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XVII - Os Órgãos dos Sentidos

Os cinco sentidos da espécie humana. Observe que cada um tem sua relação direta com uma parte diferente do cérebro.

órgãos são:

- a pele -para o tato;

- a língua -para a gustação;

- as fossas nasais -para o olfato;

- os ouvidos -para a audição;

- os olhos -para a visão.

Na verdade, todas as sensações são interpretadas no cérebro. Os órgãos dos sentidos recebem os estímulos (luz, som, gosto, cheiro, temperatura, dor, pressão, etc.) e os transmitem ao cérebro, através de nervos sensoriais. O cérebro, então, “entende” a mensagem, produzindo a sensação.

O OLHO

O órgão visual está alojado na órbita, cavidade óssea que lhe serve como proteção. Consta de três membranas concêntricas, chamadas esclerótica, coróide e retina e de três corpos transparentes denominados:

e retina e de três corpos transparentes denominados: Os cinco sentidos fundamentais do corpo humano -

Os cinco sentidos fundamentais do corpo humano - tato, gustação ou paladar, olfato, audição e visão - constituem um conjunto de funções que propicia o seu relacionamento com o ambiente. Por meio dos sentidos, o nosso corpo pode perceber tudo o que nos rodeia; e, de

acordo com as sensações, decide o que lhe assegura a sobrevivência e a integração com o ambiente. Onde quer que estejamos, o ambiente ao nosso redor está sempre se alterando. Calor e frio, dia e noite, silêncio e ruídos, odores, sabores e mais uma infinidade de estímulos do meio ambiente são captados pelos nossos órgãos dos sentidos. Assim, tomamos conhecimento do que acontece à nossa volta:

- pelo tato - sentimos o frio, o calor, a pressão atmosférica, etc.;

- pela gustação - identificamos os sabores;

- pelo olfato - sentimos o odor ou cheiro;

- pela audição - captamos os sons;

- pela visão - observamos as cores, as formas, os contornos, etc.

Portanto, em nosso corpo os órgãos dos sentidos estão encarregados de receber estímulos externos. Esses

humor aquoso, cristalino e vítreo. A esclerótica é designada “branco do olho” por ser dessa cor; em sua parte anterior tem a córnea transparente. A coróide está situada debaixo da anterior e é de cor escura. Possui um disco vertical a íris, de cor variável, o qual tem um pequeno buraco chamado pupila. A retina é a membrana mais interna e está debaixo da coróide. O nervo óptico (primeiro par cranial), ao atravessar a esclerótica e a coróide na sua parte posterior, se ramifica em numerosas fibras que contribuem para formar esta membrana. A entrada deste nervo na retina se chama “ponto cego” e é insensível à luz; todas as demais partes gozam de grande sensibilidade sobretudo na mancha amarela. O humor aquoso é um líquido incolor que enche o espaço compreendido entre a córnea e o cristalino, espécie de lente biconvexa disposta depois da Íris e que tem a propriedade de contrair-se buscando a perfeita visão.

A câmara posterior do olho, situado entre o cristalino e a retina, está recheada por uma substância consistente, que tem aspecto gelatinoso, e que se denomina humor vítreo. O mecanismo da visão pode-se entender melhor ao comparar o globo ocular com a câmara escura de uma máquina fotográfica; o cristalino como se fosse a objetiva; a Íris, o diafragma, e a retina seria a placa ou película. Desta maneira os raios luminosos penetram na córnea e no humor aquoso, passando pela pupila. Ao chegar ao cristalino e seguindo

as leis da refração o raio luminoso atravessa as lentes biconvexas dando uma imagem invertida,
as leis da refração o raio luminoso atravessa as lentes biconvexas dando uma imagem invertida,

as leis da refração o raio luminoso atravessa as lentes biconvexas dando uma imagem invertida, enquanto o cristalino se acomoda enfocando a imagem na retina e conseguindo-se uma clara visão. Por que tenho de usar óculos? Como eles me ajudam a enxergar melhor? Há muitas coisas que nossos olhos têm de fazer corretamente para termos uma visão perfeita. Se uma coisa não está correta, precisamos usar óculos. Mas os óculos precisam ser confeccionados especialmente para você. Os óculos funcionam curvando os raios de luz, fazendo com que os raios de luz atinjam diretamente sua retina. A retina transforma a luz em sinais que vão para o cérebro.

