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MANEJO DO SOLO E USO DA ÁGUA NA AGRICULTURA Luís Fernando Stone Embrapa Arroz e
MANEJO DO SOLO E USO DA
ÁGUA NA AGRICULTURA
Luís Fernando Stone
Embrapa Arroz e Feijão
stone@cnpaf.embrapa.br
INTRODUÇÃO • Agricultura irrigada ⇒ aumenta produtividade, permite safras adicionais • Brasil – Superfície
INTRODUÇÃO
• Agricultura irrigada ⇒ aumenta
produtividade, permite safras adicionais
• Brasil
– Superfície irrigada (2004) ⇒ 5,9% da área
total, 16% da safra e 35% do valor da
produção (Christofidis, 2008)
– Arroz irrigado (2008) ⇒ 50% da área, 78%
da produção
– Feijão irrigado (2007) ⇒ 8% da área, 14%
da produção
• Agricultura irrigada ⇒ monitoramento constante ⇒ evitar que custos de operação e manutenção sejam
• Agricultura irrigada ⇒ monitoramento
constante ⇒ evitar que custos de operação e
manutenção sejam maiores que benefícios
• Manejo da irrigação, solo e culturas ⇒
contemplar maior eficiência do uso da água,
conservação dos recursos naturais e
desenvolvimento sustentável
• Manejo da água ⇒ conhecimento:
– capacidade de armazenamento de água do solo
– disponibilidade de água às plantas
– efeito do manejo do solo e práticas culturais sobre
esses atributos
Armazenamento de água • Depende – Espaço poroso • textura • estrutura • distribuição e
Armazenamento de água
• Depende
– Espaço poroso
• textura
• estrutura
• distribuição e diâmetro médio dos poros
– Profundidade do solo
• Não depende das plantas
Disponibilidade de água às plantas • Depende – Fatores intrínsecos do solo • estrutura do
Disponibilidade de água às plantas
• Depende
– Fatores intrínsecos do solo
• estrutura do solo (distribuição do diâmetro dos
poros)
• textura
• tipo e quantidade de argila
• teor de matéria orgânica
– Capacidade das plantas em extrair água
Manejo do solo • Modifica condições físicas associadas à estrutura, afetando: – capacidade de armazenamento
Manejo do solo
• Modifica condições físicas associadas à
estrutura, afetando:
– capacidade de armazenamento de água e
sua disponibilidade
– aeração
– resistência ao crescimento das raízes
– crescimento e produtividade
Manejo do solo • Sistema plantio direto ⇒ condições físicas do solo diferentes do preparo
Manejo do solo
• Sistema plantio direto ⇒ condições
físicas do solo diferentes do preparo
convencional devido ausência de
revolvimento e tráfego de máquinas
• Importante conhecer implicações das
alterações nos atributos físico-hídricos
do solo causadas pelos sistemas de
manejo no uso da água pelas culturas
SISTEMAS DE MANEJO E ATRIBUTOS FÍSICO-HÍDRICOS DO SOLO • Arranjo das partículas do solo –
SISTEMAS DE MANEJO E ATRIBUTOS
FÍSICO-HÍDRICOS DO SOLO
• Arranjo das partículas do solo
– estabelece as proporções dos
componentes sólidos, líquidos e gasosos
• determina a resistência à penetração das
raízes e o fornecimento de água e oxigênio
– organização dos componentes ⇒ estrutura
do solo
• controla a magnitude com que os atributos
físicos interferem no crescimento das plantas
• Dependência e inter-relação entre disponibilidade de água, aeração e resistência à penetração ⇒
• Dependência e inter-relação entre
disponibilidade de água, aeração e
resistência à penetração ⇒ dificuldade de
estabelecimento de um nível ótimo em
relação à produtividade das culturas
• Estrutura ideal
– grande área de contato raiz-solo
– suficiente espaço poroso para o movimento de
água e gases (≥ 10%)
– pouca resistência do solo à penetração das raízes
(
2 MPa)
• Disponibilidade de água ⇒ indicador da qualidade física do solo? – solo compactado ⇒
• Disponibilidade de água ⇒ indicador da
qualidade física do solo?
