MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME

)
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

BRASÍLIA, MARÇO/2012

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME)
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

Relatório de Gestão do exercício de 2011 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 108/2010, da Portaria TCU nº 123/2011 e da Portaria CGU nº 2.546/2010.

BRASÍLIA, MARÇO/2012

INTRODUÇÃO A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), autarquia especial vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), no cumprimento de sua missão de Órgão Regulador do setor elétrico, procura assegurar um ambiente favorável aos investimentos no setor, criando condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade. Nesse sentido define regras técnicas e econômicas para a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, fiscaliza o seu cumprimento, tanto sob a ótica técnica e comercial quanto econômicofinanceira, promove a mediação de conflitos e operacionaliza as decisões da União relativas a concessões para os serviços de energia elétrica. No exercício de 2011, a atuação da ANEEL pautou-se pelas prioridades definidas na Agenda de Desafios Estratégicos para o período de 2009 a 2012, enfatizando como principais compromissos: a coerência dos regulamentos do setor, a preservação da modicidade tarifária, a otimização metodológica para a regulação do setor, a transparência decisória e o fortalecimento dos instrumentos de diálogo com a sociedade. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados, destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição, concretizada com a publicação da Resolução Normativa nº 457, de 08/11/2011, após amplo debate com agentes do setor e representantes da sociedade, em audiências públicas realizadas para discussão do tema. Conforme dispõe essa Resolução, também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa, o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica. No campo da regulamentação destacam-se, também, os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas, dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia. Cabe destacar, ainda, os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica, em cumprimento dos respectivos contratos, efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1.171, de 28/06/2011, e nº 1.173, de 28/06/2011. Quanto à outorga de concessões, autorizações e permissões, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, o desafio foi o de promover a realização dos leilões com vistas ao suprimento energético programado pelo Plano Decenal de Energia Elétrica, tendo ainda como foco as metas priorizadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os resultados foram a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km de extensão ao final do ano. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e

11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Destaca-se, ainda neste campo, a aprovação de 54 estudos de inventário hidrelétrico, visando ao aproveitamento ótimo dos cursos d’água, que totalizam 15.793,86 MW de potencial de energia hidráulica, que poderá ser futuramente aproveitado. No âmbito da fiscalização dos serviços de energia elétrica, foram realizadas pela ANEEL, diretamente ou com o apoio de credenciados ou das Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, 1.868 fiscalizações de obras, instalações e serviços de geração, transmissão e distribuição, e dos aspectos econômicos e financeiros das concessões. No tocante à fiscalização da geração, destaca-se a realização de 806 fiscalizações, dentre as quais 521 de usinas em operação e 256 de empreendimentos de geração em fase de obras. Em 2011, ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional vários desligamentos não programados e de longa duração, tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste em 04/02/2011, que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região, e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo. Em decorrência, a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o Sistema Interligado Nacional. A fiscalização dos serviços de transmissão realizou 109 fiscalizações, em lugar das 50 programadas, e a fiscalização dos serviços de distribuição realizou 256 fiscalizações, em lugar das 180 programadas. Se, por um lado, as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica, por outro, o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão. Quanto à fiscalização econômica e financeira, foram realizadas 697 fiscalizações, sendo 104 voltadas para os aspectos econômicos, financeiros, de gestão e de cumprimento das normas e regulamentos pertinentes, 129 de validação de elementos econômicos e financeiros e 464 análises de pedidos de anuência prévia a operações comerciais, que dependem de aprovação da ANEEL. Por meio da Ouvidoria, a Agência atendeu ao Setor de Energia Elétrica, buscando o equilíbrio entre os interesses dos consumidores, agentes regulados e Governo, sempre em prol da causa pública. Foram mantidos os serviços da Central de Teleatendimento, operando na ANEEL e nas Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, que proporcionaram o atendimento de cerca de 1,64 milhões de solicitações no ano. Os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade foram evidenciados pela realização de 83 audiências públicas e 8 consultas públicas, que permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência. De modo a ressaltar cada vez mais seu compromisso com a transparência de seus atos, procedimentos e processos decisórios, a Agência deu sequência às reuniões públicas de diretoria transmitidas simultaneamente e ao vivo para todo o País, pela Internet, possibilitando, inclusive, a participação direta dos agentes interessados nas discussões e decisões do órgão regulador. Ao elaborar a sua Prestação de Contas Ordinária Anual do exercício de 2011, a ANEEL procurou organizar este Relatório de Gestão em uma sequência lógica de apresentação das informações, em conformidade com a forma e o conteúdo definidos na Decisão Normativa nº 108/2010 e na Portaria nº 123/2011, ambas do TCU. Os principais itens do Relatório de Gestão estão indicados no sumário a seguir. Cumpre ressaltar que, dentre os itens a que se refere o Anexo II da DN TCU nº 108/2010, os abaixo relacionados não se aplicam à realidade da ANEEL:

Parte A – Conteúdo Geral Item 11 - Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ, classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros. Item 14 - Informações sobre Renúncia Tributária. Parte B – Informações Contábeis da Gestão Item 2 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 4.320/64, incluindo as notas explicativas, conforme disposto na Resolução CFC nº 1.133/2008 (NBC T 16.6). Item 3 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6.404/76, incluindo as notas explicativas. Item 4 - Informações sobre a composição acionária do capital social. Item 5 - Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis. No tocante à Parte C – Conteúdos Específicos, são aplicáveis à ANEEL apenas os itens abaixo: Item 4 - Demonstrativo analítico das despesas com ações de publicidade e propaganda, detalhado por publicidade institucional, legal, mercadológica, de utilidade pública e patrocínios, relacionando dotações orçamentárias dos Programas de Trabalho utilizados, valores e vigências dos contratos firmados com agências prestadoras de serviços de publicidade e propaganda, e os valores e respectivos beneficiários de patrocínios culturais e esportivos. Item 16 - Informações sobre as contratações de consultores na modalidade “produto” no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais. Com a convicção do esforço empenhado para o alcance dos melhores resultados, submetemos à apreciação do Tribunal de Contas da União a Prestação de Contas Ordinária Anual da ANEEL relativa ao exercício de 2011. Diretoria da ANEEL

SUMÁRIO A. 1.
1.1

CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 ................................................ 25 INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ................................................................................. 25
Relatório de Gestão Individual ...................................................................................................................................................... 25

2.
2.1

PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA............................................................ 27

Responsabilidades Institucionais da Unidade............................................................................................................................. 27 Estrutura Institucional do Setor Elétrico ............................................................................................................................................ 28 Posição da Agência frente ao Público-Alvo ...................................................................................................................................... 28 Organograma / Estrutura Organizacional ......................................................................................................................................... 29 2.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais .......................................................................................... 30 Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual ................................................................ 30 Orientação Estratégica de Governo ................................................................................................................................................. 30 Objetivo de Governo ......................................................................................................................................................................... 30 Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica ................................................................................................................................... 30 Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................................................................. 30 Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico ....................................................................... 31 Gerenciamento do Programa, Ações e Metas da ANEEL ................................................................................................................ 33 2.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL .......................................................................................................... 34 2.3.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ............................................................................... 34 Identificação do Programa de Governo ............................................................................................................................................ 34 Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa ................................................................................................................. 34 Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa .............................................................. 35 Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC ........................................................................... 35 Indicador de Outorga de Geração ............................................................................................................................................... 39 Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica ............................................................................................. 40 Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) ............................................................................................................................... 41 Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências ......................................................................................... 42 a) Restrições Encontradas ............................................................................................................................................................... 43 Restrições Orçamentárias e Financeiras .................................................................................................................................... 43 Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais ...................................................................................................................... 45 Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ................................................................................................................................................................................ 45 b) Providências Adotadas ................................................................................................................................................................. 47 Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras ......................................................................................... 47 Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais ..................................................................................................................... 47 Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ....................................................................................................................................... 47 2.3.2 Execução Física das Ações do Programa 0272 - Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................. 48 Análise Crítica da Execução Física das Ações ................................................................................................................................ 48 2.3.2.1 - Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 ................................................................................................ 49 2.3.2.2 - Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 ......................................................................................... 65 2.3.2.3 - Outorga de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699.......................................................... 81 2.3.2.4 - Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 ...................................................................................... 101 2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 ................................................................... 106 2.3.2.6 - Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 ............................................................................................................ 116 2.3.2.7 - Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 ..................................................................................................................... 133 2.3.2.8 - Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação - Ação 4572 ............... 135 2.3.2.9 - Assistência Médica e Odontológica aos Servidores, Empregados e seus Dependentes - Ação 2004........................... 140 2.3.2.10 - Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados - Ação 2010 ................................................. 142 2.3.2.11 - Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados - Ação 2011 ......................................................................................... 144

2.3.2.12 - Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados - Ação 2012 ...................................................................................... 146 2.3.2.13 - Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW ................................................ 148 2.3.2.14 - Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 .............................................................................................................. 150 2.3.2.15 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB ......................................................................................................................... 152 2.3.3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União ........................................................................ 154 2.3.3.1 - Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 ..................................................................... 154 2.3.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais .................................................. 156 2.3.4.1 - Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União, Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 .......................................................................................................................................... 156 2.3.4.2 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 ................................................................................................................................................................................ 157 2.4 Desempenho Orçamentário/Financeiro ...................................................................................................................................... 158 2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa .................................................................................................................................... 158 2.4.2 Programação de Despesas Correntes ........................................................................................................................................ 158 2.4.3 Programação de Despesas de Capital ........................................................................................................................................ 159 2.4.3.1 - Quadro Resumo da Programação de Despesas .................................................................................................................... 159 Análise Crítica da Programação Orçamentária .............................................................................................................................. 160 2.4.3.2 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa ........................................................................................................... 162 Análise Crítica da Movimentação Orçamentária ............................................................................................................................ 163 2.4.4 - Execução Orçamentária da Despesa ....................................................................................................................................... 164 2.4.4.1 - Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ ...................................................................................................... 164 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 164 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 166 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 167 2.4.4.2 - Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação................................................................... 168 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 168 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 2.4.4.3 - Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global .......................................................................................... 169 2.4.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação .............................. 172 2.4.6 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação .............................. 172 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária .................................................................................................................. 172 2.4.7 - Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia ..................................................................................................................... 175 Eficácia das Ações (EFA) ............................................................................................................................................................... 175 Eficiência Global (EFG) .................................................................................................................................................................. 176 Aplicação da Metodologia à ANEEL ............................................................................................................................................... 177 Índices de Eficácia das Ações (EFA) ........................................................................................................................................ 177 Índice de Eficiência Global (EFG) ............................................................................................................................................. 179

3. 4.
4.1 4.2

INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A, ITEM 3, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ............................. 180 MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A, ITEM 4, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108............................................................................... 181
Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores .......................................................................... 181 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar ................................................................................................................. 181

5.
5.1

INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A, ITEM 5, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 182
Composição do Quadro de Servidores Ativos .......................................................................................................................... 182

5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 5.1.5 5.2 5.3 5.4 5.5 5.5.1 5.5.2 5.5.3 5.5.4 5.6

Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada.................................................................... 182 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada ..................................................................... 183 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada......................................... 184 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade.................................................................. 185 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade ..................................................... 186 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas ............................................................................................. 186 Composição do Quadro de Estagiários ..................................................................................................................................... 187 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada .......................................................................................... 188 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada ................................................................................. 189 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão ....................................................... 189 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados ................. 189 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza, higiene e vigilância ostensiva pela unidade............................ 189 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão ................. 190 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos ..................................................................................................................... 191

6.
6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.2 6.2.1 6.3

INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A, ITEM 6, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 194
Instrumentos de transferências vigentes no exercício ............................................................................................................. 194 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 .......................................................................... 194 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios ............... 198 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes .......... 198 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios, termos de cooperação e contratos de repasse ....... 199 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse ..................................... 200 Análise Crítica da Gestão das Transferências ........................................................................................................................... 201

7.

DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A, ITEM 7, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ..................................................................................................................................... 201 INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS - PARTE A, ITEM 8, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................ 203 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A, ITEM 9, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .............................................................................................................................................................. 204
Estrutura de controles internos da UJ ...................................................................................................................................... 204

8. 9.
9.1

10

INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS - PARTE A, ITEM 10, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 206

11. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A, ITEM 11, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108............... 207 12. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A, ITEM 12, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108.............................................................................. 208 13. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A, ITEM 13, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................................ 209 14. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A, ITEM 14, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ................................................................................................................................................. 211 15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE

............... 414 B..3.................................. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ...... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108............................................................................................................................ 242 16........................................... 223 Recomendações da CGU atendidas no exercício ................................ DECLARAÇÃO DO CONTADOR RESPONSÁVEL PELA UNIDADE – PARTE B.. 439 C...................... ITEM 4...................................................................................................... ITEM 16........ 414 B................................... 441 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS...... 408 17........... 401 17...1..... 414 C...................... 386 17.................................................................................. INFORMAÇÕES SOBRE AS CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO” NO ÂMBITO DOS PROJETOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS – PARTE C........................................................................................................................................2...................................................................................2 Consultas Públicas ..................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ....... 233 Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício ......................................1.....................2 15.................................................... 314 17...........................................1 Declaração com Ressalvas ............................ ITEM 15.............................................................................. 401 17......... 212 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício...................................3 15................................. 237 16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ ........... 395 17............... ITEM 16.................................. 439 C................................................................................................................................................................ 442 ........................................................1... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ....................2 Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica ........................................................ INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO – PARTE B DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .....1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício ..............2..... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ...... ITEM 1...AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A............................................................................................................................................1 Audiências Públicas ....................................................................... 291 17................................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .............. DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA – PARTE C...................3 Eventos de Participação Pública Realizados ........... 441 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – Projeto BRA/98/019 ........................................................................ 409 B.................................................... 212 15...2 Outorgas Concedidas ...................................4 Deliberações do TCU atendidas no exercício ..................3............... ITEM 17...................... OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A.............................3 Eventos Diversos .........................................1 Outorgas de Geração de Energia Elétrica ..............................................................................................................................................2.1 15.................................................................................................PARTE A................................................................................................................................................... 242 16.... CONTEÚDO ESPECÍFICO – PARTE C DO ANEXO II DA DN Nº 108/2010 .........2.................1 Atos Regulatórios Publicados ..............2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento . 314 17............................................................. 386 17...........................................................................................

34 QUADRO A.........................IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL ...9 ...............................1 .....5................................................... 185 QUADRO A................1.......................FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 .....4..................................4 ...................2....IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO ..........5........................8 ......... 41 QUADRO A.......... 158 QUADRO A. 39 QUADRO A................................................. 187 QUADRO A..............................4 ....................................................................1........................................QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ......2...............................QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA ..............................15 .......... 174 QUADRO A...................3 ....................................AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) ........5................................1..................................................1 ......................... 188 QUADRO A.....EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ .. 181 QUADRO A......ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA .................. 178 QUADRO A.MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA ..DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO ..................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA ..................................9 .................................................2. 184 QUADRO A..........1.............. 36 QUADRO A.............................................2......... 159 QUADRO A............RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS ....... 180 QUADRO A...................................................................................................2 ..............................SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO ......................DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .................1.2..................................................................SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES ......5 ............................QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ..........6..........................2................ 40 QUADRO A.............. 163 QUADRO A..12 ..................... 25 QUADRO A...................................................5.5.............2 ...5...........................................................2.........................................1 ....................2..INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA ............................... 179 QUADRO A.....................2..................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) ......18 ....................................................................1.........6 .......................DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) ......5...........5....12 ..................................................2 .................... 159 QUADRO A............. 48 QUADRO A..............EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ........................................ 167 QUADRO A............ 190 QUADRO A..........SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 ................ 34 QUADRO A............... 35 QUADRO A...............8 ........................................5........DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO ...........CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA ....................CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA ...........2.....COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS ...................................................................IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA ..............2.1............... 195 QUADRO A....................17 ........... 198 ............4 .............6.........................AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) .................. 182 QUADRO A...................DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ ..INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC .......16 ..................7 .............................. 173 QUADRO A.....QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES ............6 ..............13 ... 186 QUADRO A.................3 ...... 168 QUADRO A..2....................................2..................PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL ........................2..........................5 ................................................2........2....6..................................................1 .20 ................................5 ..........DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .......11 .. 169 QUADRO A.........6 ......................................2....................DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ .........1 ..................................PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES...1................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO ..................................2...........................2 ..........2............................................................ 164 QUADRO A...14 .......................... 166 QUADRO A.....2....DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) .........LISTA DE QUADROS QUADRO A................................................................................2..........5...... 183 QUADRO A........RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES.............................. 178 QUADRO A........3 ................2.......DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO.............2......................................................... 189 QUADRO A.................................CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA ...............COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO .......2.............................................................................................19 ..............INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC ....... 187 QUADRO A............................... 158 QUADRO A.....................10 ............3 .............................................................. 170 QUADRO A.....................................2....................7 ............ 198 QUADRO A................................................

.............4 .............. 233 QUADRO A............................1 .......4.... 208 QUADRO A......................... .....(SÉRIE HISTÓRICA) ........................RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.................................................................................15.....................................GESTÃO DE TI DA UJ .................................. 237 QUADRO A.....2 .........GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS ......1 ......................CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ..............................................................................................DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR ...16......13........................2 ............. 206 QUADRO A..SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO . 200 QUADRO A...5 .............1 ..............................................................................................15.............................................................................................................. TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE .............................INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO ...................SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO.......INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO......1 ...................15.......................................QUADRO A.............................................. 291 QUADRO B..................................RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI.................... 223 QUADRO A.................1 .15............. POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ..... FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA UNIDADE JURISDICIONADA.......................16................................. DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR..................... 415 QUADRO C..1 ...............................................6....................... 209 QUADRO A........................................... 440 ........................................DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO ......2 .................... 203 QUADRO A............DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO............ 212 QUADRO A....DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA .... 204 QUADRO A.......... 242 QUADRO A...1 ......................................1...........1 ............2 ....DECLARAÇÃO DE QUE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO NÃO REFLETEM CORRETAMENTE A SITUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA...............................10..........6.....................13...12......3 ........................................ 211 QUADRO A..........................ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ ....................................................................... 199 QUADRO A.4 .....VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE ....8........9.................

........FEC NACIONAIS .......AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA ............. 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES FEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA... 38 EVOLUÇÃO DO INDICADOR IASC: PERÍODO 2000 A 2010 ..................... 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA .......................................... 145 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO ..................................................................................................................................... 69 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUTORGA .......................................... 139 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA ...DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS .................................................................................................................................................................................................... 142 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR .................................................... 141 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR ........................................................... 136 AÇÕES DE CAPACITAÇÃO REALIZADAS.......................................... 138 SERVIDORES CAPACITADOS POR MÊS .......... 154 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ................ 53 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO .............................................. 138 CARGA HORÁRIA POR SERVIDOR X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ............................................................................................................................................................................................................ 130 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PUBLICIDADE ..................................................................................................................................................................................................................DEC NACIONAIS ............................................................... 146 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 136 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO CAPACITAÇÃO ..............................................................................................................................................................................................................LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 ---GRÁFICO 2 ---GRÁFICO 3 ---GRÁFICO 4 ---GRÁFICO 5 ---GRÁFICO 6 ---GRÁFICO 7 ---GRÁFICO 8 ---GRÁFICO 9 ---GRÁFICO 10 --GRÁFICO 11 --GRÁFICO 12 --GRÁFICO 13 --GRÁFICO 14 -....................... 90 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUVIDORIA ...................................................................... 43 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO .......... 173 PERCENTUAL DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA ........ 121 ATOS PUBLICADOS X VALOR DA PUBLICAÇÃO............................................................................................................ 148 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO EXAMES PERIÓDICOS ........................................................................................................................................ 143 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE ...................................... 140 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA ................................................... 42 COMPARATIVO ENTRE RECEITA E DESPESA REALIZADAS ...GRÁFICO 15 --GRÁFICO 16 --GRÁFICO 17 --GRÁFICO 18 --GRÁFICO 19 --GRÁFICO 20 --GRÁFICO 21 --GRÁFICO 22 --GRÁFICO 23 --GRÁFICO 24 --GRÁFICO 25 --GRÁFICO 26 --GRÁFICO 27 --GRÁFICO 28 --GRÁFICO 29 --GRÁFICO 30 --GRÁFICO 31 --GRÁFICO 32 --GRÁFICO 33 --GRÁFICO 34 --GRÁFICO 35 --GRÁFICO 36 --GRÁFICO 37 -............. 192 GRÁFICO 45 --.................. 103 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUVIDORIA ....................... 155 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA GLOBAL ............................................. 149 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REFORMA ......... 68 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO .................................................................................................................................. 109 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA .... 185 AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO ............................................................................................................GRÁFICO 38 --GRÁFICO 39 --GRÁFICO 40 --GRÁFICO 41 --GRÁFICO 42 --GRÁFICO 43 --GRÁFICO 44 --EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ........................................................... 104 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA ................................................................... 134 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CAPACITAÇÃO .................................. 144 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE .......................................... 193 ................... 129 MÉDIA DE GASTOS POR PUBLICAÇÃO .... 89 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUTORGA .............................................................................................................................................................. 53 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO ........................................................... 151 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REFORMA ..................................... 147 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA – EXAMES PERIÓDICOS . 110 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO GAP ......... 137 TIPOS DE CURSOS REALIZADOS X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ...................................................................... 151 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CONTRIBUIÇÃO PARA O PSSS .........................................................................................................................................................................................DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS ................................. 36 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ........ 153 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ......................

335. de 15 de março de 2004. de 13 de fevereiro de 1995.943. que altera a Lei nº 9. e 10. que dispõe sobre a Gestão de Recursos Humanos das Agências Lei nº 10.A.AIN@aneel.427 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 2.427 Lei nº 10. de 2 de fevereiro de 2009.266 Código SIAFI: 323. de 26 de abril de 2006.1.427 Lei nº 12.25 . de 2000.987. que altera a Lei nº 9.986.871. Módulos I e J – CEP 70. de 27 de maio de 1998. de 28 de novembro de 1997.986.438. de 9 de dezembro de 2009.427 Portaria MME nº 349. que aprova o regimento interno da ANEEL Norma de Organização ANEEL nº 001.488.292. que altera dispositivos da Lei nº 9.830-030 – Brasília/DF Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Lei nº 8. de 20 de maio de 2004. QUADRO A. que altera as Leis nos 9. que altera a Lei nº 9.1 da Portaria TCU nº 123/2011.028 Situação: Ativa Natureza Jurídica: Autarquia Principal Atividade: Regular e fiscalizar a geração.111.br Página na Internet: www. que regulamenta a Lei nº 9. transmissão e distribuição de Código CNAE: Classe 8413-2 – energia elétrica (regular e fiscalizar o Grupo 351 – CNAE/IBGE) Regulação das Atividades Econômicas Telefones/Fax de contato: (61) 2192-8600 (61) 2192-8456 Fax: (61) 2192-8221 E-mail: Master.907. de 15 de junho de 2007. que trata dos procedimentos gerais referentes à gestão de processos e correspondências a serem observados na Agência Norma de Organização ANEEL nº 29. de 2004 Lei nº 11.427 Lei nº 11. de 6 de outubro de 1997.gov. INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE 1.871. de 18 de julho de 2000.427.1 abaixo. de 26 de abril de 2002.IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério de Minas e Energia (MME) Código SIORG: 2852 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Denominação abreviada: ANEEL Código SIORG: 21089 Código LOA: 32. a ordem dos trabalhos e os processos decisórios da Agência Norma de Organização ANEEL nº 11.1 Relatório de Gestão Individual As informações de identificação da Unidade Jurisdicionada (UJ).br Endereço Postal: SGAN 603.1 .gov. que dispõe sobre o Regime de Concessão e Permissão Lei nº 9. CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 1.848.1. de 28 de maio de 2009.427 Lei nº 10.648. que estabelece normas para outorga e prorrogações Lei nº 9. que altera a Lei nº 9. na forma estabelecida no item 1. são apresentados no Quadro A. que dispõe sobre a reestruturação da composição remuneratória das Carreiras e Planos Especiais de Cargos das Agências Reguladoras Lei nº 11.762. de 26 de dezembro de 1996.427 Lei nº 11. que altera a Lei nº 9. que institui a Agência Nacional de Energia Elétrica Lei nº 9. de 11 de novembro de 2003. que estabelece diretrizes e procedimentos para disciplinar a gestão de processos Pág.aneel.427 Lei nº 9. que dá nova redação à Lei nº 9. que dispõe sobre a criação das carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras Lei nº 10. que dispõe sobre os procedimentos para o funcionamento. de 7 de julho de 1995.074.

3ª Edição.br Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI 323028 320051 320052 323029 323032 323033 323034 323035 323036 323038 323039 323040 323041 323042 323043 323045 323046 323048 323049 323050 323051 323052 323053 323054 323095 323096 323097 323098 Código SIAFI 32210 Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica ACI – Assessoria de Comunicação e Imprensa SPE – Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética Auditoria Interna Gabinete Secretaria Geral Procuradoria Federal Superintendência de Administração e Finanças Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição Superintendência de Estudos do Mercado Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração Superintendência de Gestão Técnica da Informação Superintendência de Mediação Administrativa Setorial Superintendência de Planejamento da Gestão Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição Superintendência de Regulação Econômica Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração Superintendência de Recursos Humanos Superintendência de Relações Institucionais Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios Coordenação de Contabilidade Coordenação de Orçamento e Finanças Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão 323028 32210 Pág.htm e Publicação Impressa Boletim Energia.802.608 Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Atlas de Energia Elétrica do Brasil .br/531.608. disponível na página da ANEEL na Internet Informações Gerenciais do Setor Elétrico.aneel. disponível no link http://www. divulgado por e-mail e disponível na página da ANEEL na Internet Cartilha “Por Dentro da Conta de Luz”. que determina à Agencia Nacional de Energia Elétrica a promoção e o acompanhamento dos processos de licitação de concessões Decreto nº 6.gov.gov. divulgada na página da ANEEL na Internet Informações sobre Audiências Públicas. e demais informações de interesse para o agente e para o consumidor. de 18 de março de 2009. 1º do Decreto nº 6. que acresce inciso ao art.organizacionais no âmbito da Agência Decreto nº 6. divulgadas na página da ANEEL na Internet: www.aneel. Pautas e Memórias das Reuniões Públicas da Diretoria Colegiada.26 . de 22 de outubro de 2008.

O papel da Agência na estrutura institucional do setor elétrico é ilustrado na figura a seguir: Pág. por meio de ações e canais que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais agentes da sociedade. diretrizes e regulamentos do setor de energia elétrica. permissionários e autorizados tenham asseguradas as viabilidades econômica e financeira. conforme dispõe a Lei nº 9. de forma que os concessionários.regulação e fiscalização realizadas com o caráter de simplicidade e pautadas na livre concorrência entre os agentes. sem prejuízo da oferta e com ênfase na qualidade do serviço de energia elétrica.criação de ambiente para o setor de energia elétrica que incentive o investimento. no atendimento às necessidades dos consumidores e no pleno acesso aos serviços de energia elétrica. dispondo ainda sobre as diretrizes que orientam a execução de suas atividades. considerando o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras.transparência e efetividade nas relações com a sociedade. 2.prevenção de potenciais conflitos. é regular e fiscalizar a produção. que regulamenta a referida lei. de atividades para as quais os setores públicos estaduais estejam devidamente capacitados.27 . urbanas e rurais.criação de condições para a modicidade das tarifas. de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. III .1 Responsabilidades Institucionais da Unidade A competência institucional da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. VII . distribuição e comercialização de energia elétrica. quais sejam: I . mediante convênio.2. transmissão.adoção de medidas efetivas que assegurem a oferta de energia elétrica a áreas de renda e densidade de carga baixas. A missão da ANEEL é “Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade”.adoção de critérios que evitem práticas anticompetitivas e de impedimento ao livre acesso aos sistemas elétricos. II . de forma a promover o desenvolvimento econômico e social e a redução das desigualdades regionais. V . de 1996.promoção da execução indireta. Os processos básicos concebidos no seu modelo de gestão estão definidos no Decreto nº 2. nos termos do respectivo contrato. bem como as ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades. VI . IX .educação e informação dos agentes e demais envolvidos sobre as políticas. PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA São apresentadas neste item as informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira da unidade. IV . VIII . de 1997.335.427.

de modo a compatibilizar os interesses do seu público-alvo. Pág. atua de forma isenta e neutra. de acordo com o conceito apresentado na figura a seguir. no exercício de seu papel regulador. que ilustra o posicionamento da Agência em relação ao governo. consumidores e agentes do setor elétrico: Posição da Agência frente ao Público-Alvo Fonte: ANEEL .Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG).Estrutura Institucional do Setor Elétrico Estrutura Institucional do Setor Elétrico Presidência Presidência da República da República CNPE // MME CNPE MME Empresa de Pesquisa Empresa de Pesquisa Energética -. A ANEEL.EPE Energética EPE Políticas e Planejamento Congresso Nacional Congresso Nacional Regulação e Fiscalização ANEEL ANEEL Apoio Agentes Geradoras Implementação ONS ONS Transmissoras Distribuidoras Comercializadoras BNDES BNDES CCEE CCEE Eletrobrás Eletrobrás Consumidores Consumidores Fonte: ANEEL .28 .Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG).

bem como entre esses agentes e seus consumidores. uma Assessoria de Comunicação e Imprensa e 20 superintendências de processos organizacionais. voltada para dirimir divergências entre concessionárias. a realização de audiências públicas. Pág. um conjunto de assessores da Diretoria. para agências reguladoras estaduais.29 . à mediação e ouvidoria. produtores independentes e autoprodutores. autorizadas. sempre que o processo decisório afetar direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores.Na estratégia que caracteriza o relacionamento da ANEEL com o público-alvo. à regulação. cuja incumbência é receber. cabe destacar:  A função de ouvidor. uma Procuradoria Geral. e  A descentralização. Organograma / Estrutura Organizacional A estrutura administrativa da ANEEL é composta de uma Diretoria Colegiada. O organograma da ANEEL está representado a seguir: Estrutura Organizacional da UJ Fonte: ANEEL . apurar e solucionar as reclamações dos usuários. uma Secretaria-Geral. de atividades de apoio à fiscalização. com o objetivo de prestar serviço mais ágil e mais próximo do consumidor e dos agentes setoriais. permissionárias. uma Auditoria Interna. constituída de um diretorgeral e quatro diretores.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG). um Gabinete do diretor-geral.  A mediação.

Pág. melhorar os mecanismos e marcos normativos de regulação. Objetivo de Governo Implantar uma infraestrutura eficiente e integradora do Território Nacional: A ampliação dos investimentos público e privado em infraestrutura é uma âncora para promover o desenvolvimento sustentável. sem desperdiçar as vantagens competitivas que o país tem na geração hidrelétrica e priorizando a modicidade tarifária e a universalização do serviço. dando maior confiabilidade ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e conectando-lhe os principais sistemas isolados. ampliar os instrumentos financeiros adequados ao investimento de longo prazo e fomentar as parcerias entre o setor público e o investidor privado. o objetivo para o setor de energia elétrica e o objetivo do programa do Plano Plurianual afeto à missão da ANEEL. A expansão do parque gerador de energia elétrica tem que ser garantida. Estas. estabeleceu os objetivos de governo que direcionaram a definição das políticas setoriais. pode ser resumida na seguinte sequência: Orientação Estratégica de Governo Desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade. Com essa finalidade. os objetivos de governo. por sua vez. O investimento em linhas de transmissão deve ser ampliado.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual A orientação estratégica do governo federal. A correlação entre a orientação estratégica de governo. aumento de produtividade e superação dos desequilíbrios regionais e das desigualdades sociais. nortearam a elaboração do Plano Plurianual (PPA). além da articulação entre os entes federativos Os investimentos em energia precisam garantir o suprimento da demanda prevista no planejamento setorial.30 . com qualidade. sob a orientação dos quais foi concebido o programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica. com a eliminação dos gargalos para o crescimento da economia. promover a diversificação da matriz energética e estimular o desenvolvimento de energias alternativas e renováveis. confiabilidade e modicidade tarifária. gerido pela ANEEL. Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica. para o período 2008 a 2011. contemplando os desafios para o setor energético. com equilíbrio entre seus agentes. qualidade e continuidade dos serviços. Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva. com foco na modicidade tarifária e universalização. foi introduzido no PPA um conjunto de iniciativas com objetivo de fortalecer o planejamento público federal estratégico de médio e longo prazo.2. pois é condição necessária para a expansão da economia brasileira.

o qual estabeleceu as prioridades e resultados necessários ao cumprimento da Missão e das atribuições institucionais da ANEEL. com nove desafios estratégicos definidos. aos quais se vinculam os objetivos setoriais para o setor de energia elétrica.perspectiva de relacionamento . Pág.Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico No âmbito da Agência.o detalhamento do planejamento tático e operacional. e . a partir da orientação estratégica e dos objetivos de governo. foi elaborado o Plano de Metas Estratégicas 2011/2012. associados a cada Desafio.informação e tecnologia – e recursos e logística. que explicita os Resultados Esperados. Desde 2006. apresentado na página a seguir. com base na Agenda de Desafios Estratégicos e como desdobramento da mesma. As metas estratégicas são adotadas como referência para: . O referido Plano de Metas Estratégicas foi formulado com a participação de lideranças da instituição e seus resultados encontram-se disponíveis na Intranet da Agência para acesso de todos os servidores. A primeira Agenda compreendeu o ciclo de 2006 a 2008 e a segunda – atual – contempla o ciclo de 2009 a 2012.Alocação Eficiente dos Custos de Energia Elétrica 3. dos principais desafios que a instituição enfrenta no cumprimento de sua missão regulatória.pessoas e inovação .Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 4. houve um expressivo crescimento do interesse de participação dos servidores. com reflexos na gratificação dos servidores.Informação com Qualidade 8. no horizonte de dois anos. Com vistas a contribuir para a consolidação do Planejamento e Gestão Estratégica da ANEEL. Com a publicação do Decreto nº 7. consolidado no Plano Gerencial da Agência.a definição de metas anuais no âmbito do Contrato de Gestão firmado entre a União – representada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) – e a ANEEL. a ANEEL utiliza como prática de gestão estratégica a definição de uma Agenda de Desafios Estratégicos com o objetivo de contribuir para a visão integrada e para o direcionamento.a definição de metas para fins de avaliação de desempenho institucional. e identifica o inter-relacionamento entre perspectiva do negócio .31 .Aprimoramento do Processo de Descentralização Os Desafios Estratégicos estão organizados em um Mapa Estratégico. que estabeleceu uma relação explícita entre o desempenho institucional e o individual. com vistas ao cumprimento das metas institucionais. foram definidos os parâmetros para a construção do Planejamento Estratégico da ANEEL. em nível estratégico e macroestrutural.Equilíbrio entre Oferta e Demanda de Energia 5. cada qual com os seus resultados esperados estabelecidos em termos qualitativos.Desenvolvimento Organizacional 9.Coerência Regulatória 2. Tema: Governança Regulatória do Setor Elétrico Desafios Estratégicos: 1. conforme a seguir descrito.Fortalecimento e Transparência dos Instrumentos de Diálogo com a Sociedade 6. integrados para o cumprimento da Missão da Agência. .Fortalecimento da Identidade e Autonomia Institucional 7.133/2010. integrando-se ao planejamento governamental. sob um tema agregador. para o período 2010-2012.

Pág.32 .

a primeira versão de sua Carta de Serviços ao Cidadão. realizadas mensalmente com participação de superintendentes.233. em 2010 a ANEEL consolidou sua adesão ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GesPública. envolvendo processos cíclicos e projetos de aprimoramento. orienta e dá suporte à metodologia de gestão de processos da Agência. além das reuniões trimestrais já citadas. focando a execução no exercício específico do desdobramento da Agenda de Desafios Estratégicos. Pág. com a inclusão de complementos que orientam no sentido da simplificação de processos e aprimoramento da gestão de desempenho. a ANEEL compôs. é apoiado por um sistema informatizado.3. em conformidade com o Decreto nº 6. as Reuniões de Gestão.33 . que apresenta o detalhamento e desdobramento das ações do PPA.Gerenciamento do Programa. que contém instruções complementares à Norma. foi desenvolvido o Plano Gerencial. que disciplinou os procedimentos de gestão de processos organizacionais e previu a elaboração do Manual de Gestão de Processos Organizacionais da ANEEL. O gerenciamento dos programas e ações. em 2010. Também com o propósito de buscar o aprimoramento sistêmico de sua gestão. possam interferir no cumprimento de sua Missão no serviço ao público. fruto de alterações no cenário nacional que tenham potencial impacto na atuação da ANEEL e que. e sempre que necessário reuniões específicas para a superação de situações indesejáveis. com divulgação no sítio da ANEEL na internet e em versão impressa dos serviços prestados pela Agência diretamente à Sociedade. portanto. Neste tópico cabe ainda destacar o permanente gerenciamento de variação de demandas em relação ao planejado. Tal gerenciamento situacional tem como prática periódica. de 2009. O trabalho de autoavaliação da gestão da Agência foi iniciado em 2010 e concluiu o ciclo inicial em 2011. e nº 6. compartilhado por todas as unidades da Agência e que subsidia a elaboração e o acompanhamento do Plano Gerencial. Nas reuniões participam a gerência executiva do programa. Também com o suporte metodológico do GesPública. conforme Norma de Organização ANEEL nº 029/2007. de 10/10/2008. No item 2. em todas as suas fases.932. as coordenações das ações e as superintendências parceiras no desenvolvimento da ação. denominado Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL).601. e em consonância com o disposto nos Decretos nº 5. O Plano Gerencial norteia-se pela programação constante no Plano de Metas Estratégicas. quando se iniciou um novo ciclo. foi publicado em janeiro de 2008 e revisado em novembro de 2010. e capacitou servidores para a realização do processo de autoavaliação da gestão com base no Modelo de Excelência em Gestão Pública. de 06/10/2004. Este manual.1 a seguir são elencados exemplos dessa atuação da Agência no decorrer do ano de 2011. Para monitorar a execução e assegurar o alcance das metas fixadas. acessível por meio da Intranet da ANEEL. e a alimentação das informações nos sistemas SIGPlan e SIOP. Para aprimorar a gestão por resultados. a ANEEL implantou a metodologia de Gestão de Processos Organizacionais. de modo a proporcionar maior visibilidade quanto ao conjunto de processos associados ao desenvolvimento da ação. Ações e Metas da ANEEL No âmbito do gerenciamento dos programas e ações relacionados à Agência. Essa versão continuou sendo utilizada durante o exercício de 2011. constituído de autoavaliação e implementação de Plano de Melhoria de Gestão. assessores e diretores. a ANEEL adota como sistemática a realização de reuniões trimestrais de acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do Plano Gerencial e do progresso dos itens associados à execução de cada ação.

INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial 197.708.945. quais sejam: Execução do Programa de Governo sob a responsabilidade da UJ (Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica) e Execução Física das ações do Programa.1 a A.359 Final 222.3.7 apresentados a seguir.2. o subitem 2.367.1 da Portaria TCU nº 123/2011. com qualidade.2.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica A ANEEL tem sob sua responsabilidade um único Programa de Governo.358 Despesa Liquidada 174.2. todas elas de responsabilidade da própria Agência. confiabilidade e modicidade tarifária Objetivos Específicos: Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva. ou seja.523 Em R$ 1. Nesse sentido.2.3.835 Restos a Pagar não processados 14.776. com foco na modicidade tarifária e universalização.2 apresenta os resultados físicos e orçamentários das ações do Programa.263.2.586 Despesa Empenhada 188. pagamento de sentenças judiciais e Reserva de Contingência.1. Identificação do Programa de Governo QUADRO A. com equilíbrio entre seus agentes. o Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica. OBS: Os valores incluem a despesa de pessoal ativo e excluem as despesas que não pertencem ao Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL A análise do programa de governo sob a responsabilidade da ANEEL é apresentada mediante dois demonstrativos.1. estão sendo desdobradas conforme os Quadros A.1.408. por meio da evolução dos seus indicadores.3. Pág.1 apresenta informações sobre os resultados alcançados na gestão do programa. as informações a que se refere o Quadro A. despesas de pessoal inativo.2 . (2) Informações orçamentárias e financeiras do Programa e (3) Informações sobre os resultados alcançados. enquanto o subitem 2.3. 2.1 .1.1 Demonstrativo da Execução por Programa de Governo.IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO Identificação do Programa de Governo Código no PPA: 0272 Denominação: Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Tipo do Programa: Finalístico Objetivo Geral: Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.2. Em razão da necessidade de demonstrar separadamente a evolução de cada grupo de indicadores do programa.34 . especificadas no item 2. cujo demonstrativo da execução é composto por três conjuntos de informação. qualidade e continuidade dos serviços Gerente: Nelson José Hübner Moreira Fonte: ANEEL Responsável: Público Alvo: Consumidores e agentes setoriais públicos e privados Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa QUADRO A.00 Valores Pagos 170. a saber: (1) Identificação do Programa de Governo.094 Fonte: ANEEL.

Os índices anuais das regiões geográficas são obtidos pela média ponderada dos valores de cada concessionária de distribuição da região (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas).940 26. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores.400 17.DEC e FEC.240 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice: k O DEC é calculado pela expressão: DEC = Σ {[Ca(i) x t (i)]/Cc} i=1 DEC = Duração equivalente de interrupção por unidade consumidora.1. Fonte: ANEEL Pág.330 12. por grupo de indicadores. do conjunto considerado.1.400 17. no período de apuração. t(i) = Duração de cada evento (i). atendidas em BT ou MT.Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa Os resultados alcançados pelo Programa 0272 são demonstrados por meio da análise da evolução dos seus indicadores.740 24. nos aspectos relativos à duração e frequência das interrupções no fornecimento de energia elétrica. Os indicadores DEC e FEC nacionais e regionais são mostrados nos Quadros A.350 11. Ca(i) = número de unidades consumidoras.210 37. k = Número máximo de eventos no período considerado. interrompidas em um evento (i).510 19. Cumpre esclarecer que os índices atingidos no ano de 2011 ainda estão em fase de apuração.2. estabelece as disposições relativas à continuidade da distribuição de energia elétrica às unidades consumidoras.35 .250 22.4 a seguir. no período de apuração.690 Índice final 18. expressa em horas e centésimos de hora. Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC A Resolução Normativa nº 424. aplicáveis ao exercício de 2011. atendidas em BT ou MT.3 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 1 2 3 4 5 6 Indicador (horas) DEC Nacional DEC Região Centro-Oeste DEC Região Nordeste DEC Região Norte DEC Região Sudeste DEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 18.PRODIST. Os índices anuais do Brasil são obtidos pela média ponderada dos valores de cada região geográfica do país (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas). de 17/12/2010.2.1. no período de apuração.350 11. avaliada e controlada por meio de indicadores coletivos .240 Índice previsto no exercício 18. a serem observadas pelas concessionárias e permissionárias. A continuidade dos serviços públicos de energia elétrica é supervisionada.250 22.180 38. QUADRO A.3 e A.940 26.180 38. A Resolução Normativa nº 424/2010 introduziu alterações na fórmula de cálculo dos indicadores DEF e FEC. apresentada a seguir. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas.070 19. conforme Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional .2.

940 37.130 22. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores.14 16.690 41.44 18. Gráfico 1 . interrompidas em um evento (i).830 9.75 16. Análise dos Resultados Alcançados .180 19. que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2012. Pág. k = Número máximo de eventos no período considerado.DEC Nacionais Evolução DEC Brasil 25 20 16.180 14.77 18.04 16.710 Índice final 15.09 16.820 17. Os indicadores referentes ao ano de 2011 estão em processo de apuração. do conjunto considerado.Evolução dos Indicadores . atendidas em BT ou MT.40 15.710 8.840 22. no período de apuração.Indicadores de Continuidade Os gráficos a seguir mostram a evolução dos indicadores DEC e FEC nacionais de 2001 a 2010.180 14.81 16. Ca(i) = número de unidades consumidoras. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas.440 17.QUADRO A.130 22. expressa em número de interrupções e centésimo de número de interrupções.910 Índice previsto no exercício 15.39 18.4 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 7 8 9 10 11 12 Indicador (unidade) FEC Nacional FEC Região Centro-Oeste FEC Região Nordeste FEC Região Norte FEC Região Sudeste FEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 14.180 19.36 .940 37.1. no período de apuração.65 DEC (horas) 15 10 5 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).2.910 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice k O FEC é calculado pela expressão: FEC = Σ {Ca(i)} / Cc i=1 FEC = Frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora.830 9. atendidas em BT ou MT.

00 70.00 60.FEC Nacionais Evolução FEC Brasil 20 18 16 14.91 12.72 11.00 CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).12 12. Pág.Gráfico 2 .00 10.37 .35 4 2 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE) .49 14.53 11.00 40.85 12.Evolução dos Indicadores .81 FEC (nº de interrupções) 14 12 10 8 6 11.53 11.00 30.00 20.Evolução dos Indicadores DEC por Região Geográfica Evolução DEC por Região 90. Gráfico 3 .00 DEC (horas) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 50.00 80.37 11.

Gráfico 4 - Evolução dos Indicadores FEC por Região Geográfica
Evolução FEC por Região
60,00

50,00 2001
FEC (nº de interrupções)

40,00

2002 2003 2004 2005 2006 2007

30,00

20,00

2008 2009 2010

10,00

CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL

Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).

Em 2005, observa-se uma elevação dos índices nacionais em 5,9% para o DEC e 3,4% para o FEC em relação ao realizados em 2004. Em ambos os indicadores a elevação das interrupções incidiu preponderantemente na Região Norte, e decorreram principalmente da seca de grandes proporções no estado do Amazonas e da falta de investimentos no sistema de distribuição da região. No ano de 2006, verifica-se uma pequena reversão do quadro apresentado em 2005, com a redução dos índices nacionais em 4,2% para o DEC e 7,9% para o FEC. Já para o ano de 2007, constata-se uma pequena elevação, da ordem de 0,6% no DEC e 2,4% no FEC em relação ao verificado no ano de 2006. Quanto ao ano de 2008, comparado com o realizado em 2007, observa-se uma ligeira elevação no indicador DEC, da ordem de 3,2%, indicando aumento da duração média das interrupções. No entanto, para o FEC observa-se uma redução de 3,7%, indicando uma redução da frequência das interrupções. Constatase que o aumento da duração média das interrupções, representada pelo DEC, foi mais significativo na Região Norte, registrando-se pequena elevação nas Regiões Nordeste e Sudeste. Nas Regiões Centro-Oeste e Sul houve redução do DEC. No tocante ao ano de 2009, comparado com o realizado em 2008, observa-se novamente elevação no indicador DEC do Brasil, da ordem de 12,7%, indicando aumento da duração média das interrupções, indicador esse que está relacionado à estrutura operacional para restabelecimento do sistema elétrico. Para o indicador FEC, também se constata uma elevação neste indicador da ordem de 3,1%, que reflete as condições gerais da rede das distribuidoras. Cabe informar que a ocorrência do blecaute no dia 10/11/2009 afetou os indicadores de continuidade DEC e FEC de 2009, principalmente nas regiões sudeste e sul. Por fim, para o ano de 2010, observa-se uma pequena redução dos indicadores em relação ao ano de 2009, da ordem de 2% no DEC e 3,2% no FEC. A tabela a seguir apresenta os valores de DEC e FEC previstos para 2010 e apurados.

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DEC e FEC Previstos x Apurados (Exercício 2010)
REGIÃO Norte Nordeste Sudeste Centro-Oeste Sul ÍNDICE PREVISTO 2010 DEC 38,26 23,08 11,05 20,41 15,87 FEC 37,57 18,16 9,27 19,33 14,06 ÍNDICE APURADO 2010 DEC 76,80 20,70 11,43 19,36 14,49 FEC 49,07 11,25 6,60 15,64 10,50 11,35

Nacional 17,02 14,55 18,40 Fonte: ANEEL – Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição (SRD).

Indicador de Outorga de Geração Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões e autorizações para empreendimentos de geração de energia elétrica está sendo realizada em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional, por meio de usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e outras fontes alternativas, de modo a assegurar o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. O indicador de outorga de geração é mostrado no Quadro A.2.1.5 a seguir.
QUADRO A.2.1.5 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice previsto no exercício Data Índice inicial Índice final 6.596,240 Índice atingido no exercício 6.209,888

Ordem

Indicador (MW)

13 Outorga de Geração 31/12/2007 Fórmula de Cálculo do Índice Potência total outorgada em MW, no ano Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado Constata-se bom desempenho deste indicador em 2011, com outorga de 6.209,888 MW de geração, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. A tabela a seguir apresenta, resumidamente, as outorgas de geração por modalidade: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812

TOTAL 2011 212 6.209,888 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Além disso, como resultado de outorgas concedidas em anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de geração de 4.735,10 MW. Com isso, o país alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
Capacidade Instalada Capacidade Inicial Acréscimo Anual 2007 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Total 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização de Serviços de Geração (SFG).

Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões para empreendimentos de transmissão de energia elétrica da Rede Básica está sendo realizada em consonância com o programa de Expansão da Transmissão (PET), no âmbito do planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de transmissão de energia elétrica da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Esta ampliação da capacidade de transmissão tem por finalidade assegurar a robustez e o dimensionamento necessários ao Sistema Interligado Nacional, para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País. O indicador outorga de linhas de transmissão da Rede Básica é mostrado no Quadro A.2.1.6 a seguir.
QUADRO A.2.1.6 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA Informações sobre os resultados alcançados Ordem 14 Indicador (km) Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Referência Data 31/12/2003 Índice inicial 2.216,000 Índice final Índice previsto Índice atingido no exercício no exercício 3.208,95

Fórmula de Cálculo do Índice Linhas de transmissão da Rede Básica outorgadas no ano, em km Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado O bom desempenho deste indicador em 2011 possibilitou a outorga concessões para 51 empreendimentos, que correspondem a 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica a serem construídas com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Esses empreendimentos significam também mais 11.597,00 MVA de potência de transformação, a serem agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. Essas concessões são referentes ao Leilão nº 008/2010, homologado em 18/01/2011, ao Leilão nº 001/2011, homologado em 06/07/2011, e ao Leilão nº 004/2011, homologado em 04/10/2011. Além desses, em 16/12/2011, foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011, que licitou 1.364 km de linhas de transmissão, com 3.905 MVA de potência de transformação. As concessões deste certame serão contratadas em 2012, razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012. A Rede Básica de transmissão foi expandida com a energização de 2.672,0 km de linhas, relativas a instalações autorizadas e contratadas em anos anteriores, representando um acréscimo de 2,79% na extensão da rede, em relação a 2010, conforme mostrado a seguir:
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Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km)
LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual 2006 82.991,0 3.198,0 2007 86.189,0 995,4 2008 87.184,4 3.098,4 2009 90.282,8 3.012,5 2010 93.295,3 2.524,0 95.819,3 2011 95.819,3 2.672,0 98.491,3

Extensão Final 86.189,0 87.184,4 90.282,8 93.295,3 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE)

Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) O Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivando-as na busca constante da melhoria de seus serviços. Os resultados desse indicador são utilizados pelas áreas de regulação e fiscalização da ANEEL, para subsidiar o aprimoramento dos instrumentos regulatórios e a priorização das ações de fiscalização. Essa atividade insere-se no espírito da missão da ANEEL de buscar o equilíbrio entre os agentes, estreitando o relacionamento entre a distribuidora e o consumidor. O indicador IASC é mostrado no Quadro A.2.1.7 a seguir.
QUADRO A.2.1.7 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) Informações sobre os resultados alcançados Ordem Data Índice inicial Índice final Índice ANEEL de Satisfação do 15 31/1/2005 58,880 Em apuração Consumidor (IASC) Fórmula de Cálculo do Índice O modelo é composto por cinco variáveis: Qualidade Percebida, Valor Percebido, Satisfação Global, Confiança no Fornecedor e Fidelidade. Para solucionar o modelo é utilizado o método PLS (Partial Least Squares - Mínimos Quadrados Parciais). Para geração dos índices de satisfação (IASC) por concessionária, utilizam-se as médias obtidas para cada uma das empresas nos indicadores de Satisfação Global, Desconformidade Global e Distância para uma Empresa Ideal, ponderadas pelos pesos das mesmas, calculados no modelo PLS. Deve-se considerar ainda a amplitude da escala. Para o cálculo do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) para cada empresa, considera-se a posição relativa com referência à pontuação máxima possível de ser alcançada pela mesma. Fonte: ANEEL Indicador (Unidade) Referência Índice previsto no exercício Índice atingido no exercício

Análise do Resultado Alcançado A evolução do IASC para o período 2000-2010 pode ser observada no gráfico a seguir:

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Gráfico 5 - Evolução do Indicador IASC: Período 2000 a 2010
IASC - PERÍODO 2000-2010 70 65 60 55 50

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Série1 62,81 63,23 64,51 63,63 58,88 61,38 60,49 65,39 62,62 66,74 64,41

Fonte: ANEEL - Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade (SRC)

Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 3 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências As restrições apontadas nesse tópico referem-se às principais causas que têm limitado a atuação da ANEEL, restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico. Observa-se que tais restrições afetam a atuação da Agência notadamente quanto à qualidade de seus resultados e estruturação dos sistemas de controles internos da UJ, com reflexos mais amplos na atuação institucional, e nem sempre se refletem no desempenho avaliado quanto às dimensões de Eficácia e de Eficiência, que adota variáveis apenas quantitativas. Assim, o resultado da avaliação quantitativa entre o programado e o executado costuma não refletir essas restrições, que afetam a qualidade dos resultados obtidos, mas nem sempre impactam as quantidades físicas realizadas. A programação físico-financeira governamental, expressa no PPA e no Orçamento, parte da definição do que é possível ser executado a partir de um limite de orçamento prefixado e, desta forma, não considera a necessidade de atendimento aos desafios impostos à ANEEL. A solução das restrições aqui apresentadas deverá propiciar a adequação do potencial operacional da Agência aos desafios de sua missão. A capacidade de implementação da programação vem sendo afetada por algumas restrições que têm impactado negativamente a execução, tais como: (1) Restrições Orçamentárias e Financeiras (2) Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais; e (3) Descasamento dos cronogramas de implantação das Centrais Geradoras e dos respectivos Sistemas de Transmissão. A seguir são expostas essas restrições e, em seguida, as providências adotadas para minimizar seus efeitos.
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a) Restrições Encontradas Restrições Orçamentárias e Financeiras Ao longo dos últimos anos, as restrições orçamentárias e financeiras têm impactado a efetividade da atuação da ANEEL, sobretudo pela sua reincidência, que acaba por comprometer a necessária liberdade para se conciliar a dinâmica de planejamento e as realizações da Agência, a cada ano, em suas várias frentes. Essas restrições têm-se feito presentes em três momentos. O primeiro deles ocorre na fase de elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), quando Agência é obrigada a reduzir seu programa de ações, para se adequar ao limite orçamentário fixado pelos Órgãos Central e Setorial de Orçamento – a Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MP) e o Ministério de Minas e Energia (MME). O segundo momento acontece na aprovação do PLOA pelo Congresso Nacional, em que são possíveis emendas de redução ou ampliação das dotações propostas. Finalmente, o terceiro deles se estabelece após a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), mediante a limitação de movimentação e empenho dos recursos aprovados na LOA, os sistemáticos contingenciamentos decorrentes de decreto presidencial. Nessas situações, a Agência sempre procura o MME, demonstrando-lhe o impacto dos baixos limites de empenho, conseguindo alguma ampliação costumeira desse limite, mas quase sempre de forma tardia. Assim, boa parte dos recursos só é liberada nos últimos meses do ano, o que inviabiliza a execução de várias programações no exercício, tendo em vista os prazos envolvidos nos ritos licitatórios. Desse modo, as realizações da Instituição tendem a ser cada vez mais impactadas. Frente a tais fatos, é importante lembrar que o Decreto nº 2.335, de 06/10/1997, constituiu a ANEEL como uma autarquia sob regime especial, com personalidade jurídica de direito público e autonomia patrimonial, administrativa e financeira. No entanto, o que se percebe é que, com o passar dos anos, essa virtual autonomia tem sido afetada significativa e invariavelmente pelas citadas restrições orçamentárias. Ao mesmo tempo, deve-se ressaltar que as ações da Agência são sustentadas pelos recursos arrecadados da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – TFSEE, uma receita vinculada que somou um montante da ordem de R$ 2,95 bilhões entre 2001 e 2011. Nesse mesmo período, a ANEEL realizou despesas da ordem de R$ 1,32 bilhões. Constata-se, portanto, que a Receita Vinculada às atividades da Agência não alcançou a finalidade de sua criação, com utilização restrita a apenas 45% dos recursos arrecadados. O gráfico a seguir demonstra essa evolução da receita e da despesa empenhada da ANEEL, de 2007 a 2011, indicando, também, a dotação autorizada na LOA (excluída a reserva) e o limite de empenho anual. Gráfico 6 - Comparativo entre Receita e Despesa Realizadas
Comparativo entre Receita Arrecadada, Lei Orçamentária, Limite de Empenho e Total Empenhado

500,0 450,0 400,0 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0
Receita Arrecadada
LOA

R$ 1.000.000,00

2007 330,7 159,3
129,8

2008 360,2 160,3
145,5

2009 377,1 185,9
178,7

2010 389,0 208,6
170,9

2011 468,3 222,5
193,9

Limites Empenhado

125,6

143,6

162,5

167,3

189,4

Fonte: ANEEL - Superintendência de Administração e Finanças (SAF). O valor Empenhado inclui destaques. Pág.43

Em 2011, essa situação se repetiu de forma ainda mais marcante, quando, para uma receita da TFSEE de R$ 464.761.739,00, foram despendidos R$ 189.412.322,00, correspondendo a cerca de 40,7% do valor arrecadado. A exemplo dos anos anteriores, a realização da programação prevista no planejamento interno da ANEEL para o exercício 2011 foi prejudicada pelo forte contingenciamento ocorrido, com impacto negativo nos processos licitatórios, que não puderam ser iniciados ou foram iniciados com atraso, e com inevitáveis reflexos nas ações programadas, notadamente na qualidade dos resultados e na estruturação dos sistemas de controles internos da UJ. Com a publicação do Decreto nº 7.445/2011, de 01/03/2011, que dispôs sobre a programação orçamentária e financeira e estabeleceu o cronograma mensal de desembolso para o exercício financeiro, e da Portaria MP nº 23, da mesma data, o MME estabeleceu como limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios da ANEEL o valor de R$ 77.493.568,00. Posteriormente, esse limite sofreu pequena ampliação e alcançou o montante de R$ 81.964.223,00, ao final do exercício. No tocante ao limite financeiro, o contingenciamento resultou em atraso no pagamento de fornecedores e em elevada inscrição de empenhos em “restos a pagar” processados. Cumpre lembrar, ainda, que o MME não estabeleceu um limite financeiro prévio para a ANEEL. Os repasses foram realizados de acordo com as necessidades da Agência e com as disponibilidades daquele Ministério e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN/MF). Além dessas restrições ao empenho, o Decreto nº 7.446/2011 e a Portaria MP n° 54/2011 também estabeleceram limites para execução das despesas de diárias e passagens. Com base nesses instrumentos, o MME fixou para a Agência o total de R$ 2.386.387,00 para gastos em tais rubricas, do qual R$ 1.096.238,00 foi autorizado para a Fiscalização e Regulamentação e R$ 1.290.149,00 para as demais ações que compõem o orçamento da UJ. Além disso, o Decreto subordinou ao MME as aprovações de viagens dos servidores da ANEEL, delegadas depois ao Diretor-Geral da Agência, mas mantendo na alçada do próprio Ministro de Minas e Energia os afastamentos do País. O mesmo Decreto estabeleceu, ainda, restrições a reformas de bens imóveis e a locações de máquinas e equipamentos, também com reflexos sobre necessidades da Agência no exercício. Todas essas restrições e contingenciamentos, que alcançaram mais de 59% da receita vinculada, em 2011, prejudicam o bom andamento das atividades finalísticas da UJ, especialmente as ações de Fiscalização e Ouvidoria, que dependem mais fortemente de recursos financeiros. Limitam, também, a contratação de estudos e serviços de apoio às demais ações regulatórias. Além disso, obstruem a execução orçamentária e põem em risco contratos de fornecimento de bens e serviços essenciais ao funcionamento da Agência, dentre os quais importa destacar os sistemas informatizados. Mesmo as subordinações de ordem administrativa ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e ao Ministério de Minas e Energia, como na recomposição do quadro de servidores, em movimentações internas do orçamento, nas questões associadas à gestão de recursos humanos e em outras situações similares, também comprometem a gestão da Agência. Estas circunstâncias reduzem, inegavelmente, a autonomia da ANEEL, em sua condição de Autarquia Especial, desqualificando essa importante regra, inerente ao próprio conceito das Agências Reguladoras, princípio estruturante de sua criação. De fato, as restrições de ordem orçamentária, financeira e mesmo administrativa acabam por prejudicar o cumprimento da própria missão da Agência. Vale frisar que tais dificuldades não aparecem diretamente refletidas na avaliação de desempenho da Agência sob os aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição (item 2.4.7 deste Relatório). Tal fato ocorre porque a metodologia estabelecida para essa avaliação considera apenas as “quantidades” de metas físicas realizadas frente àquelas programadas. Ao mesmo tempo, a execução orçamentária só é comparada com o limite de empenho estabelecido. Assim, essa avaliação não percebe os efeitos das
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limitações que atingem a Agência na fase da programação. Finalmente, em diversas ações orçamentárias não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. Agrava todo esse processo a reincidência dessas restrições, ano após ano, que termina por contaminar as referências e a própria cultura de planejamento na Agência, introjetando nela, de modo cada vez mais fundo e mais abrangente, limitações para o diagnóstico da realidade vigente e a identificação das reais necessidades e possibilidades de sua superação. Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais O processo para a implantação de um aproveitamento hidrelétrico é multidisciplinar, muito complexo e envolve a participação de diversas instituições diferentes para se concretizar. Buscar a convergência entre os diversos interesses dissonantes e muitas vezes reativos é um grande desafio, que demanda melhoria continua dos meios e procedimentos de inter-relação. Essa situação afeta, em particular, as atividades voltadas à análise e aprovação de estudos e projetos de geração e aos subsequentes processos de licitação e outorga de concessões, nas interfaces técnicoinstitucionais das atribuições da ANEEL, MME e Empresa de Pesquisa Energética (EPE), onde persistem vácuos, conflitos de competência e áreas de sombreamento. Sobre os sombreamentos, por exemplo, há questões relevantes que precisam ser equacionadas, evitando-se que a mesma atividade seja desenvolvida por mais de uma dessas instituições. Estende-se, também, às decisões e diplomas legais de responsabilidade complementar entre ANEEL, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), além de outras instituições públicas, como FUNAI, IPHAN, Fundação Palmares, etc., no contexto do licenciamento ambiental dos empreendimentos, que tem mobilizado ainda ações frequentes e recorrentes do Ministério Público (Federal e Estaduais) e de organizações não-governamentais. Conforme legislação vigente, a licitação de concessões para instalação e exploração de Usinas Hidrelétricas exige também a emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH), pela ANA ou pelas secretarias estaduais de recursos hídricos, e a correspondente LP, emitida pelo IBAMA ou pelos órgãos ambientais estaduais. Nesse tema, também merecem destaque questões relacionadas aos conflitos de interesses e, sobretudo, indefinições ainda presentes nos planos e políticas de outros setores correlacionados à implantação de novos aproveitamentos de geração e transmissão de energia elétrica. Em 2011, os resultados do segmento de geração foram impactados pelas dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Não é demais reforçar que, não obstante a importância do papel de cada entidade e de seus procedimentos institucionais para garantir o melhor resultado global, deve-se buscar aprimorar a sistemática atual para evitar atrasos na efetividade dos resultados almejados. Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das
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situação que poderá levar a uma redução da competição nos leilões de energia e de transmissão. com destaque para o prazo requerido pelos órgãos de licenciamento ambiental. especialmente aqueles que envolvam Instalações de Conexão de Gerador (ICG). e desconsiderando eventuais riscos que podem vir a ocorrer na fase de execução do projeto. geralmente estabelecendo prazos exíguos tanto para os leilões quanto para a construção dos empreendimentos. o planejamento da geração e transmissão reflete-se nos documentos para a elaboração dos editais e realização dos certames. Pág. Outro impacto do descasamento é a percepção pelos investidores dos riscos de negócio.demandas.46 . Esses fatos contribuem para o descasamento entre os prazos da operação comercial das centrais geradoras e do respectivo sistema de transmissão. Embora sem prejuízo ao suprimento. a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação. com consequente aumento de custos e prejuízos à sociedade. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. Esses impactos decorrem da necessidade de maior integração do planejamento de Governo em nível de Setor Elétrico. comprometendo assim o cronograma de implantação dos empreendimentos. levando à necessidade de repactuações contratuais. Não sendo bem articulado.

autorização e permissão de serviços de energia elétrica.170. a ANEEL reiterou solicitação de ampliação do limite de empenho que ainda não tinha sido liberado (R$ 4. a Agência havia executado 100% do limite de custeio e investimento.468.301.00.47 .379. Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão A ANEEL tem feito interações com o MME e com a EPE sobre a questão do desencontro das datas de conclusão dos empreendimentos planejados.200.000. com vistas reduzir a inscrição de restos a pagar.000. o sistema foi reaberto e foram realizados novos ajustes nos empenhos emitidos.  Foi solicitada ao MME ampliação do limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios no valor de R$ 8. esse limite foi ampliado em R$ 2.000. a ANEEL priorizou os esforços para uma maior aproximação técnica e institucional com seus parceiros. Nesse contexto.196. os órgãos licenciadores (IBAMA e órgãos estaduais).823. quanto à análise e aprovação de estudos e projetos.00. conforme publicado no Diário Oficial de 21/10/2011.00.00. e  Em 16/12/2011.000. totalizando R$ 74. Em setembro/2011. no valor de R$ 1.00.000. evitou-se a retenção de limite em uma determinada UGR. continuou-se buscando maior aproximação e integração técnica com a ANA e com as secretarias estaduais de recursos hídricos. bem como às outorgas de concessão.00. passando o limite a ser controlado pela Superintendência de Administração e Finanças (SAF). o que causava impacto na execução da Agência. resultando em ajustes nos procedimentos de envio de dados técnicos.  Tendo em vista a dificuldade do MME em conseguir ampliação de limite para atendimento da demanda citada no item anterior. a Agência solicitou ao MME uma troca de limite de empenho de investimento para custeio no valor de R$ 2. Com essa mudança.  Foi solicitada ampliação do limite para Diárias e Passagens das ações de Fiscalização e Regulamentação.00 o limite de custeio. em particular no desempenho das competências delegadas à ANEEL pelo MME. Pág.000. quando da solicitação de Disponibilidade Orçamentária e da respectiva emissão de empenho. a EPE. Posteriormente. os cronogramas das obras de geração e dos sistemas de transmissão. na etapa de planejamento.00) para atendimento de demandas até o final do exercício.845.  Em 24/10/2011. dentre os quais o MME. a ANA. último dia para emissão de Nota de Empenho.850. respectivamente. Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais A ANEEL deu continuidade aos esforços voltados à sinergia de ações dos diversos atores envolvidos nos processos de regulação do setor elétrico. Nos dias 21 e 24/11/2011 foram realizadas liberações de limite de empenho no valor de R$ 1.00 e R$ 617. e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). que foi atendida. para que não haja lapso temporal entre a conclusão das usinas e dos respectivos sistemas de transmissão para conexão no SIN. buscando compatibilizar.b) Providências Adotadas Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras Para amenizar as restrições impostas à Agência no decorrer do exercício de 2011 foram tomadas as seguintes providências:  Evitou-se a distribuição prévia de limites entre as UGRs da Agência.220. No tocante aos recursos hídricos. O valor obtido foi de R$ 370.

separadamente. Além dessas.117 89 47 693 1. 4 .1 a 2.2.644.3. em 2011 foram incluídas as ações 0005 . ambas pertencentes ao Programa 0901 – Operações Especiais – Cumprimento de Sentenças Judiciais.3. 3 . no entanto foi informada no quadro acima a quantidade de beneficiários programada no Plano Gerencial da ANEEL.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União. do exercício de 2011.3. QUADRO A.227 95 59 731 2.Contribuição da União. bem como a Reserva de Contigência própria da Agência – Ação 0998.EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ Função 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 09 28 28 99 Sub Programa função 752 301 301 365 331 306 122 752 128 131 130 665 125 122 122 272 846 846 999 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0089 0901 0901 0999 Ação 2C42 20CW 2004 2010 2011 2012 2272 2993 4572 4641 4699 4703 4880 09HB 1H03 0181 00G5 0005 0998 Tipo da Prioridade Ação A A A A A A A A A A A A A OP P OP OP OP OP 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 Unidade de Medida unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade % de execução física unidade Meta prevista 99 593 847 62 15 840 2. Essas ações estão resumidas no Quadro A. pertencente ao Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União.15 deste Relatório apresentam análises completas da execução física de cada uma das ações do Programa 0272.Ação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) exceto PPI. podendo ser: 1 .Ação do PPI (Projeto Piloto de Investimento). e 00G5 .2.2 a seguir. Análise Crítica da Execução Física das Ações Os subitens 2.835 37 2 Meta realizada 122 223 1.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Todas as ações orçamentárias do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica estão sob responsabilidade da ANEEL e constaram do Orçamento da Agência. Cumpre informar que a LOA 2011 não prevê meta física para a ação 0181.2. 2 .921 700 288 642 1.182. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor. Pág.674 11 3 - A coluna Prioridade mostra a Classificação da ação quanto a sua prioridade. Cabe informar que o programa 0272 não foi considerado prioridade na LDO 2011.2 .Demais ações prioritárias. Fonte: ANEEL .2.868 0.3. Os subitens 2.2 Execução Física das Ações do Programa 0272 .01 3 Meta a ser realizada em 2012 85 590 1.2.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Vale notar que o quadro inclui também a ação padronizada 0181 – Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis.130 768 110 539 1.022.4.Ação não prioritária.7 apresenta uma análise global dos aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição.3 e 2.4 contemplam as ações dos programas 0089 e 0901. O subitem 2.3. Autarquias e Fundações Públicas.48 .000 702 110 548 1.

segurança operacional e adequação à legislação e às normas vigentes. dos projetos desenvolvidos no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). degradação na qualidade dos serviços de energia elétrica ou risco na segurança das pessoas. localizadas no Sistema Isolado e no Sistema Interligado Nacional (SIN). conforme Resolução Normativa nº 270/2007. visando garantir o atendimento aos consumidores. das obrigações constituídas ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). (3) fiscalização técnica das instalações em operação (O&M). instalações e meio ambiente. em atendimento ao Decreto nº 5. Também pode ser decorrente de denúncias. b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO  A Fiscalização dos Serviços de Transmissão consiste na avaliação dos concessionários públicos de transmissão por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento nas instalações e registros das empresas. de 14/05/2004. gerida pela Eletrobras. custo. visando à avaliação dos aspectos técnicos mediante: (1) fiscalização de ocorrências e perturbações. de acordo com sua motivação. como a fiscalização: da administração da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC).3. e (6) outras ações de fiscalização. compatíveis com os requisitos adequados à finalidade dos serviços. e. A fiscalização in loco das usinas pode ser de caráter periódico. Descrição dos Processos A ação contempla a atuação técnica junto aos agentes dos serviços de geração. prazo e segurança. A ação compreende os seguintes processos: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Geração é efetuada por meio do monitoramento a distância e da fiscalização in loco das usinas em operação. manutenção. quanto ao cumprimento do cronograma de implantação e das obrigações constituídas nos contratos ou atos autorizativos.Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 Finalidade A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica tem por objetivo verificar o cumprimento das obrigações constituídas aos agentes nos atos de outorgas e em dispositivos normativos e regulamentares.2. conservação.081. da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). quanto aos procedimentos de operação. atendimento de demandas imprevistas e ainda para ocorrências graves que tenham causado acidente.49 . O monitoramento a distância é contínuo e pode dar origem a ações de escritório ou in loco. e das usinas em fase de implantação.1 . (2) fiscalização da expansão do sistema de transmissão (obras de linhas de transmissão e subestações). eventual ou emergencial. Pág. em padrões de qualidade. a atuação técnica e comercial junto aos agentes dos serviços de eletricidade – que abrangem os serviços de transmissão e distribuição – e a atuação sob os aspectos econômicos e financeiros junto a todos os agentes do setor. (4) fiscalização da aplicação da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica.2. (5) fiscalização do ONS.

também estão sujeitos à fiscalização econômica e financeira os responsáveis pela gestão de encargos e respectivos fundos setoriais. Além dos concessionários e permissionários. periodicamente encaminhadas à ANEEL constituem insumo imprescindível para o efetivo monitoramento da situação dos agentes. (7) do cumprimento das obrigações pactuadas em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). (3) da validação dos ativos imobilizados em serviço a serem considerados na base de remuneração das concessionárias. por meio de: (1) Fiscalização de Conformidade Regulatória. bem como das autorizadas a comercializar energia. é uma importante atividade da fiscalização de conformidade. Pág. e (i) validação dos ativos da concessão. e (4) Fiscalização por Anuência Prévia a operações tuteladas regulatoriamente. (b) verificação das rotinas. Neste contexto. (d) análise do desempenho dos sistemas e dos equipamentos da concessionária. (4) da execução dos programas de Eficiência Energética (PEE) e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). (c) entrevista com funcionários envolvidos. como a Eletrobrás.  Fiscalização de Conformidade Regulatória A fiscalização de Conformidade Regulatória tem como objetivo zelar pela conformidade do comportamento dos agentes setoriais no que tange aos aspectos econômicos e financeiros. (2) Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira. Essas fiscalizações são realizadas basicamente por meio de: (a) vistoria das instalações. no caso da Conta de Energia de Reserva (CONER). (3) Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório. inclusive auditores internos e/ou externos. (e) fiscalização do cumprimento dos contratos de concessão. bem como dos fundos setoriais Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento das empresas prestadoras desses serviços. d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA A fiscalização econômica e financeira visa a preservar o equilíbrio econômico-financeiro das concessões de serviço público de energia elétrica. dos procedimentos e do cumprimento das normas das concessionárias. bem como da acuidade das mesmas. tais como o Balancete Mensal Padronizado (BMP). a fiscalização da adimplência dos agentes no envio de tais informações. Em função disto. As ações contemplam a avaliação dos aspectos: (1) da qualidade da prestação dos serviços na área técnica. e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).50 . no caso das contas de comercialização da energia de Itaipu e do Proinfa. e (11) das demais obrigações regulamentares e da legislação setorial que necessitem de verificação de seu cumprimento de forma eventual. (g) análise de documentação. (8) da conformidade dos níveis de tensão. (9) da apuração dos indicadores globais e individuais de continuidade do fornecimento de energia elétrica. Reserva Global de Reversão (RGR) e Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). o Relatório de Informações Trimestrais (RIT) e a Prestação Anual de Contas (PAC). (2) da qualidade da prestação dos serviços na área comercial. (h) análise de indicadores de continuidade. (f) fiscalização do cumprimento da legislação aplicável. (5) do cumprimento dos programas de Universalização e Luz para Todos (6) da Subvenção Econômica da Subclasse Residencial Baixa Renda. (10) dos indicadores de qualidade da Central de Teleatendimento. as informações contábeis e regulatórias.c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Distribuição consiste na avaliação das concessionárias e permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica.

investimentos e evolução dos gastos operacionais. Os diferentes estudos específicos realizados podem.  Anuência Prévia a Operações Comerciais: Para atender a exigências legais. (b) contratos entre partes relacionadas. (f) transferência de delegação. (d) desverticalização/ segregação de atividades. para efeito de ressarcimento pelo vencedor da licitação. após aprovação da Diretoria da ANEEL. ser classificados em: (a) Análise Situacional: corresponde a um diagnóstico completo da situação econômico-financeira com base nos valores realizados. e (c) Análise Prospectiva: consiste na construção ou na análise crítica de um modelo para avaliar as perspectivas para o futuro da concessão sob diferentes cenários de crescimento de mercado. dentre outros. via importação ou exportação. (b) Análise de Remuneração ou de Gastos Operacionais: tipo de estudo que tem o objetivo específico de comparar os valores realizados pela concessionária com os valores regulatórios definidos na última revisão e nos reajustes tarifários subsequentes. os valores relativos aos custos incorridos pela elaboração de estudos de viabilidade ou inventários de rios para projetos de geração e de sistemas de transmissão de energia elétrica. a qual será feita por meio de (a) Despacho. os agentes devem submeter determinadas operações à análise prévia da ANEEL. (h) desvinculação e transferência de bens. (i) orçamento do ONS. e (k) exploração econômica de atividades atípicas. os principais itens fiscalizados para validação são as variações nos custos não gerenciáveis e não contemplados na tarifa (Conta de Compensação da Variação de Itens da “Parcela A” – CVA) e o valor da Base de Remuneração a ser considerado nas revisões tarifárias periódicas. (c) os autorizados de comercialização de energia elétrica. (c) constituição de garantias. (e) transferência de controle societário. (g) prorrogação de delegação. (j) operações de exportação e importação de energia elétrica. tanto para a empresa em questão quanto para outras empresas com áreas de concessão de características semelhantes. Inclui o diagnóstico do desempenho da gestão de cada concessionária e a análise das informações que os agentes são obrigados a encaminhar periodicamente ao Regulador. (b) os concessionários e autorizados de uso de bem público para geração de energia elétrica na modalidade de produção independente ou autoprodução. Pág. Se forem identificados desvios que coloquem em risco o equilíbrio econômico-financeiro. e (d) o ONS. regulamentares e contratuais. Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira A fiscalização da Gestão Econômico-Financeira tem como foco assegurar que o desempenho da gestão não coloque em risco o equilíbrio econômico-financeiro. que utiliza elementos econômicos e financeiros no cálculo do valor de tarifa a ser praticada pelo agente.51 . permissionários e autorizados da prestação de serviço público de geração. são cobradas ações preventivas e corretivas da alta-gerência ou mesmo dos controladores da concessionária. para os processos deliberados pela Diretoria. para os processos de competência da Superintendência ou (b) Resolução. As Fiscalizações para o Processo Licitatório têm o objetivo de fiscalizar e validar. e que vise ao melhor interesse da concessão. por meio de pleitos encaminhados. Para o Processo Tarifário. Após a instrução e análise processual ocorre a deliberação do pleito (anuência ou não). transmissão e distribuição de energia elétrica. São exemplos de operações que precisam de anuência prévia: (a) alteração de atos constitutivos. Os agentes sujeitos à fiscalização por Anuência Prévia são: (a) os concessionários.  Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório Este processo consiste na fiscalização de elementos econômicos e financeiros com o objetivo específico de validar aqueles que serão utilizados em outros processos da Agência. em função do objetivo principal.

646.406. transmissão e distribuição. Tribunal de Contas. Forma de Implementação: A ação é implementada de forma direta. por meio da equipe própria da ANEEL e de contratação de serviços especializados para apoio à fiscalização. custo. Público-Alvo: A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica promove benefícios aos seguintes atores:     Consumidores. transmissão e distribuição. são comunicadas pelos agentes à ANEEL.00 29.186. mediante convênios com agências reguladoras estaduais.00 Limite Autorizado B 22. continuidade. além da análise a posteriori da operação – com o fito de homologação .53 11. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução na UJ).70% Fonte: ANEEL . onde ocorre implementação de operação sem prévia autorização. pelo princípio de garantir a prestação de serviço dentro de padrões de qualidade. (3) orientação aos agentes setoriais nos casos concretos. Exemplos: determinadas alterações de atos constitutivos e transferências de controle societário de determinadas autorizadas.894.976.17 20.000.Além da deliberação de pleitos sujeitos à anuência prévia da ANEEL.976. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado X Orçamento Realizado: Ação Fiscalização Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 24.62 16. CADE. Nesses casos.10 25. depois de implementadas.130.17% 58. Congresso Nacional e CVM).Valores em reais.954.77 25.833. se for constatada prática indevida. segurança.956.979.53% 99.27% 98. pelo caráter educativo.486. MF. constantes dos contratos de concessão. (1) Na ação Fiscalização.321.066.92% % C/B 76.886. no sentido de promover a regularidade das obrigações contratuais. Pág. bem como de forma descentralizada. pela verificação do cumprimento das obrigações constituídas para as concessionárias de geração.500.00 concedido ao IPEA. este processo se desdobra em: (1) monitoramento de determinadas operações dispensadas de prévia anuência (baixo risco regulatório) as quais.00 Orçamento Realizado Pago D 13. atualidade e qualidade do serviço de energia elétrica.00 28.379. pelo princípio de regularidade. e (4) colaboração com outras ações de fiscalização da ANEEL e de outros órgãos governamentais (MDIC.400.414.00 16.750. Ministérios Públicos.00 % C/A 72.087. (2) fiscalização da tempestividade de submissão dos pleitos de anuência prévia.563.082. eficiência.52 . Usuários da rede. Agentes de geração.o agente estará passível de processo punitivo.41% 86.00 Empenhado C 17. prazo e segurança. houve destaque de R$ 76.829. visando à avaliação da conformidade do procedimento. e União. Receita Federal do Brasil.

Fiscalização 1.663 1.500 1.835 Executada (Unidades) C 1.21% 88.835 Fiscalização realizada Unidade 2.Execução Orçamentária: Ação Fiscalização Execução Orçamentária .186.995 1.72% 101.663 1.80% % Execução em relação à meta ajustada C/B 112.Valores em milhares de reais.322.000 20.835 Meta Física Ajustada – Plano Gerencial (Unidades) B 1.866 1.487.Gráfico 7 .72% 101.9 Fonte: ANEEL .868 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG).000 1.000 500 LOA EXECUTADO 1.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 25.000 10.Fiscalização 29. Pág.0 20.21% 88.4 25. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Fiscalização Produto: Fiscalização Realizada Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 1.995 1. Gráfico 8 .Execução da Meta Física: Ação Fiscalização Execução da Meta Física .770 1.563.80% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.868 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 112.53 .0 Valores em R$ mil 30.

Desse limite.486. Cumpre esclarecer que a análise deve considerar a complexidade e a diversidade dos processos de fiscalização.18% da dotação aprovada.00 aprovada para a ação.00. passaram a ser consideradas na meta física as análises de Anuência Prévia e alguns tipos de fiscalizações realizadas por meio de monitoramento a distância. A contabilização das análises de Anuência Prévia na meta é necessária.00 10.379. perfazendo o total de R$ 29. totaliza uma despesa de R$ 25.976.868 fiscalizações.379. Observa-se que a análise da relação entre “meta física prevista e executada” e “orçamento programado e executado” deve ser abordada com certa reserva.822. que corresponde a 100. passagens e desenvolvimento de sistemas destinados a apoiar as ações de fiscalização.835 fiscalizações.563.18% da dotação de R$ 29.00. Na distribuição interna do limite. pois essas atividades demandam tempo e esforço do pessoal próprio.000.00 autorizado para empenho representou 87.50% 101.00 (LOA + Créditos). houve execução física de 101.976. A tabela a seguir demonstra o desempenho físico e financeiro da ação de Fiscalização. foram empenhados R$ 25.70% do limite e 86.77% 10. O limite de R$ 25.00 25. *Obs.80% da meta programada.94% 41.00 2.400.80% da meta prevista na LOA.00% 142.14% 218.868 % Realizado / Previsto 87.976. foi realizado um destaque em favor do IPEA no valor de R$ 76. a ação Fiscalização foi prioridade absoluta da Agência.28% 100. que corresponde a 101. A alternativa adotada depende da conveniência técnica e da disponibilidade das equipes. correspondendo à execução de 99. tendo em conta o contingenciamento orçamentário imposto em 2011.563. pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo. por processo: Realização Física e Financeira por Processo Realização Física e Financeira por Processo Empenhado Processo Geração Transmissão Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Outros* Total Valor R$ 4.619.321.453.00 que.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.490.486.00 por meio de crédito suplementar aberto em 06/10/2011.942. A meta física programada consistia em 1. cujos custos unitários variam em função dos procedimentos e da forma de atuação – por exemplo: se os procedimentos exigem vistoria in loco ou se são implementados por monitoramento a distância.00 8.096. a qual foi posteriormente acrescida de R$ 2.00% Execução da Meta Física Fiscalizações Previstas 925 50 180 680 1.00 % sobre o Total 16. A partir de 2008.979. tendo sido realizadas 1.22% 102.80% Fonte: ANEEL.54 .835 Fiscalizações Realizadas 806 109 256 697 1. A execução física de 1. Pág. dentre outros fatores.725.600.92% da dotação aprovada.01% 31. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Fiscalização a dotação de R$ 26.868 fiscalizações no ano.316.321. representa um ótimo resultado.: Foram contabilizados em “Outros” os valores de diárias. somado ao valor empenhado.979. e recursos orçamentários para contratação de serviços.721.00% do limite e 87. Além disso.

868 Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Total dos Processos de Fiscalização . que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região. ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional (SIN) vários desligamentos não programados e de longa duração. realizando 256 fiscalizações em lugar das 180 programadas. Destas. visto que alguns empreendimentos com o início de obras programado para 2011 tiveram seus cronogramas prorrogados e não iniciaram obras.55 Fiscalizações Previstas 271 135 519 925 30 20 50 25 25 130 180 628** 40** 12 680 954 220 661 1. a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o SIN. tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011. impossibilitando a fiscalização. por outro. Em decorrência. Se. Pág.835 Fiscalizações Realizadas 291 73 442 806 78 31 109 109 21 126 256 551 114 32 697 1. Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Total Geral Fonte: ANEEL. Financ. por um lado. Foram realizadas 697 fiscalizações em lugar das 680 programadas. destacam-se as 104 fiscalizações da qualidade do fornecimento e da comercialização (aspectos técnicos e comerciais) para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica.029 239 600 1. A fiscalização dos serviços de distribuição também ultrapassou a meta programada em 42. o que representa um bom resultado.5%. e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo.22%. realizando 109 fiscalizações em lugar das 50 programadas. por processo e forma de execução.A fiscalização da geração teve realização um pouco inferior ao programado. as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica. no exercício. o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão. particularmente no que se refere às fiscalizações de usinas em fase de implantação. Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Processo Pessoal Utilizado Próprio Geração Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Geração Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Subtotal Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Distribuição Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Econ. A fiscalização econômica e financeira ultrapassou a meta programada em 2. A fiscalização dos serviços de transmissão ultrapassou a meta programada em 118%. relacionando as metas previstas e as metas realizadas. Em 2011. A tabela a seguir demonstra a execução física das fiscalizações.

A seguir. as fiscalizações previstas para serem implementadas de forma direta. por processo: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO Foi programada a realização de 925 fiscalizações de serviços de geração no exercício de 2011. 364 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. Fiscalização das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação 2.14% da meta programada. Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) 4.2: Na meta física foram contabilizadas as análises de Anuência Prévia. A tabela a seguir apresenta o resumo das quantidades de fiscalizações de geração realizadas: Fiscalização dos Serviços de Geração Fiscalizações dos Serviços de Geração 1.** Números estimados. Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Total Forma de Implementação Direta * 102 233 159 74 72 2 1 1 27 364 Descentralizada 154 288 236 52 52 0 0 0 442 Total 256 521 395 126 124 2 1 1 27 806 Fonte: ANEEL . podendo contar com o apoio de empresas credenciadas. Foram contabilizadas na meta física em 2011 as fiscalizações por monitoramento a distância que geraram Termo de Notificação de escritório. Pág. sendo 102 realizadas de forma direta (79 in loco e 23 a distância) e 154 de forma descentralizada (in loco). Obs. que são realizados sob a supervisão de servidor da ANEEL.1: As fiscalizações implementadas de forma direta são realizadas pelas equipes da ANEEL. podendo contar com o apoio de serviços contratados por credenciamento. Destas. Com vistas a fazer cumprir os prazos pactuados.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG). tendo sido realizadas 806.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Fase de Implantação ou Ampliação Dentre as 806 fiscalizações realizadas no ano.56 . pois o planejamento não especificou. 256 corresponderam a fiscalizações das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação. Fiscalização das usinas em operação Si st ema In ter lig ado N ac io nal Si st ema Is ol ado Usinas não interligadas Sistema Elétrico de Manaus 3. estão relatados os resultados da ação Fiscalização. e 442 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. análise e avaliação da CCC. Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) 5. As mais relevantes foram fiscalizadas mais de uma vez ao longo do exercício. todas as 160 usinas com obras em andamento foram fiscalizadas. * A forma direta de implementação abrange as metas realizadas por pessoal próprio. Obs. e as ações de acompanhamento. que correspondem a 87. e respectivo Relatório de Fiscalização. por forma de implementação.

