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Segurança para Movimentação de Cargas
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Segurança para Movimentação de Cargas ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Apresentação

A dinâmica social dos tempos de globalização exige dos profissionais atualização constante. Mesmo as áreas tecnológicas de ponta ficam obsoletas em ciclos cada vez mais curtos, trazendo desafios renovados a cada dia, e tendo como consequência para a educação a necessidade de encontrar novas e rápidas respostas.

Nesse cenário, impõe-se a educação continuada, exigindo que os profissionais busquem atualização constante durante toda a sua vida - e os docentes e alunos da Escola Técnica ATENEW incluem-se nessas novas demandas sociais.

É preciso, pois, promover, tanto para os docentes como para os alunos da educação profissional, as condições que propiciem o desenvolvimento de novas formas de ensinar e aprender, favorecendo o trabalho de equipe, a pesquisa, a iniciativa e a criatividade, entre outros aspectos, ampliando suas possibilidades de atuar com autonomia, de forma competente.

Seguindo essa linha de pensamento, a Escola Técnica ATENEW organizou o Curso Noções Básicas de Segurança para Movimentação de Cargas, destinado aos profissionais que desejam realizar suas tarefas de forma mais segura, responsável e, por conseguinte, com maior competência.

Para realizar o Curso, você terá à sua disposição, além de professores especializados em Noções Básicas de Segurança, este material didático, que tem a função de orientar sua aprendizagem, ou seja, ser um guia para os estudos.

Portanto, a leitura atenta desse conteúdo vai ser bastante útil para que você possa participar, com mais facilidade, das discussões em sala de aula e, também, organizar os conhecimentos adquiridos.

Finalmente, manifestamos nosso desejo para que tenha êxito em seus estudos e sucesso profissional.

que tenha êxito em seus estudos e sucesso profissional. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Uma palavra inicial

Meio ambiente

Saúde e segurança no trabalho

O que é que nós temos a ver com isso?

Antes de iniciarmos o estudo deste material, há dois pontos que merecem destaque: a relação entre o processo produtivo e o meio ambiente; e a questão da saúde e segurança no trabalho.

As indústrias e os negócios são a base da economia moderna. Não só produzem os bens e serviços necessários, como também dão acesso a emprego e renda. Mas, para atender a essas necessidades, precisam usar recursos e matérias-primas. Os impactos no meio ambiente muito frequentemente decorrem do tipo de indústria existente no local, do que ela produz e, principalmente, de como produz.

É preciso entender que todas as atividades humanas transformam o ambiente. Estamos sempre

retirando materiais da natureza, transformando-os e depois jogando o que "sobra" de volta ao ambiente natural. Ao retirar do meio ambiente os materiais necessários para produzir bens, altera-se o equilíbrio

dos ecossistemas e arrisca-se ao esgotamento de diversos recursos naturais que não são renováveis ou. quando o são, têm sua renovação prejudicada pela velocidade da extração, superior à capacidade da natureza para se recompor. É necessário fazer planos de curto e longo prazo, para diminuir os impactos que o processo produtivo causa na natureza. Além disso, as indústrias precisam se preocupar com a recomposição da paisagem e ter em mente a saúde dos seus trabalhadores e da população que vive ao seu redor.

Com o crescimento da industrialização e a sua concentração em determinadas áreas, o problema da poluição aumentou e se intensificou. Em relação ao ar e à água, a questão é bastante complexa, pois as emissões poluentes se espalham de um ponto fixo para uma grande região, dependendo dos ventos, do curso da água e das demais condições ambientais, tornando difícil localizar, com precisão, a origem do problema. No entanto, é importante repetir que, ao depositarem no solo os resíduos, ao lançarem efluentes sem tratamento em rios, lagoas e demais corpos hídricos, as indústrias causam danos ao meio ambiente.

hídricos, as indústrias causam danos ao meio ambiente. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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O uso indiscriminado dos recursos naturais e a contínua acumulação de lixo mostram a falha básica

de nosso sistema produtivo: ele opera em linha reta. Extraem-se as matérias-primas através de processos de produção desperdiçadores e que geram subprodutos tóxicos. Fabricam-se produtos de utilidade limitada que, finalmente, viram lixo, o qual se acumula nos aterros. Produzir, consumir e dispensar bens desta forma, obviamente, não é sustentável.

Enquanto os resíduos naturais (que não podem, propriamente, ser chamados de "lixo") são absorvidos

e reaproveitados pela natureza, a maioria dos resíduos deixados pelas indústrias não tem aproveitamento para qualquer espécie de organismo vivo e, para alguns, pode até ser fatal. O meio ambiente pode absorver resíduos, redistribuí-los e transformá-los. Mas, da mesma forma que a Terra possui uma capacidade limitada de produzir recursos renováveis, sua capacidade de receber resíduos também é restrita, e a de receber resíduos tóxicos praticamente não existe.

Ganha força, atualmente, a ideia de que as empresas devem ter procedimentos éticos que considerem

a preservação do ambiente como uma parte de sua missão. Isto quer dizer que se devem adotar

práticas voltadas para tal preocupação, introduzindo processos que reduzam o uso de matérias-primas

e energia, diminuam os resíduos e impeçam a poluição.

Cada indústria tem suas próprias características. Também se sabe que a conservação de recursos

é importante. Deve haver crescente preocupação com a qualidade, durabilidade, possibilidade de conserto e vida útil dos produtos.

As empresas precisam não só continuar reduzindo a poluição, como também buscar novas formas de economizar energia, melhorar os efluentes, reduzir a poluição, o lixo e o uso de matérias-primas. Reciclar e conservar energia são atitudes essenciais no mundo contemporâneo.

É difícil ter uma visão única que seja útil para todas as empresas. Cada uma enfrenta desafios

diferentes e pode beneficiar-se de sua própria visão de futuro. Ao olhar para o futuro, nós (o público,

as empresas, as cidades e as nações) podemos decidir que alternativas são mais desejáveis e trabalhar com elas.

Entretanto, é verdade que tanto os indivíduos quanto as instituições só mudarão as suas práticas quando acreditarem que seu novo comportamento lhes trará benefícios — sejam estes financeiros, para sua reputação ou para sua segurança.

A mudança nos hábitos não é uma coisa que possa ser imposta. Deve ser uma escolha de pessoas bem informadas a favor de bens e serviços sustentáveis. A tarefa é criar condições que melhorem a capacidade de as pessoas escolherem, usarem e disporem de bens e serviços de forma sustentável.

Além dos impactos causados na natureza, diversos são os malefícios à saúde humana provocados

pela poluição do ar, dos rios e mares, assim como são inerentes aos processos produtivos alguns riscos

à saúde e segurança do trabalhador. Atualmente, acidente do trabalho é uma questão que preocupa os empregadores, empregados e governantes, e as consequências acabam afetando a todos.

De um lado, é necessário que os trabalhadores adotem um comportamento seguro no trabalho,

usando os equipamentos de proteção individual e coletiva; de outro, cabe aos empregadores prover a empresa com esses equipamentos, orientar quanto ao seu uso, fiscalizar as condições da cadeia produtiva

e a adequação dos equipamentos de proteção.

produtiva e a adequação dos equipamentos de proteção. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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A redução do número de acidentes só será possível à medida que cada um - trabalhador, patrão e governo - assuma, em todas as situações, atitudes preventivas, capazes de resguardar a segurança de todos.

Deve-se considerar, também, que cada indústria possui um sistema produtivo próprio, e, portanto, é necessário analisá-lo em sua especificidade, para determinar seu impacto sobre o meio ambiente, a saúde e os riscos que o sistema oferece à segurança dos trabalhadores, propondo alternativas que possam levar a melhores condições de vida para todos.

Da conscientização, partimos para a ação: cresce, cada vez mais, o número de países, empresas e indivíduos que, já estando conscientizados acerca desses fatos, vêm desenvolvendo ações que contribuem para proteger o meio ambiente e cuidar da nossa saúde. Mas isso ainda não é suficiente faz-se necessário ampliar tais ações, e a educação é um valioso recurso que pode e deve ser usado em tal direção. Assim, iniciamos este material conversando com você sobre o meio ambiente, a saúde e a segurança no trabalho, lembrando que, no exercício profissional diário, você deve agir de forma harmoniosa com o ambiente, zelando também pela segurança e saúde de todos no trabalho.

Tente responder à pergunta que inicia este texto: Meio ambiente, saúde e a segurança no trabalho - o que é que eu tenho a ver com isso? Depois, é partir para a ação. Cada um de nós é responsável. Vamos fazer a nossa parte?

Cada um de nós é responsável. Vamos fazer a nossa parte? ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

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Definição

É um aparelho com lança giratória e sistema de levantamento de carga, construído segundo o princípio da gangorra.

Corretamente dimensionado, o guindaste executará a contento todo o serviço e, corretarnente operado, trará rapidez e segurança à operação.

Com manutenção preventiva em dia, o guindaste dificilmente falhará quando solicitado.

Tipos mais usuais

Guindaste sobre esteira com lança treliçada

• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento de lança.

• Utilizado em locais de difícil acesso, com terreno irregular ou sem firmeza.

• De grande capacidade de carga, pode se locomover com a mesma.

• Não é aconselhado para serviços que necessitem de grandes deslocamentos, ou de deslocamentos constantes.

• Recomendado para serviços de escavação, bate-estacas, trabalhos portuários e grandes movimentações de carga em geral.

portuários e grandes movimentações de carga em geral. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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1.

gancho auxiliar

2.

gancho principal do JIB

3.

JIB

4.

cabo de sustentação do JIB

5.

cabo de sustentação da lança

6.

cabo de elevação da lança

7.

lança

8.

esteira

9.

contrapeso

10.

limitador de lança

11.

cavalete

12.

mesa de giro

Fig. 1 - Guindaste sobre esteira com lança treliçada

Guindaste sobre caminhão com lança treliçada

• O acionamento do guindaste é independente do caminhão.

• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento da lança.

• Devido à sua constituição sobre caminhão, pode vencer grandes deslocamentos na área de trabalho.

• Necessita de terreno firme e regular para que possa operar.

• De grande capacidade de carga, não pode se locomover com a mesma.

• Recomendado para serviços de montagem industrial e grandes obras de engenharia.

de montagem industrial e grandes obras de engenharia. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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1. caminhão 2. cavalete 3. cabo de elevação da lança 4. caixa de roldanas 5.

1. caminhão

2. cavalete

3. cabo de elevação da lança

4. caixa de roldanas

5. tirante de lança

6. ponta de lança

7. cabo de carga

8. moitão

9. gancho

10. seção da lança

11. pé da lança

12. cabine do operador

13. pé da sapata

14. limitador da lança

Fig. 2 - Guindaste sobre caminhão com lança treliçada

Guindaste hidráulico sobre caminhão com lança telescópica

• O acionamento do guindaste é independente do caminhão.

