos. 3. n. Métodos físico-químicos no controle de qualidade de medicamentos d. Agentes esterilizantes 1) Agentes físicos: Calor úmido e seco. radiação. 4) Nanopartículas. pós. ácido peracético. Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de pomadas. 2) Formas de liberação modificada. 6) Vetores de medicamentos. cápsulas. Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de comprimidos. c. formaldeído. óxido de etileno. Controle físico de medicamentos.

i. i.Farmacologia a. e. Metabolismo dos fármacos. Farmacodinâmica: mecanismos de ação dos fármacos e relações entre concentração e efeito c. 2) Antihistaminícos. descoberta e desenvolvimento de fármacos. j. 1) Diuréticos. 2) Formas farmacêuticas plásticas: pomadas. g. g. Fármacos afetando a transmissão colinérgica.Química Farmacêutica a. b. Planejamento. k. cremes. 4. f. Quimioterapia para Tuberculose e Hanseníase h. Farmacocinética: dinâmica da absorção. m. Fármacos afetando o sistema cardio-vascular. 1) Antiinflamatórios não esteroidais. Anestésicos gerais. Aspectos físicos e químicos da pré-formulação farmacêutica. errinos. gotas orais e xaropes. Princípios de toxicologia e tratamento de envenenamento. Fármacos utilizados no tratamento da malária. d. h. Desenvolvimento. supositórios e óvulos. Propriedades fisico-químicas. comprimidos revestidos e drágeas. i. 2) Glicosídeos cardiotônicos.f. b. Agentes anticolinesterásicos. Sedativos e hipnóticos. f. 3) Inibidores da enzima conversora de angiotensina. 5. cápsulas. Relações entre grupos funcionais e atividade farmacológica. j. . comprimidos. e. Tratamento de água para a indústria químico-farmacêutica e farmacêutica. 4) Formas farmacêuticas líquidas não estéreis: antisépticos. gotas otológicas. g. Agonistas e antagonistas dos receptores de serotonina. Giardiase. Etanol e drogas de abuso. Fármacos utilizados na enxaqueca. c. 3) Formas farmacêuticas dispersas: emulsões e suspensões. l. Antibióticos beta-lactâmicos. 5) Formas farmacêuticas estéreis: colírios. Fármacos afetando o sistema imune. Analgésicos opióides. Analgésicos opióides e antagonistas. Tratamento de resíduos da indústria químico-farmacêutica e farmacêutica. n. injetáveis de pequeno e grande volume. Tripanossomiase e Leismaniose. antialérgicos e agentes anti úlcera. d. biofarmacêuticas e farmacocinéticas. antiangina e antiarritimicos. Agentes quimioterápicos 1) Antiparasitários 2) Antifungicos 3) Antibióticos e antimicrobianos. Farmácos que afetam a motilidade uterina. h. Descoberta e desenvolvimento de fármacos a partir de produtos naturais. Agentes para o tratamento de Amebíase. k. formulação e equipamentos utilizados na produção de formas farmacêuticas tradicionais: 1) Formas farmacêuticas sólidas: pós. distribuição e eliminação dos fármacos.