199.77 206.349.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Operação Dentre as 806 fiscalizações de geração realizadas em 2011.00 UHE 1. e nas informações recolhidas nas ações de fiscalização. De acordo com a fase e o andamento do empreendimento.09 2. podem decorrer dessa fiscalização diferentes ações. Tais ações são formalizadas por meio de termos de notificação e relatórios de fiscalização de escritório.79 441. houve um acréscimo de 535. Tem por base principal a análise dos relatórios produzidos pelo ONS. (MW) Acréscimo da Capacidade Instalada Pot. como a solicitação ao empreendedor de informações.00 9. mediante análise dos relatórios de progresso das obras.35 -0.735. 395 referem-se a usinas localizadas no Sistema Interligado Nacional (SIN) e 126 no Sistema Isolado.142. um acréscimo real de 4.54 289.00 4. sendo 233 realizadas de forma direta (209 in loco e 24 a distância) e 288 de forma descentralizada in loco.99 30.37 MW.33 0.Além disso. sendo que aqueles que já iniciaram obras foram objeto de fiscalizações em campo.64 0. na internet.33 UTN 0 0. Contudo.735.00 EOL 498. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Motorizadas Pot. reativação e desativação. por ser uma atividade contínua. enviados mensalmente pelos agentes. (MW) 1. as informações referentes ao acompanhamento da expansão da oferta de energia elétrica.32 UTE 2. baseadas na análise dos relatórios mensais de progresso das obras. Mensalmente. foi realizado o acompanhamento a distância. complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado. Dentre os empreendimentos monitorados pela fiscalização estão os constantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. o País teve. Tais Pág.90 1. 521 contemplaram usinas em operação.10 MW de potência.25 PCH 432.71 9. O monitoramento a distância das usinas geradoras em operação. repotenciação.45 SOL 0 1. que podem ensejar solicitações aos agentes de informações. cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir.199.10 % 2011 28.57 . a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG).28 CGH 0 30.00 10. foi executado rotineiramente pelos técnicos da ANEEL em 100% das usinas.49 51. em 2011. enviados pelos agentes.33 0.37 535.73 Fonte: ANEEL . inclusive dos 398 empreendimentos outorgados que ainda não tiveram obras iniciadas ou que estão paralisadas.125. documentos. foi realizada continuamente em 100% das usinas em obras. também são disponibilizadas na página da ANEEL. Em 2011. Dentre as fiscalizações das usinas em operação.414.73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação. documentos. (MW) Regularização. em função dos processos de regularização.00 497. ou ofícios. Dessa forma. Repotenciação. Reativação e Desativação Pot.52 0. que é feita a partir da outorga e se estende a todas as fases da implantação.02 100. complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado.00 TOTAL 4. A fiscalização por meio de monitoramento a distância.

72 foram realizadas em usinas não interligadas. Contudo. 391 foram executadas in loco e 4 a distância. Sistema Elétrico de Manaus Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta. a fiscalização da geração passou a atuar subsidiariamente na avaliação dos projetos apresentados pelas empresas de energia elétrica. A equipe própria da ANEEL foi responsável pela realização dessas 72 fiscalizações. Dentre as 159 fiscalizações realizadas de forma direta. especificamente do Submódulo 2. auxiliando na verificação do seu enquadramento como atividade de P&D. que trata da obrigatoriedade de contratação por parte do ONS de empresa de auditoria independente. dentre as quais 20 foram realizadas a distância e 52 in loco. Fiscalização das usinas em operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) Das 395 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Interligado Nacional. Em 2011. Além de questões relativas à Resolução Normativa nº 455/2011. Módulo 24 (Processo de Integração de Instalações) e Módulo 26 (Modalidade de Operação das Usinas). sua relevância frente aos desafios tecnológicos do setor e a razoabilidade dos investimentos previstos diante dos resultados e benefícios esperados. ou Ofícios. 2 foram realizadas in loco no Sistema Elétrico de Manaus. relacionadas à coordenação da operação do Sistema. Também foram in loco todas as 52 fiscalizações realizadas por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. podendo compor a banca responsável pela avaliação inicial dos projetos. conforme o Manual do Programa Regular de Fiscalização do ONS. Módulo 16 (Acompanhamento da Manutenção). Fiscalização das usinas em operação do Sistema Isolado Das 126 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Isolado.7 (Requisitos de Telessupervisão). tendo sido prestado apoio somente no tocante à avaliação de novos projetos de P&D. esta fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Rede. e também reuniões no Centro Nacional de Operação do Sistema (CNOS). não houve demandas à fiscalização da geração para inspeções em campo. Pág. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. 74 foram realizadas de forma direta e 52 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais.337. as ações de fiscalização propriamente ditas serão realizadas apenas quando a superintendência responsável pela avaliação final do projeto solicitar a averiguação de informações apresentadas no Relatório Final preparado por auditoria independente. 17 foram para acompanhamento dos ensaios de autorrestabelecimento (blackstart) e 51 para diagnóstico dos procedimentos de operação e manutenção das usinas.ações são formalizadas por meio de Termos de Notificação e Relatórios de Fiscalização de escritório. Usinas não interligadas Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta.  Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Foi realizada 1 fiscalização in loco no escritório central do ONS.  Fiscalização dos Projetos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Em razão da mudança na metodologia de fiscalização de projetos e programas de P&D.58 . sendo 1 delas com foco no blecaute ocorrido em 11 de novembro de 2011. de 21/09/2009. 159 foram realizadas de forma direta e 236 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. Das 395 fiscalizações de usinas em operação no SIN.

Pág. de 21/09/2009. CO. com o objetivo de acompanhar suas atividades relacionadas ao despacho de usinas. como resultado. que dispõe sobre os serviços de energia elétrica nos Sistemas Isolados. capazes de transmitir dados à CCEE de forma confiável.02 (Sazonalização de Contrato Equivalente e Garantia Física). PdC. em decorrência da fiscalização a distância.07 (Revisão da Sazonalização de Garantia Física). Os Programas Mensais de Operação (PMO) sob responsabilidade do GTON/Eletrobrás também foram acompanhados. referentes ao período de 1999 a 2005. ressalvas. baseada no Manual do Programa Regular de Fiscalização da CCEE. Alguns desses casos evoluíram para processo administrativo punitivo. buscando identificar a retidão dos trabalhos desenvolvidos pelo ONS. premissas.111/2009 e dos regulamentos afins. No sentido de tornar mais eficiente o controle de combustíveis e em face de novos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa nº 427. bem como a otimização destes. também foram abordadas nessa fiscalização questões relacionadas ao Sistema de Medição de Faturamento (SMF) em agentes de geração. essa fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Comercialização (PdC). aproveitou-se para acompanhar os procedimentos adotados pela Eletrobrás. no qual constam as diretrizes. com a presença nas reuniões e por meio da análise dos relatórios. Ainda. Foi concluída a instrução processual de empresas notificadas por pendências. por parte da ANEEL. bem como os pontos passíveis de fiscalização e monitoramento pela Agência. AM.A fiscalização da geração participou ainda de reuniões referentes ao Programa Mensal de Operação (PMO). Nesse sentido. da CCC. além de certificar o correto desempenho daqueles empreendimentos. foi concluída e submetida para audiência pública a primeira versão do Manual de Fiscalização e Monitoramento da CCC. quanto à equalização dos estoques físicos de combustíveis e quanto ao consumo de combustível acima do limite estabelecido. bem como acompanhou testes de auto-restabelecimento de diversas usinas. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. observou-se a necessidade de se estruturar um monitoramento e uma fiscalização regular. tendo em vista a importância de os agentes do setor elétrico possuírem em suas usinas medidores de alto padrão de qualidade. e as respectivas áreas responsáveis pela coordenação. A fiscalização dos processos para o período de 2006 a 2011 foi realizada e. Na oportunidade da participação nas reuniões. Realizada na sede da CCEE. na CCC. foram notificados agentes beneficiados pela CCC. CO. realizadas mensalmente no escritório central do ONS. Tratamento e Apuração de Indisponibilidades de Usinas Hidráulicas não Despachadas Centralizadamente e Participantes do MRE).111.356. de 22/02/2011. e PdC. por meio dos sistemas em implantação ou em adequação às novas regras oriundas da Lei nº 12.  Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) Foi realizada 1 fiscalização in loco da CCEE. vem sendo mantido o acompanhamento da implantação do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD).  Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Foram realizadas 27 fiscalizações da CCC de forma direta e a distância. de 09/12/2009.13 (Registro. totalizando 27 Termos de Notificação de escritório emitidos. e das regulamentações editadas pelo MME.59 . Em função da publicação da Lei nº 12. especificamente do PdC.

cfm?idArea=38&idPerfil=2.672. não havendo descentralização dessa atividade para as Agências Estaduais.  Fiscalização das Instalações em Operação Também conhecida como Fiscalização de O&M.gov. que correspondem a 218.427/1996.00% da meta programada. com repercussão entre regiões. A fiscalização da transmissão acompanhou por monitoramento a execução das obras e a entrada em operação comercial dos empreendimentos. os procedimentos de operação e manutenção das instalações. que consistiram em ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2. todas implementadas de forma direta. e corredores de recomposição.  Fiscalização de Ocorrências e Perturbações na Rede Básica As perturbações mais importantes são selecionadas pelo ONS. estavam em obras 505 instalações. Quantidade 37 31 9 20 12 109  Fiscalização de Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de Linhas de Transmissão e Subestações) A fiscalização de obras de transmissão verifica o cumprimento dos cronogramas e conformidade técnica de implantação.aneel. Apresenta-se abaixo. definidas a partir do monitoramento de 100% das obras em andamento. essa fiscalização tem por objetivo realizar inspeções periódicas nas principais instalações de transmissão do SIN (subestações e linhas de transmissão).b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Foi programada para o ano a realização de 50 fiscalizações de serviços de transmissão. em razão do impedimento legal. verificando o estado geral de conservação. Foram realizadas 37 fiscalizações de obras de linhas de transmissão e de subestações da rede básica. a partir da análise minuciosa dos relatórios e de acordo com a gravidade da perturbação. visando à elaboração dos Relatórios de Análise de Perturbações (RAPs). são abertos processos de Pág. assim como os procedimentos relacionados à inspeção nos centros de operação.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE). de forma que. o detalhamento por subprocesso das fiscalizações da transmissão realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de linhas de transmissão e subestações) Instalações em Operação (Operação & Manutenção) Ocorrências e Perturbações no Sistema Elétrico Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica Outras Total Fonte: ANEEL . na Internet pelo endereço: http://www. sendo realizadas 31 fiscalizações de instalações em operação assim priorizadas. estados. com o apoio de consultorias credenciadas. Em 2011. ou Operação & Manutenção. As informações resultantes desse monitoramento são divulgadas mensalmente no sítio da ANEEL. tendo sido realizadas 109. dentre as quais aquelas pertencentes ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).60 . A Fiscalização dos Serviços de Transmissão é realizada apenas pelo quadro de servidores da ANEEL.758 MVA de expansão da capacidade de transformação. 20 da Lei nº 9. capitais. Em 2011.0 km de linhas de transmissão e 10.br/area. ANEEL e pelas concessionárias envolvidas. foi priorizada a fiscalização das instalações de transmissão consideradas estratégicas para o SIN. nos termos do § 1º do art.

Destas. Pág. em torno de 8600 MW. Destaca-se ainda a fiscalização da ocorrência do dia 11/12/2010. em razão de desligamentos programados ou decorrentes de eventos envolvendo o equipamento principal e/ou complementares de responsabilidade da concessionária de transmissão. Foram executadas 9 fiscalizações de ocorrências importantes no sistema elétrico. Ocorrências importantes na região metropolitana de São Paulo também foram objeto de fiscalização. e 2 fiscalizações realizadas em decorrência do blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011. às 11h13. Destaca-se. A ANEEL lavrou autos de infração para a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e ONS.fiscalização. aos prazos e ao não cumprimento de obrigações contratuais. o não atendimento. Os recursos apresentados pelas empresas encontram-se em análise. que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região. com o objetivo de verificar o seu desempenho durante as ocorrências fiscalizadas e seu envolvimento direto nos eventos. de que trata a Resolução Normativa nº 270/2007. dificuldades de acessos ao sistema de transmissão e problemas em contratos. os desligamentos do dia 08/02/2011. relacionadas a problemas de demora nas empresas em enviar dados solicitados pela ANEEL. Em 2011. como. às 15h10 e 16h33. destacam-se 3 fiscalizações do ONS. na subestação Bandeirantes. por exemplo. resultantes de demandas surgidas no transcorrer do ano. Foram realizadas 20 fiscalizações referentes à aplicação dessa metodologia.61 . no que se refere à forma. e do dia 27/07/2011 às 19h06. foram consideradas neste item 12 fiscalizações diversas. na subestação Milton Fornasaro.  Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica (Parcela Variável) Consiste em fiscalizar a apuração da parcela a ser deduzida do pagamento base às concessionárias de transmissão.  Outras Fiscalizações Compreende as fiscalizações não-programadas. neste item. referentes ao período 2009/2010. com inspeções nas instalações das empresas e reuniões com as equipes de operação e manutenção. deixando 8 estados sem energia. às 00h21. quase sempre oriundas das áreas técnicas da Agência. envolvendo a cidade do Rio de Janeiro. a solicitações das áreas da ANEEL. por parte dos agentes. de conformidade com a metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica.

que correspondem a 142. Índice de Abandono (IAb) e Índice de Chamadas Ocupadas (ICO) –. a ANEEL priorizou as fiscalizações periódicas da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização. Foram realizadas 74 fiscalizações de Teleatendimento. é verificada a qualidade do produto energia elétrica fornecido pelos agentes. Com a regulamentação vigente. Na parte comercial. Em 2011. após a avaliação dos relatórios finais de cada projeto executado. Foram realizadas 105 fiscalizações para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica.  Fiscalização dos Indicadores de Teleatendimento Essa fiscalização é realizada por monitoramento e tem como objetivo verificar a conformidade dos índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica referentes ao Teleatendimento – Índice de Nível de Serviço (INS).c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Foi programada a realização de 180 fiscalizações de serviços de distribuição no exercício de 2011.  Fiscalização das atividades dos Programas de P&D e Eficiência Energética Em 2011. sendo 47 de forma direta e 27 por meio de convênio com as agências estaduais. Destas. o detalhamento das fiscalizações de distribuição realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Forma de Implementação Direta Descentralizada Total 105 74 3 18 52 2 2 256 Qualidade do Fornecimento e da Comercialização 45 60 (Aspectos Técnicos e Comerciais) Indicadores de Teleatendimento 47 27 Pesquisa & Desenvolvimento e Eficiência Energética 0 3 Programa de Universalização 10 8 Níveis de Tensão 28 24 Ativos 0 2 Outras 0 2 Total 130 126 Fonte: ANEEL . sendo 45 de forma direta e 60 por meio de convênios com agências estaduais. verifica-se a qualidade do serviço prestado pelos agentes na sua relação com os consumidores. tendo sido realizadas 256.22% da meta programada. Apresenta-se abaixo. Na fiscalização técnica. principalmente nos aspectos relacionados à continuidade e à conformidade. em relação aos limites estabelecidos na Resolução Normativa nº 414/2010.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE). as fiscalizações dessa natureza são demandadas pela área competente.62 . incluindo a qualidade do atendimento aos consumidores. e 126 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. foram realizadas 3 fiscalizações de P&D por meio de convênio com agências estaduais.  Fiscalização da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização (Aspectos Técnicos e Comerciais) Essa fiscalização verifica tanto aspectos técnicos quanto comerciais do fornecimento de energia. Pág. 130 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas.

 Fiscalização do Programa de Universalização Nessa fiscalização. 665 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. de forma descentralizada. tais como as relacionados à segurança das pessoas e das instalações. nas quais verificou-se por amostragem os indicadores individuais de níveis de tensão DRC (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Crítica) e DRP (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Precária). A tabela abaixo resume das quantidades de fiscalizações econômicas e financeiras realizadas: Fiscalizações Econômicas e Financeiras Fiscalizações Econômicas e Financeiras Aspectos econômicos. destacam-se as fiscalizações de cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmados com distribuidoras. financeiros. Foram realizadas 2 fiscalizações de TAC. e 32 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. A maior parte das fiscalizações por monitoramento a distância teve como objetivo verificar a conformidade na aplicação dos recursos para P&D e Eficiência Energética. 104 foram fiscalizações dos aspectos econômicos.63 . foram realizadas 2 fiscalizações de ativos. tendo sido realizadas 697.  Fiscalização de Níveis de Tensão Foram realizadas 52 ações de fiscalização. sendo 10 fiscalizações de forma direta e 8 de forma descentralizada. que correspondem a 102. financeiros.  Fiscalização de Aspectos Econômicos. de gestão e de cumprimento de normas Validação de Elementos Econômicos e Financeiros Anuência prévia a operações comerciais Forma de Implementação Direta Descentralizada 92 109 464 12 20 32 Total 104 129 464 697 Total 665 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF). que as concessionárias devem enviar à ANEEL. Financeiros. sendo 92 realizadas de forma direta (16 in loco e 76 a distância). pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP). de Gestão e de Cumprimento de Normas Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano.  Outras Fiscalizações Essas fiscalizações são realizadas por diversas razões. Dentre estas. avalia-se como a concessionária vem atuando na busca de soluções para a universalização dos serviços. a conformidade na implementação Pág. e outras demandas da ANEEL.5% da meta programada. e 12 de forma descentralizada (10 in loco e 2 a distância) por meio de convênios com agências estaduais. sendo 28 com pessoal próprio e 24 por meio de convênios com agências estaduais.  Fiscalizações de Ativos Em 2011. todas por meio de convênios de descentralização. Foram realizadas 18 fiscalizações no âmbito do Programa “Luz para Todos”. de gestão e de cumprimento de normas. pela verificação do cumprimento das metas dos Programas de Universalização e “Luz para Todos” e dos procedimentos de atendimento aos pedidos de fornecimento de energia elétrica. d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA Foi programada a realização de 680 fiscalizações econômicas e financeiras no exercício. Destas.

464 corresponderam a análise de pleitos de anuência prévia a operações comerciais. sendo 14 de forma direta e 7 com apoio das agências estaduais. sendo 70 de forma direta e 7 descentralizada.64 . foram realizadas 8 fiscalizações de Custos Incorridos para estudos de inventário e viabilidade/outros.Desvinculação e Transferência de Ativos Constituição de Garantias Contratos entre Partes Relacionadas Exploração de Atividades Atípicas Juízo de Reconsideração Orçamento do ONS Transferência de Controle Societário e Correlatos Outros Despacho SISCOMEX Importação e Exportação de Energia Total de Análises Fonte: ANEEL . com vistas a subsidiar os processos tarifário e licitatório. totalizando 121 fiscalizações para o processo tarifário. sendo 18 de forma direta e 5 pelas agências estaduais. previstas em legislação específica. por meio de convênios com agências estaduais. todas realizadas de forma direta e a distância. 77 fiscalizações referentes à Conta de Compensação da Variação de Itens da Parcela “A” (CVA). 129 foram fiscalizações para validação de elementos econômicos e financeiros.  Anuência Prévia a Operações Comerciais Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. sendo 109 realizadas de forma direta in loco e 20 de forma descentralizada in loco. I – Fiscalizações para o Processo Tarifário Foram realizadas 21 fiscalizações referentes à Base de Remuneração Regulatória (BRR).  Validação de Elementos Econômicos e Financeiros para os Processos Tarifário e Licitatório Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. e 23 fiscalizações referentes ao Ativo Imobilizado em Serviço (AIS). A tabela abaixo demonstra os 464 pleitos que resultaram em Despacho/Resolução ou Despacho SISCOMEX. Total 409 15 65 151 87 0 10 1 54 26 55 55 464 Pág. As fiscalizações por inspeção in loco foram realizadas por meio de visitas de fiscalização em concessionárias e permissionárias. tendo como objetivo a verificação do cumprimento das obrigações do contrato de concessão e do atendimento à legislação setorial. sendo 7 de forma direta e 1 por meio de convênio com as agências estaduais. II – Fiscalizações para o Processo Licitatório Para o processo licitatório.de operações sujeitas a anuência prévia da ANEEL e a adimplência do envio de informações pelas concessionárias. Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Tipo de Solicitação Despacho / Resolução ANEEL Alteração de Atos Constitutivos Bens .Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF).

2 . que são utilizados para detalhamentos técnicos dos demais atos. a produção e a comercialização de energia elétrica.têm por objetivo a explicitação ou especificação de um conteúdo normativo pré-existente. decorrentes dos contratos de concessão existentes. d) Acrescentam-se a esta classificação os despachos. transmissão. Regulação Econômica e de Mercado. A publicação de ato regulatório que implique afetação de direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores é precedida de audiência pública. avaliação e acompanhamento do planejamento da operação dos sistemas isolados.são os atos unilaterais e vinculados. distribuição e comercialização de energia elétrica: O detalhamento dos seus processos está destacado a seguir:  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração consiste na regulamentação.Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 Finalidade A finalidade da ação é regulamentar as políticas e diretrizes do Governo Federal para a exploração de energia elétrica e os aproveitamentos energéticos. Os atos autorizativos aprovam ações e documentos. que novas empresas venham a atuar no mercado ou que sejam realizadas melhorias em instalações. Descrição dos Processos As atividades de regulação. como: a) Resoluções normativas . para aprovação de projetos e programas de pesquisa e registro/homologação de contratos de compra e venda de energia. avaliação e acompanhamento da interação entre o planejamento. por meio dos quais a Administração Pública reconhece a legalidade de ato jurídico. das quais decorrem os atos regulatórios publicados. bem como leilões de energia. determinação dos indicadores de desempenho dos sistemas de geração de energia elétrica.2. c) Resoluções homologatórias . e Regulamentação dos Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética (PEE). permitindo. por exemplo.o ato autorizativo é unilateral e discricionário. são agrupadas nos processos de: Regulação Técnica de Padrões de Serviços. durante a qual são colhidas contribuições dos interessados acerca do tema regulado. Os atos normativos aprovam regras e procedimentos técnicos e comerciais. e por meio dele a Administração Pública faculta ao particular o desempenho de atividade material ou a prática de ato. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS A Regulação Técnica de Padrões de Serviços compreende a atuação regulatória na geração. Os atos regulatórios expedidos pela Agência passaram a ser classificados. definição e atualização de tarifas relacionadas aos serviços de geração. b) Resoluções autorizativas . Pág. A realização de audiências públicas faz parte da ação Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico. por exemplo.65 . Os atos homologatórios são utilizados na Agência para validar novos contratos. condução do processo da sub-rogação da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC).2.3. definição das cotas-parte de Itaipu. complementação e consolidação técnica dos serviços e instalações de geração. análise. a partir da Resolução nº 001/2004. avaliação e acompanhamento do planejamento energético de curto e médio prazo. aprovação e acompanhamento do Plano Anual de Combustíveis.

os processos de reajuste e revisão tarifária das concessionárias de serviço público. normatização e padronização dos serviços de transmissão.66  .acompanhamento da implementação de fontes de geração relativas ao PROINFA no Sistema Interligado Nacional (SIN). autorização de reforços nas instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição tem como finalidade definir os procedimentos de distribuição.   b) REGULAÇÃO ECONÔMICA  A Regulação Econômica de Tarifas tem como finalidade regulamentar. determinando o montante de perdas técnicas e calculando a estrutura vertical para estabelecimento da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD). acompanhamento da indisponibilidade das centrais geradoras. da compensação financeira e outros tributos e encargos setoriais definidos em lei. definir indicadores de continuidade e estabelecer limites de DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) das concessionárias com revisão tarifária periódica para o exercício. disciplinar a aplicação da Tarifa Social de Energia Elétrica. na forma da lei e dos contratos de concessão. definir metodologia para avaliar perdas técnicas dos sistemas de distribuição.  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão compreende as atividades relacionadas ao processo de regulamentação. participar do processo de revisão tarifária. À Regulação de Mercado cabe executar as atividades relacionadas aos processos de monitoramento do mercado junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). supervisão e solução de divergências relacionadas: (i) ao acesso de usuários à Rede Básica (RB) e (ii) à conexão às instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. acompanhar a execução dos planos de universalização de energia elétrica. avaliação da prestação dos serviços ancilares. por meio de resoluções normativas e Procedimentos de Rede. definir metodologia e coletar dados para cálculo da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição para unidades geradoras (TUSDg). regulamentar os critérios de apuração e arrecadação da taxa de fiscalização. estabelecer e aperfeiçoar a regulamentação dos processos pertinentes à regulação econômica. reajuste das receitas anuais permitidas das concessionárias de transmissão. avaliação do desempenho das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) integrantes do SIN. calcular e elaborar relatórios de análise da pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor. estabelecendo e aprovando as regras e os procedimentos de comercialização de energia elétrica. homologação dos programas computacionais utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na programação eletroenergética. e acompanhamento da implantação da regulamentação. e estabelecimento dos encargos de conexão e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão. complementar e consolidar a regulação técnica dos serviços de distribuição. avaliação do desempenho das empresas geradoras participantes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). acompanhamento do Custo Variável Unitário de centrais termelétricas. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização visa a elaborar regulamentos para disciplinar as condições gerais de fornecimento e o relacionamento das concessionárias de energia elétrica com seus consumidores. no âmbito da tarifa social. proporcionando Pág. com vistas à competição e ao equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica. fixar as tarifas iniciais. acompanhamento dos custos decorrentes de Encargos de Serviços de Sistema (ESS) no SIN. e manter e evoluir o sistema de DMR (Diferença Mensal de Receita). regulamentar a qualidade do produto e do serviço.

com a finalidade de alocar os recursos disponíveis de forma que sejam maximizados os benefícios obtidos pelos projetos.991/2000. distribuidores. de forma descentralizada. O processo envolve avaliação de propostas e resultados dos projetos de P&D.  A Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética visa a regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes de distribuição de energia elétrica em eficiência energética. no Sistema Interligado Nacional (SIN).condições para a realização de leilões de energia. determinados pela Lei nº 9. Trata também das relações de compra e venda de energia por concessionárias de distribuição nos Sistemas Isolados.67 . permissionários e autorizados de serviços e instalações de energia elétrica. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas empresas. c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA  A Regulamentação dos Programas de P&D tem como finalidade regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes do setor elétrico em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. nos termos da lei e dos seus regulamentos. transmissores. para execução de atividades de apoio à regulamentação. o reconhecimento dos valores gastos. e para a contabilização e liquidação das transações de compra e venda de energia. Este processo viabiliza a comercialização de energia elétrica e envolve relações entre concessionários. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. mediante contratação regulada ou livre. após comprovação e auditoria. produtores independentes e autoprodutores de energia elétrica. Público-Alvo A ação de regulamentação possui como público-alvo os geradores. além de estimular o desenvolvimento e a sustentabilidade do mercado de eficiência energética do país. utilizando-se pessoal próprio da Agência e consultorias contratadas para realização de estudos ou. inseridos no Sistema Interligado Nacional (SIN) ou nos Sistemas Isolados. consumidores cativos. eventualmente.991/2000. consumidores livres. comercializadores. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica. inclusive o intercâmbio internacional de energia elétrica. Pág. determinados pela Lei nº 9. e divulgação dos resultados mais relevantes por meio da publicação em revista técnica (Revista de P&D ANEEL) e apresentação de artigos em congresso bianual de inovação tecnológica (Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica – CITENEL). e desses com seus consumidores. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta.

9 2.3 Fonte: ANEEL.803.31% 106.Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação.239.311.121. Valores em milhares de reais.421.687.15% 112. valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ).999.00% 117.7 453.4 2.00 concedido ao IPEA.00 4.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 4.949.00% 117.37% 61.000 2.286.44% % C/B 49.930.670.Regulamentação 6.195.000 Valores em R$ mil 4.28% 42.60% Fonte: ANEEL.121.Execução Orçamentária: Ação Regulamentação Execução Orçamentária .988.03% 87.68 .622.00 % C/A 40.28 2.00 Empenhado C 2.Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Pág.00 Limite Autorizado B 4.663.00 7.31% 106.967. Valores em reais.414.004.15% Ano 2009 2010 2011 548 548 642 Fonte: ANEEL . Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Regulamentação Orçamento Programado Ano LOA + Créditos A 2009 2010 2011 4.08 2.61 4. Gráfico 9 .966.999.060.00 4.61% 94. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Regulamentação Produto: Ato Regulatório Publicado Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física Meta Física Ajustada % Execução em Executada % Execução em LOA – Plano Gerencial relação à meta (Unidade) relação à LOA (Unidade) (Unidade) ajustada A B C C/A C/B 471 567 471 567 529 601 112. houve destaque de R$ 300.421.13 453.866.121.97 2.777.041. (1) Na ação Regulamentação.00 Orçamento Realizado Pago D 1.

concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457.Regulamentação 642 Ato Regulatório Publicado Unidade 750 500 250 LOA EXECUTADO 548 Fonte: ANEEL .69 . A meta programada para 2011 foi de 548 atos regulatórios publicados. Conforme dispõe essa Resolução. de 08/11/2011. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados em 2011. ao final do ano. os que tornam público o início do processo de revisão tarifária.173. efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1.Gráfico 10 . cancelamentos. de 28/06/2011. mudanças de prazo e os referentes a assuntos administrativos. apresentada adiante. motivo pelo qual o contingenciamento orçamentário não teve impacto sobre a execução da meta física programada.Execução da Meta Física: Ação Regulamentação Execução da Meta Física .Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Avaliação dos Resultados da Ação Na apuração da meta física realizada foram considerados os atos regulatórios oriundos das unidades organizacionais responsáveis pela regulamentação e os atos oriundos da Diretoria instruídos por essas unidades organizacionais. também. Cabe destacar. e nº 1.1 deste relatório e resumido na tabela “Atos Regulatórios Publicados por Processo”. sendo 42 resoluções normativas.171. o que corresponde a 117. O resultado. ainda. excluídos os atos de mero expediente. destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição. foi de 642 atos regulatórios publicados. 98 resoluções autorizativas. os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica. conforme especificado no subitem 17. Pág. também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa. que foi superada em 17. dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia. de 28/06/2011. os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano.15% da meta prevista na LOA. o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas. A Ação Regulamentação é implementada utilizando-se principalmente pessoal próprio da Agência. tais como: os que fixam ou prorrogam prazos impostos aos agentes. 132 resoluções homologatórias e 370 despachos. em cumprimento dos respectivos contratos.15%. prorrogações. Destacam-se.

242. a qualidade da ação Regulamentação tem sofrido as consequências das dificuldades de implementação do Sistema de Gestão de Eficiência Energética e P&D. Assim sendo. A tabela a seguir demonstra as quantidades de atos regulatórios publicados.949. que corresponde a 100. foram publicados novos manuais para os Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrico (P&D) e Eficiência Energética (PEE).663.640.00 que.414. No ano de 2008. a quantidade de atos regulatórios publicados. Além disso. por processo: Pág.421. os sistemas ainda não estão em operação. Desse limite. Quanto à execução orçamentária.00. realizados pela equipe de servidores da ANEEL. No entanto.44% da dotação aprovada.70 . estão o carregamento de arquivos de movimentação financeira e relatórios finais de execução dos projetos em um sistema informatizado. foi realizado um destaque em favor do o IPEA no valor de R$ 300. Cabe ressaltar que não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada.Em que pese a boa execução da meta física.286.00 autorizado para empenho representou 48.00.44% da dotação aprovada. a ANEEL tem buscado desenvolver sistemas informatizados para os programas P&D e PEE.414. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Regulamentação a dotação de R$ 6.999. O limite de R$ 2. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011.00 (LOA + Créditos). que levam à necessidade de elaboração de regulamentos e outros atos normativos. correspondendo à execução de 87. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 1.242.60% do limite e 42. foram empenhados R$ 2.054.421.00. as restrições à execução orçamentária podem impactar mais na qualidade dos resultados do que propriamente na quantidade da meta realizada. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados para o custeio de estudos. devido às dificuldades encontradas durante o desenvolvimento.949. As metas decorrem da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial. Entre as obrigações dos agentes previstas nesses manuais. restando para a Regulamentação o total de R$ 4.00% do limite e 48. ou seja.00. análises e pesquisas que são necessários para o aprimoramento da elaboração dos atos.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos). A indisponibilidade desses sistemas ocasiona uma fragilidade na estruturação da base de dados dos Programas P&D e PEE e também gera atrasos no cumprimento das obrigações tanto dos agentes quanto da Agência.44% da dotação de R$ 4.999.121. somado ao valor empenhado. totaliza uma despesa de R$ 2. Desde então.

Com a nova resolução. Mercado e Competição) Regulamentação dos Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética Totais por tipo de ato Fonte: ANEEL 0 42 0 98 0 132 0 370 0 642 Os principais resultados da ação Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica. 20 da Lei nº 9. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS a1) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração Os principais temas regulados foram:  Critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica A Resolução Normativa nº 425.246. que estabelece as regras para o planejamento. A energia deverá ser contratada pelas distribuidoras por meio de licitação e a vigência da CCC passa a não depender da interligação dos sistemas isolados e.427. em conformidade com a Lei nº 12.Atos Regulatórios Publicados por Processo Processo Subprocesso Regulação Serviços Geração Regulação Serviços Transmissão Regulação Serviços Distribuição Regulação Serviços Comercialização Regulação Econômica de Tarifas Regulação de Mercado Regulamentação dos Projetos de P&D Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética Normativas Autorizativas Homologatórias 9 7 5 6 7 8 0 10 64 20 4 0 0 0 3 4 2 0 117 6 0 Despachos 63 37 11 30 59 150 20 Total Processo 85 112 38 40 183 164 20 Regulação Técnica (Normas. de geração própria e de encargos e impostos não recuperados pelas distribuidoras. processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis . dos prazos dos contratos de compra de energia. o que inclui. de 01/02/2011. A regulamentação decorre do disposto no inciso I do § 1º do art.111. de 1996. sim.CCC. com redação dada pela Lei nº 12. são relatados nos itens seguintes. de 28/07/2010. Monitoramento e Certificação / homologação) Regulação Econômica (Normas Monitoramento e Fixação de tarifas e preços. os custos de compra de energia adicional.71 . formação.  Nova regulamentação dos Sistemas Isolados Publicação da Resolução Normativa nº 427. e o Decreto nº 7. Pág. de 09/12/2009. além do combustível usado na geração termelétrica. a CCC passará a reembolsar o gasto total com produção de energia para os sistemas isolados. aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização. de 09/12/2009. de 22/02/11. publicada em 11/02/2011. no âmbito de cada processo.111.

destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S.CMO e Preço de Liquidação das Diferenças – PLD Publicação do Despacho nº 2654 em 27/06/2011. de 13/07/2010.  Regras para o suprimento de energia elétrica à Argentina e ao Uruguai A Resolução Normativa nº 430. 5º e o Anexo I da Resolução Normativa nº 406. fevereiro e março de 2011.CGEEs.  Custo Marginal da Operação . que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico .111/2009.ELETROBRÁS. estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas. de diversas semanas operativas relativas aos meses de janeiro.CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia MRE a partir de 01/01/2012.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .SCD. que determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .Publicação do Despacho nº 2690.  Auditoria para dados da operação do setor elétrico Publicação da Resolução Normativa nº 455.ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Publicação do Despacho nº 4093. 10º. altera a redação dos arts.PROINFA. de 02/09/2011. de 29/03/2011. 1º. Os agentes de transmissão devem submeter à realização das obras à apreciação da Agência.A. de 13/09/2011.  Indisponibilidade de centrais geradoras Publicação do Despacho nº 3584. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. que altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . publicada em 13/07/2011. A Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011. conforme descrito em tabela constante do Despacho. Além de prever as datas limites para integração dos empreendimentos de transmissão ao Sistema Interligado Nacional (SIN). de 18/10/2011. 3º. que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia. e revoga o art.PLD. de 17/10/2011.A ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20/06/2011. que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) contratar empresa de auditoria independente para auditar dados de entrada do Pág. que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S.CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai.PLD. de 31/08/2011. Publicação do Despacho nº 4094.  Interligação dos Sistemas Isolados Regulamentado o cronograma da interligação de Sistemas Isolados por meio da Resolução Normativa nº 447. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . publicada em 30/03/2011. e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças . não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças . que homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais .PMO e suas revisões. a norma estabelece ainda que os custos de adequação das instalações dos agentes de geração e distribuição serão custeados por eles. encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S. de 17/10/2011.72 .A . 12. A regulamentação obedece à Lei nº. pertencentes ao Sistema Interligado Nacional. de 28/06/2011.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética . conforme descrito em tabela constante do Despacho.  Alteração do montante de energia de referência das CGEEs destinado à contratação com a ELETROBRÁS Publicação do Despacho nº 3544. que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .

Programa Mensal de Operação (PMO) e suas revisões e dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico (CNOS). de 29/12/2011. publicada em 17/06/2011. decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica.A . que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica. publicada em 23/03/2011.  Prorrogação da Reserva Global de Reversão (RGR) e impacto nas receitas das transmissoras A Resolução Normativa nº 434. abrangendo Receita Anual Permitida – RAP. que trata das disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. As decisões da Agência cumprem o que prevê a Resolução Normativa n° 331. a auditoria será mensal e os dados deverão ficar disponíveis no sítio do ONS até o último dia útil do mês subsequente ao mês operativo.  Carta Compromisso entre ANEEL e Petrobrás Publicação do Despacho nº 4988. que dispõe que as cotas-parte sejam calculadas anualmente com prazo de cinco anos de antecedência da sua entrada em vigência. em caráter permanente. O novo regulamento substitui a Resolução nº 366/2009. de 07/06/2011. de 19/04/2011. A alteração proposta surgiu da necessidade de expandir o período de transição existente para aplicação das tarifas de uso do sistema de transmissão (TUST) aplicáveis ao período fora de ponta.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas. em 05/08/2011. a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP). de 16/09/2008. que regulamenta a contratação do uso do sistema de transmissão. de 15/03/2011. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional .73 . as formas de cálculo dos encargos correspondentes. de 13/04/2010. de forma a permitir a adequada contratação dos usuários da rede básica.  Cálculo das cotas partes de Itaipu A Resolução Homologatória nº 1240. altera a redação dos arts. publicada em 27/04/2011. estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de RGR. revoga a Resolução 798 de 26/12/2002. a2) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão Os principais temas regulados foram:  Contratação de uso do sistema de transmissão A Resolução Normativa nº 429. 13 e 22. Anualmente. e inclui o art. Pág.  Instalações de transmissão destinadas a interligações internacionais Publicada a Resolução Normativa nº 442. com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). de 06/12/2011. flexível e temporário. da Resolução Normativa nº 399. definiu os valores das cotas-parte de Itaipu para 2017 e aprovou os montantes de potência contratada e energia vinculada da usina a serem comercializadas pelas concessionárias de distribuição em 2012. CUST. 21-A. contratação do uso das instalações e equiparação das instalações de transmissão necessárias aos intercâmbios internacionais aos concessionários de serviço público de transmissão de energia elétrica. A Resolução Homologatória nº 1150. que aprova a Carta Compromisso.Petrobrás. a auditoria consolidará um relatório a ser encaminhado pela diretoria do Operador ao seu Conselho Administrativo para ser deliberado pela Assembléia Geral. De acordo com a nova norma.

 Critérios e condições para entrada em operação de instalações de transmissoras A Resolução Normativa nº 454. 5º da REN 067 de 08. como a substituição de equipamentos de transformação e de controle de potência reativa em subestações. Inclui no art. definiu-se um conjunto de 564 obras. de 09/11/2011.3 bilhões. estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica.74 . 1º e 8º. de 23/05/2005. pela disponibilização das instalações de transmissão. integrantes da rede básica. por meio da Resolução Autorizativa nº 2837.Inclui o art. estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN. 18 da REN 399 de 13/04/2010.  Revisão dos Procedimentos de Rede A Resolução Normativa nº 461. bem como revoga a REN ANEEL 158. A receita total que deve ser arrecadada pela TUST no próximo ciclo 2011/2012 representa R$ 12. 2º. de 18/10/2011. Quanto ao tipo de intervenção. o parág. da REN ANEEL 265 de 10/06/2003. estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão . Em 29/03/2011 foi aprovado o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico (PMIS) referente ao período 2010-2013.2004. As novas tarifas de uso são resultantes da atualização do valor da Receita Anual Permitida aplicada ao conjunto dos empreendimentos de transmissão integrantes da Rede Básica. com investimento de R$ 1. necessários à prestação adequada do serviço. 13.  Receitas Anuais Permitidas das concessionárias de transmissão A Resolução Homologatória nº 1171. Altera a ementa. 2º e 4º do art.  Estabelecimento de TUST Ciclo 2011-2012 para todos os usuários A Resolução Homologatória nº 1173. além de revitalizações em distribuição e em geração. Foram estabelecidas as receitas de 120 transmissoras para o ciclo 2011-2012. 9. 3º da REN ANEEL 068 de 08/06/2004. Pág.TUST de energia elétrica. 12. totalizando cerca de R$ 13. 4º e ao parág 1º do art.3 bilhões. componentes do Sistema Interligado Nacional. os arts. altera os parág. Foram emitidas 38 Resoluções autorizando reforços em instalações de transmissoras. Para o período 2010 (ano em que o plano foi elaborado) a 2013. a construção de novos trechos de linha e a implantação de conexões nas subestações que interligam as mesmas. aprovou a revisão 2. publicada em 30/06/2011. estão previstos investimentos da ordem de R$ 257 milhões. que estabelece a distinção entre melhorias e reforços em instalações sob responsabilidade de concessionária de transmissão.  Distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissoras Publicada em 05/08/2011.0 dos Módulos 2. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. O PMIS contém um conjunto de melhorias e reforços nas instalações de transmissão.5 bilhão. e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1. Para isso.4º-B. Interligações Internacionais. e das demais instalações de transmissão. a Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011.022 de 29/06/2010. publicada em 11/11/2011. dá nova redação ao inciso II do art. publicada em 26/10/2011. 69 de distribuição e 490 de transmissão. publicada em 01/07/2011. das quais 5 são de geração. bem como a recapacitação e a reconstrução de trechos de linhas de transmissão existentes. 3º-A.  Implantação de reforços em instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão Em 2011 as concessionárias de serviço público de transmissão foram autorizadas a implantar reforços em instalações de transmissão integrantes da Rede Básica.06. 332 são melhorias e 158 são reforços. de 28/06/2011. parág. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13/01/2009. 3º e 4º. de 28/06/2011. 6.

COSERN. CEB. de 28/06/2011. CRELUZ. que homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg. de 28/06/2011. conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV. Pág. Em 04/07/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 439. de 16/08/2011. tiveram suas TUSDg atualizadas. PIRATININGA. ESCELSA.172. de 05/04/2011 e publicada em 12/04/2011: normatização da contratação do uso da rede de distribuição por parte de autoprodutores ou produtores independentes que utilizem um único ponto de conexão para importar ou injetar energia. a3) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição Os principais temas regulados foram:  Geração distribuída em baixa tensão A Resolução Autorizativa nº 3079. CELG e CEEE e LIGHT). CERMISSÔES e CEPRAG. Em 01/07/2011 foi publicada a Resolução Homologatória nº 1.Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos. CERTEL. o que ocorrerá quando do processo de revisão. mas sem abertura das tarifas. CELPA. autorizou a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . visando subsidiar seus processos de revisão/reajuste tarifário.Rede Básica de Fronteira e Demais Instalações de Transmissão (DIT) compartilhadas. de 30/08/2011 e publicada em 12/09/2011.  Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg Em 2011 foram calculados os valores das TUSDg de referência das centrais geradoras conectadas em nível de tensão de 88 kV a 138 kV. CERMOFUL. BANDEIRANTE e ELEKTRO). as Resoluções Autorizativas de nº 3035 a nº 3046. COPREL. foram publicadas. que autorizam a criação de conjunto de unidades consumidoras para as seguintes permissionárias: CRERAL. CERTREL. Resolução Normativa nº 444. COOPERLUZ. no Estado da Bahia. que estão ou entrarão em operação comercial nos próximos 12 meses. cujas Revisões Tarifárias Periódicas foram adiadas por Resolução. que trata do aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg. destacando-se em cada uma os seguintes pontos: Resolução Normativa nº 432. em 25/08/2011.  Criação de conjuntos de unidades consumidoras de permissionárias Em função da assinatura de contrato de permissão por 12 (doze) cooperativas de eletrificação rural. de 30/08/2011 e publicada em 06/09/2011: modificação dos critérios para definição dos limites de DEC e FEC e instituição de um indicador de desempenho global para avaliar o nível da continuidade da distribuidora em relação aos limites estabelecidos e compará-lo com o desempenho das demais distribuidoras do país. Outras 5 distribuidoras (ELETROPAULO. aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV.  Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST Foram publicadas 4 resoluções que revisaram o PRODIST. CERGAPA.75 . de 7 distribuidoras de energia elétrica (CELESC. COOPERCOCAL. relativas ao ciclo tarifário 2011/2012. CERILUZ.

de 22/11/2011 e publicada em 01/12/2011: alteração da metodologia de cálculo das perdas na distribuição para aplicação no Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas – 3CRTP das concessionárias de distribuição de energia elétrica. referentes aos descontos concedidos aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda Foram emitidos 28 despachos no exercício de 2011. 431.  Condições gerais de fornecimento de energia elétrica ao consumidor Durante o ano de 2011 foram publicadas as Resoluções Normativas 426. foi aprovado o novo valor da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para 2011. que estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica.648/98 e prorrogou a vigência do encargo Reserva Global de Reversão (RGR) até o final de 2035.  Revisão Tarifária Periódica e definição da metodologia para o 3º ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição Publicação da Resolução Normativa nº 433 em 15/04/2011.76 . que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica. b) REGULAÇÃO ECONÔMICA b1) Regulação Econômica de Tarifas Os principais temas regulados foram:  Aprovação da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão do Proinfa para 2011 Por meio da Resolução Homologatória nº 1113. A alteração da tarifa foi necessária em função da Medida Provisória nº 517/2010. a Pág. 3014 e 3226. referentes à liberação de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensação dos valores de subvenção concedidos pelas distribuidoras aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda. publicada em 24/03/2011. todas relacionadas com a implantação de projetos-piloto de pré-pagamento nas áreas de concessão da Amazonas Distribuição S/A e das Centrais Elétricas do Pará S/A. de 2010.  Reajuste tarifário anual das concessionárias e permissionárias de distribuição Em atendimento ao estabelecido nos contratos de concessão ou permissão. 448 e 449. de 15/03/2011.2 do Módulo 8 do PRODIST. Resolução Normativa nº 469. referentes à universalização de energia elétrica. a4) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização Os principais temas regulados foram:  Universalização de Energia Elétrica Foram publicadas em 2011 as Resoluções Autorizativas 3013.  Homologação dos valores de diferença mensal de receita.Resolução Normativa nº 465. 56 concessionárias e 38 permissionárias de distribuição – cooperativas de eletrificação rural regularizadas – tiveram sua tarifa reajustada em 2011. 436. que modificou a Lei nº 9. que realizaram importantes ajustes nos prazos e definições de classe de consumidor da Resolução Normativa nº 414. de 13/12/2011 e publicada em 26/12/2011: aprimoramento dos aspectos relacionados ao dia crítico. conforme estabelecido na Seção 8.

de 13/12/2011. portanto.Procedimentos Gerais. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários.  Aperfeiçoamento da Estrutura Tarifária a ser aplicada no 3º Ciclo de Revisão Tarifária das Distribuidoras: Percebeu-se a necessidade de atualização da estrutura tarifária.2 – Tarifas de Referência. Diante do desenvolvimento desse sistema. respectivamente. firmados por distribuidores de energia elétrica. de adequação dessas regras ao novo sistema Pág. identificou-se a pertinência de promover revisão nos documentos que integram as Regras de Comercialização. das modalidades e postos tarifários. Aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição. pois no período entre a publicação das primeiras tarifas horo-sazonais em 1982 e a publicação das primeiras TUSD.PRORET. poucas mudanças foram feitas na estrutura tarifária. foi publicada a Resolução Normativa nº 464. do sinal econômico para a Baixa Tensão. 7.3 – Tarifas de Aplicação.77 . orientadas pela versão 2010 das regras aprovadas por meio da Resolução Normativa nº 385/2009. apesar das alterações significativas no setor elétrico.SCL Em razão da crescente complexidade das Regras de Comercialização. a criação da Tarifa Branca.CCEE. até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis. e do sinal econômico da tarifa de energia. foram aprovadas as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação.  Homologação/registro de contratos de compra e venda de energia no ambiente regulado Foram publicados 59 despachos de registro/homologação de contratos de compra e venda de energia elétrica no ambiente regulado. e 7. tratando-se.título provisório. em 1999. Como resultado. Por meio das Resoluções Normativas nº 428 e nº 456. como por exemplo. de 08/11/2011. As Revisões Tarifárias de 2011 foram postergadas para o ano de 2012. concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457. com a criação das bandeiras tarifárias.  Definição da estrutura do PRORET Em 30/05/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 435. está sendo desenvolvida nova plataforma tecnológica para o Sistema de Contabilização e Liquidação – SCL. b2) Regulação de Mercado Os principais temas regulados foram:  Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) Os limites máximo e mínimo do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) para 2012 para todos os submercados foram determinados na Resolução Homologatória nº 1247.  Regras de comercialização aplicáveis ao novo Sistema de Contabilização e Liquidação . Os trabalhos trataram da redefinição da estrutura vertical. que aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária – PRORET e Submódulos: 7.1 . que também estabeleceu a Curva de Custo do Déficit de Energia. de modo a permitir uma interação mais fácil e objetiva entre a CCEE e os agentes de mercado e a possibilidade de crescimento. conforme artigo 2º da referida Resolução. em 28/11/2011. facilitando o atendimento de demandas futuras. para definição da estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária . decorrente da assunção de novas atribuições por parte da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . de 15/03/2011 e 18/10/2011. O PLD é o preço pelo qual é valorada a energia comercializada no Mercado de Curto Prazo.

para se adequar à nova legislação. de Energia de Reserva e Sistemas Isolados Com relação aos leilões de energia elétrica. estabelece os critérios para o cálculo dos valores de exposições e sobrecontratações involuntárias dos agentes da categoria de distribuição que devem garantir o atendimento a 100% de seus mercados de energia e potência por intermédio de contratos registrados na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). de 28/10/2008. a partir da contabilização das operações de compra e venda de energia no Mercado de Curto Prazo . que estabelece os critérios a serem observados para fins de apuração do valor da garantia financeira a ser aportada por cada agente de mercado. as garantias físicas das usinas que ainda não entraram em operação. alterou o art. Pág. Energia Existente. Essa Resolução regulamenta ainda a penalidade por insuficiência de lastro para venda no âmbito da contratação de energia de reserva. ao tratar da contratação de energia elétrica nos Leilões “A-1” estabeleceu que. no cálculo de garantias financeiras. decorrentes de iniciativa da ANEEL e da CCEE. existente e de reserva. sendo. 1180. foi publicada a Resolução Normativa nº 450.  Detalhamento da sistemática e contratos de Leilões de Ajuste. desde que atestado pela ANEEL. de 30/10/2010. Essa informação é utilizada no processamento do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits – MCSD “ex-post”.MCP de fevereiro de 2013. com a introdução de alguns aprimoramentos.  Cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva A Resolução Normativa nº 452. A cessão prevista será objeto de aplicação mensal.163/2004.  Obrigação da suspensão de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs de agentes inadimplentes no mercado Foi publicada a Resolução Normativa nº 437.78 . de 24/05/2011. 1230 e 1233 aprovaram editais de leilões para contratação de energia nova.computacional. dentre as 5 Resoluções. 4 ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). em razão da atividade constante de monitoramento do mercado. estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas a biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva.  Obrigatoriedade do aporte de garantia financeira por agente de geração antes da entrada em operação comercial A Resolução Normativa nº 445. que.  Critérios para cálculo dos montantes de exposição ou sobrecontratação involuntária das distribuidoras do Sistema Interligado Nacional .  Critérios para cálculo do montante de reposição e contratações adicionais das distribuidoras do SIN nos leilões "A-1” Para atender ao disposto no Decreto nº 7. de 14/09/2011. Energia Nova. conforme referido no Decreto no 5. podendo ocorrer na modalidade energia e lastro equivalente ou na modalidade energia. que altera a Resolução Normativa nº 421. de 18/10/2011. sendo também um dado essencial para a apuração de penalidades por falta de lastro. 2º da Resolução Normativa nº 336. a partir de 2009. de 10/10/2011. A referida alteração permite que os agentes de geração considerem como recursos. que estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs.317. Fontes Alternativas.CCEE. cada agente de distribuição pode contratar energia elétrica correspondente ao seu montante de reposição. de 2011. realizada pela CCEE. de 11/11/2011. a Resolução determina a suspensão desse registro caso o agente vendedor se enquadre nos casos nela previstos. a Resolução Normativa 446 e as Resoluções Homologatórias 1179. Além disso.SIN A Resolução Normativa nº 453.

Projetos de Gestão: foram cadastrados na ANEEL.  Realização do III Workshop do Projeto de P&D Estratégico 011/2010: “Programa Brasileiro de Rede Elétrica Inteligente”. resultante do Projeto de P&D Estratégico da Chamada nº 005/2008 . cuja estimativa do valor total de investimentos é de aproximadamente 436 milhões de reais.  Publicação dos seguintes livros.79 . com um custo estimado de desenvolvimento de cerca de 840 milhões de reais. proposto pela Elektro Eletricidade e Serviços S/A – ELEKTRO.  Realização do VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (VI Citenel). O livro é um produto do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ANEEL e o IPEA para realização da “Avaliação dos resultados e impactos dos projetos de P&D desenvolvidos no âmbito da Resolução Normativa nº 219/2006 e anteriores”.  Demais atividades de P&D:  Publicação da Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 013/2011 .“Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”. “A Estrutura Tarifária de Energia Elétrica – Teoria e Aplicação”. Durante o evento foram premiados os três melhores artigos de P&D e foi lançada a Revista P&D ANEEL nº 04. Este evento faz parte do Projeto de P&D Estratégico 005/2008 .5 milhões de reais. e “A Estrutura Tarifária em Monopólios Naturais – Novas Reflexões no Setor Elétrico”. O projeto.c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA c1) Pesquisa & Desenvolvimento Os principais temas regulados e ações de P&D desenvolvidas foram:  Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico das empresas de energia elétrica Foram emitidos 20 despachos. organizado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – Pág. foi realizado por 6 entidades executoras em parceria com 32 concessionárias de distribuição de energia elétrica. o qual contou com um público de 724 participantes.“Alternativas não Convencionais para a Transmissão de Energia Elétrica a Longas Distâncias”.  Resultados dos Programas de P&D Foram submetidos à ANEEL 462 novos projetos de P&D. nos dias 23 e 24 de novembro de 2011. em Brasília – DF.  Realização do II Seminário: “Alternativas não Convencionais para Transmissão de Energia Elétrica – Estudos Técnicos e Econômicos”. Também foram submetidos à ANEEL 21 projetos de P&D Estratégicos. com um custo estimado de cerca de 31.“Alternativas NãoConvencionais para Transmissão de Energia Elétrica em Longas Distâncias”. em 2011. referentes aos projetos de P&D iniciados no âmbito da Resolução nº 219/2006. Foram aprovados 176 projetos de P&D que perfazem um total de investimentos programados de cerca de 480 milhões de reais.  Lançamento do livro "Inovação tecnológica no setor elétrico brasileiro: uma avaliação do programa de P&D regulado pela ANEEL". de 17 a 19 de agosto de 2011.  Publicação do Livro “Alternativas não convencionais para transmissão de energia elétrica – Estado da arte”. frutos da chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 008/2008: "Desafios da Inovação Tecnológica em Serviços Públicos Regulados". 69 projetos de gestão.

O evento contou com a participação de 10 distribuidoras. onde foi apresentado o relatório final do projeto cooperado entre distribuidoras que definiu os requisitos mínimos para M&V no Programa de Eficiência Energética – PEE por uso final. Está em andamento. nas dependências da ANEEL. Pág.  No dia 22 de novembro de 2011 foi realizado “workshop” sobre Medição e Verificação (M&V) em projetos de eficiência energética na sede da ANEEL. por meio de convênio assinado entre a ANEEL e a Agência de Cooperação Alemã para o Desenvolvimento – GIZ. c2) Eficiência Energética Não houve publicação de atos regulatórios sobre Eficiência Energética em 2011. Durante o evento. um estudo com o objetivo de avaliar os resultados e impactos do Programa de Eficiência Energética – PEE e propor recomendações para o aprimoramento dos critérios para a aplicação dos recursos deste Programa. totalizando investimentos estimados de cerca de 684. Estima-se que estes projetos resultem em uma economia de energia da ordem de 483. de 17 a 19 de agosto.7 milhões de reais. O encontro teve por finalidade colher contribuições para o referido estudo.516 MWh e uma redução de demanda na ponta de 169. foram premiados os três melhores informes técnicos de eficiência energética.80 .694 KW. Demais atividades de Eficiência Energética:  Realização do II Seminário de Eficiência Energética no Setor Elétrico (II SEENEL). Foram iniciados pelas concessionárias de distribuição de energia elétrica 188 projetos de eficiência energética.ABRADEE. do Ministério de Minas e Energia – MME e da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – ABRADEE.  Realização de um “workshop” sobre o Programa de Eficiência Energética – PEE no dia 5 de outubro de 2011. nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011. em Fortaleza/CE. coordenadora do projeto.

29 da Lei nº 8.3. por meio do Decreto no 4. bem como a validação de parâmetros para definição de energia assegurada dessas usinas. de 30/01/2004. faz-se necessária a contínua melhoria de procedimentos. previstas nos incisos VIII e IX do art. acompanhamento. viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos.Outorga de Geração. alterado pelo Decreto no 4. visando à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional.932. de 13/02/1995. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração.  Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão. na condição de Poder Concedente. eólicas e outras fontes alternativas. Descrição dos Processos a) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A finalidade deste processo é promover as outorgas de concessão e autorização de geração. inciso XII. alínea “b” da Constituição Federal. delegou à ANEEL a competência de promover as licitações destinadas à contratação de concessionários de serviço público para transmissão e distribuição de energia elétrica e licitações para a outorga de concessão e autorização para empreendimentos de geração de energia elétrica.970. avaliação e aprovação técnica dos empreendimentos. Essa gestão subsidia os processos de autorização e concessão para implantação e operação de usinas hidrelétricas. análise e aprovação de estudos de inventário. Dando cumprimento ao artigo 175 da Constituição Federal de 1988. de 2003. Este processo contempla:  Gestão e Estudos Hidroenergéticos. regularizar a atuação das cooperativas de eletrificação rural.3 . atividades de hidrologia relativas à gestão e à operação dos aproveitamentos hidrelétricos. a União. transmissão e comercialização de energia elétrica.2.  Registro de Empreendimento. de 23/12/2003. Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699 Finalidade Realizar licitações para concessão e autorizações de empreendimentos de geração elétrica e de concessão de instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica. autorizar atividades de geração.  Gestão e Estudos Hidroenergéticos O processo compreende a gestão. em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico. que determina que os serviços públicos podem ser prestados indiretamente. por meio de centrais hidrelétricas. também.2.  Declaração de Utilidade Pública. 21.  Outorga de Autorização de Geração.932. no exercício da competência estabelecida pelo art. Na busca desses objetivos. compreendem as outorgas de autorização de empreendimentos de geração de energia elétrica e as declarações de utilidade pública para implantação de empreendimentos do setor elétrico. sempre através de licitação. visando o desenvolvimento das principais atividades abaixo destacadas: Pág. usinas termelétricas. desde que delegados. Compreende.987.81 . de acordo com as políticas e diretrizes do Governo Federal. por meio de autorização de estudos. contribuindo para o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. visando ao aproveitamento ótimo do potencial hidroenergético no País. As competências delegadas por meio do Decreto no 4.

necessariamente. com a edição no novo modelo do setor elétrico. A ANEEL também é responsável pela gestão das concessões assim outorgadas.943.           registrar a execução de estudos de inventários. A outorga de concessão é emitida por decreto presidencial. EPE. realizar atividades de hidrologia relativas aos aproveitamentos hidrelétricos. atualmente. envolvendo agentes do setor elétrico. elaboração do edital. autorizar a realização de levantamentos de campo em áreas de interesse de estudos de inventários. As atividades relacionadas ao leilão de novas usinas hidrelétricas subdividem-se em quatro etapas: registro dos novos empreendimentos. Pág. A outorga de autorização de geração não requer procedimento licitatório e. ou em leilões de fontes alternativas. sendo que a ANEEL instrui os processos para posterior encaminhamento ao MME que. no âmbito das atividades de sua competência. os encaminha à Presidência da República. realizar serviços de geoprocessamento. Todos os demais empreendimentos. ANA. 1 Lei nº 11. realizar estudos hidrológicos relativos à identificação e à avaliação de interferências e impactos do uso múltiplo dos recursos hídricos na geração de energia. a modalidade Leilão. DNIT/MT. analisar e aprovar projetos básicos de usinas hidrelétricas (UHEs) e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). São concedidos. usinas termelétricas. propor aprimoramentos na regulamentação. adjudicação e homologação dos resultados e elaboração da documentação necessária à assinatura do contrato de concessão. junto aos órgãos competentes. gestores de recursos hídricos. apoiar a fiscalização dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações determinado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). analisar e aprovar estudos de viabilidade de usinas hidrelétricas (UHEs). qualquer que seja a fonte. validar os parâmetros para o cálculo da garantia física de energia assegurada de aproveitamentos hidrelétricos. por sua vez. promover a obtenção da Reserva de Disponibilidade Hídrica (RDH) para os aproveitamentos hidrelétricos. DNPM e outros órgãos. e tornar pública a relação dos estudos e projetos de aproveitamentos hidrelétricos com registro ativo nas suas diversas fases de elaboração e em tramitação na ANEEL. sendo esta modalidade de venda de energia realizada por meio de procedimento licitatório. No entanto. IBAMA. realizar atividades relacionadas à gestão de conflitos pelo uso múltiplo da água. realização do leilão. por meio de licitação. de reserva e de energia existente.82 . no Brasil. em apoio aos processos de autorização e concessão. eólicas e outras fontes nos leilões de energia nova. e em articulação com MME.     Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão A outorga de concessão se dá. são autorizados ou registrados. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. analisar e aprovar estudos de inventário hidrelétrico de bacias hidrográficas com vistas a determinar o aproveitamento ótimo do potencial de energia hidráulica. da mesma forma. são geridas pela ANEEL. Para licitar esses empreendimentos adota-se. no qual o montante comercializado passa a integrar o Ambiente de Contratação Regulada – ACR. de 28/05/2009. criou-se a possibilidade de comercialização da energia proveniente de pequenas centrais hidrelétricas. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. todos os empreendimentos hidrelétricos com potência superior a 50 MW 1.

etc. Pág.  Registro de Empreendimento Tem como finalidade organizar os registros de centrais geradoras hidrelétricas. O resultado de tal atividade é a elaboração de termos aditivos ao contrato de concessão e a publicação de despachos e resoluções. fotovoltaicas e outras fontes. ainda. ajustes de cronograma. e (c) organização dos registros dos empreendimentos cadastrados no banco de dados da ANEEL.943. de 11/09/2007.83 . e 4. termelétricas ou de outras fontes. as atividades relacionadas às declarações de utilidade pública para as áreas de terra necessárias à construção do empreendimento. usinas termelétricas. As atividades executadas no registro de empreendimento são: (a) registro de centrais geradoras hidrelétricas (CGH). prorrogações. sendo passíveis de autorização os empreendimentos cuja potência a ser produzida seja maior que 5 MW. (b) autorização para aproveitamentos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW. de aproveitamentos hidrelétricos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW. (c) autorização de instalação e exploração de usinas termelétricas. de 2003. eólicas. de 2004. Os procedimentos para emissão da declaração são estabelecidos pela Resolução Normativa nº 279.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração A Gestão das Concessões e Autorizações de Geração compreende:  Análise e instrução de demandas provenientes dos agentes O processo inclui a análise e instrução das diversas demandas provenientes dos concessionários e autorizados. (b) registro de centrais geradoras termelétricas. de biomassa. empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada igual ou menor que 1 MW. dentre as quais se destacam: transferência de titularidade. de 28/05/2009). de acordo com o disposto na Lei nº 10. fotovoltaicas e outras fontes com potência instalada igual ou menor que 5 MW. A declaração de utilidade pública é de competência do Poder Concedente.970. sem procedimento licitatório. A Agência vem executando essa atividade por delegação de competência dada pelos Decretos nos 4. ajustes no sistema de transmissão de interesse restrito. independentemente de ter ou não características de pequena central hidrelétrica (nos termos da Lei nº 11. Outorga de Autorização de Geração Tem como finalidade promover outorgas de autorização de pequenas centrais hidrelétricas.932.. eólicas. eólicas. entre outros. de 2004. são executadas. destinados à produção independente ou autoprodução. destinados à produção independente ou autoprodução.  Declaração de Utilidade Pública No caso de outorga de concessão para empreendimentos de geração de energia elétrica advindos de fonte hidráulica.848. São atividades executadas na outorga de autorização de geração: (a) autorização de construção de pequenas centrais hidrelétricas (empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada maior que 1 MW e menor ou igual a 30 MW com reservatório de área igual ou inferior a 3 km 2 e que atendam ao enquadramento constante da Resolução nº 652/2003).

 Declaração de Utilidade Pública. Este processo contempla:  Concessão de Transmissão.739. (b) elaborar e propor as autorizações de implantação dos empreendimentos. (d) analisar os custos dos empreendimentos. Pág. b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Autorização e Concessão de Transmissão de Energia Elétrica contemplam as providências de concessão de empreendimentos voltados à expansão do sistema de transmissão de energia elétrica.  Autorização de Transmissão Consiste em: (a) analisar tecnicamente o programa de obras.  Concessão de Transmissão Consiste em: (a) proceder à licitação das instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica. (b) avaliar com concessionárias e com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) os estudos e os projetos prioritários dos reforços das instalações do Sistema Interligado Nacional (SIN). para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão. em atendimento ao Decreto nº 3. A importância da licitação destes empreendimentos de transmissão está na robustez e dimensionamento necessários ao SIN. (b) analisar os estudos de viabilidade e elaborar as especificações técnicas dos empreendimentos a serem licitados. São licitadas e contratadas pela ANEEL as obras de caráter sistêmico destinadas à expansão da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o atendimento do crescimento do mercado. e de Expansão da Transmissão (PET). (c) analisar técnica e economicamente os estudos e os projetos recebidos. (c) elaborar editais de leilão dos empreendimentos. utilizado para rateio dos recursos financeiros arrecadados. (f) elaborar as autorizações de implantação dos empreendimentos.  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres.  Autorização de Transmissão. atos de outorga e celebrar os contratos de concessão para exploração de serviço público de transmissão de energia elétrica.  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres Consiste em: (a) analisar tecnicamente o projeto de conexão e sua conformidade com o parecer de acesso. indicadas no Plano Determinativo de outorgas do Ministério de Minas e Energia (MME).84 . (e) analisar e homologar as receitas dos empreendimentos. em consonância com as determinações governamentais e consolidadas no Plano de Outorgas aprovado pelo Ministério de Minas e Energia fundamentado nos programas de Ampliações e Reforços (PAR). de responsabilidade da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). de 31/01/2001. desenvolvido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu Tal processo inclui a realização de estudos hidroenergéticos necessários ao cálculo dos Coeficientes de Repasse do Ganho de Energia por Regularização a Montante.

PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A concessão de distribuição de energia elétrica tem por finalidade a outorga de concessão de serviços públicos de distribuição de energia elétrica e a regularização da atuação das cooperativas de eletrificação rural. transferência de concessões nos termos da Lei nº 8. incorporações. o processo é encaminhado para apreciação da diretoria. Pág. então. uma propriedade deixa de atender aos interesses de um indivíduo para atender aos interesses da sociedade (no caso específico.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão A gestão das concessões de transmissão compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. entre outras cláusulas enumeradas na Lei nº 8. é publicada a resolução autorizativa declarando de utilidade pública a área necessária para a implantação do empreendimento. para que um empreendimento seja reconhecido pelo Poder Concedente de suma importância para o bem estar social. tais como: autorizações para realização de estudos topográficos. sendo a memória das informações de fundamental importância para a ANEEL.Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural). atendendo aos requisitos da Resolução Normativa nº 279/2007 – ANEEL é instaurado processo administrativo. A regulamentação dos procedimentos para declaração de utilidade pública constitui-se no instrumento básico para instrução do processo e o suporte necessário para respaldar a conclusão quanto ao deferimento ou não do requerimento.987. constituem-se em atos rotineiramente editados. Aprovado o pedido. A gestão das autorizações se dá por meio da fiscalização da ANEEL. Uma vez declarada de utilidade pública. tendo em vista ser um ato específico.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica. Este processo contempla:  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica. e outras. As declarações de utilidade pública são atos requeridos por agentes titulares de concessão. fusões e cisões. Declaração de Utilidade Pública As declarações de utilidade pública (DUPs). em conformidade com a Resolução Normativa nº 279.987 de 13/02/1995. de 1995. nos controladores do concessionário de serviço público de transmissão. tanto para fins de desapropriação quanto para instituição de servidão administrativa de áreas de terra para linhas de transmissão e subestações. posto que são imprescindíveis à execução dos serviços de energia elétrica por parte dos agentes setoriais: concessionários. c) CONCESSÃO. permissionários e autorizados. A DUP é um instrumento útil para o atendimento do princípio do direito administrativo da superação do direito individual. permissão ou autorização que não conseguiram negociar com os proprietários das terras a instituição de servidão ou desapropriação. o requerente entra com pedido devidamente motivado e.85 . Na ANEEL. Caso seja de interesse público.  Regularização de Redes Particulares. uma vez que as mesmas deverão ser disponibilizadas sempre que houver solicitação por parte da sociedade. para um adequado fornecimento de energia elétrica). alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de transmissão de energia elétrica. de 2007. Tal declaração existe. Constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários.  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica. A autorização de transmissão outorgada contempla os acessos de consumidores livres à Rede Básica do SIN. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais. tais como: alterações de controle societário e/ou da razão social.  Permissão e Autorização de Distribuição . dando lugar ao bem estar da sociedade como um todo. acompanhando operações.

8 estaduais e 6 federais. em 13/08/1997. de 30/12/1957. No ano de 2009. Como consequência dessa política. e Gestão das Concessões. Os Memorandos de Entendimento celebrados. No início de 2009. A concessão para exploração de serviços públicos de distribuição de energia elétrica é outorgada mediante licitação. hoje existem 63 concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. empresas supridoras das regiões Norte. relativo à prorrogação das concessões então vigentes para distribuição de energia elétrica. é facultado ao poder concedente promover. diligenciamento a campo voltado à identificação das instalações dos cooperados e delimitação das áreas de atuação das cooperativas. ela poderá ser enquadrada como autorizada.919. que em seu art. 23 da Lei nº 9. excepcionado o caso previsto na Lei n o 9.074/1995. de forma que a cooperativa permissionária cumpra as condições contratuais e a legislação relativa ao setor. entre outras atividades.Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em cumprimento ao art. 61 já celebraram contrato de concessão de serviços públicos de energia elétrica. formando a ADESA). com a República da Argentina.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica No que tange à importação. Pág. Permissões e Autorizações de Distribuição. a regularização das cooperativas de eletrificação rural que exerçam atividade de comercialização de energia elétrica a público indistinto. possibilitando um melhor padrão de qualidade dos serviços prestados. a permissão também ocorre mediante licitação quando o objeto é a prestação de serviço público de distribuição de energia elétrica. a implementação das etapas de análise da documentação.  Permissão e Autorização de Distribuição . Em caso de inviabilidade de regularização da cooperativa como permissionária. visto ser o mercado nacional caracterizado como um mercado comprador.  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Tem como finalidade promover as outorgas de concessão para distribuição de energia elétrica. pela República Federativa do Brasil.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição. culminando com a deliberação ou celebração dos acordos de reconhecimento de instalações ou de área. a política de intercâmbio comercial decorrente de negociações levadas a efeito no Mercosul deu origem a novos agentes no setor elétrico nacional: o importador e o exportador de energia elétrica. A regularização objetiva trazer as cooperativas para o ambiente regulado do setor elétrico. A regularização compreende. com a República Oriental do Uruguai.074/95. Sul e Sudeste vislumbraram a possibilidade de importar energia elétrica de países vizinhos. sendo 4 municipais.86 . Esse conjunto de concessionárias é constituído por 45 empresas privadas e 18 públicas. o Decreto nº 42. localizado em sua área de atuação. 23 dispõe sobre o reconhecimento como permissionária de distribuição de energia elétrica das cooperativas que atuam de fato como prestadoras de serviço de energia elétrica a público indistinto. com proposta de enquadramento da cooperativa como permissionária ou autorizada. duas se fundiram (CEAM e Manaus Energia. promulgou o Convênio de Cooperação para o Estudo do Aproveitamento da Energia Hidráulica. por meio de permissão. firmado em 20/01/1956. tarifas mais justas e presença constante do Poder Concedente. Com relação à exportação. entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai. Destas. Assim. preservando o interesse de milhares de cooperados no País e o devido equilíbrio da permissão. e a elaboração do relatório de análise técnica. nas áreas de distribuição de energia elétrica das concessionárias. existiam no país 64 distribuidoras.

de 08/08/2006. a Resolução Normativa n° 229. de forma não discriminatória e a preços e condições justos e razoáveis”.163. criou a figura dos agentes comercializadores. Após manifestação favorável do Ministério e nos casos em que a competência está delegada à ANEEL.em 06/05/1997 e 14/12/1998. definir as condições para adequado atendimento do disposto no caput”. incorporações. de 30/07/2004. Assim. Este processo tem por finalidade regularizar. em 30/03/1998. empresas que não possuem sistemas elétricos e que atuam exclusivamente no mercado de compra e venda de energia elétrica.87 . o processo autorizativo é deliberado por esta Agência. transmissão. fundamentalmente. O parágrafo único do dispositivo legal disciplina que “caberá ao órgão regulador do cessionário dos meios a serem utilizados. ao Ativo Imobilizado em Serviço das concessionárias ou permissionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica.LGT). Agente Comercializador é a pessoa jurídica especialmente constituída para exercer a atividade de comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE. fusões e cisões. regulamentado pela Resolução nº 265. 71 do Decreto n° 5. estabelecer regulamentos sobre o preço e as condições de disponibilização de infraestrutura das concessionárias de energia elétrica para os agentes do setor de telecomunicações. a gestão das concessões/permissões de distribuição compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. mediante autorização. nos Pág. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). estabeleceu as condições gerais para a incorporação de redes particulares. cabe à ANEEL. abrangendo: controle e/ou alterações da razão social. conectadas aos sistemas elétricos de distribuição.  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica O novo modelo do setor elétrico. Nesse sentido. A atuação como Agente Comercializador de energia é objeto de autorização da ANEEL.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição O direito ao compartilhamento de Infraestrutura é garantido pelo art.  Regularização de Redes Particulares O art. que compreende a compra e a venda de energia elétrica para concessionários. O processo para importação e exportação de energia elétrica inicia-se com o encaminhamento de pedido de autorização do interessado para o MME. dispõe que as concessionárias de serviços públicos de distribuição deverão incorporar a seus patrimônios as redes particulares de energia elétrica. de 13/08/1998. dutos. dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre o Brasil e esses países. autorizados ou consumidores que tenham livre opção de escolha do fornecedor. distribuição e comercialização.  Gestão das Concessões e Permissões de Distribuição A gestão das concessões e permissões de distribuição compreende a manutenção das relações contratuais firmadas entre o Poder Concedente e o concessionário/permissionário de serviço público de distribuição.472/1997 (Lei Geral de Telecomunicações . e com a República da Bolívia. e suas alterações. de forma que seja atendido o interesse público. essas redes particulares. que estabeleceu a separação dos serviços públicos de geração. conforme disciplina a ser emitida pela ANEEL. Dessa maneira. que dispõe: “as prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo terão direito à utilização de postes. 73 da Lei nº 9. condutos e servidões pertencentes ou controlados por prestadora de serviços de telecomunicações ou de outros serviços de interesse público.

  Pág. Ministério de Minas e Energia. em observância à modelagem das licitações adotada pelo Ministério de Minas e Energia. cooperativas de eletrificação rural. controle das áreas de concessão/permissão de distribuição . para execução de atividades de apoio. A gestão das concessões/permissões constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários/permissionários. e 9. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. alteração de controle das permissionárias que demandem atualização do contrato de concessão/permissão mediante termo aditivo. tecnológicos e de pessoal da própria Agência. usuários do Sistema Interligado Nacional e consumidores. considerando. entre outras cláusulas enumeradas nas Leis n os 8. contratação de estudos.987. acompanhamento das alterações de controle societário das concessionárias. de 13/02/1995. eventualmente. contratação de serviços relacionados com a promoção dos leilões e de outros serviços de apoio. Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e sociedade. de 07/07/1995.controladores do concessionário/permissionário de distribuição. A ANEEL só pode dar início aos procedimentos licitatórios após demanda formal do MME. Formas de Implementação As atividades dessa ação são executadas:  de forma direta. consumidores e agentes do setor de telecomunicações. com recursos materiais.que podem sofrer alterações decorrentes de constituição de novos municípios por fusão ou desmembramento. tais como: autorizações para realização de estudos topográficos. Agentes de transmissão e comercialização de energia. Público-Alvo A ação de Outorga possui como público-alvo:    Agentes do setor de geração de energia. de forma descentralizada. e alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica. bem como transferir concessões/permissões nos termos da Lei nº 8. Agentes de distribuição de energia. de 1995.074. além dos procedimentos. os prazos necessários à sua efetivação.987.88 . envolvendo.

Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Outorga
Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 4.481.905,00 3.886.308,00 3.730.509,00 Limite Autorizado B 3.610.887,29 781.217,78 1.646.692,00 Empenhado C 762.870,06 767.035,61 1.646.692,00 Orçamento Realizado Pago D 451.403,40 442.913,06 1.462.702,00 % C/A 17,02 19,74 44,14 % C/B 21,13 98,18 100,00

Fonte: ANEEL. Valores em reais.

Gráfico 11 – Execução Orçamentária: Ação Outorga Execução Orçamentária - Outorga
3.730,5 4.000

Valores em R$ mil

1.646,7 2.000 0

1.646,7

1.462,7

LOA + CRÉDITOS

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL. Valores em milhares de reais.

Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Outorga
Produto: Outorga Concedida Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 74 110 110 Meta Física Ajustada Plano Gerencial (Unidades) B 74 110 110 Executada (Unidades) C 190 242 288 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 256,76 220,00 261,82 % Execução em relação à meta ajustada C/B 256,76 220,00 261,82

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

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Gráfico 12 – Execução da Meta Física: Ação Outorga Execução da Meta Física - Outorga
288 Outorga concedida Unidade 300 150 0 LOA
EXECUTADO

110

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

Avaliação dos Resultados da Ação Para o ano de 2011, estabeleceu-se como meta para esta ação 110 outorgas concedidas, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A meta alcançada foi de 288 outorgas, que corresponde a 261,81% da inicialmente prevista. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação das 288 outorgas concedidas em 2011. A tabela a seguir resume o total de outorgas, por processo: Total de Outorgas, por Processo
Segmento Geração Processo Autorização e Concessão de Geração Número de Empreendimentos 212 59 0 271 Outorgas Concedidas 212 30 2 0 44 0 288 Quantidade Outorgada 6.209,888 MW 3.537,59 km -

Transmissão Autorização e Concessão de Transmissão Autorização e Permissão de Distribuição – Regularização de Cooperativas Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica Distribuição Autorização para Comercialização de Energia Elétrica Autorização para Instalação de Redes Particulares – Regularização Total Fonte: ANEEL.
3.206,95

Avalia-se como bom o desempenho desta Ação em 2011, dado que possibilitou a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Além disso, foram outorgados mais 328,64 km de linhas de acesso à Rede Básica, totalizando 3.537,59 km de linhas de transmissão outorgadas. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km ao final do ano. Estes números indicam que estão sendo atendidas as necessidades de geração e transmissão de energia elétrica do País. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como
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para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das demandas. Embora sem prejuízo ao suprimento, a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e 11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Quanto à execução orçamentária, cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Outorga a dotação de R$ 4.663.136,00, da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 932.627,00, por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011, restando para a Outorga o total de R$ 3.730.509,00 (LOA + Créditos). O limite de R$ 1.646.692,00 autorizado para empenho representou 44,14% da dotação de R$ 3.730.509,00 aprovada (LOA + Créditos). Esse limite foi integralmente empenhado, o que equivale à execução de 100% do limite e 44,14% da dotação aprovada. Observa-se que a análise da relação entre meta prevista e executada e orçamento programado e executado deve ser abordada com certa reserva, pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo. Cumpre esclarecer que a previsibilidade das metas de outorga é dificultada pelo fato de que representa uma atividade exercida por delegação do Poder Concedente. Embora a previsão das metas esteja baseada na programação vigente no momento da formulação da LOA, durante o exercício podem ser alteradas em decorrência de determinação do Poder Concedente, cabendo à ANEEL cumprir o compromisso delegado. Ademais, no caso das autorizações, a meta física realizada depende da demanda dos empreendedores. Quanto à previsão orçamentária, observa-se que, por se tratarem as outorgas de atos administrativos elaborados por pessoal próprio da Agência, os recursos programados destinam-se, via de regra, a contratações de estudos e serviços que visam subsidiar e aprimorar os processos implementados. Dessa forma, a redução dos recursos impacta mais na possibilidade de aprimoramento dos processos e da qualidade dos trabalhos do que propriamente na meta realizada. A seguir são apresentados os resultados da Ação Outorga, por processo.

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a)

AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

No ano de 2011 foram outorgadas e homologadas aproximadamente 6.209,888 MW de potência, conforme apresentado nas duas tabelas a seguir, resumidamente, por modalidade de outorga, e detalhadamente, por tipo de fonte geradora: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812 6.209,888

Total 2011 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Potência Outorgada, por Tipo de Fonte Geradora
Autorização e Concessão de Geração de Energia Elétrica - Ano 2011 Fonte Geradora Usinas Hidrelétricas UHE Nova UHE Ampliação Total UHEs PCH Nova PCH Ampliação PCH Nova PCH Ampliação Total PCHs UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova Total UTEs Modalidade de Outorga Concessão (Leilão) Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Concessão N° Atos de outorga 1 1 2 3 0 19 10 32 4 3 26 24 0 57 Potência (MW) Outorgada / Envolvida 1.819,800 7,342 1.827,142 49,500 0,000 244,761 28,919 323,180 376,000 135,000 734,227 469,473 0,000 1.714,700 1.777,776 0,000 521,400 45,690 2.344,866 6.209,888

Pequenas Centrais Hidrelétricas

Centrais Termelétricas

EOL Nova Autorização (Leilão) 66 EOL Ampliação Autorização (Leilão) 0 Centrais Eólicas EOL Nova Autorização 24 EOL Ampliação Autorização 31 Total Eólicas 121 Total Geral 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

A outorga de concessão é decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010, realizado em 17/12/2010, que resultou na contratação, em 2011, de 968 MW médios de energia provenientes de 2 UHEs. A maior delas é a UHE Teles Pires (UHE nova), com potência de 1.819,800 MW; a outra é a UHE Santo Antonio do Jari, com potência instalada de 300 MW, que tinha concessão desde 2002. A ampliação é referente à UHE Salto Curucaca, autorizada por meio da Resolução Autorizativa nº 2.803/2011. As autorizações (Leilão) para centrais eólicas, termelétricas e PCH são decorrentes do Leilão de Reserva nº 005/2010 (LER), realizado nos dias 25/08/2010 e 26/08/2010 e Leilão de Fontes Alternativas nº 007/2010 (FA), realizado no dia 26/08/2010. No Leilão nº 005/2010 (LER), foi negociada a energia proveniente de 2 PCHs, 11 UTEs (biomassa) e 20 eólicas, e resultou na contratação de 56,1 MW médios de
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energia, provenientes de biomassa a partir de 2011 e outros 99 MW médios a partir de 2012, e na contratação de mais 567,6 MW médios provenientes, além da própria biomassa, de empreendimentos eólicos e pequenas centrais hidrelétricas (PCH). No Leilão nº 007/2010 (FA) foi negociada a energia proveniente de 5 PCHs, 50 eólicas e 1 UTE (biomassa), e resultou na contratação de 666,2 MW médios provenientes de eólicas e biomassa e 48,1 MW médios provenientes de PCH para o sistema elétrico brasileiro a partir de 2013. Esses resultados foram contabilizados no ano de 2011, uma vez que as respectivas outorgas foram emitidas ao longo desse ano. Além desses, em 20/12/2011 foi realizado o Leilão de Energia (A-5) nº 007/2011, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos. Dentre estes, a UHE São Roque, com 135 MW de potencia instalada, localizada no rio Canoas, Estado de Santa Catarina. As concessões e autorizações para os empreendimentos que negociaram energia neste Leilão serão outorgadas no ano de 2012. Ainda, em decorrência de outorgas de anos anteriores, em 2011 a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4.199,37 MW. Contudo, em função dos processos de regularização, repotenciação, reativação e desativação, houve um acréscimo de 535,73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação. Dessa forma, o País teve, em 2011, um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011
Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Regularização, Repotenciação, Motorizadas Reativação e Desativação Acréscimo da Capacidade Instalada Pot. (MW) 1.349,09 2.414,79 441,99 30,33 0,00 497,90 1,00 4.735,10 % 2011 28,49 51,00 9,33 0,64 0,00 10,52 0,02 100,00

Pot. (MW) Pot. (MW) UHE 1.142,77 206,32 UTE 2.125,54 289,25 PCH 432,71 9,28 CGH 0 30,33 UTN 0 0,00 EOL 498,35 -0,45 SOL 0 1,00 TOTAL 4.199,37 535,73 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Dessa forma, em 2011, houve um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, ou seja, 4,20% em relação à capacidade instalada de 2010 (112.399,62 MW), conforme apresentado a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
2007 Capacidade Inicial Acréscimo Anual 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Capacidade Instalada Anual 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Com isso, o País alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir: Empreendimentos de Geração de Energia Elétrica (em operação) em 2011
Tipo Central geradora hidrelétrica – CGH Central geradora eólica – EOL Pequena central hidrelétrica – PCH Central geradora fotovoltaica – SOL Usina hidrelétrica – UHE* Usina termelétrica – UTE Usina termonuclear – UTN Total * Número de Empreendimentos 377 70 433 6 181 1.539 2 2.608 Potência (kW) 216.446 1.424.792 3.870.302 1.087 78.371.279 31.243.818 2.007.000 117.134,724 (%) 0,185 1,216 3,304 0,001 66,907 26,673 1,713 100,00

Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG) * Consideradas as máquinas do lado brasileiro da Itaipu Binacional (7.000 MW)

A seguir são apresentados os resultados da Ação outorga, por processo: a1)
 

Gestão e Estudos Hidroenergéticos Os principais resultados desse processo foram: Auditoria dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações: - Foi realizada a análise dos custos das UHEs São Roque e Teles Pires; Análise dos Estudos de Viabilidade de aproveitamentos hidrelétricos: - Foram aprovados os estudos de viabilidade da UHE São Roque e UHE Castelhano, totalizando 199,00 MW; Análise de projetos básicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs: - Foram analisados e aprovados 44 projetos básicos de PCHs, totalizando 577,10 MW; Análise dos parâmetros para a definição da garantia física da energia de aproveitamentos hidroelétricos: - Foram validados os parâmetros de 118 usinas; Análise dos estudos de inventários hidrelétricos: - Foram aprovados 54 estudos de inventário hidrelétrico, totalizando 15.793,86 MW; Análise de projetos básicos de Usinas Hidrelétricas: - Foram aprovados 3 projetos básicos de usinas hidrelétricas, totalizando 5.943,40 MW; Apreciação de projetos básicos de PCH e de estudos de inventário e viabilidade, com fins de aceite: - Foram publicados 273 Despachos de aceite, sendo: 78 de Estudos de Inventário; 52 de Revisões de Estudos de Inventário; 122 de Projeto Básico de PCH; 10 de Projeto Básico de UHE; e 11 de Viabilidade de UHE;
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 

  

- Foram publicados 27 Despachos de devoluções, sendo: 14 de Estudos de Inventário; 9 de Projeto Básico de PCH; 2 de Projeto Básico de UHE; e 2 Viabilidade de UHE; Serviços de geoprocessamento com enfoque em cartografia aplicada: - Foram realizadas 368 análises técnicas de estudos topográficos. Outorga de Concessão e de Autorizações de Geração por meio de Leilão

a2)

Foi outorgada a concessão de geração da UHE Teles Pires, com 1.819,800 MW de potência instalada e 915,4 MW médios de Garantia Física, disponível para o sistema a partir de 2015, decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010. Também foram outorgadas 76 autorizações de geração decorrentes de leilões, no total 2.338,276 MW de potência. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação dessas 77 outorgas. Para contratação de energia para os próximos anos foram realizados quatro leilões, descritos abaixo: Leilão nº 002/2011 (A-3), de 17/08/2011, para fontes biomassa, eólica, gás natural e hídrica, para entrega de energia após três anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 51 empreendimentos, sendo 1 ampliação de UHE, 44 eólicas, 4 UTE à biomassa e 2 UTE à gás, e resultou na contratação de 1.365,90 MW médios, ao preço médio de 102,07 R$/MWh. Leilão nº 003/2011 (LER), de 18/08/2011, para contratação de energia de reserva, específico para fontes eólicas e biomassa, no qual foi negociada a energia proveniente de 41 empreendimentos, sendo 34 EOL e 7 UTE (biomassa), das quais 4 usinas são novas e 3 são existentes, e resultou na contratação de 460,4 MW médios de energia, ao preço médio de 99,61 R$/MWh. Leilão nº 007/2011 (A–5), de 20/12/2011, para fontes hidrelétrica, eólica, e termelétrica a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega de energia após 5 anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos, sendo 1 nova UHE, 39 eólicas e 2 UTE à biomassa, e resultou na contração de 555,2 MW médios, ao preço de 102,18 R$/MWh. A nova UHE negociada nesse leilão é a UHE São Roque, com 135 MW de potencia, cuja outorga será concedida no ano de 2012. Leilão nº 008/2011 (A–1), de 30/11/2011, para empreendimentos de geração existentes, para entrega da energia a partir de 2012, no qual foi negociada a energia proveniente de 4 UHEs, e resultou na contração de 195 MW médios, ao preço de 79,99 R$/MWh. O Leilão para contratação de energia para o Sistema Isolado de Fernando de Noronha, estabelecido pela a Portaria nº 320, de 20 de maio de 2011, foi cancelado pela Portaria MME nº 690, de 27/12/2011. a3) Outorga de Autorização de Geração

Foram outorgadas 135 autorizações de geração para empreendimentos que não participaram dos leilões de energia (novas UHE, PCH, UTE, EOL, e ampliações de usinas já autorizadas), totalizando 2.051,812 MW de potência, conforme especificado no subitem 17.2 deste relatório, que mostra, nomeadamente, a relação dessas 135 outorgas. a4) Registro de Empreendimento

Foram realizados 159 registros de centrais geradoras dispensadas de outorga, entre hidrelétricas, termelétricas ou de outras fontes, totalizando 192,733 MW de potência instalada. Os registros não foram considerados como meta física da ação.

