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Q
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éébonomica i t · ·aeo.Jt:tente dee~.<:itaçã()daexcitatri.z

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exci.t.atrizmeber u

 

GQEreÍltedee~tlitacga.Q dOaltern·adQt ae se agir

sobreaoorrénte d,eexcitaçã0.·.d.a ·é.}tGitatriz pilote>.

 

Noaltern.adQ:tt 'hâperdas por···efed

 

e

por

eorrentesde.Foucault.

 

Estasp.efd.ae,que nas máquinas de g:randepotênciaatingemalgn-

mas

Gennenãs deKJ

lovlatts,

saoa

causa ·'daeleva.çãoda tamperatu

Uma circl.l1açàode

ar em circuito

aberto ou fechado .deveser

vista para a dissipação de>

vista para a dissipação de>
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(}s aJ~tEtrr1.a.ci()j::e~S

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turbina e criran

LJ.,l't:)·.·.u.·.çt.L;a.f....!..t..)

telZnaderest.rifásicos aÔQplado.s

 

,-

mesm.a velooidadé

desta ._

Oalterna.dolZ"se eompoe de um indutormÔ"\1'êl QU,rotor.edeum in-

 

p.equsnapotência. po-

duzido fixC>G1.1 estator (<Jsalt.ernadores ·de demter o i.ndutorfixo eo induzido ··m6vel}.

duzido fixC>G1.1 estator (<Jsalt.ernadores ·de demter o i.ndutorfixo eo induzido ··m6vel}.
duzido fixC>G1.1 estator (<Jsalt.ernadores ·de demter o i.ndutorfixo eo induzido ··m6vel}.
 

o indutor

compoe-se de

um niioleocil.índrico

fixa

do

ao

eixo,

 

e.,

:no qualsaomantidosos

polcs

indutores.

o númerQ

polos é determinado pela relação:

polos) ;: f (freqÍÍêncial

polos)

;:

f

(freqÍÍêncial

eX

60

{oonstante}

 

n

(rotações por minuto)

 
I
I
I
rbdapossni pás semelhan.tes uma héliçe, em maroha, que lhe permite funciOna.i com 'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua., de
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rbdapossni

pás

semelhan.tes

uma héliçe,

em
em

maroha,

que lhe permite funciOna.i com

 
rbdapossni pás semelhan.tes uma héliçe, em maroha, que lhe permite funciOna.i com 'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua., de

'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua.,

'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua., de
'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua., de

de

'Pt. tra.je-toria êlãâ.gua., de

antesd.e ati.ngir

a ·J::oda.

A turb1na Hê:llce ê

dife!'ellte da turbina Kaplan pelo

dife!'ellte da turbina Kaplan pelo

dequea.s pi~roda

dequea.s pi~roda
\
\
\
\
\
\
a ·zes As ...·ttãSd.iX':etri~esm5veis SCiO a()mand~dªs"po:rs~;~Q-mptorsob d~~~~4~~º~àum -D~·,·tixna.~oda., ótqa.o mot.ór cuj>Çi,S pás sãs eóneebidas/de a {d6í;;v1.ar
a
·zes
As ...·ttãSd.iX':etri~esm5veis
SCiO a()mand~dªs"po:rs~;~Q-mptorsob
d~~~~4~~º~àum
-D~·,·tixna.~oda., ótqa.o mot.ór cuj>Çi,S pás sãs
eóneebidas/de
a {d6í;;v1.ar à fcrajet.óriada iqua,aqua.l.
apôs chega~dG caracol
eom·'U11lmov-imsnto
em. tQrnQdGdé r:(~t.ê'elaC)J.
na.-se.,··ã.:saIQª,daroda,pa.rale.la
a
..
este ·.•rnesn\~
eixo.
- A sÇl!dªclaroda,ªá.guaê gu!a.da pelotub$de aspiraçag,.€tqt1a.l
é S91l1Postc.ldeUIntUl:lcloônio<z>ctija. finalidadêê
adedimi.nui~
a i1'elgeidade de saída
..
da. âgnada
turb1naparaut11izaraQmâ·
xl ma a ene.rgiacinética.
9

9

 
9 de A~gul]l~ qt1f! admissa0daâgua écclmandadapor U111 servE!. a que. mantêlIt valocid.ade dógr~po cQJJlEltanteq1.lando a po-
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de
de

de

A~gul]l~ qt1f!

