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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012 – Edição 2195
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ERRO NA REABILITAÇÃO DA LINHA FERROVIÁRIA DE SENA
Governo não vai exigir
indemnização ao Banco Mundial
(Maputo) O Governo não vai
exigir indemnização ao Banco Mundial
pelo “erro cometido” na reabilitação
da linha ferroviária de Sena, mas
espera tirar “maiores vantagens”
na negociação de futuros projectos,
garantiu o ministro dos Transportes
e Comunicações, Paulo Zucula.
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EM MANICA
Detidos funcionários
públicos por roubo de marfim
(Maputo) A polícia de Guro,
em Manica, deteve dois funcionários
públicos por desvio de marfim, numa
quantidade não especificada, que
havia sido confiscado a caçadores
furtivos, disse fonte policial.
Os dois funcionários, afectos
ao Serviço Distrital de Actividades
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Num relatório recentemente divulgado, o Banco Mundial considerou “insatisfatório” o seu desempenho no projecto de reabilitação da linha férrea de Sena, no centro de Moçambique, uma infraestrutura importante no escoamento da produção de carvão da região, destruída durante a guerra civil. “Os resultados do projecto são insatisfatórios, o risco de implementação é insatisfatório e o desempenho do banco é também insatisfatório”, indica o documento do Banco Mundial, que desembolsou 86,4 milhões de euros para a reabilitação da linha férrea. “Não, nunca ponderámos” exigir indemnização ao Banco Mundial, disse Paulo Zucula, quando questionado sobre o assunto. Para o Governo “o importante é (o Banco Mundial) já reconhecer que

cometeu erro”, disse o governante. “O facto de ter admitido que houve erro não é motivo para eu ir pedir que me pague o erro. Estou a falar aqui de um parceiro que trabalha comigo neste e noutros projectos. Muito provavelmente na negociação de outros projectos, aproveitando o erro de Sena, podemos ganhar muito mais vantagens”, disse Paulo Zucula. O Banco Mundial contribuiu para que o consórcio indiano RICON ganhasse o concurso público de restauração da via, supervisionado pela própria instituição financeira mundial. A concessão do contrato do Governo com a firma indiana estipulava que o projecto fosse concluído até janeiro de 2009, mas, o consórcio não cumpriu com todos os prazos que se propôs para a conclusão da reabilitação da infra-estrutura.

A situação levou Maputo a rescindir unilateralmente o contrato da empreitada em 2010, depois de o chefe de Estado, Armando Guebuza, ter proposto na Índia à empresa RICON a sua saída voluntária do projecto. A decisão resultou no ajustamento do orçamento, “houve muitos ajustamentos”, disse o titular da pasta dos Transportes e Comunicações. “No princípio queríamos uma linha de três milhões de toneladas, depois fomos aumentando e agora queremos uma linha de 20 milhões de toneladas”, mas, hoje, estamos a falar de aproximadamente de 200 a 250 milhões de dólares, contra os 150 a 170 milhões de dólares”, afirmou o ministro.

(Redacção)

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Detidos funcionários públicos por roubo de marfim

Económicas (SDAE) de Guro, terão desviado o marfim dos armazéns da instituição para posteriormente o colocar no mercado negro. O marfim resultou do abate clandestino de elefantes no norte de Manica. “Foram detidos dois funcionários

na primeira semana deste mês por desvio de marfim. Actualmente, o processo corre os seus trâmites nas instituições de justiça para a sua responsabilização” explicou Valentim Wilson, da Polícia da República de Moçambique, sem avançar mais

detalhes. Presume-se que os troféus, resultantes da caça furtiva, seriam vendidos a um grupo de traficantes estrangeiros com destino ao continente asiático.

(Redacção)

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MINEIROS MORTOS NA ÁFRICA DO SUL

Executivo garante que não há moçambicanos

(Maputo) O Governo anunciou que os moçambicanos que trabalham na mina sul-africana onde na semana passada morreram 34 mineiros não se envolveram na greve, referindo não ter registo de vítimas entre os trabalhadores moçambicanos. Os 34 mineiros da mina de platina de Marikana, no noroeste da África do Sul, morreram na semana passada durante confrontos com a polícia, no decurso de uma greve para reivindicar aumentos de salário.

