MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME

)
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

BRASÍLIA, MARÇO/2012

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME)
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

Relatório de Gestão do exercício de 2011 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 108/2010, da Portaria TCU nº 123/2011 e da Portaria CGU nº 2.546/2010.

BRASÍLIA, MARÇO/2012

INTRODUÇÃO A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), autarquia especial vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), no cumprimento de sua missão de Órgão Regulador do setor elétrico, procura assegurar um ambiente favorável aos investimentos no setor, criando condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade. Nesse sentido define regras técnicas e econômicas para a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, fiscaliza o seu cumprimento, tanto sob a ótica técnica e comercial quanto econômicofinanceira, promove a mediação de conflitos e operacionaliza as decisões da União relativas a concessões para os serviços de energia elétrica. No exercício de 2011, a atuação da ANEEL pautou-se pelas prioridades definidas na Agenda de Desafios Estratégicos para o período de 2009 a 2012, enfatizando como principais compromissos: a coerência dos regulamentos do setor, a preservação da modicidade tarifária, a otimização metodológica para a regulação do setor, a transparência decisória e o fortalecimento dos instrumentos de diálogo com a sociedade. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados, destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição, concretizada com a publicação da Resolução Normativa nº 457, de 08/11/2011, após amplo debate com agentes do setor e representantes da sociedade, em audiências públicas realizadas para discussão do tema. Conforme dispõe essa Resolução, também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa, o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica. No campo da regulamentação destacam-se, também, os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas, dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia. Cabe destacar, ainda, os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica, em cumprimento dos respectivos contratos, efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1.171, de 28/06/2011, e nº 1.173, de 28/06/2011. Quanto à outorga de concessões, autorizações e permissões, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, o desafio foi o de promover a realização dos leilões com vistas ao suprimento energético programado pelo Plano Decenal de Energia Elétrica, tendo ainda como foco as metas priorizadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os resultados foram a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km de extensão ao final do ano. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e

11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Destaca-se, ainda neste campo, a aprovação de 54 estudos de inventário hidrelétrico, visando ao aproveitamento ótimo dos cursos d’água, que totalizam 15.793,86 MW de potencial de energia hidráulica, que poderá ser futuramente aproveitado. No âmbito da fiscalização dos serviços de energia elétrica, foram realizadas pela ANEEL, diretamente ou com o apoio de credenciados ou das Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, 1.868 fiscalizações de obras, instalações e serviços de geração, transmissão e distribuição, e dos aspectos econômicos e financeiros das concessões. No tocante à fiscalização da geração, destaca-se a realização de 806 fiscalizações, dentre as quais 521 de usinas em operação e 256 de empreendimentos de geração em fase de obras. Em 2011, ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional vários desligamentos não programados e de longa duração, tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste em 04/02/2011, que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região, e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo. Em decorrência, a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o Sistema Interligado Nacional. A fiscalização dos serviços de transmissão realizou 109 fiscalizações, em lugar das 50 programadas, e a fiscalização dos serviços de distribuição realizou 256 fiscalizações, em lugar das 180 programadas. Se, por um lado, as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica, por outro, o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão. Quanto à fiscalização econômica e financeira, foram realizadas 697 fiscalizações, sendo 104 voltadas para os aspectos econômicos, financeiros, de gestão e de cumprimento das normas e regulamentos pertinentes, 129 de validação de elementos econômicos e financeiros e 464 análises de pedidos de anuência prévia a operações comerciais, que dependem de aprovação da ANEEL. Por meio da Ouvidoria, a Agência atendeu ao Setor de Energia Elétrica, buscando o equilíbrio entre os interesses dos consumidores, agentes regulados e Governo, sempre em prol da causa pública. Foram mantidos os serviços da Central de Teleatendimento, operando na ANEEL e nas Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, que proporcionaram o atendimento de cerca de 1,64 milhões de solicitações no ano. Os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade foram evidenciados pela realização de 83 audiências públicas e 8 consultas públicas, que permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência. De modo a ressaltar cada vez mais seu compromisso com a transparência de seus atos, procedimentos e processos decisórios, a Agência deu sequência às reuniões públicas de diretoria transmitidas simultaneamente e ao vivo para todo o País, pela Internet, possibilitando, inclusive, a participação direta dos agentes interessados nas discussões e decisões do órgão regulador. Ao elaborar a sua Prestação de Contas Ordinária Anual do exercício de 2011, a ANEEL procurou organizar este Relatório de Gestão em uma sequência lógica de apresentação das informações, em conformidade com a forma e o conteúdo definidos na Decisão Normativa nº 108/2010 e na Portaria nº 123/2011, ambas do TCU. Os principais itens do Relatório de Gestão estão indicados no sumário a seguir. Cumpre ressaltar que, dentre os itens a que se refere o Anexo II da DN TCU nº 108/2010, os abaixo relacionados não se aplicam à realidade da ANEEL:

Parte A – Conteúdo Geral Item 11 - Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ, classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros. Item 14 - Informações sobre Renúncia Tributária. Parte B – Informações Contábeis da Gestão Item 2 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 4.320/64, incluindo as notas explicativas, conforme disposto na Resolução CFC nº 1.133/2008 (NBC T 16.6). Item 3 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6.404/76, incluindo as notas explicativas. Item 4 - Informações sobre a composição acionária do capital social. Item 5 - Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis. No tocante à Parte C – Conteúdos Específicos, são aplicáveis à ANEEL apenas os itens abaixo: Item 4 - Demonstrativo analítico das despesas com ações de publicidade e propaganda, detalhado por publicidade institucional, legal, mercadológica, de utilidade pública e patrocínios, relacionando dotações orçamentárias dos Programas de Trabalho utilizados, valores e vigências dos contratos firmados com agências prestadoras de serviços de publicidade e propaganda, e os valores e respectivos beneficiários de patrocínios culturais e esportivos. Item 16 - Informações sobre as contratações de consultores na modalidade “produto” no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais. Com a convicção do esforço empenhado para o alcance dos melhores resultados, submetemos à apreciação do Tribunal de Contas da União a Prestação de Contas Ordinária Anual da ANEEL relativa ao exercício de 2011. Diretoria da ANEEL

SUMÁRIO A. 1.
1.1

CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 ................................................ 25 INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ................................................................................. 25
Relatório de Gestão Individual ...................................................................................................................................................... 25

2.
2.1

PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA............................................................ 27

Responsabilidades Institucionais da Unidade............................................................................................................................. 27 Estrutura Institucional do Setor Elétrico ............................................................................................................................................ 28 Posição da Agência frente ao Público-Alvo ...................................................................................................................................... 28 Organograma / Estrutura Organizacional ......................................................................................................................................... 29 2.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais .......................................................................................... 30 Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual ................................................................ 30 Orientação Estratégica de Governo ................................................................................................................................................. 30 Objetivo de Governo ......................................................................................................................................................................... 30 Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica ................................................................................................................................... 30 Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................................................................. 30 Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico ....................................................................... 31 Gerenciamento do Programa, Ações e Metas da ANEEL ................................................................................................................ 33 2.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL .......................................................................................................... 34 2.3.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ............................................................................... 34 Identificação do Programa de Governo ............................................................................................................................................ 34 Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa ................................................................................................................. 34 Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa .............................................................. 35 Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC ........................................................................... 35 Indicador de Outorga de Geração ............................................................................................................................................... 39 Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica ............................................................................................. 40 Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) ............................................................................................................................... 41 Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências ......................................................................................... 42 a) Restrições Encontradas ............................................................................................................................................................... 43 Restrições Orçamentárias e Financeiras .................................................................................................................................... 43 Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais ...................................................................................................................... 45 Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ................................................................................................................................................................................ 45 b) Providências Adotadas ................................................................................................................................................................. 47 Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras ......................................................................................... 47 Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais ..................................................................................................................... 47 Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ....................................................................................................................................... 47 2.3.2 Execução Física das Ações do Programa 0272 - Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................. 48 Análise Crítica da Execução Física das Ações ................................................................................................................................ 48 2.3.2.1 - Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 ................................................................................................ 49 2.3.2.2 - Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 ......................................................................................... 65 2.3.2.3 - Outorga de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699.......................................................... 81 2.3.2.4 - Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 ...................................................................................... 101 2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 ................................................................... 106 2.3.2.6 - Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 ............................................................................................................ 116 2.3.2.7 - Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 ..................................................................................................................... 133 2.3.2.8 - Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação - Ação 4572 ............... 135 2.3.2.9 - Assistência Médica e Odontológica aos Servidores, Empregados e seus Dependentes - Ação 2004........................... 140 2.3.2.10 - Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados - Ação 2010 ................................................. 142 2.3.2.11 - Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados - Ação 2011 ......................................................................................... 144

2.3.2.12 - Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados - Ação 2012 ...................................................................................... 146 2.3.2.13 - Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW ................................................ 148 2.3.2.14 - Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 .............................................................................................................. 150 2.3.2.15 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB ......................................................................................................................... 152 2.3.3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União ........................................................................ 154 2.3.3.1 - Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 ..................................................................... 154 2.3.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais .................................................. 156 2.3.4.1 - Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União, Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 .......................................................................................................................................... 156 2.3.4.2 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 ................................................................................................................................................................................ 157 2.4 Desempenho Orçamentário/Financeiro ...................................................................................................................................... 158 2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa .................................................................................................................................... 158 2.4.2 Programação de Despesas Correntes ........................................................................................................................................ 158 2.4.3 Programação de Despesas de Capital ........................................................................................................................................ 159 2.4.3.1 - Quadro Resumo da Programação de Despesas .................................................................................................................... 159 Análise Crítica da Programação Orçamentária .............................................................................................................................. 160 2.4.3.2 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa ........................................................................................................... 162 Análise Crítica da Movimentação Orçamentária ............................................................................................................................ 163 2.4.4 - Execução Orçamentária da Despesa ....................................................................................................................................... 164 2.4.4.1 - Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ ...................................................................................................... 164 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 164 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 166 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 167 2.4.4.2 - Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação................................................................... 168 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 168 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 2.4.4.3 - Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global .......................................................................................... 169 2.4.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação .............................. 172 2.4.6 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação .............................. 172 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária .................................................................................................................. 172 2.4.7 - Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia ..................................................................................................................... 175 Eficácia das Ações (EFA) ............................................................................................................................................................... 175 Eficiência Global (EFG) .................................................................................................................................................................. 176 Aplicação da Metodologia à ANEEL ............................................................................................................................................... 177 Índices de Eficácia das Ações (EFA) ........................................................................................................................................ 177 Índice de Eficiência Global (EFG) ............................................................................................................................................. 179

3. 4.
4.1 4.2

INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A, ITEM 3, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ............................. 180 MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A, ITEM 4, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108............................................................................... 181
Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores .......................................................................... 181 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar ................................................................................................................. 181

5.
5.1

INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A, ITEM 5, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 182
Composição do Quadro de Servidores Ativos .......................................................................................................................... 182

5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 5.1.5 5.2 5.3 5.4 5.5 5.5.1 5.5.2 5.5.3 5.5.4 5.6

Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada.................................................................... 182 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada ..................................................................... 183 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada......................................... 184 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade.................................................................. 185 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade ..................................................... 186 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas ............................................................................................. 186 Composição do Quadro de Estagiários ..................................................................................................................................... 187 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada .......................................................................................... 188 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada ................................................................................. 189 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão ....................................................... 189 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados ................. 189 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza, higiene e vigilância ostensiva pela unidade............................ 189 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão ................. 190 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos ..................................................................................................................... 191

6.
6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.2 6.2.1 6.3

INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A, ITEM 6, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 194
Instrumentos de transferências vigentes no exercício ............................................................................................................. 194 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 .......................................................................... 194 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios ............... 198 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes .......... 198 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios, termos de cooperação e contratos de repasse ....... 199 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse ..................................... 200 Análise Crítica da Gestão das Transferências ........................................................................................................................... 201

7.

DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A, ITEM 7, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ..................................................................................................................................... 201 INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS - PARTE A, ITEM 8, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................ 203 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A, ITEM 9, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .............................................................................................................................................................. 204
Estrutura de controles internos da UJ ...................................................................................................................................... 204

8. 9.
9.1

10

INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS - PARTE A, ITEM 10, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 206

11. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A, ITEM 11, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108............... 207 12. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A, ITEM 12, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108.............................................................................. 208 13. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A, ITEM 13, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................................ 209 14. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A, ITEM 14, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ................................................................................................................................................. 211 15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE

..............................................................1 15................. DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA – PARTE C........... ITEM 4. 395 17.......3........................2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento ........................................................................2.......................................... OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A............................. 291 17.............2 Outorgas Concedidas ................................... 442 ................................ INFORMAÇÕES SOBRE AS CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO” NO ÂMBITO DOS PROJETOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS – PARTE C...... INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO – PARTE B DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ....................................................................................................................................................................................................3 Eventos de Participação Pública Realizados .............................3................................... ITEM 16.......................................................................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ..... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .2 Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica ............................................... 439 C....... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .....2..................................... 441 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – Projeto BRA/98/019 ...................... 441 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS.................2 Consultas Públicas .......................................... 314 17.................PARTE A...................................................................... 439 C.. 401 17..................................................................................... ITEM 1............. 408 17........2....................1 Audiências Públicas ............................................................. 223 Recomendações da CGU atendidas no exercício ... DECLARAÇÃO DO CONTADOR RESPONSÁVEL PELA UNIDADE – PARTE B...........2..........................................................................1 Atos Regulatórios Publicados ...............................................................................................................................................................................1 Declaração com Ressalvas ........................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108. 386 17............. 386 17......................... 242 16......................................................................... 314 17.....................3 15.. 237 16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ ........ DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .............................................................. 414 B............................................................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ...........1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício ...... 414 C..................... 414 B.....................1 Outorgas de Geração de Energia Elétrica ....................AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A....................................................................................................... ITEM 17........... ITEM 15.................................................................................... 401 17...................................................1............................................................. 242 16...........................................................2 15.................................................................................... 233 Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício .............................. 212 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício........................................................................................................................................ ITEM 16....1............................................3 Eventos Diversos ...... CONTEÚDO ESPECÍFICO – PARTE C DO ANEXO II DA DN Nº 108/2010 ............................................................... 409 B.........4 Deliberações do TCU atendidas no exercício ..........1............................................ 212 15...........................................................................................

...................DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO ...........2........... 163 QUADRO A...................................5 ..................................................................INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA ............. 189 QUADRO A............... 181 QUADRO A..................IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA ....................5............................ 159 QUADRO A.......................................................................2................... 188 QUADRO A.5 ..............................................................................RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS .........7 .SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES .......DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) ..................2...............19 ......8 .......2................SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 .............................................. 39 QUADRO A......................5 ................ 158 QUADRO A...............AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) .............. 183 QUADRO A.....6...................18 ......... 25 QUADRO A...IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL ..PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL ............. 178 QUADRO A.........................12 ....................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC ...................................4...........................5.......2............. 198 ....2.....2................................................................... 174 QUADRO A.......2.........FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ......6 ............................................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO .......................................................................................................................................... 173 QUADRO A.............2......................5...3 .................1................................................QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ............... 179 QUADRO A........1.............3 .........14 ...... 169 QUADRO A......................6... 167 QUADRO A...........................ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA ..............................IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO ................ 166 QUADRO A.. 159 QUADRO A...................5.....................................5..............QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ............. 35 QUADRO A.......13 ....6............................................... 187 QUADRO A..............MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA ... 187 QUADRO A.......................... 164 QUADRO A..........................COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO .................11 ..........QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA .............................. 182 QUADRO A........PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES.........................................1...................... 186 QUADRO A............... 158 QUADRO A...... 185 QUADRO A.....................................2 ...................2..... 178 QUADRO A....................2....................1........1 ....................16 .........QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES ..............................2............................................................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC ...............................................................................................................................DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO .....2............................... 48 QUADRO A........................2 ........................20 .............................................5..5....2 ..............4 .SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO ...........2...............................................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA ..........................2.................................................................................. 168 QUADRO A...........1 ........................ 34 QUADRO A................ 34 QUADRO A....... 184 QUADRO A.....................DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .......9 ....................10 ..1....................1 ..................................17 ..............2...........................DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ ................9 ......................1........................EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ....................................6 ......................CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA ..3 ...........................1........................................................... 36 QUADRO A.........15 .....LISTA DE QUADROS QUADRO A.................................................................1 ............5.....4 ...........................CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA ...................3 ...7 ....2.......2............. 40 QUADRO A..................2...DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO.................................. 198 QUADRO A......................DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ .........2..........................................2.......................................................................1. 170 QUADRO A..1 ......................... 41 QUADRO A....2.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) .................................8 .. 190 QUADRO A.....INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) ........5...........2...........................2...................................EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ ..............RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES...........6 ..............12 ..............................................5.................... 195 QUADRO A.4 ..........................COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS ...........................................................2 ....... 180 QUADRO A..................2.....DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .......................DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) ................CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA .

.... ..........................1 ...........................15............9.. FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA UNIDADE JURISDICIONADA................................ DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR......................................6.........................................................GESTÃO DE TI DA UJ .........................13.............1 .........CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ..................................................................................................1 ..1 ........... 211 QUADRO A...... 206 QUADRO A................3 ................... 291 QUADRO B. 233 QUADRO A................. 223 QUADRO A.......... POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ......................INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO..1 .....RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI.....15.......2 ................SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO .................................................GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS ...4..........................................................15......... 204 QUADRO A..................6.................................... 212 QUADRO A......................................2 ........................................................................ 237 QUADRO A.... TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE .......10.... 415 QUADRO C...............DECLARAÇÃO DE QUE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO NÃO REFLETEM CORRETAMENTE A SITUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA......................1 ................................ 200 QUADRO A.......DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO....................(SÉRIE HISTÓRICA) ......1 ..16......................................SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO.....................................VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE .......1.........................DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA .. 203 QUADRO A............................................... 199 QUADRO A..........................................4 ...............2 ...........................2 .......................16..........8.........DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO ..13...............................ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ ..................... 242 QUADRO A.............QUADRO A......................... 440 .................15...........................................12........ 208 QUADRO A..........................1 ...................DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR ............... 209 QUADRO A.............INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO ...............................................................................................5 ......RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.........................4 ..................

.................................. 146 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO ....................................................... 121 ATOS PUBLICADOS X VALOR DA PUBLICAÇÃO....................AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA ....DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS .................................................... 141 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR ........................................................................................................................................................................................ 36 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ........GRÁFICO 38 --GRÁFICO 39 --GRÁFICO 40 --GRÁFICO 41 --GRÁFICO 42 --GRÁFICO 43 --GRÁFICO 44 --EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ................................... 53 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO ....................................................... 90 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUVIDORIA .............. 149 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REFORMA ......................................................... 154 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES .................................................................................................................. 144 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE ............................................................................................................................... 109 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA ............................................................ 185 AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO ... 151 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REFORMA .................................................... 53 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO ............................................................................................................................................................ 193 .................... 103 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUVIDORIA ...................................................... 69 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUTORGA .............................................GRÁFICO 15 --GRÁFICO 16 --GRÁFICO 17 --GRÁFICO 18 --GRÁFICO 19 --GRÁFICO 20 --GRÁFICO 21 --GRÁFICO 22 --GRÁFICO 23 --GRÁFICO 24 --GRÁFICO 25 --GRÁFICO 26 --GRÁFICO 27 --GRÁFICO 28 --GRÁFICO 29 --GRÁFICO 30 --GRÁFICO 31 --GRÁFICO 32 --GRÁFICO 33 --GRÁFICO 34 --GRÁFICO 35 --GRÁFICO 36 --GRÁFICO 37 -........................................................................................................ 129 MÉDIA DE GASTOS POR PUBLICAÇÃO ..... 155 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA GLOBAL .FEC NACIONAIS ................. 147 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA – EXAMES PERIÓDICOS .......................................................................................................DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS ....... 138 SERVIDORES CAPACITADOS POR MÊS ............ 43 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO ..... 140 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA ............................................ 89 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUTORGA ..................................................................................................................................... 153 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ...... 136 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO CAPACITAÇÃO .............................................................................................................................................................................................. 130 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PUBLICIDADE .................... 136 AÇÕES DE CAPACITAÇÃO REALIZADAS.................. 143 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE ................................................................................................................................................................................................... 137 TIPOS DE CURSOS REALIZADOS X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ...............................DEC NACIONAIS ..................................................... 192 GRÁFICO 45 --............................................................. 139 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA ......................................................................................................................................................................... 104 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA ....... 142 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR .......................... 173 PERCENTUAL DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA ......................................................................................................... 134 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CAPACITAÇÃO .................................................................................................................................................................... 138 CARGA HORÁRIA POR SERVIDOR X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ............... 110 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO GAP ...................................................................... 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA .............................LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 ---GRÁFICO 2 ---GRÁFICO 3 ---GRÁFICO 4 ---GRÁFICO 5 ---GRÁFICO 6 ---GRÁFICO 7 ---GRÁFICO 8 ---GRÁFICO 9 ---GRÁFICO 10 --GRÁFICO 11 --GRÁFICO 12 --GRÁFICO 13 --GRÁFICO 14 -........................................................................................................................................................................................................ 145 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO .......................... 42 COMPARATIVO ENTRE RECEITA E DESPESA REALIZADAS ... 38 EVOLUÇÃO DO INDICADOR IASC: PERÍODO 2000 A 2010 ................................................................. 151 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CONTRIBUIÇÃO PARA O PSSS .................................................................................................. 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES FEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA.......... 68 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO .......................................................... 148 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO EXAMES PERIÓDICOS ........................................................................................................................................................................................................................

A. que estabelece diretrizes e procedimentos para disciplinar a gestão de processos Pág.427 Lei nº 11. de 26 de dezembro de 1996.427 Portaria MME nº 349.427 Lei nº 10.gov.427 Lei nº 12.438. que estabelece normas para outorga e prorrogações Lei nº 9.986. de 2000.1 abaixo. que dispõe sobre a criação das carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras Lei nº 10. que altera a Lei nº 9. de 18 de julho de 2000. e 10. que dispõe sobre a reestruturação da composição remuneratória das Carreiras e Planos Especiais de Cargos das Agências Reguladoras Lei nº 11. Módulos I e J – CEP 70. a ordem dos trabalhos e os processos decisórios da Agência Norma de Organização ANEEL nº 11. que altera a Lei nº 9. de 26 de abril de 2006. na forma estabelecida no item 1.427 Lei nº 9. de 15 de junho de 2007. de 13 de fevereiro de 1995. INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE 1.871. que institui a Agência Nacional de Energia Elétrica Lei nº 9.111.IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério de Minas e Energia (MME) Código SIORG: 2852 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Denominação abreviada: ANEEL Código SIORG: 21089 Código LOA: 32. de 11 de novembro de 2003.266 Código SIAFI: 323. que altera as Leis nos 9.1 da Portaria TCU nº 123/2011.br Endereço Postal: SGAN 603. de 27 de maio de 1998.1 . que regulamenta a Lei nº 9. QUADRO A.427 Lei nº 11.1 Relatório de Gestão Individual As informações de identificação da Unidade Jurisdicionada (UJ).074. transmissão e distribuição de Código CNAE: Classe 8413-2 – energia elétrica (regular e fiscalizar o Grupo 351 – CNAE/IBGE) Regulação das Atividades Econômicas Telefones/Fax de contato: (61) 2192-8600 (61) 2192-8456 Fax: (61) 2192-8221 E-mail: Master. de 15 de março de 2004. que altera a Lei nº 9.br Página na Internet: www.25 . de 28 de novembro de 1997.028 Situação: Ativa Natureza Jurídica: Autarquia Principal Atividade: Regular e fiscalizar a geração.907.943.986.gov. de 28 de maio de 2009.871.aneel.648. de 26 de abril de 2002.AIN@aneel. de 2 de fevereiro de 2009.1.427 Lei nº 10. são apresentados no Quadro A. que dispõe sobre a Gestão de Recursos Humanos das Agências Lei nº 10.762. que altera a Lei nº 9.987.292.1.488. que dispõe sobre o Regime de Concessão e Permissão Lei nº 9.427 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 2. que altera a Lei nº 9.427. de 20 de maio de 2004. que aprova o regimento interno da ANEEL Norma de Organização ANEEL nº 001. que dispõe sobre os procedimentos para o funcionamento. de 2004 Lei nº 11.848. CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 1. de 9 de dezembro de 2009. de 6 de outubro de 1997.335.830-030 – Brasília/DF Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Lei nº 8. que altera dispositivos da Lei nº 9. que trata dos procedimentos gerais referentes à gestão de processos e correspondências a serem observados na Agência Norma de Organização ANEEL nº 29. de 7 de julho de 1995. que dá nova redação à Lei nº 9.

gov.br Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI 323028 320051 320052 323029 323032 323033 323034 323035 323036 323038 323039 323040 323041 323042 323043 323045 323046 323048 323049 323050 323051 323052 323053 323054 323095 323096 323097 323098 Código SIAFI 32210 Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica ACI – Assessoria de Comunicação e Imprensa SPE – Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética Auditoria Interna Gabinete Secretaria Geral Procuradoria Federal Superintendência de Administração e Finanças Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição Superintendência de Estudos do Mercado Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração Superintendência de Gestão Técnica da Informação Superintendência de Mediação Administrativa Setorial Superintendência de Planejamento da Gestão Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição Superintendência de Regulação Econômica Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração Superintendência de Recursos Humanos Superintendência de Relações Institucionais Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios Coordenação de Contabilidade Coordenação de Orçamento e Finanças Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão 323028 32210 Pág.3ª Edição. que determina à Agencia Nacional de Energia Elétrica a promoção e o acompanhamento dos processos de licitação de concessões Decreto nº 6. disponível na página da ANEEL na Internet Informações Gerenciais do Setor Elétrico.htm e Publicação Impressa Boletim Energia. e demais informações de interesse para o agente e para o consumidor.aneel.802. divulgada na página da ANEEL na Internet Informações sobre Audiências Públicas.organizacionais no âmbito da Agência Decreto nº 6.26 . que acresce inciso ao art. 1º do Decreto nº 6.br/531. divulgadas na página da ANEEL na Internet: www.aneel.gov. Pautas e Memórias das Reuniões Públicas da Diretoria Colegiada. divulgado por e-mail e disponível na página da ANEEL na Internet Cartilha “Por Dentro da Conta de Luz”.608. de 18 de março de 2009.608 Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Atlas de Energia Elétrica do Brasil . disponível no link http://www. de 22 de outubro de 2008.

VII . bem como as ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades. O papel da Agência na estrutura institucional do setor elétrico é ilustrado na figura a seguir: Pág. de 1996. diretrizes e regulamentos do setor de energia elétrica. por meio de ações e canais que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais agentes da sociedade.criação de condições para a modicidade das tarifas.27 . 2.1 Responsabilidades Institucionais da Unidade A competência institucional da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. de forma que os concessionários. VI . conforme dispõe a Lei nº 9. permissionários e autorizados tenham asseguradas as viabilidades econômica e financeira. PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA São apresentadas neste item as informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira da unidade. II .transparência e efetividade nas relações com a sociedade.2.427. de atividades para as quais os setores públicos estaduais estejam devidamente capacitados. é regular e fiscalizar a produção. mediante convênio. VIII . de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. transmissão. nos termos do respectivo contrato. que regulamenta a referida lei.educação e informação dos agentes e demais envolvidos sobre as políticas. III . de forma a promover o desenvolvimento econômico e social e a redução das desigualdades regionais. no atendimento às necessidades dos consumidores e no pleno acesso aos serviços de energia elétrica.criação de ambiente para o setor de energia elétrica que incentive o investimento. IX . Os processos básicos concebidos no seu modelo de gestão estão definidos no Decreto nº 2.promoção da execução indireta. de 1997. dispondo ainda sobre as diretrizes que orientam a execução de suas atividades.regulação e fiscalização realizadas com o caráter de simplicidade e pautadas na livre concorrência entre os agentes.adoção de critérios que evitem práticas anticompetitivas e de impedimento ao livre acesso aos sistemas elétricos. distribuição e comercialização de energia elétrica. quais sejam: I . considerando o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras.adoção de medidas efetivas que assegurem a oferta de energia elétrica a áreas de renda e densidade de carga baixas. urbanas e rurais. sem prejuízo da oferta e com ênfase na qualidade do serviço de energia elétrica. A missão da ANEEL é “Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade”. IV .335. V .prevenção de potenciais conflitos.

Estrutura Institucional do Setor Elétrico Estrutura Institucional do Setor Elétrico Presidência Presidência da República da República CNPE // MME CNPE MME Empresa de Pesquisa Empresa de Pesquisa Energética -.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG). atua de forma isenta e neutra. de modo a compatibilizar os interesses do seu público-alvo. Pág. A ANEEL. que ilustra o posicionamento da Agência em relação ao governo.EPE Energética EPE Políticas e Planejamento Congresso Nacional Congresso Nacional Regulação e Fiscalização ANEEL ANEEL Apoio Agentes Geradoras Implementação ONS ONS Transmissoras Distribuidoras Comercializadoras BNDES BNDES CCEE CCEE Eletrobrás Eletrobrás Consumidores Consumidores Fonte: ANEEL . consumidores e agentes do setor elétrico: Posição da Agência frente ao Público-Alvo Fonte: ANEEL . de acordo com o conceito apresentado na figura a seguir.28 . no exercício de seu papel regulador.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG).

sempre que o processo decisório afetar direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores. à mediação e ouvidoria. um Gabinete do diretor-geral. O organograma da ANEEL está representado a seguir: Estrutura Organizacional da UJ Fonte: ANEEL . apurar e solucionar as reclamações dos usuários. uma Assessoria de Comunicação e Imprensa e 20 superintendências de processos organizacionais. um conjunto de assessores da Diretoria. Pág. constituída de um diretorgeral e quatro diretores. bem como entre esses agentes e seus consumidores. para agências reguladoras estaduais.29 . à regulação. autorizadas. cabe destacar:  A função de ouvidor. a realização de audiências públicas.Na estratégia que caracteriza o relacionamento da ANEEL com o público-alvo. uma Auditoria Interna. voltada para dirimir divergências entre concessionárias. uma Secretaria-Geral. cuja incumbência é receber. permissionárias.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG). produtores independentes e autoprodutores. de atividades de apoio à fiscalização.  A mediação. e  A descentralização. com o objetivo de prestar serviço mais ágil e mais próximo do consumidor e dos agentes setoriais. Organograma / Estrutura Organizacional A estrutura administrativa da ANEEL é composta de uma Diretoria Colegiada. uma Procuradoria Geral.

Pág. melhorar os mecanismos e marcos normativos de regulação. o objetivo para o setor de energia elétrica e o objetivo do programa do Plano Plurianual afeto à missão da ANEEL. além da articulação entre os entes federativos Os investimentos em energia precisam garantir o suprimento da demanda prevista no planejamento setorial.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual A orientação estratégica do governo federal. O investimento em linhas de transmissão deve ser ampliado. pois é condição necessária para a expansão da economia brasileira. pode ser resumida na seguinte sequência: Orientação Estratégica de Governo Desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade. sob a orientação dos quais foi concebido o programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica. Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva. com equilíbrio entre seus agentes. os objetivos de governo. promover a diversificação da matriz energética e estimular o desenvolvimento de energias alternativas e renováveis. Com essa finalidade. A expansão do parque gerador de energia elétrica tem que ser garantida. Objetivo de Governo Implantar uma infraestrutura eficiente e integradora do Território Nacional: A ampliação dos investimentos público e privado em infraestrutura é uma âncora para promover o desenvolvimento sustentável. gerido pela ANEEL. com a eliminação dos gargalos para o crescimento da economia. foi introduzido no PPA um conjunto de iniciativas com objetivo de fortalecer o planejamento público federal estratégico de médio e longo prazo. Estas. com qualidade. estabeleceu os objetivos de governo que direcionaram a definição das políticas setoriais. com foco na modicidade tarifária e universalização. qualidade e continuidade dos serviços. sem desperdiçar as vantagens competitivas que o país tem na geração hidrelétrica e priorizando a modicidade tarifária e a universalização do serviço. Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.2.30 . por sua vez. confiabilidade e modicidade tarifária. ampliar os instrumentos financeiros adequados ao investimento de longo prazo e fomentar as parcerias entre o setor público e o investidor privado. contemplando os desafios para o setor energético. A correlação entre a orientação estratégica de governo. dando maior confiabilidade ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e conectando-lhe os principais sistemas isolados. para o período 2008 a 2011. nortearam a elaboração do Plano Plurianual (PPA). aumento de produtividade e superação dos desequilíbrios regionais e das desigualdades sociais.

133/2010.31 . que estabeleceu uma relação explícita entre o desempenho institucional e o individual.Informação com Qualidade 8. Tema: Governança Regulatória do Setor Elétrico Desafios Estratégicos: 1. aos quais se vinculam os objetivos setoriais para o setor de energia elétrica. com vistas ao cumprimento das metas institucionais. e . conforme a seguir descrito. apresentado na página a seguir. com base na Agenda de Desafios Estratégicos e como desdobramento da mesma. cada qual com os seus resultados esperados estabelecidos em termos qualitativos. O referido Plano de Metas Estratégicas foi formulado com a participação de lideranças da instituição e seus resultados encontram-se disponíveis na Intranet da Agência para acesso de todos os servidores. integrando-se ao planejamento governamental.Alocação Eficiente dos Custos de Energia Elétrica 3. sob um tema agregador. foi elaborado o Plano de Metas Estratégicas 2011/2012. houve um expressivo crescimento do interesse de participação dos servidores.Desenvolvimento Organizacional 9. Desde 2006.a definição de metas para fins de avaliação de desempenho institucional.pessoas e inovação . consolidado no Plano Gerencial da Agência.Coerência Regulatória 2. As metas estratégicas são adotadas como referência para: . Com vistas a contribuir para a consolidação do Planejamento e Gestão Estratégica da ANEEL. e identifica o inter-relacionamento entre perspectiva do negócio . em nível estratégico e macroestrutural.Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico No âmbito da Agência.perspectiva de relacionamento . com reflexos na gratificação dos servidores. . A primeira Agenda compreendeu o ciclo de 2006 a 2008 e a segunda – atual – contempla o ciclo de 2009 a 2012. no horizonte de dois anos. Com a publicação do Decreto nº 7.Aprimoramento do Processo de Descentralização Os Desafios Estratégicos estão organizados em um Mapa Estratégico.a definição de metas anuais no âmbito do Contrato de Gestão firmado entre a União – representada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) – e a ANEEL. a ANEEL utiliza como prática de gestão estratégica a definição de uma Agenda de Desafios Estratégicos com o objetivo de contribuir para a visão integrada e para o direcionamento. para o período 2010-2012.informação e tecnologia – e recursos e logística. Pág.Fortalecimento da Identidade e Autonomia Institucional 7. foram definidos os parâmetros para a construção do Planejamento Estratégico da ANEEL. associados a cada Desafio. dos principais desafios que a instituição enfrenta no cumprimento de sua missão regulatória.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 4.o detalhamento do planejamento tático e operacional. com nove desafios estratégicos definidos.Equilíbrio entre Oferta e Demanda de Energia 5. integrados para o cumprimento da Missão da Agência. o qual estabeleceu as prioridades e resultados necessários ao cumprimento da Missão e das atribuições institucionais da ANEEL.Fortalecimento e Transparência dos Instrumentos de Diálogo com a Sociedade 6. que explicita os Resultados Esperados. a partir da orientação estratégica e dos objetivos de governo.

32 .Pág.

233. conforme Norma de Organização ANEEL nº 029/2007. a ANEEL compôs. e capacitou servidores para a realização do processo de autoavaliação da gestão com base no Modelo de Excelência em Gestão Pública. portanto. em todas as suas fases. de 10/10/2008. com divulgação no sítio da ANEEL na internet e em versão impressa dos serviços prestados pela Agência diretamente à Sociedade. compartilhado por todas as unidades da Agência e que subsidia a elaboração e o acompanhamento do Plano Gerencial. as coordenações das ações e as superintendências parceiras no desenvolvimento da ação. e a alimentação das informações nos sistemas SIGPlan e SIOP. é apoiado por um sistema informatizado. Também com o suporte metodológico do GesPública. possam interferir no cumprimento de sua Missão no serviço ao público. foi publicado em janeiro de 2008 e revisado em novembro de 2010. O Plano Gerencial norteia-se pela programação constante no Plano de Metas Estratégicas.932. além das reuniões trimestrais já citadas. em conformidade com o Decreto nº 6. orienta e dá suporte à metodologia de gestão de processos da Agência.3. Ações e Metas da ANEEL No âmbito do gerenciamento dos programas e ações relacionados à Agência. a primeira versão de sua Carta de Serviços ao Cidadão. de 2009. em 2010 a ANEEL consolidou sua adesão ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GesPública. focando a execução no exercício específico do desdobramento da Agenda de Desafios Estratégicos. denominado Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL). que contém instruções complementares à Norma.601.1 a seguir são elencados exemplos dessa atuação da Agência no decorrer do ano de 2011. de 06/10/2004. Também com o propósito de buscar o aprimoramento sistêmico de sua gestão. Nas reuniões participam a gerência executiva do programa. envolvendo processos cíclicos e projetos de aprimoramento. foi desenvolvido o Plano Gerencial. O trabalho de autoavaliação da gestão da Agência foi iniciado em 2010 e concluiu o ciclo inicial em 2011. Essa versão continuou sendo utilizada durante o exercício de 2011. Para aprimorar a gestão por resultados. fruto de alterações no cenário nacional que tenham potencial impacto na atuação da ANEEL e que. assessores e diretores. as Reuniões de Gestão. que disciplinou os procedimentos de gestão de processos organizacionais e previu a elaboração do Manual de Gestão de Processos Organizacionais da ANEEL. constituído de autoavaliação e implementação de Plano de Melhoria de Gestão. Tal gerenciamento situacional tem como prática periódica. O gerenciamento dos programas e ações. quando se iniciou um novo ciclo. e sempre que necessário reuniões específicas para a superação de situações indesejáveis. Este manual. Pág. acessível por meio da Intranet da ANEEL. e em consonância com o disposto nos Decretos nº 5.33 . realizadas mensalmente com participação de superintendentes. a ANEEL implantou a metodologia de Gestão de Processos Organizacionais. a ANEEL adota como sistemática a realização de reuniões trimestrais de acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do Plano Gerencial e do progresso dos itens associados à execução de cada ação. em 2010. Neste tópico cabe ainda destacar o permanente gerenciamento de variação de demandas em relação ao planejado. Para monitorar a execução e assegurar o alcance das metas fixadas. No item 2.Gerenciamento do Programa. e nº 6. de modo a proporcionar maior visibilidade quanto ao conjunto de processos associados ao desenvolvimento da ação. que apresenta o detalhamento e desdobramento das ações do PPA. com a inclusão de complementos que orientam no sentido da simplificação de processos e aprimoramento da gestão de desempenho.

cujo demonstrativo da execução é composto por três conjuntos de informação. com equilíbrio entre seus agentes.1 . confiabilidade e modicidade tarifária Objetivos Específicos: Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva. pagamento de sentenças judiciais e Reserva de Contingência.2. com foco na modicidade tarifária e universalização.358 Despesa Liquidada 174.3.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL A análise do programa de governo sob a responsabilidade da ANEEL é apresentada mediante dois demonstrativos. ou seja.IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO Identificação do Programa de Governo Código no PPA: 0272 Denominação: Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Tipo do Programa: Finalístico Objetivo Geral: Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.708.2.1 Demonstrativo da Execução por Programa de Governo. as informações a que se refere o Quadro A.34 .408.263. a saber: (1) Identificação do Programa de Governo. por meio da evolução dos seus indicadores. OBS: Os valores incluem a despesa de pessoal ativo e excluem as despesas que não pertencem ao Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.2 apresenta os resultados físicos e orçamentários das ações do Programa. qualidade e continuidade dos serviços Gerente: Nelson José Hübner Moreira Fonte: ANEEL Responsável: Público Alvo: Consumidores e agentes setoriais públicos e privados Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa QUADRO A. todas elas de responsabilidade da própria Agência.1. com qualidade. despesas de pessoal inativo.INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial 197. especificadas no item 2. o Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.3. Pág.945. quais sejam: Execução do Programa de Governo sob a responsabilidade da UJ (Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica) e Execução Física das ações do Programa.1 apresenta informações sobre os resultados alcançados na gestão do programa.835 Restos a Pagar não processados 14. estão sendo desdobradas conforme os Quadros A. 2.2.3.094 Fonte: ANEEL. enquanto o subitem 2.00 Valores Pagos 170.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica A ANEEL tem sob sua responsabilidade um único Programa de Governo.1.1.776.1 da Portaria TCU nº 123/2011.1 a A.359 Final 222.586 Despesa Empenhada 188. Identificação do Programa de Governo QUADRO A.367.7 apresentados a seguir.1.3. Em razão da necessidade de demonstrar separadamente a evolução de cada grupo de indicadores do programa.2.2. Nesse sentido.2 . o subitem 2.2.523 Em R$ 1. (2) Informações orçamentárias e financeiras do Programa e (3) Informações sobre os resultados alcançados.

3 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 1 2 3 4 5 6 Indicador (horas) DEC Nacional DEC Região Centro-Oeste DEC Região Nordeste DEC Região Norte DEC Região Sudeste DEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 18.250 22. no período de apuração. Os índices anuais das regiões geográficas são obtidos pela média ponderada dos valores de cada concessionária de distribuição da região (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas). k = Número máximo de eventos no período considerado. Ca(i) = número de unidades consumidoras.3 e A. avaliada e controlada por meio de indicadores coletivos .210 37.940 26. Cumpre esclarecer que os índices atingidos no ano de 2011 ainda estão em fase de apuração. no período de apuração. Fonte: ANEEL Pág.690 Índice final 18. Os índices anuais do Brasil são obtidos pela média ponderada dos valores de cada região geográfica do país (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas).330 12. nos aspectos relativos à duração e frequência das interrupções no fornecimento de energia elétrica. aplicáveis ao exercício de 2011.PRODIST.740 24.180 38. do conjunto considerado. conforme Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . no período de apuração.2.350 11.DEC e FEC. por grupo de indicadores. estabelece as disposições relativas à continuidade da distribuição de energia elétrica às unidades consumidoras. atendidas em BT ou MT. atendidas em BT ou MT.070 19.180 38.400 17. expressa em horas e centésimos de hora.1. de 17/12/2010. A continuidade dos serviços públicos de energia elétrica é supervisionada. t(i) = Duração de cada evento (i).400 17.940 26. interrompidas em um evento (i).240 Índice previsto no exercício 18.2.1. a serem observadas pelas concessionárias e permissionárias. Os indicadores DEC e FEC nacionais e regionais são mostrados nos Quadros A.2. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores.250 22. QUADRO A.4 a seguir. Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC A Resolução Normativa nº 424. A Resolução Normativa nº 424/2010 introduziu alterações na fórmula de cálculo dos indicadores DEF e FEC.35 .510 19. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas.240 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice: k O DEC é calculado pela expressão: DEC = Σ {[Ca(i) x t (i)]/Cc} i=1 DEC = Duração equivalente de interrupção por unidade consumidora.1.Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa Os resultados alcançados pelo Programa 0272 são demonstrados por meio da análise da evolução dos seus indicadores. apresentada a seguir.350 11.

Os indicadores referentes ao ano de 2011 estão em processo de apuração. no período de apuração.180 19.04 16.180 14.2.820 17. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas.44 18.DEC Nacionais Evolução DEC Brasil 25 20 16. k = Número máximo de eventos no período considerado. do conjunto considerado. no período de apuração.81 16. Análise dos Resultados Alcançados .690 41.09 16.130 22. Gráfico 1 .710 Índice final 15.1. expressa em número de interrupções e centésimo de número de interrupções. atendidas em BT ou MT.940 37. Ca(i) = número de unidades consumidoras.Evolução dos Indicadores . que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2012. atendidas em BT ou MT.180 14.830 9.130 22.940 37. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores.710 8.Indicadores de Continuidade Os gráficos a seguir mostram a evolução dos indicadores DEC e FEC nacionais de 2001 a 2010.180 19.36 .65 DEC (horas) 15 10 5 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).77 18.910 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice k O FEC é calculado pela expressão: FEC = Σ {Ca(i)} / Cc i=1 FEC = Frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora.4 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 7 8 9 10 11 12 Indicador (unidade) FEC Nacional FEC Região Centro-Oeste FEC Região Nordeste FEC Região Norte FEC Região Sudeste FEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 14. interrompidas em um evento (i).14 16.QUADRO A.75 16. Pág.910 Índice previsto no exercício 15.40 15.39 18.440 17.830 9.840 22.

Evolução dos Indicadores DEC por Região Geográfica Evolução DEC por Região 90.12 12.00 80.37 .49 14.35 4 2 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE) .00 40.53 11.85 12. Gráfico 3 .FEC Nacionais Evolução FEC Brasil 20 18 16 14.00 CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).53 11.00 70.00 10.72 11.00 60.00 20.00 30.Evolução dos Indicadores .00 DEC (horas) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 50.37 11.91 12.81 FEC (nº de interrupções) 14 12 10 8 6 11. Pág.Gráfico 2 .

Gráfico 4 - Evolução dos Indicadores FEC por Região Geográfica
Evolução FEC por Região
60,00

50,00 2001
FEC (nº de interrupções)

40,00

2002 2003 2004 2005 2006 2007

30,00

20,00

2008 2009 2010

10,00

CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL

Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).

Em 2005, observa-se uma elevação dos índices nacionais em 5,9% para o DEC e 3,4% para o FEC em relação ao realizados em 2004. Em ambos os indicadores a elevação das interrupções incidiu preponderantemente na Região Norte, e decorreram principalmente da seca de grandes proporções no estado do Amazonas e da falta de investimentos no sistema de distribuição da região. No ano de 2006, verifica-se uma pequena reversão do quadro apresentado em 2005, com a redução dos índices nacionais em 4,2% para o DEC e 7,9% para o FEC. Já para o ano de 2007, constata-se uma pequena elevação, da ordem de 0,6% no DEC e 2,4% no FEC em relação ao verificado no ano de 2006. Quanto ao ano de 2008, comparado com o realizado em 2007, observa-se uma ligeira elevação no indicador DEC, da ordem de 3,2%, indicando aumento da duração média das interrupções. No entanto, para o FEC observa-se uma redução de 3,7%, indicando uma redução da frequência das interrupções. Constatase que o aumento da duração média das interrupções, representada pelo DEC, foi mais significativo na Região Norte, registrando-se pequena elevação nas Regiões Nordeste e Sudeste. Nas Regiões Centro-Oeste e Sul houve redução do DEC. No tocante ao ano de 2009, comparado com o realizado em 2008, observa-se novamente elevação no indicador DEC do Brasil, da ordem de 12,7%, indicando aumento da duração média das interrupções, indicador esse que está relacionado à estrutura operacional para restabelecimento do sistema elétrico. Para o indicador FEC, também se constata uma elevação neste indicador da ordem de 3,1%, que reflete as condições gerais da rede das distribuidoras. Cabe informar que a ocorrência do blecaute no dia 10/11/2009 afetou os indicadores de continuidade DEC e FEC de 2009, principalmente nas regiões sudeste e sul. Por fim, para o ano de 2010, observa-se uma pequena redução dos indicadores em relação ao ano de 2009, da ordem de 2% no DEC e 3,2% no FEC. A tabela a seguir apresenta os valores de DEC e FEC previstos para 2010 e apurados.

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DEC e FEC Previstos x Apurados (Exercício 2010)
REGIÃO Norte Nordeste Sudeste Centro-Oeste Sul ÍNDICE PREVISTO 2010 DEC 38,26 23,08 11,05 20,41 15,87 FEC 37,57 18,16 9,27 19,33 14,06 ÍNDICE APURADO 2010 DEC 76,80 20,70 11,43 19,36 14,49 FEC 49,07 11,25 6,60 15,64 10,50 11,35

Nacional 17,02 14,55 18,40 Fonte: ANEEL – Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição (SRD).

Indicador de Outorga de Geração Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões e autorizações para empreendimentos de geração de energia elétrica está sendo realizada em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional, por meio de usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e outras fontes alternativas, de modo a assegurar o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. O indicador de outorga de geração é mostrado no Quadro A.2.1.5 a seguir.
QUADRO A.2.1.5 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice previsto no exercício Data Índice inicial Índice final 6.596,240 Índice atingido no exercício 6.209,888

Ordem

Indicador (MW)

13 Outorga de Geração 31/12/2007 Fórmula de Cálculo do Índice Potência total outorgada em MW, no ano Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado Constata-se bom desempenho deste indicador em 2011, com outorga de 6.209,888 MW de geração, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. A tabela a seguir apresenta, resumidamente, as outorgas de geração por modalidade: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812

TOTAL 2011 212 6.209,888 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Além disso, como resultado de outorgas concedidas em anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de geração de 4.735,10 MW. Com isso, o país alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
Capacidade Instalada Capacidade Inicial Acréscimo Anual 2007 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Total 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização de Serviços de Geração (SFG).

Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões para empreendimentos de transmissão de energia elétrica da Rede Básica está sendo realizada em consonância com o programa de Expansão da Transmissão (PET), no âmbito do planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de transmissão de energia elétrica da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Esta ampliação da capacidade de transmissão tem por finalidade assegurar a robustez e o dimensionamento necessários ao Sistema Interligado Nacional, para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País. O indicador outorga de linhas de transmissão da Rede Básica é mostrado no Quadro A.2.1.6 a seguir.
QUADRO A.2.1.6 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA Informações sobre os resultados alcançados Ordem 14 Indicador (km) Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Referência Data 31/12/2003 Índice inicial 2.216,000 Índice final Índice previsto Índice atingido no exercício no exercício 3.208,95

Fórmula de Cálculo do Índice Linhas de transmissão da Rede Básica outorgadas no ano, em km Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado O bom desempenho deste indicador em 2011 possibilitou a outorga concessões para 51 empreendimentos, que correspondem a 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica a serem construídas com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Esses empreendimentos significam também mais 11.597,00 MVA de potência de transformação, a serem agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. Essas concessões são referentes ao Leilão nº 008/2010, homologado em 18/01/2011, ao Leilão nº 001/2011, homologado em 06/07/2011, e ao Leilão nº 004/2011, homologado em 04/10/2011. Além desses, em 16/12/2011, foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011, que licitou 1.364 km de linhas de transmissão, com 3.905 MVA de potência de transformação. As concessões deste certame serão contratadas em 2012, razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012. A Rede Básica de transmissão foi expandida com a energização de 2.672,0 km de linhas, relativas a instalações autorizadas e contratadas em anos anteriores, representando um acréscimo de 2,79% na extensão da rede, em relação a 2010, conforme mostrado a seguir:
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Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km)
LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual 2006 82.991,0 3.198,0 2007 86.189,0 995,4 2008 87.184,4 3.098,4 2009 90.282,8 3.012,5 2010 93.295,3 2.524,0 95.819,3 2011 95.819,3 2.672,0 98.491,3

Extensão Final 86.189,0 87.184,4 90.282,8 93.295,3 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE)

Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) O Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivando-as na busca constante da melhoria de seus serviços. Os resultados desse indicador são utilizados pelas áreas de regulação e fiscalização da ANEEL, para subsidiar o aprimoramento dos instrumentos regulatórios e a priorização das ações de fiscalização. Essa atividade insere-se no espírito da missão da ANEEL de buscar o equilíbrio entre os agentes, estreitando o relacionamento entre a distribuidora e o consumidor. O indicador IASC é mostrado no Quadro A.2.1.7 a seguir.
QUADRO A.2.1.7 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) Informações sobre os resultados alcançados Ordem Data Índice inicial Índice final Índice ANEEL de Satisfação do 15 31/1/2005 58,880 Em apuração Consumidor (IASC) Fórmula de Cálculo do Índice O modelo é composto por cinco variáveis: Qualidade Percebida, Valor Percebido, Satisfação Global, Confiança no Fornecedor e Fidelidade. Para solucionar o modelo é utilizado o método PLS (Partial Least Squares - Mínimos Quadrados Parciais). Para geração dos índices de satisfação (IASC) por concessionária, utilizam-se as médias obtidas para cada uma das empresas nos indicadores de Satisfação Global, Desconformidade Global e Distância para uma Empresa Ideal, ponderadas pelos pesos das mesmas, calculados no modelo PLS. Deve-se considerar ainda a amplitude da escala. Para o cálculo do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) para cada empresa, considera-se a posição relativa com referência à pontuação máxima possível de ser alcançada pela mesma. Fonte: ANEEL Indicador (Unidade) Referência Índice previsto no exercício Índice atingido no exercício

Análise do Resultado Alcançado A evolução do IASC para o período 2000-2010 pode ser observada no gráfico a seguir:

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Gráfico 5 - Evolução do Indicador IASC: Período 2000 a 2010
IASC - PERÍODO 2000-2010 70 65 60 55 50

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Série1 62,81 63,23 64,51 63,63 58,88 61,38 60,49 65,39 62,62 66,74 64,41

Fonte: ANEEL - Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade (SRC)

Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 3 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências As restrições apontadas nesse tópico referem-se às principais causas que têm limitado a atuação da ANEEL, restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico. Observa-se que tais restrições afetam a atuação da Agência notadamente quanto à qualidade de seus resultados e estruturação dos sistemas de controles internos da UJ, com reflexos mais amplos na atuação institucional, e nem sempre se refletem no desempenho avaliado quanto às dimensões de Eficácia e de Eficiência, que adota variáveis apenas quantitativas. Assim, o resultado da avaliação quantitativa entre o programado e o executado costuma não refletir essas restrições, que afetam a qualidade dos resultados obtidos, mas nem sempre impactam as quantidades físicas realizadas. A programação físico-financeira governamental, expressa no PPA e no Orçamento, parte da definição do que é possível ser executado a partir de um limite de orçamento prefixado e, desta forma, não considera a necessidade de atendimento aos desafios impostos à ANEEL. A solução das restrições aqui apresentadas deverá propiciar a adequação do potencial operacional da Agência aos desafios de sua missão. A capacidade de implementação da programação vem sendo afetada por algumas restrições que têm impactado negativamente a execução, tais como: (1) Restrições Orçamentárias e Financeiras (2) Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais; e (3) Descasamento dos cronogramas de implantação das Centrais Geradoras e dos respectivos Sistemas de Transmissão. A seguir são expostas essas restrições e, em seguida, as providências adotadas para minimizar seus efeitos.
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a) Restrições Encontradas Restrições Orçamentárias e Financeiras Ao longo dos últimos anos, as restrições orçamentárias e financeiras têm impactado a efetividade da atuação da ANEEL, sobretudo pela sua reincidência, que acaba por comprometer a necessária liberdade para se conciliar a dinâmica de planejamento e as realizações da Agência, a cada ano, em suas várias frentes. Essas restrições têm-se feito presentes em três momentos. O primeiro deles ocorre na fase de elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), quando Agência é obrigada a reduzir seu programa de ações, para se adequar ao limite orçamentário fixado pelos Órgãos Central e Setorial de Orçamento – a Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MP) e o Ministério de Minas e Energia (MME). O segundo momento acontece na aprovação do PLOA pelo Congresso Nacional, em que são possíveis emendas de redução ou ampliação das dotações propostas. Finalmente, o terceiro deles se estabelece após a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), mediante a limitação de movimentação e empenho dos recursos aprovados na LOA, os sistemáticos contingenciamentos decorrentes de decreto presidencial. Nessas situações, a Agência sempre procura o MME, demonstrando-lhe o impacto dos baixos limites de empenho, conseguindo alguma ampliação costumeira desse limite, mas quase sempre de forma tardia. Assim, boa parte dos recursos só é liberada nos últimos meses do ano, o que inviabiliza a execução de várias programações no exercício, tendo em vista os prazos envolvidos nos ritos licitatórios. Desse modo, as realizações da Instituição tendem a ser cada vez mais impactadas. Frente a tais fatos, é importante lembrar que o Decreto nº 2.335, de 06/10/1997, constituiu a ANEEL como uma autarquia sob regime especial, com personalidade jurídica de direito público e autonomia patrimonial, administrativa e financeira. No entanto, o que se percebe é que, com o passar dos anos, essa virtual autonomia tem sido afetada significativa e invariavelmente pelas citadas restrições orçamentárias. Ao mesmo tempo, deve-se ressaltar que as ações da Agência são sustentadas pelos recursos arrecadados da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – TFSEE, uma receita vinculada que somou um montante da ordem de R$ 2,95 bilhões entre 2001 e 2011. Nesse mesmo período, a ANEEL realizou despesas da ordem de R$ 1,32 bilhões. Constata-se, portanto, que a Receita Vinculada às atividades da Agência não alcançou a finalidade de sua criação, com utilização restrita a apenas 45% dos recursos arrecadados. O gráfico a seguir demonstra essa evolução da receita e da despesa empenhada da ANEEL, de 2007 a 2011, indicando, também, a dotação autorizada na LOA (excluída a reserva) e o limite de empenho anual. Gráfico 6 - Comparativo entre Receita e Despesa Realizadas
Comparativo entre Receita Arrecadada, Lei Orçamentária, Limite de Empenho e Total Empenhado

500,0 450,0 400,0 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0
Receita Arrecadada
LOA

R$ 1.000.000,00

2007 330,7 159,3
129,8

2008 360,2 160,3
145,5

2009 377,1 185,9
178,7

2010 389,0 208,6
170,9

2011 468,3 222,5
193,9

Limites Empenhado

125,6

143,6

162,5

167,3

189,4

Fonte: ANEEL - Superintendência de Administração e Finanças (SAF). O valor Empenhado inclui destaques. Pág.43

Em 2011, essa situação se repetiu de forma ainda mais marcante, quando, para uma receita da TFSEE de R$ 464.761.739,00, foram despendidos R$ 189.412.322,00, correspondendo a cerca de 40,7% do valor arrecadado. A exemplo dos anos anteriores, a realização da programação prevista no planejamento interno da ANEEL para o exercício 2011 foi prejudicada pelo forte contingenciamento ocorrido, com impacto negativo nos processos licitatórios, que não puderam ser iniciados ou foram iniciados com atraso, e com inevitáveis reflexos nas ações programadas, notadamente na qualidade dos resultados e na estruturação dos sistemas de controles internos da UJ. Com a publicação do Decreto nº 7.445/2011, de 01/03/2011, que dispôs sobre a programação orçamentária e financeira e estabeleceu o cronograma mensal de desembolso para o exercício financeiro, e da Portaria MP nº 23, da mesma data, o MME estabeleceu como limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios da ANEEL o valor de R$ 77.493.568,00. Posteriormente, esse limite sofreu pequena ampliação e alcançou o montante de R$ 81.964.223,00, ao final do exercício. No tocante ao limite financeiro, o contingenciamento resultou em atraso no pagamento de fornecedores e em elevada inscrição de empenhos em “restos a pagar” processados. Cumpre lembrar, ainda, que o MME não estabeleceu um limite financeiro prévio para a ANEEL. Os repasses foram realizados de acordo com as necessidades da Agência e com as disponibilidades daquele Ministério e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN/MF). Além dessas restrições ao empenho, o Decreto nº 7.446/2011 e a Portaria MP n° 54/2011 também estabeleceram limites para execução das despesas de diárias e passagens. Com base nesses instrumentos, o MME fixou para a Agência o total de R$ 2.386.387,00 para gastos em tais rubricas, do qual R$ 1.096.238,00 foi autorizado para a Fiscalização e Regulamentação e R$ 1.290.149,00 para as demais ações que compõem o orçamento da UJ. Além disso, o Decreto subordinou ao MME as aprovações de viagens dos servidores da ANEEL, delegadas depois ao Diretor-Geral da Agência, mas mantendo na alçada do próprio Ministro de Minas e Energia os afastamentos do País. O mesmo Decreto estabeleceu, ainda, restrições a reformas de bens imóveis e a locações de máquinas e equipamentos, também com reflexos sobre necessidades da Agência no exercício. Todas essas restrições e contingenciamentos, que alcançaram mais de 59% da receita vinculada, em 2011, prejudicam o bom andamento das atividades finalísticas da UJ, especialmente as ações de Fiscalização e Ouvidoria, que dependem mais fortemente de recursos financeiros. Limitam, também, a contratação de estudos e serviços de apoio às demais ações regulatórias. Além disso, obstruem a execução orçamentária e põem em risco contratos de fornecimento de bens e serviços essenciais ao funcionamento da Agência, dentre os quais importa destacar os sistemas informatizados. Mesmo as subordinações de ordem administrativa ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e ao Ministério de Minas e Energia, como na recomposição do quadro de servidores, em movimentações internas do orçamento, nas questões associadas à gestão de recursos humanos e em outras situações similares, também comprometem a gestão da Agência. Estas circunstâncias reduzem, inegavelmente, a autonomia da ANEEL, em sua condição de Autarquia Especial, desqualificando essa importante regra, inerente ao próprio conceito das Agências Reguladoras, princípio estruturante de sua criação. De fato, as restrições de ordem orçamentária, financeira e mesmo administrativa acabam por prejudicar o cumprimento da própria missão da Agência. Vale frisar que tais dificuldades não aparecem diretamente refletidas na avaliação de desempenho da Agência sob os aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição (item 2.4.7 deste Relatório). Tal fato ocorre porque a metodologia estabelecida para essa avaliação considera apenas as “quantidades” de metas físicas realizadas frente àquelas programadas. Ao mesmo tempo, a execução orçamentária só é comparada com o limite de empenho estabelecido. Assim, essa avaliação não percebe os efeitos das
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limitações que atingem a Agência na fase da programação. Finalmente, em diversas ações orçamentárias não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. Agrava todo esse processo a reincidência dessas restrições, ano após ano, que termina por contaminar as referências e a própria cultura de planejamento na Agência, introjetando nela, de modo cada vez mais fundo e mais abrangente, limitações para o diagnóstico da realidade vigente e a identificação das reais necessidades e possibilidades de sua superação. Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais O processo para a implantação de um aproveitamento hidrelétrico é multidisciplinar, muito complexo e envolve a participação de diversas instituições diferentes para se concretizar. Buscar a convergência entre os diversos interesses dissonantes e muitas vezes reativos é um grande desafio, que demanda melhoria continua dos meios e procedimentos de inter-relação. Essa situação afeta, em particular, as atividades voltadas à análise e aprovação de estudos e projetos de geração e aos subsequentes processos de licitação e outorga de concessões, nas interfaces técnicoinstitucionais das atribuições da ANEEL, MME e Empresa de Pesquisa Energética (EPE), onde persistem vácuos, conflitos de competência e áreas de sombreamento. Sobre os sombreamentos, por exemplo, há questões relevantes que precisam ser equacionadas, evitando-se que a mesma atividade seja desenvolvida por mais de uma dessas instituições. Estende-se, também, às decisões e diplomas legais de responsabilidade complementar entre ANEEL, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), além de outras instituições públicas, como FUNAI, IPHAN, Fundação Palmares, etc., no contexto do licenciamento ambiental dos empreendimentos, que tem mobilizado ainda ações frequentes e recorrentes do Ministério Público (Federal e Estaduais) e de organizações não-governamentais. Conforme legislação vigente, a licitação de concessões para instalação e exploração de Usinas Hidrelétricas exige também a emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH), pela ANA ou pelas secretarias estaduais de recursos hídricos, e a correspondente LP, emitida pelo IBAMA ou pelos órgãos ambientais estaduais. Nesse tema, também merecem destaque questões relacionadas aos conflitos de interesses e, sobretudo, indefinições ainda presentes nos planos e políticas de outros setores correlacionados à implantação de novos aproveitamentos de geração e transmissão de energia elétrica. Em 2011, os resultados do segmento de geração foram impactados pelas dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Não é demais reforçar que, não obstante a importância do papel de cada entidade e de seus procedimentos institucionais para garantir o melhor resultado global, deve-se buscar aprimorar a sistemática atual para evitar atrasos na efetividade dos resultados almejados. Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das
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e desconsiderando eventuais riscos que podem vir a ocorrer na fase de execução do projeto. comprometendo assim o cronograma de implantação dos empreendimentos.demandas. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. Outro impacto do descasamento é a percepção pelos investidores dos riscos de negócio. geralmente estabelecendo prazos exíguos tanto para os leilões quanto para a construção dos empreendimentos. Não sendo bem articulado. com destaque para o prazo requerido pelos órgãos de licenciamento ambiental. Embora sem prejuízo ao suprimento. levando à necessidade de repactuações contratuais. o planejamento da geração e transmissão reflete-se nos documentos para a elaboração dos editais e realização dos certames. Esses impactos decorrem da necessidade de maior integração do planejamento de Governo em nível de Setor Elétrico. especialmente aqueles que envolvam Instalações de Conexão de Gerador (ICG).46 . a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação. situação que poderá levar a uma redução da competição nos leilões de energia e de transmissão. Esses fatos contribuem para o descasamento entre os prazos da operação comercial das centrais geradoras e do respectivo sistema de transmissão. Pág. com consequente aumento de custos e prejuízos à sociedade.

os órgãos licenciadores (IBAMA e órgãos estaduais). na etapa de planejamento. o que causava impacto na execução da Agência. quando da solicitação de Disponibilidade Orçamentária e da respectiva emissão de empenho.00 e R$ 617. o sistema foi reaberto e foram realizados novos ajustes nos empenhos emitidos. respectivamente. quanto à análise e aprovação de estudos e projetos.000.301.170. O valor obtido foi de R$ 370. para que não haja lapso temporal entre a conclusão das usinas e dos respectivos sistemas de transmissão para conexão no SIN. dentre os quais o MME.  Foi solicitada ao MME ampliação do limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios no valor de R$ 8.220. a ANA. evitou-se a retenção de limite em uma determinada UGR. a ANEEL priorizou os esforços para uma maior aproximação técnica e institucional com seus parceiros.  Em 24/10/2011.468. a Agência havia executado 100% do limite de custeio e investimento.000.000. resultando em ajustes nos procedimentos de envio de dados técnicos. a EPE. e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). esse limite foi ampliado em R$ 2. e  Em 16/12/2011. bem como às outorgas de concessão. último dia para emissão de Nota de Empenho. passando o limite a ser controlado pela Superintendência de Administração e Finanças (SAF).000.000.379.845. No tocante aos recursos hídricos.850. em particular no desempenho das competências delegadas à ANEEL pelo MME. Com essa mudança.00. totalizando R$ 74. no valor de R$ 1.00. buscando compatibilizar. os cronogramas das obras de geração e dos sistemas de transmissão.196.00. a ANEEL reiterou solicitação de ampliação do limite de empenho que ainda não tinha sido liberado (R$ 4.47 . conforme publicado no Diário Oficial de 21/10/2011.200. autorização e permissão de serviços de energia elétrica. Posteriormente. Em setembro/2011.00) para atendimento de demandas até o final do exercício. Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais A ANEEL deu continuidade aos esforços voltados à sinergia de ações dos diversos atores envolvidos nos processos de regulação do setor elétrico.  Tendo em vista a dificuldade do MME em conseguir ampliação de limite para atendimento da demanda citada no item anterior. Nesse contexto. Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão A ANEEL tem feito interações com o MME e com a EPE sobre a questão do desencontro das datas de conclusão dos empreendimentos planejados. Nos dias 21 e 24/11/2011 foram realizadas liberações de limite de empenho no valor de R$ 1. continuou-se buscando maior aproximação e integração técnica com a ANA e com as secretarias estaduais de recursos hídricos.  Foi solicitada ampliação do limite para Diárias e Passagens das ações de Fiscalização e Regulamentação. Pág.00.00.000. com vistas reduzir a inscrição de restos a pagar. que foi atendida.b) Providências Adotadas Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras Para amenizar as restrições impostas à Agência no decorrer do exercício de 2011 foram tomadas as seguintes providências:  Evitou-se a distribuição prévia de limites entre as UGRs da Agência.00.00 o limite de custeio. a Agência solicitou ao MME uma troca de limite de empenho de investimento para custeio no valor de R$ 2.823.

2.Demais ações prioritárias.2. Além dessas.117 89 47 693 1. no entanto foi informada no quadro acima a quantidade de beneficiários programada no Plano Gerencial da ANEEL.130 768 110 539 1. pertencente ao Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União. Fonte: ANEEL .1 a 2. Cumpre informar que a LOA 2011 não prevê meta física para a ação 0181.3 e 2.2.EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ Função 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 09 28 28 99 Sub Programa função 752 301 301 365 331 306 122 752 128 131 130 665 125 122 122 272 846 846 999 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0089 0901 0901 0999 Ação 2C42 20CW 2004 2010 2011 2012 2272 2993 4572 4641 4699 4703 4880 09HB 1H03 0181 00G5 0005 0998 Tipo da Prioridade Ação A A A A A A A A A A A A A OP P OP OP OP OP 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 Unidade de Medida unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade % de execução física unidade Meta prevista 99 593 847 62 15 840 2.000 702 110 548 1.644.227 95 59 731 2.3.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União.01 3 Meta a ser realizada em 2012 85 590 1. 4 .15 deste Relatório apresentam análises completas da execução física de cada uma das ações do Programa 0272.022. do exercício de 2011.Ação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) exceto PPI. Autarquias e Fundações Públicas. podendo ser: 1 . e 00G5 .674 11 3 - A coluna Prioridade mostra a Classificação da ação quanto a sua prioridade.2 .Ação do PPI (Projeto Piloto de Investimento).3. bem como a Reserva de Contigência própria da Agência – Ação 0998. 2 . de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.2.921 700 288 642 1.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Vale notar que o quadro inclui também a ação padronizada 0181 – Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis.868 0.7 apresenta uma análise global dos aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Todas as ações orçamentárias do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica estão sob responsabilidade da ANEEL e constaram do Orçamento da Agência. em 2011 foram incluídas as ações 0005 .2. Pág.4 contemplam as ações dos programas 0089 e 0901.4.3.182. Essas ações estão resumidas no Quadro A.48 .2 Execução Física das Ações do Programa 0272 . 3 . O subitem 2. Os subitens 2.3. QUADRO A. separadamente.Ação não prioritária.Contribuição da União. Cabe informar que o programa 0272 não foi considerado prioridade na LDO 2011.2 a seguir.3. ambas pertencentes ao Programa 0901 – Operações Especiais – Cumprimento de Sentenças Judiciais. Análise Crítica da Execução Física das Ações Os subitens 2.835 37 2 Meta realizada 122 223 1.

e (6) outras ações de fiscalização. eventual ou emergencial. Pág. de 14/05/2004. custo. (4) fiscalização da aplicação da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica.2. em atendimento ao Decreto nº 5. gerida pela Eletrobras.49 . prazo e segurança. segurança operacional e adequação à legislação e às normas vigentes.3. localizadas no Sistema Isolado e no Sistema Interligado Nacional (SIN). de acordo com sua motivação. (5) fiscalização do ONS. como a fiscalização: da administração da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). dos projetos desenvolvidos no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). A fiscalização in loco das usinas pode ser de caráter periódico. Também pode ser decorrente de denúncias. degradação na qualidade dos serviços de energia elétrica ou risco na segurança das pessoas. manutenção. quanto ao cumprimento do cronograma de implantação e das obrigações constituídas nos contratos ou atos autorizativos. A ação compreende os seguintes processos: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Geração é efetuada por meio do monitoramento a distância e da fiscalização in loco das usinas em operação. conservação. b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO  A Fiscalização dos Serviços de Transmissão consiste na avaliação dos concessionários públicos de transmissão por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento nas instalações e registros das empresas. das obrigações constituídas ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). conforme Resolução Normativa nº 270/2007.081.2. compatíveis com os requisitos adequados à finalidade dos serviços. atendimento de demandas imprevistas e ainda para ocorrências graves que tenham causado acidente. e. visando à avaliação dos aspectos técnicos mediante: (1) fiscalização de ocorrências e perturbações. a atuação técnica e comercial junto aos agentes dos serviços de eletricidade – que abrangem os serviços de transmissão e distribuição – e a atuação sob os aspectos econômicos e financeiros junto a todos os agentes do setor.Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 Finalidade A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica tem por objetivo verificar o cumprimento das obrigações constituídas aos agentes nos atos de outorgas e em dispositivos normativos e regulamentares. (2) fiscalização da expansão do sistema de transmissão (obras de linhas de transmissão e subestações). da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Descrição dos Processos A ação contempla a atuação técnica junto aos agentes dos serviços de geração. instalações e meio ambiente. (3) fiscalização técnica das instalações em operação (O&M). O monitoramento a distância é contínuo e pode dar origem a ações de escritório ou in loco. visando garantir o atendimento aos consumidores. quanto aos procedimentos de operação. e das usinas em fase de implantação. em padrões de qualidade.1 .

Além dos concessionários e permissionários. e (4) Fiscalização por Anuência Prévia a operações tuteladas regulatoriamente. As ações contemplam a avaliação dos aspectos: (1) da qualidade da prestação dos serviços na área técnica. (5) do cumprimento dos programas de Universalização e Luz para Todos (6) da Subvenção Econômica da Subclasse Residencial Baixa Renda. por meio de: (1) Fiscalização de Conformidade Regulatória.  Fiscalização de Conformidade Regulatória A fiscalização de Conformidade Regulatória tem como objetivo zelar pela conformidade do comportamento dos agentes setoriais no que tange aos aspectos econômicos e financeiros. dos procedimentos e do cumprimento das normas das concessionárias. no caso das contas de comercialização da energia de Itaipu e do Proinfa. (g) análise de documentação. (9) da apuração dos indicadores globais e individuais de continuidade do fornecimento de energia elétrica. (7) do cumprimento das obrigações pactuadas em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).50 . Pág. (4) da execução dos programas de Eficiência Energética (PEE) e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). (3) Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório. d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA A fiscalização econômica e financeira visa a preservar o equilíbrio econômico-financeiro das concessões de serviço público de energia elétrica. por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento das empresas prestadoras desses serviços. (b) verificação das rotinas. Reserva Global de Reversão (RGR) e Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). (c) entrevista com funcionários envolvidos. e (11) das demais obrigações regulamentares e da legislação setorial que necessitem de verificação de seu cumprimento de forma eventual. Neste contexto. Em função disto. (h) análise de indicadores de continuidade. como a Eletrobrás. inclusive auditores internos e/ou externos. também estão sujeitos à fiscalização econômica e financeira os responsáveis pela gestão de encargos e respectivos fundos setoriais. (f) fiscalização do cumprimento da legislação aplicável. e (i) validação dos ativos da concessão. Essas fiscalizações são realizadas basicamente por meio de: (a) vistoria das instalações. periodicamente encaminhadas à ANEEL constituem insumo imprescindível para o efetivo monitoramento da situação dos agentes. a fiscalização da adimplência dos agentes no envio de tais informações. (10) dos indicadores de qualidade da Central de Teleatendimento. (3) da validação dos ativos imobilizados em serviço a serem considerados na base de remuneração das concessionárias. bem como da acuidade das mesmas. (2) Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira. (e) fiscalização do cumprimento dos contratos de concessão. (8) da conformidade dos níveis de tensão. (2) da qualidade da prestação dos serviços na área comercial. e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). bem como das autorizadas a comercializar energia. o Relatório de Informações Trimestrais (RIT) e a Prestação Anual de Contas (PAC). (d) análise do desempenho dos sistemas e dos equipamentos da concessionária.c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Distribuição consiste na avaliação das concessionárias e permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. é uma importante atividade da fiscalização de conformidade. as informações contábeis e regulatórias. tais como o Balancete Mensal Padronizado (BMP). no caso da Conta de Energia de Reserva (CONER). bem como dos fundos setoriais Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

(f) transferência de delegação. os agentes devem submeter determinadas operações à análise prévia da ANEEL.51 . (h) desvinculação e transferência de bens. São exemplos de operações que precisam de anuência prévia: (a) alteração de atos constitutivos. (c) os autorizados de comercialização de energia elétrica. Se forem identificados desvios que coloquem em risco o equilíbrio econômico-financeiro. Os diferentes estudos específicos realizados podem. Para o Processo Tarifário. e (k) exploração econômica de atividades atípicas. os principais itens fiscalizados para validação são as variações nos custos não gerenciáveis e não contemplados na tarifa (Conta de Compensação da Variação de Itens da “Parcela A” – CVA) e o valor da Base de Remuneração a ser considerado nas revisões tarifárias periódicas. (b) os concessionários e autorizados de uso de bem público para geração de energia elétrica na modalidade de produção independente ou autoprodução. Os agentes sujeitos à fiscalização por Anuência Prévia são: (a) os concessionários. e (d) o ONS. Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira A fiscalização da Gestão Econômico-Financeira tem como foco assegurar que o desempenho da gestão não coloque em risco o equilíbrio econômico-financeiro. por meio de pleitos encaminhados. Pág. ser classificados em: (a) Análise Situacional: corresponde a um diagnóstico completo da situação econômico-financeira com base nos valores realizados. para os processos deliberados pela Diretoria. (i) orçamento do ONS. (d) desverticalização/ segregação de atividades. (b) contratos entre partes relacionadas. dentre outros.  Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório Este processo consiste na fiscalização de elementos econômicos e financeiros com o objetivo específico de validar aqueles que serão utilizados em outros processos da Agência. e que vise ao melhor interesse da concessão. e (c) Análise Prospectiva: consiste na construção ou na análise crítica de um modelo para avaliar as perspectivas para o futuro da concessão sob diferentes cenários de crescimento de mercado. para os processos de competência da Superintendência ou (b) Resolução. em função do objetivo principal. As Fiscalizações para o Processo Licitatório têm o objetivo de fiscalizar e validar. investimentos e evolução dos gastos operacionais. são cobradas ações preventivas e corretivas da alta-gerência ou mesmo dos controladores da concessionária. tanto para a empresa em questão quanto para outras empresas com áreas de concessão de características semelhantes. transmissão e distribuição de energia elétrica. Inclui o diagnóstico do desempenho da gestão de cada concessionária e a análise das informações que os agentes são obrigados a encaminhar periodicamente ao Regulador. Após a instrução e análise processual ocorre a deliberação do pleito (anuência ou não). a qual será feita por meio de (a) Despacho. (c) constituição de garantias. permissionários e autorizados da prestação de serviço público de geração. (e) transferência de controle societário. para efeito de ressarcimento pelo vencedor da licitação. após aprovação da Diretoria da ANEEL. que utiliza elementos econômicos e financeiros no cálculo do valor de tarifa a ser praticada pelo agente.  Anuência Prévia a Operações Comerciais: Para atender a exigências legais. os valores relativos aos custos incorridos pela elaboração de estudos de viabilidade ou inventários de rios para projetos de geração e de sistemas de transmissão de energia elétrica. (g) prorrogação de delegação. via importação ou exportação. (j) operações de exportação e importação de energia elétrica. (b) Análise de Remuneração ou de Gastos Operacionais: tipo de estudo que tem o objetivo específico de comparar os valores realizados pela concessionária com os valores regulatórios definidos na última revisão e nos reajustes tarifários subsequentes. regulamentares e contratuais.

77 25.500. Usuários da rede.41% 86. depois de implementadas. onde ocorre implementação de operação sem prévia autorização. Congresso Nacional e CVM). MF.Valores em reais. no sentido de promover a regularidade das obrigações contratuais.886. Pág.52 . se for constatada prática indevida. (1) Na ação Fiscalização. por meio da equipe própria da ANEEL e de contratação de serviços especializados para apoio à fiscalização. custo. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado X Orçamento Realizado: Ação Fiscalização Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 24. constantes dos contratos de concessão.414.646.62 16. transmissão e distribuição.00 % C/A 72. atualidade e qualidade do serviço de energia elétrica.130. segurança.954.082.70% Fonte: ANEEL .00 28. transmissão e distribuição. eficiência.53% 99. prazo e segurança. Receita Federal do Brasil.894.o agente estará passível de processo punitivo.976. pelo princípio de garantir a prestação de serviço dentro de padrões de qualidade. continuidade. e (4) colaboração com outras ações de fiscalização da ANEEL e de outros órgãos governamentais (MDIC. além da análise a posteriori da operação – com o fito de homologação . são comunicadas pelos agentes à ANEEL. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução na UJ).186.10 25. Nesses casos. pelo princípio de regularidade.563.406.400.00 29. este processo se desdobra em: (1) monitoramento de determinadas operações dispensadas de prévia anuência (baixo risco regulatório) as quais.17 20.486.833. Exemplos: determinadas alterações de atos constitutivos e transferências de controle societário de determinadas autorizadas. Tribunal de Contas.750.000. pela verificação do cumprimento das obrigações constituídas para as concessionárias de geração.00 16. houve destaque de R$ 76.321.Além da deliberação de pleitos sujeitos à anuência prévia da ANEEL.00 Limite Autorizado B 22. pelo caráter educativo.92% % C/B 76.17% 58. mediante convênios com agências reguladoras estaduais.976. e União. Público-Alvo: A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica promove benefícios aos seguintes atores:     Consumidores.00 concedido ao IPEA. visando à avaliação da conformidade do procedimento.53 11.979.27% 98.087. bem como de forma descentralizada. Agentes de geração.066.956. Forma de Implementação: A ação é implementada de forma direta.00 Empenhado C 17. CADE.829.00 Orçamento Realizado Pago D 13. Ministérios Públicos. (2) fiscalização da tempestividade de submissão dos pleitos de anuência prévia. (3) orientação aos agentes setoriais nos casos concretos.379.

Gráfico 7 .21% 88.21% 88.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 25.0 20.995 1.53 .Fiscalização 29.9 Fonte: ANEEL .4 25.186.995 1.000 500 LOA EXECUTADO 1.835 Meta Física Ajustada – Plano Gerencial (Unidades) B 1.868 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 112.835 Fiscalização realizada Unidade 2.80% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.000 10.500 1.Fiscalização 1.866 1.563.663 1.000 1.Valores em milhares de reais.322.770 1.487.868 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG).0 Valores em R$ mil 30. Pág.000 20.Execução Orçamentária: Ação Fiscalização Execução Orçamentária .835 Executada (Unidades) C 1.72% 101.80% % Execução em relação à meta ajustada C/B 112.663 1. Gráfico 8 . Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Fiscalização Produto: Fiscalização Realizada Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 1.72% 101.Execução da Meta Física: Ação Fiscalização Execução da Meta Física .

868 % Realizado / Previsto 87.096.00 (LOA + Créditos). A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Fiscalização a dotação de R$ 26.80% da meta prevista na LOA. A execução física de 1.50% 101.835 fiscalizações.70% do limite e 86. representa um ótimo resultado.00 10. A meta física programada consistia em 1. a qual foi posteriormente acrescida de R$ 2. *Obs.835 Fiscalizações Realizadas 806 109 256 697 1. A contabilização das análises de Anuência Prévia na meta é necessária.00% do limite e 87. tendo em conta o contingenciamento orçamentário imposto em 2011. foram empenhados R$ 25.868 fiscalizações.28% 100.379.868 fiscalizações no ano.94% 41.976.80% Fonte: ANEEL. Observa-se que a análise da relação entre “meta física prevista e executada” e “orçamento programado e executado” deve ser abordada com certa reserva. por processo: Realização Física e Financeira por Processo Realização Física e Financeira por Processo Empenhado Processo Geração Transmissão Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Outros* Total Valor R$ 4.77% 10.979.976.976. A partir de 2008.619.00 autorizado para empenho representou 87. que corresponde a 100.00. dentre outros fatores. e recursos orçamentários para contratação de serviços.000.563.00% Execução da Meta Física Fiscalizações Previstas 925 50 180 680 1.822.80% da meta programada.979. A tabela a seguir demonstra o desempenho físico e financeiro da ação de Fiscalização.321. Pág.486.725.54 . passaram a ser consideradas na meta física as análises de Anuência Prévia e alguns tipos de fiscalizações realizadas por meio de monitoramento a distância. pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo. tendo sido realizadas 1.379. perfazendo o total de R$ 29.00 aprovada para a ação.563.316. totaliza uma despesa de R$ 25. pois essas atividades demandam tempo e esforço do pessoal próprio.00 % sobre o Total 16.321.721.18% da dotação de R$ 29.00 que. A alternativa adotada depende da conveniência técnica e da disponibilidade das equipes.00.14% 218.486.92% da dotação aprovada. a ação Fiscalização foi prioridade absoluta da Agência.00 por meio de crédito suplementar aberto em 06/10/2011.22% 102. O limite de R$ 25. correspondendo à execução de 99.942.00 25.00 8.: Foram contabilizados em “Outros” os valores de diárias. cujos custos unitários variam em função dos procedimentos e da forma de atuação – por exemplo: se os procedimentos exigem vistoria in loco ou se são implementados por monitoramento a distância.00% 142. houve execução física de 101. foi realizado um destaque em favor do IPEA no valor de R$ 76. Na distribuição interna do limite. somado ao valor empenhado.01% 31.18% da dotação aprovada.453. Cumpre esclarecer que a análise deve considerar a complexidade e a diversidade dos processos de fiscalização.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.600.00 2. passagens e desenvolvimento de sistemas destinados a apoiar as ações de fiscalização. que corresponde a 101. Desse limite.490.400. Além disso.

por um lado. A fiscalização dos serviços de distribuição também ultrapassou a meta programada em 42. realizando 256 fiscalizações em lugar das 180 programadas.868 Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Total dos Processos de Fiscalização . Pág. no exercício. Destas. o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão.22%. A tabela a seguir demonstra a execução física das fiscalizações. realizando 109 fiscalizações em lugar das 50 programadas.5%. tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011. que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região.029 239 600 1. por processo e forma de execução.A fiscalização da geração teve realização um pouco inferior ao programado. visto que alguns empreendimentos com o início de obras programado para 2011 tiveram seus cronogramas prorrogados e não iniciaram obras. Em 2011. e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo. Foram realizadas 697 fiscalizações em lugar das 680 programadas. particularmente no que se refere às fiscalizações de usinas em fase de implantação. Se. destacam-se as 104 fiscalizações da qualidade do fornecimento e da comercialização (aspectos técnicos e comerciais) para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica.55 Fiscalizações Previstas 271 135 519 925 30 20 50 25 25 130 180 628** 40** 12 680 954 220 661 1. Financ. relacionando as metas previstas e as metas realizadas. impossibilitando a fiscalização. ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional (SIN) vários desligamentos não programados e de longa duração. o que representa um bom resultado. as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica. a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o SIN. Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Processo Pessoal Utilizado Próprio Geração Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Geração Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Subtotal Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Distribuição Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Econ. A fiscalização dos serviços de transmissão ultrapassou a meta programada em 118%. por outro.835 Fiscalizações Realizadas 291 73 442 806 78 31 109 109 21 126 256 551 114 32 697 1. A fiscalização econômica e financeira ultrapassou a meta programada em 2. Em decorrência. Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Total Geral Fonte: ANEEL.

56 . Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) 4. Com vistas a fazer cumprir os prazos pactuados. Pág. As mais relevantes foram fiscalizadas mais de uma vez ao longo do exercício. podendo contar com o apoio de serviços contratados por credenciamento. estão relatados os resultados da ação Fiscalização. todas as 160 usinas com obras em andamento foram fiscalizadas. e respectivo Relatório de Fiscalização.2: Na meta física foram contabilizadas as análises de Anuência Prévia.** Números estimados.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG). * A forma direta de implementação abrange as metas realizadas por pessoal próprio. Fiscalização das usinas em operação Si st ema In ter lig ado N ac io nal Si st ema Is ol ado Usinas não interligadas Sistema Elétrico de Manaus 3. que correspondem a 87. podendo contar com o apoio de empresas credenciadas. 256 corresponderam a fiscalizações das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação. Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) 5. por processo: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO Foi programada a realização de 925 fiscalizações de serviços de geração no exercício de 2011.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Fase de Implantação ou Ampliação Dentre as 806 fiscalizações realizadas no ano. que são realizados sob a supervisão de servidor da ANEEL. pois o planejamento não especificou. e as ações de acompanhamento.1: As fiscalizações implementadas de forma direta são realizadas pelas equipes da ANEEL. Destas. Obs. análise e avaliação da CCC. 364 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. Foram contabilizadas na meta física em 2011 as fiscalizações por monitoramento a distância que geraram Termo de Notificação de escritório. por forma de implementação. Obs. Fiscalização das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação 2. A seguir.14% da meta programada. sendo 102 realizadas de forma direta (79 in loco e 23 a distância) e 154 de forma descentralizada (in loco). tendo sido realizadas 806. A tabela a seguir apresenta o resumo das quantidades de fiscalizações de geração realizadas: Fiscalização dos Serviços de Geração Fiscalizações dos Serviços de Geração 1. e 442 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. as fiscalizações previstas para serem implementadas de forma direta. Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Total Forma de Implementação Direta * 102 233 159 74 72 2 1 1 27 364 Descentralizada 154 288 236 52 52 0 0 0 442 Total 256 521 395 126 124 2 1 1 27 806 Fonte: ANEEL .