• Utilizado em serviços diversos, onde haja necessidade constante de variação do comprimento da lança.

• Necessita de terreno firme e regular para que possa operar com segurança.

• Pode vencer grandes deslocamentos na área de trabalho, ou não.

• De grande capacidade de carga, não pode se locomover com a mesma.

• Devido à sua grande versatilidade na variação do comprimento da lança, é recomendado para serviços de levantamento de cargas diversas, levando-se em conta sua tabela de carga.

cargas diversas , levando-se em conta sua tabela de carga. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

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Guindaste autopropulsor com lança telescópica

• Utilizado em serviços repetitivos, onde é necessária a variação do comprimento de lança.

• Necessita de terreno firme e regular, para que possa operar com segurança.

• Ideal para serviços em áreas apertadas, onde as manobras são dificultadas.

• Equipamento versátil no deslocamento, pois os comandos de acionamento do guindaste situam-se na mesma cabine dos comandos de deslocamento.

Guindaste sobre pedestal

As grandes plataformas de perfuração e produção de petróleo utilizam guindastes dotados de lanças treliçadas, de comprimento constante, fixos à estrutura da plataforma.

A maioria destes guindastes possuem dispositivos de segurança extras para o seu uso em plataformas marítimas, como a balança de carga para aferir com exatidão o peso de cada carga que está sendo içada.

• Utilizado em serviços repetitivos, onde não é necessária a variação do comprimento da lança.

• São dotados de lanças treliçadas em tubo de aço mais leve, em cantoneiras de aço mais pesadas, ou mistas.

• Empregado em plataformas marítimas, navios, balsas, etc.

• Guindaste de grande capacidade, não pode se deslocar.

• Guindaste de grande capacidade, não pode se deslocar. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Introdução

O desempenho e a segurança de trabalho dos equipamentos dependem dos conhecimentos, da habilidade e das precauções de seus operadores. Estatísticas internacionais mostram que a eficiência

e a durabilidade de uma máquina aumentam na razão direta do tino e da experiência do pessoal que a

utiliza, o mesmo acontecendo com relação aos cuidados que devem ser tomados, no que diz respeito

ao problema de se evitarem acidentes.

No caso dos guindastes, estas observações ganham dimensão especial: manobras bruscas e arrojadas

causam desgaste excessivo e elevam os riscos no canteiro — é preciso manter as lanças a prudentes distâncias das redes elétricas. Quando isto for impossível, deve-se contar com o auxílio de um sinalizador que acompanhe os movimentos da máquina e oriente seu operador, a fim de que ele jamais ultrapasse

o limite de quatro metros das linhas. Se algum cabo de alta tensão for tocado, o operador deve manter- se na cabine e ninguém se aproximar do equipamento, até que a corrente seja desligada. Qualquer deslocamento pelo canteiro também precisa ser atentamente observado e orientado.

Estas são as normas gerais de procedimento, a partir das quais qualquer serviço renderá mais. Sua observância, aliada à prática de empregar estes sinais manuais recomendados pela American Society of Mechanical Engineers, contribuirá para a maior produtividade do guindaste e maior segurança em sua operação.

do guindaste e maior segurança em sua operação. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Sinalizações do guindaste

l. Içar - com antebraço vertical, indicador apontando para cima, mova a mão em pequenos círculos horizontais.

para cima, mova a mão em pequenos círculos horizontais. Fig. 1 2. Abaixar- com o braço

Fig.

1

2. Abaixar- com o braço estendido para baixo, dedo indicador apontando para baixo, mova a mão em pequenos círculos horizontais.

para baixo, mova a mão em pequenos círculos horizontais. Fig. 2 3. Erguer lança- braço direito

Fig. 2

3. Erguer lança- braço direito esticado na horizontal, dedos fechados, apontar o polegar para cima.

na horizont al, dedos fechados, apontar o polegar para cima. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação
na horizont al, dedos fechados, apontar o polegar para cima. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

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4.

Baixar lança - braço direito esticado na horizontal, dedos fechados, apontar o polegar para baixo.

na horizontal, dedos fechados, apontar o polegar para baixo. Fig. 4 5. Parar - braço esquerdo

Fig. 4

5. Parar - braço esquerdo esticado na horizontal, manter a palma da mão para baixo.

esticado na horizontal, manter a palma da mão para baixo. Fig. 5 6. Parada de emergência

Fig. 5

6. Parada de emergência - braço esquerdo esticado na horizontal, palma da mão para baixo, mover a mão rapidamente, para a direita e para a esquerda.

mover a mão rapidamente, para a direita e para a esquerda. Fig. 6 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
mover a mão rapidamente, para a direita e para a esquerda. Fig. 6 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig.

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7.

Deslocamento - braço direito esticado para a frente e na horizontal, mão aberta e erguida,

executar movimentos de empurrar na direção em que a máquina deve ser movida.

de empurrar na direção em que a máquina deve ser movida. Fig. 7 8. Travar tudo

Fig. 7

8. Travar tudo - antebraços esticados na horizontal, juntar as duas mãos em frente ao corpo.

na horizontal, juntar as duas mãos em frente ao corpo. Fig. 8 9. Movimento lento -

Fig. 8

9. Movimento lento - braço esquerdo esticado para frente e na horizontal, enquanto a mão direita,

fechada e com o dedo indicador apontando para cima, executa a movimentação desejada, sob a palma esquerda imobilizada (o desenho abaixo indica içar lentamente).

imobilizada (o desenho abaixo indica içar lentamente). Fig. 9 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
imobilizada (o desenho abaixo indica içar lentamente). Fig. 9 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 9

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10. Levantar lança/baixar carga - braço direito esticado na horizontal, polegar apontando para cima, flexionar os outros quatro dedos, abrindo-os e fechando-os, até que a operação se complete.

e fechando-os, até que a operação se complete. Fig. 10 11. Baixar lança/levantar carga - braço

Fig.

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11. Baixar lança/levantar carga - braço direito esticado na vertical, polegar apontando para o chão,

flexionar os outros quatro dedos, abrindo-os e fechando-os, até que a operação se complete.

e fechando-os, até que a operação se complete. Fig. 11 12. Girar lança-braço direito esticado na

Fig.

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12. Girar lança-braço direito esticado na horizontal, apontar, com o dedo indicado, o sentido do

giro desejado.

apontar, com o dedo indicado, o sentido do giro desejado. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança
apontar, com o dedo indicado, o sentido do giro desejado. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança

Fig.

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13.

Acionar uma esteira - antebraço direito esticado para cima na horizontal e o punho fechado

indicam a esteira que deve ser travada, enquanto o antebraço esquerdo, esticado na horizontal, com seu punho fechado e executando pequenos círculos verticais, indica a esteira que deve ser movimentada.

verticais, indica a esteira que deve ser movimentada. Fig. 13 14. Acionar duas esteiras - antebraços

Fig.

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14. Acionar duas esteiras - antebraços esticados na horizontal, executar com punhos fechados

em frente ao corpo movimentos circulares (a direção desejada, para frente ou para trás, é dada pel próprios movimentos dos punhos).

para trás, é dada pel próprios movimentos dos punhos). Fig. 14 e 15. Estender lança -

Fig.

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e

15. Estender lança - antebraços esticados para frente e na horizontal, punhos fechados, apontar os

dedos polegares para fora.

punhos fechados, apontar os dedos polegares para fora. Fig. 15 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

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fechados, apontar os dedos polegares para fora. Fig. 15 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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16.

Recolher lança - antebraços esticados na horizontal e na frente do corpo, punhos fechados,

apontar os dedos polegares um para o outro.

punhos fechados, apontar os dedos polegares um para o outro. 17. Usar guincho principal - punho

17. Usar guincho principal - punho direito fechado sobre o capacete, executar com o outro braço

o sinal desejado.

o capacete, executar com o outro braço o sinal desejado. 18. Usar guincho auxiliar - palma

18. Usar guincho auxiliar - palma da mão esquerda suportando o cotovelo do braço direito, executar

o sinal desejado.

o cotovelo do braço direito, executar o sinal desejado. Fig. 18 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

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do braço direito, executar o sinal desejado. Fig. 18 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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19. Estender guincho - antebraço direito esticado na horizontal e em frente ao corpo, punho fechado com o dedo polegar apontando para o peito.

punho fechado com o dedo polegar apontando para o peito. Fig. 19 20. Recolher guincho -

Fig.

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20. Recolher guincho - antebraço direito esticado na horizontal e em frente ao corpo, punho fechado com o dedo polegar apontando para fora.

punho fechado com o dedo polegar apontando para fora. Fig. 20 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
punho fechado com o dedo polegar apontando para fora. Fig. 20 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

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Precauções operacionais

• Limpeza da cabine

Mantenha o piso limpo, isento de óleo, graxa, trapos, cabos, correntes, baldes, barricas e outros perigos. Coloque peças soltas numa caixa de ferramentas.

Na limpeza, utilize somente produtos não inflamáveis.

Assegure-se de que seus sapatos estejam limpos e secos antes de operar os freios.

• Nível de óleo do motor

Retire a vareta de medição e limpe-a; torne a enfiá-la. Retire novamente e verifique o nível do óleo lubrificante. O nível deve estar na marca superior. Se necessário, complete com o mesmo tipo de óleo.

Nunca ligue o motor com o nível de óleo abaixo da marca inferior.

• Água do radiador

Retire a tampa do radiador e verifique o nível de água. Complete, se necessário. Se o radiador estiver quente, desligue o motor e espere que ele esfrie, antes de remover sua tampa.

• Nível de combustível

Verifique o nível de combustível pela leitura do marcador. É aconselhável encher o tanque no fim dos turnos, para evitar condensação de água.

no fim dos turnos, para evitar condensação de água. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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• Nível de óleo de transmissão (verificar a frio)

Retire o bujão superior e verifique se o óleo escorre. Se não, adicione óleo até escorrer.

Nunca funcione à transmissão, mesmo em ponto morto, se o nível de óleo estiver baixo.

• Inspeçâo geral

Inspecione os itens relacionados, que são imprescindíveis para uma operação segura do equipamento.

Sempre que forem encontradas irregularidades, comunique de imediato ao Setor de Manutenção.

Verifique pinos de conexões, parafusos, travas e demais dispositivos antes de iniciar qualquer operação. Troque-os, em caso de aparentarem graves avarias.