POPOVICH. M. de 14 de julho de 2005. 2001. g.Legislação.º 35.C. 2000. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.. . Aplicações farmacêuticas e reacões de identificação..A..V.. ALVES. KANING. RIEGER. 514p. 2 ed. Tecnologia Farmacêutica. Pharmaceutical dosage forms-disperse systems.G.S..Farmacognósia a.2 e 3. VisaLegis. 568p. N.º 210. Ficam estabelecidas a Definição e a Classificação de Produtos de Higiene Pessoal. L.1. A. Agentes antivirais 6. p. d. .o. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian.º 249. H.Diário Oficial da União. Alcalóides. b. o cumprimento das diretrizes estabelecidas no Regulamento Técnico das Boas Práticas para a Fabricação de Medicamentos. Porto: Associação Nacional das Farmácias. Plantas contendo saponinas.A. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. Baltimore: Williams & Wilkins. Poder Executivo.. ALLEN. 1995. J. Dekker c1996-c1998. São Paulo: Editorial Premier. c.Diário Oficial da União. Determina todos os estabelecimentos Distribuidores e Fracionadores de Insumos Farmacêuticos o cumprimento das diretrizes estabelecidas no Regulamento Técnico de Boas Práticas de Distribuição e Fracionamento de Insumos Farmacêuticos.. Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. Tetraciclinas e cloranfenicol q. Poder Executivo..L. LACHMAN.1 e v. de 14 de agosto de 2003. Òleos essenciais: aplicações farmacêuticas e em cosméticos. Poder Executivo. VILLAR. H. LEIBERMAN. Métodos de identificação de carotenóides e vitaminas. 3 v. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA.. D. BIBLIOGRAFIA: BRASIL.C. N.U. Aspectos gerais da biossíntese de metabólitos secundários em plantas. POPOVICH. RDC n.. j.G. LEIBERMAN. conforme ao Anexo I da presente Resolução. RDC 211. Determina a todos os estabelecimentos fabricantes de produtos intermediários e de insumos farmacêuticos ativos. BRASIL. L. 1992. M.. ANSEL. de 26 de setembro de 2005.2. H. i.Diário Oficial da União. conforme anexo I da presente Resolução. v. ANSEL. Lisboa. . E. PRISTA. 6 ed. ALLEN. Antibióticos aminoglicosídeos.G. BAHIA. Fundação Calouste Gulbekian.O. Dermofarmácia e Cosmética.U.. L. L. Determina a todos os estabelecimentos fabricantes de medicamentos. conforme Anexos I e II. Métodos químicos no controle de qualidade de plantas medicinais e fitoterápicos. RDC n. L. f. Pharmaceutical dosage forms and drug delivery systems. RDC n. BANKER. D. Plantas tóxicas e inseticidas naturais. Cosméticos e Perfumes. v. G. o cumprimento das diretrizes estabelecidas no "Regulamento Técnico das Boas Práticas de Fabricação de Produtos Intermediários e Insumos Farmacêuticos Ativos". New York: M. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.. cardioativas e esteróides. e. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.M. PRISTA.C. antocianidinas e cumarias. Sesquiterpenos e diterpenos de interesse farmacêutico. . h.O.U. 1996. Flavonóides.N. D. de 07 de março de 2003.O. BRASIL. Óleos fixos: principais plantas produtoras e aplicações farmacêuticas e cosméticas.V. H. Aplicações farmacêuticas e principais reações de identificação. 6 ed.F.

2.. Química Medicinal. 1994. (2005). C. Principles of Medicinal Chemistry. H.LIEBERMAN. Foye W. 1. A. e Fraga. Lemke. (2003). Farmacopéia Brasileira 5ª. edição. 15a ed.. As bases moleculares da ação dos fármacos. M.Pharmaceuticaldosageforms. A. F. V. 5ª. 4a e 5a ed. EVANS. Barreiro E. Artmed Editora. Farmacognosia. .A. FundaçãoCalousteGulbenkian. Marcel Dekker. J.. 12ª Ed. Farmacognosia.3.McGraw Hill. Interamericana . T. COSTA. O. Baltimore. Porto Alegre (2001). . 2002. David A. W. C. Ed. Lisboa. Willianse Wilkins Ed. Tablets. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. et al. New York. C. (2010). México. Goodman & Gilman (editores)..