O Ministério do Trabalho anunciou em comunicado que os mineiros moçambicanos que trabalham na empresa Lonmin, proprietária da mina, “acataram o conselho da Representação do Ministério do Trabalho na África do Sul para se manterem fora da greve”. A nota adianta que não há informações a existência de moçambicanos entre os 34 mineiros mortos e entre os feridos, nem entre as 600 pessoas detidas em conexão com os

violentos distúrbios na mina de Lonmin. “Uma equipa da delegação moçambicana do Trabalho naquele país está a trabalhar com vista a obter mais dados sobre os mineiros moçambicanos”, refere o comunicado. A região da província noroeste emprega a maior comunidade de mineiros moçambicanos a trabalhar na África do Sul, cerca de 16 mil.

(Redacção)

RECOMENDAÇÃO DO ÚLTIMO CONSELHO COORDENADOR

MINED vai recrutar mais professores para ensino secundário

(Maputo) O Ministério da Educação (MINED) deverá recrutar, nos próximos anos, mais professores

para o ensino secundário para minimizar a escassez de docentes neste nível de ensino.

Nos últimos dois anos, o recrutamento de professores para o

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ensino secundário foi pretérito ao “segundo plano”, uma vez que o Governo estava com as suas atenções viradas para o ensino básico dadas as metas de universalização deste nível até 2015. O recrutamento de mais professores do ensino secundário foi recomendado no último Conselho Coordenar do MINED realizado recentemente em Chidenguele, província de Gaza. Segundo o porta-voz do MINED e director de Planificação e Cooperação, Manuel Rego, nestes dois últimos anos foram recrutados 1.200 professores para o ensino secundário. Actualmente, o rácio aluno/ professor neste nível de ensino é, em média, de 62 numa sala de aula. A maior parte dos professores secundários têm mais de uma turma, para além de leccionarem em mais escolas. Rego disse que o sector pretende reduzir paulatinamente este rácio, mas não avançou o número de professores a contratar. “Temos carência de professores para todos os níveis de ensino. A média global de rácio no país é de mais de 62 alunos por professor e no secundário

pretendemos reduzir de 62 alunos/ professor para 61 ou 60, o que vai implicar contratar mais professores”, referiu. A fonte assegurou haver disponibilidade orçamental para a contratação de mais professores secundários, justificando que isso se deve ao facto de os níveis de crescimento no ensino primário estarem a reduzir nos últimos tempos, havendo assim muito espaço e disponibilidade financeira. Neste momento, o ensino geral conta com 140 mil professores, alguns dos quais não estão a dar aulas. Deste número apenas 20 mil estão no ensino secundário. Nos últimos anos, a procura de vagas no ensino secundário aumentou exponencialmente que alguns alunos, menores de idade, são afectados no curso nocturno e outros ficam de fora do sistema nacional, sendo que o maior problema se coloca ao nível da 8ª e 11ª classe. A par de soluções para resolver a situação, o Governo está a apostar no ensino a distância, introduzido no país em 2004, a título experimentar, na província de Nampula.

Porém, volvidos oito anos tem pouca aceitação devido a cepticismos em relação a qualidade de ensino, porque, mesmo a nível do ensino presencial, no qual os alunos têm os professores disponíveis a “tempo inteiro” e material didáctico necessário, a qualidade deixar muito a desejar. Entretanto, o MINED defende que está é a melhor alternativa para a situação que o país enfrenta. Para Rego, existe agora maior capacidade material e humana para a implementação do subsistema, ultrapassando-se assim os problemas que marcaram o arranque do projecto. No seu arranque, havia apenas seis centros e, em 2008, iniciou o processo de expansão com

a criação de 49 centros em todo o país, depois de um interregno para avaliação e redefinição do ensino, em 2007. Em 2009, foram criados mais 37 centros em todas as províncias e três outros em 2010, totalizando, em todo o país, 89 centros com cerca de 4 mil alunos.

(Redacção/RM)

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DESTA FEITA EM MANICA

Governo autoriza mais uma instituição do ensino superior

(Maputo) Mais uma instituição de ensino superior vai entrar em funcionamento em Moçambique, aumentando, deste modo, a capacidade de absorção de estudantes que concluem o nível médio no país. Trata-se de um Instituto Superior pertencente a Sociedade Manica Chinhamapare Investimentos SA (SOMACHIL, SA), com sede na cidade de Manica, província do mesmo nome, no centro do país. O decreto que cria esta instituição

de ensino superior foi hoje aprovado pelo Conselho de Ministros na sua 30ª sessão ordinária. Actualmente existem 42 instituições de ensino superior em Moçambique, das quais 18 públicas e 24 privadas. O porta-voz do governo e vice- ministro da justiça, Alberto Nkutumula, disse tratar-se de uma instituição privada e de âmbito nacional. A mesma goza de autonomia administrativa, financeira, patrimonial e cientifico-

pedagógica. Uma vez autorizada a sua criação, segundo Nkutumula, caberá o Ministério moçambicano de Educação (MINED) fazer topo o acompanhamento necessário para a sua entrada em funcionamento. O novo Instituto Superior vai leccionar os cursos de Ciências Jurídicas, Ciências Económicas, Ciências Sociais e Humanas, Engenharias e Ciências Tecnológicas. Todos os cursos