Tais ações são formalizadas por meio de termos de notificação e relatórios de fiscalização de escritório. as informações referentes ao acompanhamento da expansão da oferta de energia elétrica.28 CGH 0 30. Em 2011.735. foi realizado o acompanhamento a distância.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG).90 1. a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4.02 100.10 % 2011 28. Repotenciação.71 9. (MW) Acréscimo da Capacidade Instalada Pot. (MW) Regularização.73 Fonte: ANEEL .73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação. que podem ensejar solicitações aos agentes de informações. ou ofícios.09 2.735.00 UHE 1. Tem por base principal a análise dos relatórios produzidos pelo ONS. repotenciação.45 SOL 0 1.00 EOL 498.414.52 0. podem decorrer dessa fiscalização diferentes ações. o País teve.00 10.33 0.35 -0.49 51. documentos.25 PCH 432. Dentre os empreendimentos monitorados pela fiscalização estão os constantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.Além disso. O monitoramento a distância das usinas geradoras em operação. Dessa forma. na internet. 521 contemplaram usinas em operação. complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado. em função dos processos de regularização.33 0.57 .00 497. enviados pelos agentes. foi realizada continuamente em 100% das usinas em obras.125.142.33 UTN 0 0. sendo que aqueles que já iniciaram obras foram objeto de fiscalizações em campo.00 9. enviados mensalmente pelos agentes. também são disponibilizadas na página da ANEEL.00 TOTAL 4.199. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Motorizadas Pot.10 MW de potência.32 UTE 2.54 289. houve um acréscimo de 535. A fiscalização por meio de monitoramento a distância. De acordo com a fase e o andamento do empreendimento. complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Operação Dentre as 806 fiscalizações de geração realizadas em 2011. reativação e desativação. Reativação e Desativação Pot.37 MW. como a solicitação ao empreendedor de informações. Contudo. e nas informações recolhidas nas ações de fiscalização.79 441. Dentre as fiscalizações das usinas em operação.99 30. por ser uma atividade contínua. foi executado rotineiramente pelos técnicos da ANEEL em 100% das usinas.77 206. documentos.199. um acréscimo real de 4.64 0.349.00 4.37 535. sendo 233 realizadas de forma direta (209 in loco e 24 a distância) e 288 de forma descentralizada in loco. Tais Pág. inclusive dos 398 empreendimentos outorgados que ainda não tiveram obras iniciadas ou que estão paralisadas. em 2011. baseadas na análise dos relatórios mensais de progresso das obras. mediante análise dos relatórios de progresso das obras. que é feita a partir da outorga e se estende a todas as fases da implantação. Mensalmente. cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir. (MW) 1. 395 referem-se a usinas localizadas no Sistema Interligado Nacional (SIN) e 126 no Sistema Isolado.

relacionadas à coordenação da operação do Sistema.7 (Requisitos de Telessupervisão). a fiscalização da geração passou a atuar subsidiariamente na avaliação dos projetos apresentados pelas empresas de energia elétrica. 72 foram realizadas em usinas não interligadas. conforme o Manual do Programa Regular de Fiscalização do ONS. e também reuniões no Centro Nacional de Operação do Sistema (CNOS). Dentre as 159 fiscalizações realizadas de forma direta. Além de questões relativas à Resolução Normativa nº 455/2011.ações são formalizadas por meio de Termos de Notificação e Relatórios de Fiscalização de escritório. Também foram in loco todas as 52 fiscalizações realizadas por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. podendo compor a banca responsável pela avaliação inicial dos projetos. Pág.  Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Foi realizada 1 fiscalização in loco no escritório central do ONS. esta fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Rede. dentre as quais 20 foram realizadas a distância e 52 in loco. as ações de fiscalização propriamente ditas serão realizadas apenas quando a superintendência responsável pela avaliação final do projeto solicitar a averiguação de informações apresentadas no Relatório Final preparado por auditoria independente. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. 159 foram realizadas de forma direta e 236 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. Módulo 16 (Acompanhamento da Manutenção). não houve demandas à fiscalização da geração para inspeções em campo. Em 2011. sua relevância frente aos desafios tecnológicos do setor e a razoabilidade dos investimentos previstos diante dos resultados e benefícios esperados. A equipe própria da ANEEL foi responsável pela realização dessas 72 fiscalizações. ou Ofícios. Contudo. tendo sido prestado apoio somente no tocante à avaliação de novos projetos de P&D. Módulo 24 (Processo de Integração de Instalações) e Módulo 26 (Modalidade de Operação das Usinas). de 21/09/2009. 2 foram realizadas in loco no Sistema Elétrico de Manaus. Sistema Elétrico de Manaus Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta. 17 foram para acompanhamento dos ensaios de autorrestabelecimento (blackstart) e 51 para diagnóstico dos procedimentos de operação e manutenção das usinas. Fiscalização das usinas em operação do Sistema Isolado Das 126 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Isolado.337. sendo 1 delas com foco no blecaute ocorrido em 11 de novembro de 2011. Das 395 fiscalizações de usinas em operação no SIN. que trata da obrigatoriedade de contratação por parte do ONS de empresa de auditoria independente.58 .  Fiscalização dos Projetos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Em razão da mudança na metodologia de fiscalização de projetos e programas de P&D. especificamente do Submódulo 2. 74 foram realizadas de forma direta e 52 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. 391 foram executadas in loco e 4 a distância. auxiliando na verificação do seu enquadramento como atividade de P&D. Usinas não interligadas Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta. Fiscalização das usinas em operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) Das 395 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Interligado Nacional.

356. tendo em vista a importância de os agentes do setor elétrico possuírem em suas usinas medidores de alto padrão de qualidade. que dispõe sobre os serviços de energia elétrica nos Sistemas Isolados. No sentido de tornar mais eficiente o controle de combustíveis e em face de novos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa nº 427. baseada no Manual do Programa Regular de Fiscalização da CCEE. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. Pág. foram notificados agentes beneficiados pela CCC. Ainda. na CCC. Realizada na sede da CCEE. de 09/12/2009. referentes ao período de 1999 a 2005. Alguns desses casos evoluíram para processo administrativo punitivo.A fiscalização da geração participou ainda de reuniões referentes ao Programa Mensal de Operação (PMO). Nesse sentido. capazes de transmitir dados à CCEE de forma confiável. e PdC. Tratamento e Apuração de Indisponibilidades de Usinas Hidráulicas não Despachadas Centralizadamente e Participantes do MRE). além de certificar o correto desempenho daqueles empreendimentos. de 22/02/2011. vem sendo mantido o acompanhamento da implantação do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD). Em função da publicação da Lei nº 12. Na oportunidade da participação nas reuniões. com o objetivo de acompanhar suas atividades relacionadas ao despacho de usinas. foi concluída e submetida para audiência pública a primeira versão do Manual de Fiscalização e Monitoramento da CCC.02 (Sazonalização de Contrato Equivalente e Garantia Física). aproveitou-se para acompanhar os procedimentos adotados pela Eletrobrás. quanto à equalização dos estoques físicos de combustíveis e quanto ao consumo de combustível acima do limite estabelecido. bem como os pontos passíveis de fiscalização e monitoramento pela Agência. essa fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Comercialização (PdC). também foram abordadas nessa fiscalização questões relacionadas ao Sistema de Medição de Faturamento (SMF) em agentes de geração. premissas. CO.59 . PdC. Foi concluída a instrução processual de empresas notificadas por pendências.07 (Revisão da Sazonalização de Garantia Física). totalizando 27 Termos de Notificação de escritório emitidos. e as respectivas áreas responsáveis pela coordenação. CO. por parte da ANEEL. especificamente do PdC. bem como a otimização destes.111/2009 e dos regulamentos afins. com a presença nas reuniões e por meio da análise dos relatórios. buscando identificar a retidão dos trabalhos desenvolvidos pelo ONS. e das regulamentações editadas pelo MME. de 21/09/2009. como resultado.  Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Foram realizadas 27 fiscalizações da CCC de forma direta e a distância.  Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) Foi realizada 1 fiscalização in loco da CCEE. Os Programas Mensais de Operação (PMO) sob responsabilidade do GTON/Eletrobrás também foram acompanhados.111. AM.13 (Registro. bem como acompanhou testes de auto-restabelecimento de diversas usinas. realizadas mensalmente no escritório central do ONS. observou-se a necessidade de se estruturar um monitoramento e uma fiscalização regular. no qual constam as diretrizes. da CCC. A fiscalização dos processos para o período de 2006 a 2011 foi realizada e. em decorrência da fiscalização a distância. por meio dos sistemas em implantação ou em adequação às novas regras oriundas da Lei nº 12. ressalvas.

essa fiscalização tem por objetivo realizar inspeções periódicas nas principais instalações de transmissão do SIN (subestações e linhas de transmissão). todas implementadas de forma direta. Quantidade 37 31 9 20 12 109  Fiscalização de Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de Linhas de Transmissão e Subestações) A fiscalização de obras de transmissão verifica o cumprimento dos cronogramas e conformidade técnica de implantação. As informações resultantes desse monitoramento são divulgadas mensalmente no sítio da ANEEL. na Internet pelo endereço: http://www. não havendo descentralização dessa atividade para as Agências Estaduais. foi priorizada a fiscalização das instalações de transmissão consideradas estratégicas para o SIN. Apresenta-se abaixo. sendo realizadas 31 fiscalizações de instalações em operação assim priorizadas. estavam em obras 505 instalações. capitais. assim como os procedimentos relacionados à inspeção nos centros de operação. A Fiscalização dos Serviços de Transmissão é realizada apenas pelo quadro de servidores da ANEEL. o detalhamento por subprocesso das fiscalizações da transmissão realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de linhas de transmissão e subestações) Instalações em Operação (Operação & Manutenção) Ocorrências e Perturbações no Sistema Elétrico Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica Outras Total Fonte: ANEEL . são abertos processos de Pág.00% da meta programada. Em 2011. ANEEL e pelas concessionárias envolvidas. 20 da Lei nº 9.b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Foi programada para o ano a realização de 50 fiscalizações de serviços de transmissão. nos termos do § 1º do art. de forma que. Em 2011. que correspondem a 218.cfm?idArea=38&idPerfil=2. estados. com repercussão entre regiões.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE). verificando o estado geral de conservação.427/1996.gov.758 MVA de expansão da capacidade de transformação.  Fiscalização de Ocorrências e Perturbações na Rede Básica As perturbações mais importantes são selecionadas pelo ONS. e corredores de recomposição.br/area. Foram realizadas 37 fiscalizações de obras de linhas de transmissão e de subestações da rede básica. dentre as quais aquelas pertencentes ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC).aneel. tendo sido realizadas 109.0 km de linhas de transmissão e 10.60 .  Fiscalização das Instalações em Operação Também conhecida como Fiscalização de O&M. visando à elaboração dos Relatórios de Análise de Perturbações (RAPs). A fiscalização da transmissão acompanhou por monitoramento a execução das obras e a entrada em operação comercial dos empreendimentos.672. a partir da análise minuciosa dos relatórios e de acordo com a gravidade da perturbação. com o apoio de consultorias credenciadas. definidas a partir do monitoramento de 100% das obras em andamento. os procedimentos de operação e manutenção das instalações. em razão do impedimento legal. que consistiram em ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2. ou Operação & Manutenção.

de que trata a Resolução Normativa nº 270/2007. destacam-se 3 fiscalizações do ONS. por exemplo.fiscalização.  Outras Fiscalizações Compreende as fiscalizações não-programadas.61 . Ocorrências importantes na região metropolitana de São Paulo também foram objeto de fiscalização. Os recursos apresentados pelas empresas encontram-se em análise. em torno de 8600 MW. deixando 8 estados sem energia. Em 2011. na subestação Milton Fornasaro.  Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica (Parcela Variável) Consiste em fiscalizar a apuração da parcela a ser deduzida do pagamento base às concessionárias de transmissão. que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região. às 15h10 e 16h33. às 00h21. Foram realizadas 20 fiscalizações referentes à aplicação dessa metodologia. e do dia 27/07/2011 às 19h06. neste item. resultantes de demandas surgidas no transcorrer do ano. como. os desligamentos do dia 08/02/2011. Destaca-se. Pág. Foram executadas 9 fiscalizações de ocorrências importantes no sistema elétrico. e 2 fiscalizações realizadas em decorrência do blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011. A ANEEL lavrou autos de infração para a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e ONS. aos prazos e ao não cumprimento de obrigações contratuais. a solicitações das áreas da ANEEL. o não atendimento. dificuldades de acessos ao sistema de transmissão e problemas em contratos. referentes ao período 2009/2010. no que se refere à forma. relacionadas a problemas de demora nas empresas em enviar dados solicitados pela ANEEL. por parte dos agentes. Destaca-se ainda a fiscalização da ocorrência do dia 11/12/2010. na subestação Bandeirantes. às 11h13. quase sempre oriundas das áreas técnicas da Agência. em razão de desligamentos programados ou decorrentes de eventos envolvendo o equipamento principal e/ou complementares de responsabilidade da concessionária de transmissão. de conformidade com a metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica. com inspeções nas instalações das empresas e reuniões com as equipes de operação e manutenção. foram consideradas neste item 12 fiscalizações diversas. Destas. envolvendo a cidade do Rio de Janeiro. com o objetivo de verificar o seu desempenho durante as ocorrências fiscalizadas e seu envolvimento direto nos eventos.

sendo 47 de forma direta e 27 por meio de convênio com as agências estaduais. Apresenta-se abaixo.62 . em relação aos limites estabelecidos na Resolução Normativa nº 414/2010. 130 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. sendo 45 de forma direta e 60 por meio de convênios com agências estaduais. verifica-se a qualidade do serviço prestado pelos agentes na sua relação com os consumidores. Na fiscalização técnica.22% da meta programada. e 126 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. Foram realizadas 105 fiscalizações para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica. a ANEEL priorizou as fiscalizações periódicas da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização. Na parte comercial. tendo sido realizadas 256. principalmente nos aspectos relacionados à continuidade e à conformidade. as fiscalizações dessa natureza são demandadas pela área competente. após a avaliação dos relatórios finais de cada projeto executado. o detalhamento das fiscalizações de distribuição realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Forma de Implementação Direta Descentralizada Total 105 74 3 18 52 2 2 256 Qualidade do Fornecimento e da Comercialização 45 60 (Aspectos Técnicos e Comerciais) Indicadores de Teleatendimento 47 27 Pesquisa & Desenvolvimento e Eficiência Energética 0 3 Programa de Universalização 10 8 Níveis de Tensão 28 24 Ativos 0 2 Outras 0 2 Total 130 126 Fonte: ANEEL . é verificada a qualidade do produto energia elétrica fornecido pelos agentes. Índice de Abandono (IAb) e Índice de Chamadas Ocupadas (ICO) –. Em 2011. Pág.  Fiscalização das atividades dos Programas de P&D e Eficiência Energética Em 2011. Foram realizadas 74 fiscalizações de Teleatendimento.c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Foi programada a realização de 180 fiscalizações de serviços de distribuição no exercício de 2011. incluindo a qualidade do atendimento aos consumidores. Com a regulamentação vigente. que correspondem a 142. Destas.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE).  Fiscalização da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização (Aspectos Técnicos e Comerciais) Essa fiscalização verifica tanto aspectos técnicos quanto comerciais do fornecimento de energia. foram realizadas 3 fiscalizações de P&D por meio de convênio com agências estaduais.  Fiscalização dos Indicadores de Teleatendimento Essa fiscalização é realizada por monitoramento e tem como objetivo verificar a conformidade dos índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica referentes ao Teleatendimento – Índice de Nível de Serviço (INS).

e 12 de forma descentralizada (10 in loco e 2 a distância) por meio de convênios com agências estaduais. de gestão e de cumprimento de normas. financeiros. Foram realizadas 18 fiscalizações no âmbito do Programa “Luz para Todos”. 104 foram fiscalizações dos aspectos econômicos. de gestão e de cumprimento de normas Validação de Elementos Econômicos e Financeiros Anuência prévia a operações comerciais Forma de Implementação Direta Descentralizada 92 109 464 12 20 32 Total 104 129 464 697 Total 665 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF). pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP). Fiscalização do Programa de Universalização Nessa fiscalização. de Gestão e de Cumprimento de Normas Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. e 32 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. nas quais verificou-se por amostragem os indicadores individuais de níveis de tensão DRC (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Crítica) e DRP (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Precária).  Fiscalizações de Ativos Em 2011.63 . e outras demandas da ANEEL. todas por meio de convênios de descentralização.5% da meta programada. sendo 28 com pessoal próprio e 24 por meio de convênios com agências estaduais. que as concessionárias devem enviar à ANEEL. tendo sido realizadas 697. d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA Foi programada a realização de 680 fiscalizações econômicas e financeiras no exercício. A tabela abaixo resume das quantidades de fiscalizações econômicas e financeiras realizadas: Fiscalizações Econômicas e Financeiras Fiscalizações Econômicas e Financeiras Aspectos econômicos.  Fiscalização de Níveis de Tensão Foram realizadas 52 ações de fiscalização. A maior parte das fiscalizações por monitoramento a distância teve como objetivo verificar a conformidade na aplicação dos recursos para P&D e Eficiência Energética. destacam-se as fiscalizações de cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmados com distribuidoras. financeiros. sendo 10 fiscalizações de forma direta e 8 de forma descentralizada. sendo 92 realizadas de forma direta (16 in loco e 76 a distância). Foram realizadas 2 fiscalizações de TAC.  Fiscalização de Aspectos Econômicos. de forma descentralizada. a conformidade na implementação Pág. que correspondem a 102. 665 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. Destas. foram realizadas 2 fiscalizações de ativos. Financeiros. tais como as relacionados à segurança das pessoas e das instalações. avalia-se como a concessionária vem atuando na busca de soluções para a universalização dos serviços. Dentre estas.  Outras Fiscalizações Essas fiscalizações são realizadas por diversas razões. pela verificação do cumprimento das metas dos Programas de Universalização e “Luz para Todos” e dos procedimentos de atendimento aos pedidos de fornecimento de energia elétrica.

sendo 109 realizadas de forma direta in loco e 20 de forma descentralizada in loco. sendo 7 de forma direta e 1 por meio de convênio com as agências estaduais. As fiscalizações por inspeção in loco foram realizadas por meio de visitas de fiscalização em concessionárias e permissionárias.Desvinculação e Transferência de Ativos Constituição de Garantias Contratos entre Partes Relacionadas Exploração de Atividades Atípicas Juízo de Reconsideração Orçamento do ONS Transferência de Controle Societário e Correlatos Outros Despacho SISCOMEX Importação e Exportação de Energia Total de Análises Fonte: ANEEL . com vistas a subsidiar os processos tarifário e licitatório.  Anuência Prévia a Operações Comerciais Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Tipo de Solicitação Despacho / Resolução ANEEL Alteração de Atos Constitutivos Bens . II – Fiscalizações para o Processo Licitatório Para o processo licitatório. 464 corresponderam a análise de pleitos de anuência prévia a operações comerciais. todas realizadas de forma direta e a distância. tendo como objetivo a verificação do cumprimento das obrigações do contrato de concessão e do atendimento à legislação setorial. I – Fiscalizações para o Processo Tarifário Foram realizadas 21 fiscalizações referentes à Base de Remuneração Regulatória (BRR).64 . Total 409 15 65 151 87 0 10 1 54 26 55 55 464 Pág. por meio de convênios com agências estaduais. 129 foram fiscalizações para validação de elementos econômicos e financeiros.Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF). previstas em legislação específica. totalizando 121 fiscalizações para o processo tarifário.  Validação de Elementos Econômicos e Financeiros para os Processos Tarifário e Licitatório Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. foram realizadas 8 fiscalizações de Custos Incorridos para estudos de inventário e viabilidade/outros. sendo 70 de forma direta e 7 descentralizada. sendo 14 de forma direta e 7 com apoio das agências estaduais. sendo 18 de forma direta e 5 pelas agências estaduais.de operações sujeitas a anuência prévia da ANEEL e a adimplência do envio de informações pelas concessionárias. e 23 fiscalizações referentes ao Ativo Imobilizado em Serviço (AIS). A tabela abaixo demonstra os 464 pleitos que resultaram em Despacho/Resolução ou Despacho SISCOMEX. 77 fiscalizações referentes à Conta de Compensação da Variação de Itens da Parcela “A” (CVA).

aprovação e acompanhamento do Plano Anual de Combustíveis. a partir da Resolução nº 001/2004. Os atos homologatórios são utilizados na Agência para validar novos contratos.Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 Finalidade A finalidade da ação é regulamentar as políticas e diretrizes do Governo Federal para a exploração de energia elétrica e os aproveitamentos energéticos. análise.têm por objetivo a explicitação ou especificação de um conteúdo normativo pré-existente. Descrição dos Processos As atividades de regulação. b) Resoluções autorizativas . definição das cotas-parte de Itaipu. permitindo. distribuição e comercialização de energia elétrica: O detalhamento dos seus processos está destacado a seguir:  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração consiste na regulamentação.2. Regulação Econômica e de Mercado. e Regulamentação dos Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética (PEE). complementação e consolidação técnica dos serviços e instalações de geração.3.o ato autorizativo é unilateral e discricionário. d) Acrescentam-se a esta classificação os despachos. A publicação de ato regulatório que implique afetação de direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores é precedida de audiência pública. que novas empresas venham a atuar no mercado ou que sejam realizadas melhorias em instalações. que são utilizados para detalhamentos técnicos dos demais atos. Os atos regulatórios expedidos pela Agência passaram a ser classificados. para aprovação de projetos e programas de pesquisa e registro/homologação de contratos de compra e venda de energia. e por meio dele a Administração Pública faculta ao particular o desempenho de atividade material ou a prática de ato. por meio dos quais a Administração Pública reconhece a legalidade de ato jurídico.2 . Pág. a produção e a comercialização de energia elétrica. bem como leilões de energia. avaliação e acompanhamento da interação entre o planejamento. definição e atualização de tarifas relacionadas aos serviços de geração. das quais decorrem os atos regulatórios publicados. avaliação e acompanhamento do planejamento energético de curto e médio prazo. A realização de audiências públicas faz parte da ação Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico. transmissão. decorrentes dos contratos de concessão existentes. determinação dos indicadores de desempenho dos sistemas de geração de energia elétrica.2. Os atos autorizativos aprovam ações e documentos. como: a) Resoluções normativas . são agrupadas nos processos de: Regulação Técnica de Padrões de Serviços.65 . condução do processo da sub-rogação da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). por exemplo. Os atos normativos aprovam regras e procedimentos técnicos e comerciais. c) Resoluções homologatórias .são os atos unilaterais e vinculados. por exemplo. durante a qual são colhidas contribuições dos interessados acerca do tema regulado. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS A Regulação Técnica de Padrões de Serviços compreende a atuação regulatória na geração. avaliação e acompanhamento do planejamento da operação dos sistemas isolados.

e manter e evoluir o sistema de DMR (Diferença Mensal de Receita). definir metodologia para avaliar perdas técnicas dos sistemas de distribuição. normatização e padronização dos serviços de transmissão. da compensação financeira e outros tributos e encargos setoriais definidos em lei. participar do processo de revisão tarifária. acompanhamento dos custos decorrentes de Encargos de Serviços de Sistema (ESS) no SIN. determinando o montante de perdas técnicas e calculando a estrutura vertical para estabelecimento da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD). fixar as tarifas iniciais.acompanhamento da implementação de fontes de geração relativas ao PROINFA no Sistema Interligado Nacional (SIN). por meio de resoluções normativas e Procedimentos de Rede. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização visa a elaborar regulamentos para disciplinar as condições gerais de fornecimento e o relacionamento das concessionárias de energia elétrica com seus consumidores. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição tem como finalidade definir os procedimentos de distribuição. e acompanhamento da implantação da regulamentação. e estabelecimento dos encargos de conexão e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão. os processos de reajuste e revisão tarifária das concessionárias de serviço público. definir metodologia e coletar dados para cálculo da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição para unidades geradoras (TUSDg). com vistas à competição e ao equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.   b) REGULAÇÃO ECONÔMICA  A Regulação Econômica de Tarifas tem como finalidade regulamentar. regulamentar os critérios de apuração e arrecadação da taxa de fiscalização. acompanhamento do Custo Variável Unitário de centrais termelétricas. estabelecendo e aprovando as regras e os procedimentos de comercialização de energia elétrica. avaliação do desempenho das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) integrantes do SIN. reajuste das receitas anuais permitidas das concessionárias de transmissão. acompanhar a execução dos planos de universalização de energia elétrica. no âmbito da tarifa social. supervisão e solução de divergências relacionadas: (i) ao acesso de usuários à Rede Básica (RB) e (ii) à conexão às instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. complementar e consolidar a regulação técnica dos serviços de distribuição. À Regulação de Mercado cabe executar as atividades relacionadas aos processos de monitoramento do mercado junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). homologação dos programas computacionais utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na programação eletroenergética. disciplinar a aplicação da Tarifa Social de Energia Elétrica.  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão compreende as atividades relacionadas ao processo de regulamentação.66  . acompanhamento da indisponibilidade das centrais geradoras. regulamentar a qualidade do produto e do serviço. avaliação da prestação dos serviços ancilares. definir indicadores de continuidade e estabelecer limites de DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) das concessionárias com revisão tarifária periódica para o exercício. estabelecer e aperfeiçoar a regulamentação dos processos pertinentes à regulação econômica. calcular e elaborar relatórios de análise da pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor. na forma da lei e dos contratos de concessão. avaliação do desempenho das empresas geradoras participantes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). autorização de reforços nas instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. proporcionando Pág.

inclusive o intercâmbio internacional de energia elétrica. consumidores cativos. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta. inseridos no Sistema Interligado Nacional (SIN) ou nos Sistemas Isolados. c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA  A Regulamentação dos Programas de P&D tem como finalidade regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes do setor elétrico em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. consumidores livres. Pág. Este processo viabiliza a comercialização de energia elétrica e envolve relações entre concessionários.991/2000. nos termos da lei e dos seus regulamentos. de forma descentralizada. no Sistema Interligado Nacional (SIN). e divulgação dos resultados mais relevantes por meio da publicação em revista técnica (Revista de P&D ANEEL) e apresentação de artigos em congresso bianual de inovação tecnológica (Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica – CITENEL). Público-Alvo A ação de regulamentação possui como público-alvo os geradores. o reconhecimento dos valores gastos. com a finalidade de alocar os recursos disponíveis de forma que sejam maximizados os benefícios obtidos pelos projetos. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. utilizando-se pessoal próprio da Agência e consultorias contratadas para realização de estudos ou.991/2000. eventualmente. e para a contabilização e liquidação das transações de compra e venda de energia. mediante contratação regulada ou livre. após comprovação e auditoria. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica. para execução de atividades de apoio à regulamentação. e desses com seus consumidores. além de estimular o desenvolvimento e a sustentabilidade do mercado de eficiência energética do país. permissionários e autorizados de serviços e instalações de energia elétrica. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas empresas. produtores independentes e autoprodutores de energia elétrica. comercializadores. O processo envolve avaliação de propostas e resultados dos projetos de P&D. transmissores. distribuidores.condições para a realização de leilões de energia. determinados pela Lei nº 9.  A Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética visa a regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes de distribuição de energia elétrica em eficiência energética.67 . determinados pela Lei nº 9. Trata também das relações de compra e venda de energia por concessionárias de distribuição nos Sistemas Isolados.

Valores em milhares de reais. (1) Na ação Regulamentação.15% 112.414.421.00 % C/A 40.Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Pág.61 4.Regulamentação 6.622.37% 61.000 Valores em R$ mil 4.060. Valores em reais.999.000 2. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Regulamentação Orçamento Programado Ano LOA + Créditos A 2009 2010 2011 4.421.00 Limite Autorizado B 4.670.663.28% 42.13 453.121.966.68 . Gráfico 9 .00 Empenhado C 2.7 453.999.Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação. valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ).4 2.60% Fonte: ANEEL.777.00 4.03% 87.31% 106.61% 94.28 2.121.121.00% 117.988.97 2.31% 106.803.15% Ano 2009 2010 2011 548 548 642 Fonte: ANEEL .967.00 4.311.949.3 Fonte: ANEEL.687.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 4.Execução Orçamentária: Ação Regulamentação Execução Orçamentária .08 2.286. houve destaque de R$ 300.00 concedido ao IPEA.195.930.239.004.041.00 Orçamento Realizado Pago D 1.9 2.00 7. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Regulamentação Produto: Ato Regulatório Publicado Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física Meta Física Ajustada % Execução em Executada % Execução em LOA – Plano Gerencial relação à meta (Unidade) relação à LOA (Unidade) (Unidade) ajustada A B C C/A C/B 471 567 471 567 529 601 112.866.44% % C/B 49.00% 117.

efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1. os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica. 132 resoluções homologatórias e 370 despachos.15%. destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição. e nº 1. também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa. ao final do ano. Cabe destacar.1 deste relatório e resumido na tabela “Atos Regulatórios Publicados por Processo”. tais como: os que fixam ou prorrogam prazos impostos aos agentes. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas. foi de 642 atos regulatórios publicados.Regulamentação 642 Ato Regulatório Publicado Unidade 750 500 250 LOA EXECUTADO 548 Fonte: ANEEL .Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Avaliação dos Resultados da Ação Na apuração da meta física realizada foram considerados os atos regulatórios oriundos das unidades organizacionais responsáveis pela regulamentação e os atos oriundos da Diretoria instruídos por essas unidades organizacionais.173. de 28/06/2011.Execução da Meta Física: Ação Regulamentação Execução da Meta Física .171. os que tornam público o início do processo de revisão tarifária. motivo pelo qual o contingenciamento orçamentário não teve impacto sobre a execução da meta física programada. cancelamentos. concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457.Gráfico 10 . de 08/11/2011. Destacam-se. ainda. O resultado. mudanças de prazo e os referentes a assuntos administrativos. o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia. apresentada adiante.69 . também. conforme especificado no subitem 17. que foi superada em 17. prorrogações.15% da meta prevista na LOA. em cumprimento dos respectivos contratos. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados em 2011. de 28/06/2011. A meta programada para 2011 foi de 548 atos regulatórios publicados. os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano. 98 resoluções autorizativas. excluídos os atos de mero expediente. o que corresponde a 117. Conforme dispõe essa Resolução. Pág. dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia. A Ação Regulamentação é implementada utilizando-se principalmente pessoal próprio da Agência. sendo 42 resoluções normativas.

00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).663. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 1. a quantidade de atos regulatórios publicados. estão o carregamento de arquivos de movimentação financeira e relatórios finais de execução dos projetos em um sistema informatizado. as restrições à execução orçamentária podem impactar mais na qualidade dos resultados do que propriamente na quantidade da meta realizada. que levam à necessidade de elaboração de regulamentos e outros atos normativos.242. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados para o custeio de estudos.60% do limite e 42. realizados pela equipe de servidores da ANEEL.999.286.949. Cabe ressaltar que não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada.999. restando para a Regulamentação o total de R$ 4. O limite de R$ 2. Quanto à execução orçamentária.00% do limite e 48. A indisponibilidade desses sistemas ocasiona uma fragilidade na estruturação da base de dados dos Programas P&D e PEE e também gera atrasos no cumprimento das obrigações tanto dos agentes quanto da Agência.00. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011. os sistemas ainda não estão em operação. Além disso.00 autorizado para empenho representou 48.00. a qualidade da ação Regulamentação tem sofrido as consequências das dificuldades de implementação do Sistema de Gestão de Eficiência Energética e P&D. Entre as obrigações dos agentes previstas nesses manuais. somado ao valor empenhado. A tabela a seguir demonstra as quantidades de atos regulatórios publicados.421. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Regulamentação a dotação de R$ 6.640.242. As metas decorrem da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial.414.00 (LOA + Créditos). ou seja. análises e pesquisas que são necessários para o aprimoramento da elaboração dos atos.44% da dotação aprovada. correspondendo à execução de 87.414.44% da dotação aprovada.421. No ano de 2008.00 que.70 .054. que corresponde a 100.44% da dotação de R$ 4. devido às dificuldades encontradas durante o desenvolvimento. foram empenhados R$ 2. foi realizado um destaque em favor do o IPEA no valor de R$ 300. totaliza uma despesa de R$ 2.Em que pese a boa execução da meta física. foram publicados novos manuais para os Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrico (P&D) e Eficiência Energética (PEE). No entanto. Desde então. por processo: Pág.00.00. Assim sendo. a ANEEL tem buscado desenvolver sistemas informatizados para os programas P&D e PEE.121.949. Desse limite.

de 28/07/2010. A regulamentação decorre do disposto no inciso I do § 1º do art. aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização. com redação dada pela Lei nº 12.  Nova regulamentação dos Sistemas Isolados Publicação da Resolução Normativa nº 427. os custos de compra de energia adicional.111. de 01/02/2011.Atos Regulatórios Publicados por Processo Processo Subprocesso Regulação Serviços Geração Regulação Serviços Transmissão Regulação Serviços Distribuição Regulação Serviços Comercialização Regulação Econômica de Tarifas Regulação de Mercado Regulamentação dos Projetos de P&D Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética Normativas Autorizativas Homologatórias 9 7 5 6 7 8 0 10 64 20 4 0 0 0 3 4 2 0 117 6 0 Despachos 63 37 11 30 59 150 20 Total Processo 85 112 38 40 183 164 20 Regulação Técnica (Normas. Mercado e Competição) Regulamentação dos Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética Totais por tipo de ato Fonte: ANEEL 0 42 0 98 0 132 0 370 0 642 Os principais resultados da ação Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica. além do combustível usado na geração termelétrica. de 22/02/11. que estabelece as regras para o planejamento. de 09/12/2009. de 09/12/2009. a CCC passará a reembolsar o gasto total com produção de energia para os sistemas isolados.427. processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis . de 1996. Monitoramento e Certificação / homologação) Regulação Econômica (Normas Monitoramento e Fixação de tarifas e preços. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS a1) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração Os principais temas regulados foram:  Critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica A Resolução Normativa nº 425.111.71 . e o Decreto nº 7. em conformidade com a Lei nº 12. de geração própria e de encargos e impostos não recuperados pelas distribuidoras. Pág. são relatados nos itens seguintes.CCC. 20 da Lei nº 9. no âmbito de cada processo. formação.246. sim. o que inclui. dos prazos dos contratos de compra de energia. A energia deverá ser contratada pelas distribuidoras por meio de licitação e a vigência da CCC passa a não depender da interligação dos sistemas isolados e. Com a nova resolução. publicada em 11/02/2011.

no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Além de prever as datas limites para integração dos empreendimentos de transmissão ao Sistema Interligado Nacional (SIN). de 02/09/2011.111/2009. não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças . de 17/10/2011. de 31/08/2011. Publicação do Despacho nº 4093.  Alteração do montante de energia de referência das CGEEs destinado à contratação com a ELETROBRÁS Publicação do Despacho nº 3544.ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas. que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico . encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.72 .CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia MRE a partir de 01/01/2012. 5º e o Anexo I da Resolução Normativa nº 406. Os agentes de transmissão devem submeter à realização das obras à apreciação da Agência.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética . e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças . que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S. que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia.PLD.  Indisponibilidade de centrais geradoras Publicação do Despacho nº 3584.SCD.  Interligação dos Sistemas Isolados Regulamentado o cronograma da interligação de Sistemas Isolados por meio da Resolução Normativa nº 447. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. publicada em 30/03/2011. 3º. 1º.PLD.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20/06/2011.CGEEs. que determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a norma estabelece ainda que os custos de adequação das instalações dos agentes de geração e distribuição serão custeados por eles. que altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . e revoga o art. de 13/09/2011. publicada em 13/07/2011. que homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais . A Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011. pertencentes ao Sistema Interligado Nacional. 10º.  Auditoria para dados da operação do setor elétrico Publicação da Resolução Normativa nº 455.ELETROBRÁS. 12. fevereiro e março de 2011. conforme descrito em tabela constante do Despacho. de 18/10/2011.CMO e Preço de Liquidação das Diferenças – PLD Publicação do Despacho nº 2654 em 27/06/2011. Publicação do Despacho nº 4094. de 28/06/2011.PROINFA.A. conforme descrito em tabela constante do Despacho. que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) contratar empresa de auditoria independente para auditar dados de entrada do Pág. de diversas semanas operativas relativas aos meses de janeiro. A regulamentação obedece à Lei nº.  Custo Marginal da Operação . de 17/10/2011.Publicação do Despacho nº 2690. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas.CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai.PMO e suas revisões.  Regras para o suprimento de energia elétrica à Argentina e ao Uruguai A Resolução Normativa nº 430. de 29/03/2011.A . de 13/07/2010. altera a redação dos arts.

Programa Mensal de Operação (PMO) e suas revisões e dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico (CNOS). Anualmente. contratação do uso das instalações e equiparação das instalações de transmissão necessárias aos intercâmbios internacionais aos concessionários de serviço público de transmissão de energia elétrica. As decisões da Agência cumprem o que prevê a Resolução Normativa n° 331. a2) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão Os principais temas regulados foram:  Contratação de uso do sistema de transmissão A Resolução Normativa nº 429. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional .  Prorrogação da Reserva Global de Reversão (RGR) e impacto nas receitas das transmissoras A Resolução Normativa nº 434. de 15/03/2011. de 16/09/2008. que dispõe que as cotas-parte sejam calculadas anualmente com prazo de cinco anos de antecedência da sua entrada em vigência. A alteração proposta surgiu da necessidade de expandir o período de transição existente para aplicação das tarifas de uso do sistema de transmissão (TUST) aplicáveis ao período fora de ponta. a auditoria será mensal e os dados deverão ficar disponíveis no sítio do ONS até o último dia útil do mês subsequente ao mês operativo. e inclui o art. De acordo com a nova norma. 21-A. estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de RGR.73 . em 05/08/2011. Pág. de 13/04/2010. flexível e temporário. altera a redação dos arts.A . a auditoria consolidará um relatório a ser encaminhado pela diretoria do Operador ao seu Conselho Administrativo para ser deliberado pela Assembléia Geral. de 29/12/2011.  Cálculo das cotas partes de Itaipu A Resolução Homologatória nº 1240. revoga a Resolução 798 de 26/12/2002.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas.  Instalações de transmissão destinadas a interligações internacionais Publicada a Resolução Normativa nº 442. a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP). CUST. A Resolução Homologatória nº 1150. com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).  Carta Compromisso entre ANEEL e Petrobrás Publicação do Despacho nº 4988. que regulamenta a contratação do uso do sistema de transmissão. de 06/12/2011. O novo regulamento substitui a Resolução nº 366/2009. publicada em 17/06/2011. de 07/06/2011.Petrobrás. que trata das disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. publicada em 27/04/2011. as formas de cálculo dos encargos correspondentes. da Resolução Normativa nº 399. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. publicada em 23/03/2011. que aprova a Carta Compromisso. em caráter permanente. de forma a permitir a adequada contratação dos usuários da rede básica. decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica. que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica. 13 e 22. de 19/04/2011. abrangendo Receita Anual Permitida – RAP. definiu os valores das cotas-parte de Itaipu para 2017 e aprovou os montantes de potência contratada e energia vinculada da usina a serem comercializadas pelas concessionárias de distribuição em 2012.

A receita total que deve ser arrecadada pela TUST no próximo ciclo 2011/2012 representa R$ 12.06. estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão . de 23/05/2005. 13. 3º e 4º. Foram emitidas 38 Resoluções autorizando reforços em instalações de transmissoras. publicada em 30/06/2011. a construção de novos trechos de linha e a implantação de conexões nas subestações que interligam as mesmas. necessários à prestação adequada do serviço. o parág. Em 29/03/2011 foi aprovado o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico (PMIS) referente ao período 2010-2013. os arts. As novas tarifas de uso são resultantes da atualização do valor da Receita Anual Permitida aplicada ao conjunto dos empreendimentos de transmissão integrantes da Rede Básica. das quais 5 são de geração. da REN ANEEL 265 de 10/06/2003. de 09/11/2011. de 28/06/2011.  Distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissoras Publicada em 05/08/2011.  Critérios e condições para entrada em operação de instalações de transmissoras A Resolução Normativa nº 454.74 . pela disponibilização das instalações de transmissão. 6. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. de 18/10/2011. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13/01/2009. 3º-A. Pág.TUST de energia elétrica.Inclui o art. Para isso. 12.022 de 29/06/2010.0 dos Módulos 2. componentes do Sistema Interligado Nacional. definiu-se um conjunto de 564 obras. 1º e 8º. 9. publicada em 26/10/2011. além de revitalizações em distribuição e em geração. como a substituição de equipamentos de transformação e de controle de potência reativa em subestações. estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN.3 bilhões.  Estabelecimento de TUST Ciclo 2011-2012 para todos os usuários A Resolução Homologatória nº 1173. publicada em 11/11/2011. dá nova redação ao inciso II do art. bem como revoga a REN ANEEL 158. a Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011. 332 são melhorias e 158 são reforços. 2º. Quanto ao tipo de intervenção. Para o período 2010 (ano em que o plano foi elaborado) a 2013. Foram estabelecidas as receitas de 120 transmissoras para o ciclo 2011-2012. e das demais instalações de transmissão. estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica. estão previstos investimentos da ordem de R$ 257 milhões. Interligações Internacionais. aprovou a revisão 2.5 bilhão.3 bilhões. O PMIS contém um conjunto de melhorias e reforços nas instalações de transmissão. 18 da REN 399 de 13/04/2010. parág. 3º da REN ANEEL 068 de 08/06/2004.  Receitas Anuais Permitidas das concessionárias de transmissão A Resolução Homologatória nº 1171. com investimento de R$ 1. por meio da Resolução Autorizativa nº 2837. Altera a ementa. totalizando cerca de R$ 13.  Revisão dos Procedimentos de Rede A Resolução Normativa nº 461. de 28/06/2011. bem como a recapacitação e a reconstrução de trechos de linhas de transmissão existentes. altera os parág.  Implantação de reforços em instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão Em 2011 as concessionárias de serviço público de transmissão foram autorizadas a implantar reforços em instalações de transmissão integrantes da Rede Básica. Inclui no art. que estabelece a distinção entre melhorias e reforços em instalações sob responsabilidade de concessionária de transmissão. integrantes da rede básica. 4º e ao parág 1º do art. 5º da REN 067 de 08. e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1.4º-B. publicada em 01/07/2011.2004. 2º e 4º do art. 69 de distribuição e 490 de transmissão.

de 7 distribuidoras de energia elétrica (CELESC. COOPERLUZ. que estão ou entrarão em operação comercial nos próximos 12 meses. que homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg. ESCELSA. no Estado da Bahia. autorizou a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . de 05/04/2011 e publicada em 12/04/2011: normatização da contratação do uso da rede de distribuição por parte de autoprodutores ou produtores independentes que utilizem um único ponto de conexão para importar ou injetar energia. CRELUZ. CERTREL. tiveram suas TUSDg atualizadas. Resolução Normativa nº 444.Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos. as Resoluções Autorizativas de nº 3035 a nº 3046. CERGAPA. de 30/08/2011 e publicada em 12/09/2011. em 25/08/2011.Rede Básica de Fronteira e Demais Instalações de Transmissão (DIT) compartilhadas. CELPA. cujas Revisões Tarifárias Periódicas foram adiadas por Resolução. Em 04/07/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 439. CERMISSÔES e CEPRAG. aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV. relativas ao ciclo tarifário 2011/2012.75 . de 30/08/2011 e publicada em 06/09/2011: modificação dos critérios para definição dos limites de DEC e FEC e instituição de um indicador de desempenho global para avaliar o nível da continuidade da distribuidora em relação aos limites estabelecidos e compará-lo com o desempenho das demais distribuidoras do país. CELG e CEEE e LIGHT). a3) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição Os principais temas regulados foram:  Geração distribuída em baixa tensão A Resolução Autorizativa nº 3079. CEB.  Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg Em 2011 foram calculados os valores das TUSDg de referência das centrais geradoras conectadas em nível de tensão de 88 kV a 138 kV. COOPERCOCAL. conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV. foram publicadas. que trata do aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg. PIRATININGA. visando subsidiar seus processos de revisão/reajuste tarifário. destacando-se em cada uma os seguintes pontos: Resolução Normativa nº 432. BANDEIRANTE e ELEKTRO). mas sem abertura das tarifas.172. Pág.  Criação de conjuntos de unidades consumidoras de permissionárias Em função da assinatura de contrato de permissão por 12 (doze) cooperativas de eletrificação rural. o que ocorrerá quando do processo de revisão. COSERN. Outras 5 distribuidoras (ELETROPAULO. que autorizam a criação de conjunto de unidades consumidoras para as seguintes permissionárias: CRERAL. CERILUZ. de 16/08/2011.  Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST Foram publicadas 4 resoluções que revisaram o PRODIST. de 28/06/2011. de 28/06/2011. COPREL. CERMOFUL. CERTEL. Em 01/07/2011 foi publicada a Resolução Homologatória nº 1.

de 15/03/2011. referentes à universalização de energia elétrica.76 . de 22/11/2011 e publicada em 01/12/2011: alteração da metodologia de cálculo das perdas na distribuição para aplicação no Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas – 3CRTP das concessionárias de distribuição de energia elétrica. que modificou a Lei nº 9. 56 concessionárias e 38 permissionárias de distribuição – cooperativas de eletrificação rural regularizadas – tiveram sua tarifa reajustada em 2011. foi aprovado o novo valor da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para 2011. 436. todas relacionadas com a implantação de projetos-piloto de pré-pagamento nas áreas de concessão da Amazonas Distribuição S/A e das Centrais Elétricas do Pará S/A. referentes aos descontos concedidos aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda Foram emitidos 28 despachos no exercício de 2011. a Pág.2 do Módulo 8 do PRODIST. a4) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização Os principais temas regulados foram:  Universalização de Energia Elétrica Foram publicadas em 2011 as Resoluções Autorizativas 3013.  Revisão Tarifária Periódica e definição da metodologia para o 3º ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição Publicação da Resolução Normativa nº 433 em 15/04/2011. 3014 e 3226. que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica. referentes à liberação de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensação dos valores de subvenção concedidos pelas distribuidoras aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda. publicada em 24/03/2011.Resolução Normativa nº 465. que estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica. conforme estabelecido na Seção 8. A alteração da tarifa foi necessária em função da Medida Provisória nº 517/2010. 448 e 449. 431.  Condições gerais de fornecimento de energia elétrica ao consumidor Durante o ano de 2011 foram publicadas as Resoluções Normativas 426. que realizaram importantes ajustes nos prazos e definições de classe de consumidor da Resolução Normativa nº 414. de 13/12/2011 e publicada em 26/12/2011: aprimoramento dos aspectos relacionados ao dia crítico.  Reajuste tarifário anual das concessionárias e permissionárias de distribuição Em atendimento ao estabelecido nos contratos de concessão ou permissão. b) REGULAÇÃO ECONÔMICA b1) Regulação Econômica de Tarifas Os principais temas regulados foram:  Aprovação da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão do Proinfa para 2011 Por meio da Resolução Homologatória nº 1113.  Homologação dos valores de diferença mensal de receita. Resolução Normativa nº 469. de 2010.648/98 e prorrogou a vigência do encargo Reserva Global de Reversão (RGR) até o final de 2035.

como por exemplo. das modalidades e postos tarifários. Diante do desenvolvimento desse sistema. foram aprovadas as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação. b2) Regulação de Mercado Os principais temas regulados foram:  Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) Os limites máximo e mínimo do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) para 2012 para todos os submercados foram determinados na Resolução Homologatória nº 1247. apesar das alterações significativas no setor elétrico. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários. identificou-se a pertinência de promover revisão nos documentos que integram as Regras de Comercialização. foi publicada a Resolução Normativa nº 464. concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457. em 28/11/2011. tratando-se.  Homologação/registro de contratos de compra e venda de energia no ambiente regulado Foram publicados 59 despachos de registro/homologação de contratos de compra e venda de energia elétrica no ambiente regulado. portanto. em 1999. de modo a permitir uma interação mais fácil e objetiva entre a CCEE e os agentes de mercado e a possibilidade de crescimento. de 13/12/2011.  Aperfeiçoamento da Estrutura Tarifária a ser aplicada no 3º Ciclo de Revisão Tarifária das Distribuidoras: Percebeu-se a necessidade de atualização da estrutura tarifária. para definição da estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária . conforme artigo 2º da referida Resolução. decorrente da assunção de novas atribuições por parte da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 7.SCL Em razão da crescente complexidade das Regras de Comercialização. com a criação das bandeiras tarifárias.PRORET. firmados por distribuidores de energia elétrica. que aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária – PRORET e Submódulos: 7. Aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição.3 – Tarifas de Aplicação. facilitando o atendimento de demandas futuras. As Revisões Tarifárias de 2011 foram postergadas para o ano de 2012.  Regras de comercialização aplicáveis ao novo Sistema de Contabilização e Liquidação .77 . que também estabeleceu a Curva de Custo do Déficit de Energia. Como resultado.2 – Tarifas de Referência. respectivamente.1 .título provisório. Por meio das Resoluções Normativas nº 428 e nº 456. de 15/03/2011 e 18/10/2011.Procedimentos Gerais. até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis. de 08/11/2011. poucas mudanças foram feitas na estrutura tarifária.  Definição da estrutura do PRORET Em 30/05/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 435. O PLD é o preço pelo qual é valorada a energia comercializada no Mercado de Curto Prazo. e do sinal econômico da tarifa de energia. a criação da Tarifa Branca. de adequação dessas regras ao novo sistema Pág.CCEE. pois no período entre a publicação das primeiras tarifas horo-sazonais em 1982 e a publicação das primeiras TUSD. Os trabalhos trataram da redefinição da estrutura vertical. está sendo desenvolvida nova plataforma tecnológica para o Sistema de Contabilização e Liquidação – SCL. orientadas pela versão 2010 das regras aprovadas por meio da Resolução Normativa nº 385/2009. e 7. do sinal econômico para a Baixa Tensão.

 Critérios para cálculo do montante de reposição e contratações adicionais das distribuidoras do SIN nos leilões "A-1” Para atender ao disposto no Decreto nº 7.SIN A Resolução Normativa nº 453. Pág. Além disso.78 . a partir de 2009. Essa Resolução regulamenta ainda a penalidade por insuficiência de lastro para venda no âmbito da contratação de energia de reserva. Energia Nova. 1180. de 30/10/2010. Energia Existente.MCP de fevereiro de 2013.  Critérios para cálculo dos montantes de exposição ou sobrecontratação involuntária das distribuidoras do Sistema Interligado Nacional .  Detalhamento da sistemática e contratos de Leilões de Ajuste. a Resolução Normativa 446 e as Resoluções Homologatórias 1179. de 28/10/2008. desde que atestado pela ANEEL. que. as garantias físicas das usinas que ainda não entraram em operação. sendo.  Obrigação da suspensão de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs de agentes inadimplentes no mercado Foi publicada a Resolução Normativa nº 437. de 18/10/2011. de 11/11/2011. a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).  Obrigatoriedade do aporte de garantia financeira por agente de geração antes da entrada em operação comercial A Resolução Normativa nº 445. para se adequar à nova legislação. que estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs. de 10/10/2011. 4 ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).163/2004.CCEE. foi publicada a Resolução Normativa nº 450. realizada pela CCEE. a Resolução determina a suspensão desse registro caso o agente vendedor se enquadre nos casos nela previstos. podendo ocorrer na modalidade energia e lastro equivalente ou na modalidade energia. sendo também um dado essencial para a apuração de penalidades por falta de lastro. ao tratar da contratação de energia elétrica nos Leilões “A-1” estabeleceu que. alterou o art. A cessão prevista será objeto de aplicação mensal. de 14/09/2011. com a introdução de alguns aprimoramentos. cada agente de distribuição pode contratar energia elétrica correspondente ao seu montante de reposição. existente e de reserva. em razão da atividade constante de monitoramento do mercado. A referida alteração permite que os agentes de geração considerem como recursos. decorrentes de iniciativa da ANEEL e da CCEE. 1230 e 1233 aprovaram editais de leilões para contratação de energia nova. de 2011. dentre as 5 Resoluções.computacional. estabelece os critérios para o cálculo dos valores de exposições e sobrecontratações involuntárias dos agentes da categoria de distribuição que devem garantir o atendimento a 100% de seus mercados de energia e potência por intermédio de contratos registrados na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . de 24/05/2011.317. no cálculo de garantias financeiras. de Energia de Reserva e Sistemas Isolados Com relação aos leilões de energia elétrica. que altera a Resolução Normativa nº 421. Fontes Alternativas.  Cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva A Resolução Normativa nº 452. a partir da contabilização das operações de compra e venda de energia no Mercado de Curto Prazo . Essa informação é utilizada no processamento do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits – MCSD “ex-post”. que estabelece os critérios a serem observados para fins de apuração do valor da garantia financeira a ser aportada por cada agente de mercado. conforme referido no Decreto no 5. 2º da Resolução Normativa nº 336. estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas a biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva.

 Publicação do Livro “Alternativas não convencionais para transmissão de energia elétrica – Estado da arte”.  Demais atividades de P&D:  Publicação da Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 013/2011 . Durante o evento foram premiados os três melhores artigos de P&D e foi lançada a Revista P&D ANEEL nº 04. cuja estimativa do valor total de investimentos é de aproximadamente 436 milhões de reais. Projetos de Gestão: foram cadastrados na ANEEL. Este evento faz parte do Projeto de P&D Estratégico 005/2008 . com um custo estimado de cerca de 31. resultante do Projeto de P&D Estratégico da Chamada nº 005/2008 .79 .  Realização do III Workshop do Projeto de P&D Estratégico 011/2010: “Programa Brasileiro de Rede Elétrica Inteligente”. foi realizado por 6 entidades executoras em parceria com 32 concessionárias de distribuição de energia elétrica.  Lançamento do livro "Inovação tecnológica no setor elétrico brasileiro: uma avaliação do programa de P&D regulado pela ANEEL". Foram aprovados 176 projetos de P&D que perfazem um total de investimentos programados de cerca de 480 milhões de reais.  Resultados dos Programas de P&D Foram submetidos à ANEEL 462 novos projetos de P&D. proposto pela Elektro Eletricidade e Serviços S/A – ELEKTRO. e “A Estrutura Tarifária em Monopólios Naturais – Novas Reflexões no Setor Elétrico”. frutos da chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 008/2008: "Desafios da Inovação Tecnológica em Serviços Públicos Regulados". O livro é um produto do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ANEEL e o IPEA para realização da “Avaliação dos resultados e impactos dos projetos de P&D desenvolvidos no âmbito da Resolução Normativa nº 219/2006 e anteriores”. em 2011.c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA c1) Pesquisa & Desenvolvimento Os principais temas regulados e ações de P&D desenvolvidas foram:  Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico das empresas de energia elétrica Foram emitidos 20 despachos.  Realização do II Seminário: “Alternativas não Convencionais para Transmissão de Energia Elétrica – Estudos Técnicos e Econômicos”. referentes aos projetos de P&D iniciados no âmbito da Resolução nº 219/2006.“Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”. O projeto.“Alternativas não Convencionais para a Transmissão de Energia Elétrica a Longas Distâncias”.“Alternativas NãoConvencionais para Transmissão de Energia Elétrica em Longas Distâncias”. de 17 a 19 de agosto de 2011. “A Estrutura Tarifária de Energia Elétrica – Teoria e Aplicação”. Também foram submetidos à ANEEL 21 projetos de P&D Estratégicos. nos dias 23 e 24 de novembro de 2011.  Realização do VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (VI Citenel). organizado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – Pág.  Publicação dos seguintes livros. o qual contou com um público de 724 participantes. com um custo estimado de desenvolvimento de cerca de 840 milhões de reais.5 milhões de reais. em Brasília – DF. 69 projetos de gestão.

O evento contou com a participação de 10 distribuidoras. por meio de convênio assinado entre a ANEEL e a Agência de Cooperação Alemã para o Desenvolvimento – GIZ.ABRADEE. em Fortaleza/CE. Pág. Está em andamento. Demais atividades de Eficiência Energética:  Realização do II Seminário de Eficiência Energética no Setor Elétrico (II SEENEL).  Realização de um “workshop” sobre o Programa de Eficiência Energética – PEE no dia 5 de outubro de 2011. coordenadora do projeto.7 milhões de reais. nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011. Estima-se que estes projetos resultem em uma economia de energia da ordem de 483. Durante o evento. foram premiados os três melhores informes técnicos de eficiência energética. totalizando investimentos estimados de cerca de 684. onde foi apresentado o relatório final do projeto cooperado entre distribuidoras que definiu os requisitos mínimos para M&V no Programa de Eficiência Energética – PEE por uso final. c2) Eficiência Energética Não houve publicação de atos regulatórios sobre Eficiência Energética em 2011. nas dependências da ANEEL.  No dia 22 de novembro de 2011 foi realizado “workshop” sobre Medição e Verificação (M&V) em projetos de eficiência energética na sede da ANEEL. Foram iniciados pelas concessionárias de distribuição de energia elétrica 188 projetos de eficiência energética.694 KW. O encontro teve por finalidade colher contribuições para o referido estudo.516 MWh e uma redução de demanda na ponta de 169.80 . do Ministério de Minas e Energia – MME e da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – ABRADEE. de 17 a 19 de agosto. um estudo com o objetivo de avaliar os resultados e impactos do Programa de Eficiência Energética – PEE e propor recomendações para o aprimoramento dos critérios para a aplicação dos recursos deste Programa.

avaliação e aprovação técnica dos empreendimentos. previstas nos incisos VIII e IX do art. visando ao aproveitamento ótimo do potencial hidroenergético no País.2.3. no exercício da competência estabelecida pelo art. Essa gestão subsidia os processos de autorização e concessão para implantação e operação de usinas hidrelétricas. Na busca desses objetivos.  Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão. compreendem as outorgas de autorização de empreendimentos de geração de energia elétrica e as declarações de utilidade pública para implantação de empreendimentos do setor elétrico. eólicas e outras fontes alternativas. de 13/02/1995. de 23/12/2003. As competências delegadas por meio do Decreto no 4. delegou à ANEEL a competência de promover as licitações destinadas à contratação de concessionários de serviço público para transmissão e distribuição de energia elétrica e licitações para a outorga de concessão e autorização para empreendimentos de geração de energia elétrica. de 2003.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração. Descrição dos Processos a) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A finalidade deste processo é promover as outorgas de concessão e autorização de geração. na condição de Poder Concedente. Este processo contempla:  Gestão e Estudos Hidroenergéticos. alterado pelo Decreto no 4.3 . visando o desenvolvimento das principais atividades abaixo destacadas: Pág. de acordo com as políticas e diretrizes do Governo Federal. em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais. análise e aprovação de estudos de inventário. autorizar atividades de geração. alínea “b” da Constituição Federal.987. contribuindo para o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699 Finalidade Realizar licitações para concessão e autorizações de empreendimentos de geração elétrica e de concessão de instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica. a União. usinas termelétricas.932. por meio de autorização de estudos. desde que delegados. regularizar a atuação das cooperativas de eletrificação rural.  Declaração de Utilidade Pública.  Gestão e Estudos Hidroenergéticos O processo compreende a gestão. sempre através de licitação.970.81 . visando à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional. Compreende. viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos.932. acompanhamento.Outorga de Geração. por meio de centrais hidrelétricas. inciso XII. faz-se necessária a contínua melhoria de procedimentos.2. de 30/01/2004. bem como a validação de parâmetros para definição de energia assegurada dessas usinas.  Outorga de Autorização de Geração.  Registro de Empreendimento. atividades de hidrologia relativas à gestão e à operação dos aproveitamentos hidrelétricos. 29 da Lei nº 8. por meio do Decreto no 4. transmissão e comercialização de energia elétrica. Dando cumprimento ao artigo 175 da Constituição Federal de 1988. também. 21. que determina que os serviços públicos podem ser prestados indiretamente.

No entanto. elaboração do edital. são autorizados ou registrados. em apoio aos processos de autorização e concessão.82 . realização do leilão.     Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão A outorga de concessão se dá. Todos os demais empreendimentos. os encaminha à Presidência da República. e tornar pública a relação dos estudos e projetos de aproveitamentos hidrelétricos com registro ativo nas suas diversas fases de elaboração e em tramitação na ANEEL. envolvendo agentes do setor elétrico. no âmbito das atividades de sua competência. realizar serviços de geoprocessamento. promover a obtenção da Reserva de Disponibilidade Hídrica (RDH) para os aproveitamentos hidrelétricos. sendo que a ANEEL instrui os processos para posterior encaminhamento ao MME que. autorizar a realização de levantamentos de campo em áreas de interesse de estudos de inventários. São concedidos. adjudicação e homologação dos resultados e elaboração da documentação necessária à assinatura do contrato de concessão. analisar e aprovar projetos básicos de usinas hidrelétricas (UHEs) e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). EPE. usinas termelétricas.           registrar a execução de estudos de inventários. eólicas e outras fontes nos leilões de energia nova. Para licitar esses empreendimentos adota-se. ANA. qualquer que seja a fonte. analisar e aprovar estudos de viabilidade de usinas hidrelétricas (UHEs). realizar atividades relacionadas à gestão de conflitos pelo uso múltiplo da água. As atividades relacionadas ao leilão de novas usinas hidrelétricas subdividem-se em quatro etapas: registro dos novos empreendimentos. A outorga de autorização de geração não requer procedimento licitatório e. necessariamente. a modalidade Leilão. realizar estudos hidrológicos relativos à identificação e à avaliação de interferências e impactos do uso múltiplo dos recursos hídricos na geração de energia. junto aos órgãos competentes. de 28/05/2009. apoiar a fiscalização dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações determinado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). com a edição no novo modelo do setor elétrico. Pág. propor aprimoramentos na regulamentação. são geridas pela ANEEL. todos os empreendimentos hidrelétricos com potência superior a 50 MW 1. criou-se a possibilidade de comercialização da energia proveniente de pequenas centrais hidrelétricas. validar os parâmetros para o cálculo da garantia física de energia assegurada de aproveitamentos hidrelétricos. DNIT/MT. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. e em articulação com MME. A ANEEL também é responsável pela gestão das concessões assim outorgadas. DNPM e outros órgãos. analisar e aprovar estudos de inventário hidrelétrico de bacias hidrográficas com vistas a determinar o aproveitamento ótimo do potencial de energia hidráulica. gestores de recursos hídricos. atualmente. ou em leilões de fontes alternativas. de reserva e de energia existente. no Brasil. A outorga de concessão é emitida por decreto presidencial. 1 Lei nº 11. no qual o montante comercializado passa a integrar o Ambiente de Contratação Regulada – ACR. realizar atividades de hidrologia relativas aos aproveitamentos hidrelétricos. da mesma forma. por meio de licitação. sendo esta modalidade de venda de energia realizada por meio de procedimento licitatório. por sua vez. IBAMA.943.

932. de 2003. sendo passíveis de autorização os empreendimentos cuja potência a ser produzida seja maior que 5 MW. ajustes de cronograma. A Agência vem executando essa atividade por delegação de competência dada pelos Decretos nos 4. ainda. independentemente de ter ou não características de pequena central hidrelétrica (nos termos da Lei nº 11. de acordo com o disposto na Lei nº 10. etc. (b) registro de centrais geradoras termelétricas.83 . dentre as quais se destacam: transferência de titularidade. entre outros.. Os procedimentos para emissão da declaração são estabelecidos pela Resolução Normativa nº 279.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração A Gestão das Concessões e Autorizações de Geração compreende:  Análise e instrução de demandas provenientes dos agentes O processo inclui a análise e instrução das diversas demandas provenientes dos concessionários e autorizados. sem procedimento licitatório. destinados à produção independente ou autoprodução. destinados à produção independente ou autoprodução.970. (b) autorização para aproveitamentos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW. termelétricas ou de outras fontes. são executadas. O resultado de tal atividade é a elaboração de termos aditivos ao contrato de concessão e a publicação de despachos e resoluções. de 2004. A declaração de utilidade pública é de competência do Poder Concedente.  Declaração de Utilidade Pública No caso de outorga de concessão para empreendimentos de geração de energia elétrica advindos de fonte hidráulica. de 11/09/2007. de 2004. Outorga de Autorização de Geração Tem como finalidade promover outorgas de autorização de pequenas centrais hidrelétricas. de 28/05/2009). eólicas. de biomassa. ajustes no sistema de transmissão de interesse restrito. Pág.848. as atividades relacionadas às declarações de utilidade pública para as áreas de terra necessárias à construção do empreendimento. As atividades executadas no registro de empreendimento são: (a) registro de centrais geradoras hidrelétricas (CGH). (c) autorização de instalação e exploração de usinas termelétricas. e (c) organização dos registros dos empreendimentos cadastrados no banco de dados da ANEEL. usinas termelétricas.  Registro de Empreendimento Tem como finalidade organizar os registros de centrais geradoras hidrelétricas. eólicas. São atividades executadas na outorga de autorização de geração: (a) autorização de construção de pequenas centrais hidrelétricas (empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada maior que 1 MW e menor ou igual a 30 MW com reservatório de área igual ou inferior a 3 km 2 e que atendam ao enquadramento constante da Resolução nº 652/2003). eólicas. empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada igual ou menor que 1 MW. fotovoltaicas e outras fontes com potência instalada igual ou menor que 5 MW. prorrogações. fotovoltaicas e outras fontes. e 4.943. de aproveitamentos hidrelétricos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW.

indicadas no Plano Determinativo de outorgas do Ministério de Minas e Energia (MME). Pág. desenvolvido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres Consiste em: (a) analisar tecnicamente o projeto de conexão e sua conformidade com o parecer de acesso.  Autorização de Transmissão Consiste em: (a) analisar tecnicamente o programa de obras.  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres. (c) elaborar editais de leilão dos empreendimentos. (e) analisar e homologar as receitas dos empreendimentos. (b) analisar os estudos de viabilidade e elaborar as especificações técnicas dos empreendimentos a serem licitados.  Concessão de Transmissão Consiste em: (a) proceder à licitação das instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica. de 31/01/2001. (b) avaliar com concessionárias e com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) os estudos e os projetos prioritários dos reforços das instalações do Sistema Interligado Nacional (SIN). utilizado para rateio dos recursos financeiros arrecadados. A importância da licitação destes empreendimentos de transmissão está na robustez e dimensionamento necessários ao SIN. b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Autorização e Concessão de Transmissão de Energia Elétrica contemplam as providências de concessão de empreendimentos voltados à expansão do sistema de transmissão de energia elétrica. de responsabilidade da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).  Declaração de Utilidade Pública. e de Expansão da Transmissão (PET).84 . Este processo contempla:  Concessão de Transmissão.  Autorização de Transmissão. para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País. (b) elaborar e propor as autorizações de implantação dos empreendimentos. São licitadas e contratadas pela ANEEL as obras de caráter sistêmico destinadas à expansão da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o atendimento do crescimento do mercado.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão. em atendimento ao Decreto nº 3. (f) elaborar as autorizações de implantação dos empreendimentos. (c) analisar técnica e economicamente os estudos e os projetos recebidos.739. em consonância com as determinações governamentais e consolidadas no Plano de Outorgas aprovado pelo Ministério de Minas e Energia fundamentado nos programas de Ampliações e Reforços (PAR). atos de outorga e celebrar os contratos de concessão para exploração de serviço público de transmissão de energia elétrica. Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu Tal processo inclui a realização de estudos hidroenergéticos necessários ao cálculo dos Coeficientes de Repasse do Ganho de Energia por Regularização a Montante. (d) analisar os custos dos empreendimentos.

é publicada a resolução autorizativa declarando de utilidade pública a área necessária para a implantação do empreendimento. de 2007. atendendo aos requisitos da Resolução Normativa nº 279/2007 – ANEEL é instaurado processo administrativo. o requerente entra com pedido devidamente motivado e.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão A gestão das concessões de transmissão compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. Caso seja de interesse público. constituem-se em atos rotineiramente editados. tendo em vista ser um ato específico. Na ANEEL.  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica. A DUP é um instrumento útil para o atendimento do princípio do direito administrativo da superação do direito individual. sendo a memória das informações de fundamental importância para a ANEEL. uma propriedade deixa de atender aos interesses de um indivíduo para atender aos interesses da sociedade (no caso específico. permissionários e autorizados. e outras. permissão ou autorização que não conseguiram negociar com os proprietários das terras a instituição de servidão ou desapropriação.  Regularização de Redes Particulares.987 de 13/02/1995. A regulamentação dos procedimentos para declaração de utilidade pública constitui-se no instrumento básico para instrução do processo e o suporte necessário para respaldar a conclusão quanto ao deferimento ou não do requerimento. Constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários. tais como: alterações de controle societário e/ou da razão social. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais. em conformidade com a Resolução Normativa nº 279. incorporações. acompanhando operações. entre outras cláusulas enumeradas na Lei nº 8. Este processo contempla:  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica. tanto para fins de desapropriação quanto para instituição de servidão administrativa de áreas de terra para linhas de transmissão e subestações. então. A autorização de transmissão outorgada contempla os acessos de consumidores livres à Rede Básica do SIN.987. A gestão das autorizações se dá por meio da fiscalização da ANEEL. PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A concessão de distribuição de energia elétrica tem por finalidade a outorga de concessão de serviços públicos de distribuição de energia elétrica e a regularização da atuação das cooperativas de eletrificação rural. para que um empreendimento seja reconhecido pelo Poder Concedente de suma importância para o bem estar social.  Permissão e Autorização de Distribuição . o processo é encaminhado para apreciação da diretoria. c) CONCESSÃO. dando lugar ao bem estar da sociedade como um todo. As declarações de utilidade pública são atos requeridos por agentes titulares de concessão. de 1995. alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de transmissão de energia elétrica. posto que são imprescindíveis à execução dos serviços de energia elétrica por parte dos agentes setoriais: concessionários. nos controladores do concessionário de serviço público de transmissão. para um adequado fornecimento de energia elétrica). Declaração de Utilidade Pública As declarações de utilidade pública (DUPs).Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural). Pág. Tal declaração existe. uma vez que as mesmas deverão ser disponibilizadas sempre que houver solicitação por parte da sociedade. transferência de concessões nos termos da Lei nº 8.85 . tais como: autorizações para realização de estudos topográficos. Aprovado o pedido. Uma vez declarada de utilidade pública. fusões e cisões.

culminando com a deliberação ou celebração dos acordos de reconhecimento de instalações ou de área. 23 da Lei nº 9. 23 dispõe sobre o reconhecimento como permissionária de distribuição de energia elétrica das cooperativas que atuam de fato como prestadoras de serviço de energia elétrica a público indistinto. promulgou o Convênio de Cooperação para o Estudo do Aproveitamento da Energia Hidráulica. em 13/08/1997.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica No que tange à importação. Com relação à exportação. duas se fundiram (CEAM e Manaus Energia. a implementação das etapas de análise da documentação. Os Memorandos de Entendimento celebrados. de 30/12/1957. que em seu art. relativo à prorrogação das concessões então vigentes para distribuição de energia elétrica.  Permissão e Autorização de Distribuição . tarifas mais justas e presença constante do Poder Concedente.Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em cumprimento ao art. Esse conjunto de concessionárias é constituído por 45 empresas privadas e 18 públicas. a permissão também ocorre mediante licitação quando o objeto é a prestação de serviço público de distribuição de energia elétrica. Como consequência dessa política. de forma que a cooperativa permissionária cumpra as condições contratuais e a legislação relativa ao setor. com proposta de enquadramento da cooperativa como permissionária ou autorizada.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição. é facultado ao poder concedente promover. a regularização das cooperativas de eletrificação rural que exerçam atividade de comercialização de energia elétrica a público indistinto. empresas supridoras das regiões Norte. 8 estaduais e 6 federais. No ano de 2009.074/1995. por meio de permissão.86 .  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Tem como finalidade promover as outorgas de concessão para distribuição de energia elétrica. visto ser o mercado nacional caracterizado como um mercado comprador. com a República da Argentina. a política de intercâmbio comercial decorrente de negociações levadas a efeito no Mercosul deu origem a novos agentes no setor elétrico nacional: o importador e o exportador de energia elétrica. entre outras atividades. firmado em 20/01/1956. sendo 4 municipais.919. A concessão para exploração de serviços públicos de distribuição de energia elétrica é outorgada mediante licitação. nas áreas de distribuição de energia elétrica das concessionárias. localizado em sua área de atuação. e a elaboração do relatório de análise técnica.074/95. formando a ADESA). e Gestão das Concessões. 61 já celebraram contrato de concessão de serviços públicos de energia elétrica. Permissões e Autorizações de Distribuição. entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai. Em caso de inviabilidade de regularização da cooperativa como permissionária. A regularização compreende. pela República Federativa do Brasil. Destas. existiam no país 64 distribuidoras. Pág. o Decreto nº 42. Sul e Sudeste vislumbraram a possibilidade de importar energia elétrica de países vizinhos. hoje existem 63 concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. excepcionado o caso previsto na Lei n o 9. Assim. A regularização objetiva trazer as cooperativas para o ambiente regulado do setor elétrico. ela poderá ser enquadrada como autorizada. diligenciamento a campo voltado à identificação das instalações dos cooperados e delimitação das áreas de atuação das cooperativas. No início de 2009. possibilitando um melhor padrão de qualidade dos serviços prestados. com a República Oriental do Uruguai. preservando o interesse de milhares de cooperados no País e o devido equilíbrio da permissão.

163. Dessa maneira. mediante autorização.87 . definir as condições para adequado atendimento do disposto no caput”.LGT). Agente Comercializador é a pessoa jurídica especialmente constituída para exercer a atividade de comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE. regulamentado pela Resolução nº 265. 71 do Decreto n° 5. empresas que não possuem sistemas elétricos e que atuam exclusivamente no mercado de compra e venda de energia elétrica. de forma que seja atendido o interesse público. em 30/03/1998. ao Ativo Imobilizado em Serviço das concessionárias ou permissionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. Nesse sentido. nos Pág. que dispõe: “as prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo terão direito à utilização de postes.em 06/05/1997 e 14/12/1998. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Assim. a Resolução Normativa n° 229. condutos e servidões pertencentes ou controlados por prestadora de serviços de telecomunicações ou de outros serviços de interesse público. O parágrafo único do dispositivo legal disciplina que “caberá ao órgão regulador do cessionário dos meios a serem utilizados. abrangendo: controle e/ou alterações da razão social. dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre o Brasil e esses países. a gestão das concessões/permissões de distribuição compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. que compreende a compra e a venda de energia elétrica para concessionários. A atuação como Agente Comercializador de energia é objeto de autorização da ANEEL.472/1997 (Lei Geral de Telecomunicações . fusões e cisões. autorizados ou consumidores que tenham livre opção de escolha do fornecedor. distribuição e comercialização. de 13/08/1998. incorporações. O processo para importação e exportação de energia elétrica inicia-se com o encaminhamento de pedido de autorização do interessado para o MME. transmissão. conectadas aos sistemas elétricos de distribuição. e suas alterações. o processo autorizativo é deliberado por esta Agência.  Gestão das Concessões e Permissões de Distribuição A gestão das concessões e permissões de distribuição compreende a manutenção das relações contratuais firmadas entre o Poder Concedente e o concessionário/permissionário de serviço público de distribuição. Após manifestação favorável do Ministério e nos casos em que a competência está delegada à ANEEL. dutos. estabelecer regulamentos sobre o preço e as condições de disponibilização de infraestrutura das concessionárias de energia elétrica para os agentes do setor de telecomunicações. 73 da Lei nº 9. dispõe que as concessionárias de serviços públicos de distribuição deverão incorporar a seus patrimônios as redes particulares de energia elétrica. essas redes particulares. criou a figura dos agentes comercializadores. Este processo tem por finalidade regularizar. de 30/07/2004. conforme disciplina a ser emitida pela ANEEL. cabe à ANEEL. estabeleceu as condições gerais para a incorporação de redes particulares.  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica O novo modelo do setor elétrico. de forma não discriminatória e a preços e condições justos e razoáveis”.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição O direito ao compartilhamento de Infraestrutura é garantido pelo art. fundamentalmente. de 08/08/2006.  Regularização de Redes Particulares O art. que estabeleceu a separação dos serviços públicos de geração. e com a República da Bolívia.

Público-Alvo A ação de Outorga possui como público-alvo:    Agentes do setor de geração de energia. e 9. de 1995. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. além dos procedimentos. alteração de controle das permissionárias que demandem atualização do contrato de concessão/permissão mediante termo aditivo. consumidores e agentes do setor de telecomunicações.   Pág. Agentes de transmissão e comercialização de energia.987. acompanhamento das alterações de controle societário das concessionárias. os prazos necessários à sua efetivação. A ANEEL só pode dar início aos procedimentos licitatórios após demanda formal do MME. entre outras cláusulas enumeradas nas Leis n os 8. contratação de estudos. usuários do Sistema Interligado Nacional e consumidores. A gestão das concessões/permissões constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários/permissionários.controladores do concessionário/permissionário de distribuição. controle das áreas de concessão/permissão de distribuição . Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e sociedade. para execução de atividades de apoio. de 07/07/1995. tais como: autorizações para realização de estudos topográficos. de 13/02/1995. em observância à modelagem das licitações adotada pelo Ministério de Minas e Energia. Ministério de Minas e Energia. e alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica.que podem sofrer alterações decorrentes de constituição de novos municípios por fusão ou desmembramento. contratação de serviços relacionados com a promoção dos leilões e de outros serviços de apoio.074.88 . de forma descentralizada. Agentes de distribuição de energia. cooperativas de eletrificação rural. tecnológicos e de pessoal da própria Agência.987. eventualmente. envolvendo. Formas de Implementação As atividades dessa ação são executadas:  de forma direta. com recursos materiais. considerando. bem como transferir concessões/permissões nos termos da Lei nº 8.

Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Outorga
Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 4.481.905,00 3.886.308,00 3.730.509,00 Limite Autorizado B 3.610.887,29 781.217,78 1.646.692,00 Empenhado C 762.870,06 767.035,61 1.646.692,00 Orçamento Realizado Pago D 451.403,40 442.913,06 1.462.702,00 % C/A 17,02 19,74 44,14 % C/B 21,13 98,18 100,00

Fonte: ANEEL. Valores em reais.

Gráfico 11 – Execução Orçamentária: Ação Outorga Execução Orçamentária - Outorga
3.730,5 4.000

Valores em R$ mil

1.646,7 2.000 0

1.646,7

1.462,7

LOA + CRÉDITOS

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL. Valores em milhares de reais.

Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Outorga
Produto: Outorga Concedida Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 74 110 110 Meta Física Ajustada Plano Gerencial (Unidades) B 74 110 110 Executada (Unidades) C 190 242 288 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 256,76 220,00 261,82 % Execução em relação à meta ajustada C/B 256,76 220,00 261,82

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

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Gráfico 12 – Execução da Meta Física: Ação Outorga Execução da Meta Física - Outorga
288 Outorga concedida Unidade 300 150 0 LOA
EXECUTADO

110

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

Avaliação dos Resultados da Ação Para o ano de 2011, estabeleceu-se como meta para esta ação 110 outorgas concedidas, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A meta alcançada foi de 288 outorgas, que corresponde a 261,81% da inicialmente prevista. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação das 288 outorgas concedidas em 2011. A tabela a seguir resume o total de outorgas, por processo: Total de Outorgas, por Processo
Segmento Geração Processo Autorização e Concessão de Geração Número de Empreendimentos 212 59 0 271 Outorgas Concedidas 212 30 2 0 44 0 288 Quantidade Outorgada 6.209,888 MW 3.537,59 km -

Transmissão Autorização e Concessão de Transmissão Autorização e Permissão de Distribuição – Regularização de Cooperativas Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica Distribuição Autorização para Comercialização de Energia Elétrica Autorização para Instalação de Redes Particulares – Regularização Total Fonte: ANEEL.
3.206,95

Avalia-se como bom o desempenho desta Ação em 2011, dado que possibilitou a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Além disso, foram outorgados mais 328,64 km de linhas de acesso à Rede Básica, totalizando 3.537,59 km de linhas de transmissão outorgadas. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km ao final do ano. Estes números indicam que estão sendo atendidas as necessidades de geração e transmissão de energia elétrica do País. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como
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para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das demandas. Embora sem prejuízo ao suprimento, a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e 11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Quanto à execução orçamentária, cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Outorga a dotação de R$ 4.663.136,00, da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 932.627,00, por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011, restando para a Outorga o total de R$ 3.730.509,00 (LOA + Créditos). O limite de R$ 1.646.692,00 autorizado para empenho representou 44,14% da dotação de R$ 3.730.509,00 aprovada (LOA + Créditos). Esse limite foi integralmente empenhado, o que equivale à execução de 100% do limite e 44,14% da dotação aprovada. Observa-se que a análise da relação entre meta prevista e executada e orçamento programado e executado deve ser abordada com certa reserva, pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo. Cumpre esclarecer que a previsibilidade das metas de outorga é dificultada pelo fato de que representa uma atividade exercida por delegação do Poder Concedente. Embora a previsão das metas esteja baseada na programação vigente no momento da formulação da LOA, durante o exercício podem ser alteradas em decorrência de determinação do Poder Concedente, cabendo à ANEEL cumprir o compromisso delegado. Ademais, no caso das autorizações, a meta física realizada depende da demanda dos empreendedores. Quanto à previsão orçamentária, observa-se que, por se tratarem as outorgas de atos administrativos elaborados por pessoal próprio da Agência, os recursos programados destinam-se, via de regra, a contratações de estudos e serviços que visam subsidiar e aprimorar os processos implementados. Dessa forma, a redução dos recursos impacta mais na possibilidade de aprimoramento dos processos e da qualidade dos trabalhos do que propriamente na meta realizada. A seguir são apresentados os resultados da Ação Outorga, por processo.

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a)

AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

No ano de 2011 foram outorgadas e homologadas aproximadamente 6.209,888 MW de potência, conforme apresentado nas duas tabelas a seguir, resumidamente, por modalidade de outorga, e detalhadamente, por tipo de fonte geradora: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812 6.209,888

Total 2011 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Potência Outorgada, por Tipo de Fonte Geradora
Autorização e Concessão de Geração de Energia Elétrica - Ano 2011 Fonte Geradora Usinas Hidrelétricas UHE Nova UHE Ampliação Total UHEs PCH Nova PCH Ampliação PCH Nova PCH Ampliação Total PCHs UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova Total UTEs Modalidade de Outorga Concessão (Leilão) Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Concessão N° Atos de outorga 1 1 2 3 0 19 10 32 4 3 26 24 0 57 Potência (MW) Outorgada / Envolvida 1.819,800 7,342 1.827,142 49,500 0,000 244,761 28,919 323,180 376,000 135,000 734,227 469,473 0,000 1.714,700 1.777,776 0,000 521,400 45,690 2.344,866 6.209,888

Pequenas Centrais Hidrelétricas

Centrais Termelétricas

EOL Nova Autorização (Leilão) 66 EOL Ampliação Autorização (Leilão) 0 Centrais Eólicas EOL Nova Autorização 24 EOL Ampliação Autorização 31 Total Eólicas 121 Total Geral 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

A outorga de concessão é decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010, realizado em 17/12/2010, que resultou na contratação, em 2011, de 968 MW médios de energia provenientes de 2 UHEs. A maior delas é a UHE Teles Pires (UHE nova), com potência de 1.819,800 MW; a outra é a UHE Santo Antonio do Jari, com potência instalada de 300 MW, que tinha concessão desde 2002. A ampliação é referente à UHE Salto Curucaca, autorizada por meio da Resolução Autorizativa nº 2.803/2011. As autorizações (Leilão) para centrais eólicas, termelétricas e PCH são decorrentes do Leilão de Reserva nº 005/2010 (LER), realizado nos dias 25/08/2010 e 26/08/2010 e Leilão de Fontes Alternativas nº 007/2010 (FA), realizado no dia 26/08/2010. No Leilão nº 005/2010 (LER), foi negociada a energia proveniente de 2 PCHs, 11 UTEs (biomassa) e 20 eólicas, e resultou na contratação de 56,1 MW médios de
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energia, provenientes de biomassa a partir de 2011 e outros 99 MW médios a partir de 2012, e na contratação de mais 567,6 MW médios provenientes, além da própria biomassa, de empreendimentos eólicos e pequenas centrais hidrelétricas (PCH). No Leilão nº 007/2010 (FA) foi negociada a energia proveniente de 5 PCHs, 50 eólicas e 1 UTE (biomassa), e resultou na contratação de 666,2 MW médios provenientes de eólicas e biomassa e 48,1 MW médios provenientes de PCH para o sistema elétrico brasileiro a partir de 2013. Esses resultados foram contabilizados no ano de 2011, uma vez que as respectivas outorgas foram emitidas ao longo desse ano. Além desses, em 20/12/2011 foi realizado o Leilão de Energia (A-5) nº 007/2011, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos. Dentre estes, a UHE São Roque, com 135 MW de potencia instalada, localizada no rio Canoas, Estado de Santa Catarina. As concessões e autorizações para os empreendimentos que negociaram energia neste Leilão serão outorgadas no ano de 2012. Ainda, em decorrência de outorgas de anos anteriores, em 2011 a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4.199,37 MW. Contudo, em função dos processos de regularização, repotenciação, reativação e desativação, houve um acréscimo de 535,73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação. Dessa forma, o País teve, em 2011, um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011
Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Regularização, Repotenciação, Motorizadas Reativação e Desativação Acréscimo da Capacidade Instalada Pot. (MW) 1.349,09 2.414,79 441,99 30,33 0,00 497,90 1,00 4.735,10 % 2011 28,49 51,00 9,33 0,64 0,00 10,52 0,02 100,00

Pot. (MW) Pot. (MW) UHE 1.142,77 206,32 UTE 2.125,54 289,25 PCH 432,71 9,28 CGH 0 30,33 UTN 0 0,00 EOL 498,35 -0,45 SOL 0 1,00 TOTAL 4.199,37 535,73 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Dessa forma, em 2011, houve um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, ou seja, 4,20% em relação à capacidade instalada de 2010 (112.399,62 MW), conforme apresentado a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
2007 Capacidade Inicial Acréscimo Anual 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Capacidade Instalada Anual 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Com isso, o País alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir: Empreendimentos de Geração de Energia Elétrica (em operação) em 2011
Tipo Central geradora hidrelétrica – CGH Central geradora eólica – EOL Pequena central hidrelétrica – PCH Central geradora fotovoltaica – SOL Usina hidrelétrica – UHE* Usina termelétrica – UTE Usina termonuclear – UTN Total * Número de Empreendimentos 377 70 433 6 181 1.539 2 2.608 Potência (kW) 216.446 1.424.792 3.870.302 1.087 78.371.279 31.243.818 2.007.000 117.134,724 (%) 0,185 1,216 3,304 0,001 66,907 26,673 1,713 100,00

Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG) * Consideradas as máquinas do lado brasileiro da Itaipu Binacional (7.000 MW)

A seguir são apresentados os resultados da Ação outorga, por processo: a1)
 

Gestão e Estudos Hidroenergéticos Os principais resultados desse processo foram: Auditoria dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações: - Foi realizada a análise dos custos das UHEs São Roque e Teles Pires; Análise dos Estudos de Viabilidade de aproveitamentos hidrelétricos: - Foram aprovados os estudos de viabilidade da UHE São Roque e UHE Castelhano, totalizando 199,00 MW; Análise de projetos básicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs: - Foram analisados e aprovados 44 projetos básicos de PCHs, totalizando 577,10 MW; Análise dos parâmetros para a definição da garantia física da energia de aproveitamentos hidroelétricos: - Foram validados os parâmetros de 118 usinas; Análise dos estudos de inventários hidrelétricos: - Foram aprovados 54 estudos de inventário hidrelétrico, totalizando 15.793,86 MW; Análise de projetos básicos de Usinas Hidrelétricas: - Foram aprovados 3 projetos básicos de usinas hidrelétricas, totalizando 5.943,40 MW; Apreciação de projetos básicos de PCH e de estudos de inventário e viabilidade, com fins de aceite: - Foram publicados 273 Despachos de aceite, sendo: 78 de Estudos de Inventário; 52 de Revisões de Estudos de Inventário; 122 de Projeto Básico de PCH; 10 de Projeto Básico de UHE; e 11 de Viabilidade de UHE;
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 

  

- Foram publicados 27 Despachos de devoluções, sendo: 14 de Estudos de Inventário; 9 de Projeto Básico de PCH; 2 de Projeto Básico de UHE; e 2 Viabilidade de UHE; Serviços de geoprocessamento com enfoque em cartografia aplicada: - Foram realizadas 368 análises técnicas de estudos topográficos. Outorga de Concessão e de Autorizações de Geração por meio de Leilão

a2)

Foi outorgada a concessão de geração da UHE Teles Pires, com 1.819,800 MW de potência instalada e 915,4 MW médios de Garantia Física, disponível para o sistema a partir de 2015, decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010. Também foram outorgadas 76 autorizações de geração decorrentes de leilões, no total 2.338,276 MW de potência. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação dessas 77 outorgas. Para contratação de energia para os próximos anos foram realizados quatro leilões, descritos abaixo: Leilão nº 002/2011 (A-3), de 17/08/2011, para fontes biomassa, eólica, gás natural e hídrica, para entrega de energia após três anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 51 empreendimentos, sendo 1 ampliação de UHE, 44 eólicas, 4 UTE à biomassa e 2 UTE à gás, e resultou na contratação de 1.365,90 MW médios, ao preço médio de 102,07 R$/MWh. Leilão nº 003/2011 (LER), de 18/08/2011, para contratação de energia de reserva, específico para fontes eólicas e biomassa, no qual foi negociada a energia proveniente de 41 empreendimentos, sendo 34 EOL e 7 UTE (biomassa), das quais 4 usinas são novas e 3 são existentes, e resultou na contratação de 460,4 MW médios de energia, ao preço médio de 99,61 R$/MWh. Leilão nº 007/2011 (A–5), de 20/12/2011, para fontes hidrelétrica, eólica, e termelétrica a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega de energia após 5 anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos, sendo 1 nova UHE, 39 eólicas e 2 UTE à biomassa, e resultou na contração de 555,2 MW médios, ao preço de 102,18 R$/MWh. A nova UHE negociada nesse leilão é a UHE São Roque, com 135 MW de potencia, cuja outorga será concedida no ano de 2012. Leilão nº 008/2011 (A–1), de 30/11/2011, para empreendimentos de geração existentes, para entrega da energia a partir de 2012, no qual foi negociada a energia proveniente de 4 UHEs, e resultou na contração de 195 MW médios, ao preço de 79,99 R$/MWh. O Leilão para contratação de energia para o Sistema Isolado de Fernando de Noronha, estabelecido pela a Portaria nº 320, de 20 de maio de 2011, foi cancelado pela Portaria MME nº 690, de 27/12/2011. a3) Outorga de Autorização de Geração

Foram outorgadas 135 autorizações de geração para empreendimentos que não participaram dos leilões de energia (novas UHE, PCH, UTE, EOL, e ampliações de usinas já autorizadas), totalizando 2.051,812 MW de potência, conforme especificado no subitem 17.2 deste relatório, que mostra, nomeadamente, a relação dessas 135 outorgas. a4) Registro de Empreendimento

Foram realizados 159 registros de centrais geradoras dispensadas de outorga, entre hidrelétricas, termelétricas ou de outras fontes, totalizando 192,733 MW de potência instalada. Os registros não foram considerados como meta física da ação.

