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O Indivíduo e Organização o Grupo na I - Texto 1
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O Indivíduo e Organização

o Grupo na I - Texto 1

Aula 4: O Indi víduo e

Texto 1: Comp reendendo os Grupos de Trabalho

o Grupo na Organização I

Com preendendo os Grupos de Trabalho

Breve Históric o da Formação dos Grupos:

de Trabalho Breve Históric o da Formação dos Grupos: Historicamente o homem primitivo, ainda com postura
de Trabalho Breve Históric o da Formação dos Grupos: Historicamente o homem primitivo, ainda com postura

Historicamente o homem primitivo, ainda com postura animal, era andarilho e não tinha moradia fixa. Inici almente dotado de baixa resistência, que só viria a se fortalecer graças às proteínas da c arne, sobrevivia até os 20 anos de idade. Seus meios de subsistência eram a caça e a p esca. O homem só passaria a viver de modo gregário, ao perceber que, em grupo, fi caria mais protegido dos animais, da neve, das tempestades.

Uniu-se aos outro s, portanto, pela necessidade de sobrevivência e não pelo vínculo afetivo. E, a partir daí, passou também a destruir outros grupos.

Nesse momento histórico, ocorreu a divisão biológica do trabalho. Com a descoberta do fogo e o desenvo lvimento de instrumentos caseiros, à mulher atribuiu-se o cuidado com

a alimentação. Ao

que exigissem for ça física.

homem coube a responsabilidade pela caça e por todas as atividades

Quando a popula ção dos grupos aumentou, o homem tornou-se sedentário, passando

a domesticar ani

sociedade, com n ormas e valores próprios.

mais e a se comunicar através da linguagem falada, que dará início à

Os grupos transfo rmaram-se em tribos, sempre lideradas por um chefe, que atuava como juiz, central izador e mantenedor do grupo, promovendo o equilíbrio da

comunidade. Com

um perfil psicológico que conjugava as características do sacerdote,

já que era o enca rregado de entrar em contato com a espiritualidade, e do médico,

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uma vez que cura va males físicos com chás, oferendas e rituais, esse chefe também determinava quai s pessoas estavam fora daquele contexto social, diagnosticando os comportamentos considerados “desviantes”. Na verdade, eram pessoas fora do contexto social que aprese ntavam patologias psíquicas (SILVA, 1998).

O Processo da Socialização Humana e a Formação de Grupos:

Processo da Socialização Humana e a Formação de Grupos: O processo de so cialização primária ocorre

O processo de so cialização primária ocorre no âmbito da família, o grupo necessário

para garantir a so brevivência física e psíquica do ser humano. Tal grupo é regido por

normas, leis e cos tumes, que definem os direitos e deveres de seus membros. Inserida nesse contexto, a criança aprende através da grupalidade a se socializar com os seus cuidadores.

A criança “entra” no mundo a partir da aquisição da linguagem. É na família que

adquire a linguag em e passa a se comunicar com os outros, entendendo a si própria e

dando significado

inconsciente prep ondera. Mas, para poder entrar em contato com o mundo externo e viver em sociedad e, a criança necessita do princípio de realidade.

a seus sentimentos. Na fase pré-lingüística,os instintos são livres e o

O ser humano é s ocializado durante toda a sua vida. E, com as inovações tecnológicas,

os meios de com unicação de massa, que se destinam a informar, divulgar os fatos do cotidiano de inte resse da coletividade e propiciar lazer, também passam a atuar como agentes socializa dores.

Na fase adulta, já com a personalidade formada, o ser humano ingressa no processo de socialização secu ndária, em que convive com inúmeros grupos distintos, como os grupos do trabalho, da re ligião, do clube, da vizinhança, da faculdade etc. Aqui, a ação dos

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agentes de social ização é mais superficial que na socialização primária. No decorrer do p
agentes de social ização é mais superficial que na socialização primária. No decorrer do p

agentes de social ização é mais superficial que na socialização primária. No decorrer do p rocesso de desenvolvimento, a aprendizagem social do ser humano ocorre em múltip los contextos, caracterizados por mecanismos institucionalizados que visam facilitar-lhe a aquisição de habilidades, disposições e valores específicos.

