UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

CAMPUS DE BOTUCATU

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE AGRONOMIA

BOTUCATU
ABRIL 2007

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SUMÁRIO
Página

1. Identificação Institucional................................................................... 2. Objetivos do Curso.............................................................................. 3. Perfil do Engenheiro Agrônomo formado pela FCA........................... 4. Ingresso no Curso................................................................................ 4.1 Vagas e Período............................................................................ 4.2 Regime de Matrícula.................................................................... 4.3 Concurso Vestibular..................................................................... 5. Estágios................................................................................................ 5.1 Estágio Curricular......................................................................... 5.2 Estágios Extracurriculares............................................................ 6. Matriz Curricular do Curso.................................................................. 6.1 Carga Horária Total do Curso...................................................... 6.2 Integralização Curricular, Carga Mensal e Diária........................ 6.3 Elenco das Disciplinas Obrigatórias............................................. 6.4 Elenco das Disciplinas Optativas................................................. 7. Objetivos, Ementa e Bibliografias das disciplinas.............................. 7.1 Disciplinas Obrigatórias............................................................... 7.2 Disciplinas Optativas....................................................................

03 05 06 08 08 08 08 10 10 11 12 12 13 13 16 20 21 68

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1. IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO" UNESP FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS – FCA CAMPUS DE BOTUCATU FAZENDA EXPERIMENTAL LAGEADO Rua José Barbosa de Barros, 1780 CEP.: 18.610-307 Caixa Postal 237 Botucatu - SP Fone: (14) 3811-7100 Fax: (14) 3815-3438 Home page: http://www.fca.unesp.br e-mail: diretor@fca.unesp.br REITORIA DA UNESP Reitor: Prof. Dr. Marcos Macari Vice-Reitor: Prof. Dr. Herman Jacobus Cornelis Voorwald DIRETORIA DA FCA: Diretor: Prof. Dr. Leonardo Theodoro Bull Vice-Diretor: Prof. Dr. Sílvio José Bicudo FAZENDAS EXPERIMENTAIS Supervisor: Prof. Dr. Marcelo Agenor Pavan Vice-Supervisor: Prof. Dr. Lincoln Gehring Cardoso DIRETORIA TÉCNICA ACADÊMICA Diretora: Sueli Aparecida Zanardo Honório SEÇÃO DE GRADUAÇÃO Liliam Aparecida Paes Alves Andréa Spernega Dejair Martiniano Ribeiro Fátima Regina Arruda SEÇÃO TÉCNICA ACADÊMICA Maria Isabel Gomes Denise Aparecida Pacharoni Argentin DIRETORIA ADMINISTRATIVA Diretora: Maria Elisa Bertolla Pires

Wilson Badiali Crócomo (T) Prof. Dr. Dr.4 CONSELHO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA (CCGA) MEMBROS Coordenador: Profª. Célia Regina Lopes Zimback (T) Prof. Venturini Filho (T) Prof. Luiz Roberto Hernandez Bicudo (S) REPRESENTANTES DISCENTES/FCA Acadêmica Vivian Ferreira Franco (T) Acadêmico João Maurício Garcez de Castro (S) . Raimundo Leite Cruz (S) Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial Profª. Fernando Broetto (T) Prof. Dr. Dr. Dagoberto Martins (S) FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA/FMVZ Prof. Rumy Goto (S) Departamento de Recursos Naturais Profª. Dr. Drª. Dr. Dr. Dr. Alberto Médici (S) Departamento de Produção Vegetal Profª. Dr. Dr. Dr. Antonio Carlos Silveira (S) INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS Prof. Drª. Drª. Dr. (T) Prof. Hélio Grassi Filho (S) Representantes Eleitos Prof. Drª. Waldemar G. Izabel de Carvalho . Puolli Filho (T) Prof. José Nicolau P. Izabel de Carvalho Subcoordenador: Profª. Sérgio Lázaro de Lima (S) Prof. Denise Laschi (T) Profª. Drª. Drª. Célia Regina Lopes Zimback FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS/FCA Departamento de Engenharia Rural Prof. Biaggioni (T) Prof. Marco Antonio M.

regionais e nacionais. proporcione gestão democrática da instituição na área acadêmica e que estabeleça qualidade de ensino para o curso. Espera-se que o Projeto Político-Pedagógico propicie autonomia didática. estratégias de ação para o aprimoramento do corpo docente. Tecnologia de Alimentos e Engenharia Rural. OBJETIVOS DO CURSO No Projeto Pedagógico do Curso de Agronomia da FCA está impressa a instrumentação para o desenvolvimento do Curso de Agronomia. Extensão e Gestão Agrícola. Os objetivos específicos são estebelecer diretrizes para uma sólida formação generalista do Engenheiro Agrônomo formado pela FCA nas áreas de Recursos Naturais. em suma. formas de estágios destinados ao corpo discente. . com visão humanística.5 2. mas afetas a grupos sociais. propõe-se que o Projeto Pedagógico proporcione ligação harmônica entre a ciência e a técnica e que seja constantemente atualizado. Centrado no ensino da Ciência Agronômica. e utilizando para o equacionamento destas metas os recursos disponíveis de maneira racional. para propiciar formação de Engenheiros Agrônomos que respondam às necessidades das realidades locais. Trata-se. e instalações. estabelecendo o perfil do profissional egresso da FCA. constante relacionamento entre a instituição de ensino/faculdade e a comunidade. a prática e a sociedade. econômicos. Ciências Florestais. sócio-culturais. gerenciais e organizativos. O Projeto Pedagógico tem por objetivos gerais a sistematização da política e pedagogia da instituição. concebido coletivamente pela instituição. equipamentos e corpo técnico-administrativo existentes para o desenvolvimento do curso. a comunidades. a estrutura curricular do curso. os objetivos específicos do curso e de cada área de atuação. atividades de extensão que possibilitem a interação entre a teoria. Zootecnia. a segmentos da sociedade – percebendo-as na sua relação com problemas tecnológicos. Fitotecnia. de definir conscientemente metas de formação de profissionais que saibam compreender e traduzir as necessidades – não apenas de indivíduos. Fitossanidade. e prioritariamente tendo como objetivo a conservação do equilíbrio ambiental.

PERFIL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO FORMADO PELA FCA Pretende-se que o profissional formado pela FCA apresente um perfil eclético e amplo. O profissional Engenheiro Agrônomo formado pela FCA deverá receber sólida formação básica que contemple visão global dos sistemas de produção agrícola e a aquisição de habilidades para modificá-los em moldes científicos. Com base nestes pressupostos. O perfil profissional esperado dos egressos do Curso de Agronomia deverá assegurar competências e habilidades para: . devendo atuar profissionalmente de maneira mais abrangente. o Curso de Agronomia da FCA delineia como perfil profissional desejável que os egressos da instituição de ensino desempenhem funções compatíveis com a expectativa de um profissional de nível superior atento às exigências de seu tempo. com as necessidades do país e da humanidade. o profissional Engenheiro Agrônomo formado na FCA deve considerar como espaço de sua atuação não apenas as atividades localizadas internamente à propriedade agrícola. no planejamento e encaminhamento da produção agrícola para as fases de transformação e circulação nos mercados interno e externo. abrangendo o arco que vai da produção familiar à produção não familiar.prover o manejo. e que abarca diferentes finalidades quanto à produção que se quer obter e como ela vai ser utilizada. sendo capaz de atender às múltiplas e diversas demandas da sociedade brasileira.6 3. e comercial. a maximização e a sustentabilidade aos sistemas de produção agrícola. de processamento. . .compreender as variáveis envolvidas nos sistemas de produção agrícola. tecnológicos e sócioculturais e consciência cidadã que o comprometa com o seu tempo. Em face do desenvolvimento da atividade agrícola e da intensificação de suas interrelações com a atividade industrial. provenientes de indivíduos. grupos sociais. comunidade e da atividade agropecuária. com base em sólida formação científica e técnica. no Brasil. no âmbito do agronegócio.

periciar e instalar qualquer projeto rural. . dirigir. . .acessar e interpretar informações técnicas e expressar-se de maneira adequada. coordenar. compreender.diagnosticar problemas e propor soluções. de modo que beneficiem o conjunto da sociedade.7 . .conhecer. elaborar e executar projetos agrícolas e ambientais. . . .atuar como gerador e difusor de informações e novas tecnologias.demonstrar espírito crítico e empreendedor. posicionando-se em relação às políticas públicas no campo do espaço agrícola e ambiental. criticar. considerando a realidade sócio-econômica e ambiental dos produtores e do espaço analisado.analisar.posicionar-se em relação aos grandes temas agrícolas e ambientais da realidade brasileira e afetos à profissão de Engenheiro Agrônomo. ensejando a superação de conflitos. . .respeitar o meio ambiente. . . com auxílio da pesquisa científica. . fazer propostas e atuar. considerando igualmente processos de adequação destas. solucionando dúvidas e problemas do exercício profissional.participar de trabalho em equipe.manter-se atualizado e em processo contínuo de formação. . de caráter agrícola e não-agrícola ou ambientais.supervisionar. valorizar a atuação multidisciplinar. orientar.agir com ética profissional. capacitando-se para exercer liderança e colaboração com outros profissionais e equipes. assistir. assessorar.tomar iniciativa técnica e administrativa nas diferentes formas de organização.

7 16. em período integral com oferecimento de 80 vagas.56 13.11 10. 4. INGRESSO NO CURSO 4.2 Regime de Matrícula O regime de matrícula é anual com inscrição semestral nas disciplinas.15 36.3 Concurso Vestibular – Relação Candidato/Vaga – Curso de Agronomia.03 10.8 4.35 40. Período: 1978-2007.5 22.84 .88 21.8 33. DE VAGAS 40 40 40 40 40 40 50 50 50 80 80 80 80 80 80 CANDIDATOS INSCRITOS 428 656 286 1454 1632 1345 1141 1090 978 1042 806 715 809 856 708 RELAÇÃO CAND/VAGAS 10.7 8.1 Vagas e Período O Curso de Agronomia está em pleno funcionamento.4 7. ÓRGÃO REALIZADOR FUVEST FUVEST FUVEST VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia ANO CURSO Nº.07 8.9 10.80 19. 4.

4 FONTE: Dados pesquisados pelos autores.1 7.74 9.0 10.76 9.7 8.9 8.0 6.09 9.9 VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 700 725 809 620 719 695 645 879 514 779 727 731 1117 799 755 8.01 14.56 10. .4 9.1 11.7 8.0 9.

fora da FCA. requisito para a integralização da graduação no curso. podem estar envolvidas áreas pertencentes a um ou mais Departamentos da FCA. entre outras. instituições ou empresas vinculadas às Ciências Agrárias. Este estágio é realizado em tempo integral. o Estágio Curricular Supervisionado pode abranger atividades programadas de uso de técnicas e/ou metodologia de trabalho. organizações não-governamentais. A área de apoio a estágios na FCA é coordenada por comissão de professores que compõe a CEBOP (Coordenadoria de Estágios. É realizado quando o aluno tenha concluído todos os créditos em Disciplinas (obrigatórias e optativas) do Curso. pesquisa. em instituições credenciadas pela CEBOP. deste modo.10 5. A CEBOP atua também no registro de Estágios Extracurriculares realizados pelos alunos internamente à FCA. em dois tipos: 5. Busca-se mostrar ao aluno que a atividade de estágio é parte expressivamente importante do processo de sua formação profissional. unidades de produção agropecuárias. o que institucionaliza comprovação de realização destas atividades. extensão de serviços à comunidade. e que a mesma implica em articulação entre teoria e prática.1 Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado representa atividade de aprimoramento do processo de aprendizagem cuja duração é estabelecida no currículo do Curso de Graduação em Agronomia. escolhidas pelo aluno. Os estágios dos alunos subdividem-se. Bolsas e Orientação Profissional). É por meio desta comissão que os graduandos do Curso de Agronomia da FCA vinculam-se sistematicamente ao Estágio Curricular Supervisionado. docentes da FCA e de outras instituições de ensino. De modo semelhante aos estágios extracurriculares internos. profissionais integrados a empresas. potencializadora dos processos de aprendizagem e de ampliação da autonomia do acadêmico em termos técnicos e de relacionamento diferenciado com outros colegas. . No seu desdobramento. ESTÁGIOS CURRICULARES E EXTRACURRICULARES A FCA incentiva e auxilia a viabilização da inserção do aluno em estágios desde o começo do curso.

por seu turno. que podem ser externos e internos à FCA. por membro da CEBOP. sendo desenvolvida sob a supervisão de docente(s) orientador(es). e por membro do Conselho de Curso de Graduação. A avaliação desta atividade. subordinando-se o estagiário às regras internas destas instituições. e de docente da Faculdade de Ciências Agronômicas. Já o Estágio Extracurricular Interno é realizado nas dependências da FCA ou das demais Unidades que integram a UNESP em Botucatu (IB. de Pesquisa.11 A orientação do Estágio Curricular Supervisionado se desdobra em duas vertentes: de profissional especializado. Para registro na CEBOP. o aluno pode – e é estimulado a fazê-lo – desenvolver Estágios Extracurriculares. examinando igualmente a apresentação pública do seminário relativo ao Estágio. FMVZ). de Prestação de Serviços à Comunidade.2 Estágios Extracurriculares Ao longo do curso de Agronomia. o Estágio Extracurricular Externo pode ser de: Aprendizado de Técnicas e/ou Metodologias de Trabalho. O Estágio Extracurricular Externo pode ser realizado em instituições públicas e privadas. Trata-se de atividade que se inscreve no processo de aprimoramento da aprendizagem. ela debruça-se sobre Relatório Final elaborado pelo estagiário. é composta pelo docente orientador. . fora do horário de aulas. reconhecido pela CEBOP. Esta atividade é desvinculada dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação. 5. visando complementar a formação profissional do estagiário.

especialmente no que concerne ao perfil da proposta destas Diretrizes para o Trabalho de Conclusão do Curso. . e 90 horas com a disciplina “Vivência em Ciências Agrárias”. não havendo restrições a que este total de horas seja excedido. 3ª opção: preencher 510 horas em disciplinas optativas. Nestas o aluno deve cumprir um mínimo de 40 créditos/600 horas. 2ª opção: preencher 330 horas em disciplinas optativas. 4ª opção: preencher 420 horas em disciplinas. e o Estágio Curricular Supervisionado (com 32 créditos correspondentes a 480 horas) Atividades Optativas. com exceção da disciplina “Vivência em Ciências Agrárias” e “Trabalho de Graduação”. Atividades Obrigatórias. desenvolvendo em 180 horas o “Trabalho de Graduação”. correspondendo a uma carga horária de 4. que estavam em fase de regulamentação e implementação. a substituição a 90 horas de carga horária mínima optativa.1 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO O total de créditos que compõe o Curso de Agronomia é de 275.125 horas de Atividades Obrigatórias (235 créditos/carga horária de 3525 horas) e Atividades Optativas (40 créditos/carga horária de 600 horas). Portanto. As Atividades Obrigatórias abrangem as Disciplinas Obrigatórias (totalizando 203 créditos correspondentes a 3. devem ser revistas em futuro próximo. A Disciplina de Vivência em Ciências Agrárias e o Trabalho de Graduação. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO 6. quando do Processo de Readequação do Currículo do Curso de Agronomia às Diretrizes Curriculares.12 6. esta última faculta ao aluno. e as 270 restantes com a disciplina “Vivência em Ciências Agrárias" e “Trabalho de Graduação”. após avaliação e aprovação na mesma.045 horas). A carga mínima de 600 horas poderá ser cumprida no Curso de Agronomia mediante quatro opções previstas: 1ª opção: preencher 600 horas em disciplinas optativas.