Inspecione as roldanas da ponta da lança e do moitão, quanto a desgaste. Roldanas danificadas deterioram rapidamente os cabos de aço.

Ao inspecionar o cabo de carga, proteja suas mãos com luvas adequadas.

Saiba o significado das notificações e siga as instruções. Mantenha as notificações limpas.

e siga as instruções. Mantenha as notificações limpas. Ao utilizar o JIB, não se esqueça do

Ao utilizar o JIB, não se esqueça do ângulo da lança! Lembre-se:

- Os diagramas de cargas representam a máxima tolerância absoluta de carga, baseada nos limites estruturais ou de tombamento.

- O conhecimento do raio de operação exato, do comprimento de lança e do ângulo de trabalho é uma rotina do seu dia-a-dia!

Antes de executar qualquer levantamento, verifique a capacidade no diagrama de carga existente na cabine do guindaste. Posicione a linha de carga correspondente ao raio necessário e, a seguir, levante a carga.

Todos os dispositivos de içamento (moitão, bola do JIB, manilhas, JIB, etc.) são partes da carga a ser içada e devem ter pesos somados à mesma.

Não exceda as tabelas de cargas da máquina e não confie na estabilidade da mesma para determinar a máxima capacidade de levantamento.

Lembre-se de que as capacidades do diagrama de carga são baseadas nas seções igualmente

espaçadas.

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Cuidados na operação

Condições de apoio no terreno

Estrados de madeira sob esteiras evitam a possibilidade de afundamento das mesmas, quando o guindaste estiver trabalhando.

das mesmas, quando o guindaste estiver trabalhando. Fig. 1 Em circunstâncias especiais (terreno muito mole ou

Fig.

1

Em circunstâncias especiais (terreno muito mole ou quando for necessário distribuir as cargas em maior área), devem ser usadas madeiras resistentes em toda a superfície de operação.

madeiras resistentes em toda a superfície de operação. Fig. 2 Se houver necessidade da utilização de

Fig. 2

Se houver necessidade da utilização de pilhas de pranchas de madeira, de forma a dar altura, assegure-se de que estejam bem arrumadas e estáveis.

assegure-se de que estejam bem arrumadas e estáveis. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Fig. 3 Nunca use a armação de pranchas sob os extensores da patola. Isto mudaria

Fig. 3

Nunca use a armação de pranchas sob os extensores da patola. Isto mudaria o ponto de apoio do guindaste, reduzindo, peri gosamente, a estabi l idade.

do guindaste, reduzindo, peri gosamente, a estabi l idade. Fig. 4 É recomendável que as pranchas

Fig. 4

É recomendável que as pranchas sob as sapatas estejam encostadas umas nas outras, formando uma área pelo menos três vezes maior que a área de uma sapata, a fim de cobrir totalmente a área da mesma.

de uma sapata, a fim de cobrir totalmente a área da mesma. Fig. 5 - Uso.correto

Fig. 5 - Uso.correto e incorreto das pranchas sob as sapatas

Fig. 5 - Uso.correto e incorreto das pranchas sob as sapatas ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

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As pranchas devem ser niveladas, garantindo que se mantenham perpendiculares (90 graus) ao eixo do cilindro da sapata.

perpendiculares (90 graus) ao eixo do cilindro da sapata. Com exceção dos casos de levantamentos "sobre

Com exceção dos casos de levantamentos "sobre pneus", as operações devem ser executadas como indicado antes, com as patolas totalmente estendidas, eliminando todo o peso da máquina sobre os pneus.

Nivelamento

O nivelamento do guindaste deve sempre ser observado para cada levantamento. Empregue o método abaixo para certificar-se desse nivelamento. O cabo da carga poderá ser usado como uma linha de prumo.

l. Checar nivelamento na traseira.

como uma linha de prumo. l. Checar nivelamento na traseira. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação
como uma linha de prumo. l. Checar nivelamento na traseira. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

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Comprimento da lança

não necessário
não necessário

O melhor, em qualquer operação, é usar o mínimo necessário de comprimento da lança.

MELHOR
MELHOR

Fig.

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Não usar o JIB, somente se for necessário aumentar a altura de alcance do gancho acima da lança principal.

a altura de alcance do gancho acima da lança principal. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

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Fig. 13 O Jib só deveria ser empregado para aumentar a altura de içamento do

Fig.

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O Jib só deveria ser empregado para aumentar a altura de içamento do guindaste, e não para aumentar o raio de alcance.

do guindaste, e não para aumentar o raio de alcance. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação
do guindaste, e não para aumentar o raio de alcance. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

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Raio de giro

Para cargas mais pesadas, não confie somente no "indicador angular" da lança. Confirme a medida no local. Lembre-se de que o raio é medido do centro de rotação e não do pino do pé da lança. Nunca ultrapasse as capacidades classificadas de sua máquina.

ultrapasse as capacidades classificadas de sua máquina. Fig. 15 Ao operar próximo do limite da ta

Fig.

15

Ao operar próximo do limite da tabela de carga, lembre-se de que, com o peso da carga, a lança sofre ligeira deflexão, aumentando o raio de giro.

Giro da máquina

O giro rápido do guindaste faz com que a carga saia do raio preestabelecido de giro. O aumento do raio de giro poderá "virar" a máquina.

aumento do raio de giro poderá "virar" a máquina. Fig. 16 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
aumento do raio de giro poderá "virar" a máquina. Fig. 16 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

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O mesmo poderá acontecer com lanças de longo comprimento ,com ou sem carga, quando giradas rapidamente.

comprimento ,com ou sem carga, quando giradas rapidamente. Tenha certeza de que o freio da mesa

Tenha certeza de que o freio da mesa de giro opera corretamente. Giros inesperados da lança podem ser perigosos.

Giros inesperados da lança podem ser perigosos. Fig. 18 Certifique-se de que a situação c onstatada

Fig.

18

Certifique-se de que a situação constatada inicialmente não se modificou após você ter iniciado o giro.

não se modificou após você ter iniciado o giro. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Fig. 19 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas
Fig. 19 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Fig. 19

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Cabos

Assegure-se da perfeita distribuição das pernas de cabo entre as roldanas da lança e o moitão de carga.

Utilize o cabo de carga especificado pelo fabricante.

Verifique sempre, ao levantar uma carga, se os cabos não estão emaranhados.

ao levantar uma carga , se os cabos não estão emaranhados. Fig. 20 Utilize laços ou

Fig. 20

Utilize laços ou outros dispositivos, para efetuar içamentos corretos.

Nunca dobre o cabo de carga ao redor da peça.

Utilize o número correto de pernas de cabo para levantamentos pesados e verifique a lingada quanto às fixações adequadas.

Aceite sinalização de uma única pessoa, empregando a sinalização padrão. Caso seja preciso empregar outra sinalização, tenha certeza de que você e o seu sinaleiro a entendem previamente.

O sinaleiro deverá se posicionar de maneira a ser visto pelo operador, e suficientemente perto, se estiver fazendo uso de sinais manuais. Se possível, ele deverá ter uma visão total do guindaste e da carga, além de estar em posição segura, para não ser atingido pela mesma.

em posição segura, para não ser atingido pela mesma. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Fig. 21 Observe o "Rigger" e/ou a carga enquanto ela estiver se movendo. No caso

Fig. 21

Observe o "Rigger" e/ou a carga enquanto ela estiver se movendo. No caso de ter de olhar em outra direção, pare a operação imediatamente.

olhar em outra direção, pare a operação imediatamente. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Recomendações gerais

Quando houver perigo de o pessoal ser atingido pelo contrapeso do guindaste, durante seu giro, a área perigosa deverá ser delimitada com cerca.

giro, a área perigosa deverá ser delimitada com cerca. distância mínima: 6m Fig. 1 Assegure-se de

distância mínima: 6m

Fig.

1

Assegure-se de que a área do raio de giro do guindaste esteja sempre livre.

a área do raio de giro do guindaste esteja sempre livre. Fig. 2 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
a área do raio de giro do guindaste esteja sempre livre. Fig. 2 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig. 2

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Nunca gire a carga sobre o pessoal do solo.

Antes de começar qualquer levantamento, assegure-se de que não há ninguém dentro da área de trabalho.

Não permita a presença de pessoas sobre a carga, quando a mesma estiver sendo levantada.

sobre a carga, quando a mesma estiver sendo levantada. Fig. 3 Fig. 4 Antes de engatar

Fig. 3

a carga, quando a mesma estiver sendo levantada. Fig. 3 Fig. 4 Antes de engatar a

Fig. 4

Antes de engatar a ré, esteja seguro de que não há ninguém atrás da máquina. Sempre que for possível, peça auxílio de um sinaleiro.

Sempre que for possível, peça auxílio de um sinaleiro. Fig. 5 Quando descer da máquina, desça

Fig. 5

Quando descer da máquina, desça normalmente. Pule somente em caso de necessidade.

desça normalmente. Pule somente em caso de necessidade. Fi g. 6 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
desça normalmente. Pule somente em caso de necessidade. Fi g. 6 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 6

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Não permita "caronas" ou que alguém suba ou desça de uma máquina em movimento.

Nunca saia da máquina quando a carga estiver suspensa. Se você tiver que deixar a máquina, abaixe a carga no solo e pare o motor, antes de sair da cabine.

Use o pino de bloqueio da mesa de giro para evitar o giro da cabine, antes de rodar com qualquer guindaste.

Verifique todos os sistemas de freios e dispositivos limitadores de segurança, antes de iniciar qualquer operação de movimento em guindastes.

Controle da carga

Verifique se todas as patolas estão posicionadas sobre superfícies sólidas; se a máquina está nivelada; se os freios encontram-se ajustados; e se a carga está adequadamente enlaçada ao gancho. Levante a carga suavemente do solo e verifique de novo a estabilidade, antes de continuar com o levantamento.

Não levante duas ou mais cargas separadas ao mesmo tempo, ainda que as cargas combinadas estejam dentro da capacidade.

Levante uma carga de cada vez.

Evite o choque do moitão com a lança, deixando-o sempre com uma distância de 30cm da ponta da lança.

Suspenda qualquer operação com o guindaste, quando fatores adversos, tais como chuvas, ventos excessivos, falta de visibilidade, etc., tornarem a operação insegura.

Trabalho próximo a redes elétricas

Mantenha distância adequada. Para cada linha de rede elétrica existe uma área considerada como limite absoluto de aproximação. É estritamente proibido aproximar carga, cabo ou lança do guindaste dentro desta área.

Considere todas as linhas e equipamentos elétricos como '"ligados", até que tenha informações confiáveis em contrário.

O engenheiro responsável deverá ser notificado sempre que estiver trabalhando perto de redes elétricas.