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a5)

Declaração de Utilidade Pública

Foram emitidas 19 declarações de utilidade pública, perfazendo um total de 290.822,91 ha (hectares) de áreas de terra necessárias à construção de empreendimentos de geração. a6) Gestão das Concessões e Autorizações de Geração  Análise e Instrução de Demandas Provenientes dos Agentes: Foram realizadas 83 alterações nos atos de outorga de PCH, 87 alterações nos atos de outorga de UTE e 148 alterações nos atos de outorga de EOL, que não afetam a meta física da ação, por não se referirem a aumento de potência, mas a outros aspectos dos empreendimentos decorrentes de alterações no objeto da autorização.  Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu: Foram realizados estudos hidroenergéticos para cálculo dos coeficientes de ganho de energia por regularização a montante, bem como das áreas inundadas dos municípios, com vistas à distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos para fins de Geração de Energia Elétrica (CFURH), referentes aos reservatórios das seguintes UHEs: Dourados, Agro Trafo, Alto Fêmeas, Baruíto, Foz do Chapecó, Chavantes, Itumbiara, Estreito, São José, Rondon II, Paulo Afonso IV e Apolônio Sales (Moxotó). O montante total distribuído no ano de 2011, em conformidade com os cálculos efetuados pela ANEEL, foi de R$ 1.635.626.389,21, referentes à Compensação Financeira, e R$ 370.170.615,67, referentes aos Royalties de Itaipu, totalizando R$ 2.005.797.004,88, o que representa um acréscimo de aproximadamente 6,13% em relação à distribuição do mesmo período de 2010, em valores nominais.

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em 2011 a Fiscalização da Transmissão registrou a entrada em operação comercial de empreendimentos que consistiram na ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2.597. alcançando 98.282.819.2 deste relatório mostra. ao Leilão no 001/2011.500 do Leilão nº 001/2011 e 11.4 2008 87. sendo 3. nomeadamente. que estão resumidas na tabela a seguir: Empreendimentos de Transmissão Outorgados em 2011 Sistema Sistema Interligado Sistema Isolado Tipo de Outorga Concessão Autorizações de acesso à Rede Básica Autorizações Transmissão Atos de Linha Outorgada Potência Outorgada Empreendimentos Outorga (km) (MVA) 22 51 3.184.0 95.189.198. e ao Leilão 004/2011.95 km de linhas de transmissão e 11.3 2. a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) teve um acréscimo de 2.0 98.3 2010 93.672.64 0. A tabela a seguir mostra a expansão da Rede Básica.189.8 3.4 3. Essas concessões são referentes ao Leilão no 008/2010.00 - Total 30 59 3.672.0 km de linhas de transmissão e 10. homologado em 18/01/2011.0 86. Pág.758 MVA de expansão da capacidade de transformação.295.208.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Em relação ao ano anterior. a relação dessas 30 outorgas de transmissão.5 93.79% na sua extensão.537.624 do Leilão nº 004/2011.597.97 .491.819. Expansão da Rede Básica de Transmissão Em decorrência de outorgas de anos anteriores.8 2009 90.0 2007 86.920 oriundos do Leilão nº 008/2010.044 postos de trabalho.184.597.95 11.0 995.991.59 11. 4.4 90.3 2.3 2011 95.524.208. foram também outorgadas 8 autorizações de acesso à Rede Básica do SIN.282.3 Fonte: ANEEL .491. homologado em 06/07/2011. homologado em 04/10/2011. O subitem 17. Além disso.4 87.b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Foram outorgadas concessões de transmissão que totalizaram 3.00 8 0 8 0 328.012.0 3.295. As estimativas de criação de empregos diretos são de 20.3 km ao final do ano de 2011.098. correspondendo a 22 atos de outorga e 51 empreendimentos. no período de 2006 a 2011: Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km) LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual Extensão Final 2006 82.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT).00 MVA de potência de transformação.00 Fonte: ANEEL .

00 C 1 GO 345/138 150.00 MVA de potência de transformação.900.00 Fonte: ANEEL . 230 e 500/230 2. As concessões deste certame serão contratadas em 2012. nomeadamente.800.227.00 TOTAL 51 11.b1) Concessão de Transmissão – Licitações Foram outorgados.597.00 G 2 MS 230/138 200.597.1 836.30 3.050.0 143.00 I 1 PA 230 Subtotal 1 16 1.50 715.00 459.00 Subtotal 3 23 6.00 A 1 AM/RR 230/69 800.100.50 65.00 2.95 km de linhas de transmissão e 11.00 F 2 MG 230 004/2011 G 2 PI 230 e 230/69 400.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) Leilão Lotes Extensão (km) 117.375.00 001/2011 B 2 BA 230 150. a relação dessas 22 outorgas de transmissão.00 K 1 SP 345/88 800.00 A 7 RN/PB 500 / 230 2.905 MVA de potência de transformação.647.00 76.00 D 1 GO 230 E 2 PR 230/138 e 230 300.34 bilhões de reais.00 D Deserto 008/2010 E Deserto F 1 MT 230/138 75.400. Pág.0 26.00 H 1 MG 345/138 375.00 C 1 MT 230/138 200.00 522.00 L 6 PB/PE 500.2 2. que licitou 1.0 50.00 C 3 CE/RN 230 500.00 H 1 PE 500 I 2 BA 230 e 500 J 2 SP/RJ 500 e 500/345/138 1.208. 3.70 km de linhas de transmissão. A tabela a seguir resume esses resultados. foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011. razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012.00 B 1 RS 230/138 100.00 B 2 PA 230/69 e 138 500. por meio de concessão. com 3.95 Além disso. O subitem 17.15 295.0 25.0 44. 51 empreendimentos e investimentos previstos da ordem de 4. correspondendo a 22 atos de outorga.208.00 Subtotal 2 12 3. em 16/12/2011.00 108.0 136.2 deste relatório mostra.15 318.0 252. por Leilão de Transmissão: Leilões de Transmissão – Concessões Número de UF Tensão (kV) Potência (MVA) Empreendimentos A 9 RS 230/69 747.98 .

030.175.4) Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão. nomeadamente. c) CONCESSÃO. conforme resumido a seguir: Atos de Outorga 2011 – Distribuição Processos Regularização de Cooperativas Comercialização de Energia Elétrica Número de atos de outorga 2 44 Total 46 Fonte: ANEEL . c1) Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Foram celebrados no ano de 2011 três termos aditivos aos contratos de concessão de distribuição existentes. a relação dessas 22 autorizações de transmissão. 31 aditivos foram relativos à formalização de reestruturações societárias e 6 foram referentes a retificações do contrato de concessão. a relação dessas 46 autorizações de distribuição.  23 declarações de utilidade pública para fins de desapropriação de áreas de terra para a implantação de subestações. PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Em 2011.090. a ANEEL expediu em 2011:  98 declarações de utilidade pública para fins de instituição de servidão administrativa para construção de linhas de transmissão. b3) Declaração de Utilidade Pública Por meio de Resoluções Autorizativas. nomeadamente.69 m².99 . Desse total. sendo 2 autorizações de regularizações de cooperativas como autorizadas e 44 autorizações para comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE. O subitem 17. foram expedidos 46 atos de outorga referentes ao segmento de distribuição de energia elétrica.41 km.2 deste relatório mostra.2 deste relatório mostra.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) O subitem 17. Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Transmissão Foram celebrados 37 termos aditivos aos contratos de concessão de transmissão. b. totalizando 1. cuja extensão perfaz 8. totalizando 328. As declarações de utilidade pública não são contabilizadas na meta física da Ação.b2) Autorização de Transmissão Foram outorgadas 8 autorizações para consumidores livres acessarem a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os contratos de concessão de distribuição aditivados e as respectivas operações formalizadas nos aditivos contratuais constam do quadro a seguir: Pág.64 km de extensão.

2 deste relatório. a ANEEL emitiu 44 autorizações para empresas atuarem como agente comercializador de energia elétrica no âmbito da CCEE.A. como autorizadas. No ano de 2011.ELEKTRO UF Contrato Aditivo c2) Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em 2011.2 deste relatório mostra. c6) Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição Foram homologados 29 contratos de compartilhamento de infraestrutura de distribuição nos termos do art. de 24/11/1999. de 28/07/2010. por meio de autorização. Pág. compete a MME. c3) Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica A partir da publicação do Decreto 7. autorizar a importação e exportação de energia elétrica. c4) Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica Em 2011. a relação dessas 44 autorizações. .A.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) N° de ordem Empresa Elektro Eletricidade e Serviços S.Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Distribuição 2011 Objeto Transferência de Controle 1 São Paulo 187/1998-ANEEL Quinto Societário Alteração de data da 2 DME DISTRIBUIÇÃO S.DMED Minas Gerais 049/1999-ANEEL Quarto Revisão Tarifária Periódica Empresa Força e Luz de Alteração de data do 3 Santa Catarina 025/1999-ANEEL Terceiro Urussanga LTDA. foram obtidos os seguintes resultados:  2 regularizações de cooperativas de eletrificação rural. c5) Regularização de Redes Particulares Não foram regularizadas redes particulares em 2011.100 . O subitem 17. conforme detalhado no subitem 17. para exploração das instalações de energia elétrica de uso privativo de seus associados. . não foram emitidas autorizações da ANEEL para importação/exportação de energia elétrica. Telecomunicações e Petróleo” – Resolução ANEEL/ANATEL/ANP nº 001. 16 do “Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infra-Estrutura entre os Setores de Energia Elétrica. Reajuste Tarifário Anual Fonte: ANEEL .246. em regra. nomeadamente.

de modo a proporcionar transparência e efetividade nas relações com a sociedade. agora num segundo nível. permissionárias. Destacam-se as principais atividades: a) dirimir as divergências entre concessionárias. d) atender a reclamações e a outras solicitações de consumidores quanto à prestação dos serviços de energia elétrica. Pág. a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Os Canais de Comunicação disponibilizados para o tratamento de solicitações de consumidores são a Central de Teleatendimento (CTA) (telefone 167). autorizadas. a página eletrônica da ANEEL (formulário e chat). nos termos da legislação em vigor.3. independentes e autoprodutores. A Central de Teleatendimento (CTA) da ANEEL é responsável não só por disponibilizar informações. realizando Audiências Públicas. e f) atender às necessidades de informação. e incentivando o funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. promovendo a adequada disseminação de temas de interesse dos diferentes segmentos representativos da sociedade. c) identificar falhas ou lacunas regulatórias. apurar e solucionar as solicitações dos consumidores.101 . autorizadas. e são analisadas. produtores independentes e autoprodutores.2. permissionárias. e) uniformizar.Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 Finalidade A finalidade desta ação é prevenir e solucionar potenciais conflitos por meio de ações que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais atores sociais. produtores b) mediar conflitos decorrentes da ação reguladora e fiscalizadora no âmbito dos serviços de energia elétrica. as Agências Estaduais conveniadas e as Concessionárias de Energia Elétrica. esclarecimentos e orientações aos consumidores. bem como entre esses agentes e os consumidores. contribuindo para o aprimoramento do processo regulatório e reduzindo os pontos de conflitos entre os agentes. aprimorar e assegurar parâmetros de qualidade no processo de atendimento e tratamento de solicitações dos consumidores entre a ANEEL. com vistas a dirimir divergências entre concessionárias. suscitadas em decorrência de ambiguidades ou lacunas da legislação.2.4 . a ANEEL realiza também a mediação de conflitos. As solicitações que não permitem solução imediata são registradas no Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO). fax. mas também por registrar as reclamações destes quanto à prestação dos serviços de energia elétrica pelas concessionárias. carta e atendimento presencial. Além de receber. ou ainda em razão de matérias nãoreguladas. bem como entre esses agentes e seus consumidores. pelo corpo técnico da ANEEL. permitindo assim uma maior transparência nas ações da Agência. quando necessário. contribuindo também com informações para os processos de regulação e de fiscalização. Descrição dos Processos A Ação Ouvidoria da ANEEL envolve dois processos básicos: Tratamento de Solicitações de Consumidores e Mediação Administrativa.

que compete à ANEEL “dirimir. e celebração de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. capacitada tecnicamente para operar a Central de Teleatendimento – CTA. 3º. bem como entre esses agentes e seus consumidores”. seja prestando informações sobre os temas atinentes à Regulação. pendências contratuais. estabelecimento de um ambiente adequado à busca do entendimento e encerramento da divergência.427. Público-Alvo Consumidores. estabelece em seu art. um grande número de questões e solicitações que chegam à ANEEL são assuntos não-regulados. lacunas na legislação. organizado dentro das técnicas de Resolução de Disputas. as divergências entre concessionárias. b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA A mediação é um processo no qual um terceiro imparcial facilita a negociação entre pessoas em conflito e as habilita a encontrar soluções que correspondam aos seus interesses e necessidades. de uma forma voluntária. utilizando o Procedimento de Mediação. concessionárias. Este procedimento permite a uniformização do atendimento e do procedimento de registro das solicitações dos consumidores.Uma vez recebida a solicitação do consumidor o corpo técnico da Agência encarrega-se de dar adequado tratamento à questão. os quais são responsáveis pelo atendimento de mais de 60 milhões de consumidores. de 1996. A Central de Teleatendimento da ANEEL também é responsável pelo atendimento das ligações recebidas pelos serviços de atendimento ao consumidor (0800) das Agências Estaduais conveniadas. autorizadas. Pág. A Lei nº 9. Complexo por natureza.102 . capacitando-a a atuar dentro das especificidades do setor elétrico. por meio da qual o mediador ajuda as partes a resolver suas divergências de um modo que satisfaça a ambas. informal e extrajudicial de solução de conflitos. por meio de:    contratação direta de empresa de teleatendimento. Trata-se. inciso V. dificuldades na interpretação de dispositivos e/ou dificuldades na obtenção de dados comprobatórios sobre as posições de qualquer dos envolvidos. em um ambiente de alta produtividade. seguindo-se de forma ordenada as etapas de completo esclarecimento da questão. contratação direta de empresa operadora de telefonia de abrangência nacional. agentes do setor elétrico e sociedade em geral. permissionárias. que instituiu a Agência Nacional de Energia Elétrica e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. dezenas de distribuidoras e comercializadoras de energia elétrica. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta e descentralizada. para execução descentralizada dos serviços de tratamento de solicitações de consumidores de energia elétrica. seja buscando o esclarecimento junto às concessionárias acerca da prestação de seus serviços. no âmbito administrativo. Diante dessa magnitude. pois. produtores independentes e autoprodutores. além de centenas de transmissoras. Essas questões dão origem a processos administrativos nos quais a Agência atua no sentido de conduzir o conflito para a busca do entendimento. o universo de agentes do setor elétrico compreende alguns milhares de empreendimentos de geração em operação.

060.39% Ano 2009 2010 2.347.423.00 % C/A 72.400.35 10.74% 91.44% 75.00% 2011 12.040.182.630 2011 2.39% % Execução em relação à meta ajustada C/B 70.242.927.000 2.435.51% % C/B 88.400.93% 76.00 Orçamento Realizado Pago D 7. Gráfico 13 .00 Empenhado C 8.581.347.225.00 10.000 1.324.00 13.060.812.Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Ouvidoria Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 11.574.000 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Ouvidoria Produto : Solicitação Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2.000 1.921 Fonte: ANEEL .000 Valores em R$ mil 12.445.351.00 Limite Autorizado B 9.209.Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).510.000 2.158.000 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1.4 10.18% 100.000 2.040.Execução Orçamentária: Ação Ouvidoria Execução Orçamentária .136.44% 75.08 11.182.347.862 % Execução em relação à LOA C/A 70.401.58% 98. Pág.324.39% 76.21 10.347.Ouvidoria 16.4 11.000 8.892.4 12.445.04 11.644.351.2 11.319.557.760.00 Fonte: ANEEL.103 .62 8. Valores em reais.39% 76.187.

Desta forma. resultando na dotação final de R$ 12.644.182.51% da dotação aprovada.644.000 LOA 1.000. que esteve à disposição do consumidor durante todo o exercício.000.283. As principais realizações de cada processo foram: Pág.182. Esse valor limite foi integralmente empenhado.400.898.00 para esta ação. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos.347. o que foi viabilizado por meio de crédito suplementar.921 EXECUTADO Fonte: ANEEL . para assegurar a continuidade dos serviços de teleatendimento.51% da dotação de R$ 12.158. cumpre informar que no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).39% da meta física prevista na LOA. no valor de R$ 3. no caso da Ação Ouvidoria.246. a Ouvidoria cumpriu sua função de receber. que estimou o atendimento a 2.921 ligações telefônicas. o produto previsto – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa. em 2011. O fato de o número de solicitações atendidas em 2011 ter sido inferior ao programado não decorre de redução do serviço prestado.000 2.000 Solicitação atendida Unidade 3.209.00. tornou-se necessário recompor minimamente a dotação reduzida.954 referem-se aos atendimentos de ligações realizadas para o número 167 da ANEEL e 397. apurar e buscar solução para as solicitações dos consumidores. Quanto à execução orçamentária.00. Em vista disso.000. Das 1.260. Na fase de aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA).921 solicitações atendidas.445.Gráfico 14 – Execução da Meta Física: Ação Ouvidoria Execução da Meta Física .324.00.644.Ouvidoria 2.158. a ação contava com uma dotação de R$ 13. houve execução de 1. 1.000 1. Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram os quadros anteriores.967 aos atendimentos de ligações realizadas para os 0800 de dez Agências Estaduais conveniadas. com cancelamento de recursos de outras ações e suplementação em favor da Ouvidoria.Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA). o que representa 75.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos). O limite de R$ 11.116.00 autorizado para empenho representou 91.400. correspondendo à execução de 91.104 .000 ligações telefônicas pela Central de Teleatendimento da ANEEL (CTA). Observa-se que. o Congresso Nacional reduziu essa dotação para R$ 9.

a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Das 1.246.954 ligações atendidas pelo telefone 167 da ANEEL, foram registradas 522.185 solicitações, das quais 482.119 solicitações foram finalizadas no próprio atendimento pela Central de Teleatendimento (finalizadas no primeiro nível) e 40.066 solicitações foram encaminhadas para tratamento técnico no segundo nível. O quadro a seguir demonstra os atendimentos realizados. Solicitações de Ouvidoria Atendidas
Atendimentos Registrados Tipo de ligação 1 1.1 1.2 1.3 2 Ligações para o número 167 ANEEL Solicitações de atendimento finalizadas no 1º nível Contatos complementares, trotes, enganos e diversos Solicitações encaminhadas para tratamento técnico (2º nível) Ligações para as Agências Estaduais Conveniadas Quantidades 1.246.954 482.119 724.769 40.066 397.967 1.644.921

3 Total de ligações atendidas (1+2) Fonte: ANEEL - Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).

Dentre os principais avanços relacionados ao tratamento de solicitações de consumidores, merecem destaque:  Monitoramento do sistema de coleta de informações das concessionárias sobre as solicitações dos consumidores junto aos seus respectivos sistemas de atendimento, conforme estabelecido na Resolução ANEEL nº 414/2010; Apuração de resultados do Programa de Qualidade junto às Agências Estaduais Conveniadas, com indicadores quantitativos e qualitativos, visando ao monitoramento e à aplicação de melhorias dos atendimentos aos consumidores e agentes do setor. Atualização e elaboração de novos textos, em consonância com a Resolução nº 414/2010, ordenando e aprimorando os textos-padrão de respostas, dentro do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO. Atuação ativa para o fortalecimento das Ouvidorias do Setor Elétrico, com destaque para a regulamentação das Ouvidorias das distribuidoras de energia elétrica.

b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA Durante o exercício, a ANEEL atuou em 19 processos de mediação de conflitos, encerrando 9 deles em 2011. Destes, 8 foram finalizados mediante acordo entre as partes e 1 por impasse. Os processos de mediação foram originados de solicitações dos diversos agentes envolvidos com o setor de energia, com destaque para agentes de transmissão, distribuição e consumidores.

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2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 Finalidade Promover a transparência das ações regulatórias do Setor Elétrico junto à sociedade, fortalecendo o diálogo no cumprimento da missão reguladora e fomentando a participação do cidadão no processo decisório. Descrição dos Processos A ação Participação Pública na Agenda Regulatória envolve 8 processos básicos: (a) Audiências e Consultas Públicas, (b) Gestão do Processo de Descentralização de Atividades, (c) Pesquisas de Opinião, (d) Estímulo aos Conselhos de Consumidores, (e) Gestão de Relacionamento, (f) Assessoria Parlamentar , (g) Gestão de Eventos e (h) Ações de Comunicação. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS A Audiência Pública é um instrumento de apoio ao processo decisório da Agência, de ampla consulta à sociedade, que precede a expedição dos atos administrativos. O principal objetivo das Audiências Públicas é colher subsídios e informações junto à sociedade sobre matérias que se encontram em análise, bem como oferecer aos interessados a oportunidade de apresentar seus pleitos, opiniões e sugestões relativas ao assunto em questão. O processo de Audiências Públicas, ao longo de sua condução, pode contar com a realização de sessões públicas para a manifestação de viva voz, chamada de sessão ao vivo (presencial), ou serem feitas por meio de intercâmbio documental. A ANEEL também realiza Consultas Públicas para apoiar a formulação ou o aperfeiçoamento de regulamentos, a fiscalização ou a implementação de outras atribuições da Agência. O objetivo é recolher informações dos agentes econômicos do Setor Elétrico, consumidores e demais interessados da sociedade, para identificar e aprimorar os aspectos relevantes da matéria em questão. Porém, se do processo de Consulta Pública resultar proposta de emissão ou aperfeiçoamento de regulamentos, a Consulta deverá ser seguida de Audiência Pública. Todo cidadão pode participar e enviar contribuições por escrito – via e-mail, fax ou pelos Correios – para a sede da Agência, ou pessoalmente nas sessões presenciais. O processo de realização de Audiências e Consultas Públicas segue rito específico: tem início com a instauração formal da Audiência Pública ou Consulta Pública; passa, em seguida, pela fase de recebimento de contribuições, que pode incluir ou não uma sessão presencial; e, por fim, é concluído quando termina o período estabelecido para o recebimento de contribuições. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES Considerando a dimensão e a extensão do território nacional e do sistema elétrico brasileiro, a ANEEL, valendo-se de prerrogativa que lhe foi conferida por lei, descentraliza às Unidades da Federação, por meio de Convênios de Cooperação com as Agências Estaduais de Regulação de Serviços Públicos, as atividades complementares de regulação e fiscalização dos serviços e instalações de energia elétrica. A gestão desse processo abrange a interação com os Estados, o aprimoramento do processo de descentralização (que a partir de 2011 começou a ser implementado, em caráter experimental, sob o regime de gestão associada de serviços públicos), a coordenação dos procedimentos de celebração dos Convênios de Cooperação, a análise da compatibilidade entre os planos e contratos de metas das diversas atividades descentralizadas, a orientação e o apoio às articulações entre a ANEEL e os representantes das Agências Estaduais no âmbito do desenvolvimento das ações descentralizadas.

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c) REALIZAÇÃO DE PESQUISAS DE OPINIÃO Envolve a realização de pesquisas de opinião pública para avaliar a percepção de públicos específicos quanto à qualidade do serviço de Energia Elétrica, as expectativas dos agentes setoriais e dos consumidores, a satisfação quanto aos produtos e serviços oferecidos pela ANEEL, dentre outras. Dentre essas, destaca-se a pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor – IASC, que é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivandoas na busca constante da melhoria de seus serviços. Outro objetivo da Pesquisa IASC é o de subsidiar as áreas de regulação e fiscalização, visando à melhoria dos instrumentos regulatórios e das prioridades de fiscalização. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Tem por finalidade estimular a organização dos Conselhos de Consumidores, criados pela Lei nº 8.631, de 1993, e das Comissões de Fiscalização Periódica, de que tratam as Leis n os 8.631, de 1993, e 8.987, de 1995, observadas as condições gerais para a formação, funcionamento e operacionalização desses Conselhos, estabelecidas pela Resolução Normativa ANEEL nº 451, de 2011. Desde a sua criação, a ANEEL busca estimular o funcionamento desses conselhos e o estreitamento das relações com eles, participando de suas reuniões, encontros regionais e nacionais; prestando informações pertinentes à regulamentação e à fiscalização do Setor Elétrico; organizando eleições para escolha de representantes junto à CCEE e ao ONS; e acompanhando seu funcionamento, em cumprimento ao estabelecido na supracitada Resolução. A ANEEL acompanha e registra o andamento de algumas atividades realizadas pelos Conselhos de Consumidores no sítio http://conselhodeconsumidores.aneel.gov.br/. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL O processo de Gestão de Relacionamento Institucional da ANEEL tem como atividade principal o acompanhamento e a sistematização do relacionamento institucional da Agência, no âmbito nacional e internacional. Compreende a execução de atividades relacionadas diretamente à interação da Agência com os diversos públicos institucionais, as quais são sistematizadas e monitoradas de modo a acompanhar a evolução do processo regulatório do Setor Elétrico. O processo de Gestão de Relacionamento Institucional desdobra-se nos seguintes subprocessos: e.1) estabelecimento e gestão de parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais; e e.2) interação com os públicos institucionais. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR A interação com o Processo Legislativo objetiva aprimorar e sistematizar o relacionamento da ANEEL com os órgãos do Poder Legislativo, com ênfase no Congresso Nacional, tendo como base o intercâmbio de informações afetas ao setor elétrico, que se desenvolvem na arena política. Nesse sentido, a ANEEL acompanha as reivindicações e proposições legislativas apresentadas pelos representantes da sociedade, mantendo permanente interlocução com esses agentes públicos. Os temas de interesse são transmitidos semanalmente ao público interno da Agência, por meio do informativo eletrônico “Acontece no Congresso”.
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g) GESTÃO DE EVENTOS Consiste na promoção, pela ANEEL, de eventos técnicos, ou na sua participação em eventos promovidos por terceiros, como por exemplo: Audiências/Consultas Públicas, solenidades de assinaturas de contratos de concessão e de acordos interinstitucionais nacionais e internacionais, workshops, fóruns, seminários, congressos, palestras, dentre outros eventos do setor elétrico. Tem como objetivo realizar a comunicação dirigida, com a finalidade de divulgar e consolidar a imagem da ANEEL, seus produtos, serviços, ideias e pessoas. No sentido de aprimorar o relacionamento, a interatividade e o diálogo, e de atender às necessidades dos diversos públicos com os quais atua, a ANEEL promove e participa de Audiências Públicas, leilões, debates, painéis, workshops, seminários, encontros e congressos, dentre outros eventos. Esse esforço visa divulgar os trabalhos da Agência, o papel da Instituição, a sua missão e o fato de que ela existe para aprimorar os serviços de energia elétrica, garantir os direitos básicos do consumidor e contribuir para o desenvolvimento nacional. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO Esse processo desenvolve ações de divulgação de temas afetos à ANEEL, atende a solicitações de informação de profissionais de imprensa e apoia os diretores e técnicos no relacionamento com os diversos veículos de comunicação. Divulga as ações e decisões, além de programas e projetos instituídos pela Agência; produz e divulga relatórios de prestação de contas à sociedade com o objetivo de disseminar a cultura regulatória e dar transparência aos atos da instituição. Também produz textos técnicos, cadernos temáticos e outras publicações de interesse do setor e de toda a sociedade, para disseminar e ampliar o conhecimento dos assuntos de responsabilidade da Agência. Público-Alvo O publico alvo das atividades desenvolvidas são: a sociedade, os consumidores, os agentes do setor elétrico e a mídia. Formas de Implementação A Ação Participação Pública é implementada de forma direta, utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços, podendo também ser implementada de forma descentralizada, por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. As estratégias de implementação utilizadas são:   Contratação de empresa de eventos, para dar suporte de infraestrutura na realização das Audiências Públicas da ANEEL e eventos direcionados ao Setor Elétrico, nos quais a ANEEL tem participação. Celebração de Convênios de Cooperação com Agências Reguladoras Estaduais, para execução descentralizada das atividades.

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Metas Orçamentárias e Físicas O quadro e o gráfico abaixo mostram o orçamento programado e o realizado. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Participação Pública
Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 6.132.522,00 7.341.594,00 5.792.400,00 5.932.080,00 3.678.254,04 3.223.255,00 Orçamento Realizado Empenhado C 4.932.080,50 3.611.479,28 3.223.255,00 Pago D 3.619.334,81 2.328.662,67 2.814.719,00 % C/A 80,42% 49,19% 55,65% % C/B 83,14% 98,18% 100,00%

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Valores em reais.

Gráfico 15 – Execução Orçamentária: Ação Participação Pública Execução Orçamentária - Participação Pública
5.792,4

Valores em R$ mil

6.000 4.000 2.000 0 LOA + CRÉDITOS

3.223,3

3.223,3

2.814,7

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL.

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Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Participação Pública
Produto: Evento realizado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 116 168 116 168 99 Meta Física Executada % Execução em Executada % Execução em relação à meta (Unidades) relação à LOA ajustada C C/A C/B 155 180 122 133,62% 107,14% 123,23% 133,62% 107,14% 123,23%

Ano

2009 2010

2011 99 Fonte: ANEEL.

Gráfico 16 – Execução da Meta Física: Ação Participação Pública Execução da Meta Física - Participação Pública
122

Evento realizado

150 100 50 0
LOA

99

EXECUTADO

Fonte: ANEEL.

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Avaliação dos Resultados da Ação O planejamento da ANEEL programou para 2011 a realização de 99 eventos, que constituíram a meta física da Lei Orçamentária Anual (LOA), que consignou à Ação a dotação de R$ 5.792.400,00. Foram realizados 122 eventos, o que corresponde a 123,23% da meta física prevista na LOA, conforme resumido no quadro abaixo: Eventos Realizados – por Tipo
Eventos Realizados – por tipo Audiência Pública com sessão ao vivo – presencial Audiência Pública por intercâmbio documental Consulta Pública com sessão ao vivo - presencial Consulta Pública por intercâmbio documental Eventos Diversos em 2011 Total Fonte: Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) Quantidade 24 59 1 7 31 122

O subitem 17.3 deste relatório apresenta, nomeadamente, a relação desses 122 eventos e especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles. Os bons resultados desta Ação, evidenciados pela realização de 83 Audiências Públicas e 8 Consultas Públicas, permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência, demonstrando os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade. Vale notar a predominância das Audiências e Consultas Públicas por intercâmbio documental, em relação às sessões presenciais, tendência esta decorrente da crescente facilidade e economicidade proporcionada pelos meios eletrônicos de comunicação. O limite de R$ 3.223.255,00 autorizado para empenho representou 55,65% da dotação de R$ 5.792.400,00 aprovada na LOA para a ação (não houve créditos para esta ação). Esse limite foi empenhado integralmente, correspondendo à execução de 55,65% da dotação aprovada. Em função da abrangência e da diversidade dos processos contemplados nesta ação, o custo unitário da meta é variável, visto que parte dos processos, embora contribuam para o alcance do objetivo da ação, não se refletem na meta física, ou seja, em eventos realizados. Dessa forma, não cabe avaliar a ação sob a ótica da proporcionalidade entre a meta física e a execução orçamentária. As principais realizações, no âmbito dos processos básicos desta Ação, são descritas a seguir. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS Contam na meta física da Ação as Audiências e Consultas Públicas finalizadas2 no exercício. Em 2011, foram finalizadas 83 Audiências Públicas, dentre as quais 24 com sessão ao vivo-presencial, 59 por intercâmbio documental, além de oito Consultas Públicas, dentre as quais uma com sessão ao vivopresencial e sete por intercâmbio documental. O subitem 17.3 deste Relatório apresenta a relação das Audiências Públicas e Consultas Públicas finalizadas em 2011, e especifica o objetivo de cada um desses eventos. No tocante ao aprimoramento do processo, prosseguiram os estudos iniciados em 2010 com vistas à unificação dos procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Foi realizada Audiência Pública
2 O termo “finalizadas” refere-se à finalização do período de contribuições das Audiências e Consultas Públicas. Pág.111

para ouvir a sociedade sobre esta proposta, com o objetivo de aperfeiçoar os Capítulos II e III, do Título II, da Norma de Organização ANEEL nº 001, aprovada pela Resolução Normativa nº 273/2007, que dispõem sobre os procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Até o encerramento do ano, as 61 contribuições recebidas de nove instituições (públicas, privadas e órgão de defesa dos consumidores) estavam em fase de análise, sendo prevista para 2012 a publicação da Resolução Normativa que estabelecerá os novos procedimentos. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES A ANEEL manteve convênio com doze Agências Reguladoras Estaduais nos estados de Paraíba (ARPB), Mato Grosso do Sul (AGEPAN), Mato Grosso (AGER), Goiás (AGR), Ceará (ARCE), Pará (ARCON), Alagoas (ARSAL), Rio Grande do Norte (ARSEP), São Paulo (ARSESP), Rio Grande do Sul (AGERGS), Santa Catarina (AGESC) e Pernambuco (ARPE). Em decorrência da Resolução Normativa nº 417, de 23/11/2010, que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal, para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, foram desenvolvidas em 2011 as seguintes atividades:  Instituição de Grupo de Trabalho, por meio da Portaria ANEEL nº 1.968, de 01/11/2011, com o objetivo de estabelecer a Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, bem como a estrutura de custos das atividades a serem descentralizadas para as Agências Estaduais;  Aprovação dos Convênios de Cooperação regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Aprovação dos Acordos de Interesse com os Estados de Tocantins e Espírito Santo, regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Execução do Projeto Piloto firmado com as Agências Reguladoras Estaduais do Ceará (ARCE) e do Rio Grande do Sul (AGERGS), conforme estabelecido na Resolução Normativa nº 417/2010;  Acompanhamento trimestral de todas as fases da prestação de contas elaborada pelas Agências estaduais, conforme previsão nos TADs de 2011;  Gerenciamento da revisão dos Termos Anuais de Descentralização – TADs – celebrados entre as Superintendências e as Agências Reguladoras Estaduais para o exercício de 2011;  Realização de visitas técnicas às Agências Reguladoras Estaduais com o objetivo de aproximar o relacionamento entre as instituições e discutir os procedimentos para a mudança de modelo e instrumentos de descentralização de atividades da ANEEL. c) PESQUISAS DE OPINIÃO Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 03 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Em 2011, destacam-se as seguintes atividades desenvolvidas:
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no Rio de Janeiro.  Assinatura de Acordo de Cooperação no 010/2011 com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH – GIZ. em São Paulo. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em Brasília. atualização da página eletrônica HTTP://CONSELHODECONSUMIDORES. em continuidade ao processo iniciado em 2010 e não concluído por falta de candidatos dessas regiões na época.Abrangência e Implementação”. na Costa Rica. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores. da Alemanha. com vistas à apresentação da norma. e. no Rio de Janeiro.BR. destacam-se:  Assinatura de Acordo de Cooperação no 009/2011 com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE. de 10/05/2000. para técnicos do ICE.  Organização de Seminário sobre a Resolução Normativa nº 451. IV Seminário dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica da Região Sudeste. com recebimento de planos anuais de atividades e metas e atas das reuniões periódicas.  Revisão das condições gerais para criação.GOV. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. com o objetivo de proporcionar maior efetividade nas ações dos Conselhos e suas ações junto ao consumidor e à ANEEL  Realização de eleição on-line para representantes dos Conselhos de Consumidores das regiões Norte e Nordeste junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.  Operacionalização da cooperação da ANEEL com o Instituto Costarriquenho de Eletricidade – ICE. reunião do Conselho de Consumidores da Light.ANEEL. esclarecer dúvidas e nivelar conhecimentos. realizado na cidade de São José. reunião com representantes dos conselhos de consumidores das regiões Sul/Sudeste/Centro-Oeste e Norte/Nordeste e o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS. Acompanhamento do funcionamento dos Conselhos de Consumidores. que estabelece as novas condições gerais para a criação.  Assinatura do Termo de Acordo com a Embaixada Britânica em Brasília para execução do Projeto “Promovendo Eficiência Energética no Brasil”.1) Estabelecimento e Gestão das parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais. mediante a participação de técnicos da ANEEL em seminário-workshop intitulado “Análise da Institucionalidade do Sistema Elétrico Brasileiro e sua Aplicabilidade em um Novo Modelo de Mercado para o Setor Elétrico da Costa Rica . Todos os Conselhos foram convidados. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO As principais realizações. 1º Congresso do Conselho de Consumidores da Celesc. reunião com o Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE e representantes dos Conselhos de Consumidores junto à CCEE. monitoramento dos mandatos dos representantes. de Portugal. em Porto Alegre. Quanto a este subprocesso. em Joinville-SC. do Equador. XIII Encontro Nacional dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em São Luís/MA.  Apresentação de palestras e participação nas seguintes reuniões e eventos: Fórum Estadual de Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul. no Rio de Janeiro. no âmbito dos subprocessos.  Aprovação do Acordo de Cooperação a ser celebrado com o Conselho Nacional de Eletricidade – CONELEC. Pág. estabelecidas pela Resolução ANEEL nº 138.113 . são relatadas a seguir.

Ltd. o Associações de Classe. entre outros. senadores. tais como os Governadores do estado do Mato Grosso. ainda:  A recepção de missões estrangeiras interessadas em conhecer o processo regulatório do setor elétrico brasileiro. destacando-se as seguintes:  Foram expedidos 287 ofícios em resposta a pleitos de Câmaras Municipais. e China Machinery Engineering Corporation – CMEC. compensação financeira. foram atendidas 139 solicitações de audiência com o Diretor-Geral da ANEEL. a participação no China Wind Power 2011. a Companhia de Transmissão de Eletricidade do Quênia – KETRACO (Kenya Electricity Transmission Co. benefícios a classes de consumidores.2) Interação com os públicos institucionais. o Consumidores. além do atendimento a 17 requerimentos de informação. Banco Mundial. leilões de Transmissão. o Investidores. Foram 137 reuniões realizadas na ANEEL com a participação de governadores. Assembleias Legislativas e parlamentares federais. que possuem prazo constitucional de no máximo 30 dias para resposta. eficiência energética.114 . oriundas de públicos institucionais.e. Cisco.). via e-mail. primeiro ano da ampla maioria dos mandatos do Executivo e Legislativo das esferas federal e estadual.). a exemplo do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor/MJ e do Procon-SP. a Agência de Regulação Econômica de Cabo Verde – ARE. IDEC. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR O ano de 2011. o Apoio à Diretoria e às UOs na viabilização de Representações Institucionais a eventos nacionais e internacionais. e a ABDIB – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base. SHARP Corporation. e Banco da China. o Governo. a exemplo da IBM do Brasil. Tarifa Social de Energia Elétrica. como a Comissão Nacional de Energia Elétrica da Guatemala – CNEE (Comisión Nacional de Energía Eléctrica). energia solar e eólica. empreendimentos das diversas fontes energéticas em implementação nos Estados brasileiros. resultou em intensa atividade da Assessoria Parlamentar da ANEEL. No âmbito deste subprocesso. Destacam-se.  A interação presencial também foi grande. prefeitos e vereadores. Pará. tais como: o Fabricantes. PROTESTE. tais como as visitas técnicas à Alemanha e Espanha (intercâmbio de experiências em Energia Solar Heliotérmica. a exemplo do Banco Morgan Stanley. discutindo temas como redes inteligentes. qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras. Eólica e smart grids). Pernambuco e Santa Catarina. ao Reino Unido (smart grid e eficiência energética). e a diversas demandas encaminhadas pelas assessorias de parlamentares. fontes alternativas de energia. respondidos 80 convites e 49 pleitos. Programa Luz Para Todos. e o Instituto Japonês para Investimentos no Exterior – JOI (Japan Institute for Overseas Investment). tais como a ABRAGE – Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica. deputados.  Recepção a representantes de várias entidades representativas dos segmentos de interesse do setor elétrico. geradoras térmicas a carvão e biomassa. o Organismo Coordenador do Sistema Elétrico Nacional Interconectado da República Dominicana (Organismo Coordinador del Sistema Eléctrico Nacional Interconectado de la República Dominicana Inc. Pág. valores das tarifas de energia.

da Revista de P&D. do Relatório ANEEL 2010.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. foram elaboradas 38 edições do informativo “Acontece no Congresso”. organizada pela Comissão de Minas e Energia da Câmara. e ao superintendente de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade. e no Seminário Agenda Parlamentar para Energia Elétrica: modicidade tarifária. foram distribuídos 800 exemplares da Revista de P&D. José Augusto da Silva. em Audiência Pública conjunta das comissões de Minas e Energia e de Defesa do Consumidor. concessões e qualidade do fornecimento. Pág. Nelson Hübner. e do livreto contendo o texto na íntegra da mencionada Resolução.3 deste relatório. universidades. Dr. g) GESTÃO DE EVENTOS Além das Audiências e Consultas Públicas. destacaram-se a elaboração. da Cartilha por dentro da Conta de Luz. do Folder referente à Resolução Normativa nº 414/2010. servidores e colaboradores terceirizados da Agência. que especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles. contendo os principais direitos e deveres do consumidor. De forma semelhante. do Folder ANEEL and the Brazilian Eletricity Setor. realizado em Fortaleza/CE. Também foram confeccionados cartazes. em sua participação na Audiência Pública na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal para tratar da Tarifa Social de Energia Elétrica. que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica. Além disso. Durante o VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica e II Seminário de Eficiência Energética. foram realizados outros 31 eventos.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. bibliotecas e órgãos de defesa do consumidor. na Câmara dos Deputados. foram distribuídos os exemplares da publicação denominada “Ouvidoria Setorial em Números” durante o X Encontro Nacional de Ouvidores do Setor Elétrico.115 .  ao Diretor André Pepitone. quando compareceu à Comissão de Minas e Energia para participar de Audiência Pública sobre a Light. folders e informativos para a divulgação de leilões. em Audiência Pública sobre a CELPA. em Belém-PA. órgãos federais. em Caxias do Sul/RS. público parlamentar. para debater a qualidade do serviço da Eletropaulo.  ao Diretor-Geral da ANEEL. de Audiências Públicas e dos diversos eventos promovidos pela Agência. a diagramação e a produção da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão. conforme detalhado no subitem 17. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO No ano de 2011. no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica e Combustíveis. prefeituras e municípios do Brasil. Dr. destinado a informar o público interno da ANEEL sobre os acontecimentos mais relevantes com relação ao setor elétrico e à atividade da Agência no Congresso Nacional.Foram realizados os seguintes assessoramentos:  ao Diretor-Geral da ANEEL. Nelson Hübner. em Audiência Pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados para discutir a Resolução Normativa nº 414/2010. Os exemplares da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão foram distribuídos para os líderes das unidades organizacionais da ANEEL. entidades do setor elétrico.

IV. e b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial. bem como suprir bens permanentes e de consumo. e realizar execução financeira (apropriação. controlando sua situação física e contábil. III.2. Gerir Recursos Logísticos – tem por finalidade administrar Serviços de Transporte. Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações – tem por objetivo gerir os processos de Manutenção Predial. analisar o atendimento das diligências da Auditoria Interna. na Lei Orçamentária Anual (LOA) e com base no Plano Gerencial da Agência. e a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários. Limpeza e Conservação. b2) Auditoria Interna. agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em ações finalísticas do próprio programa. Descrição dos Processos Esta ação pode ser compreendida em dois grandes grupos: a) Gestão e Administração. O objetivo desta ação é garantir o pleno funcionamento das instalações da ANEEL e oferecer adequadas condições de trabalho a todos os colaboradores da Agência. Brigada de Incêndio. Segurança. Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira – tem por objetivo acompanhar. a2) Gestão da Informação e Documentação. e liquidar a maioria das despesas. Engenharia e Telecomunicações da Agência. Concessão de Diárias e Passagens e Apoio Administrativo de toda Agência.116 II. que contempla: b1) Comunicação e Imprensa. na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). com vistas a prover a infraestrutura predial necessária para o bom funcionamento do complexo ANEEL/ANP/CPRM. bem como realizar execução orçamentária (pré-empenho e empenho). . b) Atividades Transversais de Apoio à Gestão. controlar e avaliar a execução orçamentária e financeira da ANEEL.6 . da SFC e do TCU. Gerir Contabilidade – tem por objetivo realizar conformidade contábil da ANEEL. analisar os atos de execução Pág.Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 Finalidade Constituir um centro de custos administrativos dos programas. que abrange: a1) Gestão Administrativa e Financeira.2. a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira O processo Gerir Administração e Finanças abrange o gerenciamento dos serviços de apoio administrativo relacionados às atividades de manutenção dos serviços básicos da instituição e compõe-se dos seguintes subprocessos: I. de acordo com os preceitos estabelecidos no Plano Plurianual (PPA).3. retenção e pagamentos). conferir documentos e regularidade fiscal de prestadores de serviço à ANEEL. As atividades desta ação dão suporte para que as ações finalísticas da ANEEL alcancem suas metas.

administração de software e hardware. administração e operação de redes de microcomputadores. recuperação imediata. utilizando técnicas e práticas arquivísticas associadas à tecnologia da informação e à logística de armazenamento. II. armazenar e disseminar as informações do acervo técnico da Agência. cartográficos (atlas e mapas).117 . Contratos e Convênios – realizar os processos licitatórios. e controlar a inadimplência das receitas de responsabilidade da ANEEL. oferecer suporte às Unidades Organizacionais nos assuntos referentes à arrecadação. tramitação. propiciando a promoção do conhecimento aos servidores da Agência e ao público externo. suporte técnico aos usuários da rede corporativa da ANEEL. realizar os procedimentos de formalização de convênios. Gerir Controle da Arrecadação – gerenciar a arrecadação da ANEEL. compondo-se dos seguintes subprocessos: I. A Gestão de Documentos de Arquivos tem como missão a administração da produção. A Rede Corporativa tem como objetivo prover acesso centralizado a todos os serviços do ambiente corporativo de forma segura. tratar. administração e aquisição de software e hardware. guarda e eliminação de documentos. garantindo ao usuário rapidez de acesso. a2) Gestão da Informação e Documentação O processo Gerir Informação e Documentação abrange o gerenciamento dos Serviços de Tecnologia da Informação e a Gestão de Documentos. financeira e patrimonial. Gerir Serviços de Tecnologia da Informação: Na área de serviços técnicos especializados aplicados à tecnologia e à gestão da informação são executados projetos de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação. DVDs. audiovisuais (CDs. Pág. e aquisição de publicações. normas técnicas e relatórios). Tem por finalidade realizar serviços técnicos especializados aplicados à Tecnologia e Gestão da Informação. acompanhar e realizar análise financeira das prestações de contas dos convênios. manutenção e aquisição de equipamentos de informática. bibliográficos (livros. e cadastrar usuários da Rede SERPRO e do Sistema SIAFI. administração e operação de banco de dados. mediante a execução de atividades relacionadas à infraestrutura de rede. por meio da utilização de novas tecnologias da informação. uso. manutenção dos serviços de reprografia. periódicos. V.orçamentária. O CEDOC é uma biblioteca especializada e sua missão é coletar. serviços de segurança da informação. Gerir Licitações. organização. fitas cassetes e vídeos) e documentos eletrônicos. guardar e manter o arquivo contábil. preservação e guarda permanente. processar. administração e operação de banco de dados. A Central de Atendimento ao Usuário tem como objetivo prover um ponto único de contato entre o usuário final da ANEEL e a área responsável. administrar. VI. técnicos (estudos de inventários hidrelétricos). avaliação. visando à orientação e à rápida restauração à normalidade dos serviços disponibilizados pela TI. localização. teses. acompanhar os contratos. dentro dos padrões previstos pela legislação que regula a prática arquivística. o qual compreende documentos legislativos de interesse do setor elétrico e emanados da ANEEL. Gerir Documentação: Compreende as atividades de gestão arquivística de documentação e de biblioteca. Tem um papel de fornecer e melhorar o serviço de maneira geral. para a racionalização e eficiência dos arquivos. manutenção da intranet/internet e segurança da informação. folhetos.

com vistas a contribuir com o processo de formação acadêmica de estudantes matriculados em instituições de ensino com cursos de níveis médio e superior.118 . Proporcionar Estágio para Estudantes de 2º e 3° Graus. online. e realizar ações para ampliar o nível de informação e a comunicação interna. Imprensa . O processo de Auditoria Interna compreende os seguintes subprocessos: I. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. visando difundir e divulgar suas ações e resultados. jornais. b2) Auditoria Interna O processo de Auditoria Interna consiste em apoiar e assessorar a gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos.a comunicação é instrumento de apoio ao Programa. revistas. como o Boletim Energia eletrônico. Comunicação .a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. promove entrevistas coletivas. II. com o objetivo de trabalhar comportamentos e atitudes dos servidores da ANEEL. proporcionando oportunidades que combinem a teoria e a prática profissional.principalmente nos dias de reunião da Diretoria Colegiada. Também acompanha e analisa as matérias de interesse da ANEEL veiculadas na mídia impressa. elabora textos. e redige material informativo. emissoras de televisão. bem como das alterações decorrentes de admissão e exoneração de servidores e pagamento de gratificações. e aos leilões. Planejar as Atividades de Auditoria: Pág. para a constante melhoria dos processos organizacionais. destacando-se os avisos referentes às licitações. Dentre as principais linhas de atuação da comunicação. bem como os decorrentes de delegação de competências às entidades estaduais de regulação de serviços públicos. II. de rádio e televisão. Diariamente são produzidas duas edições das matérias de interesse da ANEEL e do setor elétrico publicadas nos veículos de comunicação de todo o País e a repercussão das decisões da Agência na imprensa e na sociedade. agências e assessores de imprensa dos setores público e privado). com a divulgação de decisões da ANEEL . Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais – consiste em operacionalizar a elaboração e o controle da Folha de Pagamento da ANEEL. como notas à imprensa e avisos de pauta. além de propiciar o envolvimento do público-alvo no desenvolvimento e na multiplicação dos processos. às audiências e às consultas públicas. além de coordenar as ações de articulação com órgãos de imprensa e apoiar os diretores e técnicos nos relacionamentos com veículos de comunicação. destacam-se:   veicular publicações legais nos jornais de maior circulação no país. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. Compreende o exame dos atos praticados pelos gestores das unidades organizacionais que compõem a Agência.a assessoria realiza o atendimento aos jornalistas de todo o País (rádios.

III. Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Consiste no acompanhamento das orientações emitidas em reuniões da Diretoria e dirigidas às Unidades Organizacionais. em observância às disposições estabelecidas nos instrumentos de convênio e nas normas complementares. verificação da regularidade dos atos praticados no desenvolvimento das ações relacionadas à atuação da ANEEL. aprovado pela Portaria MME nº 349. vinculada à Advocacia-Geral da União (AGU). respectivamente. de 2 de julho de 2002.Consiste na gestão do processo de planejamento das atividades anuais de Auditoria Interna. e que compõe a estrutura organizacional da ANEEL. por força do Regimento Interno da ANEEL (Portaria MME nº 349. b. A atividade compreende. no acompanhamento da regularidade da gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos. II.335. 10 da Lei nº 10. para a execução de exames específicos de auditoria. IV. análise das prestações de contas das agências conveniadas e certificação da adequada execução física e financeira dos convênios de descentralização. c. bem como a conformidade dos atos praticados pelas agências com as normas federais aplicáveis. de 6 de outubro de 1997. II – examinar e opinar sobre os assuntos de natureza jurídica e sobre os atos normativos da ANEEL. atuando no sentido de provê-los com informações e apoio às auditorias realizadas. e b) acompanhar o atendimento às recomendações e às determinações constantes de Acórdãos e Relatórios de Auditoria dos Órgãos de Controle Externo (TCU) e Interno (CGU/SFC). com vistas ao atendimento das disposições regulamentares vigentes e das necessidades de controle da Administração. Pág. para a realização de atividades específicas vinculadas às suas respectivas competências. compreendendo: a. avaliação dos resultados alcançados e da efetividade relativa aos processos licitatórios. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. de 28/11/1997: I – assessorar juridicamente a Diretoria. 5º do Anexo I do Decreto nº 2. Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: Consiste em apoiar e assessorar a Diretoria. nos termos do art.480. também. e d. consoante o disposto no § 3º do art.119 . análise da conformidade dos resultados consignados nos balanços e acompanhamento do processo de Prestação de Contas Anual (execução e cumprimento das metas estabelecidas no PPA). de 28/11/1997) o exercício da interface com tais Órgãos de Controle. As competências da Procuradoria foram definidas pelo artigo 20 do Regimento Interno da ANEEL. Atender às Demandas da Administração e dos Órgãos de Controle Externo e Interno: Consiste em: a) atender às solicitações da Diretoria. órgão de execução da Procuradoria-Geral Federal (PGF). b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial A Assessoria Jurídica e Representação Judicial da ANEEL são exercidas pela Procuradoria Geral. objetivando a certificação da regularidade dos atos administrativos praticados pelos gestores dos processos organizacionais da Agência.

ofícios. Pág. de 10 de fevereiro de 1993. homologatórias ou autorizativas. Forma de implementação A ação é implementada de forma direta. bem como dos respectivos contratos. A atividade consultiva tem a função de subsidiar o processo decisório e é exercida mediante a emissão de pareceres jurídicos. V – propor à Diretoria a declaração de nulidade de ato administrativo praticado no âmbito da ANEEL. VII – exercer a representação judicial da Autarquia.III – examinar e aprovar as minutas de editais para licitações e concursos públicos. Essa atuação é essencial para a manutenção e efetivação das decisões proferidas pelo órgão regulador. bem como quanto ao adequado cumprimento das decisões judiciais relacionadas com a Autarquia. Essas consultas. VI – interpretar as leis e orientar a Diretoria na sua aplicação. bem como o assessoramento direto que consiste na participação em reuniões públicas. audiências públicas. IV – pronunciar-se em processos de natureza disciplinar e sobre todas as questões jurídicas referentes a licitações e contratos. bem como examinar e aprovar todas as resoluções normativas. Tais atribuições são exercidas por meio das atividades consultiva e contenciosa. têm prazos exíguos e visam instruir inquéritos civis. via de regra. Consiste. apreciar todas as questões jurídicas relativas a licitações e contratos. a Procuradoria Geral é ainda responsável por consolidar e responder a todas as consultas feitas à ANEEL pelos órgãos do Ministério Público Federal e Estadual acerca dos mais diversos temas atinentes ao setor elétrico. o que permite conferir maior estabilidade jurídica ao marco regulatório. e pronunciar-se nos processos de natureza punitiva ou disciplinar. no assessoramento às atividades relacionadas à cobrança e à recuperação de créditos da ANEEL. parlamentares e de controle externo.120 . A atividade contenciosa exerce a representação judicial da ANEEL. ainda. Essa atividade consiste ainda em opinar sobre quaisquer assuntos de natureza jurídica. leilões e reuniões internas. inclusive perante órgãos policiais. nos termos do disposto na Lei Complementar nº 73. por meio de trabalhos executados por pessoal próprio e mediante contratação de bens e serviços necessários ao funcionamento da Instituição. Finalmente. O consultivo ainda exerce a representação extrajudicial da Agência.

a dotação de R$ 47.682.7 Valores em R$ mil 60.475.43% 73. Valores em reais.18% 97.575.976.722.167.00 % C/A 90.869.278.5 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Quanto à execução orçamentária.GAP 46.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.718.00 23.059. O limite de R$ 32. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário da ação.951.00 autorizado para empenho representou 68.575.544.763.332.00 Orçamento Realizado Empenhado C 21. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido.04% 98.742.406.5 22.227. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Gestão e Administração do Programa (GAP).19% da dotação aprovada.00 (LOA + Créditos).12 25.91% da dotação de R$ 46.722.000 20.763.50% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 424.24 33.406. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011. Pág.475. excluídas as despesas de pessoal e encargos sociais.48 33.8 31.21 22.39 31.00 32.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).00.00 46.809.742.804.212. nos grupos de natureza de despesa “3-Outras Despesas Correntes” e “4-Investimentos”.115.742.406. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação GAP Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 23.000 0 LOA + CRÉDITOS 32.733.00. Gráfico 17 – Execução Orçamentária: Ação GAP Execução Orçamentária .212.53% 67.19% % C/B 94.335. restando para a Ação GAP o total de R$ 46.00.50% do limite e 67.722.121 .000 40.439. foram empenhados R$ 31.056.212.087.455.00 45. correspondendo à execução de 97.00 Pago D 17. Desse limite.742.

Avaliação dos Resultados da Ação Em que pese o contingencimento de recursos. apoio administrativo. sendo um para fornecimento de hospedagem em hotéis localizados nas capitais dos Estados das regiões Centro-Oeste. foram mantidos de forma a manter a segurança necessária ao funcionamento da Agência. provendo os servidores dos materiais necessários à realização de suas atividades. maior comodidade aos servidores e prestadores de serviços terceirizados. Foi firmado Termo de Cessão para exploração de serviços de restaurante/lanchonete no Edifício Sede. A equipe foi reforçada pela entrada de novos servidores. Não foi possível firmar contrato para o atendimento da região Sul. Gestão de Serviços de Segurança Os serviços de vigilância armada e desarmada. Gestão de Serviços de Apoio Administrativo Serviços terceirizados de copeiragem. recepção. proporcionando condições de trabalho satisfatórias à maioria dos colaboradores da Agência. vigilância. Essas despesas são executadas por meio do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP). segundo as necessidades da Agência. Os serviços de Almoxarifado atenderam às necessidades da Agência em 2011. foram aprimorados com o aumento de um posto de vigilância no horário diurno. provendo transporte e hospedagem. Gestão de Almoxarifado e Patrimônio Os procedimentos para individualização da responsabilidade sobre os bens da Agência continuaram no ano de 2011. outro para as capitais dos Estados da região Nordeste e o terceiro para as capitais dos Estados da região Sudeste. melhorando o desempenho da área. oferecendo. a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira I – Gerir Recursos Logísticos Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem A Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem alcançou seu objetivo em 2011. apoiando desta forma a execução das ações finalísticas. oriundos do plano de segurança para o complexo ANEEL/ANP/CPRM.122 . carimbos. atenderam às necessidades da ANEEL no suporte à infraestrutura básica de trabalho da Agência. cópia de chaves. fez-se necessário a contratação de profissional especializado nessa área. Os serviços de recepção. assim. Pág. foi possível assegurar o funcionamento das instalações da ANEEL. lavagem de toalhas de mesas e bandeiras. com monitoração eletrônica. limpeza e conservação jardinagem. brigada de incêndio. A seguir são apresentadas as principais realizações por processo. mapas. Para a adequada fiscalização da execução do referido Termo. do Governo Federal. Em 2011. a ANEEL contou com três contratos de fornecimento de hospedagem para os servidores e colaboradores eventuais da Agência.

respectivamente. destinada aos Estados. água e esgoto. bem como contratações diretas (dispensas e inexigibilidades). que vigeram até 31/12/2011. iluminação.4. As intervenções contemplam serviços de pintura. Quanto aos instrumentos de parceria. O Desempenho Orçamentário/Financeiro consta do subitem 2. as informações requeridas sobre a Programação e a Execução Orçamentária da Despesa.4.2 apresentam. sanitárias. provendo um ambiente adequado para o desempenho de suas atividades. Foram realizadas ainda diversas intervenções nas unidades organizacionais da ANEEL. o que permite visão mais imediata da constituição de créditos de multas.4. adesões a atas de registros de preços e credenciamentos. VI – Gerir Controle da Arrecadação As atividades de rotina deste subprocesso referem-se ao controle da arrecadação e divulgação na intranet dos valores devidos e pagos a título de Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica (TFSEE). alterando o layout e reorganizando o espaço físico. Municípios e entidades públicas beneficiárias – ANA. rede de dados e telefonia.1 e 2. rede de combate a incêndios. sendo grande parte das regularizações solicitadas identificadas na execução contratual (80%). Foi dado prosseguimento da integração dos sistemas SIGEFIS e SIGEC. FNDCT –. a distribuição e divulgação dos valores dos royalties de Itaipu Binacional destinada aos Estados e Municípios. Além disso. termos aditivos. MME. As informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira constituem o item 2 deste Relatório e seus subitens. com a devida publicação dos despachos informativos no Diário Oficial da União. bem como. de modo a possibilitar o cadastro e a geração de boleto de cobrança já na emissão do auto de infração. hidráulicas. foram gerenciados os contratos de fornecimento de energia elétrica. o que inclui a análise e decisão quanto a pedidos de parcelamentos de multas. o controle da arrecadação. elevadores.123 . Essa ação se fez necessária para que os novos convênios de cooperação – na modalidade gestão associada de serviços públicos – celebrados com as Agências Estaduais entrassem em vigor a partir de 01/01/2012. onde os subitens 2. e controle e execução financeira das multas imputadas pela ANEEL e pelas agências estaduais conveniadas. V – Gerir Licitações. com o aprimoramento dos mecanismos de programação foram realizados 880 processos de contratação no exercício. telefonia fixa e móvel. persianas.II – Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações As atividades desempenhadas envolveram a manutenção corretiva e preventiva das instalações elétricas. realocação de divisórias e mobiliários. MMA. ar-condicionado. III – Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira O Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL) é utilizado como ferramenta de elaboração e acompanhamento do planejamento e de monitoramento da execução orçamentária e financeira. foram rescindidos 12 convênios pactuados com as Agências Estaduais de Regulação. IV – Gerir Contabilidade Foram efetuadas 942 análises contábeis de processos de pagamento. e facilita aos agentes conhecer e efetuar o pagamento sem a Pág. resultando em 25 notificações para regularização. entre outros. Também constitui rotina a execução administrativa dos inadimplentes para com as receitas citadas. notas de empenho e notas de dotação. plataformas elevatórias para portadores de necessidades especiais e central telefônica. Esses processos contemplam licitações nas modalidades pregão eletrônico e concorrência. distribuição e divulgação dos valores da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CMPFRH). realocação e instalação de pontos elétricos/rede lógica/telefonia. Contratos e Convênios Em relação às contratações.

visto que todas as informações estão disponíveis na internet. são informados os sistemas desenvolvidos. No quadro a seguir.  Produção: sistema em operação pelos usuários. as fases indicadas no quadro são definidas como segue:  Iniciação: especificação da visão do modelo de negócio.  Contratação e customização do novo software de Gestão Documental (SICNet 2. A ANEEL procedeu à atualização de valores de processos de cobrança de inadimplentes e os reenviou à Procuradoria Geral. responsável pela recepção dos artefatos produzidos pela Fábrica de Software. Tal situação decorre no disposto no artigo 1º da Portaria PGF nº 267.  Criação do Grupo de Analista de Negócios dentro do EGP. Consolidação da utilização da ferramenta de Inteligência Analítica (SAS). o encaminhamento das informações das multas por elas lavradas. Criação do Grupo de Qualidade e Métrica dentro do Escritório de Gerência de Projetos (EGP). com vistas ao encaminhamento dos mesmos à Procuradoria Regional Federal da 1ª Região.0). responsável pelo suporte às diversas superintendências. Consolidação do modelo de Sustentação de Sistemas. a2) Gestão da Informação e Documentação I – Gerir Serviços de Tecnologia da Informação Este subprocesso alcançou seus objetivos. por meio dos seguintes desdobramentos: Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas de Informação:     Consolidação do modelo de desenvolvimento de sistemas baseado em Fábrica de Software.  Transição: implantação do software. de 16/03/2009. para que sejam cadastradas no Sistema de Gestão de Crédito – módulo multas –. do escopo do projeto e do produto final. Além disso. logo após a sua emissão.124 . usuários e a fase em que se encontram. permitindo melhor controle. planejamento das iterações e análise dos elementos de risco. Conforme Manual de Desenvolvimento de Sistemas. solicitou-se às agências reguladoras estaduais conveniadas.  Construção: construção e avaliação dos componentes. seus objetivos. que disciplina a centralização da cobrança da dívida ativa das autarquias e fundações.  Elaboração: análise do problema. Pág.necessidade de contato com a ANEEL. definição da arquitetura da solução.

transmissão e distribuição de energia elétrica. Acompanhamento e eventual fiscalização dos agentes de geração.S3A SGI Em transição Sistema de Acompanhamento do Relacionamento Institucional SARI SRI Em transição Sistema de Leilão Online de Energia Elétrica . através de um portal web. Automatizar o cálculo do coeficiente de repasse de ganho de energia das usinas. auditar acessos a sistemas e manipulações de dados sensíveis. auto de infração e termo de encerramento. elaborados pelos agentes do setor elétrico. não conformidades.SCRGE OBJETIVO Permitir a análise das possíveis projeções de mercado. gerando tarifas de referência que auxiliarão no processo de Reajuste Tarifário. processar e divulgar os resultados ao seu término. versão 2 .SIGEFIS SFE.SAG SFG Em elaboração Gestão de Informações sobre Campos Elétricos e Magnéticos GCEM SRD Em produção Sistema de Gestão da Fiscalização. Gestão das concessões e autorizações de geração e monitoramento de obras de geração de energia elétrica de usinas em fase de implantação e emissão de relatórios gerenciais que tomam como base os dados sobre geração de energia elétrica. projetos e estudos de viabilidade. em cumprimento à Lei nº 11. Auxiliar os processos de acompanhamento. transmissão e distribuição de energia elétrica.LEILÃO CEL Em iniciação Sistema de Acompanhamento da Geração (Módulo 1) .125 . atuais e potenciais. Reservatórios e Usinas Elevatórias. e à Resolução Normativa nº 398.934. análise e aprovação dos inventários. SFF e SFG Em transição Pág. na frequência de 60 Hz. Acesso e Auditoria . no que se refere aos limites à exposição humana a campos elétricos e magnéticos originários de instalações de geração.CTR Sistema de Cálculo do Coeficiente de Repasse de Ganho de Energia . ÁREA USUÁRIA SRD FASE EM QUE SE ENCONTRA Em produção SGH Em produção Sistema de Gestão de Potenciais Hidráulicos . facilitando o acesso na internet às empresas interessadas e ao público em geral. determinações. termo de arquivamento. a fim de fornecer os coeficientes de energia para o sistema Compensação Financeira realizar a distribuição dos recursos financeiros para os municípios atingidos pelas Usinas Hidrelétricas. assim como registrar em histórico dados de leilões já realizados anteriormente. de 2010. Dar suporte ao planejamento e ao registro das fiscalizações realizadas pela ANEEL. Auxiliar o relacionamento com os públicos institucionais (público e privado). termo de notificação. com o objetivo de aumentar a percepção das atribuições da ANEEL e das Agências Estaduais de forma a atender proativamente o interesse público. que regulamenta a citada Lei. Possibilitar um controle de acesso mais efetivo aos sistemas de informação da ANEEL. tais como: constatações.SIGEPH SGH Em produção Sistema de Autenticação. acompanhar e conduzir seu andamento.Sistemas de Informação Desenvolvidos SISTEMA Sistema de Cálculo da Tarifa de Referência . Realizar leilões de energia elétrica pela internet. possibilitando configurar previamente toda a sistemática do leilão. recomendações. de 2009. permissões de acessos. no qual permita realizar e controlar autenticações de usuários. Nele são anotados e controlados documentos referentes ao procedimento de fiscalização.

registra as alterações ocorridas. retornando assim para a fase de construção. registra as alterações ocorridas.126 .SICOR 2 SPE Em construção SGE Em elaboração Sistema de Gestão da Transmissão .SGP&D Sistema de Acompanhamento de Processos da Diretoria .SIGET 1.1 SCT. (BXR) já implantado.SAMP SPE Em construção Diretoria SRD SFF/SRE Em construção Em iniciação Em elaboração SAF Em elaboração SRE Em iniciação Fonte: ANEEL – Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI) Pág. e a emissão automática das memórias e das atas. Permitir uma gestão do andamento dos processos que estão sendo apreciados pelos Diretores Cadastrar e enviar cópias do CUSD digitalizadas entre distribuidoras e geradores Controlar a Parcela A da tarifa de Energia Elétrica Realizar o recebimento. o registro das suas decisões e deliberações.CVA Sistema de Ressarcimento do ICMS Sistema de Acompanhamento do Mercado de Regulação Econômica .SCS SFE e SRC Em construção Programa de Eficiência Energética . processamento e cálculo de dados sobre arrecadação do ICMS dos estados da região Norte para fins de ressarcimento. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. o sistema SCS foi alterado. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento.CUSD Sistema de Cálculo do Valor da Parcela A . bem como gestão financeira correlata. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Eficiência Energética. com base nas informações do consumo individual. reforço ou melhoria do sistema de transmissão de energia elétrica. Além de manter o histórico das revisões desses projetos. O sistema foi atualizado para estar de acordo com a REN nº 399. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. Incorpora o Sistema de Controle de Consumidores de Baixa Renda.SISTEMA OBJETIVO Calcular o montante das subvenções aos consumidores inscritos em programas sociais do Governo Federal. Diferença Mensal de Receita (DMR) e Luz para Todos. Conforme REN n° 414. Acompanhar o mercado de regulação econômica ÁREA USUÁRIA FASE EM QUE SE ENCONTRA Sistema Integrado de Controle de Subvenções e Programas Sociais . e os projetos de Avaliação de Consumidores de Baixa Renda (SABRE). de 13/04/2010.APDir Sistema de Cálculo do Custo de Utilização do Sistema de Distribuição . Dar suporte ao processo de outorga e autorização para ampliação. de 09/09/2010.PEE Sistema de Controle de Reuniões da Diretoria . SRT e SFE Em produção Sistema de Gestão de Pesquisa e Desenvolvimento . Realizar a montagem da pauta das reuniões da diretoria. Além de manter o histórico das revisões desses projetos. o acompanhamento de obras de novas instalações e o cálculo do reajuste da Receita Anual Permitida.

000 tramitações de processos/anexos técnicos e documentos do Arquivo Geral para consulta das Unidades Organizacionais. catalogação de 1. destacam-se as seguintes realizações: aquisição de 2.000 documentos cadastrados na ANEEL. provendo mais segurança da informação.200 arquivamentos de processos/anexos técnicos e documentos no Arquivo Geral. Na Gestão de Documentos de Arquivos. e 701. ganhando servidores com balanceamento automático que garante a continuidade da transmissão mesmo que um deles falhe fisicamente. backup e maior capacidade.000 processos/anexos técnicos e documentos transferidos do Arquivo Geral para guarda externa.100 digitalizações de imagens no Processamento Técnico/SGI. Disponibilização da página Atos do Dia. planilhas e SICNet). Para garantir a máxima utilização dos recursos de hardware. A atividade de Gerenciamento de Softwares foi realizada de acordo com os recursos disponíveis para gestão dos ativos de TI (softwares de controles. que disponibiliza na íntegra os atos que são publicados resumidamente no Diário Oficial da União. foi implementado o software DPGA Manager.200 chamados internos. relacionados a atendimento remoto e presencial a usuários de TI e comunicação.Suporte técnico aos usuários da Rede Corporativa Em 2011. Manutenção e Aquisição de Software e Hardware Com o ingresso de novos colaboradores. e 6. e tratamento de arquivos em PDF para Internet (Biblioteca Virtual) com 15. Assinatura e disponibilização na Intranet do Diário Oficial da União em suporte digital. Foi desenvolvido projeto de implementação de novo software de gestão de documentos. 10. houve a necessidade de aquisição novos equipamentos: 370 micros com monitores. a Central de Atendimento ao Usuário (Service Desk) atendeu a cerca de 17. renovação e disponibilização da base de dados de normas técnicas nacionais e internacionais GEDWEB. revisão da lista de termos técnicos incluídos no Vocabulário Controlado.145 livros para o acervo técnico. foi implementada uma solução de virtualização em que cada servidor pode prover diversos serviços sem interferência das configurações de um em outro.147 publicações. denominado SICNet 2.611 internos.000 documentos recebidos pela ANEEL. que realiza o controle de impressões por usuário (bilhetagem). O servidor de arquivos anteriormente utilizado foi substituído por outro com balanceamento de carga. Central de Atendimento ao Usuário Em 2011. organização de 712 arquivos digitais de vídeos oriundos das Reuniões Públicas Ordinárias e Extraordinárias de Diretoria e Sessão de Sorteio Público. intranet. Pág. foram aproximadamente: 91. As transmissões das Reuniões de Diretoria receberam um tratamento especial. 10. manutenção da atividade de intercâmbio. 150. com inclusão de 770 novos termos.100 processos abertos. com doação de 3. II – Gerir Documentação: No CEDOC. 10 notebooks. e aproximadamente: 67. 18.127 . foi atualizada e expandida a infraestrutura de TI. indexados e disponibilizados nas bases de dados.0. Quanto aos indicadores do Sistema SICNet.765 itens.042 atendimentos externos e 3.658 documentos bibliográficos e audiovisuais. adquirido em dezembro de 2010. de forma a suportar a crescente demanda por capacidade de armazenamento de dados e facilidade de uso. destacam-se as seguintes realizações: 55 treinamentos internos sobre normas e procedimentos de Gestão de Documentos e Operacionalização do Sistema SICNet (201 servidores e colaboradores treinados). Foi concluído o fornecimento de licenças de uso do sistema. 5 impressoras e 36 scanners. Com relação à manutenção do serviço de reprografia e impressão.

Houve a nomeação dos aprovados no concurso realizado em 2010. com uma média de 56 contratos vigentes. Foi concluído o levantamento das funcionalidades do Módulo Jurídico e desenvolvido software para migração dos documentos sigilosos. sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”. 63 Analistas Administrativos e 6 técnicos administrativos. a ANEEL proporcionou oportunidades de estágio para estudantes. não havendo quaisquer valores pendentes de acerto. diversas matérias no Diário Oficial da União. na maioria. Avisos de Audiência Pública.129 publicações no formato de Publicidade Legal. Foram oferecidas oportunidades de estágio supervisionado com jornada de vinte ou trinta horas semanais. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa I – Comunicação Veicular Publicações Legais Para estimular a participação da sociedade em licitações e nas Consultas Públicas e Audiências Públicas instauradas.transferência de cópias dos códigos-fonte do Sistema Nativo e entrega da documentação da solução. Foram publicadas. concentradas. II – Proporcionar Estágio para Estudantes de 2° e 3° Graus Em 2011. para viabilização da meta de processo 100% eletrônico. Registrou-se ainda. de 18/07/2000. a ser implantado na ANEEL. no ano de 2011 foram realizadas convocações por rádio – 74 inserções . que representam os diretores da Agência. que aqui foram considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs). Direito. sendo 69 Especialistas em Regulação.e em jornais impressos . a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários I – Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais A Folha de Pagamento da ANEEL foi processada regularmente durante o exercício.128 . em 2011. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas. Essa quantidade é inferior aos 226 cargos comissionados autorizados para a Agência pela Lei nº 9. iniciados os testes de homologação e extraídos 80% das imagens do repositório do sistema atual. publicidade e do interesse público.986. e na Seção 3 – Extratos de Contrato. Também foi concluído o levantamento de requisitos. Atualmente. nos cursos superiores de Administração de Empresas. na Seção 2 – Portarias. ainda. atendendo aos princípios da legalidade. Todos os ressarcimentos de servidores requisitados e cedidos foram efetuados. o projeto está na fase de customização. 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”. distribuídas no horário de funcionamento da Agência. Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica. totalizando o ingresso de 138 novos servidores. A ANEEL possui 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos. sendo 4 Especialistas em Regulação. Extratos de Inexigibilidade de Pág. Tais matérias são publicadas nas três seções do DOU. creditadas por meio do SIAPE. de acordo com a frequência mensal dos estudantes. sendo: na Seção 1 – Resoluções e Despachos. com o pagamento das bolsas de estágio.

consequentemente. foram tomadas medidas para diminuir o tamanho dos atos e. A diminuição dos gastos com a publicação dos atos administrativos tem sido uma preocupação constante da ANEEL. Obs. Como resultado.129 . O gráfico abaixo demonstra que. divididos da seguinte forma: Seção 1 – 5. evitar a publicação de “anexos” – geralmente extensos –. Gráfico 18 – Atos Publicados x Valor da Publicação Fonte: ANEEL . o gasto individual da publicação de cada um. apesar do aumento de 20% no número de atos publicados. em 2011. consolidar em Resoluções Normativas as regras repetidamente publicadas em Atos Autorizativos e Homologatórios.: o valor da despesa anual nem sempre corresponde à execução orçamentária. Primeiramente. Vale notar que em 2011. Não obstante o aumento de cerca de 230% da produção de atos pela Agência entre 2004 e 2011. uma análise mais jurídica possibilitou implementar a publicação dos atos em forma resumida. o gasto médio caiu 24% em relação ao ano de 2010.771 Atos.Secretaria Geral (SGE). em razão de atrasos na emissão das faturas pela Imprensa Nacional. que resultou em maior economia. houve uma significativa redução no gasto médio da publicação dos atos a partir de 2004. Seção 2 – 175 Atos.639 Atos Administrativos. No ano de 2011.Secretaria Geral (SGE) Pág. Seção 3 – 693 Atos. Avisos de Adjudicação e outros. dentre outras medidas. foi feito um esforço no sentido de retirar os “considerandos”. conforme se pode observar na tabela abaixo: Gastos com Publicação dos Atos Administrativos da ANEEL no Diário Oficial da União Fonte: ANEEL .Licitação. foram publicados 6.

O gráfico abaixo indica a trajetória de redução dessa despesa. totalizando 306 edições. e afixação de 2 edições do “Corredor Cultural” – canal de comunicação. enviadas a todos os servidores da ANEEL.130 . de 139 releases/avisos de pauta para a mídia em geral. Pág. de uma média de 1. além de cartas e respostas a matérias publicadas de forma incorreta ou nas quais a Agência não teve oportunidade de expor a sua posição. O monitoramento de notícias resultou também em edições diárias do clipping. que em 2011 produziu 566 matérias. de avisos e convocações de interesse do corpo funcional da Agência. II – Imprensa No ano de 2011. divulgado semanalmente. órgãos do Governo. além dos acessos diretos por meio da página eletrônica da Agência. destacaram-se as 187 publicações eletrônicas do “Compartilhando”.11) comparada à despesa de dezembro/2011 (R$ 182.02).5%. quando a publicação resumida passou a ser praticada. e para ampliar a divulgação de temas de interesse. que utiliza a área de circulação entre os blocos I e J da sede da Agência como um espaço de divulgação de informações e cultura.300 atendimentos a jornalistas. Gráfico 19 – Média de Gastos por Publicação Fonte: ANEEL . a criação.Secretaria Geral (SGE) Realizar Ações para Ampliar o Nível de Informação e a Comunicação Interna Dentre as atividades realizadas em 2011. alcançando servidores e visitantes que ali transitam. bem como no envio de notas de esclarecimentos. produção gráfica e digital. quando a prática passou a ser plenamente adotada. com público de 40 mil assinantes por edição. Em relação à média do gasto até setembro/2011 (R$ 334. instituições educacionais e consumidores de energia elétrica. em substituição ao Boletim Energia foi lançada a Agência de Notícias CLIC ENERGIA. a queda foi de 45. o Boletim Energia. teve apenas 4 edições. Entre os cadastrados estão empresas e agentes do setor elétrico.A diminuição dos gastos foi mais expressiva a partir de outubro de 2011. além de jornalistas de diversas mídias em todo o País. Em fevereiro. elaboração.

181/2007-7 Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CELG D – 006/2011 Exercício 2009 – TC 009. realiza pesquisas semanais no endereço eletrônico daquele Tribunal.CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”. II – Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: A avaliação do desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais está demonstrada nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE.421/2009-7.CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”. especialmente no tocante à regulação e à fiscalização dos agentes do setor elétrico. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”.Processos do TCU Nota Técnica AIN nº 003/2011 Assunto Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CEMIG – Exercício 2008 – TC 030. Como resultado da análise preliminar do estágio da instrução processual. buscando antecipar-se às decisões do TCU. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA . via internet. formula-se pedido de vistas. para conhecimento das avaliações das unidades técnicas e eventuais decisões monocráticas. Controle Externo – Tribunal de Contas da União (TCU) No período. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 27/1998 .601/2007-0.b2) Auditoria Interna I – Planejar as Atividades de Auditoria: O Planejamento Anual das Atividades de Auditoria Interna está demonstrado nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE. envolvendo processos do TCU sobre o Acompanhamento de Revisão Tarifária Periódica dos Contratos de Concessão dos Serviços de Distribuição de Energia Elétrica (IN nº 043/2002) e Acompanhamento de Outorgas de Concessões (IN nº 27/1998). III – Atender demandas da Administração e dos órgãos de controle interno e externo: Controle Interno – Controladoria-Geral da União (CGU) As diligências e recomendações emanadas da Controladoria-Geral da União (CGU) e Secretaria Federal de Controle Interno (SFC) foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011. SEGUNDO PREVISÃO LEGAL. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”. objetivando o consequente desencadeamento de Pág. em função de suas competências legais. a Auditoria Interna emitiu as Notas Técnicas indicadas na tabela abaixo. Notas Técnicas Elaboradas . SEGUNDO PREVISÃO LEGAL.096/2009-9. com o objetivo de avaliar o andamento dos processos em que a ANEEL é parte interessada ou mencionada. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da ELEKTRO – 008/2011 Exercício 2007 – TC 014.131 . As providências e ações internas com vistas à adequação dos apontamentos foram registradas em documentos próprios (Planos de Providências) e encaminhadas periodicamente aos mencionados Órgãos de Controle.Leilão 001/2009 – TC 009/2011 003. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. Fonte: ANEEL – Auditoria Interna (AIN) A Auditoria Interna. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA .

mais de 190 peças judiciais às diversas instâncias do Poder Judiciário. e ainda analisou 881 minutas de resolução. como item 15 deste Relatório – “INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO . nas 56 Reuniões Públicas de Deliberação da Diretoria Colegiada e participação nas audiências públicas realizadas ao longo do ano. emitiu 851 ofícios e 1. seja representando a Agência diretamente. para subsidiar as decisões da Diretoria e das Superintendências.PARTE A. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108” – na forma dos Planos de Providências indicando o andamento das ações realizadas para o atendimento das respectivas recomendações e determinações. Com relação à atividade contenciosa. Registrase que em 2011 foram apresentadas. Pág. No exercício de 2011 foram realizados 50 pedidos de vistas a processos do TCU. entre petições. contestações e recursos. b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial No ano de 2011. ordinárias e extraordinárias. seja fornecendo subsídios para os demais órgãos de representação da Procuradoria Geral Federal. desde a 1ª instância até o Supremo Tribunal Federal. ITEM 15.447 memorandos.ações internas à ANEEL aplicáveis a cada caso. a Procuradoria Geral acompanhou cerca de 5. decorrentes da análise dos processos submetidos às Reuniões Públicas e Administrativas. As ações de encaminhamento e providências adotadas foram devidamente comunicadas ao mencionado Órgão de Controle. Esta atividade de assessoramento ocorreu também diretamente. a PGE exarou 851 pareceres consultivos. IV – Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Ao longo do exercício. As diligências. a Auditoria Interna acompanhou o atendimento das determinações e recomendações da Diretoria às Unidades Organizacionais. mediante a manifestação quanto à legalidade de atos e procedimentos administrativos em reuniões internas.132 . As informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do Órgão de Controle Interno (CGU) integram a Prestação de Contas Anual.500 processos em todo o Brasil. determinações e recomendações emanadas do TCU foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011.

200. quando necessário. campanhas e ações publicitárias das ações governamentais. Descrição dos Processos Coordenação. supervisão e classificação das informações de interesse do governo a serem veiculadas. utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços.903.399.065. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta.00 % C/A 19.00 Orçamento Realizado Pago D 57.903.2.7 . Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física. por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. visando melhorar a sua qualidade de vida.419.Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 Finalidade Informar.00% Fonte: ANEEL .00 210.400.05 28.29% 9.Valores em reais. No âmbito desta ação.36% 13. Pág.70 19.105.70 14.60% % C/B 25. orientar. de forma a expandir seus conhecimentos sobre o setor elétrico e levá-la a conhecer os meios de atuação para assegurar seus direitos e deveres. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário.18% 100. prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos que lhe tragam benefícios sociais reais. voltadas para a publicidade de utilidade pública.00 Limite Autorizado B 231.133 .63 19. bem como a realização de pesquisas de opinião.000.000.2.00 200. a ANEEL procura realizar campanhas de rádio e peças publicitárias e distribuir publicações que levem informações à sociedade.00 27.00 27. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Publicidade Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 300. avisar. podendo também ser implementada de forma descentralizada.3.000.09% 98.200.00 Empenhado C 58. Público-Alvo A sociedade brasileira.

60% da dotação de R$ 200. pesquisa de conteúdo e criação de textos para a produção do Almanaque Elétrico e produzido o conteúdo para a cartilha sobre a Tarifa Social. a partir de roteiro confeccionado pela Agência. foram revisados para a posterior distribuição às escolas públicas de ensino fundamental do país. Os vídeos “Caminhos da Energia” e “Turminha Eletro em Uso Eficiente de Energia Elétrica”. correspondendo à execução de 100% do limite e 9. Foram revisados os conteúdos e produzidas ilustrações para as cartilhas que compõem o Kit do Programa “Energia do Dia-a-Dia”.000.200.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Em 2011.134 . Esse limite foi integralmente empenhado.00 autorizado para empenho representou 9. foi contratada a produção de 60 spots de áudio do Programa “Energia do Dia-a-Dia”. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido.00 aprovada para a ação. ainda. O limite de R$ 19.2 14.000. Foram reproduzidas 1. que compõem o Kit de vídeos produzidos pela ANEEL. Foi realizada.0 200 Valores em R$ mil 100 0 LOA + CRÉDITOS 19.PUP 200. Pág. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Publicidade de Utilidade Pública a dotação de R$ 200.Execução Orçamentária: Ação Publicidade Execução Orçamentária .60% da dotação aprovada.200 cópias da matriz contendo os spots de áudio para distribuir às rádios comunitárias do país.2 19.00.Gráfico 20 . Não foram abertos créditos para esta ação.