Anal.2 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR E CARGA HORÁRIA SEMANAL E DIÁRIA O prazo mínimo para integralização curricular é de 5 anos. Quant. Desenho Técnico Quim. Morfol.3 ELENCO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS O currículo do Curso de Agronomia possui um elenco de disciplinas com conteúdos imprescindíveis à formação do Engenheiro Agrônomo que devem. e Anat. sendo o prazo máximo desta integralização 8 anos. . O limite máximo de carga horária semanal é de 40 horas. Técnico Fund. ser cursadas com a distribuição semestral aconselhada abaixo: Disciplina Carga Horária Total Pré-Requisitos 1o ANO . Veg. e Org. 6. Física Des.2o SEMESTRE Estatística e Experimentação 60 Física 60 Fundamentos de Sociologia 30 Geologia Geral 45 Matemática II 60 Química Analítica Quantitativa 60 Sistemática Vegetal 60 Topografia e Sensoriamento Remoto I 45 o 2 ANO .13 6.1o SEMESTRE Bioquímica Agrícola 60 Climatologia Agrícola 60 Construções Rurais 60 Fundamentos de Economia 30 Matemática I Química Ger. e o limite máximo de carga horária diária é de 8 horas. de Sociol.1o SEMESTRE Biologia Celular 30 Desenho Técnico 30 Ecologia Agrícola 30 Filosofia da Ciência 30 Iniciação à Agronomia 30 Matemática I 30 Morfologia e Anatomia Vegetal 60 Química Geral e Orgânica 60 Zoologia Agrícola 60 o 1 ANO . obrigatoriamente.

Anal. Agrícola. Agrícola. An. Mecanização Agrícola Nematologia Agrícola Produção de Ruminantes Silvicultura Tecnologia de Produtos de Origem Animal Agricultura I 45 30 60 60 60 4 ANO . Melhor.2 SEMESTRE Anatomia e Exterior dos Animais Domésticos 30 Bases de Fisiologia Animal 30 Entomologia Agrícola 60 Fertilidade do Solo 45 Fisiologia Vegetal Hidráulica Máquinas Agrícolas Microbiologia Geral 60 45 45 60 o o 3 ANO . Geral Hidráulica Gen. Entom. Geral. Rurais. Agrícolas Zoologia Agrícola Anat. Entom./Fert. Biol. Agrícola Fert. e Sens. Vegetal Nutr.Pl.2o SEMESTRE Fertilizantes e Corretivos 45 Horticultura Geral 60 Biol. Máq. Anim. Rem. e Corretivos.e Ext.14 Genética Geral Mecânica Aplicada Solos Topografia e Sensoriamento Remoto II 60 45 60 o o Biologia Celular Física Geologia Geral Topo. Bases de Fis. Agrícola Constr. Geral.Dom.Geral Orgânica Bioquím. Agrícolas Bioq. Fitop. Aplic.Solo/Nutr.1 SEMESTRE Ciência e Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal 60 Fitopatologia Geral 60 Irrigação e Drenagem 60 Melhoramento Vegetal 60 Nutrição Mineral de Plantas 30 Plantas Daninhas e Métodos de Controle 45 Pragas das Plantas Cultivadas 60 3o ANO . Agrícola Bioq.I 45 2 ANO . Celular Zoologia Agrícola Solos/Quim.Solo Entom.1o SEMESTRE 60 o Defensivos Agrícolas Eletrificação Rural 30 30 . Agrícola Física Mecân. Microb.Veg.Plantas Máq. Celular Biol.M.Quant. Fitop. Celular e Quím. Geral Fisiologia Vegetal Fisio.Min. Agrícola Fert. Ecol.

Especial Agricultura I e II Horticultura Especial Métodos Aplicados à Gestão Agrícola Paisagismo Produção de Não Ruminantes Uso.Apl. Solo Bioq. * Cada 15 horas totais representam 1 hora semanal .Dom. Agricultura II Fisiol.2o SEMESTRE 60 o Desenvolvimento e Extensão Rural Políticas Públicas e Mercados Agrícolas Preservação de Recursos Naturais Tecnologia das Fermentações 30 30 30 30 5o ANO .àGest.e Drenagem Hortic.An.à Gest. Entom.à Gest. Fitopat.Agr Estat. Manejo e Conservação do Solo Agricultura II 60 60 30 60 45 4 ANO . Silvicultura. Geral Mét. Micr. Hortic.e Corretivos. Agrícola.Apl.e Con.2o SEMESTRE Estágio Curricular Supervisionado desde que o aluno tenha concluído todos os créditos em disciplinas (obrigatórias e optativas) do Curso. Geral.e Ext. Agrícola. Agrícola.Agr. Máquinas Agrícolas Mét. Geral Entom. Vegetal.e Experim. Mét.Agr.Man. Geral Fund.. Solos Fert. Economia Des.1o SEMESTRE 30 60 30 60 Forragicultura e Pastagem Gestão Agrícola Informática Aplicada à Agricultura Produção e Tecnologia de Sementes 5o ANO .Técnico Anat.Apl. Uso.15 Irrig. Fitopatol.

4 ELENCO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS As atividades optativas visam contribuir ao aprofundamento de aspectos específicos do conhecimento. Modelos e Aplicações em Processos de Conversão Química Tópicos Especiais de Economia Apicultura Associativismo Agronegócios Ciências Sociais Agropecuária e e 30 Fundamentos de Economia 3o ANO 1O SEMESTRE 60 30 Fundamentos de Sociologia 30 Fundamentos de Sociologia . Ciência Sociedade Fundamentos em Etnobotânica Metodologia de Pesquisa Minerais de Argila Piscicultura Análise Química Instrumental Cultura de Células e Tecidos de Plantas Econometria Aplicada à Agricultura Estatística Experimental Fundamentos em Etnobotânica Introdução à Educação Ambiental Movimentos Sociais e Cooperativismo Tópicos Complementares de Construções Rurais Tópicos de Radiação Solar: Medidas. necessários à formação profissional.16 6. 1º ANO 2O SEMESTRE Carga Horária Pré-Requisitos Total* 45 2o ANO 1O SEMESTRE e 30 Fundamentos de Sociologia 30 Fundamentos de Sociologia 30 Filosofia da Ciência 30 Solos (Co-requisito) 30 Zoologia Agrícola/Ecologia Agrícola 2o ANO 2O SEMESTRE 60 Química Geral e Orgânica Química Analítica Quantitativa 60 Bioquímica Agrícola 30 30 30 60 60 60 30 Fundamentos de Economia Estatística e Experimentação Fundamentos de Sociologia Fundamentos de Sociologia Construções Rurais Climatologia Agrícola Disciplinas Introdução à Informática Comunicação.

Plantas e Fertilizantes Bovinocultura de Leite Bubalinocultura Cultivo Hidropônico Economia Brasileira Ergonomia Heveicultura Horticultura Orgânica Manejo de Resíduos Sólidos Máquinas e Mecanização para Agricultura de Precisão 30 30 45 30 30 60 o Climatologia Agrícola Genética Geral Química Analítica Quantitativa / Solos Matemática II / Física Topografia e Sensoriam.17 Climatologia Aplicada Elementos de Geoestatística Introdução à Biologia Molecular de Microorganismos e Plantas Recursos Naturais Renováveis Sistemas de Bombeamento Sistemas de Informação Geográfica Topografia Especial Acarologia Agrícola Associativismo e Agronegócios Ciências Sociais e Agropecuária Doenças das Principais Culturas Geoprocessamento Melhoramento Animal Melhoramento de Hortaliças Microbiologia Agrícola Nutrição Animal Projetos de Irrigação e Drenagem Recuperação de Áreas Degradadas Sensoriamento Remoto Aplicado a Levantamento de Solos Sericicultura Análises Químicas de Solos. Remoto I O 3 ANO 2 SEMESTRE 30 Zoologia Agrícola 30 Fundamentos de Sociologia 30 60 30 60 30 60 60 60 60 60 Fundamentos de Sociologia Fitopatologia Geral Microbiologia Geral Topografia e Sens.Remoto II Genética Geral Melhoramento Vegetal – pré-requisito Horticultura Geral – co-requisito Microbiologia Geral Bioquímica Agrícola Irrigação e Drenagem Hidráulica / Solos Solos 30 Zoologia Agrícola 4o ANO 1O SEMESTRE 30 Fertilizantes e Corretivos 60 30 30 60 30 30 30 30 30 Produção de Ruminantes Produção de Ruminantes Nutrição Mineral de Plantas Fundamentos de Economia Nutrição Mineral de Plantas Fertilizantes e Corretivos Fisiologia Vegetal / Horticultura Geral Solos/Química Geral e Orgânica Mecanização Agrícola . Remoto II 60 Topografia e Sensoriam.

Ambiente e 60 Fundamentos de Economia Desenvolvimento Floricultura 30 Horticultura Especial Horticultura Geral Gestão na Agroindústria 60 Métodos Aplicados à Gestão Agrícola Planejamento do Uso da 60 Uso. Domésticos Bases de Fisiologia Animal Genética Geral Bovinocultura de Corte 60 Produção de Ruminantes Cultivo em Ambiente 30 Horticultura Especial Protegido de Plantas Hortícolas Cunicultura 30 Anatomia Ext. dos An. Defensivos Agrícolas Entomologia Agrícola Tópicos de Comercialização 30 Fundamentos de Economia 5o ANO 1O SEMESTRE Arborização Urbana 30 Paisagismo Agricultura III 60 Agricultura I e II Armazenamento de Grãos 60 Produção e Tecnologia de Sementes (Co-requisito) Economia. Manejo e Conservação do Solo Terra . Domésticos Bases de Fisiologia Animal Eqüinocultura 60 Produção de Não Ruminantes Fisiologia e Manejo Pós60 Fisiologia Vegetal colheita de Frutas e Horticultura Especial Hortaliças Fruticultura 30 Horticultura Especial Gestão e Qualidade em 60 Ciência e Tecnologia de Alimentos de Indústria de Alimentos Origem Vegetal Plantas Medicinais e 30 Horticultura Especial Aromáticas Programa de Controle de 30 Plantas Daninhas e Métodos de Plantas Daninhas Controle Secagem da Madeira 45 Sistemas Agroflorestais 30 Silvicultura Suinocultura 60 Produção de Não Ruminantes Tecnologia de Aplicação de 30 Fitopatologia Geral.18 Mecanização Conservacionista Olericultura Planejamento Ambiental Tópicos em Economia Agroindustrial Tópicos de Política e Legislação Florestal 30 60 30 30 45 Máquinas Agrícolas Mecanização Agrícola / Solos Horticultura Geral Ecologia Agrícola nihil Fundamentos de Sociologia Fundamentos de Economia 4o ANO 2O SEMESTRE Avicultura 60 Anatomia Ext. dos An.

19 Planejamento Regional Política Agrícola Preservação da Madeira Produção de Sementes de Hortaliças Sistemas de Produção Agrícola Tecnologia de Bebidas Tecnologia de Queijos Tecnologia do Açúcar e do Álcool 60 30 30 60 60 60 60 60 Fundamentos de Economia Fundamentos de Economia Secagem da Madeira Horticultura Geral Produção e Tecnologia de Sementes (Co-requisito) Agricultura I e II Tecnologia das Fermentações Tecnologia de Alimentos de Origem Animal Tecnologia das Fermentações Ciência e Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal Topografia e Sensoriamento Remoto II Uso Manejo e Conservação do Solo Tópicos de Perícias e Avaliações Aplicadas a 45 Imóveis Rurais * Cada 15 horas totais representam 1 hora semanal .

.. conduzir tecnicamente a produção e aproveitamento dos produtos principais das culturas já citadas. O agronegócio do algodão no Brasil.A.M. 296p. CARVALHO. (Circular técnica. 2 ed. Belo Horizonte.L. N.14. CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DA SOJA. colheita. Controle de Pragas e doenças. São Paulo:Bolsa de Mercados e futuros. (Sistema de produção. Algodão – tecnologia de produção. G. L. D. 1992.. M.. beneficiamento e comercialização dos mesmos.20 7. 1994. 158p. 72p. Campinas. A soja no Brasil Central. Belo Horizonte: EPAMIG. 162. Londrina:EMBRAPA/CNPSo. Piracicaba:Potafós..S. (Circular técnica. Tecnologias de produção de soja – Região central do Brasil 2005. 1993. 1000.J. Cultura do algodoeiro. 1989.A. BELTRÃO. P. (Boletim técnico. 1999. Manejo de pragas da soja: uma abordagem histórica. v.. Dourados:EMBRAPA/CPAO.J. 1982. E. 444p..E. Calagem. 58). J. 450p. 233p. (Documentos. P. Londrina:EMBRAPA Soja. EMBRAPA. CIA. J.M. CAVALERI. Doenças do cafeeiro: diagnose e controle. FERRAZ.I. INFORME AGROPECUÁRIO. 6).1 Disciplinas Obrigatórias (As disciplinas estão dispostas em ordem alfabética): AGRICULTURA I Objetivos: Ao término da disciplina os alunos deverão ser capazes de conduzir estudos de viabilidade técnica e econômica das principais culturas: soja.C. EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. SOUZA. Brasília: EMBRAPA.. M. 535p. S. nutrição e adubação da cultura.M.T.. COSTA.I.H. Morfologia e fisiologia. E. 1996.M. 2004. EMENTA E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS 7.. Preparo e conservação do solo. N. Soja: tecnologia da produção II. Piracicaba:Potafós.M. A inoculação da soja. CARVALHO.. FUZATTO.L. CAMARA. 78).J. CHIAVEGATO. OBJETIVOS. 1982. E. CHAULFOUN.. N. n.. 1999. FREIRE. FUNDAÇÃO CARGILL. Manual do produtor de algodão. J.L. SANTOS. W. 34). VARGAS. CARVALHO.. S. Café: normas e coeficientes técnicos. PASSOS. Porto Alegre:EVANGRAF. conduzir programas de pesquisas científicas e assessorar tecnicamente a produção. CAMARGO. 1023p. Características dos estádios de desenvolvimento da soja. R. 7) EMBRAPA. A.E. 1994. Fundação Meridional. 30p. SILVA.P. Cultura da soja. 2000. café e algodão). CAMPOS. C. COSTA. café e algodão. Colheita e processamento das culturas (soja. Ementa: Importância da cultura no contexto agrícola. . Londrina: EMBRAPA/CNPSo.A. 2001.M. 29p. Bibliografia básica ARANTES. 286p. J. Semeadura e tratos culturais. N. E. A cultura da soja nos cerrados.G.. MARCHEZAN. GRIDI-PAPP. EMBRAPA Cerrados...M. V.A. HUNGRIA.. Campinas:Fundação Cargill. 44p. 239p. P. SABINO. N. GAZZONI. KONDO.