Fundamentos básicos dos implantes osseointegráveis b. odontossecção d. Tratamento cirúrgico d. Farmacocinética d. Anestesiologia local a. Técnicas anestésicas 4. Atendimento ao politraumatizado b. Técnica cirúrgica – incisão. BMP . Infecções odontogênicas a. Cuidados pós-operatórios 3. Aspectos clínicos e radiográficos b. Osteotomias mandibulares 8. Traumatologia buco-maxilo-facial a. Cirurgias Avançadas: reconstruções. Cistos e tumores da região buco-maxilo-facial a. enxertos ósseos. osteotomia. Extração de dentes permanentes b. Diagnóstico e tratamento das fraturas de mandíbula d. Espaços fasciais c. Exodontia a. Reconstrução após cirurgia de cistos e tumores 5. Implantodontia a. sequelas 7. Cirurgia ortognática a. Osteotomias maxilares c. Diagnóstico e planejamento em cirurgia ortognática b. Drogas anestésicas b. Mecanismo de ação c. Diagnóstico b. Exodontia de dentes inclusos a. Diagnóstico c. Diagnóstico b.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Tratamento das infecções odontogênicas 6. distração osteogênica. Procedimentos cirúrgicos em implantodontia d. Planejamento em implantodontia c. biomateriais. PRP. Extração de dentes decíduos 2. Diagnóstico e tratamento das fraturas dos ossos da face c. Planejamento cirúrgico c. Complicações.

BIBLIOGRAFIA: ARAÚJO. Rio de Janeiro.F. Diagnóstico e Tratamento. Guanabara Koogan 2ª Ed 2004. Porto Alegre: Artmed.Ed. Elsevier. R. M. The Osseointegration Book: from calvarium to calcaneus.. P. BRANEMARK. Aspectos Atuais da Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial. SALIM..R. Ed Revinter 2003 1ª Ed. 2001. al: Patologia Oral e Maxilofacial. WHITE JR. Implantes Dentais Contemporâneos. Técnicas Cirúrgicas Bucais e Maxilofaciais.J. W.R.P.A. B. J. . C. M. 2008. São Paulo: Santos. E. Manual de Anestesia local. Tratamento Contemporâneo de Deformidades Dentofaciais.I. W. MEDEIROS. VALENTE.R. 2005.. MISCH. ELLIS.. 2005. J. D. R. 2007. M. . HUPP. TOPAZIAN. P. Ed. C. S. R. PETERSON.. Volta Redonda. et. Quintessence. 4ª Ed São Paulo: Santos..H. Infecções Orais e Maxilofaciais. 2005. PROFFIT.. A.R.G. 2006.. São Paulo: Santos. Ed Medsi 2004. Elsevier S. GOLDBERG. L. M. Rio de Janeiro. NEVILLE.. MALAMED. Cirurgia Bucomaxilofacial. SARVER.F.Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea.. 5ª Ed.M..J. Berlin. 4ª.R. 1ª Ed Rio de Janeiro. TUCKER. HUPP. E. PRADO. GABRIELLI. 2ª Ed.

Clareamento dental de dentes não-vitais 10. Diagnóstico e tratamento de hipersensibilidade dentinária 13. Patologia da doença cárie c. Restaurações indiretas a. características e classificação dos materiais ionoméricos b. Uso do Flúor e controle da cárie 2. Amálgama dental b. Isolamento do campo operatório 5. Aplicações clínicas do material ionomérico a. Materiais restauradores indiretos b. Adesão aos tecidos dentários 7. Princípios de oclusão em dentística . Facetas indiretas 15. Nomenclatura e classificação das cavidades 3. Restaurações indiretas em dentes posteriores: preparos e técnicas c. Propriedades. Tratamento e prevenção da cárie dentária e. Aspectos clínicos das lesões cariosas d. Restaurações com material ionomérico 12. Cárie dentária a. Lesões cervicais não cariosas 14. Restaurações de amálgama dental a.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: DENTÍSTICA RESTAURADORA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Restaurações de amálgama dental em dentes posteriores 6. Colagem de fragmento dental 11. Clareamento dental de dentes vitais b. Restaurações de resina composta em dentes posteriores d. Clareamento dental a. Princípios gerais do preparo cavitário 4. Diagnóstico da doença cárie b. Restaurações de resina composta em dentes anteriores c. Restaurações de dentes tratados endodonticamente 16. Restaurações diretas de resina composta a. Facetas diretas com resina composta 8. Resinas compostas b. Proteção do complexo dentina-polpa 9. Cimentos odontológicos 17.