Não estoque materiais sob linhas energizadas ou próximos a equipamentos energizados.

Um estudo prévio do trajeto a ser executado sob linhas energizadas deve ser marcado com bandeirolas laterais, para assegurar uma tolerância suficiente.

laterais, para assegurar uma tolerância suficiente. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Ao executar trabalhos sob redes energizadas, ate rre o guindaste. A eficiência do aterramento é

Ao executar trabalhos sob redes energizadas, aterre o guindaste. A eficiência do aterramento é limitada pela medida do fio condutor usado, pela quantidade de voltagem, corrente, etc.

Chame o eletricista para executar um aterramento eficiente.

O uso de anéis isolantes, além de proteger somente aqueles que tocam a carga, oferece pequenas capacidades de icamentos. Seu uso não é recomendado.

Algumas lanças utilizam dispositivos sensores que alertam sobre as condições energéticas, mas não evitam que a corrente elétrica atinja todos os componentes da máquina. Mantenha distância adequada.

Linhas de auxílio direcional (tag Une) devem ser constituídas de material não condutor de eletricidade, bem como ser mantidas limpas e secas para não conduzir a eletricidade.

Deslocamento do guindaste

As tabelas de cargas de guindastes são geralmente aplicáveis quando eles se encontram parados e nivelados.

Devido ao grande número de fatores envolvidos no deslocamento de guindaste com carga, em geral não existem tabelas que possam ser usadas diretamente.

Não havendo instruções específicas do fabricante, sugerimos as seguintes precauções:

1. Deve-se escolher o caminho mais liso, nivelado e compactado.

2. A velocidade deve ser a menor possível.

3. O comprimento da lança também deve ser o menor possível.

4. Tanto o freio como a trava de giro devem estar acionados. Se for necessário o giro da lança

durante o deslocamento, acione a embreagem antes de destravar e soltar o freio.

5. O ângulo da lança deverá estar em torno de 60 graus no deslocamento com carga.

6. A lança deverá estar posicionada na direção do movimento, exceto em casos como o do item 10.

7. Para deslocamento no sentido da carga, o peso deve ser, no máximo, 80% do valor indicado na

tabela de carga para guindaste sem patola e lança na posição correspondente.

guindaste sem pato la e lança na posição correspondente. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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8.

Para deslocamento no sentido oposto à carga, o peso deve ser, no máximo, 50% do valor indicado

na tabela de carga para guindaste sem patola e lança na posição correspondente.

Para melhor entendimento, veja o quadro a seguir.

Deslocamento do guindaste com carga

veja o quadro a seguir. Deslocamento do guindaste com carga P = peso da carga. C

P

= peso da carga.

C

= valor da tabela de cargas sem patolas, correspondendo à posição da lança. No caso de guindaste

sobre esteiras, certifique-se de que a coluna da tabela corresponde ao tipo de contrapeso e à posição das esteiras, ou seja, retraídas ou estendidas.

Observação

As setas indicam o sentido do deslocamento.

9. Mantenha o maior comprimento possível de cabo entre a carga e a ponta da lança. A elasticidade

do cabo fará com que se reduza o impacto de carga sobre a lança e outras partes do guindaste, quando houver imperfeições do terreno.

do guindaste, quando houver imperfeições do terreno. Fig. 8 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
do guindaste, quando houver imperfeições do terreno. Fig. 8 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

8

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Manter a carga o mais baixo e próximo possível do guindaste. Eventualmente, fixá-la ao guindaste.

10. No deslocamento com carga deve ser evitada a passagem por terrenos inclinados. Se isso não puder ser evitado, a lança deverá ser posicionada na direção da inclinação e no sentido de baixo para cima, independentemente do sentido do movimento do guindaste.

independentemente do sentido do movimento do guindaste. Fig. 9 Nos deslocamentos sem carga, os itens l,

Fig. 9

Nos deslocamentos sem carga, os itens l, 2, 3, 4, 5, 6 e 9 também deverão ser observados.

Antes de efetuar a travessia de pontes, verifique e tenha certeza de que elas suportam carga superior ao peso de sua máquina.

Obedeça aos sinais de alerta para evitar colisões ou batidas com estruturas.

Causas comuns de acidentes

Se as sapatas não estão estendidas e a lança não está instalada, o guindaste poderá "virar" com o peso do contrapeso, no caso de giro da cabine.

com o peso do contrapeso, no caso de giro da cabine. Fig. 10 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
com o peso do contrapeso, no caso de giro da cabine. Fig. 10 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig.

10

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Solo em desnível ou mal acamado pode causar graves acidentes.

em desnível ou mal acamado pode causar graves acidentes. a capacidade e estabilidade do mesmo. estabilidade

a capacidade e estabilidade do mesmo.

estabilidade do mesmo.

Fig.

11

É perigoso e desaconselhável apoiar com outra máquina o contrapeso do guindaste, para aumentar caoacidade e

Se a lança for estendida sem que se solte o cabo suficiente para o moitão, a carga acabará por se colocar contra a ponta de lança, rompendo o cabo ou danificando seriamente o moitão.

lança, rompendo o cabo ou danificando seriamente o moitão. Fig, 12 Abaixamento da lança, extensão da

Fig,

12

Abaixamento da lança, extensão da lança ou carga em excesso para condições em desacordo com a tabela de carga podem resultar em perda da estabilidade do equipamento ou danos na estrutura da lança.

estabilidade do equipamento ou danos na estrutura da lança. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Outras causas Abaixamento da lança Extensão da lança ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

Outras causas

Abaixamento da lança

Extensão da lança

Outras causas Abaixamento da lança Extensão da lança ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas
Outras causas Abaixamento da lança Extensão da lança ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas
Outras causas Abaixamento da lança Extensão da lança ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

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Carga em excesso

Consequências

Perda estabilidade

Ruptura da estrutura

Consequências Perda estabilidade Ruptura da estrutura ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de
Consequências Perda estabilidade Ruptura da estrutura ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de
Consequências Perda estabilidade Ruptura da estrutura ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de
Consequências Perda estabilidade Ruptura da estrutura ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Se você se encontrar em uma situação típica de inicio de tombamento, deve iniciar o abaixamento da carga e aumentar o ângulo da lança, para trazer a carga mais próxima de você.

Redes elétricas energizadas são a principal causa de acidentes fatais com guindastes.

são a principal causa de acidentes fatais com guindastes. Fig. 19 Em caso de contato com

Fig.

19

Em caso de contato com rede elétrica energizada, proceda do modo apresentado a seguir.

Mantenha-se sentado na cabine, não entre em pânico. Se você está consciente do que aconteceu, estará a salvo onde se encontra.

do que aconteceu, estará a salvo onde se encontra. Fig. 20 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
do que aconteceu, estará a salvo onde se encontra. Fig. 20 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 20

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Dê instruções a todo o pessoal para se manter afastado da máquina, dos cabos e da carga. Além do guindaste e da carga, também o terreno em volta deverá estar "eletrificado".

Sem auxílio e sem que ninguém se aproxime da máquina, tente remover o contato. Mova a lança na direção oposta à do movimento com que se deu o contato. Lembre-se de que, urna vez formado o "arco elétrico", ele poderá se manter mesmo a uma distância considerável de afastamento da lança até se "romper". Continue, pois, se afastando até, pelo menos, uma distância de 3 a 4m do contato.

até, pelo menos, uma distância de 3 a 4m do contato. Se o cabo de aço

Se o cabo de aço do guindaste parecer estar "soldado " na linha, não tente soltá-lo. Continue sentado em sua cabine, até que chegue auxilio, mantendo sempre o pessoal afastado da máquina.

Se não for possível movimentar a máquina e tirá-la do contato com a rede elétrica, mantenha-se sentado em sua cabine, até que técnicos da companhia elétrica desenergizem a rede.

Caso seja absolutamente necessário abandonar a cabine, pule livremente.

Nunca desça pela escada, pois uma parte do seu corpo ficaria em contato com o guindaste e outra parte em contato com o solo.

com o guindaste e outra parte em contato com o solo. E R R A D

ERRADO

Fig. 21

outra parte em contato com o solo. E R R A D O Fig. 21 CERTO

CERTO (mas ainda perigoso)

Fig.

22

Você não deve abandonar o guindaste a não ser que seja absolutamente necessário.

Veja por quê.

O contato com a rede elétrica cria no solo zonas com diferentes potenciais elétricos. No caso de abandono do guindaste, você deverá pular com os pés juntos, não perdendo o equilíbrio no pulo.

Ande calmamente, com passos curtos. Não dê passos largos, pois isto possivelmente fará com que um pé fique numa área de maior voltagem que o outro. A diferença de potencial (voltagem) entre os dois pés poderá fazer com que circule uma corrente (possivelmente mortal) por todo o seu corpo.

uma corrente (possivelmente mortal) por todo o seu corpo. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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solo energizado Fig. 23 Após afastar o guindaste do local do acidente, faça uma completa

solo energizado

Fig.

23

Após afastar o guindaste do local do acidente, faça uma completa inspeção da máquina quanto a possíveis danos causados pelo contato elétrico. Cabos de aço que entraram em contato com a linha deverão ser substituídos, uma vez que o arco elétrico pode ser soldado, derretido ou "cavado" o cabo de aço.

A seção do cabo de aço danificada parecerá ter sido queimada por um maçarico.

danificada parecerá ter sido queimada por um maçarico. Fig. 24 Comunique ao engenheiro responsável qualquer

Fig. 24

Comunique ao engenheiro responsável qualquer eventual acidente ocorrido em contato com a rede elétrica.

eventual acidente ocorrido em contato com a rede elétrica. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Transporte

Quando o guindaste estiver sendo carregado para transporte, assegure-se de que a "rampa" seja longa o suficiente para se ter um pequeno ângulo de inclinação.

Mantenha a lança abaixada e na direção do movimento.

Mantenha a lança abaixada e na direção do movimento. Fig. 25 A cabine deverá estar bem

Fig. 25

A cabine deverá estar bem amarrada à carreta, para assegurar que não haja rotação da mesma.

carreta, pa ra assegurar que não haja rotação da mesma. Fig. 26 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança
carreta, pa ra assegurar que não haja rotação da mesma. Fig. 26 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança
carreta, pa ra assegurar que não haja rotação da mesma. Fig. 26 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança

Fig.

26

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Carregamento e descarregamento

Grande parte dos danos causados à lança acontece no carregamento, amarração e descarregamento da mesma.

CERTO
CERTO

banzo

Fig.

diagonal

ERRADO
ERRADO

27

Nunca fixar os estropos nas diagonais, pois isso poderá causar deformações nas mesmas.