Público-Alvo Servidores da Agência.266.2. específicas de cada Unidade Organizacional e individuais do servidor. incluindo às necessidades gerenciais daqueles que ocupam cargos de liderança.23% 79.460. atendendo às necessidades institucionais da ANEEL.995. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Capacitação Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 2. A Política de Capacitação da ANEEL busca oferecer ao servidor oportunidades de desenvolver e aprimorar competências e conhecimentos essenciais para o desempenho das suas atribuições. hospedagens e outras despesas relacionadas à capacitação de pessoal.496. Tem entre seus objetivos: estimular a busca pelo autodesenvolvimento entre os servidores.Ação 4572 Finalidade Promover a qualificação e a requalificação de pessoal com vistas à melhoria continuada dos processos de trabalho. incluindo gastos com passagens.51% 83. contribuindo para o incremento dos níveis de qualidade e produtividade organizacionais.504.819.00 2. e (4) Desenvolvimento Gerencial.52% 96. desenvolvimento e educação. (2) Capacitação no Exterior. por meio da contratação de serviços de capacitação.00 Empenhado C 2.3.243. que contempla os programas específicos de (1) Formação e Aperfeiçoamento.93 1.00 Orçamento Realizado Pago D 1.Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação .591.046.941. em consonância com os objetivos da ANEEL.907.000.00% Fonte: ANEEL . As ações são executadas em consonância com o Plano Anual de Capacitação.35% 100.373.703. Pág.000. por meio do mapeamento das competências essenciais necessárias para o desempenho das atribuições dos servidores da ANEEL. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta. conscientizar e estimular o reconhecimento do papel do servidor como agente público a serviço da sociedade. diárias.8 .12 1.135 .2.304.266. construídos a partir do levantamento de necessidades realizado.Valores em reais.00 2. Descrição dos Processos A ação Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação envolve despesas relacionadas à contratação de instrutores (pessoas físicas e jurídicas) para realização de eventos internos.00 % C/A 90. a partir da oferta de ações de treinamento.00 3.00 Limite Autorizado B 2.81% % C/B 95.56 1.40 2.304. (3) Pós-Graduação. dos índices de satisfação pelos serviços prestados à sociedade e do crescimento profissional do servidor.986.000. inscrição de servidores para participação em eventos externos.752.995.161.34 2.500.

00% 99.3 1.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 1.Capacitação 2.72% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.43% 94.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág.Capacitação Servidor Capacitado Unidade 1000 500 0 702 700 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL.0 Valores em R$ mil 3.907.136 .995.8 Fonte: ANEEL .000 2.500.995.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Gráfico 22 .72% % Execução em relação à meta ajustada C/B 78.3 1.Gráfico 21 .000 1.00% 99. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Capacitação Produto: Servidor Capacitado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 686 633 702 686 633 702 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 538 595 700 % Execução em relação à LOA C/A 78.Valores em milhares de reais.Execução Orçamentária: Ação Capacitação Execução Orçamentária .43% 94.Execução da Meta Física: Ação Capacitação Execução da Meta Física .

pode-se considerar o resultado bom.5% em Cursos Abertos. de 2. O aumento do número de ações realizadas entre os meses de agosto e novembro se deve ao ingresso de novos servidores. ao início de turmas de formação e aperfeiçoamento na competência comunicação.8% em Pós-Graduação e de 0. de 1. a participação dos servidores foi de 61. Assim.0% em Cursos Fechados ou Internos.7% no Incentivo Educacional – Idiomas.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.1% em Outras categorias. Gráfico 23 – Ações de Capacitação Realizadas Fonte: ANEEL. conforme demonstra o gráfico a seguir: Pág. totaliza 416 ações.72%. que corresponde ao percentual de 99. de 29. de 4. demonstradas gráfico a seguir. pois a meta foi praticamente alcançada.9% no Incentivo Educacional – Graduação. a meta física prevista na LOA era de 702 servidores capacitados e a meta alcançada foi de 700. O número total de ações de Capacitação realizadas.137 .Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Dos cursos realizados. bem como à divulgação de novo edital de Incentivo Educacional.

138 .1% Fechados 61% Fonte: ANEEL.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Em um total de 2.644 participações. A média de participações chegou a 3. considerada apenas a primeira participação do servidor em ação de capacitação. O gráfico a seguir demonstra a quantidade de servidores capacitados mensalmente. Gráfico 25 – Servidores Capacitados por Mês 1ª Participação do Servidor em Curso 140 120 100 80 49 136 134 105 88 102 60 40 20 0 36 17 15 10 3 5 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Fonte: ANEEL. indicando que nesse período a maioria dos servidores já havia participado de pelo menos uma capacitação. Essas quantidades decrescem ao final do ano.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág.78 participações por servidor capacitado.Gráfico 24 – Tipos de Cursos Realizados x Participações Percentuais % Participações por Tipos de Cursos Oferecidos Abertos 29% Incentivo Graduação Incentivo Idiomas 2% 5% Pós -Graduação 3% Outros 0. 700 servidores participaram de pelo menos uma ação de capacitação em 2011.

cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Capacitação a dotação de R$ 3.14 horas.81% da dotação aprovada e representando um investimento médio por servidor capacitado de R$ 2.000. Este número. pretendeu-se que 70% do quadro de servidores alcançassem pelo menos 30 horas de capacitação acumuladas no exercício.000. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 500. 75. conforme demonstra o gráfico abaixo: Gráfico 26 – Carga Horária por Servidor x Participações Percentuais Carga horária por servidor < 10 horas 6% < 10 e < 20 horas 9% < 20 e < 30 horas 9% > 30 horas 76% Fonte: ANEEL. verifica-se que as metas físicas foram alcançadas e a participação dos servidores foi elevada. restando para a Capacitação o total de 2.500.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Por fim.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).81% da dotação de R$ 2.500. Durante o ano de 2011.000.9% do quadro chegaram a esse número horas.00 (LOA + Créditos).00.00.A carga horária anual total das capacitações realizadas foi de 66.43. Quanto à meta de carga horária mínima. Quanto à execução orçamentária. correspondendo à execução de 79. Esse valor limite foi integralmente empenhado.00 autorizado para empenho representou 79.69 horas de capacitação por servidor. dividido pelo número de servidores capacitados (700). resulta em uma carga horária média de 95.139 .000. inclusive no que se refere à meta de carga horária por servidor. que foi acima da esperada.985.304.000.850. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Ouvidoria em 17/06/2011. Pág. O limite de R$ 1.995.

Empregados e seus Dependentes Ação 2004 Finalidade Proporcionar aos servidores ativos.465.3.00% 81.140 .74% % C/B 75.892. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica e Odontológica Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 1. Formas de Implementação Implementação direta.14% 99.00 1.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.336.014.032.00 930.3 930. Descrição dos Processos Esta ação consiste na concessão do benefício de assistência à saúde suplementar (médico-hospitalar e odontológica) aos servidores ativos e inativos.567. seus dependentes e pensionistas as condições necessárias para manutenção da saúde física e mental.Assistência Médica e Odontológica aos Servidores.9 886.2.3 927. A concessão desse benefício é realizada por meio da contratação de empresas prestadoras de serviços de assistência médico-hospitalar e odontológica com fundamento na Portaria SRH/MP n° 05 de 11/10/2010 e na Portaria Conjunta SRH/SOF/MP n° 1.00 Empenhado C 771.74% Gráfico 27 .36 823.357.21 886.2.802.336.028.00 Limite Autorizado B 1.274.00% 81. inativos. de 29/12/2009. Público-Alvo Servidores ativos e inativos da Agência e seus dependentes e pensionistas.274.9 .00 % C/A 75.028.14% 99.00 Orçamento Realizado Pago D 731.050.Assistência Médica e Odontológica 1200 Valores em R$ mil 800 400 0 LOA + CRÉDITOS 930.802.20 808.Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução Orçamentária .88 927.00 930. seus dependentes e pensionistas da ANEEL.00 1.014.

367 935 1. que aderiram aos planos de saúde e odontológico contratados pela Agência e.88% % Execução em relação à meta ajustada C/B 66.13.Execução da Meta Física: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução da Meta Física . publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). por meio do Decreto de 15/12/2011.74% do limite orçamentário.041 1.000.274. que corresponde a 131. Visto que essas novas adesões não haviam sido consideradas no cálculo da meta física. publicado em 27/06/2011. Quanto à execução orçamentária. Por se tratar de despesa obrigatória.041 1.000.88% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 28 .98% 79. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 930.117 EXECUTADO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.000.88% da meta programada.117 no ano. juntamente com seus dependentes. foram empenhados R$ 927.98% 79. Deste limite.Assistência Médica e Odontológica Pessoa Beneficiada Unidade 2000 1000 0 LOA 847 1.274. Durante o exercício de 2011.00.891.00.117 % Execução em relação à LOA C/A 66.141 .174 847 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1.64% 131. A meta física programada consistia em 847 pessoas beneficiadas. publicado em 21/10/2011. tendo sido beneficiadas 1. definida em 2010. houve execução física de 131.00.00. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 52.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Médica e Odontológica Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2.64% 131. R$ 50. ampliaram a quantidade de beneficiários da ação. ingressaram na ANEEL 132 novos servidores de nível superior.000. por meio do Decreto de 20/10/2011.174 847 2. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. Os créditos suplementares totalizaram R$ 132.88% da meta prevista na LOA. Pág. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 798. a execução física foi superior à planejada. e de R$ 30. correspondendo à execução de 99.00.

353.783. Formas de Implementação Implementação direta.142 .66 75.10 .00 78.00 Limite Autorizado B 71. a partir de requerimento do servidor.52% 98. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de assistência pré-escolar aos servidores da ANEEL que possuem filhos de 0 a 5 anos de idade. conforme art.14% Gráfico 29 .Ação 2010 Finalidade Oferecer aos servidores.758.66 75.00 Orçamento Realizado Pago D 66. durante a jornada de trabalho.331. condições adequadas de atendimento aos seus dependentes.041.353.00 92.Assistência Pré-escolar 92.3 90.2.Execução Orçamentária: Ação Assistência Pré-Escolar Execução Orçamentária . com idade de zero a cinco anos.00 78.97 90.3 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL Pág.0 100 80 60 40 20 0 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Valores em R$ mil 92.331. O benefício é pago no contracheque dos servidores.783. com lançamento do respectivo valor em folha de pagamento.892. 3º do Decreto nº 977/1993.07% 95.041.07% 95.97 90. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Pré-Escolar Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 71.3.52% 98.758.892. Público-Alvo Dependentes dos servidores da Agência.14% % C/B 93.2.Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados .00 Empenhado C 66.00 92.00 % C/A 93. Este benefício é pago mensalmente.0 90.

Pág.33% 143. publicado em 21/10/2011.00 por meio do Decreto de 24/06/2011. tendo sido beneficiadas 89 no ano.55% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 30 .Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Pré-Escolar Produto: Criança Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 49 60 62 49 60 62 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 67 71 89 % Execução em relação à LOA C/A 136. e R$ 2.55% % Execução em relação à meta ajustada C/B 136.143 . houve execução física de 143.080. bem como em razão do nascimento de novos dependentes no período pós-elaboração da proposta orçamentária de 2011. Os créditos suplementares totalizaram R$ 21.33% 143.Assistência pré-escolar 89 100 Criança Atendida Unidade 62 50 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 70.55% da meta prevista na LOA. que corresponde a 143.00.00.73% 118. foram empenhados R$ 90. correspondendo à execução de 98. Quanto à execução orçamentária.961.55% da meta programada.14% do limite orçamentário. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).00. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 15.000. por meio do Decreto de 15/12/2011. Deste limite.Execução da Meta Física: Ação Assistência Pré-Escolar Execução da Meta Física .331.73% 118.00. por meio do Decreto de 20/10/2011.080.00. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.000. A execução da meta física foi superior à programada em decorrência do ingresso de 132 novos servidores de nível superior nos quadros da Agência. R$ 4. A meta física programada consistia em 62 crianças atendidas.00. Por se tratar de despesa obrigatória. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 92. publicado em 27/06/2011.041.

nos deslocamentos de suas residências para o local de trabalho.192.85% % C/B 29.229.00 62.098. nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa.Auxílio-transporte 50 Valores em R$ mil 48 46 44 42 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL 48.00 62.725.00 29. Formas de Implementação Implementação direta.92% 64.11 . o Decreto nº 2. pela União. sendo destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo pelos servidores. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de auxílio-transporte aos servidores da ANEEL. e a Medida Provisória nº 2.Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados . Pagamento.2.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Transporte Execução Orçamentária .880/1998.098.2 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Pág. sob a forma de pecúnia.00 48.418/1985 e suas alterações.165-36.2 45. de 23/08/2001 (vigente). destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal.85% Gráfico 31 .34 40.34 40.144 . intermunicipal ou interestadual.52% 93. é pago mensalmente. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Transporte Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 122.152. Público-Alvo Servidores ativos da Agência.2 45. no contracheque do servidor ativo.192.3.229.11 45.Ação 2011 Finalidade Efetivar o pagamento de auxílio-transporte em pecúnia.11 45. de natureza jurídica indenizatória. Este direito.52% 93.00 Empenhado C 36.743.92% 64.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 36.2 48. de natureza jurídica indenizatória.00 122.152.743.2.725. de acordo com com a Lei n° 7. em pecúnia.00 48.

00.50% 75. observa-se que. os créditos totalizaram um acréscimo líquido de R$ 16.85% do limite orçamentário. tendo sido beneficiados 47 no ano. publicado em 27/06/2011. o que tornaria o benefício desvantajoso para muitos. foram empenhados R$ 45. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 32. Pág.33% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 32 .00. houve execução física de 313. por meio do Decreto de 24/06/2011.192.00. O aumento da remuneração implicaria o aumento da cota-parte do servidor.Auxílio-transporte 47 Servidor Beneficiado Unidade 60 40 20 0 LOA EXECUTADO 15 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. A meta física executada foi superior à programada por ter sido estimada uma significativa redução no número de beneficiários. por meio do Decreto de 15/12/2011. que corresponde a 313.000.64% 313. Deste limite.33% % Execução em relação à meta ajustada C/B 50.145 .000.33% da meta prevista na LOA.33% da meta programada.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Transporte Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 101 101 78 15 78 15 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 51 59 47 % Execução em relação à LOA C/A 50. e cancelamento de R$ 5.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Transporte Execução da Meta Física . Por se tratar de despesa obrigatória.64% 313. houve uma redução na execução física desta ação em relação ao ano anterior. Quanto à execução orçamentária. mesmo com o crescimento do quadro de pessoal.00.229. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.00. em virtude de progressão e promoção na carreira.50% 75. a partir de novembro/2010. correspondendo à execução de 93.00. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 48. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos: suplementação de R$ 21.000. Ainda assim.192. A meta física programada consistia em 15 servidores beneficiados. o que não se concretizou plenamente. Considerados a suplementação e o cancelamento. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).

55% 2011 2.12% 97.114.Auxílio-alimentação Valores em R$ mil 3.361.00 Orçamento Realizado Pago D 1. pago na proporção dos dias trabalhados e custeado com recursos do órgão ou entidade de lotação ou exercício do servidor ou empregado.1 2.114.492.361.800 2.361.9 2. de 1997.148. do auxílio-alimentação.3.159.421.00 % C/A 94. ou servidores ou empregados em exercício na Agência.12% 97. 2.18 2.33 2.148.2.114.715.55% % C/B 94.A relação entre a meta física e a execução orçamentária desta ação sofre interferência da variação do valor das passagens.00 Fonte: ANEEL Gráfico 33 .421.400 1.121.33 2. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Alimentação Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 1.00 2.06% 78. de acordo com a Lei nº 9.879. Descrição dos Processos Consiste na concessão.421. pago mensalmente aos servidores ativos na proporção dos dias trabalhados.527.146 . em caráter indenizatório e sob forma de pecúnia.Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados .00 Empenhado C 1.00 2. conforme os deslocamentos e a distância entre o trabalho e a residência do servidor.06% 78.276.184. O benefício é pago diretamente nos contracheques.00 2. aquisição de vale.492.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Alimentação Execução Orçamentária .Ação 2012 Finalidade Conceder o auxílio-alimentação.114. ticket-alimentação / refeição ou manutenção de refeitório.00 Limite Autorizado B 1.1 2. sob forma de pecúnia.12 .184.88 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.18 2.715.159.121.421. Público-Alvo Servidores da Agência.000 2. Formas de Implementação Implementação direta.361.276.879.

00. houve execução física de 82.421. correspondendo à execução de 97. Como não houve autorização para excedentes. e R$ 500.50% da meta programada. R$ 54. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Alimentação Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 609 609 2010 609 609 2011 840 840 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 554 556 693 % Execução em relação à LOA C/A 90.148. Foi projetado o quantitativo de 840 servidores beneficiados.000. para a hipótese de autorização de nomeação de excedentes. além de uma previsão de ocupação de 13 cargos comissionados.97% 91. a qual.Auxílio-alimentação Servidor Beneficiado Unidade 840 1000 500 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO 693 Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. que corresponde a 82. Deste limite.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Alimentação Execução da Meta Física .063.148. foram empenhados R$ 2. a meta física realizada ficou em 693 beneficiários.00. Pág.000. Os créditos cancelados totalizaram R$ 642. tendo sido beneficiados 693 no ano. considerando o número de beneficiários em março de 2010 (548) acrescido do número de vagas aprovadas para o concurso público (186) e de um quantitativo de 50% a mais (93).55% do limite orçamentário.50% Gráfico 34 . Por se tratar de despesa obrigatória.30% 82.50% da meta prevista na LOA. em razão das re-estimativas de execução da despesa. Quanto à execução orçamentária. sofreu os seguintes cancelamentos: R$ 88.97% 91.30% 82.147 . o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.00. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 2. por meio do Decreto de 15/12/2011.000. A meta física programada consistia em 840 servidores beneficiados.00.50% % Execução em relação à meta ajustada C/B 90. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 3. publicado em 21/10/2011. publicado em 27/06/2011.00. por meio do Decreto de 20/10/2011.361.000.879.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.00.

9 34.2.A execução orçamentária inferior à programada na LOA explica-se.9 40 Valores em R$ mil 20 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 34. não apenas pelo número de beneficiários ter sido inferior ao previsto.Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW Finalidade Proporcionar aos servidores e empregados condições pra manutenção da saúde física e mental. Descrição dos Processos Realização dos exames médicos periódicos dos servidores e empregados da administração pública federal direta. autárquica e fundacional. mas também pelo fato de o ingresso dos novos servidores ter ocorrido somente a partir de junho de 2011.00% % C/B 100.13 .00 % C/A 100.140.773. Formas de Implementação Implementação direta.00 76. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Orçamento Programado Ano 2009 LOA + Créditos A 9.00% 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 35 .3.00 34.Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Execução Orçamentária .00 Orçamento Realizado Pago D 11.926.00 34.Assistência Médica Exames Periódicos 34.9 Pág.887.00 Empenhado C 34.887.00 Limite Autorizado B 76.887. Público-Alvo Servidores da Agência. 2.9 11.773.148 .

tendo sido beneficiados 223 no ano.740.00 por meio do Decreto de 15/12/2011. Assim.Exames Periódicos 593 Servidor beneficiado Unidade 600 400 200 0 LOA EXECUTADO 223 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores.61% Gráfico 36 . destas: 223 (81. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 34. que posteriormente. devido a impedimentos previstos na legislação.61% % Execução em relação à meta ajustada C/B 37. Quanto à execução orçamentária. contratação esta que somente foi concretizada em Julho de 2011.61% da meta prevista na LOA. em razão das re-estimativas de execução da despesa.61% da meta programada.36%) tiveram os seus prazos de conclusão prorrogados para o ano seguinte.Execução da Meta Física: Ação Exames Periódicos Execução da Meta Física . publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). que corresponde a 37.Assistência médica . A meta física programada consistia em 593 servidores beneficiados. correspondendo à execução de 100.37%). sendo que.55%) foram recusadas. Pág. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 106. do total de 593 convocações para realização dos exames previstas para o ano. que foi integralmente empenhada. houve execução física de 37.00.00% do limite orçamentário.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Exames Periódicos Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 2010 427 427 2011 593 593 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 223 % Execução em relação à LOA C/A 37.149 . bem como da dotação final (LOA + Créditos).00.09%) foram concluídas. A realização de exames médicos periódicos em de 223 servidores foi inferior à programada em razão de atraso no processo licitatório para contratação dos serviços de realização dos Exames Médicos Periódicos. e 7 (2.853. Por se tratar de despesa obrigatória. sofreu cancelamento de R$ 71. 45 (16.887. foi possível realizar apenas 275 (46.

284.102. 2.694.10 Empenhado C 2.79% 98. implantação de equipamentos de segurança e de prevenção de incêndio.55% 0.428.150 .Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 Finalidade O objetivo desta ação é reformar as instalações físicas da sede da agência para oferecer condições de infraestrutura adequada aos servidores e usuários da ANEEL. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação. adaptação de espaço para refeitório. troca de revestimentos e pisos. também dos 223 servidores que concluíram o exame. remanejamento de divisórias. Público-Alvo Usuários da infraestrutura predial da ANEEL.00 3.3. tais como: substituição/instalação de vidros.386.694. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Reforma Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 3.801.14 .77 1.398. Isso ocorreu devido à utilização de exames feitos anteriormente que ainda estavam no período de validade. pintura de partes da edificação.951. além da execução física inferior à programada.18% 100% Fonte: ANEEL.000. “I” e “J” do edifício-sede: adequação do layout. Formas de Implementação As atividades da ação são implementadas de forma direta. por meio da contratação de empresas especializadas para cada item da reforma.302. a execução da despesa corresponde à utilização dos recursos orçamentários por 206 servidores.98 7.611.46 523.998.10 % C/A 75.694.048.581.62%) não utilizaram os recursos disponíveis no orçamento.2. reforma das instalações elétricas.10 Orçamento Realizado Pago D 315.55% % C/B 90. Dessa forma. impermeabilização da cobertura. conforme previsto na Portaria Normativa SRH/MP n° 4/2009. 17 (7.58 1. Descrição dos Processos Foram previstos os seguintes serviços/obras nos módulos “H”. hidráulicas e de refrigeração.68%).962.85 7.00 1. Valores em reais. reforma dos banheiros e dos elevadores.00 Limite Autorizado B 3. Pág.66% 46. dentre outros. persianas e filmes de proteção solar. visto que.O valor da despesa realizada foi inferior à programada na LOA (32.92 7. A Ação engloba a elaboração dos projetos e a sua execução.347.549.

Execução Orçamentária: Ação Reforma Execução Orçamentária .7 7.1 7.Reforma Valores em R$ mil 2.90% 2010 33 33 19.65 27.7 0 7.Reforma 37 Percentual de execução física 40 20 0 LOA EXECUTADO 0.000 1386.45 58.90% 27.01 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág.03% 0.01 0.94% 2011 37 37 0.7 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL .03% Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Gráfico 38 .Valores em milhares de reais.000 1.Execução da Meta Física: Ação Reforma Execução da Meta Física . Meta Física Programada X Meta Física Executada: Ação Reforma Produto: Área reformada (% de execução física) Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física LOA Meta Física Ajustada – % Execução em Executada (% de % Execução em Ano (% de execução Plano Gerencial relação à meta execução física) relação à LOA física ) (% de execução física ) ajustada A B C C/A C/B 2009 31 31 8.Gráfico 37 .94% 58.151 .

de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do art.730. foi incluída a ação de Reforma no PPA 20122015. ocorreu nos itens “Substituir Persianas”.2. Em razão do decreto e da baixa execução em 2011.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstra o quadro anterior. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Reforma a dotação de R$ 4.616.10 correspondendo à execução de 100% do limite e 0.102.15 . de modo a evitar dupla contagem de receitas no âmbito dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. Pág. o percentual de execução física da reforma realizado no ano de 2011 foi irrisório em relação ao percentual programado. de 2004. Forma de Implementação A ação é implementada de forma direta.31 que havia sido inscrito em Restos a Pagar em 2010 para execução da reforma elétrica. utilizando sempre a Modalidade de Aplicação 91. Quanto à execução orçamentária.00. por meio de transferência intraorçamentária.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).694. 8º da Lei nº 10.898. já que não existia qualquer espaço ocioso no edifício que pudesse abrigar os servidores eventualmente desalojados do bloco J.152 .10 autorizado para empenho representou 0.000.694. 2.55% da dotação aprovada.Contribuição da União. restando para a Reforma a dotação final de R$ 1.887. Essa baixa execução decorre do Decreto n° 7. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB Finalidade Assegurar o pagamento da contribuição da União. abrangendo os anos de 2012 e 2013. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 2. foi também prejudicada tendo em vista que seria necessário desocupar parte do bloco J e alocar servidores em um espaço alugado. via SIAFI.102. ocorrida antes da edição do decreto. contratada no final do exercício de 2010. não foi possível executar a reforma da infraestrutura elétrica. Assim.00 por meio de crédito suplementar aberto em favor da ação Ouvidoria em 17/06/2011.386.003.386. O limite de R$ 7. tornou-se necessária a ampliação da execução do projeto da Ação Reforma por mais dois anos. A execução da reforma da infraestrutura elétrica. Descrição Pagamento da contribuição da União. foram empenhados R$ 7. de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do artigo 8º da Lei nº 10. Desse limite.17. Desta forma.887.694. Público-Alvo Servidores públicos federais titulares de cargo efetivo. de 2004. cancelou-se o valor de R$ 903. Como o Decreto supracitado também vedou a locação de imóveis.00 (LOA + Créditos). de 01/03/2011. que em seu art.446/2011. “Substituir Vidros” e “Adequar layout das unidades organizacionais da ANEEL”.55% da dotação de R$ 1. 5º vedou a realização de reformas em bens imóveis no decorrer do exercício.3. A pequena execução no valor de R$ 7.

010.969.249. O custeio (parte patronal) do regime de previdência dos servidores efetivos da ANEEL foi processado regularmente durante o exercício.Execução Orçamentária: Ação Contribuição para o PSSS Execução Orçamentária . publicado em 25/08/2011.15% Gráfico 39 .9 17.523. Pág.969.85% 17.000.15% % C/B 94. por meio do Decreto de 15/12/2011.969.277.456.700.010. Os créditos suplementares totalizaram R$ 4.195.578.000.32 97.00.6 17.195.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.00.000. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 1.456.00.00 14. R$ 1.887. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). e R$ 600.57% 97.578.591.969. devido ao ingresso de novos servidores oriundos do Concurso Público realizado em 2010.591.765. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário.00 2011 17.85% 97. A execução orçamentária foi superior ao valor programado na LOA.57% 14.Valores em reais. por meio do Decreto de 20/10/2011.578. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 17.969.04 94.969.Contibuição para o PSSS 17.00 2010 14. 8º da Lei nº 10.9 Valores em R$ mil 20000 10000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ R$ 13.153 .00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 13.890. de 2004. por meio do Decreto de 24/08/2011.700.00.00 17.00 97.890.04 14.00 14.277.00 Fonte: ANEEL . Ano Empenhado C 13.6 17. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição para o PSSS Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 2009 14. em conformidade com art.456. publicado em 21/10/2011.427.000.00.578.765.456.249.32 17.523.427.000.00.

a ação padronizada abaixo.284.84 92. à Agência.2.00 187.3.725.965. Formas de Implementação Implementação direta.3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União O Programa 0089 .737.00 Empenhado C 173. porém. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram os desempenhos orçamentário e físico da ação.84 199.00 226.3.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 173.154 .3.737.51% 199.Valores em reais. Cabe.51% 99. Descrição Consiste no pagamento de aposentadorias a servidores inativos da Agência.00 2011 226.344. no âmbito de sua atuação.388. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Ano 2009 Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 187.7 Pág.73% 95.93% 2010 200.69 217.00 99.344.00 Fonte: ANEEL .Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 Finalidade Assegurar os benefícios previdenciários legalmente estabelecidos aos servidores inativos da União e pensionistas.93% % C/B 92.0 217.0 227. Gráfico 40 .725.Pagamento de Inativos 300 Valores em R$ mil 200 100 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 227.965.388. 2.73% 95.284.69 217.Execução Orçamentária: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução Orçamentária .Previdência de Inativos e Pensionistas da União não é de gestão da ANEEL.1 .00 200. Público-Alvo Servidores públicos federais inativos e pensionistas.7 217.

as LOAs estabeleciam para esta ação o produto “Pessoa beneficiada” e fixavam a meta física anual.00. Deste limite. considerando como metas físicas as quantidades de beneficiários programadas no Plano Gerencial da ANEEL. Pág. a composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrangia apenas 2 (dois) servidores aposentados.725. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 197.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).00. Apesar disso.155 .965.000. correspondendo à execução de 95.000. Gráfico 41 . que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 19. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. No início do ano.000. Os créditos suplementares totalizaram R$ 29.Pagamento de Inativos 3 Pessoa Beneficiada 2 3 2 1 0 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL .Execução da Meta Física: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução da Meta Física . o quadro e o gráfico acima mantêm as demonstrações na forma dos anos anteriores. e que por isso pertenciam ao quadro específico da ANEEL. Isto implicou aumento da folha de pagamento das aposentadorias e necessidade de crédito suplementar.00. foram empenhados R$ 217. anteriormente redistribuídos para a Agência. A LOA 2011 não estabeleceu produto nem fixou meta física para esta ação.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2 2 2 2 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 2 2 % Execução em relação à LOA C/A 100% 100% 150% % Execução em relação à meta ajustada C/B 100% 100% 100% Ano 2009 2010 2011 2 3 3 Fonte: ANEEL . resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 226. Em setembro 2011.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).93% do limite orçamentário e da dotação final (LOA + Créditos). OBS.00. Por se tratar de despesa obrigatória. Avaliação dos Resultados A folha de pagamento dos servidores inativos foi processada regularmente durante todo o exercício.: Até 2010.00 por meio do Decreto publicado em 25/08/2011. houve a aposentadoria de 1 (um) Especialista em Regulação.00. o primeiro servidor do quadro efetivo da ANEEL a se aposentar.965. por meio do Decreto publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). e R$ 10.

553.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União. Embora constem do orçamento da UJ.2.4.00 Orçamento Realizado Pago D 0. que teve por finalidade possibilitar o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório). referente a despesa de pessoal. Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL.156 . onde foi integralmente empenhado. Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032).3.00% Fonte: ANEEL . os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao tribunal responsável pelo pagamento. O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário. à Agência.00 Limite Autorizado B 36.00 % C/A 0. Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 Finalidade Proporcionar o pagamento de precatórios devidos pela União. Descrição do Processo Pagamento de sentenças judiciais transitadas em julgado (precatórios) devidas pela União.708. as ações padronizadas apresentadas a seguir.708.00 destinaram-se ao pagamento do precatório propriamente dito.1 . Coube. tratada no subitem seguinte. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.708. Deste valor.00% % C/B 0.00. autarquias e fundações públicas. 2. incluídas no Orçamento da Agência. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais.Valores em reais. Foi realizado destaque no valor total de R$ 41. no exercício de 2011. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Cumprimento de Sentença Judicial (Precatórios) Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 36. Pág.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais O Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais não é de gestão da ANEEL. por não ter sido empenhado nesta UJ. e R$ 4. autarquias e fundações públicas em razão de sentença judicial transitada em julgado. no âmbito de sua atuação.00. Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência.3. objeto desta ação orçamentária. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao tribunal responsável pelo pagamento. Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 36.00 Empenhado C 0.00 em favor do TRT 10ª Região. R$ 36.845. porém.708.

845. O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário.Contribuição da União. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.00. onde foi integralmente empenhado. Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032).00% Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 4. Limite Autorizado B 4. Pág.2. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física. os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao Tribunal responsável pelo pagamento.00 Fonte: ANEEL . Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição decorrente de Precatórios Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 4. Descrição do Processo Pagamento da contribuição patronal para o regime de previdência dos servidores públicos federais.2 .00 % C/A 0.Valores em reais.00 Orçamento Realizado Pago D 0. Embora constem do orçamento da UJ. Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL. Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência.3. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao Tribunal responsável pelo pagamento.157 .00% % C/B 0.845.845.4.00 Empenhado C 0. incidente sobre Precatórios e Requisições de Pequeno Valor. por não ter sido empenhado nesta UJ. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 Finalidade Alocar recursos orçamentários para fazer face ao pagamento da contribuição patronal relativa ao recolhimento da Contribuição da União.

4 2.596 Suplementares 8.386.281 .345 PLOA 84. conforme Portaria TCU nº 123.932.385 103.875 4.000 25.805 86.767 101.158 . A UJ (ANEEL) corresponde a uma única Unidade Orçamentária (ANEEL).000 3.2.394 86.823 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) CRÉDITOS LOA Pág.363.104. a seguir.803.2 Programação de Despesas Correntes O Quadro A.106.803.299.911. demonstra a programação de despesas correntes nos exercícios 2010 e 2011.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES Valores em R$ 1.890.4.2.4.105.000 0 3.3 .805 111.435.3. a seguir.301.299.2.IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Denominação da Unidade Orçamentária Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Código da UO 3226 6 Código SIAFI da UGO 3230 9 8 2.767 107.4 .767 103. de 12/05/2011: QUADRO A.Outras Despesas Encargos da Sociais Correntes Origem dos Créditos Orçamentários Dívida Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 84.281 . que detém toda a programação orçamentária utilizada pela UJ.083.751 Outras Operações Total 92.202.1 Desempenho Orçamentário/Financeiro Programação Orçamentária da Despesa A UJ não possui unidades orçamentárias ou administrativas a ela vinculadas.660 LOA 84.236.122.386.4.2.2.281 .493 5. QUADRO A.761. O Quadro A.292.106.129.00 Grupos de Despesas Correntes 2 – Juros e 1 – Pessoal e Encargos 3.937. identifica esta única Unidade Orçamentária (UO).805 86.978 Abertos Especiais Reabertos Abertos Extraordinários Reabertos Créditos Cancelados 260.677.392.728 .

000.QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA Origem dos Créditos Orçamentários Despesas Correntes Despesas de Capital Valores em R$ 1.4.207.207.924.207. apresenta um resumo dos dois demonstrativos anteriores (Quadros A.00 9 – Reserva de Contingência Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 17.161 190. contemplando ainda a reserva de contingência: QUADRO A.4 e A.2.572 188.054.5 .2.000 LOA 8.518.073 PLOA 190.974.389 9.350.000 Outras Operações Total 10.6 .6.166. conforme Portaria TCU nº 123.974.000 - CRÉDITOS LOA Exercícios 2010 2011 Dotação proposta pela UO 188.389 9.000 15.207.190 215.Amortização da 4 – Investimentos Origem dos Créditos Financeiras Dívida Orçamentários Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 17.017.751 CRÉDITOS LOA Créditos Cancelados Outras Operações Total 198.686.368.325.000 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) 2.536 217.3.034.4.207.3 Programação de Despesas de Capital O Quadro A.000 Especiais Extraordinários Créditos Cancelados 2.017.000.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL Valores em R$ 1.019.2.536 223.389 7.Quadro Resumo da Programação de Despesas O Quadro A.389 9.875 31.000 233.000 233.1 .218.974.2.493 3.00 Grupos de Despesa de Capital 5 – Inversões 6.5.389 9.350.089 8.207.2.518. a seguir.218.000 2. apresenta a programação de despesas de capital nos exercícios 2010 e 2011.000 Suplementares 2. a seguir.207.104 10.877 Suplementares Especiais Extraordiná rios Abertos Reabertos Abertos Reabertos 11.207.159 .435.5).535.536 223.000 233. de 12/05/2011: QUADRO A.2.2.535.937.153 2.000 PLOA 15.389 9.285.538.368.941 LOA 190.740.389 9.153 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Pág.572 194.389 7.686.978 4.

No tocante às despesas discricionárias (outras despesas correntes e de capital). o Congresso Nacional reduziu as dotações das Ações 2993 – Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica e 2C42 – Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico.00 no grupo de despesas de pessoal e encargos sociais.Análise Crítica da Programação Orçamentária I – Dotações Propostas e Obtidas O limite orçamentário estabelecido para a UO.400.00 para despesas de pessoal e encargos sociais. Já no caso da Ação Ouvidoria.315.792.292.00 5.499.00 para outras despesas correntes e de capital.281. Tais despesas são proporcionais ao número de ligações recebidas.345. os quais foram abertos. Porém.00 1. e R$ 4. dos quais R$ 86. R$ 112. para evitar consequências mais graves. Os limites orçamentários estabelecidos pelos órgãos envolvidos na gestão do sistema orçamentário.071. em função das despesas dos contratos referentes aos serviços disponibilizados aos consumidores (teleatendimento e telefonia). houve o provimento de 132 cargos de nível superior em junho e julho de 2011. na fase de aprovação da LOA.332. R$ 112.00 DIFERENÇA A-B 3. a única maneira de reduzir essas despesas seria mediante a interrupção do atendimento ou a redução do horário de funcionamento do teleatendimento. que poderia resultar no não-atendimento de aproximadamente 6.00 para despesas de pessoal e encargos sociais. bem como as dotações consignadas no PLOA 2011. bem como de benefícios. Assim.926.064. Em razão da existência de uma série histórica crescente de quantidade de ligações anuais. e que representaram um acréscimo de R$ 41. implicando a necessidade de créditos suplementares para reforço de dotações de pessoal e encargos sociais.00 para despesas com benefícios.00 para outras despesas correntes e de capital. a ANEEL solicitou e Pág. foi possível reduzir sem maiores consequências as atividades programadas.00 5.064.324.345.315.00 Os valores reduzidos nessas duas ações foram remanejados para a Reserva de Contingência própria da UO. O Projeto de Lei Orçamentária de 2011 (PLOA 2011) fixou as despesas da UO em R$ 203.426.941. nos valores indicados abaixo: Dotações Reduzidas por Emenda Parlamentar ao PLOA 2011 Ações Ouvidoria Participação Pública Total da Redução PLOA A 13. dos quais R$ 86. A diferença entre os limites orçamentários inicialmente estabelecidos e o PLOA 2011 corresponde a um precatório de despesa de pessoal e sua correspondente contribuição para o Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. conforme detalhado adiante. acrescentados no PLOA após definição inicial dos limites.000 ligações/dia – média atual da demanda.400. em decorrência do concurso público realizado em 2010.00 LOA B 9.00 7.761. considerado o quadro de pessoal existente no início do exercício.388. a dotação programada havia sido determinada. ficando assim indisponíveis. demanda esta que não é gerenciável pela ANEEL.260. empregados e seus dependentes. adequando-as ao orçamento autorizado.160 .500. e R$ 4.283. foram compatíveis com as necessidades de crédito da UO para cumprimento da sua programação de trabalho e para pagamento de despesas de pessoal e encargos sociais. principalmente.00 para despesas com benefícios aos servidores. No caso da Ação Participação Pública. para fins de elaboração da proposta orçamentária de 2011.499.728.00. foi de R$ 203.000.00.803.373.209.071.553. bem como de alguns benefícios.

Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Gestão e Administração do Programa (R$ 424.00. Valor R$ 54. II – Créditos Adicionais Foram solicitados e aprovados Créditos Suplementares em 2011.242.116.00) e Regulamentação (R$ 1.000. Valor: R$ 2.000. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Pré-Escolar.  Assistência Pré-Escolar.00.000. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Reforma do Edifício da ANEEL (R$ 2.  Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Objetivo: pagamento de assistência médica. publicado na edição do DOU de 24/06/2011.00).00. publicado na edição do DOU de 25/08/201. Aprovado pelo Decreto s/n.000. Aprovado pelo Decreto s/n.  Pagamento de Aposentadorias e Pensões. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. Empregados e seus Dependentes. para as seguintes ações:  Ouvidoria da ANEEL. Objetivo: pagamento de auxílio-transporte. publicado na edição do DOU de 25/08/2011. Objetivo: reforço de dotações para ampliação das fiscalizações programadas.733.000.00). Valor: R$ 15.627.  Contribuição da União. Valor: R$ 3.000.700. Aprovado pelo Decreto s/n.000. Aprovado pelo Decreto s/n.000.616. os recursos necessários para prestar os serviços de Ouvidoria. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. Aprovado pelo Decreto s/n.  Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. Outorga (R$ 932.116. Empregados e seus Dependentes. Valor: R$ 21.000.  Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica.000. Aprovado pelo Decreto s/n. no valor de R$ 3.898.600.00. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. publicado na edição do DOU de 21//10/2011. publicado na edição do DOU de 25/08/2011. Valor: R$ 1. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação: Auxílio-alimentação aos Servidores e Empregados. Valor: 19.00. publicado no DOU de 17/06/2011.obteve crédito suplementar.00. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica.161 . Objetivo: pagamento de assistência pré-escolar.00. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo. conforme relacionado abaixo.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Valor: R$ 2.00. ainda que parcialmente. com recursos oriundos do cancelamento de dotações de outras Ações da própria Agência. Aprovado pelo Decreto s/n.898. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor R$ 4. Valor: R$ 52.000. Objetivo: recomposição parcial da dotação dessa Ação programada no PLOA. Aprovado pelo Decreto s/n.00.00) e Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação (R$ 500.00.00.898. Aprovado pelo Decreto s/n.00). Valor: R$ 50. publicado na edição do DOU de 06/10/2011.640. Aprovado por meio do Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 21/10/2011.  Gestão e Administração do Programa.000.00. Pág. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação AuxílioAlimentação aos Servidores e Empregados. Objetivo: cancelamento de dotação. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. com vistas a recompor.

00.100.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar.  Pagamento de Aposentadorias e Pensões.000. Valor: R$ 5. Objetivo: cancelamento de dotação. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.2 .162 .00.  Contribuição da União.2. e pelo MME (UG 320002). e ao TRT 10ª Região (UG 080016).000. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.00. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais. publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo.000. Empregados e seus Dependentes. no valor de R$ 116.000.  Assistência Pré-Escolar.00. no total de R$ 41. publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011.  Ação Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.000. Empregados e seus Dependentes – Exames Periódicos.47. O Quadro A.00. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor: R$ 30. Valor R$ 71. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor R$ 600.7 a seguir demonstra as Movimentações Orçamentárias realizadas. Valor R$ 500.686.00.000.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Valor: R$ 1. Pág. A Agência concedeu créditos externos descentralizados: ao IPEA (UG 113601). Aprovado pelo Decreto s/n.080. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. Objetivo: cancelamento de dotação.911.00.478. pela CPRM (UG 495110).Valor: R$ 19.3. Valor: R$ 1.853. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais. Aprovado pelo Decreto s/n.577. Gestão e Administração do Programa .00. Aprovado pelo Decreto s/n.00. 2. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa No ano de 2011.096.00 (fonte 374). Objetivo: cancelamento de dotação. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Aprovado pelo Decreto s/n.00.4. no total de R$ 1. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica.  Contribuição da União.000. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. a ANEEL recebeu créditos internos descentralizados: pela ANP (UG 323030). Valor R$ 1. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar.00.33.700.000.553. Valor: R$ 10.  Assistência Pré-Escolar. no total de R$ 376. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.401.00. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. no valor de R$ 142.

0001 36.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Análise Crítica da Movimentação Orçamentária Do crédito de R$ 1.553.00 Despesas Correntes 1 – Pessoal e 2 – Juros e 3 – Outras Classificação da ação Encargos Encargos da Despesas Sociais Dívida Correntes 25.QUADRO A.0005.708 Despesas de Capital Classificação da ação 4– Investimentos 5 – Inversões Financeiras 6– Amortização da Dívida - Natureza da Movimentação de Crédito Movimentação Concedidos Interna Recebidos Movimentação Concedidos Externa Recebidos Fonte: ANEEL. conforme dispõe a Lei nº 12.0271.7 .00. Pág.370.0272.286.0901.0901.122.0001 76. e R$ 1.478.163 .33 recebido da CPRM refere-se à parcela de responsabilidade dessa empresa no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM. o destaque de R$ 41. referente a despesa de pessoal.00 foram na ação 4880 – Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica e R$ 300.125.370 22. Com relação aos créditos concedidos ao IPEA.MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA Natureza da Movimentação de Crédito Concedidos Movimentação Interna Recebidos 323030 323030 495110 320002 113601 113601 080016 080016 UG concedente ou recebedora UG concedente ou recebedora Movimentação Concedidos Externa Recebidos Valores em R$ 1.0271. Por fim.379.665.00 destinaram-se ao pagamento do precatório.2000. O crédito de R$ 142.401.726 25.4880.00 foram destinados ao custeio de serviços de assistência médica ambulatorial para realização de exames médicos periódicos. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais.096.0001 1.400 25.47 recebido da ANP.00G5.0272.0001 4.2272.00 correspondem à parcela de responsabilidade da ANP no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM.577.00 recebido do MME teve por finalidade possibilitar o ressarcimento a Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica. R$ 76.577.726. R$ 36.708.301.4703. Deste valor.122. que viabilizaram a execução de programações de interesse da Agência e não representaram impacto significativo no conjunto de recursos geridos pela UJ durante o exercício. e R$ 4.2.846.784.00 em favor do TRT 10ª Região teve por finalidade o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório). em virtude da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional – SIN.0023 116.845 28.0001 21.911 25. R$ 21. O crédito de R$ 116.1459.379. implementados em parceria com a UG concedente.111/2009 e seus regulamentos.5490.911.478 26.0001 142.1115.0001 300.286 28.20CW.846.400.845.00 na ação 4703 – Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica.

162.254 6.872 28.081.Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ a. ** Incluídas diárias pagas a colaborador eventual.1 são fornecidas as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos Originários da UJ.209.497 27.005 90.202 38.882.193.533.284. 19.657.585.143.4.360.890. da Lei nº 8.299.666.289.356 ressarcimentos etc.108 19.594.8 .991.955.289.304.4 .339 19.856.179 Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial * Na despesa liquidada de Inexigibilidade foi deduzido o valor de R$ 6. caput.4.8 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Originários da UJ. Pág.734.757.158 1.507.232.620 92.390.578 6.083 0 0 0 0 13.489 4.283 0 3.724. de 1993.819 A modalidade de contratação “Credenciamento” constitui especificidade da UJ prevista no Decreto nº 2.4.428.487.259.576.296.693 0 0 597.865 23.108 19. a Credenciamento.820 52.339 15.751 29. em razão da possibilidade da contratação de todos os interessados em prestar o referido serviço a preços previamente definidos e economicamente vantajosos para a Administração.269 2.202 38.283 0 3.454.666 1.759.193 109.458 23.533.335.526 5. conforme dispõe a Portaria TCU nº 123.620 52.948 0 0 597.305 6.085 171.804.795 3.4.538 5.209. que constituiu a ANEEL.288.202 38.2. 25.699 1.172 Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade * Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias ** Outros *** Convênios. de 06/10/1997.202 38. e no subitem 2.288.1 .489.340.497 90.137.099 52.4.670 3.Execução Orçamentária da Despesa No subitem 2.596 1.085 19.781 174. Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A.474.992.928 108.00 Despesa paga 2010 2011 27.2.074.81 ref.022 33.494 107.60 ref. Valores R$ 1.081.235 0 0 0 0 13.161 6.304.332.699 1.4.279.230.093 15. 2.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Modalidade de Contratação Despesa Liquidada 2010 2011 28.172 15.2. de 2011.356 19.4.254.2. *** Na despesa liquidada de Outros foi deduzido o valor de R$ 7.626 15.627 109.524 1.164 .454.187. reconhecimento de dívidas.560 148. as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos recebidos por movimentação. a Credenciamento.304.620 52. Total 153.620 92. discriminadas conforme indicado no Quadro: QUADRO A.802 27.659.169 6. decorrentes de processos de contratação e de outras formas de execução. e consiste em inexigibilidade com base no art.

A ANEEL zelou pelo pleno cumprimento do Regulamento de Credenciamento nº 01/2009 e pela total aplicação dele nos processos de contratação vigentes. Além disso. os contratados e os saldos em relação à dotação prevista. que para subsidiar o planejamento e o acompanhamento dos procedimentos de licitação e contratações diretas. constitui instrumento para o acompanhamento da execução. Assim. a ANEEL elabora anualmente o Plano de Contratações. Pág. ainda. O Plano de Contratações reflete todas as atividades a serem desenvolvidas que dependem de procedimentos para aquisição de bens e contratação de serviços. foram iniciados trabalhos de reformulação do Regulamento e dos editais vigentes. informando a situação do processo licitatório. detalhada no Plano Gerencial.Em 2011. Vale destacar. Cumpre informar que todas as atas de registro de preços de outros órgãos às quais a ANEEL aderiu em 2011 decorrem de pregões eletrônicos realizados por tais órgãos. com base na programação orçamentária do exercício. o valor liquidado no exercício para essa modalidade de contratação foi enquadrado na modalidade Pregão. também. os valores empenhados. visando a atender de forma mais eficiente às necessidades da Agência. de acordo com a modalidade de contratação que originou o contrato. Além disso.165 . a ANEEL realizou 52 sorteios de demandas referentes ao Credenciamento e assinou 466 contratos decorrentes destes sorteios. que os valores liquidados em 2011 relativos aos termos aditivos celebrados estão incluídos na tabela. Houve a pré-qualificação de diversas empresas. Cabe informar. indispensáveis para garantir a ampla competitividade e a isonomia necessárias a esse mecanismo de contratação.

12.448 9.226 6.659.494 107.736 Patronais Demais Element.327.349 485.233 76.158. e 75.474.025.162.786. são expostas no item 2.873.662. O valor total de despesas correntes empenhado em 2011 foi de R$ 184.378 Correntes 39 Outros Serv. conforme Portaria TCU nº 123.9 .816.169 64.049 50.091.00 Valores Pagos 2010 2011 1 – Despesas 90.00.911 150.091.459.928 108.195 Vantagens Fixas 13 Obrigações 15. 0 0 0 0 0 0 0 0.359.911.584 61.786 10.265 1.1 deste Relatório.041. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 11 – Vencimentos e Vantagens Fixas -.279.025.474.145 2.940.336.279.896 18.687 0 0 74.225 Mão-de-Obra 33 Passagens e Desp.954. 333.378 42.896 18.68% e 91. As principais causas estruturantes que têm limitado a atuação da ANEEL.735 do Grupo 2 .Juros e Enc.035.809.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) O valor total de despesas empenhadas em 2011 do grupo de despesas de pessoal foi de R$ 108.763.881 de Terceiros .455.2.286 385.121 514.044.044 Fonte: ANEEL. Houve redução da execução do elemento de despesa 33 – Passagens e Despesas com Locomoção.00.685 5.331 8.687.249 89.158 90.00.666 de Pessoal 11 Vencim.230.636 2.683 89.955.164 60.736 0 0 15.158 0 0 90.593 9.866.896 18.735 333.097 173.829. restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico.712.419.728.517.459.078 169.115 10. sendo liquidado o valor de 173.130.465. Com relação ao grupo 3 – Outras Despesas Correntes –. correspondendo respectivamente a 93.045 7.b.976 475.327.096 37.327.520. representando 9.470.323.446/2011.459. devido à limitação de empenho imposta pelo Decreto nº 7.807. de 2011: QUADRO A.734.465.053 2.586 Locomoção Demais Element.279.125 54.00 e pago R$ 169.950 48.628 10.125 144.91% do valor empenhado.00 da Dívida 3 – Outras Desp 69. Pág.00. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.753 59.00.162.612 2.736 15.035. O crescimento em relação ao ano anterior foi de R$ 6.3.202.05% em relação ao ano anterior.753.064 11.047. O elemento de despesa com maior valor empenhado neste grupo foi o 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica.542 425.427. O motivo de tal crescimento foi o ingresso de 69 (sessenta e nove) Especialistas em Regulação de Serviços Públicos de Energia e 63 (sessenta e três) Analistas Administrativos no quadro de pessoal da Agência em 2011.359.687 75.2.812.809.225 394.161 184.00. o valor empenhado em 2011 foi de R$ 76.615. com 2.928 108.683 89.166 .932 1.349 485.294.461.9 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Originários da UJ.143 5.119.063.281.514.955.539.686 do Grupo Total 160. nos exercícios 2010 e 2011.697.170 5.753.465.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Grupos de Despesa Despesa Empenhada 2010 2011 Despesa Liquidada 2010 2011 RP não processados 2010 2011 Valores em R$ 1.143 5.349 485.992.45% do valor empenhado em 2010.474.735 0 0 333. superior ao exercício anterior em R$ 17.00 e correspondendo a um crescimento de 19.753.PJ 37 Locação de 5. no valor de R$ 89.662.282 7.601.064 11.945 5. 49.015.

foi possível liquidar apenas a parcela de 20.738 2.23%).386. sendo liquidado o valor de R$ 1. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.00 RP não Valores Pagos processados 2010 2011 2010 2011 3.240. e Mat. Já no elemento de despesa – (51) Obras e Instalações –.774 52 .618 2. não houve execução orçamentária em virtude das restrições impostas pelo Decreto nº 7.871 1.00.774. Esta foi a principal causa do baixo percentual de liquidação das despesas de capital (35.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Valores em R$ 1.323.493.797 0 445.302 4.10 .2.618 2.233. ermanente 1. Serv.5% do valor empenhado.Equip.365 2.879 740.983.23% e 31. O elemento de despesa com maior valor empenhado – (52) Equipamentos e Material Permanente –.156 375. nos exercícios 2010 e 2011.172 3.00 e pago o valor de R$ 1.493.353. conforme Portaria TCU nº 123.353.493.398 3.983.c. no valor R$ 2. de 2011: QUADRO A.10 abaixo demonstra as Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Originários da UJ. correspondendo respectivamente a 35.353.712.371.DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Despesa Despesa Liquidada Empenhada Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 4 – Investimentos 6.2. Terceiros – PJ 3.37% do valor total empenhado.172.775.386.00. representou 70.904 618.398 3.586 0 5 – Inversões Financeiras 0 0 0 0 6 – Amortização da Dívida 0 0 0 0 Total 6.684 1.904 320.383 0 445.302 4.636 612. Neste elemento.256.904.233.389. Pág.181 1.746.172 3.775 O valor total empenhado de despesas de capital em 2011 foi de R$ 4.746.074.446/2011.268 2.Obras e Instalações 766.Out.00.240.364.074.774 Fonte: ANEEL.073 612.185.665 2.461.033 601.101 1.101 1.775 1.684 1.461.025 880.93% do valor empenhado.240.903 51 .586 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.871 39 . visto que as contratações concentraram-se no segundo semestre e apenas parte dos bens contratados puderam ser recebidos no exercício.982.167 .

277 0 31.Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação a.4.601 Valores R$ 1.624 0 53.287.212 0 0 0 0 0 245.11 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Recebidos por movimentação: QUADRO A.789.11 . Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A.287.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.257.257.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.112 0 191.257.212 0 0 0 0 0 0 0 1.789.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO Modalidade de Contratação Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias Outros Transferências a Estados Total Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial Despesa Liquidada 2010 2011 0 1.287.2.601 Pág.212 0 0 0 0 0 245.112 0 191.2.277 0 32.212 0 0 0 0 0 0 0 1.00 Despesa paga 2010 2011 0 1.4.168 .257.277 0 32.287.2 .624 0 53.277 0 31.2.

573 Total 0 32.830.663 0 614.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) QUADRO A.250 0 614.338 39 Outros Serv.573 0 2. e Vantagens Fixas 0 0 0 0 0 0 0 0 13 Obrigações Patronais 0 0 0 0 0 0 0 0 Demais Elementos do Grupo 0 0 0 0 0 0 0 0 2 .250 0 32. Esse valor foi repassado para atender ao disposto na Resolução Normativa ANEEL nº 410/2010 e Lei nº 12.87% do valor empenhado.789.2.Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global O Quadro A. sendo que foi liquidado e pago o valor de R$ 32.Juros e Enc. que tratam do ressarcimento aos Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica.413 Demais Elementos do Grupo 0 2.169 . Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.830.00. A ANEEL operacionaliza essas transferências do orçamento do Órgão 73104.830.277 0 0 0 31. não se aplica à realidade da ANEEL.601.287.Despesas de Pessoal 0 0 0 0 0 0 0 0 11 Vencim.851 0 32.111/2009.Outras Despesas Correntes 0 32. representando 99.338 0 885.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO O valor total empenhado dos destaques recebidos foi de R$ 32.b.851.573 0 0 0 2.601 81 Distribuição de Receitas 0 31. conforme Portaria TCU nº 123.338 0 0 0 885.30% do valor total empenhado.2.4.789. a que se refere a Portaria TCU nº 123.250 0 32. nos exercícios 2010 e 2011.12 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação.601 Fonte: ANEEL. visto que não houve Despesas de Capital com créditos recebidos por movimentação. c. no valor de R$ 31. de 2011: Valores em R$ 1. nos exercícios de 2010 e 2011.14 a seguir demonstra a Execução Orçamentária e Financeira Global da ANEEL no exercício de 2011. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.3 .2. da Dívida 0 0 0 0 0 0 0 0 3 . que representou 95. quando da interligação ao Sistema Interligado Nacional.789.851 0 32. 2.4.00.601 0 41. de Terceiros PJ 0 655.2.789.277.00 Despesa Empenhada Despesa Liquidada RP não processados Valores Pagos Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 1 .287. de 2011. por solicitação do MME. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 81 – Distribuição de Receitas –.12 .13.601 0 41. Pág.413 0 41.287.00.287.277 37 Locação de Mão-de-Obra 0 885.789.277 0 31.

995.5 .492 0 286.752 7.4 .532.763 1.831.094 217.200 2.10 .714.942 9.304 7.542 3.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Despesas Discricionárias (Ações do Programa) 1.7 .694.1 .474.890 108.281 3.14 . T e D Subtotal (1a) .000 1.599.240 9.500.239 0 188.121.Benefícios Subtotal (1b) Benefícios Outras Despesas Correntes e Investimentos (1a + 1b) Despesas de Pessoal do Programa 0272 (Obrigatórias) 1.185 17.000 4.460.480.526. Programa 0901 Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais Despesas de Pessoal do Programa 0901 (Obrigatórias) 3.642 512.602.400 453.694 3.Contribuição para o PSSS .456.460.544.12 .604.Cumprimento de Sentença Judicial .Outorga de G.386.686 31.831.288 0 0 0 0 0 0 806.945.223.776.925 90.722 2.Pessoal Ativo 1.965 226.708 41.492 17.668.553 193.774.264 0 0 0 4.814.730.694 3.400 200.Capacitação 1.9 .300.083 0 171.990 17.725 0 376.542 110.725 217.994.255 19.1 .423 1.330 4.708 41.102 5.686 0 4.022 183.GAP .2.2 .212.496 64.Reforma do Edifício Sede da ANEEL 1.999.264 0 0 806.694 2.395.Fiscalização (2) 1.823 93.347.Total do Programa Operações Especiais Subtotal (1 + 2 + 3) Despesa Global 2011 46.663 25.979 11.688 3.185 17.445 1.563.536 4.061.158 3.890 107.681 3.774.553 222.263.288 66.186.725 22.543 17.722 63.578 111.104 4.969.949 25.093 996.311 20.286 76.433 188.324 872.Pessoal (Programa Qualidade) Subtotal 1 (1a + 1b + 1c) Total do Programa Qualidade 2.321.702 59.182 Pág.575.586 226.707 3.073.907.663.2 .254.11 .509 107.400 376.089.845 36.496 17.240 PROGRAMA .475 1.931 87.896.692 77.358 217.456.694.725 217.484.8 .218 80.351.170.845 36.763 222.763 193.400.Regulamentação (1) 1.6 .445 1.Precatórios (3) 3.Ouvidoria 1.437.EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Valores em R$ 1.830.986 226.352 5.708 41.552 0 408.00 Saldo Limite não Restos a empenhado pagar 8.170 .318.1 .304 7.462.Precatórios (3) Subtotal (3) .742.Programa 0272 .Pagamento de Aposentadorias e Pensões Subtotal (2) Total do Programa Previdência 3.819 0 17.965 226.886 10.406. Programa 0089 Previdência de Inativos e Pensionistas da União Despesas de Pessoal do Programa 0089 (Obrigatórias) 2.Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias (Benefícios) 1.431 3.526.544 1.646.612 3.542 81.223.692 78.553 418.421.969.964.965 32.153 90.976 12.792.542 3.Contribuição para o PSSS Subtotal (1c) .051 17.PUP .772 286.347.719 14.627.414 29.965 300.663.379 11.GAP (sem pessoal) 1.Publicidade 1.276 64.941 170.845 36.722 3.QUADRO A.AÇÃO 1 .526.Participação Pública na Agenda Regulatória 1.223 93.578 111.686 0 376.200 2.526.486.162.3 .995.218 3.324 66.800 1.255 19.395.504 4.646.

Pagamento de Restos a Pagar .485 0 32.096 1.896.Despesas Pagas de exercícios anteriores 5.AÇÃO LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Restos a pagar 4 .Reserva de Contingência 0 0 0 0 Subtotal (4) .478 142.730 0 0 5.Restos a Pagar .831.330.287.434 0 0 Subtotal (5) .Reserva de Contingência 223.423 0 0 5.831.447.484.096 1.257 193. houve destaque de R$ 300.350.250 0 6.587 0 0 Total (1 + 2 + 3 + 4 + 5) 445.484.277 0 85.478 0 0 6.182 6 .Pagamentos Efetuados em 30 e 31/12/2010 0 0 0 2. (3) As dotações do Programa 0901 foram integralmente destacadas ao TRT.478 142.846 41.171 .PROGRAMA .264 5 .Destaque Recebido (MME) 0 116.882.083 185.237.504 418.634 Subtotal (6) Destaques Recebidos 0 118.400.656.2008.286.239 188. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução da UJ).277 31. Saldo Limite não empenhado 0 0 4.290.2 .00 e pago de R$ 34.1 .182 Pág.290.Despesas pagas de exercícios anteriores 0 0 0 0 14.Destaque Recebido (ANP) 0 1. Os valores empenhado de R$ 41.406 17.264 4.083 171.257 193.634 Fonte: ANEEL (1) Na ação Regulamentação.911 31.00 concedido ao IPEA.601 41.162.Créditos Recebidos por Movimentação 6.2010 (Pessoal) 0 0 0 296.359.2 .3 .Destaque Recebido (CPRM) 0 142.287.896.994.121.553. 2009 e 2010 (Exceto Pessoal) 0 0 0 11.819 17.577.789.504 0 188. valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ). houve destaque de R$ 76.00 pelo TRT não estão incluídos na execução na UJ.1 . (2) Na ação Fiscalização.153 0 0 0 0 0 Subtotal (1 + 2 + 3 + 4) Orçamento 2011 445.074.882.401.830.401.994.00 concedido ao IPEA.3 .851 32.250 85.

devido às seguintes restrições:  Contingenciamento no exercício: O planejamento interno da ANEEL foi prejudicado pelo forte contingenciamento orçamentário imposto em 2011. 2. No tocante às despesas discricionárias – excluídas as despesas obrigatórias de pessoal e benefícios –.2.97% do limite. e vedação de despesas com reformas.681.4.00.4. Da mesma forma. Porém.00. Pág. Isso trouxe um impacto negativo nos processos licitatórios que não puderam ser iniciados ou iniciaram-se com atraso. que consumiram parte do limite autorizado para a Agência e foram totalmente empenhados nas citadas unidades.00. no total de R$ 376. Assim.322.4.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2.00. devem ser consideradas também as movimentações de créditos concedidos ao IPEA e ao TRT 10ª Região.00. que corresponde a 97. que equivale a 98. Reflexos do Contingenciamento na Gestão da Execução Orçamentária O contingenciamento imposto à Agência prejudicou a plenitude da execução do Plano de Trabalho que foi elaborado para o exercício de 2011. Assim. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2.00.172 . limitação de despesas com diárias e locomoção. pode-se considerar ótima a execução orçamentária na UJ. para conhecer a despesa global da UJ.686. que utilizaram parte do limite. as despesas discricionárias da ANEEL totalizaram de R$ 77.6 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária Diante das restrições à execução impostas à Agência no exercício de 2011.239.  Eventos negativos ou positivos que prejudicaram ou facilitaram a execução orçamentária: a intempestividade na liberação de limites financeiros acarretou um excesso de pagamentos nos dois últimos dias do ano. a ótima execução orçamentária de 2011 em relação ao limite de despesas autorizado para a ANEEL.47% do limite autorizado total de R$ 193. devem ser considerados também os créditos concedidos ao IPEA. caracterizadas pelo contingenciamento de recursos.254.707. que foi de R$ 188. Quanto ao aspecto financeiro.c. que corresponde a 98.994.4. devido à Agência não dispor da totalidade dos créditos necessários à implementação de suas ações. em condições adversas.393.2. O contínuo monitoramento dos processos em licitação.504.4. consequentemente.00. a despesa global da ANEEL foi de R$ 189.4. o contingenciamento resultou em atraso de pagamento de fornecedores e.2. houve elevada inscrição de empenhos em restos a pagar processados.437.00. prejudicando a programação para o exercício. foram as estratégias de gestão que possibilitaram alcançar.b. no total de R$ 418.896. correspondente a 97. a execução empenhada na UJ foi de R$ 77.083.49% do limite para movimentação e empenho autorizado de R$ 78.68% do limite autorizado total. para conhecer o total das despesas discricionárias da UJ.631.412. o que impactou o limite financeiro de 2012. bem como das disponibilidades orçamentárias e dos limites de empenho.

00. foram despendidos (empenhados) R$ 188. A tabela e o gráfico a seguir apresentam a execução orçamentária global.932.599.162.15 – DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO Programação de Despesas Discricionárias e Benefícios Pessoal e Encargos Sociais Subtotal – Despesa Autorizada Reserva de Contingência Total Geral LOA + Créditos A 110.00 Execução Destaque Empenhado Concedido D E 376.083. e o total pago referente ao exercício de 2011: QUADRO A.Execução Orçamentária Global 222 250 200 150 100 50 193 188 171 0 LOA + Créditos Limite Autorizado Empenhado Pago Fonte: ANEEL .173 .320.994. Pág.553 418. o valor da despesa global (empenhado e destaques).992.239 418.831.896.158. o valor LOA + Créditos não inclui a Reserva de Contingência.896.00.279. Valores em milhões de reais.153 445.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.350.714. sendo R$ 80.504 Valores em R$ 1.994.714.153 107.: No gráfico.104 223.162.925 108.321 Pago F 63. foram inscritos em Restos a Pagar o valor de R$ 17.823 111.281 193.00 de Pessoal e Encargos Sociais. que incluem despesas Discricionárias e Benefícios (obrigatórias). Gráfico 42 .321 189.504 193.Análise da Execução Orçamentária e Financeira Global Este item resume os valores globais da execução da Agência.412.882.819 Fonte: ANEEL. permitindo uma comparação entre a dotação orçamentária (LOA + Créditos). totalizando as despesas do grupo Pessoal e Encargos Sociais (obrigatórias) e despesas dos grupos Outras Despesas Correntes e Investimentos.279.083 188.666 171. Do valor empenhado.239 80.264. No total. Obs.083 Despesa C=D+E 81.686 41.2.257 Limite Autorizado B 81.710 189.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.964.412.611 108.925 de Outras Despesas Correntes e Investimentos e R$ 108.994.532.091.170.932.819 171.223 111. o limite autorizado.158 188.281 222.

00 Valor Pago 63.58 11. * Conforme determinação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).434. dos quais R$ 2.162.819.77 são referentes a despesas realizadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2010. O total dos créditos originários da UJ pago em 2011 foi de R$ 185.237. Além disso. os pagamentos realizados nos dias 30 e 31/12/2010 impactam o limite de pagamento do exercício de 2011.74 182.58 referentes ao exercício de 2011.447.983.627. referente a 2010) Subtotal referente a exercícios anteriores Total Pago em 2011 (I) Despesas do exercício de 2010 pagas nos dias 30 e 31/12/2010* (II) Total Pago do Limite de 2011 (I) + (II) Saldo da conta de Limite de Pagamento em 31/12/2011 (III) Valores em R$ 1.819.992.64 Limite de Pagamento Global Disponibilizado (I)+(II)+(III) 185.32 171.789. Valores em reais.73 Fonte: ANEEL.26 107.729.163.32 2. Desse total. representando 99.77 185.174 .780.423.237.47 296. O quadro a seguir detalha a distribuição dos valores pagos com o limite de pagamento global liberado: QUADRO A.373. o limite de pagamento global disponibilizado foi de R$ 185.613.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.407.Quanto à execução financeira dos créditos originários da UJ.423. 2009 e 2010) Restos a Pagar pagos em 2011 (pessoal.613.447.2. representando 92. a 2008.407.330.170.09.21% do valor global disponibilizado.73 (Incluindo pagamento de Restos a Pagar inscritos em 2010 e de anos anteriores).74 referentes a exercícios anteriores.77% do valor autorizado. ref. Pág.163.09 376. foram pagos também R$ 11.162.16 – ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DESPESAS PAGAS NO EXERCÍCIO – NA UJ Item Despesas do exercício de 2011 (outros custeios e investimentos) Despesas do exercício de 2011 (pessoal) Subtotal do exercício de 2011 Restos a Pagar pagos em 2011 (custeios e investimento.153.666.27 11.780.627. foram pagos R$ 171.

relativas à avaliação de desempenho no âmbito da Prestação de Contas. elaborado e divulgado pelo TCU. a adoção de um índice de eficiência na avaliação individual das ações não levaria a resultados consistentes. adotou-se. deixando-se o aspecto da eficiência para ser avaliado de forma global. elaborado pelo Tribunal de Contas da União. por meio dos seguintes procedimentos:   Avaliação do Grau de Eficácia de cada Ação do Programa. do que propriamente na quantidade da meta realizada. quase sempre. No sentido de aprimorá-lo e melhor compatibilizá-lo com as orientações dispostas nas normas da CGU e do TCU. contudo. expresso na Meta Física. muitas vezes com o esforço da própria equipe da Agência. que possibilita a análise de desempenho por meio das dimensões Eficiência e Eficácia. Visto que a avaliação individualizada de cada uma dessas dimensões poderia resultar em conclusões limitadas a respeito do desempenho da Instituição. Por conseguinte. o índice de eficácia para a avaliação individual das ações. Desse esforço resultou a metodologia de avaliação de desempenho institucional adotada nesta prestação de contas. da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial. análises e pesquisas. de forma mais direta. dada a pouca aderência entre os recursos despendidos e a quantidade de meta física realizada.4. frequentemente. Eficácia das Ações (EFA) Cumpre ressaltar que. Portanto. necessários ao aprimoramento da qualidade das ações. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados. O conceito de eficácia.7 -Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia Para concepção da metodologia de avaliação de desempenho da Agência. limitações pontuais e distorções provocadas pelo citado método. nesta metodologia. Pág. na qualidade da gestão e dos produtos. Avaliação da Eficiência Global da Instituição. na grande maioria das ações da ANEEL. para a grande maioria das ações. em particular o método de avaliação dos programas governamentais constante do “Relatório e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo da República de 2004”. Para fins desta avaliação.2. não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. é: “Grau de alcance das Metas programadas em um determinado período de tempo independentemente dos custos aplicados”. Constatou-se. Assim sendo. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação. as restrições na execução orçamentária podem impactar. considera-se: – Período de tempo: o exercício fiscal – Atividades: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica – Produtos: Produto de cada Ação. que levam à necessidade de implementar ações. procurou-se adequar os parâmetros de avaliação conforme os conceitos adotados no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. a metodologia concebida considera os dois parâmetros de forma conjugada.175 . As metas decorrem. para o custeio de estudos. Figura 2 .Dimensões de Análise. foram analisados métodos já testados.

é: “Relação entre os produtos (bens e serviços) gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para tal em um determinado período de tempo.176 . Índice de Desempenho Orçamentário (IDO): relação percentual entre a Despesa Realizada e a Despesa Programada (%). foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de eficácia: Referência da Análise EFICÁCIA Fonte: ANEEL Índice EFA ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficaz Satisfatória Insatisfatória Eficiência Global (EFG) O conceito de eficiência. Onde: IDO = DR DP DR = Despesa Realizada das ações do programa e totalizada DP = Despesa Programada autorizada (ajustada ao contingenciamento) por ação Pág.” Para fins desta avaliação. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação. expresso na Meta Física.Eficácia das Ações (EFA): Índice de Desempenho das Metas Físicas (%) EFA = Onde: MR MP MR = Meta física realizada de cada ação do programa MP = Meta física prevista de cada ação do programa Eficácia Média das Ações (EFA Média): Média aritmética dos Índices de desempenho das Metas Físicas das Ações (ou Média do índice de eficácia das Ações). Na aferição dos índices EFA. Figura 2 . considera-se: Período de tempo: exercício fiscal Atividade: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Produtos: Produto de cada Ação.Dimensões de Análise. conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”.

e a correspondente Contribuição para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais incidente sobre os Precatórios. Contribuição da União.Eficiência Global (EFG): relação percentual entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO) da Instituição. Onde: EFG = EFA média IDO EFA Média: Eficácia Média das Ações (definida no tópico anterior) IDO: Índice de Desempenho Orçamentário (definido acima) global da Instituição Na avaliação do índice EFG. Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados. sendo consideradas as seguintes premissas: – não são consideradas ações que não possuem meta física e ações de caráter administrativo (açõesmeio). ou seja: Gestão e Administração do Programa.177 . a avaliação de eficácia concentra-se no conjunto das ações finalísticas. Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Autarquias e Fundações Públicas. Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficácia das Ações (EFA) são mostrados nos quadros a seguir: Pág. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União. Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. já que a eficácia da instituição é representada pelos resultados de suas ações finalísticas. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação. Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos. – a meta física programada para a ação Ouvidoria – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa. Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. Empregados e seus Dependentes. foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de Eficiência Global da Instituição: Referência da Análise EFICIÊNCIA GLOBAL Fonte: ANEEL INDICE EFG ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficiente Satisfatória Insatisfatória Aplicação da Metodologia à ANEEL Índices de Eficácia das Ações (EFA) Nesta metodologia. Reforma do Edifício Sede da ANEEL. Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis. – a exclusão das ações-meio da análise de eficácia evita distorções na avaliação. Publicidade de Utilidade Pública.

88% Classificação Muito eficaz Muito eficaz Satisfatória Muito eficaz Muito eficaz Muito eficaz O índice de Eficácia do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.18 .88% Itens Excluídos da Avaliação de Eficácia Área Reformada % de Execução Física 37 Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Servidor Capacitado Unidade 702 Não se aplica Unidade Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Produto Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média Fiscalização Realizada Ato Regulatório Publicado Solicitação Atendida Outorga Concedida Evento Realizado Reforma GAP Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Fonte: ANEEL 0.80% 117.82% 123.2.921 288 122 EFA (Realizado %) C=B/A 101.39% 261.80% 117. Pág.178 .835 548 2.03% Não se aplica Não se aplica 99.39% 261.72% Não se aplica Não se aplica QUADRO A.QUADRO A.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Ações Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Pública EFA Média Fonte: ANEEL EFA 101.15% 75.182.82% 123.2.01 Não se aplica Não se aplica 700 Não se aplica Não se aplica 0.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Programação Execução Física Meta Física Prevista Unidade de Medida A Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1. aferido pela Eficácia Média das Ações (EFA Média).644.000 110 99 Meta Física Realizada B 1.23% 135.23% 135.15% 75. a Agência obteve um desempenho muito eficaz em 2011.88%.868 642 1. Sendo este o único programa finalístico sob responsabilidade da ANEEL.17 . foi de 135.

995.00 3.00% 3.218.00% 4.412.646.526.255.386. convém assinalar.200.00 19.00 193.347.00 2.00 149. objetivamente e com precisão.00 Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média / Subtotal 1 Reforma GAP (sem pessoal) Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Subtotal 2 0. preliminarmente.784.379.00 100.2.104.646.200.202. todas as ações são avaliadas como se contribuíssem igualmente para o alcance dos resultados da Agência.532.504.00 111.00.15% 75.995.694.694.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Programação Eficácia EFA (Realizado %) E 101.000.00% Total (1+2) 222. incluindo os recursos destacados ao IPEA e ao TRT.00 3.322.421. Pág.281. Desta forma.896.976. dado que nem todas as despesas estão apropriadas.692.475.457.158.Índice de Eficiência Global (EFG) Para aferição da Eficiência Global do conjunto de ações.19 .00 1.00 189. totalizando R$ 418. leva a computar índices de ações de menor significado para o Programa com o mesmo peso daqueles alcançados por ações de maior relevância.39% 261. a relevância de cada uma.00 100.320.00 44.00 100. a adoção da média aritmética simples dos índices de desenvolvimento das Metas Físicas.693. nas ações finalísticas.00 25. Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficiência Global (EFG) são mostrados nos quadros a seguir: QUADRO A.792.509.00 3.563.602.563.00 145.00 111. que foram empenhados nessas unidades. Esta lógica está baseada na constatação de que o alcance das metas das ações finalísticas resulta também do emprego dos recursos oriundos das ações-meio. pois não seria possível ponderar.379.00% 100.01% Não se aplica Não se aplica 99. A despesa programada é a autorizada (ajustada ao contingenciamento).00 3.500.00 100.400.80% 117.00% 5.00 100. é considerado o custo global dos insumos empregados para obtenção dos resultados.421.00% Ações Excluídas da Avaliação de Eficácia 1.00% 98.730.742.12% 96.287. Para o cálculo do Índice de Desempenho Orçamentário (denominador) a metodologia considera a totalidade das ações.304.50% 100.722.281.77% 97.82% 123.244.711.414.223.209.720.00 32. – No cálculo da Eficácia Média das Ações.00 7.949.255. alguns aspectos relevantes da metodologia adotada: – Para o cálculo do índice de Eficácia Média das Ações (numerador) são consideradas somente as ações finalísticas.179 .202.445.763.00% 56.445. incluindo as despesas de pessoal.400.00% 12. sem considerar fatores de ponderação.212.00 97.000.00 46.00 44.00 2. Em outras palavras.00 2.00 25.00 11.692.949.102.647.321.00 31.239.23% 135.88% Execução Orçamentária Global * Despesa Despesa Realizada IDO LOA + Créditos Programada (DP) (DR) (Realizado %) F G H I=H/G Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 29.00 1.00 108.00 11.00 200.999.526.720.00 1.347.00 100.00 166.542.72% Não se aplica Não se aplica 7.00 1.932.223.460.542.00 19.00 100.406.00 3.00% 97.69% Fonte: ANEEL * OBS: a despesa refere-se ao orçamento da UJ.304.932. de forma individualizada.

obtido pelo cálculo da relação percentual entre o total da Despesa Realizada e o total da Despesa Programada.20 . O Índice de Desempenho Orçamentário (IDO). ITEM 3. conforme exposto anteriormente. acima. foi de 135. foi de 139. conforme demonstram os quadros acima. INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A. o Índice de Eficiência Global (EFG) alcançado.2 Análise Crítica da gestão do reconhecimento de passivos Não se aplica. Pág. Portanto.09%.88%. 3.88% Fonte: ANEEL Índice de Desempenho Orçamentário (IDO) B 97.2. calculado pela relação entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO). em razão do exposto no subitem 3.1 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Não houve reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos no ano de 2011. Por sua vez.69% Eficiência Global (EFG = EFA Média / IDO) C=A/B 139. o desempenho da ANEEL no ano de 2011 é classificado como muito eficiente.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Índice de Eficácia Média das Ações (EFA Média) A 135.180 .09% Muito eficiente Classificação A Eficácia Média das Ações (EFA Média).1.QUADRO A.69%. foi de 97. segundo os parâmetros para classificação da Eficiência Global da Instituição estabelecidos. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 3. 3.

49 3.00 303. pois o limite financeiro recebido.468/2011.268.904.471.99 303.506.433.922.96 5.00 0.407.181 .872. e Decreto nº 7.4.669.00 Restos a Pagar não Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 13. A permanência de Restos a Pagar por mais de um exercício financeiro deve-se à existência de pendências de pagamento de serviços contratados.4.471.380.SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES Ano de Inscrição 2010 2009 2008 Ano de Inscrição Restos a Pagar Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 5.819.73.49 0.407. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 4. Pág. em seu art.00 2010 2009 2008 Observações: Os pagamentos de Restos a Pagar inscritos em 2008 e 2009 foram autorizados pelo Decreto nº 7.780.64 11.418/2010. foi inferior às necessidades de pagamento das despesas de 2011 somadas aos Restos a Pagar de anos anteriores.468/2011 prorrogou mais uma vez a validade desses restos a pagar.00 20.018.2 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar A estratégia de pagamento de Restos a Pagar adotada pela ANEEL é a determinada pela Lei nº 8.4.06 5.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 1.422. acumulados até o final do exercício de referência do relatório de gestão. O seu cancelamento poderia ocasionar futuramente a necessidade de reconhecimento de dívida. O Decreto nº 7. o Decreto nº 7. ITEM 4.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 0.978.238. Fonte: SIAFI.07 0. Em relação aos restos a pagar de 2010.40 13.1 abaixo demonstra o montante de restos a pagar de exercícios anteriores inscritos e os respectivos valores cancelados e pagos.418. Em 13/04/2011. prorrogou a validade dos restos a pagar inscritos nos exercícios de 2008 e 2009 até o dia 30/04/2011. ou seja.669.00 0.666/1993.82 6.00 0.83 19.582. de 31/12/2010. 5º. 1º. que foi de R$ 185. de 13/04/2011.191.362.601. MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A.1 . O pagamento de Restos a Pagar em 2011 trouxe impactos negativos na gestão financeira da Agência.518.671.11 0. bem como o saldo a pagar apurado no dia 31/12/2011. estando divido em duas partes: Restos a Pagar Processados e Restos a Pagar não Processados: QUADRO A.102.1 Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores O Quadro A.64 8. até 30/06/2012.681.11 3.99 0. que é a estrita ordem cronológica das datas de suas exigibilidades. 4. desde que atendidas as condições previstas em seu art.025.00 5.654/2011 prorrogou seu prazo de validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição.601. o Decreto nº 7. de 31/12/2010.42 Valores em R$ 1.613.

ou 623 servidores.182 . Cargos de Natureza Especial* (Diretores) 2. Membros de poder e agentes políticos 1.2. Servidores em cargos efetivos 1. bem como os ingressos e egressos no exercício de 2011: QUADRO A.1.2.1. 5. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas as seguintes informações: a) b) c) d) e) f) composição do quadro de servidores ativos.2.3. *os itens 1. Servidores de Carreira 1.2.1 5.41%.2.5.871. custos associados à manutenção dos recursos humanos.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).1.1 Composição do Quadro de Servidores Ativos Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada O Quadro A.4. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A. e o Quadro Específico da Agência. sendo aqui considerados os cargos criados pela Lei nº 10. Servidores com Contratos Temporários 3.5. são “servidores de carreira vinculada ao órgão”.2. composição do quadro de estagiários.1 abaixo demonstra a composição da força de trabalho da UJ.5.5. Servidores de carreira em exercício descentralizado 1. conforme tabela abaixo: Discriminação dos “servidores de carreira vinculada ao órgão” Discriminação Quantidade Especialista em Regulação 297 Analista Administrativo 151 Técnico Administrativo 156 Quadro Específico 19 Total de “servidores de carreira vinculada ao órgão” 623 Fonte: ANEEL .1 – FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias dos Cargos Lotação Autorizada Efetiva 807 721 Não há 0 807 721 765 623 35 24 7 7 Não há 16 Não há 46 5 5 Não há 0 721 Ingressos Egressos no no exercício exercício 142 0 142 138 1 0 2 1 0 0 142 28 0 28 16 0 0 1 11 0 0 28 1. Total de Servidores Fonte: ANEEL .2.2. locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços. ITEM 5.2.6. Servidores sem vínculo* 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).6 foram inseridos para atender as especificidades da Agência De acordo com o quadro acima. 86. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 1. Pág. de 20/05/2004. indicadores gerenciais sobre recursos humanos. composição do quadro de servidores inativos e pensionistas. Servidores de carreira vinculada ao órgão 1. Servidores de carreira em exercício provisório 1.5 e 1.2.

A pedido.2. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 3.4. de 11/05/1994.Em 2010 a ANEEL realizou concurso público.2.4. sendo 63 Analistas Administrativos e 69 Especialistas em Regulação. Cedidos 1. Quantidade de pessoas na situação em 31 de dezembro 15 6 1 8 6 0 2 0 4 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 1 0 0 1 0 0 25 * Quanto às cessões previstas em leis específicas.878. estas são especificadas a seguir: Pág.5. Atividade política 5.5.2. o que. Mandato classista 6. Por se tratar de uma Agência relativamente nova e ter um quadro de pessoal enxuto. havia 25 afastamentos.5. Registraram-se também.1. a ANEEL possui poucos servidores afastados. Licença não remunerada 5. Afastamento do cônjuge ou companheiro 5. Outras situações previstas em leis específicas* 2. Além desses. anistiados com base na Lei nº 8.2.1. em 2011. no interesse da Administração 3. Para Exercício de Mandato Eletivo 2.2 a seguir demonstra as situações que reduzem a força de trabalho da UJ. totalizando assim 138 ingressos no exercício 2011. A pedido. mas apenas em 2011 houve a nomeação dos aprovados com nível superior. Interesses particulares 5. sem dúvida. Afastamentos 2. Para Estudo ou Missão no Exterior 2. Para Serviço em Organismo Internacional 2. ainda.5. Removidos 3. Serviço militar 5. antes preenchidos por aprovados no concurso de 2010.1. contribui positivamente para o alcance das suas missões institucionais. Licença remunerada 4. Capacitação 5. Doença em pessoa da família 4. dos quais 15 (60%) correspondem a servidores cedidos a outros órgão e entidades. independentemente do interesse da Administração por Processo seletivo 4.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). A pedido. 5. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. Exercício de Cargo em Comissão 1.1. De oficio.2.3.3. esses são ex-empregados da extinta Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras (CAEEB).183 . Exercício de Função de Confiança 1.3. 16 servidores requisitados de outros órgãos ou entidades. a critério da Administração 3. Outras situações 7. No que tange aos 7 “servidores de carreira em exercício provisório”.1. independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 3. O quadro de pessoal inclui. Ao final do exercício de 2011. 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”. 6 Técnicos Administrativos ingressaram na Agência em 2011 para ocupar cargos vagos. independentemente do interesse da Administração por Motivo de saúde 3.3.2 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada O Quadro A. QUADRO A.4.2 – SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 Tipologias dos afastamentos 1. Total de servidores afastados em 31 de dezembro Fonte: ANEEL .1. A pedido. sendo 4 Especialistas em Regulação.

3. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 30 1. Total de servidores em cargo e em função 214 Fonte: ANEEL . de 17/03/1995 Lei nº 6.5. Pág. Sem vínculo Não há 46 1.1. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas.2. Servidores de outros órgãos e esferas Não há 13 1.999.1. Servidores de outros órgãos e esferas Não há 3 3.5.Cessões com fundamentação em leis específicas Matrícula Item Órgão/Empresa SIAPE 1 1559806 Presidência da República 2 1441087 Presidência da República 3 1585193 Presidência da República 4 1310618 Conselho Administrativo de Defesa Econômica 5 2345460 Presidência da República 6 450909 Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal 7 1534942 Advocacia-Geral da União 8 1441047 Defensoria Pública Geral da União Fonte: ANEEL . a ANEEL possuia 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 20 2. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 2 1.184 . de 17/03/1995 Lei nº 9.007.2. de 30/03/1995 Lei nº 9. Aposentados Não há 0 2. de 30/03/1995 5.2.1.3 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada O Quadro A.3 – DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO Lotação Tipologias dos cargos em comissão e das funções gratificadas Autorizada Efetiva 1.5.007.3. de 17/03/1995 Lei nº 9. sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”. Fundamento Legal Lei nº 9.021.4.2. aqui considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs). Funções gratificadas 130 118 2. de 17/03/1995 Lei nº 9. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 95 2.2. Grupo Direção e Assessoramento superior 91 91 1.2. Ingressos Egressos no no exercício exercício 28 11 0 0 28 11 19 0 0 0 1 0 1 11 0 0 2 0 7 0 1 0 1 0 30 11 Em 31/12/2011.007.2.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). de 07/06/1982 Lei Complementar nº 73. que representam os diretores da Agência.3 abaixo identifica a estrutura de cargos em comissão e de funções gratificadas da UJ: QUADRO A.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). de 10/02/1993 Lei nº 9.020.2. Cargos em comissão 96 96 1. Cargos Natureza Especial 5 5 1.1.007.