GUIDOLIN.. COSTA. FAZUOLI.. Produção do feijoeiro comum em várzeas tropicais. 50) TOLEDO FILHO. PASSOS. (Boletim técnico.C.. Santo Antonio de Goiás. 1984. A.R. Campinas:1981. VERDADE. Campinas:Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. MIYASAKA. _____________ .L. Colheita. Rio de Janeiro/Varginha. O. GARCIA. E.C. 1062p.. Clima e Solo. STONE. N. P..18. CAVALERI. 567p.R. Semeadura e/ou plantio.. feijão. BERZAGHI. H. A. Piracicaba?IPF/IIP.. KLUTHCOUSKI. ROCHA. J. 424p. Tratos culturais.T.. Cafeicultura: tecnologia para produção. Pragas e doenças e seus controles. SILVA..R. YORINORI. F.N..F. colheita. Cultura do café no Brasil: novo manual de recomendações.A. S. 2002... A. Belo Horizonte. J. RENA. Qualidade do café.A.. EPAMIG. Cultura e adubação do algodoeiro. AGRICULTURA II Objetivos: Ao término da disciplina os alunos deverão ser capazes de conduzir estudos de viabilidade técnica e econômica das principais culturas: milho.P. Cultivares.M. 2000. n.. A. C. GARCIA.. A. botânica e melhoramento.R. J.W. 2000. RIGHI. P. . biologia....C. MEDINA. MALAVOLTA.. 305p. JUNQUEIRA. J. (Boletim técnico.. F.A. Cotton. J. Belo Horizonte. EPAMIG. Campinas:CATI.C.M. 61).A. FAHL. A. 35p. L.G. OLIVEIRA.S.A. Algodão. Café arábica: cultura e técnicas de produção. T.S.. SILVEIRA. (Boletim técnico. J.E. CORREA. Broca-do-café: histórico.21 _____________ .B. O manejo da cultura para controle de nematóide do cisto da soja. bactérias e nematóides..J... 82p. conduzir programas de pesquisas científicas e assessorar tecnicamente a produção..M. A soja no Brasil.B. Poda e condução do cafeeiro. Bibliografia básica AIDAR. 40p. reconhecimento. 2002. Viçosa:UFV. SANTOS.G.. n. NEVES.. Soja: principais doenças causadas por fungos. CALCAGNOLO. 605p. 48p..F.F. N. 224p. P. MATIELLO. ALCÂNTARA. GALERANI... H. T. São Paulo:Instituto Brasileiro de Potassa.A..187. L. A. E. MAPA/PROCAFÉ.. 26p. O estado da arte de tecnologias na produção de café. 447p. R.. RIBEIRO. J. M. Ementa: Introdução.M. Campinas:Instituto Agronômico. CORREA.R. 568p. v.M. M. monitoramento e controle. SOUZA. D. R.G. FUZATO. 387p. 1998. S. C. 1995..B. Preparo e conservação do solo. R. MENDES. M. THOMAZIELLO. L. GRIDI-PAPP. I.N. 1977.. J. ORTOLANI. beneficiamento e comercialização dos mesmos. TANAKA. 2002. 1997. CARVALHO.. prejuízos. YAMADA. 2000. 19. ALMEIDA. Piracicaba:Potafós. FERNÁNDES. MALAVOLTA. M. 1981. R. Madison: ASA/CSSA/SSSA. S. Preparo do produto e armazenamento. EMBRAPA Arroz e Feijão. conduzir tecnicamente a produção e aproveitamento dos produtos principais das culturas já citadas. Manejo de plantas daninhas no cafezal.. PEZZOPANE. T.C. J.I.. E. Belo Horizonte.. M.A. cana-deaçúcar. (Boletim técnico.C.S. M. 1988. Nutrição e adubação do cafeeiro.R. E. Campinas:Fundação Cargill. REIS. YAMADA.F. CARELLI. 24p...M. COSTA. arroz. Cultura do cafeeiro: fatores que afetam a produtividade. 193. FERRAZ. KOHEL. G. 1965..L. 1993.R. LEWIS. A. Londrina: EMBRAPA/CNPSo. ITO. M. D. 238) THOMAZIELO.C. I.A. SANTINATO. 187) ZAMBOLIM.. 1997. Belo Horizonte. v.B.

M. 1998.O. M. Tecnologia para o arroz de terras altas.A. WUTKE. FORNASIERI FILHO.R. L.. FARIA. S. T.H. 1993. Cana de azucar.B. (Documentos. Feijão no inverno. R. 633p. 1975. 1998.. MOREIRA.A. M. 59). 1999. EMBRAPA.. Feijão na economia nacional. BULL. (EMBRAPA-CPAO. Piracicaba:Potafós. G.C.. 2002. Piracicaba:Potafós. 786p. D. L. Brasília:Embrapa Informações Tecnológicas. BORÉM. A. Piracicaba:Potafós. BAIVA. D. CANTARELLA. Jaboticabal:FUNEP.J. C. Cana-de-açúcar. RAVA...N..22 ALVAREZ. Cultivo e utilização. Caracas: Fondo Nacional de Investigaciones Agropecuarias. Vol. 669p. A. 1983. VIEGAS. I e II. 1994. F. Cultura do arroz de sequeiro – fatores que afetam a produtividade. C.S. M. Milho: informações técnicas.S. C. C. Doenças do feijoeiro: guia de identificação. 1987.. 221p. a Embrapa responde. 1998.17.. GOMES. E. INFORME AGROPECUÁRIO.E. Circular técnica. Feijão.L.A.H. (Documentos IAC. 47p. BULISANI. ZIMMERMANN.. (Documentos.J. 301p. SANTOS. Arroz irrigado no sul do Brasil. Feijão: fatores de produção e qualidade. 273p. MAGALHÃES JUNIOR. 1997. J.A.178.. J. L. Campinas:Fundação Cargill. Manejo de plantas daninhas na cultura do feijoeiro. RAVA. F. SANT’ANA. STONE. 1993.. fenologia e controle. VIEIRA. Dourados. RAVA.T. 596p. A cultura do milho.J. A. E. Piracicaba:Potafós. Vol I e II. 5) FERREIRA. 270p. 135). 222p.M. Santo Antonio de Goiás:Embrapa Arroz e Feijão. 1992.. Santo Antonio de Goiás:EMBRAPA Arroz e Feijão.. Viçosa:UFV.. L. T... CENTRO DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO OSTE (Dourados. 1999. Brasília:Embrapa Informação Tecnológica. ARAUJO. PARANHOS.A. OLIVEIRA. 2000. Santo Antonio de Goiás:EMBRAPA Arroz e Feijão. 1987.P. Manual da cultura do arroz. E. Cultura do feijoeiro comum no Brasil. FORNASIERI FILHO.F.A. E. 93p. Campinas:Fundação Cargill. C. ROSOLEM. Belo Horizonte. A. YAMADA. E. ANATOMIA E EXTERIOR DE ANIMAIS DOMÉSTICOS Objetivos: Identificar a organização morfofuncional dos órgãos e estruturas anatômicas dos animais domésticos. FORNASIERI FILHO. SARTORATO. . Feijão: aspectos gerais e cultura no Estado de Minas. v. H.F. R. 1987. 59p. 422p. PATERNIANI. Melhoramento e produção do milho.B. n.A. Cultura do milho – fatores que afetam a produtividade. STONE. Campinas:Instituto Agronômico. DEL PELOSO. A. VIEIRA. Santo Antonio de Goiás:Embrapa Arroz e Feijão. L. Campinas:Fundação Cargill. (Coleção 500 perguntas. 1987. 899p. MS).B. 203p. 326p..A. 2004. C.F. PAULA JR.. Brasília:EMBRAPA-SPI. 1994.. FERREIRA. 50) VIEIRA. S. DEUBER. BRESEGHELLO. 38p. Nutrição e adubação do feijoeiro. Principais doenças do feijoeiro comum e seu controle. MALAVOLTA. A cultura do arroz no Brasil.. Campinas:Instituto Biológico. 300P. 1996. o produtor pergunta. N.F. STONE. 161p. 500 respostas)..P. Sementes de feijão: produção e tecnologia.G. M. Jaboticabal:FUNEP. E.

BIOLOGIA CELULAR Objetivos: Conceituar informações básicas sobre Biologia Celular.S. Guanabara Koogan. Guanabara Koogan. Caracterizando os fenômenos envolvidos na dinâmica da reprodução celular e expressão da gênica. Correlacionando a morfofisiologia da célula normal em seus diferentes estados funcionais. Sistema Nervoso e embriologia. HAVEN. Tratado de fisiologia veterinária. EICHLHRON. Metabolismo intermediário. ALBERTS e cols.O. digestão e aproveitamento dos alimentos. 5 ed. . Tratado de anatomia veterinária. B) A origem. No esquema teórico os alunos deverão conhecer: a) As estruturas e as propriedades dos compostos que participam dos processos metabólicos. Bibliografia Básica JUNQUEIRA E CARNEIRO. através de um esquema teórico/prático. Rio de Janeiro:Ed. Ingestão. Ed. EVERT.E. R. Desenvolvimento. Processos de movimentação celular. 1 ed. Sistema Respiratório.23 Ementa: Anatomia geral.M. K. reprodução e cuidado da prole. Aparelho Locomotor. Bibliografia básica DYCE. 1979.G. Rio de Janeiro:Ed. Especificamente: 1. 2 ed. WENSING. Bibliografia Básica CUNNINGHAM. ALBERTS e cols. o papel e a importância da Bioquímica dentro do Curso de Agronomia. Artes Médicas. 2003. R. Sistema endócrino.J. Interamericana. Ementa: Bases evolutivas. GETTY. Divisão celular. R. BIOQUÍMICA AGRÍCOLA Objetivos: Identificar. Biologia molecular da célula. #. S.. Mecanismos de regulação da atividade celular. Identificando os componentes estruturais das células eucarióticas (animais e vegetais) e procarióticas. CARVALHO & RECCO-PIMENTEL. composição química e morfológica. Artes Médicas. SACK.D. 3 ed. Guanabara Koogan. Biologia molecular da célula. 3 ed. Sistema Circulatório. Artes Médicas. 2. digestão intracelular. W. que forneçam subsídios para as disciplinas correlatas. FRANDSON. Ementa: Mecanismos de regulação e controle. 1997. 2000. Ed. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. Ed. Armazenamento e transmissão da informação genética. C. Processo de síntese e secreção celular. 1990. Formação e armazenamento de energia. Biologia vegetal. 3 ed. 1981. 1997. Guanabara Koogan. 1996.E. Sistema Digestivo. 1999. o armazenamento e o intercâmbio da energia necessária à . J.. quanto aos espaços evolutivos. Trocas entre a célula e o meio. Guanabara Koogan. Fundamentos de biologia celular. Anatomia dos animais domésticos. BASES DE FISIOLOGIA ANIMAL Objetivos: Compreender os princípios da homeostasia e os mecanismos fisiológicos do aproveitamento dos alimentos e da reprodução. Rio de Janeiro:Ed. Ed. Sistema Tegumentar. morfológicas e moleculares da constituição celular. Ed. P.. Sistema Urogenital. Biologia celular e molecular.R.

ácidos orgânicos. Introdução à bioquímica da fermentação alcoólica. Aplicaciones de la irradiación de los alimentos: diversos aspectos relacionados. elaiotecnia. 1994. A. objetivando a aproveitar ao máximo a produção agrícola na produção de alimentos. São Paulo:Nobel. Biochemistry. AQUARONE. Edgard Blücher/José R. 23-28. Bibliografia básica AMORIM. lipídeos. Magalhães. T. 1985. 269p. Deverá também estar apto a identificar. Food Quality. p. 475p. Madrid. Fotossíntese. D. N. 2 ed. Publ. 1129p.L. Introduction to plant biochemistry. A. Official methods of analysis of the Association of Official Analytical Chemists: Fruits and fruits products. III – Indústrias extrativas e de transformação: amidonaria e fecularia. enumerar os problemas relativos a controle de qualidade nesses produtos.3 e 4. 1. The practical brewer: a manual for the brewing industry. GODWIN. Parking technology for fresh and minimally processed fruits and vegetables. 1995. H.V. J. 1978. ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. ácidos nucléicos. zimologia. Metabolismo> carboidratos. Processos de fermentação alcohólica: seu controle e monitoramento. 1993. classificação. 2 ed. BRODERICK.E. Washington:AOAC. 570p. 1992. METZLER.10. CIÊNCIA E TENOLOGIA DOS ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL Objetivos: Formar profissional que esteja apto a indicar e aplicar as técnicas de beneficiamento. M. carboidratos. LEHNINGER. 1976. p. 1985. enzimas. princípios gerais de conservação de alimentos. Vols. scarotecnia. The book of wine. higiene na indústria de alimentos. C.M. Bioquímica. New York.Matéria prima vegetal: padronização. 1980. São Paulo:Edgard Blücher. Alimentaria. 1977. J. Piracicaba:Fermentec/ESALq. 145p. Síntese de proteínas. BEZZANT. 400p. Review of a Physiological Chemistry. E. armazenamento. 881p. Metabolismo mineral e ciclo do nitrogênio. 1990. (Série Biotecnologia). Bioenergética celular.W. Rio de Janeiro:Ed. 925p. 207-215. Tópicos de microbiologia industrial. Ementa: Estrutura molecular dos principais compostos biológicos: aminoácidos. Ementa: I . 1 ed. VARNER. p. 90p. . 1995. conservação ou transformação. cap. 3 ed. v. processamento de frutas e hortaliças. L. proteínas. Estes conhecimentos deverão ser adquiridos através de preleções.27.L.24 realização do anabolismo e regulação dos processos celulares. 1975. São Paulo Ed. Madison:Master Brewers Association of Americas. NY:Ed. II – Processamento de alimentos: conservação de alimentos. BRANDÃO. 752p. BARMORE. AWAD. Araras:IAA. Vitaminas e coenzimas. Plant biochemistry. A. v. AMORIM. lipídeos. et al. Los Altos Lange Med.L.R. 114p. trabalhos individuais e de grupo. E. beneficiamento. Bioquímica. MERCER.. New York:Academic Press. 3 ed. et al.V. Guanabara Koogan. Pergamon Press. Secaucus:Chartwell Books. 1987. 231p. 22. 1989. Cana de açúcar> álcool e açúcar ma história e no desenvolvimento social do Brasil.2. 2 ed. 359-373. 1989. A. BANDE. Brasília:Horizonte. H.. controle de qualidade. proteínas.I. 7 ed.E. STRYER.. Fisiologia pós-colheita de frutos. Bibliografia básica BONNER. HARPER. H.

