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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA PRÓ-REITORIA DA ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

VERÔNICA PINTO SANTANA

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EM PACIENTES ATENDIDOS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS - MA

2

São Luís

2011

VERÔNICA PINTO SANTANA

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EM PACIENTES ATENDIDOS EM UMA UNIDADE DE SAÚDE NO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS - MA

Projeto de Pesquisa apresentado à Disciplina TCC, do Curso de Enfermagem do Centro Universitário do Maranhão – UNICEUMA para elaboração do Artigo Científico.

Orientadora: Profª. Esp. Francisca das Chagas Gaspar Rocha

3
3

São Luís

2011

SUMÁRIO

1

IDENTIFICAÇÃO

3

  • 1.1 .................................................................................................

Tema

3

Orientando

  • 1.2 ......................................................................................

3

Orientador

  • 1.3 .......................................................................................

3

  • 1.4 .........................................................................................

Instituição

3

Período

  • 1.5 .............................................................................................

3

  • 2 JUSTIFICATIVA

3

OBJETIVOS

  • 3 ......................................................................................

6

Geral

  • 3.1 .................................................................................................

6

Específicos

  • 3.2 ......................................................................................

6

4

METODOLOGIA

7

  • 4.1 Tipo de Estudo .................................................................................

7

  • 4.2 Período do Estudo ...........................................................................

7

  • 4.3 Local do Estudo ...............................................................................

7

  • 4.4 População

........................................................................................

7

  • 4.5 Coleta e Análise dos dados ............................................................

7

  • 4.6 Ética na Pesquisa

8

  • 5 CRONOGRAMA ................................................................................

8

REFERÊNCIAS .................................................................................

9

APÊNDICES ......................................................................................

11

 

ANEXOS ............................................................................................

15

  • 1 IDENTIFICAÇÃO

    • 1.1 Tema

Hipertensão arterial sistêmica em pacientes atendidos em uma unidade de saúde no município de São Luís - MA

4

1.2 Orientando

Verônica Pinto Santana

1.3Orientadora

Profª. Esp. Francisca das Chagas Gaspar

1.4Instituição

Centro Universitário do Maranhão – UNICEUMA

1.5Período

Agosto a outubro de 2011

2 JUSTIFICATIVA

A Hipertensão Arterial é uma das doenças de maior prevalência nos dias atuais que aumenta progressivamente com a idade, constituindo um problema de saúde pública, sendo mais freqüente em indivíduos de meia-idade e idosos, no entanto, encontra-se algumas crianças ou jovens adultos que já apresentam a hipertensão, no qual apresentam alguma cardiopatia ou algum problema sanguíneo de nascença (GARCIA, 2005). As Doenças Crônicas Não Transmissíveis destacam-se a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), a qual se constitui num dos mais importantes fatores de risco para a ocorrência das doenças do sistema cardiovascular, grupo de causas responsável pelo maior número de óbitos na população total (MANO, 2004). De acordo com Matsumoto (2007) medir a pressão arterial é fundamental para o estabelecimento do diagnóstico da HAS, e que alguns critérios devem ser levados em consideração para determinação da HAS: o paciente deve estar sentado e recostado por aproximadamente cinco minutos, com os braços descansados ao nível do coração; deve ser evitado o consumo de cafeína ou sódio na dieta, além do cigarro, até uma hora antes da consulta.