– solo compactado ⇒ taxa de difusão de O 2
limita o crescimento radicular a m ≥
capacidade de campo
– excessiva resistência a penetração ⇒
limita o crescimento radicular em
condições mais secas
Manejo convencional • Diminuição da dinâmica da matéria orgânica e da atividade biológica • Destruição
Manejo convencional
• Diminuição da dinâmica da matéria orgânica
e da atividade biológica
• Destruição da condição estrutural do solo
– pulverização excessiva da camada arável
– encrostamento superficial
– formação de camadas coesas ou compactadas
(pé-de-grade ou pé-de-arado)
Sistema plantio direto • Ausência de revolvimento do solo – acúmulo de matéria orgânica •
Sistema plantio direto
• Ausência de revolvimento do solo
– acúmulo de matéria orgânica
• menor taxa de decomposição
• menores perdas por erosão
• Cobertura permanente
• Rotação de culturas
Solo sob plantio direto • Cobertura do solo pela vegetação – Maior infiltração de água
Solo sob plantio direto
• Cobertura do solo pela vegetação
– Maior infiltração de água devido:
• maior interceptação da água
• menor selamento superficial do solo
• menor velocidade de escoamento superficial
– Menor evaporação da água
• economia de água
50 62,9mm/h 40 87,1mm/h 30 20 10 0 PD PC Sistema Fonte: Alves & Cabeda
50
62,9mm/h
40
87,1mm/h
30
20
10
0
PD
PC
Sistema
Fonte: Alves & Cabeda (1999)
Taxa constante de infiltração
(mm h -1 )
450 400 Solo nu 350 Mulch 300 250 200 150 100 50 0 1 2
450
400
Solo nu
350
Mulch
300
250
200
150
100
50
0
1
2
3
4
5
6
Nível de irrigação
Fonte: Barros & Hanks (1993)
Evapotranspiração (mm)
Solo sob plantio direto • Maior densidade do solo • Maior resistência à penetração •
Solo sob plantio direto
• Maior densidade do solo
• Maior resistência à penetração
• Menor porosidade total
• Menor macroporosidade
• Maior microporosidade
• Maior agregação
• Maior armazenamento de água
• Maior disponibilidade de água às plantas?
Valores da densidade do solo, porosidade total, micro e macroporosidade nas camadas de 0-10 e
Valores da densidade do solo, porosidade total, micro e macroporosidade nas
camadas de 0-10 e 10-20 cm de profundidade, em três sistemas de preparo do solo
Atributos
Físicos do solo
Sistemas de preparo do solo
Arado
Grade
Plantio direto
--------------------------------- 0 – 10 cm -------------------------------
Densidade do solo (Mg m -3 )
Porosidade total (m 3 m -3 )
Microporosidade (m 3 m -3 )
Macroporosidade (m 3 m -3 )
1,30b
1,24c
1,39a
0,505c
0,532a
0,469d
0,336c
0,364ab
0,372a
0,168a
0,168a
0,098b
------------------------------- 10 – 20 cm -------------------------------
Densidade do solo (Mg m -3 )
Porosidade total (m 3 m -3 )
Microporosidade (m 3 m -3 )
Macroporosidade (m 3 m -3 )
1,35b
1,43a
1,44a
0,482a
0,448b
0,440b
0,368
0,373
0,371
0,114a
0,075bc
0,069c
Fonte: Stone e Silveira (2001)
Resistência à penetração (kPa) 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 0 4 8
Resistência à penetração (kPa)
500
1000
1500
2000
2500
3000
3500
4000
0
4
8
12
16
20
24
28
32
36
40
44
48
Sistemas de preparo