2004. São Paulo: Santos. Dentística Saúde e Estética. Odontologia Restauradora Fundamentos e Possibilidades. 2007.. Materiais Dentários Restauradores Diretos – dos Fundamentos à Aplicação Clínica. 2005. KIDD. Alessandro D. Rio de Janeiro: Elsevier.J. Soluções Clínicas . REIS. 1ª ed. 2001. Odontologia Estética – O Estado da Arte. . O. Phillips: Materiais dentários. MONDELLI. São Paulo: Santos. MIYASHITA.Fundamentos e Técnicas. Luiz Narciso. BARATIERI. BARATIERI. K. Dentística Procedimentos Pré-clínicos. 2005.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ANUSAVICE. Loguercio. 1ª ed. Porto Alegre: Artmed. Ewerton Nocchi. 2007. Eduardo. José. 1ªed. 3ª ed. 2004. Cárie Dentária – A Doença e seu Tratamento Clínico. 11ª ed. Luiz Narciso e cols. São Paulo: Santos. Alessandra. Florianópolis: Ponto. São Paulo: Santos. 1ª ed. FEJERSKOV.São Paulo: Artes Médicas. CONCEIÇÃO. 1ª ed. 2ª ed. E. 2008.

Limite apical de instrumentação 4. Instrumentos manuais b. Isolamento de Campo Operatório em Endodontia a. Indicações para a utilização do isolamento absoluto b. Instrumentos rotatórios c. Mecanismo de Ação b.Smear layer 5. Materiais obturadores c. Obturação do Sistema de Canais Radiculares a. Diagnóstico e Classificação clínica das alterações pulpares e periapicais c. Características Físicas e. Retratamento Endodôntico a. Técnicas de instrumentação manual e rotatória c. Substâncias Químicas Auxiliares da Instrumentação a. Reabsorção Dentária a. Técnicas obturadoras 7. Movimento dos instrumentos endodônticos d. Aspectos radiográficos de interesse para endodontia. Princípios de limpeza e modelagem b. Procedimentos para o retratamento c. Princípios b. Instrumentos Endodônticos a. Preparo Químico-Mecânico dos Canais Radiculares a.Substâncias químicas auxiliares b. Propriedades mecânicas d. Preparo do dente para colocação do isolamento absoluto c.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ENDODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.Propriedades c. 2. Diagnóstico em Endodontia a. Reabsorções dentárias internas . Elementos de Diagnóstico b. Mecanismo de fratura dos instrumentos 6. Riscos e benefícios 8. Alterações patológicas de origem endodôntica e não endodôntica. Classificação das reabsorções dentárias c. Indicações e contraindicações b. d. Reabsorções dentárias externas d. Retentores do dique 3.