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Estimam-se que existam 50 milhões de norte-americanos com hipertensão, esperado-se que este número aumente devido ao envelhecimento da população. Apenas uma parcela das referidas pessoas está ciente de sua pressão arterial elevada e é elevada para ela, conseguindo um número ainda menor, alcançar um controle adequado de suas pressões arteriais (NETTINA, 2003). Devido ao caráter crônico e por ser um importante fator de risco para as doenças cardiovasculares, o diagnóstico e tratamento da HAS tem constituído preocupação para os pesquisadores da área que buscam controlar a doença e prevenir complicações associadas. Ademais, a HAS está relacionada ao agravamento ou aparecimento das doenças cardiovasculares, que trazem como conseqüência o encurtamento da expectativa de vida da população, bem como a qualidade da mesma (LOPES; BARRETO-FILHO; RICCIO, 2003). A Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial (SBHA) estabeleceu uma classificação inédita, na qual foi incluído o grupo de pré-hipertensos. Segundo essa classificação, os pré-hipertensos seriam aqueles que apresentam pressão entre 120 X 80 mmHg e 139 X 89 mmHg, o segundo estágio inclui níveis de pressão iguais ou maiores que 160 X 100 mmHg. A pressão considerada normal é aquela abaixo de 120 X 80 mmHg (SBC, 2002). São considerados os valores abaixo do percentil 90 como normotensão, desde que inferiores a 120/80 mmHg; entre os percentis 90 e 95, como limítrofe ou pré-hipertensão, e, e igual ou superior ao percentil 95, como hipertensão arterial, salientando-se que qualquer valor igual ou superior a 120/80 mmHg em adolescentes, mesmo que inferior ao percentil 95, deve ser considerado limítrofe (SBC, 2007). Ferreira et al (2004) ressaltam que a prevalência da HAS tende aumentar considerando o aumento da média de vida da população mundial. No Brasil, as doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte há pelo menos 30 anos, segundo dados do Sistema de Informação sobre mortalidade (BRANDÃO et al., 2003). Somente em 1999, as taxas de morte por doenças cardiovasculares nos homens e nas mulheres foram de 125,5 e 109,1 casos por 100 habitantes, respectivamente (DUARTE et al., 2002). No Maranhão, um estudo epidemiológico de base populacional, foram identificados 52,4% pacientes cadastrados no SISHIPERDIA, no período janeiro a julho de 2010 que são hipertensos. Também é importante considerar o percentual de

6

35,4% que, além de hipertensos, são diabéticos. A prevalência atual da doença no município é de 0,86% (8.592 pacientes), contudo, o Ministério da Saúde estima que o município de São Luís deva cadastrar 777.737 pacientes. Estes dados expõem a necessidade de ações voltadas para melhoria de cobertura assegurando cadastro dos pacientes e, conseqüentemente, proporcionar subsídios mais confiáveis para a programação de medicamentos (COSTA, 2010). Quanto ao tratamento medicamentoso, este se faz necessário quando as medidas não medicamentosas não forem suficientes para atingir o nível pressórico ideal, sendo indicado iniciar com monoterapia para pacientes com HAS leve ou associação de medicamentos para HAS moderada ou grave. O tratamento farmacológico visa reduzir os níveis pressóricos para valores inferiores a, pelo menos, 140 mmHg de pressão sistólica e a 90 mmHg de pressão diastólica (SBC,

2002).

Existem seis classes de anti-hipertensivos diuréticos, inibidores adrenérgicos, vasodilatadores diretos, inibidores da enzima conversora da angiotesina, bloqueadores diretos da enzima conversora da angiotesina, bloqueadores dos canais de cálcio e os antagonistas do receptor AT¹ da angiotesina II (SBC, 2002). Para a hipertensão no estágio II ou III, as Diretrizes (2002) recomendam o uso da associação medicamentosa, como terapia inicial. A principal vantagem deste tipo de terapia é o efeito hipotensor mais intenso provocado pelo sinergismo entre as drogas e como desvantagem, cita o aumento do custo da quantidade de comprimidos, o que pode dificultar a adesão (BARRETO-FILHO; KRIEGER, 2003). Mais recentemente, segundo os referidos autores, surgiram as associações fixas que oferecem como vantagem o menor custo, efeito hipotensor em menores doses e conseqüentemente menos efeitos colaterais contribuindo para melhor eficácia e adesão ao tratamento. Nesse sentido, lançou em 2001 o Plano de Reorganização da Atenção a essas patologias implementando estratégias de controle nos estados e municípios, como: capacitação profissional na Atenção Básica (AB), pactuação de normas e metas entre as três esferas de gestão em saúde, atenção à assistência farmacêutica e distribuição de medicamentos para controle e promoção de atividades educativas (CHAZEN; PEREZ, 2008).