. 1987. Starch: properties and potencial. 1980. Tabela de composição química dos alimentos. M. . Potencialités dês noveaux produites devirées du manioc au Brésil: transformation alimentaire du manioc. Roma. CEREDA. D. The new world guide to beer.. John Wiley & Sons. v. 434p. C. 307p. 149p.I. 1969. DA SILVA. n. T. 1993. Biotecnologia: manual de microbiologia industrial. FAO. Microbial technology in the developing world. CRUEGER. Rio de Janeiro:Atheneu. L. 1984. 3 v. GRIERSON.P. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio.I. Sci.L. The biotechnology of malting and brewing.. J. E.5. n.47.. CEREDA. v. São Paulo:Nobel. Philadelphia:Running Press.5) ________ . Paris:Dunod. GARCIA. (Série Manuel da Tecnologia do Ciclo Alimentar.J. 1995. 63-74. 413p. p. 151p. CHITARRA.. 1985. M. INFIM.P. Oxford:Oxford University Press.F. G. M. CHUZEL. E. 1993. SANCHES.. A. W. E. HONIG. 859p. México:Continental. Tecnologia dos produtos agropecuários:Alimentos. M. 78p. AÇÚCAR E ÁLCOOL DO ESTADO DE São Paulo. Piracicaba:1985.S. FURTADO. HOUGH.. Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres. 1990. CRUEGER. 643p.C. FERREIRA. G. 174p. Campinas:CETES/ITAL. ARORA. Lavras:UFLA/FAEPE. 1984.T. 444p. Destilação... La sucrerie de cannes. GALLIARD. 12 ed. Cambridge:Press Syndicate of the University of Cambridge. v. Paris:Orstrom. HUGOT. 1991.O. 1990. FRANCO.25 CAMARGO.. 254p. CARIOCA. 1990.B.P. P. 1987. A. UK:UNIFEM. M. São Paulo:Sociedade Brasileira de Microbiologia. Fortaleza:Universidade Federal do Ceará. Paris:Orstrom. CEREDA. Principios de tecnologia azucarera. 571-580.P. CEREDA. 1989.. 9 ed. Ed. 44p. H. Fermentação. et al. 185p. SERANTOPOULOS. Tecnologia de mandioca para alimentação animal. Piracicaba. Hort. Anais.B.3) IV SEMANA DE FERMENTAÇÃO AOCOÓLICA “JAIME ROCHA DE ALMEIDA”. CEREDA. M. JACSON. COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CANA. O. Embalagens plásticas:propriedades de barreira..L. 298p. CHITARRA. 194p. São Paulo:Paulicéia.P.E. n. Resíduos da industrialização da mandioca no Brasil. Importance socio-économique du manioc au Brésil: transformation alimentaire du manioc. Processamento de raízes alimentícias.. PADULA. 256p. Botucatu:UNESP. G. VILPOUX. J. N. Biomassa: fundamentos e aplicações tecnológicas. M. Manual de armazenamento e embalagem: produtos agropecuários. processamento de cereais. 1988. 1994. UK:UNIFEM. 550p. M. D. __________ . 320p. 1985. (Série Manual de Tecnologia do Ciclo Alimentar. Zaragoza:Acribia. São Paulo:COPERSUCAR. E. J. 1987. CHUZEL. Botucatu:FEPAF.L.. Production yearbook.G. 1983. 168p. 507p. 1985. p. 1970. ZAKHIA. Senescence in fruits.S.13 (Article Repports on Applical Chemestry). Fermentações industriais e transformações microbianas no solo. 1995. 78p. 13p.22. São Paulo>COPERSUCAR. 1987.

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Beverages: technology. J.) visando dar suporte a todas as disciplinas do Curso de Agronomia. London:Academic Press. LUTGENS. instalações hidráulicas. previsões de safras e adversidades climáticas. New York:J.S.L. balanços hídricos. SUTHERLAND. balanço de radiação e energia solar. Projetos de instalações rurais: animal e meio ambiente. D. Bibliografia básica .. 486p. 1994. STERZAT. etc.K. cap. 1989. forro. SPENCER. 2 ed. temperatura do ar e do solo. 15. 1993. 274p. noções de concreto armado. Meteorologia e climatotologia. piso. instalações para suínos. I. M. G. PRUSSIA. fundações. p. VARNAN. Wiley.II e III) CONSTRUÇÕES RURAIS Objetivos: Fornecer noções básicas sobre materiais de construção e elementos de dimensionamento de estruturas e conforto térmico necessárias a capacitar o aluno a projetar instalações rurais. WANG. (Apostilas. p. v. Meteorologia agrícola. SMITH. S. Approaches to reduce chilling injury of fruits and vegetables. F. Portharvest handling: a systems approach.P. precipitação. Westport:Avi. instalações para bovinos. CLIMATOLOGIA AGRÍCOLA Objetivos: A disciplina de Climatologia Agrícola possibilita a aquisição de conhecimentos e habilitações técnicas fundamentais em Meteorologia (montagem de estações.K. A. Memorial descritivo e elaboração de orçamento.. aglomerações. Noções de conforto térmico nas construções. chemistry and microbiology.. propriedades mecânicas da madeira. 1995.S.L.27 SHEWFELT. 854p.Y.P. 100-119.E. instalação e aquisição de dados meteorológicos) e Climatologia (execução de balanço hídrico. classificações climáticas. radiação solar. R.L. Fruit and vegetable juice: processing technology. Zaragoza:Acribia.H. classificação climática. 464p. JOSLYN. The atmosphere: an introduction to meteorology. TRESSLER. In: SHEWFELT. produtos cerâmicos e siderúrgicos. R. 5. Biotecnologia de la fermentación. esquadrias. O. M. TUBELIS. Ementa: A disciplina detalhará os seguintes tópicos: cosmografia. A. L. Ementa: Materiais de construção: especificações técnicas.A. MEADE. 1963. Bibliografia básica BLAIR & FITE. G. silo trincheira.. instalações para aves. 9 ed. Measuring quality and maturity.. MOTA. 1971. evaporação e evapotranspiração. 84-85. cercas e estufa. Hort. Dimensionamento de estruturas: noções de resistência dos materiais. madeiras e outros materiais. alvenaria de elevação. F. elementos e fatores climáticos. argamassa e concreto simples. Rev. Cane sugar habdbook.P. Meteorologia. pedras naturais. WARD. revestimento e pintura. telhado. recuperação de falhar em séries meteorológicas. London:Chapman & Hall. umidade na biosfera. Elementos de construções: planejamento de edificações. tanques de esterco líquido. agregados.P. Instruments and methods for meteorological observations. Methods in agricultural meteorology. fossa séptica. C.

HOMEM. Corte & postura. FABICHAK. PELOSO. Construção e uso de aviários e gaiolas para pintos. São Paulo:Nobel. 3. São Paulo:Nobel. DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Objetivos: Controlar eficientemente as pragas. Agropecuária Ltda. 1978. patos. Silagem .. Reduzir a exposição aos defensivos e provocar o menor dano possível ao ambiente. CARNEIRO. 1982. (Boletim de Extensão 17) BITTENCOURT. 4 ed. 1. Pecuária intensiva. Swine handbook. rev. A Granja. Total confinement hog systems. 185p. The Agricultural Engineer. São Paulo:Nobel S. 16p.A. Agropecuária. E. M.28 BAETA. 288p. 1978. 1982. e ampl.M. KUPSCH. 196p.L. rev. Brasília:EMBRATER. 1972. Manual prático. Campinas:Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. 1982. FERREIRA. TCH-300. 12 ed. 55p. Pequenas construções rurais. Gráfica Alvorada Ltda. Porto Alegre:Livraria e Ed. rev. CLAY EQUIPAMENT CORP. ________ . Brasília:EMBRATER. Porto Alegre:Ed. Silos para forragem (dimensionamento e construção).G. Lisboa:Livraria Popular de Francisco Franco. Vol.. 104p. 2 ed. CHAVES. I. Dairyman Hoard’s. Tornar esse controle economicamente viável.. 1972. B. M. Avicultura Brasileira. 119p. ________ . 1965. rev. 84p. Manual técnico suinocultura – Sul. Manual técnico pecuário de leite – Sudeste. O. Elementos de bovinocultura. perus. E. Elementos de suinocultura. Agropecuária. 2 ed. 39p. Silo-trincheira misto. 40p. Guia Rural. 231p. Viçosa:Imprensa da UFV. Porto Alegre:UFRGS. L. 158p. Farm Systems Library. 1978. 4 ed. Construções rurais. VIEIRA. MENDES. 1983. 152p. PEREIRA. Bulletim n. 210p.G. 104p. A.V. COOPERATICA CENTRAL GAUCHA DE LEITE LTDA. Série Manuais. F. e ampl.O. REIS. 1979. Coelhos. W.R. Porto Alegre:REPLAN – Fundação Educacional Padre Lendell de Moura. 703p. GARCIA-VAQUEIRO. 2 ed. 157p. MWPS-8. 73p. Publicação DITEC/CCGL n. ROCHA. A. 1961. _________ . São Paulo.. FIR. 1981. Avicultura Eficiente.F. informações básicas. Explotación Agrária. . 1977. pombos e coelhos. Vol.12.O. São Paulo:Nobel. 1979. Construções rurais. La Hacienda. 2. TIBAU. 2 ed. projeto e construção de alojamento para animais. 213p.F. 1979. 2. housing and equipment. n. J. 4.. 26p. E. doenças e plantas daninhas cultivadas. frangos e poedeiras.M. . Anuário Agrícola. 6 ed. M. São Paulo:Nobel. A Granja Avícola. ROCHA. 1981. São Paulo:Nobel.. Gráfica Alvorada Ltda. Centaurus Ltda.I. 1978. S. Coopercotia.C. 261p. MANUAL prático do galinheiro ou Guia do criador de galinhas.C. 237p.J. Midwest Plan Service. REPLAN. Brasília:Ed. 1981. e ampl. 1972. EMBRATER. M.2/80. A. Instalações e equipamentos para suínos. Avicultura Industrial.A. instalações e acessórios.. EXTENSION AGRICULTURAL ENGINEER. Agricultura de lãs Américas. 1977. Lisboa:Litexa-Portugal. Rio de Janeiro:Ministério da Agricultura/Serviço de Informação Agrícola. Construções rurais. Dirigente Rural. Brasília:Ed. Guia do técnico agropecuário. Avicultura. 118p. Prescrever os defensivos agrícolas. ENGLERT.

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58p.. CAMARGO.E. LOPES. 492p.. 258p. Nutrição e adubação de hortaliças. GOMES. Obtenção. A. 1989.G. Ementa: Fertilizantes: terminologia. Análise de corretivos. F. 1988. Dosagens. Vol. 1989. Tecnologia de produção de fertilizantes. químicas e ação dos fertilizantes e corretivos no solo. 642p. Piracicaba:1993. produção e consumo no Brasil. J. 467p. II Seminário sobre o uso do gesso na Agricultura. 1989. 189p.J. 1987. São Paulo:Produquímica. Os adubos e a eficiência das adubações. ROSOLEM. GUILHERME. legislação. FERREIRA. composto. São Paulo:Ceres.D.S. MALAVOLTA.M. Campinas:Fundação Cargill. ANDA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS E CORRETIVOS AGRÍCOLAS. CRUZ. Adubo líquido: produção e uso no Brasil. Métodos oficiais. Micronutrientes na Agricultura (Simpósio). P. 5 ed. A. CASTELLANE. Curso de estatística experimental. 143p. Boletim Técnico. ________ . C. FERREIRA. KIEHL. E. 60p. W. 100p. Uso eficiente de fertilizantes – aspectos agronômicos.E. (coord. 1984. ________ . Piracicaba:Potafós. Fertilizantes organominerais. . P.).C.P.P.E.N.C. 1990. A. E. CRUA.F. S. Manual de controle de qualidade de fertilizantes minerais sólidos. Adubos orgânicos.). 153p. Campinas:Fundação Cargill. São Paulo – La Libreria – Divulgação de Obras Culturais Ltda. Formas de aplicação. LOPES. P.). 734p.. Manual de adubação foliar. 1984. ________ . Adubação foliar. São Paulo:Ceres.S.A. BECHER.C. São Paulo:1990. E. C. Manual de química agrícola: adubos e adubação. J. Escolha dos fertilizantes. J.A. São Paulo:1988. São Paulo:CERES.. 487p.. BOARETTO.H. 1992. XVI Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo. 1816).. Santa Maria:UFSM.J. 1994.C. INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. 30p. organominerais. OLIVEIRA.J. 4). LANARV – Laboratório Nacional de Referência Vegetal. características físicas.P. Anais do Simpósio sobre Fertilizantes na Agricultura Brasileira.R. M. 1985.. O. em misturas com outros fertilizantes e na planta. M. Uberaba.. 669p. Anais … II Seminário sobre Corretivos da Acidez do Solo. Análise de corretivos agrícolas.. LANTMANN. F. A. A. (Publicações IPT n. 224p. BOARETTO. A. GUIDOLIN. Enxofre e micronutrientes na agricultura brasileira. 1975. IBRAFÓS – Instituto Brasileiro do Fosfato.. CRUZ. Brasília:EMBRAPA. 237p. São Paulo:ANDA. Fertilizantes e seu impacto ambiental. 3 ed. 35p. Ministério da Agricultura – Secretaria Nacional.. L. 1991. 549p. SILVA. BORKERT.35 FERTILIZANTES E CORRETIVOS Objetivos: Os alunos deverão estar aptos a conhecer as características dos fertilizantes e corretivos com objetivo de recomendá-los e utilizá-los de forma mais eficiente. ABC da adubação. 292p. fertilizantes e inoculantes. Fertilizantes orgânicos. ESPINOZA. Piracicaba. (coord. 1993. 317p. São Paulo:ANDA.P. I e II. (Boletim Técnico. Piracicaba:Potafós/CNPq. 1981.M. 1989. A.C.. (coord. ________ . KAMINSKI.. 1991. LUZ.. Londrina:EMBRAPA/IAPAR/SBCS. M.. VOLKWEISS. 12 ed. Bibliografia básica ALCARDE.