Infecções extrarradiculares h. Métodos para a identificação microbiana e. Medicação sistêmica e cicatrização tecidual c. Diagnóstico . Diagnóstico d. Corticosteróides d. Controle da dor e. Fase mecânica para o acesso cavitário e. f. Diagnóstico e tratamento c. Patogênese c. Microbiologia na endodontia a.9. Considerações anatômicas e exames por imagem d.indicações e associações. b. Medicações intracanal . Diagnóstico pulpar em criança b. Analgésicos não narcóticos analgésicos opióides c. Tratamento de abscesso e celulite j. Infecções endodônticas persistentes g. Urgência e emergência e em endodontia a. Componentes do sistema de canais radiculares b. Dor de origem pulpar – diagnóstico e tratamento d. Traumatismo dentário a. Mecanismo de patogênese microbiana e fatores de virulência d. Dor endodôntica pré e pós operatória b. Origem da dor endodôntica b. Preparo do paciente e. Tratamento endodôntico de dentes decíduos c. preparo do acesso cavitário e localização dos canais a. Biofilme e patogênese microbiana b. Exame clínico e radiográfico do paciente e incidência. Tratamento das infecções endodônticas i. Objetivos e orientações para o acesso cavitário d. preparo operatório e procedimentos cirúrgicos 14. Antibióticos 13. Tratamento endodôntico de permanentes jovens d. Cirurgia perirradicular a. Indicações e princípios biológicos b. Tipos de infecções endodônticas f. Erros do preparo cavitário 11. Microbiota encontrada em infecções endodônticas. Diferenças morfológicas do dente decíduo e permanente 15. Instrumentos. Vias de infecção do canal c. Patologia pulpar e perirradicular a. Tipos de lesões periapicais de origem endodôntica. Terapêutica em endodontia a. Endodontia na odontopediatria a. 12. Flare-up 16. Tratamento 10. e. Dor de origem perirradicular – diagnóstico e tratamento e. Anatomia do canal e do ápice radicular c. Etiologia b. Anatomia interna do dente.

Fracasso da anestesia 18. Técnicas anestésicas e suas indicações em diferentes situações clínicas. tratamento e prognóstico. Caminhos da polpa. Stephen e HARGREAVES. Reabsorções Dentárias nas Especialidades Clínicas. Mecanismo de ação dos anestésicos locais b. Dentes com rizogênese incompleta BIBLIOGRAFIA: COHEN. Tipos de anestésicos e suas indicações e. T.P.Hélio Pereira. 2004. 1ª ed.ed. Tipos de fraturas radiculares – diagnóstico. Maringá: Dental Press. 2005.c. 2010. Leonardo. c.. 3. 2011. Rio de Janeiro: Elsevier. Anestesia em endodontia a. CONSOLARO. 17. D e FORD. Prevenção e Tratamento da Periodontite Apical. ed. 4ª ed. Tratamento endodôntico g. TORABINEJAD. Endodontia: Biologia e Técnica. Sistemas Rotatórios em Endodontia. Endodontia em Sessão Única. Kenneth. Procedimentos em dentes de pacientes de diferentes idades (crianças. Traumas das estruturas dentárias– diagnóstico. Tipos de fraturas dentárias – diagnóstico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Sequelas do trauma dentário. Características dos agentes anestésicos d.R. 10. c. adultos e idosos). Dentes necrosados b. 2007. SIQUEIRA JR. ARTES MEDICAS 2002. WALTON. 2010. tratamento e prognóstico. LOPES. ORSTAVIK. jovens. Fundamentos da Endodontia. Rui e outros. Livraria Santos Editora. Dentes vitais a. José Freitas. Anestesia suplementar f.A. tratamento e prognóstico. São Paulo. 2ª Ed. d. 1ª ed. HIZATUGU. e. . f. . Mahmud. Endodontia Princípios e Prática. Rio de Janeiro: Elsevier. Richard E. Mário Roberto / Cols. São Paulo: Santos.