7

Também foi criado em 2001, o Sistema de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (SISHIPERDIA). O SISHIPERDIA é um sistema informatizado que permite cadastrar e acompanhar os portadores de hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus, captados e vinculados às unidades de saúde ou equipes da Atenção Básica do Sistema Único de Saúde - SUS, gerando informações para profissionais e gestores das secretarias municipais, estaduais e ministério da saúde (SISHIPERDIA, 2010). Considerando a HAS como um grande problema de saúde pública e com grave aumento no número de casos e da morbidade e mortalidade no Nordeste, surgiu o interesse em pesquisar esta problemática, tendo em vista que é de responsabilidade dos profissionais de saúde a busca pelo conhecimento da realidade que se encontra a saúde pública a fim de contribuir para a melhoria no acompanhamento e identificação dos casos.

3

OBJETIVOS

 

3.1

Geral

Analisar a Hipertensão Arterial Sistêmica em pacientes atendidos.

 

3.2

Específico

Identificar

dados

dos pacientes

segundo as

características

sócio-

demográficas e clínicas; Verificar os tipos de tratamentos utilizados;

Identificar os pacientes quanto ao estagiamento.

  • 4 METODOLOGIA

    • 4.1 Tipo de estudo

Optou-se pela realização de um estudo de caráter descritivo, documental, com análise quantitativa de dados.

8

  • 4.2 Período do Estudo

A pesquisa será realizada no período de agosto a outubro de 2011.

  • 4.3 Local do Estudo

Será realizado em uma Unidade de Saúde no município de São Luís –

MA.

  • 4.4 População

Será composta por pacientes hipertensos cadastrados e acompanhados no período de agosto de 2010 a agosto de 2011.

  • 4.5 Coleta e Análise de dados

Para a realização do trabalho de campo, será entregue a direção da Unidade de Saúde um ofício ( ANEXO A) solicitando a liberação da pesquisa. Após a autorização, os dados serão coletados por meio de levantamento nos prontuários dos pacientes com hipertensão arterial (ANEXO B, C) acompanhados e acompanhados pelo HIPERDIA através de planilha (APÊNDICE A) nos turnos da manhã e tarde, segunda a sexta. Em posse dos dados, será feito a análise estatística através de um programa eletrônico. Os resultados serão apresentados utilizando gráficos e tabelas.

4.6Ética na Pesquisa

O estudo será fundamentado em dados secundários de acesso público que não constrangem grupos de populações e/ou indivíduos na apresentação dos resultados encontrados, sendo assegurada a confidencialidade das informações levantadas.

9

5 CRONOGRAMA

ATIVIDADES

 

PERÍODO

 

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Escolha do tema

X

     

Revisão literária

X

X

   

Elaboração do projeto

X

X

   

Entrega do projeto

 

X

X

 

Coleta de dados

 

X

X

 

Análise dos dados

   

X

 

Elaboração do artigo científico

   

X

 

Revisão final

   

X

 

Depósito do artigo científico

     

X

REFERÊNCIAS

BARBOSA, M. M. et al. Prevalência de hipertensão arterial em São Luís, Maranhão. Rev. Soc. Bras. Hipertensão,v.5,p.43,2002. Suplemento.

BARRETO-FILHO, J. A. S: KRIEGER, J. E. Genética e hipertensão arterial:

conhecimento aplicado a prática clínica? Rev.Soc.Cardiol. Estado de São Paulo, São Paulo, São Paulo,v.13,n.1,p.46-55,jan./fev.2003.

10

BENSEÑOR, I. M.; LOTUFO, P. A. A hipertensão arterial no contexto nacional e internacional. In: PIERIN, A. M. G. Hipertensão arterial: Uma proposta para o cuidar. Barueri: Manole, 2004.p.11-26.

BRANDÃO, A. P. et al. Epidemiologia da hipertensão arterial. Rev.Soc.Cardiol. Estado de São Paulo,São Paulo,v.13,n.1,p.7-17,jan./fev.2003.