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a5)

Declaração de Utilidade Pública

Foram emitidas 19 declarações de utilidade pública, perfazendo um total de 290.822,91 ha (hectares) de áreas de terra necessárias à construção de empreendimentos de geração. a6) Gestão das Concessões e Autorizações de Geração  Análise e Instrução de Demandas Provenientes dos Agentes: Foram realizadas 83 alterações nos atos de outorga de PCH, 87 alterações nos atos de outorga de UTE e 148 alterações nos atos de outorga de EOL, que não afetam a meta física da ação, por não se referirem a aumento de potência, mas a outros aspectos dos empreendimentos decorrentes de alterações no objeto da autorização.  Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu: Foram realizados estudos hidroenergéticos para cálculo dos coeficientes de ganho de energia por regularização a montante, bem como das áreas inundadas dos municípios, com vistas à distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos para fins de Geração de Energia Elétrica (CFURH), referentes aos reservatórios das seguintes UHEs: Dourados, Agro Trafo, Alto Fêmeas, Baruíto, Foz do Chapecó, Chavantes, Itumbiara, Estreito, São José, Rondon II, Paulo Afonso IV e Apolônio Sales (Moxotó). O montante total distribuído no ano de 2011, em conformidade com os cálculos efetuados pela ANEEL, foi de R$ 1.635.626.389,21, referentes à Compensação Financeira, e R$ 370.170.615,67, referentes aos Royalties de Itaipu, totalizando R$ 2.005.797.004,88, o que representa um acréscimo de aproximadamente 6,13% em relação à distribuição do mesmo período de 2010, em valores nominais.

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819.500 do Leilão nº 001/2011 e 11.012.295.5 93.920 oriundos do Leilão nº 008/2010.208.491. 4.4 87.184.3 2011 95.758 MVA de expansão da capacidade de transformação.b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Foram outorgadas concessões de transmissão que totalizaram 3. O subitem 17.79% na sua extensão.59 11.819. Expansão da Rede Básica de Transmissão Em decorrência de outorgas de anos anteriores.597.4 3. Pág.198.95 11.282. em 2011 a Fiscalização da Transmissão registrou a entrada em operação comercial de empreendimentos que consistiram na ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2.3 2.3 Fonte: ANEEL . As estimativas de criação de empregos diretos são de 20.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Em relação ao ano anterior. sendo 3.0 86. A tabela a seguir mostra a expansão da Rede Básica.3 km ao final do ano de 2011.4 90.624 do Leilão nº 004/2011.0 95. nomeadamente. a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) teve um acréscimo de 2.2 deste relatório mostra.0 98. correspondendo a 22 atos de outorga e 51 empreendimentos.098.0 995. no período de 2006 a 2011: Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km) LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual Extensão Final 2006 82.0 2007 86.189.208. e ao Leilão 004/2011.8 3. alcançando 98. homologado em 18/01/2011.597. homologado em 04/10/2011. ao Leilão no 001/2011.3 2.4 2008 87.184.672.0 km de linhas de transmissão e 10. a relação dessas 30 outorgas de transmissão.672.3 2010 93.524.00 Fonte: ANEEL .97 . Além disso. Essas concessões são referentes ao Leilão no 008/2010.00 - Total 30 59 3.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT).044 postos de trabalho. que estão resumidas na tabela a seguir: Empreendimentos de Transmissão Outorgados em 2011 Sistema Sistema Interligado Sistema Isolado Tipo de Outorga Concessão Autorizações de acesso à Rede Básica Autorizações Transmissão Atos de Linha Outorgada Potência Outorgada Empreendimentos Outorga (km) (MVA) 22 51 3.95 km de linhas de transmissão e 11.597. foram também outorgadas 8 autorizações de acesso à Rede Básica do SIN.491.64 0.8 2009 90.991.537.00 8 0 8 0 328.0 3.00 MVA de potência de transformação.282.189. homologado em 06/07/2011.295.

por meio de concessão.00 001/2011 B 2 BA 230 150.15 318. nomeadamente.00 Fonte: ANEEL .00 Subtotal 3 23 6.00 TOTAL 51 11.400. 3. 51 empreendimentos e investimentos previstos da ordem de 4.00 B 2 PA 230/69 e 138 500. por Leilão de Transmissão: Leilões de Transmissão – Concessões Número de UF Tensão (kV) Potência (MVA) Empreendimentos A 9 RS 230/69 747.34 bilhões de reais.00 C 1 GO 345/138 150. em 16/12/2011.70 km de linhas de transmissão. que licitou 1.00 108.00 H 1 PE 500 I 2 BA 230 e 500 J 2 SP/RJ 500 e 500/345/138 1.0 252.208.00 Subtotal 2 12 3. a relação dessas 22 outorgas de transmissão. foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011.00 C 1 MT 230/138 200.0 25.0 136.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) Leilão Lotes Extensão (km) 117.98 .50 715.00 G 2 MS 230/138 200. correspondendo a 22 atos de outorga.208.800.227.00 F 2 MG 230 004/2011 G 2 PI 230 e 230/69 400. A tabela a seguir resume esses resultados.597.95 Além disso.00 A 7 RN/PB 500 / 230 2.1 836.647.2 2. razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012.905 MVA de potência de transformação.00 L 6 PB/PE 500. 230 e 500/230 2. As concessões deste certame serão contratadas em 2012. com 3.00 H 1 MG 345/138 375.00 A 1 AM/RR 230/69 800.100.00 D Deserto 008/2010 E Deserto F 1 MT 230/138 75.0 50.00 I 1 PA 230 Subtotal 1 16 1.2 deste relatório mostra.00 76.0 26.375.597.b1) Concessão de Transmissão – Licitações Foram outorgados.0 44. Pág.900.30 3.00 459.00 2.00 K 1 SP 345/88 800.00 522.00 D 1 GO 230 E 2 PR 230/138 e 230 300. O subitem 17.050.00 MVA de potência de transformação.00 B 1 RS 230/138 100.00 C 3 CE/RN 230 500.50 65.15 295.95 km de linhas de transmissão e 11.0 143.

31 aditivos foram relativos à formalização de reestruturações societárias e 6 foram referentes a retificações do contrato de concessão. totalizando 1. Desse total.99 . nomeadamente.090. O subitem 17.4) Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão. sendo 2 autorizações de regularizações de cooperativas como autorizadas e 44 autorizações para comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE. nomeadamente.69 m². conforme resumido a seguir: Atos de Outorga 2011 – Distribuição Processos Regularização de Cooperativas Comercialização de Energia Elétrica Número de atos de outorga 2 44 Total 46 Fonte: ANEEL . c1) Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Foram celebrados no ano de 2011 três termos aditivos aos contratos de concessão de distribuição existentes.b2) Autorização de Transmissão Foram outorgadas 8 autorizações para consumidores livres acessarem a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN). a ANEEL expediu em 2011:  98 declarações de utilidade pública para fins de instituição de servidão administrativa para construção de linhas de transmissão. c) CONCESSÃO. b3) Declaração de Utilidade Pública Por meio de Resoluções Autorizativas. As declarações de utilidade pública não são contabilizadas na meta física da Ação.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) O subitem 17. totalizando 328. a relação dessas 46 autorizações de distribuição. Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Transmissão Foram celebrados 37 termos aditivos aos contratos de concessão de transmissão.175.  23 declarações de utilidade pública para fins de desapropriação de áreas de terra para a implantação de subestações. b.41 km. a relação dessas 22 autorizações de transmissão.64 km de extensão.2 deste relatório mostra.030.2 deste relatório mostra. Os contratos de concessão de distribuição aditivados e as respectivas operações formalizadas nos aditivos contratuais constam do quadro a seguir: Pág. cuja extensão perfaz 8. PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Em 2011. foram expedidos 46 atos de outorga referentes ao segmento de distribuição de energia elétrica.

Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) N° de ordem Empresa Elektro Eletricidade e Serviços S. Pág. . para exploração das instalações de energia elétrica de uso privativo de seus associados. como autorizadas. 16 do “Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infra-Estrutura entre os Setores de Energia Elétrica. c3) Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica A partir da publicação do Decreto 7. de 28/07/2010. c6) Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição Foram homologados 29 contratos de compartilhamento de infraestrutura de distribuição nos termos do art. c5) Regularização de Redes Particulares Não foram regularizadas redes particulares em 2011.246. não foram emitidas autorizações da ANEEL para importação/exportação de energia elétrica. c4) Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica Em 2011. O subitem 17.ELEKTRO UF Contrato Aditivo c2) Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em 2011. . em regra. Reajuste Tarifário Anual Fonte: ANEEL . No ano de 2011. nomeadamente. a ANEEL emitiu 44 autorizações para empresas atuarem como agente comercializador de energia elétrica no âmbito da CCEE.2 deste relatório mostra. autorizar a importação e exportação de energia elétrica. de 24/11/1999.100 . conforme detalhado no subitem 17.2 deste relatório. Telecomunicações e Petróleo” – Resolução ANEEL/ANATEL/ANP nº 001.DMED Minas Gerais 049/1999-ANEEL Quarto Revisão Tarifária Periódica Empresa Força e Luz de Alteração de data do 3 Santa Catarina 025/1999-ANEEL Terceiro Urussanga LTDA. a relação dessas 44 autorizações.A. foram obtidos os seguintes resultados:  2 regularizações de cooperativas de eletrificação rural. compete a MME. por meio de autorização.A.Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Distribuição 2011 Objeto Transferência de Controle 1 São Paulo 187/1998-ANEEL Quinto Societário Alteração de data da 2 DME DISTRIBUIÇÃO S.

Destacam-se as principais atividades: a) dirimir as divergências entre concessionárias. produtores b) mediar conflitos decorrentes da ação reguladora e fiscalizadora no âmbito dos serviços de energia elétrica. Descrição dos Processos A Ação Ouvidoria da ANEEL envolve dois processos básicos: Tratamento de Solicitações de Consumidores e Mediação Administrativa. independentes e autoprodutores. apurar e solucionar as solicitações dos consumidores. Pág. Além de receber. a ANEEL realiza também a mediação de conflitos.101 . esclarecimentos e orientações aos consumidores. As solicitações que não permitem solução imediata são registradas no Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO). fax. permissionárias. suscitadas em decorrência de ambiguidades ou lacunas da legislação. A Central de Teleatendimento (CTA) da ANEEL é responsável não só por disponibilizar informações. nos termos da legislação em vigor. contribuindo também com informações para os processos de regulação e de fiscalização. de modo a proporcionar transparência e efetividade nas relações com a sociedade.2. a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Os Canais de Comunicação disponibilizados para o tratamento de solicitações de consumidores são a Central de Teleatendimento (CTA) (telefone 167). c) identificar falhas ou lacunas regulatórias. bem como entre esses agentes e seus consumidores. autorizadas. mas também por registrar as reclamações destes quanto à prestação dos serviços de energia elétrica pelas concessionárias.Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 Finalidade A finalidade desta ação é prevenir e solucionar potenciais conflitos por meio de ações que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais atores sociais. autorizadas. a página eletrônica da ANEEL (formulário e chat). aprimorar e assegurar parâmetros de qualidade no processo de atendimento e tratamento de solicitações dos consumidores entre a ANEEL. permissionárias. e) uniformizar. e incentivando o funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. carta e atendimento presencial.4 . produtores independentes e autoprodutores. d) atender a reclamações e a outras solicitações de consumidores quanto à prestação dos serviços de energia elétrica.3. pelo corpo técnico da ANEEL. contribuindo para o aprimoramento do processo regulatório e reduzindo os pontos de conflitos entre os agentes. e são analisadas. realizando Audiências Públicas. e f) atender às necessidades de informação. agora num segundo nível. as Agências Estaduais conveniadas e as Concessionárias de Energia Elétrica. ou ainda em razão de matérias nãoreguladas. com vistas a dirimir divergências entre concessionárias. promovendo a adequada disseminação de temas de interesse dos diferentes segmentos representativos da sociedade. quando necessário. bem como entre esses agentes e os consumidores. permitindo assim uma maior transparência nas ações da Agência.2.

autorizadas. organizado dentro das técnicas de Resolução de Disputas. A Lei nº 9. de uma forma voluntária. inciso V. que instituiu a Agência Nacional de Energia Elétrica e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. bem como entre esses agentes e seus consumidores”. de 1996. contratação direta de empresa operadora de telefonia de abrangência nacional. utilizando o Procedimento de Mediação. o universo de agentes do setor elétrico compreende alguns milhares de empreendimentos de geração em operação. produtores independentes e autoprodutores. um grande número de questões e solicitações que chegam à ANEEL são assuntos não-regulados. Complexo por natureza. os quais são responsáveis pelo atendimento de mais de 60 milhões de consumidores. pendências contratuais. Essas questões dão origem a processos administrativos nos quais a Agência atua no sentido de conduzir o conflito para a busca do entendimento. dezenas de distribuidoras e comercializadoras de energia elétrica. Diante dessa magnitude. agentes do setor elétrico e sociedade em geral. lacunas na legislação. pois. capacitada tecnicamente para operar a Central de Teleatendimento – CTA. dificuldades na interpretação de dispositivos e/ou dificuldades na obtenção de dados comprobatórios sobre as posições de qualquer dos envolvidos. no âmbito administrativo. informal e extrajudicial de solução de conflitos. Este procedimento permite a uniformização do atendimento e do procedimento de registro das solicitações dos consumidores. concessionárias. seja buscando o esclarecimento junto às concessionárias acerca da prestação de seus serviços. em um ambiente de alta produtividade. permissionárias. estabelece em seu art. Trata-se. Público-Alvo Consumidores. que compete à ANEEL “dirimir. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta e descentralizada.Uma vez recebida a solicitação do consumidor o corpo técnico da Agência encarrega-se de dar adequado tratamento à questão. capacitando-a a atuar dentro das especificidades do setor elétrico. por meio da qual o mediador ajuda as partes a resolver suas divergências de um modo que satisfaça a ambas. e celebração de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. para execução descentralizada dos serviços de tratamento de solicitações de consumidores de energia elétrica. A Central de Teleatendimento da ANEEL também é responsável pelo atendimento das ligações recebidas pelos serviços de atendimento ao consumidor (0800) das Agências Estaduais conveniadas. por meio de:    contratação direta de empresa de teleatendimento. b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA A mediação é um processo no qual um terceiro imparcial facilita a negociação entre pessoas em conflito e as habilita a encontrar soluções que correspondam aos seus interesses e necessidades. seguindo-se de forma ordenada as etapas de completo esclarecimento da questão. 3º. as divergências entre concessionárias.102 . seja prestando informações sobre os temas atinentes à Regulação. estabelecimento de um ambiente adequado à busca do entendimento e encerramento da divergência. além de centenas de transmissoras. Pág.427.

400.Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).00% 2011 12.445.93% 76.324.44% 75.000 2.58% 98.00 Empenhado C 8.347.000 2.18% 100.347.35 10.187.812.158.400.00 13.000 2.000 1. Pág.00 Fonte: ANEEL.000 1.4 11.00 Orçamento Realizado Pago D 7.00 % C/A 72.Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Ouvidoria Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 11.Ouvidoria 16.209.21 10.581.040.862 % Execução em relação à LOA C/A 70.00 10.182.39% 76.4 12.225.927.060.760.644.557.00 Limite Autorizado B 9.445.182.347. Gráfico 13 .892.423.324.Execução Orçamentária: Ação Ouvidoria Execução Orçamentária .435.351.39% Ano 2009 2010 2.319.630 2011 2.136.62 8.921 Fonte: ANEEL .040.351.39% % Execução em relação à meta ajustada C/B 70.04 11.347.103 .000 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1.242.574. Valores em reais.000 Valores em R$ mil 12.060.39% 76.401.44% 75.2 11.4 10.08 11.000 8.510.000 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Ouvidoria Produto : Solicitação Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2.74% 91.51% % C/B 88.

o que representa 75. com cancelamento de recursos de outras ações e suplementação em favor da Ouvidoria. Esse valor limite foi integralmente empenhado.182. cumpre informar que no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).445.921 ligações telefônicas.158. 1.898.644.209.Ouvidoria 2. que estimou o atendimento a 2. correspondendo à execução de 91.347.000 1.000.283. o que foi viabilizado por meio de crédito suplementar.51% da dotação aprovada.400.000 ligações telefônicas pela Central de Teleatendimento da ANEEL (CTA).158. Na fase de aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA). Quanto à execução orçamentária.324.51% da dotação de R$ 12.000 LOA 1.182. apurar e buscar solução para as solicitações dos consumidores. no caso da Ação Ouvidoria.400.Gráfico 14 – Execução da Meta Física: Ação Ouvidoria Execução da Meta Física . houve execução de 1. o Congresso Nacional reduziu essa dotação para R$ 9.00 para esta ação.967 aos atendimentos de ligações realizadas para os 0800 de dez Agências Estaduais conveniadas. o produto previsto – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa.00. As principais realizações de cada processo foram: Pág.000.644. para assegurar a continuidade dos serviços de teleatendimento.000. tornou-se necessário recompor minimamente a dotação reduzida. Em vista disso.260. O fato de o número de solicitações atendidas em 2011 ter sido inferior ao programado não decorre de redução do serviço prestado.000 2.00. que esteve à disposição do consumidor durante todo o exercício.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).116. no valor de R$ 3. resultando na dotação final de R$ 12.644.00 autorizado para empenho representou 91. a Ouvidoria cumpriu sua função de receber.00.954 referem-se aos atendimentos de ligações realizadas para o número 167 da ANEEL e 397. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos.000 Solicitação atendida Unidade 3.921 EXECUTADO Fonte: ANEEL .246.921 solicitações atendidas. Das 1.39% da meta física prevista na LOA.104 . Observa-se que. Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram os quadros anteriores. a ação contava com uma dotação de R$ 13. em 2011.Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA). O limite de R$ 11. Desta forma.

a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Das 1.246.954 ligações atendidas pelo telefone 167 da ANEEL, foram registradas 522.185 solicitações, das quais 482.119 solicitações foram finalizadas no próprio atendimento pela Central de Teleatendimento (finalizadas no primeiro nível) e 40.066 solicitações foram encaminhadas para tratamento técnico no segundo nível. O quadro a seguir demonstra os atendimentos realizados. Solicitações de Ouvidoria Atendidas
Atendimentos Registrados Tipo de ligação 1 1.1 1.2 1.3 2 Ligações para o número 167 ANEEL Solicitações de atendimento finalizadas no 1º nível Contatos complementares, trotes, enganos e diversos Solicitações encaminhadas para tratamento técnico (2º nível) Ligações para as Agências Estaduais Conveniadas Quantidades 1.246.954 482.119 724.769 40.066 397.967 1.644.921

3 Total de ligações atendidas (1+2) Fonte: ANEEL - Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).

Dentre os principais avanços relacionados ao tratamento de solicitações de consumidores, merecem destaque:  Monitoramento do sistema de coleta de informações das concessionárias sobre as solicitações dos consumidores junto aos seus respectivos sistemas de atendimento, conforme estabelecido na Resolução ANEEL nº 414/2010; Apuração de resultados do Programa de Qualidade junto às Agências Estaduais Conveniadas, com indicadores quantitativos e qualitativos, visando ao monitoramento e à aplicação de melhorias dos atendimentos aos consumidores e agentes do setor. Atualização e elaboração de novos textos, em consonância com a Resolução nº 414/2010, ordenando e aprimorando os textos-padrão de respostas, dentro do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO. Atuação ativa para o fortalecimento das Ouvidorias do Setor Elétrico, com destaque para a regulamentação das Ouvidorias das distribuidoras de energia elétrica.

b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA Durante o exercício, a ANEEL atuou em 19 processos de mediação de conflitos, encerrando 9 deles em 2011. Destes, 8 foram finalizados mediante acordo entre as partes e 1 por impasse. Os processos de mediação foram originados de solicitações dos diversos agentes envolvidos com o setor de energia, com destaque para agentes de transmissão, distribuição e consumidores.

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2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 Finalidade Promover a transparência das ações regulatórias do Setor Elétrico junto à sociedade, fortalecendo o diálogo no cumprimento da missão reguladora e fomentando a participação do cidadão no processo decisório. Descrição dos Processos A ação Participação Pública na Agenda Regulatória envolve 8 processos básicos: (a) Audiências e Consultas Públicas, (b) Gestão do Processo de Descentralização de Atividades, (c) Pesquisas de Opinião, (d) Estímulo aos Conselhos de Consumidores, (e) Gestão de Relacionamento, (f) Assessoria Parlamentar , (g) Gestão de Eventos e (h) Ações de Comunicação. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS A Audiência Pública é um instrumento de apoio ao processo decisório da Agência, de ampla consulta à sociedade, que precede a expedição dos atos administrativos. O principal objetivo das Audiências Públicas é colher subsídios e informações junto à sociedade sobre matérias que se encontram em análise, bem como oferecer aos interessados a oportunidade de apresentar seus pleitos, opiniões e sugestões relativas ao assunto em questão. O processo de Audiências Públicas, ao longo de sua condução, pode contar com a realização de sessões públicas para a manifestação de viva voz, chamada de sessão ao vivo (presencial), ou serem feitas por meio de intercâmbio documental. A ANEEL também realiza Consultas Públicas para apoiar a formulação ou o aperfeiçoamento de regulamentos, a fiscalização ou a implementação de outras atribuições da Agência. O objetivo é recolher informações dos agentes econômicos do Setor Elétrico, consumidores e demais interessados da sociedade, para identificar e aprimorar os aspectos relevantes da matéria em questão. Porém, se do processo de Consulta Pública resultar proposta de emissão ou aperfeiçoamento de regulamentos, a Consulta deverá ser seguida de Audiência Pública. Todo cidadão pode participar e enviar contribuições por escrito – via e-mail, fax ou pelos Correios – para a sede da Agência, ou pessoalmente nas sessões presenciais. O processo de realização de Audiências e Consultas Públicas segue rito específico: tem início com a instauração formal da Audiência Pública ou Consulta Pública; passa, em seguida, pela fase de recebimento de contribuições, que pode incluir ou não uma sessão presencial; e, por fim, é concluído quando termina o período estabelecido para o recebimento de contribuições. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES Considerando a dimensão e a extensão do território nacional e do sistema elétrico brasileiro, a ANEEL, valendo-se de prerrogativa que lhe foi conferida por lei, descentraliza às Unidades da Federação, por meio de Convênios de Cooperação com as Agências Estaduais de Regulação de Serviços Públicos, as atividades complementares de regulação e fiscalização dos serviços e instalações de energia elétrica. A gestão desse processo abrange a interação com os Estados, o aprimoramento do processo de descentralização (que a partir de 2011 começou a ser implementado, em caráter experimental, sob o regime de gestão associada de serviços públicos), a coordenação dos procedimentos de celebração dos Convênios de Cooperação, a análise da compatibilidade entre os planos e contratos de metas das diversas atividades descentralizadas, a orientação e o apoio às articulações entre a ANEEL e os representantes das Agências Estaduais no âmbito do desenvolvimento das ações descentralizadas.

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c) REALIZAÇÃO DE PESQUISAS DE OPINIÃO Envolve a realização de pesquisas de opinião pública para avaliar a percepção de públicos específicos quanto à qualidade do serviço de Energia Elétrica, as expectativas dos agentes setoriais e dos consumidores, a satisfação quanto aos produtos e serviços oferecidos pela ANEEL, dentre outras. Dentre essas, destaca-se a pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor – IASC, que é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivandoas na busca constante da melhoria de seus serviços. Outro objetivo da Pesquisa IASC é o de subsidiar as áreas de regulação e fiscalização, visando à melhoria dos instrumentos regulatórios e das prioridades de fiscalização. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Tem por finalidade estimular a organização dos Conselhos de Consumidores, criados pela Lei nº 8.631, de 1993, e das Comissões de Fiscalização Periódica, de que tratam as Leis n os 8.631, de 1993, e 8.987, de 1995, observadas as condições gerais para a formação, funcionamento e operacionalização desses Conselhos, estabelecidas pela Resolução Normativa ANEEL nº 451, de 2011. Desde a sua criação, a ANEEL busca estimular o funcionamento desses conselhos e o estreitamento das relações com eles, participando de suas reuniões, encontros regionais e nacionais; prestando informações pertinentes à regulamentação e à fiscalização do Setor Elétrico; organizando eleições para escolha de representantes junto à CCEE e ao ONS; e acompanhando seu funcionamento, em cumprimento ao estabelecido na supracitada Resolução. A ANEEL acompanha e registra o andamento de algumas atividades realizadas pelos Conselhos de Consumidores no sítio http://conselhodeconsumidores.aneel.gov.br/. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL O processo de Gestão de Relacionamento Institucional da ANEEL tem como atividade principal o acompanhamento e a sistematização do relacionamento institucional da Agência, no âmbito nacional e internacional. Compreende a execução de atividades relacionadas diretamente à interação da Agência com os diversos públicos institucionais, as quais são sistematizadas e monitoradas de modo a acompanhar a evolução do processo regulatório do Setor Elétrico. O processo de Gestão de Relacionamento Institucional desdobra-se nos seguintes subprocessos: e.1) estabelecimento e gestão de parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais; e e.2) interação com os públicos institucionais. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR A interação com o Processo Legislativo objetiva aprimorar e sistematizar o relacionamento da ANEEL com os órgãos do Poder Legislativo, com ênfase no Congresso Nacional, tendo como base o intercâmbio de informações afetas ao setor elétrico, que se desenvolvem na arena política. Nesse sentido, a ANEEL acompanha as reivindicações e proposições legislativas apresentadas pelos representantes da sociedade, mantendo permanente interlocução com esses agentes públicos. Os temas de interesse são transmitidos semanalmente ao público interno da Agência, por meio do informativo eletrônico “Acontece no Congresso”.
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g) GESTÃO DE EVENTOS Consiste na promoção, pela ANEEL, de eventos técnicos, ou na sua participação em eventos promovidos por terceiros, como por exemplo: Audiências/Consultas Públicas, solenidades de assinaturas de contratos de concessão e de acordos interinstitucionais nacionais e internacionais, workshops, fóruns, seminários, congressos, palestras, dentre outros eventos do setor elétrico. Tem como objetivo realizar a comunicação dirigida, com a finalidade de divulgar e consolidar a imagem da ANEEL, seus produtos, serviços, ideias e pessoas. No sentido de aprimorar o relacionamento, a interatividade e o diálogo, e de atender às necessidades dos diversos públicos com os quais atua, a ANEEL promove e participa de Audiências Públicas, leilões, debates, painéis, workshops, seminários, encontros e congressos, dentre outros eventos. Esse esforço visa divulgar os trabalhos da Agência, o papel da Instituição, a sua missão e o fato de que ela existe para aprimorar os serviços de energia elétrica, garantir os direitos básicos do consumidor e contribuir para o desenvolvimento nacional. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO Esse processo desenvolve ações de divulgação de temas afetos à ANEEL, atende a solicitações de informação de profissionais de imprensa e apoia os diretores e técnicos no relacionamento com os diversos veículos de comunicação. Divulga as ações e decisões, além de programas e projetos instituídos pela Agência; produz e divulga relatórios de prestação de contas à sociedade com o objetivo de disseminar a cultura regulatória e dar transparência aos atos da instituição. Também produz textos técnicos, cadernos temáticos e outras publicações de interesse do setor e de toda a sociedade, para disseminar e ampliar o conhecimento dos assuntos de responsabilidade da Agência. Público-Alvo O publico alvo das atividades desenvolvidas são: a sociedade, os consumidores, os agentes do setor elétrico e a mídia. Formas de Implementação A Ação Participação Pública é implementada de forma direta, utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços, podendo também ser implementada de forma descentralizada, por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. As estratégias de implementação utilizadas são:   Contratação de empresa de eventos, para dar suporte de infraestrutura na realização das Audiências Públicas da ANEEL e eventos direcionados ao Setor Elétrico, nos quais a ANEEL tem participação. Celebração de Convênios de Cooperação com Agências Reguladoras Estaduais, para execução descentralizada das atividades.

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Metas Orçamentárias e Físicas O quadro e o gráfico abaixo mostram o orçamento programado e o realizado. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Participação Pública
Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 6.132.522,00 7.341.594,00 5.792.400,00 5.932.080,00 3.678.254,04 3.223.255,00 Orçamento Realizado Empenhado C 4.932.080,50 3.611.479,28 3.223.255,00 Pago D 3.619.334,81 2.328.662,67 2.814.719,00 % C/A 80,42% 49,19% 55,65% % C/B 83,14% 98,18% 100,00%

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Valores em reais.

Gráfico 15 – Execução Orçamentária: Ação Participação Pública Execução Orçamentária - Participação Pública
5.792,4

Valores em R$ mil

6.000 4.000 2.000 0 LOA + CRÉDITOS

3.223,3

3.223,3

2.814,7

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL.

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Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Participação Pública
Produto: Evento realizado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 116 168 116 168 99 Meta Física Executada % Execução em Executada % Execução em relação à meta (Unidades) relação à LOA ajustada C C/A C/B 155 180 122 133,62% 107,14% 123,23% 133,62% 107,14% 123,23%

Ano

2009 2010

2011 99 Fonte: ANEEL.

Gráfico 16 – Execução da Meta Física: Ação Participação Pública Execução da Meta Física - Participação Pública
122

Evento realizado

150 100 50 0
LOA

99

EXECUTADO

Fonte: ANEEL.

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Avaliação dos Resultados da Ação O planejamento da ANEEL programou para 2011 a realização de 99 eventos, que constituíram a meta física da Lei Orçamentária Anual (LOA), que consignou à Ação a dotação de R$ 5.792.400,00. Foram realizados 122 eventos, o que corresponde a 123,23% da meta física prevista na LOA, conforme resumido no quadro abaixo: Eventos Realizados – por Tipo
Eventos Realizados – por tipo Audiência Pública com sessão ao vivo – presencial Audiência Pública por intercâmbio documental Consulta Pública com sessão ao vivo - presencial Consulta Pública por intercâmbio documental Eventos Diversos em 2011 Total Fonte: Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) Quantidade 24 59 1 7 31 122

O subitem 17.3 deste relatório apresenta, nomeadamente, a relação desses 122 eventos e especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles. Os bons resultados desta Ação, evidenciados pela realização de 83 Audiências Públicas e 8 Consultas Públicas, permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência, demonstrando os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade. Vale notar a predominância das Audiências e Consultas Públicas por intercâmbio documental, em relação às sessões presenciais, tendência esta decorrente da crescente facilidade e economicidade proporcionada pelos meios eletrônicos de comunicação. O limite de R$ 3.223.255,00 autorizado para empenho representou 55,65% da dotação de R$ 5.792.400,00 aprovada na LOA para a ação (não houve créditos para esta ação). Esse limite foi empenhado integralmente, correspondendo à execução de 55,65% da dotação aprovada. Em função da abrangência e da diversidade dos processos contemplados nesta ação, o custo unitário da meta é variável, visto que parte dos processos, embora contribuam para o alcance do objetivo da ação, não se refletem na meta física, ou seja, em eventos realizados. Dessa forma, não cabe avaliar a ação sob a ótica da proporcionalidade entre a meta física e a execução orçamentária. As principais realizações, no âmbito dos processos básicos desta Ação, são descritas a seguir. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS Contam na meta física da Ação as Audiências e Consultas Públicas finalizadas2 no exercício. Em 2011, foram finalizadas 83 Audiências Públicas, dentre as quais 24 com sessão ao vivo-presencial, 59 por intercâmbio documental, além de oito Consultas Públicas, dentre as quais uma com sessão ao vivopresencial e sete por intercâmbio documental. O subitem 17.3 deste Relatório apresenta a relação das Audiências Públicas e Consultas Públicas finalizadas em 2011, e especifica o objetivo de cada um desses eventos. No tocante ao aprimoramento do processo, prosseguiram os estudos iniciados em 2010 com vistas à unificação dos procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Foi realizada Audiência Pública
2 O termo “finalizadas” refere-se à finalização do período de contribuições das Audiências e Consultas Públicas. Pág.111

para ouvir a sociedade sobre esta proposta, com o objetivo de aperfeiçoar os Capítulos II e III, do Título II, da Norma de Organização ANEEL nº 001, aprovada pela Resolução Normativa nº 273/2007, que dispõem sobre os procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Até o encerramento do ano, as 61 contribuições recebidas de nove instituições (públicas, privadas e órgão de defesa dos consumidores) estavam em fase de análise, sendo prevista para 2012 a publicação da Resolução Normativa que estabelecerá os novos procedimentos. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES A ANEEL manteve convênio com doze Agências Reguladoras Estaduais nos estados de Paraíba (ARPB), Mato Grosso do Sul (AGEPAN), Mato Grosso (AGER), Goiás (AGR), Ceará (ARCE), Pará (ARCON), Alagoas (ARSAL), Rio Grande do Norte (ARSEP), São Paulo (ARSESP), Rio Grande do Sul (AGERGS), Santa Catarina (AGESC) e Pernambuco (ARPE). Em decorrência da Resolução Normativa nº 417, de 23/11/2010, que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal, para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, foram desenvolvidas em 2011 as seguintes atividades:  Instituição de Grupo de Trabalho, por meio da Portaria ANEEL nº 1.968, de 01/11/2011, com o objetivo de estabelecer a Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, bem como a estrutura de custos das atividades a serem descentralizadas para as Agências Estaduais;  Aprovação dos Convênios de Cooperação regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Aprovação dos Acordos de Interesse com os Estados de Tocantins e Espírito Santo, regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Execução do Projeto Piloto firmado com as Agências Reguladoras Estaduais do Ceará (ARCE) e do Rio Grande do Sul (AGERGS), conforme estabelecido na Resolução Normativa nº 417/2010;  Acompanhamento trimestral de todas as fases da prestação de contas elaborada pelas Agências estaduais, conforme previsão nos TADs de 2011;  Gerenciamento da revisão dos Termos Anuais de Descentralização – TADs – celebrados entre as Superintendências e as Agências Reguladoras Estaduais para o exercício de 2011;  Realização de visitas técnicas às Agências Reguladoras Estaduais com o objetivo de aproximar o relacionamento entre as instituições e discutir os procedimentos para a mudança de modelo e instrumentos de descentralização de atividades da ANEEL. c) PESQUISAS DE OPINIÃO Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 03 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Em 2011, destacam-se as seguintes atividades desenvolvidas:
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esclarecer dúvidas e nivelar conhecimentos. em Porto Alegre. reunião com o Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE e representantes dos Conselhos de Consumidores junto à CCEE. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica.  Operacionalização da cooperação da ANEEL com o Instituto Costarriquenho de Eletricidade – ICE. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores. em São Paulo. são relatadas a seguir. reunião com representantes dos conselhos de consumidores das regiões Sul/Sudeste/Centro-Oeste e Norte/Nordeste e o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS.GOV.  Aprovação do Acordo de Cooperação a ser celebrado com o Conselho Nacional de Eletricidade – CONELEC. 1º Congresso do Conselho de Consumidores da Celesc. Quanto a este subprocesso. monitoramento dos mandatos dos representantes. IV Seminário dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica da Região Sudeste. reunião do Conselho de Consumidores da Light. que estabelece as novas condições gerais para a criação. de Portugal. com recebimento de planos anuais de atividades e metas e atas das reuniões periódicas. XIII Encontro Nacional dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em São Luís/MA. para técnicos do ICE. e. em Joinville-SC.1) Estabelecimento e Gestão das parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais.ANEEL.BR. do Equador. no Rio de Janeiro. com o objetivo de proporcionar maior efetividade nas ações dos Conselhos e suas ações junto ao consumidor e à ANEEL  Realização de eleição on-line para representantes dos Conselhos de Consumidores das regiões Norte e Nordeste junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. no Rio de Janeiro. com vistas à apresentação da norma. mediante a participação de técnicos da ANEEL em seminário-workshop intitulado “Análise da Institucionalidade do Sistema Elétrico Brasileiro e sua Aplicabilidade em um Novo Modelo de Mercado para o Setor Elétrico da Costa Rica . organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em Brasília.  Revisão das condições gerais para criação. estabelecidas pela Resolução ANEEL nº 138. atualização da página eletrônica HTTP://CONSELHODECONSUMIDORES. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO As principais realizações. Acompanhamento do funcionamento dos Conselhos de Consumidores. da Alemanha. realizado na cidade de São José.Abrangência e Implementação”. destacam-se:  Assinatura de Acordo de Cooperação no 009/2011 com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE.  Assinatura de Acordo de Cooperação no 010/2011 com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH – GIZ. em continuidade ao processo iniciado em 2010 e não concluído por falta de candidatos dessas regiões na época.  Organização de Seminário sobre a Resolução Normativa nº 451. na Costa Rica. Pág. Todos os Conselhos foram convidados.  Apresentação de palestras e participação nas seguintes reuniões e eventos: Fórum Estadual de Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul. no âmbito dos subprocessos. no Rio de Janeiro. de 10/05/2000.  Assinatura do Termo de Acordo com a Embaixada Britânica em Brasília para execução do Projeto “Promovendo Eficiência Energética no Brasil”.113 .

o Investidores. e a ABDIB – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base. fontes alternativas de energia. Pará. empreendimentos das diversas fontes energéticas em implementação nos Estados brasileiros. resultou em intensa atividade da Assessoria Parlamentar da ANEEL. leilões de Transmissão. e China Machinery Engineering Corporation – CMEC. energia solar e eólica. a participação no China Wind Power 2011. valores das tarifas de energia. e o Instituto Japonês para Investimentos no Exterior – JOI (Japan Institute for Overseas Investment). como a Comissão Nacional de Energia Elétrica da Guatemala – CNEE (Comisión Nacional de Energía Eléctrica).114 . respondidos 80 convites e 49 pleitos. Foram 137 reuniões realizadas na ANEEL com a participação de governadores. destacando-se as seguintes:  Foram expedidos 287 ofícios em resposta a pleitos de Câmaras Municipais. geradoras térmicas a carvão e biomassa. qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras. a exemplo da IBM do Brasil. além do atendimento a 17 requerimentos de informação. o Apoio à Diretoria e às UOs na viabilização de Representações Institucionais a eventos nacionais e internacionais. No âmbito deste subprocesso. ainda:  A recepção de missões estrangeiras interessadas em conhecer o processo regulatório do setor elétrico brasileiro. Ltd. a Companhia de Transmissão de Eletricidade do Quênia – KETRACO (Kenya Electricity Transmission Co.). Tarifa Social de Energia Elétrica. benefícios a classes de consumidores. IDEC. tais como os Governadores do estado do Mato Grosso. discutindo temas como redes inteligentes.  Recepção a representantes de várias entidades representativas dos segmentos de interesse do setor elétrico. Eólica e smart grids). Cisco. eficiência energética. SHARP Corporation. primeiro ano da ampla maioria dos mandatos do Executivo e Legislativo das esferas federal e estadual. Assembleias Legislativas e parlamentares federais. foram atendidas 139 solicitações de audiência com o Diretor-Geral da ANEEL. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR O ano de 2011. via e-mail. PROTESTE. Destacam-se. que possuem prazo constitucional de no máximo 30 dias para resposta. compensação financeira. o Governo. o Organismo Coordenador do Sistema Elétrico Nacional Interconectado da República Dominicana (Organismo Coordinador del Sistema Eléctrico Nacional Interconectado de la República Dominicana Inc. Banco Mundial. entre outros. e a diversas demandas encaminhadas pelas assessorias de parlamentares. oriundas de públicos institucionais. a exemplo do Banco Morgan Stanley.). e Banco da China. a exemplo do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor/MJ e do Procon-SP. Programa Luz Para Todos. senadores. tais como: o Fabricantes.2) Interação com os públicos institucionais. ao Reino Unido (smart grid e eficiência energética). Pág. prefeitos e vereadores. a Agência de Regulação Econômica de Cabo Verde – ARE. o Consumidores. o Associações de Classe. deputados. tais como as visitas técnicas à Alemanha e Espanha (intercâmbio de experiências em Energia Solar Heliotérmica. tais como a ABRAGE – Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica. Pernambuco e Santa Catarina.  A interação presencial também foi grande.e.

em Belém-PA. contendo os principais direitos e deveres do consumidor. José Augusto da Silva. entidades do setor elétrico. universidades. foram elaboradas 38 edições do informativo “Acontece no Congresso”. bibliotecas e órgãos de defesa do consumidor. foram distribuídos os exemplares da publicação denominada “Ouvidoria Setorial em Números” durante o X Encontro Nacional de Ouvidores do Setor Elétrico. Também foram confeccionados cartazes. destinado a informar o público interno da ANEEL sobre os acontecimentos mais relevantes com relação ao setor elétrico e à atividade da Agência no Congresso Nacional. em Audiência Pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados para discutir a Resolução Normativa nº 414/2010. do Folder referente à Resolução Normativa nº 414/2010. concessões e qualidade do fornecimento. Os exemplares da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão foram distribuídos para os líderes das unidades organizacionais da ANEEL. prefeituras e municípios do Brasil. público parlamentar.115 . destacaram-se a elaboração. Nelson Hübner. em Audiência Pública sobre a CELPA.  ao Diretor André Pepitone. e ao superintendente de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade. em Caxias do Sul/RS. Pág. na Câmara dos Deputados. da Revista de P&D. órgãos federais.  ao Diretor-Geral da ANEEL. organizada pela Comissão de Minas e Energia da Câmara. e no Seminário Agenda Parlamentar para Energia Elétrica: modicidade tarifária. realizado em Fortaleza/CE. e do livreto contendo o texto na íntegra da mencionada Resolução.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. foram realizados outros 31 eventos. do Relatório ANEEL 2010. no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica e Combustíveis. Dr. Além disso.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. quando compareceu à Comissão de Minas e Energia para participar de Audiência Pública sobre a Light. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO No ano de 2011. Durante o VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica e II Seminário de Eficiência Energética. de Audiências Públicas e dos diversos eventos promovidos pela Agência. em Audiência Pública conjunta das comissões de Minas e Energia e de Defesa do Consumidor. conforme detalhado no subitem 17. a diagramação e a produção da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão. que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica. em sua participação na Audiência Pública na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal para tratar da Tarifa Social de Energia Elétrica. foram distribuídos 800 exemplares da Revista de P&D. que especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles. servidores e colaboradores terceirizados da Agência. para debater a qualidade do serviço da Eletropaulo. folders e informativos para a divulgação de leilões.Foram realizados os seguintes assessoramentos:  ao Diretor-Geral da ANEEL. Nelson Hübner. g) GESTÃO DE EVENTOS Além das Audiências e Consultas Públicas. De forma semelhante. da Cartilha por dentro da Conta de Luz. Dr.3 deste relatório. do Folder ANEEL and the Brazilian Eletricity Setor.

Brigada de Incêndio. analisar o atendimento das diligências da Auditoria Interna. conferir documentos e regularidade fiscal de prestadores de serviço à ANEEL.2. e a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários. que abrange: a1) Gestão Administrativa e Financeira. IV.116 II. Descrição dos Processos Esta ação pode ser compreendida em dois grandes grupos: a) Gestão e Administração. Engenharia e Telecomunicações da Agência.6 . a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira O processo Gerir Administração e Finanças abrange o gerenciamento dos serviços de apoio administrativo relacionados às atividades de manutenção dos serviços básicos da instituição e compõe-se dos seguintes subprocessos: I. . controlando sua situação física e contábil. retenção e pagamentos). e b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial. b) Atividades Transversais de Apoio à Gestão. controlar e avaliar a execução orçamentária e financeira da ANEEL. Concessão de Diárias e Passagens e Apoio Administrativo de toda Agência. b2) Auditoria Interna. com vistas a prover a infraestrutura predial necessária para o bom funcionamento do complexo ANEEL/ANP/CPRM.3. Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira – tem por objetivo acompanhar. da SFC e do TCU. bem como realizar execução orçamentária (pré-empenho e empenho). Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações – tem por objetivo gerir os processos de Manutenção Predial. As atividades desta ação dão suporte para que as ações finalísticas da ANEEL alcancem suas metas.2. Gerir Contabilidade – tem por objetivo realizar conformidade contábil da ANEEL. Segurança. e liquidar a maioria das despesas. na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O objetivo desta ação é garantir o pleno funcionamento das instalações da ANEEL e oferecer adequadas condições de trabalho a todos os colaboradores da Agência. Gerir Recursos Logísticos – tem por finalidade administrar Serviços de Transporte. bem como suprir bens permanentes e de consumo. a2) Gestão da Informação e Documentação. agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em ações finalísticas do próprio programa. Limpeza e Conservação. que contempla: b1) Comunicação e Imprensa.Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 Finalidade Constituir um centro de custos administrativos dos programas. III. analisar os atos de execução Pág. na Lei Orçamentária Anual (LOA) e com base no Plano Gerencial da Agência. e realizar execução financeira (apropriação. de acordo com os preceitos estabelecidos no Plano Plurianual (PPA).

fitas cassetes e vídeos) e documentos eletrônicos. Contratos e Convênios – realizar os processos licitatórios. periódicos. tratar. Gerir Documentação: Compreende as atividades de gestão arquivística de documentação e de biblioteca. por meio da utilização de novas tecnologias da informação. propiciando a promoção do conhecimento aos servidores da Agência e ao público externo. guarda e eliminação de documentos. A Gestão de Documentos de Arquivos tem como missão a administração da produção. administração e operação de redes de microcomputadores. e aquisição de publicações. audiovisuais (CDs. financeira e patrimonial. garantindo ao usuário rapidez de acesso. mediante a execução de atividades relacionadas à infraestrutura de rede. administração e operação de banco de dados. V. o qual compreende documentos legislativos de interesse do setor elétrico e emanados da ANEEL. realizar os procedimentos de formalização de convênios. utilizando técnicas e práticas arquivísticas associadas à tecnologia da informação e à logística de armazenamento. guardar e manter o arquivo contábil. administração de software e hardware. técnicos (estudos de inventários hidrelétricos). serviços de segurança da informação. administrar. localização. uso. suporte técnico aos usuários da rede corporativa da ANEEL. normas técnicas e relatórios). e cadastrar usuários da Rede SERPRO e do Sistema SIAFI. processar. O CEDOC é uma biblioteca especializada e sua missão é coletar. a2) Gestão da Informação e Documentação O processo Gerir Informação e Documentação abrange o gerenciamento dos Serviços de Tecnologia da Informação e a Gestão de Documentos. manutenção dos serviços de reprografia. preservação e guarda permanente. bibliográficos (livros. Gerir Serviços de Tecnologia da Informação: Na área de serviços técnicos especializados aplicados à tecnologia e à gestão da informação são executados projetos de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação. dentro dos padrões previstos pela legislação que regula a prática arquivística. tramitação. recuperação imediata. II. Tem por finalidade realizar serviços técnicos especializados aplicados à Tecnologia e Gestão da Informação. administração e aquisição de software e hardware. A Central de Atendimento ao Usuário tem como objetivo prover um ponto único de contato entre o usuário final da ANEEL e a área responsável. Gerir Licitações. Gerir Controle da Arrecadação – gerenciar a arrecadação da ANEEL. para a racionalização e eficiência dos arquivos. visando à orientação e à rápida restauração à normalidade dos serviços disponibilizados pela TI. Tem um papel de fornecer e melhorar o serviço de maneira geral. folhetos. oferecer suporte às Unidades Organizacionais nos assuntos referentes à arrecadação. DVDs. administração e operação de banco de dados. acompanhar os contratos. avaliação. organização.117 . A Rede Corporativa tem como objetivo prover acesso centralizado a todos os serviços do ambiente corporativo de forma segura. e controlar a inadimplência das receitas de responsabilidade da ANEEL. compondo-se dos seguintes subprocessos: I. armazenar e disseminar as informações do acervo técnico da Agência. acompanhar e realizar análise financeira das prestações de contas dos convênios. manutenção e aquisição de equipamentos de informática. teses. cartográficos (atlas e mapas). manutenção da intranet/internet e segurança da informação. VI.orçamentária. Pág.

com vistas a contribuir com o processo de formação acadêmica de estudantes matriculados em instituições de ensino com cursos de níveis médio e superior. destacam-se:   veicular publicações legais nos jornais de maior circulação no país. e redige material informativo. Imprensa . de rádio e televisão. II. bem como das alterações decorrentes de admissão e exoneração de servidores e pagamento de gratificações. promove entrevistas coletivas. Proporcionar Estágio para Estudantes de 2º e 3° Graus. além de coordenar as ações de articulação com órgãos de imprensa e apoiar os diretores e técnicos nos relacionamentos com veículos de comunicação. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. II. às audiências e às consultas públicas. Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais – consiste em operacionalizar a elaboração e o controle da Folha de Pagamento da ANEEL. jornais. destacando-se os avisos referentes às licitações. O processo de Auditoria Interna compreende os seguintes subprocessos: I. e realizar ações para ampliar o nível de informação e a comunicação interna. Dentre as principais linhas de atuação da comunicação. como o Boletim Energia eletrônico. Compreende o exame dos atos praticados pelos gestores das unidades organizacionais que compõem a Agência. com a divulgação de decisões da ANEEL . proporcionando oportunidades que combinem a teoria e a prática profissional. com o objetivo de trabalhar comportamentos e atitudes dos servidores da ANEEL. visando difundir e divulgar suas ações e resultados.principalmente nos dias de reunião da Diretoria Colegiada. b2) Auditoria Interna O processo de Auditoria Interna consiste em apoiar e assessorar a gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos. revistas.118 . elabora textos. Planejar as Atividades de Auditoria: Pág. Diariamente são produzidas duas edições das matérias de interesse da ANEEL e do setor elétrico publicadas nos veículos de comunicação de todo o País e a repercussão das decisões da Agência na imprensa e na sociedade. para a constante melhoria dos processos organizacionais. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. emissoras de televisão. online. e aos leilões. como notas à imprensa e avisos de pauta. Comunicação .a assessoria realiza o atendimento aos jornalistas de todo o País (rádios.a comunicação é instrumento de apoio ao Programa. bem como os decorrentes de delegação de competências às entidades estaduais de regulação de serviços públicos.a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. além de propiciar o envolvimento do público-alvo no desenvolvimento e na multiplicação dos processos. Também acompanha e analisa as matérias de interesse da ANEEL veiculadas na mídia impressa. agências e assessores de imprensa dos setores público e privado).

de 28/11/1997: I – assessorar juridicamente a Diretoria. e d. As competências da Procuradoria foram definidas pelo artigo 20 do Regimento Interno da ANEEL. A atividade compreende. verificação da regularidade dos atos praticados no desenvolvimento das ações relacionadas à atuação da ANEEL. consoante o disposto no § 3º do art. órgão de execução da Procuradoria-Geral Federal (PGF).335. por força do Regimento Interno da ANEEL (Portaria MME nº 349. vinculada à Advocacia-Geral da União (AGU). análise das prestações de contas das agências conveniadas e certificação da adequada execução física e financeira dos convênios de descentralização. b. Pág. avaliação dos resultados alcançados e da efetividade relativa aos processos licitatórios. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. Atender às Demandas da Administração e dos Órgãos de Controle Externo e Interno: Consiste em: a) atender às solicitações da Diretoria. Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: Consiste em apoiar e assessorar a Diretoria. bem como a conformidade dos atos praticados pelas agências com as normas federais aplicáveis. 5º do Anexo I do Decreto nº 2. III. objetivando a certificação da regularidade dos atos administrativos praticados pelos gestores dos processos organizacionais da Agência.480. de 2 de julho de 2002. com vistas ao atendimento das disposições regulamentares vigentes e das necessidades de controle da Administração. II. nos termos do art. e que compõe a estrutura organizacional da ANEEL. de 28/11/1997) o exercício da interface com tais Órgãos de Controle. compreendendo: a. IV.119 . para a execução de exames específicos de auditoria. no acompanhamento da regularidade da gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos. Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Consiste no acompanhamento das orientações emitidas em reuniões da Diretoria e dirigidas às Unidades Organizacionais. aprovado pela Portaria MME nº 349. em observância às disposições estabelecidas nos instrumentos de convênio e nas normas complementares. para a realização de atividades específicas vinculadas às suas respectivas competências. c. e b) acompanhar o atendimento às recomendações e às determinações constantes de Acórdãos e Relatórios de Auditoria dos Órgãos de Controle Externo (TCU) e Interno (CGU/SFC). de 6 de outubro de 1997. análise da conformidade dos resultados consignados nos balanços e acompanhamento do processo de Prestação de Contas Anual (execução e cumprimento das metas estabelecidas no PPA). respectivamente. II – examinar e opinar sobre os assuntos de natureza jurídica e sobre os atos normativos da ANEEL. 10 da Lei nº 10. atuando no sentido de provê-los com informações e apoio às auditorias realizadas. b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial A Assessoria Jurídica e Representação Judicial da ANEEL são exercidas pela Procuradoria Geral. também.Consiste na gestão do processo de planejamento das atividades anuais de Auditoria Interna.

A atividade consultiva tem a função de subsidiar o processo decisório e é exercida mediante a emissão de pareceres jurídicos. bem como quanto ao adequado cumprimento das decisões judiciais relacionadas com a Autarquia. ofícios. A atividade contenciosa exerce a representação judicial da ANEEL. VI – interpretar as leis e orientar a Diretoria na sua aplicação. o que permite conferir maior estabilidade jurídica ao marco regulatório. a Procuradoria Geral é ainda responsável por consolidar e responder a todas as consultas feitas à ANEEL pelos órgãos do Ministério Público Federal e Estadual acerca dos mais diversos temas atinentes ao setor elétrico. e pronunciar-se nos processos de natureza punitiva ou disciplinar. inclusive perante órgãos policiais. Consiste. têm prazos exíguos e visam instruir inquéritos civis. por meio de trabalhos executados por pessoal próprio e mediante contratação de bens e serviços necessários ao funcionamento da Instituição. bem como o assessoramento direto que consiste na participação em reuniões públicas. Pág.III – examinar e aprovar as minutas de editais para licitações e concursos públicos. IV – pronunciar-se em processos de natureza disciplinar e sobre todas as questões jurídicas referentes a licitações e contratos. V – propor à Diretoria a declaração de nulidade de ato administrativo praticado no âmbito da ANEEL. no assessoramento às atividades relacionadas à cobrança e à recuperação de créditos da ANEEL. de 10 de fevereiro de 1993. ainda. O consultivo ainda exerce a representação extrajudicial da Agência. nos termos do disposto na Lei Complementar nº 73. Essa atuação é essencial para a manutenção e efetivação das decisões proferidas pelo órgão regulador. apreciar todas as questões jurídicas relativas a licitações e contratos. Forma de implementação A ação é implementada de forma direta. audiências públicas. Tais atribuições são exercidas por meio das atividades consultiva e contenciosa. parlamentares e de controle externo. VII – exercer a representação judicial da Autarquia. leilões e reuniões internas. via de regra. homologatórias ou autorizativas.120 . Essa atividade consiste ainda em opinar sobre quaisquer assuntos de natureza jurídica. bem como examinar e aprovar todas as resoluções normativas. Essas consultas. Finalmente. bem como dos respectivos contratos.

439.212. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação GAP Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 23.335.278. correspondendo à execução de 97.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.087.19% % C/B 94.227.8 31.91% da dotação de R$ 46. excluídas as despesas de pessoal e encargos sociais.00. restando para a Ação GAP o total de R$ 46.763.742.059.00.544. a dotação de R$ 47.742.00 (LOA + Créditos).475.5 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Quanto à execução orçamentária.12 25.000 20. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário da ação.21 22.682.475.00 Orçamento Realizado Empenhado C 21.00 32.53% 67.000 40. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011.5 22.7 Valores em R$ mil 60.48 33.00 Pago D 17.19% da dotação aprovada.00 autorizado para empenho representou 68.212.167.722.GAP 46.332.804.000 0 LOA + CRÉDITOS 32.212.869.50% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL. nos grupos de natureza de despesa “3-Outras Despesas Correntes” e “4-Investimentos”.406. O limite de R$ 32.00 46.50% do limite e 67. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 424.056.718.742.00 45.00 23.722.04% 98.115. Valores em reais.951.742. Desse limite.00.18% 97.575.00 % C/A 90.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).121 . cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Gestão e Administração do Programa (GAP).406.575. Pág.763.24 33.976.406.722.43% 73. Gráfico 17 – Execução Orçamentária: Ação GAP Execução Orçamentária .809. foram empenhados R$ 31.455.39 31.733.

recepção. segundo as necessidades da Agência. mapas. Foi firmado Termo de Cessão para exploração de serviços de restaurante/lanchonete no Edifício Sede. A seguir são apresentadas as principais realizações por processo. melhorando o desempenho da área. Gestão de Almoxarifado e Patrimônio Os procedimentos para individualização da responsabilidade sobre os bens da Agência continuaram no ano de 2011. cópia de chaves. Gestão de Serviços de Apoio Administrativo Serviços terceirizados de copeiragem. foi possível assegurar o funcionamento das instalações da ANEEL. oferecendo. provendo os servidores dos materiais necessários à realização de suas atividades. atenderam às necessidades da ANEEL no suporte à infraestrutura básica de trabalho da Agência. a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira I – Gerir Recursos Logísticos Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem A Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem alcançou seu objetivo em 2011. foram aprimorados com o aumento de um posto de vigilância no horário diurno. com monitoração eletrônica. lavagem de toalhas de mesas e bandeiras. maior comodidade aos servidores e prestadores de serviços terceirizados. sendo um para fornecimento de hospedagem em hotéis localizados nas capitais dos Estados das regiões Centro-Oeste. brigada de incêndio. outro para as capitais dos Estados da região Nordeste e o terceiro para as capitais dos Estados da região Sudeste. Pág. apoio administrativo. foram mantidos de forma a manter a segurança necessária ao funcionamento da Agência. provendo transporte e hospedagem. Os serviços de Almoxarifado atenderam às necessidades da Agência em 2011. Não foi possível firmar contrato para o atendimento da região Sul. carimbos. Gestão de Serviços de Segurança Os serviços de vigilância armada e desarmada. oriundos do plano de segurança para o complexo ANEEL/ANP/CPRM. Para a adequada fiscalização da execução do referido Termo. fez-se necessário a contratação de profissional especializado nessa área.Avaliação dos Resultados da Ação Em que pese o contingencimento de recursos. assim. A equipe foi reforçada pela entrada de novos servidores. do Governo Federal. apoiando desta forma a execução das ações finalísticas. limpeza e conservação jardinagem.122 . vigilância. Em 2011. Os serviços de recepção. a ANEEL contou com três contratos de fornecimento de hospedagem para os servidores e colaboradores eventuais da Agência. proporcionando condições de trabalho satisfatórias à maioria dos colaboradores da Agência. Essas despesas são executadas por meio do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP).

Contratos e Convênios Em relação às contratações.4. Municípios e entidades públicas beneficiárias – ANA. realocação e instalação de pontos elétricos/rede lógica/telefonia. resultando em 25 notificações para regularização. de modo a possibilitar o cadastro e a geração de boleto de cobrança já na emissão do auto de infração. com a devida publicação dos despachos informativos no Diário Oficial da União. provendo um ambiente adequado para o desempenho de suas atividades. o controle da arrecadação. Esses processos contemplam licitações nas modalidades pregão eletrônico e concorrência. MMA.4.123 . plataformas elevatórias para portadores de necessidades especiais e central telefônica. entre outros.II – Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações As atividades desempenhadas envolveram a manutenção corretiva e preventiva das instalações elétricas. foram gerenciados os contratos de fornecimento de energia elétrica. III – Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira O Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL) é utilizado como ferramenta de elaboração e acompanhamento do planejamento e de monitoramento da execução orçamentária e financeira. Foram realizadas ainda diversas intervenções nas unidades organizacionais da ANEEL. ar-condicionado. rede de combate a incêndios. As informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira constituem o item 2 deste Relatório e seus subitens. MME. iluminação. distribuição e divulgação dos valores da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CMPFRH).1 e 2. Além disso. alterando o layout e reorganizando o espaço físico. O Desempenho Orçamentário/Financeiro consta do subitem 2. as informações requeridas sobre a Programação e a Execução Orçamentária da Despesa. adesões a atas de registros de preços e credenciamentos. elevadores.4. onde os subitens 2. realocação de divisórias e mobiliários. que vigeram até 31/12/2011.2 apresentam. V – Gerir Licitações. sanitárias. notas de empenho e notas de dotação. e facilita aos agentes conhecer e efetuar o pagamento sem a Pág. Também constitui rotina a execução administrativa dos inadimplentes para com as receitas citadas. persianas. FNDCT –. o que inclui a análise e decisão quanto a pedidos de parcelamentos de multas. telefonia fixa e móvel. VI – Gerir Controle da Arrecadação As atividades de rotina deste subprocesso referem-se ao controle da arrecadação e divulgação na intranet dos valores devidos e pagos a título de Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica (TFSEE). foram rescindidos 12 convênios pactuados com as Agências Estaduais de Regulação. termos aditivos. água e esgoto. rede de dados e telefonia. hidráulicas. o que permite visão mais imediata da constituição de créditos de multas. Quanto aos instrumentos de parceria. Essa ação se fez necessária para que os novos convênios de cooperação – na modalidade gestão associada de serviços públicos – celebrados com as Agências Estaduais entrassem em vigor a partir de 01/01/2012. e controle e execução financeira das multas imputadas pela ANEEL e pelas agências estaduais conveniadas. sendo grande parte das regularizações solicitadas identificadas na execução contratual (80%). bem como. a distribuição e divulgação dos valores dos royalties de Itaipu Binacional destinada aos Estados e Municípios. respectivamente. destinada aos Estados. IV – Gerir Contabilidade Foram efetuadas 942 análises contábeis de processos de pagamento. com o aprimoramento dos mecanismos de programação foram realizados 880 processos de contratação no exercício. bem como contratações diretas (dispensas e inexigibilidades). As intervenções contemplam serviços de pintura. Foi dado prosseguimento da integração dos sistemas SIGEFIS e SIGEC.

124 . do escopo do projeto e do produto final.necessidade de contato com a ANEEL.  Contratação e customização do novo software de Gestão Documental (SICNet 2.  Transição: implantação do software. responsável pelo suporte às diversas superintendências.  Construção: construção e avaliação dos componentes. solicitou-se às agências reguladoras estaduais conveniadas. Tal situação decorre no disposto no artigo 1º da Portaria PGF nº 267. as fases indicadas no quadro são definidas como segue:  Iniciação: especificação da visão do modelo de negócio. logo após a sua emissão. usuários e a fase em que se encontram. visto que todas as informações estão disponíveis na internet. planejamento das iterações e análise dos elementos de risco. A ANEEL procedeu à atualização de valores de processos de cobrança de inadimplentes e os reenviou à Procuradoria Geral.  Produção: sistema em operação pelos usuários. Criação do Grupo de Qualidade e Métrica dentro do Escritório de Gerência de Projetos (EGP). No quadro a seguir.  Criação do Grupo de Analista de Negócios dentro do EGP. que disciplina a centralização da cobrança da dívida ativa das autarquias e fundações. a2) Gestão da Informação e Documentação I – Gerir Serviços de Tecnologia da Informação Este subprocesso alcançou seus objetivos. responsável pela recepção dos artefatos produzidos pela Fábrica de Software. Pág. Consolidação da utilização da ferramenta de Inteligência Analítica (SAS).0). para que sejam cadastradas no Sistema de Gestão de Crédito – módulo multas –.  Elaboração: análise do problema. com vistas ao encaminhamento dos mesmos à Procuradoria Regional Federal da 1ª Região. permitindo melhor controle. por meio dos seguintes desdobramentos: Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas de Informação:     Consolidação do modelo de desenvolvimento de sistemas baseado em Fábrica de Software. de 16/03/2009. são informados os sistemas desenvolvidos. Além disso. definição da arquitetura da solução. Conforme Manual de Desenvolvimento de Sistemas. seus objetivos. Consolidação do modelo de Sustentação de Sistemas. o encaminhamento das informações das multas por elas lavradas.

e à Resolução Normativa nº 398. ÁREA USUÁRIA SRD FASE EM QUE SE ENCONTRA Em produção SGH Em produção Sistema de Gestão de Potenciais Hidráulicos . versão 2 .LEILÃO CEL Em iniciação Sistema de Acompanhamento da Geração (Módulo 1) .SAG SFG Em elaboração Gestão de Informações sobre Campos Elétricos e Magnéticos GCEM SRD Em produção Sistema de Gestão da Fiscalização. projetos e estudos de viabilidade. Acesso e Auditoria . auto de infração e termo de encerramento. no que se refere aos limites à exposição humana a campos elétricos e magnéticos originários de instalações de geração. que regulamenta a citada Lei.SCRGE OBJETIVO Permitir a análise das possíveis projeções de mercado. no qual permita realizar e controlar autenticações de usuários. Nele são anotados e controlados documentos referentes ao procedimento de fiscalização. com o objetivo de aumentar a percepção das atribuições da ANEEL e das Agências Estaduais de forma a atender proativamente o interesse público. a fim de fornecer os coeficientes de energia para o sistema Compensação Financeira realizar a distribuição dos recursos financeiros para os municípios atingidos pelas Usinas Hidrelétricas. facilitando o acesso na internet às empresas interessadas e ao público em geral.S3A SGI Em transição Sistema de Acompanhamento do Relacionamento Institucional SARI SRI Em transição Sistema de Leilão Online de Energia Elétrica . transmissão e distribuição de energia elétrica. transmissão e distribuição de energia elétrica. através de um portal web.CTR Sistema de Cálculo do Coeficiente de Repasse de Ganho de Energia . auditar acessos a sistemas e manipulações de dados sensíveis. Gestão das concessões e autorizações de geração e monitoramento de obras de geração de energia elétrica de usinas em fase de implantação e emissão de relatórios gerenciais que tomam como base os dados sobre geração de energia elétrica. assim como registrar em histórico dados de leilões já realizados anteriormente. não conformidades. SFF e SFG Em transição Pág. na frequência de 60 Hz.SIGEPH SGH Em produção Sistema de Autenticação. possibilitando configurar previamente toda a sistemática do leilão. atuais e potenciais.934. determinações. em cumprimento à Lei nº 11. gerando tarifas de referência que auxiliarão no processo de Reajuste Tarifário.SIGEFIS SFE. análise e aprovação dos inventários. de 2010. Automatizar o cálculo do coeficiente de repasse de ganho de energia das usinas. Reservatórios e Usinas Elevatórias. tais como: constatações.125 . elaborados pelos agentes do setor elétrico. Dar suporte ao planejamento e ao registro das fiscalizações realizadas pela ANEEL. processar e divulgar os resultados ao seu término. acompanhar e conduzir seu andamento. Auxiliar o relacionamento com os públicos institucionais (público e privado). Possibilitar um controle de acesso mais efetivo aos sistemas de informação da ANEEL. Realizar leilões de energia elétrica pela internet. de 2009. termo de arquivamento. Auxiliar os processos de acompanhamento. permissões de acessos. recomendações. Acompanhamento e eventual fiscalização dos agentes de geração.Sistemas de Informação Desenvolvidos SISTEMA Sistema de Cálculo da Tarifa de Referência . termo de notificação.

SIGET 1. SRT e SFE Em produção Sistema de Gestão de Pesquisa e Desenvolvimento . retornando assim para a fase de construção. de 13/04/2010.APDir Sistema de Cálculo do Custo de Utilização do Sistema de Distribuição . o sistema SCS foi alterado. Conforme REN n° 414. Acompanhar o mercado de regulação econômica ÁREA USUÁRIA FASE EM QUE SE ENCONTRA Sistema Integrado de Controle de Subvenções e Programas Sociais . Além de manter o histórico das revisões desses projetos. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Eficiência Energética.1 SCT. processamento e cálculo de dados sobre arrecadação do ICMS dos estados da região Norte para fins de ressarcimento. Realizar a montagem da pauta das reuniões da diretoria.126 . Dar suporte ao processo de outorga e autorização para ampliação. o registro das suas decisões e deliberações.PEE Sistema de Controle de Reuniões da Diretoria .CVA Sistema de Ressarcimento do ICMS Sistema de Acompanhamento do Mercado de Regulação Econômica .SAMP SPE Em construção Diretoria SRD SFF/SRE Em construção Em iniciação Em elaboração SAF Em elaboração SRE Em iniciação Fonte: ANEEL – Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI) Pág. O sistema foi atualizado para estar de acordo com a REN nº 399. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. registra as alterações ocorridas. Permitir uma gestão do andamento dos processos que estão sendo apreciados pelos Diretores Cadastrar e enviar cópias do CUSD digitalizadas entre distribuidoras e geradores Controlar a Parcela A da tarifa de Energia Elétrica Realizar o recebimento. e a emissão automática das memórias e das atas. de 09/09/2010. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. com base nas informações do consumo individual.SGP&D Sistema de Acompanhamento de Processos da Diretoria . e os projetos de Avaliação de Consumidores de Baixa Renda (SABRE). reforço ou melhoria do sistema de transmissão de energia elétrica. Incorpora o Sistema de Controle de Consumidores de Baixa Renda. Diferença Mensal de Receita (DMR) e Luz para Todos. o acompanhamento de obras de novas instalações e o cálculo do reajuste da Receita Anual Permitida.CUSD Sistema de Cálculo do Valor da Parcela A .SISTEMA OBJETIVO Calcular o montante das subvenções aos consumidores inscritos em programas sociais do Governo Federal. registra as alterações ocorridas. bem como gestão financeira correlata. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento. (BXR) já implantado.SCS SFE e SRC Em construção Programa de Eficiência Energética .SICOR 2 SPE Em construção SGE Em elaboração Sistema de Gestão da Transmissão . Além de manter o histórico das revisões desses projetos.

indexados e disponibilizados nas bases de dados.0. revisão da lista de termos técnicos incluídos no Vocabulário Controlado. ganhando servidores com balanceamento automático que garante a continuidade da transmissão mesmo que um deles falhe fisicamente. Central de Atendimento ao Usuário Em 2011. II – Gerir Documentação: No CEDOC. de forma a suportar a crescente demanda por capacidade de armazenamento de dados e facilidade de uso. com inclusão de 770 novos termos.145 livros para o acervo técnico. provendo mais segurança da informação. destacam-se as seguintes realizações: aquisição de 2. destacam-se as seguintes realizações: 55 treinamentos internos sobre normas e procedimentos de Gestão de Documentos e Operacionalização do Sistema SICNet (201 servidores e colaboradores treinados).000 processos/anexos técnicos e documentos transferidos do Arquivo Geral para guarda externa. Assinatura e disponibilização na Intranet do Diário Oficial da União em suporte digital. denominado SICNet 2. houve a necessidade de aquisição novos equipamentos: 370 micros com monitores.147 publicações.000 documentos cadastrados na ANEEL. manutenção da atividade de intercâmbio. foi implementada uma solução de virtualização em que cada servidor pode prover diversos serviços sem interferência das configurações de um em outro. Para garantir a máxima utilização dos recursos de hardware. Com relação à manutenção do serviço de reprografia e impressão. e aproximadamente: 67. Quanto aos indicadores do Sistema SICNet.658 documentos bibliográficos e audiovisuais. 150.000 documentos recebidos pela ANEEL. foi atualizada e expandida a infraestrutura de TI. a Central de Atendimento ao Usuário (Service Desk) atendeu a cerca de 17.765 itens.611 internos. 5 impressoras e 36 scanners. adquirido em dezembro de 2010.127 .Suporte técnico aos usuários da Rede Corporativa Em 2011.000 tramitações de processos/anexos técnicos e documentos do Arquivo Geral para consulta das Unidades Organizacionais. 10 notebooks. A atividade de Gerenciamento de Softwares foi realizada de acordo com os recursos disponíveis para gestão dos ativos de TI (softwares de controles. Disponibilização da página Atos do Dia. As transmissões das Reuniões de Diretoria receberam um tratamento especial. 10. Pág.200 chamados internos. foram aproximadamente: 91. foi implementado o software DPGA Manager. e 701. 10. organização de 712 arquivos digitais de vídeos oriundos das Reuniões Públicas Ordinárias e Extraordinárias de Diretoria e Sessão de Sorteio Público. e 6. catalogação de 1. planilhas e SICNet). intranet. Na Gestão de Documentos de Arquivos.042 atendimentos externos e 3. backup e maior capacidade.100 digitalizações de imagens no Processamento Técnico/SGI. que realiza o controle de impressões por usuário (bilhetagem). O servidor de arquivos anteriormente utilizado foi substituído por outro com balanceamento de carga. que disponibiliza na íntegra os atos que são publicados resumidamente no Diário Oficial da União.200 arquivamentos de processos/anexos técnicos e documentos no Arquivo Geral. relacionados a atendimento remoto e presencial a usuários de TI e comunicação. 18. Foi concluído o fornecimento de licenças de uso do sistema. Foi desenvolvido projeto de implementação de novo software de gestão de documentos. Manutenção e Aquisição de Software e Hardware Com o ingresso de novos colaboradores. e tratamento de arquivos em PDF para Internet (Biblioteca Virtual) com 15. renovação e disponibilização da base de dados de normas técnicas nacionais e internacionais GEDWEB.100 processos abertos. com doação de 3.

Tais matérias são publicadas nas três seções do DOU.e em jornais impressos . de acordo com a frequência mensal dos estudantes. Houve a nomeação dos aprovados no concurso realizado em 2010. a ANEEL proporcionou oportunidades de estágio para estudantes. não havendo quaisquer valores pendentes de acerto. Foi concluído o levantamento das funcionalidades do Módulo Jurídico e desenvolvido software para migração dos documentos sigilosos. concentradas. nos cursos superiores de Administração de Empresas. Essa quantidade é inferior aos 226 cargos comissionados autorizados para a Agência pela Lei nº 9. sendo 69 Especialistas em Regulação. na Seção 2 – Portarias. Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica. atendendo aos princípios da legalidade. Direito. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa I – Comunicação Veicular Publicações Legais Para estimular a participação da sociedade em licitações e nas Consultas Públicas e Audiências Públicas instauradas. II – Proporcionar Estágio para Estudantes de 2° e 3° Graus Em 2011. publicidade e do interesse público. de 18/07/2000. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. sendo: na Seção 1 – Resoluções e Despachos. para viabilização da meta de processo 100% eletrônico. ainda. Todos os ressarcimentos de servidores requisitados e cedidos foram efetuados. e na Seção 3 – Extratos de Contrato. em 2011. Também foi concluído o levantamento de requisitos. na maioria. com o pagamento das bolsas de estágio. a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários I – Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais A Folha de Pagamento da ANEEL foi processada regularmente durante o exercício. Foram publicadas.transferência de cópias dos códigos-fonte do Sistema Nativo e entrega da documentação da solução. a ser implantado na ANEEL. 63 Analistas Administrativos e 6 técnicos administrativos. com uma média de 56 contratos vigentes.129 publicações no formato de Publicidade Legal. Registrou-se ainda. que representam os diretores da Agência. no ano de 2011 foram realizadas convocações por rádio – 74 inserções . creditadas por meio do SIAPE. Atualmente. A ANEEL possui 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos. o projeto está na fase de customização. Extratos de Inexigibilidade de Pág. que aqui foram considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs). Foram oferecidas oportunidades de estágio supervisionado com jornada de vinte ou trinta horas semanais.986. iniciados os testes de homologação e extraídos 80% das imagens do repositório do sistema atual. distribuídas no horário de funcionamento da Agência. Avisos de Audiência Pública.128 . sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”. 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas. totalizando o ingresso de 138 novos servidores. sendo 4 Especialistas em Regulação. diversas matérias no Diário Oficial da União.

: o valor da despesa anual nem sempre corresponde à execução orçamentária. divididos da seguinte forma: Seção 1 – 5.Licitação.771 Atos. foram publicados 6. Obs. em razão de atrasos na emissão das faturas pela Imprensa Nacional. houve uma significativa redução no gasto médio da publicação dos atos a partir de 2004. Vale notar que em 2011. consequentemente. No ano de 2011. uma análise mais jurídica possibilitou implementar a publicação dos atos em forma resumida. apesar do aumento de 20% no número de atos publicados. conforme se pode observar na tabela abaixo: Gastos com Publicação dos Atos Administrativos da ANEEL no Diário Oficial da União Fonte: ANEEL .Secretaria Geral (SGE). dentre outras medidas.639 Atos Administrativos. o gasto individual da publicação de cada um. A diminuição dos gastos com a publicação dos atos administrativos tem sido uma preocupação constante da ANEEL. que resultou em maior economia.Secretaria Geral (SGE) Pág. Gráfico 18 – Atos Publicados x Valor da Publicação Fonte: ANEEL . foi feito um esforço no sentido de retirar os “considerandos”. Avisos de Adjudicação e outros. Primeiramente. o gasto médio caiu 24% em relação ao ano de 2010. evitar a publicação de “anexos” – geralmente extensos –. O gráfico abaixo demonstra que. foram tomadas medidas para diminuir o tamanho dos atos e. consolidar em Resoluções Normativas as regras repetidamente publicadas em Atos Autorizativos e Homologatórios. em 2011. Não obstante o aumento de cerca de 230% da produção de atos pela Agência entre 2004 e 2011. Seção 2 – 175 Atos. Como resultado. Seção 3 – 693 Atos.129 .

5%. enviadas a todos os servidores da ANEEL. Em relação à média do gasto até setembro/2011 (R$ 334. órgãos do Governo. bem como no envio de notas de esclarecimentos.02). que utiliza a área de circulação entre os blocos I e J da sede da Agência como um espaço de divulgação de informações e cultura. quando a publicação resumida passou a ser praticada. de avisos e convocações de interesse do corpo funcional da Agência. a criação. além dos acessos diretos por meio da página eletrônica da Agência. além de cartas e respostas a matérias publicadas de forma incorreta ou nas quais a Agência não teve oportunidade de expor a sua posição. II – Imprensa No ano de 2011. com público de 40 mil assinantes por edição.11) comparada à despesa de dezembro/2011 (R$ 182. de uma média de 1.Secretaria Geral (SGE) Realizar Ações para Ampliar o Nível de Informação e a Comunicação Interna Dentre as atividades realizadas em 2011. que em 2011 produziu 566 matérias. o Boletim Energia. em substituição ao Boletim Energia foi lançada a Agência de Notícias CLIC ENERGIA. Pág. a queda foi de 45. e afixação de 2 edições do “Corredor Cultural” – canal de comunicação. Entre os cadastrados estão empresas e agentes do setor elétrico. alcançando servidores e visitantes que ali transitam.A diminuição dos gastos foi mais expressiva a partir de outubro de 2011. de 139 releases/avisos de pauta para a mídia em geral. Gráfico 19 – Média de Gastos por Publicação Fonte: ANEEL . totalizando 306 edições. elaboração.130 . e para ampliar a divulgação de temas de interesse. Em fevereiro. além de jornalistas de diversas mídias em todo o País.300 atendimentos a jornalistas. teve apenas 4 edições. divulgado semanalmente. produção gráfica e digital. O gráfico abaixo indica a trajetória de redução dessa despesa. O monitoramento de notícias resultou também em edições diárias do clipping. quando a prática passou a ser plenamente adotada. instituições educacionais e consumidores de energia elétrica. destacaram-se as 187 publicações eletrônicas do “Compartilhando”.

em função de suas competências legais. especialmente no tocante à regulação e à fiscalização dos agentes do setor elétrico. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da ELEKTRO – 008/2011 Exercício 2007 – TC 014.421/2009-7. realiza pesquisas semanais no endereço eletrônico daquele Tribunal. II – Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: A avaliação do desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais está demonstrada nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE. As providências e ações internas com vistas à adequação dos apontamentos foram registradas em documentos próprios (Planos de Providências) e encaminhadas periodicamente aos mencionados Órgãos de Controle. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA . III – Atender demandas da Administração e dos órgãos de controle interno e externo: Controle Interno – Controladoria-Geral da União (CGU) As diligências e recomendações emanadas da Controladoria-Geral da União (CGU) e Secretaria Federal de Controle Interno (SFC) foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011. a Auditoria Interna emitiu as Notas Técnicas indicadas na tabela abaixo.131 .601/2007-0. Como resultado da análise preliminar do estágio da instrução processual. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”.181/2007-7 Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CELG D – 006/2011 Exercício 2009 – TC 009.096/2009-9. com o objetivo de avaliar o andamento dos processos em que a ANEEL é parte interessada ou mencionada. buscando antecipar-se às decisões do TCU.Leilão 001/2009 – TC 009/2011 003. Notas Técnicas Elaboradas . via internet. SEGUNDO PREVISÃO LEGAL.Processos do TCU Nota Técnica AIN nº 003/2011 Assunto Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CEMIG – Exercício 2008 – TC 030.CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”. envolvendo processos do TCU sobre o Acompanhamento de Revisão Tarifária Periódica dos Contratos de Concessão dos Serviços de Distribuição de Energia Elétrica (IN nº 043/2002) e Acompanhamento de Outorgas de Concessões (IN nº 27/1998). SEGUNDO PREVISÃO LEGAL.b2) Auditoria Interna I – Planejar as Atividades de Auditoria: O Planejamento Anual das Atividades de Auditoria Interna está demonstrado nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. para conhecimento das avaliações das unidades técnicas e eventuais decisões monocráticas. Fonte: ANEEL – Auditoria Interna (AIN) A Auditoria Interna. objetivando o consequente desencadeamento de Pág. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA . Controle Externo – Tribunal de Contas da União (TCU) No período. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 27/1998 .CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”. formula-se pedido de vistas.

mediante a manifestação quanto à legalidade de atos e procedimentos administrativos em reuniões internas. como item 15 deste Relatório – “INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO . emitiu 851 ofícios e 1. a Auditoria Interna acompanhou o atendimento das determinações e recomendações da Diretoria às Unidades Organizacionais. mais de 190 peças judiciais às diversas instâncias do Poder Judiciário. IV – Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Ao longo do exercício. No exercício de 2011 foram realizados 50 pedidos de vistas a processos do TCU. a Procuradoria Geral acompanhou cerca de 5. Registrase que em 2011 foram apresentadas. determinações e recomendações emanadas do TCU foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011. e ainda analisou 881 minutas de resolução. ordinárias e extraordinárias. Com relação à atividade contenciosa. contestações e recursos.500 processos em todo o Brasil. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108” – na forma dos Planos de Providências indicando o andamento das ações realizadas para o atendimento das respectivas recomendações e determinações. nas 56 Reuniões Públicas de Deliberação da Diretoria Colegiada e participação nas audiências públicas realizadas ao longo do ano.ações internas à ANEEL aplicáveis a cada caso. Pág. a PGE exarou 851 pareceres consultivos. seja fornecendo subsídios para os demais órgãos de representação da Procuradoria Geral Federal.447 memorandos. decorrentes da análise dos processos submetidos às Reuniões Públicas e Administrativas. seja representando a Agência diretamente. ITEM 15. Esta atividade de assessoramento ocorreu também diretamente. desde a 1ª instância até o Supremo Tribunal Federal. As ações de encaminhamento e providências adotadas foram devidamente comunicadas ao mencionado Órgão de Controle. As diligências.PARTE A. As informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do Órgão de Controle Interno (CGU) integram a Prestação de Contas Anual. b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial No ano de 2011. entre petições. para subsidiar as decisões da Diretoria e das Superintendências.132 .

a ANEEL procura realizar campanhas de rádio e peças publicitárias e distribuir publicações que levem informações à sociedade.70 19.2. orientar.200.399.419. prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos que lhe tragam benefícios sociais reais. avisar.05 28.00 Orçamento Realizado Pago D 57. de forma a expandir seus conhecimentos sobre o setor elétrico e levá-la a conhecer os meios de atuação para assegurar seus direitos e deveres.00 200. campanhas e ações publicitárias das ações governamentais.3.00 210.105. bem como a realização de pesquisas de opinião. Pág.Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 Finalidade Informar. quando necessário.Valores em reais.60% % C/B 25.63 19.000.09% 98.2.903. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.36% 13. por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais.00% Fonte: ANEEL . utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços.00 Empenhado C 58. No âmbito desta ação.000.00 % C/A 19.00 Limite Autorizado B 231.903. Público-Alvo A sociedade brasileira.000. Descrição dos Processos Coordenação.29% 9.133 . Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta.7 .00 27. visando melhorar a sua qualidade de vida.00 27.400. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário. podendo também ser implementada de forma descentralizada. supervisão e classificação das informações de interesse do governo a serem veiculadas.70 14.18% 100. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Publicidade Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 300. voltadas para a publicidade de utilidade pública.065.200.

foram revisados para a posterior distribuição às escolas públicas de ensino fundamental do país.00 aprovada para a ação.200 cópias da matriz contendo os spots de áudio para distribuir às rádios comunitárias do país.2 19.000. Esse limite foi integralmente empenhado.00 autorizado para empenho representou 9. a partir de roteiro confeccionado pela Agência. que compõem o Kit de vídeos produzidos pela ANEEL. Foram revisados os conteúdos e produzidas ilustrações para as cartilhas que compõem o Kit do Programa “Energia do Dia-a-Dia”. Foi realizada.PUP 200.0 200 Valores em R$ mil 100 0 LOA + CRÉDITOS 19. pesquisa de conteúdo e criação de textos para a produção do Almanaque Elétrico e produzido o conteúdo para a cartilha sobre a Tarifa Social. Pág.60% da dotação aprovada.200.000. Os vídeos “Caminhos da Energia” e “Turminha Eletro em Uso Eficiente de Energia Elétrica”.00.60% da dotação de R$ 200. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Publicidade de Utilidade Pública a dotação de R$ 200.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Em 2011. correspondendo à execução de 100% do limite e 9.2 14. Foram reproduzidas 1. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido. Não foram abertos créditos para esta ação. foi contratada a produção de 60 spots de áudio do Programa “Energia do Dia-a-Dia”.Execução Orçamentária: Ação Publicidade Execução Orçamentária . O limite de R$ 19.Gráfico 20 .134 . ainda.

a partir da oferta de ações de treinamento. que contempla os programas específicos de (1) Formação e Aperfeiçoamento.500. e (4) Desenvolvimento Gerencial.34 2.00% Fonte: ANEEL .304. dos índices de satisfação pelos serviços prestados à sociedade e do crescimento profissional do servidor. incluindo às necessidades gerenciais daqueles que ocupam cargos de liderança.81% % C/B 95.135 .52% 96.000.266. diárias.93 1.243. Pág. As ações são executadas em consonância com o Plano Anual de Capacitação.00 % C/A 90. inscrição de servidores para participação em eventos externos.373.907.8 . (2) Capacitação no Exterior.304.591. desenvolvimento e educação.266. Tem entre seus objetivos: estimular a busca pelo autodesenvolvimento entre os servidores.00 Limite Autorizado B 2.941.Ação 4572 Finalidade Promover a qualificação e a requalificação de pessoal com vistas à melhoria continuada dos processos de trabalho. construídos a partir do levantamento de necessidades realizado. A Política de Capacitação da ANEEL busca oferecer ao servidor oportunidades de desenvolver e aprimorar competências e conhecimentos essenciais para o desempenho das suas atribuições.752. específicas de cada Unidade Organizacional e individuais do servidor. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Capacitação Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 2.40 2.51% 83.00 Orçamento Realizado Pago D 1.3. (3) Pós-Graduação.23% 79.00 2.12 1. conscientizar e estimular o reconhecimento do papel do servidor como agente público a serviço da sociedade.56 1.2.Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação .00 Empenhado C 2.00 3.703.995.986. por meio do mapeamento das competências essenciais necessárias para o desempenho das atribuições dos servidores da ANEEL. atendendo às necessidades institucionais da ANEEL. Público-Alvo Servidores da Agência.Valores em reais. por meio da contratação de serviços de capacitação. em consonância com os objetivos da ANEEL.496.35% 100. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta. contribuindo para o incremento dos níveis de qualidade e produtividade organizacionais. incluindo gastos com passagens.046.00 2. Descrição dos Processos A ação Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação envolve despesas relacionadas à contratação de instrutores (pessoas físicas e jurídicas) para realização de eventos internos.504.000.2.000. hospedagens e outras despesas relacionadas à capacitação de pessoal.460.995.819.161.