A~gul]l~ qt1f!

admissa0daâgua écclmandadapor U111 servE!.

a

que. mantêlIt valocid.ade dógr~po cQJJlEltanteq1.lando a po-

que. mantêlIt

 

valocid.ade dógr~po cQJJlEltanteq1.lando

a

po-

tên.ciasolicita.da

 

si.stemavaria.

blocêlso ·deturbinasPeltona altura ·dé quedaêdadapela.

 

d.ife-

rança entre·Q n.:Lvel a. montante e ,;0 pontQde impa.cto do

, ...

..

,-.

..

 
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a
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queda, Um termédio
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Um
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lentos
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la Fig.
la Fig.
la Fig.
la Fig.
la Fig.
la Fig.
la Fig.
la Fig.
la

la

la

Fig.

o As e a mulas os
 
o As e a mulas os
 
 
o As e a mulas os
o As e a mulas os
o As e a mulas os
 
o

o

o
o As e a mulas os
 
o As e a mulas os
o As e a mulas os
As e a
As
e
a
mulas os
mulas
os
 
o As e a mulas os
o As e a mulas os
e a ou
e
a
ou
-A g'i!'adeeapaia.da na.pa.rtfSsuperic>r$ºb~e.l.:tIIa pa.~pa~E;la.q\1Ea .. tili~adatietirada.f,manualoumes~l1i~a,ªª":sfólp.ªsde v(Z)resque seaóttmttlám Qrade.AjtlsBl1ts enoon .... t~a.~seuma domportadestinada afecharr aênt~s.da.deágl.1,apara ··.·0
-A g'i!'adeeapaia.da na.pa.rtfSsuperic>r$ºb~e.l.:tIIa pa.~pa~E;la.q\1Ea ..
tili~adatietirada.f,manualoumes~l1i~a,ªª":sfólp.ªsde
v(Z)resque
seaóttmttlám
Qrade.AjtlsBl1ts
enoon ....
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Ci1llal~êi~tor ····El.··.fimdee~vasiã-16«; q'Q.and.c~~c~~si~.i ..
Aparteil1fe~i()r··t1a.s.g~.a.des ·,ss··apeiam·· ffJQb~euma soleix:a sjL'tuada
~.ts.alt9qti·e ftJ;.n:d9d~ iZio t par 'Q :l1ãs pe3ZlIit~r aentradads'.
oalhos.
ragempeX"tadatpmailade igua, llmaoompo.:rtachanta.da d.e
"fundo'!
qu.epe.fte: a.evamuaçaQdesdepôsitos 4ft) ·c.aScalhos
exi
stentes
d1anteda sole1ra.
a um de Fig.
 
a um de Fig.
 
 
a um de Fig.
a um de Fig.
a um de Fig.
a
a
a um de Fig.

um

a um de Fig.
de Fig.
de
Fig.
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Galels·d" ~ule~bt~
Galels·d" ~ule~bt~
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Galels·d"
~ule~bt~
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uns
uns
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.s:
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s
s
í obó6oda
í
obó6oda
a grande. A . l::)aEr age1l\de gI:/<;t'vida4epode ser eonstru±da eIft.a.lllenar1a (de pedra<s), ernconc:rzeto, enten . .
a grande. A . l::)aEr age1l\de gI:/<;t'vida4epode ser eonstru±da eIft.a.lllenar1a (de pedra<s), ernconc:rzeto, enten . .
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a

a grande. A . l::)aEr age1l\de gI:/<;t'vida4epode ser eonstru±da eIft.a.lllenar1a (de pedra<s), ernconc:rzeto, enten . .
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grande.