52
Arado
Fonte: Stone & Silveira (1999)
Grade
56
Plantio direto
60
Profundidade do solo (cm)
Atributos físicos do solo afetados pelo sistema de manejo Sistema de Atributos físicos manejo Ds
Atributos físicos do solo afetados pelo sistema de manejo
Sistema de
Atributos físicos
manejo
Ds
mp
Mp
Pt
Agreg
DMP
(Mg m -3 )
(m 3 m -3 )
(m 3 m -3 )
(m 3 m -3 )
>2 mm (%)
(mm)
-------------------------------------------- 0 –10 cm ----------------------------------------
PD anual
PD contínuo
1,35b
0,307a
0,176a
0,483a
45,2b
2,621b
1,47a
0,334a
0,094b
0,427b
66,2a
3,538a
------------------------------------------- 10 – 20 cm ---------------------------------------
PD anual
PD contínuo
1,44b
0,327a
0,116a
0,444a
39,0b
2,371b
1,55a
0,335a
0,073b
0,408b
57,3a
3,177a
Fonte: Stone & Silveira (2004)
5 0 - 1 0 cm 1 0 - 2 0 cm 4 2 0
5
0 - 1 0
cm
1 0 - 2 0
cm
4
2 0 - 4 0
cm
3
2
1
0
CE
PD
PC
Sistema
Fonte: D’Andréa et al. (2002)
GO, LV, 4 anos
Diâmetro médio geométrico
(mm)
Solo sob plantio direto • Estado de maior compactação – altera distribuição do diâmetro de
Solo sob plantio direto
• Estado de maior compactação
– altera distribuição do diâmetro de poros
– redução na macroporosidade
– maior retenção de água
– impedimento ao crescimento das raízes?
– menor volume de solo explorado?
– menor disponibilidade de água?
– poros mais estáveis e contínuos
• suportam maior resistência à penetração
CONTINUIDADE DE POROS GRADE PESADA Ap2B BA PLANTIO DIRETO Ap2 BA CLASSES DE DIAMETRO EQUIVALENTE
CONTINUIDADE DE POROS
GRADE PESADA
Ap2B
BA
PLANTIO DIRETO
Ap2
BA
CLASSES DE DIAMETRO EQUIVALENTE
0
10
20
30
40
50
60
< 3 µm
3 a 9 µm
9 a 50 µm
> 50 µm
Freitas et al. (1998)
GO, LV, 5 anos
USO DA ÁGUA RELACIONADO AO MANEJO DO SOLO • Plantio direto ⇒ maior infiltração de
USO DA ÁGUA RELACIONADO
AO MANEJO DO SOLO
• Plantio direto ⇒ maior infiltração de água no
solo
– melhor aproveitamento da água da chuva
• economia de água na irrigação suplementar
– permite maior intensidade de aplicação
• menor tempo de posição por linha lateral
– permite menor velocidade em pivô central ⇒
aumenta tempo de retorno ⇒ umidecimento do
solo e das plantas mais espaçado
• diminui perdas por evaporação da água do solo
• minimiza a incidência de doenças
• Plantio direto ⇒ maior armazenamento de água – CRA = DTA x f x
• Plantio direto ⇒ maior armazenamento de
água
– CRA = DTA x f x Pe
– maior CRA ⇒ maior turno de rega ⇒ menores
custos de operação
– pivô central - maior turno de rega ⇒ menores
perdas por evaporação e incidência de doenças
0,18 0,16 0,14 0,12 0,10 0,08 0,06 0,04 0,02 0,00 Cerrado P. direto Arado discos
0,18
0,16
0,14
0,12
0,10
0,08
0,06
0,04
0,02
0,00
Cerrado
P. direto
Arado discos
Sistema
Volume de poros entre 50 e 9,0 m de diâmetro (água retida sob tensões entre 6 e 33 kPa)
Fonte: Oliveira et al. (2004)
Porosidade (m 3 m -3 )
Tensão adequada para irrigação no SPD • Feijoeiro: 30 - 35 kPa (Moreira et al.,
Tensão adequada para
irrigação no SPD
• Feijoeiro: 30 - 35 kPa (Moreira et al., 1998)
• Milho: 30 - 40 kPa (Moreira et al.,1998)