Por meio da socia lização secundária, o homem passa a vivenciar um processo grupal, construin do uma rede de interrelações. Todo grupo social possui uma história, estruturada segu ndo determinadas normas, que podem ser alteradas com o surgimento de novas regras o u a revisão de antigas.

Dependendo do

transgressores, ta nto quanto a solidariedade pode se erigir como fator de manutenção

grupal. É possível também emergir conflitos, por causa da diversidade de opiniões se seus membros . Tais conflitos não devem ser considerados fatores de dissolução do grupo, uma vez q ue podem contribuir para o seu crescimento.

nível de controle exercido pelo grupo, pode haver punições aos

O desenvolvimen to grupal propicia que cada um de seus elementos catalise condições de desenvolvime nto pessoal, pois ninguém sai de um grupo da mesma forma como entrou nele.

Participar de um

e desenvolver pa péis e desejos. Estando conscientes de que participamos de uma vida

grupal e que dev emos nos adequar à sua realidade, teremos mais condições de uma vida plena e saud ável, construindo e desenvolvendo a mesmidade.

grupo significa compartilhar pensamentos, emoções, pontos de vista

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Os Grupos nas Organizações Diante do que es tudamos até agora sobre as primeiras formações

Os Grupos nas Organizações

Diante do que es tudamos até agora sobre as primeiras formações de grupos e sobre a questão da social ização no processo grupal, como podemos compreender o conceito de grupo nas organi zações? Todo grupo é caracterizado por dois ou mais indivíduos, que interagem e se ju ntam, objetivando alcançar um determinado objetivo.

Nas organizações podemos observar dois tipos de grupos, ou seja, os grupos formais

que são definidos

e que buscam alc ançar as metas organizacionais. E por outro lado, também temos dentro das empre sas os grupos informais, que se constroem de forma natural dentro do ambiente de t rabalho através do contato social. Desta forma, os grupos formais e os grupos informais, coexistem dentro das organizações, sendo que os grupos informais atendem uma im portante demanda humana, ao satisfazer as necessidades sociais de seus membros, at ravés da proximidade provocada pela ação do trabalho. As pessoas almoçam juntas, j ogam futebol nas horas de lazer, pegam carona para a casa e se frequentam. Tant o os grupos formais quanto os grupos informais, são construídos através da sociali zação secundária.

pela própria empresa, que respondem às atribuições do trabalho

Podemos conclui r então, que este tipo de interação humana ocasionada no ambiente de trabalho, certame nte afeta profundamente o comportamento e o desempenho de cada um dentro da org anização.

As pessoas de ma neira geral fazem parte de muitos grupos simultaneamente, e não existe uma razão única para isto, pois em cada grupo diferente há benefícios diferentes, eleitos por cada u m de seus membros.

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Também podemo s estabelecer outro critério de percepção referente aos grupos organizacionais q ue se

Também podemo s estabelecer outro critério de percepção referente aos grupos organizacionais q ue se subclassificam da seguinte maneira:

1. Grupo de Com ando: é caracterizado por um chefe e seus subordinados imediatos

2. Grupos de Tare fa: pessoas trabalhando em conjunto para a realização de uma tarefa

3. Grupo de Inter esse: pessoas que se juntam para atingir metas e objetivos comuns

4. Grupos de Ami zade: pessoas que se juntam por compartilhar algumas características em comum.

Inúmeros estudo

reunirem em gru po, e as 6 principais razões apontadas são:

sobre a questão da grupalidade, investigam a razão das pessoas se

1. Segurança: Juntando-se à outras pessoas o indivíduo sente-se mais fortalecido e

resistente à

de se sentir só.

ameaças. Este tipo de motivação reduz a insegurança e o sentimento

2. Status: Quan do o indivíduo elege um grupo para fazer parte e este grupo é percebido p elos outros como importante, ele sente-se reconhecido socialmente.