D. LINDSAY. NELSON. HEGEMBERG..J. HAAG. 88P.A.E. G.L. MALAVOLTA. Recomendação de adubação e calagem para o Estado de São Paulo. MELLO. GIORDANO. USHERWOOD.. A. XVI Reunião de Fertilidade do Solo.O. 1987. Luiz de Queiroz Ltda. . BOARETTO. van. TISDALE. Piracicaba:Ed. B.. 1994. Ave Maria Ltda. 2 ed.. Adubação nitrogenada no Brasil. E. S. Campinas:Fundação Cargill. 1971. J.. Uréia fertilizante. 1985. Bibliografia básica BERTALLANFY. OLIVEIRA.J. ________ . M. Petrópolis:Vozes.. Fertilidade.36 MALAVOLTA. QUAGGIO. MUZILLI. 2).F. ARMY.. E. S. CANTARELA. 2 ed. Ca. São Paulo:Pioneira.R. o planejamento de experimentos e a redação de relatórios e artigos para publicações. São Paulo:Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato/Piracicaba:Ceres. W. F. 1976. 295p. La investigación científica. LOURENÇO.. 1988. 2 ed. F. 40p (Boletim Técnico. 290p. 1972. 1985.L. 4 ed. 1973.F. L. N.. Entender os princípios básicos dos estudos de sistemas como. 1984. (coord. Seminário sobre Corretivos Agrícolas. São Paulo:SN – Centro de Pesquisa e produção do Sulfato de Amônio. Piracicaba:Potafós. W. (coord. Campinas:Fundação Cargill. o sistema agronômico. Soil fertility and fertilizers. 1975.C.J. ROMERO.A.L. Adubação fosfatada no Brasil.M.I. Madison. São Paulo:Ed. J. H. P. Fertilizer technology & use.A. Potássio na agricultura brasileira. BUNGE.M. B.J. 192p. MALAVOLTA. SANTANA... VITTI. L.. T.A. van. J. Vol III – Fertilizantes e fertilização das culturas brasileiras. vol. S. São Paulo:Manah. BEATON. YAMADA. O. 343p. J. GOEDERT. 343p. NEPTUNE. A. M.).. Micronutrients in agriculture. Entender como deve ser feito o projeto de pesquisa. MG e Micronutrientes – Situação atual e perspectivas na agricultura. Wisconsin:Soil Science Society of America Inc. Fertilidade do solo e adubação. RAIJ. A.).. KILMER.M. E. J.. IGUE. Etapas da investigação científica (2 vols. MELLO.A. (coord. A.A. M. RAIJ. MELLO.. 611p.. 1985. São Paulo:ANDA. 1982. Seminário P. 2 ed. H. 44p. R.S.C.). 1 e 2. Ilhéus:Sociedade Brasileira de Ciência do Solo.P. T.F. MONTVEDT. SILVEIRA.L. W. São Paulo:Pedagógica Universitária. R.C. K. Fertilizantes fluidos.. 727p.B. 326p.). Teoria geral dos sistemas. M. Barcelona:Ariel.P. 1996. HANWAY. SILVA. V.C. Nutrição mineral e adubação de plantas cultivadas. fertilizantes e fertilização do solo. Gesso agrícola na melhoria do ambiente radicular no subsolo.. MALAVOLTA. BRASIL SOBRINHO. 754p. New York:Macmillan Publishing Company/London:Colher Macmillan Publishers. M.O.. Metodologia de pesquisa.. FILOSOFIA DA CIÊNCIA Objetivos: Entender o que é e como é feita a ciência.. Piracicaba:IPF/IPP. OLSON. no caso./ANDA.M. Brasília:EMBRAPA. Características e eficiência dos adubos nitrogenados..C. BRASIL SOBRINHO. 346p. 1983. E.. Madison. Campinas:Instituto Agronômico & Fundação IAC. 1982. 1986. Ementa: Conhecimento científico.. FURLANI. ARZOLLA. F. Manual de adubação.

L. Madrid:McGraw-Hill Interamericana. M. K. 1992. 4ª. FISIOLOGIA VEGETAL Objetivos: Identificar e compreender os processos metabólicos e do desenvolvimento das plantas cultivadas. Fisiologia y bioquímica vegetal. PESSARAKLI. 1992. REZENDE.. New York:Marcel Dekker Inc. Ementa: Mecânica. Fisiologia vegetal aplicada. 1993. 62p. 2 ed. Fractals in chemistry. Filosofia da ciência para a área biológica.A.A. Paris:Presses Universitaires de France. Ementa: Relações hídricas. 5.. Apostila didática. C.. 211p. 1998. LUNGARZO. 1997.. I. Guanabara dois. COOL. 2. 163p. BIRDI. Energética.. M. K. LE MOIGNE. Belmont:Wadsworth Publishing Co. geochemistry and biophysics: as introduction. Caos e fractais em física aplicada. Madrid:McGraw-Hill Interamericana. Vol. (apostila) POPPER. O que é ciência.S. 422p. FÍSICA Objetivos: Dar condições aos alunos de adquirir conhecimentos básicos de alguns tópicos da Física mais aplicados ao campo agronômico. Tópicos de energia nuclear aplicada à Agronomia. New York:Plenus Press. Rio de Janeiro:Zahar. D. 1975. 3. A lógica da pesquisa científica.37 _________ . 1. HALL. 2 ed. Lógica simbólica. Física. R. Handbook of plant and crop physiology. Cambridge:University Press. 1969. L. Reprodução.3 e .2.. Pirâmide. Vols. 1984.W. 1993.O. GUERRINI. Reguladores vegetais. W. RAO. PSSC. São Paulo:Perspectiva. 1995. R.III e IV. New York:Oxford University Press. Translocação de solutos. Madrid:Ed. I. C. 581p. Ed. TAMÉS. Botucatu:UNESP. Fractals and chaos simplified for the life sciences.II. GARCIA. Ed. F. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo:Cultrix.K. Física. São Paulo:Herder.. 662p. Fisiologia vegetal. EDART. GUERRINI.S.N. TALON. K. SALISBURY. Bibliografia Básica AZCON-BIETO. 1969. TIPLER.A..B.S. 75p. J. 2 ed. 1996. 1994. Botucatu:Depto. KUHN. Photosynthesis. correlacionando-os com a produtividade agrícola. La théorie du système géneral. Vols. 1004p. GARCIDUEÑAS. T.. 1989. Leis de Newton e suas aplicações a movimentos convencionais e não convencionais de interesse agronômico. P.. PEREIRA JR. J. Absorção iônica. ROSS. Apostila. 1990. HALLIDAY. 275p. A. . Sistemas dinâmicos e fenômenos não-lineares em Agronomia. 4. de Física e Biofísica/IBB/UNESP.A. M. 1973. São Paulo:Brasiliense. Energia nuclear aplicada em ciências agrárias. RODRIGO.B. LIEBOVITCH. 1966. 1. Bibliografia básica RESNICK. J. 1990. 1993. D. Física. Metabolismo energético e produtividade vegetal. 68p. I. Uma introdução aos fenômenos complexos e não lineares da natureza. preparando-os para as disciplinas aplicadas posteriores. R. .S.E. Lógica. B. Plant physiology. G. SALMON.

38 TAIZ, L.; ZEIGER, E. Plant physiology. Red Wood City:The Benjamin Commungs Publishing Company Inc., 1991. 559p. VOET, D.; VOET, J.G. Biochemistry. New York:John Wiley & Sons. Inc., 1995. 1360p. FITOPATOLOGIA GERAL Objetivos Diagnosticar doenças de plantas. Caracterizar fitopatógenos. Indicar medidas racionais de controle de doenças. Ementa Conceitos e classificação de doenças das plantas. Agentes fitopatogênicos e suas relações com ambiente e hospedeiro. Diagnose e medidas gerais de controle de doenças. Bibliografia básica Livros BERGAMIM FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. (eds.). Manual de fitopatologia – Vol. 1:Princípios e conceitos. 3 ed. São Paulo:Ed. Agronômica Ceres, 1995. 919p. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. (eds.). Manual de fiopatologia – Vol.2: Doenças das plantas cultivadas. 4 ed. São Paulo:Ed. Agronômica Ceres, 2005. 663p. Periódicos: Fitopatologia Brasileira. Summa Phytopathologica. Pesquisa Agropecuária Brasileira. FORRAGICULTURA E PASTAGENS Objetivos: Apresentar aos acadêmicos de Agronomia os múltiplos aspectos referentes a formação, conservação e exploração de uma pastagem. Aliar-se-á aos aludidos aspectos o reflexo econômico intercorrente da conduta adotada pelo pecuarista ao manejar os pastos. Ementa: Serão abordadas as perspectivas da exploração pastoril considerando-se os fatores climáticos, edáficos e zootécnicos vigentes em determinadas regiões. Igualmente analisarse-ão os fatores bióticos e abióticos de pasto que interferem na produção forrageira, além das diferentes técnicas de manejo dos pastos e utilização dos corretivos e fertilizantes, para incrementar a produção vegetal. Focalizar-se-ão as principais gramíneas e leguminosas forrageiras de importância para a pecuária nacional e as várias opções de manejo para suprir os efeitos da sazonalidade em ambientes tropicais úmidos. Bibliografia básica FUNDAMENTOS DE MANEJO DE PASTAGENS. Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas. São Paulo:Zona Sul,Instituto de Zootecnia, Secretaria da Agricultura, 1970. 266p. HAVARD-DUCLOS, B. Las plantas forrageras tropicales. 1 ed. Barcelona:Ed. Blume, 1968. 380p. MAC ILROY, R.J. Na introduction to tropical grassland husbandry. 2 ed. Oxford:Oxford University Press, 1972. 160p. MOORE, R.M. Australian grassland. 1 ed. Camberra:Australian National Univesity Press. 1970. 455p. SAEMPLE, A.T. Grassland improvement. 2 ed. London:Leonard Hill Books, 1972. 400p. HUGHES, H.A.; HEAT, M.E.; LETCALF, D.S. Forrages. 3 ed. México:Compania Ed. Continental S.A., 1972. 738p. WHITE, R.D.; LEISSNER, G.N.; TRUMBLE, H.C. Las leguminosas en la agricultura. 1 ed. FAO. Estúdios Agropecuários, 1968. 405p.

39 Periódicos nacionais e estrangeiros referentes a Forragicultura. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA Objetivos: Compreender os conceitos econômicos, utilizar estes conceitos na discussão e elaboração de trabalhos, e resolução de problemas econômicos gerais e específicos da agricultura brasileira. Ementa: Microeconomia: preços, teoria da oferta e procura, mercados, teoria da produção. Macroeconomia: moeda e sistema financeiro, contabilidade nacional, determinação da renda, balanço de pagamentos, finanças públicas, modelo keynesiano, políticas econômicas. Bibliografia Básica EATON, B.C.; EATON, D.F. Micro economia. São Paulo:Saraiva, 1999. 606p. GORDON, R.J.; WILCOX, J.A. Macroeconomia. Porto Alegre:Bookman, 2000. 422p. LOPES, L.M.; VASCONCELLOS, M.A.S. Manual de macroeconomia: nível básico e nível intermediário. São Paulo:Atlas, 2000. 388p. MONTORO FILHO, A.F. et al. Manual de economia. São Paulo:Saraiva, 2000. 443p. PINDYCK, R.S.; RUBINFELD, D.L. Micro economia. São Paulo:Prentice Hall, 2002. 711p. ROSSETTI, J.P. Introdução à economia. São Paulo:Atlas, 2002. 922p. TROSTER, R.L.; MORCILLO, F.M. Introdução à economia. São Paulo:Makron Books do Brasil, 2002. 401p. VICECONTI, P.E.V.; NEVES, S. Introdução à economia. São Paulo:Frase, 2002. 552p. FUNDAMENTOS DE SOCIOLOGIA Objetivos: Compreender melhor a sociedade e a realidade social em que exercerá sua futura profissão. Conhecer e utilizar corretamente alguns conceitos básicos de ciências sociais. Participar com conhecimento das iniciativas de mudanças e reformas sociais. Conhecer o que a sociedade espera do profissional Engenheiro Agrônomo. Ementa: Ciências sociais. Cultura. Instituição social. Estrutura social. Mercado. Estado. Associação. Políticas públicas. Bibliografia Básica BERGER, P.L. Perspectivas sociológicas. Petrópolis:Vozes, 1978. ________ ; BERGER, B. O que é uma instituição social. In: FORACCHI, M.M.; MARTINS, J.S. (compilação de textos) Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro:Livros Técnicos e Científicos, 1978. p.183-5. COULSON, M.A.; RIDDELL, D.S. Introdução crítica à sociologia. Rio de Janeiro:Zahar, 1975. GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro:Zahar, 1978. GIDDENS, A. Sociologia: uma breve porém crítica introdução. Rio de Janeiro:Zahar, 1984. LEBRUN, G. O que é poder. São Paulo:Abril Cultural/Brasiliense, 1984. MIESES, L. O mercado. Rio de Janeiro:José Olympio/Instituto Liberal, 1987. POLANYI, K. A grande transformação: as origens de nossa época. Rio de Janeiro:Campus, 1980. PRZEWORSKY, A. Nota sobre o Estado e o mercado. Revista de Economia Política, vol. 16, número 3, 1996.

40 _________ . Democracia e mercado: no Leste Europeu e na América Latina. Rio de Janeiro:Relume Dumará, 1994. SEARLE, J.R. Mente, linguagem e sociedade: filosofia no mundo real. Rio de Janeiro:Rocco, 2000. Bibliografia complementar ABRAMOVAY, R. O futuro das regiões rurais. Porto Alegre:Ed. UFRGS, 2003. DINIZ, M.R. Crise, reforma do Estado e governabilidade. Rio de Janeiro:FGV, 1997. FARINA, E.M.M.Q.; AZEVEDO, P.F.; SAES, M.S.M. Competitividade, mercado, Estado e organizações. São Paulo: Ed. Singular, 1997. LOPES, M.R. Agricultura política: história dos grupos de interesse na agricultura. Brasília:EMBRAPA/SPI, 1996. PRZEWORRSKI, A. Capitalismo e social democracia. São Paulo:Cia. das Letras, 1989. VEIGA, J.E. A face rural do desenvolvimento. Porto Alegre:Ed. Da Universidade, 2000. GENÉTICA GERAL Objetivos: 1. Entender os avanços ocorridos nas áreas de Genética Molecular, Engenharia Genética, Biotecnologia, e suas aplicações na preservação dos recursos genéticos, mapeamento cromossômico, obtenção de espécies melhoradas e desenvolvimento de novas espécies. 2. Usar métodos da Genética mendeliana e compreender a importância e universalidade das leis de Mendel. 3. Dar subsídios para a avaliação da estrutura de populações vegetais e para uso de características quantitativas. Ementa: O conteúdo programático inicia-se com a aprendizagem das bases da Genética Molecular necessária ao entendimento das novas técnicas de Engenharia Genética e Biotecnologia, suas aplicações e avanços, assim como serão discutidos os componentes das populações biológicas e os mecanismos que mantém a estrutura dessas populações, os métodos para uso de características quantitativas das leis mendelianas, a importância e a universalidade das mesmas, e a atuação destas leis ate mesmo no controle de marcadores moleculares. A seguir, serão vistos os métodos de avaliação da variabilidade genética de populações naturais, visando a preservação do germoplasma existente. A disciplina finaliza com o estudo dos mecanismos que envolvem a herança citoplasmática e sua relação com os diversos tipos de reprodução em plantas. De modo geral, o conteúdo procura reforçar os conhecimentos básicos de Genética como um todo, permitindo a escolha de áreas específicas para o início de atuação, ou para uso de metodologias básicas em outras áreas de aplicação. Bibliografia Básica RAMALHO, M.; SANTOS, J.B.; PINTO, C.B. Genética na agropecuária. 7 ed. Ed. Globo, 2000. GRIFFITHS, A.J.S.; MILLER, J.F.; SUZUKI, D.T.; LEWONTIN, R.C.; GERBAERT, W.M. Introdução à genética. 7 ed. Ed. Guanabara Koogan, 2001. BROWN, T.A. Genética: um enfoque molecular. 3 ed. Ed. Guanabara Koogan, 1999. SNUSTAD, D.P.; SIMMONS, M.J. Fundamentos de genética. 2 ed. Ed. Guanabara Koogan, 2001. GUERRA, M. Introdução à citogenética geral. Ed. Guanabara, 1988. GEOLOGIA GERAL Objetivos: A disciplina de Geologia Aplicada possibilita a aquisição de conhecimentos e habilitação de técnicas fundamentais em geologia (gênese, estrutura e fatores de sua