• Trigo: 35 - 45 kPa (Moreira et al., 1998)
• Plantio direto ⇒ maior economia de água – cobertura morta reduz a taxa de
• Plantio direto ⇒ maior economia de água
– cobertura morta reduz a taxa de evaporação da
água do solo
– tensão recomendada é semelhante a do preparo
convencional ⇒ maior turno de rega ⇒ menores
custos totais de irrigação
80 AA G PD (a) 60 40 20 0 80 AA G PD (b) 60
80
AA
G
PD
(a)
60
40
20
0
80
AA
G
PD
(b)
60
40
20
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50
55
60
65
70
75
80
Dias após a emergência
Fonte: Stone & Silveira (1999)
Tensão matricial da água do solo (kPa)
3000 G PD + Cob.M PD 2500 2000 1500 1000 500 0 0 50 90
3000
G
PD + Cob.M
PD
2500
2000
1500
1000
500
0
0
50
90
130
170
210
250
290
330
370
400
Lâmina de água (mm)
Fonte: Stone & Moreira (2000)
Produtividade (kg/ha)
300 275 250 225 y = -0.8392x + 274.8 R2 = 0.95** 200 175 150
300
275
250
225
y = -0.8392x + 274.8
R2 = 0.95**
200
175
150
0
25
50
75
100
Cobertura do solo (%)
Fonte: Andrade et al. (2002)
ETc (mm)
15 14 13 12 11 10 y = 1E-05x 3 - 0,0019x 2 + 0,0476x
15
14
13
12
11
10
y = 1E-05x 3 - 0,0019x 2 + 0,0476x + 13,971
R 2 = 0,99*
9
0
25
50
75
100
Cobertura do solo (%)
Fonte: Moreira et al. (1999)
Número de irrigações
110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 0 10 20
110
100
90
80
70
60
50
40
30
20
10
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Cobertura do solo (%)
Fonte: Moreira et al. (1999)
Lâmina total de irrigação (%)
Evapotranspiração do feijoeiro em razão das palhadas das culturas de cobertura Cultura de cobertura
Evapotranspiração do feijoeiro em razão das palhadas das
culturas de cobertura
Cultura de cobertura
Evapotranspiração (mm)
Braquiária
Milho + braquiária
Guandu
Milheto
Mombaça
Sorgo
Estilosantes
Crotalária
259,8d
300,9b
343,7a
277,1c
263,3d
332,6a
341,9a
293,8b
Fonte: Stone et al. (2006)
400 350 y = -10,607x + 362,27 R 2 = 0,97** 300 250 200 y
400
350
y = -10,607x + 362,27
R 2 = 0,97**
300
250
200
y = -16,039x + 355,07
R 2 = 0,95**
150
100
Semeadura
Colheita
50
0
0,0
2,0
4,0
6,0
8,0
10,0
12,0
Matéria seca (t ha -1 )
Evapotranspiração (mm)
Coeficientes de cultura referentes ao feijoeiro Estádio Duração Coeficiente de cultura (dia) PC 1 PD
Coeficientes de cultura referentes ao feijoeiro
Estádio
Duração
Coeficiente de cultura
(dia)
PC 1
PD 2
Emergência – 1ª folha trifoliada
1ª folha trifoliada – floração
Floração/Enchimento das vagens
Final
14
0,53
0,49
20
0,93
0,73
38
1,28
0,91
13
1,04
0,80
1 Preparo convencional do solo. Fonte: Steinmetz (1984)
2 Plantio direto. Fonte: Stone & Silva (1999)
Coeficientes de cultura referentes ao arroz de terras altas, ciclo médio, semeado no espaçamento de
Coeficientes de cultura referentes ao arroz de terras altas, ciclo médio, semeado no
espaçamento de 20 cm entre linhas
Estádio
Duração
Coeficiente de cultura
(dia)
PC 1
PD 2
Emergência – início do perfilhamento
Início do perfilhamento – iniciação da panícula
Iniciação da panícula – grão pastoso
Grão pastoso – maturação
20
0,58
0,18
45
0,72
0,67
55