transforma a luz em sinais que vão para o cérebro. Uma olhada em seus olhos Nossos

Uma olhada em seus olhos

Nossos olhos funcionam como pequenas câmeras. Há uma lente que focaliza a luz. A luz tem que ser focalizada exatamente na retina para que nossa visão seja perfeita.

A primeira coisa que pode estar errada é o comprimento do olho. Ele pode ser muito curto ou muito longo. Ou ainda, a córnea pode ter uma forma anormal. As lentes de nossos óculos ajudam as lentes de nossos olhos. Elas fazem com que a luz focalize exatamente a retina, de modo que possamos enxergar corretamente.

O OUVIDO

O ouvido humano é um órgão altamente sensível que nos capacita a perceber e interpretar ondas sonoras em

uma gama muito ampla de freqüências (20 a 20.000 Hz).

A captação do som até sua percepção e

interpretação é uma seqüência de transformações de

energia iniciando pela sonora, passando pela mecânica, hidráulica e finalizando com a energia elétrica dos impulsos nervosos que chegam ao cérebro.

A energia sonora é captada pelo pavilhão auditivo

(orelha) e penetra pelo conduto auditivo que termina em

uma delicada membrana - o tímpano.

O tímpano transforma as vibrações sonoras em

vibrações mecânicas que são comunicadas aos ossículos

(martelo, bigorna e estribo). Os ossículos funcionam como alavancas, aumentando a força das vibrações mecânicas e reduzindo sua amplitude. E também através dos ossículos que o ouvido tem a capacidade de “ouvir mais” ou “ouvir menos”. Esse controle é feito através de pequenos músculos que posicionam os ossículos em condições de transferirem toda ou apenas parte da energia mecânica recebida do tímpano. Quando ouvimos uma brecada violenta de um automóvel, instintivamente esperamos pelo barulho da batida, automaticamente os ossículos são posicionados para que ouçamos tal barulho com menos intensidade.

para que ouçamos tal barulho com menos intensidade. O último ossículo, o estribo, pressiona a janela

O último

ossículo, o estribo, pressiona a janela oval do caracol. Aí as vibrações mecânicas se transformam em ondas de pressão hidráulica que se propagam no fluído que preenche o caracol. Finalmente, as ondas no fluído são detectadas pelas células ciliadas que enviam ao cérebro sinais nervosos (elétricos) que são interpretados como som. Os sinais nervosos levados pelo nervo auditivo ao cérebro já contêm as informações das freqüências que compõem o som que está sendo recebido pelo ouvido. Essa análise se processa na membrana basilar do caracol sobre a

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qual estão dispostos os milhares de células ciliadas. Essa sensibilidade espectral do ouvido se processa da seguinte maneira: as células ciliadas mais próximas à janela oval (início das ondas hidráulicas) têm uma sensibilidade maior às altas freqüências. Assim, cada som excitará um determinado conjunto de células ciliadas e conseqüentemente sai enviado ao cérebro pelo conjunto de fibras do nervo auditivo específicas da freqüência daquele som. Assim o cérebro já recebe a informação de freqüência devidamente analisada, restando-o apenas um refinamento na análise para identificar totalmente o espectro do som que está sendo ouvido. O som é uma forma de energia que para o meio físico apresenta efeitos geralmente desprezível em relação aos efeitos que pode provocar sobre os seres vivos. Se conseguirmos acumular toda energia sonora desprendida durante um berro de “gool” de uma multidão que lota um estádio como o Maracanã ela serviria apenas para aquecer uma pequena xícara de café. No que diz respeito ao homem, o som tem a capacidade de afetá-lo sobre uma série aspectos psicológicos, fisiológicos ou mesmo físicos.