Climatologia. 1994.A.M. Edgard Blücher Ltda. Princípios de geoquímica. São Paulo:EDUSP. Geologia geral. São Paulo:EDUSP. Processos de intemperismo. Mineralogia e cristalografia.41 dinâmica interna e externa). ALMEIDA. gestão e avaliação. AMARAL. A.I. Preservação dos Recursos Naturais e Ciências do Ambiente. Rio de Janeiro:Freitas Bastos CAPUTO. vol. Ao Livro Técnico S/A.. H. Edgard Bl&ucher Ltda. S. São Paulo:Atlas. Ementa: Hidráulica agrícola: importância e caracterização. J. 4. 7. Geologia do Brasil. Planejamento estratégico na prática. 5. E. Curso de hidráulica agrícola. 4 ed. FULFARO. C. Vols. Gestão do empreendimento agrícola. São Paulo:Atlas.. NORONHA. Barragens de terra. São Paulo:Perspectivas. Manual de hidráulica. São Paulo:Atlas S. visando dar suporte às disciplinas de Solos. ciclo geoquímico.H. KLOTER. MELNICK. J. OLIVEIRA. São Paulo:EDUSP. A. A. 3. Dinâmica interna e externa. J. 2 ed. 1988.. Fenômenos e eventos geológicos. Manual de projetos de desenvolvimento econômico. Mecânica dos solos..M. 6. A. 296p. J. São Paulo:Atlas.I. Administração estratégica. LEINZ. Manual de hidráulica geral. 1978. BERNARDES. 2. Minerais de argila.1 e 2. orçamento e viabilidade econômica. Bibliografia básica AZEVEDO NETTO. Geologia do Brasil e do Estado de São Paulo. 2 ed.F. HIDRÁULICA Objetivos: Realizar o manejo da água para fins agrícolas. Ementa: A Terra como um sistema. 1993. 1990. Sistema de distribuição de água. 1992. MASON.R. I. 1969. LENCASTRE. Rio de Janeiro:Entrelivros Cultural. com base nos princípios da Hidráulica. I. Bibliografia básica ANSOFF.. GESTÃO AGRÍCOLA Objetivos: Elaborar projetos para o empreendimento agrícola e ter conhecimento dos mecanismos técnicos para sua implantação. DAKER. Captação e instalação de recalque. Manual de mineralogia. Planejamento no Brasil. V. Avaliação. 592p. O. Vol. São Paulo:Atlas. 1994. Geologia do Brasil. Princípios gerais do movimento dos fluídos. Bibliografia básica DANNA & HULRBUT. 382p. 2 ed. sua constituição. Sociologia aplicada à administração – O comportamento organizacional. Topografia. Implantando e administrando estratégica. geomorfologia e da geoquímica de superfície (intemperismo). sedimentares e sua constituição e composição. aplicações tecnológicas. 2 Ed. P. São Paulo:Ed. 1993. Princípios fundamentais da hidrostática. 1997. metamórficas. 7 ed. 596p. 193p. Marketing (edição completa). São Paulo:Ed. São Paulo:EDUSP. FISCHMANN. Ementa: Elaboração de projetos.. B. PETRIS. LAFER. M. Projetos agropecuários: administração financeira. mineralogia. 1 e 2. Vols. 216p ANSOFF.H. 1 e 2. São Paulo:Atlas. B. McDONNEL.A.J. LEONARDO.P. .E. Hidrometria. Petrologia: rochas magmáticas.V. Aerofotogrametria e Fotointerpretação.

CARDOSO. MING. frutícolas.. 2 ed. 2 – Abacaxi. Rivers Univ. L. 174p. Barcelona:Ed. no que se refere a importância.2/354p. Curso de Mestrado em Fitotecnia. medicinais e ornamentais. Agr. 1987.3/ 528p. 1968.. 2 ed.. 941p. L. fatores mesológicos. REYNIER. Ementa: Serão abordados os principais fatores que influenciam no comportamento das principais espécies olerícolas. Campinas:ITAL. 1980.R. 278p. Manual de viticultura. 247p. manejo e pós-colheita das espécies hortícolas. Frutas tropicais.C.1/338p. SIMÃO. todas as formas de propagação tanto sexuada como vegetativa.1/611p. Disciplina de Olericultura. 1978. Fundação Cargill. El plátano. v. São Paulo:Ed. São Paulo>Ceres. S. M. Ementa: Ao final do curso os alunos deverão estar aptos a classificar as espécies hortícolas. Bibliografia básica FILGUEIRA. M. Vols. Edgard Blücher 1976. propagação. Todos os números HORTICULTURA GERAL Objetivos: Formação básica dos alunos em relação à horticultura. CORREIA. Revista da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (números com hortaliças) SEMINÁRIOS DE OLERICULTURA. La pina tropical. 1989. M. De I a XIV. 1993.J. Plantas medicinais. v. 1967. 356p. CHAUVET. Academic Press. 247p. Revista da Sociedade de Olericultura do Brasil (Todos os números) EMBRAPA/CNPH. J. 1969. CHAMPION. Manual de fruticultura.. SHEFFER.A.N. MEDINA. Flora Cultura Internacional. 607p. v. ensinar e conduzir as principais espécies hortícolas cultivadas no Estado de São Paulo e no Brasil. Instruções técnicas.A. V. Jaboticabal:FUNEP. J.B. (apostila).A. CEREDA. CARDOSO.B.C. et al. Todos os números.N. R. implantar. 151p.P. Bibliografia básica . Universidade Federal de Viçosa.. A. PITTA. 2 vols. R. e os principais tratos culturais para o devido manejo das espécies hortícolas. Blume. C. REUTHER. São Paulo:Instituto Brasileiro do Livro Científico. administrar. et al. Madrid:Heroes S. (todos os números) INFORME AGROPECUÁRIO. Div. 1971.G.4. E. HORTSCIENCE.. 362p. Manual de olericultura: cultura e comercialização de hortaliças. PY. Blume. Citricultura Brasileira. HORTICULTURA ESPECIAL Objetivos: Ao final do curso os alunos deverão estar aptos a planejar. condimentares e aromáticas. Barcelona:Ed. A cultura da bananeira. 285p. F.C. RODRIGUES. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. E. Coletânea de Seminários. 1991. C. LARSON.M.2/298p. v. et al. O. 1994. São Paulo:1982 HORTICULTURA BRASILEIRA. Introduction to floriculture. 43p. G. Sci.42 GARCEZ. assim como os fatores mesológicos que influenciam no desenvolvimento das mesmas. Califórnia. Doenças de plantas ornamentais.v. The citrus industry.

C.P. INFORMÁTICA APLICADA À AGRICULTURA Objetivos: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de utilizar os programas computacionais abordados e emprega-los para solução dos problemas apresentados nos diferentes campos da Agronomia. A ciência da horticultura. F. Manual de floricultura. 483p. estudo dirigido de AutoCad 2004 – Avançado. H. H. 108. KESTER. SHEFFER.L. CARDOSO. 20p. Cultivo do crisântemo. S. Cravos e cravinas. H.N. São Paulo>Ed.T..C. Estudo de desenho assistido por computador. A.C.S. Estar familiarizado com a estrutura da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP. Bol. Viçosa:UFV. 1989. SIMÃO. 194p. Maringá:UEM e Prefeitura Municipal de Maringá. 1968. Não se aplica. New Jersey:Prentice-Hall..M.G. Avaliar a importância dos vários instrumentos de ensino. E.A. São Paulo:Instituto Brasileiro do Livro Científico. a cultura da roseira. 1971. CARDOSO. São Paulo:Ceres. ASTRO et al. HARTMANN. Editora Érica. CEREDA. H. Rio de Janeiro:Freitas Bastos. Plantas medicinais.M. ________ . Campinas:Fundação Cargill.O. Plant propagation – principles and practices. Ementa: Histórico da Informática. hardware e software. K. Jaboticabal:FUNEP. Ministerio da Agricultura (20):20. Aplicações da informática na sociedade. MINAMI. Botucatu:FEPAF. CORREA. 240p. Estrutura da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP. Manual de fruticultura. J.E. Manual de armazenagem e embalagens. Excel para todos – aprenda rápido informática passo a passo.C. C. 1-26. DIEGO. 1977. 187p. A. 1992. M. com as características dos sistemas de produção agrícola e com o mercado de trabalho do Engenheiro Agrônomo. Bibliografia básica ANDRADE. MATSUMOTO. INICIAÇÃO À AGRONOMIA Objetivos: Ao término da disciplina o aluno deverá estar apto a entender a estrutura do Curso de Agronomia. SOUZA. 64p. Los gladíolos. N. . 702p. Agron. Caracterização do mercado de trabalho e do meio agrícola. 3 ed. 1992.P. 34p.. Nutrição mineral de algumas espécies ornamentais. Viçosa:UFV.J.C.. Instruções para a cultura de gladíolos. Manual de olericultura. 1981.43 BOLSSFELD. 1990. 2 vols. LOPES. Editora Érica. p. 1973. Y. Hojas divulg..M.. Editora Nobel. SANCHES.. Chácaras e Quintais. (Série Técnica). HAAG. L. avaliando a importância dos vários instrumentos de ensino. FILGUEIRA. 13p. São Paulo:Ceres. D. condimentares e aromáticas. 1983. (Boletim de extensão).P. G. 279p.. 6_ 1964.E. JANICK. 1994. Ementa: Estudo da estrutura do Curso de Agronomia. PITTA. LIMA.P. L. Doenças das plantas ornamentais.R.B. 151p. M. 288p. MING. LIMA. 1977. L. AutoCad 2004 – Fundamentos 2D e 3D.. Estudo de planilha eletrônica. Outras aplicações da Informática em Agronomia. Inst. J. 432p. (Floricultura Brasileira. 1973. R.

E. 2. Manual para elaboração de projetos de irrigação. 386p. Krieger Publ. MILLAR. 1990. Grover Beach.R. 1988. VIANA. 1994. Wageningen:ILRI. São Paulo:Manole Ltda.. JAMES.. KLAR. Drainage principles and applications. Irrigação. 652p. R. 1983.H.. Bibliografia básica BERNARDO. 2 ed.H. Recomendar alternativas de manejo para manter elevados os níveis de eficiência e uniformidade de distribuição de água. L. Englewood Cliffs:Prentice-Hall.D. Sistematização de terras para irrigação e drenagem. Design and operation of farm irrigation systems.CA:Central Coast Printing. Riego por goteo y por microaspersión para vides y cultivos anuales. 7. Brasília:EMBRAPA-SPI. C. R. J.N. Co. MARTINEZ BELTRÁN. VIEIRA. 1994. vol. 1986. JENSEN. 1995.E. 409p. Drainage engineering. 281p. 1984. J. 497p. Ministério de Agricultura. Sistemas de irrigação por aspersão. REICHARDT. São Paulo:Editerra Editorial Ltda. 5. 1987. 1990. A. W. 551p. 6. 1986. Dinâmica da água no solo.A. 1989. Engenharia da irrigação. 1978. A. 488p. Irrigação. M. 306p. A água no sistema solo-planta-atmosfera. K..M. WALKER. R. Identificar as partes constituintes. PRONI. Drenagem de terras agrícolas: bases agronômicas. BURT. 31p. 188p.44 IRRIGAÇÃO E DRENAGEM Objetivos: Avaliar a viabilidade técnica e econômica de projetos de irrigação e drenagem. 1997.A.F. 1986. Piracicaba:O autor.A. COSTA. Riego localizado. New York:Robert E. J. Brasília:PRONI. Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA). Da UFV. LUTHIN. 1125p. 2000. Ementa: Importância da irrigação e drenagem para a agricultura 2. Universitária/UFPB. Surface irrigation: theory and practice. A água em sistemas agrícolas. 344p. por aspersão. P. localizada e subsuperficial. LIBARDI. GOMES. 543p. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Objetivos: Identificar e conhecer as diversas máquinas e implementos agrícolas existentes que serão utilizadas durante o ciclo das diversas culturas. ________ . MIRANDA. Sistemas de irrigação localizada. 1988. H. Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA). Sprinkle and trickle irrigation. 543p. João Pessoa:Ed. Manual de irrigação. 703p. New York:AVI Book. 1994. Quimigação: aplicação de produtos químicos e biológicos via irrigação. New York:John Wiley & Sons. H. 328p. RITZEMA. Joseph:ASAE. 405p. São Paulo:Nobel.R.L. Drenaje agrícola. 4. 1. J. CUENCA.P. Madrid:IRYDA. Drenagem agrícola. Parâmetros básicos relacionados com sistemas de irrigação e drenagem.P. LOPES. 239p. as opções de regulagens e os critérios de operação e de manutenção das máquinas utilizadas . St. 3. 4 ed. Principles of farm irrigation system design. 2001. Proceder a seleção de sistemas de drenagem superficial e subterrânea.G. vol. P. J. 2001. Viçosa:Ed. S. Sistemas de irrigação por superfície. KELLER. Proceder a seleção de sistemas de irrigação por superfície. BLIESNER. Irrigation system design: an engineering approach. 408p. E. New Jersey:Prentice Hall. Pesca y Alimentacion..F.

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70 determinações analíticas, interpretação dos resultados, conversão de unidades, controle de qualidade e legislação. Bibliografia básica CAMARGO, O.A.; MUNIZ, A.C.; JORGE, J.A.; VALADARES, J.M.A.S. Métodos de análise química, mineralogia e física de solos do Instituto Agronômico de Campinas. Campinas, IAC, 1986. 94p. (Boletim Técnico, 78) FERREIRA, M.E.; CRUZ, M.C.P.; FERREIRA JR, M.E. Avaliação da fertilidade empregando o sistema IAC de análise de solo. Jaboticabal>FCAV/UNESP, 1990. 94p. LOPES, A.S.; GUIDOLIN, J.A. Interpretação de análise de solo – conceitos e aplicações. São Paulo:Associação Nacional para Difusão de Adubos e Corretivos Agrícolas, 1987. 58p. (Boletim Técnico, 2) MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo:Ceres, 1992. 124p. OLIVEIRA, A.J.; GARRIDO, W.E.; ARAÚJO, J.O.; LOURENÇO, S. (coord.). Métodos de pesquisa em fertilidade do solo. EMBRAPA-SEA, 1991. 392p. RAIJ, B. van; QUAGGIO, J.A. Métodos de análise de solo para fins de fertilidade. Campinas:IAC, 1983. 39p. (Boletim Técnico, 81) ________. Avaliação da fertilidade do solo. Piracicaba:Instituto da Potassa & Fosfato/Instituto Internacional da Potassa, 1981. 142p. RAIJ, B. van; QUAGGIO, J.A.; CANTARELLA, H.; FERREIRA, M.E.; LOPES, A.S.; BATAGLIA, D.C. Análise química do solo para fins de fertilidade. Campinas:Fundação Cargill, 1987. 170p. RAIJ, B. van; ANDRADE, J.C.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A. Análise química para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas:IAC, 2001. p. 173-250. BATAGLIA, O.C.; FURLANI, A.M.C.; TEIXEIRA, J.P.F.; FURLANI, P.R.; GALLO, J.R. Métodos de análise química de plantas. Campinas:IAC, 1983. 48p. (Boletim Técnico, 78) BÜLL, L.T.; ROSOLEM, C.A. Simpósio sobre interpretação de análise química de solo e planta para fins de adubação. Botucatu:FCA-UNESP, 1988. 360p. HAAG, H.P.; MINAMI, K.; LIMA, A.M.L.P. Nutrição mineral de plantas ornamentais. Campinas:Fundação Cargill, 1989. 289p. FERREIRA, M.E.; CASTELLANE. P.D.; CRUZ, M.C.P. Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba:Potafós, 1993. 480p. FONTES, P.C.R. Diagnóstico do estado nutricional das plantas. Viçosa:UFV, 2001. 122p. MALAVOLTA, E.; HAAG, H.P.; MELLO, F.A.P.; BRASIL SOBRINHO, M.O.C. Nutrição mineral de plantas cultivadas. São Paulo:Ed. Pioneira, 1974. 727p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das plantas – princípios e aplicações. Piracicaba:Potafós, 1997. 314p. RAIJ, B. van; ANDRADE, J.C.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A. Análise química para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas>IAC, 2001. p. 173-250. ALCARDE, J.C.; GUIDOLIN, J.A.; LOPES, A.S. Os adubos e a eficiência das adubações. São Paulo:ANDA, 1989. 35p. ALCARDE, J.C. Métodos simplificados de análise de fertilizantes (N, P, K) minerais. Piracicaba:ESALQ/USO, 1982. 49p. ANDA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS E CORRETIVOS AGRÍCOLAS. Manual de controle de qualidade de fertilizantes minerais sólidos. São Paulo, 1988. 58p. _________ . Análise de corretivos agrícolas. 1989. 30p (Boletim técnico).