A . l::)aEr age1l\de

gI:/<;t'vida4epode ser

eonstru±da eIft.a.lllenar1a

(de

pedra<s),

ernconc:rzeto,

enten ..

compacta.da.

roc:a rnE!ntoouemte~ra ..

Estasdua.s últ!masmaneirasdeconstru.ção rl.f!oess/itam de um re

'V'estimetttOQU umn.úclêo impêrtD.éabl~izantes. (Fiq.n91 ,2ê 3)

a grande. A . l::)aEr age1l\de gI:/<;t'vida4epode ser eonstru±da eIft.a.lllenar1a (de pedra<s), ernconc:rzeto, enten . .
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai
na ai

na

na

ai

na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 

Ed1fioió que a.briga a

tu.rbina eC)alte~rtador.í seus

 

assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar.

 
 
na ai Ed1fioió que a.briga a tu.rbina eC)alte~rtador.í seus assimooIne> ·a apaX7elhagemau~ili,ar. Obra querestitu:iaáguaao rio. Suaimprtãncia
 

Obra querestitu:iaáguaao

rio.

Suaimprtãncia é muito var,iá-

vel ,

segundo

as

instalações.

 
e o A ...... O se e a um reserva- se em uma - ...... Galeria
e o A ...... O se e a um reserva- se em uma - ...... Galeria
e o A ...... O se e a um reserva- se em uma - ...... Galeria
e o A ...... O se e a um reserva- se em uma - ...... Galeria
e o A ...... O se e a um reserva-
e
o
A
......
O
se
e
a
um reserva-
se em uma
se
em uma
e o A ...... O se e a um reserva- se em uma - ...... Galeria

-......

Galeria

  • - Chaminé de

equilíbrio

-

Câmara

carga

  • - Conduto forçado

-

Usina

Canal de

fuga

2.1.

Barragem

Existe em todos os casos.

Sua

importância depende do

 

e

da

poas.í.b.í.Lí.dade de

constituir uma reserva de

água

a

altura

da queda.

 

USINAS

A

FIO

DE

AGUA:

A barragem é

somente

uma obra

de derivaçã:>.

USINAS

COM RESERVATORIO:

A barragem é uma obra importante

que

 

cria um lago artificial.

 
 

2.2.

Tomada de

água

Obra que

apresenta características diferentes

segundo

 

se

trata

de

uma instalação

com barragem derivação

ou

barragem reservató-

rio.

 
CENTRAIS HI CAS I uma a, Mas ,ao tra (ou seja na T P = t
 
CENTRAIS HI CAS I uma a, Mas ,ao tra (ou seja na T P = t
   
CENTRAIS HI CAS I uma a, Mas ,ao tra (ou seja na T P = t
 

CENTRAIS

HI

HI CAS

CAS

 

I

uma a, Mas ,ao tra

se

uma a, Mas ,ao tra

uma

 

a,

uma a, Mas ,ao tra
Mas ,ao
Mas
,ao

t)

tra

 
 
(ou seja na

eM

(ou seja na

(ou

seja na

(ou seja na
 

T

 
P =
P
=

t

 

caso

 

a

a

caso a a massa

massa

 

d

e

o

peso

 
CENTRAIS HI CAS I uma a, Mas ,ao tra (ou seja na T P = t
 

Se

1

000

 

tros

 

caem

uma

tura

o o 50 000 ou
o
o
50
000
ou
 
 
é o d' = lkg) faz em um segundo
 
é o d' = lkg) faz em um segundo
é
o
d'
=
lkg)
faz
em um segundo
 

(1

1

1

00

  • x ::

Se

a

se

teremos

um

1.000< litros/s

ou

1

m 3 / s ,

desenvolven~o uma potência

de

50.000

kgm/s.

 
 

Sendo

1

CV

= 75

kgrn/s,

 

P

n'\

CV

=

50.000

kgmjs

= 6.66

·cv .