EFEITOS PSICOLÓGICOS Sons dentro da faixa de 0 a 90 dBA apresentam principalmente efeitos psicológicos no homem. Eis alguns exemplos:

O som de uma música pode nos acalmar, nos

alegrar ou até mesmo nos excitar. Um som desagradável como o raspar de uma unha

sobre um quadro-negro pode “arrepiar”. O som intermitente de uma gota d’água pingando

de uma torneira pode nos impedir de dormir, e são apenas 30 ou 40 decibéis. Não esqueçamos, contudo, que um som pode fazer desabar uma avalanche de neve encostas de uma montanha sob o efeito de ressonância.

Pesquisas recentes concluíram que os estados

psicológicos de depressão, solidão, ansiedade, etc. tem cada um deles um tratamento adequado através da música clássica. Para cada estado existe um autor mais recomendado. A técnica de relaxamento utilizada pelos seguidores da “Meditação Transcendental; se vale de um som (denominado “mantra”) pronunciado apenas mentalmente para levar a pessoa a um estado de concentração profunda.

Contudo, para o campo da acústica aplicada à engenharia e à arquitetura, nos interessa saber como o som pode tornar um ambiente mais adequado para o homem exercer suas ações de trabalho, lazer ou repouso. Surge então o conceito de “Conforto Acústico” ambiente. Para cada tipo ambiente um nível adequado para o seu ruído de fundo. Valores acima ou abaixo podem tornar o ambiente acusticamente inadequado para a finalidade a que se destina.

EFEITOS FISIOLÓGICOS E FÍSICOS Entre 90 e 120 dBA, além dos efeitos psicológicos podem ocorrer efeitos Fisiológicos, alterando temporária ou definitivamente a fisiologia normal do organismo, podendo vir causar uma série de moléstias. Nessa faixa de níveis de som os ambientes são considerados insalubres. Sons repentinos (mesmo de níveis reduzidos), como o estouro de uma bombinha de S. João, produzem uma reação de sobressalto e a complexa resposta do organismo a uma ocasião de emergência: a pressão arterial e a pulsação disparam; os músculos se contraem. Acima de 120 dBA o som já pode começar a causar algum efeito físico sobre as pessoas. Podem ocorrer numerosas sensações orgânicas desagradáveis: vibrações dentro da cabeça, dor aguda no ouvido médio, perda de equilíbrio, náuseas. A própria visão pode ser afetada pelo som muito intenso, devido à vibração, por ressonância, do globo ocular. Próximo aos 140 dBA pode ocorrer a ruptura do tímpano. Sons ainda mais elevados, como a explosão de partida de um foguete de veículos espaciais que pode chegar até 175 dB podem danificar o mecanismo do ouvido interno, causar convulsões e até a morte imediata. Experiências com animais demonstraram que sons muito intensos podem provocar queimaduras superficiais através da absorção de energia sonora na pele e nos pelos e sua transformação em energia térmica.

PERDA DE AUDIÇAO Apesar dos inúmeros efeitos que o som pode causar a uma pessoa - e a cada dia novos efeitos são constatados pelos pesquisadores - dois são os efeitos que mais problemas trazem à nossa sociedade: a fadiga mental e física e a

pelos pesquisadores - dois são os efeitos que mais problemas trazem à nossa sociedade: a fadiga

TESTES AUDIOMÉTRICOS - GRAUS DE PERDA DE AUDIÇAO A primeira precaução visando a implantação de um programa de preservação auditiva é a realização do audiograma ou teste audiométrico que demonstra o estado da sensibilidade auditiva do indivíduo.