4. Anestesia aplicada a implantes zigomáticos. 6. Edentulismo parcial. Pilares Protéticos. 16. Moldagem ou Transferência? 21. 19. . 2. Complicações e Fracassos em Implantodontia. Fases laboratoriais e Clínica da Prótese definitiva. Falhas mecânicas nas próteses sobre implantes. 32. 24. As moldagens em Prótese sobre Implante. 33. 5. Aspectos biomecânicos envolvidos em reabilitações com implantes zigomáticos e tipos de abordagem protética. 30. 18. Classificação e planos de tratamento para arcadas parcial e totalmente edêntulas. 15. 20. 12. 29. 23. 17. 25. 7. Edentulismo total. Legislação em Implantodontia. Diagnóstico pré implantar e Decisão terapêutica. Princípios das próteses fixas sobre implantes cimentadas: dentes naturais e abutments como pilares. Biomecânica clínica na Implantodontia. 31. Técnicas cirúrgicas avançadas. Opções de tratamento para overdentures sobre implantes na mandíbula: uma abordagem organizada. Edentulismo unitário. 3. 9.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: IMPLANTODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Novos conceitos para colocação em função. Manutenção em Implantodontia. Prótese aparafusada e cimentada. 14. Nova abordagem cirúrgica. Osso disponível e Implantodontia. 26. Planos de tratamento com implantes na maxila parcial e completamente edêntula: próteses fixas e overdentures. Novos diâmetros de implante. 11. Evolução das técnicas e materiais empregados em ancoragem zigomática. 28. Técnica convencional para a ancoragem em implantes zigomáticos. 22. 8. 27. Anestesiologia e Implantodontia. 10. 13. Opções protéticas em Implantodontia. Anatomia maxilar e mandibular. Tratamento das áreas posteriores e sua classificação. Integração e Fisiologia tecidual. Cistos dos maxilares e implantes endo-ósseos. Quando se utiliza ou não a filosofia de carga imediata.

TELUCIANU. O Passo-a-passo da Prótese sobre Implante. MARTINEZ. Mithrindade. DAVARPANAH. 36. Princípios da prótese aparafusada. 41. FILHO. 2008. ARTMED Editora.F. PADOVAN. 38. Opções para prótese total fixa sobre implantes na mandíbula. Carl E.34. Da Segunda Etapa Cirúrgica à Reabilitação Final. Antônio Carlos e Colaboradores. Prótese Sobre Implantes. oclusão BIBLIOGRAFIA: CARDOSO. Carregamento ósseo progressivo. Nary. Henry. MISCH. Myriam. Carga imediata: aplicações em implantodontia. . 40. Reposição unitária na área anterior da maxila. 39. Manual de Implantodontia Clínica. Fixação Zigomática: Uma Alternativa Para Reabilitação em Maxilas Atróficas. KEBIR. Editora Santos. 2006. Plano de tratamento para a região posterior da maxila edêntula. 2003. J. Considerações oclusais para a prótese implantossuportada: implantoprotegida. Hugo. Editora Santos. 35. 37. Editora Santos. 2005. Manutenção dos implantes dentários.

2010. 2011. GUEDES PINTO AC. Artes Médicas. AVERY. Doença periodontal na criança 12. Terapia endodôntica em dentes decíduos 19. Traumatismos em dentes decíduos e permanentes jovens 20. cimentos de ionômero de vidro 24. 2005. Dentística em odontopediatria -Resinas compostas. DEAN JA. CORRÊA MSNP.Elsevier. Ed.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ODONTOPEDIATRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. São Paulo. Tratamento atraumático em odontopediatria 25. Rio de Janeiro. Ed.Premier. São Paulo. TOLEDO AO. Reabilitação protética em odontopediatria 26. Condições patológicas da cavidade bucal na infância 9. Radiologia em odontopediatria BIBLIOGRAFIA: ASSED S. Anomalias dentárias 16. Odontopediatria – Fundamentos para a Prática Clínica. Ed. Erupção dentária 10. Ed Santos. Desenvolvimento anatomofuncional da boca 8. M. RALPH E. Erosão dental 15. 9ª. RODRIGUES CRMD. Anestesia local em odontopediatria 11. Diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria 3. Santos. 1ª Ed. Aspectos psicológicos na clínica odontopediátrica 4. 1ª Ed. Selantes de fossas e fissuras 18. Abordagem odontológica em bebês 6. Fundamentos de Odontologia – Odontopediatria. São Paulo. MC DONALD. Cirurgia oral em pacientes pediátricos 27. 3ª Ed. Odontopediatria na Primeira Infância. Anatomia dos dentes decíduos e permanentes 5. 2009. Características do sistema estomatognático 7. 3ª Ed. Odontopediatria para crianças e adolescentes. Uso de fluoretos em odontopediatria 14. Maloclusões em odontopediatria 22. Cariologia 13. Ed. Desenvolvimento da oclusão 21. Farmacologia em odontopediatria 17. Hábitos parafuncionais 23. DAVID R. Crescimento e desenvolvimento crânio-facial 2. 2005. BONECKER. Ed. Odontopediatria: Bases Científicas para a Prática Clínica. São Paulo. .