3. Auto-Estim a: A filiação a determinado grupo pode gerar uma sensação de valor próprio.

4. Associação: As necessidades sociais do indivíduo podem ser preenchidas através das interaçõ es com outras pessoas do seu grupo.

5. Poder: O ag rupamento gera poder às pessoas e esta ação gera poder ao grupo.

Os objetivo

que não podem ser atingidos individualmente tornam-se possíveis em

grupo.

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6. Alcance de

Metas: Quando metas precisam ser atingidas, o grupo formal atende

melhor esta demanda, pois a junção de diferentes talentos, conhecimentos ou

poderes, fac ilita este tipo de objetivo.

conhecimentos ou poderes, fac ilita este tipo de objetivo. Estrutura do G rupo Todo grupo de

Estrutura do G rupo

Todo grupo de tr abalho possui uma estrutura que o alimenta e que modela o

comportamento

uma grande parc ela do comportamento de cada um de seus componentes, assim como o desenvolvimen to e a atuação do grupo em si.

de seus membros e que possibilita o desenvolvimento da percepção de

Todo grupo se m odela à partir das normas, da composição, do grau de coesão, do estilo de lideranç a, dos papéis desenvolvidos por cada um. São estas características que formalizam a “Est rutura do Grupo”.

As NORMAS de c ada grupo, podem ser definidas como padrões aceitáveis de

comportamento

as normas ditam ao grupo o que cada indivíduo deve ou não fazer em cada uma das circunstância s. Cada sociedade, comunidade ou grupo possuem as suas próprias normas que rege m os comportamentos de seus componentes.

que são compartilhados por todos os membros do grupo. Na realidade,

A COMPOSIÇÃO de cada grupo requer variedade de habilidades e conhecimentos de

cada um dos seu

Na atualidade ch amamos de “demografia do grupo”, a variável que trata do grau que membros de um grupo compartilham um mesmo atributo demográfico, como sexo, faixa etária, nível educ acional, tempo de serviço na organização.

membros, especialmente na constituição de um grupo de trabalho.

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O grau de COESÃ O indica a força de atração entre os membros dos grupos

O grau de COESÃ O indica a força de atração entre os membros dos grupos e o quanto

são motivados a

Como podemos e stimular o processo de coesão de um grupo?

permanecer como grupo, o que gera o fator produtividade no trabalho.

- Dar reco mpensas ao grupo, ao invés de dar individualmente

- Estimular a competição com outros grupos

- Aumenta r o tempo em que os membros permanecem juntos

- Estimular a concordância em relação às metas do grupo

- Reduzir t amanho do grupo

Quase todos os g rupos possuem um LÍDER formal que muitas vezes é identificado por títulos fornecidos pela organização, como por exemplo: gerente, coordenador, diretor, supervisor, líder d o projeto, presidente de comissão etc.

Todo líder exerce uma grande influência sobre o grupo, pois através de sua personalidade e d e seu estilo de liderança, ele passa a ser uma forte referência ao

grupo. Na atualid ade, estudar a liderança dentro das corporações e até mesmo treinar pessoas para que desenvolvam o seu potencial humano de liderança, tem sido uma das

grandes metas de

grandes organizações.

Cada membro de cada grupo desenvolve um PAPEL social dentro daquele contexto vivenciado, ou sej a, a cada momento no desenvolvimento de cada tarefa, o ser humano passa a desenvol ver um papel como se estivesse no palco de um teatro. Um homem pode desenvolve r o papel de pai quando está em casa com seu filho, de profissional quando está atua ndo na empresa, de filho quando visita os seus pais, de estudante quando está assis tindo as aulas de seu MBA.