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BOVINOCULTURA DE CORTE Objetivos: Identificar os principais problemas técnicos e econômicos que atuam sobre a produtividade das operações de cria. FRANGO GONZALES. Jaboticabal:FUNEP. F. NRC.L.. Ementa: A disciplina deverá desenvolver tópico relacionado com a produção industrial de aves domésticas no aspecto econômico e técnico. 1975. 1994. Iowa:Stromberg. Planejar a utilização das diferentes instalações do setor (granja de frangos de corte. 155p. 1975.E. R. Improvement of livestock production in warm climates. 150p.A. Castelo:Mundi Prensa. BLOOD. 1990. R.Scott. Bibliografia básica MCDOWELL. A guide to better hatching.J. PONTES-PONTES. São Paulo:Instituto de Zootecnia. Campinas:FACTA. A. STROMBERG. RADOSTITS. MACARI. 1994. D.. genótipo. alimentação e manejo. posturas comerciais e reprodutoras. enfocando a situação atual e perspectivas de evolução da criação de frangos de corte. Os cruzamentos na pecuária bovina. 1994..L. reprodução. CASTELO LLOBET. São Paulo:Manole. La galina ponedora: sistemas de explotación y tecnicas de producción.A. diminuir a mortalidade de bezerros. New York:M. 377p. 4 ed. Fisiologia da reprodução de aves. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte. Campinas:FACTA. Commercial chicken production manual. J. M. YOUNG. . NESHEIM.M. Resolver problemas relativos à produção. 9 ed. Ementa: Esta disciplina será desenvolvida enfocando os fatores econômicos e técnicos que norteiam a produção de bovinos de corte.. 1972.. E. propondo soluções viáveis que permitam elevar a natalidade. San Francisco:W. 1994. Bibliografia básica Manejo de frangos. O. 279p. Campinas:FACTA.S.A.. GONZALES. 296p. diminuir a idade ao abate e melhorar a qualidade da carcaça. industrialização e comercialização de ovos. NORTH.C. 1987.. 530p. J. 1989. 555p. 1987. C. Campinas:FACTA. 174p. R. 1976. FURLAN. Introdução à genética quantitativa. SCOTT. 711p. M. 100p. o melhoramento genético e a obtenção de pintinhos comerciais. 142p. Propor soluções viáveis para os problemas identificados com base no conhecimento da fisiologia. M. Viçosa>Imprensa Universitária. Manejo de matrizes. 184p. Washington:National Academy Press. 367p. Producción de huevos. Conceituar os parâmetros de avaliação de cada setor. M. aumentar o peso à desmama. FALCONER. Nutrient requirements of poultry. Campinas:FACTA. 1994. Londres:Chapman & Hall. Freeman and Co. 2 ed. BUXADÉCARBÓ.74 pintos de um dia.C. 552p. 1994. 158p Manejo de incubação. 1986. D. Barcelona:Real Escuela de Avicultura. SANTIAGO. postura comercial e reprodução.H.O. Abate e processamento de frangos. M. 1994. Nutrition of the chicken. recria e terminação. 913p. fábrica de ração e incubatório). Manual de controle da saúde e produção de animais.

. _________ .E. R. Genética e melhoramento.A. Fundamentos da exploração racional. HOLMES.L. J. Acribia. Deverá ser capaz de diagnosticar problemas em criações comerciais decorrentes de erros de manejo ou de alimentação e a sua adequação às condições de cada sistema de criação. Camp. de acordo com as principais categorias existentes numa criação e propor a elas o correto balanceamento de rações. H. J. do ponto de vista econômico.L. V. R. C.J. OSTROWSKI. 1978. Bovinos leiteiros jovens.. Cornel Univ.. 371p. 1989. profits. Principles of dairy science.75 HELMAN. de modo a permitir a atuação do profissional em exposições de animais e associação de criadores. Exterior e julgamento de bovinos. El terneio...T.D.. Deverá ter conhecimentos na área de exterior e julgamento dos animais bem como das principais raças existentes no país e suas aptidões.W. PEIXOTO. D.B. G. 1990. VAN VLECK. BOVINOCULTURA DE LEITE Objetivos Proporcionar ao aluno conhecimentos para interferir na empresa produtora de leite. J. 558p. como manejar os animais sob os diversos sistemas de criação. 335p. 407p. 326p. Ementa: O curso tratará da viabilidade econômica da produção de leite. BHAT. M.H.. A.J. TUCKER. nutrición y patología.. La vaca lecheras – su cuidado y exploración..A. Nobel?Edusp. 1986. 708p. Agric. Washington:National Academy of Science.. Nutrient requirements of beef cattle. FARIA. 156p. SCHMIDT. 374p. 574p.. viabilizando economicamente a produção de leite no Brasil. 1987. Maryland:Univ. APLLEMAN. BURGOS. 525p.. J. 1963. Gado de leite. diferenciar as raças.. NATIONAL RESEARCH COUNCIL. J. GIANNONI. GUICHANDUT. G. LUCCI. 1974.. 1984. Dairy cattle: principles. 1968. 56p. de Maryland. WILSON. Bibliografia básica DAVIS. problems. ROY. Conhecimento suficiente na área de melhoramento genético a fim de praticar o aconselhamento genético de touros provados de acordo com catálogos comerciais.F. ESALQ-CAQS.H. 1969. Ganadería tropical (tomo primeiro). Conceitos básicos e aplicados. BUBALINOCULTURA Objetivos: Expor ou relatar sobre as habilidades da espécie. C.P. Inst.F. Nutrição. Nutrição de bovinos.M. orientar . doenças. proporcionar o desenvolvimento de todo o processo produtivo. leite. Buenos Aires:Librería “El Ateneo” Ed. Produção de leite a pasto (Milk production from pasture). GIANNONI. Manejo. TOMÉ. M. DICKINSON. de Ens. G. 1993. MOURA.A.C. Bovinocultura leiteira. D. Practices. das raças e cruzamentos adequados aos sistemas de produção e de formas de manejo para se obter índices zootécnicos adequados aos sistemas de produção de leite utilizados. L. 344p. Ed.D. PEIXOTO. Deverá ainda ser capaz de orientar na formação de pastagens e reservas forrageiras para alimentação de rebanhos comerciais.M.. Manejo y alimentación. Deverá apresentar conhecimento suficiente na área de alimentos e alimentação de animais.B.S. 1981. A. M.

Embrapa Amazônia Oriental (Belém. V. (ed. TULLOH. L. Ithaca. 993p. manejo. Bubalinos: sanidade. RAMOS. J. Brasília:EMBRAPA Comunicação para Transferência de Tecnologia. May 20-23. dos Criadores. Domestic water buffalo. sua posição na economia agrícola nacional. testes de ganho de peso e controle leiteiro como base para a seleção e melhoramento genético e ainda estudar as possibilidades de criação nos diversos sistemas de exploração animal.A. Italy. The husbandry and health of the domestic buffalo. CARVALHO. 1986. H.C. H. 173p. The water buffalo.. Palestras. MIRANDA. The University of Melbourne:Elsevier Science Publishers. Zulia. melhoramento e instalações. WORLD BUFFALO CONGRESS. ________ . C.A. 2003. ANAIS DO 1º ENCONTRO SOBRE BUBALINOS.G. 236p. A. 1974. Ed. Roma:FAO. A criação de búfalos no Brasil. 202p.N. FAHIMUDDIN. Jaboticabal:FUNEP. N. 318p. 1994.n. Botucatu. 176p. Maracaibo. G. 1969. Brasília:EMBRAPA-SPI. 505p. BARNABE. Fisiologia de los animales domésticos. W. Ementa: Abrangerão estudos das técnicas aplicáveis na exploração de búfalos para a produção do tipo de carne e leite. a Embrapa responde. São Paulo. considerando as condições brasileiras. Botucatu. Ícone. A carne do futuro – búfalo. june 27-30. M. Contribuição ao estudo dos bubalinos: período de 1972 a 2001. 1993.). New Delhi:Oxford & IBH-Publ.R. 1997. Guaíba:Agropecuária. (Coleção 500 perguntas. 322p. 0104. Contribuição ao estudo dos bubalinos: período 1972-2001. 224p. Bibliografia básica ANAIS DAS REUNIÕES ANUAIS DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTENIA – SBZ. A. Australia. Buffalo production. P. October 13-16. no mercado interno e mundial.. 1998. Dará atenção a avaliação métrica da produção de carne e leite como medida de produção. 578p. 1979. BUFFALO SYMPOSIUM OF AMERICAS. Proceedings of the 6th WORLD BUFFALO CONGRESS. FONSECA. Belém.76 sobre suas exigências nutricionais. 2001. MARCANTONIO. BARUSELLI.H. Embrapa – Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental. 2000. Simpósio Brasileiro de Bubalinocultura. New York:Cornell University Press. s. técnico). Cruz das Almas:UFBA. 1977. 500 respostas) COCKRILL.n. W..M.. September. 1997. Escola de Agronomia.Ce 1975.. Proceedings of the 1st. reprodução e produção. TONHATI. (ed. 422p.H. 403p. o manejo reprodutivo dos machos e fêmeas. 108p. s. 2003. DUKES. São Paulo:ABCB-FMVZUNESP-CATI-SBZ. o manejo sanitário e como elaborar e executar um projeto de exploração da cultura.S.PA). Caserta. 283p. (ed. Proceedings of the 5th WORLD BUFFALO CONGRESS. MARQUES. 1987. O búfalo no Brasil. Búfalo: estudo e comportamento. 1999. . 2002.M.R. J. Roma:FAO.. NASCIMENTO.). Criação de búfalos: alimentação. RAMOS. . M. Resumos de pesquisas. HOLMES.F. Venezuela.N. Proceedings of the 4th. São Paulo:Ed. Búfalos: o produtor pergunta.O. 1992.

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Elementos climatológicos. R. EMBRAPA/CNPH. utilização de diferentes tipos de agrofilmes. L. cisto de produção e unidades de comercialização. OMETTO. L. naquelas organizações em que tenha que vir a coordenar suas ações com as de outros indivíduos. BACH. Ementa: Linguagem e reprodução da cultura. Manual de olericultura: cultura e comercialização de hortaliças. TRIPLET. dar assistência técnica aos produtores hortícolas em ambiente protegido. W. H. Meteorologia e climatologia agrícola (apostilas. Meteorologia satellites. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÕMICO E SOCIAL. Instruments and methods for meteorological observation.I.P.R. Revista do Instituto Agronômico de Campinas – IAC. Instruções Técnicas (todos os números) FILGUEIRA. J. conduzir.S. C. MAUDER. ALVES. A. V. The atmosphere – an introduction to meteorology. Variações climáticas e flutuações da oferta agrícola no Centro Sul do Brasil. Bioclimatologia vegetal. Manual de climatologia agrícola. manejo do ambiente e da cultura. R. J. A. STERZAT. Methods in agricultural meteorology.1. Meteorologia agrícola..C. opinar. São Paulo:Ceres. MATHER. KONSTANTINOV. SECRETARIA DA AGRICULTURA. Meteorologia descritiva – Fundamentos e aplicações brasileiras.1. Ementa: Serão abordados os princípios do cultivo em ambiente protegido. Bibliografia básica BRAGANTIA. v. Métodos científicos e problemas de pesquisa. rotação de culturas.R. Manual de microclimatologia. Microclimate. J.II e III). I. World Survey of Climatology. Ciência e linguagem. Zoneamento agroclimatológico de Santa Catarina. ROSEMBERG. The value of the weather.R. 354p. TUBELIS. ARMA.M. H. Climatology fundamentals and applications. GEIGER. MOTA. et al. La agrometeorologia y su importancia en el desarrollo agricola.78 FREDERICK K. Comunicação e coordenação das ações sociais. WIDGER JR.) . F. Evaporation in nature. VIANELLO. CIÊNCIA E SOCIEDADE Objetivos: Utilizar os procedimentos comunicativos e científicos para dar um tratamento sistemático e coerente aos problemas que possam apresentar em sua futura atividade profissional na sociedade brasileira.A. Cultura científica e sociedade. Meteorologie generale.K.R. VITKEVICH. N. CULTIVO EM AMBIENTE PROTEGIDO DE PLANTAS HORTÍCOLAS Objetivos: Ao final do curso os alunos deverão estar aptos a planejar. Argumentar de modo a motivar racionalmente seus interlocutores. LEME. W. Meteorologia tropical. Agricultural meteorology. FLOHN. SMITH. 1982 (v. INTERNATIONAL SEMINAR OF TROPICAL METEOROLOGY RIEHL. através da utilização de razões científico-técnicas. W.P. A.A. J. F.J.S. Interactions of energy and climate. Argumentação científica e racionalidade comunicativa.J. COMUNICAÇÃO. ________ .L. M.. 338p.