Fase do tratamento ortodôntico com arco reto i. Aspectos Ortodônticos da Cirurgia Ortognática g. Tratamento sem Extração d. Tratamento em criânças pré-adolescentes com e sem problemas esqueléticos c. Biomateriais em ortodontia 3. Ortodontia em Adultos: Diagnóstico e Tratamento f. VANARSDALL JR. Ancoragem em ortodontia j. Diagnóstico e Plano de Tratamento a. ESCOBAR P. 2º reimpressão . Ortodontia: Princípios e Técnicas Atuais. Biomecânicas e Mecânicas ortodônticas a. Radiografia de mão e punho f.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ORTODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Crescimento e desenvolvimento craniofacial b. O Tratamento Ortodôntico com Arco Reto. 2005 . Inter-relação Ortodontia/Periodontia e. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Etiologia das más oclusões g. Colagem em Ortodontia h. Oclusão e equilíbrio dos dentes d. . Técnicas Ortodônticas a. Biomecânica na prática ortodôntica d. São Paulo: Livraria e Editora Tota. Aparelhos ortodônticos auxiliares k. 1ª ed. Thomas M. Robert L.. Cefalometria clínica 2. Bases biológicas da terapia ortodôntica b. TUBER. Hábitos em Ortodontia h.2009. Fisiologia e metabolismo do osso c. GREGORET. Classificação das más oclusões e.Luis H. Elisa. Jorge. Desenvolvimento da dentição mista e permanente c. 2002.. Tratamento de crianças na fase da dentadura mista b. Contenção e Recidiva BIBLIOGRAFIA: GRABER.

JR. VELLINI. Flávio F. Ortodontia Contemporânea. David M. reimpressão 2010. SARVER. Rio de Janeiro: Elsevier. 4ª ed. 7ª ed. Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico. 2008. Henry W. 2008.. FIELDS. William R. São Paulo: Artes Médicas.PROFFIT. .

Os tecidos ao redor de dentes e implantes b. das doenças periodontais e periimplantares 4. Recessões gengivais e deformidades mucogengivais f. Microbiologia periodontal b. Diagnóstico. Avaliação de risco e. Mucosite perimplantar g. Complicações da gravidez f. Etiologia das doenças periodontais e periimplantares a. Doenças e condições gengivais não induzidas por placa c. Periimplantite h. Determinação do prognóstico f. Exame radiográfico c. Fatores de risco para periodontite c. Patogênese da doença periodontal e periimplantar 5. Trauma de oclusão a. Classificação das doenças periodontais e periimplantares a. Infecções periimplantares e. Medicina periodontal f. Epidemiologia a. Diabetes mellitus e síndrome metabólica 3. Anatomia do periodonto de proteção e de sustentação a. Doenças cardiovasculares e. Em tecidos periodontais b. Exames complementares d. Anatomia microscópica 2. Associação entre as doenças periodontais e doenças e condições sistêmicas: d. Em tecidos periimplantares 6. Prevalência das doenças periodontais b. Infecções periodontais d. Tratamento das doenças agudas do periodonto . Racionalização do plano de tratamento periodontal e periimplantar g. Doenças gengivais induzidas por placa b. Trauma oclusal 7. Exame clínico b. Anatomia macroscópica c.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PERIODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Biofilme dentário e periimplantar c. locais e sistêmicos. Processos agudos periodontais e. prognóstico e plano de tratamento a. Formas de periodontite d. Fatores predisponentes e modificadores.