Execução Orçamentária: Ação Capacitação Execução Orçamentária .000 1.Execução da Meta Física: Ação Capacitação Execução da Meta Física .500.43% 94.3 1.72% % Execução em relação à meta ajustada C/B 78. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Capacitação Produto: Servidor Capacitado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 686 633 702 686 633 702 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 538 595 700 % Execução em relação à LOA C/A 78.8 Fonte: ANEEL .995.Capacitação 2.00% 99.43% 94.00% 99.3 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág.000 2.136 .72% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.Capacitação Servidor Capacitado Unidade 1000 500 0 702 700 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL.995.907.0 Valores em R$ mil 3.Gráfico 21 .000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 1.Valores em milhares de reais.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Gráfico 22 .

137 .7% no Incentivo Educacional – Idiomas. a meta física prevista na LOA era de 702 servidores capacitados e a meta alcançada foi de 700. pois a meta foi praticamente alcançada. de 1. ao início de turmas de formação e aperfeiçoamento na competência comunicação.8% em Pós-Graduação e de 0. Assim.1% em Outras categorias. totaliza 416 ações. de 4. O aumento do número de ações realizadas entre os meses de agosto e novembro se deve ao ingresso de novos servidores. conforme demonstra o gráfico a seguir: Pág. que corresponde ao percentual de 99. Gráfico 23 – Ações de Capacitação Realizadas Fonte: ANEEL.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.72%. de 29. O número total de ações de Capacitação realizadas. pode-se considerar o resultado bom. de 2. bem como à divulgação de novo edital de Incentivo Educacional.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Dos cursos realizados.0% em Cursos Fechados ou Internos. a participação dos servidores foi de 61.9% no Incentivo Educacional – Graduação.5% em Cursos Abertos. demonstradas gráfico a seguir.

O gráfico a seguir demonstra a quantidade de servidores capacitados mensalmente.Gráfico 24 – Tipos de Cursos Realizados x Participações Percentuais % Participações por Tipos de Cursos Oferecidos Abertos 29% Incentivo Graduação Incentivo Idiomas 2% 5% Pós -Graduação 3% Outros 0.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág.1% Fechados 61% Fonte: ANEEL. A média de participações chegou a 3.644 participações.78 participações por servidor capacitado. Gráfico 25 – Servidores Capacitados por Mês 1ª Participação do Servidor em Curso 140 120 100 80 49 136 134 105 88 102 60 40 20 0 36 17 15 10 3 5 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Fonte: ANEEL. considerada apenas a primeira participação do servidor em ação de capacitação. Essas quantidades decrescem ao final do ano.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Em um total de 2. 700 servidores participaram de pelo menos uma ação de capacitação em 2011. indicando que nesse período a maioria dos servidores já havia participado de pelo menos uma capacitação.138 .

correspondendo à execução de 79.000. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 500.000.14 horas.9% do quadro chegaram a esse número horas. Quanto à execução orçamentária.00 autorizado para empenho representou 79. inclusive no que se refere à meta de carga horária por servidor.69 horas de capacitação por servidor.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Por fim.81% da dotação de R$ 2.81% da dotação aprovada e representando um investimento médio por servidor capacitado de R$ 2.00 (LOA + Créditos).304. Quanto à meta de carga horária mínima.500. resulta em uma carga horária média de 95.000. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Capacitação a dotação de R$ 3.00.000. 75.00.000. conforme demonstra o gráfico abaixo: Gráfico 26 – Carga Horária por Servidor x Participações Percentuais Carga horária por servidor < 10 horas 6% < 10 e < 20 horas 9% < 20 e < 30 horas 9% > 30 horas 76% Fonte: ANEEL. restando para a Capacitação o total de 2.43. que foi acima da esperada. O limite de R$ 1.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).850. Pág. verifica-se que as metas físicas foram alcançadas e a participação dos servidores foi elevada. Esse valor limite foi integralmente empenhado.985.995. dividido pelo número de servidores capacitados (700). por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Ouvidoria em 17/06/2011. Este número.139 .500. Durante o ano de 2011. pretendeu-se que 70% do quadro de servidores alcançassem pelo menos 30 horas de capacitação acumuladas no exercício.A carga horária anual total das capacitações realizadas foi de 66.

00% 81.74% Gráfico 27 . A concessão desse benefício é realizada por meio da contratação de empresas prestadoras de serviços de assistência médico-hospitalar e odontológica com fundamento na Portaria SRH/MP n° 05 de 11/10/2010 e na Portaria Conjunta SRH/SOF/MP n° 1.2.465. Empregados e seus Dependentes Ação 2004 Finalidade Proporcionar aos servidores ativos.00 1. inativos.802.Assistência Médica e Odontológica aos Servidores.3 927.Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução Orçamentária .357. Formas de Implementação Implementação direta.21 886.00 930.00 Orçamento Realizado Pago D 731.9 .050.274.014.9 886.88 927.36 823.567. de 29/12/2009.2.00% 81. Descrição dos Processos Esta ação consiste na concessão do benefício de assistência à saúde suplementar (médico-hospitalar e odontológica) aos servidores ativos e inativos.00 Empenhado C 771. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica e Odontológica Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 1.Assistência Médica e Odontológica 1200 Valores em R$ mil 800 400 0 LOA + CRÉDITOS 930.032.74% % C/B 75. seus dependentes e pensionistas as condições necessárias para manutenção da saúde física e mental. Público-Alvo Servidores ativos e inativos da Agência e seus dependentes e pensionistas.00 1.3.00 % C/A 75.336.140 .336. seus dependentes e pensionistas da ANEEL.892.3 930.14% 99.028.00 Limite Autorizado B 1.028.20 808.14% 99.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.802.00 930.014.274.

88% % Execução em relação à meta ajustada C/B 66.64% 131.274. publicado em 21/10/2011.98% 79.141 .00.13. Pág. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).041 1. Os créditos suplementares totalizaram R$ 132. A meta física programada consistia em 847 pessoas beneficiadas. por meio do Decreto de 15/12/2011.274. a execução física foi superior à planejada.117 % Execução em relação à LOA C/A 66.88% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 28 . Quanto à execução orçamentária.Assistência Médica e Odontológica Pessoa Beneficiada Unidade 2000 1000 0 LOA 847 1. Visto que essas novas adesões não haviam sido consideradas no cálculo da meta física. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 930. houve execução física de 131.000. tendo sido beneficiadas 1.98% 79.117 EXECUTADO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores. definida em 2010.00. que corresponde a 131. ingressaram na ANEEL 132 novos servidores de nível superior. publicado em 27/06/2011.174 847 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1. ampliaram a quantidade de beneficiários da ação. por meio do Decreto de 20/10/2011.00.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Médica e Odontológica Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2.367 935 1. que aderiram aos planos de saúde e odontológico contratados pela Agência e.88% da meta programada. correspondendo à execução de 99.00 por meio do Decreto de 24/06/2011. R$ 50.891.88% da meta prevista na LOA.00.000. juntamente com seus dependentes.00. Deste limite.000. e de R$ 30.174 847 2.74% do limite orçamentário. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 798.Execução da Meta Física: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução da Meta Física . Durante o exercício de 2011. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 52.64% 131. Por se tratar de despesa obrigatória. foram empenhados R$ 927. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.041 1.000.117 no ano.

97 90.3. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Pré-Escolar Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 71. durante a jornada de trabalho.00 92. conforme art.14% Gráfico 29 .758.00 92.Ação 2010 Finalidade Oferecer aos servidores.Assistência Pré-escolar 92.Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados .0 90. condições adequadas de atendimento aos seus dependentes.758.142 .2.3 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL Pág.353.041. com idade de zero a cinco anos.00 Empenhado C 66.66 75.52% 98.2. Formas de Implementação Implementação direta.52% 98.10 . Este benefício é pago mensalmente.353.331.Execução Orçamentária: Ação Assistência Pré-Escolar Execução Orçamentária . O benefício é pago no contracheque dos servidores.00 % C/A 93.892.14% % C/B 93. a partir de requerimento do servidor.00 Orçamento Realizado Pago D 66. com lançamento do respectivo valor em folha de pagamento. 3º do Decreto nº 977/1993.041.00 78. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de assistência pré-escolar aos servidores da ANEEL que possuem filhos de 0 a 5 anos de idade.892.783.66 75. Público-Alvo Dependentes dos servidores da Agência.97 90.3 90.00 78.0 100 80 60 40 20 0 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Valores em R$ mil 92.00 Limite Autorizado B 71.331.783.07% 95.07% 95.

55% da meta programada.55% da meta prevista na LOA.14% do limite orçamentário. Quanto à execução orçamentária. A meta física programada consistia em 62 crianças atendidas. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). correspondendo à execução de 98.00.Assistência pré-escolar 89 100 Criança Atendida Unidade 62 50 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. por meio do Decreto de 20/10/2011.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Pré-Escolar Produto: Criança Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 49 60 62 49 60 62 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 67 71 89 % Execução em relação à LOA C/A 136. Por se tratar de despesa obrigatória.041.55% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 30 . A execução da meta física foi superior à programada em decorrência do ingresso de 132 novos servidores de nível superior nos quadros da Agência.55% % Execução em relação à meta ajustada C/B 136.080. e R$ 2.00. Os créditos suplementares totalizaram R$ 21.33% 143. que corresponde a 143.33% 143.00.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.Execução da Meta Física: Ação Assistência Pré-Escolar Execução da Meta Física .331. R$ 4.000. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 15.00.961. tendo sido beneficiadas 89 no ano. publicado em 21/10/2011. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 70. por meio do Decreto de 15/12/2011. publicado em 27/06/2011.000.00. houve execução física de 143.73% 118. foram empenhados R$ 90.143 .00. bem como em razão do nascimento de novos dependentes no período pós-elaboração da proposta orçamentária de 2011. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 92. Pág.080.73% 118. Deste limite.

725.00 48. de 23/08/2001 (vigente).00 122. de natureza jurídica indenizatória. Pagamento.3.00 29. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de auxílio-transporte aos servidores da ANEEL. Formas de Implementação Implementação direta. o Decreto nº 2.52% 93.Auxílio-transporte 50 Valores em R$ mil 48 46 44 42 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL 48.152.34 40. é pago mensalmente.11 .192. nos deslocamentos de suas residências para o local de trabalho.92% 64.725. em pecúnia.00 62.00 Empenhado C 36.11 45.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 36.880/1998. Público-Alvo Servidores ativos da Agência.144 .743.2 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Pág. Este direito.098.098. intermunicipal ou interestadual.192. de acordo com com a Lei n° 7.418/1985 e suas alterações.743. no contracheque do servidor ativo.2.11 45.Ação 2011 Finalidade Efetivar o pagamento de auxílio-transporte em pecúnia.00 62.2 45. de natureza jurídica indenizatória.2 48.229. destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal. pela União.85% Gráfico 31 .165-36.34 40.52% 93. nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa.229. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Transporte Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 122.152. sendo destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo pelos servidores.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Transporte Execução Orçamentária . sob a forma de pecúnia.2 45. e a Medida Provisória nº 2.Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados .92% 64.2.85% % C/B 29.00 48.

resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 48. e cancelamento de R$ 5. tendo sido beneficiados 47 no ano.50% 75.33% da meta prevista na LOA. Ainda assim. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). Por se tratar de despesa obrigatória.64% 313. em virtude de progressão e promoção na carreira. publicado em 27/06/2011. por meio do Decreto de 24/06/2011.000.00.192.00. Deste limite. os créditos totalizaram um acréscimo líquido de R$ 16. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos: suplementação de R$ 21. foram empenhados R$ 45. que corresponde a 313. mesmo com o crescimento do quadro de pessoal. Pág.00.33% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 32 .00.33% da meta programada. a partir de novembro/2010.145 . o que não se concretizou plenamente. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. O aumento da remuneração implicaria o aumento da cota-parte do servidor. houve execução física de 313.000.50% 75. por meio do Decreto de 15/12/2011. A meta física executada foi superior à programada por ter sido estimada uma significativa redução no número de beneficiários.85% do limite orçamentário. Quanto à execução orçamentária.00. observa-se que.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Transporte Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 101 101 78 15 78 15 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 51 59 47 % Execução em relação à LOA C/A 50.33% % Execução em relação à meta ajustada C/B 50. Considerados a suplementação e o cancelamento.00.000.Auxílio-transporte 47 Servidor Beneficiado Unidade 60 40 20 0 LOA EXECUTADO 15 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.64% 313.229. o que tornaria o benefício desvantajoso para muitos.192. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 32. A meta física programada consistia em 15 servidores beneficiados. correspondendo à execução de 93. houve uma redução na execução física desta ação em relação ao ano anterior.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Transporte Execução da Meta Física .

06% 78.527.114.492.159. do auxílio-alimentação.361.148.421.114.114.Auxílio-alimentação Valores em R$ mil 3.Ação 2012 Finalidade Conceder o auxílio-alimentação.00 2.55% 2011 2. sob forma de pecúnia. de 1997. Formas de Implementação Implementação direta. pago mensalmente aos servidores ativos na proporção dos dias trabalhados.361.18 2.3. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Alimentação Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 1.12% 97. ou servidores ou empregados em exercício na Agência. Descrição dos Processos Consiste na concessão.00 2. O benefício é pago diretamente nos contracheques.184.121. Público-Alvo Servidores da Agência.33 2.715.000 2.33 2.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Alimentação Execução Orçamentária .Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados .879.400 1.A relação entre a meta física e a execução orçamentária desta ação sofre interferência da variação do valor das passagens.06% 78. 2.146 .159.12 .421. pago na proporção dos dias trabalhados e custeado com recursos do órgão ou entidade de lotação ou exercício do servidor ou empregado.00 Orçamento Realizado Pago D 1.715.148.492.1 2.421. ticket-alimentação / refeição ou manutenção de refeitório.276.88 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.18 2. conforme os deslocamentos e a distância entre o trabalho e a residência do servidor.1 2.00 2.55% % C/B 94.879.184.2.421.121.00 % C/A 94.9 2. em caráter indenizatório e sob forma de pecúnia.361.114. aquisição de vale.00 Limite Autorizado B 1. de acordo com a Lei nº 9.12% 97.361.800 2.00 Fonte: ANEEL Gráfico 33 .00 Empenhado C 1.276.

que corresponde a 82. em razão das re-estimativas de execução da despesa.50% Gráfico 34 .00. considerando o número de beneficiários em março de 2010 (548) acrescido do número de vagas aprovadas para o concurso público (186) e de um quantitativo de 50% a mais (93).97% 91.000. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 2.148. foram empenhados R$ 2.30% 82. Como não houve autorização para excedentes.000.00. a qual.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Alimentação Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 609 609 2010 609 609 2011 840 840 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 554 556 693 % Execução em relação à LOA C/A 90. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. Quanto à execução orçamentária. por meio do Decreto de 20/10/2011. por meio do Decreto de 15/12/2011. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).55% do limite orçamentário. houve execução física de 82.50% da meta programada.Auxílio-alimentação Servidor Beneficiado Unidade 840 1000 500 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO 693 Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. Foi projetado o quantitativo de 840 servidores beneficiados.000. sofreu os seguintes cancelamentos: R$ 88. publicado em 21/10/2011. e R$ 500.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.30% 82. Os créditos cancelados totalizaram R$ 642. correspondendo à execução de 97.97% 91.361.063. para a hipótese de autorização de nomeação de excedentes. tendo sido beneficiados 693 no ano.00.147 . a meta física realizada ficou em 693 beneficiários.879. publicado em 27/06/2011.421. Pág.50% da meta prevista na LOA. A meta física programada consistia em 840 servidores beneficiados.000. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 3.00. R$ 54. além de uma previsão de ocupação de 13 cargos comissionados.00. Deste limite. Por se tratar de despesa obrigatória.148.50% % Execução em relação à meta ajustada C/B 90.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Alimentação Execução da Meta Física .00.

Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Execução Orçamentária .A execução orçamentária inferior à programada na LOA explica-se.9 34.773.926.13 .2.Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW Finalidade Proporcionar aos servidores e empregados condições pra manutenção da saúde física e mental.00 76. Público-Alvo Servidores da Agência.00 Orçamento Realizado Pago D 11.3.140.00% 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 35 . Descrição dos Processos Realização dos exames médicos periódicos dos servidores e empregados da administração pública federal direta.9 11.887.887.9 40 Valores em R$ mil 20 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 34.9 Pág.00 34.00 % C/A 100.00 34. 2.00% % C/B 100. Formas de Implementação Implementação direta.00 Empenhado C 34.Assistência Médica Exames Periódicos 34. mas também pelo fato de o ingresso dos novos servidores ter ocorrido somente a partir de junho de 2011.773. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Orçamento Programado Ano 2009 LOA + Créditos A 9.887. não apenas pelo número de beneficiários ter sido inferior ao previsto.148 .00 Limite Autorizado B 76. autárquica e fundacional.

tendo sido beneficiados 223 no ano. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 106. houve execução física de 37.Exames Periódicos 593 Servidor beneficiado Unidade 600 400 200 0 LOA EXECUTADO 223 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores. Pág.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Exames Periódicos Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 2010 427 427 2011 593 593 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 223 % Execução em relação à LOA C/A 37.887.00% do limite orçamentário.61% da meta prevista na LOA. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 34.00 por meio do Decreto de 15/12/2011.61% da meta programada.Assistência médica . e 7 (2.55%) foram recusadas. devido a impedimentos previstos na legislação.853. contratação esta que somente foi concretizada em Julho de 2011. bem como da dotação final (LOA + Créditos). A realização de exames médicos periódicos em de 223 servidores foi inferior à programada em razão de atraso no processo licitatório para contratação dos serviços de realização dos Exames Médicos Periódicos. sofreu cancelamento de R$ 71.36%) tiveram os seus prazos de conclusão prorrogados para o ano seguinte. que foi integralmente empenhada. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.00. 45 (16. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). Quanto à execução orçamentária. em razão das re-estimativas de execução da despesa. foi possível realizar apenas 275 (46. Assim. que corresponde a 37.37%). que posteriormente. A meta física programada consistia em 593 servidores beneficiados. correspondendo à execução de 100.00.61% Gráfico 36 .149 . sendo que. do total de 593 convocações para realização dos exames previstas para o ano.Execução da Meta Física: Ação Exames Periódicos Execução da Meta Física .09%) foram concluídas. Por se tratar de despesa obrigatória.740.61% % Execução em relação à meta ajustada C/B 37. destas: 223 (81.

302.66% 46. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Reforma Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 3.000.00 Limite Autorizado B 3. Valores em reais.00 3.18% 100% Fonte: ANEEL. visto que. por meio da contratação de empresas especializadas para cada item da reforma. Dessa forma.O valor da despesa realizada foi inferior à programada na LOA (32.46 523. adaptação de espaço para refeitório. Descrição dos Processos Foram previstos os seguintes serviços/obras nos módulos “H”. impermeabilização da cobertura.10 Empenhado C 2. A Ação engloba a elaboração dos projetos e a sua execução.55% 0. remanejamento de divisórias.62%) não utilizaram os recursos disponíveis no orçamento.Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 Finalidade O objetivo desta ação é reformar as instalações físicas da sede da agência para oferecer condições de infraestrutura adequada aos servidores e usuários da ANEEL. conforme previsto na Portaria Normativa SRH/MP n° 4/2009.386.347. também dos 223 servidores que concluíram o exame. 17 (7. reforma das instalações elétricas. “I” e “J” do edifício-sede: adequação do layout.694.79% 98.00 1.801.68%). Público-Alvo Usuários da infraestrutura predial da ANEEL.951. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação.2.3.10 % C/A 75.102. hidráulicas e de refrigeração.549.398. troca de revestimentos e pisos. além da execução física inferior à programada.694.962. Formas de Implementação As atividades da ação são implementadas de forma direta. persianas e filmes de proteção solar.58 1. implantação de equipamentos de segurança e de prevenção de incêndio.048. tais como: substituição/instalação de vidros. dentre outros.694.581.10 Orçamento Realizado Pago D 315.284.92 7.150 .14 .85 7.428. Isso ocorreu devido à utilização de exames feitos anteriormente que ainda estavam no período de validade.998.98 7.77 1. 2. pintura de partes da edificação.55% % C/B 90.611. a execução da despesa corresponde à utilização dos recursos orçamentários por 206 servidores. reforma dos banheiros e dos elevadores. Pág.

90% 27.Execução Orçamentária: Ação Reforma Execução Orçamentária .Valores em milhares de reais.90% 2010 33 33 19.7 7.65 27.000 1.7 0 7.151 . Meta Física Programada X Meta Física Executada: Ação Reforma Produto: Área reformada (% de execução física) Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física LOA Meta Física Ajustada – % Execução em Executada (% de % Execução em Ano (% de execução Plano Gerencial relação à meta execução física) relação à LOA física ) (% de execução física ) ajustada A B C C/A C/B 2009 31 31 8.Reforma Valores em R$ mil 2.000 1386.01 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág.Execução da Meta Física: Ação Reforma Execução da Meta Física .94% 58.01 0.03% 0.7 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL .1 7.Gráfico 37 .45 58.03% Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Gráfico 38 .94% 2011 37 37 0.Reforma 37 Percentual de execução física 40 20 0 LOA EXECUTADO 0.

O limite de R$ 7.616. Quanto à execução orçamentária. abrangendo os anos de 2012 e 2013. de 2004. cancelou-se o valor de R$ 903. de modo a evitar dupla contagem de receitas no âmbito dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União.55% da dotação aprovada. A execução da reforma da infraestrutura elétrica.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos). o percentual de execução física da reforma realizado no ano de 2011 foi irrisório em relação ao percentual programado.00 (LOA + Créditos). já que não existia qualquer espaço ocioso no edifício que pudesse abrigar os servidores eventualmente desalojados do bloco J. ocorrida antes da edição do decreto. de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do art. 2.17.000. ocorreu nos itens “Substituir Persianas”.694. Em razão do decreto e da baixa execução em 2011. A pequena execução no valor de R$ 7.003.694.152 . da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 2.730.55% da dotação de R$ 1.00 por meio de crédito suplementar aberto em favor da ação Ouvidoria em 17/06/2011.102.694. tornou-se necessária a ampliação da execução do projeto da Ação Reforma por mais dois anos. de 01/03/2011.10 autorizado para empenho representou 0. Essa baixa execução decorre do Decreto n° 7.31 que havia sido inscrito em Restos a Pagar em 2010 para execução da reforma elétrica.102.00. por meio de transferência intraorçamentária.386.887. de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do artigo 8º da Lei nº 10. de 2004. foram empenhados R$ 7. não foi possível executar a reforma da infraestrutura elétrica. contratada no final do exercício de 2010.3. Descrição Pagamento da contribuição da União. utilizando sempre a Modalidade de Aplicação 91.15 . Assim. foi incluída a ação de Reforma no PPA 20122015. “Substituir Vidros” e “Adequar layout das unidades organizacionais da ANEEL”.887. 5º vedou a realização de reformas em bens imóveis no decorrer do exercício. que em seu art.2.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstra o quadro anterior. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB Finalidade Assegurar o pagamento da contribuição da União. Desta forma. via SIAFI. 8º da Lei nº 10. restando para a Reforma a dotação final de R$ 1. foi também prejudicada tendo em vista que seria necessário desocupar parte do bloco J e alocar servidores em um espaço alugado.446/2011. Pág. Desse limite. Forma de Implementação A ação é implementada de forma direta.386.Contribuição da União. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Reforma a dotação de R$ 4.10 correspondendo à execução de 100% do limite e 0. Público-Alvo Servidores públicos federais titulares de cargo efetivo.898. Como o Decreto supracitado também vedou a locação de imóveis.

00 2011 17. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição para o PSSS Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 2009 14.010.277.000. A execução orçamentária foi superior ao valor programado na LOA.Execução Orçamentária: Ação Contribuição para o PSSS Execução Orçamentária . por meio do Decreto de 24/08/2011.578.15% % C/B 94.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física. R$ 1.969.15% Gráfico 39 .000.427.00.969.700.153 .765.456. publicado em 21/10/2011.249.000.456. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 1.591.456. em conformidade com art.700.591.00 Fonte: ANEEL .57% 14.523.195.969.456.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 13.00 14.00.969.000.00 17.765.57% 97. devido ao ingresso de novos servidores oriundos do Concurso Público realizado em 2010.887.00.85% 97.Contibuição para o PSSS 17.6 17.00 14.00. por meio do Decreto de 15/12/2011.890. de 2004.00 2010 14.Valores em reais.010.578. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 17. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).32 17.04 94.9 17. O custeio (parte patronal) do regime de previdência dos servidores efetivos da ANEEL foi processado regularmente durante o exercício.9 Valores em R$ mil 20000 10000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ R$ 13. por meio do Decreto de 20/10/2011.32 97.00.000.969. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário.969. Os créditos suplementares totalizaram R$ 4.195.6 17.578. publicado em 25/08/2011. Ano Empenhado C 13. 8º da Lei nº 10.578. Pág.523.249.427. e R$ 600.85% 17.890.00 97.277.00.04 14.

1 .84 92.965.344.Execução Orçamentária: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução Orçamentária . Cabe.7 Pág.0 227.Valores em reais.344.3. à Agência. Público-Alvo Servidores públicos federais inativos e pensionistas. Descrição Consiste no pagamento de aposentadorias a servidores inativos da Agência.2.725.00 99.73% 95. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram os desempenhos orçamentário e físico da ação.7 217.Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 Finalidade Assegurar os benefícios previdenciários legalmente estabelecidos aos servidores inativos da União e pensionistas.3.737.73% 95.00 2011 226.3.69 217.154 .737.725.284.93% % C/B 92.388. a ação padronizada abaixo. no âmbito de sua atuação.284.93% 2010 200.69 217.388.00 200. porém.00 Fonte: ANEEL .51% 99.Previdência de Inativos e Pensionistas da União não é de gestão da ANEEL.84 199.0 217.00 Empenhado C 173.00 187. Formas de Implementação Implementação direta.965.00 226.Pagamento de Inativos 300 Valores em R$ mil 200 100 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 227. 2. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Ano 2009 Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 187.51% 199.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 173. Gráfico 40 .3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União O Programa 0089 .

anteriormente redistribuídos para a Agência.00. Gráfico 41 .Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2 2 2 2 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 2 2 % Execução em relação à LOA C/A 100% 100% 150% % Execução em relação à meta ajustada C/B 100% 100% 100% Ano 2009 2010 2011 2 3 3 Fonte: ANEEL . Avaliação dos Resultados A folha de pagamento dos servidores inativos foi processada regularmente durante todo o exercício.965. e que por isso pertenciam ao quadro específico da ANEEL. A LOA 2011 não estabeleceu produto nem fixou meta física para esta ação.965. foram empenhados R$ 217.Pagamento de Inativos 3 Pessoa Beneficiada 2 3 2 1 0 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL . OBS.00. Apesar disso. por meio do Decreto publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).: Até 2010. Pág. No início do ano. o quadro e o gráfico acima mantêm as demonstrações na forma dos anos anteriores. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 226. a composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrangia apenas 2 (dois) servidores aposentados. Por se tratar de despesa obrigatória. Em setembro 2011.000.93% do limite orçamentário e da dotação final (LOA + Créditos). as LOAs estabeleciam para esta ação o produto “Pessoa beneficiada” e fixavam a meta física anual.725.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Isto implicou aumento da folha de pagamento das aposentadorias e necessidade de crédito suplementar. o primeiro servidor do quadro efetivo da ANEEL a se aposentar.00. Deste limite.155 . e R$ 10.00.000. houve a aposentadoria de 1 (um) Especialista em Regulação.Execução da Meta Física: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução da Meta Física . A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 197. Os créditos suplementares totalizaram R$ 29. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 19. correspondendo à execução de 95.00.000.00 por meio do Decreto publicado em 25/08/2011. considerando como metas físicas as quantidades de beneficiários programadas no Plano Gerencial da ANEEL.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.

R$ 36.156 .00 Empenhado C 0. autarquias e fundações públicas. Descrição do Processo Pagamento de sentenças judiciais transitadas em julgado (precatórios) devidas pela União. Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência. no âmbito de sua atuação.708. tratada no subitem seguinte.708. onde foi integralmente empenhado. incluídas no Orçamento da Agência.3. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.00% Fonte: ANEEL .00. O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao tribunal responsável pelo pagamento. Foi realizado destaque no valor total de R$ 41.1 . autarquias e fundações públicas em razão de sentença judicial transitada em julgado.553. os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao tribunal responsável pelo pagamento.4. as ações padronizadas apresentadas a seguir.2. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais.708. Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032). 2. Pág.00.00% % C/B 0. Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 Finalidade Proporcionar o pagamento de precatórios devidos pela União.00 % C/A 0. e R$ 4.Valores em reais. no exercício de 2011.00 Orçamento Realizado Pago D 0.00 destinaram-se ao pagamento do precatório propriamente dito. referente a despesa de pessoal. à Agência.3. porém. por não ter sido empenhado nesta UJ. Coube. que teve por finalidade possibilitar o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório). Deste valor. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Cumprimento de Sentença Judicial (Precatórios) Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 36.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União.708.845. Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL.00 Limite Autorizado B 36. objeto desta ação orçamentária.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais O Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais não é de gestão da ANEEL. Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 36.00 em favor do TRT 10ª Região. Embora constem do orçamento da UJ.

Descrição do Processo Pagamento da contribuição patronal para o regime de previdência dos servidores públicos federais.Contribuição da União.00 % C/A 0. Embora constem do orçamento da UJ. Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição decorrente de Precatórios Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 4.Valores em reais. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.00% Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 4. incidente sobre Precatórios e Requisições de Pequeno Valor. O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário.3. Limite Autorizado B 4.845.845.00 Orçamento Realizado Pago D 0. os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao Tribunal responsável pelo pagamento.00 Fonte: ANEEL .00.157 .00% % C/B 0. Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL. Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032).4. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao Tribunal responsável pelo pagamento. Pág. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 Finalidade Alocar recursos orçamentários para fazer face ao pagamento da contribuição patronal relativa ao recolhimento da Contribuição da União. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.2.00 Empenhado C 0.2 . onde foi integralmente empenhado.845. por não ter sido empenhado nesta UJ.

de 12/05/2011: QUADRO A.299.4 2.105.2 Programação de Despesas Correntes O Quadro A.3.236.2.281 . QUADRO A.301. A UJ (ANEEL) corresponde a uma única Unidade Orçamentária (ANEEL).803.4. conforme Portaria TCU nº 123.767 107.823 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) CRÉDITOS LOA Pág.392.728 .000 3.158 .978 Abertos Especiais Reabertos Abertos Extraordinários Reabertos Créditos Cancelados 260.1 Desempenho Orçamentário/Financeiro Programação Orçamentária da Despesa A UJ não possui unidades orçamentárias ou administrativas a ela vinculadas. a seguir.2.122.106.805 111.Outras Despesas Encargos da Sociais Correntes Origem dos Créditos Orçamentários Dívida Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 84.911. a seguir. que detém toda a programação orçamentária utilizada pela UJ.386.2.596 Suplementares 8.890.292.2.IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Denominação da Unidade Orçamentária Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Código da UO 3226 6 Código SIAFI da UGO 3230 9 8 2.000 25.767 101.932. O Quadro A.000 0 3.363.4 .104.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES Valores em R$ 1. identifica esta única Unidade Orçamentária (UO).937.677.751 Outras Operações Total 92.345 PLOA 84.4.385 103.129.660 LOA 84.493 5.435.767 103.00 Grupos de Despesas Correntes 2 – Juros e 1 – Pessoal e Encargos 3.299.281 .083.805 86.394 86.2.803.202.3 .281 .4.106.875 4.386.805 86.761. demonstra a programação de despesas correntes nos exercícios 2010 e 2011.

000 Outras Operações Total 10.389 9.207.207.2.875 31.000 233.536 217.000 2.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL Valores em R$ 1.368.207.974.207.751 CRÉDITOS LOA Créditos Cancelados Outras Operações Total 198.00 9 – Reserva de Contingência Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 17.073 PLOA 190.3 Programação de Despesas de Capital O Quadro A.389 9.4 e A.000 15.3.218.538.389 9.572 188.325.924.190 215. a seguir. a seguir.2.000 PLOA 15.6.5.054.000 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) 2.518.5 .2. conforme Portaria TCU nº 123.000 - CRÉDITOS LOA Exercícios 2010 2011 Dotação proposta pela UO 188.493 3.535.389 9.974.000 LOA 8.207.5).877 Suplementares Especiais Extraordiná rios Abertos Reabertos Abertos Reabertos 11.000 Suplementares 2.218.034.207. contemplando ainda a reserva de contingência: QUADRO A.207.6 .368.000.089 8.2.QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA Origem dos Créditos Orçamentários Despesas Correntes Despesas de Capital Valores em R$ 1.019.4.166.2.4.978 4.2.686.161 190.941 LOA 190.389 7.00 Grupos de Despesa de Capital 5 – Inversões 6.2.389 9. apresenta um resumo dos dois demonstrativos anteriores (Quadros A.350.389 7.974.1 .Quadro Resumo da Programação de Despesas O Quadro A.017.159 .572 194.937.000 Especiais Extraordinários Créditos Cancelados 2.000.000 233.536 223.153 2. apresenta a programação de despesas de capital nos exercícios 2010 e 2011.207.285.389 9.686.536 223.000 233.Amortização da 4 – Investimentos Origem dos Créditos Financeiras Dívida Orçamentários Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 17.153 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Pág.104 10.740.518. de 12/05/2011: QUADRO A.435.350.017.535.

00 DIFERENÇA A-B 3.00 1.926. Tais despesas são proporcionais ao número de ligações recebidas. A diferença entre os limites orçamentários inicialmente estabelecidos e o PLOA 2011 corresponde a um precatório de despesa de pessoal e sua correspondente contribuição para o Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais.761. conforme detalhado adiante. acrescentados no PLOA após definição inicial dos limites.315. foi de R$ 203.00 para despesas com benefícios aos servidores. para evitar consequências mais graves.00 para outras despesas correntes e de capital.728. foram compatíveis com as necessidades de crédito da UO para cumprimento da sua programação de trabalho e para pagamento de despesas de pessoal e encargos sociais.400.426.792.00 para outras despesas correntes e de capital.071. R$ 112. nos valores indicados abaixo: Dotações Reduzidas por Emenda Parlamentar ao PLOA 2011 Ações Ouvidoria Participação Pública Total da Redução PLOA A 13.345. a dotação programada havia sido determinada.00. em decorrência do concurso público realizado em 2010.160 . demanda esta que não é gerenciável pela ANEEL. bem como de benefícios.281.00 5.00 para despesas de pessoal e encargos sociais. Porém. a única maneira de reduzir essas despesas seria mediante a interrupção do atendimento ou a redução do horário de funcionamento do teleatendimento.260.064. considerado o quadro de pessoal existente no início do exercício.00 LOA B 9. bem como as dotações consignadas no PLOA 2011. Os limites orçamentários estabelecidos pelos órgãos envolvidos na gestão do sistema orçamentário.064.499.00 para despesas com benefícios. adequando-as ao orçamento autorizado.553. empregados e seus dependentes. principalmente.332.Análise Crítica da Programação Orçamentária I – Dotações Propostas e Obtidas O limite orçamentário estabelecido para a UO. dos quais R$ 86.00 7.345.00 no grupo de despesas de pessoal e encargos sociais. No caso da Ação Participação Pública.292.373. a ANEEL solicitou e Pág. houve o provimento de 132 cargos de nível superior em junho e julho de 2011.388.000. em função das despesas dos contratos referentes aos serviços disponibilizados aos consumidores (teleatendimento e telefonia).315. os quais foram abertos. bem como de alguns benefícios.499.209. ficando assim indisponíveis. Em razão da existência de uma série histórica crescente de quantidade de ligações anuais.00 5.000 ligações/dia – média atual da demanda. o Congresso Nacional reduziu as dotações das Ações 2993 – Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica e 2C42 – Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico. O Projeto de Lei Orçamentária de 2011 (PLOA 2011) fixou as despesas da UO em R$ 203.283. Assim.941. e R$ 4.00 para despesas de pessoal e encargos sociais. dos quais R$ 86. No tocante às despesas discricionárias (outras despesas correntes e de capital). R$ 112.400. que poderia resultar no não-atendimento de aproximadamente 6. na fase de aprovação da LOA. e que representaram um acréscimo de R$ 41.00. implicando a necessidade de créditos suplementares para reforço de dotações de pessoal e encargos sociais. Já no caso da Ação Ouvidoria. e R$ 4.324.803.500. foi possível reduzir sem maiores consequências as atividades programadas.071.00 Os valores reduzidos nessas duas ações foram remanejados para a Reserva de Contingência própria da UO. para fins de elaboração da proposta orçamentária de 2011.

 Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica.000.898. conforme relacionado abaixo.  Contribuição da União.242. Valor: 19. Aprovado pelo Decreto s/n.000.obteve crédito suplementar. II – Créditos Adicionais Foram solicitados e aprovados Créditos Suplementares em 2011. Valor: R$ 2. Outorga (R$ 932.  Gestão e Administração do Programa. Empregados e seus Dependentes. Aprovado pelo Decreto s/n.000. Objetivo: reforço de dotações para ampliação das fiscalizações programadas.  Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados. com vistas a recompor. Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: pagamento de auxílio-transporte.161 . Objetivo: pagamento de assistência pré-escolar.00). Aprovado pelo Decreto s/n. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Gestão e Administração do Programa (R$ 424.898.000. para as seguintes ações:  Ouvidoria da ANEEL. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 21//10/2011. Objetivo: pagamento de assistência médica.00. Valor: R$ 1.733.00). Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação AuxílioAlimentação aos Servidores e Empregados. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação: Auxílio-alimentação aos Servidores e Empregados.000.898. Objetivo: recomposição parcial da dotação dessa Ação programada no PLOA.  Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica. no valor de R$ 3.00. os recursos necessários para prestar os serviços de Ouvidoria.116. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Reforma do Edifício da ANEEL (R$ 2. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Pré-Escolar.00.00. com recursos oriundos do cancelamento de dotações de outras Ações da própria Agência.00.000.00.00).000. Aprovado pelo Decreto s/n.600. Valor R$ 4.00.116. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados.000.616.000. publicado na edição do DOU de 25/08/201. Valor: R$ 3. Objetivo: cancelamento de dotação.00) e Regulamentação (R$ 1.00. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. ainda que parcialmente.000. Valor: R$ 15. publicado na edição do DOU de 06/10/2011.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores.00. Valor: R$ 2. Valor: R$ 21. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 25/08/2011. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. Valor R$ 54.00.00. Aprovado por meio do Decreto s/n. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 21/10/2011.700. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. publicado na edição do DOU de 25/08/2011. Aprovado pelo Decreto s/n.  Pagamento de Aposentadorias e Pensões. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo. Valor: R$ 52.00) e Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação (R$ 500.627. publicado no DOU de 17/06/2011.000. Valor: R$ 50.  Assistência Pré-Escolar.640. Empregados e seus Dependentes.000. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.00.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. Pág.

publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.686.00.577.7 a seguir demonstra as Movimentações Orçamentárias realizadas.  Contribuição da União.Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa No ano de 2011.3. A Agência concedeu créditos externos descentralizados: ao IPEA (UG 113601). publicado na edição do DOU de 21/10/2011. no total de R$ 376. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Aprovado pelo Decreto s/n.00. a ANEEL recebeu créditos internos descentralizados: pela ANP (UG 323030). Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica. Aprovado pelo Decreto s/n.00. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar. 2. Pág.00 (fonte 374). Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: cancelamento de dotação.000.000. no valor de R$ 142.Valor: R$ 19.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição. no total de R$ 1.  Assistência Pré-Escolar.401. Aprovado pelo Decreto s/n.553. no total de R$ 41.700. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Valor: R$ 5. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.00.  Assistência Pré-Escolar.00. no valor de R$ 116.096. Valor: R$ 1.00.33.00. Objetivo: cancelamento de dotação. Objetivo: cancelamento de dotação. Aprovado pelo Decreto s/n.  Ação Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Valor: R$ 10.00.162 .911.00. Valor R$ 71. e ao TRT 10ª Região (UG 080016).478. Aprovado pelo Decreto s/n. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor R$ 500. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais.000. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar.  Contribuição da União.4.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados.00.47.100.000.2. Gestão e Administração do Programa . publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011. e pelo MME (UG 320002).00. Valor R$ 1. pela CPRM (UG 495110). Valor: R$ 30. Valor: R$ 1. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.2 .000. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor R$ 600. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo. Empregados e seus Dependentes – Exames Periódicos.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. O Quadro A. publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011. Aprovado pelo Decreto s/n.080. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais.00.  Pagamento de Aposentadorias e Pensões.853.000.000.000. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. Empregados e seus Dependentes.

0001 76. R$ 21. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais. em virtude da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional – SIN. O crédito de R$ 142.00G5.0001 142.708.0271.00 Despesas Correntes 1 – Pessoal e 2 – Juros e 3 – Outras Classificação da ação Encargos Encargos da Despesas Sociais Dívida Correntes 25.0001 4.122.0001 1.2000. referente a despesa de pessoal.553.478 26.00 correspondem à parcela de responsabilidade da ANP no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM.33 recebido da CPRM refere-se à parcela de responsabilidade dessa empresa no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Análise Crítica da Movimentação Orçamentária Do crédito de R$ 1.0901.0272.846.577.0001 36.111/2009 e seus regulamentos.726.911.379.20CW.2.2272.0023 116.47 recebido da ANP.0272.00 na ação 4703 – Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica.726 25.125.846.00 destinaram-se ao pagamento do precatório.708 Despesas de Capital Classificação da ação 4– Investimentos 5 – Inversões Financeiras 6– Amortização da Dívida - Natureza da Movimentação de Crédito Movimentação Concedidos Interna Recebidos Movimentação Concedidos Externa Recebidos Fonte: ANEEL.401.4880.122.0001 21.286 28. Deste valor.478.5490. R$ 76.286.4703.00 foram na ação 4880 – Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica e R$ 300. Por fim.400. implementados em parceria com a UG concedente.845 28. o destaque de R$ 41.784. conforme dispõe a Lei nº 12. R$ 36.370 22.845.370.0005.00 em favor do TRT 10ª Região teve por finalidade o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório).00.911 25.665.00 recebido do MME teve por finalidade possibilitar o ressarcimento a Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica.0901.379. e R$ 1.7 . Pág.301. que viabilizaram a execução de programações de interesse da Agência e não representaram impacto significativo no conjunto de recursos geridos pela UJ durante o exercício. Com relação aos créditos concedidos ao IPEA. e R$ 4.MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA Natureza da Movimentação de Crédito Concedidos Movimentação Interna Recebidos 323030 323030 495110 320002 113601 113601 080016 080016 UG concedente ou recebedora UG concedente ou recebedora Movimentação Concedidos Externa Recebidos Valores em R$ 1.1115.400 25.163 .577.096.1459.00 foram destinados ao custeio de serviços de assistência médica ambulatorial para realização de exames médicos periódicos.QUADRO A.0271. O crédito de R$ 116.0001 300.

804.235 0 0 0 0 13. 19.507.356 19.819 A modalidade de contratação “Credenciamento” constitui especificidade da UJ prevista no Decreto nº 2.627 109. Total 153.759.1 são fornecidas as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos Originários da UJ.284.360.305 6.4. *** Na despesa liquidada de Outros foi deduzido o valor de R$ 7.081.666.099 52.2.4.296.4.283 0 3.279.489. reconhecimento de dívidas.992.108 19. de 1993.202 38.751 29.005 90.594.4.620 92. que constituiu a ANEEL.948 0 0 597.193.022 33.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Modalidade de Contratação Despesa Liquidada 2010 2011 28.497 27.289.232. Pág.576.304.340.074.494 107.339 19.164 .538 5.856.356 ressarcimentos etc.872 28.169 6.585. Valores R$ 1.085 19.734.158 1.795 3.179 Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial * Na despesa liquidada de Inexigibilidade foi deduzido o valor de R$ 6.454.524 1.083 0 0 0 0 13.533. as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos recebidos por movimentação.254 6. e no subitem 2.955. e consiste em inexigibilidade com base no art. da Lei nº 8. a Credenciamento.724.1 .108 19.474.202 38.497 90. 2.526 5.865 23.699 1.81 ref.161 6. Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A.2.283 0 3.259.209.533.882.172 15.143.802 27.620 92.332.193 109.489 4.172 Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade * Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias ** Outros *** Convênios. de 06/10/1997.390.620 52. de 2011.4 .085 171.560 148.202 38.781 174.8 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Originários da UJ.162.2.626 15.339 15.289.487.288.890.4.458 23.693 0 0 597.596 1.4.187.209.699 1. decorrentes de processos de contratação e de outras formas de execução.991.335.8 .820 52.Execução Orçamentária da Despesa No subitem 2.202 38. discriminadas conforme indicado no Quadro: QUADRO A. a Credenciamento. em razão da possibilidade da contratação de todos os interessados em prestar o referido serviço a preços previamente definidos e economicamente vantajosos para a Administração.578 6. ** Incluídas diárias pagas a colaborador eventual.304.928 108.093 15.304.60 ref.2.657.Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ a.428.230.269 2.299.254.081.454.00 Despesa paga 2010 2011 27. caput. 25.4.620 52. conforme dispõe a Portaria TCU nº 123.670 3.666 1.659.757.288.137.

com base na programação orçamentária do exercício. O Plano de Contratações reflete todas as atividades a serem desenvolvidas que dependem de procedimentos para aquisição de bens e contratação de serviços. os valores empenhados. Além disso. a ANEEL elabora anualmente o Plano de Contratações. o valor liquidado no exercício para essa modalidade de contratação foi enquadrado na modalidade Pregão. ainda. os contratados e os saldos em relação à dotação prevista. A ANEEL zelou pelo pleno cumprimento do Regulamento de Credenciamento nº 01/2009 e pela total aplicação dele nos processos de contratação vigentes. informando a situação do processo licitatório. Houve a pré-qualificação de diversas empresas. que os valores liquidados em 2011 relativos aos termos aditivos celebrados estão incluídos na tabela. Assim. Vale destacar. visando a atender de forma mais eficiente às necessidades da Agência. Além disso. detalhada no Plano Gerencial. também.Em 2011. de acordo com a modalidade de contratação que originou o contrato. que para subsidiar o planejamento e o acompanhamento dos procedimentos de licitação e contratações diretas.165 . Pág. foram iniciados trabalhos de reformulação do Regulamento e dos editais vigentes. Cabe informar. constitui instrumento para o acompanhamento da execução. a ANEEL realizou 52 sorteios de demandas referentes ao Credenciamento e assinou 466 contratos decorrentes destes sorteios. indispensáveis para garantir a ampla competitividade e a isonomia necessárias a esse mecanismo de contratação. Cumpre informar que todas as atas de registro de preços de outros órgãos às quais a ANEEL aderiu em 2011 decorrem de pregões eletrônicos realizados por tais órgãos.

Pág.378 42.427.078 169.976 475.047. e 75.044.158 90.Juros e Enc.514.662.736 Patronais Demais Element. O crescimento em relação ao ano anterior foi de R$ 6.753 59.064 11.162.896 18.686 do Grupo Total 160. 49.928 108.446/2011.121 514.286 385.636 2. As principais causas estruturantes que têm limitado a atuação da ANEEL.659.00.712.911. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 11 – Vencimentos e Vantagens Fixas -.359.169 64. nos exercícios 2010 e 2011.448 9.584 61.331 8.687 0 0 74.045 7.225 Mão-de-Obra 33 Passagens e Desp.1 deste Relatório.158.539.279.753. 333.465.378 Correntes 39 Outros Serv.91% do valor empenhado.809.9 .517. Com relação ao grupo 3 – Outras Despesas Correntes –.474.954.459.b.470. O motivo de tal crescimento foi o ingresso de 69 (sessenta e nove) Especialistas em Regulação de Serviços Públicos de Energia e 63 (sessenta e três) Analistas Administrativos no quadro de pessoal da Agência em 2011. correspondendo respectivamente a 93.419.323. o valor empenhado em 2011 foi de R$ 76.091.520.349 485.950 48.00.359.474.753.161 184.612 2.753.226 6. O elemento de despesa com maior valor empenhado neste grupo foi o 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica.PJ 37 Locação de 5. O valor total de despesas correntes empenhado em 2011 foi de R$ 184.940.097 173.615.786 10. representando 9.279. superior ao exercício anterior em R$ 17.2.662.735 0 0 333. conforme Portaria TCU nº 123. sendo liquidado o valor de 173.697.735 do Grupo 2 .601. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A. devido à limitação de empenho imposta pelo Decreto nº 7.025.687.911 150.164 60.945 5.461.049 50.9 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Originários da UJ.230.763.349 485.145 2.035.666 de Pessoal 11 Vencim.866.125 54.45% do valor empenhado em 2010.628 10.143 5.294.053 2.119.336.225 394.683 89.064 11.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) O valor total de despesas empenhadas em 2011 do grupo de despesas de pessoal foi de R$ 108. no valor de R$ 89.932 1.00.05% em relação ao ano anterior.327.249 89.044 Fonte: ANEEL.685 5.687 75.195 Vantagens Fixas 13 Obrigações 15.327.041.955.896 18.166 .158 0 0 90. de 2011: QUADRO A.873.459.00.586 Locomoção Demais Element.091.349 485.474. restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico.955.455.736 15.162.816.809.786.00.025.00 e pago R$ 169.327.494 107. 0 0 0 0 0 0 0 0.465.233 76.683 89.459.265 1.00 da Dívida 3 – Outras Desp 69.928 108.735 333.728.063.170 5.035.125 144.096 37.829.736 0 0 15.143 5.015.282 7.202.279. com 2.542 425. 12.115 10.896 18.00 e correspondendo a um crescimento de 19.881 de Terceiros .130.2.465. Houve redução da execução do elemento de despesa 33 – Passagens e Despesas com Locomoção.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Grupos de Despesa Despesa Empenhada 2010 2011 Despesa Liquidada 2010 2011 RP não processados 2010 2011 Valores em R$ 1.68% e 91.812.734.3.807.00. são expostas no item 2.992.593 9.281.00 Valores Pagos 2010 2011 1 – Despesas 90.

172 3.10 abaixo demonstra as Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Originários da UJ.871 1.775.371. Já no elemento de despesa – (51) Obras e Instalações –.233.364.684 1.903 51 .156 375.074. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.240. de 2011: QUADRO A.240.00.101 1.982.712. nos exercícios 2010 e 2011.493. Neste elemento. não houve execução orçamentária em virtude das restrições impostas pelo Decreto nº 7. representou 70.101 1.323.738 2.233.353.775 O valor total empenhado de despesas de capital em 2011 foi de R$ 4.10 .775 1.302 4.774 52 .00 RP não Valores Pagos processados 2010 2011 2010 2011 3.23%).461.586 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.00.398 3.167 .636 612.684 1.904 618. conforme Portaria TCU nº 123.386.746.398 3.185.256.493.268 2.383 0 445. no valor R$ 2. Pág.386. foi possível liquidar apenas a parcela de 20. e Mat.365 2.461.172 3.983.493.871 39 . ermanente 1.2.DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Despesa Despesa Liquidada Empenhada Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 4 – Investimentos 6. O elemento de despesa com maior valor empenhado – (52) Equipamentos e Material Permanente –.00 e pago o valor de R$ 1. correspondendo respectivamente a 35.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Valores em R$ 1.389.025 880.983.586 0 5 – Inversões Financeiras 0 0 0 0 6 – Amortização da Dívida 0 0 0 0 Total 6.Out. Serv.240.Equip.37% do valor total empenhado.Obras e Instalações 766.353.074. Esta foi a principal causa do baixo percentual de liquidação das despesas de capital (35.033 601.774 Fonte: ANEEL.774.904.00.181 1.172. Terceiros – PJ 3.23% e 31.302 4.073 612.2.618 2.797 0 445.446/2011.904 320.353.618 2. visto que as contratações concentraram-se no segundo semestre e apenas parte dos bens contratados puderam ser recebidos no exercício.746.93% do valor empenhado.5% do valor empenhado. sendo liquidado o valor de R$ 1.879 740.665 2.c.

789.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.00 Despesa paga 2010 2011 0 1.4.287.277 0 32.2 .212 0 0 0 0 0 0 0 1.277 0 31.257.601 Valores R$ 1.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO Modalidade de Contratação Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias Outros Transferências a Estados Total Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial Despesa Liquidada 2010 2011 0 1.212 0 0 0 0 0 245.11 .2.257.287.257.2.112 0 191.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.257.212 0 0 0 0 0 245.Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação a.277 0 32.112 0 191.601 Pág.287.624 0 53. Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A.4.168 .277 0 31.11 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Recebidos por movimentação: QUADRO A.624 0 53.212 0 0 0 0 0 0 0 1.2.287.789.

Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.250 0 614.30% do valor total empenhado.169 .b. e Vantagens Fixas 0 0 0 0 0 0 0 0 13 Obrigações Patronais 0 0 0 0 0 0 0 0 Demais Elementos do Grupo 0 0 0 0 0 0 0 0 2 .601 81 Distribuição de Receitas 0 31. da Dívida 0 0 0 0 0 0 0 0 3 .338 39 Outros Serv. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 81 – Distribuição de Receitas –.00.789. sendo que foi liquidado e pago o valor de R$ 32. de Terceiros PJ 0 655.789.851.2.Outras Despesas Correntes 0 32.3 .573 0 0 0 2.287. 2.601 0 41.830.287.338 0 885. c.2.Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global O Quadro A.00 Despesa Empenhada Despesa Liquidada RP não processados Valores Pagos Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 1 . não se aplica à realidade da ANEEL. quando da interligação ao Sistema Interligado Nacional.277 0 0 0 31. nos exercícios 2010 e 2011. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.573 0 2. de 2011: Valores em R$ 1.00.Juros e Enc.601. conforme Portaria TCU nº 123. no valor de R$ 31.601 0 41.Despesas de Pessoal 0 0 0 0 0 0 0 0 11 Vencim. visto que não houve Despesas de Capital com créditos recebidos por movimentação.830.601 Fonte: ANEEL.12 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação.413 Demais Elementos do Grupo 0 2. A ANEEL operacionaliza essas transferências do orçamento do Órgão 73104.851 0 32.287. por solicitação do MME. Esse valor foi repassado para atender ao disposto na Resolução Normativa ANEEL nº 410/2010 e Lei nº 12.2.111/2009.250 0 32.2.12 .287.13.4.338 0 0 0 885.789.413 0 41. nos exercícios de 2010 e 2011. que tratam do ressarcimento aos Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica.4. a que se refere a Portaria TCU nº 123.789. representando 99.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) QUADRO A.789.830.277 37 Locação de Mão-de-Obra 0 885.663 0 614. Pág.250 0 32. de 2011.00.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO O valor total empenhado dos destaques recebidos foi de R$ 32.277 0 31. que representou 95.277.14 a seguir demonstra a Execução Orçamentária e Financeira Global da ANEEL no exercício de 2011.87% do valor empenhado.851 0 32.573 Total 0 32.

Regulamentação (1) 1.708 41.153 90.400 200.707 3.240 9.Pagamento de Aposentadorias e Pensões Subtotal (2) Total do Programa Previdência 3.845 36.GAP .763 222.730.663 25.722 63.Outorga de G.694.890 108.8 .509 107.300.218 80.526.5 .599.714.945.433 188.925 90.104 4.725 217.437.694 2.121.627.223.969.504 4.170.Programa 0272 .10 .Ouvidoria 1.492 0 286.Cumprimento de Sentença Judicial .022 183.663.414 29.QUADRO A.7 .318.1 .763 1.831.12 .964.931 87.772 286.725 0 376.830.578 111.486.421.Publicidade 1.EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Valores em R$ 1.536 4.492 17.542 3.158 3.646.965 300.456.774.4 .725 22.395.831.223.544.093 996.000 1.553 222.456.Capacitação 1.480.941 170.431 3.686 0 376. Programa 0901 Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais Despesas de Pessoal do Programa 0901 (Obrigatórias) 3.Pessoal (Programa Qualidade) Subtotal 1 (1a + 1b + 1c) Total do Programa Qualidade 2.460.896.2 .223 93.708 41.200 2.496 17.907.264 0 0 0 4.694.814.Benefícios Subtotal (1b) Benefícios Outras Despesas Correntes e Investimentos (1a + 1b) Despesas de Pessoal do Programa 0272 (Obrigatórias) 1.200 2.073.255 19.752 7.182 Pág.2 . T e D Subtotal (1a) .942 9.406.692 77.965 226.686 31.694 3.Total do Programa Operações Especiais Subtotal (1 + 2 + 3) Despesa Global 2011 46.Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias (Benefícios) 1.965 32.500.976 12.646.324 66.094 217.995.995.286 76.694 3.542 81.304 7.347.PUP .819 0 17.474.218 3.288 0 0 0 0 0 0 806.774.324 872.051 17.3 .692 78.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Despesas Discricionárias (Ações do Programa) 1.400 453.990 17.281 3.965 226.Pessoal Ativo 1.475 1.GAP (sem pessoal) 1.288 66.1 .578 111.263.722 2.681 3.708 41.00 Saldo Limite não Restos a empenhado pagar 8.532.212.484.969.586 226.602.386.AÇÃO 1 .379 11.994.14 .800 1.890 107.000 4.686 0 4.688 3.663.276 64.185 17.725 217. Programa 0089 Previdência de Inativos e Pensionistas da União Despesas de Pessoal do Programa 0089 (Obrigatórias) 2.Contribuição para o PSSS Subtotal (1c) .542 110.845 36.061.089.351.845 36.Contribuição para o PSSS .2.886 10.763 193.543 17.400 376.949 25.575.553 418.445 1.722 3.304 7.642 512.552 0 408.526.6 .526.239 0 188.11 .563.321.1 .999.170 .254.702 59.185 17.668.Precatórios (3) 3.423 1.823 93.Reforma do Edifício Sede da ANEEL 1.352 5.083 0 171.347.553 193.460.979 11.496 64.358 217.395.102 5.255 19.462.986 226.Fiscalização (2) 1.240 PROGRAMA .9 .719 14.264 0 0 806.Precatórios (3) Subtotal (3) .612 3.400.162.542 3.330 4.544 1.526.186.445 1.604.792.776.311 20.742.Participação Pública na Agenda Regulatória 1.

239 188.846 41.182 Pág.00 concedido ao IPEA.2008.00 pelo TRT não estão incluídos na execução na UJ.1 .171 .350.257 193.286. houve destaque de R$ 76.096 1.830.400.3 .478 0 0 6. (2) Na ação Fiscalização.264 4.994.447.Reserva de Contingência 223. (3) As dotações do Programa 0901 foram integralmente destacadas ao TRT.789.2 .478 142.504 418.485 0 32.656.PROGRAMA .083 171.330.553.00 concedido ao IPEA. Os valores empenhado de R$ 41. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução da UJ). houve destaque de R$ 300.406 17.634 Subtotal (6) Destaques Recebidos 0 118.587 0 0 Total (1 + 2 + 3 + 4 + 5) 445.423 0 0 5.434 0 0 Subtotal (5) .Pagamentos Efetuados em 30 e 31/12/2010 0 0 0 2.250 85.257 193.994.Despesas pagas de exercícios anteriores 0 0 0 0 14.287. valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ).Destaque Recebido (MME) 0 116.Reserva de Contingência 0 0 0 0 Subtotal (4) .290.882.359.601 41.896.3 .401. Saldo Limite não empenhado 0 0 4.831.250 0 6.831.401.162.577.2 .504 0 188.Despesas Pagas de exercícios anteriores 5.634 Fonte: ANEEL (1) Na ação Regulamentação.484.Restos a Pagar .1 .182 6 .AÇÃO LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Restos a pagar 4 .730 0 0 5.287.290.121.882.264 5 .074.484.2010 (Pessoal) 0 0 0 296.Destaque Recebido (ANP) 0 1.Créditos Recebidos por Movimentação 6.096 1.277 31.237.00 e pago de R$ 34.478 142.Destaque Recebido (CPRM) 0 142.277 0 85.083 185.819 17.153 0 0 0 0 0 Subtotal (1 + 2 + 3 + 4) Orçamento 2011 445.896.851 32. 2009 e 2010 (Exceto Pessoal) 0 0 0 11.Pagamento de Restos a Pagar .911 31.

Reflexos do Contingenciamento na Gestão da Execução Orçamentária O contingenciamento imposto à Agência prejudicou a plenitude da execução do Plano de Trabalho que foi elaborado para o exercício de 2011.00.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2. e vedação de despesas com reformas.97% do limite.4.2. caracterizadas pelo contingenciamento de recursos.4. que equivale a 98.00. devido à Agência não dispor da totalidade dos créditos necessários à implementação de suas ações. Porém. bem como das disponibilidades orçamentárias e dos limites de empenho. limitação de despesas com diárias e locomoção.437.504. prejudicando a programação para o exercício.00. para conhecer a despesa global da UJ. foram as estratégias de gestão que possibilitaram alcançar. a ótima execução orçamentária de 2011 em relação ao limite de despesas autorizado para a ANEEL.4. consequentemente.00.00. que foi de R$ 188.00.6 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária Diante das restrições à execução impostas à Agência no exercício de 2011.239. para conhecer o total das despesas discricionárias da UJ.994. as despesas discricionárias da ANEEL totalizaram de R$ 77. Assim.47% do limite autorizado total de R$ 193.393.4. que consumiram parte do limite autorizado para a Agência e foram totalmente empenhados nas citadas unidades. Pág.322. que corresponde a 98.172 .896.412.00.2.4.c. devem ser consideradas também as movimentações de créditos concedidos ao IPEA e ao TRT 10ª Região.681. que utilizaram parte do limite.631.254.  Eventos negativos ou positivos que prejudicaram ou facilitaram a execução orçamentária: a intempestividade na liberação de limites financeiros acarretou um excesso de pagamentos nos dois últimos dias do ano. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2. No tocante às despesas discricionárias – excluídas as despesas obrigatórias de pessoal e benefícios –. Isso trouxe um impacto negativo nos processos licitatórios que não puderam ser iniciados ou iniciaram-se com atraso. Assim.4.083. que corresponde a 97. 2.707. Da mesma forma. devem ser considerados também os créditos concedidos ao IPEA. Quanto ao aspecto financeiro.00. o contingenciamento resultou em atraso de pagamento de fornecedores e. pode-se considerar ótima a execução orçamentária na UJ. no total de R$ 376.686. houve elevada inscrição de empenhos em restos a pagar processados. o que impactou o limite financeiro de 2012. correspondente a 97. em condições adversas. no total de R$ 418. a execução empenhada na UJ foi de R$ 77.b. O contínuo monitoramento dos processos em licitação. devido às seguintes restrições:  Contingenciamento no exercício: O planejamento interno da ANEEL foi prejudicado pelo forte contingenciamento orçamentário imposto em 2011.2.49% do limite para movimentação e empenho autorizado de R$ 78.68% do limite autorizado total. a despesa global da ANEEL foi de R$ 189.

819 171.994. permitindo uma comparação entre a dotação orçamentária (LOA + Créditos).279.173 .823 111. o valor da despesa global (empenhado e destaques). Pág.504 193.925 108.831.281 222.412.104 223.504 Valores em R$ 1. A tabela e o gráfico a seguir apresentam a execução orçamentária global.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.158 188.992.714.279.321 Pago F 63.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.083.158.257 Limite Autorizado B 81. Valores em milhões de reais.264.083 188.239 418.994.Execução Orçamentária Global 222 250 200 150 100 50 193 188 171 0 LOA + Créditos Limite Autorizado Empenhado Pago Fonte: ANEEL .321 189.091.964.15 – DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO Programação de Despesas Discricionárias e Benefícios Pessoal e Encargos Sociais Subtotal – Despesa Autorizada Reserva de Contingência Total Geral LOA + Créditos A 110.611 108.932. e o total pago referente ao exercício de 2011: QUADRO A.162. que incluem despesas Discricionárias e Benefícios (obrigatórias).932.223 111.320. foram inscritos em Restos a Pagar o valor de R$ 17.00. sendo R$ 80. o limite autorizado. Gráfico 42 .994.819 Fonte: ANEEL.00 Execução Destaque Empenhado Concedido D E 376.00 de Pessoal e Encargos Sociais.412.896.882. Do valor empenhado.2. No total. foram despendidos (empenhados) R$ 188.599.686 41. o valor LOA + Créditos não inclui a Reserva de Contingência.: No gráfico. Obs.666 171.532.00.153 445.714.553 418.710 189.Análise da Execução Orçamentária e Financeira Global Este item resume os valores globais da execução da Agência. totalizando as despesas do grupo Pessoal e Encargos Sociais (obrigatórias) e despesas dos grupos Outras Despesas Correntes e Investimentos.281 193.162.083 Despesa C=D+E 81.170.153 107.896.925 de Outras Despesas Correntes e Investimentos e R$ 108.239 80.350.

237. Pág.09 376.170.666. representando 99. o limite de pagamento global disponibilizado foi de R$ 185.174 . representando 92.74 referentes a exercícios anteriores. ref.983. referente a 2010) Subtotal referente a exercícios anteriores Total Pago em 2011 (I) Despesas do exercício de 2010 pagas nos dias 30 e 31/12/2010* (II) Total Pago do Limite de 2011 (I) + (II) Saldo da conta de Limite de Pagamento em 31/12/2011 (III) Valores em R$ 1.153.407. a 2008.789.74 182.162.58 referentes ao exercício de 2011. dos quais R$ 2.2.780.32 171.163.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.330. foram pagos R$ 171.423.163.26 107.992.77 são referentes a despesas realizadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2010.819.27 11.613. O quadro a seguir detalha a distribuição dos valores pagos com o limite de pagamento global liberado: QUADRO A.780. Valores em reais.627.423.373.407.73 (Incluindo pagamento de Restos a Pagar inscritos em 2010 e de anos anteriores).Quanto à execução financeira dos créditos originários da UJ. 2009 e 2010) Restos a Pagar pagos em 2011 (pessoal.77% do valor autorizado.729.16 – ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DESPESAS PAGAS NO EXERCÍCIO – NA UJ Item Despesas do exercício de 2011 (outros custeios e investimentos) Despesas do exercício de 2011 (pessoal) Subtotal do exercício de 2011 Restos a Pagar pagos em 2011 (custeios e investimento.64 Limite de Pagamento Global Disponibilizado (I)+(II)+(III) 185.447.73 Fonte: ANEEL.47 296. os pagamentos realizados nos dias 30 e 31/12/2010 impactam o limite de pagamento do exercício de 2011.21% do valor global disponibilizado. Desse total.237.447. Além disso.58 11. * Conforme determinação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O total dos créditos originários da UJ pago em 2011 foi de R$ 185.09. foram pagos também R$ 11.162.627.819.77 185.00 Valor Pago 63.434.613.32 2.

Constatou-se. Assim sendo. é: “Grau de alcance das Metas programadas em um determinado período de tempo independentemente dos custos aplicados”. deixando-se o aspecto da eficiência para ser avaliado de forma global. elaborado e divulgado pelo TCU. necessários ao aprimoramento da qualidade das ações. a metodologia concebida considera os dois parâmetros de forma conjugada. foram analisados métodos já testados.Dimensões de Análise. na grande maioria das ações da ANEEL. O conceito de eficácia. Pág. relativas à avaliação de desempenho no âmbito da Prestação de Contas. por meio dos seguintes procedimentos:   Avaliação do Grau de Eficácia de cada Ação do Programa. para a grande maioria das ações. Figura 2 . na qualidade da gestão e dos produtos. quase sempre. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação. Avaliação da Eficiência Global da Instituição. adotou-se. muitas vezes com o esforço da própria equipe da Agência. em particular o método de avaliação dos programas governamentais constante do “Relatório e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo da República de 2004”. da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial. do que propriamente na quantidade da meta realizada. No sentido de aprimorá-lo e melhor compatibilizá-lo com as orientações dispostas nas normas da CGU e do TCU. o índice de eficácia para a avaliação individual das ações. para o custeio de estudos. Portanto. de forma mais direta. considera-se: – Período de tempo: o exercício fiscal – Atividades: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica – Produtos: Produto de cada Ação. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados. expresso na Meta Física. Desse esforço resultou a metodologia de avaliação de desempenho institucional adotada nesta prestação de contas. nesta metodologia. Visto que a avaliação individualizada de cada uma dessas dimensões poderia resultar em conclusões limitadas a respeito do desempenho da Instituição. procurou-se adequar os parâmetros de avaliação conforme os conceitos adotados no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. contudo. elaborado pelo Tribunal de Contas da União. As metas decorrem. conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. Para fins desta avaliação.2. que levam à necessidade de implementar ações. Eficácia das Ações (EFA) Cumpre ressaltar que. a adoção de um índice de eficiência na avaliação individual das ações não levaria a resultados consistentes. frequentemente.175 . que possibilita a análise de desempenho por meio das dimensões Eficiência e Eficácia.4. limitações pontuais e distorções provocadas pelo citado método. as restrições na execução orçamentária podem impactar. análises e pesquisas. Por conseguinte. dada a pouca aderência entre os recursos despendidos e a quantidade de meta física realizada.7 -Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia Para concepção da metodologia de avaliação de desempenho da Agência.

Figura 2 .” Para fins desta avaliação. considera-se: Período de tempo: exercício fiscal Atividade: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Produtos: Produto de cada Ação. é: “Relação entre os produtos (bens e serviços) gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para tal em um determinado período de tempo.Dimensões de Análise.176 . Índice de Desempenho Orçamentário (IDO): relação percentual entre a Despesa Realizada e a Despesa Programada (%). Na aferição dos índices EFA.Eficácia das Ações (EFA): Índice de Desempenho das Metas Físicas (%) EFA = Onde: MR MP MR = Meta física realizada de cada ação do programa MP = Meta física prevista de cada ação do programa Eficácia Média das Ações (EFA Média): Média aritmética dos Índices de desempenho das Metas Físicas das Ações (ou Média do índice de eficácia das Ações). conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de eficácia: Referência da Análise EFICÁCIA Fonte: ANEEL Índice EFA ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficaz Satisfatória Insatisfatória Eficiência Global (EFG) O conceito de eficiência. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação. expresso na Meta Física. Onde: IDO = DR DP DR = Despesa Realizada das ações do programa e totalizada DP = Despesa Programada autorizada (ajustada ao contingenciamento) por ação Pág.

Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficácia das Ações (EFA) são mostrados nos quadros a seguir: Pág. Contribuição da União. Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis. Onde: EFG = EFA média IDO EFA Média: Eficácia Média das Ações (definida no tópico anterior) IDO: Índice de Desempenho Orçamentário (definido acima) global da Instituição Na avaliação do índice EFG. – a meta física programada para a ação Ouvidoria – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa. Reforma do Edifício Sede da ANEEL.177 . Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação. e a correspondente Contribuição para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais incidente sobre os Precatórios. Empregados e seus Dependentes. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos. já que a eficácia da instituição é representada pelos resultados de suas ações finalísticas. ou seja: Gestão e Administração do Programa. Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados. Assistência Médica e Odontológica aos Servidores.Eficiência Global (EFG): relação percentual entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO) da Instituição. sendo consideradas as seguintes premissas: – não são consideradas ações que não possuem meta física e ações de caráter administrativo (açõesmeio). Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos. – a exclusão das ações-meio da análise de eficácia evita distorções na avaliação. Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Publicidade de Utilidade Pública. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. a avaliação de eficácia concentra-se no conjunto das ações finalísticas. Autarquias e Fundações Públicas. foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de Eficiência Global da Instituição: Referência da Análise EFICIÊNCIA GLOBAL Fonte: ANEEL INDICE EFG ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficiente Satisfatória Insatisfatória Aplicação da Metodologia à ANEEL Índices de Eficácia das Ações (EFA) Nesta metodologia.

000 110 99 Meta Física Realizada B 1.921 288 122 EFA (Realizado %) C=B/A 101.23% 135.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Programação Execução Física Meta Física Prevista Unidade de Medida A Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1.80% 117. a Agência obteve um desempenho muito eficaz em 2011.17 .2.868 642 1. foi de 135.39% 261.644.15% 75.2. Pág.88%.QUADRO A.23% 135.15% 75. aferido pela Eficácia Média das Ações (EFA Média).178 .835 548 2.82% 123.88% Classificação Muito eficaz Muito eficaz Satisfatória Muito eficaz Muito eficaz Muito eficaz O índice de Eficácia do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.80% 117.03% Não se aplica Não se aplica 99.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Ações Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Pública EFA Média Fonte: ANEEL EFA 101.88% Itens Excluídos da Avaliação de Eficácia Área Reformada % de Execução Física 37 Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Servidor Capacitado Unidade 702 Não se aplica Unidade Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Produto Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média Fiscalização Realizada Ato Regulatório Publicado Solicitação Atendida Outorga Concedida Evento Realizado Reforma GAP Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Fonte: ANEEL 0.39% 261.01 Não se aplica Não se aplica 700 Não se aplica Não se aplica 0.82% 123.182.72% Não se aplica Não se aplica QUADRO A.18 . Sendo este o único programa finalístico sob responsabilidade da ANEEL.

19 .00% 12.504. totalizando R$ 418.792.00 11.692.414.00 1.00% 5.00% 98.526. alguns aspectos relevantes da metodologia adotada: – Para o cálculo do índice de Eficácia Média das Ações (numerador) são consideradas somente as ações finalísticas.730.00% Ações Excluídas da Avaliação de Eficácia 1. convém assinalar.255.223. a adoção da média aritmética simples dos índices de desenvolvimento das Metas Físicas.722.932. de forma individualizada. Esta lógica está baseada na constatação de que o alcance das metas das ações finalísticas resulta também do emprego dos recursos oriundos das ações-meio.102.200. A despesa programada é a autorizada (ajustada ao contingenciamento).526.00 32. dado que nem todas as despesas estão apropriadas.322.158. nas ações finalísticas.200.209. Desta forma.281.896.720. – No cálculo da Eficácia Média das Ações. todas as ações são avaliadas como se contribuíssem igualmente para o alcance dos resultados da Agência.2.500.999.179 .00 19. Pág.00 111.563.202.72% Não se aplica Não se aplica 7.00.542.00 1. leva a computar índices de ações de menor significado para o Programa com o mesmo peso daqueles alcançados por ações de maior relevância.202.287. que foram empenhados nessas unidades.00 3.379.00 44.406.Índice de Eficiência Global (EFG) Para aferição da Eficiência Global do conjunto de ações.00 1.694. Para o cálculo do Índice de Desempenho Orçamentário (denominador) a metodologia considera a totalidade das ações.00 1.00 166.00 2.412.475.532.01% Não se aplica Não se aplica 99.711.88% Execução Orçamentária Global * Despesa Despesa Realizada IDO LOA + Créditos Programada (DP) (DR) (Realizado %) F G H I=H/G Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 29.00 100.542.00 100.949.421.00 100.995.00 11.00 149.00 100.00 31.23% 135.281.320.00 111.763.976.00 145. a relevância de cada uma. preliminarmente.646.720.694.00 200. Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficiência Global (EFG) são mostrados nos quadros a seguir: QUADRO A.00 3.00 100.602.386.00 46.00% 56.00% Total (1+2) 222.00 193.00 3.347.218. incluindo as despesas de pessoal.00 189. incluindo os recursos destacados ao IPEA e ao TRT.00% 97. pois não seria possível ponderar.00 7.82% 123.784.995.00 2.00% 4.104. sem considerar fatores de ponderação. objetivamente e com precisão.00 19.00% 100.77% 97.445.000.212.00 25.304.12% 96.400.00% 3.00 97.39% 261.400.50% 100.304.223.421.646.647.693.15% 75.379. Em outras palavras.321.69% Fonte: ANEEL * OBS: a despesa refere-se ao orçamento da UJ.445.742.692.00 3.00 25.932.00 Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média / Subtotal 1 Reforma GAP (sem pessoal) Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Subtotal 2 0.00 44.347.80% 117.563.509.00 2.00 100.000.460.00 100.00 108.255.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Programação Eficácia EFA (Realizado %) E 101.949.457.244. é considerado o custo global dos insumos empregados para obtenção dos resultados.00 3.239.

calculado pela relação entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO). o desempenho da ANEEL no ano de 2011 é classificado como muito eficiente.20 .09% Muito eficiente Classificação A Eficácia Média das Ações (EFA Média). conforme exposto anteriormente. Por sua vez.88% Fonte: ANEEL Índice de Desempenho Orçamentário (IDO) B 97. Portanto.2.1 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Não houve reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos no ano de 2011.180 . obtido pelo cálculo da relação percentual entre o total da Despesa Realizada e o total da Despesa Programada. conforme demonstram os quadros acima. 3. INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A.69% Eficiência Global (EFG = EFA Média / IDO) C=A/B 139. acima.1.2 Análise Crítica da gestão do reconhecimento de passivos Não se aplica. foi de 135.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Índice de Eficácia Média das Ações (EFA Média) A 135.QUADRO A. foi de 139. em razão do exposto no subitem 3. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 3. foi de 97.88%. o Índice de Eficiência Global (EFG) alcançado.69%.09%. ITEM 3. segundo os parâmetros para classificação da Eficiência Global da Instituição estabelecidos. O Índice de Desempenho Orçamentário (IDO). 3. Pág.

83 19.418. estando divido em duas partes: Restos a Pagar Processados e Restos a Pagar não Processados: QUADRO A.669.1 Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores O Quadro A.40 13. Pág.506.82 6.601. bem como o saldo a pagar apurado no dia 31/12/2011.49 0.4.681.4.018.468/2011 prorrogou mais uma vez a validade desses restos a pagar.11 3. O Decreto nº 7. que foi de R$ 185.780.00 0.102.4.00 Restos a Pagar não Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 13.518.613. e Decreto nº 7. desde que atendidas as condições previstas em seu art.00 20.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 1.1 . em seu art. até 30/06/2012.268. O seu cancelamento poderia ocasionar futuramente a necessidade de reconhecimento de dívida.601. 1º.11 0.407.96 5.00 0.922. ITEM 4.471.99 303. MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A.73.99 0. ou seja.819. o Decreto nº 7.669.471.433.64 8.2 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar A estratégia de pagamento de Restos a Pagar adotada pela ANEEL é a determinada pela Lei nº 8.904.380.00 0. O pagamento de Restos a Pagar em 2011 trouxe impactos negativos na gestão financeira da Agência.64 11.362. Em 13/04/2011. o Decreto nº 7. Em relação aos restos a pagar de 2010. que é a estrita ordem cronológica das datas de suas exigibilidades. prorrogou a validade dos restos a pagar inscritos nos exercícios de 2008 e 2009 até o dia 30/04/2011.1 abaixo demonstra o montante de restos a pagar de exercícios anteriores inscritos e os respectivos valores cancelados e pagos. de 31/12/2010.978. acumulados até o final do exercício de referência do relatório de gestão.418/2010.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 0. 4. A permanência de Restos a Pagar por mais de um exercício financeiro deve-se à existência de pendências de pagamento de serviços contratados. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 4.00 5.654/2011 prorrogou seu prazo de validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição.872. Fonte: SIAFI.238.06 5.00 2010 2009 2008 Observações: Os pagamentos de Restos a Pagar inscritos em 2008 e 2009 foram autorizados pelo Decreto nº 7. foi inferior às necessidades de pagamento das despesas de 2011 somadas aos Restos a Pagar de anos anteriores.42 Valores em R$ 1.422. 5º.582. de 31/12/2010. de 13/04/2011.00 303.07 0. pois o limite financeiro recebido.49 3.SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES Ano de Inscrição 2010 2009 2008 Ano de Inscrição Restos a Pagar Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 5.468/2011.191.181 .407.666/1993.025.671.

5.2. Servidores de carreira em exercício provisório 1. de 20/05/2004.41%.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Servidores com Contratos Temporários 3.2. Total de Servidores Fonte: ANEEL . custos associados à manutenção dos recursos humanos.182 . Servidores em cargos efetivos 1. e o Quadro Específico da Agência. conforme tabela abaixo: Discriminação dos “servidores de carreira vinculada ao órgão” Discriminação Quantidade Especialista em Regulação 297 Analista Administrativo 151 Técnico Administrativo 156 Quadro Específico 19 Total de “servidores de carreira vinculada ao órgão” 623 Fonte: ANEEL . DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas as seguintes informações: a) b) c) d) e) f) composição do quadro de servidores ativos.1.2.2.6 foram inseridos para atender as especificidades da Agência De acordo com o quadro acima. composição do quadro de estagiários. Servidores de Carreira 1. Cargos de Natureza Especial* (Diretores) 2.4.871.1.2. Servidores de carreira em exercício descentralizado 1. bem como os ingressos e egressos no exercício de 2011: QUADRO A. sendo aqui considerados os cargos criados pela Lei nº 10. *os itens 1. 86. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 1. Servidores sem vínculo* 1. Membros de poder e agentes políticos 1.2. ou 623 servidores.5.2.1 – FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias dos Cargos Lotação Autorizada Efetiva 807 721 Não há 0 807 721 765 623 35 24 7 7 Não há 16 Não há 46 5 5 Não há 0 721 Ingressos Egressos no no exercício exercício 142 0 142 138 1 0 2 1 0 0 142 28 0 28 16 0 0 1 11 0 0 28 1. Pág.5. ITEM 5.1.2.2. são “servidores de carreira vinculada ao órgão”. composição do quadro de servidores inativos e pensionistas.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).1 5.6.5. locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços.5 e 1.1 Composição do Quadro de Servidores Ativos Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada O Quadro A. 5. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A. Servidores de carreira vinculada ao órgão 1.2.1 abaixo demonstra a composição da força de trabalho da UJ. indicadores gerenciais sobre recursos humanos.3.

Afastamentos 2.3. independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 3. em 2011.2 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada O Quadro A.1.3. sendo 63 Analistas Administrativos e 69 Especialistas em Regulação. Afastamento do cônjuge ou companheiro 5.2.5. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 3. contribui positivamente para o alcance das suas missões institucionais. Exercício de Cargo em Comissão 1. A pedido. Quantidade de pessoas na situação em 31 de dezembro 15 6 1 8 6 0 2 0 4 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 1 0 0 1 0 0 25 * Quanto às cessões previstas em leis específicas. independentemente do interesse da Administração por Motivo de saúde 3.2. totalizando assim 138 ingressos no exercício 2011. a critério da Administração 3. Capacitação 5. 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”.4.2.4. O quadro de pessoal inclui.5. Licença remunerada 4. Para Exercício de Mandato Eletivo 2. Removidos 3. Exercício de Função de Confiança 1.1. sendo 4 Especialistas em Regulação. Mandato classista 6. Total de servidores afastados em 31 de dezembro Fonte: ANEEL . esses são ex-empregados da extinta Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras (CAEEB). A pedido. havia 25 afastamentos.2 a seguir demonstra as situações que reduzem a força de trabalho da UJ. A pedido. Outras situações previstas em leis específicas* 2. o que.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). no interesse da Administração 3. Doença em pessoa da família 4. Cedidos 1. de 11/05/1994. anistiados com base na Lei nº 8. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. Registraram-se também. Ao final do exercício de 2011. ainda. Licença não remunerada 5. Atividade política 5. independentemente do interesse da Administração por Processo seletivo 4.3. No que tange aos 7 “servidores de carreira em exercício provisório”. sem dúvida.1. Para Estudo ou Missão no Exterior 2. estas são especificadas a seguir: Pág.5. antes preenchidos por aprovados no concurso de 2010. De oficio.1.1. 5.878. QUADRO A. Outras situações 7. Por se tratar de uma Agência relativamente nova e ter um quadro de pessoal enxuto. mas apenas em 2011 houve a nomeação dos aprovados com nível superior.183 .2.5. dos quais 15 (60%) correspondem a servidores cedidos a outros órgão e entidades. 6 Técnicos Administrativos ingressaram na Agência em 2011 para ocupar cargos vagos. a ANEEL possui poucos servidores afastados.Em 2010 a ANEEL realizou concurso público.1.3. Além desses.4.2. Para Serviço em Organismo Internacional 2. 16 servidores requisitados de outros órgãos ou entidades.2 – SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 Tipologias dos afastamentos 1. Interesses particulares 5. Serviço militar 5. A pedido.

007.5.2. de 10/02/1993 Lei nº 9. de 30/03/1995 5. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 95 2.2. Cargos em comissão 96 96 1. Total de servidores em cargo e em função 214 Fonte: ANEEL . de 17/03/1995 Lei nº 6. Sem vínculo Não há 46 1. Funções gratificadas 130 118 2.1. sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”.2. Grupo Direção e Assessoramento superior 91 91 1.2.2. Servidores de outros órgãos e esferas Não há 3 3. Aposentados Não há 0 2. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).007.1. Ingressos Egressos no no exercício exercício 28 11 0 0 28 11 19 0 0 0 1 0 1 11 0 0 2 0 7 0 1 0 1 0 30 11 Em 31/12/2011.4. Fundamento Legal Lei nº 9.2.1.007. de 30/03/1995 Lei nº 9. aqui considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs).5.007. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 20 2.3.3.3 abaixo identifica a estrutura de cargos em comissão e de funções gratificadas da UJ: QUADRO A.021.Cessões com fundamentação em leis específicas Matrícula Item Órgão/Empresa SIAPE 1 1559806 Presidência da República 2 1441087 Presidência da República 3 1585193 Presidência da República 4 1310618 Conselho Administrativo de Defesa Econômica 5 2345460 Presidência da República 6 450909 Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal 7 1534942 Advocacia-Geral da União 8 1441047 Defensoria Pública Geral da União Fonte: ANEEL . Servidores de outros órgãos e esferas Não há 13 1.1. Cargos Natureza Especial 5 5 1. de 17/03/1995 Lei nº 9.184 .020.2. Pág.2. de 07/06/1982 Lei Complementar nº 73.999. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 2 1. de 17/03/1995 Lei nº 9. que representam os diretores da Agência.3 – DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO Lotação Tipologias dos cargos em comissão e das funções gratificadas Autorizada Efetiva 1. de 17/03/1995 Lei nº 9.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).3 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada O Quadro A. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 30 1. a ANEEL possuia 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos.5.