Classificação dos graus de perda de audição par conversação face a face:

CLASSE

NOME

Perda para Conversação dB

OBSERVAÇÕES

A

NORMAL

Não mais do que 15 dB no pior ouvido

Sem dificuldade para ouvir voz baixa

B

QUASE NORMAL

Mais que 15, mas menos do

Dificuldade apenas para ouvir voz baixa

C

PERDA / DIA

que 30 em ambos ouvidos Mais que 15, mas menos do

Dificuldade para voz normal, mas não

D

PERDA SÉRIA

que 30 em ambos ouvidos Mais do que 45 mas não mais do que 60 no melhor ouvido

para voz alta Dificuldade mesmo para voz alta

E

PERDA GRAVE

Mais do que 60, mas não mais

Só pode ouvir voz amplificada

F

PERDA PROFUNDA

do que 90 no melhor ouvido Mais do que 90 no melhor ouvido Não pode entender nem mesmo a voz amplificada

G

PERDA TOTAL EM AMBOS OUVIDOS Não pode ouvir qualquer som

perda de audição. Dentro da sábia ordem de equilíbrio do Universo a defesa do organismo aos sons incômodos ou prejudiciais é a perda da audição. Certamente a maneira mais prática

para não sermos afetados por um som é deixar de ouvi-lo.

A perda de audição é ocasionada principalmente

por dois fatores: o envelhecimento natural do ouvido com a idade, denominada de presbiacusia e a exposição prolongada em níveis superiores a 90 dBA.

A PRESBIACUSIA

A presbiacusia ocorre mesmo para as pessoas que

não se expõem ao ruído prejudicial e aumenta com a idade, sendo esse aumento mais pronunciado para as freqüências mais altas. Ocorre um fato curioso que a presbiacusia para as mulheres é menos pronunciada do que para os homens. Por

exemplo, um homem de 60 anos terá uma perda de audição devido à idade de cerca de 25 decibéis em 3.000 Hz; uma mulher nessa idade terá perdido apenas cerca de 14 decibéis nessa freqüência.

EXPOSIÇAO AO RUÍDO

A exposição prolongada a ruídos acima de 90

dBA é um fator inerente de nosso progresso tecnológico e muitas pessoas se vêem praticamente obrigadas a exercer suas atividades profissionais em condições acústicas insalubres. Pode-se estimar numericamente quantos decibéis uma pessoa perderá em sua audição em função do ruído a que fica exposta. Das diversas pesquisas realizadas hoje podem ser feitas as seguintes afirmações:

Quanto maior o nível do ruído, maior será o

grau de perda de audição. Quanto maior o tempo de exposição do ruído, também maior será o grau perda de audição.

Geralmente o som em uma determinada

freqüência ocasiona perda de audição em uma freqüência superior. Ruídos em 500 Hz ocasionam perdas ~ 1.000 e 2.000 Hz. Ruídos em 2.000 Hz ocasionam perdas em 4.000 Hz.

A estimativa da perda em decibéis pode ser feita

através de curvas determinadas através de experiências com um grande número de pessoas. Tomemos como exemplo um ruído de 500 Hz e 85 dBA. A pessoa ficando exposta a ele durante as 8 horas diárias (40 horas semanais) terá, após 10 anos nessas condições, perdido 10 decibéis na sua audição. Isso significa que ela sentirá os sons faixa de 2.000 Hz atenuados de 10 dB em relação às pessoas com audição normal.

Se o ruído tiver 92 dBA ela perderá 15 dB. Ruídos de 77 dBA praticamente ocasionam perda, mesmo após 30

ou 40 anos de exposição a eles. Assim, para estimarmos a perda total que uma pessoa terá, deveremos adicionar também a perda devido à idade. Por exemplo, se a pessoa que ficou exposta a ruídos de 92 dBA durante 10 anos tiver uma idade de 50 anos e for homem terá uma perda total de 15 + 11 = 26 dB (na freqüência de 2.000 Hz), sendo 15 dB devido ao ruído e 11 dB devido à sua idade.

A ISO (International Organization for

Standardization) em sua recomendação 1999-1975(E) indica como limites normais de níveis de ruído em regime de 40 horas semanais e 50 semanas por ano como sendo de 85 a 90 dBA. Acima desses limites corre-se o risco de perda de

audição para conversação face a face e recomenda a 150 a implantação de um programa de conservação auditiva.