99% 2.00% 35.185 .2.00% 20.4 a seguir demonstra o perfil etário do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A. Totais (1+2) 244 Fonte: ANEEL .00% 25.22% Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos Acima de 60 anos Fonte: ANEEL .2. Servidores com Contratos Temporários 0 2.3.00% 42.00% 45.4 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade O Quadro A.1.3.5.00% 10.4 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Até 30 anos 1.Percentual de Servidores da UJ por Faixa Etária Servidores da ANEEL por Faixa Etária (%) 50.84% 10.00% 30. Provimento de cargo em comissão 10 2. Tipologias do Cargo Quantidade de Servidores por Faixa Etária De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de 60 anos anos anos anos 275 61 47 6 0 0 0 0 275 61 47 6 0 0 0 0 35 18 25 10 2 0 3 0 33 18 22 10 0 0 0 0 310 79 72 16 O gráfico abaixo representa o percentual de servidores divididos entre as diversas faixas etárias: Gráfico 43 .Superintendência de Recursos Humanos (SRH).1.00% 15.00% 40. Servidores de Carreira 234 1.99% 33.96% 9.5. Grupo Direção e Assessoramento Superior 10 2.00% 5. Provimento de cargo efetivo 234 1. Membros de poder e agentes políticos 0 1. Funções gratificadas 0 3.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Cargos de Natureza Especial 0 2. Pág.00% 0.5. Observa-se que cerca de 77% do quadro de servidores possui até 40 anos.1.

Primeiro grau.2.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Totais 0 0 0 0 99 340 171 93 18 Legenda Nível de Escolaridade: 1 .5 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade O Quadro A.1.2.2.1 a seguir. Servidores de Carreira 1. servidores com curso de nível superior e mestrado. compreendendo. 7 .1. visto que a UJ não possui instituidores de pensão.Superior.3.1. Provimento de cargo efetivo 1. invalidez permanente e outras).Primeiro grau incompleto. 5 . razão pela qual a quantidade de servidores apenas com nível médio é reduzida.5. 4 . Servidores com Contratos Temporários 2. que compreende a composição do quadro de servidores inativos. Muitos servidores ocupantes do cargo de Técnico Administrativo possuem curso superior.186 .6 a seguir demonstra a composição do quadro de servidores inativos da UJ.5 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias do Cargo 1.5.2 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas As informações sobre o Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas são prestadas no item 5. 5. 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência.5. compulsória. principalmente. 5. 6 .Alfabetizado sem cursos regulares.1 Classificação do quadro de servidores inativos da unidade jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria O Quadro A. 3 . Grupo Direção e Assessoramento 0 0 0 0 18 50 19 4 2 Superior 2. 2 . Membros de poder e agentes políticos 1. Funções gratificadas 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3. informando o quantitativo dos servidores inativos na UJ em 31/12/2011 e o número de aposentadorias ocorridas em 2011: Pág. 8 – Mestrado. o que influencia diretamente no alcance dos objetivos institucionais. Provimento de cargo em comissão Quantidade de pessoas por nível de escolaridade 1 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 5 81 0 81 0 18 6 289 0 289 0 51 7 149 0 149 0 22 8 89 0 89 0 4 9 15 0 15 0 3 2.Analfabeto. Fonte: ANEEL .5 a seguir retrata o perfil de escolaridade do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A.5. Constata-se que o quadro de pessoal da Agência é bem qualificado.Segundo grau ou técnico.3.2. de acordo com os regimes de proventos (integral e proporcional) e de aposentadoria (voluntária.Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação. Cargos de Natureza Especial 0 0 0 0 0 1 3 0 1 2.

720.2 Compulsória 0 0 1.374.3 Invalidez Permanente 0 0 2.5.3 Invalidez Permanente 0 0 1.00 2. 5.425.2. Totais 3 1 Fonte: ANEEL .00 2.6 – COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO Quantidade De Servidores Aposentados até De Aposentadorias Iniciadas no 31/12 Exercício de Referência 1.00) 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre 1. a Agência mantinha 56 contratos de estágios vigentes. Total 70 84 61 56 298.00.8 .7 – “Composição do Quadro de Instituidores de Pensão . Regime de Proventos / Regime de Aposentadoria A composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrange apenas 3 (três) servidores aposentados.00 1.2 Área Meio 20 21 12 13 75. portanto não se aplica à realidade da Agência a demonstração a que se refere o Quadro A.00 2.5.232. Nível de escolaridade Ao final do ano.00 3.5. definido no item 5.4 Outras 0 0 2. sendo que o mais recente aposentou-se no exercício de 2011. A despesa com estágios no exercício totalizou R$ 298. Pág. Nível superior 57 63 44 43 233.Situação apurada em 31/12”.1 Área Fim 37 42 32 30 157.5.COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício (em R$ 1. 5.00 Fonte: ANEEL .1 Voluntária 0 0 2.2 Demonstração das origens das pensões pagas pela unidade jurisdicionada Cumpre informar que a UJ não possui Instituidores de Pensão. discriminados de acordo com o nível de escolaridade exigido e com a alocação dos estagiários na estrutura da UJ (na área fim ou na área meio): QUADRO A.4 Outras 0 0 3.1 Voluntária 2 0 1.858.425.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Nível Médio 13 21 17 13 65.2 Compulsória 1 1 2. Integral 2 0 1.QUADRO A.193.2 Área Meio 1 5 4 4 16. Proporcional 1 1 2.3 Composição do Quadro de Estagiários O Quadro A.187 .473.00 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).1 Área Fim 12 16 13 9 48.8 abaixo contempla os quantitativos trimestrais de contratos de estágio vigentes.2 da Portaria TCU nº 123/2011.

00 0.287.00 0.80 .268.00 0.08 457.800.401.030.24 14.476.427.90 548.22 Servidores ocupantes de Cargos de Natureza Especial 2011 72.52 796.36 Servidores ocupantes de Funções gratificadas 2011 5.00 0.668.05 190.210.159.00 0.00 0.50 505.86 0.432.709.58 1.64 0.00 0.08 Exercícios 2010 41.977.58 Fonte: ANEEL .171.719.104.293.598.08 44.00 0.54 0.00 8.349.08 47.00 0.00 0.22 143.584.00 0.00 34.583.226.347.534.00 0.726.144.91 0.00 2.50 1.94 414.75 411.00 Servidores Cedidos com ônus ou em Licença 2011 2.00 64.00 0.45 1.44 235.00 Tipologias/ Exercícios Vencimentos e vantagens fixas Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações 0.914.00 0.530.9 a seguir demonstra a composição do quadro de custos de pessoal da UJ nos exercícios de 2009 a 2011: QUADRO A.859.00 2.00 2009 0.225.00 0.289.294.271.00 182.358.00 0.08 5.328.00 0.61 0.00 13.00 0.00 0.698.002.141.964.00 0.82 694.00 0.939.00 0.760.087.596.799.00 0.57 860.38 6.00 0.228.872.258.848.11 0.218.9 .937.750.542.76 222.00 0.572.667.110.925.00 0.00 0.00 0.481.00 0.00 28.08 192.QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES Despesas Variáveis Despesas de Exercícios Anteriores 0.00 0.00 0.00 2.00 7.00 0.253.00 0.43 1.00 131.869.549.10 37.00 0.53 11.633.680.00 0.980.78 1.677.27 1.00 0.363.50 623.00 20.00 0.00 235.26 1.00 0.353.66 1.924.00 3.591.804.00 5.063.09 1.82 2.208.334.833.29 0.922.19 1.00 0.615.97 Pág.10 2009 3.00 0.59 265.037.775.74 92.00 1.50 2009 7.97 2009 0.332.00 0.00 0.00 0.334.00 0.00 0.623.079.00 Decisões Judiciais Total Membros de poder e agentes políticos 2011 0.286.531.58 28.458.662.312.77 14.05 2009 711.00 0.91 Exercícios 2010 11.79 7.49 1.00 Servidores de Carreira que não ocupam cargo de provimento em comissão 2011 52.77 279.00 0.29 0.798.00 194.00 0.00 0.4 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada O Quadro A.00 0.99 Demais despesas variáveis 0.00 0.03 705.84 49.057.00 0.188 Benefícios Assistenciais e previdenciários 0.40 0.909.466.00 0.50 18.00 0.44 705.870.95 6.00 0.00 3.5.00 4.72 4.00 0.00 0.38 2.00 0.24 16.047.106.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).661.42 6.905.00 0.00 0.00 0.791.998.544.66 2009 42.376.00 59.90 Exercícios 2010 1.814.00 0.00 538.25 10.00 Exercícios 2010 0.149.00 0.744.00 Exercícios 2010 0.75 15.404.00 0.281.00 0.63 0.425.00 0.88 38.482.00 0.22 796.22 551.602.00 52.00 0.00 614.00 0.00 0.887.284.95 0.048.75 809.00 69.00 0.499.31 0.832.815.399.574.00 0.64 0.54 0.385.00 0.00 0.19 Servidores com Contratos Temporários 2011 0.119.00 0.83 11.5.266.75 956. 0.139.08 61.403.00 0.00 2009 0.83 45.371.634.692.485.466.439.715.63 Servidores ocupantes de cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior 2011 1.51 67.00 12.98 Exercícios 2010 2.00 0.00 0.783.00 0.751.828.52 47.23 Exercícios 2010 52.14 317.5.00 0.842.00 0.32 651.461.546.529.00 0.647.01 22.

1 acima.5. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal. Orçamento e Gestão (MP).5.189 . (M) Ensino Médio. 5. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental.5.271/1997. higiene e vigilância ostensiva pela unidade O Quadro A.5.2 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados O Quadro A. amparadas no Decreto nº 2. P P Pág.1 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão Cumpre informar que a ANEEL não terceiriza cargos ou atividades típicos de categorias funcionais do seu plano de cargos.12 a seguir compreende os contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva que estiveram em vigência no exercício de 2011. (S) Ensino Superior. LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene. Por isso.5. Notar que a Portaria repete a identificação A.10 – “Relação dos empregados terceirizados substituídos em decorrência da realização de concurso público ou de provimento adicional autorizados”. Fonte: ANEEL .9 – “Cargos e atividades inerentes a categorias funcionais do plano de cargos da unidade jurisdicionada” e o Quadro A.2 da Portaria TCU nº 123/2011 deve ser preenchido somente pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento. e também pelo exposto no item 5.1 da Portaria TCU nº 123/2011. mesmo que já encerrados. Natureza: (O) Ordinária. Portanto não se aplicam à realidade da Agência as demonstrações a que se referem o Quadro A. já usada no quadro anterior. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011.5.5. (V) Vigilância Ostensiva.11 a que se refere o item 5. definidos no item 5.5.9.270.5. (P) Ativo Prorrogado.5 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada A terceirização da mão-de-obra empregada pela UJ é demonstrada por meio dos quadros apresentados a seguir: 5. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 L O 025/2009 05058935/0001-42 02/03/09 01/03/12 50 50 2008 V O 051/2008 04559666/0001-35 21/05/08 20/05/12 35 35 Observação: As contratações atuais são regulares. mesmo que não efetivados no exercício.5.5. esse demonstrativo não se aplica à realidade da ANEEL. QUADRO A.669/0001-29 Informações sobre os contratos Nível de Escolaridade Período contratual Empresa exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Contratada contratados atividades Área Nat.5.5. (E) Emergencial. (C) Efetivamente contratada. 5.3 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Sit. (E) Encerrado.12 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02.

8. Informática. Telecomunicações. Outras Natureza: (O) Ordinária. (S) Ensino Superior. As contratações atuais são regulares.13 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02.4 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão O Quadro A. Manutenção de bens imóveis 12. LEGENDA Área: 1. mesmo que já encerrados. Segurança.270. 10.5. Excetuam-se deste Quadro os contratos relativos a Limpeza e Higiene e Vigilância Ostensiva. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato. 2. P P P P P P A A Observação: Área 14 (Outras): Contrato 38/2011 – Contínuo.5.5.5. 7. 3. Auxiliar Operacional. (C) Efetivamente contratada. Reprografia. (P) Ativo Prorrogado. Brigadistas 13. 6.5. (E) Emergencial. Telefonista. Recepção.13 abaixo compreende os contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra que estiveram em vigência no exercício de 2011. tratados no Quadro A. (M) Ensino Médio. mesmo que não efetivados no exercício. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011.271/1997. Fonte: ANEEL . Manutenção de bens móveis 11. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental.190 . Situação do Contrato: (A) Ativo Normal. 5. Vigilância.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág.12 anterior. 4. (E) Encerrado. 9. Transportes. Copeiragem. Contrato 73/2011 – Nutricionista.669/0001-29 Informações sobre os contratos Período contratual Nível de Escolaridade exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Empresa Contratada contratados atividades Área Nat. amparadas no Decreto nº 2. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 7 O 118/2009 20525093/0001-85 31/07/09 30/01/12 70 64 2009 11 O 119/2009 00681882/0001-06 22/08/09 21/08/12 2 2 2 2 1 1 2010 12 O 49/2010 03073654/0001-33 28/06/10 27/06/12 8 8 2010 4 O 44/2010 08362490/0001-88 15/07/10 14/07/12 12 12 1 1 2010 11 O 176/2010 08220952/0001-22 25/11/10 24/11/12 4 4 13 13 3 3 2010 6 O 179/2010 73834483/0001-01 27/12/10 26/12/12 22 22 2011 14 O 38/2011 05496394/0001-34 10/01/11 09/01/12 31 29 8 8 2011 14 O 73/2011 26413146/0001-52 10/03/11 09/03/12 2 2 Sit. QUADRO A. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes 14. Conservação e Limpeza.

Portanto. Essas quantidades estão demonstradas no Quadro A. Pág. a ANEEL concedeu apenas uma aposentadoria de um servidor efetivo da Agência. Essa avaliação é resultado apenas da percepção da chefia. Essa avaliação é resultado de três fontes: avaliação da chefia.39.1. a taxa de rotatividade no ano foi de (142 entradas+28 saídas) / 2 / 721 x 100 = 11.  Rotatividade (turnover) A taxa de rotatividade percentual da força de trabalho é dada pela soma do número de admissões e vacâncias/exonerações. não há problemas de reposição do quadro. Na avaliação para fins de desenvolvimento na carreira.644 416  Disciplina O fator disciplina do processo de gestão do desempenho teve apuração média de 7.10%.  Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais Não houve acidentes de trabalho nem servidores acometidos de doenças ocupacionais. e dividida pelo numero total de servidores.6 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos Os indicadores gerenciais sobre recursos humanos da ANEEL são apresentados nos itens a seguir:  Absenteísmo O Absenteísmo é definido da seguinte forma: Absenteísmo = número de dias de faltas justificadas e injustificadas / (quantidade de servidores X total de dias trabalhados). com o público de 465 servidores. a taxa de absenteísmo no exercício foi de 4.850.5. Até o momento. com o público de 449 servidores.5 pontos.43 3.38. em um total de 7. dividida por dois.5.  Educação Continuada O quadro a seguir apresenta os principais indicadores resultantes das ações de capacitação realizadas em 2011: Indicador Investimento médio por servidor capacitado (R$) Número médio de participação por servidor Média de horas de capacitação por servidor (h) Número de participações Número de ações realizadas Realizado em 2011 2. o fator disciplina teve apuração média de 7. Assim. autoavaliação e avaliação da equipe. em um total de 7.78 95.69 2.  Aposentadoria versus reposição do quadro. na avaliação para fins de pagamento da gratificação de desempenho.5 pontos.79%.191 . multiplicada por 100. Portanto.

Considera-se como resultado satisfatório para concessão da gratificação individual integral e para progressão e promoção o desempenho superior ou igual a 85 (oitenta e cinco pontos). em 31 de outubro.78.Avaliação individual dos servidores para fins de concessão de gratificação de desempenho .52 (resultado médio consolidado). 20 pontos – parcela individual). Na avaliação individual para concessão de gratificação. Os dois gráficos a seguir demonstram as notas de avaliação individual dos servidores. (2) produtividade. 3 servidores não obtiveram desempenho suficiente para obtenção do valor máximo da parcela individual (80 pontos – parcela institucional.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). respectivamente. em uma escala de 0 a 100. Desempenho funcional Nas avaliações para fins de concessão de gratificação a nota institucional foi de 96. e o de progressão e promoção. As médias da avaliação para concessão de gratificação e para desenvolvimento na carreira são bem próximas devido ao fato de três fatores avaliativos serem comuns aos ciclos: (1) disciplina e cumprimento de normas. Já na avaliação para progressão e promoção. Embora os ciclos sejam distintos. eles apresentam mais de 60% do período avaliado coincidentes e a conclusão de cada um é temporalmente próxima à do seguinte: o de gratificação termina em 30 de junho.Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual . sendo que 3 em virtude de não atendimento ao requisito mínimo de desempenho e os demais por não atenderem aos requisitos mínimos de capacitação.192 . Gráfico 44 . Para fins de desenvolvimento na carreira (progressão e promoção) a média das avaliações foi de 96.35 e a individual 97. e (3) responsabilidade e comprometimento com o trabalho. obtidas nas avaliações para fins de concessão de gratificação de desempenho e para fins de progressão e promoção na carreira.Gratificação de desempenho 140 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 85≤ N =100 N N N N N N N N N N N N N N <85 <100 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <86 99 124 81 29 16 18 12 8 4 5 1 2 2 3 3 Série1 39 Fonte: ANEEL . Pág. 7 servidores não tiveram desenvolvimento na carreira.

hipertensão e outras. o que elevou a força de trabalho para 721 profissionais. de modo que não havia registro de servidores afastados por esse motivo. O Ministério do Planejamento. Assim.Progressão e Promoção 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 86≤ 85≤ =10 N N N N N N N N N N N N N N N N 0 <10 <85 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <87 <86 0 64 57 41 41 37 20 8 8 8 2 3 2 1 5 3 Série1 104 61 Fonte: ANEEL . Além desses. com cerca de 77% dos servidores compreendidos na faixa abaixo dos 40 anos.Gráfico 45 . problemas de coração. têm sido geralmente curtas.73% registrados com formação equivalente a segundo grau ou técnico. Pág.Avaliação individual dos servidores para fins de progressão e promoção na carreira Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual . 622 possuem nível superior. pois 28% dos cargos exigem apenas o segundo grau. concedidas independentemente do interesse da Administração.193 . Orçamento e Gestão (MP) autorizou a nomeação de 139 cargos (63 Analistas Administrativos e 76 Especialistas em Regulação). a ANEEL teve a autorização para nomeação dos candidatos aprovados no Concurso de 2010 publicada em junho de 2011. contabilizando 142 ingressos. 2 requisitados e 1 servidor sem vínculo. responsáveis por afastamentos mais longos.27% do total. ao final do ano. houve acréscimo de 1 cargo de livre provimento. o equivalente a 86. pois nessa faixa são mais raras as doenças crônicas e suas complicações. com 13. O fato evidencia ainda mais a qualificação do quadro. pois incrementou sua força de trabalho com a entrada de 138 novos servidores das carreiras vinculadas ao órgão. A nomeação dos concursados representou um avanço para a Agência no cumprimento de suas metas institucionais. Além disso. Análise Crítica da Gestão de Recursos Humanos Após quase três anos sem provimento de vagas do quadro efetivo de nível superior. dos quais 132 foram providos (63 Analistas e 69 Especialistas). as licenças por motivo de saúde. a entrada dos aprovados no Concurso de 2010 também reforçou outra característica do quadro: a idade. como diabetes. O baixo número de aposentados – apenas três – também é reflexo da faixa etária do quadro. Essa característica está relacionada aos afastamentos por motivos de saúde.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Um ponto que merece destaque é o alto nível de escolaridade dos servidores da ANEEL: dos 721 servidores que compõem o quadro da Agência.

ITEM 6.1 Instrumentos de transferências vigentes no exercício Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 O Quadro A.6. informa os valores pactuados das transferências e contrapartidas. termo de cooperação. termo de compromisso ou outros acordos. Pág.1 a seguir apresenta o conjunto de instrumentos de transferências vigentes no exercício de 2011. as datas de início e fim de vigência dos instrumentos. bem como os repasses efetuados no exercício e os acumulados até o final do exercício. O quadro indica a modalidade de transferência. considerados todos os termos aditivos. a situação da transferência registrada no Sistema SIAFI.1. contrato de repasse. vigentes no exercício de referência. identifica o instrumento de transferência e o beneficiário. ajustes ou instrumentos congêneres.1 6. INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A.6. e ainda.194 . 6. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas informações sobre as transferências mediante convênio.

00 1.803.160.48 485.318.000.249/0001-01 03.CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.598.633.57 45.567.000.191.24 619.76 696.094.188.1 .045/0001-00 02.838.000.93 619.01 395.000.17 143.895.804.000.47 1.705.730.800.500.672.150.513.00 568.810.59 18.962.466.270.405.00 2.082/0001-10 04.6.045/0001-00 01.95 1.251.000.06 31.751.045/0001-00 01.357.633.631.72 953.91 125.93 709.321/0001-73 02.962.78 383.781.350.300.47 1.057.57 8.202.635.940.321/0001-73 02.70 8.081.28 5.000.028.01 678.803.486.295/0001-20 07.QUADRO A.944.72 262.24 413.397.083.405.00 Modalidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 5 5 5 1 5 5 5 5 Total Convênios e Contratos de Metas Beneficiário 03.123.91 143.00 965.931.26 40.045/0001-00 01.60 2.59 4.48 10.340.99 8.38 2.303.192.457.00 5.169.945.550.03 9.00 4.486.222.962.608.67 624.997.321/0001-73 01.011.52 480.962.707.27 888.650/0001-69 04.635.99 262.163.669/0001-29 Nº do instrumento 001/2007 002/2007 003/2007 004/2007 005/2007 007/2008 010/2008 011/2008 012/2008 013/2008 014/2008 014/2010 005/2010 006/2010 007/2010 015/2010 001/2010 002/2010 003/2010 004/2010 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Acumulado até o Global Contrapartida No exercício exercício 9.636.438/0001-53 02.916.537.141/0001-10 03.454.52 Valores em R$ 1.962.747.631.930.982.131.26 5.199.486.60 2.800.457.51 759.962.397.012.659.904.76 845.561.150.204.500.28 31.538.84 504.486.195 .02 5.90 4. 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 1 1 1 1 1 1 1 1 1 - Pág.119/0001-33 01.071.460.804.909/0001-62 02.03 8.045/0001-00 - Vigência Início 01/01/2007 17/04/2007 16/05/2007 07/06/2007 27/06/2007 14/02/2008 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 Fim 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2010 Sit.00 1.457.06 1.34 16.896.896.43 5.541.82 15.113.40 696.47 2.00 1.130/0001-90 04.347.150.600.000.00 3.15 624.085.23 395.089.74 3.000.98 2.407/0001-70 03.321/0001-73 02.633.67 192.369.404.00 1.109.377.150.027.045/0001-00 01.665.906.446.192.049.27 383.51 1.000.654.743.

Inadimplência Suspensa 4 .Concluído 5 .400.400.188.733.334.892.Rescindido 7 – Arquivado Pág.00 76.Convênio 2 .175/0001-00 38.32 16.892. LEGENDA Modalidade: 1 .091.892.Termo de Cooperação 4 .Excluído 6 .020.84 Vigência Início 13/09/2010 23/05/2011 01/11/2011 21/11/2011 Fim 12/03/2012 22/11/2011 30/04/2012 28/02/2013 Sit.132.00 38.Modalidade Nº do instrumento Valores Pactuados Beneficiário Global Contrapartida 18.175/0001-00 76.286.Termo de Compromisso 5 – Contrato de Metas Valores Repassados Acumulado até o No exercício exercício 262.358.Inadimplente 3 .34 3 002/2010 33.000. 1 1 1 1 Situação da Transferência: 1 .686.32 524.00 409.000.00 3 004/2011 33.196 .32 38.338/0001-07 Total Termos 647.Contrato de Repasse 3 .00 3 007/2011 33.175/0001-00 533.871.32 376.890.400.286.00 76.32 TOTAL 125.686.152.89 46.32 3 010/2011 03.286.705.Adimplente 2 .91 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC).

sendo identificados pela Modalidade 5.427/1996. competências da União relativas aos serviços de energia elétrica. da Lei nº 9.  Desta forma. Pág. Esses Contratos de Metas estão relacionados no Quadro A. de 23/11/2010. todas as despesas relacionadas à execução descentralizada de atividades passam a ser custeadas pela ANEEL. e III . acrescentada para atender à especificidade da UJ.804. de 09/12/2009.6. Portanto. por delegação.427. repassados e sobre a vigência. cumpre informar que estes foram rescindidos em 31/12/2011. por se tratarem de instrumentos celebrados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010.AGERGS. no âmbito de cada um desses Convênios de Cooperação (nos 14 e 15/2010) foram firmados Contratos de Metas. CNPJ 01. bem como estabelece vigência por prazo indeterminado.962. os novos convênios nos 14 e 15/2010 não possuem informações sobre valores pactuados. para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos.111. Foram firmados novos instrumentos de transferência com as Agências Reguladoras Estaduais ARCE e AGERGS. Os Contratos de Metas possuem vigência de até doze meses. os quais executam. nos novos instrumentos. a qual determina. 9º da Lei nº 12. 20 a 22. adstrita a um exercício financeiro. II . que autoriza a gestão associada de serviços públicos.111/2009.contraprestação baseada em custos de referência. alínea “b”. de 26/12/1996. da Lei nº 9. em atendimento ao disposto no art. inciso XII. com base nos arts. Contrato de Metas: instrumento pactuado entre a ANEEL e a AGÊNCIA (estadual) por meio do qual são fixadas as atividades a serem executadas em regime de gestão associada de serviços públicos. estabelecidas no art. Esses novos instrumentos firmados são definidos como segue:  Convênio de Cooperação: instrumento pactuado entre a União e o Estado-membro. Apesar de o convênio nº 014/2008 celebrado com a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Rio Grande do Sul . ter informado que a ANEEL deveria reembolsar à Agência esse valor.controle de resultados voltado para a eficiência da gestão. 37.Projeto Programado PP .007/2010-AIN/ANEEL concluído ao final de 2010 e referente ao exercício de 2009.197 . instrumentos previstos nos arts.1. da Constituição Federal.6. O Contrato de Metas observa as seguintes diretrizes: I .045/0001-00 ter sido rescindido em 31/12/2010. que o convênio de cooperação não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas. relativo ao ressarcimento de pessoal não utilizado no ano de 2009. após emissão do Relatório de Auditoria .06. com a redação dada pela Lei nº 12. que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal. Os novos instrumentos firmados em conformidade com a legislação supracitada não têm previsão de contrapartida por parte dos conveniados. logo abaixo do convênio a que se vinculam.vinculação ao Convênio de Cooperação. adstrita a um exercício financeiro. e regulamentados na Resolução Normativa nº 417/2010.No tocante à situação dos convênios (legenda “6”) discriminada no quadro A. Isso se deveu ao fato de a Auditoria Interna da ANEEL.111/2009. 21. em 2011 foi repassado o valor de R$ 31. O Convênio não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas. No entanto. em seu art. com a redação dada pela Lei nº 12. amparados na Resolução Normativa nº 417. com vistas à celebração de novos instrumentos. e estabelecem os valores a serem transferidos. bem como tem vigência por prazo indeterminado. 20 a 22.1. os quais possuem vigência de até doze meses.

32 123.RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.6.890.2 .3 .1. e os respectivos valores repassados nesses exercícios. QUADRO A.527.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Montantes repassados em cada exercício.88 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF).006.721.846.125.976.020.99 14. 6.620. assinado entre a ANEEL e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ).3 abaixo contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência e os valores já repassados e a serem transferidos.96 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 571.RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Quantidade de Valores (R$ 1.126.06 Termo de Compromisso 1 Totais 12 2 9 16.270.354.31 11.517.6.67 3.90 23.370.35 Termo de Compromisso Totais 57 26.00 429.2 a seguir contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência celebrados nos exercícios de 2011.6.436. 6.3 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes O Quadro A.666.135.100.31 13.572.125.755.00 78.697.00) 2011 2010 2009 2011 2010 2009 Convênio 2 1 7 13.270.No que diz respeito ao Termo de Cooperação nº 010/2011.115.00) % do Valor global instrumentos Modalidade Repassados Previstos para repassado até o final com vigência em Contratados do exercício de 2011 até 2011 2012 2012 e seguintes Convênio 12 Contrato de Metas 42 26.198 .58 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 1 1 376. Quantidade de instrumentos independentemente do ano de celebração do celebrados em cada exercício Modalidade instrumento (em R$ 1.536.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios O Quadro A.01 15.58 22. 2010 e 2009. este instrumento visa à cooperação técnica sobre energia e não contempla transferência de recursos entre as partes. relativos aos instrumentos que permanecerão vigentes no exercício de 2012 e seguintes.82 Contrato de Metas 7 3.875.358.1.334. sendo que os valores referem-se à totalidade e não somente aos instrumentos celebrados em cada exercício.01 15.6.135.38 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio-SLC e Superintendência de Administração e Finanças-SAF Pág.686.32 147.813.449.286.35 3.89 14. QUADRO A.32 447.388.

950.01 2010 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade 54 Contas prestadas Montante Repassado 14. Isto se deve aos seguintes motivos: a) Em virtude da liberação atrasada dos recursos financeiros para as Agências estaduais.370.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado) Quantitativos e Montante Repassados Termos de Contratos de Convênios Cooperação Repasse Quantidade 18 Contas prestadas Montante Repassado 9. termos de cooperação e contratos de repasse O Quadro A. Na coluna “Convênios” estão informadas as quantidades de contas prestadas e não prestadas.6. TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE Unidade Concedente Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02. outros 35 Contratos de Metas foram firmados com vigência e previsão de transferências de recursos no exercício de 2012. OBS: Cada convênio presta contas trimestralmente. b) A ANEEL celebrou dois novos convênios com as Agências estaduais ARCE e AGERGS.Os doze convênios que vigerão em 2012 foram firmados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010.020. que tiveram repasses em 2011.4 abaixo demonstra a quantidade de instrumentos de convênio. quando foram previstas 48 prestações.199 . os quais foram pactuados nos respectivos Contratos de Metas. para o ano de 2011 foram previstas 30 prestações de contas. a ANEEL autorizou que a prestação de contas do 1º trimestre de 2011 fosse apresentada em conjunto com a prestação de contas do 2º trimestre.00 Quantidade 48 Contas prestadas Montante Repassado 14. Além desses. Pág. Portanto. segmentados por ano em que deveriam ser prestadas as contas.270. 6.75 2011 Quantidade 12 Contas NÃO prestadas Montante Repassado 4. o que representou uma redução de 10 prestações de contas.688. assim como os respectivos montantes repassados. amparados na Resolução Normativa nº 417/2010.6.246. razão pela qual não envolvem transferência de recursos financeiros.36 2009 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade Anteriores a Contas NÃO 2009 prestadas Montante Repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF). No que se refere aos antigos convênios. somente a prestação de contas da execução física do objeto é exigida para atesto da unidade concedente.00 Para os Termos de Cooperação celebrados entre a ANEEL e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).2 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios. Os 7 Contratos de Metas firmados em 2010. diferentemente de 2010.4 .579. a partir de 01/01/2012 para conclusão das atividades programadas e não realizadas no exercício de 2011. Exercício da Prestação de Contas Valores em R$ 1.735. Vinculados a esses convênios foram firmados 7 Contratos de Metas.063. Já a prestação de contas financeira é responsabilidade da unidade recebedora dos recursos junto aos órgãos de controle. QUADRO A. de termos de cooperação e de contrato de repasse. foram prorrogados por 90 dias. existem 4 prestações de contas por convênio no ano.RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.

VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Valores em R$ 1. ou seja. nesses casos. Assim. até 29/02/2012.00 Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica .927. 6.cujos pagamentos são efetuados como contraprestação pelos produtos elaborados de acordo com os padrões pactuados.6.200 .5 .6.ANEEL CNPJ: 02.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos Exercício da prestação das Quantitativos e montantes repassados Contratos de Convênios contas Repasse Quantidade de contas prestadas 18 Contas analisadas Com prazo de análise Quantidade Contas Não analisadas 3 ainda não vencido Montante repassado (R$) 2.2. As 12 prestações de contas não recebidas em 2011 podem ser apresentadas em até 60 dias do encerramento dos convênios.375.5 abaixo contempla informações sobre a análise das prestações de contas a cargo da ANEEL. não há prestação de contas.270. QUADRO A. o que representou uma redução de mais 8 prestações de contas trimestrais (2 x 4 = 8). na condição de concedente.77 2011 Quantidade Aprovada 15 Contas Quantidade Reprovada Com prazo de análise analisadas Quantidade de TCE vencido Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 48 Quantidade Aprovada 48 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2010 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 54 Quantidade Aprovada 54 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2009 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado Quantidade Exercícios Contas NÃO anteriores a 2009 analisadas Montante repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Pág.1 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse O Quadro A. efetivamente recebidos e aprovados pela ANEEL.

ITEM 7. Para tanto. terá início a implementação definitiva do modelo de descentralização de atividades às Agências Reguladoras estaduais. Para as transferências expiradas em 2011. Em 2012. o prazo para apresentação de Prestação de Contas Final e devolução do saldo expira em 29/02/2012.3 Análise Crítica da Gestão das Transferências Têm-se mostrado efetivas as ações de controle e acompanhamento efetuadas pela ANEEL sobre as transferências financeiras feitas por meio dos Convênios com Agências Reguladoras estaduais. há vários anos. nenhuma transferência na situação de inadimplente. na presente data. de 2010. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Pág. 7. disciplinado na Resolução Normativa nº 417. DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A. foram rescindidos todos os antigos convênios de cooperação e firmados novos instrumentos de delegação de competência em conformidade com a Resolução Normativa nº 417.201 . Não existe.6. e mediante Termos de Cooperação firmados com o IPEA. em 2010 e 2011. de 2010.

Pág.202 .

sem necessidade de renovação.1. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 8. são emitidos memorandos e ofícios. 1º da Lei nº 8. Nos casos de posse e desligamento. data e assina.8. 2. 1º da referida Lei e. INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS . Emprego. A partir do fim do prazo da Receita Federal.1 abaixo compreende o conjunto de servidores obrigados pela Lei nº 8.730/93) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Cargos Eletivos Entregaram a DBR 0 0 0 Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 30 11 214 Funções Comissionadas (Cargo. Detentores de Cargos e Funções obrigados a entregar a DBR Situação em relação às exigências da Lei nº 8.203 . todos os servidores que ocupam cargos comissionados ou funções gratificadas entregaram a Declaração de Bens e Rendas. A Superintendência de Recursos Humanos (SRH) lança em planilha de controle os servidores que entregaram e a opção que fizeram. quantos entregaram a DBR e quantos não cumpriram a obrigação. DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Posse ou Início do Final do exercício Final do exercício exercício de da Função ou financeiro Função ou Cargo Cargo Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Autoridades (Incisos I a VI do Entregaram a DBR 0 0 0 art. informação sobre as opções de entrega dos servidores. caso necessário. seja no começo do exercício da função ou quando foram exonerados.8. links para acesso aos normativos que dispõem sobre a obrigação e prazo. a rotina de controle de entrega das cópias das Declarações de Bens e Rendas ou Autorizações de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física funciona da seguinte maneira: 1.8. destes.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ.1 – DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO. Na ANEEL. as quantidades de titulares de cargos e de funções obrigados ao cumprimento da exigência do art. Arquivamento dos formulários e envelopes.1 Situação do Cumprimento das obrigações impostas pela Lei nº 8.PARTE A. Pág. 6.730/1993 a entregar a Declaração de Bens e Rendas (DBR).730/93 8. 3. esta obrigação está no check list de documentos a serem entregues para posse e desligamento.730/1993 O Quadro A. ou entrega do Formulário de autorização de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física e retificações. Entrega de cópias das Declarações de Bens e Rendas e retificações em envelopes lacrados com formulário em que o servidor assinala o que está entregando. 5. ITEM 8.8. para cada momento em que a obrigação se concretiza. 4. discriminando. QUADRO A. é feita cobrança por telefone e e-mail dos servidores que não entregaram e. Função de Entregaram a DBR 30 11 214 Confiança ou em comissão) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Fonte: ANEEL .2 Análise Crítica Conforme demonstra o Quadro A. Encaminhamento anual de comunicação a todos os servidores com aviso sobre a obrigação.

11. estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. 18. Avaliação de Risco 10. Pág. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 13. 2. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. 25. precisa e acessível. 24. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 9.204 1 Avaliação 2 3 4 X X X X X X X X X 4 X X X X X X X X 1 2 3 4 X X X X 1 2 3 4 5 X X X 5 5 1 2 3 5 X . 15.9. 21. 14. de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. Existe código formalizado de ética ou de conduta. bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. Informação e Comunicação 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais. de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. Procedimentos de Controle 19. é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. claramente estabelecidas. Existem políticas e ações. QUADRO A. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda. 8. 22. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão.9. para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ.9.ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ Aspectos do sistema de controle interno Ambiente de Controle 1. documentada. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A. 7. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. 17. 6. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. 20. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. A avaliação de riscos é feita de forma contínua. 16. A informação disponível à UJ é apropriada. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos. ITEM 9. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. atual. 9. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.1 Estrutura de controles internos da UJ O Quadro A. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos. 3.1 . de natureza preventiva ou de detecção. 4.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à sua estrutura de controles internos. tempestiva. 5. armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. Na ocorrência de fraudes e desvios. 12.

Monitoramento 1 2 3 4 5 28. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. Fiscalização. exceto para o item 16. Aspectos do sistema de controle interno Avaliação 2 3 4 Pág. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações X sofridas. dada a existência de histórico. em sua minoria.1 5 26. O primeiro deles composto de 5 pessoas. Nos outros 4 grupos foram obtidas respostas de representantes de processos finalísticos da Agência: Regulamentação. 27. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. 30. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e X qualidade ao longo do tempo. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da X UJ. 29. porém. porém. 2 da Auditoria Interna. em todas as X direções. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. em sua maioria. mesmo que com baixa frequência de ocorrências. as quais haviam participado de resposta preliminar ao questionário no ano anterior. sendo 2 da Superintendência de Planejamento da Gestão. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ. (5) Totalmente válido. Foram computadas as respostas de cada um desses 5 grupos e estabelecido como critério de pontuação a respectiva mediana. contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. dentre as quais os Gerentes dessas Unidades Organizacionais. X Considerações gerais: Para analisar as afirmativas constantes do quadro foram consultados inicialmente 5 grupos. que foi respondido por aquele primeiro grupo. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. Mediação e Outorga.205 . e 1 do Gabinete da Diretoria. com boa visão geral da Instituição. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ.

3. No último exercício. qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. 4. · Se houver concordância com a afirmação acima. Os projetos básicos ou executivos. a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). No último exercício. quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? Critérios e normas estabelecidas na IN n º 01/2010 2. tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO).GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação 3 4 5 X X Licitações Sustentáveis 1 2 1. na contratação de obras e serviços de engenharia.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à gestão ambiental e licitações sustentáveis. à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 12. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade. como referido no Decreto nº 5.10. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora X bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? Reduziu o consumo de água e energia 6. comunicações oficiais. X · Se houver concordância com a afirmação acima. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados. bem como sua destinação. Nos últimos exercícios. reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). No último exercício. os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. 11. este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? Os veículos utilizados pela ANEEL são alugados. utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. 8. folders. a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica.1 . a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. QUADRO A.206 X X X X X X . no intuito de diminuir o número de impressões. · Se houver concordância com a afirmação acima. como se procedeu a essa campanha (palestras. Nos últimos exercícios. possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação. 10. a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas. X · Se houver concordância com a afirmação acima. a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. · Se houver concordância com a afirmação acima. quais foram os produtos adquiridos? 7.10 INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS . Pág. · Se houver concordância com a afirmação acima.PARTE A. Foi exigida na licitação veículos novos ou semi-novos (menos poluentes). etc. X · Se houver concordância com a afirmação acima.10. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização.)? A UJ promoveu distribuição de pendrives aos servidores.1 O Quadro A. como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. etc. folders. produtos de limpeza biodegradáveis). lâmpadas econômicas).)? 13. X · Se houver concordância com a afirmação acima. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis 10. como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. ITEM 10. comunicações oficiais. como se procedeu a essa campanha (palestras.940/2006.

2 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros Não se aplica. Pág. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. Superintendência de Licitação e de Controle de Contratos e Convênios (SLC) e Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). porém. 11. ITEM 11. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A.1. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ.2 Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob responsabilidade da UJ Não se aplica.1 Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial 11. em sua maioria. em sua minoria. 11.207 .1.1 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da União Não se aplica. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. porém. 11.1. 11. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis 1 2 3 4 5 Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos e titulares da: Superintendência de Administração e Finanças (SAF). DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 Não há bens imóveis sob a responsabilidade da UJ classificados como “Bens de Uso Especial” de propriedade da União ou locado de terceiros. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ.

É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade oferecidas aos X seus clientes. Essa categoria exigiu conhecimentos em TI apesar de poder ser executado por profissionais com formação em qualquer área. (5) Totalmente válida: Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ.12. Pág. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. ainda.1 – GESTÃO DE TI DA UJ Quesitos a serem avaliados Avaliação 1 2 3 4 5 Planejamento 1. Bens X Serviços (>90%) X 13. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e serviços de TI X terceirizados? Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos da Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). 69 5. para lidar estrategicamente com segurança da X informação. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em X termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. 14. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. porém.12. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades da UJ. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. 11. Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8. com responsabilidades definidas. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento X específico. A Agência não possui um plano de cargos e carreira específico para a área de TI. 15. A ANEEL terceiriza somente a locação de impressoras corporativas (bens). DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 12. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ.Área 3.1 Gestão de Tecnologia da Informação (TI) QUADRO A. X 2. X Segurança da Informação 6. X 10.871/2004. em sua minoria. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida.208 . O último concurso realizado (2010) previu 10 vagas para o cargo de Analista Administrativo . X Perfil dos Recursos Humanos envolvidos 4. conforme consta na Lei nº 10. (4) Parcialmente válida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. Soma-se. ITEM 12. X 3. em sua maioria. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. X 9. Existe uma área específica. onde o pagamento é realizado por meio da unidade de cópia/impressão. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A. X Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. porém. a entrada de 8 (oito) técnicos administrativos. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos X de bens e serviços de TI. 7. ao quantitativo de servidores. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.

650-34 308. sendo devidamente justificados nos processos de Prestação de Contas dos suprimentos de fundos.400.06 0 0 2.01 0 Valores em R$ 1.000 4.197.96 623.317-49 256.530.58 536.00 500.33 689. ITEM 13.57 84.414.565.29 709.400.000 3. materiais elétricos e de manutenção.07 0 333. cópias de documentos e pequenos serviços.746-04 Pág.790.56 366.318.13.000 3.13. conforme demonstra o Quadro A.000 3.842.488.197.93 0 0 1.67 1.000 2.000 4.833. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A.000 2.03 0 800 849. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 13.517.000 4.000 5.000 3.681-03 006. de 04/03/2005.70 373.305.03 7. para 55 servidores.000 Valor Saque 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 62.674-53 315.93 0 0 1.21 751.1 .935.03 0 737.481.07 0 333.179.58 536.29 709.434.355. foram concedidos 123 suprimentos de fundos mediante Cartão Coorporativo.903.616-94 018.03 10.42 1.434.52 0 0 640.01 0 .42 1.378-64 360.000 28.000 1. a Norma Interna que dispõe sobre a utilização do CPGF no âmbito da Agência.047-31 033.946-68 223.716-87 396.658-86 262.1 Despesas com Cartão de Crédito Corporativo O Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) foi instituído pelo Decreto nº 5.000 2.123.410.000 1.1.528.00 Total 782.434.27 0 1.326-95 014.934. Em todos os casos.1 abaixo: QUADRO A.138-07 031. os saques somente foram efetuados em circunstâncias nas quais não foi possível a utilização do Cartão na modalidade Fatura.33 689.825-20 153.67 1.000.000 5.000 3. e regulamentado pela Portaria MP nº 41. O Cartão apresenta como benefícios a transparência nos gastos efetuados e agilidade nas aquisições emergenciais.24 1.376-00 194.159.076.1 Relação dos portadores de cartão de crédito corporativo na unidade e utilização no exercício Durante o exercício de 2011.70 373.DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR Código da UG Portador CARLOS EDUARDO CARVALHO LIMA MARCIO MENDONCA NOGUEIRA DA GAMA VINICIUS LOPES CAMPOS FREDERICO DE ARAUJO TELES FABRICIO EDUARDO JACOB JAQUELINE CESARIO DA SILVA LEONARDO MORAIS DA ROCHA FORMIGA RODRIGO CESAR NEVES MENDONCA RENATA CAMPELLO SCOTTI NILTON ROBERTO MAGOSSO GONCALVES LUIZ ROGERIO GOMES NELSON SIMAO DE CARVALHO JUNIOR ASSIS FRANCISCO CARLOS ISSAO HIRATA ORLANDO CAVALCANTI GOMES FILHO EDUARDO JOSE FAGUNDES BARRETO JOAO DE DEUS DA SILVA MAURO CESAR NORONHA JULIO LOUZADA RIBEIRO MENDES WELLINGTON SANTOS DE ANDRADE WELLINGTON LEMOS SANTOS JOSE LUIZ ULIANA JUNIOR HERMANN FRIEDENBERG DE LEMOS AILSON DE SOUZA BARBOSA EDUARDO ROSSI FERNANDES CELSO EDUARDO HERMISDORFF ADEMILTON BRAZ BARNABE 323028 CPF 000.415.414-53 147.644-92 013. em 2006. A ANEEL começou a utilizar os cartões em agosto de 2005 e publicou.577.000 5.27 0 1.537.494.197.000 3.179.000 1.94 849.000 2.56 366.874.538-03 041.588-96 295. 13.000 4.21 751.000 3.604.415.000 5.57 84.966-86 006.716-88 036.000 3.396-46 008.003.621-11 000.129-61 110.781-68 158.909.000 1. de 25/01/2005.241-00 003.13.146-44 011.96 623.00 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Fatura 782.209 Limite de Utilização da UG Valor do Limite Individual 1.52 0 0 640.076.938. tais como: combustível em viagem a serviço.000 4.24 1. O cartão tem sido utilizado para pagamento de despesas de pequeno vulto ou emergenciais.

906-10 0 MIGUEL GUSTAVO SILVA GIFFONI 848.000 3.94 0 414.000 1.761-04 0 MARCELO PEREIRA MENDES 893.000 Valor Saque Fatura 0 292.843-20 0 PAULO LUCIANO DE CARVALHO 847.000 1.Portador CPF ESILVAN CARDOSO DOS SANTOS 424.195.000 3.000 3.43 0 0 140.76 289.80 199.703.611-04 0 ALEXANDRE CASTRO CALDAS 872.136.42 0 0 200.565.758.84 Total 0 292.000 2.620.43 9.000 3.140.425.46 337.412.041-00 0 CAMILLA DE ANDRADE GONCALVES 955.515.801-78 0 ROGERIO DE ASSIS LIMA 896.99 0 0 0 147.000 JAQUELINE GODOY 903.077-91 0 MARCIO HISSASHI KOMENO 857.291-04 0 ROGERIO DOS SANTOS COSTA 530.000 3.059.313-15 0 THELMA MARIA MELO PINHEIRO 575.005-78 0 SANDERSON EMANUEL UCHOA DE LIMA 803.567.142.39 38.857.94 0 414.631-20 0 EDUARDO MARTINS DA SILVA 793.401.88 145.373-72 0 RAFAEL ERVILHA CAETANO 784.000 3.72 599.065.402-20 0 WILSON KIYOKASU OZAWA 497.000 3.88 145.451-00 0 IVO SILVEIRA DOS SANTOS FILHO 726.000 3.537.554.43 0 0 140.198.46 337.145.72 599.000 3.077.000 2.121-72 0 BRENO DE SOUZA FRANCA 475.06 Total utilizado pela UJ 3.000 3.741-49 0 ENDRIZZO GALILEI CARMO BRAGA 984.90 Pág.000 1.06 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional.477.99 0 0 0 147.841-04 0 JESUS ROBERTO FERRER DE FRANCESCO 701.142.055-00 0 LINCOLN BRAGA E SOUZA 693.27 507.000 2.000 2.32 88.210 .619.929.76 289.556-72 0 IURI CONRADO POSSE RIBEIRO 798.000 4.33 0 0 0 1.316-15 0 SANDOVAL DE ARAUJO FEITOSA NETO 553.43 8.000 1.065.199-53 0 RENATO ABDALLA AFONSO 923.000 5.000 3.43 782.748.000 3.540. Valor do Limite Individual 3.891-72 0 CELIA INES FUCHS 532.533-15 0 TITO RICARDO VAZ DA COSTA 619.39 35.000 3.33 0 0 0 1.368.42 0 0 200.321.000 3.27 507.43 782.218.000 1.281-91 0 THOMPSON SOBREIRA ROLIM JUNIOR 725.290.431-87 0 ZIUMAR NAZARENO RODRIGUES 774.94 183.477.619.32 88.000 3.90 38.000 22.236.016-20 0 Total utilizado pela UG 3.94 183.276.521-53 1.425.023-34 0 SERGIO RIBEIRO LEITE 653.077.80 199.84 35.

86 Quantidade 116 236 350 Fatura (b) Valor 35.06 2.79 52.47 53. ITEM 14.619.2 a seguir demonstra.2 – DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO .142.90 52. QUADRO A.2 Utilização dos cartões de crédito corporativo da unidade O Quadro A.00 Total (a+b) 38.713.454.13.68 625.83 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional 14.488.080.97 Valores em R$ 1.1. a série histórica da despesa com Cartão de Crédito Corporativo nos três últimos exercícios.202. de maneira consolidada.84 49.(SÉRIE HISTÓRICA) Exercícios 2011 2010 2009 Saque Quantidade 12 21 11 (a) Valor 3. Pág. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Este item não se aplica à realidade da ANEEL.211 .13. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A.477.13.

3.CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 014.3. além do valor a ser levado em conta no cálculo do redutor tarifário.1 e 9.1 e 9.362/2008-7 Acórdão 1.15. e 35/2011-AIN/ANEEL. calculado a título de penalização por eventual descumprimento das metas. Quando da conclusão da fiscalização do cumprimento das metas de universalização por parte da CERON. de 14/04/2011.15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A.1 Deliberações do TCU atendidas no exercício O Quadro A.2 do Acórdão nº 1.CERON e empresas geradoras de energia (Pequenas Centrais Hidrelétricas.15. Determinar à ANEEL que: 9.3. ITEM 15. apresentado dados relacionados à meta e à execução. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU. em nível de item do Acórdão. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. contendo posicionamento sobre os itens 9. destacando os respectivos valores passíveis de serem repassados à tarifa de energia elétrica dos consumidores finais atendidos pela CERON.2 Tipo DE Comunicação Expedida Ofício nº 357/2009TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou Código SIORG recomendação ANEEL 21089 Descrição da Deliberação: 9.3. e 9. respectivamente.3. por ano e por Plano de Universalização – urbano.2. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU.688/2009–TCU/Plenário. encaminhe o respectivo resultado a este Tribunal. encaminhe os respectivos resultados ao TCU. Usinas Hidrelétricas e Usinas Termelétricas). de 27/08/2009.212 .1 . Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG SEM e SFE 27372 e 27388 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 177/2009-AIN/ANEEL. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 15.3.1 abaixo contempla as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às deliberações do TCU. e Providências Adotadas.3. que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento ao Acórdão QUADRO A. rural e Luz para Todos -. Quando da conclusão da homologação de todos os contratos de compra e venda de energia elétrica firmados entre as Centrais Elétricas de Rondônia . Pág.688/2009-Plenário Item 9.

2 do Acórdão nº 1.2. Adote medidas mais eficazes para que se faça cumprir a Resolução Normativa ANEEL n. de 03/05/2011. da Resolução Normativa ANEEL n. respectivamente. conforme o art. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRG. 11.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 003. referente ao período posterior à publicação da Medida Provisória n.º 63/2004. Apresente estudos. 9.906/2011 – TCU/Plenário. SRE Código SIORG 27390. a valoração dos custos de geração própria.º 12. se necessário. o impacto financeiro sobre o encargo tarifário CCC e a regulação adotada para o art. que demonstrem o impacto sobre o encargo CCC da referida lei. 60 dias após a regulamentação da Lei n. tendo em vista que as multas aplicadas não foram suficientes. Pág.111/2009.º 466/2009 até a data de sua regulamentação.º 163/2005. o uso da revogação da autorização. incluindo. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.1.1. e 48/2011-AIN/ANEEL.991/2000. de 28/04/2011. especificando: a forma de valoração do custo médio de geração no Ambiente de Contratação Regulado (ACR).906/2010-Plenário Item 9.213 . 4º-A da Lei n.1.1 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 406/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 27387. contendo posicionamento sobre os itens 9. a extensão e forma de repasse de eventual passivo de custos.1 e 9. 27321 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 39/2011-AIN/ANEEL.1.1.º 9. Determinar à ANEEL que: 9. a repercussão dos investimentos realizados pelas concessionárias. SFG.984/2009-7 Acórdão 1. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1.

214 . Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: Conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT. de 02/12/2012.542/2011-6 Acórdão Item 9. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos. nos próximos leilões.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 010.939/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. considere as especificidades dos empreendimentos a serem instalados em distintas regiões do território brasileiro na definição do percentual relativo aos custos ambientais incidentes sobre o custo total. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL.2. Recomendar à Aneel que.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 135/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 1. Pág. Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e. através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”. quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento. compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

Quanto à recomendação 9. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. exija: 9. considerando: 9. de 02/02/2011.2. foi expedido o Ofício nº 1.2.4. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1. Orçamento detalhado do custo global da obra. no entendimento da Agência. ajustando os Preços de Referência dos empreendimentos de Teles Pires e Sinop. Avaliação circunstanciada da adequação dos valores de todos os custos previstos na forma de verba ou como percentual de outros custos.1.1.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 026. conforme demonstrado e calculado no referido relatório. por meio do Memorando nº 72/2011-SGH/ANEEL. aplicado sobre o valor total das contas. de forma a adequá-los à relação preço/potência instalada média praticada nos empreendimentos de concepção e localização similares. de 10/12/2010. contendo as especificações técnicas dos serviços de obras civis e dos equipamentos eletromecânicos. a revisão do preço dos serviços de Aterro Compactado. 9. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SGH.Plenário Itens 9.2 e 9.347/EPE/2010. Para a UHE Teles Pires. e conforme posicionamento da Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH.. Para a UHE Sinop. visto que tal recomendação.4 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 559/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Para as UHEs Teles Pires e Sinop. a exclusão ou redução do percentual de 8% previsto a título de "Eventuais". que quaisquer alterações nos valores constantes dos estudos de viabilidade entregues ao TCU importarão na necessidade de devida readequação dos cálculos dos Preços de Referência e envio imediato a esta Corte de Contas dos novos parâmetros que fundamentam referidos cálculos. equipamentos elétricos e equipamentos diversos). Recomendar à EPE e à ANEEL a reavaliação dos Orçamentos Padrão Eletrobrás.1.1. 27385. 9.215 . juntamente com a Empresa de Pesquisa Energética . 9. a revisão dos preços dos equipamentos principais (turbinas. a ANEEL passará a exigir do desenvolvedor de estudos de viabilidade de empreendimentos hidrelétricos as informações indicadas na respectiva recomendação.2. Pág..3.2. SCG e CEL Código SIORG 27381. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados. 9.] 9. e o Ministério de Minas e Energia – MME. 27301 Síntese da providência adotada: Para atendimento do item 9.2. Recomendar à ANEEL que nas futuras licitações de concessão de aproveitamentos hidrelétricos.1. geradores.091/2010-0 Acórdão 3.EPE. bem como as correspondentes composições de custos unitários. 9.2.036/2010 . [.1. tomando por base as distâncias de transporte e os valores referenciais informados no relatório que fundamenta esta deliberação. era de competência da Empresa de Pesquisa Energética – EPE. Alertar à ANEEL.1.

7º. Alertar a Aneel que. de acordo com o art. 8º. Fluxo de caixa da concessão com demonstração da Taxa Interna de Retorno ou de qualquer outro parâmetro previsto no edital de licitação que se destine a aferir o equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. no mínimo: 9. 9. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.3.096/2009-9 Acórdão Itens 9. cinco dias após a assinatura. 9. em 14/03/2011. com vistas a garantir a exequibilidade das propostas ofertadas em leilões de linhas de transmissão e o aperfeiçoamento do conhecimento da agência sobre os valores de mercado dos correspondentes objetos. c/c o art. da Instrução Normativa TCU nº 27/1998. junto ao Tribunal de Contas da União – TCU. inclusive em meio magnético.4. Premissas adotadas para a formulação da proposta econômico-financeira.216 . Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.666/93. 9.3. Pág.Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Recomendar à Aneel. acompanhada dos correspondentes anexos. que as exigências de detalhamento de projetos são mais condizentes com o regime da Lei 8.157/2010 . em síntese.3.1.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 003.2.2 e 9. inciso IV. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame. não se aplicando à licitação dos serviços públicos de transmissão. encaminhe cópia a este Tribunal.3.2.3.3. em que conste. caso seja formalizado o contrato de concessão referente ao Lote B do Leilão nº 1/2009.3 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 588/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Acórdão 3. Discriminação e cronograma econômico-financeiro dos investimentos e dos custos operacionais. que requisite às licitantes vencedoras cópia das respectivas propostas econômico-financeiras cujos valores sejam inferiores a 70% do valor orçado pela administração. Discriminação de todas as receitas esperadas. inciso IV. 9. por entender. alínea "b".

Plano de Ação.4. elaborado por técnicos da ANEEL do Ministério de Minas e Energia – MME. e 9. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. de 12/04/2011.2 do Acórdão nº 371/2011 – TCU/Plenário. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. e encaminhem a este Tribunal. Com referência ao item 9. de atendimento do público-alvo remanescente. o atendimento de parcela do público-alvo remanescente do Programa Luz para Todos por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. no prazo de 60 (sessenta) dias. a forma de seu atendimento (convencional ou alternativo) e a estimativa de recursos necessários. nos moldes do previsto na Lei nº 12.1.3 Determinar à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia – MME que elaborem.492/2007-5 Acórdão Item 9. com vistas a possibilitar.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 33/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 371/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. viabilidade. com vistas a analisar a oportunidade e a viabilidade de criação e/ou adequação de processos de trabalho relacionados à fiscalização sistemática de informações utilizadas nos cálculos de reajustes tarifários anuais recebidas dos agentes executores do Programa Luz para Todos.3. com ênfase no público localizado em regiões isoladas.3. Plano de Ação para o desenvolvimento de estudo detalhado sobre: 9.3.111. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. Determinar à Aneel que elabore e encaminhe a este Tribunal. de forma efetiva.2. o total do público-alvo do Programa Luz para Todos que resta ser atendido.3. foram encaminhados os Ofícios 263/2011-SEE-MME de 15/08/2011 e 265/2011-SEE/MME de 18/08/2011.2 e 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 028. 27393 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 32/2011-AIN/ANEEL. a oportunidade e a legalidade de utilização de recursos da Conta de Consumo de Combustíveis Fosseis – CCC. de 2009. de 2004.2. com o Plano de Ação referente ao Programa Luz para Todos. abordando a quantidade e a localização desse remanescente. levando-se em conta a obrigatoriedade de universalização e a modicidade tarifária.3.217 . e 9. Pág.3 do referido Acórdão. contendo posicionamento sobre o item 9. 9. 9. para atendimentos em energia elétrica em regiões isoladas por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE e SRC Código SIORG 27321. necessidade de alteração da Resolução Normativa Aneel nº 83. em conjunto.

3.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 61/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 956/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. no prazo de cinco dias após sua emissão.430/2011-2 Acórdão Item 9.1 e 9. 3º da referida norma. os documentos referidos no art.3. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 51/2011-AIN/ANEEL de 04/05/2011.3. Determinar à Aneel que: 9.3.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 006. 4º da IN/TCU 43/2002 relativos aos processos de revisão tarifária das distribuidoras constantes da amostra a ser acompanhada integralmente pelo TCU. parágrafo 1º.218 . encaminhe ao TCU o cronograma das atividades relativas às revisões tarifárias de 2011 e as informações previstas na IN/TCU 43/2002.3. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. 2º. encaminhe.3.1 e 9.2 do Acórdão nº 956/2011 – TCU/Plenário. prevista no art. ao se iniciarem os processos formais de revisão tarifária do 3º ciclo.3.2. contendo posicionamento sobre os itens 9. art. tão logo haja deliberação acerca das audiências públicas 005/2011 e 040/2010. 9. Pág.1.

219 . com o estabelecimento de critérios de eficiência.exija da Eletrobras o estabelecimento de um procedimento contínuo de avaliação da razoabilidade dos preços do carvão mineral. inciso V. conforme previsto no art. Providências adotadas Setor responsável pela implementação SRG Código SIORG 27390 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 104/2011-AIN/ANEEL. inciso I. alínea “b”. 12 da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.424/2010-7 Acórdão 1.2. 9.2 . encaminhando os resultados a este Tribunal.2.4 do Acórdão 1. 9. da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004.4.382/2011-Plenário Item 9. no prazo de sessenta dias.438/2002 e os princípios da eficiência e da modicidade tarifária. visando à otimização do uso desse subsídio para geração de energia elétrica a partir de usinas térmicas a carvão mineral.2 e 9. um plano de ação que detalhe como se dará o cumprimento do art. Recomendar à Aneel a realização de um estudo no qual sejam revistos os valores de geração de referência das usinas térmicas.apresente.4 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 94/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. de 29/06/2011. 7º.2 e 9. da Lei nº 10.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 028. Determinar à Aneel que: 9. 13.382/2011-TCU/Plenário. expurgando-se do cálculo fatores sazonais e outros que não reflitam as condições normais de operação das usinas. de modo a promover regulamentação específica no que tange aos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Pág.2.1 . uma vez que a ausência de controle fere o art. contendo posicionamento sobre os itens 9.

Pág. no prazo de 30 (trinta) dias.3 análise do recurso administrativo interposto pela Chesf contra o auto de infração AI 1. 9.maio/2011 e “ONS .2.1 providências adotadas pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco – Chesf – e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS –.427/96. 9.563/2011TCU/SECEX-PE Código SIORG 21089 Acórdão 2. em atendimento às determinações e recomendações expedidas nos relatórios de fiscalização dessa agência relativos ao mencionado incidente. adote medidas para: 9.2 e 9. 9. 27387 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 186/2011-AIN/ANEEL de 26/12/2011.3. voltadas à melhoria da segurança do sistema de geração e distribuição de energia elétrica na Região Nordeste. Determinar à Aneel que.3.868/2011-7 Acórdão Item 9.2. respectivamente. encaminhe a este Tribunal informações atualizadas sobre o estágio e/ou resultado das medidas adotadas em função do blecaute ocorrido no dia 4/2/2011.Transmissão .011/2011-SFG.maio/2011”.2. com fundamento na Lei 9.4 exame das manifestações e contestações da Chesf e do ONS. especialmente quanto às seguintes ações: 9. 9. 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 9 Processo 003.5 outras providências pertinentes à questão. contendo posicionamento sobre os itens 9. 9.220 . Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SFE e SFG Código SIORG 27388. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.Luiz Gonzaga C1 para energização. a contar da ciência.2.3 do Acórdão nº 2.2 avaliar a solução proposta pela Chesf para evitar o desligamento da usina hidroelétrica (UHE) de Xingó em circunstâncias similares àquelas do blecaute de 4/2/2011. nos relatórios de fiscalização “Chesf Transmissão .2.744/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. por ocasião do blecaute de 4/2/2011. na Região Nordeste.744/2011 – TCU/Plenário.3 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 1. quanto à devolução da linha de transmissão (LT) 500 kV Sobradinho . tendo em vista as divergências de posicionamento entre Aneel.3. em decorrência do mesmo episódio. Recomendar à Aneel que.1 definir as verificações a serem realizadas antes de reintegrar linhas de transmissão ao sistema.2.2 e 9. ONS e Chesf.2 medidas voluntariamente adotadas pela Chesf e pelo ONS para aperfeiçoar a segurança do sistema.

1. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT e CEL Código SIORG 27386. de 14/11/2011. Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e.006/2011 – TCU/Plenário. de 02/12/2012.3. e conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT. 9.006/2011 . Com referência ao item 9.3.3. considere as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros na definição dos percentuais de custos ambientais incidentes nos custos totais dos empreendimentos de transmissão de energia.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 283/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 27301 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 780/2011-CEL-SCT/ANEEL.066/2011-5 Acórdão 3. quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento. Recomendar à Aneel que: 9.2 retro.3.1 e 9.1 do Acórdão nº 3.3. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.221 .2.3. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos. Pág. conforme ressalva constante do item 9.Plenário Itens 9.. Promova a revisão dos atos justificatórios e das estimativas de custos dos empreendimentos do Leilão nº 6/2011-Aneel a fim de compatibilizar o escopo previsto nesses documentos.3. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9. Síntese dos resultados obtidos: Concluído.2. Nos próximos leilões.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 10 Processo 030. compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL. através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”.

ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 11 Processo 027. especifique. de 29/07/2011.222 .7.7. as exigências qualitativas e quantitativas requeridas para a qualificação técnica das licitantes. abstendo-se de incluir exigências que sejam irrelevantes para a execução do objeto contratado. sempre que necessário. Pág. solicitando o posicionamento da Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC a respeito da determinação 1.2.476/2009-3 Acórdão Itens 1.1. de forma a evitar a dubiedade na sua interpretação.7. de forma clara. Síntese dos resultados obtidos: Concluído. Quando da elaboração dos seus editais.1 e 1.7. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SLC Código SIORG 27384 Síntese da providência adotada: Expedido o Memorando nº 217/2011-AIN/ANEEL. 1.402/2011 – 1ª Câmara Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1. Tal Unidade Técnica informou que já passara a observar os aspectos desta determinação na oportunidade da primeira fase processual na SECEX-1.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 534/2011TCU/SECEX-1 Código SIORG 21089 5. Uniformize os procedimentos atinentes à análise das propostas apresentadas pelos licitantes. referente ao Acórdão 5402/2011 – 1ª Câmara. evitando que se repita a prática inadequada observada no Pregão nº 41/2009. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1. Determinar à Aneel que: 1.7. submetendo-as à área técnica.

Plenário Item 1.7. CGE.7. para conhecimento e providências.CD. tomando como referência para sua fixação os quantitativos de cargos estabelecidos no Anexo I da Lei nº 9. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU. Expedido o Ofício nº 215/2009-AIN/ANEEL.551/2009TCU/SEFIP Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1.551/2009-TCU/SEFIP foi encaminhando. encaminhando Pedido de Reexame da decisão proferida nos termos do Acórdão nº 2. Determinar à ANEEL que.7.CCT). encaminhe ao TCU cronograma detalhado que especifique a forma de cumprimento das determinações exaradas neste acórdão. QUADRO A. a despesa pertinente à remuneração dos cargos comissionados. CA e CAS. em nível de item do Acórdão. e Grupo 2 . e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento.1.305/2009-TCU/Plenário. que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da deliberação no exercício. ao TCU.2. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU.3.2 .636/2007-9 Acórdão 2.986/2000 e a tabela remuneratória vigente. limite.15.1. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU.2 abaixo demonstra a situação das deliberações expedidas pelo TCU que permanecem pendentes de atendimento. em 03/11/2009. Determinar à ANEEL que. através do Memorando nº 442/2009-AIN/ANEEL. Pág.7. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame da decisão proferida no Acórdão citado.2 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício O Quadro A.SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 017.3 e 1.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 1.305/2009 .223 . de 16/10/2009. contados da ciência desta deliberação. à Superintendência de Recursos Humanos – SRH. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 1. contados da ciência desta deliberação.15.15. para cada grupo (Grupo 1 . Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH e PGE Código SIORG 27397 e 27310 Justificativa para o seu não cumprimento Cópia do Ofício nº 1. no prazo de 30 (trinta) dias.

224 . ante o que dispõe o artigo 2º do referido diploma normativo. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame de decisão proferida no Acórdão citado. inciso III. na medida em que o Decreto n. Pág. do Regimento Interno do TCU. à Agência Nacional de Energia Elétrica . [. especialmente aos de acessibilidade do serviço e de acompanhamento e resolução de demandas.5 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 520/2010TCU/SEFID.ANEEL que adote as medidas necessárias para que o serviço de relacionamento da Agência com os usuários dos serviços por ela regulados atenda aos requisitos do Decreto n.]..386/2008-1 Acórdão Itens 9. Código SIORG 21089 2.º 6. junto ao Tribunal de Contas da União – TCU. definidos nos arts.523/2008. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SMA Código SIORG 27373 Justificativa para o seu não cumprimento: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame.799/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: Recomendar à ANEEL que com fulcro no art. 3º. em 22/12/2010.º 6. 6º e 17. 250. 5º..523/2008 é inaplicável a esta Agência Reguladora.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 033.

“Administração”. Projeto Básico e Executivo e Custos Ambientais” de acordo com as características das linhas. observando o disposto no Acórdão n° 325/2007 . 9.1. 9. inclusive com a fundamentação das fórmulas que foram utilizadas para obtê-los.2.2.2.140/2011-Plenário Item 9. 127 da Lei n° 12. reavalie o aumento no valor dos investimentos para o Módulo de Linhas de Transmissão no novo Banco de Preços da ANEEL em comparação com o método de orçamentação anterior. ponderando-se a logística de construção de acordo com o traçado das Linhas nos estudos que vier a realizar. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCT Pág. detalhe. tendo em vista a existência de percentuais que incidem sobre o custo direto do empreendimento e que podem estar alocados também no BDI. Recomendar à ANEEL que: 9.1.6.4. que se destinariam a cobrir. por caracterizar duplicidade. visando detalhar os custos envolvidos nestes serviços e deixando de atrelá-los a percentuais desses equipamentos/materiais a serem montados/instalados. de forma a atribuir valores razoáveis e condizentes com o mercado para cada empreendimento. se abstenha de orçar o serviço de “movimento de terra” para os casos de composições de preços unitários que já possuam escavação. promova melhorias no método de orçamentação dos itens relativos à montagem e instalações de equipamentos/materiais para subestações e linhas de transmissão. inclusive drenagem.178/2007-4 Acórdão 1. estabeleça parâmetros fundamentados em estudos técnicos que ajustem os percentuais em cada edital para os itens de “Projetos”. 9. por meio de estudo técnico circunstanciado.3.2. Determinar à ANEEL que em 60 dias. imprevistos que pudessem ocorrer durante a execução do empreendimento e despesas com a administração central e/ou local.9. 9.1 e 9. demonstre a formação dos itens “Serviços Preliminares” e “Serviços Complementares/Eventuais” em composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações.2.7.2.5. reaterro e transporte. 9. 9.309/2010 . Canteiro de Obras.2.225 Código SIORG 27386 . os percentuais de perdas de materiais.2. principalmente os relativos à construção civil. observando os ganhos de escala obtidos com a construção de linhas maiores.1.8.2. 9. detalhe a metodologia para estabelecimento dos preços dos serviços de “Construção de Acessos” nos orçamentos de Linhas de Transmissão. proponha faixas de preços nos itens de “Administração Local. o percentual de BDI incidente sobre o Total Parcial das composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações e averigue eventuais cobranças em duplicidade. utilização do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi como referência de custos para aqueles serviços dele constantes. fundamente. "Administração Local" e "Canteiro de Obra”.1. 9.LDO 2011.2. em conformidade com o art. respectivamente. a contar da ciência desta deliberação. explicite melhor a metodologia para regionalização de preços dos equipamentos. a exemplo dos cabos condutores. "Engenharia". tais como "Eventuais" e "Custos Indiretos".2 Tipo DE e RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 280/2011TCU/SECOB-3 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 029.1. principalmente daqueles que representam valor relevante do empreendimento.2.2. 9.Plenário. comprove a este Tribunal o atendimento dos seguintes itens: 9. justificando os casos nos quais julgue inadequada a adoção desse sistema oficial de referência de preços. 9.

Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 156/2011-AIN/ANEEL de 19/09/2011.226 . Pedido de Reexame. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.1.2 do Acórdão nº 1. foi protocolado junto ao TCU. Quanto ao item 9.1. em 06/06/2011. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento da Unidade Técnica pendente de resposta para avaliação das providências cabíveis / adotadas. a ANEEL já havia apresentado esclarecimentos por meio do Ofício nº 288/2010-DR/ANEEL. será realizada nova análise das recomendações exaradas pelo TCU.1. Entretanto. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9. de 27/09/2010. Com relação à recomendação 9.2.. após o atendimento da determinação do TCU referente à aplicação do SINAPI no Banco de Preços da ANEEL.140/2011 – TCU/Plenário. solicitando concessão de prazo de um ano para atendimento da respectiva determinação. Pág.

em até 120 (cento e vinte) dias. 9. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento das Unidades Técnicas pendentes de implementação para avaliação das providências cabíveis / adotadas. 9.1. 9. 9. 10 da Lei nº 9.1. encaminhando a este Tribunal de Contas.3 e 9. 27373. o modelo proposto. Determinar à Aneel que.3 e 9.261/2011TCU/Plenário. 27396 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 184/2011-AIN/ANEEL.986/2000.2. Recomendar à Aneel que estruturem políticas voltadas à ampla divulgação de suas ações.5 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 163/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.227 .3. 9. nos termos do art. 27394. disciplinem em seus regulamentos a forma de substituição dos conselheiros e dos diretores em seus impedimentos ou afastamentos regulamentares ou ainda no período de vacância que anteceder à nomeação de novo conselheiro ou diretor. 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 012. Código SIORG 27302. 9. encaminhando a este Tribunal de Contas. o modelo proposto. Recomendar à Aneel que vinculem hierarquicamente suas unidades de auditoria interna aos respectivos órgãos colegiados. de 23/12/2011. em até 120 (cento e vinte) dias.1. que apresenta as informações referentes às determinações/recomendações feitas a esta Agência. Pág.693/2009-9 Acórdão 2. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SGE. Recomendar à Aneel que estabeleçam em norma prazos razoáveis para disponibilização dos relatórios de análise das contribuições recebidas em audiências/consultas públicas.2.2. mormente aquelas de maior apelo e impacto social. SMA.261/2011-Plenário Item 9. constantes nos itens 9.5. com foco e linguagem adequados. SPG e SRI.5 do Acórdão 2. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

277 e 287 do Regimento Interno/TCU. à ANP.2. sem prejuízo do encaminhamento de cópia desta deliberação. 1º. da Lei 8. à Associação Nacional dos Especialistas em Regulação (ANER) e à Associação dos Servidores da Agência Nacional do Petróleo.636/2007-9 Acórdão 2.745/2008-4 e o TC-026.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 017. inciso I. 1º. 9. que passa a ter a seguinte redação: “Os Ministros do Tribunal de Contas da União ACORDAM. alínea "p". 237. 9. à ANA. à ANTT. 31. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Até o presente momento não cabe manifestação/esclarecimentos da ANEEL. com o cancelamento da chancela de sigiloso que recai sobre os autos.305/2009-TCU/Plenário. parágrafo único e 250.1. à ANCINE. 5. à ANTAQ. inciso III. no mérito.443. 6. Alterar o teor do Acórdão nº 2. fazendo as determinações propostas. 234. todos do Regimento Interno. 1.937-TCU/Sefip Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.636/2007-9. à ANEEL. visto que ainda se encontra em análise no TCU os Pedidos de Reexame de mérito do Acórdão nº 2. Gás Natural e Biocombustíveis (ASANP)”. com fundamento nos arts.2 e 9. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH Código SIORG 27397 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 305/2011-AIN/ANEEL. e 43. por unanimidade.) 9. 332/339-vol. à ANAC.º 8. para. para sorteio de relator dos pedidos de reexame acostados aos Anexos 4. para.636/2007-9. Pág. acolhê-los com efeitos infringentes. ajustada pela instrução de fls. inciso XXIV. considerá-las parcialmente procedentes. inciso II. em conhecer da presente denúncia e das representações a que se referem o TC-004. de acordo com a instrução da Unidade Técnica de fls. § 2º. com fundamento nos arts. inciso II.305/2009 – TCU – Plenário. 32 e 34 da Lei n. acompanhada das referidas instruções. 15. e encaminhado para a Superintendência de Recursos Humanos para conhecimento. de 16 de julho de 1992.805/2007-2.4 Tipo Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Controle nº 39. à ANATEL. no mérito. (.4.228 . 7 e 8.1.510/2011-Plenário Item 9. Encaminhar os autos à Secretaria das Sessões. no âmbito do TC 017. 38/42-Anexo 2. de 25/10/2011.. à ANVISA. c/c os arts..443/1992. Conhecer dos presentes embargos. inciso I. à entidade denunciante do TC-017. c/c os arts. à ANS. 143.

Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. referente ao Acórdão supracitado.215/2011-0 Acórdão Itens 9.707/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.3.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 005. visto que o prazo (inicial) para resposta se dará em 22/02/2012 (120 dias a contar da ciência). Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL protocolou Pedido de Reexame no TCU. a conveniência e a viabilidade de se descontar da previsão de montantes a arrecadar para o fundo de descomissionamento constante da Portaria 320/2004 o valor das quotas que porventura tenham sido arrecadadas pela Eletronuclear até dezembro de 2004 e incluídas na composição do saldo da conta de passivo para descomissionamento. conclusiva e fundamentadamente.3. de 26/10/2011. sobre a obrigatoriedade. Pág. solicitando alteração do prazo para 180 dias. contábeis e financeiros sobre sua evolução. a oportunidade. manifestem-se.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 478/2011TCU/SECEX-9 Código SIORG 21089 2. solicitando o posicionamento da Superintendência de Regulação Econômica – SRE a respeito da recomendação do item 9. no prazo de 120 dias. Determinar ao Ministério de Minas e Energia (MME) e Aneel que. nas tarifas de energia anteriores à Portaria MME 320/2004. de previsão de parcela de custo específica referente à composição do fundo de descomissionamento das usinas nucleares e. A Unidade Técnica responsável pelas providências ainda não se manifestou. em 09/11/2011. com base em estudos técnicos. promovam levantamento destinado a verificar a existência. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 307/2011-AIN/ANEEL.229 .

Plenário Itens 9. fixar prazo de sessenta dias para que a Aneel elabore plano de ação que contenha datas. de 20/01/2012. atribuições e responsáveis para a avaliação dos ativos das concessões cujos contratos vencem a partir de 2015. metodologias.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 028.862/2010-4 Acórdão 3.012/2011 . sob responsabilidade do Poder Concedente (União/MME). Pág.2. banco de dados validados e ações de fiscalização previstas.230 . entre outros. bem como.2 do Acórdão nº 3012/2011 – TCU/Plenário. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL somente poderá elaborar o Plano de Ação requerido após as definições sobre a política de reversão das concessões. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SFF Código SIORG 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 3/2012-DR/ANEEL. com posicionamento da ANEEL sobre a determinação 9.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 280/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.

Pág. a serem publicadas no Diário Oficial da União. juntamente com a Secretaria da Receita Federal do Brasil. os critérios de análise e aprovação dos projetos pleiteantes. de modo a intensificar a percepção de risco.10 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 439/2011TCU/SEMAG Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. de maneira clara e precisa. 27391. no prazo de 90 (noventa) dias. Determinar à Aneel que. SFE e SFF Código SIORG 27385. visto que o prazo para resposta se dará em 12/03/2012 (90 dias a contar da ciência). definindo.3. de modo a garantir amplo acesso aos interessados e isonomia no tratamento dos pleitos.231 . O assunto encontra-se em fase de análise.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 030. Recomendar à Aneel que estabeleça rotina de fiscalização concomitante e subsequente dos empreendimentos beneficiados pelo Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). 9. ficou acertado que uma reunião a ser realizada com a Receitea Federal do Brasil é fator decisivo para definição das ações a serem empreendidas pela Agência. 9. Recomendar à Aneel que institua. SCT. 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Após reunião realizada com as Unidades Técnicas da ANEEL responsáveis para o atendimento das Determinações / Recomendações exaradas no Acórdão 3. no intuito de verificar a efetiva imobilização dos bens e serviços adquiridos em decorrência do referido regime. SRD. 27386. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCG.3. normas regulamentares específicas sobre o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).10. definam sistemática de compatibilização das informações relativas aos bens. maximizando o alcance da política de incentivo. com o intuito de subsidiar a RFB na efetiva fiscalização dos valores renunciados e imprimir maior celeridade ao exame dos pleitos.137/2011 – TCU/Plenário. 27388.137/2011 – Plenário Item 9.8 e 9. materiais ou serviços que devem ser imobilizados junto aos projetos aprovados para o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). 27392. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.315/2010-7 Acórdão Acórdão 3. SRT. 9.8. no âmbito de suas respectivas competências.

803/2011-3 005.063/2011 2.003779/2010-91 48500.150/2011-6 Processo AIN nº 48500.679/2011-3 006.091/2010-0 028.001929/2010-21 48500.232 .007044/2009-01 48500.094/2009-4 029.742/2011 3.004068/2011-14 48500.023/2011 1.005705/2010-99 48500.142/2011 2.289/2011 2.418/2011 2.164/2011-8 026.005/2011 Colegiado Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário TC nº 028. Acórdão nº 31/2011 43/2011 49/2011 50/2011 188/2011 373/2011 964/2011 1.368/2010-0 021.075/2010-9 019.001724/2011-27 48500.007933/2008-89 48500.731/2007-4 019.075/2010-9 017.328/2010-1 021.752/2011 2.416/2005-0 009.062/2011 2.000956/2010-87 48500.007515/2009-72 48500.005214/2011-29 Pág.698/2011 2.006052/2010-65 48500.004491/2010-33 48500.421/2009-7 015.913/2009-5 006.003779/2010-91 48500.368/2010-0 015.Acórdãos que não contém determinação e/ou recomendação para ANEEL A tabela abaixo contempla os Acórdãos do TCU que não contém determinação e ou recomendação para a ANEEL.007044/2009-01 48500.517/2010-9 004.007934/2008-23 48500.005107/2007-14 48500.006052/2010-65 48500.275/2011-0 003.