5.00% 45.4 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Até 30 anos 1.99% 33.3.1. Tipologias do Cargo Quantidade de Servidores por Faixa Etária De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de 60 anos anos anos anos 275 61 47 6 0 0 0 0 275 61 47 6 0 0 0 0 35 18 25 10 2 0 3 0 33 18 22 10 0 0 0 0 310 79 72 16 O gráfico abaixo representa o percentual de servidores divididos entre as diversas faixas etárias: Gráfico 43 . Grupo Direção e Assessoramento Superior 10 2. Cargos de Natureza Especial 0 2.3.00% 20.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).Percentual de Servidores da UJ por Faixa Etária Servidores da ANEEL por Faixa Etária (%) 50. Servidores de Carreira 234 1.2.1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Funções gratificadas 0 3.00% 42. Servidores com Contratos Temporários 0 2.00% 30.99% 2.00% 40.5.1.96% 9.00% 15.2. Pág.00% 5.00% 25. Observa-se que cerca de 77% do quadro de servidores possui até 40 anos. Provimento de cargo em comissão 10 2.185 .4 a seguir demonstra o perfil etário do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A. Membros de poder e agentes políticos 0 1.4 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade O Quadro A.00% 35.22% Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos Acima de 60 anos Fonte: ANEEL . Totais (1+2) 244 Fonte: ANEEL .00% 10.00% 0.84% 10. Provimento de cargo efetivo 234 1.5.

Alfabetizado sem cursos regulares.Superior. Provimento de cargo em comissão Quantidade de pessoas por nível de escolaridade 1 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 5 81 0 81 0 18 6 289 0 289 0 51 7 149 0 149 0 22 8 89 0 89 0 4 9 15 0 15 0 3 2.1. informando o quantitativo dos servidores inativos na UJ em 31/12/2011 e o número de aposentadorias ocorridas em 2011: Pág.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).1. 5. que compreende a composição do quadro de servidores inativos. Funções gratificadas 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3. 5. 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência.2. o que influencia diretamente no alcance dos objetivos institucionais.5 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias do Cargo 1.1 Classificação do quadro de servidores inativos da unidade jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria O Quadro A. Servidores com Contratos Temporários 2. invalidez permanente e outras).6 a seguir demonstra a composição do quadro de servidores inativos da UJ.2. 4 . Cargos de Natureza Especial 0 0 0 0 0 1 3 0 1 2.3.2. de acordo com os regimes de proventos (integral e proporcional) e de aposentadoria (voluntária.Primeiro grau incompleto.5. 5 . 6 .Segundo grau ou técnico. Provimento de cargo efetivo 1. compreendendo.1.186 . servidores com curso de nível superior e mestrado. razão pela qual a quantidade de servidores apenas com nível médio é reduzida.Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação.3. Grupo Direção e Assessoramento 0 0 0 0 18 50 19 4 2 Superior 2. principalmente.1 a seguir. 8 – Mestrado.5 a seguir retrata o perfil de escolaridade do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A. 7 . Constata-se que o quadro de pessoal da Agência é bem qualificado.5.2.2 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas As informações sobre o Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas são prestadas no item 5. Muitos servidores ocupantes do cargo de Técnico Administrativo possuem curso superior. Totais 0 0 0 0 99 340 171 93 18 Legenda Nível de Escolaridade: 1 . 2 . compulsória.5. Fonte: ANEEL .5 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade O Quadro A.5.Primeiro grau. visto que a UJ não possui instituidores de pensão. 3 . Membros de poder e agentes políticos 1. Servidores de Carreira 1.Analfabeto.

193.8 . Totais 3 1 Fonte: ANEEL . Proporcional 1 1 2.3 Invalidez Permanente 0 0 1. 5.425.2 Área Meio 20 21 12 13 75.473.00 2.7 – “Composição do Quadro de Instituidores de Pensão . discriminados de acordo com o nível de escolaridade exigido e com a alocação dos estagiários na estrutura da UJ (na área fim ou na área meio): QUADRO A.2 Demonstração das origens das pensões pagas pela unidade jurisdicionada Cumpre informar que a UJ não possui Instituidores de Pensão.2.374. sendo que o mais recente aposentou-se no exercício de 2011. Nível de escolaridade Ao final do ano.3 Invalidez Permanente 0 0 2.00 Fonte: ANEEL .858.2 da Portaria TCU nº 123/2011.00.5. portanto não se aplica à realidade da Agência a demonstração a que se refere o Quadro A.232. Nível superior 57 63 44 43 233.425.8 abaixo contempla os quantitativos trimestrais de contratos de estágio vigentes.2 Compulsória 1 1 2.720.Situação apurada em 31/12”. definido no item 5.1 Área Fim 12 16 13 9 48. a Agência mantinha 56 contratos de estágios vigentes. Regime de Proventos / Regime de Aposentadoria A composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrange apenas 3 (três) servidores aposentados.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Nível Médio 13 21 17 13 65.00 2.00) 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre 1.5.00 3. Pág. 5.3 Composição do Quadro de Estagiários O Quadro A.6 – COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO Quantidade De Servidores Aposentados até De Aposentadorias Iniciadas no 31/12 Exercício de Referência 1.00 1.2 Compulsória 0 0 1.187 .COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício (em R$ 1.4 Outras 0 0 3. A despesa com estágios no exercício totalizou R$ 298. Total 70 84 61 56 298.5. Integral 2 0 1.QUADRO A.1 Voluntária 2 0 1.00 1.5.1 Área Fim 37 42 32 30 157.00 2.4 Outras 0 0 2.2 Área Meio 1 5 4 4 16.1 Voluntária 0 0 2.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).

404.00 2.530.698.00 Exercícios 2010 0.50 1.057.00 Tipologias/ Exercícios Vencimentos e vantagens fixas Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações 0.922.44 235.439.00 0.00 0.799.887.804.293.371.859.QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES Despesas Variáveis Despesas de Exercícios Anteriores 0.90 548.03 705.52 796.791.544.00 2009 0.00 0.294.647.047.598.800.00 0.58 1.425.59 265.00 0.08 192.110.00 34.00 0.00 Exercícios 2010 0.00 0.53 11.24 14.63 Servidores ocupantes de cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior 2011 1.848.00 0.815.481.95 0.00 0.924.00 0.50 505.38 2.427.08 47.403.32 651.602.00 0.00 0.79 7.00 0.461.549.00 1.668.50 623.00 614.832.00 0.00 0.4 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada O Quadro A.97 Pág.40 0.54 0.814.00 28.00 0.00 0.677.00 0.75 956.00 Servidores Cedidos com ônus ou em Licença 2011 2.00 0.680.751.159.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).00 0.22 Servidores ocupantes de Cargos de Natureza Especial 2011 72.210.66 2009 42.09 1.00 0.980.00 0.52 47.78 1.00 0.38 6.14 317.00 0.909.226.00 0.00 0.208.08 Exercícios 2010 41.00 0.00 0.27 1.45 1.289.00 59.00 0.49 1.00 0.00 0.00 0.286.9 a seguir demonstra a composição do quadro de custos de pessoal da UJ nos exercícios de 2009 a 2011: QUADRO A.353.842.75 809.00 0.42 6.66 1.77 279.139.98 Exercícios 2010 2.363.284.228.00 0.542.063.401.00 0.870.692.667.726.64 0.00 Servidores de Carreira que não ocupam cargo de provimento em comissão 2011 52.529.964.623.615.95 6.00 0.5.002.29 0.458.583.358.97 2009 0.94 414.574.466.00 0.00 0.82 694. 0.119.83 11.00 0.00 0.91 Exercícios 2010 11.281.225.00 0.00 2.00 0.144.584.466.76 222.64 0.633.00 20.432.149.08 457.72 4.914.534.61 0.258.499.26 1.00 0.22 551.00 0.90 Exercícios 2010 1.36 Servidores ocupantes de Funções gratificadas 2011 5.00 0.00 0.750.998.10 2009 3.709.31 0.23 Exercícios 2010 52.037.05 190.104.00 4.00 0.271.00 0.482.376.88 38.00 0.596.00 0.00 0.715.00 0.00 0.00 0.347.661.74 92.01 22.141.828.00 0.00 0.905.44 705.75 411.287.937.744.087.00 0.91 0.328.00 7.048.00 0.634.77 14.75 15.334.00 0.349.84 49.00 0.50 18.00 0.00 13.22 143.08 44.798.775.00 0.399.00 0.05 2009 711.00 235.58 Fonte: ANEEL .57 860.662.00 0.312.00 0.80 .266.08 61.00 0.25 10.54 0.253.591.82 2.00 3.833.00 0.00 2009 0.00 0.783.50 2009 7.00 Decisões Judiciais Total Membros de poder e agentes políticos 2011 0.11 0.86 0.00 0.00 0.332.760.24 16.00 2.00 0.5.58 28.546.00 0.5.485.476.00 52.079.00 0.10 37.00 0.00 0.00 0.00 194.29 0.925.00 64.00 0.00 69.00 3.531.719.00 0.63 0.218.977.106.00 182.872.385.869.99 Demais despesas variáveis 0.00 0.00 0.00 0.00 12.00 8.171.19 1.22 796.188 Benefícios Assistenciais e previdenciários 0.43 1.030.268.19 Servidores com Contratos Temporários 2011 0.83 45.00 5.00 0.51 67.9 .572.00 131.939.00 538.08 5.334.

3 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza. amparadas no Decreto nº 2. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 L O 025/2009 05058935/0001-42 02/03/09 01/03/12 50 50 2008 V O 051/2008 04559666/0001-35 21/05/08 20/05/12 35 35 Observação: As contratações atuais são regulares.5. mesmo que não efetivados no exercício.9 – “Cargos e atividades inerentes a categorias funcionais do plano de cargos da unidade jurisdicionada” e o Quadro A. Por isso. (P) Ativo Prorrogado.5.1 acima. esse demonstrativo não se aplica à realidade da ANEEL. definidos no item 5.5. e também pelo exposto no item 5.2 da Portaria TCU nº 123/2011 deve ser preenchido somente pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato.5. mesmo que já encerrados.5 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada A terceirização da mão-de-obra empregada pela UJ é demonstrada por meio dos quadros apresentados a seguir: 5.10 – “Relação dos empregados terceirizados substituídos em decorrência da realização de concurso público ou de provimento adicional autorizados”. Portanto não se aplicam à realidade da Agência as demonstrações a que se referem o Quadro A. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental. (V) Vigilância Ostensiva.5.5.669/0001-29 Informações sobre os contratos Nível de Escolaridade Período contratual Empresa exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Contratada contratados atividades Área Nat.9.5.5. 5.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Sit. LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene.5.1 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão Cumpre informar que a ANEEL não terceiriza cargos ou atividades típicos de categorias funcionais do seu plano de cargos.271/1997. Natureza: (O) Ordinária. higiene e vigilância ostensiva pela unidade O Quadro A.5. Notar que a Portaria repete a identificação A. (C) Efetivamente contratada. QUADRO A. (E) Encerrado. (M) Ensino Médio.12 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02.5.11 a que se refere o item 5.5. (E) Emergencial. (S) Ensino Superior. Fonte: ANEEL . Situação do Contrato: (A) Ativo Normal.12 a seguir compreende os contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva que estiveram em vigência no exercício de 2011.1 da Portaria TCU nº 123/2011. 5. P P Pág.189 . Orçamento e Gestão (MP).2 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados O Quadro A. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011.270. já usada no quadro anterior.5.

3. As contratações atuais são regulares.271/1997. Manutenção de bens móveis 11. (C) Efetivamente contratada. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011. Transportes.5.190 . Informática.4 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão O Quadro A. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 7 O 118/2009 20525093/0001-85 31/07/09 30/01/12 70 64 2009 11 O 119/2009 00681882/0001-06 22/08/09 21/08/12 2 2 2 2 1 1 2010 12 O 49/2010 03073654/0001-33 28/06/10 27/06/12 8 8 2010 4 O 44/2010 08362490/0001-88 15/07/10 14/07/12 12 12 1 1 2010 11 O 176/2010 08220952/0001-22 25/11/10 24/11/12 4 4 13 13 3 3 2010 6 O 179/2010 73834483/0001-01 27/12/10 26/12/12 22 22 2011 14 O 38/2011 05496394/0001-34 10/01/11 09/01/12 31 29 8 8 2011 14 O 73/2011 26413146/0001-52 10/03/11 09/03/12 2 2 Sit. Auxiliar Operacional. 9. 10. (P) Ativo Prorrogado. Manutenção de bens imóveis 12. Reprografia. amparadas no Decreto nº 2. Contrato 73/2011 – Nutricionista.5. (E) Emergencial. 4. Excetuam-se deste Quadro os contratos relativos a Limpeza e Higiene e Vigilância Ostensiva. 2. Copeiragem.13 abaixo compreende os contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra que estiveram em vigência no exercício de 2011.12 anterior. Telecomunicações. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág. Segurança. Outras Natureza: (O) Ordinária. 5. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal. Recepção. Conservação e Limpeza. Telefonista. Brigadistas 13. 6. mesmo que não efetivados no exercício.13 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02.270. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes 14. 8. Fonte: ANEEL .5. mesmo que já encerrados. (S) Ensino Superior.669/0001-29 Informações sobre os contratos Período contratual Nível de Escolaridade exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Empresa Contratada contratados atividades Área Nat. P P P P P P A A Observação: Área 14 (Outras): Contrato 38/2011 – Contínuo. QUADRO A. (M) Ensino Médio.5. (E) Encerrado. Vigilância. LEGENDA Área: 1. 7. tratados no Quadro A.5.

78 95. Essas quantidades estão demonstradas no Quadro A.  Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais Não houve acidentes de trabalho nem servidores acometidos de doenças ocupacionais. Assim.69 2.5.6 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos Os indicadores gerenciais sobre recursos humanos da ANEEL são apresentados nos itens a seguir:  Absenteísmo O Absenteísmo é definido da seguinte forma: Absenteísmo = número de dias de faltas justificadas e injustificadas / (quantidade de servidores X total de dias trabalhados). não há problemas de reposição do quadro. em um total de 7. Na avaliação para fins de desenvolvimento na carreira. Pág. o fator disciplina teve apuração média de 7.644 416  Disciplina O fator disciplina do processo de gestão do desempenho teve apuração média de 7.191 .1.5. com o público de 449 servidores. autoavaliação e avaliação da equipe.  Rotatividade (turnover) A taxa de rotatividade percentual da força de trabalho é dada pela soma do número de admissões e vacâncias/exonerações. a taxa de rotatividade no ano foi de (142 entradas+28 saídas) / 2 / 721 x 100 = 11. Essa avaliação é resultado apenas da percepção da chefia.39. na avaliação para fins de pagamento da gratificação de desempenho.43 3. em um total de 7. a ANEEL concedeu apenas uma aposentadoria de um servidor efetivo da Agência.10%. a taxa de absenteísmo no exercício foi de 4. com o público de 465 servidores.38. multiplicada por 100.  Aposentadoria versus reposição do quadro.  Educação Continuada O quadro a seguir apresenta os principais indicadores resultantes das ações de capacitação realizadas em 2011: Indicador Investimento médio por servidor capacitado (R$) Número médio de participação por servidor Média de horas de capacitação por servidor (h) Número de participações Número de ações realizadas Realizado em 2011 2. Portanto.79%. Até o momento. Portanto. Essa avaliação é resultado de três fontes: avaliação da chefia. dividida por dois.850.5 pontos. e dividida pelo numero total de servidores.5 pontos.

e o de progressão e promoção. As médias da avaliação para concessão de gratificação e para desenvolvimento na carreira são bem próximas devido ao fato de três fatores avaliativos serem comuns aos ciclos: (1) disciplina e cumprimento de normas. Embora os ciclos sejam distintos. 3 servidores não obtiveram desempenho suficiente para obtenção do valor máximo da parcela individual (80 pontos – parcela institucional. 20 pontos – parcela individual). Na avaliação individual para concessão de gratificação. 7 servidores não tiveram desenvolvimento na carreira. Considera-se como resultado satisfatório para concessão da gratificação individual integral e para progressão e promoção o desempenho superior ou igual a 85 (oitenta e cinco pontos).35 e a individual 97. Desempenho funcional Nas avaliações para fins de concessão de gratificação a nota institucional foi de 96.192 .Superintendência de Recursos Humanos (SRH). (2) produtividade. Pág.52 (resultado médio consolidado). respectivamente.78. e (3) responsabilidade e comprometimento com o trabalho. em uma escala de 0 a 100. Para fins de desenvolvimento na carreira (progressão e promoção) a média das avaliações foi de 96. eles apresentam mais de 60% do período avaliado coincidentes e a conclusão de cada um é temporalmente próxima à do seguinte: o de gratificação termina em 30 de junho. Já na avaliação para progressão e promoção.Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual . Os dois gráficos a seguir demonstram as notas de avaliação individual dos servidores.Avaliação individual dos servidores para fins de concessão de gratificação de desempenho . Gráfico 44 . sendo que 3 em virtude de não atendimento ao requisito mínimo de desempenho e os demais por não atenderem aos requisitos mínimos de capacitação. em 31 de outubro. obtidas nas avaliações para fins de concessão de gratificação de desempenho e para fins de progressão e promoção na carreira.Gratificação de desempenho 140 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 85≤ N =100 N N N N N N N N N N N N N N <85 <100 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <86 99 124 81 29 16 18 12 8 4 5 1 2 2 3 3 Série1 39 Fonte: ANEEL .

Além desses. Análise Crítica da Gestão de Recursos Humanos Após quase três anos sem provimento de vagas do quadro efetivo de nível superior. hipertensão e outras. contabilizando 142 ingressos. Orçamento e Gestão (MP) autorizou a nomeação de 139 cargos (63 Analistas Administrativos e 76 Especialistas em Regulação). têm sido geralmente curtas. problemas de coração.193 . a entrada dos aprovados no Concurso de 2010 também reforçou outra característica do quadro: a idade.27% do total.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). concedidas independentemente do interesse da Administração. A nomeação dos concursados representou um avanço para a Agência no cumprimento de suas metas institucionais. pois nessa faixa são mais raras as doenças crônicas e suas complicações. O fato evidencia ainda mais a qualificação do quadro. Pág. O baixo número de aposentados – apenas três – também é reflexo da faixa etária do quadro.Gráfico 45 . Um ponto que merece destaque é o alto nível de escolaridade dos servidores da ANEEL: dos 721 servidores que compõem o quadro da Agência. houve acréscimo de 1 cargo de livre provimento. o equivalente a 86. Essa característica está relacionada aos afastamentos por motivos de saúde. dos quais 132 foram providos (63 Analistas e 69 Especialistas). Além disso.Avaliação individual dos servidores para fins de progressão e promoção na carreira Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual .Progressão e Promoção 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 86≤ 85≤ =10 N N N N N N N N N N N N N N N N 0 <10 <85 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <87 <86 0 64 57 41 41 37 20 8 8 8 2 3 2 1 5 3 Série1 104 61 Fonte: ANEEL . pois 28% dos cargos exigem apenas o segundo grau. 2 requisitados e 1 servidor sem vínculo. como diabetes. O Ministério do Planejamento. ao final do ano. 622 possuem nível superior. Assim. a ANEEL teve a autorização para nomeação dos candidatos aprovados no Concurso de 2010 publicada em junho de 2011. pois incrementou sua força de trabalho com a entrada de 138 novos servidores das carreiras vinculadas ao órgão. responsáveis por afastamentos mais longos. de modo que não havia registro de servidores afastados por esse motivo. com 13. com cerca de 77% dos servidores compreendidos na faixa abaixo dos 40 anos.73% registrados com formação equivalente a segundo grau ou técnico. o que elevou a força de trabalho para 721 profissionais. as licenças por motivo de saúde.

contrato de repasse. considerados todos os termos aditivos. ITEM 6. e ainda. informa os valores pactuados das transferências e contrapartidas.6. identifica o instrumento de transferência e o beneficiário.1 Instrumentos de transferências vigentes no exercício Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 O Quadro A. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas informações sobre as transferências mediante convênio. a situação da transferência registrada no Sistema SIAFI.6. 6. termo de cooperação. Pág.194 . as datas de início e fim de vigência dos instrumentos. termo de compromisso ou outros acordos. O quadro indica a modalidade de transferência.1. bem como os repasses efetuados no exercício e os acumulados até o final do exercício. ajustes ou instrumentos congêneres.1 6.1 a seguir apresenta o conjunto de instrumentos de transferências vigentes no exercício de 2011. INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A. vigentes no exercício de referência.

321/0001-73 02.350.944.600.160.377.962.045/0001-00 02.405.730.000.24 619.47 1.99 8.00 2.59 18.049.633.169.804.633.28 31.99 262.57 8.000.057.940.000.48 485.500.045/0001-00 01.751.486.000.000.303.CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.26 40.01 678.150.70 8.962.47 2.997.631.608.633.012.085.962.982.082/0001-10 04.904.347.191.045/0001-00 - Vigência Início 01/01/2007 17/04/2007 16/05/2007 07/06/2007 27/06/2007 14/02/2008 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 Fim 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2010 Sit.896. 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 1 1 1 1 1 1 1 1 1 - Pág.130/0001-90 04.747.705.636.669/0001-29 Nº do instrumento 001/2007 002/2007 003/2007 004/2007 005/2007 007/2008 010/2008 011/2008 012/2008 013/2008 014/2008 014/2010 005/2010 006/2010 007/2010 015/2010 001/2010 002/2010 003/2010 004/2010 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Acumulado até o Global Contrapartida No exercício exercício 9.803.84 504.00 1.916.541.27 383.24 413.76 845.192.51 759.397.00 965.202.962.249/0001-01 03.962.47 1.00 3.486.59 4.192.01 395.598.17 143.000.06 31.163.57 45.91 125.404.631.109.446.00 Modalidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 5 5 5 1 5 5 5 5 Total Convênios e Contratos de Metas Beneficiário 03.089.02 5.538.150.52 Valores em R$ 1.743.945.300.199.150.00 1.222.550.654.00 568.00 1.405.90 4.357.03 9.800.000.93 619.95 1.513.150.567.93 709.34 16.962.707.537.810.931.40 696.650/0001-69 04.6.48 10.635.000.000.011.369.781.23 395.027.318.000.60 2.486.457.906.27 888.457.895.321/0001-73 02.03 8.804.466.204.74 3.340.51 1.141/0001-10 03.635.52 480.91 143.72 262.82 15.407/0001-70 03.119/0001-33 01.803.500.094.00 1.123.930.045/0001-00 01.195 .486.06 1.321/0001-73 01.460.1 .251.67 624.76 696.67 192.43 5.028.071.659.438/0001-53 02.838.045/0001-00 01.457.00 4.15 624.321/0001-73 02.26 5.113.896.72 953.561.270.131.454.083.672.QUADRO A.397.909/0001-62 02.081.98 2.295/0001-20 07.045/0001-00 01.665.800.188.78 383.00 5.60 2.28 5.38 2.

175/0001-00 533.Concluído 5 .892.00 3 004/2011 33.32 16.32 38.733.892.Adimplente 2 .Rescindido 7 – Arquivado Pág.400.34 3 002/2010 33.89 46.32 3 010/2011 03.400.020.286.705.Contrato de Repasse 3 .000.175/0001-00 76.91 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC).32 TOTAL 125.286.338/0001-07 Total Termos 647.871.Termo de Cooperação 4 .84 Vigência Início 13/09/2010 23/05/2011 01/11/2011 21/11/2011 Fim 12/03/2012 22/11/2011 30/04/2012 28/02/2013 Sit.000.Inadimplência Suspensa 4 .091.400.Termo de Compromisso 5 – Contrato de Metas Valores Repassados Acumulado até o No exercício exercício 262.Inadimplente 3 .00 3 007/2011 33.00 76.00 76.32 376.Excluído 6 .286.892.175/0001-00 38.890.00 38.32 524.132.686. LEGENDA Modalidade: 1 .Modalidade Nº do instrumento Valores Pactuados Beneficiário Global Contrapartida 18.196 .686.188. 1 1 1 1 Situação da Transferência: 1 .152.334.358.00 409.Convênio 2 .

O Convênio não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas.804.427. com a redação dada pela Lei nº 12. da Lei nº 9. e estabelecem os valores a serem transferidos. bem como estabelece vigência por prazo indeterminado. que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal. acrescentada para atender à especificidade da UJ. de 23/11/2010. sendo identificados pela Modalidade 5. em seu art. com vistas à celebração de novos instrumentos. da Constituição Federal. Os Contratos de Metas possuem vigência de até doze meses. Os novos instrumentos firmados em conformidade com a legislação supracitada não têm previsão de contrapartida por parte dos conveniados. da Lei nº 9.6. Pág. No entanto.045/0001-00 ter sido rescindido em 31/12/2010. 9º da Lei nº 12. e III . no âmbito de cada um desses Convênios de Cooperação (nos 14 e 15/2010) foram firmados Contratos de Metas. alínea “b”. Foram firmados novos instrumentos de transferência com as Agências Reguladoras Estaduais ARCE e AGERGS. com base nos arts. com a redação dada pela Lei nº 12. O Contrato de Metas observa as seguintes diretrizes: I . logo abaixo do convênio a que se vinculam.1. 20 a 22.06. adstrita a um exercício financeiro.  Desta forma.1. todas as despesas relacionadas à execução descentralizada de atividades passam a ser custeadas pela ANEEL. de 26/12/1996. Isso se deveu ao fato de a Auditoria Interna da ANEEL.AGERGS. amparados na Resolução Normativa nº 417. bem como tem vigência por prazo indeterminado.962. 37. 20 a 22.111/2009. cumpre informar que estes foram rescindidos em 31/12/2011. inciso XII. em atendimento ao disposto no art.197 . nos novos instrumentos. Esses Contratos de Metas estão relacionados no Quadro A. Apesar de o convênio nº 014/2008 celebrado com a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Rio Grande do Sul . CNPJ 01. Contrato de Metas: instrumento pactuado entre a ANEEL e a AGÊNCIA (estadual) por meio do qual são fixadas as atividades a serem executadas em regime de gestão associada de serviços públicos.111/2009. os novos convênios nos 14 e 15/2010 não possuem informações sobre valores pactuados. os quais executam. de 09/12/2009. relativo ao ressarcimento de pessoal não utilizado no ano de 2009. 21. que autoriza a gestão associada de serviços públicos.111. e regulamentados na Resolução Normativa nº 417/2010. a qual determina. Portanto.contraprestação baseada em custos de referência. Esses novos instrumentos firmados são definidos como segue:  Convênio de Cooperação: instrumento pactuado entre a União e o Estado-membro. após emissão do Relatório de Auditoria . em 2011 foi repassado o valor de R$ 31. ter informado que a ANEEL deveria reembolsar à Agência esse valor. por se tratarem de instrumentos celebrados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010. por delegação. adstrita a um exercício financeiro. estabelecidas no art.controle de resultados voltado para a eficiência da gestão. que o convênio de cooperação não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas. competências da União relativas aos serviços de energia elétrica.vinculação ao Convênio de Cooperação.007/2010-AIN/ANEEL concluído ao final de 2010 e referente ao exercício de 2009.Projeto Programado PP . II . repassados e sobre a vigência.No tocante à situação dos convênios (legenda “6”) discriminada no quadro A. instrumentos previstos nos arts.6. para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos.427/1996. os quais possuem vigência de até doze meses.

358.890.58 22. sendo que os valores referem-se à totalidade e não somente aos instrumentos celebrados em cada exercício. 2010 e 2009.6. assinado entre a ANEEL e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ).527.125.35 Termo de Compromisso Totais 57 26. Quantidade de instrumentos independentemente do ano de celebração do celebrados em cada exercício Modalidade instrumento (em R$ 1.3 . este instrumento visa à cooperação técnica sobre energia e não contempla transferência de recursos entre as partes. e os respectivos valores repassados nesses exercícios.846.31 13.286.755.01 15.686.3 abaixo contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência e os valores já repassados e a serem transferidos.32 123.67 3. 6.620.31 11.06 Termo de Compromisso 1 Totais 12 2 9 16.976.00) % do Valor global instrumentos Modalidade Repassados Previstos para repassado até o final com vigência em Contratados do exercício de 2011 até 2011 2012 2012 e seguintes Convênio 12 Contrato de Metas 42 26.135.99 14.32 147. 6.RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Quantidade de Valores (R$ 1.90 23.2 a seguir contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência celebrados nos exercícios de 2011.020.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Montantes repassados em cada exercício.100.2 .6.370.517.38 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio-SLC e Superintendência de Administração e Finanças-SAF Pág.721.58 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 1 1 376.88 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF).2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios O Quadro A.3 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes O Quadro A.1.125.436.813.126.666.82 Contrato de Metas 7 3.35 3.006.No que diz respeito ao Termo de Cooperação nº 010/2011.536.RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.00 78.334.354.270. QUADRO A.89 14.449.00) 2011 2010 2009 2011 2010 2009 Convênio 2 1 7 13.6.388.96 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 571.198 .00 429.572.875.32 447. relativos aos instrumentos que permanecerão vigentes no exercício de 2012 e seguintes.01 15.270.697.115.135.6.1. QUADRO A.

4 . a ANEEL autorizou que a prestação de contas do 1º trimestre de 2011 fosse apresentada em conjunto com a prestação de contas do 2º trimestre. outros 35 Contratos de Metas foram firmados com vigência e previsão de transferências de recursos no exercício de 2012.4 abaixo demonstra a quantidade de instrumentos de convênio. 6.2 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios. Já a prestação de contas financeira é responsabilidade da unidade recebedora dos recursos junto aos órgãos de controle.Os doze convênios que vigerão em 2012 foram firmados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010.01 2010 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade 54 Contas prestadas Montante Repassado 14.6. os quais foram pactuados nos respectivos Contratos de Metas.246.735. diferentemente de 2010.950. quando foram previstas 48 prestações. amparados na Resolução Normativa nº 417/2010. OBS: Cada convênio presta contas trimestralmente. termos de cooperação e contratos de repasse O Quadro A.199 .6. Vinculados a esses convênios foram firmados 7 Contratos de Metas.00 Quantidade 48 Contas prestadas Montante Repassado 14. o que representou uma redução de 10 prestações de contas. b) A ANEEL celebrou dois novos convênios com as Agências estaduais ARCE e AGERGS. Portanto. que tiveram repasses em 2011.688.00 Para os Termos de Cooperação celebrados entre a ANEEL e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).579. QUADRO A. de termos de cooperação e de contrato de repasse. Isto se deve aos seguintes motivos: a) Em virtude da liberação atrasada dos recursos financeiros para as Agências estaduais. No que se refere aos antigos convênios.36 2009 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade Anteriores a Contas NÃO 2009 prestadas Montante Repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF). Os 7 Contratos de Metas firmados em 2010. segmentados por ano em que deveriam ser prestadas as contas. Exercício da Prestação de Contas Valores em R$ 1. para o ano de 2011 foram previstas 30 prestações de contas. existem 4 prestações de contas por convênio no ano. a partir de 01/01/2012 para conclusão das atividades programadas e não realizadas no exercício de 2011. Pág.370.RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.063. Na coluna “Convênios” estão informadas as quantidades de contas prestadas e não prestadas. TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE Unidade Concedente Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02. foram prorrogados por 90 dias. somente a prestação de contas da execução física do objeto é exigida para atesto da unidade concedente. Além desses. assim como os respectivos montantes repassados. razão pela qual não envolvem transferência de recursos financeiros.270.020.75 2011 Quantidade 12 Contas NÃO prestadas Montante Repassado 4.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado) Quantitativos e Montante Repassados Termos de Contratos de Convênios Cooperação Repasse Quantidade 18 Contas prestadas Montante Repassado 9.

ou seja. nesses casos. 6.cujos pagamentos são efetuados como contraprestação pelos produtos elaborados de acordo com os padrões pactuados.1 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse O Quadro A.270.6.00 Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica .669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos Exercício da prestação das Quantitativos e montantes repassados Contratos de Convênios contas Repasse Quantidade de contas prestadas 18 Contas analisadas Com prazo de análise Quantidade Contas Não analisadas 3 ainda não vencido Montante repassado (R$) 2.77 2011 Quantidade Aprovada 15 Contas Quantidade Reprovada Com prazo de análise analisadas Quantidade de TCE vencido Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 48 Quantidade Aprovada 48 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2010 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 54 Quantidade Aprovada 54 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2009 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado Quantidade Exercícios Contas NÃO anteriores a 2009 analisadas Montante repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Pág. efetivamente recebidos e aprovados pela ANEEL. na condição de concedente.375. As 12 prestações de contas não recebidas em 2011 podem ser apresentadas em até 60 dias do encerramento dos convênios.2. QUADRO A. o que representou uma redução de mais 8 prestações de contas trimestrais (2 x 4 = 8). não há prestação de contas.200 .927. Assim. até 29/02/2012.ANEEL CNPJ: 02.6.5 abaixo contempla informações sobre a análise das prestações de contas a cargo da ANEEL.VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Valores em R$ 1.5 .

nenhuma transferência na situação de inadimplente. 7.6. Para as transferências expiradas em 2011. DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A. e mediante Termos de Cooperação firmados com o IPEA. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Pág. ITEM 7. na presente data. de 2010. terá início a implementação definitiva do modelo de descentralização de atividades às Agências Reguladoras estaduais. foram rescindidos todos os antigos convênios de cooperação e firmados novos instrumentos de delegação de competência em conformidade com a Resolução Normativa nº 417.201 .3 Análise Crítica da Gestão das Transferências Têm-se mostrado efetivas as ações de controle e acompanhamento efetuadas pela ANEEL sobre as transferências financeiras feitas por meio dos Convênios com Agências Reguladoras estaduais. Não existe. Em 2012. disciplinado na Resolução Normativa nº 417. há vários anos. Para tanto. de 2010. o prazo para apresentação de Prestação de Contas Final e devolução do saldo expira em 29/02/2012. em 2010 e 2011.

202 .Pág.

ITEM 8. 4. quantos entregaram a DBR e quantos não cumpriram a obrigação.8. INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS . 1º da Lei nº 8. QUADRO A. Detentores de Cargos e Funções obrigados a entregar a DBR Situação em relação às exigências da Lei nº 8. DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Posse ou Início do Final do exercício Final do exercício exercício de da Função ou financeiro Função ou Cargo Cargo Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Autoridades (Incisos I a VI do Entregaram a DBR 0 0 0 art. A partir do fim do prazo da Receita Federal. 1º da referida Lei e.730/1993 O Quadro A. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 8. 5. todos os servidores que ocupam cargos comissionados ou funções gratificadas entregaram a Declaração de Bens e Rendas. Na ANEEL. são emitidos memorandos e ofícios. é feita cobrança por telefone e e-mail dos servidores que não entregaram e. 2.1 – DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO. Pág.8.730/1993 a entregar a Declaração de Bens e Rendas (DBR). 3. discriminando.1 abaixo compreende o conjunto de servidores obrigados pela Lei nº 8. sem necessidade de renovação. as quantidades de titulares de cargos e de funções obrigados ao cumprimento da exigência do art. Encaminhamento anual de comunicação a todos os servidores com aviso sobre a obrigação.203 .1 Situação do Cumprimento das obrigações impostas pela Lei nº 8. seja no começo do exercício da função ou quando foram exonerados.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Função de Entregaram a DBR 30 11 214 Confiança ou em comissão) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Fonte: ANEEL . esta obrigação está no check list de documentos a serem entregues para posse e desligamento. links para acesso aos normativos que dispõem sobre a obrigação e prazo. A Superintendência de Recursos Humanos (SRH) lança em planilha de controle os servidores que entregaram e a opção que fizeram. informação sobre as opções de entrega dos servidores.1.730/93) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Cargos Eletivos Entregaram a DBR 0 0 0 Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 30 11 214 Funções Comissionadas (Cargo. para cada momento em que a obrigação se concretiza. Entrega de cópias das Declarações de Bens e Rendas e retificações em envelopes lacrados com formulário em que o servidor assinala o que está entregando.730/93 8. 6.8. Nos casos de posse e desligamento. Arquivamento dos formulários e envelopes.PARTE A.2 Análise Crítica Conforme demonstra o Quadro A. data e assina. caso necessário. POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ. Emprego. ou entrega do Formulário de autorização de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física e retificações.8. a rotina de controle de entrega das cópias das Declarações de Bens e Rendas ou Autorizações de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física funciona da seguinte maneira: 1. destes.

As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle. 12. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. Procedimentos de Controle 19.9. precisa e acessível. documentada. claramente estabelecidas. Avaliação de Risco 10. 6. 9. A avaliação de riscos é feita de forma contínua. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ. armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas.1 . É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais. 4. é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A. tempestiva. Existe código formalizado de ética ou de conduta. das instruções operacionais ou código de ética ou conduta.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à sua estrutura de controles internos. QUADRO A. 18. A informação disponível à UJ é apropriada. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 9. para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 11. Pág. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. Existem políticas e ações. Informação e Comunicação 23. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento.ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ Aspectos do sistema de controle interno Ambiente de Controle 1. atual. ITEM 9. A informação relevante para UJ é devidamente identificada. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ.204 1 Avaliação 2 3 4 X X X X X X X X X 4 X X X X X X X X 1 2 3 4 X X X X 1 2 3 4 5 X X X 5 5 1 2 3 5 X . Na ocorrência de fraudes e desvios. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda. 24. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 16. 13. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 14. de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão.9.9. 15. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. de natureza preventiva ou de detecção. 2. 7. 5. 20. 17. 25. 3. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 21.1 Estrutura de controles internos da UJ O Quadro A. bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 8.

exceto para o item 16. contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. sendo 2 da Superintendência de Planejamento da Gestão. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. dada a existência de histórico. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. O primeiro deles composto de 5 pessoas. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações X sofridas. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da X UJ. e 1 do Gabinete da Diretoria. Fiscalização. X Considerações gerais: Para analisar as afirmativas constantes do quadro foram consultados inicialmente 5 grupos. com boa visão geral da Instituição.205 . por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. 30. em sua minoria. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ. as quais haviam participado de resposta preliminar ao questionário no ano anterior. Aspectos do sistema de controle interno Avaliação 2 3 4 Pág. mesmo que com baixa frequência de ocorrências. (5) Totalmente válido. que foi respondido por aquele primeiro grupo.1 5 26. porém. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. Foram computadas as respostas de cada um desses 5 grupos e estabelecido como critério de pontuação a respectiva mediana. em todas as X direções. porém. em sua maioria. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e X qualidade ao longo do tempo. Nos outros 4 grupos foram obtidas respostas de representantes de processos finalísticos da Agência: Regulamentação. dentre as quais os Gerentes dessas Unidades Organizacionais. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. 27. 2 da Auditoria Interna. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. Mediação e Outorga. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. 29. Monitoramento 1 2 3 4 5 28.

Nos últimos exercícios.)? 13. tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO). à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis 10. No último exercício. como se procedeu a essa campanha (palestras. 4. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas. 10. 11. X · Se houver concordância com a afirmação acima. produtos de limpeza biodegradáveis). 8. qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. folders. comunicações oficiais. comunicações oficiais. etc. quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? Critérios e normas estabelecidas na IN n º 01/2010 2. Nos últimos exercícios. quais foram os produtos adquiridos? 7. no intuito de diminuir o número de impressões. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados. 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora X bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. utilização e descarte dos produtos e matérias primas.10.940/2006. como se procedeu a essa campanha (palestras. folders.1 . os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. ITEM 10. X · Se houver concordância com a afirmação acima.GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação 3 4 5 X X Licitações Sustentáveis 1 2 1.PARTE A.206 X X X X X X . este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? Os veículos utilizados pela ANEEL são alugados. na contratação de obras e serviços de engenharia. a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). bem como sua destinação. X · Se houver concordância com a afirmação acima.)? A UJ promoveu distribuição de pendrives aos servidores. reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. X · Se houver concordância com a afirmação acima. Os projetos básicos ou executivos. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização.10. · Se houver concordância com a afirmação acima. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação. Foi exigida na licitação veículos novos ou semi-novos (menos poluentes). · Se houver concordância com a afirmação acima.1 O Quadro A. No último exercício. Pág. No último exercício. a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos. a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. 12.10 INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS . · Se houver concordância com a afirmação acima. como referido no Decreto nº 5. QUADRO A. qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? Reduziu o consumo de água e energia 6. lâmpadas econômicas). · Se houver concordância com a afirmação acima. possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à gestão ambiental e licitações sustentáveis. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade. etc.

(4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. 11.Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis 1 2 3 4 5 Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos e titulares da: Superintendência de Administração e Finanças (SAF). ITEM 11.2 Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob responsabilidade da UJ Não se aplica.1 Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial 11.1. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. porém. DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 Não há bens imóveis sob a responsabilidade da UJ classificados como “Bens de Uso Especial” de propriedade da União ou locado de terceiros. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. 11. em sua maioria. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A. Pág.2 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros Não se aplica.1 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da União Não se aplica. porém.1. 11. em sua minoria. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ.207 .1. Superintendência de Licitação e de Controle de Contratos e Convênios (SLC) e Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). 11.

(3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8.871/2004. 14. Bens X Serviços (>90%) X 13. X Perfil dos Recursos Humanos envolvidos 4. ainda. para lidar estrategicamente com segurança da X informação. porém. onde o pagamento é realizado por meio da unidade de cópia/impressão. em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ. ITEM 12. 69 5. com responsabilidades definidas. a entrada de 8 (oito) técnicos administrativos. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. X 10. X Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. A ANEEL terceiriza somente a locação de impressoras corporativas (bens). X 2. Essa categoria exigiu conhecimentos em TI apesar de poder ser executado por profissionais com formação em qualquer área. X 3. Soma-se. 15. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e serviços de TI X terceirizados? Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos da Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). 11. X 9. A Agência não possui um plano de cargos e carreira específico para a área de TI. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades da UJ. O último concurso realizado (2010) previu 10 vagas para o cargo de Analista Administrativo .12. em sua minoria.1 – GESTÃO DE TI DA UJ Quesitos a serem avaliados Avaliação 1 2 3 4 5 Planejamento 1. 7.1 Gestão de Tecnologia da Informação (TI) QUADRO A. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento X específico. (4) Parcialmente válida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ. DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 12. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em X termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ.12. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. X Segurança da Informação 6. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos X de bens e serviços de TI. porém. conforme consta na Lei nº 10. (2) Parcialmente inválida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ.Área 3. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A. Pág.208 . É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade oferecidas aos X seus clientes. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. ao quantitativo de servidores. Existe uma área específica.

790. em 2006.658-86 262.03 0 800 849.414-53 147.903.530.400.481.03 7.000 4.565.01 0 Valores em R$ 1. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A.1 Relação dos portadores de cartão de crédito corporativo na unidade e utilização no exercício Durante o exercício de 2011.197.1 Despesas com Cartão de Crédito Corporativo O Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) foi instituído pelo Decreto nº 5.07 0 333. sendo devidamente justificados nos processos de Prestação de Contas dos suprimentos de fundos.494.000 2.415.197.13.70 373.03 10.000 3.33 689.400.70 373.517.27 0 1.000 2.000 3. materiais elétricos e de manutenção.355.414.946-68 223.000 28.326-95 014.94 849.644-92 013. foram concedidos 123 suprimentos de fundos mediante Cartão Coorporativo.159.00 500. ITEM 13.966-86 006.000 3.000 4.33 689.934.27 0 1.209 Limite de Utilização da UG Valor do Limite Individual 1.00 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Fatura 782.93 0 0 1.874.000 3.52 0 0 640.681-03 006.24 1.000 4. de 04/03/2005.047-31 033.000 1. Em todos os casos.000 3. conforme demonstra o Quadro A.415.93 0 0 1.21 751. A ANEEL começou a utilizar os cartões em agosto de 2005 e publicou.1 abaixo: QUADRO A.833.42 1. de 25/01/2005.67 1.537.318.000 1. para 55 servidores.197.179. cópias de documentos e pequenos serviços.67 1.410.616-94 018.528.000 Valor Saque 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 62.781-68 158.674-53 315.305. tais como: combustível em viagem a serviço. e regulamentado pela Portaria MP nº 41.000 5.29 709.07 0 333.96 623.746-04 Pág.000 3.123.000 5.000 2. O cartão tem sido utilizado para pagamento de despesas de pequeno vulto ou emergenciais.000.434.96 623.716-88 036.434.378-64 360.396-46 008.01 0 .42 1.076.434.56 366.1 .604.58 536.000 2.57 84.842.29 709.13.06 0 0 2.13. a Norma Interna que dispõe sobre a utilização do CPGF no âmbito da Agência.1.57 84.376-00 194.000 4.909.52 0 0 640.000 5.650-34 308.621-11 000.146-44 011.DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR Código da UG Portador CARLOS EDUARDO CARVALHO LIMA MARCIO MENDONCA NOGUEIRA DA GAMA VINICIUS LOPES CAMPOS FREDERICO DE ARAUJO TELES FABRICIO EDUARDO JACOB JAQUELINE CESARIO DA SILVA LEONARDO MORAIS DA ROCHA FORMIGA RODRIGO CESAR NEVES MENDONCA RENATA CAMPELLO SCOTTI NILTON ROBERTO MAGOSSO GONCALVES LUIZ ROGERIO GOMES NELSON SIMAO DE CARVALHO JUNIOR ASSIS FRANCISCO CARLOS ISSAO HIRATA ORLANDO CAVALCANTI GOMES FILHO EDUARDO JOSE FAGUNDES BARRETO JOAO DE DEUS DA SILVA MAURO CESAR NORONHA JULIO LOUZADA RIBEIRO MENDES WELLINGTON SANTOS DE ANDRADE WELLINGTON LEMOS SANTOS JOSE LUIZ ULIANA JUNIOR HERMANN FRIEDENBERG DE LEMOS AILSON DE SOUZA BARBOSA EDUARDO ROSSI FERNANDES CELSO EDUARDO HERMISDORFF ADEMILTON BRAZ BARNABE 323028 CPF 000. 13.21 751.000 1.000 1.577.076.317-49 256. os saques somente foram efetuados em circunstâncias nas quais não foi possível a utilização do Cartão na modalidade Fatura.825-20 153.935.000 3. O Cartão apresenta como benefícios a transparência nos gastos efetuados e agilidade nas aquisições emergenciais.588-96 295.56 366. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 13.000 4.138-07 031.538-03 041.000 5.58 536.129-61 110.24 1.938.241-00 003.000 3.003.716-87 396.488.179.03 0 737.00 Total 782.

33 0 0 0 1.611-04 0 ALEXANDRE CASTRO CALDAS 872.39 38.005-78 0 SANDERSON EMANUEL UCHOA DE LIMA 803.42 0 0 200.142.43 9.33 0 0 0 1.000 2.80 199.84 35.290.059.000 3.281-91 0 THOMPSON SOBREIRA ROLIM JUNIOR 725.136.46 337.841-04 0 JESUS ROBERTO FERRER DE FRANCESCO 701.000 JAQUELINE GODOY 903.023-34 0 SERGIO RIBEIRO LEITE 653.761-04 0 MARCELO PEREIRA MENDES 893.619.198.619.425.565.94 0 414.368.077.000 2.195.27 507.748.39 35.316-15 0 SANDOVAL DE ARAUJO FEITOSA NETO 553.000 4.88 145.43 782.556-72 0 IURI CONRADO POSSE RIBEIRO 798.000 3.016-20 0 Total utilizado pela UG 3.72 599.140.000 3.000 3.06 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional.000 2.06 Total utilizado pela UJ 3.32 88.801-78 0 ROGERIO DE ASSIS LIMA 896.533-15 0 TITO RICARDO VAZ DA COSTA 619.199-53 0 RENATO ABDALLA AFONSO 923.567.76 289.32 88.000 3.210 .077.000 Valor Saque Fatura 0 292.891-72 0 CELIA INES FUCHS 532.236.94 0 414.373-72 0 RAFAEL ERVILHA CAETANO 784.537.703.402-20 0 WILSON KIYOKASU OZAWA 497.741-49 0 ENDRIZZO GALILEI CARMO BRAGA 984.000 1.065.000 5.758.631-20 0 EDUARDO MARTINS DA SILVA 793.620.843-20 0 PAULO LUCIANO DE CARVALHO 847.000 3.000 3.000 1.80 199.412.27 507.43 0 0 140.43 782.43 0 0 140.321.515.46 337.477.000 3.857.Portador CPF ESILVAN CARDOSO DOS SANTOS 424.000 3.121-72 0 BRENO DE SOUZA FRANCA 475.000 3. Valor do Limite Individual 3.540.065.94 183.90 38.041-00 0 CAMILLA DE ANDRADE GONCALVES 955.313-15 0 THELMA MARIA MELO PINHEIRO 575.451-00 0 IVO SILVEIRA DOS SANTOS FILHO 726.99 0 0 0 147.99 0 0 0 147.000 3.276.145.72 599.521-53 1.142.929.055-00 0 LINCOLN BRAGA E SOUZA 693.554.906-10 0 MIGUEL GUSTAVO SILVA GIFFONI 848.76 289.42 0 0 200.88 145.94 183.477.90 Pág.000 3.43 8.401.077-91 0 MARCIO HISSASHI KOMENO 857.000 1.84 Total 0 292.291-04 0 ROGERIO DOS SANTOS COSTA 530.218.000 3.000 1.000 2.000 3.000 1.000 22.000 3.431-87 0 ZIUMAR NAZARENO RODRIGUES 774.425.

080.1.47 53.619.90 52.13.454.211 . QUADRO A. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A.84 49.2 – DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO .488.68 625.97 Valores em R$ 1.86 Quantidade 116 236 350 Fatura (b) Valor 35.713. Pág.13.13. a série histórica da despesa com Cartão de Crédito Corporativo nos três últimos exercícios.477.79 52.202. ITEM 14.142.83 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional 14.06 2. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Este item não se aplica à realidade da ANEEL. de maneira consolidada.(SÉRIE HISTÓRICA) Exercícios 2011 2010 2009 Saque Quantidade 12 21 11 (a) Valor 3.00 Total (a+b) 38.2 Utilização dos cartões de crédito corporativo da unidade O Quadro A.2 a seguir demonstra.

3. ITEM 15. respectivamente. rural e Luz para Todos -.1. Usinas Hidrelétricas e Usinas Termelétricas). apresentado dados relacionados à meta e à execução. e 35/2011-AIN/ANEEL. encaminhe os respectivos resultados ao TCU.3. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. de 27/08/2009.15. em nível de item do Acórdão. e Providências Adotadas. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU.15.212 .1 abaixo contempla as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às deliberações do TCU.3. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 15.CERON e empresas geradoras de energia (Pequenas Centrais Hidrelétricas.2 do Acórdão nº 1.2 Tipo DE Comunicação Expedida Ofício nº 357/2009TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou Código SIORG recomendação ANEEL 21089 Descrição da Deliberação: 9.15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A. além do valor a ser levado em conta no cálculo do redutor tarifário. calculado a título de penalização por eventual descumprimento das metas.CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 014. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. por ano e por Plano de Universalização – urbano.3. destacando os respectivos valores passíveis de serem repassados à tarifa de energia elétrica dos consumidores finais atendidos pela CERON.3. que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento ao Acórdão QUADRO A. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU. Quando da conclusão da homologação de todos os contratos de compra e venda de energia elétrica firmados entre as Centrais Elétricas de Rondônia .1 e 9.688/2009–TCU/Plenário.688/2009-Plenário Item 9.362/2008-7 Acórdão 1. encaminhe o respectivo resultado a este Tribunal. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG SEM e SFE 27372 e 27388 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 177/2009-AIN/ANEEL. Quando da conclusão da fiscalização do cumprimento das metas de universalização por parte da CERON.1 Deliberações do TCU atendidas no exercício O Quadro A.1 . de 14/04/2011.3.2. Pág. e 9.3. contendo posicionamento sobre os itens 9. Determinar à ANEEL que: 9.1 e 9.

respectivamente. SFG.991/2000.1.2. Adote medidas mais eficazes para que se faça cumprir a Resolução Normativa ANEEL n.1 e 9.1. Determinar à ANEEL que: 9.º 466/2009 até a data de sua regulamentação.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 003.º 63/2004. contendo posicionamento sobre os itens 9.1.213 . tendo em vista que as multas aplicadas não foram suficientes. especificando: a forma de valoração do custo médio de geração no Ambiente de Contratação Regulado (ACR).1. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.906/2011 – TCU/Plenário.111/2009. 27321 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 39/2011-AIN/ANEEL. que demonstrem o impacto sobre o encargo CCC da referida lei. 27387. e 48/2011-AIN/ANEEL. se necessário. o uso da revogação da autorização. a extensão e forma de repasse de eventual passivo de custos. a repercussão dos investimentos realizados pelas concessionárias.2 do Acórdão nº 1. o impacto financeiro sobre o encargo tarifário CCC e a regulação adotada para o art. da Resolução Normativa ANEEL n. Pág. a valoração dos custos de geração própria. 9. 4º-A da Lei n. conforme o art. de 03/05/2011. referente ao período posterior à publicação da Medida Provisória n.1.984/2009-7 Acórdão 1. 60 dias após a regulamentação da Lei n. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. SRE Código SIORG 27390.1 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 406/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.906/2010-Plenário Item 9.º 9. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRG.º 163/2005. de 28/04/2011.1. Apresente estudos. 11. incluindo.º 12.

através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”. compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 135/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 1. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.2. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos. Pág.939/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento. nos próximos leilões. considere as especificidades dos empreendimentos a serem instalados em distintas regiões do território brasileiro na definição do percentual relativo aos custos ambientais incidentes sobre o custo total.542/2011-6 Acórdão Item 9. Recomendar à Aneel que.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 010. de 02/12/2012. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: Conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL. Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e.214 .

era de competência da Empresa de Pesquisa Energética – EPE. Para a UHE Teles Pires. [.1. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.Plenário Itens 9. de 10/12/2010.2 e 9. que quaisquer alterações nos valores constantes dos estudos de viabilidade entregues ao TCU importarão na necessidade de devida readequação dos cálculos dos Preços de Referência e envio imediato a esta Corte de Contas dos novos parâmetros que fundamentam referidos cálculos.091/2010-0 Acórdão 3.1.215 . e conforme posicionamento da Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. por meio do Memorando nº 72/2011-SGH/ANEEL. e o Ministério de Minas e Energia – MME. Alertar à ANEEL.2. bem como as correspondentes composições de custos unitários.1. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.036/2010 . considerando: 9.EPE. 9. equipamentos elétricos e equipamentos diversos).2.1.1. ajustando os Preços de Referência dos empreendimentos de Teles Pires e Sinop. Recomendar à ANEEL que nas futuras licitações de concessão de aproveitamentos hidrelétricos. geradores.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 026. 9.] 9. de 02/02/2011. juntamente com a Empresa de Pesquisa Energética . a revisão dos preços dos equipamentos principais (turbinas. Pág. visto que tal recomendação.347/EPE/2010..4 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 559/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 9. 27385. Avaliação circunstanciada da adequação dos valores de todos os custos previstos na forma de verba ou como percentual de outros custos. tomando por base as distâncias de transporte e os valores referenciais informados no relatório que fundamenta esta deliberação.. de forma a adequá-los à relação preço/potência instalada média praticada nos empreendimentos de concepção e localização similares.1. conforme demonstrado e calculado no referido relatório. 9.3. contendo as especificações técnicas dos serviços de obras civis e dos equipamentos eletromecânicos. Orçamento detalhado do custo global da obra. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SGH.4.1. a exclusão ou redução do percentual de 8% previsto a título de "Eventuais". a ANEEL passará a exigir do desenvolvedor de estudos de viabilidade de empreendimentos hidrelétricos as informações indicadas na respectiva recomendação. Para a UHE Sinop. a revisão do preço dos serviços de Aterro Compactado.2.1. Quanto à recomendação 9. exija: 9. 9.2.2. Para as UHEs Teles Pires e Sinop. 27301 Síntese da providência adotada: Para atendimento do item 9.2. aplicado sobre o valor total das contas. foi expedido o Ofício nº 1. Recomendar à EPE e à ANEEL a reavaliação dos Orçamentos Padrão Eletrobrás. no entendimento da Agência. SCG e CEL Código SIORG 27381.

Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. encaminhe cópia a este Tribunal.2.3. da Instrução Normativa TCU nº 27/1998. Alertar a Aneel que.2 e 9. alínea "b".1.2.4. que requisite às licitantes vencedoras cópia das respectivas propostas econômico-financeiras cujos valores sejam inferiores a 70% do valor orçado pela administração. em síntese. 9. com vistas a garantir a exequibilidade das propostas ofertadas em leilões de linhas de transmissão e o aperfeiçoamento do conhecimento da agência sobre os valores de mercado dos correspondentes objetos.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 003.3. 8º. em 14/03/2011. inciso IV.3 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 588/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Acórdão 3. c/c o art. inclusive em meio magnético.Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. que as exigências de detalhamento de projetos são mais condizentes com o regime da Lei 8.666/93. 9. de acordo com o art. inciso IV. Recomendar à Aneel. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame. 9.3. cinco dias após a assinatura.096/2009-9 Acórdão Itens 9.3.3. 9. em que conste.216 . Premissas adotadas para a formulação da proposta econômico-financeira. 7º.157/2010 . Pág. acompanhada dos correspondentes anexos. Discriminação de todas as receitas esperadas. junto ao Tribunal de Contas da União – TCU. Fluxo de caixa da concessão com demonstração da Taxa Interna de Retorno ou de qualquer outro parâmetro previsto no edital de licitação que se destine a aferir o equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. Discriminação e cronograma econômico-financeiro dos investimentos e dos custos operacionais. no mínimo: 9. por entender. caso seja formalizado o contrato de concessão referente ao Lote B do Leilão nº 1/2009.3. não se aplicando à licitação dos serviços públicos de transmissão. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

e encaminhem a este Tribunal. elaborado por técnicos da ANEEL do Ministério de Minas e Energia – MME. necessidade de alteração da Resolução Normativa Aneel nº 83.2.3.3 do referido Acórdão. o atendimento de parcela do público-alvo remanescente do Programa Luz para Todos por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. Determinar à Aneel que elabore e encaminhe a este Tribunal.217 .3. de forma efetiva. contendo posicionamento sobre o item 9. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias. a oportunidade e a legalidade de utilização de recursos da Conta de Consumo de Combustíveis Fosseis – CCC. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 33/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 371/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. foram encaminhados os Ofícios 263/2011-SEE-MME de 15/08/2011 e 265/2011-SEE/MME de 18/08/2011. viabilidade. Com referência ao item 9. 9. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE e SRC Código SIORG 27321. Plano de Ação para o desenvolvimento de estudo detalhado sobre: 9. e 9.1. de 2009. 9. em conjunto. com vistas a analisar a oportunidade e a viabilidade de criação e/ou adequação de processos de trabalho relacionados à fiscalização sistemática de informações utilizadas nos cálculos de reajustes tarifários anuais recebidas dos agentes executores do Programa Luz para Todos. com vistas a possibilitar.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 028.2 e 9. 27393 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 32/2011-AIN/ANEEL.3. Pág.111. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.3. de 12/04/2011.492/2007-5 Acórdão Item 9. e 9.4. no prazo de 60 (sessenta) dias. abordando a quantidade e a localização desse remanescente. para atendimentos em energia elétrica em regiões isoladas por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. nos moldes do previsto na Lei nº 12. Plano de Ação.3 Determinar à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia – MME que elaborem. de 2004. levando-se em conta a obrigatoriedade de universalização e a modicidade tarifária. o total do público-alvo do Programa Luz para Todos que resta ser atendido. com o Plano de Ação referente ao Programa Luz para Todos. com ênfase no público localizado em regiões isoladas.2 do Acórdão nº 371/2011 – TCU/Plenário. a forma de seu atendimento (convencional ou alternativo) e a estimativa de recursos necessários. de atendimento do público-alvo remanescente.3.2.

ao se iniciarem os processos formais de revisão tarifária do 3º ciclo. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1. contendo posicionamento sobre os itens 9. no prazo de cinco dias após sua emissão.218 .430/2011-2 Acórdão Item 9.2.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 61/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 956/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Determinar à Aneel que: 9. Pág. parágrafo 1º. prevista no art.1 e 9.3.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 006.3. 2º.3.2 do Acórdão nº 956/2011 – TCU/Plenário. os documentos referidos no art. art. encaminhe. 4º da IN/TCU 43/2002 relativos aos processos de revisão tarifária das distribuidoras constantes da amostra a ser acompanhada integralmente pelo TCU.1 e 9.3.3. 3º da referida norma.3. encaminhe ao TCU o cronograma das atividades relativas às revisões tarifárias de 2011 e as informações previstas na IN/TCU 43/2002. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 51/2011-AIN/ANEEL de 04/05/2011. 9.3. tão logo haja deliberação acerca das audiências públicas 005/2011 e 040/2010.

2 . 9. inciso I. no prazo de sessenta dias. com o estabelecimento de critérios de eficiência. expurgando-se do cálculo fatores sazonais e outros que não reflitam as condições normais de operação das usinas.2. Pág.2.438/2002 e os princípios da eficiência e da modicidade tarifária.382/2011-TCU/Plenário.2 e 9. 12 da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004.382/2011-Plenário Item 9.exija da Eletrobras o estabelecimento de um procedimento contínuo de avaliação da razoabilidade dos preços do carvão mineral. de 29/06/2011. 13. encaminhando os resultados a este Tribunal. da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004. Recomendar à Aneel a realização de um estudo no qual sejam revistos os valores de geração de referência das usinas térmicas. da Lei nº 10. conforme previsto no art. 7º. inciso V.2. uma vez que a ausência de controle fere o art. 9. um plano de ação que detalhe como se dará o cumprimento do art. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.2 e 9.4 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 94/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.4.apresente. contendo posicionamento sobre os itens 9. alínea “b”. visando à otimização do uso desse subsídio para geração de energia elétrica a partir de usinas térmicas a carvão mineral. Providências adotadas Setor responsável pela implementação SRG Código SIORG 27390 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 104/2011-AIN/ANEEL. de modo a promover regulamentação específica no que tange aos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).1 .ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 028.219 .424/2010-7 Acórdão 1.4 do Acórdão 1. Determinar à Aneel que: 9.

427/96.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 9 Processo 003. em atendimento às determinações e recomendações expedidas nos relatórios de fiscalização dessa agência relativos ao mencionado incidente. com fundamento na Lei 9. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. encaminhe a este Tribunal informações atualizadas sobre o estágio e/ou resultado das medidas adotadas em função do blecaute ocorrido no dia 4/2/2011.2. especialmente quanto às seguintes ações: 9.3 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 1.2.1 providências adotadas pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco – Chesf – e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS –.3 do Acórdão nº 2. no prazo de 30 (trinta) dias.2. Recomendar à Aneel que.Transmissão . respectivamente.3. tendo em vista as divergências de posicionamento entre Aneel.4 exame das manifestações e contestações da Chesf e do ONS.Luiz Gonzaga C1 para energização.220 .1 definir as verificações a serem realizadas antes de reintegrar linhas de transmissão ao sistema.maio/2011 e “ONS . quanto à devolução da linha de transmissão (LT) 500 kV Sobradinho .5 outras providências pertinentes à questão. voltadas à melhoria da segurança do sistema de geração e distribuição de energia elétrica na Região Nordeste.744/2011 – TCU/Plenário. por ocasião do blecaute de 4/2/2011. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SFE e SFG Código SIORG 27388. 9. ONS e Chesf. na Região Nordeste. adote medidas para: 9.744/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Pág. nos relatórios de fiscalização “Chesf Transmissão .2 avaliar a solução proposta pela Chesf para evitar o desligamento da usina hidroelétrica (UHE) de Xingó em circunstâncias similares àquelas do blecaute de 4/2/2011.2 e 9.2.563/2011TCU/SECEX-PE Código SIORG 21089 Acórdão 2.2.2.011/2011-SFG. contendo posicionamento sobre os itens 9.3.868/2011-7 Acórdão Item 9.2 e 9.3. 9. a contar da ciência.maio/2011”. em decorrência do mesmo episódio.3 análise do recurso administrativo interposto pela Chesf contra o auto de infração AI 1. 9. 9.2 medidas voluntariamente adotadas pela Chesf e pelo ONS para aperfeiçoar a segurança do sistema. 9. 9. 27387 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 186/2011-AIN/ANEEL de 26/12/2011. Determinar à Aneel que.

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9. através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”. Promova a revisão dos atos justificatórios e das estimativas de custos dos empreendimentos do Leilão nº 6/2011-Aneel a fim de compatibilizar o escopo previsto nesses documentos.221 . Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e.1 e 9. 27301 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 780/2011-CEL-SCT/ANEEL.2 retro. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL. conforme ressalva constante do item 9. e conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT. Síntese dos resultados obtidos: Concluído.3. Nos próximos leilões. de 02/12/2012. 9.3. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos. quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento.1. Recomendar à Aneel que: 9. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT e CEL Código SIORG 27386.3. de 14/11/2011.066/2011-5 Acórdão 3. considere as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros na definição dos percentuais de custos ambientais incidentes nos custos totais dos empreendimentos de transmissão de energia.1 do Acórdão nº 3.3.3.Plenário Itens 9.006/2011 – TCU/Plenário.2.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 10 Processo 030..2.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 283/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Com referência ao item 9.006/2011 . compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros. Pág.3.3.

2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 534/2011TCU/SECEX-1 Código SIORG 21089 5. Quando da elaboração dos seus editais. evitando que se repita a prática inadequada observada no Pregão nº 41/2009.1. de forma a evitar a dubiedade na sua interpretação. Uniformize os procedimentos atinentes à análise das propostas apresentadas pelos licitantes.7.222 . abstendo-se de incluir exigências que sejam irrelevantes para a execução do objeto contratado.1.7. 1. as exigências qualitativas e quantitativas requeridas para a qualificação técnica das licitantes.7. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SLC Código SIORG 27384 Síntese da providência adotada: Expedido o Memorando nº 217/2011-AIN/ANEEL. referente ao Acórdão 5402/2011 – 1ª Câmara. Pág.2.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 11 Processo 027. solicitando o posicionamento da Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC a respeito da determinação 1. Determinar à Aneel que: 1. Síntese dos resultados obtidos: Concluído. de forma clara.7.402/2011 – 1ª Câmara Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1. Tal Unidade Técnica informou que já passara a observar os aspectos desta determinação na oportunidade da primeira fase processual na SECEX-1.476/2009-3 Acórdão Itens 1.7.1 e 1. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. de 29/07/2011. especifique. submetendo-as à área técnica. sempre que necessário.

2. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU. em 03/11/2009. 1.15. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU. e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH e PGE Código SIORG 27397 e 27310 Justificativa para o seu não cumprimento Cópia do Ofício nº 1. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. para cada grupo (Grupo 1 . a despesa pertinente à remuneração dos cargos comissionados. Pág.CD.3 e 1. CGE.2 . que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da deliberação no exercício. para conhecimento e providências.CCT). à Superintendência de Recursos Humanos – SRH. ao TCU.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 1. de 16/10/2009.986/2000 e a tabela remuneratória vigente. contados da ciência desta deliberação.2 abaixo demonstra a situação das deliberações expedidas pelo TCU que permanecem pendentes de atendimento.1. contados da ciência desta deliberação.7.305/2009-TCU/Plenário.2 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício O Quadro A. QUADRO A.7. Determinar à ANEEL que.SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 017. em nível de item do Acórdão. tomando como referência para sua fixação os quantitativos de cargos estabelecidos no Anexo I da Lei nº 9. no prazo de 30 (trinta) dias.15.15. encaminhe ao TCU cronograma detalhado que especifique a forma de cumprimento das determinações exaradas neste acórdão.7. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame da decisão proferida no Acórdão citado.223 .636/2007-9 Acórdão 2.Plenário Item 1.3. através do Memorando nº 442/2009-AIN/ANEEL. e Grupo 2 . encaminhando Pedido de Reexame da decisão proferida nos termos do Acórdão nº 2. CA e CAS. Determinar à ANEEL que.305/2009 .7. limite. Expedido o Ofício nº 215/2009-AIN/ANEEL.551/2009TCU/SEFIP Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1.551/2009-TCU/SEFIP foi encaminhando.1.

em 22/12/2010. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame de decisão proferida no Acórdão citado.º 6.. 250.ANEEL que adote as medidas necessárias para que o serviço de relacionamento da Agência com os usuários dos serviços por ela regulados atenda aos requisitos do Decreto n. 6º e 17.523/2008 é inaplicável a esta Agência Reguladora.224 .].5 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 520/2010TCU/SEFID.º 6. 5º. Código SIORG 21089 2.799/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: Recomendar à ANEEL que com fulcro no art. [.386/2008-1 Acórdão Itens 9. do Regimento Interno do TCU. ante o que dispõe o artigo 2º do referido diploma normativo. definidos nos arts. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SMA Código SIORG 27373 Justificativa para o seu não cumprimento: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame. junto ao Tribunal de Contas da União – TCU.. especialmente aos de acessibilidade do serviço e de acompanhamento e resolução de demandas. Pág.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 033. 3º. à Agência Nacional de Energia Elétrica .523/2008. inciso III. na medida em que o Decreto n.

1 e 9.2. principalmente daqueles que representam valor relevante do empreendimento.LDO 2011. inclusive drenagem.2.9. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCT Pág. ponderando-se a logística de construção de acordo com o traçado das Linhas nos estudos que vier a realizar. 9. justificando os casos nos quais julgue inadequada a adoção desse sistema oficial de referência de preços. reavalie o aumento no valor dos investimentos para o Módulo de Linhas de Transmissão no novo Banco de Preços da ANEEL em comparação com o método de orçamentação anterior. inclusive com a fundamentação das fórmulas que foram utilizadas para obtê-los.Plenário. 9. tendo em vista a existência de percentuais que incidem sobre o custo direto do empreendimento e que podem estar alocados também no BDI. os percentuais de perdas de materiais.2. estabeleça parâmetros fundamentados em estudos técnicos que ajustem os percentuais em cada edital para os itens de “Projetos”. 9.178/2007-4 Acórdão 1. em conformidade com o art.225 Código SIORG 27386 . o percentual de BDI incidente sobre o Total Parcial das composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações e averigue eventuais cobranças em duplicidade. “Administração”. comprove a este Tribunal o atendimento dos seguintes itens: 9. reaterro e transporte. 127 da Lei n° 12.6. proponha faixas de preços nos itens de “Administração Local. visando detalhar os custos envolvidos nestes serviços e deixando de atrelá-los a percentuais desses equipamentos/materiais a serem montados/instalados. Canteiro de Obras. observando o disposto no Acórdão n° 325/2007 . 9. 9. observando os ganhos de escala obtidos com a construção de linhas maiores. Recomendar à ANEEL que: 9.1.140/2011-Plenário Item 9. principalmente os relativos à construção civil. "Engenharia".2. a contar da ciência desta deliberação.3. promova melhorias no método de orçamentação dos itens relativos à montagem e instalações de equipamentos/materiais para subestações e linhas de transmissão. 9. fundamente. 9.309/2010 .1.5.2. detalhe. Projeto Básico e Executivo e Custos Ambientais” de acordo com as características das linhas. demonstre a formação dos itens “Serviços Preliminares” e “Serviços Complementares/Eventuais” em composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações. "Administração Local" e "Canteiro de Obra”. que se destinariam a cobrir.1. utilização do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi como referência de custos para aqueles serviços dele constantes.4.7. tais como "Eventuais" e "Custos Indiretos".2.1.2 Tipo DE e RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 280/2011TCU/SECOB-3 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. imprevistos que pudessem ocorrer durante a execução do empreendimento e despesas com a administração central e/ou local.2.2. detalhe a metodologia para estabelecimento dos preços dos serviços de “Construção de Acessos” nos orçamentos de Linhas de Transmissão.2. por caracterizar duplicidade. 9. se abstenha de orçar o serviço de “movimento de terra” para os casos de composições de preços unitários que já possuam escavação. 9.1. a exemplo dos cabos condutores. Determinar à ANEEL que em 60 dias. respectivamente.2.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 029.2. de forma a atribuir valores razoáveis e condizentes com o mercado para cada empreendimento. por meio de estudo técnico circunstanciado.2. explicite melhor a metodologia para regionalização de preços dos equipamentos. 9.8.

Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 156/2011-AIN/ANEEL de 19/09/2011. de 27/09/2010. Entretanto. a ANEEL já havia apresentado esclarecimentos por meio do Ofício nº 288/2010-DR/ANEEL. Com relação à recomendação 9. em 06/06/2011.1. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. solicitando concessão de prazo de um ano para atendimento da respectiva determinação. Quanto ao item 9.. após o atendimento da determinação do TCU referente à aplicação do SINAPI no Banco de Preços da ANEEL. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9.226 .2.1. Pág.140/2011 – TCU/Plenário. será realizada nova análise das recomendações exaradas pelo TCU. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento da Unidade Técnica pendente de resposta para avaliação das providências cabíveis / adotadas. Pedido de Reexame. foi protocolado junto ao TCU.2 do Acórdão nº 1.1.

9. SMA. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento das Unidades Técnicas pendentes de implementação para avaliação das providências cabíveis / adotadas. o modelo proposto.693/2009-9 Acórdão 2. encaminhando a este Tribunal de Contas. com foco e linguagem adequados.1. constantes nos itens 9. em até 120 (cento e vinte) dias. Código SIORG 27302. encaminhando a este Tribunal de Contas.261/2011-Plenário Item 9. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SGE.2. 27394. 10 da Lei nº 9.986/2000. Pág. 27373.2. Recomendar à Aneel que estruturem políticas voltadas à ampla divulgação de suas ações.3 e 9.3 e 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 012.5 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 163/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 27396 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 184/2011-AIN/ANEEL.1. Recomendar à Aneel que estabeleçam em norma prazos razoáveis para disponibilização dos relatórios de análise das contribuições recebidas em audiências/consultas públicas. mormente aquelas de maior apelo e impacto social. 9. 9.1. nos termos do art. que apresenta as informações referentes às determinações/recomendações feitas a esta Agência. SPG e SRI. Determinar à Aneel que. 9. disciplinem em seus regulamentos a forma de substituição dos conselheiros e dos diretores em seus impedimentos ou afastamentos regulamentares ou ainda no período de vacância que anteceder à nomeação de novo conselheiro ou diretor. 9. 9.3.227 . Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.261/2011TCU/Plenário. em até 120 (cento e vinte) dias. de 23/12/2011. Recomendar à Aneel que vinculem hierarquicamente suas unidades de auditoria interna aos respectivos órgãos colegiados. 9.2.5 do Acórdão 2. o modelo proposto.5.

inciso I. à ANEEL. à ANVISA. c/c os arts.443/1992.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 017. à ANAC.805/2007-2. fazendo as determinações propostas. c/c os arts. 332/339-vol. à ANS. 6.636/2007-9. em conhecer da presente denúncia e das representações a que se referem o TC-004. 1º.4 Tipo Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Controle nº 39.2.305/2009-TCU/Plenário. para. de 16 de julho de 1992. no âmbito do TC 017. sem prejuízo do encaminhamento de cópia desta deliberação. que passa a ter a seguinte redação: “Os Ministros do Tribunal de Contas da União ACORDAM. Encaminhar os autos à Secretaria das Sessões.1. de acordo com a instrução da Unidade Técnica de fls.305/2009 – TCU – Plenário.2 e 9. Gás Natural e Biocombustíveis (ASANP)”. à ANATEL..510/2011-Plenário Item 9. 9. 237.636/2007-9 Acórdão 2. à ANP. inciso III.º 8. 15.. § 2º. inciso XXIV. à entidade denunciante do TC-017. à ANCINE. 7 e 8.1. acolhê-los com efeitos infringentes. todos do Regimento Interno. Alterar o teor do Acórdão nº 2. à ANTT. e 43. Pág. à Associação Nacional dos Especialistas em Regulação (ANER) e à Associação dos Servidores da Agência Nacional do Petróleo. 9. no mérito. considerá-las parcialmente procedentes. no mérito. acompanhada das referidas instruções. inciso I. com fundamento nos arts.636/2007-9. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Até o presente momento não cabe manifestação/esclarecimentos da ANEEL. por unanimidade. visto que ainda se encontra em análise no TCU os Pedidos de Reexame de mérito do Acórdão nº 2. 277 e 287 do Regimento Interno/TCU.443. 143. para sorteio de relator dos pedidos de reexame acostados aos Anexos 4.) 9. 31. à ANTAQ. e encaminhado para a Superintendência de Recursos Humanos para conhecimento. ajustada pela instrução de fls.745/2008-4 e o TC-026.228 . à ANA. com fundamento nos arts. 1. 32 e 34 da Lei n. alínea "p".4. para. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH Código SIORG 27397 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 305/2011-AIN/ANEEL. com o cancelamento da chancela de sigiloso que recai sobre os autos. 5. da Lei 8.937-TCU/Sefip Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 38/42-Anexo 2. inciso II. parágrafo único e 250. 234. inciso II. Conhecer dos presentes embargos. de 25/10/2011. (. 1º.

A Unidade Técnica responsável pelas providências ainda não se manifestou. de previsão de parcela de custo específica referente à composição do fundo de descomissionamento das usinas nucleares e. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. em 09/11/2011. a conveniência e a viabilidade de se descontar da previsão de montantes a arrecadar para o fundo de descomissionamento constante da Portaria 320/2004 o valor das quotas que porventura tenham sido arrecadadas pela Eletronuclear até dezembro de 2004 e incluídas na composição do saldo da conta de passivo para descomissionamento.707/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. solicitando o posicionamento da Superintendência de Regulação Econômica – SRE a respeito da recomendação do item 9. Determinar ao Ministério de Minas e Energia (MME) e Aneel que. de 26/10/2011.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 005. visto que o prazo (inicial) para resposta se dará em 22/02/2012 (120 dias a contar da ciência). conclusiva e fundamentadamente.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 478/2011TCU/SECEX-9 Código SIORG 21089 2. a oportunidade. manifestem-se. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL protocolou Pedido de Reexame no TCU. nas tarifas de energia anteriores à Portaria MME 320/2004. no prazo de 120 dias. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 307/2011-AIN/ANEEL.229 . Pág. com base em estudos técnicos.215/2011-0 Acórdão Itens 9.3. contábeis e financeiros sobre sua evolução. sobre a obrigatoriedade.3. promovam levantamento destinado a verificar a existência. solicitando alteração do prazo para 180 dias. referente ao Acórdão supracitado.

atribuições e responsáveis para a avaliação dos ativos das concessões cujos contratos vencem a partir de 2015.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 280/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.2 do Acórdão nº 3012/2011 – TCU/Plenário. de 20/01/2012. com posicionamento da ANEEL sobre a determinação 9. fixar prazo de sessenta dias para que a Aneel elabore plano de ação que contenha datas. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SFF Código SIORG 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 3/2012-DR/ANEEL.862/2010-4 Acórdão 3. banco de dados validados e ações de fiscalização previstas.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 028.2. bem como.230 . sob responsabilidade do Poder Concedente (União/MME). Pág. entre outros.Plenário Itens 9.012/2011 . Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL somente poderá elaborar o Plano de Ação requerido após as definições sobre a política de reversão das concessões. metodologias.

os critérios de análise e aprovação dos projetos pleiteantes. visto que o prazo para resposta se dará em 12/03/2012 (90 dias a contar da ciência). a serem publicadas no Diário Oficial da União.3. com o intuito de subsidiar a RFB na efetiva fiscalização dos valores renunciados e imprimir maior celeridade ao exame dos pleitos.10 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 439/2011TCU/SEMAG Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.315/2010-7 Acórdão Acórdão 3. ficou acertado que uma reunião a ser realizada com a Receitea Federal do Brasil é fator decisivo para definição das ações a serem empreendidas pela Agência.8 e 9. O assunto encontra-se em fase de análise. normas regulamentares específicas sobre o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Recomendar à Aneel que institua. 27386. Recomendar à Aneel que estabeleça rotina de fiscalização concomitante e subsequente dos empreendimentos beneficiados pelo Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).10.137/2011 – TCU/Plenário.231 . SRD. 9. SCT. definindo. SFE e SFF Código SIORG 27385. 27391. definam sistemática de compatibilização das informações relativas aos bens. materiais ou serviços que devem ser imobilizados junto aos projetos aprovados para o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).3. no prazo de 90 (noventa) dias. maximizando o alcance da política de incentivo. 27392. Determinar à Aneel que. juntamente com a Secretaria da Receita Federal do Brasil.137/2011 – Plenário Item 9. de maneira clara e precisa. Pág. SRT. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCG.8. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 030. 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Após reunião realizada com as Unidades Técnicas da ANEEL responsáveis para o atendimento das Determinações / Recomendações exaradas no Acórdão 3. no âmbito de suas respectivas competências. 27388. no intuito de verificar a efetiva imobilização dos bens e serviços adquiridos em decorrência do referido regime. de modo a intensificar a percepção de risco. 9. de modo a garantir amplo acesso aos interessados e isonomia no tratamento dos pleitos. 9.

003779/2010-91 48500.698/2011 2.005/2011 Colegiado Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário TC nº 028.091/2010-0 028.007933/2008-89 48500.005107/2007-14 48500.150/2011-6 Processo AIN nº 48500.517/2010-9 004.232 .731/2007-4 019.328/2010-1 021.000956/2010-87 48500.289/2011 2.001724/2011-27 48500.275/2011-0 003.416/2005-0 009.007934/2008-23 48500.142/2011 2.004491/2010-33 48500.007515/2009-72 48500.368/2010-0 015.007044/2009-01 48500.023/2011 1.803/2011-3 005.Acórdãos que não contém determinação e/ou recomendação para ANEEL A tabela abaixo contempla os Acórdãos do TCU que não contém determinação e ou recomendação para a ANEEL.368/2010-0 021.679/2011-3 006.094/2009-4 029.005705/2010-99 48500.062/2011 2.742/2011 3.063/2011 2. Acórdão nº 31/2011 43/2011 49/2011 50/2011 188/2011 373/2011 964/2011 1.006052/2010-65 48500.752/2011 2.001929/2010-21 48500.421/2009-7 015.418/2011 2.075/2010-9 019.913/2009-5 006.075/2010-9 017.005214/2011-29 Pág.004068/2011-14 48500.007044/2009-01 48500.164/2011-8 026.006052/2010-65 48500.003779/2010-91 48500.