Instrumentação periodontal cirúrgica 1) Princípios gerais da cirurgia periodontal 2) Objetivos. Michael G. Fermin et al. Cicatrização da ferida periodontal 9. . Terapia periodontal inicial (associada à causa) 1) Instrumentação periodontal não cirúrgica. Terapia periodontal de suporte b. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. NEWMAN. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. Diagnóstico e tratamento da mucosite e da periimplantite 10. Terapia periimplantar de suporte BIBLIOGRAFIA: LINDHE. Cirurgias plásticas periodontais g. 2007. Cirurgias regenerativas 1) Conceitos regenerativos 2) Técnicas cirúrgicas regenerativas f. 2010. indicações e contra-indicações da cirurgia periodontal 3) Acesso cirúrgico periodontal 4) Técnicas cirúrgicas de tratamento da bolsa periodontal e de deformidades mucogengivais c. controle mecânico do biofilme. Aspectos biológicos dos implantes dentários c.8. Tratamento de dentes com envolvimentos de furca radicular d. Implantodontia a.. raspagem e alisamento radicular 2) Instrumentação sônica e ultrassônica 3) Agentes antimicrobianos locais e sistêmicos 4) Procedimentos interdisciplinares para adequação do meio bucal b. 5ª Ed.10ª Ed Rio de Janeiro: Elsevier. Henry H. Carranza: Periodontia Clínica. Terapia de suporte a. Jan. CARRANZA.. Osseointegração b. Tratamento periodontal a. TAKEI. Aspectos gerais do planejamento em implantodontia d. Cirurgias ressectivas periodontais 1) Gengivectomia/gengivoplastia 2) Cirurgia óssea ressectiva 3) Ressecção radicular 4) Tunelização e. Os momentos da instalação de implantes e da reabilitação e.

CORREA. indicações. 13. 2007. 4. 5. 7. . C. 11. 2001. 6. processamento convencional e microondas em prótese removível (total e parcial). . 8. Exame do paciente em prótese dentária e anatomia funcional do sistema mastigatório. 2010. 11 ed. 2005. Seleção. . Phillips: Materiais Dentários. 2. TELLES. [1.T.Paulo. e cols. prova e montagem dos dentes artificiais em prótese removível (total e parcial). enceramento. Prótese parcial removível: do planejamento/delineamento à instalação. ligas metálicas. Santos. 2007.M. materiais. Grampos ou retentores extracoronários em PPR. e outros. Moldagem e materiais de moldagem em prótese dentária. 4.].J. – – o da a 1 . Prótese sobre implantes.. 14. Prótese fixa: do preparo à cimentação definitiva. CARDOSO. Relações maxilomandibulares em prótese total. TODESCAN R. 8. São Paulo: Santos Livraria e Editora. Uso de articuladores ajustáveis em prótese dentária. 2006. Fundamentos de Prótese Total. São Paulo: Santos. Inclusão. Patologias oclusais. 2009. A. L. oclusão e ajuste oclusal em prótese dentária. reimpr.Passo a Passo : Santos. Fundamentos de Prótese Fixa.ed. 3. Conceito. TURANO. fundição odontológica e soldagem de ligas odontológicas. contra indicações e fracassos em prótese parcial removível (PPR). H. EGLAS E. ed. Categorias e propriedades dos materiais dentários em prótese dentária.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PRÓTESE DENTÁRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Gerson A. PEGORARO. restauradores indiretos. BIBLIOGRAFIA: ANUSAVICE KJ. São Paulo: Quintessence. BERNARDES DA SILVA OD. TURANO L. cerâmicas odontológicas. 2005. 12. Prótese imediata. Daniel de Moraes. 9. 10. Editora: Elsevier. resinas e reembasamento em prótese removível (total e parcial). classificações. et al.C. F. Protése Total: Convencional e Sobre Implantes. SHILLINGBURG. : Editora Santos.

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