CHAZAN, A. C.; PEREZ, E. A. Avaliação da implementação do sistema informatizado de cadastramento e acompanhamento de hipertensos e diabéticos (Hiperdia) nos municípios do estado do Rio de Janeiro. Rev. APS, Rio de Janeiro, v.11, n.1, p. 10-16. jan-mar. 2008.

COSTA, A. J; P. HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: o que nos diz o Sistema de Cadastramento de Informações em Saúde do Município de São Luís – Ma. Monografia apresentada ao Instituto Florence de Ensino Superior. MA, 2010.

DUARTE,E.C. et al. Epidemiologia das desigualdades em saúde no Brasil: um estudo exploratório. Brasília (DF),Organização Pan-Americana de Saúde, 2002.

FERREIRA, C. et al. Diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial. In:

STEFANINI, Edson et al (Coord.). Guias de Medicina Ambulatorial e Hospitalar:

Cardiologia. São Paulo: Manole, 2004.

GARCIA, E. Marketing na Saúde:. Editora AB. Goiânia. Edição 2005.

LOPES, H. P.; BARRETO-FILHO, A. G.; RICCIO, G. M. G. Tratamento não medicamentoso da pressão arterial. Rev.Soc.Cardiol. Estado de São Paulo, v.13, n., p.148-153, jan./fev.2003.

MANO, R. Situações especiais na hipertensão arterial. Disponível em:

http://www.manuaisdecardiologia.med.br/has/pag2b.htm. 2004. Acesso em 23 de julho de 2010.

MATSUMOTO,

I.

Pressão

Arterial:

prevenção

e

tratamento.

Disponível

em

http://artigos.netsaber.com.br/resumo_artigo_15277/artigo_sobre_press

%C3%83o_arterial:_preven%C3%87%C3%83o_e_tratamento.

MION,

D.

J;

SILVA, G. V; ORTEGA,

C.

K.

A importância

da medicação anti-

hipertensiva na adesão ao tratamento. Rev. Bras Hipertens 2006; 13(1):55-8.

NETTINA, S.M

..

Prática de enfermagem. 7ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,

2003.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA - SBC. III CONSENSO BRASILEIRO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL. IV Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Sociedade Brasileira de Hipertensão Arterial. Sociedade Brasileira de Nefrologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Campos do Jordão, 2002.

11

V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, 2007.

_____________. Disponível em: <http://departamentos.cardiol.br/dha/vidiretriz/vidiretriz.asp>. Acesso

em 16/06/2010.

SISTEMA DE GESTÃO CLÍNICA DE HIPERTENSÃO ARTEIRAL E DIABETES MELLITUS DA ATENÇÃO BÁSICA – SISHIPERDIA. Relatórios. Disponível em http://www.hiperdia.datasus.gov.br. Acesso em 16/09/2010.

12

APÊNDICES

Apêndice A – Planilha

  • 1. Faixa Etária:

(

) 20 a 30 anos

(

) 31 a 40 anos

(

) 41 a 50 anos

(

) 51 a 60 anos

(

) mais de 61 anos

13

2.

Sexo:

(

) Masculino

(

) Feminino

3.

Escolaridade

(

) Não alfabetizada

(

) Ensino Fundamental

(

) Ensino Médio

(

) Ensino Superior

(

) Dados não registrados

4.

Ocupação

(

) Comerciante

(

) Do lar

(

) Estudante

(

) Professor (a)

(

) Dados não registrados

5.

Situação Conjugal

(

) Solteiro

(

) União Consensual

(

) Casado

(

) Viúvo

(

) Separado

6.

(

Zona de Residência ) Zona Urbana

(

) Zona Rural

7.

Hábitos de vida

(

) Etilista

(

) Tabagista

14

(

) Uso de drogas não lícitas

(

) Dados não registrados

8.