15.3

Recomendações da CGU atendidas no exercício

O Quadro A.15.3 abaixo contém as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às recomendações expedidas pelo OCI que a fiscaliza – a CGU –, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares, quais sejam: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Providências Adotadas, que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento à recomendação.
QUADRO A.15.3 - RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 190.255 Item do RA 5.2.3.1 e 5.2.3.2. Comunicação Expedida Ofício nº 8.163/2007/DIENE/DI/SFC/CGU-PR Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Que a ANEEL adote as seguintes providências:
       Efetuar os cálculos dos valores recebidos indevidamente a título de Auxílio-Transporte durante os exercícios de 2002, 2003 e 2004, a fim de promover o devido recolhimento. Proceder, em folha de pagamento, ao recolhimento dos valores recebidos indevidamente por seus servidores, em consonância com o art. 46, § 1º da Lei nº 8.112/90. Tentar localizar os ex-servidores que receberam o Auxílio- Transporte indevidamente, verificando, inclusive, se continuam exercendo cargos ou funções na Administração Pública, a fim de que os mesmos efetuem o recolhimento devido. Envide esforços junto ao Ministério do Planejamento a fim de promover, urgentemente, a correção da rotina de pagamento de Auxílio- Transporte, fazendo incluir para a base de cálculo da participação dos servidores as rubricas 82070, 82071, 82072, 82073, 82074. Considerando que o pagamento a maior de Auxílio-Transporte, quando do usufruto de férias, ocorreu no mês de Jul/2006, recomendamos à Entidade verificar a ocorrência de pagamentos semelhantes nos demais meses do exercício, procedendo, se for o caso, ao recolhimento devido. Estabelecer rotina na Superintendência de Recursos Humanos, de forma a verificar, mensalmente, se o pagamento do Auxílio-Transporte está sendo efetivado de forma proporcional aos dias trabalhados. Proceda à atualização cadastral no Siape quando da apresentação de documentos que comprovem a mudança de endereço de seus servidores. Providências Adotadas Código SIORG 27397 SRH

Setor responsável pela implementação:

Síntese da providência adotada: Em recente pesquisa ao sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal, verificou-se que permanece como único beneficiário localizado o ex-servidor FERNANDO BIZZOTO, ocupante de cargo efetivo no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Contudo, fato recente, congênere a esse item do Relatório nº 190.255, reanimou a discussão sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34, o que afastaria a necessidade de devolução de valores. Para pacificar na Agência essa discussão, foi Pág.233

solicitado um Parecer a PGE/ANEEL (Memorando nº 1494/2010-SRH; SIC 48546.005018/2010-00). Em 01/03/2011 a SRH recebeu o Parecer 119/2011-PGE/ANEEL, que trata de consulta sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34 a um caso análogo ao constatado no Relatório de Auditoria nº 190.255. O Pareceu concluiu que o mero erro operacional não dispensa a necessidade de restituição dos valores recebidos indevidamente. De acordo com o documento, a Súmula AGU deveria ser aplicada quando cumulados os seguintes requisitos: (a) efetiva prestação de serviço, (b) boa-fé no recebimento da vantagem ou vencimento e (c) a errônea interpretação da lei e a mudança de orientação jurídica, a teor do disposto no Parecer GQ 161/1998. Em 03/05/2011 foram enviados Ofícios ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, solicitando providências para a reposição ao erário por parte do ex-servidor da Agência, FERNANDO BIZZOTO, único beneficiário localizado na consulta promovida pelo sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal. Na mesma data também foi enviado Ofício aos demais ex-servidores, nos endereços disponíveis nos assentamentos funcionais da época, no sentido de tentar localiza-los para efetuar recolhimento devido. Obs.: A comprovação das providências adotadas pode ser verificada no processo administrativo nº 48500.002852/2008-92. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Os posicionamentos da Unidade Técnica guardam consistência com as providências cabíveis para o assunto em questão.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011 Item do RA 2.2.1, 5.2.2, 5.2.4, 5.2.6, 5.2.7 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: 2.2.1. Que os trabalhos realizados pelas comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas sejam submetidos, antes de seu julgamento, à apreciação e parecer jurídico da Procuradoria Geral da Autarquia, visando, com esse procedimento, conceder à autoridade competente maior segurança jurídica na análise do Relatório Final produzido pelas comissões. 5.2.2. Que seja orientado as comissões disciplinares no sentido de evitar a prática de atos processuais fora da vigência de portaria instauradora, visando evitar a ocorrência de nulidade processual, nos termos do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.4. Que se evite a indicação expressa, no texto da portaria de instauração, dos fatos que serão objeto de apuração, devendo a indicação do objeto do apuratório se restringir ao número do processo e demais fatos e atos conexos, conforme orientação constante do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.6. Que se indique, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão, visando a melhor organização processual. 5.2.7. Que todos os acusados no âmbito de processo disciplinar devem ser notificados, formalmente, sobre a prática de atos de instrução por parte da comissão por meio de documento específico e com antecedência mínima de 3 dias úteis, em observância ao § 2°, art. 26 da Lei n° 9.784, de 29 de janeiro de 1994. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089

Síntese da providência adotada: Em atendimento à recomendação 2.2.1, a Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos - CPPA informou que passou a adotar o procedimento recomendado em todas as comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas. Quanto ao item 5.2.2, a CPPA orientou as Comissões conforme recomendado. Sobre o item 5.2.4, a CPPA passou a adotar o procedimento recomendado. Em atendimento ao item 5.2.6, a CPPA passou a indicar, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão. Finalmente, quanto ao item 5.2.7, a CPPA acatou a recomendação e orientou as comissões, no sentido de adotar o procedimento recomendado. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria 201108783 3.2 do Parecer Código SIORG 21089

Ordem 3

Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/C GU-PR. Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Atualizar e aprimorar as metodologias referente a base da remuneração apresentada pelas concessionárias para o cálculo da revisão tarifária.
Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Síntese da providência adotada: O processo de aprimoramento, com diversas contribuições, foi tratado no âmbito da Audiência Pública 040/2011. Em novembro de 2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 457/2011 que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária PRORET, definindo a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica - 3CRTP. O Submodulo 2.3 deste documento estabelece a metodologia a ser utilizada para definição da Base de Remuneração regulatória no 3CRTP, tendo recebido diversas contribuições dos agentes através das Audiências Públicas e das Unidades Técnicas da ANEEL envolvidas no processo de definição da Base de Remuneração. Foram assim, aperfeiçoadas as Resoluções anteriores, a saber: a RN nº 234 de 31.10.2006, RN nº 338 de 25.11.2008 e RN nº 294 de 11.12.2007. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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15.4

Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício

O Quadro A.15.4 abaixo demonstra a situação das recomendações expedidas pelo OCI (CGU) que permanecem pendentes de atendimento, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento, que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da recomendação no exercício.
QUADRO A.15.4 - SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 227.344 ANEEL Item do RA 3.1.1.1 Comunicação Expedida Ofício nº 8.326/2009/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação

Descrição da Recomendação: Cumprir o § 2º do artigo 7º da Resolução ANEEL 146/2005 e realizar auditoria confrontando o orçamento apresentado com o realizado para os empreendimentos que entraram em operação e se sub-rogaram aos benefícios do rateio da Conta de CCC. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O Relatório da Fiscalização-Piloto da PCH Faxinal II foi concluído e o agente notificado em 22/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 142/2011-SFF/ANEEL. Quanto às demais fiscalizações mencionadas no item “1.1.d”, o Relatório de Fiscalização da PCH Saldanha também foi concluído e o agente notificado, em 24/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 143/2011SFF/ANEEL. Por fim, os trabalhos de campo na PCH Rio Branco já foram finalizados. Tal fiscalização encontra-se em fase de conclusão. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências adotadas pela Unidade Técnica vão ao encontro da recomendação proferida pela SFC/CGU. Após a conclusão do Relatório da CGU foram identificados outros empreendimentos que receberam sub-rogação, cujo trabalho de confrontação dos valores orçados com os efetivamente realizados estão sendo acompanhados pela Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.1 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL aprimore as normas relacionadas às atividades de análise para aprovação e prestação de contas dos recursos repassados para o ONS. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O processo de aprimoramento está em curso. Por determinação da Diretoria Colegiada, foi montado um grupo de trabalho, liderado pela Superintendência de Regulação da Geração – SRG, com o objetivo de alterar a Resolução n° 373/1999, visando, entre outros pontos, adotar melhores práticas de gestão, bem como estabelecer regras à análise orçamentária do ONS. Nessa direção, já para o ciclo 2011/2012, a Diretoria Colegiada decidiu, por unanimidade, instaurar Audiência Pública, na modalidade de intercâmbio documental, no período de 11 a 20 de maio de 2011, com o objetivo de colher contribuições da sociedade, visando o aperfeiçoamento do processo de aprovação do orçamento do Operador. Tais contribuições, bem como a Resolução Autorizativa nº 3.033, de 16/08/2011, que altera a Resolução Autorizativa nº 2.984, de 28/06/2011, que aprova o orçamento econômico do ONS, para o ciclo de julho de 2011 a junho de 2012, estão disponíveis no sítio da ANEEL na Internet, no link “Audiência 027/2011”
HTTP://WWW.ANEEL.GOV.BR/APLICACOES/AUDIENCIA/DSPLISTAAUDIENCIA.CFM?ATTANOAUD=2011&ATTANOFASAUD=2011&ID_AREA=13

No período entre 31/10/2011 e 31/12/2011, o Grupo de Trabalho finalizou uma primeira proposta que foi apresentada ao Diretor Relator do processo. Por orientação do Diretor, foram implementadas algumas alterações na proposta formulada as quais serão apresentadas ao longo do primeiro trimestre de 2012. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima com o acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 3 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.3 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Providenciar a alteração no Regimento Interno, vinculando a Auditoria Interna à Diretoria Colegiada Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.3 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange a vinculação da Auditoria Interna à Diretoria Colegiada. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 4 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.4 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL revise seu Regimento Interno para adequar as disposições sobre as atribuições das superintendências, que no texto atual estão descritas de maneira genérica. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.4 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange as alterações das competências específicas das unidades organizacionais, de forma a especificar as atribuições das mesmas em conformidade com o mapeamento dos processos organizacionais. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

Pág.240

Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação 2. no âmbito da CPPA.1. Após essa análise. sempre que os integrantes de uma das câmaras entendessem pela deflagração de apuratório. em seguida.540 (Regimento Interno da CPPA). os servidores que compõe a outra câmara.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME 5 Nº 01/2011 Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Ordem Item do RA 2. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089 Justificativa para o seu não cumprimento: A Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos . Pág. Tal proposta está sendo encaminhada ao Núcleo de Qualidade e Revisão de Atos – NQR. Dessa maneira. necessariamente. para análise. será submetida à deliberação da Diretoria. de acordo com critérios estabelecidos na própria Portaria 1.CPPA elaborou proposta de alteração do seu Regimento Interno que cria Câmaras de Juízo de Admissibilidade – CJAs. no sentido de atender às recomendações do Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011. Nesses moldes.241 . os membros da futura comissão disciplinar deveriam ser.1. Esse tipo de procedimento evitaria futuras alegações de nulidade processual. o juízo de admissibilidade das irregularidades será feita de forma alternada pelas câmaras.1 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089 Descrição da Recomendação: Que seja criado duas câmaras de deliberação.1 estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima. composta de 4 membros cada uma. a minuta será encaminhada à Procuradoria da Geral/ANEEL para apreciação dos aspectos legais e.

a área informou que a diferença paga a maior no valor de R$ 217. interagindo com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF para a recuperação dos valores pagos indevidamente ao prestador de serviços. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação. ITEM 16. independentemente da data de origem de tais recomendações. QUADRO A. Pág. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando n°.1 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento da recomendação deveu-se à necessidade de levantamentos e negociações com o respectivo credenciado.16. Relatório de Auditoria . evitando assim qualquer prejuízo à Administração Pública.PARTE A.1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício O Quadro A.16.07 (duzentos e oitenta e seis reais e sete centavos).PP 001/2007 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 10/9/07 Memorando Circular nº 9/2007-AIN/ANEEL. 1466/2010-SFE/ANEEL.16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ .07 e considerou a recomendação atendida. a segunda contém as informações sobre o cumprimento da recomendação. de 20/9/2007.1 a seguir apresenta informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que tenham sido atendidas no exercício. Que a SFE verifique a razão da divergência apurada conforme comentado no referido ponto de auditoria. Síntese dos resultados obtidos Por meio da Nota Técnica nº 044/2011-AIN/ANEEL esta AIN confirmou o recebimento do valor R$ 286. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 16.242 .00 (duzentos e dezessete reais) será devolvida pela credenciada SESEN com o valor atualizado de R$ 286.

item 11.243 . 48500.1.1.PP 007/2007 2 Procuradoria-Geral (PGE) Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Despacho n°. Relatório de Auditoria . Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 19/5/08 Memorando Circular nº 5/2008-AIN/ANEEL. pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido e da necessidade de análise complementar sobre a efetividade da manutenção da recomendação. o ponto de auditoria foi transferido para o Relatório PP011/2011. Pág.000023/2012-00: Ponto baixado. tendo em vista a recomendação ser objeto de análise do Processo referente ao PP 11/2011. 52 (SICNet n°.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II.000022/2011-26). Síntese dos resultados obtidos Recomendação atendida após verificação pelos auditores da AIN. SICNet 48521. de 20/5/2008.b) Que a PGE apresente as justificativas para a citada extrapolação de prazo.

A análise dos resultados obtidos encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº 10/2011-AIN/ANEEL. visto que os levantamentos necessários foram posteriores ao encerramento do contrato. de 16/10/2007. Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas A área responsável apresentou à Auditoria a documentação comprobatória que reflete a aplicação dos descontos nas aquisições de passagens aéreas e o detalhamento nas notas fiscais. de 21/03/2011. ser devolvido à conta-corrente do Convênio o valor correspondente ao percentual pactuado. devendo. Pág. Que a SLC requeira da AGEPAN a formalização junto ao órgão estadual competente e à Agência de Viagens Contratada da necessidade de comprovação da aplicação dos descontos nas aquisições de passagens realizadas na vigência do contrato. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento deveu-se a dificuldades encontradas na relação entre a Agência Conveniada e sua contratada. A recomendação descrita foi considerada atendida. caso não comprovada a concessão do desconto ofertado.b. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . sobre todos os bilhetes emitidos. visto que as providências adotadas pela agência foram suficientes para elidir a não conformidade verificada.1. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna.PP 015/2007 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/10/2007 Memorando Circular nº 14/2007-AIN/ANEEL. faturados e liquidados com recursos repassados pela ANEEL. conforme definido no procedimento licitatório.244 .

de 03/07/2008. 1. Que a SRH promova urgentemente ações visando a que os exames retro mencionados sejam efetuados pelos servidores de acordo com a periodicidade determinada na mencionada Instrução Normativa. 02/08 e 03/09. medicina do trabalho.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . avaliação ergonômica do ambiente de trabalho e programas complementares e de qualidade de vida no trabalho.856. Data de Assinatura: 30/06/2011. de 17/04/2009. Objeto: Instalação e gestão de ambulatórios para a prestação de serviços de assistência médica ambulatorial de emergência/urgência em saúde. de 27/12/2007 e da Instrução Normativa SRH/MP nº. Que a SRH apresente as justificativas pelo não atendimento às disposições da Portaria Normativa SRH/MP nº. realização de exames periódicos. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As providências foram encaminhadas após a publicação do Decreto nº 6. que regulamentou o art. VII. INs SLTI/MPOG n. Pág. 206-A da Lei no 8. dispondo sobre os exames médicos periódicos de servidores.b. Vigência: 01/07/2011 a 30/06/2012.Regime Jurídico Único. Contratante: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA . conforme acima relatado.Processo: 48500.PP 003/2008 7 Superintendência de Recursos Humanos . visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.245 .112. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Decretos 5450/05 e 6204/07. Síntese dos resultados obtidos As recomendações descritas foram consideradas atendidas. Fundamento Legal: Leis 8666/93 e 10520/02. de 25/05/2009. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. 1/2008. VII. saúde ocupacional. Contratado: BRASILMED AUDITORIA MÉDICA E SERVIÇOS S/S LTDA.ANEEL. de 11 de dezembro de 1990 .a. LC 123/06. Recomendação Atendida: Vide comentários registrado no item anterior.SRH Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Recomendação Atendida: vide Extrato de Contrato nº 237/2011 .006346/2010-97.

de 24/09/2009 (SICNet 4521.b. entendemos que. de 24/01/2012. ANEEL. de 23/03/2009. a SLC entendeu como razoável a aplicação.2. prazo limite para aceitação dessas despesas. bem como efetue o ajuste (exclusão) dos montantes lançados como contrapartida. relativa ao exercício de 2008. de 12/01/2010. 055/2011-AIN/ANEEL. SMA (R$ 113. Que a SLC solicite à AGR que apresente justificativas quanto à participação de passaram a ser providenciados pela SRI.a) oriente à AGR sobre a inadequação da inclusão de despesas com encargos financeiros e multas na prestação de contas do Convênio.000277/2009-74. de 13/09/2011.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .1. servidores não relacionados como vinculados ao Convênio. Pág. à devolução do valor.60). de 18/03/2011. Esta recomendação foi inicialmente direcionada à SLC. aliado aos custos de manutenção do controle. da metodologia usada nos contratos celebrados pela ANEEL. além do valor de R$ 222.SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.b) solicite que a mencionada Agência restitua à conta do convênio os valores apurados. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/03/2009 Memorando Circular nº 004/2008-AIN/ANEEL. Não obstante tenha-se pela aprovação dos gastos a confirmação da pertinência dos mesmos. que no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL. apurou-se que houve pagamento indevido de R$ 100. solicitando providências necessária no item 3. as despesas referentes ao fornecimento dos serviços de água e por analogia.199. recomendou a realização de pesquisa em contratos semelhantes no Estado de AGR quanto às providências a serem adotadas no sentido de excluir da prestação de contas Goiás. Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC.103. em eventos realizados pela 44/2010-AIN/ANEEL. energia elétrica e telecomunicações. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais . tendo em vista a não formalização dos contratos finalidade. a SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria-Geral da ANEEL.3 do Relatório.00. oriente a de 24/03/2010. e aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária. Nos comentários realizados na Nota Técnica nº. de 31/05/2010. mas em atenção ao exposto no Memorando nº.11. II. IV. tendo em vistas que os exames realizados não abrangeram a totalidade das operações realizadas no exercício de 2007. à exemplo do exposto recomendado à SRI que encaminhasse expediente à SLC. solicitando o levantamento de todos os valores pagos a esse título para confirmação do montante apurado durante os trabalhos de auditoria. a devolução dos respectivos valores. instruída no processo 48500. A providência foi adotada pela área por intermédio do Memorando Circular nº 2/2010-SLC/ANEEL. tendo em vista a inclusão indevida nas prestações de contas. requerendo. bem como obtenha da(s) respectiva(s) unidade(s) organizacional(is) responsável(is) correspondente a glosa de diária de um servidor da AGR/GO.1. se for o caso.6) o reembolso à AGR no valor de R$ 2.002527/2009-00). os esclarecimentos pertinentes III. para a mesma esgoto. que a SLC providenciasse junto à SFE (R$ 1. pela a imaterialidade do valor envolvido e os ajustes financeiros já realizados em exercícios seguintes. caso haja essa ocorrência.246 .91) e SRI (R$ 789. conforme item 2.PP 013/2008 2. As ações decorrentes do entendimento firmado foram submetidas à Diretoria Colegiada da ANEEL para deliberação.02 (duzentos e vinte dois reais e dois centavos). entendeu-se que o ponto deveria ser baixado. Por mostrar-se inviável este procedimento. Síntese das providências adotadas Requereu-se na Nota Técnica nº 66/2009 – AIN/ANEEL. 213/2009-SLC/ANEEL. O resultado da aplicação dessa metodologia está exposto na Nota Técnica nº até 31/12/2007. Depois de inúmeras tratativas com vistas ao equacionamento da pendência.

Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e SRI estão consubstanciadas nos documentos acima informados. sendo as recomendações consideradas atendidas. Pág. conforme despacho instruído à página 382 do processo 48500. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL.007040/2008-33.247 . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre as Unidades Técnicas.

de 20/01/2012. 26/2012.a. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. bem como não integrou o TAD/2011. Pág. no Memorando nº. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SRI estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 013/2012 – AIN/ANEEL. 276/2007 promova interação com a ARSEP para que a mesma interceda junto à Governadora do Estado do Rio Grande do Norte . A SRI.RN. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. decisória e patrimonial). com objetivo de subsidiar a decisão do Colegiado acerca da celebração de Convênio de Cooperação com a ARSEP. de 19/11/2009. a respeito da alocação no TAD de servidor requisitado.2 do Relatório de Auditoria. bem como submeta os fatos apontados e o resultado das ações adotadas à Diretoria da ANEEL. embora constasse da proposta inicial do TAD/2010 da SRI/Coordenação. Relatório de Auditoria . informou que a servidora da ARSEP. nos termos da Resolução nº. de 8/12/2011. nos termos da Resolução nº 276/2007.248 .2. IV. nem o corpo técnico-administrativo relativo aos Contratos de Metas do exercício de 2012. em desconformidade com a legislação estadual. estabelecidos no inciso III. art. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. entre outras. de 20/01/2012. igualmente. de 25/01/2012. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. informa que levou a questão sobre o risco à autonomia administrativa e financeira da ARSEP ao conhecimento da Diretoria da ANEEL por meio da Nota Técnica nº 94/2011. 26/2012. a garantia de manutenção dos requisitos estabelecidos na alínea “b” do inciso I do art. O Colegiado decidiu que o novo Convênio deve explicitar como obrigação da Agência Estadual. § 3º. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre a Unidade Técnica e a Diretoria da ANEEL. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. 39 da Resolução Normativa nº 417/2010 (autonomia administrativa. deixou de compor o referido instrumento a partir da primeira revisão. no Memorando nº. o encaminhamento de informações sobre a solução encontrada no que se refere ao equacionamento do apontamento constante do item 4.PP 010/2009 2e4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 03/11/2009 Memorando Circular nº 29/2009-AIN/ANEEL.SRI. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. 16. no sentido de restabelecer a devida autonomia administrativa e financeira da Agência. da Resolução 296/1998. financeira. Superintendência de Relações Institucionais . vis-à-vis o não atendimento dos requisitos mínimos para a descentralização de atividades complementares da ANEEL.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II. solicite. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRI. ocorrida em 28/07/2010. para que a mesma se manifeste sobre a regularidade da manutenção do Convênio com a ARSEP.

000018/2011-68). da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia.c) Que a SLC oriente à AGR para instruir os processos referentes ao fornecimento de passagens aéreas com as cotações realizadas junto às companhias aéreas.1 e 2. solicitando manifestação sobre a elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram assinados após o termino das respectivas vigências.00).90.SLC. caso pertinente. III . sendo abordado no item 4 do respectivo relatório de auditoria. A AGR.03.2.PP 013/2009 1. Não obstante as providências adotadas pela SLC por meio dos Memorandos nºs 0563/2011. apropriados a menor nas prestações de contas. de 11/08/2011. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos contratos envolvidos e. Síntese das providências adotadas A SLC. Que a SLC oriente à AGR para que solicite o reembolso do montante de R$ 787. por meio do Memorando nº 0926/2010-SLC/ANEEL.249 . o acompanhamento da recomendação foi transferido para o Projeto Programado 007/2011-Gestão de Convênios AGR/GO (processo ANEEL 48500. II.PP 013/2009. II. conforme apontamentos dos itens 2. devendo tais valores serem apropriados ao orçamento de 2010 das respectivas unidades responsáveis.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria . Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . resultante da diferença entre os valores apontados nas recomendações I e II-a (R$ 787. conforme despacho instruído à folha 86 do processo ANEEL 48500.PGE. informou que as passagens aéreas que vierem a ser adquiridas visando atender a interesses do Convênio terão cópias juntadas nos processos que derem origem as tais despesas. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. 11 e 15. de 11/02/2011. Pág. encaminhou as providências necessárias para o reembolso à AGR no valor de R$ 537. a devolução à conta do Convênio dos valores inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas.000277/2009-74. conforme determina a Norma Organizacional ANEEL nº.00 (duzentos e cinquenta reais) correspondentes às diárias pagas indevidamente aos servidores alocados no TAD da SFG. 3. tendo em vista o posicionamento do TCU sobre o assunto. b) após a manifestação da PGE. bem como realizar os respectivos ajustes com os servidores envolvidos.Que a SLC adote as seguintes providências: a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL .2 do Relatório.90 (Setecentos e oitenta e sete reais e noventa centavos). juntamente com as respectivas cotações de preço e o expediente de autorização para emissão da passagem. de forma a evidenciar que o bilhete emitido corresponda ao menor valor cotado. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 11/02/2010 Memorando Circular nº 4/2010-AIN/ANEEL.a) Que a SLC oriente à AGR a restituir à conta do Convênio o valor líquido de R$ 250. 31. conforme constatação objeto do item 1.90 – R$ 250. de responsabilidade da SFG e R$ 83.87. no Ofício nº 1870/2010-GAB. correspondente às diferenças de R$ 704. 2. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto envolvido. de 20/05/2011 e 0942/2011. de responsabilidade da SRI.

a Agência Estadual ressaltou que a Diretoria Executiva. a Agência ressaltou que a Comissão Especial de Sindicância constatou e a Diretoria Executiva da AGR decidiu que os serviços contratados com a empresa HOMEM DE MELO PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS LTDA.1. A SLC. referentes aos processos 200800029001278. a AGR acrescentou que o Processo 201000029001343. e não mais por contratação direta. Neste documento. que vierem a ser objeto de realização. que. por considerar que os serviços prestados ficaram abaixo da estimativa de custos feita pela AGR e aprovada pela ANEEL (conforme parágrafo 2º do Ofício nº 2030/2010-GAB). Que a SLC reitere à PGE. Pág. A SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria Geral da ANEEL. para determinado período.243. eliminando as inconformidades relacionadas ao caso abordado.. analisar e deliberar sobre os fatos apurados. informou à AGR/GO sobre a prorrogação do prazo necessário para a conclusão do Processo 201000029001343. no valor de R$ 23. objeto do questionamento. decidiu determinar a abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL. de 24/03/2010. 8. XV. Que a SLC emita orientação à AGR de maneira a propiciar melhorias dos procedimentos internos de gestão das contratações. 200800029007891 e 200800029009860. foram efetivamente prestados e recebidos pela AGR. visando apurar eventuais responsabilidades dos servidores envolvidos. sob o escopo de ensejar enriquecimento ilícito por parte da ANEEL. tomando por base as demais impropriedades. o assunto será encaminhado ao órgão competente para instauração de inquérito policial. mobiliário e coffee break). duzentos e quarenta e três reais) em decorrência dos vícios identificados nos processos licitatórios enumerados acima. a AGR respondeu que as despesas com evento.666/93.666/1993. Outrossim. serão efetivadas por meio de processos licitatórios realizados na modalidade que dispõe na Lei nº 8.a.XI. Informou ainda que a Comissão confirmou a inexistência de prejuízos financeiros para a ANEEL e para a AGR. Caso confirme a participação de terceiros envolvidos na elaboração das propostas. não cabendo restituição.a.182/SLC constante do item 15. recomendou a realização de pesquisa em contratos XI. e da impossibilidade de validação dos valores elegíveis ao convênio. não tendo encontrado elementos para indicar os possíveis responsáveis pela elaboração das propostas apresentadas à AGR. como o fracionamento das despesas pela não observância nas contratações diretas dos limites das modalidades de licitações estabelecidos na Lei nº. No Ofício nº 1999/2010-GAB. que cuida da sindicância. foi encaminhado pela Presidência da Agência à Diretoria Executiva com o intuito de dar conhecimento.4 do Relatório.250 . referente à Sindicância instaurada pela Portaria nº 011/2010 para apurar irregularidades apontadas no Relatório de Auditoria PP 013/2009. ao analisar o Processo 201000029001343. para objeto semelhante em períodos próximos de realização dos trabalhos sem justificativas que fundamentem eventuais alterações de preços no mercado (ex. por meio do Ofício nº 374/2010-SLC/ANEEL.00 à conta do Convênio. a necessidade de agilização do pronunciamento sobre a consulta formulada no Memorando nº 1. razão porque tais despesas seriam elegíveis ao Convênio.b. No Ofício nº 1870/2010-GAB. oscilação significativa de valores de itens iguais identificados nas propostas de preço.00 (vinte e três mil. Que a SLC solicite à AGR que sejam restituídos à conta do convênio os valores pagos à empresa Homem de Melo. Por fim. informou que a Comissão de Sindicância apenas constatou a inobservância de procedimentos regulares na formalização dos processos questionados pela ANEEL.243. autuado com a finalidade de tratar da possível devolução do valor de R$ 23. 200800029003143.

a. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SLC estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. Pág.251 . Por mostrar-se inviável este procedimento. energia elétrica e telefonia dos exercícios de 2008 e 2009.XV. semelhantes no Estado de Goiás. conforme Ofício nº 0429/2010SLC/ANEEL.005832/2010-00). dos contratos celebrados pela ANEEL. de 13/09/2011. com vistas à avaliação da possibilidade de se excepcionar a aceitação dos gastos realizados no exercício de 2008 e 2009. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interações entre as Unidades Técnicas. imediatamente após o pronunciamento da PGE. Que a SLC submeta. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL. sendo aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária. As ações decorrentes deste entendimento foram submetidas para deliberação da Diretoria Colegiada da ANEEL. para a mesma finalidade.2. de 11/10/2010 (SICNet nº 48535. por analogia. o assunto à apreciação da Diretoria Colegiada da ANEEL. sendo esta metodologia aplicada para o tratamento das despesas com água/esgoto. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. entendeu-se como razoável a aplicação. de 24/01/2012.

1 a 23. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. XXIII. de 09/05/2011. de 22/09/2011. .5 do Relatório. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessa recomendação deveu-se a necessidade de levantamentos adicionais por parte da SFG para o atendimento desta recomendação. de 01/02/2010. 358/2011-SFG/ANEEL.SFG. informou que a Agência Estadual realizou análises sobre os valores obtidos das medições nos tanques de armazenamento de combustíveis nas usinas termelétricas que foram desativadas no Estado do Mato Grosso. de propriedade da Centrais Elétricas Matogrossenses S. pelo Memorando nº. Que a SFG se manifeste sobre os apontamentos constantes dos itens 23. Pág. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração .CEMAT.PP 014/2009 23 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 01/02/2010 Memorando Circular nº 3/2010-AIN/ANEEL. onde a recomendação acima descrita foi considerada atendida.A. a unidade interna. estando consolidada na Nota Técnica nº 001/2011-CES/AGER. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre as impropriedades verificadas nos produtos pactuados no TAD firmado com a AGER/MT. de 18/03/2011. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SFG e AGER/MT estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 061/2011 – AIN/ANEEL.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria .252 . onde estão detalhadas as diferenças verificadas e suas respectivas justificativas.

Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. para que se mantenham aderentes à legislação vigente. 5 e 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 05/05/2011 Memorando Circular nº 13/2011-AIN/ANEEL. Superintendência de Administração e Finanças . Essa prática evita que ajustes aconteçam ao longo do ano distorcendo a remuneração do saldo financeiro do convênio. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Esta recomendação foi atendida. O Ofício 297/2011-SMA/ANEEL indica que a manutenção da descentralização das atividades de ouvidoria no ano de 2012 depende da adoção de medidas que tornem o convênio firmado com a ARCE economicamente viável. Pág. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. II) Que a SLC oriente as demais Agências Estaduais para que sejam apropriados nas prestações de contas os valores efetivamente incorridos nos meses do exercício. Relatório de Auditoria . de 19/07/2011. visto que a SLC enviou Ofício Circular nº 5/2011. 2. I.000053/2012-00). devendo as mesmas serem executadas por servidores da Agência. na medida em que o corpo de servidores da agência estadual é insuficiente para a execução das atividades delegadas. 4. o ponto foi considerado atendido. condicionando estas à apresentação e aprovação da prestação de contas do trimestre anterior ao imediatamente encerrado. Constatou-se que as versões finais dos pareceres assim como suas conclusões são feitas exclusivamente por servidores da ARCE.253 . tendo em vista os trabalhos realizados na alteração das Resoluções vigentes.SAF e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade’ – SFE.PE 001/2010 1.b) Que a SMA avalie a continuidade da descentralização das atividades de ouvidoria para ARCE. de 06/05/2011. reduzindo o número de profissionais terceirizados e a utilização de contrato de apoio. 3. III) Que a SLC adote providências para que as liberações de recursos financeiros às agências conveniadas sejam efetuadas até o décimo dia do mês em que se inicia o respectivo trimestre. Adicionalmente. informou que. dentre as quais devem ser incluídas. Na Nota Técnica 39/2011-AIN/ANEEL. orientando às agencias conveniadas sobre a prática recomendada.427/1996.a) Que a SMA informe a ARCE quanto a impossibilidade de terceirização da atividade de análise e solução das demandas de ouvidoria. necessariamente. em 13/05/2011. por se caracterizar atividade típica de Estado. de 13/05/2011. não atendendo ao disposto no § 2º do art. conforme Despacho da AIN (SIC nº 48521. ou promova a adequação na Norma de Organização ANEEL nº 003 de forma a tornar o procedimento atualmente realizado aderente à regulamentação vigente. 20 da Lei nº 9. ações que promovam a composição do quadro da agência estadual por servidores efetivos. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. visto que o assunto foi tratado no PP 005/2011 (item 4 do respectivo Relatório de Auditoria). dando conhecimento do assunto à Diretoria da ANEEL. entende não ser necessária a adequação na Norma mencionada. a SLC informou que adota procedimento que entende preservar a execução do convênio diante da incompatibilidade existente na Norma de Organização ANEEL nº 003.

quantitativo este que coincide com o informado na Nota Técnica nº 90/2010-SRI-SPG. ficou acordado que o quantitativo para a atividade 07 seria de 440 H/h. encerrado em 31/12/2010. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidentes sobre a folha de pagamento. evitando futuras incorreções.a) Que a SFE avalie criteriosamente o quantitativo de H/h definido para as atividades descentralizadas. em reunião realizada com a ARCE. de modo a mitigar as significativas discrepâncias apontadas nos subitens 6.5.675. no SIAFI. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARCE foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.3 a 6. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.b) Que a SFE proceda a revisão da Portaria nº 1. Síntese dos resultados obtidos Por meio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. de 13/05/2011. mediante a transação EXECCONV.2. relativos aos convênios ainda vigentes em 2011. assinado em 30/12/2010.6. IV. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. foram integralmente devolvidos. VI. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010. a SLC informou que foi emitido o Ofício nº 197/2011-SLC/ANEEL. de 22/12/2010. bem como no Contrato de Metas. Tal medida se faz necessária para que a execução financeira dos convênios esteja adequadamente evidenciada no sistema. orientando a ARCE a observar as disposições da Lei nº 4. conforme subitem 6. de 13/05/2011. de 20/07/2011. de 22/06/2011. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. de 13/05/2011. dos valores de rendimento pertinentes a cada Agência Estadual. indicada no subitem 13. os quais foram apresentados pela SLC no Memorando nº 0528/2011SLC/ANEEL.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010. apurados até 31/12/2010. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas.254 . VI.a) Que a SLC oriente as Agências Estaduais conveniadas para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. orientando às Agências conveniadas de que deverão observar o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. a SLC informou que foi emitido o Ofício Circular nº 5/2011-SLC/ANEEL. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidente sobre a folha de pagamento. de 21/12/2010. de modo a adequar o quantitativo de H/h da Atividade 07 com o do respectivo produto. a SFE informou que. de 12/05/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. a SFE informou que o quantitativo de H/h previsto no Termo de Referência foi estimado com base na experiência de fiscalizações semelhantes já realizadas pela ARCE. Por meio do Memorando nº 696/2011. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. especialmente quando da utilização desses recursos pelas Agências Conveniadas. com vistas a avaliar a possibilidade de efetuar o registro. a SAF informou que efetuou o registro dos rendimentos de aplicação financeira.IV. após a regular liquidação. V) Que a SLC oriente a ARCE para que observe as disposições da Lei nº 4. Pág. possibilitou o atendimento. Por intermédio do Memorando nº 606/2011-SFE/ANEEL. de 13/05/2011. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PE 001/2010.3 da Macrofunção SIAFI 020307 – CONVÊNIOS. Neste documento a Superintendência ressaltou que os rendimentos relativos ao convênio da ARCE. Por meio do Memorando nº 619/2011-SAF/ANEEL.b) Que a SAF solicite da SLC o montante dos rendimentos de aplicação financeira relativos aos convênios ainda vigentes em 2011. após a regular liquidação. de maneira satisfatória.

sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.255 . de 18/01/2011. Pág. em conformidade com o artigo 67 da Lei n°. exarada no Relatório de Auditoria PP 002/2010.PP 002/2010 1 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/05/2010 Memorando Circular nº 21/2010-AIN/ANEEL. que delega poderes aos titulares das Unidades Organizacionais. previstas no art. Adicionalmente. para nomear e exonerar os gestores dos contratos administrativos que atendam às necessidades de suas respectivas competências institucionais. Ponto baixado por despacho no correspondente processo. possibilitou o atendimento.a”. da recomendação “I. 2º do Regimento Interno da ANEEL. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. em 28/01/2011. visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Organizacional da ANEEL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. de maneira satisfatória. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . instruindo os atos praticados no respectivo processo de contratação e encaminhando a esta AIN informações sobre o procedimento definido e das orientações encaminhadas às unidades organizacionais da ANEEL. Relatório de Auditoria . 8666/93.679. informando às Unidades Organizacionais da ANEEL sobre os procedimentos a serem adotados sobre o tema em questão.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I.a) Que a SLC defina procedimento formal para a designação de fiscais de contratos. de 27/05/2010. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. a SLC expediu o Memorando Circular nº 4/2011.SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Foi publicada a Portaria n° 1.

de 13/5/2011. (itens 3. mesmo nas contratações de serviço por meio de pagamento por produto. evitando a necessidade de elaboração de termos aditivos ou descumprimentos contratuais por parte das empresas. Esta medida visa melhorar a elaboração dos instrumentos contratuais vis à vis a execução dos mesmos. a área garantiu que foi realizado um levantamento nas requisições dos últimos meses para identificar situações semelhantes e corrigir eventuais equívocos. III. motivo pelo qual continham apenas a assinatura no campo Responsável pelo Controle de Veículos. a SLC mencionou que buscará incorporar a linha de raciocínio sugerida pela AIN nos casos semelhantes. a SAF informou que a maioria das requisições foi feita por servidores da própria SAF. de 25/05/2011. I. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/5/11 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. Pág.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . providenciando. II. nesses casos. em processos licitatórios com apenas um interessado. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.c) Que a SAF institua procedimentos de controle internos de forma a eliminar ocorrências similares. a SAF informou que no próximo pagamento à respectiva empresa será procedida a glosa pela falta de fornecimento dos uniformes. de 07/06/2011. Por meio do Memorando nº 604/2011. inclusive.1. Ademais.a.256 .1 a 3. como forma de aferir a coerência da metodologia utilizada pela Administração para definição do valor dos produtos. de 07/06/2011.a) Que a SAF justifique o motivo da aceitação de requisições de veículos sem a devida aprovação do responsável das unidades organizacionais correspondentes. é recomendável requisitar o detalhamento da proposta apresentada. Que a SAF. atente para a metodologia utilizada pela Administração na estimativa de tempo total de homem/hora assim como seu valor unitário.13). na qualidade de gestora do contrato nº 118/2009. até que seja eventualmente promovida a alteração contratual proposta. Adicionalmente. Por meio do Memorando nº 780/2011. possibilitando a construção de bases referenciais para futuros processos licitatórios similares.a) Que a SLC em futuros processos licitatórios para serviços de consultoria. I. Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº 780/2011.PP 003/2010 1.b) Que a SAF se abstenha de efetuar o pagamento da quilometragem que não esteja de acordo com os procedimentos pré-estabelecidos. a regularização da requisição de veículo previamente ao pagamento. quanto a exigência de uso regular dos uniformes pelas(os) colaboradoras(es) que prestam serviços à ANEEL. passe a exigir o seu cumprimento integral.

prevista na legislação.b) Que a SLC. tendo em vista as disposições legais aplicáveis (Edital. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais responsáveis pelo tratamento das recomendações acima. a impossibilidade de alteração de objeto. possibilitou o atendimento.III. considere: i. Lei nº 8. requeira a manifestação formal da SGI. a relação entre o saldo residual a pagar e o produto objeto da contratação (Banco de Preços). os riscos inerentes à aceitação da proposta de divisão do Produto Final. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. dentre outros. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 003/2010. na eventual elaboração de termo aditivo ao Contrato nº 008/2010.net e manutenção do software na ANEEL. de 17/06/2011. se limitou a solicitar a prorrogação do prazo de execução e alterar um prazo no cronograma de pagamento original. ii. sobre a aparente duplicidade de serviços já executados por empresa já contratada. Síntese dos resultados obtidos A SLC informou que o gestor do contrato. Portanto. iii. formulada pela Contratada. As providências adotadas estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 033/2011-AIN/ANEEL.320. contida no documento da empresa. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. no que tange aos aspectos do Duto. e os obstou. de maneira satisfatória. a própria área gestora julgou insubsistentes os pedidos feitos pela empresa contratada. em função da proposta de agregação de outros serviços / produtos.666.257 . Lei 4. servidor da SRE. etc). Pág.

Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III.2) em caso de discordância. de 04/01/2011. quando da regularização do pagamento. conforme comentários constantes do subitem 3.1) em caso de concordância.1) em razão do exposto no subitem 3. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As interações entre a Auditoria Interna. de 03/05/2011. em atenção ao Oficio n° 0002/2011SLC/ANEEL.1.80. a documentação comprobatória do pagamento da despesa em trânsito no valor de R$ 1. b. oriente a ATR para a adoção das seguintes providências: b. submeter o assunto à Assessoria Jurídica da Autarquia. a ATR/TO.PP 004/2010 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 09/06/2010 Memorando Circular nº 22/2010-AIN/ANEEL.2. para posterior solicitação de reembolso do valor correspondente.PP 004/2010.b) Que a SLC. proceder o pagamento ao fornecedor e encaminhar cópia do respectivo comprovante à ANEEL ou. a SLC e a ATR/TO possibilitaram o atendimento da recomendação exarada no Relatório de Auditoria . tendo em vista a jurisprudência dominante que considera a retenção do pagamento como ilegalidade e enriquecimento ilícito da Administração. de 12/01/2011. Pág.258 . encaminhou por meio do Ofício nº 036. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. estabelecendo prazo para: b. solicitando orientação acerca de providências a serem adotadas em relação ao pagamento da fatura em aberto.1.1 do Relatório de Auditoria PP 004/2010. de 09/06/2010. Relatório de Auditoria . Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre a regularização do pagamento de fatura relativa a serviços prestados pela empresa Rental Frota Distribuição e Logística Ltda. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e ATR/TO estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 012/2011-AIN/ANEEL.1.157. proceder a devolução do recurso à ANEEL.2.

esclarece que está tomando despesas como elegíveis ao Convênio. A ARSAL.2 do Acórdão nº. sob pena de não aceitação das respectivas A ARSAL.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria . com base no art. devolução dos recursos utilizados.PP 005/2010 Data do Relatório de Auditoria 25/11/2010 Memorando Circular nº 49/2010-AIN/ANEEL.b) Que a SLC oriente a ARSAL para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ Com relação à Recomendação VI. solicitado pela CEAL. FIC. de acordo com a Lei 10. promova o registro de sua motivação no competente DMIC e os indicadores de conformidade DRP e DRC. 10. O Memorando nº 654/2011-SFE/ANEEL.076/2008. revisada pela Portaria nº 779/2007.b. artigo 60 da Lei 4. alertando para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa documentos que comprovem a regularidade fiscal das empresas contratadas nos processos de natureza ensejarão a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente pagamento. Item do Relatório de Auditoria 1. III) Que a SLC oriente a ARSAL para que. II) Que a SLC oriente a ARSAL quanto à necessidade de se instruir nos processos de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal dos fornecedores e prestadores A Agência Estadual esclareceu que está tomando as providências referentes à instrução dos de serviços.520/2002 e disposições contidas no item 9. de 21/03/2011 informou que está observando as que regulamenta a concessão de diárias aos servidores públicos civis do poder executivo. revisada empenho de acordo com a modalidade requerida. 6.320/64. VI. nas atividades vinculadas ao Convênio firmado com a ANEEL. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. evite contratar serviços rotineiros mediante contratação direta (Dispensa de Licitação). da competente autorização para os pagamentos realizados.60 da Lei 4320/64. sobre a necessidade da adequada emissão de A ARSAL se comprometeu a observar o conteúdo na Norma Organizacional nº 11. a ARSAL encaminhou cópia da GRU contendo a Identificação do Relatório de Auditoria Pág. Tribunal de Contas da União – TCU. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. conforme disposto nos parágrafos 2º e 3º do pela Portaria nº 779/2007. de determinações do Decreto Estadual nº 4. 3. passando a adotar procedimentos licitatórios convencionais. 7.076/2008. 2.4. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 10/12/2010. por ter sido concedido prazo adicional de processo administrativo. maneira a evitar as impropriedades apontadas neste ponto de auditoria. de 06/07/2011informa que a Agência Estadual V) Que a SFE oriente a ARSAL para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na justificou o atraso na análise da manifestação ao Termo de Notificação resultante da Resolução Normativa nº 063/2004 e. 4. comuns. apontadas neste ponto de auditoria.a) Que a SLC oriente a ARSAL para estrita observância ao Decreto Estadual nº 4. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores fiscalização de qualidade envolvendo os indicadores de continuidade individuais DIC. conforme Lei nº.259 . 1395/2005 – 2ª Câmara. VI. ao previsto no mencionado normativo. bem como a juntada nos processos mencionados. IV) Que a SLC oriente a ARSAL para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11. de 21/03/2011. preferencialmente por A ARSAL afirmou que as providencias relacionadas as falhas apontadas nas contratações de meio da modalidade pregão. Nome da unidade interna da UJ Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – destinatária da recomendação SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I) Que a SLC oriente a ARSAL para a impossibilidade de realização de despesa sem prévio empenho.520/2002. 5. sempre que o objeto pretendido referir-se a bens e serviços bens e serviços estão sendo tomadas.320/64. para envio de informações adicionais. 90. no caso de reincidência de ocorrências similares às todas as providências para que as despesas ocorram integralmente aderentes à Lei 4.

a) Que a SLC implemente mecanismos de controle que garantam a análise da compatibilidade dos gastos declarados nas prestações de contas com os valores previamente pactuados. a Agência Estadual informou que estão sendo providenciados junto às unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados na contrapartida. conforme as orientações da Auditoria Interna da ANEEL. não apropriado nas prestações de contas de fins de ressarcimento em 2009. no ao saldo apurado. caso se torne necessário.00. na execução das atividades delegadas. sobre originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam cobertura a liberação dos recursos referentes à Superintendência de Relações Institucionais – SRI. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal A ARSAL informou que os lançamentos incidentes sobre a Folha de Pessoal foram corrigidos. de 23/11/10. ou seja.74.b) Que a SLC oriente a ARSAL para que. Pág.260 . apesar do não lançamento dos encargos de pessoal para suporte nas previsões constantes dos TADs. de 11/04/2011. observe o percentual de despesas administrativas (contrapartida) pré-estabelecidos nas memórias de cálculos definidas ou. informou que estão sendo feitos os controles de uso missões/ações com aderência as atividades delegadas.13 na contrapartida do exercício de exercício de 2010.c) Que a SLC oriente a ARSAL para que proceda ao lançamento. Por meio do Memorando nº 805/2011-SLC/ANEEL.00. com a transição para o modelo implementado pela Resolução Normativa nº 417. referente ao erro no enquadramento do cargo de servidor nos processos de concessão de diárias 49070-1632/09 e 49070-1675/09. promova junto com as Unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados. por meio do Ofício supracitado. não havendo mais a antiga contrapartida. VII. de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo dessa natureza de gasto incorrido recolhimento dos encargos sociais por parte do Governo do Estado de Alagoas.332. que seja apropriado nas prestações de contas apenas os custos com veículos em A ARSAL. a SLC informou que. VIII.13. Ademais. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARSAL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. procedendo ainda ao controle do veículo adequadamente. considerando que os valores A SLC informou à ARSAL por meio do Ofício nº 0150/2011-SLC/ANEEL. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. na contrapartida do A ARSAL procedeu no lançamento do valor de R$ 51. 71 da citada Resolução.332. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria. VII. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. específico para tais utilizações. A Agência informou ainda que. submetendo o valor ao conhecimento e incorporação ao limite orçamentário valor de R$ 504.74 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado. durante a execução dos TADs. IX) Que a SLC oriente a ARSAL para a adequada utilização de veículos no âmbito do convênio.25. VIII. do valor de R$ 51. restituição no valor de R$ 25. referente ao excedente de custo de pessoal sem 2010. avaliação e aprovação dos produtos pactuados nos Contratos de Metas. A ARSAL acatou a recomendação e vem envidando esforços para receber ainda este ano todos os valores devidos de contrapartida que não foram repassados pelo Governo de Alagoas. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. de 2010 da SRI.a) Que a SLC oriente a ARSAL para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. nas condições do art. incidentes sobre a folha de pagamento. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. não existiu descumprimento dos deveres inerentes ao 2009. VIII. todos os dispêndios serão efetuados pela ANEEL após a entrega. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.b) Que a SLC oriente a ARSAL para solicitar o reembolso de R$ 504.

bem como foram atualizados os documentos de regularidade fiscal referente aos processos 27-3900/09-9 e 1763900/08-5. conforme descrito no item 7 do Relatório PP 004/2011.2 do presente relatório. 6.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que. quantidades. IV. 2.PP 007/2010 04/10/10 Memorando Circular nº 42/2010-AIN/ANEEL. Após orientação formal da SRI. de aditivos contratuais que confiram o adequado suporte contratual aos pagamentos realizados. IV. A AGERGS. visto que a prestação dos serviços telefônicos de Discagem Direta Gratuita – DDG. bem como a apresentação de levantamento detalhado sobre os serviços prestados no exercício de 2009 com a correta aplicação das cláusulas contratuais. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades destacadas. valor total. por meio do Ofício nº. Superintendência de Relações Institucionais – SRI e Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. a AGERGS justificou que o valor constante na”Cláusula Terceira – Do Preço” do Contrato nº 03/2006 refere-se à estimativa anual. quantitativo dos serviços etc. 291/2010-DG. promova o devido atesto do serviço confrontando os valores. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. percentuais de desconto.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . informou que durante o mês de novembro.45. III – Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. a demanda requerida não pode ser calculada. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades constatadas. a AGERGS.). em 28/10/10. 5. IV. inclusive a restituição à ANEEL do valor de R$ 243. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGERGS.45.a) Que a SLC oriente a AGERGS quanto à necessidade de se incluir nos processos de contratação e de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal da prestadora de serviços. bem como sobre a necessidade da adequada formalização dos instrumentos contratuais firmados. de 08/11/10. depende diretamente de eventos não previstos. preços unitários. Pág. procedendo a atualização dos documentos mencionados neste ponto de auditoria e encaminhando cópia a esta Auditoria Interna. 4.3900/09-9. por meio do Ofício nº. 27. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 13/10/2010. com vistas à avaliação dos descontos aplicados e dos custos reais desses serviços. itens de controle e unidades de serviço discriminados na fatura com as disposições contratuais (ex. de 08/11/10. referente a impropriedade relatada e ratificada pela AGERGS no item 4. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. previamente ao pagamento deste tipo de faturamento. Por meio do Ofício nº. bem como sobre a inexistência no processo nº. de 31/10/2007. todos os servidores daquela Agência Estadual que atuam em processos relacionados à descentralização de atividades pela ANEEL serão cientificados a respeito da Norma Organizacional nº 11 da ANEEL. de 08/11/10. 291/2010-DG. 3. Desta forma. oriente a AGERGS para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11.a) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a aceitação do faturamento dos serviços realizados pela Embratel em desconformidade com o estabelecido no contrato. tais como eventos climáticos e desastres naturais. 291/2010-DG. mas apenas estimada.b) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a realização de despesas em valor anual superior à previsão contratual.261 . por meio do Ofício nº. II. revisada pela Portaria nº 779. IV. de 08/11/2010. 7.d) Que a SLC solicite a AGERGS a devolução imediata à ANEEL do valor de R$ 243.b) Que a SLC alerte a AGERGS para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa natureza poderão ensejar a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente devolução dos recursos utilizados. Esta pendência foi incorporada nos trabalhos de auditoria de 2011. 291/2010-DG. Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação II.

140/2011-SLC/ANEEL. 291/2010-DG. de 08/11/2010. VIII-c abaixo.076.076. de forma a adequar as previsões aos gastos solicite a repactuação dos valores e percentuais acordados. do presente relatório. por meio do Ofício nº.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ regularizadas as impropriedades destacadas na recomendação V. apropriado a maior. sobre a manifestação requerida.427/1996. 291/2010-DG.a) Que a SMA estabeleça procedimentos que viabilizem o encerramento dos processos A SMA. 439/2010-SLC/ANEEL.07). ou. VII . no caso de alteração das condições inicialmente previstas. VIII. informou que foi realizada. referente ao excedente de contrapartida no valor de R$ 138. caso Contrato de Metas nº 003/2010-ANEEL. de 15/10/10. pendente da análise desta Auditoria Interna. que a agência repactuação dos valores e percentuais acordados.910. VIII. de forma a evitar futuras incorreções como as relatadas as providências para que não voltem a ocorrer. na prestação de contas do 4º trimestre de 2010. no caso de alteração das condições inicialmente previstas.804. aos gastos necessários à execução das atividades delegadas. valores originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam a liberação de recursos referente ao ressarcimento dos valores apropriados a menor no cobertura ao saldo apurado.910. de 08/11/10.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que. se observe o A SLC. em 30/03/11. as não conformidades apontadas.a) Que a SLC solicite a AGERGS a apresentação de justificativas para as despesas postais apropriadas ao Convênio em percentual superior ao inicialmente previsto no TAD/SRI ou. caso Por meio do Ofício nº.81. de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício de 2009. referente aos gastos com pessoal. a seguinte meta: “M3 Pág.00. em andamento na AGERGS.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que proceda lançamento na contrapartida do A AGERGS. ou. estabelecendo prazo compatível Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na com o cronograma de trabalho do Grupo instituído pela Portaria nº 1311/2009. VI. IX. no TAD da SRI. de maneira a pessoal. por meio do Ofício nº. do valor de R$ 138. lançado na contrapartida de 2010. maior sem a devida justificativa. orçamentário de 2010 das respectivas Superintendências que descentralizaram atividades à AGERGS naquele exercício.a) Que a SLC oriente a AGERGS para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. VI. solicite a futuros TADs.1. por meio do Memorando nº 139/2011-SMA/ANEEL. em 28/10/10. a compensação do valor apropriado a maior (R$ 7. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal Por meio do Ofício nº. no futuro. conforme relatado no item 5. considerando que os A SLC. de 2009. no montante a ser 7. informou que foi incluída no mencionados neste ponto de auditoria. introduzidas pela Lei nº públicos. durante a execução dos TADs. o valor de R$ 480. de 01/11/2011. A AGERGS. de forma a adequar as previsões necessários à execução das atividades delegadas. referente ao excedente de pessoal. submetendo os valores ao conhecimento e incorporação ao limite exercício de 2009 (no valor de R$ 31. a AGERGS informou que o valor de R$ inexistente. conforme recomendação mediante redução no montante de gastos com pessoal na contrapartida de 2010.968.a) Que a SLC oriente a AGERGS para que sejam regularizadas as impropriedades constantes do quadro informado no item 5.a.81). por meio do Ofício nº. neste ponto de auditoria. promovendo. de 08/11/2010. bem como foi restituído à 480. 12. a AGERGS informou que foram adotadas incidentes sobre a folha de pagamento.ficando eventuais valores a devolver decorrentes das respostas às recomendações “a” e “b” acima. 291/2010-DG.111/2009.262 . no qual a Diretoria da ANEEL aprova a produtos/atividades apresentados pelas agências estaduais. para adequação execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços dos normativos vigentes às novas disposições da Lei nº 9. orientou a AGERGS para percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos que deram suporte aos observação do percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos para os referidos documentos. V.00 na aquisição de duas passagens aéreas a ANEEL.b) Que a SLC oriente a AGERGS para solicitar o reembolso de R$ 31.804. oriente as superintendências envolvidas no processo de descentralização a estabelecerem indicadores de desempenho com vistas a avaliar a qualidade dos Foi publicada a Portaria nº 1. realizou o lançamento na exercício de 2010.Que a SRI/SPG. será compensado na Prestação de Contas do 4º trimestre. informou que foram V.2.07 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado no ano de 2009. referente a diferença tarifária de R$ 240. assinado entre SMA e AGERGS. VIII.07.00.07.

Seguindo a recomendação da AIN. de forma a adequar a capacidade de atendimento daquela Agência às demandas registradas.263 .c) Que a SMA oriente a AGERGS sobre os procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria. às demandas de energia elétrica. Nesse contrato de metas.SGO. no âmbito da Agência Estadual. culminando na assinatura do Contrato de Metas nº 003/2010. – encerrar. As novas orientações foram encaminhadas às Agências Estaduais conveniadas por meio do Ofício Circular nº. a transferência de tais demandas para tratamento por essa Superintendência.necessário. até 2011. IX. Pág. independente de sua natureza ou origem. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011. independente de sua natureza ou origem. A SMA informou que foi realizada criteriosa avaliação da estrutura disponível pela AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria. a SMA está orientando todas as Agências Estaduais sobre os novos procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria no Sistema de Gestão de Ouvidoria . IX. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada àquela Agência. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela AGERGS foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. há a previsão de finalizar 147 processos ao longo do ano de 2011. O resultado da avaliação da capacidade de atendimento da Ouvidoria da AGERGS.b) Que a SMA promova a avaliação criteriosa da estrutura disponível na AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria no Estado do Rio de Grande do Sul. 12/2011. consta do Relatório do Programa da Qualidade SMA – 2010. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. os processos administrativos oriundos da Ouvidoria criados antes de 2011”. visando a eliminação das pendências existentes. de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada.

800. Diante dessas tratativas. informou que estão sendo tomadas as devidas providências para atendimento desta recomendação.a) Que a SLC solicite restituição via Guia de Recolhimento da União (GRU) do valor de R$ 1. quando aplicável.264 .800.00. bem como a Presidente da referida Agência estadual. de 10/6/2011. 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL. IV. considerou satisfatório os esclarecimentos prestados pela AGER no Ofício CAS nº. foi verificado que as atividades descentralizadas não foram comprometidas. 3.a) Que a SRI avalie a situação apresentada acima. eliminando. No entanto. III. por meio do Ofício CAS n° 121/2011.b) Que a SLC passe o observar. II. lançadas indevidamente à conta do Convênio. de 28/12/2010.a) Que a SLC solicite à AGER a restituição. nos pagamentos de diárias e passagens aéreas realizadas com recursos do convênio as disposições legais aplicáveis quanto a correta quantificação dos montantes devidos. e dos requisitos à correta instrução processual.7. a SRI informou que tratou. de 12/12/2010. informou que passou a registrar as despesas dos custos com pessoal com base nos holerites.b) Que a SLC oriente a AGER para que institua procedimentos de controle interno com vistas a eliminação das não conformidades formais apresentadas anteriormente. por meio do Ofício CAS n° 121/2011. 2. II. III. Relatório de Auditoria . de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. por meio do Ofício CAS n° 233/2010. por não estarem previstos nos TADs de 2009. prestações de contas com valores irreais.05. em conjunto com as superintendências afetadas. de 14/10/2010. de 10/6/2011. conforme item 3. ressalvou que os canhotos de embarques aéreos devem constar nos processos de pagamentos de diárias e passagens ou incluir-se justificativa pertinente em caso de perda/extravio. A Auditoria Interna.Que a SLC oriente a AGER para que as contabilizações das despesas oriundas de pagamentos de pessoal sejam processadas com base nos valores efetivamente realizados na execução do Convênio.05 (vinte reais e cinco centavos) relacionado ao valor das multas pagas à empresa Brasil Telecom. como os canhotos de embarque aéreo e as certidões de regularidade fiscal. SMA e SFE.00 (um mil e oitocentos reais) relacionado às despesas de diárias de servidores da AGER quando da participação no treinamento “Extensão de Ouvidoria Relacionada ao Setor Elétrico”. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I . Pág. aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 20. com vista ao impacto nas atividades delegadas e sua continuidade. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER. aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 1. Por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL. do valor de R$ 20. pessoalmente. 233/2010. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais – SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGER. por meio da Nota Técnica n° 21/2011-AIN/ANEEL. do assunto com os Superintendentes das SFG. de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. assim. integralmente. restando sanada a impropriedade apontada no respectivo Ponto de Auditoria. via Guia de Recolhimento da União (GRU). de 12/12/2010. que possuíam TADs firmados com a AGER/MT.PP 008/2010 1. A AGER. por meio do Ofício CAS n° 233/2010.

1. dos trabalhos realizados naquele Estado. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. especialmente quanto à alegação da antieconomicidade e da subcontratação dos serviços pela vencedora do certame. 010/2010 realizado pela Secretaria de Administração – SAD.1.1).2). caso a AGER ou as Superintendências envolvidas manifestem a necessidade desse apoio da ANEEL. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a AGER. por meio do Ofício n° 14/2010-AIN/ANEEL. V. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2010. Entretanto.b) Que a SLC solicite à AGER o encaminhamento de informações adicionais à ANEEL sobre a contratação da empresa BBL. Tendo em vista não restarem documentos comprobatórios de superfaturamento. A AGER aderiu a Ata de Registro de Preços n° 58/2010/SAD. em virtude da proximidade do encerramento do exercício. de 28/12/2010. Pág. visando garantir a manutenção. As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 21 e 23/2011-AIN/ANEEL. apontadas pela Auditoria Geral do Estado (item 5.IV. por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL. assim. garantir a continuidade da delegação e a força de trabalho prevista nos TADs/2010. esta AIN encaminhou o assunto à CGU para manifestação. com a qualidade devida.a) Que a SLC informe a Agência estadual no sentido de que as despesas com telefonia móvel somente serão elegíveis ao Convênio após a conclusão do certame licitatório em desenvolvimento (item 5.265 . de 19/01/2010. referente ao Pregão n°. a SRI envidará esforços. de forma a agilizar a nomeação dos novos concursados e. ações tempestivas com vistas a dar suporte àquela Agência Estadual nas relações com o Poder Executivo Estadual (MT). onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.b) Que a SRI proponha à Diretoria da ANEEL. V. não há necessidade de interação com o governo do Estado do Mato Grosso no sentido de agilizar a nomeação dos novos concursados. informou que. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Síntese dos resultados obtidos A SRI.

de 09/06/2011. correspondente à diferença entre as cotações apresentadas na prestação de contas da viagem.b) Que a SLC oriente a ARCON a instituir procedimentos de controle interno de forma a para apresentação de Relatório de viagem. A ARCON. informou que atualmente existem cerca de 480 processos para serem analisados e concluídos. de 04/11/ 2010. setecentos e noventa e três reais e noventa e seis centavos). também. visto que os recursos foram reembolsados à ARCON.a) Que a SLC solicite justificativas para a aquisição da passagem aérea Brasília/Belém sem a observância das disposições contidas nos normativos mencionados. por meio do Ofício n° 051/2011-ARCON-PA/CAF.96 (quatorze mil. A ARCON. por meio do Ofício nº 017/2011-ARCON-PA/CAF.793.b) Que a SLC busque instituir controles internos de forma a garantir exatidão entre as informações constantes da relação de pagamentos e os valores declarados no demonstrativo financeiro e orçamentário apresentados pelas agências estaduais. Apresentou ainda os trâmites/procedimentos dos processos desde a análise para elaboração do relatório até o seu arquivamento. pelo Diretor-Geral o Manual eliminar atrasos na emissão do Relatório de Viagem. 22/2011-AIN/ANEEL. através da Instrução Normativa nº 001/2010. eliminando o passivo indicado na tabela acima. encaminhando o resultado a esta AIN para análise e providências complementares. bem como a restituição do valor de R$ 132. Pág.266 . Superintendência de Mediação Administrativa e Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I. Também foi apresentado o Cronograma de Execução conforme solicitado pela AIN A SMA.00. por ocasião das prestações de contas da execução do convênio de descentralização. ainda pendentes de solução.00. II. Por meio do Ofício nº 205/2011-ARCON-PA/CAF.a) Que a SMA busque junto à ARCON elaborar planejamento com indicação de ações tempestivas com vistas à conclusão destes processos.PP 009/2010 1. de Diárias.a) Que a SLC oriente a ARCON para que esta formalize pedido de reembolso junto à ANEEL do montante financeiro de R$ 14. a ARCON encaminhou comprovante de GRU no valor de R$ 132.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . encaminhando a AIN cronograma das atividades com tal finalidade. de 19/05/2011. 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/12/2010 Memorando Circular nº 51/2010-AIN/ANEEL. conforme análise proferida na Nota Técnica n°. o qual prevê todos os trâmites necessários para aquisição. correspondentes à realização a maior das despesas com pessoal alocado ao convênio e segregadas por Superintendência conforme indicado no quadro acima. informou que implementou provisoriamente controle na área financeira para evitar e impedir o descumprimento do prazo III.b) Que a SMA proceda levantamento nos registros do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO para identificação do quantitativo de Solicitações registradas nos exercícios de 2008 e 2009. de 22/12/2010. por meio do Memorando n° 343/2011-SMA/ANEEL. 3. III. As ações empreendidas pela SLC solucionaram a pendência. 2. acompanhamento e controle do fornecimento de diárias ao servidor. informando esta AIN sobre o resultado obtido. I. Foi aprovado. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. informou que todas as solicitações registradas pelo Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO) nos exercícios de 2008 e 2009 sob responsabilidade da ARCON-PA foram encerradas num prazo médio de 45 dias. caso não acatadas tais justificativas. de 08/02/2011. II.

A ARCON.IV – Que a SLC formule orientação à ARCON no sentido se observar as disposições legais exigidas quando da celebração dos ajustes contratuais e realização de pagamentos.267 . inclusive com divulgação interna sobre tais procedimentos a serem observados. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela ARCON foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Pág. por meio do Memorando n° 34/2011-SFG/ANEEL. de 14/01/2011. por meio do Ofício n° 017/2011. A SFG. orientando e informando da necessidade de instituir procedimentos com vistas à eliminação das não conformidades citadas no Ponto de Auditoria n° 5 do Relatório de Auditoria PP 009/2010. conforme anteriormente comentado. V – Que a SFG oriente a ARCON no sentido de instituir procedimentos de controle com vistas à eliminação das não conformidades acima elencadas em atendimento à legislação citada. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2010. informando esta AIN sobre as providências adotadas.ARCON-PA/CAF. informou que foram tomadas as devidas precauções com a implementação de procedimento junto à área financeira. a qual intensificou a verificação da estrita observância da regularidade fiscal das empresas prestadoras de serviço e fornecedores. informou que foi encaminhado o Ofício nº 60/2011-SFG/ANEEL à ARCON.

conforme apontamentos do item 2. incluindo atualizações. otimização das análises. sobre a forma de follow-up que possa aprimorar os procedimentos atuais. nos casos encaminhados a outras superintendências. decorrente do valor acima da cotação realizada. A SRT. de 20/04/2011. informando as medidas a serem adotadas com vistas ao saneamento das não-conformidades encontradas.a) Que a SRT em conjunto com a Superintendência da Gestão Técnica da Informação – SGI desenvolvam mecanismos de segurança que possibilitem restrições de acesso e modificação da base de dados do Banco de Preços da ANEEL. I.00. encaminhando a esta AIN cópia da GRU ou do ato formal da Diretoria sobre o assunto.5.3. conforme recomendado pela Auditoria Interna. 647/2011-SAF/ANEEL. informou que ratificou junto aos seus servidores a necessidade de observância da Portaria ANEEL nº 1.a) Que a SRT oriente os servidores responsáveis pelas solicitações de diárias e passagens para que observem os prazos estabelecidos na Portaria ANEEL nº 1. Por meio do Memorando nº. a SAF encaminhou o comprovante de recolhimento do servidor no valor de R$ 315.1). informou que as planilhas geradas somente são disponibilizadas aos agentes envolvidos por meio de cópia impressa anexada ao Pág. I. III. por meio do Memorando n°. as planilhas eletrônicas contendo a memória Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº. de 29/03/2011.00 à Conta Única do Tesouro.1. A SRT.c) Que a SRT instrua em cada processo o Aviso de Recebimento/AR das correspondências encaminhadas aos agentes.084/2008 e da Portaria MP nº 505/2009. a SRT justificou todas as não conformidades apontadas pela AIN. A SRT. nos processos referentes às autorizações para reforços e ampliações em empreendimentos de transmissão. 424/2011-SRT/ANEEL. 138/2011-SRT/ANEEL. já existem duas propostas de projeto junto à SGI que aguardam em lista de projetos para serem iniciados. bem como solicitou à AIN esclarecimentos adicionais. informou que o acompanhamento realizado atualmente. informou que não obstante o desenvolvimento do banco de preços ter-se dado por meio de contratação de consultoria externa. com follow-up periódico de acompanhamento.2. por meio do Memorando n°. de 20/04/2011. Por meio do Memorando n°. registro das alterações. visando melhor gestão interna à SRT sobre as autorizações de reforços e ampliações das Linhas de Transmissão e Subestações. 138/2011-SRT/ANEEL. evitando assim atrasos no pagamento de diárias e aumento no valor das passagens.1.268 . assim como da planilha eletrônica gerada pelo programa. A SRT. 138/2011-SRT/ANEEL. tendo em vista a não-conformidade relatada no item 2. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL.b) Que a SRT implemente controles internos adequados para acompanhamento das manifestações dos agentes. caso os argumentos apresentados não sejam suficientes.b) Que a SAF adote as providências necessárias à devolução do valor de R$ 315. II.b) Que a SRT sempre instrua. por meio do Memorando n°. mediante GRU. referente à diferença ocorrida na aquisição de passagem aérea. de 21/12/2011. a SRT informou que seus técnicos passaram a instruir o Aviso de Recebimento – AR das correspondências encaminhadas aos agentes.084/2008 e na Portaria MP nº 505/2009.PP 010/2010 1. uma vez que constitui documento indispensável para a comprovação do cumprimento dos prazos estabelecidos na Resolução Normativa n° 63/2004 e subsídio à eventual aplicação de sanções (item 1. III. II. 138/2011-SRT/ANEEL. 138/2011-SRT/ANEEL. ou submeta o assunto à Diretoria para aprovação do gasto excedente.a) Que a SRT apresente justificativas aos apontamentos dos itens 1. a 1. é feito por meio do SICNet ou por meio de contato telefônico com o servidor responsável pela instrução do processo.5. definição dos responsáveis pela gestão e os usuários nos diversos níveis que venham a ser estabelecidos.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. por meio do Memorando nº.

As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 40 e 56/2011-AIN/ANEEL. assinada pelos responsáveis. Os valores resultantes das planilhas são utilizados pelos servidores que instruem o processo na análise do empreendimento que culmina em Nota Técnica específica. assinada pelos responsáveis por sua emissão.269 . possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2010. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL. Síntese dos resultados obtidos processo específico que autorizou o reforço em questão. de forma a possibilitar maior rastreabilidade e transparência em relação ao valor de RAP definido para cada empreendimento. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.de cálculo do valor do investimento. Pág. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria.

1). As justificativas apresentadas pela SEM. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. de 20/07/2011. conforme comprovado nos anexos 5 e 6 do citado Memorando. conforme constatações do subitem 2. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 011/2010. na qual a empresa que apresentava menor tarifa. 1884/2010-SAF/ANEEL. contrariando as disposições da Portaria nº 1084/2008. de 22/12/2010.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. Síntese das providências adotadas A SAF.270 . de 29/12/2009. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 35 e 51/2011-AIN/ANEEL. de forma a evidenciar a regularidade do ato (2. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. por meio do Memorando n°. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL. de 28/12/2010. estava com maior índice de atrasos nos vôos. dadas às circunstâncias da época. alterada pela Portaria nº 1587/2010 e Portaria MP nº 505. foram acatadas pela Auditoria Interna.b) Que a SEM apresente justificativas pela aquisição de passagens por valor acima do menor valor cotado.PP 011/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/2010 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL. dentre outras cinco que disponibilizavam o mesmo serviço.a) Que a SAF oriente os responsáveis pela emissão de passagens aéreas para que incluam nos respectivos processos administrativos de concessões as justificativas pertinentes. por meio do Memorando nº 220/2011-SEM/ANEEL. II. Pág.2.. esclareceu que os documentos e as justificativas de remarcações foram devidamente incluídos no sistema SCDP.

c) Que a SAF. A SFG informou que todos os seus atos emitidos atendem ao princípio da motivação. comunicado a esta AIN a decisão final e salvo as atualizações feitas antes de 03/12/2008 quando se aplicaria o IPCA como índice de correspondente motivação de fato e de direito. elevando a potência instalada da usina para 214 MW. conforme item 1. No que diz respeito à Nota Fiscal nº 8001. a SFG esclareceu agente. conforme Parecer 1358/2009-PF/ANEEL e 1018/2010-PGE/ANEEL. do prazo para pagamento convencionados nos editais dos Pregões eletrônicos 05/2010 e 38/2009. com vistas a Pág. se for o caso. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SFG.PP 012/2010 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. houve descumprimento do prazo para atesto e. 2. com vistas a minimizar eventuais ambiguidades na interpretação. entrará em contato com a empresa para solicitar o envio de carta de retificação.a) Que a SAF busque instituir procedimentos para correção dos achados de auditoria acima de materiais recebidos pelo almoxarifado. No intuito de evitar a documento fiscal fora do prazo pactuado. referente à Nota Fiscal 8001 e instrua no respectivo processo.271 . Superintendência de Regulação Econômica – SRE. 5 e 6 Comunicação Expedida/Data de 27/12/2010. informou à SRE I.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . certamente são as causas para este atraso. qual seja. a SAF LTDA. No entanto. e a escassez de recursos humanos. O volume de trabalho. experimentada indicados e controles administrativos capazes de eliminar novas ocorrências de atesto no por toda a Agencia.b) Que a SAF providencie. carta de correção da empresa Comando Extintor preenchimento da nota. cuja forma de cálculo é análoga à RN 63/2004 da ANEEL. A SAF informou que as devoluções de valores aos agentes do setor elétrico em razão de I. conforme item 1. a SELIC diária. assim como atrasos de pagamentos em desacordo reincidência dos fatos apontados. 4. 3. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira – SFF e Secretaria Geral – SGE. ressalte-se que o atraso no atesto das notas fiscais mencionadas no Relatório de Auditoria. em conjunto com a PGE. I. por meio dos Memorandos nº. eliminado interpretações ambíguas e/ou incorreções no lançamento da TFSEE devida que já vem buscando na emissão de seus atos maior padronização da terminologia empregada. pelo agente. que a ampliação da UTE Suzano Mucuri se deu com a entrada em operação das unidades UG estabelecendo procedimentos de controle para melhor adequação do assunto.3 acima. no caso do processo 48500. 1. de forma a com as disposições contratuais ou licitatórias possibilitar a observação de todos os prazos determinados. Ademais. Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração – SCG.1 acima. sendo todas as informações e documentos elétrica de forma a conferir maior precisão da composição do parque gerador existente no correlatos devidamente autuados aos respectivos processos. não configurou nenhum prejuízo à Administração Pública. inclusive Regularização e Início de Operação Comercial dos empreendimentos de geração de energia os referentes à liberação para operação comercial. de fato. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. De toda sorte. apresentando a 04 e 05. em razão de lançamentos e arrecadações indevidas. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. bem como o atraso no pagamento constante do citado processo. conforme recomendação dessa Auditoria Interna. a luz da exposição acima. 554/2011 e nº 579/2011-SFG/ANEEL. destaca-se que se trata de mero erro formal no II. a SAF realocou novos servidores nessa área. unidade UG 04 em 20/03/2008 e da unidade UG 05.2 acima atualização. Superintendência de Administração e Finanças – SAF.d) Que a SCG e SFG busquem padronização da motivação de seus atos de Autorização. em 13/03/2008.b) Que a SRE e a SFG promovam as correções das não conformidades acima registradas. busque avaliar a aplicação lançamentos e arrecadações indevidas já estão sendo feitas com a devida atualização de procedimentos de correção monetária dos valores devolvidos aos agentes do setor elétrico monetária. A SAF reconhece que. conforme item 1. Procuradoria Geral – PGE. com a entrada em operação da esta AIN o resultado dos trabalhos realizados. em vista da grande quantidade II.004296/2010-11.

b) Que a SFE.3 do presente relatório. A SAF está providenciando o aprimoramento dos procedimentos de controle e organização. dos autos de infração emitidos pela AGERGS e ARCON. É importante esclarecer. destinação aos materiais considerados ociosos ou obsoletos. nos termos do Decreto 99. informando esta cadastramento no Sistema Inadimplentes. V. de 22/09/2010 e. AIN sobre o andamento destas medidas. conforme se pode verificar no Almoxarifado. em observância às regras estabelecidas pela Portaria mencionada. Reguladoras Estaduais está em andamento. sendo este devolvido ao local que lhe havia sido reservado. considera-se a questão do cartucho 51645 como um caso isolado. A SAF informou que conforme mencionado no Relatório de Auditoria.3 do presente relatório. bem como proceda a conciliação do SIGEC e encaminhamento dos autos de infração já levantados às áreas de fiscalização para Sistema Inadimplentes dos Autos de Infração das demais Agências Estaduais. providencie a devida atualização no Sistema A SFF esclareceu que todas as informações constantes do Sistema Inadimplentes estão Inadimplentes referentes aos Autos de Infração destacados nos itens 2. que não houve qualquer prejuízo à Administração Pública.005573/2010-03.658/90.2. todavia. A SAF entende que as normas de arrumação e estocagem do material já estão sendo aplicadas.3. 5. providencie a devida atualização no Sistema A SFE informou que o Autos de Infração destacados pela Auditoria Interna foram devidamente Inadimplentes.1. Por fim.658/90.a) Que a SAF institua rotinas internas ao almoxarifado de forma a garantir que as movimentações no estoque estejam devidamente refletidas no sistema GESPRO. 6. 4. Que a SAF interaja com as áreas de fiscalização responsáveis para que estas procedam A SAF informou que o levantamento sobre a situação dos Autos de Infração das Agências a inclusão. conforme informado pela PRF 1ª Região.272 . 8.8 do presente relatório.c) Que a SFF.” VI. atualizadas e de acordo com os respectivos processos. acrescenta-se que o caso está sendo apurado por sindicância. conforme tabela mencionada no item 6. Simultaneamente.4 do presente relatório.001228/2008-78 foi enviado para inscrição em dívida ativa. VI. identificados no almoxarifado. A SFF já está envidando esforços para reduzir o tempo decorrido entre a análise do recurso recebido e sua manifestação ao Juízo de Reconsideração. no Sistema Inadimplentes. onde se localizava a etiqueta com sua descrição. registros acerca da inscrição na Dívida Ativa dos créditos correspondentes.003401/2008-72 foi enviado para inscrição em dívida ativa por meio do Memorando 1531/2010-PGE/ANEEL. Pág. de 01/10/2010. Sobre este crédito. referente aos Autos de Infração destacados nos itens 1. nos termos do Decreto 99.a) Que a SAF melhore os procedimentos internos ao almoxarifado de maneira a cumprir integralmente as disposições normativas vigentes nas questões relacionadas à arrumação e estocagem IV. III. 3. em conjunto com a SAF.I. por meio do processo 48500. já houve manifestação sobre as diferenças dos toners por meio do Memorando nº 1348/2010-SAF/ANEEL.b) Que a SAF comunique a esta Auditoria Interna os resultados concretos obtidos nos procedimento de apuração das diferenças de estoques identificadas IV. 10 e 12.b) Que a SAF promova. evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa.d. bem como a alienação dos materiais ociosos citados no relatório de auditoria mediante processo específico. Assim. com a preocupação para que essa alteração de tempo não afete a qualidade técnica de suas análises. uma vez que todos os materiais estão devidamente identificados por etiquetas nas prateleiras. de forma a evitar novas divergências. 9 e 11. nos referidos processos. conforme atualizados. a PRF 1ª Região informou que já foi inscrito em dívida ativa e encaminhado ao órgão competente da PGF para o ajuizamento da ação de execução fiscal. VI.corrigir a mencionada Nota Fiscal. está sendo feito o mencionados no item 6. III. mas serão aprimoradas e intensificadas. a inscrição já foi efetivada e o órgão de execução da PGF responsável pelo ajuizamento da ação já foi cientificado.2. tabela mencionada no item 6. por meio do Memorando 1364/2010-PGE/ANEEL. visto que não localizamos. O processo nº 48500.a) Que a PGE informe a atual situação dos processos mencionados na tabela citada no item 6. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico. VI. A SAF mencionou que as rotinas internas com vistas a garantir o controle dos estoques já existem. 7. O processo administrativo nº 48500. em conjunto com a SAF.

de 13/07/2009. informou que. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 19/07/2011. consolidados no Memorando-Circular conjunto (SGE e inclusão em pauta de reunião da Diretoria. Que a SAF interaja com a Diretoria da ANEEL no sentido de mobilizar uma decisão acerca das questões relacionadas à gestão da arrecadação e à manutenção de sistemas de controle e de informações gerenciais que foram alvo de estudo de Grupo de Trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. Pág. VI.d. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 012/2010. os processos administrativos relacionados a penalidades somente sejam aceitos para meio de entendimentos com a SAF. todos os respectivos processos. por I. garantindo que: A SGE. os processos administrativos. deverão sem encaminhados á SAF para conhecimento e eventuais registros. de forma a garantir a uniformidade das informações relacionadas a este procedimento. de 02/09/2011.SAF de todos os processos relacionados a penalidades. Fiscalização Econômica e Financeira. encaminhados. dos Serviços de Geração e dos Serviços de Eletricidade II. Por meio do Memorando Circular nº 4/2011-SGE-SAF/ANEEL. protocolizados. A partir desta data. Que a SAF implemente procedimento de análise e autenticação dos processos analisados. de maneira a sanar as impropriedades constatadas no item 6 do presente relatório. independente da decisão tomada. à SAF.III. de 13/07/2009 já foi definido e está ciente sobre a deliberação do resultado do Grupo de Trabalho.II. foi instituído novo procedimento com relação aos Autos de Infração. de 19/07/11. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. enviado para as Superintendências de juízo de reconsideração da Superintendência de Fiscalização respectiva. após o juízo de reconsideração. caso contenham a manifestação da SAF após o SAF) nº 4/2011-SGE/ANEEL.302.VI.273 . de forma a conferir rastreabilidade dos atos praticados e garantir a uniformidade das informações pertinentes às penalidades impostas aos agentes setoriais A SAF informou que o relator diretor que decidirá sobre o grupo de trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1. por meio do Memorando nº 77/2011-SGE/ANEEL.e) Que a SGE implemente tramitação obrigatória pela Superintendência de Administração e Finanças . VI.302. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.d. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. para registro das eventuais mutações ocorridas quando da análise em instância final. após analisados e julgados pela Diretoria sejam foram observadas as recomendações da Auditoria Interna.

Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. Que a SRH busque desenvolver ações internas de forma a conscientizar as lideranças sobre a necessidade de se manter coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência com as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. Pág. Relatório de Auditoria . que. Haverá ação complementar da SRH neste sentido. Desempenho e Carreira da Unidade e deverá ser reforçada nas próximas avaliações.170/2011-SRH: A SRH esclarece que essa conscientização é feita de forma frequente pela equipe do Processo. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As ações propostas pela AIN tiveram por objetivo alcançar coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência e as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. devem ter plena consciência do item que estão avaliando e se a nota dada está coerente com a frequência do avaliado. com reflexos diretos no clima organizacional. Destaca. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. pelos cargos que ocupam. Superintendência de Recursos Humanos . no entanto.274 .SRH. Síntese dos resultados obtidos A recomendação acima descrita foi considerada atendida. que a responsabilidade das Avaliações de Desempenho é exclusiva dos titulares de cada área.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV.PE 001/2011 4. de 27/09/2011.

4 acima. II. Pág.SPG. 1184. informou que as guias de transferência passaram a ser emitidas. Que a SAF proceda à regularização da conta 14212. com individualização dos bens. por meio do Memorando nº. interaja com a SLC com o objetivo de se promover a locação de espaço adicional destinado à guarda provisória desses bens. organização e controle. de 01/08/2011. adequado acondicionamento dos bens móveis sob controle da SAF. estão em processo de desfazimento (doação) para que haja espaço destinado ao correto acondicionamento dos novos bens adquiridos. tendo em vista ser o documento adequado a tal finalidade.38 (duzentos e onze reais e trinta e oito centavos). 1184. por meio do Memorando nº. A SAF. 1184. 1184. II. de 01/08/2011. a individualização dos bens pelos efetivos detentores da carga patrimonial. localizados nos depósitos e garagem. de 01/08/2011. Relatório de Auditoria . conforme estabelecem os artigos 40 e 41 da citada norma. com a devida transferência dos bens de acordo com as UORG’s a que estão distribuídos. Superintendência de Administração e Finanças .38.Aparelhos e Utensílios Domésticos. evitando com isso potencial dano ao patrimônio público.PP 001/2011 1. A SAF.c. II. II. Que a SAF informe à Auditoria Interna a solução administrativa e contábil adotadas a respeito das diferenças de bens apuradas pela Comissão responsável pelo inventário físico – exercício de 2010. ainda. até a destinação final daqueles bens. informou que efetuou o estorno da depreciação no valor de R$ 211. Que a SAF.e. 2.12. II. os bens sem utilidade.a. de 01/08/2011.b.SAF e Superintendência de Planejamento e Gestão . informando esta AIN quando do estorno da depreciação no valor de R$ 211. observada as responsabilidades estabelecidas. informou que já iniciou a atualização do sistema GESPRO (utilizado para controle do patrimônio).d. por meio do Memorando nº. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF. Que a SAF passe a exigir na movimentação de bens patrimoniais no âmbito da ANEEL a emissão prévia de Guia de Transferência (GT).00 . de 15/07/2011. Que a SAF mantenha. visando a sua adequada conservação. até que se conclua o processo de distribuição dos bens novos e do inventário dos bens destinados à doação/alienação. Que a SAF proceda a imediata atualização do Sistema GESPRO. minimizando a situação identificada e abordada no item 2. por meio do Memorando nº.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. A SAF. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/07/2011 Memorando Circular nº 22/2011-AIN/ANEEL. promovendo.275 . informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”.

apresentando a esta AIN as providências adotadas. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 69/2011-AIN/ANEEL.a. de 03/11/2011 e 6/2012-AIN/ANEEL. de 01/08/2011. informou que foi realizado o levantamento das despesas inscritas em Restos a Pagar (RP). não existindo pendências para o seu encerramento. Que a SPG. e apresente a esta AIN. Que a SAF realize levantamento detalhado das despesas inscritas em Restos a Pagar para o exercício de 2011.679.f. objeto do item 2. 1184. juntamente com as ações concretas a serem adotadas com vistas a evitar a inscrição irregular de despesas para o exercício subsequente. Síntese dos resultados obtidos A SAF. tendo sido aberto o processo 48500.7 do relatório de auditoria. III. especificamente para o acompanhamento dos RP em aberto. Pág. responsabilizando a ANEEL por valores a ele devidos. verificando junto às Áreas da ANEEL se a inscrição de tais despesas atende às condições estabelecidas no art. se necessário. inclusive. IV. 35 do Decreto nº 93. Que a SAF informe a esta AIN o resultado do levantamento dos bens não localizados. manifestação formal quanto à necessidade de inscrição de despesas em Resto a Pagar. IV. em conjunto com a PGE. SPG – resposta apresentada no Memorando nº. com urgência. Em relação à SPG.b. visto que as providências adotadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. antes do encerramento de cada exercício financeiro. de 03/11/2011. informar que na ausência de pronunciamento ou de justificativas adequadas.II. A SAF. por meio da Carta nº P/1875/RD. de 10/08/2011 e em mensagem eletrônica enviada em 26/12/2011. encaminhe a esta AIN as justificativas apresentadas pelas Unidades. diferentemente do procedimento usualmente empregado. remetida pelo Representante Residente do PNUD no Brasil. busque a resolução do pleito do consultor no sentido de impedir que aquela reclamação constitua óbice ao encerramento do Projeto BRA/98/019.b. os empenhos não liquidados terão seus saldos cancelados. Adicionalmente.872/86. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.276 . III. de 16/01/2012.087. informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”. orientando sobre os dispositivos legais que cuidam do assunto e. por meio do Memorando nº. Que a SAF solicite às Unidades gestoras de contratos. de 06/12/2011. b) O saldo de recursos não utilizados no Projeto no valor de R$ 1. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As recomendações da Auditoria Interna propiciaram o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 001/2011. com as seguintes providências: a) informação sobre consulta realizada à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE) sobre providências a serem tomadas com vistas ao encerramento do Projeto PNUD BRA 98/019. 227. de 01/08/2011. c) Revisão Final do Projeto recebida na ANEEL em 14/12/2011. por meio do Memorando nº. previsão da data de ressarcimento à ANEEL do saldo de recursos não utilizados em poder do PNUD. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Que a SPG envide esforços junto ao PNUD visando o encerramento do projeto.a. As providências adotadas pela SAF encontram-se consubstanciadas na Nota Técnica nº 68/2011-AIN/ANEEL. 1184.003794/2011-10.60 foi recolhido à conta do Tesouro Nacional mediante GRU.

visando. no sentido I. atualmente.277 . diariamente. desde o dia 04/01/2012. de 02/06/2011. e constatou que o sistema está funcionando normalmente. o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento – SIOP. o Ministério do Planejamento está implementando um novo sistema informatizado para integrar planejamento e orçamento.b. Porém. Através do Memorando nº 120/2011-SPG/ANEEL. c) 2012 – foram realizadas atualizações de nomes e códigos das tabelas orçamentárias do SIGANEEL para adequação aos novos programas do PPA 2012-2015. Que a SPG interaja com as unidades organizacionais buscando adequar as informações sobre as ações do Programa Qualidade do Serviço de energia Elétrica – exercício de 2010 do sistema SIGANEEL.a.SPG. assim. apresente cronograma para implementação de mecanismo de avaliação anual dos processos organizacionais da Agencia (art. os ajustes efetuados no sistema SIGANEEL proporcionaram o retorno correto dos dados da Execução Orçamentária (empenhado e liquidado) provenientes dos arquivos extraídos do SIAFI. no curto prazo. na condição de Coordenadora das ações de gestão de processos organizacionais da ANEEL. Na Pág. eliminando. 22). 7 combinado com o art.PP 002/2011 1e2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Planejamento e Gestão . Que a SPG busque desenvolver plano de ação com vistas à otimização das atividades internas à ANEEL relacionadas à confecção da PCA. àquelas cadastradas no SIGPlan. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 004/2012/SPG. de 09/01/2012. a rotina de atualização de dados dos Relatórios de Execução Orçamentária do SIGANEEL. a menos dos valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento do SIAFI. duplicidade de atividades e controles paralelos desnecessários que contribuem para a ineficiência do processo. I. A SAF vem monitorando.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . à integração dos sistemas da ANEEL e do governo federal. contudo. que dependem da Secretaria do Tesouro Nacional. destacou as atividades realizadas em 2010 e 2011. esclareceu-se que a migração automática das informações entre os sistemas deverá facilitar o trabalho. II. Que a SPG. que já substituiu o sistema utilizado para elaboração do orçamento (SIDOR) e que deverá em breve substituir o SIGPlan A SPG entende que elaboração de um cronograma para atualização dos processos/subprocessos da Agência não parece ser a melhor proposta para a internalização da gestão de processos. b) 2011 – aguarda solução de problemas relacionados com a extração de dados do SIAFI. ficaram demonstradas as ações realizadas pela área para atendimento da recomendação: a) 2008 a 2010 – foram realizados batimentos entre os dados do SIGANEEL e os constantes no SIAFI gerencial para cada um desses exercícios (exceto os valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento).

b e 2 foram atendidas. O assunto está detalhado no Memorando nº 120/2011-SPG. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 002/2011. de 13/06/2011. Por meio da Nota Técnica nº 9/2012-AIN/ANEEL. ficou demonstrado que as recomendações I. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL. de 02/06/2011. de 16/01/2012. Adicionalmente. esta AIN considerou os esforços envidados pela área suficientes para o encerramento da recomendação I. pela Nota Técnica nº 028/2011-AIN/ANEEL.a. Pág. apresentando a esta AIN os documentos pertinentes.inviabilidade. submeta à Diretoria os ajustes necessários à adequação da Norma de Organização nº 29/2007.278 . Síntese dos resultados obtidos de verificar a situação atual dos processos organizacionais.

haverá indicação dos produtos a serem confeccionados e relativos ao exercício anterior fortalecendo o acompanhamento dos processos de fiscalização já realizados e não finalizados. inerentes à renovação dos contratos. 3. Contrato de Metas e critérios de avaliação. II. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. Que a SFE realize levantamento dos processos que contenham manifestações dos agentes ainda pendentes de análise. 20 da Resolução Normativa nº 063/2004.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II.b.b. que está descrita em Nota Técnica aprovada pela Diretoria. porém não serão aplicadas sanções pecuniárias”. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL.a. incluindo a AGERGS. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . 4. a qual deliberou que “no ano de 2012 os produtos de todas as agências serão avaliados. observadas as diretrizes emanadas da CGU. que conste nos processos de pagamentos vinculados a este contrato. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função. de 16/11/2011. a SLC solicitou à AGERGS que atentasse para o cumprimento das formalidades estabelecidas no Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. A área informa que mantém controle periódico sobre as pendências das fiscalizações das Agências Estaduais.5 do Relatório. Além disso. foram encaminhados. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências. explicitadas nos itens 3. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. adotando as providências necessárias a fim de garantir o atendimento do prazo determinado no art.PP 004/2011 2. de 25/11/2011: IV a. bem como eventuais necessidades de capacitação da equipe Pág.4 e 3. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Ofício nº 0493. de 30/05/2011 e ainda a orientou a envidar esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz. Entende que o Contrato de Metas. nova forma de delegação das atividades. Superintendência de Administração e Finanças . Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011. de 23/11/2011: A área informa que foi realizada reunião técnica presencial com todas as Agências Estaduais em agosto de 2011. sendo que no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense. Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas). Que a SLC recomende à AGERGS que envide esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz. os formulários de avaliação dos produtos na nova metodologia do Contrato de Metas.SFE.SAF.279 .a. Que a SLC recomende à AGERGS que atente para o cumprimento das formalidades estabelecidas no parecer citado. III. que faça voltar a constar nos processos de pagamentos vinculados a este contrato. a fim de se evitar fraude ou erro. de forma clara e precisa. e no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense. Que a SFE promova a análise criteriosa da capacidade da AGERGS para o atendimento das necessidades da Unidade. Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL. concepção do novo modelo. 5 e 6. IV. Relatório de Auditoria . IV. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função. por e-mail. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA.

em função das reincidências nos apontamentos dessa natureza. com vistas a definir a metodologia dos Custos de Referência e os Indicadores de Qualidade. no modelo proposto pelo Contrato de Metas. No entanto. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de adequar as informações dos relatórios e produtos de Ouvidoria apresentandos pela Agência estadual. a partir de 2011. bem como registrar. A SFE justifica que o fato registrado foi devido a exoneração de profissional da AGESRGS com grande experiência na área de fiscalização. de acordo com o corpo técnico disponível.a.c. Apesar da reposição os trabalhos foram prejudicados. Não obstante. a agência estadual estabelece as atividades que ela realmente tem capacidade de realizar ao longo do ano. Segundo esses critérios. V. Que a SFE oriente à AGERGS a fazer constar dos processos de fiscalização o protocolo das manifestações dos agentes.280 . Pág. passando a ganhar status “Gerou Processo (Em Andamento)”. de forma a dar maior precisão à produtividade alcançada pelas atividades descentralizadas de ouvidoria. há determinações no relatório de fiscalização com prazo a serem cumpridos pela concessionária antes do prosseguimento do processo. retirando a TABELA/QUADRO do item 1. V. expurgando. do indicador. No caso específico. no SGO. aquelas tratadas pela CTA/ANEEL. de 16 de fevereiro de 2011. Atualmente. – a SMA esclareceu que as SOs transformadas em processo administrativo não são mais encerradas no sistema SGO. corrigindo eventuais distorções.c. é reembolsada de acordo com o número de Solicitações de Ouvidoria tratadas.técnica daquela Agência. aplicáveis às atividades descentralizadas pela ANEEL às Agências Reguladoras Estaduais. instituído pela Portaria ANEEL nº 1. V. a AGERGS. necessitando rearranjá-los. a SMA adota na AGERGS os critérios de contratação “por produto” definidos a partir das atividades desenvolvidas no âmbito do Grupo de Trabalho. a partir de um Custo de Referência pré-determinado.b. por não conferirem a segurança necessária aos registros. IV b. a fim de que seja possível certificar o devido atendimento dos prazos previstos na RN 63/2004. tanto na área fiscal como administrativa.c. com o objetivo de melhor definir o limite de gastos reembolsáveis e os Custos de Referência ora adotados nos contratos de metas.710.b. V. de 21/11/2011: V. informando a esta Auditoria Interna os resultados obtidos e providências corretivas implementadas. V. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de avaliar a participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica (ANEEL) em relação às demais demandas registradas na Ouvidoria da AGERGS.a SMA esclareceu que ss critérios de reembolso de gastos e participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica em relação às demais demandas de Ouvidoria da AGERGS não obedecem mais aos mesmos critérios do Contrato de Metas 2010. . a SFE esclarece que a AGERGS geralmente mantém seus processos organizados e completos. evitando-se controles paralelos por meio de planilhas eletrônicas. podendo ocorrer fatos que postergam o andamento do processo. Memorando nº 845/2011-SMA/ANEEL.a. .1 e notificará as Agências Estaduais para adequarem os próximos relatórios a serem elaborados. IV. devendo a SMA disponibilizar mecanismo de tratamento diferenciado dessas Solicitações (Código de Status). o prazo de 45 dias estabelecido na Resolução Normativa nº 063/2004 é um prazo de referência. IV c. todas as demandas apresentadas à Agência.a SMA informou que alterará o modelo de Relatório de Ouvidoria. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de não proceder ao encerramento das SOs quando tranformadas em processos. independente de seu destinatário.

de acordo com a Resolução Decisória / AGERGS n. 1/2012-AIN/ANEEL. Memorando nº 1858/2011-SAF/ANEEL.2. As recomendações descritas foram consideradas atendidas. de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL. ainda. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. assim como proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 6. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL. 2/2012-AIN/ANEEL. proceda o cadastramento no Sistema Inadimplentes dos AI’s 01/2010-GPE-G e 02/2010-GPE-G. de 04/01/2012. aquela Superintendência ressaltou que foi encaminhada. VI.2.° 11. b e d”. por e-mail. providencie a atualização dos valores dos AI’s informados nas letras “a. de 04/01/2012. Entretanto. planilha de controle dos AIs. bem como o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPE-D e 09/2010-GPE-D no Sistema Inadimplentes.2. Quanto ao subitem 6.281 . de 25/11/2011: A área informa que promoverá a atualização dos valores constantes nos AI’s 02/2010-GPE-D. VI. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Síntese dos resultados obtidos As análises acima contam das Notas Técnicas 075/2011-AIN/ANEEL. esclareceu que os Autos de Infração 007/2010-GPE-D e 009/2010. Que a SFE. de 12/12/2011. bem como promova a atualização da página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração.4. dos Autos de Infração que foram indicados como pendentes no relatório.VI. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011.2.1.1. a SAF informou que foi regularizado o valor cadastrado e disponibilizado o boleto referente ao AI 010/2010-GPE-D. informando a esta AIN as medidas adotadas.1 letra "d".2. assim como as imagens de tais documentos. Procederá.1. ressaltando que o referido documento já foi quitado pela empresa. o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPED e 09/2010-GPE-D.GPE-D foram devidamente cadastrados no SIGEC.2. face ao exposto no subitem 6. Pág. que será apresentada juntamente aos produtos da agência a partir de novembro/2011. de 21/11/2011: Em relação ao subitem 6. letra “d”).a. letra “c” e 6. Que a SFG. em relação aos subitens 6. de 23/11/2011. informou ainda que o cadastro dessas informações na página da ANEEL na internet depende das informações que a AGERGS deve encaminhar à SFG. no Sistema Inadimplentes. Sobre o assunto. Que a SAF adote as providências necessárias para informação à AGERGS quanto à disponibilização do boleto para pagamento do AI 10/2010-GPE-D (subitem 6.c. 04/2010-GPE-D e 10/2010-GPE-D.b. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.2. de 14/07/2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. de 04/01/2012 e 3/2012-AIN/ANEEL.2. informe esta AIN sobre a conclusão dos referidos procedimentos. relatando que foi realizado o cadastramento.2.. Adicionalmente. Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL.

Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . I. de maneira a evitar a paralisação/não continuidade dos respectivos autos. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.1 do Relatório. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores ao previsto no mencionado normativo.282 . apresentando cronograma de ações a serem empreendidas em cada processo visando evitar a incidência das disposições contidas no artigo 1º. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.873/1999. a sua devida atualização. da Lei nº 9.a. Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração mencionados no quadro constante do item 3. Que a SFE passe a delegar o número de ações fiscalizatórias com base no histórico de cada Agência Conveniada. de 09/02/2012. Que a SFE oriente à ARCE para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na Resolução ANEEL nº 063/2004 e. Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas As providências foram contempladas no Contrato de Metas firmado com a ARCE. 2 e 3.SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade .c. A SFE esclareceu que as pendências de cadastramento citadas em relação aos Autos de Infração 004/2010 e 006/2010 foram regularizadas. no exercício de 2011. a partir do ano de 2012. informando a esta AIN das providências. de 31/10/2011 Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. promova o registro de sua motivação no competente processo administrativo. Ressaltou ainda que. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. contemplando todas as fases do procedimento administrativo. I. As recomendações descritas foram consideradas atendidas. Que a Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) oriente a ARCE para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. providenciando.SFE. A SMA informou que a ARCE foi orientada sobre a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. A análise encontra-se consubstancia na Nota Técnica nº 18/2012-AIN/ANEEL. os Contratos de Metas firmados com as agências estaduais que executam atividades descentralizadas de ouvidoria estipularão penalidades às agências estaduais que permitirem acessos indevidos ao sistema SGO. II. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/10/2011 Memorando Circular nº 31/2011-AIN/ANEEL. informando a esta AIN as providências adotadas. ainda. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. III. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. avaliando a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários.PP 005/2011 1.b. Pág. Que a SFE solicite à ARCE informações sobre a data da última manifestação dos agentes e/ou dos despachos proferidos nos demais processos não analisados por esta AIN e contemplados na tabela de passivos. e parágrafos.

do valor de R$ 3.283 . II. a partir de 2012.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. e Superintendência de Administração e Finanças .SFG. a SMA informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a ARSESP e a ANEEL. informando à esta AIN os resultados obtidos. a SLC orientou a ARSESP sobre a necessidade de instrução.SMA. bem como promova a requisição com antecedência de 10 dias. Que a SFG/SFE disponibilizem à SAF todos os Autos de Infração . confirme as impropriedades apuradas em relação a não contabilização de valores declarados na prestação de contas do 4º trimestre de 2010. 0366/2011-SLC/ANEEL.73 deve ser lançado à conta da contrapartida da Agência Estadual. e caso ratifique tal entendimento. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . 671/2011-SFG/ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . A diferença entre os totais não contabilizados por erro de soma e o saldo do TAD. avaliando ainda a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários. e do e-mail da SLC à SFE e respectiva resposta. no exercício corrente. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/07/2011 Memorando Circular nº 23/2011-AIN/ANEEL. Por meio do Memorando nº. Que a SLC oriente a ARSESP sobre a necessidade de instrução. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL. Que a SLC em conjunto com a SFE apresente justificativas para o não cumprimento das orientações emanadas pelo ofício circular citado.a. a área informa que não há documentação comprobatória autorizando a ARSESP a remanejar recursos entre as rubricas. 0366/2011-SLC/ANEEL. em que a SLC busca junto à ARSESP a confirmação contida na recomendação. ou caso contrário. Resposta apresentada por meio do Ofício nº. III. artigo 1º da Portaria n° 505/2009 – MPOG. IV. de 25/08/2011. de 25/07/2011. 2.SFE. que seja instruída a respectiva justificativa de escolha de outro vôo. e oriente a ARSESP para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. nas aquisições de passagens aéreas. de 22/09/2011. de modo a certificar que a passagem adquirida foi realmente a mais econômica. Por intermédio do Ofício nº. das respectivas cotações de preços. 551/2011-SMA/ANEEL. em que a SFE confirma à SLC que adotou as providências requeridas. de 19/08/2011. do Memorando nº 1018/2011-SLC/ANEEL. nas aquisições de passagens aéreas. de 05/08/2011. em que a SLC solicita à SFE providências para a efetivação do reembolso à ARSESP no valor apurado pela AIN.AIs emitidos pela ARSESP no exercício de 2010 e até o segundo trimestre do corrente exercício.SAF. do Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL.a. Que a SMA avalie a situação relatada neste ponto de auditoria. das respectivas cotações de preços. no exercício de 2010 e no 1º semestre de 2011. Por meio do Memorando nº. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . de 05/08/2011. conforme inciso I.64. do Ofício OF/E/0716/2011 da ARSESP. Pág. a SFG informou que as imagens digitalizadas dos Autos de Infração emitidos pela ARSESP. Que a SLC em conjunto com a ARSESP. de R$ 222. de 22/09/2011. I. Relatório de Auditoria . para registro e acompanhamento. promova a restituição àquela agência estadual.PP 006/2011 1. que ratifica os valores apurados pela AIN.279. em que aquela Agência Estadual não dá a referida confirmação em sua totalidade.b. foram encaminhadas à SAF.i.

conforme demonstrado no quadro acima. instituindo procedimentos internos de forma a garantir fidedignidade às informações cadastradas nos sistemas de controle. tópico (parágrafo) contendo a relação dos AIs emitidos no respectivo trimestre. responsáveis pela respectiva delegação de competência. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.4 acima. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Que a SAF avalie a deficiência registrada no item 4. encaminhando cópia desses pareceres à SAF. ainda. a sua devida atualização. Que a SAF suspenda os repasses de recursos até a regularização dos registros apontados nas recomendações ”a” e “b” acima e informe a esta AIN a respeito.a. concomitantemente ao encaminhamento à SLC. assim como todas as do corrente ano foram feitas já com o uso do sistema e encontram-se devidamente registradas. Pág. A SAF informou que o dado constante do SAD encontra-se incorreto. Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS.ii. pela ARSESP. providenciando.ii. a SAF informou que os repasses de recursos pertinentes a SFE e SFG já foram suspensos. o envio de informações sobre AIs deve ser contínuo e ratificado quando do encaminhamento das prestações de contas periódicas. de forma a possibilitar sua conferência e validação pelas Unidades da ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A constante interação entre a Auditoria Interna.b. em virtude de um lançamento indevido feito no sistema. informando a mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL. IV. Em 09/12/11. 726/2011-SFE/ANEEL. IV. 1235/2011-SAF/ANEEL.c. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. Que a SFG e a SFE incluam nos pareceres de aprovação das respectivas prestações de contas trimestrais. que todas as fiscalizações realizadas pela ARSESP no ano de 2010 já foram registradas no sistema Sigefis. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 006/2011. A SFE informou.c. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. bem como fá foram tomadas as providências para correção.284 .i. Tal procedimento contemplou as recomendações efetuadas pela AIN.IV. IV. Por meio do Memorando nº. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. ou seja. foi emitido o Ofício-Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. por meio do Memorando nº.

Relatório de Auditoria . II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. visando a eliminação das ocorrências dessa natureza. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. de 22/09/2011 que ressalta que o modelo de acesso ao sistema SGO será um ponto de análise desta auditoria no Contrato de Metas a ser assinado com as agências. 1.1 a 3.SMA. Que a SMA. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. informou que a pendência em relação a não devolução do saldo financeiro do Convênio referente ao ano de 2010 foi solucionada conforme consta no Ofício da AGR nº 1108/2011-GAB. Data do Relatório de Auditoria Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. de 09/12/2011. Em relação à SMA. A SMA. informouse da mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 67/2011-AIN/ANEEL. de 29/08/2011. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. Em complementação. unidade responsável pela gestão dos créditos da ANEEL.715. 1030/2011-SLC/ANEEL. em conjunto com SGI. adote medidas mais efetivas no controle. de 30/07/2011. informando a esta AIN as providências adotadas. bem como a imediata regularização das pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010. 59/2011-AIN/ANEEL. por meio do Ofício Circular nº 0725/2011SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. com exceção dos autos de advertência e de um cancelado. Em relação à SAF.PP 007/2011 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL.SAF. por meio do Memorando nº 2014/2011-SAF/ANEEL. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. por meio do Memorando nº. 60/2011-AIN/ANEEL. Pág. que encaminha cópia da GRU no valor de R$ 113. A SAF. a SLC informou que as pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010 foram regularizadas. sob pena de abertura de Tomada de Conta Especial. informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a AGR e ANEEL. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011.87. Ademais. providencie o registro dos autos de infração faltantes nos sistemas citados nos itens 3. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.SLC. com vistas ao adequado acompanhamento desses créditos. por meio do Memorando nº. dirigido a todas as agências delegadas. informou que os Autos de Infração informados estão cadastrados no SIGEC. III. a partir de 2012. 550/2011-SMA/ANEEL. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. Que a SAF. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Superintendência de Administração e Finanças .285 . Que a SLC reitere à AGR a necessidade de devolução do saldo financeiro do exercício de 2010.5 e adote as providências necessárias junto à AGR e superintendências responsáveis pelos respectivos AI´s. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. a análise encontra-se na Nota Técnica nº. de 21/10/2011 e 80/2011-AIN/ANEEL. de 22/09/2011. 2 e 3. de 14/12/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 12/08/2011. de 23/12/2011. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas.

O art. III.a. no que A SFG reiterou as informações junto à AGESC.SFG. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . 4º assim determina: “O de desempenho que venham a atender à recomendação proferida pelo TCE/SC. a até 10 (dez) do recebimento do Oficio para que a AGESC providenciasse o atendimento a revisão dos TAD’s para acobertar as despesas correspondentes. Superintendência de Relações Institucionais – SRI.873.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Índice de Qualidade do Produto – IQP será aplicado de forma imediata. que estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva pela Administração Pública Federal. tendo em vista os prazos definidos na Resolução Normativa nº de nº 159/2011-GECEN/AGESC. II. Comunicação Expedida/Data de 20/07/2011. apropriados nas prestações de contas do exercício 2011. Que a SFE priorize a análise dos processos de fiscalização relacionados no Ofício de nº A SFE informou que realizou a análise dos processos de fiscalizações relacionados no Ofício 159/2011-GECEN/AGESC.3. 63/2004 e no art.968.PP 008/2011 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. alerte sobre as conhecimento sobre a instrução dos processos administrativos. em relação aos subitens 2.1 e 2. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. junto às Agências Estaduais disposições contidas no art.286 . apropriados nas prestações do exercício de 2011 e fixou o prazo de evitar as inconsistências apontadas no item 1. Pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.3. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. se for o caso. Solicitar. 1999. 1. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9.3. 2 e 3.a. direta e indireta. Que a SFG. Propôs reuniões periódicas para disseminar o se refere à análise de manifestação dos agentes fiscalizados. de forma a ressarcimento de pessoal.2 do Relatório. ocorrer sem a aplicação do fator de pagamento”. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . Que a SRI interaja com a AGESC e órgãos da ANEEL objetivando desenvolver indicadores Foi publicada a portaria nº 1. o pagamento às agências estaduais deve serviço de energia elétrica no Estado de Santa Catarina. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . Que a SLC oriente à AGESC a proceder à revisão dos cálculos dos gastos com A SLC ressaltou a necessidade de a Agência proceder à revisão dos cálculos dos gastos com ressarcimento de pessoal. de 1 de novembro de 2011.SFE. II. particularmente em relação quantificação da qualidade e/ou desempenho da prestação do Durante o primeiro ano do convênio de cooperação. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I. todas as solicitações.c. Parágrafo único. de 23 de novembro de conveniadas.SLC. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9.1 deste Relatório.873/1999. oriente a AGESC quanto à observância dos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa ANEEL nº 63/2004. Da mesma forma.

informou que os respectivos autos de infração não foram cadastrados pela ARPB devido ao SIGEFIS não apresentar. Que a SFE apresente os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS conforme demonstrado no quadro acima. Por fim. O objetivo dessa ação é estabelecer uma forma de a ANEEL ter maior controle das informações geradas pelas Agências Estaduais quanto aos Autos de infração lavrados por delegação e. em conjunto com SGI. informando esta AIN as providências adotadas. que irá incluir uma previsão de penalidade no contrato de metas a ser assinado com a ARPB a partir de 2012. adote medidas mais efetivas no controle. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2011. Pág. providenciando. de 22/08/2011.a. de 15/08/2011.287 . II. Síntese das providências adotadas A SMA informou.b. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPB. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. ainda. Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das Agências estaduais no SIGEC. de 17/08/2011 (SICNet nº 48542. possibilitando assim ações futuras para o efetivo recebimentos das multas. a ARPB informou que tais Ais foram inseridos no SIGEFIS. quando da emissão do auto.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . visando à eliminação das ocorrências dessa natureza.003305/2011-00). manter os sistemas corporativos de crédito/cobrança e inadimplência devidamente atualizados. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. informando a esta AIN as providências adotadas. por meio do Memorando nº 572/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. por meio do Memorando nº 810/2011. II. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas. Foi enviado à ARPB. consequentemente. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. Era necessário o cadastro da citada Diretora no SIGEFIS para que seu nome constasse na relação e pudesse ser utilizado para a emissão de auto de infração. o nome da atual Diretora Executiva de Fiscalização e Controle. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas Unidades Organizacionais vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN. Que a SMA. a sua devida atualização. A SFE. de 09/12/2011. o Ofício Circular nº 0725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL.PP 009/2011 1 e 2. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. que altera o procedimento de envio de informações sobre Auto de Infração das Agências para a ANEEL. bem como a todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas.

A SAF enviou ao Diretor Julião Coelho o Memorando nº 1. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências conveniadas. a manutenção da atividade em comento nos termos de descentralização estabelecidos nos últimos anos perdeu seu propósito. A SAF encaminhou à AIN cópia do Ofício Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG.. assim como foi aberto espaço para sugestões das agências à Aneel. III. conforme explicitado no item 3.7 do Relatório.a) Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das agências estaduais no SIGEC. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. IV. 4 e 5. interaja com a Diretoria. e providencie junto à ARPE o imediato ressarcimento à ANEEL. referente às atividades não realizadas. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. com vistas a dar agilidade ao processo de desenvolvimento / aquisição de sistema próprio de gestão dos créditos da Agência. conforme apontado no item 3.2. apresentando à esta Unidade o resultado obtido.PP 010/2011 2.a. subsequentes à publicação da epigrafada Resolução ANEEL nº 024/2000. para demandar que o assunto reiterado na recomendação IV. de 09/12/2011 expedido para todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas. haja vista tratar-se – à época – de regulamento novo e procedimento de relevante complexidade. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. contendo orientação do novo procedimento para envio das informações referente a Autos de Infração. segundo Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . dada a sua baixa relevância. Pág. de forma clara e precisa. de 18/11/2011. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL.4 do Relatório. observadas as diretrizes emanadas da CGU. explicitadas nos itens 2.b.7. A Atividade A1 foi inserida no elenco daquelas a serem delegadas por esta Superintendência às agências estaduais nos anos de 2001 e 2002. constante do Relatório de Auditoria PP-012/2010. Relatório de Auditoria . incluindo a ARPE. Superintendência de Administração e Finanças . de 06/12/2011. IV. com base nas diretrizes estabelecidas na reunião mencionada no item 4.a.931/2011-SAF/ANEEL.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II) Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas).4 do Relatório. III.1) Que a SFE apresente manifestação sobre a não realização da atividade A1 para o 4º trimestre. de 09/12/2011. em reiteração à nossa recomendação VI. 3.SAF.d. concepção do novo modelo.2 a 3. informando a esta AIN os resultados obtidos. Todavia. de 06/12/2011. Na reunião foram expostos critérios de avaliação.3 e 2. constante do Relatório de Auditoria PP 010/2011. bem como o motivo da descentralização desta atividade.288 .8 do Relatório. III.PRODIST. praticamente eliminando incorreções e/ou inconsistências outrora habituais.2) Que a SFE apresente justificativas para as divergências nos percentuais (trimestrais e acumulado ao final do ano) de execução física e financeira apontadas na Tabela II e pormenorizadas nos itens 3. Por meio do Memorando nº 1172/2011.b) Que a SAF. a SFE informou que as concessionárias de distribuição de energia elétrica têm como prazo-limite para envio dos indicadores de continuidade coletivos (DEC e FEC) o último dia útil do mês subsequente ao período de apuração. a área esclareceu que foi realizada reunião presencial com todas as Agências Estaduais. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 1014/2011. seja tratado com a urgência que o caso requer.3) Que a SFE proceda o cálculo do valor pago a maior em 2010. período em que eram observadas consuetudinárias incorreções no envio e/ou inconsistências na apuração dos referidos indicadores. haja vista o total domínio adquirido pelas concessionárias ao longo dos anos para execução do procedimento supradescrito.a.

Pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna as Unidades Organizacionais da ANEEL. frente ao disposto no art. a SFE informou que a análise técnica requisitada exigiu o exame de todo o Relatório Final do ciclo 2005/2006 do PEE da CELPE. o qual se fazia indisponível em meio eletrônico. inciso VI da Resolução Normativa nº 273/2077.289 . possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2011. Ademais. de 09/12/2011.V) Que a SFE apresente justificativas pela intempestividade na elaboração da Nota Técnica 097/2011. haja vista seu considerável volume. 49. foram necessárias diversas consultas a colaboradores da Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética . especificamente àqueles responsáveis pela aprovação do citado Relatório. Por meio do Memorando nº 1172/2011. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas áreas vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN.SPE.

Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. 1759/2011-SLC/ANEEL. de 16/01/2012. por meio do Memorando nº. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. Relatório de Auditoria .SLC. bem como informando sobre a impossibilidade de aplicação de sanção administrativa verbal. informou que foi encaminhado aos Superintendentes da SFE. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC possibilitou o atendimento tempestivo da recomendação exarada no Relatório de Auditoria PP 011/2011.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação X. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios . 5/2012-AIN/ANEEL. SPE. de 22/12/2011. de 16/12/2011. SFF e SFG o Memorando Circular nº 12/2011-SLC/ANEEL. de 26/12/2011.290 .PP 011/2011 10 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL. cientificando-os sobre a necessidade de abertura de processo administrativo ao serem verificados casos de descumprimentos contratuais ou desempenho insatisfatório na execução do contrato. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. Pág. encaminhando cópia da comunicação a esta AIN.b) Que a SLC ratifique aos gestores de contrato a necessidade de solicitação de abertura de processo de sanção administrativa nos casos de eventuais descumprimentos contratuais verificados.

1562223 para que providencie a Em tratativas com a SRH. Que a SRH notifique a servidora de matrícula n°. e se prontificou a notificar os servidores para constatação do item 3. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente. para que seja dado o devido encaminhamento em relação aos servidores que ainda permanecem com a situação irregular frente às disposições contidas no artigo 117.16. 6172632 para que providencie a Em tratativas com a SRH. sendo os resultados obtidos entendidos como parcialmente satisfatórios pela Auditoria Interna. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação. esta Auditoria busca estender a amostragem para 100% do atual quadro de servidores da ANEEL. da efetiva devolução III. Que a SRH notifique o servidor de matrícula nº.c. e se prontificou a notificar os servidores para apontado no item 3. de 27/01/2012.1. Apesar dos esforços da Superintendência de Recursos Humanos – SRH. a Unidade esclareceu que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-transporte. 16/02/2012. quando da efetiva devolução Justificativas para o não atendimento As recomendações acima descritas não foram consideradas atendidas em sua totalidade.a.PP 003/2008 1e3 Superintendência de Recursos Humanos .16. dando ciência à Diretoria da Agência. independentemente da data de origem de tais recomendações.2. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória quando providenciar o atendimento à recomendação.2 a seguir contém informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que se encontravam pendentes de atendimento ao final do exercício. 8112/90 Relatório de Auditoria . visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. Último documento expedido: Nota Técnica nº 15/2012 – AIN/ANEEL. III. incorporado neste Projeto de Auditoria. 16/02/2012.SRH Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Trata-se de ponto remanescente do Relatório PP-003/2007. de 17/04/2009. a segunda apresenta as justificativas para o não cumprimento da recomendação. da Lei nº.2. Pág. identificados em 2006 pela CGU a partir de registros constantes no Cadastro Nacional de Empresas – CNE. A recomendação versa sobre participação de servidores efetivos em empresas privadas como sócios-gerentes. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas. Que a SRH submeta a questão à Procuradoria Geral da ANEEL.2 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória providenciar o atendimento à recomendação. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente.291 .2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento O Quadro A.16. QUADRO A. a Unidade informou que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-natalidade.

Que a SRH envide esforços na implementação das recomendações dos pontos de auditoria constantes do Relatório SFC/CGU nº 190. Em 19 de setembro de 2011. O desenvolvimento do assunto pode ser acompanhado pelo processo ANEEL 48500. que não está vinculado ao tempo de exposição. sem o desconto Pág. Em 2011.650. restabelecendo a normalidade dos pagamentos de adicionais ocupacionais que até então vinham sendo executados. a exemplo do que já havia sido feito pela ANP.004048/2002-45. A esse respeito. por meio da Portaria nº 1. a ANEEL. de 01/12/2011. de 19/02/2010. conforme art. suspendeu os efeitos do inciso III do Anexo II do documento até que a SRH/MP conclua os estudos acerca do pagamento de adicionais a todos os servidores ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada.a. citados acima e ainda pendentes de solução definitiva. com previsão de implantação até junho de 2012.2. e conceda o benefício apenas àqueles que permanecerem em situações insalubres ou perigosas por tempo superior à metade da jornada de trabalho semanal.PP 003/2009 5 e 6. Sobre o item 5. foi encaminhada à diretoria e publicada em 09 de novembro de 2010. expediu o Ofício nº 01/2011 questionando o teor do documento e sugerindo soluções alternativas. sensível à repercussão da Orientação Normativa. e sim à letalidade. que instituiu regras e procedimentos relativos às férias dos servidores na ANEEL. em nome do Fórum de Recursos Humanos das Agências Reguladoras. Superintendência de Recursos Humanos . por meio do Memorando nº 1326/2011.292 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 31/03/2010 Memorando Circular nº 15/2010-AIN/ANEEL. V. o Ministério do Planejamento respondeu ao questionamento do Fórum das Agências de que está ciente do pleito e que tem realizado diversas reuniões para tratar de assuntos relacionados a adicionais ocupacionais. . A SRH. embasadas em ampla jurisprudência sobre o caráter do auxílio periculosidade. por intermédio do Memorando nº 1326/2011.1/5. de 07/05/2010. houve uma reestruturação interna da SRH e a implantação da ferramenta FeriasWeb passou a fazer parte de metas de uma parte da equipe. 5º § 3º da referida norma. informou que essa Orientação Normativa foi amplamente questionada por todas as Agências Reguladoras e outros órgãos públicos.SRH.2.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . informou que a norma de férias.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRH.255.3. VI. Que a SRH reavalie os casos de concessão de adicional de periculosidade adequandoos à nova disposição contida na Orientação Normativa MPOG nº 2. O Ministério em questão. de 01/12/2011. citada no processo do relatório da CGU.2.3.

onde as recomendações foram consideradas parcialmente atendidas.1/5.002852/2008-92. sobre as providências complementares a serem adotadas.3.001459/2011-00) Justificativas para o não atendimento As análises dos esclarecimentos apresentados pela SRH estão consubstanciadas na Nota Técnica n° 16/2012 – AIN/ANEEL. em razão do exposto no o item 5. Quanto à recomendação VI. Pág. Sobre a recomendação V. tendo em vista o entendimento expresso no Despacho nº 0493/2011/PGE-ANEEL/PGF/AGU.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. o acompanhamento da questão pode ser feito pelo processo 48500. até que a Auditoria Interna seja informada das providências adotadas com vistas a elidir as não conformidades apontadas.002852/2008-92). sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração). de 31/01/2012. bem como as providências para elucidar questões jurídicas sobre a possibilidade de parcelamento de débitos. Orçamento e Gestão – MP. A AIN já foi informada das medidas que estão sendo tomadas por meio do Memorando nº 432/2011-SRH/ANEEL (SICNet 48546.2. recomendou-se à área formular a consulta ao Ministério de Planejamento.2. de 29/09/2011 (fls. 169/170 – Processo 48500.293 .de 6%. que evidencia o esforço da SRH em localizar ex-servidores para reposição ao erário. recomendou-se à área a necessidade submissão do assunto à Procuradoria-Geral da ANEEL.2.3. sem o desconto de 6%.a. de forma a possibilitar que a ANEEL proceda o pagamento do adicional de periculosidade totalmente aderente ao arcabouço normativo vigente. sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração). Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas.

na vigência do Contrato nº118/2009. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.09 no pagamento da empresa contratada. por meio do Memorando nº 64/2012. tais recomendações foram devidamente atendidas no início de 2012. Assim. II.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . informando a esta AIN o resultado apurado. esta AIN só tomou conhecimento do fato em janeiro/2012. Quanto ao atendimento da recomendação “II.a. A SLC. referente aos valores de uniformes não utilizados. ressaltou que a cláusula de prorrogação “tampão” assim como a redução contratual ganhou aprovação jurídica. ambas datadas de 24/01/2012.b) Que a SLC. que procedeu a glosa de R$ 5. em face da retirada de item valorado pelos demais concorrentes. Pág.b”.294 .952. embora a SAF tenha procedido a glosa dos valores devidos em julho/2011. ao atender à solicitação de aditivo contratual proposta pela SAF (Nota Técnica nº 271/2001-SAF/ANEEL). conforme análise realizada pela Auditoria Interna nas Notas Técnicas 10 e11/2012. em razão da falta de fornecimento dos uniformes das recepcionistas. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas A SAF informou no Memorando nº 64/2012.2” e “II.b” encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011.PP 003/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/05/2011 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. avalie se a exclusão dos uniformes não interfere no resultado do certame. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para a recomendação “II. de 13/05/2011.2”. de 11/01/2012. por meio do Memorando nº 10/2012. foi assinado o 2º Termo Aditivo que consolidou tais alterações. o valor gasto pela Administração Pública com o item uniforme e não utilizado pelos empregados da Universo. com vistas a solicitar o ressarcimento do valor ao Erário.2) Que a SAF apure.a. Embora as recomendações “II.a. de 06/01/2012. houve a necessidade de interações da SLC com a Procuradoria Geral da ANEEL.

Justificativas para o não atendimento Conforme Nota Técnica n° 23/2011-AIN/ANEEL A falta a apresentação de manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT. por meio do Ofício nº 50/2012-SRI/ANEEL. reiterou tal posicionamento. a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. visto que as contas desta não foram aprovadas.b) Que a SRI solicite manifestação à PGE. sobre a legalidade e conveniência da manutenção do Convênio firmado com a AGER. Resta pendente consulta a PGE/ANEEL sobre a situação de manutenção do convênio ANEEL/AGER.PP 008/2010 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL. VI. bem como a ausência de consulta à PGE-ANEEL sobre a manutenção do convênio ANEEL/AGER. visando a regularização das contas desta Agência Estadual.b”. de 14/10/2010. impossibilitou o atendimento das recomendações “VI. com vistas à regularização das Contas relativas ao exercício de 2009. diante da manifestação da Agência Estadual. de 30/01/2012. Superintendência de Relações Institucionais – SRI Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resta pendente a manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos da prestação de contas do exercício de 2009 daquela Agência ao TCE-MT. em função da reprovação de suas Contas referentes ao exercício de 2009. Assim.295 .a) Que a SRI requeira à AGER manifestação formal sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT. formalmente.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação VI.a” e “VI. Pág. não obstante as constatações desta AIN. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido sem a devida manifestação formal da AGER. Relatório de Auditoria . as quais não foram aprovadas por este Tribunal. a SRI irá consultar a Procuradoria-Geral da ANEEL sobre a conveniência da manutenção do Convênio.

torna-se necessário a aprovação da revisão do Regimento Interno.296 . Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRT. de 29/03/2011. proposta de alteração do Regimento Interno no que concerne às atribuições específicas desta SRT. Pág. de forma a compatibilizar as disposições regulamentares a prática adotada pelas Unidades. ou proponha à Diretoria Colegiada as alterações que se fizerem necessárias no Regimento Interno.PP 010/2010 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL. informou que consta nos autos do Processo nº 48500. visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Técnica responsável não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.003174/2010-08. o Dr. promova a adequação de suas atividades às atribuições dispostas no Regimento Interno da ANEEL. Relatório de Auditoria . Julião Silveira Coelho foi sorteado Diretor Relator. Este processo foi instruído pela SPG e na sessão de Sorteio Administrativo Ordinário n° 26/2010.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV) Que a SRT. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para o atendimento completo do apontamento. permanecendo tal recomendação como parcialmente atendida pela Auditoria Interna. que se encontra na Diretoria da ANEEL para deliberação. 138/2011-SRT/ANEEL. A recomendação acima descrita não foi considerada atendida em sua totalidade. em conjunto com a SCT e SRE. Justificativas para o não atendimento Tal análise consta na Nota Técnica n° 56/2011-AIN/ANEEL. por meio do Memorando n°. realizada em 28/06/2010.

assim como prazo previsto para efetivação dos registros dos contratos de compra e venda de energia elétrica no âmbito do PROINFA. será tratado no âmbito da Resolução Normativa. Relatório de Auditoria . por meio da Nota Técnica nº 36/2011-AIN/ANEEL. proveniente de geração distribuída. com vistas a definir prazo mínimo e razoável entre a publicação dos editais de chamada pública e a apresentação dos Termos de Adesão e respectivos documentos de préqualificação pelos interessados. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL está viabilizando o atendimento das recomendações pendentes. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/10 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL. permanecendo integralmente o conteúdo da respectiva recomendação.PP 011/2010 1e3 Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SEM. III – Que a SEM avalie a oportunidade e a conveniência de se submeter à apreciação da Diretoria da ANEEL proposta de revisão da Resolução Normativa ANEEL nº 167. por meio do Memorando nº 306/2011-AIN/ANEEL. faz-se necessária a apresentação do cronograma de desenvolvimento da Resolução Normativa.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I – Que a SEM informe o cronograma estabelecido para o desenvolvimento do sistema informatizado. a definição de prazo para finalização dos registros dos contratos de compra e venda de energia celebrados pela Eletrobrás no âmbito do PROINFA. Não obstante. tendo em vista que os mesmos continuarão a ser objeto de acompanhamento por esta Auditoria. de 10/10/2005. de 05/06/2011. de 22/12/2010. no momento. A Auditoria Interna. Não obstante. que estabelece os critérios e procedimentos para controle de atos e negócios jurídicos realizados por agentes do setor elétrico. com vistas ao acompanhamento das ações previstas até sua publicação. de 05/01/2011. a SEM informou que o assunto referente à definição de prazo mínimo em Chamada Pública para contratação de energia Elétrica.297 . Justificativas para o não atendimento Embora a SEM tenha prestado os esclarecimentos solicitados no Relatório de Auditoria PP 011/2010. por meio do Memorando n° 6/2011-SEM/ANEEL. por meio de Nota Técnica n° 51/2011-AIN/ANEEL. tais recomendações permanecem pendentes de solução. solicitou novo posicionamento da Unidade Técnica responsável. Pág. a Auditoria Interna entendeu que para o completo atendimento da recomendação. em fase de desenvolvimento na SEM. informou que não é possível. de 10/08/2011. a Auditoria Interna entendeu que o assunto não está equacionado. de 12/09/2011. Por meio do Memorando nº 245/2011-SEM/ANEEL.

entre outros) com vistas a propiciar cálculo e lançamento do crédito tributário automatizados da TFSEE dos agentes citados. em 2008. já foram analisados 85 recursos impetrados pelos agentes de um total de 119 recursos. Justificativas para o não atendimento Embora os esforços despendidos pelas Unidades Organizacionais da ANEEL na correção das impropriedades apontadas. em 2009.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . ou seja. que corresponde a 71% de processos já analisados. Pág. BIG. em conjunto com a SGI. Assim. foram instruídos 70 processos punitivos.1 acima V. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O pleno atendimento das recomendações depende de estruturação de sistema de informação em desenvolvimento na ANEEL. No entanto. como forma de demonstrar o esforço desta SFE em cumprir os prazos da RN 63/2004. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.298 . a Auditoria Interna não os considerou satisfatórios. as alterações no sistema SAMP acarretaram novos ajustes no sistema TFSEE. soma-se a isso. a AIN propôs que o assunto fosse submetido à Diretoria. conforme item 1. promova o desenvolvimento de sistema de informação e sua integração aos demais existentes (INADINPLENTES. 130 processos. os processos punitivos demandam uma análise criteriosa. A SFE informou que tem buscado cumprir rigorosamente os prazos estabelecidos na RN 63/2004. o grande volume de trabalho da fiscalização. Descrição da Recomendação I. permanece aguardando novo posicionamento das Unidades envolvidas. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou que o sistema TFSEE sofreu alterações de acordo com as recomendações da AIN e o mesmo se encontra em processo de homologação pela SRE. Assim. SIGEC. no entanto.PP 012/2010 1e5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. 108 processos e em 2010. Em relação ao ano de 2010. é necessário que a SRE solicite a readequação desse último sistema de acordo com as atualizações do SAMP. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico. a) Que a SRE. Não obstante. evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Superintendência de Administração e Finanças – SAF. Superintendência de Regulação Econômica – SRE. de 27/12/2010.

que poderá identificar.299 . Que a SRH busque instrumentalizar-se com informações corporativas sobre as ocorrências diárias. Que a SRH reitere às gerências as disposições do regulamento anteriormente citado no disposições referentes à jornada de trabalho dos servidores da unidade. semanais.SRH. Memorando nº 1.3. que são os profissionais mais próximos e aptos a realizar ajustes e abonos. horas cumpridas e que deveriam ser cumpridas. uma vez liderança. Para tal.170/2011-SRH: A SRH entende que a medida proposta não surtiria efeitos na quantidade de ajustes e que não deve ser encarado de forma negativa tal funcionalidade do sistema. há algum tempo tem buscado junto a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI novas soluções e melhorias para o sistema. a partir de determinado período selecionado gerar relatórios com indicações de discrepâncias de horário núcleo. mensais. entre outras periodicidades julgadas oportunas. informa que houve o desconto Pág. 121. pelo exercício irregular de suas atribuições (art. além de propiciar à SRH rotinas de acompanhamento periódico e alertar as chefias em casos dissonantes. 2 e 3 Superintendência de Recursos Humanos .. I. e-mails e reuniões. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. da Lei 8. utiliza-se de que tange ao cumprimento da aplicação dos descontos em folha de pagamento das horas não memorandos. No que tange as ocorrências registradas pela Auditoria Interna. Memorando nº 1. Acredita que com a implementação das novas trabalhadas e não compensadas até o término do mês subsequente.170/2011-SRH: A SRH reconhece algumas fragilidades do sistema Ponto Net em gerar relatórios que facilitem a gestão das áreas e da própria SRH. entre outras.a.374/2011-SRH: A SRH esclarece que sobre as informações corporativas acerca das ocorrências diárias.112/90). sob pena de responder.2.PE 001/2011 1. Esta postura equacionaria os problemas evidenciados sobre a quantidade de ajustes processados e de alterações cruzadas. a funcionalidades do sistema.170/2011-SRH: A SRH informa que tem procurado instruir os gestores e lideranças sobre os procedimentos a serem adotados e a necessidade de se fazer cumprir as I.. pela SGI. . semanais e mensais. informando ao titular da unidade os casos relevantes. em um processo educativo.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. sobre o descumprimentos das condições estabelecidas na Instrução Administrativa SRH nº 001/2009 (horário núcleo. que deverá reforçar o papel das lideranças na boa gestão da jornada de trabalho.a. a atuação da SRH será facilitada e mais efetiva. de almoço. já tem se articulado com a SGI para mudanças no sistema que permitirão. de 27/09/2011. interagindo com a liderança. Que a SRH elimine a possibilidade de cadastramento de servidores que não exercem a função de gerência/assessoria na área restrita do sistema Ponto Net. as áreas com maiores problemas.a. Entende que o desenvolvimento dessas novas ferramentas permitirá ao gestor acompanhar melhor a jornada de trabalho dos seus servidores. períodos com jornada de trabalho superior a 6 horas. que dá poderes para ajustar seus dados. em tempo real. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL.1. Em razão deste fato.) reportando as gerências envolvidas para solução dos desvios. Relatório de Auditoria . por exemplo. Memorando nº 1. apenas causaria concentração dos ajustes em menos pessoas podendo comprometer a agilidade do processo em áreas com muitos servidores e que já possuem cultura de ter o sistema operado por coordenadores de processos ocupantes de cargos comissionados.

Pág. principalmente para aqueles casos que não envolvem atividades da Agência. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI... para solução do problema. com a adoção. não há como se beneficiarem.170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas. Nova rotina de controle será implementada pela SRH. das medidas administrativas e disciplinares cabíveis nos termos da Lei nº 8. II. Memorando nº 1. Que SRH. a SRH informa que já solicitou à SGI o bloqueio da contabilização de horas após às 21h e que a SAF deverá consultar a diretoria sobre a necessidade de mudança da norma de acesso. por este documento a SRH encaminha cópia do Memorando nº 1.b. II. Memorando nº 1. Que a Superintendência de Recursos Humanos em conjunto com a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Secretaria Geral – SGE busque avaliar os casos de alterações cruzadas entre os gestores do sistema. busque corrigir as imperfeições do cadastro de gestores evidenciados no quadro acima.170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas.I. com a exclusão da permissão de acesso restrito aos que mudaram de área ou saíram da Agência. e . que permite acesso às instalações desses órgãos em qualquer dia e horário. não há como se beneficiarem.. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.. em folha das horas não trabalhadas e não compensadas até o mês seguinte dos servidores matrícula SIAPE . principalmente após às 21h. II. em conjunto com a SAF. Visto que estes não precisam registrar o ponto. Que SRH..395/2011-SRH: Em complemento as informações acima.205/2011-SFE onde são apresentados os procedimentos implementados com vistas ao equacionamento do problema registrado neste ponto... Visto que estes não precisam registrar o ponto..374/2011-SRH: Sobre a questão da permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho. a SRH. medidas para equacionamento das situação relacionada à permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho. com agendamento de reunião para discutir a Norma de Organização ANEEL. ANP e CPRM nº 1/2006. Que SRH.a.b. busque desenvolver estudos com vistas à viabilidade técnica e econômica de se manter o atual sistema “Ponto Net” para controle de frequência dos servidores da ANEEL. Memorando nº 1.4. Item “c”: A SRH informa que os casos apontados pela AIN foram devidamente solucionados. situação em estudo na SGI.112/90. deste relatório. independentemente de autorização prévia. vistos as distorções evidenciadas entre os dados de entrada e saída dos sistemas Ponto Net e Catraca. propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência. para solução do problema. Memorando nº 1. no caso de favorecimentos.170/2011-SRH: Item “a”: A SRH reconhece a necessidade de controles paralelos para se saber o saldo de horas exatas do servidor para períodos superiores a um mês e já solicitou à SGI o desenvolvimento de novas rotinas para controle dessas informações conforme as regras da IA SRH 001/2009..a. busque dotar as gerências internas à ANEEL com informações que supram e eliminem controles paralelos de gestão das frequências e banco de horas. Sobre a permanência dos servidores nas instalações da ANEEL em atividades não relacionadas às suas funções..170/2011-SRH: A SRH acredita que o problema identificado será resolvido com o bloqueio do acumulo de horas no sistema Ponto Net após às 21h.c. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. Que a SRH adote. Memorando nº 1. pela SGI. apontados nos anexos I a III.374/2011-SRH: A SRH complementa as informações acima esclarecendo que I. Memorando nº 1.300 . propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência. (duas ocorrências) Memorando nº 1. a SRH. Item “b”: A SRH informa que o item será atendido com o desenvolvimento das novas rotinas no sistema. foi pedido posicionamento da Superintendência de Administração e Finanças – SAF.

no que tange aos “horários especiais”. alinhando seus comandos.395/2011-SRH: Em continuidade as tratativas da questão relacionada ao possível conflito entre normas de organização. ANP e CPRM nº 01/2006. Que a SRH em conjunto com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF busque adequar a situação evidenciada através de alterações nos regulamentos. A rotina já se encontra em fase de testes. Há manifesta pressa da SRH e SGI na sua conclusão para disponibilidade aos usuários. reafirma a evolução dos testes e correção das inconsistências identificadas. uma vez que a primeira trata de acesso e a segunda. Justificativas para o não atendimento As ações da SRH apresentados acima. ANP e CPRM nº 001/2006. ANP e CPRM nº 01/2006 e o aparente conflito entre dispositivos normativos da Agência. encaminha à AIN cópia do Memorando nº 2. em complemento ao Memorando nº 1.020/2011-SAF. A SAF explicita. que em razão das dificuldades de se alterar a Norma de Organização ANEEL. a SRH. ainda. III. entende mais razoável proceder-se ajustes na Portaria nº 1.170/2011-SRH: A SRH informa que solicitou posicionamento e reunião com a SAF para verificar pontos da Norma de Organização ANEEL.374/2011.325/2009. de expediente. segundo entendimento da Auditoria Interna.301 .o controle paralelo de frequência deverá ser eliminado com as melhorias desenvolvidas pela SGI do sistema Ponto Net. Memorando nº 1. datada de 10/02/2012. por envolver três instâncias. definidos na Norma de Organização ANEEL. requerem complementações com vistas a elidir as deficiências registradas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O trabalho da auditoria propiciou oportunidade de se processar acertos nos procedimentos e controles afetos ao registro de frequência dos servidores da ANEEL. para posterior implementação na Agência. Mensagem de representante da SRH enviada à AIN. Pág. Memorando nº 1. o entendimento de que não há conflito entre as normas.

SCT. SGE. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.SRH. SPE. I.b. na eliminação das ocorrências identificadas nos Anexos “II” a “XVII” neste Relatório de Auditoria. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. em especial a e-PWG (Padrões Web). instituindo procedimento de controle interno de forma garantir sua tempestividade e segurança ao acesso. Comissão de Ética. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . Pág. CEL.SMA. assim. 3. Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética .SRI. SGI. SLC. Que a Comissão de Ética.2.SPE. Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição . Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. Superintendência de Relações Institucionais .b. Comissão Especial de Licitação . Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração . de 28/12/2011.1. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. Secretaria-Geral . bem como sobre a implantação efetiva de rotinas apropriadas ao atendimento da recomendação constante do item “b” acima. SRE. II. Que a SGI verifique as ações necessárias para adequar o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) da ANEEL com vistas a colocá-lo em conformidade com os padrões e diretrizes estabelecidos no e-GOV.a. SRH e SRI atualizem as informações disponibilizadas nos referidos sítios.CEL. Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Relatório de Auditoria . Que a SGI busque dar maior efetividade à ferramenta de gestão de conteúdos de maneira a permitir maior gerência sobre as publicações.SGE. SMA. Síntese das providências adotadas Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 28/12/2011 Memorando Circular nº 39/2011-AIN/ANEEL.SRD.302 .SRE. Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão. SPG.SCG.a. Superintendência de Regulação Econômica . Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. SRD. Que a SGI informe a esta AIN sobre a atualização das informações identificadas nos anexos “II” a “XVII” deste relatório.PE 002/2011 2.SRC. SGH.SLC. I. 4 e 5. Superintendência de Recursos Humanos . SCG. SRC. Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade . Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . contribuindo.

Que a SGI execute ações com vistas a definir processos adequados a fim de garantir a manutenção tempestiva de conteúdo dos sítios Intranet e Internet e interaja com Superintendências para que estas implementem e mantenham rotina periódica de encaminhamento / inclusão de informações de suas competências nos respectivos ambientes informatizados. Justificativas para o não atendimento Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Que a SGI informe a esta AIN o resultado das providências acima recomendadas. Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas.7 Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo. II.c.II.d. de 29 de julho de 2002. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado. conforme Resolução nº 7 do Comitê Executivo do Governo Eletrônico.303 . Pág. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Que a SGI verifique a conformidade do SGC com as diretrizes constantes no “Guia de Administração do e-GOV”: item 3. II.b.

irá remetê-los para o SERPRO. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas O Memorando nº 0149/2012-SLC/ANEEL. Pág. afirmando que os arquivos foram enviados para CGU. de 27/01/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A atualização dos contratos da ANEEL no sítio da Transparência Pública depende de processamento do SERPRO. que após analisa-los.PP 002/2011 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Relatório de Auditoria . Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC proceda à disponibilização dos contratos de credenciamentos firmados em 2010 e exercícios anteriores nos links referidos acima.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III. apresenta os esclarecimentos complementares da área. Justificativas para o não atendimento As providencias cabíveis à SLC foram tomadas. restando ações alheias a sua gestão para a disponibilização dos contratos no sítio Transparência Pública. instituindo procedimentos internos que garantam tempestiva divulgação destes atos nos termos da legislação vigente.304 .

cento e quarenta e nove reais e vinte um centavos). a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. via e-mail. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. no montante financeiro de R$ 11. VII. . oriente aquela agência estadual a retê-la até que as pendências descritas neste ponto estejam definitivamente sanadas. pelo que damos por não atendida a recomendação. adotarem as providências necessárias ao reembolso dos valores devidos à AGERGS. de 16/11/2011.b. Assim. via Ofício 419/2011 DG/AGERGS de 09/12/2011. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011. que a garantia contratual já estava expirada. Aquela Agência Estadual. visto que o contrato já tinha sido encerrado. em caso positivo. Que a SLC busque junto à AGERGS realizar o levantamento das diferenças desde o início da vigência do contrato até o mês em que a cobrança passou a ser feita de acordo com as disposições contratuais. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. as providências adotadas pela SLC. até a presente data. e.b e VII.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. VII. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. a SLC reiterou a necessidade de atendimento das recomendações VII. em 12/12/2011. por meio do Ofício nº 0418/2011 – DG. Quanto à recomendação VII. VII. correspondente às diferenças apuradas nas planilhas de ressarcimento dos gastos com pessoal no exercício de 2010.21 (onze mil. está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011. Superintendência de Controle de Contratos e Convênios . Que a SLC busque junto à AGERGS proceder à analise comparativa entre as faturas dos exercícios de 2010 e 2011 a fim de verificar se existe equivalência entre as tarifas praticadas antes e após janeiro de 2011. apenas informou. de 13/12/2011. juntamente com a documentação que o embasou. Pág. Quantos as recomendações referentes no item 7. encaminhando o resultado da apuração a esta AIN.b.PP 004/2011 1.a e VII.c.149. pelo que damos por não atendida as recomendações.149. Que a SLC adote as providências necessárias ao reembolso à AGERGS no valor de R$ 11. solicitando à AGERGS o cumprimento das recomendações VII. o levantamento das faturas mensais do Contrato 03/2006 (jan/2006 a dez/2010). em 29/12/2011. informando que orientou a AGERGS a formalizar pedido de reembolso junto a ANEEL.c. pelo mesmo expediente. que foi remetido à ANEEL.21.SLC. solicitou às áreas envolvidas. para o reembolso do valor correspondente. de 16/11/2011.c. no que tange às recomendações VII.305 Relatório de Auditoria . juntamente com a AGERGS.a e VII. a AGERGS informou. Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL. as providências adotadas pela SLC. via mensagem eletrônica. juntamente com as faturas requeridas nas SAs 003 e 004.5. encaminhando o resultado da análise a esta AIN.a. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL.a e VII.b. Que a SLC busque junto à AGERGS informe sobre a existência da garantia contratual citada no item 7. Aquela Agência Estadual informou que foi providenciada a solicitação. SMA e SRI – Coordenação. até a presente data. A SLC. 2 e 7. de 23/01/2012. Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações referentes no item 1. por meio do Memorando Circular nº 0002/2012-SLC/ANEEL. a saber.

a devolução à conta do Convênio dos valores do Parecer 001720/2008. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos continuou seguindo as orientações da Procuradoria-Geral do Estado no que tange aos termos contratos envolvidos e.Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria .PP 007/2011 Data do Relatório de Auditoria 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL. Além disso. sobre o assunto. bem como as medidas que seriam adotadas vis a vis o novo Parecer. entendeu como imprescindível que todas as formalidades atinentes à prorrogação ocorressem Recomendação transferida do Relatório de Auditoria . da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia. também. que mediante o Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. que entende que na celebração de termo aditivo de prorrogação.Que a SLC adote as seguintes providências: quanto à elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos em tela. igualmente.306 . realizou consulta à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE). e que. por meio do Memorando nº 0563/2011. caso pertinente. solicitou-se o envio à ANEEL de toda a documentação comprobatória assinados após o termino das respectivas vigências. Pág. 3. a exemplo das justificativas apresentadas pela AGR (Parecer 001720/2008). não se exige que o mesmo se aperfeiçoe antes do término da vigência do instrumento a ser inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas. tendo em vista o posicionamento do TCU referente à pendência em comento. razão porque se recomendou à SLC realizar nova consulta à PGE/ANEEL com vistas à obtenção de pronunciamento conclusivo quanto à responsabilidade da ANEEL ao aceitar. de 30/05/2011. de 13/09/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria . solicitando manifestação sobre a SLC/ANEEL.Após a manifestação acima requerida. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SLC.PP 013/2009. bastando apenas que o procedimento se inicie antes de expirado o instrumento originário. despesas realizadas com base em contratos aditados posteriormente aos respectivos vencimentos. Justificativas para o não atendimento As providências informadas acima e consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. prorrogado. de 24/06/2011. Esta consulta deveria buscar. Com respaldo no supracitado Parecer a SLC remeteu à AGR o Ofício nº 0303/2011a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL . que seria considerado extinto em caso de inobservância desse prazo. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. seja finalizado antes do término do prazo de vigência da pretensa prorrogação. Ressalta-se que no aludido Parecer não houve manifestação III . mesmo que amparados por parecer jurídico na esfera estadual. nas prestações de contas. fosse encaminhado expediente a todas as Agências Conveniadas dando conhecimento do entendimento da PGE/ANEEL sobre o assunto. entendimento da PGE quanto à possibilidade de reconhecimento por parte da Diretoria da ANEEL das despesas já incorridas nestas condições. Por intermédio do Memorando nº 0942/2011.PP 013/2009 durante a vigência do respectivo contrato. a recomendação foi considerada não atendida. bem como apresentasse à Auditoria o resultado das providências acima recomendadas. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto.PGE. de 20/05/2011. solicitando que fosse promovida a regularização dos contratos elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram envolvidos. a SLC informou que a AGR b) após a manifestação da PGE. não foram suficientes para o atendimento das recomendações exaradas no relatório de auditoria. de 11/08/2011.

Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração .307 . em relação aos subitens 2. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios .a. tempestivamente. Que a SFG.3. Superintendência de Administração e Finanças . Pendente de confirmação.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I.4.3. na prestação de contas do 3º/4º trimestre de 2011 o valor de R$ 12. a ser efetuada até março de 2012. em relação aos subitens 2. II. Que a SLC oriente à AGESC a solicitar o reembolso do montante de R$ 18.618. Que a SFG. de 30 de setembro de 2011.2. se for o caso. A SAF solicitou à AGESC que enviasse formulário contendo os dados dos AI’s pendentes de cadastramento no SIGEC.2.b. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF efetuou o reembolso devido.a. Relatório de Auditoria .SFG.618. no caso de dúvidas ou dificuldades para conclusão de posicionamento em recurso.3.3. quinhentos e nove reais e cinquenta e dois centavos) e apropriar.3. Que a SAF proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 2. II.1 e 2. adicionalmente. solicite da AGESC que apresente as justificativas para o atraso na análise dos Autos. As informações apresentadas à AIN não foram suficientes.SLC. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL. em relação aos subitens 2. de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL.63.a. cadastramento/atualização das informações contidas no relatório mensal encaminhado pela Agência. no Sistema Inadimplentes. recomendou-se que. 2 e 3. II. orientando. objetivando o estabelecimento de rotinas que garantam a efetividade do controle sobre os AI’s emitidos.1. proceda.1 e 2. informe esta AIN sobre as medidas adotadas com vista a solucionar as não conformidades apontadas.PP 008/2011 1. promova o cadastramento dessas informações na página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração. sobre como proceder para a conclusão do posicionamento em cada recurso.63 será incluído como contrapartida da AGESC na prestação de contas do último trimestre de 2011.3.2. e interaja com as áreas envolvidas no processo de fiscalização. informe a esta AIN as medidas internas adotadas.3.b. A SFG encaminhou à AGESC Ofício nº 993/2011-SFG/ANEEL.509. Igualmente recomendado no item procedente. Essa demanda gerou chamado ao suporte técnico que está envolvendo a SGI. de 20/07/2011. Igualmente. AGESC e SFG. II. na contrapartida da Agência. O valor de R$ 12.SAF. a AGESC solicite as orientações pertinentes à unidade organizacional. Pág. A regularização de tal situação depende de implantação de sistema de informações que possibilite um acompanhamento tempestivo por parte da ANEEL em relação aos AI´s expedidos pelas agências reguladoras estaduais.3.2. consoante item 1. solicitando apresentação de justificativas quanto ao atraso na análise dos recursos interpostos aos Autos de Infração.1 e 2. Nesse documento.52 (dezoito mil. Que a SFG.4.

308 . as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações acima referidas as providências adotadas pelas áreas não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. pelo que damos por não atendidas as recomendações. Pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.

que esse procedimento foi recentemente aprimorado de acordo com orientações da SAF/AIN e que a SGI está aguardando a homologação da SAF para colocar as alterações realizadas em ambiente de produção.SGI. está viabilizando o atendimento da recomendação explicitada. em ambiente de produção. Acrescentou. por meio do Memorando nº 977/2011. de 16/12/2011.c. II. faz-se necessário que a SGI comunique a efetiva implantação. o que traz um certo risco. Superintendência de Gestão Técnica da Informação . Superintendência de Administração e Finanças . de 15/08/2011. informando a esta AIN as providências adotadas. a SGI informou que os sistemas SAMP. portanto a atualização em um sistema se reflete automaticamente nos demais.309 . sempre que ocorrerem atualizações ou inclusões de dados no Sistema SIGEFIS. SIGEC. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou. embora as justificativas apresentadas pela SGI vão ao encontro das recomendações efetuadas por esta AIN.SAF. de 16/01/2012 . ainda. das melhorias recentemente promovidas no sistema SIGEFIS. que a integração entre os sistemas SIGEFIS e SIGEC é feita via rotina disponibilizada no sistema SIGEC que requer intervenção dos servidores da SAF. a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. TAXAFiscalização.PP 009/2011 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. Que a SGI implemente procedimentos que garantam a atualização dos dados dos agentes e agências conveniadas automaticamente em todos os sistemas corporativos da ANEEL. SAD. SAD e SARI. Pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Outorgas de Geração e SIGEC têm as suas bases de dados integradas. SARI. Ademais. Justificativas para o não atendimento Por meio da Nota Técnica nº 8/2012.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . a AIN entendeu que.

no tocante à prestação de contas da ARPE relativas ao exercício de 2009. solicitando apreciação das justificativas apresentadas pela ARPE. VI) Que a SRI solicite à ARPE o posicionamento do TCE/PE sobre as considerações feitas no Relatório de Auditoria daquele Tribunal referentes à prestação de contas do exercício de 2009 e envie a esta AIN. Superintendência de Relações Institucionais . tais assuntos foram solucionados. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios . visto que:  A SRI encaminhou cópia do Ofício ARPE DP nº 357/2011. o atendimento das recomendações explicitadas.3 do Relatório. a SLC informou que foi encaminhado expediente para Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . de 02/12/2011. de 22/12/2011. Sendo assim. sendo o horário de 15h36 do voo da WEBJET impróprio.SLC. totalizando R$ 300. que foram consideradas atendidas. o qual aquela Agência envia a publicação no Diário Eletrônico do TCE-PE. e menos econômica.310 . providencie a glosa dos respectivos valores com a consequente devolução dos recursos e o lançamento de tais despesas na contrapartida da ARPE na execução do TAD em 2011 (Valor previsto: R$ 100. conforme mencionado nos itens 1.2 e 1. assim como a SLC. a Agência Estadual informou que optou pela passagem mais tarde.SMA. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPE.PP 010/2011 1e6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL.00). Ib e Ic foram devidamente atendidas.b) Que a SLC analise as justificativas a serem apresentadas pela ARPE e. Embora as recomendações acima encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011. de 18/11/2011. caso não sejam satisfatórias. tendo em vista se tratar de evento de ouvidoria. I. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 06/01/2012. possibilitou. de 06/10/2011. de 16/01/2012. Pág.c) Que a SLC informe a esta AIN o resultado obtido quanto às providências recomendadas nos itens “a” e “b” antecedentes. Por meio do Memorando 004/2012. de 09/01/2012 a SRI encaminhou as informações solicitadas.SRI. A SMA considerou razoável a escolha pelo voo menos econômico.a) Que a SLC solicite à ARPE a apresentação de justificativa para a aquisição de passagens menos econômicas. conforme Nota Técnica 07/2012-AIN/ANEEL. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas Por meio do Ofício ARPE-DEF nº 047/2011.00 por pessoa. as recomendações Ia. como forma de prevenir a possibilidade de precisar atender à necessidade da ANEEL estender os trabalhos além do previsto.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . no exercício de 2012.  Por meio do Memorando nº 9/2012-SLC/ANEEL. I.

7.a. 27 do Regulamento de Credenciamento. IV. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL. tendo em Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. 3. na busca do tempestivo cumprimento ao prazo estabelecido no inciso VI do art.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .PP 011/2011 1.SGI. II.b) Que a SGI. 2.311 . com vistas a evitar incompatibilidade com as regras de importação do SIGEC. II.a) Que a SFF proceda à numeração das demandas de forma sequencial nos próximos sorteios. no momento do cadastramento dos ARs no SIGEFIS. promovendo. informando a esta AIN sobre as providências adotadas. de forma a dar transparência aos gastos realizados.1) Que a SFF oriente os seus servidores para que procedam. tendo em vista o item 2.a. 8.SFF. Aguardando manifestação da área. de 16/12/2011.3) Que a SFF solicite da SGI o cancelamento do AI 007/2011-SFF. 49 da Resolução Normativa nº 273. Pág. 9 e 10. II. com vistas ao estabelecimento de procedimentos e rotinas junto às assessorias dos Diretores-Relatores.b) Que a SFF realize a correção do placar no próximo sorteio a ser efetuado para o serviço 2. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I) Que a SFF oriente seus colaboradores quanto ao preenchimento dos relatórios de viagem. de 10/07/2007. em razão do exposto nos itens 2.7. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. 6. Superintendência de Gestão Técnica da Informação . sempre que possível. avançando uma casa no placar de sorteio para a empresa UHY Moreira Auditores. 4. III) Que SGE dê ciência à Diretoria da ANEEL sobre os apontamentos realizados.3 a 2. o detalhamento das atividades realizadas. proceda as alterações que se fizerem necessárias no SIGEC e SIGEFIS. Secretaria-Geral SGE. IV.4) Que a SFF informe a esta AIN sobre as providências adotadas. o registro do número do respectivo processo administrativo punitivo.8. II.a. com vistas a atender o disposto no art. II. a fim de atender a solicitação da SAF de 08/11/2011. atue junto à SGI na implementação de regra no SIGEFIS para que o cadastramento dos ARs tenha como requisito a existência prévia do número do respectivo processo administrativo punitivo. 5.2) Que a SFF em conjunto com as demais superintendências de fiscalização. a vinculação das informações com os respectivos documentos disponíveis no site da ANEEL (Relatórios de Fiscalização) ou a juntada de documentos auxiliares que retratem a missão realizada (atas de reunião de encerramento dos trabalhos). Aguardando manifestação da área.a. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira .

com vistas a aprimorar a execução dos sorteios. bem como a decisão pela aceitação ou não das justificativas apresentadas. proporcional ao número de demandas sorteadas para cada empresa concorrente.312 . bem como a não participação por algum motivo de impedimento. informando a esta AIN as providências adotadas. e em caso de necessidade. Auditores pela inexecução do Contrato nº. 1 da Ata de Reunião do 2º Sorteio de 2011. tendo em vista o longo tempo decorrido do encerramento do prazo de vigência contratual.1) Que a SFF abstenha-se de aplicar advertência verbal nas empresas contratadas. em consonância com o disposto no art.2) Que a SFF solicite a SLC que proceda a abertura de processo administrativo para a apuração da responsabilidade administrativa da empresa HLB Audilink & Cia. sempre que necessário. X. 36 do Regulamento de Credenciamento. específico para a homologação dos sorteios de demandas. V. 7 do processo físico.a) Que a SFF oriente as credenciadas no sentido de apresentarem em conjunto com a declaração de impedimento os documentos que comprovem tal condição. institua modelo de Termo de Homologação. vol.a) Que a SFF abstenha-se de utilizar o critério da linha média como forma de penalidade a empresas com SICAF irregular durante a realização do sorteio de demandas.a. IX) Que a SFF encaminhe a esta AIN documentos que comprovem a execução tempestiva do mencionado Contrato. informando a esta AIN as providências adotadas. constante da página 1. em conjunto com a SLC. V. encaminhando a esta AIN cópia do modelo instituído. X. como critério de ajuste.d) Que a SFF proceda a digitalização da fl. VIII) Que a SFF informe as empresas contratadas sobre a necessidade da indicação do preposto nos moldes do modelo especificado no Anexo XII do Edital de Credenciamento nº 03/2009. requerendo.a. 43 do Regulamento do Credenciamento. Pág. o avanço de casa(s) no placar. encaminhando cópia a esta AIN.2 do Relatório.c) Que a SFF evite o recebimento de declarações de impedimento presenciais e orais durante a realização do sorteio. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. bem como a ausência de aplicação das penalidades previstas. de forma a prever. encaminhando cópia da comunicação à esta AIN. VI. com vistas a atender ao art.441. 87/2011-ANEEL.b) Que a SFF passe a instruir formalmente no processo a avaliação dos motivos e implicações dos impedimentos alegados pelas credenciadas. VII) Que a SFF. V. formalização do processo de sanção administrativa à SLC. aplicar penalidade conforme o art. 22 do Regulamento de Credenciamento. conforme comentários no item 4. VI.vista o ocorrido no 2º Sorteio de 2011. instruindo no respectivo processo e encaminhando a esta AIN cópia do placar devidamente corrigido. quando se constatarem empresas com SICAF irregular. encaminhe à Diretoria Colegiada da ANEEL proposta de alteração do Regulamento do Credenciamento ANEEL – 2008.b) Que a SFF. V.

Pág.313 . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado.Justificativas para o não atendimento Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas.

7.SIN.07. que estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas. e o Decreto 7.CCEE. necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional . 1º. 10º da Resolução Normativa ANEEL 406 de 13. 4.SFG/ANEEL. de 09. 6.2011.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .09.07.ONS de empresa de auditoria independente para auditagem dos dados de entrada do Programa Mensal de Operação .1 Atos Regulatórios Publicados REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE GERAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 9 Resoluções Autorizativas 10 Resoluções Homologatórias 3 Despachos 63 Total 85 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1.17. Resolução Normativa nº 430 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a redação dos arts. sob coordenação da Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . 5. Pág. pertecentes ao Sistema Interligado Nacional. 3º. de 28. e revoga as resoluções normativas listadas. não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação . contratos comerciais e rotinas de operação.2010. Resolução Normativa nº 455 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação por parte do Operador Nacional do Sistema Elétrico .111. em conformidade com a Lei 12.12.PMO e suas revisões.2010. ITEM 17.SIN.PLD.314 . Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011 publicado em 13/07/2011 Estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas. Resolução Normativa nº 447 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas. 5º. Resolução Normativa nº 427 de 22/02/2011 publicada em 11/03/2011 Estabelece as regras para o planejamento. 2. OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A.2009.CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças .CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai. Resolução Normativa nº 460 de 09/11/2011 publicado em 23/11/2011 Inclui o art. processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis .246.05.CCC. necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional . formação. o Anexo I e revoga o art. Resolução Normativa nº 425 de 01/02/2011 publicada em 11/02/2011 Aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização. 7°A na Resolução Normativa ANEEL 447 de 13. e dos dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico . contratos comerciais e rotinas de operação. 3. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 17. bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 366 de 19.CNOS com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2009.

CCC. 9. Estado de Roraima. município de Santana do Araguaia.2007 e 12. na sub . art.848 de 15.06. Geração Paranapanema S.A. à Queiroz Galvão Energética S.111 de 09.CCC.A.2009. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Barra Bonita. referente aos custos incorridos para implantação do Sistema Especial de Proteção na Usina Hidrelétrica de Jauru. Bariri. à Duke Energy International.488 de 15.EMAE. 5. 3. 7. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência. Resolução Autorizativa nº 2738 de 25/01/2011 publicada em 31/01/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro.8.315 .rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .03. Chavantes.ESS. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Taquaraçu. via Encargos de Serviços do Sistema . Resolução Autorizativa nº 2862 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. 4. Salto grande. à AES Tietê S. no município de São João da Baliza.ESS. via Encargos de Serviços do Sistema . Resolução Normativa nº 466 de 29/11/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece critérios e procedimentos para geração termelétrica fora da ordem de mérito de custo para compensar indisponibilidades passadas por falta de combustível. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Subestação Henry Borden. Resolução Autorizativa nº 2773 de 15/02/2011 publicada em 24/02/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. Caconde. Resolução Autorizativa nº 3011 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Brasil Bio Fuels S. Promissão. Capivara e Rosana. Estado do Pará. Euclides da Cunha e Limoeiro. referente à UTE Brasil Bio Fuels. via Encargos de Serviços do Sistema . Jurumirim. Resolução Autorizativa nº 3027 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . 6.A. Resolução Autorizativa nº 3112 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Pág.ESS.EMAE. Resolução Normativa nº 467 de 06/12/2011 publicado em 09/12/2011 Estabelece os requisitos e critérios para modificação do regime de exploração das concessões de aproveitamentos hidrelétricos para geração de energia elétrica destinada a serviço público. 8. 3º. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Usina Reversível Pedreira.2004. Resolução Autorizativa nº 2972 de 21/06/2011 publicado em 30/06/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. com a redação dada pelas Leis 11.12. Resolução Autorizativa nº 3012 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Santana do Araguaia Energia S.ESS. 2. nos termos dos parágs.A. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e sistema especial de proteção.A na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 4º e 5º. referente à Usina Termelétrica Santana do Araguaia I. à Empresa Metropolitana de Água e Energia . via Encargos de Serviços do Sistema . 20 da Lei 10.

dos custos de implantação de reforço nas instalações do pátio da Usina Hidrelétrica Henry Borden.ESS. via Encargos de Serviços do Sistema . não acatando a solicitação de alteração da energia de referência das Usinas Eólicas de Amparo.CEEE-GT. 02 e 03 da Usina Hidrelétrica de Itaúba como compensador síncrono. 3.TEO. Campo Belo. Cruz Alta. com vigência à partir de janeiro de 2012.ESS. 3. 2. 2.CCEE. Resolução Homologatória nº 1245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Serviços Ancilares .ESS.TSA. Bom Jardim. à AES Tietê S.CVU. via Encargos de Serviços do Sistema . Resolução Autorizativa nº 3162 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. da Usina Termonuclear Angra II. Rio de Ouro.Autoriza o ressarcimento financeiro. à Empresa Metropolitana de Água e Energia . disponibilizados pela Usina Hidrelétrica Itaipu. provido por unidade geradora.EMAE. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. a partir de janeiro de 2012. para pagamento do serviço de suporte de reativos. do Programa Mensal de Operação – PMO 4.A. Despacho nº 131 de 18/01/2011 publicado em 19/01/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Eletronuclear. Salto e Santo Antônio.2010. Resolução Homologatória nº 1240 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Estabelece os montantes de potência contratada e energia vinculada.MRE. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. para repasse às concessionárias de energia elétrica.04. para 2012 e 2017. DESPACHOS 1. 9. à disponibilidade de algumas usinas. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .partes. 10. Despacho nº 127 de 18/01/2011 publicado em 25/01/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ENERGIMP S. operando na situação de compensador síncrono. Resolução Homologatória nº 1246 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Energia de Otimização . em face do Despacho SRG/ANEEL 896 de 08. Cascata. a ser aplicado a partir da revisão 3. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência.A. outorgadas à empresa. para valorar a energia transferida entre as usinas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia . e os valores correspondentes às cotas . Despacho nº 176 de 25/01/2011 publicado em 26/01/2011 Pág. Resolução Autorizativa nº 3177 de 01/11/2011 publicado em 10/11/2011 Autoriza o ressarcimento. Púlpito.CCEE. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . à Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . no processo de contabilização do mês de dezembro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 088 de 12/01/2011 publicado em 13/01/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .316 . referente à substituição de 03 compressores necessários à operação das unidades geradoras nos 01. Aquibatã. para revisão do Custo Variável Unitário .

7. março. da Usina Termelétrica Norte Fluminense. em favor do agente proprietário da usina. das Usinas Termelétricas relacionadas.PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário .A .CCEE proceda à recontabilização do mês de outubro de 2010. 8.4 do programa computacional DECOMP.366 de 27.A . 12. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .CVU. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .2008. 13.2010. 11. de forma a atribuir a inflexibilidade declarada das usinas termelétricas Tocantinópolis e Nova Olinda. a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação .CGEEs. Despacho nº 797 de 23/02/2011 publicado em 24/02/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .317 .PMO de março de 2011. em favor do agente proprietário da usina. Pág.6. a Resolução Autorizativa ANEEL 2. Despacho nº 663 de 17/02/2011 publicado em 18/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Usina Termelétrica Norte Fluminense S.3_bengnl do programa computacional NEWAVE e 16.CCEE que proceda a recontabilização dos meses de fevereiro.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .A .Aprova o uso da versão 16hq do programa computacional DECOMP. em substituição à versão 16.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 642 de 16/02/2011 publicado em 17/02/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .ONS.A. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. Despacho nº 210 de 26/01/2011 publicado em 27/01/2011 Nega aprovar o uso das versões 16. Despacho nº 574 de 15/02/2011 publicado em 11/02/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . comprometida em Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado . referente ao ressarcimento dos custos incorridos na substituição dos disjuntores às unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Henry Borden. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 10.CCEE. 6. 5. para revisão do Custo Variável Unitário . de forma a atribuir a inflexibilidade realizada pela Usina Termelétrica Viana.CCEE.CCEE.PROINFA.ESS.08. em sua integralidade. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .CVU's das usinas relacionadas. Despacho nº 776 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda.CVU.04. com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. Despacho nº 247 de 01/02/2011 publicado em 02/02/2011 Nega conhecimento à solicitação da Empresa Metropolitana de Água e Energia S.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . e mantém. Despacho nº 719 de 21/02/2011 publicado em 22/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S.ELETROBRÁS. 9. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .EMAE. junho e outubro de 2010. Despacho nº 778 de 23/02/2011publicado em 24/02/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . por não atender à condição estabelecida na Resolução Normativa 330 de 26.1.CCEAR.

no processo de contabilização do mês de abril de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A.CVU. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . 16.2010.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. 21. Despacho nº 2032 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . Despacho nº 1240 de 21/03/2011 publicado em 22/03/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . para revisão do Custo Variável Unitário . à partir da revisão 3. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .CCEE.ONS.CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II. de abril de 2011.PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário .318 . com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2011. Jorge Lacerda II. 20. face ao Despacho SRG/ANEEL 778 de 23.SRG. no mérito. no âmbito do Proinfa.CVU.Companhia Paranaense de Energia. Pág.CCEE.ANEEL Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Boa Sorte Energética S.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .ESS.A. face ao Despacho SCG/ANEEL 3. Despacho nº 1590 de 13/04/2011 publicado em 14/04/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . do Programa Mensal de Operação . 17. Despacho nº 1601 de 14/04/2011 publicado em 15/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Tractebel Energia S.ESS.PMO. Jorge Lacerda III. Despacho nº 1916 de 05/05/2011 publicado em 06/05/2011 . mantendo a decisão da Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração . Despacho nº 1753 de 26/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o pagamento. de maio de 2011. concede provimento parcial ao recurso interposto pela Eólica Formosa Geração e Comercialização de Energia S. da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.CCEE.319 de 29. das Usinas Termelétricas relacionadas. no processo de contabilização do mês de fevereiro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .02. Despacho nº 1675 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e.PMO. mantendo a energia de referência da Pequena Central Hidrelétrica Boa Sorte. 22. Jorge Lacerda IV e Charqueadas com os novos valores a serem aplicados.A. 18. Despacho nº 1451 de 05/04/2011 publicado em 06/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S. das Usinas Termelétricas Jorge Lacerda I. 15. 19.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. que alterou o montante de energia de referência da Usina Eolioelétrica Praia Formosa.A .ESS.14. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . no processo de contabilização do mês de março na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. da Usina Termelétrica Figueira com os novos valores a serem aplicados a partir do Programa Mensal de Operação . para revisão do Custo Variável Unitário .CVU. Despacho nº 1824 de 28/04/2011 publicado em 29/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da COPEL .10. destinada exclusivamente à contratação com a Eletrobrás.

que recebe a denominação de versão 17.SCD.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 25.PMO.PMO e suas revisões. 29.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. de cada semana operativa correspondente à recontabilização. Despacho nº 2903 de 13/07/2011 publicado em 14/07/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Central Geradora Termelétrica Fortaleza S. e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças PLD.01. encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A . para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20. da Usina Termelétrica Fortaleza. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .ESS. do Programa Mensal de Operação . 30.CCEE que proceda a recontabilização dos meses de janeiro.23. de forma a permitir a transferência de lastro entra as parcelas da Usina Termelétrica Governador Leonel Brizola.2011. Despacho nº 3045 de 22/07/2011 publicado em 25/07/2011 Aprova o uso da versão 16hq4 do programa computacional DECOMP. da versão 5. Despacho nº 2654 de 24/06/2011 publicado em 27/06/2011 Determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico . Despacho nº 2033 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . no processo de contabilização do mês de maio na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a ser ressarcido via Encargo de Serviço de Sistema . Despacho nº 2545 de 15/06/2011 publicado em 16/06/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .2.CCEE. da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .2011. 32.CCEE.CCEE. Despacho nº 2653 de 22/06/2011 publicado em 24/06/2011 Autoriza o pagamento.CCEE. 28.ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a ser aplicado a partir da revisão 2. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 3359 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Pág. Despacho nº 2921 de 14/07/2011 publicado em 15/07/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .319 . Despacho nº 2491 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Autoriza o uso pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . no processo de contabilização do mês de junho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para revisão do Custo Variável Unitário .1 do programa computacional Previvaz. 27. 31. 26. 24. fevereiro e março de 2011.06. em substituição à versão 16hq do mesmo programa autorizada pelo Despacho SRG/ANEEL 176 de 25.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.ONS.CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II.ESS.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética .A. Despacho nº 2690 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais .

Despacho nº 3526 de 01/09/2011 publicado em 02/09/2011 Convalida parcialmente a decisão do Despacho 3. da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. mantendo a suspensão da Resolução ANEEL 440 de 05.2011. 33. da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . 41.07.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.CCEE. Despacho nº 3361 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento. no período de 01.2011 a 03. 36.CCEE. no que diz respeito à sua aplicação para as usinas não simuladas individualmente que não iniciaram sua operação comercial. 35. Despacho nº 3544 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . Despacho nº 3703 de 13/09/2011 publicado em 14/09/2011 Autoriza o pagamento.10.320 .CCEE. Despacho nº 3631 de 06/09/2011 publicado em 15/09/2011 Conhece e nega provimento ao agravo interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda em face do Despacho ANEEL 2.2012.CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia . Despacho nº 3360 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2011.239 de 30. bem como abre Audiência Pública.MRE a partir de 01.CCEE. 39. 40. da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. Despacho nº 3363 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento.09.Autoriza o pagamento. no processo de contabilização do mês de julho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE.CCEE. 38. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.103 de 29.01. da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S.ESS.2011.A . com o objetivo de obter contribuições para o aprimoramento dos critérios para consideração da referida resolução. da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .PROINFA. Pág.2011.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 34. Despacho nº 3584 de 02/09/2011 publicado em 05/09/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CGEEs. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. 37.ELETROBRÁS. Despacho nº 3362 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .07.05.

2011. Despacho nº 3743 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .CVU. Despacho nº 4233 de 28/10/2011 publicado em 31/10/2011 Revoga os itens "ii" e "iii" do Despacho SRG/ANEEL 2.CVU's das usinas relacionadas. da sexta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. referente à especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD) dos sistemas isolados. Despacho nº 4094 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia. 50.CCEE.CCEE. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A.A. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .ESS.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. 43.06. conforme descrito na tabela. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. Despacho nº 4314 de 03/11/2011 publicado em 04/11/2011 Autoriza o pagamento. da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .ESS. da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . 49. 47.690 de 28.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. da Usina Termelétrica Santa Cruz. Despacho nº 4406 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Pág. do Programa Mensal de Operação . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 44. para revisão do Custo Variável Unitário . Despacho nº 4212 de 26/10/2011 publicado em 27/10/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 3912 de 28/09/2011 publicado em 29/09/2011 Autoriza o pagamento. 52. a ser aplicado a partir da revisão 3. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . Despacho nº 3858 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Furnas Centrais Elétricas S. Despacho nº 4114 de 19/10/2011 publicado em 20/10/2011 Autoriza o pagamento.CCEE. 46.CCEE. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU's das usinas relacionadas.42. Despacho nº 4093 de 17/10/2011 publicado em 19/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S. da sétima parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .PMO.321 . Despacho nº 4092 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . 48.CCEE. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 45. conforme descrito na tabela.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. 51.

de titularidade da Oswaldo Vincintin PCH Ltda. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas.PROINFA.SRE adotem medidas para verificar o cumprimento do preço estabelecido no contrato.A .Companhia Paranaense de Energia para revisão do Custo Variável Unitário . 59. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . nos municípios de Augusto de Lima e Diamantina. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. 53.CCEE.ESS. bem como determina que a Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira . Despacho nº 4407 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Aprova o projeto básico da Pequena Central Hidrelétrica Oswaldo Vincintin. Despacho nº 4706 de 06/12/2011 publicado em 07/12/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 4820 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza o pagamento.CVU's das usinas relacionadas. 56.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.SFF e a Superintendência de Regulação Econômica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da oitava parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . 57.CCC relativo à implantação da Usina Hidrelétrica Rondon II. de revisão do valor do investimento da Pequena Central Hidrelétrica Primavera.CCEE. 58. 60. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .A de sub-rogar-se no direito de usufruir da sistemática da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . a ser aplicado a partir da revisão 3 do Programa Mensal de Operação . Despacho nº 4517 de 24/11/2011 publicado em 25/11/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Termonuclear S. desde o início do suprimento. da Usina Termonuclear Angra I.CGEEs. 54. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU. 55. para fins de sub-rogação. conforme as características detalhadas.CVU da Usina Termelétrica Figueira. a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação PMO de 17 de dezembro de 2011. Despacho nº 4855 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . 61. Despacho nº 4821 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Nega o pleito relativo da Eletro-Primavera Ltda. Despacho nº 4925 de 22/12/2011 publicado em 23/12/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica .CCEE.A.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. Pág. Estado de Minas Gerais. celebrado entre a CERON e a Eletrogóes. no rio Pardo Grande. Despacho nº 4910 de 20/12/2011 publicado em 23/12/2011 Indefere pleito formulado pela Eletrogóes S.ESS.CCEE.322 . no processo de contabilização do mês de novembro de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para revisão do Custo Variável Unitário .ELETROBRÁS.PMO de dezembro de 2011. Despacho nº 4819 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da empresa COPEL . da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .CVU's das usinas relacionadas.Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .

Resolução Normativa nº 461 de 09/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova a revisão 2. dá nova redação ao inciso II do art. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 64 Resoluções Homologatórias 4 Despachos 37 Total 112 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. a distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissão sob responsabilidade de concessionária de transmissão. Resolução Normativa nº 454 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN. 18 da REN 399 de 13. Resolução Normativa nº 441 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Prorroga o prazo. 2. 7.0 dos Módulos 2. Despacho nº 4916 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Nega o pleito da Hidroelétrica Ângelo Cassol Ltda de enquadramento na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .2007. da Resolução Normativa ANEEL 399 de 13. Despacho nº 4988 de 29/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova a Carta Compromisso. para o segundo ano da metodologia da Parcela Variável. de que trata o item I do Anexo da Resolução Normativa ANEEL 270 de 26. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. Resolução Normativa nº 429 de 15/03/2011 publicado em 23/03/2011 Altera a redação dos arts. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional . bem como revoga a REN ANEEL 158 de 23. conforme anexo. 9. 4. 4º e ao parág 1º do art. 6. Inclui o art. que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica.06. Altera a ementa.2003. o parág. referente à Pequena Central Hidrelétrica Ângelo Cassol. parág. 63. 1º e 8º.CCC. da REN ANEEL 265 de 10. 3º-A. 13 e 22.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas.323 . 2º. 13.06. 3. altera os parág. os arts.2004.04.2010.Inclui no art. 5º da REN 067 de 08. 12. Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Estabelece na forma desta resolução. e inclui o art. 5. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS Pág.05.A . 2005.2004. 3º da REN ANEEL 068 de 8. para a utilização dos Fatores Multiplicadores para Desligamentos Programados (Kp) e para Outros Desligamentos (Ko). 3º e 4º.2002. Resolução Normativa nº 442 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Regulamenta as disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2010. Resolução Normativa nº 434 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Revoga a Resolução 798 de 26. 2º e 4º do art. 21-A.06.04.62.12.Petrobrás.4º-B.06.SIN. 6.