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terão o nível de licenciatura. A criação desta instituição ocorre num ano em que se celebra os 50 anos do ensino superior em Moçambique. Na mesma sessão, o Conselho de Ministros apreciou a implementação da Estratégia de Intervenção nos Assentamentos Informais, bem sobre os Projectos de Infra-estruturas do Millenium Challenge Account (MCA/ Moçambique). O governo apreciou ainda o relatório da 32ª Cimeira da Comunidade dos Países da Africa Austral (SADC), tendo felicitado o Chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, pela sua eleição para a presidência rotativa desta organização regional. Na ocasião, o governo saudou todos os intervenientes que contribuíram para o êxito do evento.

(Redacção)

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DESTA FEITA EM MANICA Governo autoriza mais uma instituição do ensino superior (Maputo) Mais uma instituição

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ESTRANGEIROS EM MOÇAMBIQUE

Estudantes e recém- graduados do ensino superior estagiam no país

(Maputo) Jovens estudantes e recém- graduados do ensino superior de 12 países, entre os quais China, Alemanha, Japão, Dinamarca, Brasil, Portugal, Zimbabwe, África do Sul e Camarões, encontram-se a estagiar em Moçambique, para adquirir experiência internacional, no âmbito das acções da AIESEC - a maior organização de

estudantes do mundo. Este programa visa providenciar às organizações não governamentais (ONG’s) recursos humanos de qualidade para implementar os seus projectos, e, ao mesmo tempo, prover uma experiência única de crescimento pessoal aos jovens estrangeiros que vêm criar um impacto positivo nas comunidades locais.

Com efeito, os referidos jovens estrangeiros foram integrados em diversas ONG’s, como a PSI, ASDECUMO, SOS, Nhamai, entre outras, que operam no nosso País em várias áreas sociais, desde a educação de crianças até ao desenvolvimento de projectos de apoio à comunidade. (Redacção/FDS)

FDA apoia capacidade de fiscalização florestal

(Maputo) O Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) vai, até ao final do ano, colocar a disponibilidade de todas as províncias do país meios circulantes (veículos e motos), destinados a reforçar a capacidade de fiscalização dos recursos florestal. A garantia foi dada pela presidente

do Conselho de Administração (PCA) do FDA, Setina Titosse, no acto de entrega de seis viaturas de marca “Toyota Land Cruiser”, com tracção às quatro rodas, e igual número de motos de marca “Honda”, para o reforço do efectivo móvel nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Tete e Niassa. A cerimónia de

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entrega, havida no Posto Administrativo de Palmeiras, na vila da Manhiça, província de Maputo, contou com a presença de quadros das direcções províncias beneficiárias. As viaturas são parte de um investimento calculado em 16 milhões de meticais, desembolsado pelo FDA

que, até ao final do ano, vai contemplar as restantes províncias num pacote adicional de oito milhões de meticais. Na segunda fase, serão ainda entregues os restantes 30 motociclos a serem distribuídos pelas províncias do país e a expectativa do FDA é que as viaturas constituam um valor acrescentado no processo de fiscalização florestal e, por conseguinte, travar a ameaça das espécies. Setina Titosse disse, na ocasião, que a alocação dos meios circulantes resulta do facto de haver muitos constrangimentos traduzidos na incapacidade de trabalhar plenamente no terreno por parte dos fiscais, na sequência da falta de meios. “Temos acompanhado, mesmo por via da comunicação social, casos de abate e exportação ilegal de madeira que escapam nalguns momentos o sistema de cobrança das taxas da própria madeira, porque a fiscalização não dispõe de meios para fazer cumprir as lei”, explicou a fonte. Desta feita, segundo a PCA, a expectativa do fundo é que o reforço em termos de meios ajude a que, pelo menos uma boa parte dos operadores, estejam sobre controlo e supervisão das entidades que exercem a fiscalização florestal.

(Com AIM)

ESTRANGEIROS EM MOÇAMBIQUE Estudantes e recém- graduados do ensino superior estagiam no país (Maputo) Jovens estudantes

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