Dados clínicos

 

Fatores de risco e Doenças concomitantes

Antecedentes familiares cardiovasculares

(

) Sim

(

) Não

Diabetes Tipo 1

(

) Sim

(

) Não

Diabetes Tipo 2

(

) Sim

(

) Não

Tabagismo

 

(

) Sim

(

) Não

Sedentarismo

(

) Sim

(

) Não

Sobrepeso/ Obesidade

(

) Sim

(

) Não

Presença de Complicações

Infarto agudo do miocárdio

(

) Sim

(

) Não

Outras coronariopatias

(

) Sim

(

) Não

Acidente vascular cerebral

(

) Sim

(

) Não

Pé diabético

(

) Sim

(

) Não

Amputação por diabetes

(

) Sim

(

) Não

Doença Renal

(

) Sim

(

) Não

9.

Tipo de tratamento

(

) medicamentoso

15

(

) Não medicamento

10.

Tratamento medicamentoso

(

) Captopril

(

) Gliblenclamida

(

) Hidrolorotiazida

(

) Metformina

(

) Propanolol

11.

Tratamento não medicamentoso

(

) Dieta

(

) Exercício físico

12.

Estagiamento

(

) Grau I

(

) Grau II

(

) Grau III

16

ANEXOS

ANEXO A – DEFINIÇÃO DO TEMA DO PROJETO E ACEITE DO ORIENTADOR

16 ANEXOS ANEXO A – DEFINIÇÃO DO TEMA DO PROJETO E ACEITE DO ORIENTADOR CENTRO UNIVERSITÁRIO

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA COORDENADORIA GERAL DE SAÚDE COORDENADORIA DO CURSO DE ENFERMAGEM

Nome do (a) aluno (a): Verônica Pinto Santana

17

CPD: 715426

Coordenadoria do Curso de Enfermagem,

Informo que o tema escolhido para o meu artigo científico é: Hipertensão arterial sistêmica em pacientes atendidos em uma unidade mista de saúde no

município de São Luís - MA, e que conto com a concordância formal da Enfermeira Francisca das Chagas Gaspar Rocha em ser minha orientadora a partir desta data. Declaro, na oportunidade, conhecer o cronograma de trabalho da Coordenadoria do Curso, comprometo-me a elaborar o Projeto de pesquisa dentro dos prazos e normas estipulados.

Atenciosamente,

______________________________________________ Verônica Pinto Santana

Aceite do Orientador:

_______________________________________________

São Luís,

____

de

de 2011

__________________

ANEXO B – PROJETO DO ARTIGO CIENTÍFICO - APROVAÇÃO

17 CPD: 715426 Coordenadoria do Curso de Enfermagem, Informo que o tema escolhido para o meu

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA COORDENADORIA GERAL DE SAÚDE

18

Nome do (a) aluno (a): Verônica Pinto Santana CPD: 715426 Orientadora: Francisca das Chagas Gaspar Rocha

Título

do

Projeto:

Hipertensão

arterial

sistêmica

em

pacientes

atendidos em uma unidade mista de saúde no município de São Luís – MA.

À Coordenadoria do Curso de Enfermagem,

Tendo acompanhado a elaboração e examinado a versão final do projeto do artigo acima, considero-o satisfatório e recomendo sua aprovação.

Atenciosamente,

_________________________________ Assinatura do (a) Orientador (a)

São Luís,

___

de

de 2011

________________

ANEXO C – ENCAMINHAMENTO

18 Nome do (a) aluno (a): Verônica Pinto Santana CPD: 715426 Orientadora: Francisca das Chagas Gaspar

CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO – UNICEUMA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA COORDENADORIA GERAL DE SAÚDE

19

Nome do (a) aluno (a): Verônica Pinto Santana CPD: 715426 Orientadora: Francisca das Chagas Gaspar Rocha

Título

do

Projeto:

Hipertensão

arterial

sistêmica

em

pacientes

atendidos em uma unidade mista de saúde no município de São Luís – MA.

À Coordenadoria do Curso de Enfermagem,

Tendo acompanhado a elaboração e examinado a versão final do artigo acima, considero satisfatório o resultado do trabalho e recomendo seu encaminhamento para apresentação.

Atenciosamente,

______________________________ Assinatura do (a) orientador (a)

São Luís, ____

de

de

2011

____________