1,34
1,28
15
0,67
0,53
1 Preparo convencional do solo. Fonte: Stone e Silva (1999b)
2 Plantio direto. Fonte: Stone e Silveira (2003)
Coeficientes de cultura médios, nos diferentes estádios de desenvolvimento do feijoeiro, cultivar Pérola, em relação
Coeficientes de cultura médios, nos diferentes estádios de desenvolvimento do
feijoeiro, cultivar Pérola, em relação aos tratamentos de cobertura morta
Coeficiente de cultura
Cobertura do solo (%)
Período
DAE*
0
25
50
75
100
8
– 14/8
20
0,65
0,67
0,54
0,49
0,36
15
– 21/8
27
0,77
0,84
0,70
0,71
0,57
22
– 28/8
34
1,06
0,99
0,85
0,83
0,91
29 – 4/9
41
1,25
1,24
1,15
1,12
1,01
5
– 11/9
48
1,24
1,24
1,13
1,11
0,98
12
– 18/9
55
1,20
1,22
1,05
0,96
0,90
19
– 25/9
62
0,94
0,81
0,97
0,86
0,60
26
– 2/10
69
0,80
0,82
0,61
0,55
0,47
3
– 9/10
76
0,67
0,66
0,47
0,45
0,37
*DAE – dias após a emergência. Fonte: Andrade et al. (2002)
Evapotranspiração (ETc) e coeficientes de cultura (Kc) para o arroz de terras altas, cultivar BRS
Evapotranspiração (ETc) e coeficientes de cultura (Kc) para o arroz de terras altas,
cultivar BRS Primavera, em diferentes estádios do ciclo, em função da porcentagem
de cobertura do solo pela palhada
Estádio
Duração
ETc (mm)
Kc
(d)
0%
50%
100%
0%
50%
100%
Emergência-início
perfilhamento (IP)
IP-máximo
perfilhamento (MP)
do
20
41,1
31,0
20,9
0,61
0,46
0,31
12
30,8
24,7
20,5
0,81
0,65
0,54
MP-diferenciação
panículas (DP)
das
15
65,7
55,8
48,6
1,10
0,85
0,74
DP-diferenciação
espiguetas (DE)
DE-emborrachamento
das
8
40,4
37,0
33,7
1,20
1,10
1,00
8
47,6
46,6
45,5
1,34
1,31
1,28
(E)
E-floração (F)
F-grão leitoso (GL)
GL-maturação
9
38,1
37,3
36,4
1,28
1,25
1,22
8
27,9
27,0
26,4
0,93
0,90
0,88
28
79,7
76,0
72,3
0,65
0,62
0,59
Ciclo
108
371,4
335,5
305,4
0,88
0,79
0,72
Fonte: Stone & Moreira (2006).
Kc do feijoeiro em função da cobertura do solo 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0%
Kc do feijoeiro em função da cobertura do solo
1,4
1,2
1
0,8
0,6
0%
0,4
50%
0,2
100%
0
0
20
40
60
80
Dias após a emergência
Fonte: Andrade (2001)
Kc
120 Feijoeiro 100 80 60 40 F. INICIAL FLORAÇÃO 20 F. FINAL 0 0 10
120
Feijoeiro
100
80
60
40
F.
INICIAL
FLORAÇÃO
20
F.
FINAL
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Cobertura do solo (%)
Fonte: Andrade (2001)
Consumo de água (%)
Kc do milho em função da cobertura do solo 1,40 0% 1,20 100% 1,00 0,80
Kc do milho em função da cobertura do solo
1,40
0%
1,20
100%
1,00
0,80
0,60
0,40
0,20
-
0
20
40
60
80
100
120
140
Dias após a emergência (DAE)
Fonte: Moreira et al. (2006)
Coeficiente de cultura (Kc)
120 Milho 100 80 60 40 F. INICIAL FLORAÇÃO 20 F. FINAL 0 0 10
120
Milho
100
80
60
40
F.
INICIAL
FLORAÇÃO
20
F.
FINAL
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Cobertura do solo (%)
Fonte: Moreira et al. (2006)
Consumo de água (%)
OBRIGADO PELA ATENÇÃO Luís Fernando Stone Embrapa Arroz e Feijão stone@cnpaf.embrapa.br CAIXA POSTAL 179
OBRIGADO PELA ATENÇÃO
Luís Fernando Stone
Embrapa Arroz e Feijão
stone@cnpaf.embrapa.br
CAIXA POSTAL 179
75375-000 SANTO ANTÔNIO DE GOIÁS, GO