15.3

Recomendações da CGU atendidas no exercício

O Quadro A.15.3 abaixo contém as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às recomendações expedidas pelo OCI que a fiscaliza – a CGU –, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares, quais sejam: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Providências Adotadas, que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento à recomendação.
QUADRO A.15.3 - RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 190.255 Item do RA 5.2.3.1 e 5.2.3.2. Comunicação Expedida Ofício nº 8.163/2007/DIENE/DI/SFC/CGU-PR Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Que a ANEEL adote as seguintes providências:
       Efetuar os cálculos dos valores recebidos indevidamente a título de Auxílio-Transporte durante os exercícios de 2002, 2003 e 2004, a fim de promover o devido recolhimento. Proceder, em folha de pagamento, ao recolhimento dos valores recebidos indevidamente por seus servidores, em consonância com o art. 46, § 1º da Lei nº 8.112/90. Tentar localizar os ex-servidores que receberam o Auxílio- Transporte indevidamente, verificando, inclusive, se continuam exercendo cargos ou funções na Administração Pública, a fim de que os mesmos efetuem o recolhimento devido. Envide esforços junto ao Ministério do Planejamento a fim de promover, urgentemente, a correção da rotina de pagamento de Auxílio- Transporte, fazendo incluir para a base de cálculo da participação dos servidores as rubricas 82070, 82071, 82072, 82073, 82074. Considerando que o pagamento a maior de Auxílio-Transporte, quando do usufruto de férias, ocorreu no mês de Jul/2006, recomendamos à Entidade verificar a ocorrência de pagamentos semelhantes nos demais meses do exercício, procedendo, se for o caso, ao recolhimento devido. Estabelecer rotina na Superintendência de Recursos Humanos, de forma a verificar, mensalmente, se o pagamento do Auxílio-Transporte está sendo efetivado de forma proporcional aos dias trabalhados. Proceda à atualização cadastral no Siape quando da apresentação de documentos que comprovem a mudança de endereço de seus servidores. Providências Adotadas Código SIORG 27397 SRH

Setor responsável pela implementação:

Síntese da providência adotada: Em recente pesquisa ao sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal, verificou-se que permanece como único beneficiário localizado o ex-servidor FERNANDO BIZZOTO, ocupante de cargo efetivo no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Contudo, fato recente, congênere a esse item do Relatório nº 190.255, reanimou a discussão sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34, o que afastaria a necessidade de devolução de valores. Para pacificar na Agência essa discussão, foi Pág.233

solicitado um Parecer a PGE/ANEEL (Memorando nº 1494/2010-SRH; SIC 48546.005018/2010-00). Em 01/03/2011 a SRH recebeu o Parecer 119/2011-PGE/ANEEL, que trata de consulta sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34 a um caso análogo ao constatado no Relatório de Auditoria nº 190.255. O Pareceu concluiu que o mero erro operacional não dispensa a necessidade de restituição dos valores recebidos indevidamente. De acordo com o documento, a Súmula AGU deveria ser aplicada quando cumulados os seguintes requisitos: (a) efetiva prestação de serviço, (b) boa-fé no recebimento da vantagem ou vencimento e (c) a errônea interpretação da lei e a mudança de orientação jurídica, a teor do disposto no Parecer GQ 161/1998. Em 03/05/2011 foram enviados Ofícios ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, solicitando providências para a reposição ao erário por parte do ex-servidor da Agência, FERNANDO BIZZOTO, único beneficiário localizado na consulta promovida pelo sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal. Na mesma data também foi enviado Ofício aos demais ex-servidores, nos endereços disponíveis nos assentamentos funcionais da época, no sentido de tentar localiza-los para efetuar recolhimento devido. Obs.: A comprovação das providências adotadas pode ser verificada no processo administrativo nº 48500.002852/2008-92. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Os posicionamentos da Unidade Técnica guardam consistência com as providências cabíveis para o assunto em questão.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011 Item do RA 2.2.1, 5.2.2, 5.2.4, 5.2.6, 5.2.7 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: 2.2.1. Que os trabalhos realizados pelas comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas sejam submetidos, antes de seu julgamento, à apreciação e parecer jurídico da Procuradoria Geral da Autarquia, visando, com esse procedimento, conceder à autoridade competente maior segurança jurídica na análise do Relatório Final produzido pelas comissões. 5.2.2. Que seja orientado as comissões disciplinares no sentido de evitar a prática de atos processuais fora da vigência de portaria instauradora, visando evitar a ocorrência de nulidade processual, nos termos do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.4. Que se evite a indicação expressa, no texto da portaria de instauração, dos fatos que serão objeto de apuração, devendo a indicação do objeto do apuratório se restringir ao número do processo e demais fatos e atos conexos, conforme orientação constante do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.6. Que se indique, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão, visando a melhor organização processual. 5.2.7. Que todos os acusados no âmbito de processo disciplinar devem ser notificados, formalmente, sobre a prática de atos de instrução por parte da comissão por meio de documento específico e com antecedência mínima de 3 dias úteis, em observância ao § 2°, art. 26 da Lei n° 9.784, de 29 de janeiro de 1994. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089

Síntese da providência adotada: Em atendimento à recomendação 2.2.1, a Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos - CPPA informou que passou a adotar o procedimento recomendado em todas as comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas. Quanto ao item 5.2.2, a CPPA orientou as Comissões conforme recomendado. Sobre o item 5.2.4, a CPPA passou a adotar o procedimento recomendado. Em atendimento ao item 5.2.6, a CPPA passou a indicar, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão. Finalmente, quanto ao item 5.2.7, a CPPA acatou a recomendação e orientou as comissões, no sentido de adotar o procedimento recomendado. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria 201108783 3.2 do Parecer Código SIORG 21089

Ordem 3

Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/C GU-PR. Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Atualizar e aprimorar as metodologias referente a base da remuneração apresentada pelas concessionárias para o cálculo da revisão tarifária.
Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Síntese da providência adotada: O processo de aprimoramento, com diversas contribuições, foi tratado no âmbito da Audiência Pública 040/2011. Em novembro de 2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 457/2011 que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária PRORET, definindo a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica - 3CRTP. O Submodulo 2.3 deste documento estabelece a metodologia a ser utilizada para definição da Base de Remuneração regulatória no 3CRTP, tendo recebido diversas contribuições dos agentes através das Audiências Públicas e das Unidades Técnicas da ANEEL envolvidas no processo de definição da Base de Remuneração. Foram assim, aperfeiçoadas as Resoluções anteriores, a saber: a RN nº 234 de 31.10.2006, RN nº 338 de 25.11.2008 e RN nº 294 de 11.12.2007. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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15.4

Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício

O Quadro A.15.4 abaixo demonstra a situação das recomendações expedidas pelo OCI (CGU) que permanecem pendentes de atendimento, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento, que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da recomendação no exercício.
QUADRO A.15.4 - SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 227.344 ANEEL Item do RA 3.1.1.1 Comunicação Expedida Ofício nº 8.326/2009/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação

Descrição da Recomendação: Cumprir o § 2º do artigo 7º da Resolução ANEEL 146/2005 e realizar auditoria confrontando o orçamento apresentado com o realizado para os empreendimentos que entraram em operação e se sub-rogaram aos benefícios do rateio da Conta de CCC. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O Relatório da Fiscalização-Piloto da PCH Faxinal II foi concluído e o agente notificado em 22/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 142/2011-SFF/ANEEL. Quanto às demais fiscalizações mencionadas no item “1.1.d”, o Relatório de Fiscalização da PCH Saldanha também foi concluído e o agente notificado, em 24/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 143/2011SFF/ANEEL. Por fim, os trabalhos de campo na PCH Rio Branco já foram finalizados. Tal fiscalização encontra-se em fase de conclusão. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências adotadas pela Unidade Técnica vão ao encontro da recomendação proferida pela SFC/CGU. Após a conclusão do Relatório da CGU foram identificados outros empreendimentos que receberam sub-rogação, cujo trabalho de confrontação dos valores orçados com os efetivamente realizados estão sendo acompanhados pela Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.1 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL aprimore as normas relacionadas às atividades de análise para aprovação e prestação de contas dos recursos repassados para o ONS. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O processo de aprimoramento está em curso. Por determinação da Diretoria Colegiada, foi montado um grupo de trabalho, liderado pela Superintendência de Regulação da Geração – SRG, com o objetivo de alterar a Resolução n° 373/1999, visando, entre outros pontos, adotar melhores práticas de gestão, bem como estabelecer regras à análise orçamentária do ONS. Nessa direção, já para o ciclo 2011/2012, a Diretoria Colegiada decidiu, por unanimidade, instaurar Audiência Pública, na modalidade de intercâmbio documental, no período de 11 a 20 de maio de 2011, com o objetivo de colher contribuições da sociedade, visando o aperfeiçoamento do processo de aprovação do orçamento do Operador. Tais contribuições, bem como a Resolução Autorizativa nº 3.033, de 16/08/2011, que altera a Resolução Autorizativa nº 2.984, de 28/06/2011, que aprova o orçamento econômico do ONS, para o ciclo de julho de 2011 a junho de 2012, estão disponíveis no sítio da ANEEL na Internet, no link “Audiência 027/2011”
HTTP://WWW.ANEEL.GOV.BR/APLICACOES/AUDIENCIA/DSPLISTAAUDIENCIA.CFM?ATTANOAUD=2011&ATTANOFASAUD=2011&ID_AREA=13

No período entre 31/10/2011 e 31/12/2011, o Grupo de Trabalho finalizou uma primeira proposta que foi apresentada ao Diretor Relator do processo. Por orientação do Diretor, foram implementadas algumas alterações na proposta formulada as quais serão apresentadas ao longo do primeiro trimestre de 2012. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima com o acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 3 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.3 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Providenciar a alteração no Regimento Interno, vinculando a Auditoria Interna à Diretoria Colegiada Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.3 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange a vinculação da Auditoria Interna à Diretoria Colegiada. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 4 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.4 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL revise seu Regimento Interno para adequar as disposições sobre as atribuições das superintendências, que no texto atual estão descritas de maneira genérica. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.4 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange as alterações das competências específicas das unidades organizacionais, de forma a especificar as atribuições das mesmas em conformidade com o mapeamento dos processos organizacionais. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

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os membros da futura comissão disciplinar deveriam ser.1 estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima. em seguida. para análise. Pág. o juízo de admissibilidade das irregularidades será feita de forma alternada pelas câmaras.1. os servidores que compõe a outra câmara. sempre que os integrantes de uma das câmaras entendessem pela deflagração de apuratório. Dessa maneira.1. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação 2. Nesses moldes. Tal proposta está sendo encaminhada ao Núcleo de Qualidade e Revisão de Atos – NQR. será submetida à deliberação da Diretoria. Esse tipo de procedimento evitaria futuras alegações de nulidade processual.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME 5 Nº 01/2011 Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Ordem Item do RA 2.241 .CPPA elaborou proposta de alteração do seu Regimento Interno que cria Câmaras de Juízo de Admissibilidade – CJAs.1 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. no âmbito da CPPA. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089 Justificativa para o seu não cumprimento: A Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos . necessariamente. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089 Descrição da Recomendação: Que seja criado duas câmaras de deliberação.540 (Regimento Interno da CPPA). Após essa análise. de acordo com critérios estabelecidos na própria Portaria 1. a minuta será encaminhada à Procuradoria da Geral/ANEEL para apreciação dos aspectos legais e. no sentido de atender às recomendações do Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011. composta de 4 membros cada uma.

evitando assim qualquer prejuízo à Administração Pública. Pág. QUADRO A.1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício O Quadro A. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando n°. Relatório de Auditoria . a segunda contém as informações sobre o cumprimento da recomendação.PP 001/2007 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 10/9/07 Memorando Circular nº 9/2007-AIN/ANEEL. interagindo com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF para a recuperação dos valores pagos indevidamente ao prestador de serviços.00 (duzentos e dezessete reais) será devolvida pela credenciada SESEN com o valor atualizado de R$ 286.PARTE A. Síntese dos resultados obtidos Por meio da Nota Técnica nº 044/2011-AIN/ANEEL esta AIN confirmou o recebimento do valor R$ 286.07 (duzentos e oitenta e seis reais e sete centavos).1 a seguir apresenta informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que tenham sido atendidas no exercício.16. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 16.16. Que a SFE verifique a razão da divergência apurada conforme comentado no referido ponto de auditoria. de 20/9/2007. a área informou que a diferença paga a maior no valor de R$ 217. ITEM 16. independentemente da data de origem de tais recomendações.16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ . 1466/2010-SFE/ANEEL. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação.07 e considerou a recomendação atendida.242 .1 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento da recomendação deveu-se à necessidade de levantamentos e negociações com o respectivo credenciado.

tendo em vista a recomendação ser objeto de análise do Processo referente ao PP 11/2011. 52 (SICNet n°.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II.1. 48500.000022/2011-26). Pág. Relatório de Auditoria . de 20/5/2008.PP 007/2007 2 Procuradoria-Geral (PGE) Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Despacho n°. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 19/5/08 Memorando Circular nº 5/2008-AIN/ANEEL. item 11.1. o ponto de auditoria foi transferido para o Relatório PP011/2011. pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido e da necessidade de análise complementar sobre a efetividade da manutenção da recomendação.000023/2012-00: Ponto baixado. SICNet 48521.243 .b) Que a PGE apresente as justificativas para a citada extrapolação de prazo. Síntese dos resultados obtidos Recomendação atendida após verificação pelos auditores da AIN.

Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas A área responsável apresentou à Auditoria a documentação comprobatória que reflete a aplicação dos descontos nas aquisições de passagens aéreas e o detalhamento nas notas fiscais. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento deveu-se a dificuldades encontradas na relação entre a Agência Conveniada e sua contratada. de 16/10/2007. conforme definido no procedimento licitatório. ser devolvido à conta-corrente do Convênio o valor correspondente ao percentual pactuado.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . visto que os levantamentos necessários foram posteriores ao encerramento do contrato. de 21/03/2011.1. faturados e liquidados com recursos repassados pela ANEEL. A análise dos resultados obtidos encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº 10/2011-AIN/ANEEL.244 .b. sobre todos os bilhetes emitidos.PP 015/2007 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/10/2007 Memorando Circular nº 14/2007-AIN/ANEEL. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. devendo. visto que as providências adotadas pela agência foram suficientes para elidir a não conformidade verificada. Que a SLC requeira da AGEPAN a formalização junto ao órgão estadual competente e à Agência de Viagens Contratada da necessidade de comprovação da aplicação dos descontos nas aquisições de passagens realizadas na vigência do contrato. A recomendação descrita foi considerada atendida. caso não comprovada a concessão do desconto ofertado. Pág. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna.

de 27/12/2007 e da Instrução Normativa SRH/MP nº. VII. saúde ocupacional. realização de exames periódicos. 206-A da Lei no 8.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . de 17/04/2009. de 03/07/2008. de 11 de dezembro de 1990 . que regulamentou o art. 1. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. Recomendação Atendida: Vide comentários registrado no item anterior.b. conforme acima relatado. Objeto: Instalação e gestão de ambulatórios para a prestação de serviços de assistência médica ambulatorial de emergência/urgência em saúde. VII. INs SLTI/MPOG n. Pág. de 25/05/2009.a. Contratado: BRASILMED AUDITORIA MÉDICA E SERVIÇOS S/S LTDA.ANEEL.856. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As providências foram encaminhadas após a publicação do Decreto nº 6. dispondo sobre os exames médicos periódicos de servidores. 02/08 e 03/09. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.Processo: 48500. LC 123/06. medicina do trabalho. avaliação ergonômica do ambiente de trabalho e programas complementares e de qualidade de vida no trabalho. Que a SRH apresente as justificativas pelo não atendimento às disposições da Portaria Normativa SRH/MP nº. 1/2008. Vigência: 01/07/2011 a 30/06/2012. Fundamento Legal: Leis 8666/93 e 10520/02.Regime Jurídico Único. Decretos 5450/05 e 6204/07.006346/2010-97. Que a SRH promova urgentemente ações visando a que os exames retro mencionados sejam efetuados pelos servidores de acordo com a periodicidade determinada na mencionada Instrução Normativa. Data de Assinatura: 30/06/2011.SRH Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Recomendação Atendida: vide Extrato de Contrato nº 237/2011 .245 . Síntese dos resultados obtidos As recomendações descritas foram consideradas atendidas. Contratante: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA .PP 003/2008 7 Superintendência de Recursos Humanos . sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna.112.

à devolução do valor.PP 013/2008 2. de 18/03/2011. solicitando providências necessária no item 3. recomendou a realização de pesquisa em contratos semelhantes no Estado de AGR quanto às providências a serem adotadas no sentido de excluir da prestação de contas Goiás. 213/2009-SLC/ANEEL. além do valor de R$ 222. energia elétrica e telecomunicações. 055/2011-AIN/ANEEL. ANEEL. se for o caso. Depois de inúmeras tratativas com vistas ao equacionamento da pendência. solicitando o levantamento de todos os valores pagos a esse título para confirmação do montante apurado durante os trabalhos de auditoria. prazo limite para aceitação dessas despesas. IV. O resultado da aplicação dessa metodologia está exposto na Nota Técnica nº até 31/12/2007. apurou-se que houve pagamento indevido de R$ 100. oriente a de 24/03/2010. de 31/05/2010.a) oriente à AGR sobre a inadequação da inclusão de despesas com encargos financeiros e multas na prestação de contas do Convênio. relativa ao exercício de 2008. bem como efetue o ajuste (exclusão) dos montantes lançados como contrapartida. Esta recomendação foi inicialmente direcionada à SLC. os esclarecimentos pertinentes III.6) o reembolso à AGR no valor de R$ 2. tendo em vistas que os exames realizados não abrangeram a totalidade das operações realizadas no exercício de 2007. entendeu-se que o ponto deveria ser baixado. de 23/03/2009. que a SLC providenciasse junto à SFE (R$ 1. de 12/01/2010. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais .00. instruída no processo 48500. a SLC entendeu como razoável a aplicação. de 24/09/2009 (SICNet 4521. à exemplo do exposto recomendado à SRI que encaminhasse expediente à SLC.199.91) e SRI (R$ 789.b) solicite que a mencionada Agência restitua à conta do convênio os valores apurados. de 13/09/2011.02 (duzentos e vinte dois reais e dois centavos). A providência foi adotada pela área por intermédio do Memorando Circular nº 2/2010-SLC/ANEEL. requerendo.b.1. tendo em vista a inclusão indevida nas prestações de contas. para a mesma esgoto.2.60). As ações decorrentes do entendimento firmado foram submetidas à Diretoria Colegiada da ANEEL para deliberação.002527/2009-00).11. servidores não relacionados como vinculados ao Convênio. aliado aos custos de manutenção do controle. Pág. Nos comentários realizados na Nota Técnica nº. em eventos realizados pela 44/2010-AIN/ANEEL. Que a SLC solicite à AGR que apresente justificativas quanto à participação de passaram a ser providenciados pela SRI. SMA (R$ 113. caso haja essa ocorrência.000277/2009-74. da metodologia usada nos contratos celebrados pela ANEEL. II. bem como obtenha da(s) respectiva(s) unidade(s) organizacional(is) responsável(is) correspondente a glosa de diária de um servidor da AGR/GO. pela a imaterialidade do valor envolvido e os ajustes financeiros já realizados em exercícios seguintes. tendo em vista a não formalização dos contratos finalidade. Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. que no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL.103. a devolução dos respectivos valores. Síntese das providências adotadas Requereu-se na Nota Técnica nº 66/2009 – AIN/ANEEL. Não obstante tenha-se pela aprovação dos gastos a confirmação da pertinência dos mesmos.1. e aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária.3 do Relatório. mas em atenção ao exposto no Memorando nº. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/03/2009 Memorando Circular nº 004/2008-AIN/ANEEL. de 24/01/2012. as despesas referentes ao fornecimento dos serviços de água e por analogia.SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . entendemos que.246 . conforme item 2. Por mostrar-se inviável este procedimento. a SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria-Geral da ANEEL.

Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre as Unidades Técnicas.Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e SRI estão consubstanciadas nos documentos acima informados. conforme despacho instruído à página 382 do processo 48500. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL. Pág.247 . sendo as recomendações consideradas atendidas.007040/2008-33.

bem como submeta os fatos apontados e o resultado das ações adotadas à Diretoria da ANEEL. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. 276/2007 promova interação com a ARSEP para que a mesma interceda junto à Governadora do Estado do Rio Grande do Norte . decisória e patrimonial).RN. 16. no sentido de restabelecer a devida autonomia administrativa e financeira da Agência. em desconformidade com a legislação estadual. Relatório de Auditoria . O Colegiado decidiu que o novo Convênio deve explicitar como obrigação da Agência Estadual. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. de 8/12/2011. de 19/11/2009. com objetivo de subsidiar a decisão do Colegiado acerca da celebração de Convênio de Cooperação com a ARSEP. de 20/01/2012. informa que levou a questão sobre o risco à autonomia administrativa e financeira da ARSEP ao conhecimento da Diretoria da ANEEL por meio da Nota Técnica nº 94/2011. A SRI. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI.248 . informou que a servidora da ARSEP. 39 da Resolução Normativa nº 417/2010 (autonomia administrativa. a garantia de manutenção dos requisitos estabelecidos na alínea “b” do inciso I do art. nem o corpo técnico-administrativo relativo aos Contratos de Metas do exercício de 2012. vis-à-vis o não atendimento dos requisitos mínimos para a descentralização de atividades complementares da ANEEL.2 do Relatório de Auditoria. estabelecidos no inciso III. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. da Resolução 296/1998. para que a mesma se manifeste sobre a regularidade da manutenção do Convênio com a ARSEP. de 25/01/2012. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. deixou de compor o referido instrumento a partir da primeira revisão. o encaminhamento de informações sobre a solução encontrada no que se refere ao equacionamento do apontamento constante do item 4. art. ocorrida em 28/07/2010. de 20/01/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre a Unidade Técnica e a Diretoria da ANEEL. no Memorando nº. entre outras. solicite. embora constasse da proposta inicial do TAD/2010 da SRI/Coordenação.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II. nos termos da Resolução nº. no Memorando nº. nos termos da Resolução nº 276/2007.PP 010/2009 2e4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 03/11/2009 Memorando Circular nº 29/2009-AIN/ANEEL. IV. igualmente.a. 26/2012.2. a respeito da alocação no TAD de servidor requisitado. § 3º. financeira. bem como não integrou o TAD/2011. 26/2012. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRI. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SRI estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 013/2012 – AIN/ANEEL. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. Superintendência de Relações Institucionais . Pág.SRI.

00 (duzentos e cinquenta reais) correspondentes às diárias pagas indevidamente aos servidores alocados no TAD da SFG. 2.90 – R$ 250. caso pertinente.a) Que a SLC oriente à AGR a restituir à conta do Convênio o valor líquido de R$ 250. da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.SLC.90 (Setecentos e oitenta e sete reais e noventa centavos). encaminhou as providências necessárias para o reembolso à AGR no valor de R$ 537. bem como realizar os respectivos ajustes com os servidores envolvidos.249 . II. de responsabilidade da SFG e R$ 83.87.2 do Relatório. 31.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .000277/2009-74. resultante da diferença entre os valores apontados nas recomendações I e II-a (R$ 787. 3. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto envolvido.c) Que a SLC oriente à AGR para instruir os processos referentes ao fornecimento de passagens aéreas com as cotações realizadas junto às companhias aéreas. de 20/05/2011 e 0942/2011.PGE. informou que as passagens aéreas que vierem a ser adquiridas visando atender a interesses do Convênio terão cópias juntadas nos processos que derem origem as tais despesas. b) após a manifestação da PGE. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 11/02/2010 Memorando Circular nº 4/2010-AIN/ANEEL. de 11/02/2011. Não obstante as providências adotadas pela SLC por meio dos Memorandos nºs 0563/2011. o acompanhamento da recomendação foi transferido para o Projeto Programado 007/2011-Gestão de Convênios AGR/GO (processo ANEEL 48500. 11 e 15. de forma a evidenciar que o bilhete emitido corresponda ao menor valor cotado. juntamente com as respectivas cotações de preço e o expediente de autorização para emissão da passagem. por meio do Memorando nº 0926/2010-SLC/ANEEL. conforme apontamentos dos itens 2. a devolução à conta do Convênio dos valores inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas. correspondente às diferenças de R$ 704.00).PP 013/2009. conforme determina a Norma Organizacional ANEEL nº. II. no Ofício nº 1870/2010-GAB. sendo abordado no item 4 do respectivo relatório de auditoria. Pág.90. conforme constatação objeto do item 1. em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria .1 e 2. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . de responsabilidade da SRI. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos contratos envolvidos e.03. de 11/08/2011. A AGR. devendo tais valores serem apropriados ao orçamento de 2010 das respectivas unidades responsáveis. III .2.000018/2011-68). tendo em vista o posicionamento do TCU sobre o assunto. Síntese das providências adotadas A SLC. Que a SLC oriente à AGR para que solicite o reembolso do montante de R$ 787.Que a SLC adote as seguintes providências: a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL . solicitando manifestação sobre a elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram assinados após o termino das respectivas vigências. apropriados a menor nas prestações de contas.PP 013/2009 1. conforme despacho instruído à folha 86 do processo ANEEL 48500.

que. a necessidade de agilização do pronunciamento sobre a consulta formulada no Memorando nº 1. não cabendo restituição. por considerar que os serviços prestados ficaram abaixo da estimativa de custos feita pela AGR e aprovada pela ANEEL (conforme parágrafo 2º do Ofício nº 2030/2010-GAB). a AGR respondeu que as despesas com evento. Por fim. Pág. serão efetivadas por meio de processos licitatórios realizados na modalidade que dispõe na Lei nº 8.XI.243. objeto do questionamento. autuado com a finalidade de tratar da possível devolução do valor de R$ 23. recomendou a realização de pesquisa em contratos XI. no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL. a Agência ressaltou que a Comissão Especial de Sindicância constatou e a Diretoria Executiva da AGR decidiu que os serviços contratados com a empresa HOMEM DE MELO PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS LTDA. No Ofício nº 1870/2010-GAB. A SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria Geral da ANEEL. de 24/03/2010. a Agência Estadual ressaltou que a Diretoria Executiva. não tendo encontrado elementos para indicar os possíveis responsáveis pela elaboração das propostas apresentadas à AGR. foi encaminhado pela Presidência da Agência à Diretoria Executiva com o intuito de dar conhecimento.243. Informou ainda que a Comissão confirmou a inexistência de prejuízos financeiros para a ANEEL e para a AGR. foram efetivamente prestados e recebidos pela AGR. Que a SLC solicite à AGR que sejam restituídos à conta do convênio os valores pagos à empresa Homem de Melo. razão porque tais despesas seriam elegíveis ao Convênio. no valor de R$ 23. 8. Que a SLC reitere à PGE. tomando por base as demais impropriedades. Caso confirme a participação de terceiros envolvidos na elaboração das propostas. XV. 200800029007891 e 200800029009860. No Ofício nº 1999/2010-GAB. ao analisar o Processo 201000029001343.a. o assunto será encaminhado ao órgão competente para instauração de inquérito policial.00 (vinte e três mil.666/93.1. informou à AGR/GO sobre a prorrogação do prazo necessário para a conclusão do Processo 201000029001343. A SLC.4 do Relatório. eliminando as inconformidades relacionadas ao caso abordado. Outrossim. para determinado período. visando apurar eventuais responsabilidades dos servidores envolvidos. Neste documento. informou que a Comissão de Sindicância apenas constatou a inobservância de procedimentos regulares na formalização dos processos questionados pela ANEEL. para objeto semelhante em períodos próximos de realização dos trabalhos sem justificativas que fundamentem eventuais alterações de preços no mercado (ex. e da impossibilidade de validação dos valores elegíveis ao convênio. mobiliário e coffee break). decidiu determinar a abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). 200800029003143.a. que cuida da sindicância.666/1993. e não mais por contratação direta.b. a AGR acrescentou que o Processo 201000029001343. referente à Sindicância instaurada pela Portaria nº 011/2010 para apurar irregularidades apontadas no Relatório de Auditoria PP 013/2009. Que a SLC emita orientação à AGR de maneira a propiciar melhorias dos procedimentos internos de gestão das contratações. por meio do Ofício nº 374/2010-SLC/ANEEL. como o fracionamento das despesas pela não observância nas contratações diretas dos limites das modalidades de licitações estabelecidos na Lei nº.182/SLC constante do item 15.. que vierem a ser objeto de realização. duzentos e quarenta e três reais) em decorrência dos vícios identificados nos processos licitatórios enumerados acima. analisar e deliberar sobre os fatos apurados. oscilação significativa de valores de itens iguais identificados nas propostas de preço. referentes aos processos 200800029001278.00 à conta do Convênio. sob o escopo de ensejar enriquecimento ilícito por parte da ANEEL.250 .

com vistas à avaliação da possibilidade de se excepcionar a aceitação dos gastos realizados no exercício de 2008 e 2009.a. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. sendo esta metodologia aplicada para o tratamento das despesas com água/esgoto. de 11/10/2010 (SICNet nº 48535.005832/2010-00). imediatamente após o pronunciamento da PGE. semelhantes no Estado de Goiás. o assunto à apreciação da Diretoria Colegiada da ANEEL. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. Que a SLC submeta.XV.2. para a mesma finalidade. conforme Ofício nº 0429/2010SLC/ANEEL. Por mostrar-se inviável este procedimento. sendo aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária.251 . de 24/01/2012. por analogia. As ações decorrentes deste entendimento foram submetidas para deliberação da Diretoria Colegiada da ANEEL. energia elétrica e telefonia dos exercícios de 2008 e 2009. entendeu-se como razoável a aplicação. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interações entre as Unidades Técnicas. dos contratos celebrados pela ANEEL. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SLC estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. Pág. de 13/09/2011.

Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre as impropriedades verificadas nos produtos pactuados no TAD firmado com a AGER/MT. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SFG e AGER/MT estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 061/2011 – AIN/ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . .Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . 358/2011-SFG/ANEEL. de 22/09/2011.CEMAT. Pág. de 18/03/2011. de propriedade da Centrais Elétricas Matogrossenses S.5 do Relatório.SFG.1 a 23. de 01/02/2010. de 09/05/2011. informou que a Agência Estadual realizou análises sobre os valores obtidos das medições nos tanques de armazenamento de combustíveis nas usinas termelétricas que foram desativadas no Estado do Mato Grosso.A. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessa recomendação deveu-se a necessidade de levantamentos adicionais por parte da SFG para o atendimento desta recomendação. estando consolidada na Nota Técnica nº 001/2011-CES/AGER. onde a recomendação acima descrita foi considerada atendida.PP 014/2009 23 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 01/02/2010 Memorando Circular nº 3/2010-AIN/ANEEL. XXIII. a unidade interna. onde estão detalhadas as diferenças verificadas e suas respectivas justificativas. pelo Memorando nº.252 . Que a SFG se manifeste sobre os apontamentos constantes dos itens 23.

III) Que a SLC adote providências para que as liberações de recursos financeiros às agências conveniadas sejam efetuadas até o décimo dia do mês em que se inicia o respectivo trimestre. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. de 06/05/2011. de 19/07/2011. condicionando estas à apresentação e aprovação da prestação de contas do trimestre anterior ao imediatamente encerrado. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Essa prática evita que ajustes aconteçam ao longo do ano distorcendo a remuneração do saldo financeiro do convênio. não atendendo ao disposto no § 2º do art. a SLC informou que adota procedimento que entende preservar a execução do convênio diante da incompatibilidade existente na Norma de Organização ANEEL nº 003.SAF e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade’ – SFE. visto que o assunto foi tratado no PP 005/2011 (item 4 do respectivo Relatório de Auditoria). em 13/05/2011. Adicionalmente. 2. Na Nota Técnica 39/2011-AIN/ANEEL. visto que a SLC enviou Ofício Circular nº 5/2011. dando conhecimento do assunto à Diretoria da ANEEL. 20 da Lei nº 9.b) Que a SMA avalie a continuidade da descentralização das atividades de ouvidoria para ARCE.253 . Relatório de Auditoria . 4. na medida em que o corpo de servidores da agência estadual é insuficiente para a execução das atividades delegadas. o ponto foi considerado atendido. necessariamente. devendo as mesmas serem executadas por servidores da Agência.427/1996. entende não ser necessária a adequação na Norma mencionada. para que se mantenham aderentes à legislação vigente. reduzindo o número de profissionais terceirizados e a utilização de contrato de apoio. ações que promovam a composição do quadro da agência estadual por servidores efetivos. conforme Despacho da AIN (SIC nº 48521. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. dentre as quais devem ser incluídas. por se caracterizar atividade típica de Estado. tendo em vista os trabalhos realizados na alteração das Resoluções vigentes. ou promova a adequação na Norma de Organização ANEEL nº 003 de forma a tornar o procedimento atualmente realizado aderente à regulamentação vigente. informou que. 5 e 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 05/05/2011 Memorando Circular nº 13/2011-AIN/ANEEL. Constatou-se que as versões finais dos pareceres assim como suas conclusões são feitas exclusivamente por servidores da ARCE. I. de 13/05/2011. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Esta recomendação foi atendida. orientando às agencias conveniadas sobre a prática recomendada. 3.a) Que a SMA informe a ARCE quanto a impossibilidade de terceirização da atividade de análise e solução das demandas de ouvidoria. O Ofício 297/2011-SMA/ANEEL indica que a manutenção da descentralização das atividades de ouvidoria no ano de 2012 depende da adoção de medidas que tornem o convênio firmado com a ARCE economicamente viável. Superintendência de Administração e Finanças .000053/2012-00). Pág.PE 001/2010 1.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. II) Que a SLC oriente as demais Agências Estaduais para que sejam apropriados nas prestações de contas os valores efetivamente incorridos nos meses do exercício.

foram integralmente devolvidos. de 22/06/2011. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARCE foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidentes sobre a folha de pagamento.IV. encerrado em 31/12/2010. de maneira satisfatória. Síntese dos resultados obtidos Por meio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010. com vistas a avaliar a possibilidade de efetuar o registro. indicada no subitem 13. de modo a mitigar as significativas discrepâncias apontadas nos subitens 6.3 da Macrofunção SIAFI 020307 – CONVÊNIOS. quantitativo este que coincide com o informado na Nota Técnica nº 90/2010-SRI-SPG. de 13/05/2011. apurados até 31/12/2010. Pág. a SLC informou que foi emitido o Ofício Circular nº 5/2011-SLC/ANEEL. de 13/05/2011. mediante a transação EXECCONV.254 . os quais foram apresentados pela SLC no Memorando nº 0528/2011SLC/ANEEL. bem como no Contrato de Metas. IV. de 21/12/2010. após a regular liquidação. VI. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010.b) Que a SAF solicite da SLC o montante dos rendimentos de aplicação financeira relativos aos convênios ainda vigentes em 2011.6.b) Que a SFE proceda a revisão da Portaria nº 1. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. possibilitou o atendimento. Por meio do Memorando nº 696/2011. Neste documento a Superintendência ressaltou que os rendimentos relativos ao convênio da ARCE. ficou acordado que o quantitativo para a atividade 07 seria de 440 H/h.a) Que a SLC oriente as Agências Estaduais conveniadas para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.675.2. orientando às Agências conveniadas de que deverão observar o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. após a regular liquidação. Por meio do Memorando nº 619/2011-SAF/ANEEL. a SFE informou que o quantitativo de H/h previsto no Termo de Referência foi estimado com base na experiência de fiscalizações semelhantes já realizadas pela ARCE.5. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidente sobre a folha de pagamento. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. a SLC informou que foi emitido o Ofício nº 197/2011-SLC/ANEEL. conforme subitem 6. dos valores de rendimento pertinentes a cada Agência Estadual. de modo a adequar o quantitativo de H/h da Atividade 07 com o do respectivo produto. assinado em 30/12/2010. relativos aos convênios ainda vigentes em 2011. em reunião realizada com a ARCE. de 13/05/2011. Por intermédio do Memorando nº 606/2011-SFE/ANEEL. Tal medida se faz necessária para que a execução financeira dos convênios esteja adequadamente evidenciada no sistema. de 12/05/2011. de 20/07/2011. no SIAFI.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas. a SFE informou que. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PE 001/2010. a SAF informou que efetuou o registro dos rendimentos de aplicação financeira. de 13/05/2011. V) Que a SLC oriente a ARCE para que observe as disposições da Lei nº 4. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. evitando futuras incorreções. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria. de 22/12/2010.3 a 6.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. orientando a ARCE a observar as disposições da Lei nº 4.a) Que a SFE avalie criteriosamente o quantitativo de H/h definido para as atividades descentralizadas. VI. especialmente quando da utilização desses recursos pelas Agências Conveniadas.

255 . Ponto baixado por despacho no correspondente processo.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I.SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Foi publicada a Portaria n° 1. previstas no art. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . em conformidade com o artigo 67 da Lei n°. Pág. Relatório de Auditoria .PP 002/2010 1 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/05/2010 Memorando Circular nº 21/2010-AIN/ANEEL. 8666/93. de 18/01/2011. Adicionalmente. visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Organizacional da ANEEL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. exarada no Relatório de Auditoria PP 002/2010. possibilitou o atendimento. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. em 28/01/2011. de maneira satisfatória. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. de 27/05/2010. da recomendação “I.a”.a) Que a SLC defina procedimento formal para a designação de fiscais de contratos. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. 2º do Regimento Interno da ANEEL. informando às Unidades Organizacionais da ANEEL sobre os procedimentos a serem adotados sobre o tema em questão. instruindo os atos praticados no respectivo processo de contratação e encaminhando a esta AIN informações sobre o procedimento definido e das orientações encaminhadas às unidades organizacionais da ANEEL.679. para nomear e exonerar os gestores dos contratos administrativos que atendam às necessidades de suas respectivas competências institucionais. que delega poderes aos titulares das Unidades Organizacionais. a SLC expediu o Memorando Circular nº 4/2011.

Ademais. providenciando. de 13/5/2011. como forma de aferir a coerência da metodologia utilizada pela Administração para definição do valor dos produtos.1 a 3. Por meio do Memorando nº 604/2011. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. mesmo nas contratações de serviço por meio de pagamento por produto. atente para a metodologia utilizada pela Administração na estimativa de tempo total de homem/hora assim como seu valor unitário. Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº 780/2011. de 07/06/2011. é recomendável requisitar o detalhamento da proposta apresentada. inclusive. a regularização da requisição de veículo previamente ao pagamento. de 25/05/2011. em processos licitatórios com apenas um interessado. de 07/06/2011.256 . Por meio do Memorando nº 780/2011.a) Que a SAF justifique o motivo da aceitação de requisições de veículos sem a devida aprovação do responsável das unidades organizacionais correspondentes. Esta medida visa melhorar a elaboração dos instrumentos contratuais vis à vis a execução dos mesmos. na qualidade de gestora do contrato nº 118/2009. I.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . a SAF informou que a maioria das requisições foi feita por servidores da própria SAF. até que seja eventualmente promovida a alteração contratual proposta. Que a SAF. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/5/11 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. evitando a necessidade de elaboração de termos aditivos ou descumprimentos contratuais por parte das empresas. (itens 3. motivo pelo qual continham apenas a assinatura no campo Responsável pelo Controle de Veículos. III.PP 003/2010 1.13).a) Que a SLC em futuros processos licitatórios para serviços de consultoria. quanto a exigência de uso regular dos uniformes pelas(os) colaboradoras(es) que prestam serviços à ANEEL.c) Que a SAF institua procedimentos de controle internos de forma a eliminar ocorrências similares. a área garantiu que foi realizado um levantamento nas requisições dos últimos meses para identificar situações semelhantes e corrigir eventuais equívocos.b) Que a SAF se abstenha de efetuar o pagamento da quilometragem que não esteja de acordo com os procedimentos pré-estabelecidos. I. Pág.1. a SAF informou que no próximo pagamento à respectiva empresa será procedida a glosa pela falta de fornecimento dos uniformes. Adicionalmente. possibilitando a construção de bases referenciais para futuros processos licitatórios similares.a. nesses casos. II. passe a exigir o seu cumprimento integral. a SLC mencionou que buscará incorporar a linha de raciocínio sugerida pela AIN nos casos semelhantes.

net e manutenção do software na ANEEL. prevista na legislação. no que tange aos aspectos do Duto. a relação entre o saldo residual a pagar e o produto objeto da contratação (Banco de Preços). onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. dentre outros. etc). requeira a manifestação formal da SGI. considere: i. contida no documento da empresa. na eventual elaboração de termo aditivo ao Contrato nº 008/2010. a impossibilidade de alteração de objeto. Lei 4. tendo em vista as disposições legais aplicáveis (Edital. ii. em função da proposta de agregação de outros serviços / produtos. possibilitou o atendimento. se limitou a solicitar a prorrogação do prazo de execução e alterar um prazo no cronograma de pagamento original. a própria área gestora julgou insubsistentes os pedidos feitos pela empresa contratada. os riscos inerentes à aceitação da proposta de divisão do Produto Final. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria.320. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 003/2010. de 17/06/2011. formulada pela Contratada. Síntese dos resultados obtidos A SLC informou que o gestor do contrato. de maneira satisfatória. Lei nº 8. sobre a aparente duplicidade de serviços já executados por empresa já contratada. iii. servidor da SRE. Pág.III. As providências adotadas estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 033/2011-AIN/ANEEL. Portanto. e os obstou.666.b) Que a SLC. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais responsáveis pelo tratamento das recomendações acima.257 .

2.1. tendo em vista a jurisprudência dominante que considera a retenção do pagamento como ilegalidade e enriquecimento ilícito da Administração. quando da regularização do pagamento. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria.b) Que a SLC.1) em razão do exposto no subitem 3.2) em caso de discordância. proceder a devolução do recurso à ANEEL. conforme comentários constantes do subitem 3. de 04/01/2011.2. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e ATR/TO estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 012/2011-AIN/ANEEL.1 do Relatório de Auditoria PP 004/2010. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. oriente a ATR para a adoção das seguintes providências: b. estabelecendo prazo para: b. a SLC e a ATR/TO possibilitaram o atendimento da recomendação exarada no Relatório de Auditoria .PP 004/2010 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 09/06/2010 Memorando Circular nº 22/2010-AIN/ANEEL. Relatório de Auditoria . de 12/01/2011.1. solicitando orientação acerca de providências a serem adotadas em relação ao pagamento da fatura em aberto. b. para posterior solicitação de reembolso do valor correspondente. de 09/06/2010. Pág. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre a regularização do pagamento de fatura relativa a serviços prestados pela empresa Rental Frota Distribuição e Logística Ltda. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As interações entre a Auditoria Interna. encaminhou por meio do Ofício nº 036.1) em caso de concordância. de 03/05/2011.157.80. proceder o pagamento ao fornecedor e encaminhar cópia do respectivo comprovante à ANEEL ou.1. a ATR/TO. submeter o assunto à Assessoria Jurídica da Autarquia.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III. a documentação comprobatória do pagamento da despesa em trânsito no valor de R$ 1. em atenção ao Oficio n° 0002/2011SLC/ANEEL.258 .PP 004/2010.

evite contratar serviços rotineiros mediante contratação direta (Dispensa de Licitação). com base no art. por ter sido concedido prazo adicional de processo administrativo. no caso de reincidência de ocorrências similares às todas as providências para que as despesas ocorram integralmente aderentes à Lei 4. revisada pela Portaria nº 779/2007. 10. comuns. sob pena de não aceitação das respectivas A ARSAL. A ARSAL. promova o registro de sua motivação no competente DMIC e os indicadores de conformidade DRP e DRC.520/2002 e disposições contidas no item 9. de 21/03/2011 informou que está observando as que regulamenta a concessão de diárias aos servidores públicos civis do poder executivo.b. ao previsto no mencionado normativo. artigo 60 da Lei 4.076/2008. Nome da unidade interna da UJ Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – destinatária da recomendação SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I) Que a SLC oriente a ARSAL para a impossibilidade de realização de despesa sem prévio empenho.320/64. VI. de 06/07/2011informa que a Agência Estadual V) Que a SFE oriente a ARSAL para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na justificou o atraso na análise da manifestação ao Termo de Notificação resultante da Resolução Normativa nº 063/2004 e.076/2008. nas atividades vinculadas ao Convênio firmado com a ANEEL.520/2002. solicitado pela CEAL. para envio de informações adicionais. Tribunal de Contas da União – TCU.60 da Lei 4320/64. bem como a juntada nos processos mencionados. III) Que a SLC oriente a ARSAL para que. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores fiscalização de qualidade envolvendo os indicadores de continuidade individuais DIC.a) Que a SLC oriente a ARSAL para estrita observância ao Decreto Estadual nº 4. de acordo com a Lei 10. Item do Relatório de Auditoria 1. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes. 3. 6. a ARSAL encaminhou cópia da GRU contendo a Identificação do Relatório de Auditoria Pág. IV) Que a SLC oriente a ARSAL para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 10/12/2010. FIC. sempre que o objeto pretendido referir-se a bens e serviços bens e serviços estão sendo tomadas. maneira a evitar as impropriedades apontadas neste ponto de auditoria.320/64. de determinações do Decreto Estadual nº 4. O Memorando nº 654/2011-SFE/ANEEL. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. da competente autorização para os pagamentos realizados. esclarece que está tomando despesas como elegíveis ao Convênio.b) Que a SLC oriente a ARSAL para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ Com relação à Recomendação VI. VI. sobre a necessidade da adequada emissão de A ARSAL se comprometeu a observar o conteúdo na Norma Organizacional nº 11. devolução dos recursos utilizados.4. 7. 5. 1395/2005 – 2ª Câmara. II) Que a SLC oriente a ARSAL quanto à necessidade de se instruir nos processos de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal dos fornecedores e prestadores A Agência Estadual esclareceu que está tomando as providências referentes à instrução dos de serviços. apontadas neste ponto de auditoria. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. alertando para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa documentos que comprovem a regularidade fiscal das empresas contratadas nos processos de natureza ensejarão a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente pagamento.259 .2 do Acórdão nº.PP 005/2010 Data do Relatório de Auditoria 25/11/2010 Memorando Circular nº 49/2010-AIN/ANEEL. 90. 4.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria . preferencialmente por A ARSAL afirmou que as providencias relacionadas as falhas apontadas nas contratações de meio da modalidade pregão. conforme Lei nº. de 21/03/2011. 2. revisada empenho de acordo com a modalidade requerida. passando a adotar procedimentos licitatórios convencionais. conforme disposto nos parágrafos 2º e 3º do pela Portaria nº 779/2007.

A Agência informou ainda que. a Agência Estadual informou que estão sendo providenciados junto às unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados na contrapartida.74 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado. incidentes sobre a folha de pagamento. submetendo o valor ao conhecimento e incorporação ao limite orçamentário valor de R$ 504. de 23/11/10. na execução das atividades delegadas. caso se torne necessário.a) Que a SLC implemente mecanismos de controle que garantam a análise da compatibilidade dos gastos declarados nas prestações de contas com os valores previamente pactuados. a SLC informou que.13.c) Que a SLC oriente a ARSAL para que proceda ao lançamento.00. IX) Que a SLC oriente a ARSAL para a adequada utilização de veículos no âmbito do convênio. sobre originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam cobertura a liberação dos recursos referentes à Superintendência de Relações Institucionais – SRI. restituição no valor de R$ 25. VIII. promova junto com as Unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados. nas condições do art. de 2010 da SRI. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. A ARSAL acatou a recomendação e vem envidando esforços para receber ainda este ano todos os valores devidos de contrapartida que não foram repassados pelo Governo de Alagoas.a) Que a SLC oriente a ARSAL para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas.260 . de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo dessa natureza de gasto incorrido recolhimento dos encargos sociais por parte do Governo do Estado de Alagoas. ou seja. VIII.b) Que a SLC oriente a ARSAL para solicitar o reembolso de R$ 504. que seja apropriado nas prestações de contas apenas os custos com veículos em A ARSAL. referente ao erro no enquadramento do cargo de servidor nos processos de concessão de diárias 49070-1632/09 e 49070-1675/09. na contrapartida do A ARSAL procedeu no lançamento do valor de R$ 51. referente ao excedente de custo de pessoal sem 2010. não havendo mais a antiga contrapartida. todos os dispêndios serão efetuados pela ANEEL após a entrega. específico para tais utilizações. procedendo ainda ao controle do veículo adequadamente. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.00. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARSAL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. do valor de R$ 51. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. VIII. Pág. observe o percentual de despesas administrativas (contrapartida) pré-estabelecidos nas memórias de cálculos definidas ou.332. Por meio do Memorando nº 805/2011-SLC/ANEEL.332. VII. VII. com a transição para o modelo implementado pela Resolução Normativa nº 417. por meio do Ofício supracitado. Ademais. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. de 11/04/2011. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal A ARSAL informou que os lançamentos incidentes sobre a Folha de Pessoal foram corrigidos. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.74. conforme as orientações da Auditoria Interna da ANEEL. considerando que os valores A SLC informou à ARSAL por meio do Ofício nº 0150/2011-SLC/ANEEL. informou que estão sendo feitos os controles de uso missões/ações com aderência as atividades delegadas. no ao saldo apurado.b) Que a SLC oriente a ARSAL para que. não existiu descumprimento dos deveres inerentes ao 2009. durante a execução dos TADs. não apropriado nas prestações de contas de fins de ressarcimento em 2009. apesar do não lançamento dos encargos de pessoal para suporte nas previsões constantes dos TADs. 71 da citada Resolução.13 na contrapartida do exercício de exercício de 2010.25. avaliação e aprovação dos produtos pactuados nos Contratos de Metas.

6. 291/2010-DG. referente a impropriedade relatada e ratificada pela AGERGS no item 4. preços unitários. a AGERGS justificou que o valor constante na”Cláusula Terceira – Do Preço” do Contrato nº 03/2006 refere-se à estimativa anual. IV. por meio do Ofício nº. 27. de 08/11/10. visto que a prestação dos serviços telefônicos de Discagem Direta Gratuita – DDG. revisada pela Portaria nº 779. inclusive a restituição à ANEEL do valor de R$ 243.2 do presente relatório.3900/09-9. previamente ao pagamento deste tipo de faturamento. em 28/10/10.45.45. bem como sobre a necessidade da adequada formalização dos instrumentos contratuais firmados. a demanda requerida não pode ser calculada.a) Que a SLC oriente a AGERGS quanto à necessidade de se incluir nos processos de contratação e de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal da prestadora de serviços. bem como a apresentação de levantamento detalhado sobre os serviços prestados no exercício de 2009 com a correta aplicação das cláusulas contratuais. procedendo a atualização dos documentos mencionados neste ponto de auditoria e encaminhando cópia a esta Auditoria Interna.PP 007/2010 04/10/10 Memorando Circular nº 42/2010-AIN/ANEEL. 5. bem como sobre a inexistência no processo nº. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades destacadas. II. de 31/10/2007. valor total. depende diretamente de eventos não previstos.). por meio do Ofício nº. todos os servidores daquela Agência Estadual que atuam em processos relacionados à descentralização de atividades pela ANEEL serão cientificados a respeito da Norma Organizacional nº 11 da ANEEL. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 13/10/2010. de 08/11/2010. 291/2010-DG. quantidades. IV. tais como eventos climáticos e desastres naturais. Pág. Esta pendência foi incorporada nos trabalhos de auditoria de 2011. Superintendência de Relações Institucionais – SRI e Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. de 08/11/10. 291/2010-DG. conforme descrito no item 7 do Relatório PP 004/2011. Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação II. promova o devido atesto do serviço confrontando os valores. percentuais de desconto. Por meio do Ofício nº. de aditivos contratuais que confiram o adequado suporte contratual aos pagamentos realizados. IV.a) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a aceitação do faturamento dos serviços realizados pela Embratel em desconformidade com o estabelecido no contrato. Após orientação formal da SRI. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades constatadas. 2. III – Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. por meio do Ofício nº. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGERGS. 4.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que. A AGERGS.b) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a realização de despesas em valor anual superior à previsão contratual.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .b) Que a SLC alerte a AGERGS para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa natureza poderão ensejar a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente devolução dos recursos utilizados. IV. bem como foram atualizados os documentos de regularidade fiscal referente aos processos 27-3900/09-9 e 1763900/08-5. 3. 7. 291/2010-DG.261 . quantitativo dos serviços etc. itens de controle e unidades de serviço discriminados na fatura com as disposições contratuais (ex. oriente a AGERGS para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11. informou que durante o mês de novembro.d) Que a SLC solicite a AGERGS a devolução imediata à ANEEL do valor de R$ 243. com vistas à avaliação dos descontos aplicados e dos custos reais desses serviços. Desta forma. a AGERGS. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. mas apenas estimada. de 08/11/10.

IX.a) Que a SLC oriente a AGERGS para que sejam regularizadas as impropriedades constantes do quadro informado no item 5.968. ou. apropriado a maior. orçamentário de 2010 das respectivas Superintendências que descentralizaram atividades à AGERGS naquele exercício. de forma a adequar as previsões aos gastos solicite a repactuação dos valores e percentuais acordados. caso Contrato de Metas nº 003/2010-ANEEL. 12. a compensação do valor apropriado a maior (R$ 7. de forma a evitar futuras incorreções como as relatadas as providências para que não voltem a ocorrer. neste ponto de auditoria. do valor de R$ 138.804. referente ao excedente de contrapartida no valor de R$ 138.a) Que a SLC solicite a AGERGS a apresentação de justificativas para as despesas postais apropriadas ao Convênio em percentual superior ao inicialmente previsto no TAD/SRI ou. orientou a AGERGS para percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos que deram suporte aos observação do percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos para os referidos documentos. VIII. estabelecendo prazo compatível Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na com o cronograma de trabalho do Grupo instituído pela Portaria nº 1311/2009.00. referente ao excedente de pessoal. 291/2010-DG. de maneira a pessoal. bem como foi restituído à 480. para adequação execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços dos normativos vigentes às novas disposições da Lei nº 9.07).81. em andamento na AGERGS. referente a diferença tarifária de R$ 240. as não conformidades apontadas. por meio do Ofício nº. se observe o A SLC. valores originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam a liberação de recursos referente ao ressarcimento dos valores apropriados a menor no cobertura ao saldo apurado.07 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado no ano de 2009. sobre a manifestação requerida. durante a execução dos TADs.ficando eventuais valores a devolver decorrentes das respostas às recomendações “a” e “b” acima.07. aos gastos necessários à execução das atividades delegadas. promovendo. ou. na prestação de contas do 4º trimestre de 2010.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que. 291/2010-DG. introduzidas pela Lei nº públicos. informou que foi incluída no mencionados neste ponto de auditoria.076.81). oriente as superintendências envolvidas no processo de descentralização a estabelecerem indicadores de desempenho com vistas a avaliar a qualidade dos Foi publicada a Portaria nº 1. que a agência repactuação dos valores e percentuais acordados. por meio do Ofício nº. assinado entre SMA e AGERGS. submetendo os valores ao conhecimento e incorporação ao limite exercício de 2009 (no valor de R$ 31. maior sem a devida justificativa. a AGERGS informou que foram adotadas incidentes sobre a folha de pagamento. 291/2010-DG. no qual a Diretoria da ANEEL aprova a produtos/atividades apresentados pelas agências estaduais. de 08/11/2010.427/1996. o valor de R$ 480. V. 140/2011-SLC/ANEEL. A AGERGS.b) Que a SLC oriente a AGERGS para solicitar o reembolso de R$ 31. pendente da análise desta Auditoria Interna. de forma a adequar as previsões necessários à execução das atividades delegadas. de 08/11/10. no caso de alteração das condições inicialmente previstas.Que a SRI/SPG. informou que foi realizada.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ regularizadas as impropriedades destacadas na recomendação V. caso Por meio do Ofício nº.111/2009. VI. VI. realizou o lançamento na exercício de 2010. VIII. a seguinte meta: “M3 Pág. VII .a) Que a SLC oriente a AGERGS para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. de 2009. considerando que os A SLC. por meio do Memorando nº 139/2011-SMA/ANEEL. informou que foram V. 439/2010-SLC/ANEEL. de 08/11/2010. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal Por meio do Ofício nº. lançado na contrapartida de 2010. conforme relatado no item 5.2. em 28/10/10.00. de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício de 2009.00 na aquisição de duas passagens aéreas a ANEEL.804. do presente relatório.076. no TAD da SRI. no caso de alteração das condições inicialmente previstas.07. conforme recomendação mediante redução no montante de gastos com pessoal na contrapartida de 2010. de 01/11/2011. no montante a ser 7. referente aos gastos com pessoal. a AGERGS informou que o valor de R$ inexistente.262 .1.a.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que proceda lançamento na contrapartida do A AGERGS.a) Que a SMA estabeleça procedimentos que viabilizem o encerramento dos processos A SMA. VIII-c abaixo.910. em 30/03/11. solicite a futuros TADs. de 15/10/10.910. VIII. será compensado na Prestação de Contas do 4º trimestre. no futuro. por meio do Ofício nº.

12/2011. O resultado da avaliação da capacidade de atendimento da Ouvidoria da AGERGS. os processos administrativos oriundos da Ouvidoria criados antes de 2011”. visando a eliminação das pendências existentes. de forma a adequar a capacidade de atendimento daquela Agência às demandas registradas. culminando na assinatura do Contrato de Metas nº 003/2010. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.necessário. IX. há a previsão de finalizar 147 processos ao longo do ano de 2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. independente de sua natureza ou origem.SGO. Seguindo a recomendação da AIN. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011. Pág. até 2011. a transferência de tais demandas para tratamento por essa Superintendência.b) Que a SMA promova a avaliação criteriosa da estrutura disponível na AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria no Estado do Rio de Grande do Sul. de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada àquela Agência. às demandas de energia elétrica. Nesse contrato de metas. no âmbito da Agência Estadual. IX. consta do Relatório do Programa da Qualidade SMA – 2010. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela AGERGS foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.c) Que a SMA oriente a AGERGS sobre os procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria. – encerrar.263 . independente de sua natureza ou origem. de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada. a SMA está orientando todas as Agências Estaduais sobre os novos procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria no Sistema de Gestão de Ouvidoria . A SMA informou que foi realizada criteriosa avaliação da estrutura disponível pela AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria. As novas orientações foram encaminhadas às Agências Estaduais conveniadas por meio do Ofício Circular nº.

aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 1. 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL.05. por meio da Nota Técnica n° 21/2011-AIN/ANEEL. por meio do Ofício CAS n° 121/2011. Diante dessas tratativas.05 (vinte reais e cinco centavos) relacionado ao valor das multas pagas à empresa Brasil Telecom. via Guia de Recolhimento da União (GRU). 2. conforme item 3. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER. 3. foi verificado que as atividades descentralizadas não foram comprometidas.00 (um mil e oitocentos reais) relacionado às despesas de diárias de servidores da AGER quando da participação no treinamento “Extensão de Ouvidoria Relacionada ao Setor Elétrico”. de 10/6/2011. pessoalmente.800. como os canhotos de embarque aéreo e as certidões de regularidade fiscal.00. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I .a) Que a SLC solicite restituição via Guia de Recolhimento da União (GRU) do valor de R$ 1. prestações de contas com valores irreais. integralmente.a) Que a SRI avalie a situação apresentada acima. 233/2010. informou que estão sendo tomadas as devidas providências para atendimento desta recomendação. considerou satisfatório os esclarecimentos prestados pela AGER no Ofício CAS nº. do assunto com os Superintendentes das SFG. SMA e SFE.b) Que a SLC passe o observar. lançadas indevidamente à conta do Convênio. II. por meio do Ofício CAS n° 233/2010. nos pagamentos de diárias e passagens aéreas realizadas com recursos do convênio as disposições legais aplicáveis quanto a correta quantificação dos montantes devidos. e dos requisitos à correta instrução processual. III. de 14/10/2010. II.Que a SLC oriente a AGER para que as contabilizações das despesas oriundas de pagamentos de pessoal sejam processadas com base nos valores efetivamente realizados na execução do Convênio. III. que possuíam TADs firmados com a AGER/MT. assim. de 12/12/2010. No entanto. A AGER. com vista ao impacto nas atividades delegadas e sua continuidade. Por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL.PP 008/2010 1. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais – SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGER. bem como a Presidente da referida Agência estadual. por não estarem previstos nos TADs de 2009. Pág. por meio do Ofício CAS n° 233/2010.b) Que a SLC oriente a AGER para que institua procedimentos de controle interno com vistas a eliminação das não conformidades formais apresentadas anteriormente.264 . Relatório de Auditoria . em conjunto com as superintendências afetadas. restando sanada a impropriedade apontada no respectivo Ponto de Auditoria. de 12/12/2010. por meio do Ofício CAS n° 121/2011. quando aplicável. eliminando.7. de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. de 10/6/2011. de 28/12/2010.a) Que a SLC solicite à AGER a restituição. informou que passou a registrar as despesas dos custos com pessoal com base nos holerites. de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. ressalvou que os canhotos de embarques aéreos devem constar nos processos de pagamentos de diárias e passagens ou incluir-se justificativa pertinente em caso de perda/extravio. a SRI informou que tratou. IV. aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 20. do valor de R$ 20.800. A Auditoria Interna.

dos trabalhos realizados naquele Estado. caso a AGER ou as Superintendências envolvidas manifestem a necessidade desse apoio da ANEEL. Síntese dos resultados obtidos A SRI.2). possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2010. assim. apontadas pela Auditoria Geral do Estado (item 5.a) Que a SLC informe a Agência estadual no sentido de que as despesas com telefonia móvel somente serão elegíveis ao Convênio após a conclusão do certame licitatório em desenvolvimento (item 5. especialmente quanto à alegação da antieconomicidade e da subcontratação dos serviços pela vencedora do certame.1). Entretanto. com a qualidade devida. de forma a agilizar a nomeação dos novos concursados e. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a AGER. Tendo em vista não restarem documentos comprobatórios de superfaturamento. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. esta AIN encaminhou o assunto à CGU para manifestação. de 28/12/2010. garantir a continuidade da delegação e a força de trabalho prevista nos TADs/2010.265 . não há necessidade de interação com o governo do Estado do Mato Grosso no sentido de agilizar a nomeação dos novos concursados. a SRI envidará esforços.1. A AGER aderiu a Ata de Registro de Preços n° 58/2010/SAD.1. por meio do Ofício n° 14/2010-AIN/ANEEL. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.b) Que a SRI proponha à Diretoria da ANEEL. As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 21 e 23/2011-AIN/ANEEL. visando garantir a manutenção. em virtude da proximidade do encerramento do exercício.IV. informou que. V. V. de 19/01/2010. referente ao Pregão n°. 010/2010 realizado pela Secretaria de Administração – SAD. ações tempestivas com vistas a dar suporte àquela Agência Estadual nas relações com o Poder Executivo Estadual (MT). visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria.b) Que a SLC solicite à AGER o encaminhamento de informações adicionais à ANEEL sobre a contratação da empresa BBL. Pág. por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL.

A ARCON. de 19/05/2011.00. visto que os recursos foram reembolsados à ARCON. informando esta AIN sobre o resultado obtido. informou que atualmente existem cerca de 480 processos para serem analisados e concluídos. de 08/02/2011. Por meio do Ofício nº 205/2011-ARCON-PA/CAF. As ações empreendidas pela SLC solucionaram a pendência. de Diárias. o qual prevê todos os trâmites necessários para aquisição. III. correspondentes à realização a maior das despesas com pessoal alocado ao convênio e segregadas por Superintendência conforme indicado no quadro acima. também. caso não acatadas tais justificativas. encaminhando a AIN cronograma das atividades com tal finalidade. de 22/12/2010. por meio do Ofício n° 051/2011-ARCON-PA/CAF.b) Que a SLC busque instituir controles internos de forma a garantir exatidão entre as informações constantes da relação de pagamentos e os valores declarados no demonstrativo financeiro e orçamentário apresentados pelas agências estaduais. Superintendência de Mediação Administrativa e Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I. correspondente à diferença entre as cotações apresentadas na prestação de contas da viagem. setecentos e noventa e três reais e noventa e seis centavos). II. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Pág.b) Que a SLC oriente a ARCON a instituir procedimentos de controle interno de forma a para apresentação de Relatório de viagem.a) Que a SLC solicite justificativas para a aquisição da passagem aérea Brasília/Belém sem a observância das disposições contidas nos normativos mencionados. de 04/11/ 2010.b) Que a SMA proceda levantamento nos registros do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO para identificação do quantitativo de Solicitações registradas nos exercícios de 2008 e 2009.266 .00. acompanhamento e controle do fornecimento de diárias ao servidor. conforme análise proferida na Nota Técnica n°. Também foi apresentado o Cronograma de Execução conforme solicitado pela AIN A SMA. a ARCON encaminhou comprovante de GRU no valor de R$ 132. informou que implementou provisoriamente controle na área financeira para evitar e impedir o descumprimento do prazo III. informou que todas as solicitações registradas pelo Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO) nos exercícios de 2008 e 2009 sob responsabilidade da ARCON-PA foram encerradas num prazo médio de 45 dias. A ARCON. através da Instrução Normativa nº 001/2010.793.96 (quatorze mil. ainda pendentes de solução. eliminando o passivo indicado na tabela acima.PP 009/2010 1.a) Que a SLC oriente a ARCON para que esta formalize pedido de reembolso junto à ANEEL do montante financeiro de R$ 14. bem como a restituição do valor de R$ 132. por meio do Memorando n° 343/2011-SMA/ANEEL. I. por meio do Ofício nº 017/2011-ARCON-PA/CAF. de 09/06/2011. encaminhando o resultado a esta AIN para análise e providências complementares. 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/12/2010 Memorando Circular nº 51/2010-AIN/ANEEL.a) Que a SMA busque junto à ARCON elaborar planejamento com indicação de ações tempestivas com vistas à conclusão destes processos. 3. pelo Diretor-Geral o Manual eliminar atrasos na emissão do Relatório de Viagem. II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . por ocasião das prestações de contas da execução do convênio de descentralização. Foi aprovado. Apresentou ainda os trâmites/procedimentos dos processos desde a análise para elaboração do relatório até o seu arquivamento. 2. 22/2011-AIN/ANEEL.

A ARCON. informou que foi encaminhado o Ofício nº 60/2011-SFG/ANEEL à ARCON.IV – Que a SLC formule orientação à ARCON no sentido se observar as disposições legais exigidas quando da celebração dos ajustes contratuais e realização de pagamentos. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela ARCON foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. informou que foram tomadas as devidas precauções com a implementação de procedimento junto à área financeira. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. a qual intensificou a verificação da estrita observância da regularidade fiscal das empresas prestadoras de serviço e fornecedores.ARCON-PA/CAF. informando esta AIN sobre as providências adotadas. conforme anteriormente comentado. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. A SFG. inclusive com divulgação interna sobre tais procedimentos a serem observados. Pág. por meio do Memorando n° 34/2011-SFG/ANEEL. orientando e informando da necessidade de instituir procedimentos com vistas à eliminação das não conformidades citadas no Ponto de Auditoria n° 5 do Relatório de Auditoria PP 009/2010. V – Que a SFG oriente a ARCON no sentido de instituir procedimentos de controle com vistas à eliminação das não conformidades acima elencadas em atendimento à legislação citada.267 . possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2010. por meio do Ofício n° 017/2011. de 14/01/2011.

A SRT. 138/2011-SRT/ANEEL. por meio do Memorando nº.5. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL.1. registro das alterações. 138/2011-SRT/ANEEL. visando melhor gestão interna à SRT sobre as autorizações de reforços e ampliações das Linhas de Transmissão e Subestações. nos processos referentes às autorizações para reforços e ampliações em empreendimentos de transmissão.084/2008 e na Portaria MP nº 505/2009. assim como da planilha eletrônica gerada pelo programa. por meio do Memorando n°. conforme recomendado pela Auditoria Interna. Por meio do Memorando nº.1). definição dos responsáveis pela gestão e os usuários nos diversos níveis que venham a ser estabelecidos. A SRT. evitando assim atrasos no pagamento de diárias e aumento no valor das passagens. a SRT informou que seus técnicos passaram a instruir o Aviso de Recebimento – AR das correspondências encaminhadas aos agentes. caso os argumentos apresentados não sejam suficientes. A SRT.00.a) Que a SRT em conjunto com a Superintendência da Gestão Técnica da Informação – SGI desenvolvam mecanismos de segurança que possibilitem restrições de acesso e modificação da base de dados do Banco de Preços da ANEEL. bem como solicitou à AIN esclarecimentos adicionais. as planilhas eletrônicas contendo a memória Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº. de 21/12/2011. de 20/04/2011. a SRT justificou todas as não conformidades apontadas pela AIN. informou que ratificou junto aos seus servidores a necessidade de observância da Portaria ANEEL nº 1.5. uma vez que constitui documento indispensável para a comprovação do cumprimento dos prazos estabelecidos na Resolução Normativa n° 63/2004 e subsídio à eventual aplicação de sanções (item 1. sobre a forma de follow-up que possa aprimorar os procedimentos atuais. incluindo atualizações. otimização das análises. A SRT. conforme apontamentos do item 2. informou que as planilhas geradas somente são disponibilizadas aos agentes envolvidos por meio de cópia impressa anexada ao Pág. encaminhando a esta AIN cópia da GRU ou do ato formal da Diretoria sobre o assunto. por meio do Memorando n°.2. ou submeta o assunto à Diretoria para aprovação do gasto excedente.268 .b) Que a SAF adote as providências necessárias à devolução do valor de R$ 315. 138/2011-SRT/ANEEL.PP 010/2010 1. III. com follow-up periódico de acompanhamento. I. 138/2011-SRT/ANEEL. Por meio do Memorando n°. informou que o acompanhamento realizado atualmente. é feito por meio do SICNet ou por meio de contato telefônico com o servidor responsável pela instrução do processo.084/2008 e da Portaria MP nº 505/2009. de 29/03/2011.1. III.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .b) Que a SRT implemente controles internos adequados para acompanhamento das manifestações dos agentes. II. I. a SAF encaminhou o comprovante de recolhimento do servidor no valor de R$ 315. mediante GRU. decorrente do valor acima da cotação realizada. 424/2011-SRT/ANEEL.a) Que a SRT apresente justificativas aos apontamentos dos itens 1. referente à diferença ocorrida na aquisição de passagem aérea. por meio do Memorando n°. nos casos encaminhados a outras superintendências. 647/2011-SAF/ANEEL. tendo em vista a não-conformidade relatada no item 2. Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.00 à Conta Única do Tesouro.c) Que a SRT instrua em cada processo o Aviso de Recebimento/AR das correspondências encaminhadas aos agentes. informou que não obstante o desenvolvimento do banco de preços ter-se dado por meio de contratação de consultoria externa. 138/2011-SRT/ANEEL.b) Que a SRT sempre instrua.3.a) Que a SRT oriente os servidores responsáveis pelas solicitações de diárias e passagens para que observem os prazos estabelecidos na Portaria ANEEL nº 1. informando as medidas a serem adotadas com vistas ao saneamento das não-conformidades encontradas. já existem duas propostas de projeto junto à SGI que aguardam em lista de projetos para serem iniciados. a 1. II. de 20/04/2011.

de cálculo do valor do investimento. Os valores resultantes das planilhas são utilizados pelos servidores que instruem o processo na análise do empreendimento que culmina em Nota Técnica específica. de forma a possibilitar maior rastreabilidade e transparência em relação ao valor de RAP definido para cada empreendimento. assinada pelos responsáveis. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2010. Síntese dos resultados obtidos processo específico que autorizou o reforço em questão. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL. As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 40 e 56/2011-AIN/ANEEL.269 . visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. Pág. assinada pelos responsáveis por sua emissão. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.

PP 011/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/2010 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL. esclareceu que os documentos e as justificativas de remarcações foram devidamente incluídos no sistema SCDP.1).270 . de 22/12/2010.a) Que a SAF oriente os responsáveis pela emissão de passagens aéreas para que incluam nos respectivos processos administrativos de concessões as justificativas pertinentes. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . por meio do Memorando n°. foram acatadas pela Auditoria Interna. As justificativas apresentadas pela SEM.. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 011/2010. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. conforme comprovado nos anexos 5 e 6 do citado Memorando.2. de 28/12/2010. conforme constatações do subitem 2. 1884/2010-SAF/ANEEL. de 20/07/2011. por meio do Memorando nº 220/2011-SEM/ANEEL. estava com maior índice de atrasos nos vôos.b) Que a SEM apresente justificativas pela aquisição de passagens por valor acima do menor valor cotado. de forma a evidenciar a regularidade do ato (2. alterada pela Portaria nº 1587/2010 e Portaria MP nº 505. de 29/12/2009. na qual a empresa que apresentava menor tarifa. Síntese das providências adotadas A SAF. contrariando as disposições da Portaria nº 1084/2008. Pág. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 35 e 51/2011-AIN/ANEEL. dadas às circunstâncias da época. dentre outras cinco que disponibilizavam o mesmo serviço. II.

com vistas a minimizar eventuais ambiguidades na interpretação. comunicado a esta AIN a decisão final e salvo as atualizações feitas antes de 03/12/2008 quando se aplicaria o IPCA como índice de correspondente motivação de fato e de direito. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. pelo agente.2 acima atualização. entrará em contato com a empresa para solicitar o envio de carta de retificação. conforme item 1.1 acima. 554/2011 e nº 579/2011-SFG/ANEEL.3 acima. Procuradoria Geral – PGE.004296/2010-11. a SAF LTDA.d) Que a SCG e SFG busquem padronização da motivação de seus atos de Autorização. conforme item 1. Superintendência de Regulação Econômica – SRE. e a escassez de recursos humanos. que a ampliação da UTE Suzano Mucuri se deu com a entrada em operação das unidades UG estabelecendo procedimentos de controle para melhor adequação do assunto. com vistas a Pág. 4. No entanto. O volume de trabalho.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . conforme recomendação dessa Auditoria Interna.b) Que a SAF providencie. I.b) Que a SRE e a SFG promovam as correções das não conformidades acima registradas. apresentando a 04 e 05. 3. 1. elevando a potência instalada da usina para 214 MW. cuja forma de cálculo é análoga à RN 63/2004 da ANEEL. em conjunto com a PGE.a) Que a SAF busque instituir procedimentos para correção dos achados de auditoria acima de materiais recebidos pelo almoxarifado. em 13/03/2008. houve descumprimento do prazo para atesto e. inclusive Regularização e Início de Operação Comercial dos empreendimentos de geração de energia os referentes à liberação para operação comercial. sendo todas as informações e documentos elétrica de forma a conferir maior precisão da composição do parque gerador existente no correlatos devidamente autuados aos respectivos processos. bem como o atraso no pagamento constante do citado processo. 5 e 6 Comunicação Expedida/Data de 27/12/2010. do prazo para pagamento convencionados nos editais dos Pregões eletrônicos 05/2010 e 38/2009. a SAF realocou novos servidores nessa área. assim como atrasos de pagamentos em desacordo reincidência dos fatos apontados. No que diz respeito à Nota Fiscal nº 8001. não configurou nenhum prejuízo à Administração Pública. eliminado interpretações ambíguas e/ou incorreções no lançamento da TFSEE devida que já vem buscando na emissão de seus atos maior padronização da terminologia empregada. no caso do processo 48500. informou à SRE I. referente à Nota Fiscal 8001 e instrua no respectivo processo. A SFG informou que todos os seus atos emitidos atendem ao princípio da motivação. conforme item 1. de fato. de forma a com as disposições contratuais ou licitatórias possibilitar a observação de todos os prazos determinados. ressalte-se que o atraso no atesto das notas fiscais mencionadas no Relatório de Auditoria.PP 012/2010 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. com a entrada em operação da esta AIN o resultado dos trabalhos realizados. Superintendência de Administração e Finanças – SAF. No intuito de evitar a documento fiscal fora do prazo pactuado. Ademais. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. qual seja.271 . unidade UG 04 em 20/03/2008 e da unidade UG 05. carta de correção da empresa Comando Extintor preenchimento da nota. a luz da exposição acima. Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração – SCG. experimentada indicados e controles administrativos capazes de eliminar novas ocorrências de atesto no por toda a Agencia. a SELIC diária.c) Que a SAF. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SFG. A SAF informou que as devoluções de valores aos agentes do setor elétrico em razão de I. certamente são as causas para este atraso. destaca-se que se trata de mero erro formal no II. em razão de lançamentos e arrecadações indevidas. A SAF reconhece que. se for o caso. 2. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. conforme Parecer 1358/2009-PF/ANEEL e 1018/2010-PGE/ANEEL. De toda sorte. por meio dos Memorandos nº. em vista da grande quantidade II. busque avaliar a aplicação lançamentos e arrecadações indevidas já estão sendo feitas com a devida atualização de procedimentos de correção monetária dos valores devolvidos aos agentes do setor elétrico monetária. a SFG esclareceu agente. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira – SFF e Secretaria Geral – SGE.

evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa. por meio do Memorando 1364/2010-PGE/ANEEL. referente aos Autos de Infração destacados nos itens 1. considera-se a questão do cartucho 51645 como um caso isolado. conforme tabela mencionada no item 6.001228/2008-78 foi enviado para inscrição em dívida ativa. destinação aos materiais considerados ociosos ou obsoletos. providencie a devida atualização no Sistema A SFE informou que o Autos de Infração destacados pela Auditoria Interna foram devidamente Inadimplentes.3 do presente relatório. tabela mencionada no item 6. mas serão aprimoradas e intensificadas. está sendo feito o mencionados no item 6. registros acerca da inscrição na Dívida Ativa dos créditos correspondentes. O processo nº 48500. providencie a devida atualização no Sistema A SFF esclareceu que todas as informações constantes do Sistema Inadimplentes estão Inadimplentes referentes aos Autos de Infração destacados nos itens 2. 10 e 12.a) Que a SAF institua rotinas internas ao almoxarifado de forma a garantir que as movimentações no estoque estejam devidamente refletidas no sistema GESPRO. III. de 22/09/2010 e. conforme informado pela PRF 1ª Região.8 do presente relatório. dos autos de infração emitidos pela AGERGS e ARCON. conforme atualizados.a) Que a SAF melhore os procedimentos internos ao almoxarifado de maneira a cumprir integralmente as disposições normativas vigentes nas questões relacionadas à arrumação e estocagem IV. a inscrição já foi efetivada e o órgão de execução da PGF responsável pelo ajuizamento da ação já foi cientificado. V. de 01/10/2010. Sobre este crédito. informando esta cadastramento no Sistema Inadimplentes. A SFF já está envidando esforços para reduzir o tempo decorrido entre a análise do recurso recebido e sua manifestação ao Juízo de Reconsideração. A SAF está providenciando o aprimoramento dos procedimentos de controle e organização.272 . já houve manifestação sobre as diferenças dos toners por meio do Memorando nº 1348/2010-SAF/ANEEL. Que a SAF interaja com as áreas de fiscalização responsáveis para que estas procedam A SAF informou que o levantamento sobre a situação dos Autos de Infração das Agências a inclusão. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico.I. em conjunto com a SAF. sendo este devolvido ao local que lhe havia sido reservado. onde se localizava a etiqueta com sua descrição.3 do presente relatório. Reguladoras Estaduais está em andamento.658/90.003401/2008-72 foi enviado para inscrição em dívida ativa por meio do Memorando 1531/2010-PGE/ANEEL. VI. uma vez que todos os materiais estão devidamente identificados por etiquetas nas prateleiras.2. bem como a alienação dos materiais ociosos citados no relatório de auditoria mediante processo específico. Simultaneamente. AIN sobre o andamento destas medidas. bem como proceda a conciliação do SIGEC e encaminhamento dos autos de infração já levantados às áreas de fiscalização para Sistema Inadimplentes dos Autos de Infração das demais Agências Estaduais. VI.4 do presente relatório.658/90.d. Assim.b) Que a SAF comunique a esta Auditoria Interna os resultados concretos obtidos nos procedimento de apuração das diferenças de estoques identificadas IV. Pág. É importante esclarecer. visto que não localizamos. a PRF 1ª Região informou que já foi inscrito em dívida ativa e encaminhado ao órgão competente da PGF para o ajuizamento da ação de execução fiscal. 5. nos referidos processos. 3. todavia. 7.b) Que a SAF promova. em conjunto com a SAF. nos termos do Decreto 99. A SAF informou que conforme mencionado no Relatório de Auditoria.005573/2010-03. Por fim. conforme se pode verificar no Almoxarifado. nos termos do Decreto 99. 6.” VI. 9 e 11. 8. III. em observância às regras estabelecidas pela Portaria mencionada. com a preocupação para que essa alteração de tempo não afete a qualidade técnica de suas análises. de forma a evitar novas divergências.corrigir a mencionada Nota Fiscal. 4.2. A SAF entende que as normas de arrumação e estocagem do material já estão sendo aplicadas. atualizadas e de acordo com os respectivos processos. VI. que não houve qualquer prejuízo à Administração Pública. no Sistema Inadimplentes. acrescenta-se que o caso está sendo apurado por sindicância.1.b) Que a SFE. por meio do processo 48500.c) Que a SFF.3. O processo administrativo nº 48500. identificados no almoxarifado.a) Que a PGE informe a atual situação dos processos mencionados na tabela citada no item 6. A SAF mencionou que as rotinas internas com vistas a garantir o controle dos estoques já existem.

VI. independente da decisão tomada.d.302. de forma a garantir a uniformidade das informações relacionadas a este procedimento. Pág. de 19/07/2011. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 012/2010. de forma a conferir rastreabilidade dos atos praticados e garantir a uniformidade das informações pertinentes às penalidades impostas aos agentes setoriais A SAF informou que o relator diretor que decidirá sobre o grupo de trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1. para registro das eventuais mutações ocorridas quando da análise em instância final. de 02/09/2011.II. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 19/07/11. após analisados e julgados pela Diretoria sejam foram observadas as recomendações da Auditoria Interna. por I. enviado para as Superintendências de juízo de reconsideração da Superintendência de Fiscalização respectiva. dos Serviços de Geração e dos Serviços de Eletricidade II. A partir desta data.d. os processos administrativos relacionados a penalidades somente sejam aceitos para meio de entendimentos com a SAF. protocolizados.273 . de 13/07/2009 já foi definido e está ciente sobre a deliberação do resultado do Grupo de Trabalho. Por meio do Memorando Circular nº 4/2011-SGE-SAF/ANEEL. consolidados no Memorando-Circular conjunto (SGE e inclusão em pauta de reunião da Diretoria. de maneira a sanar as impropriedades constatadas no item 6 do presente relatório. os processos administrativos. informou que. após o juízo de reconsideração.III. VI.VI. encaminhados. por meio do Memorando nº 77/2011-SGE/ANEEL. foi instituído novo procedimento com relação aos Autos de Infração. todos os respectivos processos. Que a SAF implemente procedimento de análise e autenticação dos processos analisados. Fiscalização Econômica e Financeira. de 13/07/2009.302. à SAF.SAF de todos os processos relacionados a penalidades. Que a SAF interaja com a Diretoria da ANEEL no sentido de mobilizar uma decisão acerca das questões relacionadas à gestão da arrecadação e à manutenção de sistemas de controle e de informações gerenciais que foram alvo de estudo de Grupo de Trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1. caso contenham a manifestação da SAF após o SAF) nº 4/2011-SGE/ANEEL. deverão sem encaminhados á SAF para conhecimento e eventuais registros.e) Que a SGE implemente tramitação obrigatória pela Superintendência de Administração e Finanças . visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. garantindo que: A SGE. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.

Superintendência de Recursos Humanos . que a responsabilidade das Avaliações de Desempenho é exclusiva dos titulares de cada área. Que a SRH busque desenvolver ações internas de forma a conscientizar as lideranças sobre a necessidade de se manter coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência com as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. Haverá ação complementar da SRH neste sentido. de 27/09/2011. Relatório de Auditoria .PE 001/2011 4. pelos cargos que ocupam. Desempenho e Carreira da Unidade e deverá ser reforçada nas próximas avaliações. Síntese dos resultados obtidos A recomendação acima descrita foi considerada atendida. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV. que. Pág. com reflexos diretos no clima organizacional. Destaca. no entanto. devem ter plena consciência do item que estão avaliando e se a nota dada está coerente com a frequência do avaliado.274 .SRH. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As ações propostas pela AIN tiveram por objetivo alcançar coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência e as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL.170/2011-SRH: A SRH esclarece que essa conscientização é feita de forma frequente pela equipe do Processo.

Que a SAF proceda à regularização da conta 14212. A SAF. conforme estabelecem os artigos 40 e 41 da citada norma.e. Que a SAF proceda a imediata atualização do Sistema GESPRO. por meio do Memorando nº.SPG.PP 001/2011 1. 2. até a destinação final daqueles bens. informou que as guias de transferência passaram a ser emitidas. por meio do Memorando nº. de 01/08/2011. Relatório de Auditoria . localizados nos depósitos e garagem.c. por meio do Memorando nº. evitando com isso potencial dano ao patrimônio público.275 . II. Superintendência de Administração e Finanças .00 . de 01/08/2011. Que a SAF passe a exigir na movimentação de bens patrimoniais no âmbito da ANEEL a emissão prévia de Guia de Transferência (GT). tendo em vista ser o documento adequado a tal finalidade.38. ainda. por meio do Memorando nº.4 acima. Que a SAF mantenha. informando esta AIN quando do estorno da depreciação no valor de R$ 211. os bens sem utilidade.SAF e Superintendência de Planejamento e Gestão . informou que já iniciou a atualização do sistema GESPRO (utilizado para controle do patrimônio). informou que efetuou o estorno da depreciação no valor de R$ 211. Que a SAF informe à Auditoria Interna a solução administrativa e contábil adotadas a respeito das diferenças de bens apuradas pela Comissão responsável pelo inventário físico – exercício de 2010. minimizando a situação identificada e abordada no item 2. observada as responsabilidades estabelecidas. II. de 15/07/2011. a individualização dos bens pelos efetivos detentores da carga patrimonial.Aparelhos e Utensílios Domésticos.b.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Que a SAF. de 01/08/2011. de 01/08/2011. 1184. 1184. II. II. Pág. estão em processo de desfazimento (doação) para que haja espaço destinado ao correto acondicionamento dos novos bens adquiridos.12. A SAF. 1184. organização e controle. com individualização dos bens. informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”. A SAF.a. interaja com a SLC com o objetivo de se promover a locação de espaço adicional destinado à guarda provisória desses bens. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/07/2011 Memorando Circular nº 22/2011-AIN/ANEEL. até que se conclua o processo de distribuição dos bens novos e do inventário dos bens destinados à doação/alienação. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF. 1184.d. II. com a devida transferência dos bens de acordo com as UORG’s a que estão distribuídos. promovendo. adequado acondicionamento dos bens móveis sob controle da SAF. visando a sua adequada conservação.38 (duzentos e onze reais e trinta e oito centavos).

As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. com as seguintes providências: a) informação sobre consulta realizada à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE) sobre providências a serem tomadas com vistas ao encerramento do Projeto PNUD BRA 98/019. por meio do Memorando nº.003794/2011-10. em conjunto com a PGE. Em relação à SPG. As providências adotadas pela SAF encontram-se consubstanciadas na Nota Técnica nº 68/2011-AIN/ANEEL. 227. informar que na ausência de pronunciamento ou de justificativas adequadas. Que a SAF realize levantamento detalhado das despesas inscritas em Restos a Pagar para o exercício de 2011. IV. manifestação formal quanto à necessidade de inscrição de despesas em Resto a Pagar. antes do encerramento de cada exercício financeiro. III. Que a SAF informe a esta AIN o resultado do levantamento dos bens não localizados. III. remetida pelo Representante Residente do PNUD no Brasil. especificamente para o acompanhamento dos RP em aberto. Adicionalmente. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As recomendações da Auditoria Interna propiciaram o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 001/2011. busque a resolução do pleito do consultor no sentido de impedir que aquela reclamação constitua óbice ao encerramento do Projeto BRA/98/019. encaminhe a esta AIN as justificativas apresentadas pelas Unidades. informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”. Que a SPG. e apresente a esta AIN. de 16/01/2012. de 01/08/2011. orientando sobre os dispositivos legais que cuidam do assunto e. previsão da data de ressarcimento à ANEEL do saldo de recursos não utilizados em poder do PNUD. responsabilizando a ANEEL por valores a ele devidos. não existindo pendências para o seu encerramento.b.087.II. de 03/11/2011. de 01/08/2011.872/86.a. informou que foi realizado o levantamento das despesas inscritas em Restos a Pagar (RP). Síntese dos resultados obtidos A SAF. c) Revisão Final do Projeto recebida na ANEEL em 14/12/2011. Pág. SPG – resposta apresentada no Memorando nº. tendo sido aberto o processo 48500. apresentando a esta AIN as providências adotadas. A SAF.7 do relatório de auditoria.60 foi recolhido à conta do Tesouro Nacional mediante GRU.276 . Que a SAF solicite às Unidades gestoras de contratos. visto que as providências adotadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.b. objeto do item 2. se necessário. b) O saldo de recursos não utilizados no Projeto no valor de R$ 1. com urgência. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 69/2011-AIN/ANEEL. IV.a. por meio da Carta nº P/1875/RD. os empenhos não liquidados terão seus saldos cancelados. 35 do Decreto nº 93. por meio do Memorando nº. de 06/12/2011.679. de 03/11/2011 e 6/2012-AIN/ANEEL. Que a SPG envide esforços junto ao PNUD visando o encerramento do projeto. 1184. diferentemente do procedimento usualmente empregado. inclusive.f. juntamente com as ações concretas a serem adotadas com vistas a evitar a inscrição irregular de despesas para o exercício subsequente. 1184. de 10/08/2011 e em mensagem eletrônica enviada em 26/12/2011. verificando junto às Áreas da ANEEL se a inscrição de tais despesas atende às condições estabelecidas no art.