 
 

e

•-.'.t

75

 
 

Sabéndo-se que

1 CV corresponde

a

736

W, .teremos:

 

!'

em' Watts

= 666

.e"

x

736

=

490.176

Watts

f,

 

Watts

490.176

 
 

P

em

kW

=

==

1.000

1.000

==

490

kW.

A potência desenvolvida por uma queda d'água é,

portanto, propor

cionaI a altura da queda e aod~bito ouvasio~

 

Na prãtica, a potªncia

em CV ou eM kW ~btid~ i

cercá de

75

a

85%

da indicada, devido as perd~s. de transformação

de

umà

forma de

 

energia em outra.

Esse

fator

chama-se

Rendimento da

 
 

.'

.

 
CENTRAIS HI CAS I uma a, Mas ,ao tra (ou seja na T P = t
 
PRODUCÃ.O DE
 

PRODUCÃ.O

DE

PRODUCÃ.O DE
       
 
 

CENTRAIS

CENTRAIS
 

3

.. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em
.. ,.,
..
,.,

T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ ,

a

.. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em

em

P

l

de

uma

segundo

(ou na
(ou
na

uma massa/ao

de

(ou na uma massa/ao

t)

 

p

=

d
d
d
 
d a

a

d a
 
 
uma

uma

uma
 
x

x

x
 
011
011

-em um segundo,

011 -em um segundo,
 
 

m 3 / s r

m / s

de

 
PRODUCÃ.O DE CENTRAIS 3 .. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em P l de uma segundo
PRODUCÃ.O DE CENTRAIS 3 .. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em P l de uma segundo
 

PC· ·V

...

em-

=

SO.·.(JOO 7-5 ·kgrn!s

;··6

6.6

.. -

PRODUCÃ.O DE CENTRAIS 3 .. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em P l de uma segundo
 
t\Tatts P em kW = 490 k'Yl. 1.000
t\Tatts
P
em kW
=
490
k'Yl.
1.000
 

A p0tencia.

desenvolvidaporq-ueda d'água .é, portanto, propor

cionala. altura da queda. ea.o

dêbitc) ouvasão ...

 

Na

prática ,a

 

em

C\l

ou

ern

k~1 obtida

é

cerca de

75

a

85%

da indicada,

devido as

perdas de

transformacão

de uma

forma de

 

energia

em outra.

Esse

fator

chama-se Rend"imento da in,stalação.

 
PRODUCÃ.O DE CENTRAIS 3 .. ,., T"'ll"""" "--'-"-'Y'\ , a em P l de uma segundo
 
PRODUÇÃO DEEIxlERGIl\ ELÉTRICA I.T INDUSTRIAL EL~TRICA 1 A p'roduzí.d a a da ca, em __........._ s
PRODUÇÃO
DEEIxlERGIl\
ELÉTRICA
I.T
INDUSTRIAL
EL~TRICA
1
A
p'roduzí.d a
a
da
ca,
em
__........._
s
eletricaspodem
em que
se>gurido .afonte
-
as·
~
as
terrnq ....·elêitri.cª's
nuoLe az-e.s
-
ascerttra.is
rnaremotrizes
festasultimaiss·ornente
cita.das
at.ílulo informativo.
Sua utili·zacao
indnstriial
eranito
,.'
"
.'
.
"
"li
A é:$colhada+implan·taçào das. centrais l1iqro-elétrioas ,termo'-elé
trí·cas ema é determinad0 pela localiiaçãoda fonte
,rélJIotrizes
deã.gua 1 minas d.e carv,ã.o ,refinarias
d-e
petr6leo,gás dealtQs
fornos,eto.
PelO.OQIltrâ.rio, ·as c e llt r a í s
nucleares
oferecem
pQs~ibilidade
de produzir a enerqiaperto
do próprio
consumido+ porque
as
des
pesas de transporte dos combustiveisnuclearessao negligenciá-
veis.