Se possível, evite fixar os estropos nos banzos. Use as pontas de encaixe e fixação dos pinos ou seus "nós" principais.

De preferência, use estropo sintético (corda). Se usar cabo de aço, coloque calços de madeira ou borracha nos locais de fixação para evitar danos à lança, tais como mossas, que diminuem a resistência estrutural e causam estragos na pintura, dando início ao processo de corrosão (ferrugem).

Armação na carreta

Use calços embaixo e nas laterais (entre as extensões da lança).

Use corda. Não use correntes. Se usar cabo de aço, proteja com meia-cana de borracha as partes do banzo que ficam em contato com o cabo.

as partes do banzo que ficam em contato com o cabo. Fig. 28 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
as partes do banzo que ficam em contato com o cabo. Fig. 28 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig.

28

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Definição

Define-se empilhadeira como um veículo autopropulsor de três rodas, pelo menos, projetado para levantar, transportar e posicionar materiais.

As empilhadeiras constituem um dos equipamentos mais versáteis no transporte interno. Destina- se tanto à movimentação vertical quanto horizontal de praticamente todos os tipos de materiais, sem as limitações de um trajeto fixo.

As cargas são carregadas em garfos, com movimento para cima e para baixo, sobre um quadro situado na parte dianteira do veículo. As rodas traseiras são direcionadas e as fronteiras, de tração, podem ser motorizadas ou manuais.

É uma máquina onde o peso da carga movimentada é balanceado por um contrapeso colocado na

parte traseira do veículo.

É construída segundo o princípio da "gangorra", onde a carga, nos garfos, é equilibrada pelo

peso da máquina. O centro de rotação ou o "apoio da gangorra" é o centro das rodas dianteiras.

Dessa maneira, é muito importante sabermos a distância do centro das rodas até o centro da carga colocada.

A capacidade de elevação de uma empilhadeira é afastada por dois fatores:

1. peso da carga;

2. distância do centro de gravidade da carga.

Segundo a norma P-NB-153 da ABNT, as capacidades são referidas com centro de carga a 60cm.

Para informações exatas, deve-se referir ao gráfico de capacidade publicado nos folhetos de especificações de cada empilhadeira, que indica a capacidade.

A maioria das empilhadeiras tem uma suspensão de três pontos, mesmo quando se locomove em

quatro rodas. Normalmente, o eixo traseiro pivota sobre um pino no centro, de modo que a empilhadeira

pivota sobre um pino no centro, de modo que a empilhadeira ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

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está suspensa em três pontos: no pino de articulação do eixo traseiro e em cada uma das rodas dianteiras. A área compreendida dentro dos pontos de suspensão é chamada de triângulo de estabilidade.

cilindro de guarda-corpo - torre
cilindro de
guarda-corpo
- torre

contrapeso

roda de

roda de tração

porta-garfos cilindro de inclinação

Fig. 1 - Empilhadeira

garfos

Se o ponto de equilíbrio incidir fora do triângulo da estabilidade, a empilhadeira tomba ao longo de uma das linhas do triângulo.

Quando o ponto de equilíbrio se desloca também, em resposta a uma aceleração e desaceleração repentina ou viradas bruscas, a empilhadeira tomba para a frente.

ou viradas bruscas, a empilhadeira tomba para a frente. Fig. 2 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
ou viradas bruscas, a empilhadeira tomba para a frente. Fig. 2 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 2

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

A estabilidade é resultante de vários fatores. Distância entre eixos, largura total do eixo de tração,

altura de elevação e distribuição do peso são os maiores. Acessórios requeridos e tipos de cargas a serem manipulados também são considerações importantes.

Até agora analisamos os fatores de estabilidade de uma empilhadeira, sem considerar as forças dinâmicas que resultam quando a máquina e a carga são colocadas em movimento.

A transferência de peso e os movimentos do centro de gravidade resultantes, as forças dinâmicas

criadas quando a máquina está em movimento, freando, elevando, inclinando e descendo cargas, são considerações de estabilidade.

Tipos de estabilidade:

• Estabilidade lateral em movimento-considere a habilidade de a máquina manobrar rapidamente, quando estava trabalhando vazia, a carga abaixada, a 30cm do chão.

• Estabilidade lateral de empilhamento - considere o alto empilhamento de cargas e o efeito ao declive do solo, nas operações de alto empilhamento.

• Estabilidade longitudinal em movimento -considere a habilidade de parar a máquina, estando ela em movimento, vazia ou carregada, com a carga aproximadamente a 30cm do solo.

• Estabilidade longitudinal de empilhamento - considere o manuseio de cargas nas elevações do empilhamento e o efeito de paradas repentinas.

Cabe ressaltar que a estabilidade de uma máquina só será realmente assegurada com um adequado treinamento do operador.

Normas de segurança para operadores de empilhadeira

Norma l

Somente o pessoal fisicamente treinado e qualificado deve ser autorizado a operar as empilhadeiras.

qualificado deve ser autorizado a operar as empilhadeiras. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

deve ser autorizado a operar as empilhadeiras. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas Fig.

Fig. 3

Norma 2

É importante o uso do EPI (Equipamento de Proteção Individual) e roupas adequadas.

Norma 3

de Proteção Individual) e roupas adequadas. Norma 3 Fig. 4 Antes de operar qualquer empilhadeira, faça

Fig. 4

Antes de operar qualquer empilhadeira, faça a inspeção diária.

de operar qualquer empilhadeira, faça a inspeção diária. Fig. 5 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
de operar qualquer empilhadeira, faça a inspeção diária. Fig. 5 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 5

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Norma 4

Inspecione sempre toda a área ao redor da empilhadeira, antes de movimentá-la, e lembre-se de que as partidas e paradas devem ser feitas de forma vagarosa e suave.

e paradas devem ser feitas de forma vagarosa e suave. Norma 5 Fig. 6 Trabalhe com

Norma 5

Fig. 6

Trabalhe com a empilhadeira somente nas áreas de circulação para tal fim, conservando as desobstruídas. Obedeça a todas as placas de sinalização de tráfego ou avisos de precaução.

de si nalização de tráfego ou avisos de precaução. Norma 6 Fig. 7 Não deixe ferramentas

Norma 6

Fig. 7

Não deixe ferramentas ou outros equipamentos sobre empilhadeiras. Mantenha desobstruído o acesso aos pedais, para maior segurança, e nunca opere com os pés e as mãos molhados ou sujos de óleo ou graxa.

com os pés e as mãos molhados ou sujos de óleo ou graxa. ESCOLA TÉCNICA ATENEW

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os pés e as mãos molhados ou sujos de óleo ou graxa. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança

Norma 7

Mantenha os garfos a mais ou menos 20cm do solo e a torre inclinada para trás, quando a empilhadeira estiver em movimento. Nunca levante ou abaixe a carga enquanto a empilhadeira estiver em movimento.

a car ga enquanto a empilhadeira estiver em movimento. Norma 8 Fig. 9 Nunca faça acrobacias,

Norma 8

Fig. 9

Nunca faça acrobacias, corridas ou brincadeiras enquanto estiver operando a empilhadeira.

ou brincadeira s enquanto estiver operando a empilhadeira. Fig. 10 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
ou brincadeira s enquanto estiver operando a empilhadeira. Fig. 10 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 10

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Norma 9

Não dê carona.

Norma 9 Não dê carona. Norma 10 Fig. 11 Nunca exceda os limites de peso especificados

Norma 10

Fig.

11

Nunca exceda os limites de peso especificados na placa de identificação da empilhadeira.

especificados na placa de identificação da empilhadeira. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
especificados na placa de identificação da empilhadeira. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

12

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Norma 11

Para manter o equilíbrio, a carga deve estar centralizada nopallet, e os garfos, juntos às extremidades laterais do mesmo. Isso toma mais fácil o deslocamento da máquina e pode evitar acidentes.

fácil o deslocamento da máquina e pode evitar acidentes. Norma 12 Fig. 13 A sobrecarga é

Norma 12

Fig.

13

A sobrecarga é perigosa, mesmo com contrapeso.

12 Fig. 13 A sobrecarga é perigosa, mesmo com contrapeso. Norma 13 Fig. 14 Ao elevar

Norma 13

Fig.

14

Ao elevar e/ou manobrar carga de grande largura, cuidado com o movimento da mesma.

carga de grande la rgura, cuidado com o movimento da mesma. Fig. 15 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
carga de grande la rgura, cuidado com o movimento da mesma. Fig. 15 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig.

15

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Norma 14

Jamais permita que alguém permaneça ou passe sob ou sobre os garfos da empilhadeira, ou qualquer outro acessório instalado na torre de elevação.

qualquer outro acessório instalado na torre de elevação. Norma 15 Fig. 16 Não eleve pessoas; mas,

Norma 15

Fig.

16

Não eleve pessoas; mas, em caso de necessidade, use uma plataforma adequada e segura, presa firmemente aos garfos.

Norma 16

adequada e segura, presa firmemente aos garfos. Norma 16 Fig. 17 Esteja sempre certo de que

Fig.

17

Esteja sempre certo de que a carga está bem empilhada e balanceada entre os dois garfos. Nunca tente levantar cargas com apenas um dos garfos.

Fig.

18

tente levantar cargas com apenas um dos garfos. Fig. 18 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação
tente levantar cargas com apenas um dos garfos. Fig. 18 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Norma 17

Diminua a velocidade nas curvas, nas rampas, nos cruzamentos, nas superfícies molhadas ou escorregadias. Não tente fazer curvas nas rampas ou terrenos inclinados.

Não tente fazer curvas nas rampas ou terrenos inclinados. Norma 18 Fig. 19 Conserve a cabeça,

Norma 18

Fig.

19

Conserve a cabeça, os braços, as mãos, as pernas e os pés dentro dos limites do comprimento do operador. Olhe sempre para a frente e evite distrações.

operador. Olhe sempre para a frente e evite distrações. Norma 19 Fig. 20 Observe sempre os

Norma 19

Fig.

20

Observe sempre os limites de carga do piso onde a máquina está trabalhando.

limites de carga do piso onde a máquina está trabalhando. Fi g . 21 ESCOLA TÉCNICA
limites de carga do piso onde a máquina está trabalhando. Fi g . 21 ESCOLA TÉCNICA

Fig. 21

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Norma 20

Não fume, não acenda fósforos e desligue o motor quando abastecer ou carregar baterias. Limpe o excesso de combustível antes de ligar novamente o motor.

o excesso de combustível antes de ligar novamente o motor. Norma 21 Fig. 22 Tenha bastante

Norma 21

Fig.