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Nas empresas, há uma grande expectativa em relação ao “papel desenvolvido” por cada profissional, pois

Nas empresas, há uma grande expectativa em relação ao “papel desenvolvido” por cada profissional, pois existe uma referência em relação ao “papel prescrito” de cada atividade.

Por exemplo, um professor contratado por uma Universidade sabe qual é o papel prescrito para ele poder atuar no meio acadêmico e em sala de aula, pois ele sabe como deve se co mportar, como deve atuar, etc. Através da sua percepção em relação ao papel prescrito , ele se apropria de informações em como deve conduzir o seu papel de professor, ou s eja, ele sabe conduzir o “papel desenvolvido”. Nenhum professor entrará em sala d e aula e desenvolverá, por exemplo, o papel de estudante, de pai, de vendedor etc.

A constituição do s grupos dentro da empresa e o significado desse processo na inserção de novos funcion ários

Quando ingressa mos num dos setores de uma empresa, é comum que observemos diversas pessoas trabalhando no local: algumas dispõem de um espaço mais individualizado, e xercendo o seu trabalho de modo independente; outras, porém,

mantêm uma pro ximidade física maior em relação aos seus colegas e o tipo de tarefa que realizam requ er um intercâmbio constante com os outros funcionários. Será que

esta observação

uma empresa co mo um “grupo” de trabalho? Certamente se adotarmos esta postura, estaremos corren do o risco de descrever erroneamente este conceito.

empírica é suficiente para que se defina todo e qualquer setor de

Um grupo se com põe através de um sistema de relacionamento entre as pessoas, estabelecendo-se uma interdependência entre elas; essa condição acontece quando as pessoas que integ ram o grupo percebem que os seus objetivos pessoais poderão ser mais facilmente a tingidos, quando se associarem às metas definidas pela coletividade.

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Ou seja, há uma f orça de coesão entre as pessoas que integram um grupo no sentido de obterem a gra tificação das suas necessidades através da sua interação com outras

pessoas. Na medi da em que as pessoas têm a oportunidade de realizar as suas tarefas e alcançar os seus o bjetivos, sentem-se mais unidas, mais compromissadas com os outros integrantes do gr upo, estabelecendo-se uma ligação afetiva com essas pessoas. Esta

condição retrata

o nível de coesão presente no grupo.

Na medida em qu e o grupo convive, vão se definindo alguns aspectos que irão caracterizar como este grupo é; as pessoas podem desenvolver um linguajar específico; podem adotar fo rmas de se vestir semelhantes; podem compartilhar das mesmas preferências de la zer ou podem expressar concepções ideológicas semelhantes. Surgem semelhanças que tornam o grupo mais unido e fortalecido.

Esta condição é in erente ao convívio em qualquer contexto, porém, iremos nos deter na constituição d os grupos no ambiente profissional. Diante do exposto anteriormente, é importante que o empresário possa conhecer o grau de coesão do grupo de funcionários da s ua empresa; se houver uma boa integração entre as pessoas e estas estiverem sintoni zadas com os objetivos da empresa, esses poderão ser alcançados certamente. Já se o grupo mostra-se disperso, com baixo nível de coesão, será muito difícil atingir as m etas definidas pela instituição.

Alguns aspectos podem contribuir ou prejudicar a coesão do grupo. Um desses elementos se refe re à quantidade de pessoas que participam do grupo. Será que um grupo peque no possui maior coesão do que um grupo grande? Seria arriscado dimensionar esse s elementos apenas do ponto de vista quantitativo; é importante observar também como as pessoas interagem no grupo e qual é o nível de confiança que depositam n os seus pares.

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Os grupos també m estão sujeitos a transformações: podem crescer e se subdividir; pode diminuir e necess itar de uma concentração de tarefas e habilidades. Em qualquer uma dessas condições , será necessário rever o quadro funcional e reavaliar as necessidades de recomposição deste quadro.