A referida norma possibilita calcular a

percentagem de pessoas que terão problemas de audição em um grupo exposto ao ruído. Permite também o cálculo do “nível de ruído contínuo equivalente” quando a exposição ao ruído é variável durante o dia ou a semana

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127 O NARIZ A cavidade nasal, que começa a partir das janelas do nariz, está situada

O NARIZ

A cavidade nasal, que começa a partir das janelas do nariz, está situada em cima da boca e debaixo da caixa craniana. Contém os órgãos do sentido do olfato, e é forrada por um epitélio secretor de muco. Ao circular pela mesma, o ar se purifica, umedece e esquenta. Se seus capilares se dilatam e o muco se secreta em excesso, o nariz fica obstruído, sintoma característico do resfriado. O órgão olfativo do sentido do olfato é a mucosa que forra a parte interior e superior das fossas nasais, chamada mucosa amarela, para distingui-la da vermelha, que é a que cobre a parte inferior. A mucosa vermelha é dessa cor por ser muito rica em vasos sangüíneos, e contém glândulas que segregam um muco que mantém úmida a região. A mucosa amarela é muito rica em terminações

a região. A mucosa amarela é muito rica em terminações nervosas do nervo olfativo. As fossas

nervosas do nervo olfativo. As fossas nasais apresentam três pregas duplas, separadas por meatos que se dividem em superior, médio e inferior. Os das inferiores recobrem os cornetos ósseos, e sua função é aumentar em pouco espaço a superfície sensorial. Os produtos voláteis ou gases perfumados que se desprendem das diversas substâncias, ao ser inspirados, entram nas fossas nasais e se dissolvem, se é que não estão suficientemente volatilizados, no muco que impregna a mucosa. Desagregados nele, excitam as terminações ao centro olfativo do córtex cerebral, e nos produzem a sensação de cheiro ou odor.

GUSTAÇÃO

A sensibilidade se deve à mucosa da língua e a

sensibilidade proprioceptiva dos músculos da língua se deve a três nervos:

a. nervo lingual: é uma ramificação do trigêmeo ou quinto par para os dois terços anteriores da língua.

b. nervo glossofaríngeo: é o nono par para a base da

língua.

c. nervo laríngeo superior: é uma ramificação do vago

décimo par para as pregas glossoepiglóticas. Estes nervos transmitem as sensações de contato de temperatura e de posição, assim como as impressões gustativas que permitem apreciar a qualidade e o sabor dos alimentos

sólidos ou líquidos introduzidos na cavidade bucal.

O estudo anatômico do sistema sensorial digestivo

compreende três partes:

a. Os órgãos receptores que são as papilas linguais que

contém os botões gustativos; estes botões também existem

na mucosa do véu do paladar, nos capilares do véu, na

epiglote e nos lábios contidos na capa epitelial das papilas caliciforme e fungiformes. Estes botões têm forma oval, com a base apoiada sobre o colón e uma extremidade

afilada; esta apresenta um orifício que é o foro gustativo, de onde escapam os cílios gustativos captores das impressões gustativas.

b. As vias gustativas compreendem três neurônios: o

periférico ou protoneurônio, o antral e o terminal. O protoneurônio é o que capta as sensações das papilas da língua. c. Centros gustativos do sistema nervoso central: ainda

existe certa imprecisão na sua definição. O centro principal

se assenta no úncus do hipocampo, vem na frente dessa

circunvolução. A área gustativa estaria aqui muito próxima aos centros de olfação: descreve-se igualmente outro centro gustativo na circunvolução parietal ascendente. O outro descrito no hipocampo seria uma formação de arquipaleo, o que corresponde ao caráter primitivo deste meio de comunicação com o mundo exterior. Pelo contrário, o centro da parietal ascendente (neopaleo) corresponde a uma região mais evolucionada do cérebro e seu valor sensorial é discutido.