22

Tenha bastante cuidado quando empilhar materiais ou passar próximo ou sob canos d'água, sprinklers, fiações elétricas, encanamentos de vapor e outros.

fiações elétricas, encanamentos de vapor e outros. Norma 22 Fig. 23 Ao estacionar em área apropriada,

Norma 22

Fig.

23

Ao estacionar em área apropriada, incline a torre de elevação para a frente; abaixe os garfos até o solo; aplique o freio de estacionamento; retire a chave do contato e calce as rodas, quando em declive.

a chave do contato e calce as rodas, quando em declive. Fig. 24 ESCOLA TÉCNICA ATENEW
a chave do contato e calce as rodas, quando em declive. Fig. 24 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig. 24

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Norma 23

Ao transportar cargas volumosas que lhe obstruam a visão, ou descer rampas, faça-o de ré.

que lhe obstruam a visão, ou descer rampas, faça-o de ré. Norma 24 Fig. 25 Não

Norma 24

Fig.

25

Não transporte cargas sobrepostas. Elas se tornam instáveis e difíceis de controlar.

Norma 25

se tornam instáveis e difíceis de controlar. Norma 25 Fig. 26 Não ultrapasse outros veículos quando

Fig.

26

Não ultrapasse outros veículos quando em cruzamento, em locais que ofereçam perigo, ou se estiver com a visão obstruída. Pare e buzine em todas as esquinas, entradas e saídas ou diante da aproximação de pedestres.

entradas e saídas ou diante da aproximação de pedestres. Fig. 27 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
entradas e saídas ou diante da aproximação de pedestres. Fig. 27 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

27

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Norma 26

Mantenha uma distância razoável do veículo à sua frente (aproximadamente a distância de três empilhadeiras), de modo a frear com segurança, caso haja necessidade.

Fig. 28
Fig.
28

Norma 27

Não use os garfos para empurrar. Empurrar cargas com a empilhadeira pode danificar a carga e a máquina.

Norma 28

a empilhadeira pode danificar a carga e a máquina. Norma 28 Fig. 29 Cuidado ao baixar

Fig.

pode danificar a carga e a máquina. Norma 28 Fig. 29 Cuidado ao baixar os garfos.

29

Cuidado ao baixar os garfos. Pode haver algo embaixo.

29 Cuidado ao baixar os garfos. Pode haver algo embaixo. Fig. 30 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança
Fig. 30
Fig. 30

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Norma 29

Freie devagar e com cuidado! Frear bruscamente pode despejar a carga e tombar a máquina.

bruscamente pode despejar a carga e tombar a máquina. Norma 30 Fig. 31 Quando deixar a

Norma 30

Fig. 31

Quando deixar a empilhadeira, desligue o motor, engate uma marcha, abaixe completamente os garfos e puxe o freio de mão. Calce as rodas quando estacionar numa rampa e sempre que estiver fazendo reparo na empilhadeira.

Norma 31

sempre que estiver fazendo reparo na empilhadeira. Norma 31 Fig. 32 Atenção com a altura das

Fig. 32

Atenção com a altura das portas e instalações suspensas.

Atenção com a altura das portas e instalações suspensas. Fig. 33 Norma 32 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Fig. 33

Norma 32

das portas e instalações suspensas. Fig. 33 Norma 32 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Nunca use sua empilhadeira para empurrar ou rebocar outra; não permita, também, que ela seja empurrada ou rebocada por qualquer outra. Se a máquina, por qualquer razão, parar de funcionar repentinamente e precisar ser deslocada, avise imediatamente à pessoa encarregada pela sua manutenção.

imediatamente à pessoa encarregada pela sua manutenção. Norma 33 Fig 33 Calce seguramente o veículo que

Norma 33

Fig 33

Calce seguramente o veículo que está sendo carregado ou descarregado.

o veículo que está sendo carregado ou descarregado. Fig. 34 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
o veículo que está sendo carregado ou descarregado. Fig. 34 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 34

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

NR-11 - Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais

Norma Regulamentadora n° 11 da Portaria n° 3.214, do Ministério do Trabalho e

Emprego

11.1.

Normas

de

segurança

para

operação

de

elevadores,

guindastes,

transportadores

industriais e máquinas transportadoras.

11.1.1. Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados, solidamente, em toda a

sua altura, exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos.

11.1.2. Quando a cabina do elevador não estiver ao nível do pavimento, a abertura deverá estar

protegida por corrimão ou outros dispositivos convenientes.

11.1.3. Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais, tais como ascensores,

elevadores de carga, guindastes, monta-cargas, pontes rolantes, talhas, empilhadeiras, guinchos, esteiras rolantes, transportadoras de diferentes tipos, serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança, e conservados em perfeitas condições de trabalho.

11.1.3.1. Especial atenção será dada aos cabos de aço, cordas, correntes, roldanas e ganchos que deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas.

11. l .3.2. Em todo equipamento será indicada, em lugar visível, a carga máxima de trabalho

permitida.

11.1.3.3. Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal, serão exibidas condições especiais de segurança.

11.1.4. Os carros manuais para transporte devem possuir protetores de mãos.

11.1.5. Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber

um treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.

11.1.6. Os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados e só

poderão dirigir se, durante o horário de trabalho, portarem um cartão de identificação, com o nome e a fotografia, em lugar visível.

11.1.6.1. O cartão terá a validade de l (um) ano, salvo imprevisto ou para a revalidação. O empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador.

11. l .7. Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora

(buzina).

11.1.8. Todos os transportadores industriais serão permanentemente inspecionados; e as peças

defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas.

11.1.9. Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por máquinas

transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente de trabalho,

para evitar concentrações, no ambiente de trabalho, ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

acima dos limites permissíveis.

11.1.10. Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas transportadoras,

movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de dispositivos neutralizadores adequados.

11.2.

Normas de segurança do trabalho em atividades de transporte de sacas

11.2.

l. Denomina-se, para fins de aplicação da presente regulamentação, "transporte manual

de sacos" toda atividade realizada de maneira contínua ou descontínua, essencial ao transporte manual de sacos, na qual o peso da carga é suportado, integralmente, por um só trabalhador, compreendendo também o levantamento e sua deposição.

11.2.2. Fica estabelecida a distância máxima de 60m (sessenta metros) para o transporte manual de um saco.

11.2.2.1. Além do limite nesta norma, o transporte de carga deverá ser realizado mediante impulsão de vagonetes, carros, carretas, carros de mão apropriados ou qualquer tipo de tração mecanizada.

11.2.3. É vedado o transporte manual de sacos, através de pranchas, sobre vãos

superiores del m (um metro) ou mais de extensão.

11.2.3.1. As pranchas de que trata o item 11.2.3 deverão ter a largura mínima de 50m (cinquenta metros).

11.2.4. Na operação manual de carga e descarga de sacos, em caminhão ou vagão, o trabalhador

terá o auxílio de um ajudante.

11.2.5. As pilhas de sacos, nos armazéns, terão a altura máxima correspondente a 30 (trinta)

fiadas de sacos, quando for usado processo mecanizado de empilhamento.

11.2.6. A altura máxima das pilhas de sacos será correspondente a 20 (vinte) fiadas, quando for

usado processo manual de empilhamento.

11.2.7. No processo mecanizado de empilhamento, aconselha-se o uso de esteiras rolantes,

dalas ou empilhadeiras.

11.2.8. Quando não for possível o emprego de processo mecanizado, admite-se o processo

manual, mediante a utilização de escada removível de madeira, com as seguintes características:

a) lance único de degraus com acesso a um patamar final;

b) a largura mínima de l m (um metro), apresentando o patamar as dimensões mínimas de l m x l m (um metro por um metro) e a altura máxima em relação ao solo de 2,25m (dois metros e vinte e cinco centímetros);

c) deverá ser guardada proporção conveniente entre o piso e o espelho de degraus, não podendo o espelho ter altura superior a 0,15m (quinze centímetros), nem o piso largura inferior a 0,25m (vinte e cinco centímetros);

d) deverá ser reforçada, lateral e verticalmente, por meio de estrutura metálica ou de maneira que assegure sua estabilidade;

metálica ou de maneira que assegure sua estabilidade; ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

e) deverá possuir, lateralmente, um corrimão ou guarda-corpo na altura de l m (um metro) em

toda a sua extensão;

f) ter perfeitas condições de estabilidade e segurança, sendo substituída imediatamente a que

apresente qualquer defeito.

11.2.9. O piso do armazém deverá ser constituído de material não escorregadio, sem

aspereza, utilizando-se, de preferência, o mastique asfáltico, e mantido em perfeito estado de conservação.

11.2.10. Deve ser evitado o transporte manual de sacos em pisos escorregadios ou molhados.

11.2.11. A empresa deverá providenciar cobertura apropriada dos locais de carga e descarga

de sacaria.

11.3. Armazenamento de materiais

11.3. l. O peso do material armazenado não poderá exceder a capacidade de carga calculada para o piso.

11.3.2. O material armazenado deverá ser disposto de forma a evitar a obstrução de portas,

equipamentos contra incêndio, saídas de emergências, etc.

11.3.3. O material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio, a uma

distância de pelo menos 50cm (cinquenta centímetros).

11.3.4. A disposição da carga não deverá dificultar o trânsito, a iluminação, nem o acesso a

saídas de emergência.

11.3.5. O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais para cada

tipo de material.

Observação

An. 198, da CLT - É de 60kg o peso máximo que um empregado pode remover individualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher.

An. 390, da CLT - Ao empregador é vedado empregar a mulher em serviço que demande o emprego de força muscular superior a 20kg, para o trabalho contínuo, ou de 25kg, para o trabalho ocasional.

trabalho contínuo, ou de 25kg, para o trabalho ocasional. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Cabos de aço

Os cabos de aço são dispositivos de relevada importância nas operações de movimentação de carga, devido à sua resistência à tração, flexibilidade e menor peso, tendo a vantagem de apresentar um desgaste gradativo, alertando o usuário para sua substituição.

Os cabos de aço são formados por pernas, e estas, por fios. As pernas dos cabos são entrelaçadas, cobrindo a alma do mesmo.

dos cabos são entrelaçadas, cobrindo a alma do mesmo. Os cabos de aço do mesmo diâmetro

Os cabos de aço do mesmo diâmetro têm capacidade de carga variável, conforme condição de utilização (veja tabela a seguir).

conforme condição de utilização (veja tabela a seguir). ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Formação da perna
Formação da perna
perna
perna
Formação da perna perna Fig. 2 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Fig.