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270p. B. e também a higiene e controle de qualidade dos produtos vegetais Ementa: Matéria prima vegetal. 1995. KONOLFINGEN. 1996. permitindo assim que o aluno seja auto-suficiente para instalação. bem como deverá estar apto a identificar. Manual de capacitación en ergonomia. 418p. Finlândia:FTP. Experimentação agrícola. Professions. B. MISCHAN. 1987. Improving conditions and increasing profits in forestry. Suíça:International Labour Ofice. Genebra.R. condução. ________ . Occupational safety and health problems in the timber industry. 175p. FTP Seminar. FISIOLOGIA E MANEJO PÓS-COLHEITA DE FRUTAS E HORTALIÇAS Objetivos: Aprofundar os conhecimentos na área de armazenamento e conservação de frutas e hortaliças. Botucatu:FUNDIBIO. ECE/FAO/ILO/Serviço Florestal da Suíça. 1996. Estatística experimental. 1989. Genebra. 78p. Genebra. ________ . Curitiba. Atlas. JOHANSSON. Job accidents in a brazilian forest company. Dessa forma o aluno deverá estar apto a indicar e aplicar as técnicas adequadas para o armazenamento e conservação verificando as principais alterações pós-colheita. Appropriate Forest Operations. 79p. objetivando maximizar o aproveitamento desses vegetais. S. Accident prevention. parcelas subdivididas. evitando com isso a perda de alimentos. Perdas e causas das perdas. MOSER. D. 47p.. _________ . .FTP Training Course. K. Genebra. Fito hormônios. KRONKA. Ementa: Delineamento: inteiramente casualizado. Experimentos fatoriais. 1996. Manual do carrinho de arraste “Sulky”. PINHO. Ergonomics applied to logging (Proceedings) Helsinki. UFPR.. Adaptación del trabajo al trabajador forestall. Bibliografia básica BANZATO. Publication 24. 1996. MALINOVSKI. 1989. Suiça:International Labour Office. Helsinki. Philippines. Simpósio sobre exploração. HOFFMANN. Desenvolvimento fisiológico. Suíça. Dissertação. Manuseio pós- . Congresso Internacional Safety and Health in Forestry and feasible. Suíça:International Labour Ofice. 128p.A. R..86 FENNER. U. 425p.. Experimentação agronômica: dados não balanceados. 1989. ergonomia e segurança em reflorestamentos (Anais). skills and training in forestry. um dos principais problemas brasileiros enfrentados na póscolheita. Respiração. ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL Objetivos: Identificar os princípios básicos da experimentação e os delineamentos mais comuns. Finlândia:FTPFINNIDA. 1981. análise e interpretação dos resultados de um experimento na área agronômica.A.T. 362p. Finland:FTP Forestry Training Programme.Z. VIEIRA.M. S. P. Curitiba:FEUPEF do Paraná. Fatores pós-colheita e colheita. HEIKKILA. Proceedings of FAO.. ILO.N. S. em blocos com tratamentos casualizados. T. enumerar e solucionar os problemas relativos ao manuseio. 1991. Estudo descritivo dos acidentes do trabalho em uma empresa florestal. Helsinki. Suíça:International Labour Ofice. Suíça:International Labour Ofice. quadrado latino. 1983. STREHLKE. a worker’s education manual. 1987. 120p. 1983. FINNIDA. Jaboticabal:Funep. transporte. J. M. STREHLKE. Genebra.

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ZUCCHERELLI. S. G. I Simpósio sobre abacaticultura. Antropologia e sociologia: conceitos básicos e ferramentas para análise de comunidades e grupos sociais.88 PIRONE. PITTA. São Paulo:Nobel. 224p. Cultura do pessegueiro. formar. uma nova opção para a fruticultura brasileira. conduzir as espécies frutícolas abordadas. A cultura do maracujazeiro. Registros de dados: tipos e respectiva utilização e âmbito.M. A cultura da nogueira macadamia. Jaboticabal. TAKEBAYASHI. Ementa: Etnobotânica: conceitos básicos e históricos. Cultura da mangueira.C.E. Observação participante. Campinas?CATI. Ementa: Serão abordados aspectos específicos das fruteiras oferecidas nesta disciplina que não foram abordados na disciplina de Horticultura Espacial. 120p. Diseases and pests of ornamental plants. FERREIRA. ________ ..G. 1989.C. M. Noz macadamia. fruticultura comercial. Cultivo comercial de violeta africana. 295p. São Paulo:Agronômica Ceres. F.B.K. abordagens quantitativa e qualitativa. II Simpósio sobre mangicultura.P. utilizando conceitos básicos e metodologias em Etnobotânica. MARINO NETO. J. Tipos de amostragem. planejar.. Fruticultura tropical – 3 – Mamão. Advances in Economic Bothany. A. TAMADA.C. 198p.FCAV 1989. Piracicaba:Livroceres.R. G. MARANCA.M. 1991. administrar. C. Instituto Brasileiro do Livro Científico. CARDOSO. 1991.C. C. E.S. 255p. FRUTICULTURA Objetivos: Os alunos deverão estar em condições de planejar. com o propósito de complementar a formação em fruticultura. 1980. G. L. 1970.. 140). DONADIO. Selected guidelines for field ethnobotanical research: a field manual. Jaboticabal. F.. DIERBERGER. (apostila).. organizar. PEREIRA. G. 546p. semi-estruturada e estruturada. Entrevista não estruturada. L. Anais. Métodos e técnicas de pesquisa. USHIROZAWA. . São Paulo:Noel.FCAV. Pesquisa em etnobotânica: contextualização. CARDOSO.N. 1985. Manga e abacate.. DONADIO. Florianópolis:EMPASC.. Anais.B. 1994. L. Piracicaba:Livroceres.T. et al..G. DONADIO. 174p. Instituto Agronômico de Campinas. FUNDAMENTOS EM ETNOBOTÂNICA Objetivos: Elaborar.J. 1989.. A. Projetos em etnobotânica.. I. Cultura da maçã. 1982. La actiniia (kiwi). 1981. FEITOSA. 75p. L. 1970. R. (Boletim técnico. ZUCCHERELLI. Cultura da figueira. Abordagem sistêmica. PIZA JUNIOR. New York:The Ronald Press Company... Doenças das plantas ornamentais. 75p. 16p. P.F. 144p.T. vol 10. The New York Bothanical Garden.P. Ética e pesquisa etnobotânica. analisar e implantar trabalhos de campo e pesquisas em comunidades rurais. Bibliografia básica CEREDA. Bibliografia básica ALEXIADES. E.N. 1989. E. 28p. 1982. 1996. 1980. TOMBOLATO. 57p. (apostila).T. 4 ed. Bronx. MANICA. Madrid:Mundi Prensa.

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A.D.B. P. v. conceitos e técnicas relacionadas à gestão de empresas agroindustriais.PEDROSA Z.R.v.. REYMOLDS. Estratégias e políticas de gestão de empresas agroindustriais no Brasil. 208p. Solo.L. XAVIER. VIEIRA. Spatial variability of soil physical properties in three soils of Sao Paulo. Technical report.. P.S. Administração estratégica. Especificidade do setor agroindustrial. TURATTI. 1-6. Ter uma visão integrada da gestão de uma agroindústria e uma visão sistêmica das cadeias agroindustriais e sua inserção nas novas tendências de globalização dos mercados. 197p. 562p. VIEIRA. PINAZZA... 51p. CASTRO.. VILLAGRA. (org. O. Surface mapping system version 6. VIEIRA. J. Bras. Bibliografia básica ACKOFF..A. Solo. MEGIDO. Análise e Gestão Financeira.. 159-168. v. 1982. São Paulo:Atlas. 4. BACCHI. Complexo agroindustrial: o “agribusiness” brasileiro. VIEIRA.M. A..27. 304p.. 159-168. K. 10.S. K. p. Ementa: Conceitos e ferramentas fundamentais para a gestão da empresa. Aplicção de UENS – unidades estratégicas de negócios. 1993. I. p. LIBARDI.C. 1990. p. Colorado. 17(3). São Paulo:McGraw-Hill. SILVA.. Planejamento empresaial. K.. K. S. 1990.). 10. R. p. Introdução e teoria geral de administração. N. ESALq?USP. Escuela Latinoam. 99p. N. G.. GESTÃO DE INVESTIMENTOS São Paulo:Atlas. TURATTI.. São Paulo:Suma Econômica. PEDROSA.L. L. H. Ci. A. (Tradução Antonio Zorato Sanvicente). SANTOS. GESTÃO NA AGROINDÚSTRIA Objetivos: Apresentar e discutir as principais abordagens. na formulação do planejamento estratégico. ________ . S.R. Bras.T.. 1994. 214p. O. 238p. Z.R. BRITO. (Coleção COPPEAD da Administração) CASAS. 1993. P. REICHARDT. Rev. 1976. RIBEIRO JR. Ci. Revista de Administração. 1986. exercícios e casos. São Paulo:Atlas. Dissertação (Mestrado em Agronomia. I. JONG. Hydraulic variability in space and time in a dark latosol of the tropics.. 1992. CHIAVENATO. ARAUJO. Marketing: conceitos. R. Hidraulic viariability in space and time in a dark latosol of the tropics. Rio de Janeiro:Livros Técnicos e Científicos.01. Variabilidade de parâmetros físicos do solo no Brasil.I. Marketing & agribusiness. 1995. S. M.L. Bras. 165p. REICHARDT. 1-26. Geoderma. O.. 60. Variabilidade especial de solos e experimentação de campo. C. São Carlos. S. Pesq. 60.M.. 1994. FISHMANN. A nova estratégia empresarial. jul/set. Solo. . 1993. Agropec.O. A.. TOPP. S.R.L. Métodos geoestatísticos no estudo da variabilidade espacial de parâmetros do solo... ANSOFF. M.S.333-341..L.. 1995.0. WEDEKIN. A produção e a qualidade. Variabilidade especial de solos e experimentação de campo.O. Methodology for predicting agrochemical contamination of ground water resources.90 REICHARDT. p. W. p. R. Área de Concentração Estatística e Experimentação Agronômica). CLEMENTE. p.L. v. VILLAGRA. A.J.. v.P. Brasil. São paulo:Atlas. REICHARDT. Fis. 1-6. 388p.A. 1975. Rev. São Paulo>Atlas. 1986. Geoderma. 1988 SURFER. 1989.L. LIBARDI. Soil Quality Evaluation Program.M.A. 5-20.R. BACCHI. Canadá.

P. EMBRATER. 45p. Ementa: Seringal nativo e implantado. manejo.. N. REIJUTJES.A. et al. V.. J. TIAGO. manejo e perspectivas no Nordeste do Paraná. 2000.S. Série desarrollo Rural n. em contraste à denominada horticultura convencional. UFMT. 8). I. 2000.A. Brasília. M. 45. Educación agrícola superior:la urgencia del cambio. E. COLOMBO.A. Alguns aspectos da cultura da seringueira. et al. caracterizando os vários padrões tecnológicos e suas atividades desde o preparo do solo. M. 1993. V. Uruguai:ILEIA. Curso de heveicultura. E. 1985.L. SILVIRA. Bibliografia básica HAMERSCHMIDT.P. 1992. Bibliografia básica BERNARDES.91 PALADINI. Informe Agropecuário. Seringueira formação de mudas.R. . Implementação e avaliação de sistemas de qualidade total. Reunião Espacial da SBPC. C. 11 (121). fertilizantes. 216p.. BUENO.. BOAVENTURA. em freqüência “D/3”. 10. 218p.M. 1992. Beneficiamento da borracha.A. C. p. Agricultura orgânica. Sindicato Rural de Cardoso. Piracicaba:ESALq/USP. Produção de mudas.B.C.A. 138). FAO.. Clones de hevea: influências dos fatores ambientais na produção e recomendação para o plantio. IX. Manejar a formação e explotação de seringais..M. E. 1991.S. PR) ENCONTRO MINEIRO SOBRE PRODUÇÃO ORGÂNICA DE HORTALIÇAS (2:1999.. MELO. A.P.A. PEREIRA. HAAG. UFV. Curitiba. J. (Série produtor. Qualidade total na prática. Londrina:IAPAR. 31939. bem como entender seus fundamentos. ORTOLANO.A. HORTICULTURA ORGÂNICA Objetivos: Conhecer e aplicar técnicas de manejo orgânico.. 32p. Nutrição mineral de seringueira. 1994. Campinas:Instituto Agronômico. CASTRO. Santiago. 1995. Sangria de seringueira. Belo Horizonte. Condições edafoclimáticas. 68p. a sintomatologia de toxicidade e a concentração em seringueira (Hevea spp). Cuiabá. São Paulo:Atlas. GONÇALVES. RODRIGUES.. Norte.M. conceitos. ORTOLANI.E.M. FURTADO. 1983. PEREIRA. A.Emater.. CARDOSO. Manual técnico da seringueira. 60P. P. Piracicaba:ESALq. (Circular.J. Cultivando para el futuro. A. Implantação e manejo de formação. Planejar e implantar seringais com tecnologia. P.. atividades e implicações. utilização de controle fitossanitário. Anais. 29p. C. 1994. M. VIEGAS.. (Informativo técnico. SP. Florestal-MG). Ementa: A disciplina aborda conceitos de horticultura considerando técnicas alternativas de manejo cultural. RODRIGUES.A. Alumínio no substrato afetando o desenvolvimento..P. I. CEDAF. 1995. M. Aptidão climática para a cultura da seringueira. BRASIL. Sangria para extração do látex. 65 0.P. Doenças de seringueira. (Boletim Técnico.. Estimulação do painel de sangria e produção de látex de seringueira Hevea brasiliensis. colheita e até a pós-colheita e comercialização de alimentos produzidos organicamente. 70). HEVEICULTURA Objetivos: Orientar e produzir mudas de seringueira com clones adequados. H.

Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. Descrição das metodologias de extração de ácidos nucléicos de microorganismos e espécies de plantas. Rio de Janeiro:Ed. A educação para o meio ambiente. Caracterizar a educação ambiental como eixo temático da educação formal e não formal. Educação ambiental e o desenvolvimento do processo histórico. históricos. 4 ed. Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. Clonagem molecular: utilização de enzimas de restrição. issn 1516-134x AGROECOLOGIA HOJE.92 AGRICULTURA BIODINÂMICA. GRATTAPAGLIA. BIANCHETTI. sociológicos e econômicos das relações entre educação. 1995. orgânica e biodinâmica. Diretrizes para padrão de qualidade orgânica – Instituto Biodinâmico. Brasília: EMBRAPA-CENARGEM. Analisar os conflitos que emergem da relação entre desenvolvimento sustentável e sociedades sustentáveis. identificação e estudo de variabilidade de microrganismos e plantas. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise genética. RAPD. filosóficos. FCA. A. 9 ed. e suas variações como RTPCR. Ementa: Conceitos básicos sobre a estrutura do DNA e RNA. São Paulo:Cortez. sociedade e meio ambiente. Utilização de técnicas moleculares como PCR (Polimerase Chain Reaction). Bibliografia básica ZAHA. Identificar a centralidade da categoria trabalho para a compreensão da questão ambiental na perspectiva educacional. Biologia células e molecular. 1996. transformação de células competentes e seleção de recombinantes. caracterização. participação e cidadania como dimensões indissociáveis da questão educacional. Compreender a educação para o meio ambiente na perspectiva do desenvolvimento do processo histórico da sociedade moderna. 336p. 2 ed. Petrópolis:Vozes. A biologia molecular básica. JANTSCH. M. qualidade e conservação pós-colheita de cenoura sob adubações mineral. Ter conhecimento básico sobre biossegurança no laboratório. Bibliografia básica ANTUNES. econômicos e sociológicos.. L. Interdisciplinaridade. INTRODUÇÃO À BIOLOGIA MOLECULAR DE MICRORGANISMOS E PLANTAS Objetivos: Conhecer a aplicação dos recursos de Biologia Molecular na pesquisa em diferentes áreas e suas ferramentas moleculares utilizadas na diagnose. R. Bd. Noções de segurança em laboratório de Biologia Molecular.E. Ementa: Fundamentos teóricos que articulam a educação. . Meio ambiente e cidadania. 1995 (Dissertação Mestrado) 85p. FERREIRA. R. 2000 PIAMONTE PEÑA. 1995. sociedade e meio ambiente: aspectos filosóficos. Revinter. Rendimento. INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO AMBIENTAL Objetivos: Geral: Refletir sobre os fundamentos históricos. IPORTO Alegre:Mercado Aberto. D. vetores de clonagem. Compreender o contexto histórico-econômico internacional na perspectiva ambiental. LODISH et al. IBD. A. 220p. Relacionar conscientização. Específicos: discutir aspectos gerais da educação para o meio ambiente. 1995..

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