Os grupos també m podem se compor de modos diferentes: existem os grupos primários e os secundários. Chamamos de grupos primários, aqueles em que as pessoas se aproximam volun tariamente e de modo informal, estabelecendo-se vínculos afetivos com os demais in tegrantes do grupo por afinidade. Nestes casos, os laços afetivos tendem a ser mai s intensos e as relações entre as pessoas costumam ser duradouras. Predominam as a ções de cooperação e há uma tendência de se expressar abertamente os sentimentos q ue as pessoas nutrem umas pelas outras. Um exemplo de grupos primários seriam os grupos de amigos.

Já os grupos secu ndários são formados por interesses utilitários; predomina a formalidade e po de existir pouca afinidade entre as pessoas. Contudo, para que as

pessoas possam

de convívio neste s grupos. O relacionamento entre as pessoas é formal; definem-se

regras que devem cumpridas.

satisfazer as suas necessidades, devem desenvolver formas adequadas

ser obedecidas, prevendo-se punições caso essas normas não sejam

Os grupos de tra balho podem ser classificados como grupos secundários. No contexto profissional, deve mos observar como se organizam os grupos primários e secundários e atuar no sentid o de respeitar e manter boas formas de convívio entre as pessoas. Os

grupos são difere ntes entre si e desenvolvem características que os identificam; ou seja,

cada grupo revela

valores e as norm as que orientam a conduta dos seus integrantes.

os seus padrões de comportamento, a sua forma de atuação, os seus

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Estes aspectos re velam a sintalidade do grupo, a sua coesão e o perfil que o distingue dos demais. Perce bemos, portanto, como é importante saber diferenciar os diversos grupos que se es truturam na empresa e avaliar criteriosamente, de que maneira se poderá alterar a c omposição desses grupos, promovendo o bem estar de todos e a conquista de um bom nível de produtividade.

de todos e a conquista de um bom nível de produtividade. Grupo X Equip e Grupos

Grupo X Equip e

Grupos e equipes possuem significados diferentes. Como já estudamos anteriormente, um grupo é cons tituído por dois ou mais indivíduos, que se interagem para atingir um objetivo espe cífico, como por exemplo um grupo de trabalho que se une

para compartilha

contribuições ind ividuais de seus membros. Uma equipe de tr abalho atua através de um esforço coordenado, através de uma sinergia positiva, onde os esforços de cada um geram um resultado maior do que a soma de contribu ições individuais ocasionais.

informações e tomar decisões, somando esforços referentes às

Podemos definir que os grupos de trabalho possuem as seguintes características:

1. Compar tilham Informações

2. Sinergia Neutra

3. Respons abilidade Individual

4. Habilida des Aleatórias e Variadas

Já as equipes de t rabalho possuem as seguintes características:

1. Desemp enho Coletivo

2. Sinergia Positiva

3. Respons abilidade Individual e Mútua

4. Habilida des Complementares

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Tipos de Equi pes

Existem nas orga nizações os seguintes Tipos de Equipes:

Existem nas orga nizações os seguintes Tipos de Equipes: 1. Equipes de Solução de Problemas 2.

1. Equipes de Solução de Problemas

2. Equipes Autogerenciadas

3. Equipes Multifuncionais

4. Equipes Virtuais

1. Equipes de So lução de Problemas:

Neste tipo de equ ipe de trabalho, as pessoas envolvidas trocam idéias ou fornecem

sugestões sobre

que não lhes per mite a autonomia de implementação das idéias. Geralmente funcionam

de 5 a 12 funcion ários do mesmo departamento que semanalmente se reunem para desenvolver estas idéias.

os métodos e os processos de trabalho que podem ser melhorados, o

2. Equipes Autog erenciadas:

São equipes de fu ncionários que assumem a responsabilidade de seus antigos líderes,

escolhendo os se us membros e atuando com poder coletivo sobre o andamento do trabalho. Geralme nte funcionam entre 10 e 15 pessoas.