2

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Formação do cabo

alma
alma

cabo de aço

Fig. 3

Classificação e construção

Classificação 6x7

Fig. 3 Classificação e construção Classificação 6x7 Classificação 6x19 Fig. 4 Fig. 5 ESCOLA TÉCNICA ATENEW

Classificação 6x19

Fig. 4

construção Classificação 6x7 Classificação 6x19 Fig. 4 Fig. 5 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
construção Classificação 6x7 Classificação 6x19 Fig. 4 Fig. 5 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 5

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

6x3

até

6 x 14

6 x 15

até 6 x

26

Classificação 6x37

Classificação 6x37 Fig. 6 w ^ ^ 6x27 até 6x49 regular à direita regular à esquerda

Fig. 6

w

^ ^

6x27

até

6x49

Classificação 6x37 Fig. 6 w ^ ^ 6x27 até 6x49 regular à direita regular à esquerda

regular à

direita

regular à

esquerda

Cabo com torção à direita

à direita regular à esquerda Cabo com torção à direita Fig. 7 long à direita long

Fig. 7

long à

direita

esquerda Cabo com torção à direita Fig. 7 long à direita long à esquerda enrolamento superior

long à

esquerda

enrolamento superior da esquerda para a direita

à esquerda enrolamento superior da esquerda para a direita Fig. 8 Cabo com torção à esquerda

Fig. 8

Cabo com torção à esquerda

enrolamento inferior da direita para a esquerda

à esquerda enrolamento inferior da direita para a esquerda ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

enrolamento superior da direita para a esquerda

enrolamento superior da direita para a esquerda Fig. 9 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

Fig.

9

enrolamento superior da direita para a esquerda Fig. 9 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de
enrolamento superior da direita para a esquerda Fig. 9 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

enrolamento inferior da esquerda para a direita

Preformação

cabo preformado

Preformação c a b o p r e f o r m a d o Fig.

Fig.

10

cabo sem preformação

Resistência dos arames

Mild Plow Steel (MPS)

Plow Steel (PS)

Improved Plow Steel (IPS)

Extra Improved Plow Steel (EIPS)

140 a I60kgf/mm 2

160 a 1 80kgf/mm 2

180 a 220kgf/mm 2

200 a 230kgf/mm 2

Comparação gráfica entre cargas de ruptura à tração

Exemplo: cabo de diâmetro 13,0mm 6x25 Filler + AAC1

Exemplo: cabo de diâmetro 13,0mm 6x25 Filler + AAC1 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de
Exemplo: cabo de diâmetro 13,0mm 6x25 Filler + AAC1 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

passo Fig. 11 Tipos de cabo de aço Os tipos são variáveis e de aplicação

passo

Fig.

11

Tipos de cabo de aço

Os tipos são variáveis e de aplicação diversa. O usuário deve consultar o catálogo do fabricante para selecionar o tipo de cabo, de acordo com sua aplicação.

Irregularidades (defeitos visuais)

Quando detectadas individualmente ou em conjunto, deverá ser providenciada substituição do cabo de aço.

Fios partidos

Deve-se substituir o cabo de aço quando:

• o número visível de fios rompidos, no trecho mais danificado, estiver acima do limite estabelecido nas normas;

• houver um ou mais fios partidos próximo ao acessório instalado (presilha, soquete, outros).

O flexionamento de um cabo pode, muitas vezes, expor arames partidos encobertos nos vales entre as pernas.

expor arames partidos encobertos nos vales entre as pernas. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
expor arames partidos encobertos nos vales entre as pernas. Fig. 12 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

12

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Arames rompidos

Arames rompidos Fig. 13 Pontos críticos para inspeção Fig. 14 Ruptura de arames na superfície externa

Fig.

13

Pontos críticos para inspeção

Arames rompidos Fig. 13 Pontos críticos para inspeção Fig. 14 Ruptura de arames na superfície externa

Fig.

14

Ruptura de arames na superfície externa do cabo

Fig. 14 Ruptura de arames na superfície externa do cabo Estes cabos exibem arames partidos causados

Estes cabos exibem arames partidos causados pela fadiga após curvatura repetida sobre as roldanas de tamanho correto e sobre cargas moderadas.

as roldanas de tamanho correto e sobre cargas moderadas. Fig. 15 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

15

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

-.—.^- Observar a presença C VA) de arames partidos

para Movimentação de Cargas -.—.^- Observar a presença C VA) de arames partidos ^ ' 1

^ ' 1 *

nesta área.

Arames partidos próximo aos acessórios

ocorrência de arames partidos nesta área é normal

ocorrência de arames partidos nesta área é normal \_ ' Fig. Fig. 18 17 Fig. 19

\_

'

Fig.

de arames partidos nesta área é normal \_ ' Fig. Fig. 18 17 Fig. 19 Medida

Fig.

18

17

partidos nesta área é normal \_ ' Fig. Fig. 18 17 Fig. 19 Medida do diâmetro

Fig.

19

Medida do diâmetro

certo

Fig. Fig. 18 17 Fig. 19 Medida do diâmetro c e r t o Fig. 21

Fig. 21

Fig. 18 17 Fig. 19 Medida do diâmetro c e r t o Fig. 21 ESCOLA

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

errado

Fig. 19 Medida do diâmetro c e r t o Fig. 21 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança

Redução no diâmetro do cabo

diâmetro normal

Redução no diâmetro do cabo diâmetro normal seç seção avariada do cabo seção do cabo não

seç seção avariada do cabo

do cabo diâmetro normal seç seção avariada do cabo seção do cabo não avariada observar que

seção do cabo não avariada

observar que o ângulo do passo diminui quando a alma apresenta falha

os cordões se engatam e tornam a forma oval, se a alma falhar

Fig.

22

Métodos para lubrificação do cabo de aço

falhar Fig. 22 Métodos para lubrificação do cabo de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26

Fig. 23

Fig. 22 Métodos para lubrificação do cabo de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig.

Fig. 24

Métodos para lubrificação do cabo de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig. 27 ESCOLA
Métodos para lubrificação do cabo de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig. 27 ESCOLA
Métodos para lubrificação do cabo de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig. 27 ESCOLA

Fig.

26

Fig.

27

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig. 27 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

Fig.

25

de aço Fig. 23 Fig. 24 Fig. 26 Fig. 27 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

Fig.

28

Estoque

Estoque Fig. 29 Repassamento incorreto Fig. 30 Repassamento correto Desgastes Fig. 31 O cabo deverá ser

Fig.

29

Repassamento incorreto

Estoque Fig. 29 Repassamento incorreto Fig. 30 Repassamento correto Desgastes Fig. 31 O cabo deverá ser

Fig. 30

Repassamento correto

Fig. 29 Repassamento incorreto Fig. 30 Repassamento correto Desgastes Fig. 31 O cabo deverá ser substituí

Desgastes

Fig. 31

O cabo deverá ser substituído quando houver uma redução de 15% do diâmetro nominal.

do quando houver uma redução de 15% do diâmetro nominal. Fig. 32 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança
Fig. 32
Fig. 32

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Costura

A seção de costura do cabo de aço deverá ser eliminada, quando forem encontrados fios partidos

ou gastos, pernas soltas, acessórios com trincas ou desgaste acentuado.

soltas, acessórios com trincas ou desgaste acentuado. Fig. 33 Observação Não é permitida a costura em

Fig. 33

Observação

Não é permitida a costura em cabos de aço para movimentação de equipamentos que envolvam grandes riscos operacionais.

Amassamento

O cabo deverá ser substituído sempre que forem encontradas pernas esmagadas, achatadas e

mordidas.

forem encontradas pernas esmagadas, achatadas e mordidas. Fig. 34 Saca-rolha Quando a deformação atinge, no ponto

Fig.

34

Saca-rolha

Quando a deformação atinge, no ponto desfavorável, um desnivelamento superior a l /3 do diâmetro do cabo, este deverá ser substituído.

Corrosão

Deverá ser substituído o cabo. quando for observado um estado de corrosão acentuado.

Protuberância de alma

O cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.

35
35
ser mantido, desde que seja removida a parte irregular. 35 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Gaiola

O cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.

ser mantido, desde que seja removida a parte irregular. Fig. 36 Destrancamento de perna O cabo

Fig.

36

Destrancamento de perna

O cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.

ser mantido, desde que seja removida a parte irregular. Dobra Fig. 37 O cabo poderá ser

Dobra

Fig.

37

O cabo poderá ser mantido, desde que seja removida a parte irregular.

ser mantido, desde que seja removida a parte irregular. Fig. 38 Para melhor elucidação, mostraremos alguns

Fig. 38

Para melhor elucidação, mostraremos alguns casos típicos resultantes de funcionamento sob condições precárias ou maus-tratos.

Exemplo de quebra por fadiga em cabo de aço que trabalhou com cargas elevadas em polias de pequenas dimensões.

com cargas elevadas em polias de pequenas dimensões. Fig. 39 Cabo de aço que sofreu amassamento

Fig. 39

Cabo de aço que sofreu amassamento devido ao enrolamento desordenado no tambor.

amassamento devido ao enrolamento desordenado no tambor. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Fig. 40 Cabo que sofreu amassamento e tomou a forma "espiral", motivado por enrolamento desordenado

Fig. 40

Cabo que sofreu amassamento e tomou a forma "espiral", motivado por enrolamento desordenado em tambor de pequenas dimensões, cargas elevadas e passagem por um sistema múltiplo de polias.

elevadas e passagem por um sistema múltiplo de polias. Fig. 41 Ruptura de cabo de aço

Fig. 41

Ruptura de cabo de aço que soltou da polia e ficou dobrado e preso no eixo da mesma.

soltou da polia e ficou dobrado e preso no eixo da mesma. Fig. 42 Manilha de

Fig. 42

Manilha de carga

A manilha de carga é formada por duas partes: corpo e pino, facilmente desmontável, usada para fixação de carga. A capacidade de carga é variável conforme as dimensões.