A SAF vem monitorando. duplicidade de atividades e controles paralelos desnecessários que contribuem para a ineficiência do processo. visando.PP 002/2011 1e2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Planejamento e Gestão . 22). àquelas cadastradas no SIGPlan. II. e constatou que o sistema está funcionando normalmente.SPG. Através do Memorando nº 120/2011-SPG/ANEEL. eliminando. contudo. assim. a rotina de atualização de dados dos Relatórios de Execução Orçamentária do SIGANEEL.a. Que a SPG interaja com as unidades organizacionais buscando adequar as informações sobre as ações do Programa Qualidade do Serviço de energia Elétrica – exercício de 2010 do sistema SIGANEEL. a menos dos valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento do SIAFI. que já substituiu o sistema utilizado para elaboração do orçamento (SIDOR) e que deverá em breve substituir o SIGPlan A SPG entende que elaboração de um cronograma para atualização dos processos/subprocessos da Agência não parece ser a melhor proposta para a internalização da gestão de processos. na condição de Coordenadora das ações de gestão de processos organizacionais da ANEEL. o Ministério do Planejamento está implementando um novo sistema informatizado para integrar planejamento e orçamento. Que a SPG. b) 2011 – aguarda solução de problemas relacionados com a extração de dados do SIAFI. que dependem da Secretaria do Tesouro Nacional. no curto prazo. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 004/2012/SPG.277 . Porém. 7 combinado com o art. I. Que a SPG busque desenvolver plano de ação com vistas à otimização das atividades internas à ANEEL relacionadas à confecção da PCA. de 09/01/2012. os ajustes efetuados no sistema SIGANEEL proporcionaram o retorno correto dos dados da Execução Orçamentária (empenhado e liquidado) provenientes dos arquivos extraídos do SIAFI. desde o dia 04/01/2012. à integração dos sistemas da ANEEL e do governo federal. diariamente.b. c) 2012 – foram realizadas atualizações de nomes e códigos das tabelas orçamentárias do SIGANEEL para adequação aos novos programas do PPA 2012-2015. de 02/06/2011. ficaram demonstradas as ações realizadas pela área para atendimento da recomendação: a) 2008 a 2010 – foram realizados batimentos entre os dados do SIGANEEL e os constantes no SIAFI gerencial para cada um desses exercícios (exceto os valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento). atualmente. destacou as atividades realizadas em 2010 e 2011. apresente cronograma para implementação de mecanismo de avaliação anual dos processos organizacionais da Agencia (art. no sentido I. o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento – SIOP. esclareceu-se que a migração automática das informações entre os sistemas deverá facilitar o trabalho.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . Na Pág.

ficou demonstrado que as recomendações I. de 02/06/2011. de 16/01/2012. esta AIN considerou os esforços envidados pela área suficientes para o encerramento da recomendação I. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 002/2011. apresentando a esta AIN os documentos pertinentes. submeta à Diretoria os ajustes necessários à adequação da Norma de Organização nº 29/2007.278 . O assunto está detalhado no Memorando nº 120/2011-SPG. pela Nota Técnica nº 028/2011-AIN/ANEEL. Pág. Adicionalmente. Síntese dos resultados obtidos de verificar a situação atual dos processos organizacionais.inviabilidade. de 13/06/2011. Por meio da Nota Técnica nº 9/2012-AIN/ANEEL.a.b e 2 foram atendidas.

os formulários de avaliação dos produtos na nova metodologia do Contrato de Metas. adotando as providências necessárias a fim de garantir o atendimento do prazo determinado no art. inerentes à renovação dos contratos. III. por e-mail. II. a qual deliberou que “no ano de 2012 os produtos de todas as agências serão avaliados. Que a SFE realize levantamento dos processos que contenham manifestações dos agentes ainda pendentes de análise. incluindo a AGERGS. 3. Superintendência de Administração e Finanças . de forma clara e precisa. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função. foram encaminhados.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II.a. IV. a SLC solicitou à AGERGS que atentasse para o cumprimento das formalidades estabelecidas no Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. bem como eventuais necessidades de capacitação da equipe Pág. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . de 30/05/2011 e ainda a orientou a envidar esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz. e no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense. Além disso. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Ofício nº 0493. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função.4 e 3.SAF. sendo que no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense. Que a SLC recomende à AGERGS que atente para o cumprimento das formalidades estabelecidas no parecer citado.b. concepção do novo modelo. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG.279 . de 25/11/2011: IV a. Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL. 5 e 6.5 do Relatório. Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas). Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA.a. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL. de 16/11/2011. 4. Que a SFE promova a análise criteriosa da capacidade da AGERGS para o atendimento das necessidades da Unidade. Entende que o Contrato de Metas.SFE. nova forma de delegação das atividades. que conste nos processos de pagamentos vinculados a este contrato. IV. que está descrita em Nota Técnica aprovada pela Diretoria. Contrato de Metas e critérios de avaliação. haverá indicação dos produtos a serem confeccionados e relativos ao exercício anterior fortalecendo o acompanhamento dos processos de fiscalização já realizados e não finalizados. de 23/11/2011: A área informa que foi realizada reunião técnica presencial com todas as Agências Estaduais em agosto de 2011. explicitadas nos itens 3. Que a SLC recomende à AGERGS que envide esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. Relatório de Auditoria .b. observadas as diretrizes emanadas da CGU.PP 004/2011 2. que faça voltar a constar nos processos de pagamentos vinculados a este contrato. 20 da Resolução Normativa nº 063/2004. A área informa que mantém controle periódico sobre as pendências das fiscalizações das Agências Estaduais. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011. a fim de se evitar fraude ou erro. porém não serão aplicadas sanções pecuniárias”.

retirando a TABELA/QUADRO do item 1.b. a agência estadual estabelece as atividades que ela realmente tem capacidade de realizar ao longo do ano. corrigindo eventuais distorções. por não conferirem a segurança necessária aos registros. expurgando. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de não proceder ao encerramento das SOs quando tranformadas em processos. . Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de adequar as informações dos relatórios e produtos de Ouvidoria apresentandos pela Agência estadual. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de avaliar a participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica (ANEEL) em relação às demais demandas registradas na Ouvidoria da AGERGS. todas as demandas apresentadas à Agência. a SFE esclarece que a AGERGS geralmente mantém seus processos organizados e completos. devendo a SMA disponibilizar mecanismo de tratamento diferenciado dessas Solicitações (Código de Status).c. instituído pela Portaria ANEEL nº 1. V. a fim de que seja possível certificar o devido atendimento dos prazos previstos na RN 63/2004.c. com vistas a definir a metodologia dos Custos de Referência e os Indicadores de Qualidade.a SMA informou que alterará o modelo de Relatório de Ouvidoria.c. em função das reincidências nos apontamentos dessa natureza. Atualmente. Segundo esses critérios. de 16 de fevereiro de 2011. de acordo com o corpo técnico disponível.b. Não obstante. a SMA adota na AGERGS os critérios de contratação “por produto” definidos a partir das atividades desenvolvidas no âmbito do Grupo de Trabalho. passando a ganhar status “Gerou Processo (Em Andamento)”. informando a esta Auditoria Interna os resultados obtidos e providências corretivas implementadas.1 e notificará as Agências Estaduais para adequarem os próximos relatórios a serem elaborados. no modelo proposto pelo Contrato de Metas. Memorando nº 845/2011-SMA/ANEEL. Apesar da reposição os trabalhos foram prejudicados. IV b. V. evitando-se controles paralelos por meio de planilhas eletrônicas. necessitando rearranjá-los.técnica daquela Agência. com o objetivo de melhor definir o limite de gastos reembolsáveis e os Custos de Referência ora adotados nos contratos de metas. do indicador. No caso específico. é reembolsada de acordo com o número de Solicitações de Ouvidoria tratadas. Pág. V. a AGERGS. de forma a dar maior precisão à produtividade alcançada pelas atividades descentralizadas de ouvidoria. V.a SMA esclareceu que ss critérios de reembolso de gastos e participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica em relação às demais demandas de Ouvidoria da AGERGS não obedecem mais aos mesmos critérios do Contrato de Metas 2010. independente de seu destinatário. a partir de um Custo de Referência pré-determinado. IV. a partir de 2011. Que a SFE oriente à AGERGS a fazer constar dos processos de fiscalização o protocolo das manifestações dos agentes. aplicáveis às atividades descentralizadas pela ANEEL às Agências Reguladoras Estaduais. há determinações no relatório de fiscalização com prazo a serem cumpridos pela concessionária antes do prosseguimento do processo. aquelas tratadas pela CTA/ANEEL. IV c. bem como registrar. – a SMA esclareceu que as SOs transformadas em processo administrativo não são mais encerradas no sistema SGO.a.280 . podendo ocorrer fatos que postergam o andamento do processo.a. .710. de 21/11/2011: V. no SGO. No entanto. tanto na área fiscal como administrativa. o prazo de 45 dias estabelecido na Resolução Normativa nº 063/2004 é um prazo de referência. A SFE justifica que o fato registrado foi devido a exoneração de profissional da AGESRGS com grande experiência na área de fiscalização. V.

a. de 14/07/2011. relatando que foi realizado o cadastramento.1. de 25/11/2011: A área informa que promoverá a atualização dos valores constantes nos AI’s 02/2010-GPE-D. de 21/11/2011: Em relação ao subitem 6.2. esclareceu que os Autos de Infração 007/2010-GPE-D e 009/2010.4.c.2. de 12/12/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. a SAF informou que foi regularizado o valor cadastrado e disponibilizado o boleto referente ao AI 010/2010-GPE-D. Memorando nº 1858/2011-SAF/ANEEL. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. bem como promova a atualização da página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração.2. As recomendações descritas foram consideradas atendidas. de 04/01/2012. 1/2012-AIN/ANEEL.1. VI. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. por e-mail. Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL. proceda o cadastramento no Sistema Inadimplentes dos AI’s 01/2010-GPE-G e 02/2010-GPE-G. ainda. que será apresentada juntamente aos produtos da agência a partir de novembro/2011. assim como as imagens de tais documentos. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.2. de acordo com a Resolução Decisória / AGERGS n. ressaltando que o referido documento já foi quitado pela empresa.1. Quanto ao subitem 6. b e d”. Sobre o assunto.1 letra "d". Entretanto. no Sistema Inadimplentes. Adicionalmente.° 11.2. Pág.2.2. VI. providencie a atualização dos valores dos AI’s informados nas letras “a. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL..2. face ao exposto no subitem 6. dos Autos de Infração que foram indicados como pendentes no relatório. Síntese dos resultados obtidos As análises acima contam das Notas Técnicas 075/2011-AIN/ANEEL. letra “c” e 6. em relação aos subitens 6.GPE-D foram devidamente cadastrados no SIGEC. planilha de controle dos AIs. Procederá. informe esta AIN sobre a conclusão dos referidos procedimentos.2.VI. o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPED e 09/2010-GPE-D.b. aquela Superintendência ressaltou que foi encaminhada. informando a esta AIN as medidas adotadas. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011. assim como proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 6. bem como o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPE-D e 09/2010-GPE-D no Sistema Inadimplentes. de 23/11/2011. 2/2012-AIN/ANEEL. de 04/01/2012. Que a SFE.281 . de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL. de 04/01/2012 e 3/2012-AIN/ANEEL. 04/2010-GPE-D e 10/2010-GPE-D. informou ainda que o cadastro dessas informações na página da ANEEL na internet depende das informações que a AGERGS deve encaminhar à SFG. letra “d”). Que a SAF adote as providências necessárias para informação à AGERGS quanto à disponibilização do boleto para pagamento do AI 10/2010-GPE-D (subitem 6. Que a SFG.

Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 09/02/2012.PP 005/2011 1. Que a SFE solicite à ARCE informações sobre a data da última manifestação dos agentes e/ou dos despachos proferidos nos demais processos não analisados por esta AIN e contemplados na tabela de passivos. contemplando todas as fases do procedimento administrativo. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. 2 e 3. I. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. Que a Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) oriente a ARCE para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO.282 .b. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes. da Lei nº 9. II. I. de maneira a evitar a paralisação/não continuidade dos respectivos autos.c. As recomendações descritas foram consideradas atendidas. Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas As providências foram contempladas no Contrato de Metas firmado com a ARCE. no exercício de 2011. os Contratos de Metas firmados com as agências estaduais que executam atividades descentralizadas de ouvidoria estipularão penalidades às agências estaduais que permitirem acessos indevidos ao sistema SGO. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores ao previsto no mencionado normativo.1 do Relatório. III. A análise encontra-se consubstancia na Nota Técnica nº 18/2012-AIN/ANEEL. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/10/2011 Memorando Circular nº 31/2011-AIN/ANEEL. providenciando. Que a SFE oriente à ARCE para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na Resolução ANEEL nº 063/2004 e.a. informando a esta AIN das providências. Pág.SFE. Ressaltou ainda que. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. a partir do ano de 2012. Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração mencionados no quadro constante do item 3. Que a SFE passe a delegar o número de ações fiscalizatórias com base no histórico de cada Agência Conveniada. informando esta AIN sobre os resultados obtidos.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . A SMA informou que a ARCE foi orientada sobre a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. avaliando a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários. de 31/10/2011 Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . informando a esta AIN as providências adotadas. apresentando cronograma de ações a serem empreendidas em cada processo visando evitar a incidência das disposições contidas no artigo 1º. a sua devida atualização. e parágrafos.SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . ainda. promova o registro de sua motivação no competente processo administrativo. A SFE esclareceu que as pendências de cadastramento citadas em relação aos Autos de Infração 004/2010 e 006/2010 foram regularizadas.873/1999.

Por meio do Memorando nº. Que a SLC em conjunto com a SFE apresente justificativas para o não cumprimento das orientações emanadas pelo ofício circular citado. em que a SLC busca junto à ARSESP a confirmação contida na recomendação.i. que ratifica os valores apurados pela AIN. de 22/09/2011. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL. Que a SFG/SFE disponibilizem à SAF todos os Autos de Infração . a SLC orientou a ARSESP sobre a necessidade de instrução. de 25/08/2011. das respectivas cotações de preços. do Ofício OF/E/0716/2011 da ARSESP. Resposta apresentada por meio do Ofício nº. ou caso contrário. Por intermédio do Ofício nº. foram encaminhadas à SAF. em que a SFE confirma à SLC que adotou as providências requeridas. conforme inciso I. de 19/08/2011. Que a SLC em conjunto com a ARSESP. de 05/08/2011. 671/2011-SFG/ANEEL. para registro e acompanhamento. I.SMA. que seja instruída a respectiva justificativa de escolha de outro vôo. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade .PP 006/2011 1.73 deve ser lançado à conta da contrapartida da Agência Estadual. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/07/2011 Memorando Circular nº 23/2011-AIN/ANEEL. bem como promova a requisição com antecedência de 10 dias. do Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL.283 . Que a SMA avalie a situação relatada neste ponto de auditoria. do Memorando nº 1018/2011-SLC/ANEEL. e oriente a ARSESP para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . artigo 1º da Portaria n° 505/2009 – MPOG. confirme as impropriedades apuradas em relação a não contabilização de valores declarados na prestação de contas do 4º trimestre de 2010. 551/2011-SMA/ANEEL. de 22/09/2011. A diferença entre os totais não contabilizados por erro de soma e o saldo do TAD.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. informando à esta AIN os resultados obtidos.a. de modo a certificar que a passagem adquirida foi realmente a mais econômica.AIs emitidos pela ARSESP no exercício de 2010 e até o segundo trimestre do corrente exercício. avaliando ainda a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários. a partir de 2012. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração .SFG. de 05/08/2011. 0366/2011-SLC/ANEEL. em que a SLC solicita à SFE providências para a efetivação do reembolso à ARSESP no valor apurado pela AIN.279. em que aquela Agência Estadual não dá a referida confirmação em sua totalidade. das respectivas cotações de preços. promova a restituição àquela agência estadual.b. Que a SLC oriente a ARSESP sobre a necessidade de instrução.a. no exercício de 2010 e no 1º semestre de 2011. a SFG informou que as imagens digitalizadas dos Autos de Infração emitidos pela ARSESP. e caso ratifique tal entendimento. IV. a área informa que não há documentação comprobatória autorizando a ARSESP a remanejar recursos entre as rubricas.64. Pág. do valor de R$ 3. no exercício corrente. e Superintendência de Administração e Finanças . de R$ 222. 2. Por meio do Memorando nº. II.SAF. III. e do e-mail da SLC à SFE e respectiva resposta. nas aquisições de passagens aéreas. 0366/2011-SLC/ANEEL. de 25/07/2011.SFE. nas aquisições de passagens aéreas. a SMA informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a ARSESP e a ANEEL. Relatório de Auditoria .

Que a SAF suspenda os repasses de recursos até a regularização dos registros apontados nas recomendações ”a” e “b” acima e informe a esta AIN a respeito. pela ARSESP. responsáveis pela respectiva delegação de competência. que todas as fiscalizações realizadas pela ARSESP no ano de 2010 já foram registradas no sistema Sigefis. tópico (parágrafo) contendo a relação dos AIs emitidos no respectivo trimestre. o envio de informações sobre AIs deve ser contínuo e ratificado quando do encaminhamento das prestações de contas periódicas.284 .4 acima. providenciando. de forma a possibilitar sua conferência e validação pelas Unidades da ANEEL. IV. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A constante interação entre a Auditoria Interna. A SFE informou. encaminhando cópia desses pareceres à SAF. ou seja. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.c. a SAF informou que os repasses de recursos pertinentes a SFE e SFG já foram suspensos. Em 09/12/11. concomitantemente ao encaminhamento à SLC.ii. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. assim como todas as do corrente ano foram feitas já com o uso do sistema e encontram-se devidamente registradas. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS. Pág.ii. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. conforme demonstrado no quadro acima.IV. Que a SFG e a SFE incluam nos pareceres de aprovação das respectivas prestações de contas trimestrais. Que a SAF avalie a deficiência registrada no item 4. foi emitido o Ofício-Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. instituindo procedimentos internos de forma a garantir fidedignidade às informações cadastradas nos sistemas de controle. 726/2011-SFE/ANEEL.c. ainda.a.b. Por meio do Memorando nº. em virtude de um lançamento indevido feito no sistema. 1235/2011-SAF/ANEEL. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 006/2011. por meio do Memorando nº. A SAF informou que o dado constante do SAD encontra-se incorreto.i. bem como fá foram tomadas as providências para correção. Tal procedimento contemplou as recomendações efetuadas pela AIN. IV. IV. a sua devida atualização. informando a mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL.

visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. de 14/12/2011. providencie o registro dos autos de infração faltantes nos sistemas citados nos itens 3. bem como a imediata regularização das pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010. 59/2011-AIN/ANEEL. Em relação à SAF. A SMA. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.SAF. 2 e 3. II. de 12/08/2011. de 23/12/2011. a análise encontra-se na Nota Técnica nº. unidade responsável pela gestão dos créditos da ANEEL. III. informou que a pendência em relação a não devolução do saldo financeiro do Convênio referente ao ano de 2010 foi solucionada conforme consta no Ofício da AGR nº 1108/2011-GAB. de 09/12/2011. de 29/08/2011. Pág. Que a SMA. 1. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. com exceção dos autos de advertência e de um cancelado. que encaminha cópia da GRU no valor de R$ 113. Ademais. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Superintendência de Administração e Finanças . de 30/07/2011. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. em conjunto com SGI. Em complementação. de 22/09/2011 que ressalta que o modelo de acesso ao sistema SGO será um ponto de análise desta auditoria no Contrato de Metas a ser assinado com as agências.1 a 3. 1030/2011-SLC/ANEEL. informou que os Autos de Infração informados estão cadastrados no SIGEC. informando a esta AIN as providências adotadas. com vistas ao adequado acompanhamento desses créditos. dirigido a todas as agências delegadas. Data do Relatório de Auditoria Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. por meio do Memorando nº. Que a SLC reitere à AGR a necessidade de devolução do saldo financeiro do exercício de 2010.5 e adote as providências necessárias junto à AGR e superintendências responsáveis pelos respectivos AI´s. visando a eliminação das ocorrências dessa natureza. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. Relatório de Auditoria . A SAF.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. por meio do Memorando nº 2014/2011-SAF/ANEEL. de 22/09/2011. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Que a SAF.285 . Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011.SLC. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas.PP 007/2011 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL.SMA. sob pena de abertura de Tomada de Conta Especial. por meio do Memorando nº. Em relação à SMA. a SLC informou que as pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010 foram regularizadas. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 67/2011-AIN/ANEEL. informouse da mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL. de 21/10/2011 e 80/2011-AIN/ANEEL. informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a AGR e ANEEL. 550/2011-SMA/ANEEL. adote medidas mais efetivas no controle. a partir de 2012. por meio do Ofício Circular nº 0725/2011SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL.87. 60/2011-AIN/ANEEL.715.

no que A SFG reiterou as informações junto à AGESC. a até 10 (dez) do recebimento do Oficio para que a AGESC providenciasse o atendimento a revisão dos TAD’s para acobertar as despesas correspondentes.1 e 2. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Superintendência de Relações Institucionais – SRI.873/1999. de 23 de novembro de conveniadas. II.SLC. 1999.3. todas as solicitações.968. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. que estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva pela Administração Pública Federal. Que a SFE priorize a análise dos processos de fiscalização relacionados no Ofício de nº A SFE informou que realizou a análise dos processos de fiscalizações relacionados no Ofício 159/2011-GECEN/AGESC. Comunicação Expedida/Data de 20/07/2011. direta e indireta. Pág. alerte sobre as conhecimento sobre a instrução dos processos administrativos.c.PP 008/2011 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade .3.a. apropriados nas prestações de contas do exercício 2011. em relação aos subitens 2. ocorrer sem a aplicação do fator de pagamento”. Que a SFG. O art. 63/2004 e no art. o pagamento às agências estaduais deve serviço de energia elétrica no Estado de Santa Catarina. II. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. de forma a ressarcimento de pessoal. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.873. Solicitar. 4º assim determina: “O de desempenho que venham a atender à recomendação proferida pelo TCE/SC. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9.a. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. 2 e 3. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . de 1 de novembro de 2011. Da mesma forma.3. Propôs reuniões periódicas para disseminar o se refere à análise de manifestação dos agentes fiscalizados.286 .2 do Relatório. Índice de Qualidade do Produto – IQP será aplicado de forma imediata. se for o caso. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . oriente a AGESC quanto à observância dos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa ANEEL nº 63/2004.1 deste Relatório.SFE. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I. III. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Parágrafo único. tendo em vista os prazos definidos na Resolução Normativa nº de nº 159/2011-GECEN/AGESC.SFG. apropriados nas prestações do exercício de 2011 e fixou o prazo de evitar as inconsistências apontadas no item 1. junto às Agências Estaduais disposições contidas no art.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . particularmente em relação quantificação da qualidade e/ou desempenho da prestação do Durante o primeiro ano do convênio de cooperação. Que a SLC oriente à AGESC a proceder à revisão dos cálculos dos gastos com A SLC ressaltou a necessidade de a Agência proceder à revisão dos cálculos dos gastos com ressarcimento de pessoal. 1. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9. Que a SRI interaja com a AGESC e órgãos da ANEEL objetivando desenvolver indicadores Foi publicada a portaria nº 1.

possibilitando assim ações futuras para o efetivo recebimentos das multas. que altera o procedimento de envio de informações sobre Auto de Infração das Agências para a ANEEL.003305/2011-00). as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPB. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas Unidades Organizacionais vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN. quando da emissão do auto. A SFE.PP 009/2011 1 e 2. em conjunto com SGI. de 22/08/2011. providenciando. de 17/08/2011 (SICNet nº 48542.a. Que a SMA. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas. Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das Agências estaduais no SIGEC. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2011.b. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. Síntese das providências adotadas A SMA informou. O objetivo dessa ação é estabelecer uma forma de a ANEEL ter maior controle das informações geradas pelas Agências Estaduais quanto aos Autos de infração lavrados por delegação e. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. o Ofício Circular nº 0725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. visando à eliminação das ocorrências dessa natureza. II. de 09/12/2011. Foi enviado à ARPB. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. adote medidas mais efetivas no controle. que irá incluir uma previsão de penalidade no contrato de metas a ser assinado com a ARPB a partir de 2012. Que a SFE apresente os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS conforme demonstrado no quadro acima.287 . informando a esta AIN as providências adotadas. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . ainda. II. bem como a todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. manter os sistemas corporativos de crédito/cobrança e inadimplência devidamente atualizados. consequentemente. Era necessário o cadastro da citada Diretora no SIGEFIS para que seu nome constasse na relação e pudesse ser utilizado para a emissão de auto de infração. de 15/08/2011. Por fim. informou que os respectivos autos de infração não foram cadastrados pela ARPB devido ao SIGEFIS não apresentar. informando esta AIN as providências adotadas. Pág. a sua devida atualização. por meio do Memorando nº 810/2011. por meio do Memorando nº 572/2011. a ARPB informou que tais Ais foram inseridos no SIGEFIS. o nome da atual Diretora Executiva de Fiscalização e Controle.

4 e 5. referente às atividades não realizadas. conforme apontado no item 3.288 . de 06/12/2011. explicitadas nos itens 2. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. contendo orientação do novo procedimento para envio das informações referente a Autos de Infração. III.7 do Relatório. informando a esta AIN os resultados obtidos.SAF. Na reunião foram expostos critérios de avaliação.2) Que a SFE apresente justificativas para as divergências nos percentuais (trimestrais e acumulado ao final do ano) de execução física e financeira apontadas na Tabela II e pormenorizadas nos itens 3.2.a. subsequentes à publicação da epigrafada Resolução ANEEL nº 024/2000. de forma clara e precisa. haja vista o total domínio adquirido pelas concessionárias ao longo dos anos para execução do procedimento supradescrito. Superintendência de Administração e Finanças . III.4 do Relatório. concepção do novo modelo.4 do Relatório. a manutenção da atividade em comento nos termos de descentralização estabelecidos nos últimos anos perdeu seu propósito. interaja com a Diretoria.7. em reiteração à nossa recomendação VI. Todavia. incluindo a ARPE. constante do Relatório de Auditoria PP 010/2011. de 18/11/2011. para demandar que o assunto reiterado na recomendação IV. haja vista tratar-se – à época – de regulamento novo e procedimento de relevante complexidade. IV. com vistas a dar agilidade ao processo de desenvolvimento / aquisição de sistema próprio de gestão dos créditos da Agência. bem como o motivo da descentralização desta atividade. de 06/12/2011. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL.1) Que a SFE apresente manifestação sobre a não realização da atividade A1 para o 4º trimestre. Relatório de Auditoria . A SAF enviou ao Diretor Julião Coelho o Memorando nº 1.d. praticamente eliminando incorreções e/ou inconsistências outrora habituais. apresentando à esta Unidade o resultado obtido. de 09/12/2011.a) Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das agências estaduais no SIGEC. a área esclareceu que foi realizada reunião presencial com todas as Agências Estaduais. a SFE informou que as concessionárias de distribuição de energia elétrica têm como prazo-limite para envio dos indicadores de continuidade coletivos (DEC e FEC) o último dia útil do mês subsequente ao período de apuração. Pág. A SAF encaminhou à AIN cópia do Ofício Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG. Por meio do Memorando nº 1172/2011. observadas as diretrizes emanadas da CGU..PP 010/2011 2.a. A Atividade A1 foi inserida no elenco daquelas a serem delegadas por esta Superintendência às agências estaduais nos anos de 2001 e 2002. 3.2 a 3. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências conveniadas.PRODIST. conforme explicitado no item 3. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE.931/2011-SAF/ANEEL. III. dada a sua baixa relevância. de 09/12/2011 expedido para todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas.3 e 2.b) Que a SAF. período em que eram observadas consuetudinárias incorreções no envio e/ou inconsistências na apuração dos referidos indicadores. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. constante do Relatório de Auditoria PP-012/2010.8 do Relatório. seja tratado com a urgência que o caso requer. assim como foi aberto espaço para sugestões das agências à Aneel. segundo Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . com base nas diretrizes estabelecidas na reunião mencionada no item 4.a.3) Que a SFE proceda o cálculo do valor pago a maior em 2010.b. IV. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 1014/2011. e providencie junto à ARPE o imediato ressarcimento à ANEEL.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II) Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas).

inciso VI da Resolução Normativa nº 273/2077. de 09/12/2011. 49.289 . Ademais. haja vista seu considerável volume. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2011. Por meio do Memorando nº 1172/2011. a SFE informou que a análise técnica requisitada exigiu o exame de todo o Relatório Final do ciclo 2005/2006 do PEE da CELPE. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas áreas vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN. foram necessárias diversas consultas a colaboradores da Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna as Unidades Organizacionais da ANEEL. frente ao disposto no art. especificamente àqueles responsáveis pela aprovação do citado Relatório.V) Que a SFE apresente justificativas pela intempestividade na elaboração da Nota Técnica 097/2011.SPE. o qual se fazia indisponível em meio eletrônico. Pág.

informou que foi encaminhado aos Superintendentes da SFE. cientificando-os sobre a necessidade de abertura de processo administrativo ao serem verificados casos de descumprimentos contratuais ou desempenho insatisfatório na execução do contrato. SFF e SFG o Memorando Circular nº 12/2011-SLC/ANEEL.PP 011/2011 10 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL.290 . Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. de 22/12/2011. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios .Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação X. 1759/2011-SLC/ANEEL. 5/2012-AIN/ANEEL. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. de 16/01/2012. Relatório de Auditoria . de 16/12/2011. encaminhando cópia da comunicação a esta AIN. Pág.b) Que a SLC ratifique aos gestores de contrato a necessidade de solicitação de abertura de processo de sanção administrativa nos casos de eventuais descumprimentos contratuais verificados.SLC. de 26/12/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC possibilitou o atendimento tempestivo da recomendação exarada no Relatório de Auditoria PP 011/2011. SPE. Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. bem como informando sobre a impossibilidade de aplicação de sanção administrativa verbal. por meio do Memorando nº.

esta Auditoria busca estender a amostragem para 100% do atual quadro de servidores da ANEEL.a. A recomendação versa sobre participação de servidores efetivos em empresas privadas como sócios-gerentes. independentemente da data de origem de tais recomendações.291 . 1562223 para que providencie a Em tratativas com a SRH. a Unidade informou que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-natalidade.16. 6172632 para que providencie a Em tratativas com a SRH. a segunda apresenta as justificativas para o não cumprimento da recomendação. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente. para que seja dado o devido encaminhamento em relação aos servidores que ainda permanecem com a situação irregular frente às disposições contidas no artigo 117.2. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. da efetiva devolução III. incorporado neste Projeto de Auditoria.1.2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento O Quadro A. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória quando providenciar o atendimento à recomendação. Que a SRH notifique a servidora de matrícula n°.2 a seguir contém informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que se encontravam pendentes de atendimento ao final do exercício. sendo os resultados obtidos entendidos como parcialmente satisfatórios pela Auditoria Interna. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória providenciar o atendimento à recomendação. de 17/04/2009. a Unidade esclareceu que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-transporte. QUADRO A.SRH Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Trata-se de ponto remanescente do Relatório PP-003/2007. 16/02/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas.2. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação.16. e se prontificou a notificar os servidores para constatação do item 3. Que a SRH notifique o servidor de matrícula nº.16. e se prontificou a notificar os servidores para apontado no item 3.PP 003/2008 1e3 Superintendência de Recursos Humanos . de 27/01/2012. identificados em 2006 pela CGU a partir de registros constantes no Cadastro Nacional de Empresas – CNE. Que a SRH submeta a questão à Procuradoria Geral da ANEEL. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente. Pág. quando da efetiva devolução Justificativas para o não atendimento As recomendações acima descritas não foram consideradas atendidas em sua totalidade. da Lei nº. Último documento expedido: Nota Técnica nº 15/2012 – AIN/ANEEL.2 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. III. dando ciência à Diretoria da Agência. 16/02/2012. Apesar dos esforços da Superintendência de Recursos Humanos – SRH. 8112/90 Relatório de Auditoria .c.

SRH. por meio da Portaria nº 1. por intermédio do Memorando nº 1326/2011. embasadas em ampla jurisprudência sobre o caráter do auxílio periculosidade. 5º § 3º da referida norma. e conceda o benefício apenas àqueles que permanecerem em situações insalubres ou perigosas por tempo superior à metade da jornada de trabalho semanal. conforme art. restabelecendo a normalidade dos pagamentos de adicionais ocupacionais que até então vinham sendo executados.1/5. o Ministério do Planejamento respondeu ao questionamento do Fórum das Agências de que está ciente do pleito e que tem realizado diversas reuniões para tratar de assuntos relacionados a adicionais ocupacionais. expediu o Ofício nº 01/2011 questionando o teor do documento e sugerindo soluções alternativas. sensível à repercussão da Orientação Normativa.3. foi encaminhada à diretoria e publicada em 09 de novembro de 2010. O desenvolvimento do assunto pode ser acompanhado pelo processo ANEEL 48500. . Que a SRH envide esforços na implementação das recomendações dos pontos de auditoria constantes do Relatório SFC/CGU nº 190.2. A esse respeito.255. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRH. Superintendência de Recursos Humanos . A SRH. que não está vinculado ao tempo de exposição. informou que a norma de férias.3. com previsão de implantação até junho de 2012. suspendeu os efeitos do inciso III do Anexo II do documento até que a SRH/MP conclua os estudos acerca do pagamento de adicionais a todos os servidores ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada. por meio do Memorando nº 1326/2011. a exemplo do que já havia sido feito pela ANP. sem o desconto Pág. e sim à letalidade.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. Sobre o item 5.2. citados acima e ainda pendentes de solução definitiva.650. houve uma reestruturação interna da SRH e a implantação da ferramenta FeriasWeb passou a fazer parte de metas de uma parte da equipe.PP 003/2009 5 e 6. a ANEEL. informou que essa Orientação Normativa foi amplamente questionada por todas as Agências Reguladoras e outros órgãos públicos. de 01/12/2011. de 01/12/2011.292 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 31/03/2010 Memorando Circular nº 15/2010-AIN/ANEEL. Em 2011.a. citada no processo do relatório da CGU.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria .2. O Ministério em questão. que instituiu regras e procedimentos relativos às férias dos servidores na ANEEL. de 07/05/2010. Em 19 de setembro de 2011. em nome do Fórum de Recursos Humanos das Agências Reguladoras. V. Que a SRH reavalie os casos de concessão de adicional de periculosidade adequandoos à nova disposição contida na Orientação Normativa MPOG nº 2.004048/2002-45. de 19/02/2010. VI.

Quanto à recomendação VI.2.a. o acompanhamento da questão pode ser feito pelo processo 48500.002852/2008-92.002852/2008-92). A AIN já foi informada das medidas que estão sendo tomadas por meio do Memorando nº 432/2011-SRH/ANEEL (SICNet 48546.de 6%.2. Sobre a recomendação V.3. de forma a possibilitar que a ANEEL proceda o pagamento do adicional de periculosidade totalmente aderente ao arcabouço normativo vigente.1/5. onde as recomendações foram consideradas parcialmente atendidas. em razão do exposto no o item 5. recomendou-se à área a necessidade submissão do assunto à Procuradoria-Geral da ANEEL.001459/2011-00) Justificativas para o não atendimento As análises dos esclarecimentos apresentados pela SRH estão consubstanciadas na Nota Técnica n° 16/2012 – AIN/ANEEL. tendo em vista o entendimento expresso no Despacho nº 0493/2011/PGE-ANEEL/PGF/AGU. sobre as providências complementares a serem adotadas. Pág. sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração). recomendou-se à área formular a consulta ao Ministério de Planejamento. de 31/01/2012. Orçamento e Gestão – MP.3. sem o desconto de 6%. até que a Auditoria Interna seja informada das providências adotadas com vistas a elidir as não conformidades apontadas. de 29/09/2011 (fls. sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração).2.293 . que evidencia o esforço da SRH em localizar ex-servidores para reposição ao erário.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas. bem como as providências para elucidar questões jurídicas sobre a possibilidade de parcelamento de débitos. 169/170 – Processo 48500.

09 no pagamento da empresa contratada.a. de 06/01/2012. que procedeu a glosa de R$ 5.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . ambas datadas de 24/01/2012.294 .b” encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011. por meio do Memorando nº 10/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para a recomendação “II. A SLC. de 13/05/2011. Embora as recomendações “II. com vistas a solicitar o ressarcimento do valor ao Erário. conforme análise realizada pela Auditoria Interna nas Notas Técnicas 10 e11/2012. de 11/01/2012. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. avalie se a exclusão dos uniformes não interfere no resultado do certame. II.b”. ressaltou que a cláusula de prorrogação “tampão” assim como a redução contratual ganhou aprovação jurídica. referente aos valores de uniformes não utilizados.PP 003/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/05/2011 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. em razão da falta de fornecimento dos uniformes das recepcionistas. em face da retirada de item valorado pelos demais concorrentes. esta AIN só tomou conhecimento do fato em janeiro/2012. por meio do Memorando nº 64/2012.a.2” e “II. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas A SAF informou no Memorando nº 64/2012.2) Que a SAF apure. na vigência do Contrato nº118/2009. o valor gasto pela Administração Pública com o item uniforme e não utilizado pelos empregados da Universo. Quanto ao atendimento da recomendação “II. Pág. informando a esta AIN o resultado apurado. embora a SAF tenha procedido a glosa dos valores devidos em julho/2011. houve a necessidade de interações da SLC com a Procuradoria Geral da ANEEL.2”. Assim.b) Que a SLC.a. foi assinado o 2º Termo Aditivo que consolidou tais alterações.952. tais recomendações foram devidamente atendidas no início de 2012. ao atender à solicitação de aditivo contratual proposta pela SAF (Nota Técnica nº 271/2001-SAF/ANEEL).

não obstante as constatações desta AIN. visando a regularização das contas desta Agência Estadual.b) Que a SRI solicite manifestação à PGE. impossibilitou o atendimento das recomendações “VI.a) Que a SRI requeira à AGER manifestação formal sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT.b”. por meio do Ofício nº 50/2012-SRI/ANEEL. reiterou tal posicionamento. sobre a legalidade e conveniência da manutenção do Convênio firmado com a AGER. de 30/01/2012. com vistas à regularização das Contas relativas ao exercício de 2009.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação VI. Resta pendente consulta a PGE/ANEEL sobre a situação de manutenção do convênio ANEEL/AGER.a” e “VI. diante da manifestação da Agência Estadual. Pág.PP 008/2010 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL. em função da reprovação de suas Contas referentes ao exercício de 2009. Relatório de Auditoria . de 14/10/2010. Superintendência de Relações Institucionais – SRI Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resta pendente a manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos da prestação de contas do exercício de 2009 daquela Agência ao TCE-MT. formalmente. visto que as contas desta não foram aprovadas. Assim. as quais não foram aprovadas por este Tribunal. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido sem a devida manifestação formal da AGER. a SRI irá consultar a Procuradoria-Geral da ANEEL sobre a conveniência da manutenção do Convênio. bem como a ausência de consulta à PGE-ANEEL sobre a manutenção do convênio ANEEL/AGER. VI. Justificativas para o não atendimento Conforme Nota Técnica n° 23/2011-AIN/ANEEL A falta a apresentação de manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT.295 . a Superintendência de Relações Institucionais – SRI.

Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para o atendimento completo do apontamento. Pág. Julião Silveira Coelho foi sorteado Diretor Relator. de forma a compatibilizar as disposições regulamentares a prática adotada pelas Unidades. realizada em 28/06/2010.003174/2010-08.296 . informou que consta nos autos do Processo nº 48500. ou proponha à Diretoria Colegiada as alterações que se fizerem necessárias no Regimento Interno. em conjunto com a SCT e SRE. proposta de alteração do Regimento Interno no que concerne às atribuições específicas desta SRT. Este processo foi instruído pela SPG e na sessão de Sorteio Administrativo Ordinário n° 26/2010.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV) Que a SRT. 138/2011-SRT/ANEEL.PP 010/2010 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL. torna-se necessário a aprovação da revisão do Regimento Interno. Relatório de Auditoria . visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Técnica responsável não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. permanecendo tal recomendação como parcialmente atendida pela Auditoria Interna. Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRT. que se encontra na Diretoria da ANEEL para deliberação. A recomendação acima descrita não foi considerada atendida em sua totalidade. promova a adequação de suas atividades às atribuições dispostas no Regimento Interno da ANEEL. Justificativas para o não atendimento Tal análise consta na Nota Técnica n° 56/2011-AIN/ANEEL. o Dr. de 29/03/2011. por meio do Memorando n°.

Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/10 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL.PP 011/2010 1e3 Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SEM. solicitou novo posicionamento da Unidade Técnica responsável. a SEM informou que o assunto referente à definição de prazo mínimo em Chamada Pública para contratação de energia Elétrica.297 . que estabelece os critérios e procedimentos para controle de atos e negócios jurídicos realizados por agentes do setor elétrico. em fase de desenvolvimento na SEM. III – Que a SEM avalie a oportunidade e a conveniência de se submeter à apreciação da Diretoria da ANEEL proposta de revisão da Resolução Normativa ANEEL nº 167. de 12/09/2011. no momento. A Auditoria Interna. será tratado no âmbito da Resolução Normativa. faz-se necessária a apresentação do cronograma de desenvolvimento da Resolução Normativa. Pág. a definição de prazo para finalização dos registros dos contratos de compra e venda de energia celebrados pela Eletrobrás no âmbito do PROINFA. com vistas ao acompanhamento das ações previstas até sua publicação. com vistas a definir prazo mínimo e razoável entre a publicação dos editais de chamada pública e a apresentação dos Termos de Adesão e respectivos documentos de préqualificação pelos interessados. Não obstante. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL está viabilizando o atendimento das recomendações pendentes. Por meio do Memorando nº 245/2011-SEM/ANEEL. tendo em vista que os mesmos continuarão a ser objeto de acompanhamento por esta Auditoria. a Auditoria Interna entendeu que para o completo atendimento da recomendação. de 10/08/2011. por meio de Nota Técnica n° 51/2011-AIN/ANEEL. de 05/06/2011. assim como prazo previsto para efetivação dos registros dos contratos de compra e venda de energia elétrica no âmbito do PROINFA. de 10/10/2005. de 22/12/2010. permanecendo integralmente o conteúdo da respectiva recomendação. a Auditoria Interna entendeu que o assunto não está equacionado. tais recomendações permanecem pendentes de solução. por meio do Memorando nº 306/2011-AIN/ANEEL.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I – Que a SEM informe o cronograma estabelecido para o desenvolvimento do sistema informatizado. informou que não é possível. por meio do Memorando n° 6/2011-SEM/ANEEL. de 05/01/2011. proveniente de geração distribuída. Relatório de Auditoria . Não obstante. Justificativas para o não atendimento Embora a SEM tenha prestado os esclarecimentos solicitados no Relatório de Auditoria PP 011/2010. por meio da Nota Técnica nº 36/2011-AIN/ANEEL.

Assim. Superintendência de Regulação Econômica – SRE. No entanto. foram instruídos 70 processos punitivos. Descrição da Recomendação I. permanece aguardando novo posicionamento das Unidades envolvidas. a AIN propôs que o assunto fosse submetido à Diretoria. Não obstante. entre outros) com vistas a propiciar cálculo e lançamento do crédito tributário automatizados da TFSEE dos agentes citados. em conjunto com a SGI. que corresponde a 71% de processos já analisados. evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa. conforme item 1.298 .Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .1 acima V. é necessário que a SRE solicite a readequação desse último sistema de acordo com as atualizações do SAMP. Em relação ao ano de 2010. a Auditoria Interna não os considerou satisfatórios. ou seja. em 2008. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico. de 27/12/2010. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Superintendência de Administração e Finanças – SAF. em 2009. as alterações no sistema SAMP acarretaram novos ajustes no sistema TFSEE. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou que o sistema TFSEE sofreu alterações de acordo com as recomendações da AIN e o mesmo se encontra em processo de homologação pela SRE. os processos punitivos demandam uma análise criteriosa. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O pleno atendimento das recomendações depende de estruturação de sistema de informação em desenvolvimento na ANEEL. SIGEC. Assim. Justificativas para o não atendimento Embora os esforços despendidos pelas Unidades Organizacionais da ANEEL na correção das impropriedades apontadas. 130 processos. a) Que a SRE. Pág. no entanto. o grande volume de trabalho da fiscalização.PP 012/2010 1e5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. já foram analisados 85 recursos impetrados pelos agentes de um total de 119 recursos. BIG. 108 processos e em 2010. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. promova o desenvolvimento de sistema de informação e sua integração aos demais existentes (INADINPLENTES. A SFE informou que tem buscado cumprir rigorosamente os prazos estabelecidos na RN 63/2004. soma-se a isso. como forma de demonstrar o esforço desta SFE em cumprir os prazos da RN 63/2004.

informando ao titular da unidade os casos relevantes.1. a atuação da SRH será facilitada e mais efetiva. semanais. I. 121. da Lei 8. apenas causaria concentração dos ajustes em menos pessoas podendo comprometer a agilidade do processo em áreas com muitos servidores e que já possuem cultura de ter o sistema operado por coordenadores de processos ocupantes de cargos comissionados. Em razão deste fato. entre outras. pelo exercício irregular de suas atribuições (art. Para tal.SRH. Memorando nº 1. em um processo educativo. períodos com jornada de trabalho superior a 6 horas.) reportando as gerências envolvidas para solução dos desvios. as áreas com maiores problemas. Entende que o desenvolvimento dessas novas ferramentas permitirá ao gestor acompanhar melhor a jornada de trabalho dos seus servidores.299 . Que a SRH reitere às gerências as disposições do regulamento anteriormente citado no disposições referentes à jornada de trabalho dos servidores da unidade.374/2011-SRH: A SRH esclarece que sobre as informações corporativas acerca das ocorrências diárias..a.112/90). entre outras periodicidades julgadas oportunas.170/2011-SRH: A SRH entende que a medida proposta não surtiria efeitos na quantidade de ajustes e que não deve ser encarado de forma negativa tal funcionalidade do sistema.a. pela SGI. No que tange as ocorrências registradas pela Auditoria Interna. Que a SRH elimine a possibilidade de cadastramento de servidores que não exercem a função de gerência/assessoria na área restrita do sistema Ponto Net. que poderá identificar. Acredita que com a implementação das novas trabalhadas e não compensadas até o término do mês subsequente. além de propiciar à SRH rotinas de acompanhamento periódico e alertar as chefias em casos dissonantes. Que a SRH busque instrumentalizar-se com informações corporativas sobre as ocorrências diárias.170/2011-SRH: A SRH reconhece algumas fragilidades do sistema Ponto Net em gerar relatórios que facilitem a gestão das áreas e da própria SRH. Memorando nº 1. por exemplo.a. 2 e 3 Superintendência de Recursos Humanos . a funcionalidades do sistema. sobre o descumprimentos das condições estabelecidas na Instrução Administrativa SRH nº 001/2009 (horário núcleo. em tempo real.3. .Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. que deverá reforçar o papel das lideranças na boa gestão da jornada de trabalho.170/2011-SRH: A SRH informa que tem procurado instruir os gestores e lideranças sobre os procedimentos a serem adotados e a necessidade de se fazer cumprir as I. informa que houve o desconto Pág. utiliza-se de que tange ao cumprimento da aplicação dos descontos em folha de pagamento das horas não memorandos. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL. a partir de determinado período selecionado gerar relatórios com indicações de discrepâncias de horário núcleo. Memorando nº 1. que dá poderes para ajustar seus dados. Esta postura equacionaria os problemas evidenciados sobre a quantidade de ajustes processados e de alterações cruzadas.PE 001/2011 1. de 27/09/2011. há algum tempo tem buscado junto a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI novas soluções e melhorias para o sistema. horas cumpridas e que deveriam ser cumpridas. semanais e mensais. sob pena de responder.2. mensais. uma vez liderança. interagindo com a liderança. de almoço. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. e-mails e reuniões. que são os profissionais mais próximos e aptos a realizar ajustes e abonos. Relatório de Auditoria .. já tem se articulado com a SGI para mudanças no sistema que permitirão.

Pág. deste relatório. em folha das horas não trabalhadas e não compensadas até o mês seguinte dos servidores matrícula SIAPE . vistos as distorções evidenciadas entre os dados de entrada e saída dos sistemas Ponto Net e Catraca. situação em estudo na SGI. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.170/2011-SRH: A SRH acredita que o problema identificado será resolvido com o bloqueio do acumulo de horas no sistema Ponto Net após às 21h.. Memorando nº 1. (duas ocorrências) Memorando nº 1. Visto que estes não precisam registrar o ponto..170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas.4. e ... busque desenvolver estudos com vistas à viabilidade técnica e econômica de se manter o atual sistema “Ponto Net” para controle de frequência dos servidores da ANEEL. apontados nos anexos I a III. Item “b”: A SRH informa que o item será atendido com o desenvolvimento das novas rotinas no sistema. busque dotar as gerências internas à ANEEL com informações que supram e eliminem controles paralelos de gestão das frequências e banco de horas. Que SRH.b. Nova rotina de controle será implementada pela SRH. foi pedido posicionamento da Superintendência de Administração e Finanças – SAF. Visto que estes não precisam registrar o ponto. por este documento a SRH encaminha cópia do Memorando nº 1. medidas para equacionamento das situação relacionada à permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho..a.170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas. II.b...374/2011-SRH: A SRH complementa as informações acima esclarecendo que I. com agendamento de reunião para discutir a Norma de Organização ANEEL.170/2011-SRH: Item “a”: A SRH reconhece a necessidade de controles paralelos para se saber o saldo de horas exatas do servidor para períodos superiores a um mês e já solicitou à SGI o desenvolvimento de novas rotinas para controle dessas informações conforme as regras da IA SRH 001/2009. que permite acesso às instalações desses órgãos em qualquer dia e horário.c. ANP e CPRM nº 1/2006..395/2011-SRH: Em complemento as informações acima. busque corrigir as imperfeições do cadastro de gestores evidenciados no quadro acima. Sobre a permanência dos servidores nas instalações da ANEEL em atividades não relacionadas às suas funções. em conjunto com a SAF. Que SRH. Que a Superintendência de Recursos Humanos em conjunto com a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Secretaria Geral – SGE busque avaliar os casos de alterações cruzadas entre os gestores do sistema. Memorando nº 1. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.. com a adoção. no caso de favorecimentos. propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência. II. a SRH informa que já solicitou à SGI o bloqueio da contabilização de horas após às 21h e que a SAF deverá consultar a diretoria sobre a necessidade de mudança da norma de acesso. não há como se beneficiarem.374/2011-SRH: Sobre a questão da permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho. das medidas administrativas e disciplinares cabíveis nos termos da Lei nº 8. Memorando nº 1. para solução do problema. Item “c”: A SRH informa que os casos apontados pela AIN foram devidamente solucionados. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. com a exclusão da permissão de acesso restrito aos que mudaram de área ou saíram da Agência. pela SGI.112/90. principalmente após às 21h. independentemente de autorização prévia. propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência..a. para solução do problema. Memorando nº 1. a SRH.205/2011-SFE onde são apresentados os procedimentos implementados com vistas ao equacionamento do problema registrado neste ponto.I. Memorando nº 1. não há como se beneficiarem. II.300 . a SRH. Que a SRH adote. principalmente para aqueles casos que não envolvem atividades da Agência. Que SRH. Memorando nº 1.

datada de 10/02/2012. para posterior implementação na Agência.o controle paralelo de frequência deverá ser eliminado com as melhorias desenvolvidas pela SGI do sistema Ponto Net. requerem complementações com vistas a elidir as deficiências registradas. ANP e CPRM nº 01/2006 e o aparente conflito entre dispositivos normativos da Agência.374/2011. entende mais razoável proceder-se ajustes na Portaria nº 1. reafirma a evolução dos testes e correção das inconsistências identificadas. de expediente. uma vez que a primeira trata de acesso e a segunda. alinhando seus comandos. por envolver três instâncias. ANP e CPRM nº 001/2006. a SRH. ainda.170/2011-SRH: A SRH informa que solicitou posicionamento e reunião com a SAF para verificar pontos da Norma de Organização ANEEL. no que tange aos “horários especiais”. ANP e CPRM nº 01/2006. Pág.325/2009. definidos na Norma de Organização ANEEL. Que a SRH em conjunto com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF busque adequar a situação evidenciada através de alterações nos regulamentos. A SAF explicita.301 .395/2011-SRH: Em continuidade as tratativas da questão relacionada ao possível conflito entre normas de organização. III. o entendimento de que não há conflito entre as normas.020/2011-SAF. Mensagem de representante da SRH enviada à AIN. Há manifesta pressa da SRH e SGI na sua conclusão para disponibilidade aos usuários. Memorando nº 1. A rotina já se encontra em fase de testes. em complemento ao Memorando nº 1. Memorando nº 1. que em razão das dificuldades de se alterar a Norma de Organização ANEEL. encaminha à AIN cópia do Memorando nº 2. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O trabalho da auditoria propiciou oportunidade de se processar acertos nos procedimentos e controles afetos ao registro de frequência dos servidores da ANEEL. Justificativas para o não atendimento As ações da SRH apresentados acima. segundo entendimento da Auditoria Interna.

CEL. SRD. de 28/12/2011. Comissão Especial de Licitação . SCG. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 28/12/2011 Memorando Circular nº 39/2011-AIN/ANEEL.SRH. bem como sobre a implantação efetiva de rotinas apropriadas ao atendimento da recomendação constante do item “b” acima. SLC. Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração .SRD.1. Superintendência de Relações Institucionais . SCT. SMA.b. I. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética . Secretaria-Geral . SRH e SRI atualizem as informações disponibilizadas nos referidos sítios.SPE.2. Comissão de Ética. II. Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição . Que a Comissão de Ética. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Pág. instituindo procedimento de controle interno de forma garantir sua tempestividade e segurança ao acesso. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.SGE.PE 002/2011 2. Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH.SCG. Superintendência de Recursos Humanos . Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . 4 e 5. SRE.b. Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade . SGH. SGI. Que a SGI informe a esta AIN sobre a atualização das informações identificadas nos anexos “II” a “XVII” deste relatório. 3. SGE. Que a SGI busque dar maior efetividade à ferramenta de gestão de conteúdos de maneira a permitir maior gerência sobre as publicações. SRC.a. Síntese das providências adotadas Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.SRE. Que a SGI verifique as ações necessárias para adequar o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) da ANEEL com vistas a colocá-lo em conformidade com os padrões e diretrizes estabelecidos no e-GOV.SLC. contribuindo. CEL. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. assim.302 . em especial a e-PWG (Padrões Web). na eliminação das ocorrências identificadas nos Anexos “II” a “XVII” neste Relatório de Auditoria. SPE. I. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Superintendência de Regulação Econômica . SPG.SRC.a. Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Relatório de Auditoria .SRI.SMA. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios .

Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas.II. Que a SGI execute ações com vistas a definir processos adequados a fim de garantir a manutenção tempestiva de conteúdo dos sítios Intranet e Internet e interaja com Superintendências para que estas implementem e mantenham rotina periódica de encaminhamento / inclusão de informações de suas competências nos respectivos ambientes informatizados. Pág. de 29 de julho de 2002. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.c. II. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado. II. Justificativas para o não atendimento Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Que a SGI verifique a conformidade do SGC com as diretrizes constantes no “Guia de Administração do e-GOV”: item 3. Que a SGI informe a esta AIN o resultado das providências acima recomendadas.d. conforme Resolução nº 7 do Comitê Executivo do Governo Eletrônico.303 . Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.b.7 Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo.

PP 002/2011 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III. Relatório de Auditoria . Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas O Memorando nº 0149/2012-SLC/ANEEL. restando ações alheias a sua gestão para a disponibilização dos contratos no sítio Transparência Pública. afirmando que os arquivos foram enviados para CGU. Pág. que após analisa-los. de 27/01/2012. Justificativas para o não atendimento As providencias cabíveis à SLC foram tomadas. irá remetê-los para o SERPRO.304 . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A atualização dos contratos da ANEEL no sítio da Transparência Pública depende de processamento do SERPRO. apresenta os esclarecimentos complementares da área. instituindo procedimentos internos que garantam tempestiva divulgação destes atos nos termos da legislação vigente. Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC proceda à disponibilização dos contratos de credenciamentos firmados em 2010 e exercícios anteriores nos links referidos acima.

b e VII. solicitando à AGERGS o cumprimento das recomendações VII. juntamente com a AGERGS.a e VII. apenas informou.PP 004/2011 1. no montante financeiro de R$ 11. via e-mail. por meio do Ofício nº 0418/2011 – DG. . correspondente às diferenças apuradas nas planilhas de ressarcimento dos gastos com pessoal no exercício de 2010. Quantos as recomendações referentes no item 7. Que a SLC busque junto à AGERGS informe sobre a existência da garantia contratual citada no item 7. por meio do Memorando Circular nº 0002/2012-SLC/ANEEL.b. que a garantia contratual já estava expirada. via Ofício 419/2011 DG/AGERGS de 09/12/2011. Que a SLC adote as providências necessárias ao reembolso à AGERGS no valor de R$ 11.a. VII. pelo que damos por não atendida a recomendação. a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. SMA e SRI – Coordenação.21 (onze mil. a saber. adotarem as providências necessárias ao reembolso dos valores devidos à AGERGS.b.c. oriente aquela agência estadual a retê-la até que as pendências descritas neste ponto estejam definitivamente sanadas. a AGERGS informou. no que tange às recomendações VII. de 16/11/2011. está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011. Que a SLC busque junto à AGERGS proceder à analise comparativa entre as faturas dos exercícios de 2010 e 2011 a fim de verificar se existe equivalência entre as tarifas praticadas antes e após janeiro de 2011. juntamente com as faturas requeridas nas SAs 003 e 004. até a presente data. que foi remetido à ANEEL. e. pelo mesmo expediente.5. juntamente com a documentação que o embasou. as providências adotadas pela SLC. as providências adotadas pela SLC. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL. Pág. encaminhando o resultado da análise a esta AIN.a e VII. 2 e 7. VII. em caso positivo. cento e quarenta e nove reais e vinte um centavos). de 23/01/2012. Aquela Agência Estadual.149.b.305 Relatório de Auditoria . a SLC reiterou a necessidade de atendimento das recomendações VII. Aquela Agência Estadual informou que foi providenciada a solicitação. Que a SLC busque junto à AGERGS realizar o levantamento das diferenças desde o início da vigência do contrato até o mês em que a cobrança passou a ser feita de acordo com as disposições contratuais.c. o levantamento das faturas mensais do Contrato 03/2006 (jan/2006 a dez/2010). para o reembolso do valor correspondente.149. Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL.21. pelo que damos por não atendida as recomendações. em 29/12/2011. VII. visto que o contrato já tinha sido encerrado.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. de 16/11/2011. A SLC. de 13/12/2011. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011. Superintendência de Controle de Contratos e Convênios . solicitou às áreas envolvidas. encaminhando o resultado da apuração a esta AIN. em 12/12/2011.a e VII. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.c. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.SLC. Quanto à recomendação VII. Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações referentes no item 1. informando que orientou a AGERGS a formalizar pedido de reembolso junto a ANEEL. via mensagem eletrônica. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. até a presente data. Assim.

solicitando manifestação sobre a SLC/ANEEL. bem como as medidas que seriam adotadas vis a vis o novo Parecer. 3. a SLC informou que a AGR b) após a manifestação da PGE. sobre o assunto. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria . por meio do Memorando nº 0563/2011. que seria considerado extinto em caso de inobservância desse prazo. Pág. de 30/05/2011.PP 007/2011 Data do Relatório de Auditoria 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL. não se exige que o mesmo se aperfeiçoe antes do término da vigência do instrumento a ser inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas. também. bastando apenas que o procedimento se inicie antes de expirado o instrumento originário. que mediante o Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. Esta consulta deveria buscar. seja finalizado antes do término do prazo de vigência da pretensa prorrogação.Que a SLC adote as seguintes providências: quanto à elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos em tela. Ressalta-se que no aludido Parecer não houve manifestação III . da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia. de 11/08/2011.PGE.Após a manifestação acima requerida. tendo em vista o posicionamento do TCU referente à pendência em comento.PP 013/2009. e que. igualmente. solicitou-se o envio à ANEEL de toda a documentação comprobatória assinados após o termino das respectivas vigências.Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria . razão porque se recomendou à SLC realizar nova consulta à PGE/ANEEL com vistas à obtenção de pronunciamento conclusivo quanto à responsabilidade da ANEEL ao aceitar. Com respaldo no supracitado Parecer a SLC remeteu à AGR o Ofício nº 0303/2011a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL . fosse encaminhado expediente a todas as Agências Conveniadas dando conhecimento do entendimento da PGE/ANEEL sobre o assunto. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. que entende que na celebração de termo aditivo de prorrogação. Por intermédio do Memorando nº 0942/2011. entendeu como imprescindível que todas as formalidades atinentes à prorrogação ocorressem Recomendação transferida do Relatório de Auditoria . nas prestações de contas. despesas realizadas com base em contratos aditados posteriormente aos respectivos vencimentos. Justificativas para o não atendimento As providências informadas acima e consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. entendimento da PGE quanto à possibilidade de reconhecimento por parte da Diretoria da ANEEL das despesas já incorridas nestas condições. solicitando que fosse promovida a regularização dos contratos elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram envolvidos. Além disso. de 24/06/2011. caso pertinente. mesmo que amparados por parecer jurídico na esfera estadual.PP 013/2009 durante a vigência do respectivo contrato. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos continuou seguindo as orientações da Procuradoria-Geral do Estado no que tange aos termos contratos envolvidos e. a exemplo das justificativas apresentadas pela AGR (Parecer 001720/2008). Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SLC. prorrogado. realizou consulta à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE).306 . não foram suficientes para o atendimento das recomendações exaradas no relatório de auditoria. de 13/09/2011. bem como apresentasse à Auditoria o resultado das providências acima recomendadas. a devolução à conta do Convênio dos valores do Parecer 001720/2008. a recomendação foi considerada não atendida. de 20/05/2011. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto.

cadastramento/atualização das informações contidas no relatório mensal encaminhado pela Agência.1 e 2. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . As informações apresentadas à AIN não foram suficientes.a. tempestivamente. a AGESC solicite as orientações pertinentes à unidade organizacional. Igualmente recomendado no item procedente.2. 2 e 3. promova o cadastramento dessas informações na página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração. Que a SAF proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 2. e interaja com as áreas envolvidas no processo de fiscalização.52 (dezoito mil.3. orientando.PP 008/2011 1. Que a SFG.b. sobre como proceder para a conclusão do posicionamento em cada recurso.3.509. no Sistema Inadimplentes. Nesse documento. Relatório de Auditoria .63.2.b. em relação aos subitens 2.3. informe esta AIN sobre as medidas adotadas com vista a solucionar as não conformidades apontadas. solicitando apresentação de justificativas quanto ao atraso na análise dos recursos interpostos aos Autos de Infração. se for o caso.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. a ser efetuada até março de 2012. II. na prestação de contas do 3º/4º trimestre de 2011 o valor de R$ 12. de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL. II.63 será incluído como contrapartida da AGESC na prestação de contas do último trimestre de 2011.SFG.1 e 2. Que a SLC oriente à AGESC a solicitar o reembolso do montante de R$ 18. Superintendência de Administração e Finanças . Que a SFG.4. consoante item 1. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF efetuou o reembolso devido. II. A SAF solicitou à AGESC que enviasse formulário contendo os dados dos AI’s pendentes de cadastramento no SIGEC. Pág. em relação aos subitens 2.1.a.618.a. adicionalmente. quinhentos e nove reais e cinquenta e dois centavos) e apropriar.3.3. A SFG encaminhou à AGESC Ofício nº 993/2011-SFG/ANEEL. O valor de R$ 12. Igualmente. recomendou-se que. solicite da AGESC que apresente as justificativas para o atraso na análise dos Autos. Pendente de confirmação.307 .2.SAF.618. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL. Essa demanda gerou chamado ao suporte técnico que está envolvendo a SGI. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . em relação aos subitens 2.2.1 e 2.3. Que a SFG. AGESC e SFG. de 20/07/2011. objetivando o estabelecimento de rotinas que garantam a efetividade do controle sobre os AI’s emitidos. na contrapartida da Agência. proceda. A regularização de tal situação depende de implantação de sistema de informações que possibilite um acompanhamento tempestivo por parte da ANEEL em relação aos AI´s expedidos pelas agências reguladoras estaduais.4. II. de 30 de setembro de 2011. no caso de dúvidas ou dificuldades para conclusão de posicionamento em recurso.SLC. informe a esta AIN as medidas internas adotadas.3.3.

está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações acima referidas as providências adotadas pelas áreas não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.308 . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. pelo que damos por não atendidas as recomendações. Pág.

SIGEC. a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou. II. de 15/08/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Justificativas para o não atendimento Por meio da Nota Técnica nº 8/2012. informando a esta AIN as providências adotadas.SAF. de 16/12/2011. embora as justificativas apresentadas pela SGI vão ao encontro das recomendações efetuadas por esta AIN. SAD. SARI. das melhorias recentemente promovidas no sistema SIGEFIS. ainda. Acrescentou. por meio do Memorando nº 977/2011. TAXAFiscalização.c. a SGI informou que os sistemas SAMP. Que a SGI implemente procedimentos que garantam a atualização dos dados dos agentes e agências conveniadas automaticamente em todos os sistemas corporativos da ANEEL. está viabilizando o atendimento da recomendação explicitada. Pág. Outorgas de Geração e SIGEC têm as suas bases de dados integradas. que a integração entre os sistemas SIGEFIS e SIGEC é feita via rotina disponibilizada no sistema SIGEC que requer intervenção dos servidores da SAF. Ademais. que esse procedimento foi recentemente aprimorado de acordo com orientações da SAF/AIN e que a SGI está aguardando a homologação da SAF para colocar as alterações realizadas em ambiente de produção. de 16/01/2012 . portanto a atualização em um sistema se reflete automaticamente nos demais. Superintendência de Gestão Técnica da Informação . faz-se necessário que a SGI comunique a efetiva implantação. SAD e SARI.SGI. a AIN entendeu que. sempre que ocorrerem atualizações ou inclusões de dados no Sistema SIGEFIS.PP 009/2011 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. Superintendência de Administração e Finanças .309 . o que traz um certo risco. em ambiente de produção.

o qual aquela Agência envia a publicação no Diário Eletrônico do TCE-PE. sendo o horário de 15h36 do voo da WEBJET impróprio.3 do Relatório. as recomendações Ia. providencie a glosa dos respectivos valores com a consequente devolução dos recursos e o lançamento de tais despesas na contrapartida da ARPE na execução do TAD em 2011 (Valor previsto: R$ 100. a Agência Estadual informou que optou pela passagem mais tarde. de 18/11/2011.PP 010/2011 1e6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL.SMA. visto que:  A SRI encaminhou cópia do Ofício ARPE DP nº 357/2011.SLC. no exercício de 2012. possibilitou. solicitando apreciação das justificativas apresentadas pela ARPE. A SMA considerou razoável a escolha pelo voo menos econômico. caso não sejam satisfatórias. Superintendência de Relações Institucionais .  Por meio do Memorando nº 9/2012-SLC/ANEEL. Pág. Ib e Ic foram devidamente atendidas. Embora as recomendações acima encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011. de 06/01/2012. tais assuntos foram solucionados. de 16/01/2012. VI) Que a SRI solicite à ARPE o posicionamento do TCE/PE sobre as considerações feitas no Relatório de Auditoria daquele Tribunal referentes à prestação de contas do exercício de 2009 e envie a esta AIN. de 06/10/2011. que foram consideradas atendidas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.c) Que a SLC informe a esta AIN o resultado obtido quanto às providências recomendadas nos itens “a” e “b” antecedentes. de 02/12/2011. e menos econômica.00). conforme mencionado nos itens 1. Sendo assim. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPE. tendo em vista se tratar de evento de ouvidoria. I. Por meio do Memorando 004/2012. no tocante à prestação de contas da ARPE relativas ao exercício de 2009. totalizando R$ 300. de 09/01/2012 a SRI encaminhou as informações solicitadas. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios . de 22/12/2011. o atendimento das recomendações explicitadas. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas Por meio do Ofício ARPE-DEF nº 047/2011.SRI. I.b) Que a SLC analise as justificativas a serem apresentadas pela ARPE e. assim como a SLC. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.310 .2 e 1. conforme Nota Técnica 07/2012-AIN/ANEEL.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . a SLC informou que foi encaminhado expediente para Superintendência de Mediação Administrativa Setorial .00 por pessoa.a) Que a SLC solicite à ARPE a apresentação de justificativa para a aquisição de passagens menos econômicas. como forma de prevenir a possibilidade de precisar atender à necessidade da ANEEL estender os trabalhos além do previsto.

8.SGI. com vistas ao estabelecimento de procedimentos e rotinas junto às assessorias dos Diretores-Relatores. 9 e 10.7. avançando uma casa no placar de sorteio para a empresa UHY Moreira Auditores. II. 3. de 10/07/2007. 5. 2. informando a esta AIN sobre as providências adotadas. IV.3) Que a SFF solicite da SGI o cancelamento do AI 007/2011-SFF. II. sempre que possível.a. tendo em Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. II. III) Que SGE dê ciência à Diretoria da ANEEL sobre os apontamentos realizados. a vinculação das informações com os respectivos documentos disponíveis no site da ANEEL (Relatórios de Fiscalização) ou a juntada de documentos auxiliares que retratem a missão realizada (atas de reunião de encerramento dos trabalhos). Pág. o registro do número do respectivo processo administrativo punitivo. o detalhamento das atividades realizadas. em razão do exposto nos itens 2. atue junto à SGI na implementação de regra no SIGEFIS para que o cadastramento dos ARs tenha como requisito a existência prévia do número do respectivo processo administrativo punitivo. no momento do cadastramento dos ARs no SIGEFIS. II.SFF. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. proceda as alterações que se fizerem necessárias no SIGEC e SIGEFIS. Aguardando manifestação da área. com vistas a atender o disposto no art. 49 da Resolução Normativa nº 273.a.a. de 16/12/2011. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I) Que a SFF oriente seus colaboradores quanto ao preenchimento dos relatórios de viagem. a fim de atender a solicitação da SAF de 08/11/2011.b) Que a SGI. Secretaria-Geral SGE.3 a 2.1) Que a SFF oriente os seus servidores para que procedam. IV. 6. 4.8. II. tendo em vista o item 2.4) Que a SFF informe a esta AIN sobre as providências adotadas. 27 do Regulamento de Credenciamento. 7.b) Que a SFF realize a correção do placar no próximo sorteio a ser efetuado para o serviço 2.2) Que a SFF em conjunto com as demais superintendências de fiscalização. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL.PP 011/2011 1.a.311 . Aguardando manifestação da área. com vistas a evitar incompatibilidade com as regras de importação do SIGEC. promovendo. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira . de forma a dar transparência aos gastos realizados.a) Que a SFF proceda à numeração das demandas de forma sequencial nos próximos sorteios. na busca do tempestivo cumprimento ao prazo estabelecido no inciso VI do art.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Superintendência de Gestão Técnica da Informação .

vol. com vistas a aprimorar a execução dos sorteios. informando a esta AIN as providências adotadas. VII) Que a SFF. VIII) Que a SFF informe as empresas contratadas sobre a necessidade da indicação do preposto nos moldes do modelo especificado no Anexo XII do Edital de Credenciamento nº 03/2009.a. 36 do Regulamento de Credenciamento. Auditores pela inexecução do Contrato nº.2) Que a SFF solicite a SLC que proceda a abertura de processo administrativo para a apuração da responsabilidade administrativa da empresa HLB Audilink & Cia. X. V. informando a esta AIN as providências adotadas.2 do Relatório. V. como critério de ajuste. requerendo. quando se constatarem empresas com SICAF irregular. e em caso de necessidade.b) Que a SFF passe a instruir formalmente no processo a avaliação dos motivos e implicações dos impedimentos alegados pelas credenciadas. institua modelo de Termo de Homologação. específico para a homologação dos sorteios de demandas.b) Que a SFF. V. IX) Que a SFF encaminhe a esta AIN documentos que comprovem a execução tempestiva do mencionado Contrato. de forma a prever. Pág. 22 do Regulamento de Credenciamento. X. 43 do Regulamento do Credenciamento.441. com vistas a atender ao art. o avanço de casa(s) no placar. em consonância com o disposto no art. bem como a ausência de aplicação das penalidades previstas. 87/2011-ANEEL. bem como a não participação por algum motivo de impedimento. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. encaminhando cópia a esta AIN. aplicar penalidade conforme o art. bem como a decisão pela aceitação ou não das justificativas apresentadas.d) Que a SFF proceda a digitalização da fl. encaminhando cópia da comunicação à esta AIN. sempre que necessário. 1 da Ata de Reunião do 2º Sorteio de 2011. tendo em vista o longo tempo decorrido do encerramento do prazo de vigência contratual. em conjunto com a SLC.vista o ocorrido no 2º Sorteio de 2011. V. conforme comentários no item 4.a) Que a SFF oriente as credenciadas no sentido de apresentarem em conjunto com a declaração de impedimento os documentos que comprovem tal condição. VI. proporcional ao número de demandas sorteadas para cada empresa concorrente.1) Que a SFF abstenha-se de aplicar advertência verbal nas empresas contratadas. instruindo no respectivo processo e encaminhando a esta AIN cópia do placar devidamente corrigido.c) Que a SFF evite o recebimento de declarações de impedimento presenciais e orais durante a realização do sorteio.a. encaminhando a esta AIN cópia do modelo instituído.a) Que a SFF abstenha-se de utilizar o critério da linha média como forma de penalidade a empresas com SICAF irregular durante a realização do sorteio de demandas. VI. encaminhe à Diretoria Colegiada da ANEEL proposta de alteração do Regulamento do Credenciamento ANEEL – 2008. 7 do processo físico. constante da página 1.312 . formalização do processo de sanção administrativa à SLC.

313 . Pág.Justificativas para o não atendimento Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado.

necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional . que estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas. bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 366 de 19. de 09. formação. Resolução Normativa nº 460 de 09/11/2011 publicado em 23/11/2011 Inclui o art.17. 10º da Resolução Normativa ANEEL 406 de 13. 5º.CCC. Resolução Normativa nº 447 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas. Resolução Normativa nº 427 de 22/02/2011 publicada em 11/03/2011 Estabelece as regras para o planejamento.CCEE.2009.ONS de empresa de auditoria independente para auditagem dos dados de entrada do Programa Mensal de Operação .CNOS com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . ITEM 17. 6.246.2011. Resolução Normativa nº 455 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação por parte do Operador Nacional do Sistema Elétrico . 4. e dos dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico . de 28. contratos comerciais e rotinas de operação. Pág. 3º.SIN.111. Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011 publicado em 13/07/2011 Estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas. não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação .2010.CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças .SFG/ANEEL. pertecentes ao Sistema Interligado Nacional. Resolução Normativa nº 430 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a redação dos arts.09.07. 2. 3. e o Decreto 7. sob coordenação da Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . em conformidade com a Lei 12.2010.12.CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai.07. 5. e revoga as resoluções normativas listadas. 7°A na Resolução Normativa ANEEL 447 de 13.PLD.314 .1 Atos Regulatórios Publicados REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE GERAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 9 Resoluções Autorizativas 10 Resoluções Homologatórias 3 Despachos 63 Total 85 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional . processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis .2009. que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .05. 7. OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A.SIN. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 17.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .PMO e suas revisões. contratos comerciais e rotinas de operação. o Anexo I e revoga o art. 1º. Resolução Normativa nº 425 de 01/02/2011 publicada em 11/02/2011 Aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização.

Resolução Normativa nº 466 de 29/11/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece critérios e procedimentos para geração termelétrica fora da ordem de mérito de custo para compensar indisponibilidades passadas por falta de combustível. à Empresa Metropolitana de Água e Energia . 6. Chavantes. Salto grande. Estado de Roraima.2004.315 .ESS.CCC. Capivara e Rosana. com a redação dada pelas Leis 11.A. Resolução Autorizativa nº 2738 de 25/01/2011 publicada em 31/01/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. à Duke Energy International. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e sistema especial de proteção. Estado do Pará.111 de 09. Resolução Autorizativa nº 3027 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . 4º e 5º. à Queiroz Galvão Energética S.06.A. Jurumirim.rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Barra Bonita.A na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 20 da Lei 10.2009. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. Geração Paranapanema S. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência. art. Resolução Normativa nº 467 de 06/12/2011 publicado em 09/12/2011 Estabelece os requisitos e critérios para modificação do regime de exploração das concessões de aproveitamentos hidrelétricos para geração de energia elétrica destinada a serviço público. 8.488 de 15. na sub . 7. referente à Usina Termelétrica Santana do Araguaia I. referente à UTE Brasil Bio Fuels.EMAE.848 de 15.ESS. 4. no município de São João da Baliza. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Subestação Henry Borden.EMAE. Euclides da Cunha e Limoeiro. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Taquaraçu. Resolução Autorizativa nº 3011 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Brasil Bio Fuels S.03.A. via Encargos de Serviços do Sistema .8. Resolução Autorizativa nº 3012 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Santana do Araguaia Energia S. Resolução Autorizativa nº 2972 de 21/06/2011 publicado em 30/06/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. Promissão. 9.ESS. nos termos dos parágs.A. referente aos custos incorridos para implantação do Sistema Especial de Proteção na Usina Hidrelétrica de Jauru. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Usina Reversível Pedreira.CCC. via Encargos de Serviços do Sistema . via Encargos de Serviços do Sistema .12. 3. 3º.2007 e 12. município de Santana do Araguaia. Resolução Autorizativa nº 3112 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Pág. à AES Tietê S. 2. Caconde. Bariri. 5.ESS. Resolução Autorizativa nº 2862 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. Resolução Autorizativa nº 2773 de 15/02/2011 publicada em 24/02/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. via Encargos de Serviços do Sistema .

Resolução Autorizativa nº 3162 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro.MRE. Despacho nº 127 de 18/01/2011 publicado em 25/01/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ENERGIMP S. Salto e Santo Antônio. dos custos de implantação de reforço nas instalações do pátio da Usina Hidrelétrica Henry Borden. à Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .EMAE.TEO. Resolução Autorizativa nº 3177 de 01/11/2011 publicado em 10/11/2011 Autoriza o ressarcimento. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CEEE-GT. 3. à AES Tietê S. disponibilizados pela Usina Hidrelétrica Itaipu.ESS.316 . 2.A.CCEE. para 2012 e 2017. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . Despacho nº 176 de 25/01/2011 publicado em 26/01/2011 Pág. 02 e 03 da Usina Hidrelétrica de Itaúba como compensador síncrono. e os valores correspondentes às cotas . 10.CCEE. via Encargos de Serviços do Sistema . operando na situação de compensador síncrono.A. Despacho nº 131 de 18/01/2011 publicado em 19/01/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Eletronuclear. Aquibatã. para repasse às concessionárias de energia elétrica. com vigência à partir de janeiro de 2012.partes. Bom Jardim. 3.Autoriza o ressarcimento financeiro. Rio de Ouro. Resolução Homologatória nº 1245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Serviços Ancilares .TSA. Resolução Homologatória nº 1240 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Estabelece os montantes de potência contratada e energia vinculada.2010. no processo de contabilização do mês de dezembro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da Usina Termonuclear Angra II. Púlpito. Despacho nº 088 de 12/01/2011 publicado em 13/01/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . via Encargos de Serviços do Sistema . para valorar a energia transferida entre as usinas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia . a partir de janeiro de 2012.ESS.04.CVU. do Programa Mensal de Operação – PMO 4. não acatando a solicitação de alteração da energia de referência das Usinas Eólicas de Amparo. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. 9. para revisão do Custo Variável Unitário . DESPACHOS 1. referente à substituição de 03 compressores necessários à operação das unidades geradoras nos 01. Cascata. à disponibilidade de algumas usinas. outorgadas à empresa. Resolução Homologatória nº 1246 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Energia de Otimização . Campo Belo. à Empresa Metropolitana de Água e Energia . em face do Despacho SRG/ANEEL 896 de 08. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários. para pagamento do serviço de suporte de reativos. Cruz Alta.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. provido por unidade geradora.ESS. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência. 2. a ser aplicado a partir da revisão 3.

comprometida em Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado .3_bengnl do programa computacional NEWAVE e 16.08. Despacho nº 642 de 16/02/2011 publicado em 17/02/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário . por não atender à condição estabelecida na Resolução Normativa 330 de 26.CCEE. e mantém. de forma a atribuir a inflexibilidade declarada das usinas termelétricas Tocantinópolis e Nova Olinda.CVU. 6. 12.EMAE. Despacho nº 776 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda. Despacho nº 719 de 21/02/2011 publicado em 22/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S.PMO de março de 2011.PROINFA. 11.04. a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação . 5.4 do programa computacional DECOMP. Despacho nº 663 de 17/02/2011 publicado em 18/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Usina Termelétrica Norte Fluminense S.CCEE que proceda a recontabilização dos meses de fevereiro. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .317 . destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. em sua integralidade. das Usinas Termelétricas relacionadas.ONS.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .ESS. Despacho nº 797 de 23/02/2011 publicado em 24/02/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. de forma a atribuir a inflexibilidade realizada pela Usina Termelétrica Viana. 8. em favor do agente proprietário da usina. com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . referente ao ressarcimento dos custos incorridos na substituição dos disjuntores às unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Henry Borden. 10.CVU's das usinas relacionadas. da Usina Termelétrica Norte Fluminense.CCEE. Despacho nº 574 de 15/02/2011 publicado em 11/02/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . para revisão do Custo Variável Unitário .ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A . Despacho nº 778 de 23/02/2011publicado em 24/02/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . Despacho nº 210 de 26/01/2011 publicado em 27/01/2011 Nega aprovar o uso das versões 16. Despacho nº 247 de 01/02/2011 publicado em 02/02/2011 Nega conhecimento à solicitação da Empresa Metropolitana de Água e Energia S.A .1. junho e outubro de 2010.6. em favor do agente proprietário da usina. 9.CCEE proceda à recontabilização do mês de outubro de 2010.CCEAR.2010. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .A .A.CVU.CGEEs. 13.366 de 27. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .ELETROBRÁS.Aprova o uso da versão 16hq do programa computacional DECOMP.2008. em substituição à versão 16.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a Resolução Autorizativa ANEEL 2. 7. Pág. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. março.

mantendo a decisão da Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração . 17. no processo de contabilização do mês de abril de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para revisão do Custo Variável Unitário . 16. no âmbito do Proinfa. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . 18.CCEE.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. 15.PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário . de maio de 2011. com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2010. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . no mérito. Pág. Jorge Lacerda II. Despacho nº 1753 de 26/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o pagamento.ESS.Companhia Paranaense de Energia. das Usinas Termelétricas Jorge Lacerda I. Jorge Lacerda IV e Charqueadas com os novos valores a serem aplicados.CVU.10.SRG. do Programa Mensal de Operação .ANEEL Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Boa Sorte Energética S.ONS. das Usinas Termelétricas relacionadas.CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II. Despacho nº 1601 de 14/04/2011 publicado em 15/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Tractebel Energia S. Despacho nº 1240 de 21/03/2011 publicado em 22/03/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . Despacho nº 1824 de 28/04/2011 publicado em 29/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da COPEL . de abril de 2011.A . concede provimento parcial ao recurso interposto pela Eólica Formosa Geração e Comercialização de Energia S.A. Despacho nº 1675 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e. 21.319 de 29. no processo de contabilização do mês de março na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE.CVU. para revisão do Custo Variável Unitário . face ao Despacho SRG/ANEEL 778 de 23. à partir da revisão 3. Despacho nº 1451 de 05/04/2011 publicado em 06/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S. que alterou o montante de energia de referência da Usina Eolioelétrica Praia Formosa. 19.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .PMO. destinada exclusivamente à contratação com a Eletrobrás. face ao Despacho SCG/ANEEL 3. da Usina Termelétrica Figueira com os novos valores a serem aplicados a partir do Programa Mensal de Operação .318 . Despacho nº 1590 de 13/04/2011 publicado em 14/04/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . mantendo a energia de referência da Pequena Central Hidrelétrica Boa Sorte.CVU.ESS. Jorge Lacerda III.PMO. Despacho nº 1916 de 05/05/2011 publicado em 06/05/2011 .CCEE. 22.ESS. no processo de contabilização do mês de fevereiro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A.14.A. 20.02. Despacho nº 2032 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .2011. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.

ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20. 26.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.ESS.CCEE. a ser aplicado a partir da revisão 2. da Usina Termelétrica Fortaleza. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . Despacho nº 2921 de 14/07/2011 publicado em 15/07/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .CCEE.SCD. Despacho nº 2033 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 28.1 do programa computacional Previvaz. e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças PLD. Despacho nº 2903 de 13/07/2011 publicado em 14/07/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Central Geradora Termelétrica Fortaleza S. no processo de contabilização do mês de junho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 2491 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Autoriza o uso pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . 27. Despacho nº 3045 de 22/07/2011 publicado em 25/07/2011 Aprova o uso da versão 16hq4 do programa computacional DECOMP. Despacho nº 2545 de 15/06/2011 publicado em 16/06/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .A. Despacho nº 2654 de 24/06/2011 publicado em 27/06/2011 Determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico .2011.CCEE.2.ESS. que recebe a denominação de versão 17.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética . fevereiro e março de 2011.01. da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.23.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.PMO. 25. 31.06.2011. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a ser ressarcido via Encargo de Serviço de Sistema .CCEE que proceda a recontabilização dos meses de janeiro. em substituição à versão 16hq do mesmo programa autorizada pelo Despacho SRG/ANEEL 176 de 25. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .CCEE. Despacho nº 3359 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Pág.CVU. da versão 5. 30.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 2653 de 22/06/2011 publicado em 24/06/2011 Autoriza o pagamento.CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II. para revisão do Custo Variável Unitário . de cada semana operativa correspondente à recontabilização. de forma a permitir a transferência de lastro entra as parcelas da Usina Termelétrica Governador Leonel Brizola.319 . do Programa Mensal de Operação . 29. Despacho nº 2690 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais .ONS. 24. no processo de contabilização do mês de maio na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .PMO e suas revisões.A . 32.

PROINFA. Despacho nº 3360 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento.ESS.2011. Despacho nº 3703 de 13/09/2011 publicado em 14/09/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 3631 de 06/09/2011 publicado em 15/09/2011 Conhece e nega provimento ao agravo interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda em face do Despacho ANEEL 2.CCEE. 39.2012. no processo de contabilização do mês de julho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .2011 a 03. no período de 01. da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CCEE.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. 34. Despacho nº 3361 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 3584 de 02/09/2011 publicado em 05/09/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . com o objetivo de obter contribuições para o aprimoramento dos critérios para consideração da referida resolução. Pág.CGEEs.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.320 .10. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. 37.05. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . no que diz respeito à sua aplicação para as usinas não simuladas individualmente que não iniciaram sua operação comercial.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. Despacho nº 3526 de 01/09/2011 publicado em 02/09/2011 Convalida parcialmente a decisão do Despacho 3. 40.CCEE.239 de 30. Despacho nº 3363 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento.2011.Autoriza o pagamento. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.2011. mantendo a suspensão da Resolução ANEEL 440 de 05.103 de 29.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia .07. Despacho nº 3544 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica .2011. da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .09. bem como abre Audiência Pública. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. 41. 38.01.07.A .MRE a partir de 01. Despacho nº 3362 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . 35.ELETROBRÁS.CCEE. 33. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. 36.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.CCEE.

pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da Usina Termelétrica Santa Cruz. 51. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . referente à especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD) dos sistemas isolados.321 . Despacho nº 4114 de 19/10/2011 publicado em 20/10/2011 Autoriza o pagamento. 45.42.ESS. Despacho nº 4406 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Pág. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . Despacho nº 4094 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia. 48.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. a ser aplicado a partir da revisão 3. 49. Despacho nº 3858 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Furnas Centrais Elétricas S.CCEE.CVU's das usinas relacionadas. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.A. Despacho nº 3743 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 47. 50. Despacho nº 4233 de 28/10/2011 publicado em 31/10/2011 Revoga os itens "ii" e "iii" do Despacho SRG/ANEEL 2. 43. conforme descrito na tabela. conforme descrito na tabela.2011. 46.CCEE. do Programa Mensal de Operação . da sétima parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CCEE.CCEE.CCEE. Despacho nº 3912 de 28/09/2011 publicado em 29/09/2011 Autoriza o pagamento. da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . Despacho nº 4092 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . 52.CVU.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.CCEE.CVU's das usinas relacionadas. Despacho nº 4212 de 26/10/2011 publicado em 27/10/2011 Autoriza o pagamento. 44.ESS. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 4314 de 03/11/2011 publicado em 04/11/2011 Autoriza o pagamento. da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . para revisão do Custo Variável Unitário .06.690 de 28. da sexta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . Despacho nº 4093 de 17/10/2011 publicado em 19/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S.A.PMO.

58. Despacho nº 4855 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .CVU's das usinas relacionadas. para revisão do Custo Variável Unitário . Pág.A de sub-rogar-se no direito de usufruir da sistemática da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .CCC relativo à implantação da Usina Hidrelétrica Rondon II. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas.SRE adotem medidas para verificar o cumprimento do preço estabelecido no contrato.ELETROBRÁS. Despacho nº 4819 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da empresa COPEL . de revisão do valor do investimento da Pequena Central Hidrelétrica Primavera. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 57.PROINFA. da Usina Termonuclear Angra I. Despacho nº 4706 de 06/12/2011 publicado em 07/12/2011 Autoriza o pagamento.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.CGEEs. 59. 60.ESS. da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .CVU.CVU's das usinas relacionadas. bem como determina que a Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira .CCEE. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . Despacho nº 4407 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Aprova o projeto básico da Pequena Central Hidrelétrica Oswaldo Vincintin.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. desde o início do suprimento. Despacho nº 4821 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Nega o pleito relativo da Eletro-Primavera Ltda.PMO de dezembro de 2011.A. a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação PMO de 17 de dezembro de 2011.CVU da Usina Termelétrica Figueira. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . 54.A .Companhia Paranaense de Energia para revisão do Custo Variável Unitário . Despacho nº 4910 de 20/12/2011 publicado em 23/12/2011 Indefere pleito formulado pela Eletrogóes S.322 . Despacho nº 4925 de 22/12/2011 publicado em 23/12/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S.CCEE. conforme as características detalhadas. a ser aplicado a partir da revisão 3 do Programa Mensal de Operação . 53. Despacho nº 4517 de 24/11/2011 publicado em 25/11/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Termonuclear S.CCEE. Estado de Minas Gerais. 56. nos municípios de Augusto de Lima e Diamantina. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . celebrado entre a CERON e a Eletrogóes. 61. da oitava parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . Despacho nº 4820 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza o pagamento. 55. no processo de contabilização do mês de novembro de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .SFF e a Superintendência de Regulação Econômica . no rio Pardo Grande.CCEE. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para fins de sub-rogação. de titularidade da Oswaldo Vincintin PCH Ltda.ESS.

2º. 3º da REN ANEEL 068 de 8. da REN ANEEL 265 de 10. conforme anexo.323 .2007. 2.2004.05.04.Inclui no art. Resolução Normativa nº 454 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN. 12.06. 3º-A. parág.12. e inclui o art.SIN. 5º da REN 067 de 08. 21-A. Resolução Normativa nº 442 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Regulamenta as disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Resolução Normativa nº 441 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Prorroga o prazo.CCC.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas. Resolução Normativa nº 429 de 15/03/2011 publicado em 23/03/2011 Altera a redação dos arts. 9. Altera a ementa. Resolução Normativa nº 461 de 09/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova a revisão 2. a distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissão sob responsabilidade de concessionária de transmissão.A . 3. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. 13. 1º e 8º. referente à Pequena Central Hidrelétrica Ângelo Cassol. de que trata o item I do Anexo da Resolução Normativa ANEEL 270 de 26. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 64 Resoluções Homologatórias 4 Despachos 37 Total 112 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. 6. 18 da REN 399 de 13. 2º e 4º do art. da Resolução Normativa ANEEL 399 de 13.2010. Despacho nº 4916 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Nega o pleito da Hidroelétrica Ângelo Cassol Ltda de enquadramento na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .04. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. altera os parág. os arts. 4. dá nova redação ao inciso II do art.Petrobrás. Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Estabelece na forma desta resolução. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS Pág.2003.2004.0 dos Módulos 2.06. para a utilização dos Fatores Multiplicadores para Desligamentos Programados (Kp) e para Outros Desligamentos (Ko). Despacho nº 4988 de 29/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova a Carta Compromisso.2010. bem como revoga a REN ANEEL 158 de 23. 63. 4º e ao parág 1º do art. 3º e 4º.2002. para o segundo ano da metodologia da Parcela Variável. que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica. 13 e 22. 6. Resolução Normativa nº 434 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Revoga a Resolução 798 de 26. o parág. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional . 5.06.4º-B. 2005. 7. Inclui o art.62.06.