3. Equipes Multi funcionais:

Se caracterizam p or funcionários do mesmo nível hierárquico, mas de diferentes setores da empre sa, que se unem para desenvolver uma determinada tarefa. É uma forma bastante e ficaz de unir pessoas de diferentes áreas de uma empresa para trocar informações, des envolver novas reflexões e idéias e solucionar problemas.

4. Equipes Virtua is:

Este tipo de equi pe utiliza a tecnologia da informática para unir os seus membros que

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fisicamente estão distantes, objetivando cumprir-se metas e objetivos organizacionais. A atuação dos mem bros da equipe acontece através do sistema on-line, video conferência ou e.mail. Vale po ntuar que uma equipe virtual pode atuar como qualquer equipe que esteja ligada presencialmente, compartilhando informações, tomando decisões, realizando tarefas . Na relação virtual, o que se diferencia é a falta de contato verbal e não-verbal, pois n uma conversa pessoal podemos analisar os gestos e a fala da pessoa. Geralmente uma equipe virtual é voltada mais para a tarefa do que para a troca sócio- emocional.

As equipes de tra balho possuem uma característica muito interessante que é o costume de tomar mais te mpo para as elaborações, e consumir mais recursos do que o trabalho individual, pois u ma equipe demanda mais discussões, maior consenso e até mesmo mais conflitos par a serem administrados.

Toda equipe de tr abalho deve se apropriar da interdependência para o seu benéfico funcionamento, o nde o sucesso geral depende do sucesso de cada um e o sucesso de cada um depend e do sucesso dos demais.

Como indivídu os tornam-se membros de equipe

Ser membro de u ma equipe é o que há de mais moderno e atual no mundo contemporâneo r eferente às organizações, embora algumas vezes, alguns estilos de personalidade preferem ser reconhecidas pelas suas realizações individuais. As organizações mai s competitivas estimulam as pessoas a buscarem geralmente as suas realizações pesso ais de maneira individual. Se uma empresa estimula e adota o trabalho em equipe, como ficam as pessoas mais egoístas e egocêntricas? Ficou-nos claro até aqui que as equip es existem à partir de um sentimento uniforme de coletividade. Se pensarmos mais profundamente veremos que esta questão é paradoxal, pois vivemos

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no ocidente e a n ossa cultura incentiva profundamente a constituição de uma sociedade individualista. Se pensarmos bem, nunca recebemos na escola um boletim em grupo.

Quais atributos h umanos são necessários para atuarmos em equipe? É justamente voltarmos o noss o olhar para o bem do grupo e sublimarmos as nossas metas pessoais,

termos empatia,

membros e saber mos resolver os possíveis conflitos. Vale ressaltar que a empatia é uma capacidade huma na de nos colocarmos no lugar do “outro” e podermos perceber o que ele sente e p ensa em relação a algo, como se fôssemos nós mesmos a vivenciar tal situação.

assim como desenvolvermos uma boa comunicação com todos os

Uma maneira das empresas capacitarem os seus funcionários para atuações em equipe é através dos Treinamentos, pois especialistas conduzem exercícios grupais que permitem que fu ncionários experimentem a satisfação que uma equipe de trabalho pode proporcion ar. Estas dinâmicas são realizadas através de workshops, onde o grupo experimen ta e aprimora as habilidades de resolução de problemas em conjunto, comunicação, ne gociação, administração de conflito, liderança democrática.

Algumas empresa s também trabalham com o sistema de recompensa, justamente para estimular es forços cooperativos em vez de competitivos. Promoções, aumentos de salário e outras fo rmas de reconhecimento são dados aos funcionários pela eficácia como membros c olaborativos das equipes. Outro tipo de recompensa obtido através

da experiência em

os seus membros . Vale lembrar que esta é uma experiência subjetiva muito gratificante, ou seja, fazer part e de uma equipe coesa que atinge o sucesso, revela-se uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal enquanto ser humano.

equipe são os laços afetivos e de camaradagem construídos entre

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