Caso ocorra irregularidade, deformação e desgaste igual ou superior a 10% do diâmetro, deve ser substituída.

ou superior a 10% do diâmetro, deve ser substituída. corpo AMA 5 c a v i

corpo

superior a 10% do diâmetro, deve ser substituída. corpo AMA 5 c a v i r

AMA 5

cavirao

Fig. 43

AMA 6

substituída. corpo AMA 5 c a v i r a o Fig. 43 AMA 6 ESCOLA

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

corpo AMA 5 c a v i r a o Fig. 43 AMA 6 ESCOLA TÉCNICA

AMA 3

Manilha especial

AMA-IA e AMA-5A

 

Carga

 

Dimensões

 

C

segurança

 

Pol/In

de trabalho

       

(kgf)

A

B

D

E

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

1/2

2.000

21

49

5/8

30

5/6

3.250

27

6

13/4

40

3/4

4.750

32

72

7/8

45

1

5.500

43

96

1.1/8

61

1.1/4

12.000

52

115

1.3/8

76

1.1/2

17.000

61

143

1.5/8

92

1.3/4

25.000

73

172

2

105

2

50.000

82

147

2.1/4

127

2.1/2

80.000

105

262

2.3/4

153

3

110.000

130

330

3.1/4

165

4

300.000

140

404

4.1/4

229

3.1/4 165 4 300.000 140 404 4.1/4 229 Fig. 44 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
3.1/4 165 4 300.000 140 404 4.1/4 229 Fig. 44 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

44

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

AMA-6A

 

Carga

 

Dimensões

 

Peso

C

segurança

 

Pol/In

de trabalho

         

(kgf)

A

B

D

E

Kg

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

1.1/2

3

60

146

1.5/6

92

9.400

1.3/4

40

73

175

2

105

15.500

2

50

82

197

2.1/4

127

23.500

1.1/2

80

105

257

2.3/4

153

46.000

 

3 110

130

330

3.1/4

163

80.000

 

4 175

140

388

4.1/4

229

15.000

  4 175 140 388 4.1/4 229 15.000 Clips Fig. 45 Peça com estojo em forma

Clips

Fig.

45

Peça com estojo em forma de "U" e com corpo estriado para assentamento do cabo.

a) Eficiência máxima de 85% do ponto de ruptura do cabo.

b) Irregularidade: corrosão, desgaste, fadiga e rosca avariada.

corrosão, desgaste, fadiga e rosca avariada. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Eficiência dos olhais em relação às cargas de ruptura mínima efetivas dos cabos Fig. 47

Eficiência dos olhais em relação às cargas de ruptura mínima efetivas dos cabos

relação às cargas de ruptura mínima efetivas dos cabos Fig. 47 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
relação às cargas de ruptura mínima efetivas dos cabos Fig. 47 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 47

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

O percentual representa a capacidade máxima do estropo em função da resistência máxima do cabo.

O percentual representa a capacidade máxima do estropo em função da resistência máxima do cabo.

1. Os clips devem ser espaçados no mínimo de 6 vezes o diâmetro do cabo.

2. Após o estropo ter sido colocado em serviço, isto é, sob tensão, as porcas dos clips devem ser

reparadas, para compensar qualquer diminuição no diâmetro do cabo.

Diâmetro do cabo (polegadas)

Número mínimo de grampos (clips)

Espaçamento entre clips

(mm)

3/16

2

29

1/4

2

38

5/16

2

48

3/8

2

57

7/16

2

67

1/2

3

76

5/8

3

95

3/4

4

114

7/8

4

133

1

4

152

1.

1/8

5

172

1.1/4

5

191

1.3/8

6

210

1.1/2

6

229

1.5/8

6

240

1.3/4

7

267

 

2

8

305

2.

1/4

8

343

7 267   2 8 305 2. 1/4 8 343 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Sapatilhas

Acessórios usados para proteger e dar rigidez ao laço do cabo de aço.

a) As dimensões são variáveis conforme o diâmetro do cabo.

b) A irregularidade que ocorre é a deformação.

do cabo. b) A irregularidade que ocorre é a deformação. Gancho especifica r 0 do cabo

Gancho

especifica r 0 do cabo

Fig.

49

AS A-1

Formado por uma peça recurvada, usado na interligação com cargas.

a) A capacidade de carga varia conforme as dimensões (veja tabela).

b) Irregularidade: torção maior que 10 graus, abertura na garganta 15% maior que a original,

trinca, desgaste 10% maior que o diâmetro original.

Quando detectadas, deve-se substituir o gancho.

AGA l

Quando detectadas, deve-se substituir o gancho. AGA l Fig. 50 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
Quando detectadas, deve-se substituir o gancho. AGA l Fig. 50 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig. 50

detectadas, deve-se substituir o gancho. AGA l Fig. 50 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

deve-se substituir o gancho. AGA l Fig. 50 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

AGA 3

AGA 2 A g a 1 e 2 Fig. 51 . . A - Fig.

AGA 2

Aga 1e 2

Fig.

51

. . A -
.
. A
-

Fig.

52

AGA 5

AGA 2 A g a 1 e 2 Fig. 51 . . A - Fig. 52

AGA 4

Carga

 

Dimensões

 

Peso

segurança de

 

trabalho

         

A

B

C

D

Kg

(kgf)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

0,75

19

24

14

110

0,25

1

23

26

16

125

0,35

2

32

31

21

163

0,08

3

40

38

29

201

1,05

5

51

48

35

256

3

7,5

62

57

41

316

5,2

10

72

64

49

354

8,4

15

80

88

80

434

15,3

25

114

105

95

629

47,5

50

125

121

105

678

63

95 629 47,5 50 125 121 105 678 63 Cargas ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Cargas

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

Áreas de inspeção do gancho

verifique

quanto a

sinais de

rachaduras

e torção

Ganchos

verifique quanto ao desgaste e deformação

torção Ganchos verifique quanto ao desgaste e deformação verifique quanto a sinais de abertura verifique se

verifique quanto a sinais de abertura

e deformação verifique quanto a sinais de abertura verifique se o gancho não está torcido verifique

verifique se o gancho não está torcido

verifique quanto a rachaduras e desgaste

Fig.

53

torcido verifique quanto a rachaduras e desgaste Fig. 53 100% 86% 80% Fig. 54 ESCOLA TÉCNICA
torcido verifique quanto a rachaduras e desgaste Fig. 53 100% 86% 80% Fig. 54 ESCOLA TÉCNICA

100%

86%

80%

Fig.

54

quanto a rachaduras e desgaste Fig. 53 100% 86% 80% Fig. 54 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

70%

40%

100% Eficiência

100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%
100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%
100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%
100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%
100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

100%

100% Eficiência ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas 100%

Soquetes

Dispositivo utilizado como tenninal de cabo de aço, ao qual se podem fixar outros acessórios.

a) A capacidade de carga conforme o diâmetro do cabo de aço.

b) Irregularidades: requer substituição - trinca, desgaste no corpo ou pino, que reduza em 10% a

sua dimensão original. Em caso de utilização de cunha, verificar se está soltando do soquete.

de cunha, verificar se está soltando do soquete. Fig. 57 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
de cunha, verificar se está soltando do soquete. Fig. 57 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

57

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Anel pêra

Acessórios de interligação de eslinga com equipamento de movimentação de carga.

a) A capacidade de carga varia conforme as dimensões (veja tabela).

b) Irregularidades: trinca, deformação, desgastes acima de 10% do diâmetro original. Quando

detectadas, o anel pêra deve ser substituído.

Quando detectadas, o anel pêra deve ser substituído. AAP Fig. 58 D A B C Capacidade

AAP

Fig.

58

D

A

B

C

Capacidade

Pol/In

(mm)

(mm)

(mm)

(kg)

6

32

64

127

500

5/8

35

70

140

700

3/4

41

70

140

850

7/8

45

89

178

1.000

1

67

89

178

1.500

1.1/4

93

111

222

3.400

1.3/8

70

133

267

4.000

1.1/2

98

133

267

5.000

1.5/8

100

152

305

6.000

1.3/4

114

152

305

7.500

2

133

178

356

13.000

2. 1/4

152

203

406

17.000

2.1/2

171

203

406

20.000

2.3/4

190

229

406

23.000

406 20.000 2.3/4 190 229 406 23.000 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

Cintas

É o tipo de eslinga mais simples e adapta-se facilmente a diversos tipos de cargas.

a) A capacidade de carga é variável conforme a largura, o olhai e a forma de utilização (veja

tabela).

b) Irregularidades: cortes, desgastes e deterioração. Quando detectadas, as cintas devem ser

substituídas.

c) Armazenamento: a cinta deve ser mantida limpa, isenta de óleo, graxa, produtos químicos ou

água salgada, em local apropriado, sem exposição prolongada à luz solar.

local apropriado, sem exposição prolongada à luz solar. largura C F i g . 5 9

largura C

Fig.

59

prolongada à luz solar. largura C F i g . 5 9   Fig. 60  
 

Fig.

60

 

Formas de levantamento

 

Olhai

Choker

Ò Kg

Basket

ó Kg

Kg (mm)

200

400

200

400

500

200

500

1.000

280

1.000

2.000

280

1.300

2.700

280

2.800

5.400

280

700

1.300

280

1.400

2.800

280

800

1.500

280

1.600

3.000

280

280 800 1.500 280 1.600 3.000 280 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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Tipo Sling

O tipo Sling é o mais simples. É o estilo ideal para cintas estreitas e adapta-se com facilidade a diversos tipos de carga e formas de levantamento. Disponível em diversas larguras e capacidades. Na forma de levantamento Basket, geralmente são usadas em par.

• REF: "S' ? (lcorpo de cinta) SIMPLES

• REF: "D" (2 corpos de cinta) DUPLA

• REF: "T" (olhai torcido) OPCIONAL

Específico para cintas que serão utilizadas na forma Choker. Ao especificar, incluir "T" após ref.

• REF: "R" (olhai reduzido) OPCIONAL

Adapta-se perfeitamente em ganchos de dimensões pequenas.

Ao especificar, incluir U R" após a referência.

Exemplos

incluir U R" após a referência. Exemplos Fig. 62 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para
incluir U R" após a referência. Exemplos Fig. 62 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para

Fig.

62

ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas

após a referência. Exemplos Fig. 62 ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de Cargas F i

Fig.

61

Tabela de capacidade

Largura

 

Formas de levantamento

 

Olhai

 

Ó

K 9

Ó

Kg

 

"C" REF:

 

Choker

 

Basket

Kg (mm)

35

S

 

200

 

400

200

35

D

400

800

200

505

500

1.000

220

50

D

1000

2.000

220

60

S

1300

2.700

280

60

D

2600

5.400

280

65

S

700

1.300

280

65

D

1400

2.600

280

805

800

1.500

280

80

D

1600

3.000

280

Especial para serviços árduos e extremamente pesados.

Tipo anel

É um dos tipos mais utilizados. Atende a inúmeras aplicações na elevação de cargas. Sua durabilidade é máxima, porque seu desgaste é uniforme.

• REF: "SÁ" (l corpo de cinta) SIMPLES.

• REF: "SD" (2 corpos de cinta) DUPLA.

• REF: "R" (extremidades reduzidas).

Aplica-se somente à referência "SÁ".

Opcional, incluir "R" após a REF.

"SÁ". Opcional, incluir "R" após a REF. ESCOLA TÉCNICA ATENEW Segurança para Movimentação de

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