COPEL . Resolução Autorizativa nº 2717 de 18/01/2011 publicado em 04/02/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 959 de 19. bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida. 5.05. a implantar reforços na Subestação Foz do Iguaçú.06. Resolução Autorizativa nº 2855 de 12/04/2011 publicado em 27/04/2011 Pág. e autoriza as concessionárias de serviço público de transmissão de energia elétrica a implantarem reforços em instalações de transmissão. inciso II. 7.324 . 1. 9.CTEEP. 6. 1º e o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 1.2008.02. Resolução Autorizativa nº 2752 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. Resolução Autorizativa nº 2751 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2.A.CTEEP.09. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . que autoriza à Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.2009. Resolução Autorizativa nº 2823 de 22/03/2011 publicado em 30/03/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .06.2008.2013.2009.2007. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2835 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Altera a alínea "a". 2. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 8.734 de 16. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 4.376 de 04. 11. 1.1.02.814 de 17. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. que autoriza à FURNAS Centrais Elétricas S.2009.270 de 08. art. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 2. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. que autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.2009 e 2.523 de 26. Resolução Autorizativa nº 2837 de 29/03/2011 publicado em 06/04/2011 Aprova o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico . 10.2010. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2784 de 22/02/2011 publicado em 03/03/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2737.938.12.069 de 01. 3.A.040 de 11.2008. de 02.04.CHESF.ELETRONORTE.A a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.08. integrantes da Rede Básica e das demais instalações de transmissão. 1.2010. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.08. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . publicada em 31/01/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.GT.PMIS 2010 . Resolução Autorizativa nº 2753 de 01/02/2011 publicada em 07/02/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .322 de 15. de 25/01/2011. 1.A . bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida. Resolução Autorizativa nº 2756 de 01/02/2011 publicado em 09/02/2011 Autoriza a Copel Geração de Transmissão S.

Resolução Autorizativa nº 2955 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Pág. Resolução Autorizativa nº 2921 de 31/05/2011 publicado em 06/06/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL e respectivas Receitas Anuais Permitidas .11. apresentados no anexo I desta resolução. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.REIDI. conforme os Anexos I e II. Resolução Autorizativa nº 2910 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.Altera o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. de reforços autorizados às concessionárias de transmissão de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 2879 de 17/05/2011 publicado em 20/05/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S. 19. de 30. propostos nos documentos Consolidação de Obras de Rede Básica e Consolidação de Obras das Demais Instalações de Transmissão. Resolução Autorizativa nº 2919 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Companhia Transmissão de energia Elétrica Paulista . Resolução Autorizativa nº 2911 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 17.325 .2010. 16.ELETRONORTE. bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . que estabelece o valor das parcelas da Receita Anual Permitida referente à adequação dos controles do compensador estático da subestação Bom Jesus da Lapa II.CHESF. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2891 de 17/05/2011 publicado em 24/05/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .COPEL-GT.RAP.CTEEP. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 12. Resolução Autorizativa nº 2946 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Autoriza a TAESA Transmissora Aliança de Energia Elétrica S. 13.CTEEP. 14.626.A.A. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.AFLUENTE. 21. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. 15. Resolução Autorizativa nº 2920 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica S. 20. Resolução Autorizativa nº 2860 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. 18. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.

A a implantar reforços em instalação de transmissão sob sua responsabilidade.911 de 24.2011. do art. Resolução Autorizativa nº 3009 de 05/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera a redação do parágrafo único do artigo 2º da Resolução Autorizativa 535 de 20. e altera a Resolução Autorizativa ANEEL 2. passa a vigorar conforme descrito no artigo 1º desta Resolução.RAP. Resolução Autorizativa nº 3029 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a ATE II Transmissora de Energia S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2011.GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.CHESF a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A.971 de 21. Resolução Autorizativa nº 2969 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. 1º e substitui o Anexo I. Resolução Autorizativa nº 2968 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .A . da Resolução Autorizativa ANEEL 1. Resolução Autorizativa nº 2849 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Pág. 23. 31.2010. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.12. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2008. Resolução Autorizativa nº 3034 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza a Companhia Energética de Goiás . Resolução Autorizativa nº 3086 de 30/08/2011 publicado em 09/09/2011 Retifica a redação.2006. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. de modo que acrescenta a alínea "e" no inciso III e a alínea "K" no inciso IV. que autoriza à Evrecy Participações Ltda. que autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. 29. Resolução Autorizativa nº 2970 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a CEMIG Geração e Transmissão S.523 de 26. a implantar reforços nas instalações de transmissão. 27.Retifica o item I. da Resolução Autorizativa 2. 26. 25. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 32.Eletronorte. 28. da Resolução Autorizativa ANEEL 2.05.376 de 04. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.4 do Anexo I.04.FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. e o item II.05. 24. Resolução Autorizativa nº 2999 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2.6 do Anexo II. 22.A .Copel Geração e Transmissão S.A . a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3028 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a Companhia Paranaense de Energia .08. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 30.06.CEMIG GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.CELG .2010. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida .639 de 07. Resolução Autorizativa nº 2971 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Evrecy Participações Ltda a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.326 .

CHESF.REIDI.Eletrosul. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como substitui o Anexo I da Resolução já citada pelo anexo I da presente Resolução.A . Resolução Autorizativa nº 3103 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Autoriza a Manaus Transmissora de Energia S. 40. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .ELETRONORTE. 38. a implantar reforços nas instalações de transmissão. Resolução Autorizativa nº 3170 de 25/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S. 1º da Resolução Autorizativa 2. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 33.CEEE . 41. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A .911 de 24. Resolução Autorizativa nº 3161 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S. Resolução Autorizativa nº 3150 de 11/10/2011 publicado em 21/10/2011 Retifica a alínea "a" no inciso I do art. na Subestação Sinop.MTE a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. referente à quota anual da Reserva Global de Reversão . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.RGR. conforme os Anexos I e II. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das correspondentes parcelas da Receita Anual Permitida.05. 39. e aplica sobre estes valores o percentual. 37. Resolução Autorizativa nº 3178 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Autoriza a FURNAS Centrais Elétricas S. conforme os Anexos I e II. Resolução Autorizativa nº 3102 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. Resolução Autorizativa nº 3139 de 2709/2011 publicado em 05/10/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. 35. 36. Resolução Autorizativa nº 3160 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a Companhia Hidroelétrica do São Francisco . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.12.GT.Altera a redação do item 1. 34.A. que autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A . Resolução Autorizativa nº 3159 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .651 de 14. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Grajaú. 42.2010. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão.CTEEP.327 .2011.4 do Anexo I da Resolução Autorizativa 2.A.REIDI. Resolução Autorizativa nº 3181 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Pág.

FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2010.SLTE. 48.CHESF. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3179 de 01/11/2011 publicado em 17/11/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .173 de 17.367 de 27. 49. conforme os Anexos I e II. 46.CTEEP.A. referente à quota anual da Reserva Global de Reversão .Foz do Iguaçu Transmissora de Energia S. Resolução Autorizativa nº 3215 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Altera os incisos XII e XIV do art. Resolução Autorizativa nº 3238 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a ATE VII . e aplica sobre estes valores o percentual. que autoriza Furnas Centrais Elétricas S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.CHESF. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3199 de 16/11/2011 publicado em 25/11/2011 Autoriza a Sete Lagoas Transmissora de Energia Ltda .Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . a alínea "e" no Inciso VII do art. Resolução Autorizativa nº 3214 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . 1º e o altera o Anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .CTEEP.11. Pág. que autoriza à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .328 . 1º.RGR. 45. a implantar reforços nas instalações de transmissão. 44. Resolução Autorizativa nº 3208 de 22/11/2011 publicado em 06/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . 43.04. e os Anexos I e II da REA ANEEL 2.651 de 14. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2009. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3180 de 01/11/2011 publicado em 18/11/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3209 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Acrescenta alínea "d" no Inciso II. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.12. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão. 50. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.CTEEP. nas Subestações Santa Cabeça e Chavantes. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Bandeirantes. 51. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . Resolução Autorizativa nº 3237 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 47. bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida.REIDI. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. na Subestação Pau Ferro.CHESF.2010.

05. 59.Eletronorte.COPEL . autoriza a Porto Primavera Transmissora de Energia S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3232 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .970 de 21.2008. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3231 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3233 de 06/12/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.PPTE.543 de 2010. a implantar reforços nas instalações de transmissão da Subestação de Pirineus e Itapaci.02. 58. 63. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3218 de 29/11/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. 55.040 de 11.837 de 29. Resolução Autorizativa nº 3219 de 29/11/2011 publicado em 07/12/2011 Altera os incisos I.2009. 54.A .A.2010 e 2. 60. integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional.814 de 17. Resolução Autorizativa nº 3253 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. Resolução Autorizativa nº 3250 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Retifica a Resolução Autorizativa ANEEL 2. 2.08.A.03.08.376 de 04.A. 2.329 . 57.06.A . 1.A . que autoriza a Empresa Brasileira de Transmissão de Energia S. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2009.EBTE a transferir ativo para a Porto Primavera Transmissora de Energia S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida 61. 56.A . 62. e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.GT.A . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.REIDI.FURNAS. Resolução Autorizativa nº 3217 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S. 53. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2011. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3252 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Pág. de 26.2011. Resolução Autorizativa nº 3229 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 1. 1º e o Anexo I da Resolução Autorizativa 2. II do art.CEEE GT .523. Resolução Autorizativa nº 3230 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a SE Narandiba S.52. Resolução Autorizativa nº 3216 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. conforme os Anexos I e II.A.

2007.FURNAS.06.022 de 29.01. Pág. Resolução Autorizativa nº 3251 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . 2.022 de 29. Resolução Homologatória nº 1150 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de Reserva Global de Reversão RGR. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2.06.2009. Despacho nº 766 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Indefere o pleito da Rima Industrial S. Despacho nº 193 de 25/01/2011 publicado em 07/02/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Furnas Centrais Elétricas S. no mérito. integrantes da rede básica. e mantém a Resolução Autorizativa ANEEL 1.COPEL-GT.107 de 13. na data-base de 01.09.2010. 3.MUST contratado por meio do CUST 038/2010 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. Resolução Homologatória nº 1241 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Altera o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão de Fronteira . negando os demais pleitos. 4. Resolução Homologatória nº 1171 de 28/06/2011 publicado em 01/07/2011 Estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. de reclassificação do âmbito de acesso para a Rede Básica e regularização retroativa dos encargos de uso do sistema. Despacho nº 1133 de 15/03/2011 publicado em 28/03/2011 Conhece e.2009.2011. com receita anual adicional. componentes do Sistema Interligado Nacional.A .2010.06. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. e das demais instalações de transmissão.2009.A.TUST de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1173 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão . e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1.TUST-FR de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional estabelecidas no Anexo V da Resolução Homologatória ANEEL 1.01. 4.TUST da Usina Termelétrica do Atlântico.11. 3.330 .CTEEP.A . nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13. pela disponibilização das instalações de transmissão.173 de 28. 2. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 64.A.Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. Despacho nº 1353 de 25/03/2011 publicado em 28/03/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP). decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.069 de 01. para o ponto de conexão em 88 kV da subestação Jandira. DESPACHOS 1.

integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . mediante retificação do anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. 9.MUST contratado por meio do CUST 014/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 1. da Usina Termelétrica Porto do Itaqui. para a Usina Hidrelétrica Estreito. Despacho nº 1774 de 26/04/2011 publicado em 03/05/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . 7. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão .MUST. 8. bem como para as conversoras de Garabi equiparadas aplicar o fator multiplicador para Outros Desligamentos . referentes à implantação de reforços nas instalações de transmissão de energia elétrica. Despacho nº 1270 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto por Furnas Centrais Elétricas S.5. Padrão de Duração de Outros Desligamentos de 22 horas por ano e o Padrão de Frequência de Outros Desligamentos de 2 ocorrências por ano.A. Despacho nº 1543 de 18/04/2011 publicado em 20/04/2011 Determina que para as linhas de transmissão equiparadas aplicar os parâmetros estabelecidos às linhas de transmissão de 500 kV. nos termos da Resolução Homologatória ANEEL 549 de 2007. 12.2010.TUST.TUST da Usina Termelétrica Eldorado. Despacho nº 1837 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Altera o cronograma e o prazo final para execução dos empreendimentos. autorizados à COPEL Geração e Transmissão S.022 de 29.TUST. 11.2010.2010.2010. mantendo na íntegra o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2010 de 14.12.A .06.651 de 14.06. referenciados ao Ano 2 da metodologia que consta da REN ANEEL 270 de 2007. aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.Ko de 150. e aprova a retificação da referida Resolução para constar o novo valor da Receita Anual Permitida referente aos reforços nas subestações listadas. 10. 13. Despacho nº 1935 de 06/05/2011 publicado em 09/05/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica .650 de 14.331 .01.2009. 14.06.07. passa a vigorar conforme descrito no Anexo deste Despacho. fator multiplicador para Desligamento Programado . Despacho nº 1676 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e nega provimento ao recurso interposto pela Furnas Centrais Elétricas S. 6. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .COPEL-GT. e aprova o valor adicional de Receita Anual Permitida. a preços de julho de 2010.SIN.12. contratados por meio do CUST 045/2010 e TUST estabelecida na base de dados. a qual autorizou a referida concessionária a implantar reforços na Subestação Tijuco Preto.2008. Despacho nº 1457 de 04/05/2011 publicado em 05/04/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . Despacho nº 2108 de 18/05/2011 publicado em 19/05/2011 Altera o Anexo I da Resolução Homologatória ANEEL 758 de 06.938 de 15.A.Kp de 10. para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012. Despacho nº 1394 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista.022 de 29. Padrão de Duração de Desligamento Programado de 125 horas por ano. Despacho nº 2222 de 27/05/2011 publicado em 30/05/2011 Pág. objeto da Resolução Autorizativa ANEEL 2.2009.

Despacho nº 2320 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece que o valor do ressarcimento relativo ao encerramento do Contrato de Conexão às Instalações de Transmissão .RAP da transmissora deve ser reduzida no valor do encargo referente às instalações desativadas.A. Despacho nº 2152 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração formulado pela Cemig Geração e Transmissão S.2007. de forma que o cálculo da TUST da Usina Termelétrica Nova Olinda continue sendo efetuado a cada ano sem os benefícios da estabilização definida na Resolução Homologatória ANEEL 474 de 05. 17.CHESF e a Novelis do Brasil Ltda.02.TUST. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2. Despacho nº 2441 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Acata o pedido realizado pela Porto do Pecém Geração de Energia S. 22. da Salobo Metais S.n. e a Receita Anual Permitida . Despacho nº 2875 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Nega provimento ao requerimento da UTE Norte Fluminense S.MUST. de ressarcimento.06. conforme descrito nas tabelas. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .2011.03. de postergação de prazo determinado.A .332 . para a partir da data efetiva da entrada em operação comercial das usinas Termonordeste e Termoparaíba.2011 e 03.022 de 29. 20.A. Despacho nº 2442 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Nega pedido formulado pela Centrais Elétricas da Paraíba S.2010. para postergação da data de início de execução do CUST 019. contratados por meio do CUST 013/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.EPASA. Despacho nº 2319 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão .CCT 004 de 2005. 21. e nega os pedidos realizados em 18.06.2011. de postergação do início de pagamento dos encargos de transmissão gerados pelo Contrato de Uso dos Sistemas de Transmissão CUST 034 de 2010. postergando a data de início de execução do contrato. para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012.06.06. por prejuízos advindos da mudança de local de instalação da Subestação Seccionadora Macaé.2010. conforme condições detalhadas.A Geranorte. 19.CUST . da Usina Hidrelétrica Quirinóplis (carga). 131 de 2002. determinando ao Operador Nacional do Sistema Elétrico que celebre o correspondente Termo Aditivo. 23. 16.MUST. sem que haja redistribuição a outros consumidores.TUST. 15. Pág.A para alteração do CUST 019 de 05.Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . Despacho nº 3013 de 21/07/2011 publicado em 22/07/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . Despacho nº 2444 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Acolhe requerimento formulado pela Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica. 18.2011.837 de 29. da data inicial de uso do sistema de transmissão estabelecida pelo Contrato de Uso do Sistema de Transmissão .173 de 28. para as Centrais Geradoras Eólicas Cerro Chato II e Cerro Chato III. implantada pela Termomacaé Ltda. deve ser acordado entre as partes.05.TUST.A. Despacho nº 2440 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Geradora de Energia do Norte S. contratados por meio do CUST 027/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . firmado entre a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .

05. Despacho nº 3706 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Autoriza a alteração temporária do ponto de acesso à Rede Básica pelo consumidor livre Klabin S. Despacho nº 3809 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .A Painéis e Cerrados.CTEEP . respectivamente. Despacho nº 3952 de 04/10/2011 publicado em 10/10/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. face à Resolução Autorizativa ANEEL 2.08. no mérito.2011. 31. 29. 35/11 de modo a refletir a conexão na SE Figueira. Despacho nº 3343 de 16/08/2011 publicado em 24/08/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .05. da Berneck S.919 de 31.CCT 080 de 12. que passa a vigorar conforme descrito no ANEXO deste despacho.CTEEP e a UMOE Bioenergy S. nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S.A. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .TUST do ciclo 2011-2012.2011. Despacho nº 3515 de 29/08/2011 publicado em 30/08/2011 Altera o ANEXO II da Resolução Homologatória 758 de 06. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . Despacho nº 3503 de 26/08/2011 publicado em 29/08/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica e Rede Básica de Fronteira .533 de 31.contra a REA ANEEL 2.910 de 24. 008 e 009 de 2011 para as usinas eólicas Cerro Chato III.2011 25. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 3.A. 30. aprovando a retificação da referida resolução para alterar o valor da parcela de RAP que consta no anexo I. 26.TUST.2011.05.173 de 28.MUST. para postergação da data de inicio de execução dos CUST 007. Pág.A.24.06.06. II e I. conta a Resolução Autorizativa ANEEL 2.A. 33.ONS. a qual deverá ser implementada mediante aditamento ao Contrato de Uso do Sistema de Transmissão-CUST n. celebrado entre a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .CTEEP. da ELEKTRO. contratados por meio do CUST 119 de 2002 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.2011. Despacho nº 3636 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega provimento aos pleitos apresentados pela Usina Eólica Cerro Chato S.173 de 28.A .2011. com interveniência do Operador Nacional do Sistema Elétrico .333 .CCEE contabilize as perdas associadas ao acesso da Klabin S.08. bem como determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .MUST. contratados por meio do CUST 033/2011 estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.028 de 03. 32.Eletronorte. Despacho nº 4482 de 21/11/2011 publicado em 22/11/2011 Declara nulo o Contrato de Conexão a Instalações de Transmissão .01.2009. 28.A. Despacho nº 3833 de 23/09/2011 publicado em 27/09/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . Despacho nº 3951 de 04/10/2011 publicado em 13/10/2011 Conhece e.2010. 27.

2011.06. não será devido o preço de acesso ao sistema de transmissão.173 de 28.08. instalações de transmissão também em teste. Resolução Normativa nº 465 de 22/11/2011 publicado em 01/12/2011 Pág. Despacho nº 4582 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . publicado em 06/09/2011 Aprova a revisão dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST.TUST da Usina Termelétrica Costa Rica. Despacho nº 4829 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ATE II Transmissora de Energia S.A em face da Resolução Autorizativa SRT/ANEEL 3.MUST.CUST 035 de 2009. publicada em 04/07/2011 Aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV. Despacho nº 4824 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Resolve declarar as seguintes hipóteses: de a unidade geradora estar em operação em teste sem utilizar o sistema de transmissão.34. não será devido preço de acesso ao sistema de transmissão. contratados por meio do Contrato de Uso do Sistema de Transmissão .334 . dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional .2011.2011. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .06. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Resoluções Normativas 5 Resoluções Autorizativas 20 Resoluções Homologatórias 2 Despachos 11 Total 38 Consolidado RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. do ciclo 2011-2012. Resolução Normativa nº 439 de 28/06/2011. 4.029 de 09.MUST contratado por meio do CUST 049/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 35. e o montante devido em razão do uso do sistema de transmissão durante os períodos de operação em teste ou operação comercial de unidades geradoras deve ser calculado em base mensal. publicada em 12/04/2011 Aprova a revisão 3 do Módulo 3. 2.PRODIST. Resolução Normativa nº 444 de 30/08/2011. Despacho nº 4762 de 08/12/2011 publicado em 12/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . 3. independentemente de quais sejam as instalações de conexão utilizadas. da Nardini Agroindustrial Ltda.TUST. de a unidade geradora estar em operação em teste utilizando-se do sistema de transmissão. a circunstância de determinado agente fazer uso do sistema de transmissão por meio de conexão provisória não conduz a que ele esteja isento do dever de pagamento por esse uso. para a realização de seus testes. será devido o preço de acesso. e não em base diária ou horária. 37. acesso ao sistema de distribuição. Resolução Normativa nº 432 de 05/04/2011. de a unidade geradora utilizar.173 de 28. 36. estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.

Resolução Autorizativa nº 3043 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Fumacense de Eletricidade – CERMOFUL. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará .CERTEL.CRELUZ. Resolução Autorizativa nº 3040 DE 16/08/2011 PUBLICADO EM 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Energia Treviso CERTREL. 5. Resolução Autorizativa nº 3042 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Coprel Cooperativa de Energia COPREL. 9. Resolução Autorizativa nº 3036 de 16/08/2011. 4º da Resolução Normativa ANEEL 395 de 15. 11. Resolução Autorizativa nº 3039 de 16/08/2011 publicado em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . 10. a Revisão 4 do Módulo 6 e a Revisão 2 do Módulo 7 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia . Resolução Autorizativa nº 3041 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3044 de 16/08/2011.CERGAPA.Aprova a Revisão 3 do Módulo 2. 6. Resolução Autorizativa nº 3035 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai . 8.12. 7.335 . 3. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste . bem como altera art.2009. Resolução Normativa nº 469 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Aprova a Revisão 4 dos Módulos 1 e 8 e a Revisão 5 do Módulo 6 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. 4.COOPERLUZ. Resolução Autorizativa nº 3038 de 16/08/2011.PRODIST. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia Teutônia . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Energética Cocal COOPERCOCAL. publicada em 25/08/2011 Pág. Resolução Autorizativa nº 3037 de 16/08/2011.CRERAL. 2. Resolução Autorizativa nº 3045 de 16/08/2011.CERILUZ. 5.

para o ano de 2012. publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3248 de 13/12/2011 publicada em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.CPFL Piratininga. publicada em 30/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.FEC. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade Praia Grande .DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . 16.FEC. 12. Resolução Autorizativa nº 3247 de 13/12/2011.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . Companhia Piratininga de Força e Luz . 18.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . Resolução Autorizativa nº 3244 de 13/12/2011. para o ano de 2012.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .FEC. da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S. Resolução Autorizativa nº 3046 de 16/08/2011.ELEKTRO.Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos. 20. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Pág.A . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . para o ano de 2012. 19. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . para os conjuntos de unidades consumidoras da área de concessão da Elektro Eletricidade e Serviços S/A . para o ano de 2012. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . da Companhia de Eletricidade do Amapá .DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .FEC.CEA. para o ano de 2012. Resolução Autorizativa nº 3246 de 13/12/2011.336 .CERMISSÕES. publicada em 12/09/2011 Autoriza a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . 15. Resolução Autorizativa nº 3266 de 20/12/2011.FEC.CEPRAG. publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. publicada em 29/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3249 de 13/12/2011 publicada em 23/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. da Companhia Energética do Ceará .A ELETROPAULO. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . 17. 13. Resolução Autorizativa nº 3079 de 30/08/2011.COELCE.FEC. da Bandeirante Energia S.Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das MIssões . 14. no Estado da Bahia.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . para o período de 2012 a 2016. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .

A . que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . publicado em 29/06/2011 Determina que a Elektro Eletricidade e Serviços S. Despacho nº 1131 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . relativas ao ciclo tarifário 2011/2012. os ativos necessários a essa função.CELPA. Centrais Elétricas do Pará . 7.ELEKTRO.FEC. 4. pertencentes à Energia Sustentável do Brasil S.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . bem como fixa prazo para a entrega do novo Parecer ao acessante. no mérito. Resolução Homologatória nº 1172 de 28/06/2011.06.12.2010. incorporando.A .2010. Despacho nº 640 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e. face a Resolução Autorizativa ANEEL 2.TUSDg aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV.5 kV na SE da Pequena Central Hidrelétrica Faxinal II. (RO). 8.12. no mérito.FEC.662 de 17. nega provimento ao recurso interposto pela Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins .ESBR. para o ano de 2012. Despacho nº 779 de 23/02/2011.2011. bem como fixa prazo para a referida instalação.12. 2. Despacho nº 1132 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e.337 . no mínimo.12. entre as barras de 13. 5 MVA. 2. contra a Resolução Autorizativa ANEEL 2.A . DESPACHOS 1. contra Resolução Autorizativa ANEEL 2. A . transformador de.2010. Despacho nº 2697 de 28/06/2011. 3. Despacho nº 1260 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Light Serviços e Eletricidade S. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. para os períodos de referência 2009/2010 e 2010/2011 aplicáveis às centrais geradoras alcançadas pelo aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional instituído pela Resolução Normativa 439 de 28.TUSDg. sob sua inteira responsabilidade financeira. face a Resolução Autorizativa ANEEL 2. publicado em 24/02/2011 Determina que a Energética Águas da Pedra S. publicada em 01/07/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . no município de Porto Velho.FEC. indefere o pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Pará CELPA.694 de 17. Resolução Homologatória nº 1197 de 23/08/2011 publicada em 31/08/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .CERON assuma os serviços de distribuição de energia elétrica da localidade Nova Mutum Rondônia. que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . providencie a reformulação do Parecer de Acesso para a Central Geradora Hidrelétrica Apiaí. Despacho nº 1404 de 30/03/2011.2010.DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . 5.LIGHT. Despacho nº 3159 de 04/08/2011.8 kV e 34.CEEE-D.CELTINS. sem ônus.664 de 17.Unidade Consumidora . 6. publicado em 05/08/2011 Pág.DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .EAPSA instale.672 de 17. publicado em 31/03/2011 Determina que a Eletrobrás Distribuição Rondônia . de tal forma a considerar a conexão dessa central no alimentador API07 da SE Apiaí.

Telecomunicações e Petróleo. 34 do Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infraestrutura entre os Setores de Energia Elétrica. publicado em 08/08/2011 Autoriza as concessionárias CELG Distribuição S. 10. A . a fiscalizar e acompanhar as obras da Copa do Mundo de 2014.A . publicado em 26/10/2011 Autoriza a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . 11.CELG D.SFE. Despacho nº 4106 de 18/10/2011. Contratos de Uso do Sistema de Distribuição referentes aos pontos de fronteira nas localidades de Formoso e Aragarças com Montante de Uso do Sistema de Distribuição contratado nulo. excepcionalmente. CEMIG Distribuição S.Homologa a revisão do Plano de ocupação de infraestrutura. da Companhia Energética do Ceará .CEMIG e Centrais Elétricas Matogrossenses S. nos termos do art. conforme previsto no módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição PRODIST.338 .AES SUL. o pedido de flexilização do prazo para regularização dos níveis de tensão.COELCE. Despacho nº 3168 de 05/08/2011.CEMAT a celebrar. 9. desde que os referidos contratos sejam configurados para atendimento a situações de emergência e que o faturamento do encargo de uso desse sistema relativo aos mencionados contratos considere o maior valor de demanda medida a cada ciclo de faturamento e ocorra apenas nos ciclos em que se verificar efetiva utilização do sistema de distribuição. apontadas como prioritárias pelas distribuidoras. Despacho nº 3525 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega à AES-SUL Distribuidora Gaúcha de Energia . Pág.A .

Resolução Normativa nº 448 de 06/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera a redação dos incisos II a V e insere o inciso VI no art. da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. 2. Resolução Autorizativa nº 3021 de 26/07/2011 publicado em 08/08/2011 Autoriza.REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 6 Resoluções Autorizativas 4 Resoluções Homologatórias 0 Despachos 30 Total 40 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. da Resolução Autorizativa ANEEL 1.09. incisos I e II. 155.2011. no Estado de Minas Gerais. 3.SIN.O. 4.05. III e IV do art.da Subestação Chaveadora Itabira 4.07. 9º e o parág.2010. inciso II e no art. 6º. Resolução Normativa nº 449 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Altera a redação do parág. 6.2000. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica.2009 3. em favor da Vale S.822 de 03.06. 146 e 223 e revoga o parág. 5º e inclui o art. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. 6º. Resolução Autorizativa nº 3014 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art. 2.A. v. do inciso III e insere o inciso IV no art. e revoga a Resolução ANEEL 138 de 10. 221.2010. 221 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. Resolução Autorizativa nº 3013 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art. Resolução Normativa nº 426 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Prorroga os prazos estabelecidos nos incisos I e II do art. bem como exclui os incisos II. 5. 4.09.150 de 04.09. 3º do art. Resolução Normativa nº 451 de 27/09/2011 publicado em 03/10/2011 Estabelece as condições gerais para a criação.2010.2010. 2º da REN ANEEL 414 de 09. Resolução Normativa nº 436 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Prorroga os prazos estabelecidos no art. 6º. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica.Taquaril. em 230 kV. Republicação no D.09. e de um barramento de 230 kV na Subestação Conceição. 148. 218.11.03.2010. 4º do art. a implementação do seccionamento da Linha de Transmissão Itabira 2 . 2º do art. 105. 110 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. Resolução Normativa nº 431 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera os arts. 5º. Resolução Autorizativa nº 3226 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Pág. 224 da Resolução Normativa 414 de 09. n. p. parág. 4º-A e o inciso IV no art. seção 1.339 . 7º da Resolução Autorizativa ANEEL 2. de um trecho de linha de transmissão em 230 kV. para fins de acesso de consumidor livre à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2009. e revoga a Resolução Normativa ANEEL 407 de 27. no município de Itabira.09.2010. de 02. por conter incorreções no original publicado.

setembro e outubro de 2010. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. setembro. setembro. referentes aos meses de março.A . Despacho nº 107 de 17/01/2011 publicado em 18/01/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. outubro e novembro de 2010. Despacho nº 4103 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes aos meses de março. 7. Despacho nº 1442 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Pág. para fins de controle e acompanhamento. Despacho nº 245 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes às diferenças mensais de receita. referentes aos meses de outubro. relativos às perdas. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas.Autoriza a Centrais Elétricas do Pará S. 6. referentes às diferenças mensais de receita. abril. referente aos meses de fevereiro. agosto.340 . outubro e novembro de 2010. junho. referentes às diferenças mensais de receita. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 5. abril. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. Despacho nº 244 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Publica. novembro e dezembro de 2010. relativos às perdas e ganhos. referente aos meses de março. para fins de controle e acompanhamento. 9. setembro. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. a implantar projeto-piloto. agosto. maio. maio. referentes aos meses de outubro de 2010 e novembro de 2010. julho. outubro. Despacho nº 1441 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. no município de Porto Moz.CELPA. relativos às perdas mensais de receita. agosto. março. DESPACHOS 1. 4. referentes às diferenças mensais de receita. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 2. relativos às perdas e ganhos. referentes ao mês de dezembro de 2010. julho. 8. relativos às perdas e ganhos. referentes aos meses de março. referentes às diferenças mensais de receita. 3. julho. Despacho nº 1051 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. para o atendimento de comunidades isoladas na Reserva Extrativista Verde para Sempre. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. novembro e dezembro de 2010 e janeiro de 2011. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. outubro. junho. abril. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. setembro. relativos às perdas e ganhos. Despacho nº 4104 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Publica. Despacho nº 913 de 28/02/2011 publicado em 01/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. no Estado do Pará.

os valores de apurados pelas concessionárias. maio. Despacho nº 1844 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Publica. Despacho nº 1843 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Homologa. relativos às perdas e ganhos. referentes à diferença mensais de receita. 14. referentes aos meses de janeiro. julho. setembro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. fevereiro. referentes às diferenças mensais de receita.2010. referentes ao mês de abril de 2011. abril. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 2300 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Publica. junho. referente aos meses de outubro. referentes aos meses de abril e novembro de 2010 e março de 2011. setembro e outubro de 2010 e de maio de 2011. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. Despacho nº 2301 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. Despacho nº 2729 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa. março e abril de 2011. para fins de controle e acompanhamento. fevereiro e março de 2011. relativos às perdas e ganhos. 16. fevereiro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. de janeiro. Despacho nº 3101 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Pág.341 . 12. para fins de controle e acompanhamento. referentes aos meses de agosto. Despacho nº 2509 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Homologa o valor apresentado pela concessionária. março e abril de 2011.Publica. Despacho nº 2728 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. 17. referente ao período de 2009 . referentes aos meses de março de 2009. 15. 11. março e dezembro de 2010 e de janeiro. 10. novembro e dezembro de 2010 e de fevereiro. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. referentes aos meses de fevereiro. abril e maio de 2011. relativo à perda de receita. Despacho nº 2781 de 05/07/2011 publicado em 06/07/2011 Aprova a revisão do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Eletrobrás Distribuição Rondônia. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. março. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. 18. para fins de controle e acompanhamento. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas mensais de receita. outubro. 13. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. fevereiro. referentes aos meses de março.

26. maio. referentes aos meses de maio. 20. março.RGE. a aplicação retroativa dessa interpretação em conformidade com a Lei n. entretanto. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. março. referente ao mês de junho de 2011. Despacho nº 4242 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Pág. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 19. fevereiro. para fins de controle e acompanhamento. maio. Despacho nº 3117 de 02/08/2011 publicado em 03/08/2011 Homologa o valor apurado pela concessionária Rio Grande de Energia S. junho e julho de 2011. relativos às perdas e ganhos. 22. Despacho nº 3517 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Publica. referente às diferenças mensais de receita.TUSD a que estão sujeitas às unidades consumidoras classificadas como serviço público de água. 27. 62. Despacho nº 3102 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Publica para fins de controle e acompanhamento. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. junho.724 de 1968 se aplica sobre as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . maio e junho de 2011. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. Despacho nº 3922 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Publica. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. referentes aos meses de outubro de 2010 e de abril e junho de 2011. junho. junho. abril. os valores de diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. referentes às diferenças mensais de receita. referentes ao mês de setembro de 2011. Despacho nº 3629 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Reconhece que o desconto previsto no art. outubro.342 . em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 9. julho. 20 do Decreto n. agosto. vedada. relativos às perdas e ganhos. para fins de controle e acompanhamento. relativos às perdas mensais de receita. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. uma vez que o acesso e o uso dos sistemas de distribuição continuam sendo remunerados por tarifa. 24. julho e agosto de 2011 25. fevereiro. fevereiro. abril. Despacho nº 3518 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes aos meses de maio.784 de 1999. setembro. referentes às diferenças mensais de receita. referentes aos meses de março. Despacho nº 3921 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. junho e julho de 2011.A . referentes aos meses de dezembro de 2010 e de janeiro. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. 23. julho e agosto de 2011. esgoto e saneamento que migraram ou vierem a migrar para o mercado livre. para fins de controle e acompanhamento. março. relativo à perda. abril. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 4241 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Publica.Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. 21.

junho. julho. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.2011.2010. 2. agosto. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas.518 de 31. apresentados no anexo I.Homologa os valores apurados pelas concessionárias.02.2010.509 de 13.2011. 1.051 de 03. Despacho nº 4853 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores relativos às diferenças mensais das receitas já homologados pelos Despachos SRC/ANEEL 3. 913 de 28.728 de 30.2011.317 de 29. Despacho nº 4604 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Publica. referentes aos meses de agosto de 2010 e de janeiro.2011.08.01. setembro e outubro de 2011. referentes aos meses de agosto de 2010 a agosto de 2011.09. 3.2011.2010. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda.2011. 107 de 17.103 de 30.662 de 30. 1. relativos às perdas e ganhos. Pág.06.2011.301 de 31.07. referentes aos meses de janeiro de 2010 e de julho. referentes às diferenças mensais de receita.441 de 31. 2. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.06.2011. 30. agosto e setembro de 2011. 1.2011. relativos às perdas e ganhos. 245 de 31.2011 e 3. para fins de controle e acompanhamento. 3.2011. referentes às diferenças mensais de receita.2011. 29. referentes aos meses de setembro e outubro de 2011.11. 3. 4.03.921 de 30.343 .04. 2.12. e os valores de diferença mensal de receita efetivamente solicitados pelas distribuidoras. 28.843 de 29.01.101 29.03. Despacho nº 4605 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias.10.05.

4. Resolução Normativa nº 458 de 08/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprova o Submódulo 10. até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis.12. 8º e 10 da Resolução Normativa ANEEL 294 de 11.3CRTP.2008.11.12. 3. 7º.PRORET. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes ao processo de reajuste tarifário das distribuidoras e permissionárias de energia elétricas.PRORET. altera o Anexo I da Resolução Normativa ANEEL 435 de 24.08. Resolução Normativa nº 457 de 08/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . Resolução Normativa nº 433 de 12/04/2011 publicado em 15/04/2011 Estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica.2011.08. Resolução Normativa nº 459 de 09/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprovar o Submódulo 10. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários.2011.2004.2010.344 . que define a ordem. 6. Resolução Normativa nº 435 de 24/05/2011 publicado em 30/05/2011 Define a estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária .PRORET. bem como dá nova redação aos art.PRORET.PRORET. 3º.1 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 1998. altera o parágrafo 21 do Anexo IV da Resolução Normativa 234 de 31.2006.09. que define a ordem.2008.PRORET. bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 342 de 02.11. a título provisório.2007. 59 da Resolução Normativa 414 de 09. 2. Resolução Normativa nº 464 de 22/11/2011 publicado em 28/11//2011 Aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 5º da Resolução Normativa ANEEL 077 de 18. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes aos processos de revisão tarifária das concessionárias de distribuição de energia elétrica. 5. que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . Resolução Normativa nº 463 de 22/11/2011 publicado em 01/12//2011 Altera o art. altera inciso II do art. Alterar os artigos 1º. com redação dada pela Resolução Normativa ANEEL 338 de 25.2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária .REGULAÇÃO ECONÔMICA DE TARIFAS Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 117 Despachos 59 Total 183 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. que define a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica . bem como altera art. 7.05. 1º da Resolução Normativa ANEEL 457 de 08. as condições de realização.10. as condições de realização. que trata da estrutura tarifária das concessionárias de distribuição. Pág. bem como revoga a Resolução ANEEL 270 de 13.

101 de 17. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Jaguari de Energia .106 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia Luz e Força Santa Cruz .TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. referentes à Companhia Luz e Força Mococa . 1º.CERIPA.A. referentes à Companhia Sul Paulista de Energia .A. .CPEE. – EBO.CPFL Jaguari 3. Resolução Homologatória nº 1.TE entre a Espírito Santo Centrais Elétricas S.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. 8.Paranapanema . e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CLFM 6. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .110 de 01/02/2011 publicado em 04/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CPFL Sul Paulista. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. .114 de 07/02/2011 publicado em 10/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CLFSC. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como homologa as tarifas de suprimento das distribuidoras Santa Cruz e Elektro para a CERIPA 10.105 de 01/02/2011 publicado em 07/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Empresa Luz e Força Santa Maria S.118 de 01/03/2011 publicado em 10/03/2011 Pág. referentes à Energisa Borborema .345 . Resolução Homologatória nº 1.Avaré . e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Companhia Paulista de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .113 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Altera o art. parágrafo único. 7.CLFSC-GER 5.TFSEE. e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Santa Cruz Geração de Energia S. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Itaí .2010 9.ELFSM.111 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A .TFSEE.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.Distribuidora de Energia S.A. 4. 2. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. e fixa a receita anual das instalações de conexão.ESCELSA e a ELFSM. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .107 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.12.108 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. da Resolução Homologatória 1.109 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.TFSEE.

estabelece a receita anual das instalações de conexão. Resolução Homologatória nº 1.03.2010. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .ENF 11.TFSEE.125 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a data de aniversário contratual da Empresa Força e Luz Urussunga .A . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais. para atender à condição de eficácia constante do art. referentes à Cooperativa de Energia e Desenvolvimento Rurais de Fontoura Xavier Ltda – CERFOX. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . fixada mediante o Despacho SFF/ANEEL 946 de 09.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição .124 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1119 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 102.EFLUL. conforme tabela anexa.127 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.09.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1122 de 22/03/2011 publicado em 01/04/2011 Revoga a Resolução Homologatória ANEEL 878 de 01. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 103.A.121 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa os valores dos serviços cobráveis previstos no art. ENERSUL.RGR.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 16. que homologa tarifas básicas de energia comprada.A .2009. na modalidade de leilão público.TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.TFSEE. 15. 17.09.346 . de 30 de março para 14 de agosto.2010.CERES. e fixa os encargos setoriais. a serem realizadas no ano de 2011. Resolução Homologatória nº 1. a serem utilizados na definição da receita teto das licitações.AMPLA. e prorroga a vigência das tarifas e da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE estabelecida pela Resolução Homologatória ANEEL 955 de 23. 13. referentes à Ampla Energia e Serviços S. e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.04.TUSD da AMPLA para a Energisa Nova Friburgo . da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. 19. bem como a quota mensal da Reserva Global de Reversão .130 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Pág. e homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Ampla para a CERES.120 de 15/03/2011 publicado em 17/03/2011 Homologa a estrutura ótima de capital e o custo de capital.128 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Empresa Força e Luz João Cesa Ltda – EFLJC.TFSEE.CEMIG-D. 12. referentes à CEMIG Distribuição S. 18. 14.2010. para contratação das concessões para a prestação do serviço público de transmissão. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Resenda Ltda .

Distribuidora de Energia S. Resolução Homologatória nº 1. estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista para a CERPRO. referentes à AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S.NOVA PALMA ENERGIA 25. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 21. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista e CNEE para a CERRP. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . .A . 24. 22. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.RGE.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição .133 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.132 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica.A.TUSD da Companhia Sul Sergipana de Eletricidade . referentes à CEMAT . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CERRP. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão . e homologa a Tarifa de Energia Elétrica .A .TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE referentes. 27.131 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.136 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 20.137 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.AES SUL.Centrais Elétricas Matogrossenses S.CPFL Paulista.TFSEE. e as concessionárias.TFSEE. 26.CGTEE. referentes à Companhia Paulista de Força e Luz .TFSEE referentes à Energisa Sergipe . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Pág. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão.CERPRO.A.ESE.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. bem como as tarifas de suprimento para a distribuidora Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda .A e a Rio Grande Energia S.Nova Palma Energia.TFSEE. vinculadas aos montantes de energia e demanda de potência.SULGIPE.135 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 23.139 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.134 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. à Companhia Energética do Rio Grande do Norte COSERN. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .347 . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda .

estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 29. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 968 de 18. Resolução Homologatória nº 1.144 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERCOS. referentes à CELPE . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa Regional de Energia Taquari Jacui .148 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e CEEE para a CERTAJA ENERGIA. Resolução Homologatória nº 1.A – EDEVP.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.COELCE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A .TFSEE.TFSEE referentes à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . Resolução Homologatória nº 1. 32. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TE da Afluente Geração de Energia Elétrica S.TFSEE.143 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão. da Companhia Energética do Ceará . e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A. Pág.TFSEE.TFSEE. .2010 30. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 35. 33.28.TFSEE.AFLUENTE 31. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . referentes à Empresa Elétrica Bragantina S.147 de 03/05/2011 publicado em 06/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.EEB. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .140 de 19/042011 publicado em 26/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia Nacional de Energia Elétrica . 36.04.348 .COELBA. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe Ltda .141 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TUSD. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Caiuá Distribuição de Energia S.Companhia Energética de Pernambuco. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Energisa Sergipe para a CERCOS.CNEE.146 de 03/05/2011 publicado em 10/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.CAIUÁ-D.A .145 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .142 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. 34.CERTAJA ENERGIA.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.

TUSD.Rio Grande Energia S.TFSEE. das concessionárias de transmissão de energia elétrica listadas. .37. 42.EMG.A .A . Resolução Homologatória nº 1. . 41. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Copel Distribuição S. 38.TFSEE.154 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Energisa Minas Gerais S.A. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Energisa Nova Friburgo . referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia .A.152 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa o resultado definitivo da segunda revisão periódica das receitas da Copel Geração e Transmissão S.COPEL-DIS. Resolução Homologatória nº 1.CERTEL ENERGIA. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Zona da Mata Geração S.149 de 10/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CNEE para a CERNHE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .158 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . 44.A. 40. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 46.157 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .153 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .COPEL GT.349 . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.TFSEE.ENF. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A. 45.160 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Pág.TFSEE. 43. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e RGE para a CERTEL ENERGIA. Resolução Homologatória nº 1.CERNHE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TUSD.155 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Campolarguense de Energia – COCEL.Distribuidora de Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.151 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Altera o reposicionamento tarifário a ser aplicado sobre a parcela de Rede Básica Novas Instalações .TFSEE.RBNI e Demais Instalações de Transmissão . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à RGE .RCDM. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.159 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 39.

bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .RGE para a COPREL.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.168 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.169 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Pág. Ltda. referentes à Departamento Municipal de Energia Ijuí .A. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.RGE para a CRERAL.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CRELUZ-D. 50. Marin & Cia. 47.350 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.163 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.COPREL. 54. referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste Ltda . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.161 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .162 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE.COOPERLUZ. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 55.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.MUX-ENERGIA.CFLO. Resolução Homologatória nº 1.164 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.HIDROPAN. 49. 52. referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai Ltda . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A .A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 48.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.A .165 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 53. Resolução Homologatória nº 1. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .DEMEI. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Coprel Cooperativa de Energia .CRERAL. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes às Centrais Elétricas de Carazinho S.166 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.RGE para a COOPERLUZ.A . .RGE para a CRELUZ-D. referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. referentes à Hidroelétrica Panambi S. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Muxfeldt. referentes à Companhia Força e Luz do Oeste .Eletrocar. 51.167 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .

60. referentes à Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica LTDA .178 de 05/07/2011 publicado em 11/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.Celesc Distribuição S. 59.184 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.176 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .177 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Copel para a CERAL DIS. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. referentes à Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda .Eletropaulo. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.ESCELSA. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. 63. 57.A . referentes à Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocatins CELTINS. Resolução Homologatória nº 1.174 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Eletropaulo para a CERIS 61. referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região de Itapecerica da Serra . Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.A .TFSEE.TFSEE. 62. 56.RGE e Demei para a CERILUZ.ELFSM. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .351 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à CELESC-DIS . Pág. e homologa as tarifas de suprimento para a distribuidora Empresa Luz e Força Santa Maria S. referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Arapoti .025 de 29.CERMISSÕES. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.TFSEE.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.2010. referentes à Espírito Santo Centrais Elétricas S.TUSD.170 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE.CERIS. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TUSD da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.CERILUZ.RGE para a CERMISSÕES.A .TFSEE.A .Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 58. referentes à Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das Missões . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.IENERGIA. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.A. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .183 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .CERAL DIS.06.185 de 02/08/2011 publicado em 05/08//2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.

Resolução Homologatória nº 1. 72. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Empresa Força e Luz Urussanga Ltda. Resolução Homologatória nº 1.CEAL.COOPERALIANÇA.195 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.192 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .A. Resolução Homologatória nº 1.TUSD.TFSEE. 73.035 de 03. 69. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.EPB.TFSEE. referentes à Energisa Paraíba Distribuidora de Energia .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à CEB Distribuição S.191 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .2010.TFSEE.TFSEE. referentes à FORCEL .CEMAR.TFSEE.190 de 16/08/2011 publicado em 23/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.188 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . 71.A . Resolução Homologatória nº 1. referentes à EFLUL .CEPISA. 68.08. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. 65.TFSEE.TFSEE. referentes à Companhia Energética do Maranhão . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Força e Luz Coronel Vivida.TUSD.193 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Jari Celulose S. 70.64. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .194 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TUSD. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Companhia Energética do Piauí . bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 66.186 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .CELPA. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa Aliança .TFSEE. Pág.189 de 09/08/2011 publicado em 12/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .CEB-DIS. Resolução Homologatória nº 1.352 . referentes à Companhia Energética de Alagoas . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . da Centrais Elétricas do Pará S. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 67.187 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.

77.TFSEE. 80. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 79. Resolução Homologatória nº 1.CEPRAG.2010. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Jacinto Pinto .202 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .204 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.CEJAMA.74.TFSEE.A 78. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .205 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Pág.TFSEE.TFSEE referentes à Companhia Hidroelétrica São Patrício – CHESP.TFSEE referentes à CELG Distribuição S. 82. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.196 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . 81. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento das Celesc Distribuição S. referentes à Cooperativa de Eletricidade Praia Grande . constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A .198 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD.TFSEE referentes à Cooperativa de Energização e Desenvolvimento Rural do Vale do Itariri – CEDRI.353 . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CELESC e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro para a CEDRI. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .203 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.08.CELESC para a CERAÇÁ.ELEKTRO. 75.049 de 19.TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.201 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . da Elektro Eletricidade e Serviços S.CELESC para a CEJAMA.CERAÇÁ. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro e Bandeirante para a CEDRAP. referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Vale do Araçá .TFSEE referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região do Alto Paraíba – CEDRAP. 76.TFSEE.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CEEE para a CEPRAG.199 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.200 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.

A . 90.CERPALO.CERGAL. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural Anita Garibaldi Ltda . bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CEREJ.207 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.354 . 83.210 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural .211 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .209 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CELESC para a CERMOFUL. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.206 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.213 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .COOPERMILA. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.TFSEE. referentes à Cooperativa Fumacense de Eletricidade .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. 87.A .TFSEE.CERMOFUL.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CELESC para a COORSEL. Resolução Homologatória nº 1.CERGAPA. 89.TFSEE.212 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CELESC para a CERGAPA.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. 85. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.CERGRAL. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .208 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Gravatal . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação Lauro Muller . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. 88. bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CERGAL. referentes à Pág.COORSEL.CELESC para a COOPERMILA. 84. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Paulo Lopes . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.CELESC para a CERPALO.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Prestação de Serviços Públicos de Distribuição de Energia Eletrica Senador Esteves Júnior CEREJ. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CELESC para a CERGRAL. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará . 86.

fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERBRANORTE para a CERAL ANITÁPOLIS.CERBRANORTE.2008 e da Resolução Homologatória ANEEL 1. referentes à Cooperativa de Energia Treviso .CERSUL.214 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 91. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como retifica a Tarifa de Energia Elétrica .2010.220 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica.Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .TFSEE.217 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.355 . 97. Resolução Homologatória nº 1.11. referentes à Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D. que constam do Despacho SRE/ANEEL 4.COOPERA.TFSEE. 92. referentes à Cooperativa de Eletrificação Sul Catarinense .221 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte .COOPERCOCAL.215 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.216 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERTREL.EFLUL para a COOPERCOCAL. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Anitápolis . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.D.TFSEE.A .TFSEE. 95. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERBRANORTE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .080 de 04.CGTEE e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . 93. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERSUL.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a COOPERA.065 de 14. vinculada aos montantes de energia e demanda de potência. 96. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. 94. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa Pioneira de Eletrificação .09.TUSD da distribuidora CELESC para a CERSUL.CERAL ANITÁPOLIS.218 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S.CEEE . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S.CELESC para a CERTREL. referentes à Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .222 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Pág.CELESC e Empresa Força e Luz Urussanga Ltda . 98.

TFSEE. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .10. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.229 de 25/10/2011 publicado em 27/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TFSEE.TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .10.224 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 105. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.356 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. da DME Distribuição S.TFSEE. referentes à Companhia Energética de Roraima .TUSD.225 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 100.TFSEE. 107.019 de 22.CPFL PIRATININGA. Resolução Homologatória nº 1. 104. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.A .TFSEE.075 de 19.Mairinque . 99. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da Bandeirante para a CERMC. 102.CERMC.227 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.AMAZONAS ENERGIA. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga e Elektro para a CETRIL.BANDEIRANTE. Resolução Homologatória nº 1.226de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.BOA VISTA 103. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .231 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CETRIL.06. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Itu .CERIM.232 de 01/11/2011 publicado em 07/11/2011 Pág.A .2010.228 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 106.20. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.TFSEE.DMED. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga para a CERIM. 101. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.223 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação de Ibiúna e Região . da Companhia Piratininga de Força e Luz . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Amazonas Distribuidora de Energia S.2010. da Bandeirante Energia S. referentes à Boa Vista Energia S. Resolução Homologatória nº 1.Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .A .TFSEE.TUSD.CERR.TFSEE.072 de 05. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi das Cruzes .

referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . 108.12.Binacional. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1242 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Fixa o valor da Tarifa Atualizada de Referência .A .12. referentes à Companhia Sul Sergipana de Eletricidade .CFURH.2011 à 04. referentes à Light Serviços de Eletricidade S.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .SULGIPE.Eletronuclear. II e III do Acordo Operacional celebrado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . com vigência à partir de janeiro de 2012.PROINFA. 114.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1249 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Homologa as alterações dos Anexos I. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . para o ano de 2012. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CEA.LIGHT. 116. 115.A . Resolução Homologatória nº 1. DESPACHOS Pág.CDE para o período de 2012 a 2015 e define previsão para os anos 2012.ONS. 113. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .235 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Homologa as tarifas de referência definitivas e as tarifas praticadas provisórias da Eletrobrás Termonuclear S.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1248 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Estabelece a tarifa de repasse de potência.237 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.357 . pela Centrais Elétricas Brasileiras S. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia de Eletricidade do Amapá . Resolução Homologatória nº 1239 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 109. 110. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. 117. 2013.238 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia de Eletricidade do Acre . 111. conforme anexo.TAR. oriunda de ITAIPU .2012. período de vigência de 05. 2014 e 2015. Resolução Homologatória nº 1243 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Homologa os valores vinculados à Conta de Desenvolvimento Energético .ELETROBRÁS. para o cálculo da compensação financeira pela Utilização de Recursos Hídricos . 112.TFSEE.ELETROACRE. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1244 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece as quotas de custeio e as de energia elétrica.A . referentes à Centrais Elétricas de Rondônia – CERON.234 de 22/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. que será aplicada aos faturamentos realizados no mês de janeiro de 2012.

ENERSUL. que fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 2. 8. em face da Resolução Homologatória ANEEL 958 de 06.12. publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas de custeio. contra a Resolução Homologatória ANEEL 933 de 02.04. Despacho nº 718 de 21/02/2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. publicado em 22/02/2011 Torna sem efeito os valores publicados para a COPERSUCAR . que homologou sua tarifas de fornecimento de energia elétrica. a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados .2009.2007.358 .01. 3. conforme tabela anexa. no reajuste de 2011 o componente financeiro. 4. 7. Despacho nº 192 de 25/01/2011 publicado em 04/02/2011 Conhece e concede provimento ao pedido de reconsideração. publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativo à Usina Termelétrica Unidade Geração de Energia Área II. publicado em 07/02/2011 Fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Despacho nº 746 de 22/02/2011. de janeiro de 2011.2007. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. bem como ao valor de MUST na CVA Rede Básica. 3. que homologou o resultado do reajuste tarifário anual de 2010. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. publicado em 08/02/2011 Fixa os valores das quotas a serem recolhidas à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . 9. Despacho nº 256 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Conhece e.1. conforme tabela anexa.2010. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.ISOL. constante dos Despachos ANEEL SRE/ANEEL 141 de 24.CCC . Pág.2010. conforme lista em Anexo.CDE do mês de dezembro de 2010. concede provimento ao pedido de reconsideração. interposto pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S. para reconhecer.A .ISOL. e conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Federação de Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de Mato Grosso do Sul . relativo ao exercício de 2007.PROINFA.2008 e 4.CSPE. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . interposto pela Companhia Sul Paulista de Energia . Despacho nº 222 de 28/01/2011.CCC . Despacho nº 374 de 07/02/2011. 6.Cooperativa dos Produtores de Cana. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. Despacho nº 152 de 21/01/2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . para março de 2011. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.12. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. 4.TFSEE.CDE do mês de novembro de 2010. do mês de janeiro de 2011.774 de 22. relativo ao exercício de 2011.12. Despacho nº 151 de 21/01/2011. Despacho nº 360 de 04/02/2011.FECOERMS.02. para os autoprodutores e produtores independentes de energia elétrica.TFSEE. publicado em 31/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica. Açúcar e Álcool.731 de 27. no mérito.778 de 23. publicado em 23/02/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativo aos descontos especiais na tarifa de fornecimento para irrigação e aquicultura. 5.

17.084 de 11/03/2011. no mérito.CDE do mês de janeiro de 2010. face a mesma resolução homologatória.PROINFA. 16. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Despacho nº 1. Pág. conforme tabela anexa.04.370 de 29/03/2011. 11. por perda de seu objeto.COSIPA.056 de 04/03/2011. para maio de 2011.2009. publicado em 09/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativo ao período de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012. caso a concessionára logre o êxito em aproveitar os créditos de ICMS. Despacho nº 613 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto por Centrais Elétricas Matogrossenses S.02. Despacho nº 1.A. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. Despacho nº 1267 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece o pedido da Eletronorte. até que a concessionária consiga o aproveitamento dos créditos tributários de ICMS.CCC .A. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. do mês de fevereiro de 2011.10. a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.TFSEE para a Santa Cruz Geração de Energia S. Despacho nº 1. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. reduzindo o alcance literal da Resolução Normativa ANEEL 303 de 26.359 . publicado em 14/03/2011 Fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e conhece e. 15. que aplicou a penalidade de redução dos níveis tarifários obtidos na próxima revisão tarifária periódica. Despacho nº 1269 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S. deverão ser devolvidos os correspondentes valores recebidos via CCC. cujos valores foram reembolsados pelo CCC.A CEMAT. 13. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. publicado em 28/02/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . publicado em 02/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica. nega provimento as recurso interposto pela Companhia Siderúrgica Paulista . pelo não atendimento das metas do Plano de Universalização. não lhe é exigível a restituição dos valores correspondentes ao ICMS incidente na compra de combustíveis para geração de energia elétrica. em face da Resolução Homologatória ANEEL 800 de 07. 12.2008.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . face do Despacho AGER 001 de 2009. e estabelecer.ISOL.PROINFA. face a Resolução Homologatória ANEEL 246 de 2004. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. Despacho nº 944 de 1º/03/2011. para declarar que. 18. Despacho nº 777 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Companhia Piratininga de Força e Luz CPFL Piratininga. publicado em 30/03/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Despacho nº 841 de 25/02/2011. para abril de 2011. 14.

no mérito.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 2. publicado em 26/04/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .SIN.930 de 05/05/2011.CPFL Paulista. publicado em 03/05/2011 Encerra os procedimentos para repasse do Bônus ITAIPU ao consumidor residencial e rural. Despacho nº 1. devido à apuração de resultado negativo na Conta de Comercialização da Energia Elétrica de ITAIPU. 20. 28. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.042 de 16/05/2011. para o ano de 2012. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. Despacho nº 2.2010. Despacho nº 1389 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e.SIN. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.04.A. publicado em 17/05/2011 Pág. em 2010. 25.360 . publicado em 08/04/2011 Classifica as concessionárias ou permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional .TFSEE.SIN.PROINFA. para junho de 2011. Despacho nº 1. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 22. publicado em 17/05/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 21. de 20/04/2011. publicado em 06/05/2011 Fixa os valores do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada . Despacho nº 1. 27.715. de 25/04/2011.864 de 02/05/2011.2010. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cemig Distribuição S. Despacho nº 1.04. 2010 e 2011.728. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. 24. à Resolução Homologatória ANEEL 960 de 06. para o período de abril de 2011 a março de 2012. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe Distribuidora de Energia S.2010.19.SIN. Despacho nº 1478 de 07/04/2011 publicado em 08/04/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia Paulista de Força e Luz .491 de 07/04/2011. publicado em 06/05/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Despacho nº 1658 de 19/04/2011 publicado em 20/04/2011 Conhece e.CDE do mês de fevereiro de 2011. no mérito.A.04. Juruena Energia S. à Resolução Homologatória ANEEL 961 de 06.A. para a Apiacás Energia S. com mercado próprio inferior a 500 GWh/ano.041 de 16/05/2011.ACRméd . Despacho nº 1.931 de 05/05/2011. 23. Despacho nº 1. à Resolução Homologatória ANEEL 969 de 19.para os ano de 2009.A. publicado em 25/04/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 26. 29.CDE do mês de março de 2011. conforme Anexo.A e Primavera Energia S. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.

relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.039 de 03. 32. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .ENF. em face da Resolução Homologatória ANEEL 1. 30. e remete o cálculo dos ajustes para alteração do índice de reposicionamento tarifário. para julho de 2011.06.SIN.A. Despacho nº 2447 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração.2010. altera o valor da receita requerida. alterando o valor da parcela de ajuste.CDE para abril de 2011. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .2010.2010. 33. conforme condições detalhadas. Despacho nº 2445 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Nega conhecimento. 37. que homologou o resultado da sua segunda revisão tarifária. publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas de custeio.COPEL GT. e de ofício.06.CEEE GT.RAP/RBNI e o índice de reposicionamento da referida concessionária. Despacho nº 2322 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Conhece o recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S.Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . interposto pela Eletrosul Centrais Elétricas S.08.008 de 15. 38.06. 35.FURNAS . bem como altera o valor da Receita Anual Permitida . em face das Resoluções Homologatórias ANEEL 103 e 111 de 2004 que. respectivamente.595 de 21/06/2011.A. Despacho nº 2. interposto por Furnas Centrais Elétricas S. que homologou o resultado definitivo da 5ª Revisão Tarifária Periódica.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 2. Despacho nº 2060 de 17/05/2011 publicado em 19/05/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe.A . . 34.SIN. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 2151 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Indefere o pedido da Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia S.2010. face à Resolução Homolgatória ANEEL 989 de 08.361 .PROINFA. Despacho nº 2446 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração. complementou os resultados da sua primeira revisão tarifária periódica e homologou as suas tarifas de fornecimento de energia aplicáveis aos consumidores finais.A . relativos às concessionárias Pág. à Resolução Homologatória ANEEL 1. ao recurso administrativo interposto pela Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .PROINFA.06. Despacho nº 2526 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Espírito Santo Centrais Elétricas ESCELSA. por intempestivo. 31. para a alteração da data de aniversário contratual. para agosto de 2011.594 de 21/06/2011. publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 36.2010. face à Resolução Homologatória ANEEL 987 de 08. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. face à Resolução Homologatória ANEEL 993 de 08.

47.214 de 08/08/2011.A.SIN. a serem recolhidas na data fixada. concede parcial provimento.SIN.PROINFA. Despacho nº 3. a Usina Eldorado Ltda . a serem recolhidas na data fixada. para as Isamu Ikeda Energia S. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . publicado em 28/07/2011 Fixa para as concessionárias relacionadas.UTE Eldorado.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .774 de 22.2009 e 4.362 . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . face à Resolução Homologatória ANEEL 1. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 2.TFSEE. Despacho nº 3.778 de 23. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. para o período de julho 2011 a junho 2012. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. publicado em 06/07/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .relacionadas. o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.CDE para maio de 2011.731 de 27. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. 43.2008 e. relativos às concessionárias relacionadas. CEMAT e ENERSUL. e no mérito.A e Socibe Energia S.957 de 19/07/2011.755 de 05/07/2011.080 de 27.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .12. 42. 45. Despacho nº 3. Despacho nº 2.TFSEE para a Zona da Mata Geração S. publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . para setembro de 2011.2007 e 4. 41. a serem recolhidas na data fixada.12.09.390 de 18/08/2011.2010. Despacho nº 3.389 de 18/08/2011.SIN. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .SIN. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. relativo ao período de junho de 2011 a maio de 2012. visando considerar os seguintes componentes financeiros no reajuste tarifário anual da Concessionária em 2011: o ajuste financeiro correspondente aos CUSDs mantidos pela CELG-D com as distribuidoras CEB-DIS. Despacho nº 2. publicado em 09/08/2011 Torna sem efeito os valores publicados para os produtores independentes. publicado em 09/08/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . constante nos Despachos SRE/ANEEL 4.A.213 de 08/08/2011. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . constante nos Despachos SRE/ANEEL 3. 39. relativo ao período de julho de 2011 a junho de 2012.12. para setembro de 2011. 40.UTE Eldorado. Energética Eldorado Ltda .SIN.056 de 08.A. 44.CDE para junho de 2011. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Alvorada Energia S.PROINFA.081 de 27/07/2011. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.12. Despacho nº 3.2010.A. Despacho nº 3628 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Conhece o pedido de reconsideração interposto pela CELG Distribuição S.956 de 19/07/2011. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativos às concessionárias relacionadas. 46. em Pág.

que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . a serem recolhidas na data fixada.000 de 11/10/2011. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .BOA VISTA a praticar as tarifas constantes dos arts. Despacho nº 4014 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Bandeirante Energia S.A.CDE para julho de 2011.749 de 15/09/2011. 48. para novembro de 2011.A à Resolução Homologatória 725 de 21. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. correspondente aos descontos concedidos no mês de setembro de 2009. relativos às concessionárias relacionadas.203 de 25/10/2011. Despacho nº 3.10.relação ao mês de agosto de 2010 e o subsídio aos consumidores rurais irrigantes. relativo à competência de agosto de 2009. publicado em 13/10/2011 Fixa o valor do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . publicado em 01/11/2011 Autoriza a Boa Vista Energia S. 56.ACRméd para o período de 2012. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. 3º. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2011. 5º e 8º da Resolução Homologatória ANEEL 1. Despacho nº 4. Despacho nº 3.398 de 16/11/2011.CDE do mês de agosto de 2011. 54. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .226 de 25.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 4.PROINFA. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. 50.2008.10.PROINFA.SIN. Despacho nº 4.221 de 18. para dezembro de 2011.SIN. 3º e 5º da Resolução Homologatória ANEEL 1.363 .CEEE-D praticar as tarifas constantes dos arts. Pág.10. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.087 de 17/10/2011.SIN.243 de 31/10/2011. Despacho nº 4. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .088 de 17/10/2011. 49. . que homologou suas tarifas de fornecimento de energia elétrica. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.750 de 15/09/2011. publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 55.PROINFA. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 4. que deverá ser fiscalizado e informado pela Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira. 53. 51. publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . para janeiro de 2012. 52. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.SIN.2011. Despacho nº 4.

SIN. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .CDE para outubro de 2011. a serem recolhidas na data fixada.PROINFA. Despacho nº 4.CDE para setembro de 2011.SIN.57. a serem recolhidas na data fixada. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 59. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . relativos às concessionárias relacionadas. para fevereiro de 2011. relativos às concessionárias relacionadas. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. Pág.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .364 . 58. Despacho nº 4813 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . Despacho nº 4812 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.SIN. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.399 de 16/11/2011.

9º.353 de 16. referente ao aporte de garantia financeira por agente de geração. Resolução Normativa nº 453 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Estabelece os critérios para cálculo do montante de exposição ou sobrecontratação involuntária. Resolução Normativa nº 456 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação .Novo SCL.2010. inciso II.163 de 30. de que trata a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica. bem como.REGULAÇÃO DE MERCADO Resoluções Normativas Consolidado 8 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 6 Despachos 150 Total 164 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. Resolução Normativa nº 452 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva. 16. Resolução Normativa nº 446 de 13/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera os artigos 4º e 10 da Resolução Normativa 411 de 28. Resolução Normativa nº 428 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação .01. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. art. 26 da Resolução Normativa ANEEL 109 de 26.CCEE. a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2010. 3º e 4º da Resolução Normativa ANEEL 421 de 30. 3. 6. 3º e 18 do Decreto 5. no Ambiente de Contratação Regulada.2008.2008. referente à compra de energia proveniente de novos empreendimentos de geração hidrelétrica.7º. eólica.10.2008. altera o art.08. e altera a redação do art. que passa a vigorar conforme Anexo desta resolução.11. revoga os parág.09. inciso III da Resolução Normativa ANEEL 337 de 11.11.2008.10. e fixa os Pág. do art. 7. 8.10.2004 e altera o parág. Resolução Normativa nº 445 de 06/09/2011 publicado em 14/09/2011 Altera o artigo 2º da Resolução Normativa 336 de 28.2004.07. que passam a vigorar com nova redação. regulamenta a penalidade de que trata o Decreto 6. 3º do mesmo artigo. 5º da Resolução ANEEL 433 de 26. 5. 6º. em atendimento aos artigos 2º. art.365 . 5º art. gás natural e hidroeletricidade destinada ao Sistema Interligado Nacional. Resolução Normativa nº 437 de 24/5/2011 publicado em 26/5/2011 Estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado . bem como inclui o parág.2003. Resolução Homologatória nº 1179 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 002/2011 e seus Anexos.CCEARs. bem como altera o Anexo I da mesma. 2º da Resolução Normativa ANEEL 336 de 28. Resolução Normativa nº 450 de 27/09/2011 publicado em 10/10/2011 Altera os artigos 2º. que tenham como fontes biomassa.Novo SCL. 7º e 8º. 4. 2.

Resolução Homologatória nº 1233 de 18/11/2011 publicado em 18/11/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 007/2011.PLD. para os anos de 2012 e 2013 conforme anexo. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em novembro de 2010. para início de suprimento a partir de 01. referente aos Contratos de Energia de Reserva .2004. 3. Despacho nº 005 de 04/1/2011 publicado em 05/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1230 de 25/10/2011 publicado em 26/10/2011 Aprova o Edital do 10º Leilão de Compra de Energia Elétrica Proveniente de Empreendimentos de Geração Existentes. para o ano de 2012.a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado -. referente à Contratação de Energia de Reserva. para compra de energia elétrica para fins de complementação do atendimento do mercado cativo dos agentes de distribuição de que trata o art. de 30. referente à contratação de energia de reserva proveniente de novos empreendimentos de geração a partir das fontes biomassa ou eólica.CCEE na gestão de Conta de Energia de Reserva CONER. no Ambiente de Contratação Regulada. 4. 3. destinado à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração de fontes hidrelétrica. 5. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER).2016. e estabelece as tarifas TUST e a TUSDg para as centrais geradoras especificadas. Despacho nº 094 de 13/1/2011 publicado em 14/1/2011 Autoriza à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE que. utilize para o respectivo ano.01. Despacho nº 150 de 21/1/2011 publicado em 24/1/2011 Pág. financeiros e tributários. Resolução Homologatória nº 1250 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova as estimativas mensais dos custos administrativos. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. a serem incorridos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 2. conforme o anexo. e na administração dos contratos associados à energia de reserva.07. Resolução Homologatória nº 1247 de 13/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores da Curva do Custo do Déficit de energia elétrica e os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação de Diferenças .conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras que participarem do aludido certame.CCEE que. 2. conforme as Portarias MME 498 de 2011.163. e seus anexos. 6. 26 do Decreto 5. Despacho nº 121 de 17/1/2011 publicado em 18/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . destinada ao Sistema Interligado Nacional. na Liquidação Financeira. Resolução Homologatória nº 1180 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 003/2011 e seus Anexos.CER. na Liquidação Financeira. 4.366 . DESPACHOS 1.CCEE a realizar Leilão de Ajuste. das Usinas Termelétricas relacionadas. eólica e termelétrica . bem como estabelece os conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras participantes do certame.

CESP. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta de Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). e isenta à concessionária das penalidades decorrentes do não aporte das garantias financeiras exigidas pelas Regras e Procedimentos de Comercialização. indefere pleito no que tange ao recebimento de receitas dos CCEAR na venda de energia da mencionada usina.CCEE que.11. Despacho nº 248 de 1/2/2011 publicado em 2/2/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S.A. conforme o anexo.6 do Módulo de Penalidades das Regras de Comercialização de Energia Elétrica. versão 2010. conforme as condições detalhadas.2010. 9. afasta os efeitos da Resolução Normativa ANEEL 165 de 2005. ajuste a expressão algébrica LV 2. por atraso na entrada da operação comercial da Usina Hidrelétrica Dardanelos. utilize para o respectivo ano de apuração. em face dos Despachos ANEEL 2.Conhece e. Despacho nº 348 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda. 3. concede à concessionária a manifestação na disposição de invocar a existência de fato excludente de responsabilidade. por se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação.367 .CCEE que. na Liquidação Financeira referente aos Contratos de Energia de Reserva . por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade.331 de 03.2010 e 3. ensejador da suspensividade. 11.4 e LV 3. que foram aprovadas pela Resolução Normativa ANEEL 385 de 08. celebrado entre a Empresa Companhia Sul Paulista de Energia e a Companhia Energética de São Paulo . das Usinas Termelétricas relacionadas.12.952 de 06. Despacho nº 598 de 15/2/2011 publicado em 16/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 276 de 2/2/2011 publicado em 3/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2009 e dá outras providências.CCEE. 13. no mérito. 12. com o objetivo de cessar os efeitos comerciais e sanções administrativas oriundos dos CCEAR.656 de 02.10. Despacho nº 450 de 8/2/2011 publicado em 18/2/2011 Reconhece fato excludente de responsabilidade da Energética Águas da Pedra S.COSAN CENTROESTE. 2. Despacho nº 346 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Cosan Centroeste S.A Açucar e Álcool . por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. Pág. Despacho nº 220 de 27/1/2011 publicado em 28/1/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica. Despacho nº 347 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Agro Energia Santa Luzia S. 5. 6.2010. Despacho nº 345 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Concede o efeito suspensivo requerido pela Electra Comercializadora de Energia Ltda. na Liquidação Financeira relativa à Contratação de Energia de Reserva . 10.2010.680 de 01.09. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em dezembro de 2010.CER a ser realizada em fevereiro de 2011.CER. 7.A. 8.A.12. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação ensejador da suspensividade.

indefere o pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 19. ensejador de suspensividade. 22. de 17.2011. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S. 18.A. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S. Pág. no mérito. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. que envolvem usinas com atrasos em suas respectivas datas de operação comercial. na Liquidação Financeira. competência de fevereiro de 2011. Despacho nº 668 de 17/2/2011 publicado em 18/2/2011 Conhece e.A e ARATU Geração S. nas competências de junho. em face aos Despachos SEM/ANELL 1. Despacho nº 829 de 24/2/2011 publicado em 25/2/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.A. apresentados por meio da CT-COCAL 061 de 2010. Despacho nº 907 de 24/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. nega provimento aos pleitos da Cocal Termoelétrica S. diversos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado CCEARs. liminarmente. Despacho nº 912 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.ELETROACRE. 17.656 e 2.14. denominada atualmente de Eletrobrás Distribuição Acre.368 .048 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa o Sexto Termo Aditivo ao contrato de suprimento de energia elétrica firmado entre a compradora Companhia de Eletricidade do Acre . visando o atendimento de localidades isoladas do estado do Acre conforme condições detalhadas 24. Despacho nº 755 de 22/2/2011 publicado em 23/2/2011 Conhece e.A. Despacho nº 1. conforme as condições detalhadas. Despacho nº 608 de 15/2/2011 publicado em 24/2/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Cosan Centroeste S. ensejador de suspensividade. no mérito. em face do Despacho SEM/ANEEL 121. Despacho nº 906 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. 20.A Açúcar e Álcool.CCEE de suspender. 23. Despacho nº 1. no mérito.CESAM e a Rede Comercializadora de Energia S. 21. das Usinas Termelétricas relacionadas. celebrado entre ELEKTRO Eletricidade e Serviços S. 16. 2.047 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . conforme as condições detalhadas. referente aos Contratos de Energia de Reserva. 15. celebrado entre a Cooperativa de Electrificacion San Matias Ltda . Despacho nº 908 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa.01.A. Despacho nº 958 de 1/3/2011 publicado em 11/3/2011 Conhece e.A.A. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Agroenergia Santa Luzia S.A. agosto e setembro de 2010.874. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. ensejador de suspensividade. requerido pela Borborema Energética S.952 de 2010. que determinaram a retenção da receita fixa da Usina Termelétrica Jataí. e a Guascor do Brasil LTDA. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação.CCEE que.

Despacho nº 1.369 .2011. Despacho nº 1. por não haver previsão regulamentar para reexame da suspensividade. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. 33. no mérito.261 de 22/3/2011 publicado em 31/3/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . resultantes do 8º Leilão de Energia proveniente de empreendimentos de geração existentes. decorrentes do 1º Leilão de Energia de Reserva . 30.089 de 11/03/2011 publicado em 14/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A Açúcar e Álcool em face do Despacho ANEEL 121 de 17. da classificação das usinas conectadas às Demais Instalações de Transmissão DIT como não participantes do rateio de perdas elétricas na Rede Básica.411 de 25.420 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Aprova os modelos de Termos Aditivos ao Contrato de Energia de Reserva . 31.05. Despacho nº 1.Companhia Brasileira de Energia Renovável. na Liquidação Financeira.2010.LER. Despacho nº 1.CCEE que. requerido pela BRENCO .219 de 03. a fim de reformar o Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em janeiro de 2011.2010. no mérito. Despacho nº 1.A. referente à Contratação de Energia de Reserva. utilize para o respectivo ano. Despacho nº 1.01. das Usinas Termelétricas relacionadas. 32. 3.388 de 29/3/2011 publicado em 7/4/2011 Pág.098 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Conhece e. ensejador de suspensividade 28.2010. Despacho nº 1.331 de 03. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cosan Centroeste S.CCEAR. requerido pela COCAL TERMOELÉTRICA S.2011.392 de 29/3/2011 publicado em 5/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso interposto pela Cosan Centroeste S. Despacho nº 1. referente aos Contratos de Energia de Reserva. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). 36.01.406 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega conhecimento do pedido de efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda. conforme o anexo. para determinar a penalidade expressa por meio do contador "j" seja excluída do cálculo descrito na cláusula 14 do Contrato de Energia de Reserva 22 de 2008.25.405 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega efeito suspensivo. Despacho nº 1.A Açúcar e Álcool Cosan. na Liquidação Financeira. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda. Despacho nº 1.CER. 26.CCEE proceda ao ajuste. ensejador de suspensividade. 34. Despacho nº 1. conforme tabela detalhada. no âmbito das Regras de Comercialização.11. competência de abril de 2011.095 de 14/3/2011 publicado em 15/3/2011 Conhece e. conforme o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2. 29.CCEE que.460 de 4/4/2011 publicado em 5/4/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .05. Despacho nº 1. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação. em face dos Despachos SEM/ANEEL 1. 35. 27.097 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Nega efeito suspensivo.361 de 28/3/2011 publicado em 29/3/2011 Homologa os Contratos de Compra e Venda de Energia Elétrica no Ambiente Regulado .

Despacho nº 1.CERNHE e Companhia Nacional de Energia Elétrica . nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda. e determina à CCEE para que não incremente o contador "j". 09/08. em face do Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. Despacho nº 1. conforme as condições detalhadas.CCEE a divulgação da alteração tratada.Estabelecer Preço de Liquidação de Diferenças (PLD).Companhia Energética do Rio Grande do Norte. Despacho nº 1.A.A. e a LDC Bioenergia S.A.A e UTE MC2 Senhor do Bonfim S. Despacho nº 1. Despacho nº 1. determina sua aplicação imediata e a divulgação pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2011. no mérito. Despacho nº 1. interposto pela BRENCO . UTE MC2 Dias Dávila 2 S. celebrados entre as empresas.A. Ampla Energia e Serviços S.2011.A.CNEE.370 .460 de 04. UTE MC2 Camaçari I S.Indefere o pleito apresentado pelas empresas UTE MC2 Feira de Santana S.Unidade Estivas. Despacho nº 1. Despacho nº 1. 40. nega provimento ao Pedido de Reconsideração.480 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Conhece e. 37.1 do CER n.01 . no mérito.CERES.2011. em face do Despacho SEM/ANEEL 1.655 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Aprova a Versão 3 do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC PE. Despacho nº 1.04.A . 42. em face do Despacho ANEEL 1.07 . Despacho nº 1. celebrados entre Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte . UTE MC2 Dias Dávila 1 S. 38. bem como determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A. e o Primeiro Termo Aditivo.633 de 15/4/2011 publicado em 18/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.2011. 44.750 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Pág. 41.685 de 19/04/2011 publicado em 25/04/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Agro Energia Santa Luzia S. no mérito. UTE MC2 Catu S.A de adiamento da data de início de suprimento. referente à subcláusula 14. 43.03. versão 3. 45. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S.Apuração de NãoConformidades e Penalidades de Medição.749 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.089 de 11. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Santa Luzia I.560 de 12/4/2011 publicado em 13/4/2011 Conhece e. celebrado entre a COSERN .01.Companhia Brasileira de Energia Renovável. 46. conforme as condições detalhadas.A e Cooperativa de Eletrificação Rural de Resende Ltda .699 de 20/4/2011 publicado em 25/4/2011 Aprova as alterações do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica ME.664 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Conhece e.CCEE. conforme as condições detalhadas.01. prevista nos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado por elas assinado.479 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica CCVE. 39. para aplicação imediata. em face do Despacho ANEEL 121 de 17.

que estabelece o Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. UTE MC2 Catu.ENERGIA CAIUÁ S. no mérito. face ao Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. requerido pela UTE MC2 Feira de Santana.03. Companhia Energética de São Paulo . aos Despachos SEM/ANEEL 1.A. Despacho nº 1.A e Companhia Força e Luz do Oeste . 55. das Usinas Termelétricas relacionadas.11. 52.CESP e Companhia Jaguari de Energia .01. UTE MC2 Camaçari 1 e UTE MC2 Senhor do Bom Fim. conforme as condições detalhadas. referente à Usina Termelétrica Caçu I. Rio Grande Energia S. 48.CCEE que.1 do CER 28 de 2008. celebrados entre as empresas.A. referente à subcláusula 14. em face do Despacho SEM/ANEEL 1. 50. e de ofício. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave.022 de 11/5/2011 publicado em 12/5/2011 Nega efeito suspensivo. concede provimento parcial ao recurso interposto pela BRENCO . no mérito.752 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Terceiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica.2011.2011.CFLO. 53.2011. referente aos Contratos de Energia de Reserva. na Liquidação Financeira. Despacho nº 1.1 do CER 08 de 2008. Despacho nº 1. 54. Despacho nº 2.2010 e 121 de 17.219 de 03.Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. Despacho nº 1. UTE MC2 Dias D'Ávila 2. bem como determina à CCEE para que não incremente o contador "j".CJE. UTE MC2 Dias D'Ávila 1.331 de 03.990 de 10/5/2011 publicado em 11/5/2011 Conhece e. 51. conforme as condições detalhadas. ensejador de suspensividade.05.2011.089 de 11. requerido pela ENERCASA . Pág.859 de 02. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. 49. competência de abril de 2011. celebrados entre as empresas.05.2010.776 de 26/4/2011 publicado em 3/5/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Usina Porto das Águas Ltda. Despacho nº 2.053 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e.RGE e Coprel Cooperativa de Energia. para o primeiro ano de apuração.822 de 27/4/2011 publicado em 28/4/2011 Nega efeito suspensivo.01.823 de 28/4/2011 publicado em 29/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao Pedido de Reconsideração. em face do Despacho SEM/ANELL 1.751 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termos Aditivos ao contrato de compra e venda de energia elétrica.Companhia Brasileira de Energia Renovável. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Porto das Águas.859 de 2/5/2011 publicado em 3/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . interposto pela Rio Claro Agroindustrial S. determinar à CCEE que não incremente o contador "j". nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S. referente aos processo citados. Despacho nº 1. 47.371 . Despacho nº 1. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da Usina Termelétrica Unidade de Bioenergia Morro Vermelho. Despacho nº 1. celebrados entre as empresas.A . referente à subcláusula 14. COPEL Distribuição S. conforme as condições detalhadas. 3.A.

219 de 26/5/2011 publicado em 27/5/2011 Registra o Primeiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia . bem como aprova as alterações de datas na minuta de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado . celebrado entre a Companhia Paulista de Força e Luz .CCEE. conforme Anexo II ao Edital de Leilão 007 de 2010. e convoque os interessados para assinatura dos termos aditivos correspondentes.120 de 19/5/2011 publicado em 20/5/2011 Aprova os Termos Aditivos Matriz/Filial para Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC AC. competência de maio de 2011. participantes da Chamada Pública ANEEL 001 de 2010. pela alteraração do cronograma de implantação da usina e a alteração da data de início de suprimento no CCEAR de modo a coincidir com a data de operação das ICGs a serem licitadas no âmbito do Edital de Leilão 001 de 2011.066 de 22/2/2011 publicado em 19/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .059 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de esclarecimento interposto pela Cosan Centroeste S.10. conforme as condições detalhadas 65. Despacho nº 2. Marin & Cia Ltda e a Rio Grande Energia S. Despacho nº 2. anexo II ao Edital de Leilão ANEEL 005 de 2010. Despacho nº 2. Açúcar e Álcool .56.2010.CER. 3º da Resolução Normativa ANEEL 165 de 19. celebrados entre CELESC Distribuição S. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. Despacho Nº 2058 de 17/05/2011 publicado em 01/06/2011 Afasta.141 de 24/5/2011 publicado em 25/5/2011 Registra o Segundo Termo Aditivo ao Contrato de Compra e Venda de Energia .CCEE que exclua a subcláusula 7. os incisos III e IV do art. na Liquidação Financeira. Despacho Nº 2312 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Pág. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . das Usinas Termelétricas relacionadas. CERs e CONUERs e Celebração de Termos Aditivos e Termos de Cessão. Despacho nº 2.392 de 29. Despacho Nº 2304 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. bem como declara perda de objeto do pedido. referente à Pequena Central Hidrelétrica SAnta Luzia.CCEE. e o Primeiro Termo Aditivo.06: Alterações de Dados Contratuais de CCEARs.2008 a 30.09. conforme as condições detalhadas. a oportunidade de se manifestar. e revoga o Despacho SEM/ANEEL 2. 62.A.2011.CCEAR por disponibilidade eólica.372 .484 de 25. no prazo determinado. 60.CCEE que.A.CCE.08. Despacho nº 2.CCE. em face do Despacho ANEEL 1. bem como determina a aplicação imediata e divulgação do mesmo.A e Cooperativa Distribuidora de Energia Vale do Araçá . CCGs. referente ao período de 01.2005. referente aos Contratos de Energia de Reserva. celebrado entre a Muxfeldt. Despacho nº 2. 63.Cosan.03.CERAÇÁ.09.CPFL e a Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão CERPRO. 59. Despacho Nº 2303 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 64.2011. 57. por inaplicabilidade.007 de 10/5/2011 publicado em 20/5/2011 Faculta aos vencedores do 3º Leilão de Energia de Reserva e do 2º Leilão de Fontes Alternativas. encaminhado à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 58.2 e renumere as demais subcláusulas da Cláusula 7ª do Contrato de Energia de Reserva . 61.

conforme condições detalhadas. preservando a fixação do Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do Contrato de ENergia de Reserva 011/2008. no mérito. Despacho Nº 2381 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Registra os Primeiros Termos Aditivos aos Contratos de Compra e Venda de Energia.DEMEI e a Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . decidindo não conceder o adiamento de aporte de garantias financeiras e liquidação de valores devidos em decorrências dos contratos no CCEAR. competência de maio de 2011.CCEE que. celebrado entre o Departamento Municipal de Energia de Ijuí .01. os recursos interpostos pela concessionária mencionada. na Liquidação Financeira. Despacho Nº 2621 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao Pedido de Reconsideração. Companhia Energética de São Paulo .2011.ENERCASA. Despacho Nº 2476 de 08/06/2011 publicado em 09/06/2011 Registra o Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica.A.A . por não haver previsão regulamentar para reexame da suspensividade.Conhece e. da Usina Termelétrica Eldorado 67. 2. para cessar os efeitos comerciais e as sanções administrativas do CCEAR originados da venda da energia da Usina Hidrelétrica Dardanelos.02. 73. contra o Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. Despacho Nº 2375 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Nega conhecimento do pedido de efeito suspensivo requerido pela ENERGIA CAIUÁ S. mediante a qual a Superintendência de Estudos Econômicos do Mercado determinou a retenção da parcela fixa da Receita Fixa da Usina Termelétrica Ipaussu. e determina que a empresa se manifeste.A . interposto pela empresa Energética Águas da Pedra S. 3. conforme condições detalhadas 70.CERILUZ. Despacho Nº 2448 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Conhece do recurso interposto pela Rio Claro Agroindustrial S. celebrado entre a Rio Grande Energia S. Despacho Nº 2556 de 16/06/2011 publicado em 20/06/2011 Registra o Terceiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica. Pág. Despacho Nº 2649 de 22/06/2011 publicado em 24/06/2011 Conhece e.331 e 3.CESP e Companhia Jaguari de Energia .656. para 2010. conforme as condições detalhadas. nega provimento aos pleitos da Usina Termelétrica de Anapólis Ltda . 68. celebrado entre a Copel Distribuição S. face ao Despacho ANEEL 450 de 08. Despacho Nº 2477 de 08/06/2011 publicado em 09/06/2011 Registra o Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica.A e a Centrais Elétricas de Carazinho S.952. bem como não conceder o cancelamento das penalidades aplicadas. 74. Despacho Nº 2382 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Determina à C