938. 8.523 de 26. 6. Resolução Autorizativa nº 2737.08.12.2010.CTEEP. 3. publicada em 31/01/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.2008.069 de 01. 1.GT.814 de 17.2007. Resolução Autorizativa nº 2717 de 18/01/2011 publicado em 04/02/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 959 de 19.04.040 de 11. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2009.1. 11. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. e autoriza as concessionárias de serviço público de transmissão de energia elétrica a implantarem reforços em instalações de transmissão. que autoriza à FURNAS Centrais Elétricas S.09. 1. 2. 1. Resolução Autorizativa nº 2835 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Altera a alínea "a".A .376 de 04.2008. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. de 02. 10.2010. 9. 1. Resolução Autorizativa nº 2837 de 29/03/2011 publicado em 06/04/2011 Aprova o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico . bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida.02.COPEL . Resolução Autorizativa nº 2784 de 22/02/2011 publicado em 03/03/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida.2009 e 2.05. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.322 de 15.734 de 16. que autoriza à Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.2009.ELETRONORTE. 5. de 25/01/2011.06. a implantar reforços na Subestação Foz do Iguaçú. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . art.324 . Resolução Autorizativa nº 2751 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. 2.2009. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 7. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2013. bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida.02. que autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.CHESF. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2753 de 01/02/2011 publicada em 07/02/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . 1º e o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 1. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2756 de 01/02/2011 publicado em 09/02/2011 Autoriza a Copel Geração de Transmissão S.A a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A.A . inciso II. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.270 de 08.06. Resolução Autorizativa nº 2823 de 22/03/2011 publicado em 30/03/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .PMIS 2010 . Resolução Autorizativa nº 2855 de 12/04/2011 publicado em 27/04/2011 Pág. 4.CTEEP.08. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2008. Resolução Autorizativa nº 2752 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. integrantes da Rede Básica e das demais instalações de transmissão.A.

A .CTEEP. que estabelece o valor das parcelas da Receita Anual Permitida referente à adequação dos controles do compensador estático da subestação Bom Jesus da Lapa II. Resolução Autorizativa nº 2919 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Companhia Transmissão de energia Elétrica Paulista . 15. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. de reforços autorizados às concessionárias de transmissão de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 2910 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . Resolução Autorizativa nº 2879 de 17/05/2011 publicado em 20/05/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2891 de 17/05/2011 publicado em 24/05/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .RAP.CHESF. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 21. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 17. 13. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .ELETRONORTE. Resolução Autorizativa nº 2955 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Pág. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 14. propostos nos documentos Consolidação de Obras de Rede Básica e Consolidação de Obras das Demais Instalações de Transmissão. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 19. Resolução Autorizativa nº 2946 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Autoriza a TAESA Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. Resolução Autorizativa nº 2911 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.626.11.A . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2920 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica S. 20. bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida.A .2010.Altera o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. Resolução Autorizativa nº 2921 de 31/05/2011 publicado em 06/06/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL e respectivas Receitas Anuais Permitidas . bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida.A. Resolução Autorizativa nº 2860 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S.CTEEP.325 . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 12.COPEL-GT. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 16. de 30. apresentados no anexo I desta resolução. 18.AFLUENTE. conforme os Anexos I e II.REIDI.

911 de 24.CHESF a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. da Resolução Autorizativa 2. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 22.Copel Geração e Transmissão S.04. Resolução Autorizativa nº 2971 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Evrecy Participações Ltda a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2010. Resolução Autorizativa nº 2968 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .05.639 de 07. 23.523 de 26.2011.FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. da Resolução Autorizativa ANEEL 2. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A .376 de 04.CEMIG GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2970 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a CEMIG Geração e Transmissão S.A. 1º e substitui o Anexo I. 32.6 do Anexo II. 25. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.05.GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.971 de 21. Resolução Autorizativa nº 3086 de 30/08/2011 publicado em 09/09/2011 Retifica a redação. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.4 do Anexo I. 24. Resolução Autorizativa nº 2849 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Pág.Retifica o item I. 28. de modo que acrescenta a alínea "e" no inciso III e a alínea "K" no inciso IV.2006. e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2969 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. 29. 26. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . do art. e o item II. Resolução Autorizativa nº 3028 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a Companhia Paranaense de Energia . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A a implantar reforços em instalação de transmissão sob sua responsabilidade. que autoriza à Evrecy Participações Ltda. 30.12.2011.Eletronorte.RAP. 27. 31.2010. Resolução Autorizativa nº 3009 de 05/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera a redação do parágrafo único do artigo 2º da Resolução Autorizativa 535 de 20. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. e altera a Resolução Autorizativa ANEEL 2.06.326 .2008. Resolução Autorizativa nº 2999 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.CELG . da Resolução Autorizativa ANEEL 1. Resolução Autorizativa nº 3029 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a ATE II Transmissora de Energia S. que autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. passa a vigorar conforme descrito no artigo 1º desta Resolução.A . Resolução Autorizativa nº 3034 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza a Companhia Energética de Goiás .08.

e aplica sobre estes valores o percentual. Resolução Autorizativa nº 3102 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.651 de 14.ELETRONORTE. na Subestação Sinop.CHESF. conforme os Anexos I e II. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . Resolução Autorizativa nº 3150 de 11/10/2011 publicado em 21/10/2011 Retifica a alínea "a" no inciso I do art. conforme os Anexos I e II. 36.A.Eletrosul. 35. 33. 42. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Grajaú. Resolução Autorizativa nº 3160 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a Companhia Hidroelétrica do São Francisco . 37. 1º da Resolução Autorizativa 2.2011.REIDI. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .05.4 do Anexo I da Resolução Autorizativa 2. 39. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . Resolução Autorizativa nº 3161 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S.Altera a redação do item 1.327 . Resolução Autorizativa nº 3139 de 2709/2011 publicado em 05/10/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão. Resolução Autorizativa nº 3178 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Autoriza a FURNAS Centrais Elétricas S. 34.A .GT. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3103 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Autoriza a Manaus Transmissora de Energia S.CTEEP. referente à quota anual da Reserva Global de Reversão .MTE a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como substitui o Anexo I da Resolução já citada pelo anexo I da presente Resolução. bem como estabelece os valores das correspondentes parcelas da Receita Anual Permitida.A . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3170 de 25/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão. Resolução Autorizativa nº 3159 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . Resolução Autorizativa nº 3181 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Pág. 40.REIDI. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.RGR. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.12.2010. 41.A . a implantar reforços nas instalações de transmissão.CEEE .A. 38.911 de 24. que autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.

a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.CTEEP.CHESF.2009.A.04. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3214 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . conforme os Anexos I e II. na Subestação Pau Ferro.FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão.RGR. 45.328 .Foz do Iguaçu Transmissora de Energia S.SLTE. Resolução Autorizativa nº 3208 de 22/11/2011 publicado em 06/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .651 de 14. referente à quota anual da Reserva Global de Reversão . bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. que autoriza Furnas Centrais Elétricas S.2010.REIDI. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2010. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.173 de 17. Resolução Autorizativa nº 3238 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a ATE VII . 46.CHESF. e aplica sobre estes valores o percentual.CTEEP. nas Subestações Santa Cabeça e Chavantes. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3237 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a alínea "e" no Inciso VII do art. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Bandeirantes. 1º e o altera o Anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. 50.CHESF. 1º. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3209 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Acrescenta alínea "d" no Inciso II. Resolução Autorizativa nº 3179 de 01/11/2011 publicado em 17/11/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . Pág.A . Resolução Autorizativa nº 3180 de 01/11/2011 publicado em 18/11/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. a implantar reforços nas instalações de transmissão. que autoriza à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . 44.CTEEP.11.12. 43. Resolução Autorizativa nº 3199 de 16/11/2011 publicado em 25/11/2011 Autoriza a Sete Lagoas Transmissora de Energia Ltda .367 de 27. 51. 48. e os Anexos I e II da REA ANEEL 2. 49. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3215 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Altera os incisos XII e XIV do art. 47.

integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Resolução Autorizativa nº 3253 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S.05. Resolução Autorizativa nº 3219 de 29/11/2011 publicado em 07/12/2011 Altera os incisos I. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.08. Resolução Autorizativa nº 3230 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a SE Narandiba S.Eletronorte. conforme os Anexos I e II. 59. Resolução Autorizativa nº 3252 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Pág.A . no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .06.A. 57. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida 61. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 53.A .08. e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A .CEEE GT .970 de 21. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3216 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. 55. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2009. que autoriza a Empresa Brasileira de Transmissão de Energia S.PPTE. 54.2010 e 2. 56. 62.FURNAS. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 63. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.837 de 29.EBTE a transferir ativo para a Porto Primavera Transmissora de Energia S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.523.040 de 11. de 26. autoriza a Porto Primavera Transmissora de Energia S. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3231 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. a implantar reforços nas instalações de transmissão da Subestação de Pirineus e Itapaci. Resolução Autorizativa nº 3217 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S.543 de 2010.A a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3232 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S. Resolução Autorizativa nº 3233 de 06/12/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .2009.A .A .A. 1. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.REIDI. 2. II do art.02.GT. 1º e o Anexo I da Resolução Autorizativa 2.52. Resolução Autorizativa nº 3218 de 29/11/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.814 de 17.329 .A.376 de 04. 58. 60. Resolução Autorizativa nº 3250 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Retifica a Resolução Autorizativa ANEEL 2.2011.2008. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2011.COPEL .A.03. Resolução Autorizativa nº 3229 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 1. 2.

Resolução Autorizativa nº 3251 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .069 de 01.MUST contratado por meio do CUST 038/2010 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.022 de 29. 64. Despacho nº 193 de 25/01/2011 publicado em 07/02/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Furnas Centrais Elétricas S.A . Despacho nº 1133 de 15/03/2011 publicado em 28/03/2011 Conhece e. DESPACHOS 1. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13. 4. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . 2.2007.01.COPEL-GT.2009. Resolução Homologatória nº 1150 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de Reserva Global de Reversão RGR. Despacho nº 766 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Indefere o pleito da Rima Industrial S.2011. Resolução Homologatória nº 1241 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Altera o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão de Fronteira .CTEEP. nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S.01.Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1.06.330 .2010.A .A. Pág. de reclassificação do âmbito de acesso para a Rede Básica e regularização retroativa dos encargos de uso do sistema. e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1.09. e mantém a Resolução Autorizativa ANEEL 1. integrantes da rede básica. para o ponto de conexão em 88 kV da subestação Jandira. negando os demais pleitos.A. 2. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.06. 4. pela disponibilização das instalações de transmissão.022 de 29. com receita anual adicional. decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1173 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão .107 de 13. no mérito.TUST-FR de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional estabelecidas no Anexo V da Resolução Homologatória ANEEL 1. 3.TUST da Usina Termelétrica do Atlântico. na data-base de 01.FURNAS. a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP).11. e das demais instalações de transmissão. Despacho nº 1353 de 25/03/2011 publicado em 28/03/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2. componentes do Sistema Interligado Nacional. 3.06. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2009.2009. Resolução Homologatória nº 1171 de 28/06/2011 publicado em 01/07/2011 Estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica.173 de 28.2010. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.TUST de energia elétrica.

mantendo na íntegra o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2010 de 14. Despacho nº 1774 de 26/04/2011 publicado em 03/05/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . referenciados ao Ano 2 da metodologia que consta da REN ANEEL 270 de 2007. Despacho nº 1394 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. passa a vigorar conforme descrito no Anexo deste Despacho.A.MUST contratado por meio do CUST 014/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 10. 12. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .A . bem como para as conversoras de Garabi equiparadas aplicar o fator multiplicador para Outros Desligamentos . Despacho nº 1676 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e nega provimento ao recurso interposto pela Furnas Centrais Elétricas S. mediante retificação do anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2.SIN. Despacho nº 2108 de 18/05/2011 publicado em 19/05/2011 Altera o Anexo I da Resolução Homologatória ANEEL 758 de 06.022 de 29. nos termos da Resolução Homologatória ANEEL 549 de 2007. aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.2010. 6.MUST.Kp de 10.2009.12. objeto da Resolução Autorizativa ANEEL 2. 14.TUST. 13.TUST. e aprova o valor adicional de Receita Anual Permitida.Ko de 150.07.651 de 14.650 de 14. 11.2009.12. para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012. Despacho nº 1270 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto por Furnas Centrais Elétricas S.A. contratados por meio do CUST 045/2010 e TUST estabelecida na base de dados. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 1.2008.06. Despacho nº 1457 de 04/05/2011 publicado em 05/04/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . e aprova a retificação da referida Resolução para constar o novo valor da Receita Anual Permitida referente aos reforços nas subestações listadas.2010.COPEL-GT. 8.01. 9.938 de 15.06. referentes à implantação de reforços nas instalações de transmissão de energia elétrica.331 .TUST da Usina Termelétrica Eldorado. da Usina Termelétrica Porto do Itaqui. Padrão de Duração de Desligamento Programado de 125 horas por ano. para a Usina Hidrelétrica Estreito. Despacho nº 2222 de 27/05/2011 publicado em 30/05/2011 Pág. Padrão de Duração de Outros Desligamentos de 22 horas por ano e o Padrão de Frequência de Outros Desligamentos de 2 ocorrências por ano. autorizados à COPEL Geração e Transmissão S. 7. Despacho nº 1837 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Altera o cronograma e o prazo final para execução dos empreendimentos.022 de 29.5. Despacho nº 1543 de 18/04/2011 publicado em 20/04/2011 Determina que para as linhas de transmissão equiparadas aplicar os parâmetros estabelecidos às linhas de transmissão de 500 kV.2010.06. a qual autorizou a referida concessionária a implantar reforços na Subestação Tijuco Preto. a preços de julho de 2010. Despacho nº 1935 de 06/05/2011 publicado em 09/05/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2010. fator multiplicador para Desligamento Programado .

da Usina Hidrelétrica Quirinóplis (carga). da Salobo Metais S. postergando a data de início de execução do contrato. 131 de 2002.2007. contratados por meio do CUST 013/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. da data inicial de uso do sistema de transmissão estabelecida pelo Contrato de Uso do Sistema de Transmissão .06. Despacho nº 2875 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Nega provimento ao requerimento da UTE Norte Fluminense S.TUST.173 de 28. de postergação de prazo determinado.Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . Despacho nº 2444 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Acolhe requerimento formulado pela Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica. Despacho nº 3013 de 21/07/2011 publicado em 22/07/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica .A para alteração do CUST 019 de 05.837 de 29. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . para a partir da data efetiva da entrada em operação comercial das usinas Termonordeste e Termoparaíba. Despacho nº 2442 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Nega pedido formulado pela Centrais Elétricas da Paraíba S. por prejuízos advindos da mudança de local de instalação da Subestação Seccionadora Macaé. contratados por meio do CUST 027/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.2011.A. Despacho nº 2320 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece que o valor do ressarcimento relativo ao encerramento do Contrato de Conexão às Instalações de Transmissão . 21. e a Receita Anual Permitida .022 de 29. 17. conforme condições detalhadas. de forma que o cálculo da TUST da Usina Termelétrica Nova Olinda continue sendo efetuado a cada ano sem os benefícios da estabilização definida na Resolução Homologatória ANEEL 474 de 05.332 . Despacho nº 2319 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . firmado entre a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . 23. para postergação da data de início de execução do CUST 019. 18. 19. 22.06. 15. Despacho nº 2441 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Acata o pedido realizado pela Porto do Pecém Geração de Energia S.2010. de postergação do início de pagamento dos encargos de transmissão gerados pelo Contrato de Uso dos Sistemas de Transmissão CUST 034 de 2010.MUST. Despacho nº 2440 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Geradora de Energia do Norte S.2011. sem que haja redistribuição a outros consumidores.TUST.A.2011 e 03.06. 20. e nega os pedidos realizados em 18.05.CHESF e a Novelis do Brasil Ltda. de ressarcimento. 16.A Geranorte.2011.TUST.02. conforme descrito nas tabelas.EPASA. implantada pela Termomacaé Ltda.03. Pág.RAP da transmissora deve ser reduzida no valor do encargo referente às instalações desativadas. para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012. determinando ao Operador Nacional do Sistema Elétrico que celebre o correspondente Termo Aditivo.2010. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2.A .CCT 004 de 2005. Despacho nº 2152 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração formulado pela Cemig Geração e Transmissão S.n.06.MUST. para as Centrais Geradoras Eólicas Cerro Chato II e Cerro Chato III. deve ser acordado entre as partes.A.CUST .

2011.MUST.contra a REA ANEEL 2.A Painéis e Cerrados. Despacho nº 3515 de 29/08/2011 publicado em 30/08/2011 Altera o ANEXO II da Resolução Homologatória 758 de 06.2011 25.2011. Despacho nº 3833 de 23/09/2011 publicado em 27/09/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . da ELEKTRO. 32.2011. Despacho nº 3503 de 26/08/2011 publicado em 29/08/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica e Rede Básica de Fronteira .CCEE contabilize as perdas associadas ao acesso da Klabin S.A.TUST do ciclo 2011-2012. 27. 31.173 de 28. Despacho nº 3952 de 04/10/2011 publicado em 10/10/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. contratados por meio do CUST 033/2011 estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. Despacho nº 3343 de 16/08/2011 publicado em 24/08/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . 33. Despacho nº 3706 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Autoriza a alteração temporária do ponto de acesso à Rede Básica pelo consumidor livre Klabin S. nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S.2009.2011. celebrado entre a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . a qual deverá ser implementada mediante aditamento ao Contrato de Uso do Sistema de Transmissão-CUST n. Despacho nº 3809 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .910 de 24. conta a Resolução Autorizativa ANEEL 2.CTEEP e a UMOE Bioenergy S. II e I.CCT 080 de 12. 30. contratados por meio do CUST 119 de 2002 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. Despacho nº 3951 de 04/10/2011 publicado em 13/10/2011 Conhece e.TUST.A.CTEEP . 35/11 de modo a refletir a conexão na SE Figueira. com interveniência do Operador Nacional do Sistema Elétrico . com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . 26. Pág.A.919 de 31.08.08.Eletronorte.05.A . em face da Resolução Autorizativa ANEEL 3. Despacho nº 3636 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega provimento aos pleitos apresentados pela Usina Eólica Cerro Chato S. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .ONS. da Berneck S. 29.06. aprovando a retificação da referida resolução para alterar o valor da parcela de RAP que consta no anexo I.MUST. 008 e 009 de 2011 para as usinas eólicas Cerro Chato III. no mérito.CTEEP.533 de 31.A. para postergação da data de inicio de execução dos CUST 007.2010.333 . bem como determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 4482 de 21/11/2011 publicado em 22/11/2011 Declara nulo o Contrato de Conexão a Instalações de Transmissão .05.2011. que passa a vigorar conforme descrito no ANEXO deste despacho.24. 28.05.01.173 de 28. face à Resolução Autorizativa ANEEL 2.06.028 de 03.A. respectivamente.

2011.A em face da Resolução Autorizativa SRT/ANEEL 3. dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . contratados por meio do Contrato de Uso do Sistema de Transmissão . Despacho nº 4582 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . Resolução Normativa nº 432 de 05/04/2011. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . de a unidade geradora utilizar. instalações de transmissão também em teste. 3. estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 37. Despacho nº 4824 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Resolve declarar as seguintes hipóteses: de a unidade geradora estar em operação em teste sem utilizar o sistema de transmissão. não será devido o preço de acesso ao sistema de transmissão. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão .CUST 035 de 2009. acesso ao sistema de distribuição. publicada em 04/07/2011 Aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV. da Nardini Agroindustrial Ltda. 4.MUST.06. publicada em 12/04/2011 Aprova a revisão 3 do Módulo 3.TUST. independentemente de quais sejam as instalações de conexão utilizadas. a circunstância de determinado agente fazer uso do sistema de transmissão por meio de conexão provisória não conduz a que ele esteja isento do dever de pagamento por esse uso.TUST da Usina Termelétrica Costa Rica. para a realização de seus testes. 35. Resolução Normativa nº 465 de 22/11/2011 publicado em 01/12/2011 Pág. e o montante devido em razão do uso do sistema de transmissão durante os períodos de operação em teste ou operação comercial de unidades geradoras deve ser calculado em base mensal.173 de 28. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Resoluções Normativas 5 Resoluções Autorizativas 20 Resoluções Homologatórias 2 Despachos 11 Total 38 Consolidado RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1.34.2011.MUST contratado por meio do CUST 049/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 36. Resolução Normativa nº 444 de 30/08/2011. não será devido preço de acesso ao sistema de transmissão.029 de 09. Resolução Normativa nº 439 de 28/06/2011. Despacho nº 4829 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ATE II Transmissora de Energia S. Despacho nº 4762 de 08/12/2011 publicado em 12/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . e não em base diária ou horária.PRODIST. será devido o preço de acesso.06.2011.334 .08. do ciclo 2011-2012.173 de 28. de a unidade geradora estar em operação em teste utilizando-se do sistema de transmissão. publicado em 06/09/2011 Aprova a revisão dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST. 2.

2009. Resolução Normativa nº 469 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Aprova a Revisão 4 dos Módulos 1 e 8 e a Revisão 5 do Módulo 6 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai . 6. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste . 4. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará . 7. Resolução Autorizativa nº 3041 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3035 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3043 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3045 de 16/08/2011.CERTEL. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia .COOPERLUZ. Resolução Autorizativa nº 3036 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3039 de 16/08/2011 publicado em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Coprel Cooperativa de Energia COPREL. 9. 11. 4º da Resolução Normativa ANEEL 395 de 15.CERGAPA. Resolução Autorizativa nº 3042 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Energética Cocal COOPERCOCAL.CRELUZ. Resolução Autorizativa nº 3037 de 16/08/2011. 5.CERILUZ. bem como altera art. publicada em 25/08/2011 Pág. 8. 10. 5. Resolução Autorizativa nº 3038 de 16/08/2011. 2.Aprova a Revisão 3 do Módulo 2. Resolução Autorizativa nº 3044 de 16/08/2011.CRERAL. 3.12.335 . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Fumacense de Eletricidade – CERMOFUL. Resolução Autorizativa nº 3040 DE 16/08/2011 PUBLICADO EM 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Energia Treviso CERTREL.PRODIST. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia Teutônia . a Revisão 4 do Módulo 6 e a Revisão 2 do Módulo 7 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional .

nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .CEA. Resolução Autorizativa nº 3246 de 13/12/2011. para o ano de 2012. para o ano de 2012. para os conjuntos de unidades consumidoras da área de concessão da Elektro Eletricidade e Serviços S/A . 12. 18. publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . publicada em 30/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.COELCE.A ELETROPAULO.CEPRAG.Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das MIssões . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .FEC. para o ano de 2012.FEC.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . 16. 14. no Estado da Bahia. 15. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . Resolução Autorizativa nº 3249 de 13/12/2011 publicada em 23/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos.ELEKTRO. Companhia Piratininga de Força e Luz . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Pág. Resolução Autorizativa nº 3248 de 13/12/2011 publicada em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .CERMISSÕES. 13. publicada em 29/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3079 de 30/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3266 de 20/12/2011. para o ano de 2012. da Companhia Energética do Ceará .CPFL Piratininga.A . 19. Resolução Autorizativa nº 3244 de 13/12/2011. 17.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade Praia Grande .FEC. da Companhia de Eletricidade do Amapá . 20.336 . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . publicada em 12/09/2011 Autoriza a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . para o ano de 2012. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .FEC.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .FEC. Resolução Autorizativa nº 3247 de 13/12/2011. da Bandeirante Energia S. Resolução Autorizativa nº 3046 de 16/08/2011. para o período de 2012 a 2016.FEC.

A .8 kV e 34.672 de 17. Despacho nº 1260 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Light Serviços e Eletricidade S.2010.12.TUSDg. relativas ao ciclo tarifário 2011/2012. Despacho nº 2697 de 28/06/2011. DESPACHOS 1. face a Resolução Autorizativa ANEEL 2.FEC. os ativos necessários a essa função. face a Resolução Autorizativa ANEEL 2. para os períodos de referência 2009/2010 e 2010/2011 aplicáveis às centrais geradoras alcançadas pelo aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional instituído pela Resolução Normativa 439 de 28.TUSDg aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV. publicada em 01/07/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . contra a Resolução Autorizativa ANEEL 2.DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .662 de 17. 5 MVA. Despacho nº 3159 de 04/08/2011.06. no município de Porto Velho.LIGHT. transformador de. Despacho nº 640 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e.2010.CELPA. que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .CERON assuma os serviços de distribuição de energia elétrica da localidade Nova Mutum Rondônia. contra Resolução Autorizativa ANEEL 2.2010. Centrais Elétricas do Pará . Despacho nº 1131 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .A . bem como fixa prazo para a entrega do novo Parecer ao acessante.2011.FEC. publicado em 31/03/2011 Determina que a Eletrobrás Distribuição Rondônia . indefere o pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Pará CELPA. que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .CELTINS. Despacho nº 779 de 23/02/2011. no mérito.12.2010. publicado em 05/08/2011 Pág.FEC. 6. no mérito. publicado em 29/06/2011 Determina que a Elektro Eletricidade e Serviços S. Despacho nº 1132 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e.A . 3. pertencentes à Energia Sustentável do Brasil S. 7.ESBR. 8. sob sua inteira responsabilidade financeira.CEEE-D.Unidade Consumidora . RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. no mínimo. 2. para o ano de 2012.337 . Resolução Homologatória nº 1197 de 23/08/2011 publicada em 31/08/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . providencie a reformulação do Parecer de Acesso para a Central Geradora Hidrelétrica Apiaí. Resolução Homologatória nº 1172 de 28/06/2011. publicado em 24/02/2011 Determina que a Energética Águas da Pedra S. Despacho nº 1404 de 30/03/2011.ELEKTRO.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . de tal forma a considerar a conexão dessa central no alimentador API07 da SE Apiaí. incorporando.DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . bem como fixa prazo para a referida instalação. 5.EAPSA instale. 2. entre as barras de 13.5 kV na SE da Pequena Central Hidrelétrica Faxinal II.694 de 17. 4.12.12. A . sem ônus.664 de 17. nega provimento ao recurso interposto pela Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins . (RO).

AES SUL. Despacho nº 3168 de 05/08/2011. 11.COELCE. a fiscalizar e acompanhar as obras da Copa do Mundo de 2014. Telecomunicações e Petróleo. Pág. Contratos de Uso do Sistema de Distribuição referentes aos pontos de fronteira nas localidades de Formoso e Aragarças com Montante de Uso do Sistema de Distribuição contratado nulo.A . CEMIG Distribuição S. apontadas como prioritárias pelas distribuidoras.CEMAT a celebrar.A . excepcionalmente. publicado em 26/10/2011 Autoriza a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . 10. desde que os referidos contratos sejam configurados para atendimento a situações de emergência e que o faturamento do encargo de uso desse sistema relativo aos mencionados contratos considere o maior valor de demanda medida a cada ciclo de faturamento e ocorra apenas nos ciclos em que se verificar efetiva utilização do sistema de distribuição.Homologa a revisão do Plano de ocupação de infraestrutura. nos termos do art. publicado em 08/08/2011 Autoriza as concessionárias CELG Distribuição S. o pedido de flexilização do prazo para regularização dos níveis de tensão. 9. Despacho nº 3525 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega à AES-SUL Distribuidora Gaúcha de Energia .CELG D. 34 do Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infraestrutura entre os Setores de Energia Elétrica.SFE. A .338 . conforme previsto no módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição PRODIST.CEMIG e Centrais Elétricas Matogrossenses S. da Companhia Energética do Ceará . Despacho nº 4106 de 18/10/2011.

4º do art. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. seção 1. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. p. 2. n. 6. 148. em 230 kV. 4º-A e o inciso IV no art. Resolução Autorizativa nº 3021 de 26/07/2011 publicado em 08/08/2011 Autoriza. incisos I e II. de um trecho de linha de transmissão em 230 kV.2011. e revoga a Resolução Normativa ANEEL 407 de 27. para fins de acesso de consumidor livre à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .339 . 3. bem como exclui os incisos II. 224 da Resolução Normativa 414 de 09.822 de 03. Republicação no D. v. 221 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. por conter incorreções no original publicado.2010. 5º. 3º do art.2010.da Subestação Chaveadora Itabira 4. 221. Resolução Normativa nº 451 de 27/09/2011 publicado em 03/10/2011 Estabelece as condições gerais para a criação. parág.2009 3. 4.09.09.A.150 de 04. e revoga a Resolução ANEEL 138 de 10. 2. Resolução Normativa nº 448 de 06/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera a redação dos incisos II a V e insere o inciso VI no art. inciso II e no art.07.09. 4.03. Resolução Normativa nº 431 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera os arts. no município de Itabira. Resolução Normativa nº 449 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Altera a redação do parág. da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09.2009. no Estado de Minas Gerais. 5. Resolução Normativa nº 426 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Prorroga os prazos estabelecidos nos incisos I e II do art.2000.2010. Resolução Autorizativa nº 3014 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art.2010. 2º do art. da Resolução Autorizativa ANEEL 1. 146 e 223 e revoga o parág. Resolução Normativa nº 436 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Prorroga os prazos estabelecidos no art.2010. em favor da Vale S. Resolução Autorizativa nº 3013 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art. 110 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. 2º da REN ANEEL 414 de 09.SIN. de 02. Resolução Autorizativa nº 3226 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Pág.2010.O. 9º e o parág. 5º e inclui o art. 6º.09.09.06. 7º da Resolução Autorizativa ANEEL 2. 105. e de um barramento de 230 kV na Subestação Conceição.REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 6 Resoluções Autorizativas 4 Resoluções Homologatórias 0 Despachos 30 Total 40 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. a implementação do seccionamento da Linha de Transmissão Itabira 2 .Taquaril. 6º. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. 155.05.11. do inciso III e insere o inciso IV no art. 218. III e IV do art. 6º.

em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda.Autoriza a Centrais Elétricas do Pará S.A . maio. referentes aos meses de outubro de 2010 e novembro de 2010. junho. 3. setembro e outubro de 2010. julho.CELPA. julho. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas e ganhos. 2. outubro e novembro de 2010. setembro. referentes aos meses de março. referentes às diferenças mensais de receita. agosto. outubro. referente aos meses de março. julho. 9. 5. referente aos meses de fevereiro. 8. 6. outubro e novembro de 2010. referentes ao mês de dezembro de 2010. Despacho nº 1051 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. Despacho nº 107 de 17/01/2011 publicado em 18/01/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias.340 . Despacho nº 245 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. Despacho nº 913 de 28/02/2011 publicado em 01/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. Despacho nº 244 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Publica. agosto. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 1442 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Pág. relativos às perdas. agosto. junho. referentes às diferenças mensais de receita. relativos às perdas e ganhos. 7. referentes aos meses de março. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. setembro. referentes às diferenças mensais de receita. setembro. abril. março. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. maio. relativos às perdas e ganhos. referentes aos meses de outubro. referentes aos meses de março. para fins de controle e acompanhamento. 4. no Estado do Pará. a implantar projeto-piloto. abril. abril. Despacho nº 4104 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Publica. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes às diferenças mensais de receita. outubro. setembro. DESPACHOS 1. relativos às perdas e ganhos. para o atendimento de comunidades isoladas na Reserva Extrativista Verde para Sempre. novembro e dezembro de 2010 e janeiro de 2011. relativos às perdas mensais de receita. Despacho nº 1441 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes às diferenças mensais de receita. para fins de controle e acompanhamento. novembro e dezembro de 2010. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. no município de Porto Moz. Despacho nº 4103 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias.

julho. setembro. para fins de controle e acompanhamento. para fins de controle e acompanhamento. referentes ao mês de abril de 2011. referentes à diferença mensais de receita. fevereiro. 10. os valores de apurados pelas concessionárias. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. de janeiro. setembro e outubro de 2010 e de maio de 2011. 15. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas e ganhos. outubro. 17. referentes aos meses de janeiro.341 . Despacho nº 1844 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Publica. referente ao período de 2009 . fevereiro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. março. 13. referentes aos meses de abril e novembro de 2010 e março de 2011. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. fevereiro. março e abril de 2011. para fins de controle e acompanhamento. 16. Despacho nº 2728 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. março e dezembro de 2010 e de janeiro. 18.Publica. abril e maio de 2011. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 2781 de 05/07/2011 publicado em 06/07/2011 Aprova a revisão do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Eletrobrás Distribuição Rondônia. Despacho nº 2301 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. abril. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. referentes aos meses de março. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. referentes aos meses de março de 2009. referentes aos meses de fevereiro. referentes às diferenças mensais de receita. relativo à perda de receita. Despacho nº 2509 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Homologa o valor apresentado pela concessionária. 11. fevereiro e março de 2011.2010. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. Despacho nº 2729 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa. relativos às perdas mensais de receita. junho. referente aos meses de outubro. Despacho nº 2300 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Publica. referentes aos meses de agosto. março e abril de 2011. Despacho nº 3101 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Pág. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. maio. Despacho nº 1843 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Homologa. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. 12. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas e ganhos. 14. novembro e dezembro de 2010 e de fevereiro.

24. junho. agosto. 19. 9. abril.A . relativos às perdas mensais de receita. referentes aos meses de outubro de 2010 e de abril e junho de 2011. março. os valores de diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda.Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. outubro. Despacho nº 3629 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Reconhece que o desconto previsto no art. junho. abril. julho e agosto de 2011. 20 do Decreto n. Despacho nº 3517 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Publica. referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. abril. Despacho nº 3518 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. relativos às perdas e ganhos. Despacho nº 3922 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Publica. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. fevereiro. maio. uma vez que o acesso e o uso dos sistemas de distribuição continuam sendo remunerados por tarifa. referente às diferenças mensais de receita. julho. Despacho nº 4241 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Publica. 21. relativo à perda. 22. 20. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. vedada. referentes às diferenças mensais de receita. esgoto e saneamento que migraram ou vierem a migrar para o mercado livre. referente ao mês de junho de 2011. Despacho nº 3102 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Publica para fins de controle e acompanhamento. referentes aos meses de maio. junho e julho de 2011. 26. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. setembro. 62. referentes às diferenças mensais de receita. fevereiro. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. referentes aos meses de dezembro de 2010 e de janeiro. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 3921 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. março. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.724 de 1968 se aplica sobre as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . março. junho. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.TUSD a que estão sujeitas às unidades consumidoras classificadas como serviço público de água. referentes aos meses de março. julho e agosto de 2011 25. para fins de controle e acompanhamento. referentes ao mês de setembro de 2011. Despacho nº 3117 de 02/08/2011 publicado em 03/08/2011 Homologa o valor apurado pela concessionária Rio Grande de Energia S.342 . fevereiro. 23. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas e ganhos. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. para fins de controle e acompanhamento. entretanto. maio. a aplicação retroativa dessa interpretação em conformidade com a Lei n. maio e junho de 2011.RGE. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. junho e julho de 2011. Despacho nº 4242 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Pág. para fins de controle e acompanhamento. 27. referentes aos meses de maio.784 de 1999.

e os valores de diferença mensal de receita efetivamente solicitados pelas distribuidoras. 4. apresentados no anexo I.2011. 30. referentes aos meses de agosto de 2010 e de janeiro. 3.2010.101 29.2011.2011. agosto e setembro de 2011.441 de 31.509 de 13.07.2011.728 de 30. relativos às perdas e ganhos.2011.051 de 03. junho. 107 de 17.2011.02. relativos às perdas e ganhos.06.2010. referentes aos meses de agosto de 2010 a agosto de 2011. julho.518 de 31. 1.11. 1.2011 e 3. 28.Homologa os valores apurados pelas concessionárias.08. 2.921 de 30.103 de 30.301 de 31.10. 2. referentes aos meses de janeiro de 2010 e de julho.843 de 29.662 de 30. Despacho nº 4605 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias.2011.09. 3. Despacho nº 4604 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Publica.12. referentes às diferenças mensais de receita. referentes aos meses de setembro e outubro de 2011.2011. para fins de controle e acompanhamento. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 3.01. 29. referentes às diferenças mensais de receita. 1.06.2011.343 .03. 913 de 28. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. setembro e outubro de 2011.03. Despacho nº 4853 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores relativos às diferenças mensais das receitas já homologados pelos Despachos SRC/ANEEL 3.2011.317 de 29. Pág. 245 de 31.01. 2. agosto. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.2011.04.05. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda.2010.

2006. 5. 59 da Resolução Normativa 414 de 09. 2. Resolução Normativa nº 435 de 24/05/2011 publicado em 30/05/2011 Define a estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária . bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 342 de 02. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes ao processo de reajuste tarifário das distribuidoras e permissionárias de energia elétricas.08.PRORET. altera inciso II do art.2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 8º e 10 da Resolução Normativa ANEEL 294 de 11. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes aos processos de revisão tarifária das concessionárias de distribuição de energia elétrica. altera o Anexo I da Resolução Normativa ANEEL 435 de 24.10.2008. Resolução Normativa nº 459 de 09/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprovar o Submódulo 10.11. que define a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica . 5º da Resolução Normativa ANEEL 077 de 18.3CRTP. com redação dada pela Resolução Normativa ANEEL 338 de 25. Resolução Normativa nº 464 de 22/11/2011 publicado em 28/11//2011 Aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária .12. Resolução Normativa nº 463 de 22/11/2011 publicado em 01/12//2011 Altera o art.05. 7º.REGULAÇÃO ECONÔMICA DE TARIFAS Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 117 Despachos 59 Total 183 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. 6.2004. altera o parágrafo 21 do Anexo IV da Resolução Normativa 234 de 31. bem como altera art. as condições de realização. 3º.2008.PRORET.PRORET. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários.1 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis.PRORET.12. Resolução Normativa nº 457 de 08/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . Alterar os artigos 1º.344 . 7. 3.09. que define a ordem. bem como revoga a Resolução ANEEL 270 de 13.2007. as condições de realização.11.PRORET. Resolução Normativa nº 458 de 08/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprova o Submódulo 10. que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . bem como dá nova redação aos art. 4. Pág. que trata da estrutura tarifária das concessionárias de distribuição. 1º da Resolução Normativa ANEEL 457 de 08. que define a ordem. 1998.PRORET.2010.2011.08.2011. a título provisório. Resolução Normativa nº 433 de 12/04/2011 publicado em 15/04/2011 Estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica.

TE entre a Espírito Santo Centrais Elétricas S. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . da Resolução Homologatória 1.111 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.ELFSM.CLFSC. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.12.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .Paranapanema .CLFM 6.2010 9. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 7. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Distribuidora de Energia S.TFSEE.345 . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A.TFSEE. referentes à Companhia Paulista de Energia Elétrica . referentes à Energisa Borborema .A. referentes à Companhia Jaguari de Energia .118 de 01/03/2011 publicado em 10/03/2011 Pág. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Itaí . referentes à Empresa Luz e Força Santa Maria S.110 de 01/02/2011 publicado em 04/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . Resolução Homologatória nº 1. 1º. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. – EBO. Resolução Homologatória nº 1. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. 4.CERIPA.113 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Altera o art.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Companhia Sul Paulista de Energia . parágrafo único.A. referentes à Companhia Luz e Força Mococa .CLFSC-GER 5.101 de 17. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .CPFL Jaguari 3.TFSEE.RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1.107 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.114 de 07/02/2011 publicado em 10/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia Luz e Força Santa Cruz .CPFL Sul Paulista. e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Santa Cruz Geração de Energia S.Avaré . Resolução Homologatória nº 1. 8.ESCELSA e a ELFSM. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.108 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. .105 de 01/02/2011 publicado em 07/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .106 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. e fixa a receita anual das instalações de conexão. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .109 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. . 2. bem como homologa as tarifas de suprimento das distribuidoras Santa Cruz e Elektro para a CERIPA 10.CPEE.

e fixa os encargos setoriais.RGR.03. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.04.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . 102. a serem utilizados na definição da receita teto das licitações.TFSEE. bem como a quota mensal da Reserva Global de Reversão .CEMIG-D.TFSEE.2009.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .09.2010. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Resenda Ltda . referentes à Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 16. Resolução Homologatória nº 1122 de 22/03/2011 publicado em 01/04/2011 Revoga a Resolução Homologatória ANEEL 878 de 01. a serem realizadas no ano de 2011. e prorroga a vigência das tarifas e da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE estabelecida pela Resolução Homologatória ANEEL 955 de 23. 12. referentes à CEMIG Distribuição S.127 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixada mediante o Despacho SFF/ANEEL 946 de 09.CERES.2010. 19. 13.A . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Energia e Desenvolvimento Rurais de Fontoura Xavier Ltda – CERFOX. 14. 17. Resolução Homologatória nº 1. para atender à condição de eficácia constante do art. Resolução Homologatória nº 1. e homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Ampla para a CERES. estabelece a receita anual das instalações de conexão. 15.ENF 11.TFSEE. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . ENERSUL. da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. Resolução Homologatória nº 1.120 de 15/03/2011 publicado em 17/03/2011 Homologa a estrutura ótima de capital e o custo de capital. de 30 de março para 14 de agosto.TFSEE.125 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a data de aniversário contratual da Empresa Força e Luz Urussunga . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 18. conforme tabela anexa.121 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa os valores dos serviços cobráveis previstos no art.AMPLA. na modalidade de leilão público.124 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Ampla Energia e Serviços S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Empresa Força e Luz João Cesa Ltda – EFLJC. que homologa tarifas básicas de energia comprada. Resolução Homologatória nº 1. 103.09. para contratação das concessões para a prestação do serviço público de transmissão.EFLUL.TUSD.2010.346 . de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais. Resolução Homologatória nº 1119 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TUSD da AMPLA para a Energisa Nova Friburgo .130 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Pág.128 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.

Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto .133 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Pág.TFSEE referentes à Energisa Sergipe .A. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 26. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. à Companhia Energética do Rio Grande do Norte COSERN.A.TFSEE referentes. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.347 . referentes à Companhia Paulista de Força e Luz . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.CERRP.A e a Rio Grande Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Distribuidora de Energia S.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . vinculadas aos montantes de energia e demanda de potência. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista e CNEE para a CERRP.Nova Palma Energia. 23.TFSEE.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.SULGIPE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .136 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 21. estabelece a receita anual das instalações de conexão. 24. e as concessionárias.135 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 27. AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S.RGE. Resolução Homologatória nº 1.CPFL Paulista. referentes à Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda .137 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista para a CERPRO. 20. bem como as tarifas de suprimento para a distribuidora Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. . referentes à CEMAT . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TUSD da Companhia Sul Sergipana de Eletricidade . Resolução Homologatória nº 1.NOVA PALMA ENERGIA 25.139 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.134 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. 22. referentes à AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.131 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .A .AES SUL. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão .TFSEE.Centrais Elétricas Matogrossenses S.ESE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.132 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica.CGTEE. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERPRO.

bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Energisa Sergipe para a CERCOS.04.140 de 19/042011 publicado em 26/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CNEE. referentes à Empresa Elétrica Bragantina S. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A – EDEVP.COELBA.2010 30.TFSEE.TUSD.146 de 03/05/2011 publicado em 10/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa Regional de Energia Taquari Jacui . Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e CEEE para a CERTAJA ENERGIA.A .TE da Afluente Geração de Energia Elétrica S. referentes à Caiuá Distribuição de Energia S. 33.TFSEE.Companhia Energética de Pernambuco. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .145 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.144 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Pág. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.143 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 968 de 18.AFLUENTE 31.TFSEE. 32. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .CERTAJA ENERGIA.348 . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S.CERCOS. Resolução Homologatória nº 1. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica .141 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TFSEE referentes à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . referentes à Companhia Nacional de Energia Elétrica .CAIUÁ-D. Resolução Homologatória nº 1. 34.A . da Companhia Energética do Ceará . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .148 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 35.TFSEE. 36.TFSEE.A. Resolução Homologatória nº 1.142 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe Ltda . Resolução Homologatória nº 1. . 29.147 de 03/05/2011 publicado em 06/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à CELPE . Resolução Homologatória nº 1.EEB.28. Resolução Homologatória nº 1.COELCE.

Resolução Homologatória nº 1. referentes à Copel Distribuição S. referentes à Energisa Minas Gerais S.Distribuidora de Energia S. 38. 39.TFSEE. referentes à Companhia Campolarguense de Energia – COCEL. referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. 43. Resolução Homologatória nº 1.159 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.153 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . Resolução Homologatória nº 1. das concessionárias de transmissão de energia elétrica listadas. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CNEE para a CERNHE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.TFSEE.TUSD. 41. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .349 . Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. referentes à RGE . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.RCDM. .A.37. 45.TFSEE.Rio Grande Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.157 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .A. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.158 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TFSEE.EMG. Resolução Homologatória nº 1.ENF. referentes à Energisa Nova Friburgo . 42. 40. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .COPEL GT.149 de 10/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.155 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.152 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa o resultado definitivo da segunda revisão periódica das receitas da Copel Geração e Transmissão S.RBNI e Demais Instalações de Transmissão .A. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e RGE para a CERTEL ENERGIA. 44. e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Zona da Mata Geração S.CERNHE.COPEL-DIS. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .TUSD.154 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 46.160 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Pág.A.151 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Altera o reposicionamento tarifário a ser aplicado sobre a parcela de Rede Básica Novas Instalações . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERTEL ENERGIA.

referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia .161 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. Resolução Homologatória nº 1.169 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Pág.RGE para a CRERAL.MUX-ENERGIA. 50. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 55.TFSEE. referentes à Departamento Municipal de Energia Ijuí . referentes à Muxfeldt.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai Ltda . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.350 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CRELUZ-D.COPREL.168 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes às Centrais Elétricas de Carazinho S.163 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.DEMEI. referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste Ltda .CFLO. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.RGE para a COPREL.A .RGE para a COOPERLUZ. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Hidroelétrica Panambi S. 51.166 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .TFSEE.CRERAL.TFSEE. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. Marin & Cia.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 54. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A .TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.167 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 47. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .HIDROPAN. 49. 48. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.164 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.Eletrocar. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. Resolução Homologatória nº 1.COOPERLUZ. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Coprel Cooperativa de Energia .RGE para a CRELUZ-D.165 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. Ltda. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.162 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 53. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. referentes à Companhia Força e Luz do Oeste .A . 52. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.

Resolução Homologatória nº 1.TUSD. referentes à CELESC-DIS . homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Eletropaulo para a CERIS 61.177 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . referentes à Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica LTDA .TFSEE.TFSEE. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.2010.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Celesc Distribuição S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das Missões .CERMISSÕES.RGE para a CERMISSÕES.IENERGIA.183 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.170 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.184 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.351 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 57. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . 59.TUSD da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A .ESCELSA.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. 63.025 de 29.A .CERIS. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Eletropaulo.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Copel para a CERAL DIS. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 58. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Pág.TFSEE. 62. referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Arapoti .TFSEE. e homologa as tarifas de suprimento para a distribuidora Empresa Luz e Força Santa Maria S.CERILUZ. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 56.A . referentes à Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocatins CELTINS. 60. Resolução Homologatória nº 1.176 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Espírito Santo Centrais Elétricas S.06.185 de 02/08/2011 publicado em 05/08//2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A. referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região de Itapecerica da Serra .178 de 05/07/2011 publicado em 11/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERAL DIS.174 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .ELFSM.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.RGE e Demei para a CERILUZ. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .

08.192 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Jari Celulose S.A .2010. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Pág.CEMAR. referentes à Energisa Paraíba Distribuidora de Energia .TFSEE. 73.Força e Luz Coronel Vivida. 67.A .352 . referentes à FORCEL . referentes à EFLUL .194 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia Energética do Piauí . referentes à Companhia Energética de Alagoas .TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.A.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 66. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .64. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.193 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 69.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Empresa Força e Luz Urussanga Ltda.TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TUSD.035 de 03. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.EPB.187 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.CEAL. 68. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa Aliança . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 72. Resolução Homologatória nº 1.CELPA.COOPERALIANÇA.TFSEE.186 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .190 de 16/08/2011 publicado em 23/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.TFSEE.CEPISA. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia Energética do Maranhão .191 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . 71.189 de 09/08/2011 publicado em 12/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. 65.188 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . referentes à CEB Distribuição S.TFSEE. da Centrais Elétricas do Pará S. 70. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.195 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CEB-DIS.

da Elektro Eletricidade e Serviços S. 81. bem como as tarifas de suprimento das Celesc Distribuição S. 80.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Vale do Araçá .TFSEE referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região do Alto Paraíba – CEDRAP.CERAÇÁ.A 78. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro para a CEDRI.74. referentes à Cooperativa de Eletricidade Praia Grande . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. Resolução Homologatória nº 1. 82. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.CELESC para a CEJAMA.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD.201 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE referentes à CELG Distribuição S. 79. 76.TUSD.TFSEE referentes à Companhia Hidroelétrica São Patrício – CHESP. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CEEE para a CEPRAG.CELESC e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . 77. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.049 de 19. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro e Bandeirante para a CEDRAP.198 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD.TFSEE.A .202 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.ELEKTRO. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CEJAMA.204 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.CELESC para a CERAÇÁ.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.196 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .2010. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Jacinto Pinto .A . Resolução Homologatória nº 1.353 .200 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.203 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.199 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 75.205 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Pág.08.CEPRAG.TFSEE referentes à Cooperativa de Energização e Desenvolvimento Rural do Vale do Itariri – CEDRI. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .

208 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. referentes à Cooperativa de Prestação de Serviços Públicos de Distribuição de Energia Eletrica Senador Esteves Júnior CEREJ.A .CERGAPA. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.A .A .211 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CEREJ. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .COORSEL.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CELESC para a COORSEL. Resolução Homologatória nº 1. 83. 85. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. 90. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.206 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.210 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa de Eletrificação Lauro Muller . e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.213 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.TFSEE. bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CERGAL.A . 84.CELESC para a CERGRAL. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Gravatal .207 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CELESC para a CERMOFUL. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural Anita Garibaldi Ltda . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará .CERMOFUL. 88.A .CELESC para a CERGAPA. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa Fumacense de Eletricidade . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.CELESC para a COOPERMILA.209 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERPALO.COOPERMILA. 89.CERGRAL. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Pág. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. referentes à Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural .Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 86.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.354 . 87. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.CELESC para a CERPALO.212 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.TFSEE.CERGAL. bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Paulo Lopes .A .

Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERBRANORTE.215 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.216 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CELESC para a CERTREL.TFSEE.CELESC e Empresa Força e Luz Urussanga Ltda .080 de 04. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERBRANORTE para a CERAL ANITÁPOLIS.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 97.355 . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 95. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A . bem como retifica a Tarifa de Energia Elétrica . 91.CERAL ANITÁPOLIS. vinculada aos montantes de energia e demanda de potência. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte . Resolução Homologatória nº 1.220 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica.222 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Pág. referentes à Cooperativa Pioneira de Eletrificação .TFSEE.09. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a COOPERA. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 93.11.221 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERSUL. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Anitápolis . Resolução Homologatória nº 1. que constam do Despacho SRE/ANEEL 4.214 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.COOPERA. 94. estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica .218 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.217 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 92. Resolução Homologatória nº 1.EFLUL para a COOPERCOCAL.TFSEE.CGTEE e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .COOPERCOCAL. 98.CERBRANORTE. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S.D.A . referentes à Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte .CEEE . Resolução Homologatória nº 1.2008 e da Resolução Homologatória ANEEL 1.CERTREL. 96.2010. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte . referentes à Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa de Eletrificação Sul Catarinense . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.TFSEE.TUSD da distribuidora CELESC para a CERSUL.065 de 14.TFSEE. referentes à Cooperativa de Energia Treviso .CERSUL.

fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .BANDEIRANTE. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. da DME Distribuição S.CERMC. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.223 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .229 de 25/10/2011 publicado em 27/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.226de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 101. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Energética de Roraima .356 .232 de 01/11/2011 publicado em 07/11/2011 Pág. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi das Cruzes . 107.06. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .227 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.CPFL PIRATININGA.072 de 05.CETRIL.A .A .TFSEE. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Itu . Resolução Homologatória nº 1.DMED. bem como as tarifas de suprimento da Bandeirante para a CERMC.TUSD.20. referentes à Amazonas Distribuidora de Energia S. referentes à Cooperativa de Eletrificação de Ibiúna e Região . referentes à Boa Vista Energia S.BOA VISTA 103. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.224 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.019 de 22.TFSEE.TFSEE.A . 105. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . da Bandeirante Energia S.Mairinque .231 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga para a CERIM. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .228 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.2010. 104.10.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.CERIM.10. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.225 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.AMAZONAS ENERGIA. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga e Elektro para a CETRIL. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 102. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. 99.TUSD.CERR.TUSD. 106.TFSEE. da Companhia Piratininga de Força e Luz .075 de 19. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. 100.A .2010.

TAR. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A . 116. pela Centrais Elétricas Brasileiras S.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia de Eletricidade do Acre .PROINFA. 117.ONS. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. oriunda de ITAIPU .12.CDE para o período de 2012 a 2015 e define previsão para os anos 2012.A .LIGHT. 110.238 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1242 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Fixa o valor da Tarifa Atualizada de Referência .CEA. que será aplicada aos faturamentos realizados no mês de janeiro de 2012. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. 115. Resolução Homologatória nº 1239 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1244 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece as quotas de custeio e as de energia elétrica.2012. DESPACHOS Pág. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia de Eletricidade do Amapá . Resolução Homologatória nº 1. 2014 e 2015. Resolução Homologatória nº 1. 114. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.Binacional. Resolução Homologatória nº 1. 109. período de vigência de 05. para o ano de 2012.237 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Centrais Elétricas de Rondônia – CERON.TFSEE.234 de 22/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Light Serviços de Eletricidade S.12.TFSEE.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1249 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Homologa as alterações dos Anexos I.Eletronuclear. referentes à Companhia Sul Sergipana de Eletricidade . 112.235 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Homologa as tarifas de referência definitivas e as tarifas praticadas provisórias da Eletrobrás Termonuclear S.ELETROACRE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .SULGIPE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CFURH. 111.357 . 113. com vigência à partir de janeiro de 2012. II e III do Acordo Operacional celebrado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1243 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Homologa os valores vinculados à Conta de Desenvolvimento Energético . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1248 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Estabelece a tarifa de repasse de potência. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .ELETROBRÁS. para o cálculo da compensação financeira pela Utilização de Recursos Hídricos .2011 à 04.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . conforme anexo.A . 108. 2013.

04. Despacho nº 374 de 07/02/2011.358 .12. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. Despacho nº 746 de 22/02/2011. 5. que homologou sua tarifas de fornecimento de energia elétrica. Despacho nº 151 de 21/01/2011.ENERSUL. constante dos Despachos ANEEL SRE/ANEEL 141 de 24.02.01.1. 7. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.FECOERMS.CDE do mês de novembro de 2010. Açúcar e Álcool. conforme tabela anexa. em face da Resolução Homologatória ANEEL 958 de 06. para março de 2011.2010.12. Despacho nº 192 de 25/01/2011 publicado em 04/02/2011 Conhece e concede provimento ao pedido de reconsideração. bem como ao valor de MUST na CVA Rede Básica. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . do mês de janeiro de 2011.2008 e 4.ISOL. publicado em 22/02/2011 Torna sem efeito os valores publicados para a COPERSUCAR .731 de 27. concede provimento ao pedido de reconsideração. relativo aos descontos especiais na tarifa de fornecimento para irrigação e aquicultura. Despacho nº 256 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Conhece e. para os autoprodutores e produtores independentes de energia elétrica.CCC .TFSEE. 4. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. que homologou o resultado do reajuste tarifário anual de 2010. Despacho nº 152 de 21/01/2011.778 de 23. publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . de janeiro de 2011.2009. relativo ao exercício de 2011. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional.12. 4. no mérito. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. contra a Resolução Homologatória ANEEL 933 de 02.2007.PROINFA.TFSEE. publicado em 31/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica. Despacho nº 718 de 21/02/2011.774 de 22. conforme tabela anexa. publicado em 08/02/2011 Fixa os valores das quotas a serem recolhidas à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . Pág. que fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . relativo à Usina Termelétrica Unidade Geração de Energia Área II.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .ISOL.2010. interposto pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S. 3. 6. publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas de custeio. Despacho nº 360 de 04/02/2011.CSPE. e conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Federação de Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de Mato Grosso do Sul . relativo ao exercício de 2007. publicado em 07/02/2011 Fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . para reconhecer.CDE do mês de dezembro de 2010. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. conforme lista em Anexo. publicado em 23/02/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . interposto pela Companhia Sul Paulista de Energia . 3.Cooperativa dos Produtores de Cana. 8.CCC . no reajuste de 2011 o componente financeiro.A . 2. Despacho nº 222 de 28/01/2011.2007. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. 9.

para declarar que. Despacho nº 613 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto por Centrais Elétricas Matogrossenses S. Despacho nº 1. no mérito.CCC .084 de 11/03/2011. Pág. face do Despacho AGER 001 de 2009. para abril de 2011. Despacho nº 1269 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S. caso a concessionára logre o êxito em aproveitar os créditos de ICMS. Despacho nº 777 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Companhia Piratininga de Força e Luz CPFL Piratininga. relativo ao período de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012. não lhe é exigível a restituição dos valores correspondentes ao ICMS incidente na compra de combustíveis para geração de energia elétrica. e conhece e. 15.056 de 04/03/2011.A CEMAT. publicado em 30/03/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . do mês de fevereiro de 2011. por perda de seu objeto.ISOL. 11.TFSEE para a Santa Cruz Geração de Energia S. face a mesma resolução homologatória. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. para maio de 2011. 13.A. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. Despacho nº 1. cujos valores foram reembolsados pelo CCC. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.2008. 14. em face da Resolução Homologatória ANEEL 800 de 07.A.CDE do mês de janeiro de 2010.370 de 29/03/2011. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.PROINFA. deverão ser devolvidos os correspondentes valores recebidos via CCC. reduzindo o alcance literal da Resolução Normativa ANEEL 303 de 26. Despacho nº 841 de 25/02/2011.COSIPA. que aplicou a penalidade de redução dos níveis tarifários obtidos na próxima revisão tarifária periódica. a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . Despacho nº 1. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. face a Resolução Homologatória ANEEL 246 de 2004.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . conforme tabela anexa. pelo não atendimento das metas do Plano de Universalização. publicado em 02/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica.2009. 16. Despacho nº 944 de 1º/03/2011. nega provimento as recurso interposto pela Companhia Siderúrgica Paulista . publicado em 28/02/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Despacho nº 1267 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece o pedido da Eletronorte.04. e estabelecer.359 . publicado em 09/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . publicado em 14/03/2011 Fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . até que a concessionária consiga o aproveitamento dos créditos tributários de ICMS. 17. 18.10.02. 12.PROINFA.

nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe Distribuidora de Energia S.931 de 05/05/2011.A. no mérito. Despacho nº 1. publicado em 03/05/2011 Encerra os procedimentos para repasse do Bônus ITAIPU ao consumidor residencial e rural. 26. à Resolução Homologatória ANEEL 961 de 06.04.728. Despacho nº 2.041 de 16/05/2011.SIN. publicado em 17/05/2011 Pág. 22. devido à apuração de resultado negativo na Conta de Comercialização da Energia Elétrica de ITAIPU.A. 23. Despacho nº 1. Despacho nº 1. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. Despacho nº 1478 de 07/04/2011 publicado em 08/04/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia Paulista de Força e Luz .SIN. para o ano de 2012.864 de 02/05/2011.715.04. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .para os ano de 2009. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. 21.2010.TFSEE. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cemig Distribuição S. publicado em 25/04/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . publicado em 17/05/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . em 2010. 20. no mérito.360 .ACRméd .04. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. publicado em 06/05/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .2010.042 de 16/05/2011. publicado em 06/05/2011 Fixa os valores do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada . Despacho nº 1.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . conforme Anexo.CDE do mês de fevereiro de 2011. para junho de 2011. 24. 2010 e 2011.19.A.CPFL Paulista. para a Apiacás Energia S. com mercado próprio inferior a 500 GWh/ano.SIN. à Resolução Homologatória ANEEL 969 de 19. 29.SIN. Despacho nº 1. publicado em 26/04/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .A e Primavera Energia S.2010.491 de 07/04/2011. de 25/04/2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 1389 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . à Resolução Homologatória ANEEL 960 de 06. 25. Despacho nº 1658 de 19/04/2011 publicado em 20/04/2011 Conhece e.CDE do mês de março de 2011.A. 28. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Juruena Energia S. Despacho nº 2. para o período de abril de 2011 a março de 2012. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.930 de 05/05/2011.PROINFA. publicado em 08/04/2011 Classifica as concessionárias ou permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional . 27. de 20/04/2011. Despacho nº 1.

2010. em face das Resoluções Homologatórias ANEEL 103 e 111 de 2004 que. Despacho nº 2151 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Indefere o pedido da Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia S. para agosto de 2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .A.Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .RAP/RBNI e o índice de reposicionamento da referida concessionária. e de ofício. à Resolução Homologatória ANEEL 1. 38. face à Resolução Homolgatória ANEEL 989 de 08.08.594 de 21/06/2011.PROINFA. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . conforme condições detalhadas. 31.ENF. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. relativos às concessionárias Pág.CDE para abril de 2011.COPEL GT. respectivamente.SIN. em face da Resolução Homologatória ANEEL 1.595 de 21/06/2011. Despacho nº 2446 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração. 36.2010.008 de 15. face à Resolução Homologatória ANEEL 993 de 08.2010.039 de 03. que homologou o resultado da sua segunda revisão tarifária. Despacho nº 2. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . interposto por Furnas Centrais Elétricas S. altera o valor da receita requerida. e remete o cálculo dos ajustes para alteração do índice de reposicionamento tarifário.A . 34.361 .06.06. face à Resolução Homologatória ANEEL 987 de 08. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . complementou os resultados da sua primeira revisão tarifária periódica e homologou as suas tarifas de fornecimento de energia aplicáveis aos consumidores finais. 33. alterando o valor da parcela de ajuste.06. que homologou o resultado definitivo da 5ª Revisão Tarifária Periódica. por intempestivo. interposto pela Eletrosul Centrais Elétricas S.CEEE GT. bem como altera o valor da Receita Anual Permitida . para julho de 2011.2010. Despacho nº 2322 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Conhece o recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S. Despacho nº 2447 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração. Despacho nº 2526 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Espírito Santo Centrais Elétricas ESCELSA.FURNAS .06.A . publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas de custeio.A. Despacho nº 2445 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Nega conhecimento. publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .2010. 30. 32. Despacho nº 2060 de 17/05/2011 publicado em 19/05/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe. 35. Despacho nº 2. ao recurso administrativo interposto pela Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . .SIN. 37.PROINFA. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. para a alteração da data de aniversário contratual.

390 de 18/08/2011.PROINFA. face à Resolução Homologatória ANEEL 1.TFSEE para a Zona da Mata Geração S.081 de 27/07/2011. 44.12. para setembro de 2011. a serem recolhidas na data fixada. constante nos Despachos SRE/ANEEL 3. a serem recolhidas na data fixada.956 de 19/07/2011. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. Energética Eldorado Ltda . Despacho nº 3.213 de 08/08/2011.relacionadas. publicado em 09/08/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. para as Isamu Ikeda Energia S.957 de 19/07/2011.774 de 22. 41.056 de 08.080 de 27.2010. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.CDE para maio de 2011. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . publicado em 06/07/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .2008 e.2009 e 4. 40. relativos às concessionárias relacionadas. a Usina Eldorado Ltda . o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. concede parcial provimento. publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .12. Despacho nº 2. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .A.SIN. Despacho nº 3. Despacho nº 3.09. Alvorada Energia S.UTE Eldorado. a serem recolhidas na data fixada.A. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .PROINFA.778 de 23.389 de 18/08/2011. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .SIN. para setembro de 2011.UTE Eldorado. 45.SIN. publicado em 28/07/2011 Fixa para as concessionárias relacionadas. publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .TFSEE. Despacho nº 3. 43.12. para o período de julho 2011 a junho 2012.2007 e 4. 46. Despacho nº 2. Despacho nº 3628 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Conhece o pedido de reconsideração interposto pela CELG Distribuição S. 39. publicado em 09/08/2011 Torna sem efeito os valores publicados para os produtores independentes. constante nos Despachos SRE/ANEEL 4. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . Despacho nº 3.A.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . e no mérito.12.A e Socibe Energia S.2010. em Pág.731 de 27. 42.SIN. relativo ao período de junho de 2011 a maio de 2012. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. relativo ao período de julho de 2011 a junho de 2012. relativos às concessionárias relacionadas.755 de 05/07/2011.214 de 08/08/2011. visando considerar os seguintes componentes financeiros no reajuste tarifário anual da Concessionária em 2011: o ajuste financeiro correspondente aos CUSDs mantidos pela CELG-D com as distribuidoras CEB-DIS. 47.362 .SIN.CDE para junho de 2011. Despacho nº 2.A. CEMAT e ENERSUL.

A à Resolução Homologatória 725 de 21. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.SIN. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 54. relativos às concessionárias relacionadas. publicado em 13/10/2011 Fixa o valor do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.CDE do mês de agosto de 2011. 55. 49.749 de 15/09/2011. Despacho nº 4.750 de 15/09/2011. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.PROINFA. publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .10.CDE para julho de 2011. Despacho nº 3.087 de 17/10/2011.CEEE-D praticar as tarifas constantes dos arts. para dezembro de 2011.10. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. 51.BOA VISTA a praticar as tarifas constantes dos arts.SIN. para novembro de 2011.226 de 25.243 de 31/10/2011.2008. . a serem recolhidas na data fixada. 3º e 5º da Resolução Homologatória ANEEL 1. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. correspondente aos descontos concedidos no mês de setembro de 2009. Pág. 50. publicado em 01/11/2011 Autoriza a Boa Vista Energia S.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .221 de 18.2011. relativo à competência de agosto de 2009. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .PROINFA. 5º e 8º da Resolução Homologatória ANEEL 1. publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .000 de 11/10/2011.SIN. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 4.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 4014 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Bandeirante Energia S. Despacho nº 4. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .088 de 17/10/2011. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.relação ao mês de agosto de 2010 e o subsídio aos consumidores rurais irrigantes. publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica . 3º. 48. Despacho nº 4. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.A.398 de 16/11/2011. 52.363 .10. Despacho nº 4.PROINFA. Despacho nº 4. para janeiro de 2012. que deverá ser fiscalizado e informado pela Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira.2011. Despacho nº 3.ACRméd para o período de 2012.SIN. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 53. que homologou suas tarifas de fornecimento de energia elétrica.203 de 25/10/2011. 56.

SIN.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .399 de 16/11/2011.CDE para setembro de 2011. 58. Despacho nº 4.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . para fevereiro de 2011. a serem recolhidas na data fixada. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.364 . relativos às concessionárias relacionadas.57.CDE para outubro de 2011. Pág.PROINFA. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativos às concessionárias relacionadas. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 4812 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . 59. Despacho nº 4813 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .SIN.SIN. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. a serem recolhidas na data fixada. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .

Resolução Normativa nº 452 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva. 26 da Resolução Normativa ANEEL 109 de 26.2008.11.2003. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. 3º e 4º da Resolução Normativa ANEEL 421 de 30.CCEARs. bem como altera o Anexo I da mesma. Resolução Normativa nº 450 de 27/09/2011 publicado em 10/10/2011 Altera os artigos 2º.REGULAÇÃO DE MERCADO Resoluções Normativas Consolidado 8 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 6 Despachos 150 Total 164 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1.163 de 30. art. que passa a vigorar conforme Anexo desta resolução. de que trata a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica. e fixa os Pág. eólica. Resolução Normativa nº 437 de 24/5/2011 publicado em 26/5/2011 Estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado .10.09. Resolução Normativa nº 428 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação . 2º da Resolução Normativa ANEEL 336 de 28.07. Resolução Normativa nº 456 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação .11. Resolução Normativa nº 445 de 06/09/2011 publicado em 14/09/2011 Altera o artigo 2º da Resolução Normativa 336 de 28. 3º do mesmo artigo. 2.01.CCEE.2010. a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2004 e altera o parág. 3. 9º.10. referente ao aporte de garantia financeira por agente de geração. art.2008. 6º. inciso II. que tenham como fontes biomassa. Resolução Homologatória nº 1179 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 002/2011 e seus Anexos. revoga os parág. 5º da Resolução ANEEL 433 de 26. Resolução Normativa nº 446 de 13/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera os artigos 4º e 10 da Resolução Normativa 411 de 28.10.08. que passam a vigorar com nova redação. altera o art.2008. bem como.7º. 5º art.Novo SCL. no Ambiente de Contratação Regulada. 16. inciso III da Resolução Normativa ANEEL 337 de 11. 4. 6.2008. bem como inclui o parág.365 . 8. 7º e 8º. 7. do art. Resolução Normativa nº 453 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Estabelece os critérios para cálculo do montante de exposição ou sobrecontratação involuntária. 5. regulamenta a penalidade de que trata o Decreto 6.2004. gás natural e hidroeletricidade destinada ao Sistema Interligado Nacional.Novo SCL.353 de 16. e altera a redação do art. 3º e 18 do Decreto 5. em atendimento aos artigos 2º. referente à compra de energia proveniente de novos empreendimentos de geração hidrelétrica.2010.

CCEE que. para o ano de 2012. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. Despacho nº 094 de 13/1/2011 publicado em 14/1/2011 Autoriza à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . referente à contratação de energia de reserva proveniente de novos empreendimentos de geração a partir das fontes biomassa ou eólica.2004. das Usinas Termelétricas relacionadas. a serem incorridos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1180 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 003/2011 e seus Anexos.conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras que participarem do aludido certame. bem como estabelece os conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras participantes do certame. 2. 3. 6.PLD. referente à Contratação de Energia de Reserva. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). para os anos de 2012 e 2013 conforme anexo.01. eólica e termelétrica . 4. conforme as Portarias MME 498 de 2011.2016. Resolução Homologatória nº 1247 de 13/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores da Curva do Custo do Déficit de energia elétrica e os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação de Diferenças . Resolução Homologatória nº 1230 de 25/10/2011 publicado em 26/10/2011 Aprova o Edital do 10º Leilão de Compra de Energia Elétrica Proveniente de Empreendimentos de Geração Existentes. Resolução Homologatória nº 1233 de 18/11/2011 publicado em 18/11/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 007/2011. 2. no Ambiente de Contratação Regulada. DESPACHOS 1. Despacho nº 005 de 04/1/2011 publicado em 05/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .163. financeiros e tributários. destinado à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração de fontes hidrelétrica. na Liquidação Financeira. 4. para compra de energia elétrica para fins de complementação do atendimento do mercado cativo dos agentes de distribuição de que trata o art.CCEE na gestão de Conta de Energia de Reserva CONER. Despacho nº 121 de 17/1/2011 publicado em 18/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 26 do Decreto 5.CCEE que. de 30.CER. 3. 5. conforme o anexo. para início de suprimento a partir de 01. Resolução Homologatória nº 1250 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova as estimativas mensais dos custos administrativos. utilize para o respectivo ano.CCEE a realizar Leilão de Ajuste.07.366 . e seus anexos. referente aos Contratos de Energia de Reserva . destinada ao Sistema Interligado Nacional. e estabelece as tarifas TUST e a TUSDg para as centrais geradoras especificadas. e na administração dos contratos associados à energia de reserva. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em novembro de 2010. na Liquidação Financeira.a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado -. Despacho nº 150 de 21/1/2011 publicado em 24/1/2011 Pág.

nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S.10.331 de 03. 5. Despacho nº 346 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Cosan Centroeste S. Despacho nº 220 de 27/1/2011 publicado em 28/1/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica.2010.A. Despacho nº 345 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Concede o efeito suspensivo requerido pela Electra Comercializadora de Energia Ltda. utilize para o respectivo ano de apuração. das Usinas Termelétricas relacionadas. 7.A. 10. que foram aprovadas pela Resolução Normativa ANEEL 385 de 08. concede à concessionária a manifestação na disposição de invocar a existência de fato excludente de responsabilidade.12.CER a ser realizada em fevereiro de 2011. 3. indefere pleito no que tange ao recebimento de receitas dos CCEAR na venda de energia da mencionada usina. Pág.2010. com o objetivo de cessar os efeitos comerciais e sanções administrativas oriundos dos CCEAR. versão 2010. Despacho nº 347 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Agro Energia Santa Luzia S.2009 e dá outras providências.12. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em dezembro de 2010.COSAN CENTROESTE. 9.11. afasta os efeitos da Resolução Normativa ANEEL 165 de 2005. Despacho nº 348 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda.A. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. Despacho nº 248 de 1/2/2011 publicado em 2/2/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 12. conforme as condições detalhadas. por atraso na entrada da operação comercial da Usina Hidrelétrica Dardanelos.CCEE que. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade. 8.680 de 01.CCEE que.367 . 6. por se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação.CER. conforme o anexo. Despacho nº 598 de 15/2/2011 publicado em 16/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 13. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade.Conhece e. ensejador da suspensividade.CESP. em face dos Despachos ANEEL 2. 11. na Liquidação Financeira relativa à Contratação de Energia de Reserva .A Açucar e Álcool . 2.2010.4 e LV 3. e isenta à concessionária das penalidades decorrentes do não aporte das garantias financeiras exigidas pelas Regras e Procedimentos de Comercialização.2010 e 3.6 do Módulo de Penalidades das Regras de Comercialização de Energia Elétrica. no mérito. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação ensejador da suspensividade. Despacho nº 450 de 8/2/2011 publicado em 18/2/2011 Reconhece fato excludente de responsabilidade da Energética Águas da Pedra S. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta de Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). celebrado entre a Empresa Companhia Sul Paulista de Energia e a Companhia Energética de São Paulo .656 de 02. Despacho nº 276 de 2/2/2011 publicado em 3/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .952 de 06.CCEE. na Liquidação Financeira referente aos Contratos de Energia de Reserva .09. ajuste a expressão algébrica LV 2.

celebrado entre ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.952 de 2010. agosto e setembro de 2010. Pág.656 e 2. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S. em face aos Despachos SEM/ANELL 1. 15. Despacho nº 755 de 22/2/2011 publicado em 23/2/2011 Conhece e.048 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa o Sexto Termo Aditivo ao contrato de suprimento de energia elétrica firmado entre a compradora Companhia de Eletricidade do Acre . 18. Despacho nº 906 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. de 17. apresentados por meio da CT-COCAL 061 de 2010. diversos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado CCEARs. Despacho nº 829 de 24/2/2011 publicado em 25/2/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.A. liminarmente. ensejador de suspensividade.01.874.CCEE de suspender. 20.A.A. 23. celebrado entre a Cooperativa de Electrificacion San Matias Ltda . em face do Despacho SEM/ANEEL 121. Despacho nº 1. na Liquidação Financeira. no mérito. no mérito. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa.CCEE que. Despacho nº 912 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.ELETROACRE. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Agroenergia Santa Luzia S.047 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A. das Usinas Termelétricas relacionadas. Despacho nº 608 de 15/2/2011 publicado em 24/2/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Cosan Centroeste S. Despacho nº 907 de 24/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. denominada atualmente de Eletrobrás Distribuição Acre. que envolvem usinas com atrasos em suas respectivas datas de operação comercial. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. conforme as condições detalhadas. 16. no mérito. que determinaram a retenção da receita fixa da Usina Termelétrica Jataí.A. requerido pela Borborema Energética S. ensejador de suspensividade. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação.A Açúcar e Álcool.2011.A. Despacho nº 668 de 17/2/2011 publicado em 18/2/2011 Conhece e. conforme as condições detalhadas. competência de fevereiro de 2011. nas competências de junho. e a Guascor do Brasil LTDA.A. 22. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. 19. indefere o pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A e ARATU Geração S.CESAM e a Rede Comercializadora de Energia S.14. referente aos Contratos de Energia de Reserva.368 . nega provimento aos pleitos da Cocal Termoelétrica S. Despacho nº 908 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. 17. 21. Despacho nº 1. 2. Despacho nº 958 de 1/3/2011 publicado em 11/3/2011 Conhece e. ensejador de suspensividade. visando o atendimento de localidades isoladas do estado do Acre conforme condições detalhadas 24. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S.

Companhia Brasileira de Energia Renovável.219 de 03. Despacho nº 1.089 de 11/03/2011 publicado em 14/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para determinar a penalidade expressa por meio do contador "j" seja excluída do cálculo descrito na cláusula 14 do Contrato de Energia de Reserva 22 de 2008. decorrentes do 1º Leilão de Energia de Reserva .A Açúcar e Álcool em face do Despacho ANEEL 121 de 17. referente aos Contratos de Energia de Reserva.331 de 03. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER).CCEE que. no mérito. 30. Despacho nº 1. requerido pela BRENCO .2011. Despacho nº 1. Despacho nº 1.411 de 25.405 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega efeito suspensivo. a fim de reformar o Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. Despacho nº 1.2010. ensejador de suspensividade 28. 3. Despacho nº 1.392 de 29/3/2011 publicado em 5/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso interposto pela Cosan Centroeste S.388 de 29/3/2011 publicado em 7/4/2011 Pág. no âmbito das Regras de Comercialização. resultantes do 8º Leilão de Energia proveniente de empreendimentos de geração existentes. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cosan Centroeste S.A.098 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Conhece e.CCEE proceda ao ajuste.420 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Aprova os modelos de Termos Aditivos ao Contrato de Energia de Reserva .CCEAR. das Usinas Termelétricas relacionadas. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação. 27. referente à Contratação de Energia de Reserva. ensejador de suspensividade. Despacho nº 1.25.LER. Despacho nº 1.CCEE que. em face dos Despachos SEM/ANEEL 1. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. 34.CER. 26.406 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega conhecimento do pedido de efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda.460 de 4/4/2011 publicado em 5/4/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em janeiro de 2011.05. 29. Despacho nº 1. Despacho nº 1.361 de 28/3/2011 publicado em 29/3/2011 Homologa os Contratos de Compra e Venda de Energia Elétrica no Ambiente Regulado . no mérito. conforme o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2. 32. conforme o anexo.A Açúcar e Álcool Cosan.01.01.2010.369 .095 de 14/3/2011 publicado em 15/3/2011 Conhece e.097 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Nega efeito suspensivo. por não haver previsão regulamentar para reexame da suspensividade. 31.2010.261 de 22/3/2011 publicado em 31/3/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 33. Despacho nº 1. da classificação das usinas conectadas às Demais Instalações de Transmissão DIT como não participantes do rateio de perdas elétricas na Rede Básica.2011. 35. na Liquidação Financeira. Despacho nº 1.11. 36.05. requerido pela COCAL TERMOELÉTRICA S. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda. conforme tabela detalhada. na Liquidação Financeira. utilize para o respectivo ano. competência de abril de 2011.

44.1 do CER n.A. Despacho nº 1. conforme as condições detalhadas. referente à subcláusula 14.089 de 11. Despacho nº 1.CCEE. e determina à CCEE para que não incremente o contador "j".04. Despacho nº 1.03.Indefere o pleito apresentado pelas empresas UTE MC2 Feira de Santana S. e o Primeiro Termo Aditivo.CCEE a divulgação da alteração tratada. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Santa Luzia I. 45. em face do Despacho ANEEL 1.01.Estabelecer Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). UTE MC2 Dias Dávila 2 S. determina sua aplicação imediata e a divulgação pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .370 . 41.2011.A.01.2011. 40. 09/08.Unidade Estivas. Despacho nº 1.480 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Conhece e. em face do Despacho SEM/ANEEL 1. Despacho nº 1.Companhia Energética do Rio Grande do Norte.A.CNEE. UTE MC2 Dias Dávila 1 S. 39.01 . Despacho nº 1.A.A.750 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Pág.Apuração de NãoConformidades e Penalidades de Medição. nega provimento ao Pedido de Reconsideração.A. 38. celebrados entre Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .A de adiamento da data de início de suprimento.479 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica CCVE.2011.633 de 15/4/2011 publicado em 18/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. Despacho nº 1. Ampla Energia e Serviços S. no mérito. conforme as condições detalhadas. 42.2011. prevista nos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado por elas assinado. em face do Despacho ANEEL 121 de 17.07 . versão 3. 37. 43. bem como determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S. em face do Despacho SEM/ANEEL 121 de 17.CERNHE e Companhia Nacional de Energia Elétrica .A . interposto pela BRENCO . UTE MC2 Camaçari I S. UTE MC2 Catu S.460 de 04.A e Cooperativa de Eletrificação Rural de Resende Ltda . conforme as condições detalhadas.Companhia Brasileira de Energia Renovável. no mérito.A e UTE MC2 Senhor do Bonfim S.699 de 20/4/2011 publicado em 25/4/2011 Aprova as alterações do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica ME. no mérito. e a LDC Bioenergia S. Despacho nº 1. Despacho nº 1.655 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Aprova a Versão 3 do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC PE. celebrado entre a COSERN .CERES.685 de 19/04/2011 publicado em 25/04/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Agro Energia Santa Luzia S.560 de 12/4/2011 publicado em 13/4/2011 Conhece e. celebrados entre as empresas.749 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda.664 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Conhece e. Despacho nº 1. para aplicação imediata. 46.

no mérito. UTE MC2 Catu. celebrados entre as empresas.01.1 do CER 08 de 2008. referente à subcláusula 14. requerido pela ENERCASA .CCEE que. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S.751 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termos Aditivos ao contrato de compra e venda de energia elétrica. na Liquidação Financeira.01. Despacho nº 1.2010 e 121 de 17.331 de 03. COPEL Distribuição S. Companhia Energética de São Paulo . conforme as condições detalhadas. UTE MC2 Dias D'Ávila 2. 51. e de ofício. interposto pela Rio Claro Agroindustrial S. determinar à CCEE que não incremente o contador "j". Despacho nº 2.A.A.859 de 2/5/2011 publicado em 3/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A e Companhia Força e Luz do Oeste .CJE. 47. UTE MC2 Camaçari 1 e UTE MC2 Senhor do Bom Fim. 49.ENERGIA CAIUÁ S. 3. conforme as condições detalhadas. Despacho nº 1. competência de abril de 2011.371 . concede provimento parcial ao recurso interposto pela BRENCO . Despacho nº 1. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. referente aos processo citados.05.05.A.823 de 28/4/2011 publicado em 29/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao Pedido de Reconsideração.089 de 11. referente à Usina Termelétrica Caçu I.752 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Terceiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica.2010. das Usinas Termelétricas relacionadas. Despacho nº 1.2011.2011. 52.CFLO. celebrados entre as empresas.2011. Despacho nº 1.776 de 26/4/2011 publicado em 3/5/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Usina Porto das Águas Ltda. 50.Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.022 de 11/5/2011 publicado em 12/5/2011 Nega efeito suspensivo. em face do Despacho SEM/ANELL 1. que estabelece o Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER. bem como determina à CCEE para que não incremente o contador "j". em face do Despacho SEM/ANEEL 1.11. Rio Grande Energia S. Despacho nº 1. 53. Despacho nº 1. Pág. para o primeiro ano de apuração. 48.03.RGE e Coprel Cooperativa de Energia. aos Despachos SEM/ANEEL 1. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave. Despacho nº 2. referente à subcláusula 14.219 de 03. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da Usina Termelétrica Unidade de Bioenergia Morro Vermelho. 54. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Porto das Águas. 55. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. no mérito.2011.990 de 10/5/2011 publicado em 11/5/2011 Conhece e.Companhia Brasileira de Energia Renovável.A .822 de 27/4/2011 publicado em 28/4/2011 Nega efeito suspensivo. conforme as condições detalhadas. ensejador de suspensividade.CESP e Companhia Jaguari de Energia .1 do CER 28 de 2008. UTE MC2 Dias D'Ávila 1. face ao Despacho SEM/ANEEL 121 de 17.053 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e. celebrados entre as empresas.859 de 02. referente aos Contratos de Energia de Reserva. requerido pela UTE MC2 Feira de Santana.

58. celebrados entre CELESC Distribuição S. conforme as condições detalhadas. 60. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho Nº 2058 de 17/05/2011 publicado em 01/06/2011 Afasta. Despacho nº 2. bem como declara perda de objeto do pedido. das Usinas Termelétricas relacionadas.06: Alterações de Dados Contratuais de CCEARs. referente à Pequena Central Hidrelétrica SAnta Luzia.CCEE que. 61. a oportunidade de se manifestar. anexo II ao Edital de Leilão ANEEL 005 de 2010.CPFL e a Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão CERPRO.08. Despacho Nº 2312 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Pág. 59.CCE.03.007 de 10/5/2011 publicado em 20/5/2011 Faculta aos vencedores do 3º Leilão de Energia de Reserva e do 2º Leilão de Fontes Alternativas.120 de 19/5/2011 publicado em 20/5/2011 Aprova os Termos Aditivos Matriz/Filial para Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC AC. e revoga o Despacho SEM/ANEEL 2. participantes da Chamada Pública ANEEL 001 de 2010. Açúcar e Álcool .2008 a 30.059 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de esclarecimento interposto pela Cosan Centroeste S.484 de 25. Marin & Cia Ltda e a Rio Grande Energia S.066 de 22/2/2011 publicado em 19/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . promova a retenção da parcela da Receita Fixa.2010.CCEE que exclua a subcláusula 7. em face do Despacho ANEEL 1. pela alteraração do cronograma de implantação da usina e a alteração da data de início de suprimento no CCEAR de modo a coincidir com a data de operação das ICGs a serem licitadas no âmbito do Edital de Leilão 001 de 2011. competência de maio de 2011. bem como determina a aplicação imediata e divulgação do mesmo.2011. conforme as condições detalhadas 65. referente aos Contratos de Energia de Reserva.CCEE.2005.Cosan. Despacho nº 2. 57. referente ao período de 01. 62.CCEE. 3º da Resolução Normativa ANEEL 165 de 19. 64.56. celebrado entre a Companhia Paulista de Força e Luz .A.CCE. celebrado entre a Muxfeldt. e convoque os interessados para assinatura dos termos aditivos correspondentes.2011. Despacho nº 2. Despacho nº 2.09.CCEAR por disponibilidade eólica.A e Cooperativa Distribuidora de Energia Vale do Araçá . Despacho nº 2.141 de 24/5/2011 publicado em 25/5/2011 Registra o Segundo Termo Aditivo ao Contrato de Compra e Venda de Energia . Despacho Nº 2304 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. Despacho Nº 2303 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . por inaplicabilidade.219 de 26/5/2011 publicado em 27/5/2011 Registra o Primeiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia . Despacho nº 2.CER. CCGs.09.392 de 29.2 e renumere as demais subcláusulas da Cláusula 7ª do Contrato de Energia de Reserva .372 . conforme Anexo II ao Edital de Leilão 007 de 2010. 63. e o Primeiro Termo Aditivo.A. na Liquidação Financeira.10. no prazo determinado. CERs e CONUERs e Celebração de Termos Aditivos e Termos de Cessão. bem como aprova as alterações de datas na minuta de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado .CERAÇÁ. os incisos III e IV do art. encaminhado à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .

Despacho Nº 2375 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Nega conhecimento do pedido de efeito suspensivo requerido pela ENERGIA CAIUÁ S.CCEE que.ENERCASA. relativa aos meses de setembro a dezembro de 2010. e declara prejudicados.A e os vendedores José Carlos Colombari e Ibraim Faiad 69.373 . 66.Conhece e. e determina que a empresa se manifeste.859 de 2011. e mantém provimento parcial. 71. Despacho Nº 2448 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Conhece do recurso interposto pela Rio Claro Agroindustrial S. por não haver previsão regulamentar para reexame da suspensividade.01. preservando a fixação do Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do Contrato de ENergia de Reserva 011/2008.CERILUZ.DEMEI e a Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . Despacho Nº 2382 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Pág. para 2010. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. no mérito.656. face dos Despachos SEM/ANEEL 1. conforme as condições detalhadas. 72.CESP e Companhia Jaguari de Energia . celebrado entre o Departamento Municipal de Energia de Ijuí . Despacho Nº 2477 de 08/06/2011 publicado em 09/06/2011 Registra o Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica. Despacho Nº 2621 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao Pedido de Reconsideração. no mérito.680 de 2010. por perda de objeto.2011.952. Companhia Energética de São Paulo . conforme condições detalhadas. celebrados entre as empresas.A .2011. Despacho Nº 2476 de 08/06/2011 publicado em 09/06/2011 Registra o Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica. face ao Despacho ANEEL 450 de 08. mediante a qual a Superintendência de Estudos Econômicos do Mercado determinou a retenção da parcela fixa da Receita Fixa da Usina Termelétrica Ipaussu. referente à Contratação de Energia de Reserva. os recursos interpostos pela concessionária mencionada. decidindo não conceder o adiamento de aporte de garantias financeiras e liquidação de valores devidos em decorrências dos contratos no CCEAR.A. por prazo determinado. nega provimento aos pleitos da Usina Termelétrica de Anapólis Ltda . conforme condições detalhadas 70. interposto pela empresa Energética Águas da Pedra S.460 e 1.A. para cessar os efeitos comerciais e as sanções administrativas do CCEAR originados da venda da energia da Usina Hidrelétrica Dardanelos. Despacho Nº 2649 de 22/06/2011 publicado em 24/06/2011 Conhece e. Despacho Nº 2381 de 06/06/2011 publicado em 07/06/2011 Registra os Primeiros T