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UNIVERSID A DE FEDER L DE GOIÁS HOSP I ITAL DAS CL ÍNICAS COMISSÃO DE

UNIVERSID ADE FEDER

L DE GOIÁS

HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO ANEX O II

ANEX O II – PR OGRAMA S DAS PR OVAS

CONHEC IMENTOS

COMUN S A TODA S AS ÁRE AS

1. Determ inantes d o processo

de saúde

saúde. 3 . Financia mento pú blico e p rivado da

conselho s e conferê ncias de

SUS. Leg islação e struturant

1988; Le i 8.080/9 0 e Lei

Planejam ento e Ge stão em s aúde. 6.

noções b ásicas. Pr ogramas n acionais d e saúde;

Humaniza ção. 7. At enção Pri mária à Sa úde: conc eitos, prin cípios e or ganização no Brasil.

História d a APS. 8.

4. Contr ole social:

ização do

no Brasi l: retrosp ectiva hist órica; refo rma sanit ária. Siste mas e s erviços de

saúde e história da s políticas

saúde-do ença. 2. P olíticas d

saúde n o Brasil.

saúde. Co nferências Nacionais

, princípi os e diret rizes do

8.142/90.

de Saúde e. 5. Orga

US; Con stituição F ederal de

Pacto p ela Saúd e, de Ge stão e p ela Vida.

Modelos d e atenção à saúde.

Promoção da saúde.

Vigilância

à Saúde:

Política N acional de

Estratégi a de Saúd e da Fam ília: histór ico, proce sso de im plantação,

m Saúde.

saúde; sis temas de

público.

organizaç ão e norm atizações . Princípio s e Diretri zes. 9. Pro cesso de Trabalho

10. Vigilâ ncia à sa úde. 11.

informaçõ es; méto dos epid emiológic os; princ ipais agr avos de

Demogra fia básica: perfis nac ionais, alt erações re centes e p erspectiva s.

Epidemiol ogia básic a: indicad ores de

interesse

Sugestõe s bibliog ráficas

As Confe rências Na cionais de

Secretári os de Saú de. – Bras ília: CONA SS, 2009. 100 p. (C ONASS D ocumenta ; 18)

Saúde: E volução e

perspec ivas./ Co nselho Na cional de

BRASIL.

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Brasília:

Ministério

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, M inistério d a Saúde, S ecretaria Executiva. Departam ento de A poio a

Descentr alização. D iretrizes O peraciona is: Pacto pela Vida , em Defe sa do SU S e de

Gestão Ministério da Saúde , Secretar ia Executi va. Depart amento de

Descentr alização. B rasília: Mi nistério da Saúde, 2 007. 80p. Técnicos) (Serie Pa ctos pela Vida; V.1)

Apoio a Normas e Manuais

(serie A.

, M inistério d a Saúde, S ecretaria Executiva. Departam ento de A poio a

Descentr alização. P olítica Na cional de Atenção Básica. M inistério d a Saúde,

Executiva . Departa mento de A poio a De scentraliz ação. Bras ília: Minist tério da Sa úde, 2006. 60p . – (serie A. Normas e Manuai s Técnico s) (Serie P actos pela Vida; V.4 )

Secretaria

UNIVERSID A DE FEDER L DE GOIÁS HOSP I ITAL DAS CL ÍNICAS COMISSÃO DE

UNIVERSID ADE FEDER

L DE GOIÁS

HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO , M inistério

, M inistério d a Saúde, S ecretaria Executiva. Departam ento de A poio a

Descentr alização. R egionaliz ação soli dária e co operativa : orientaçõ es para s ua

implemen tação no

Apoio a D escentrali zação. Bra sília: Mini stério da S aúde, 200 7. 48p. – (serie A. N ormas e

Manuais

SUS. Minis tério da S aúde, Sec retaria Ex ecutiva. D epartamen to de

Técnicos) (Serie Pac tos pela V ida; V. 3)

, M inistério d a Saúde, S ecretaria Executiva. Departam ento de A poio a

Descentr alização. P olítica Na cional de Promoçã o da Saú de. Ministé rio da Saú de,

Secretari a Executiv a. Departa mento de Apoio a D escentraliz ação. Bra sília: Minis tério da

Saúde, 2 007. 52p.

(serie A. Normas e Manuais

Técnicos)

(Serie Pac tos pela V ida; V. 7)

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, C onselho N acional de Secretário os de Saú de. Proges tores/Publ licações. C oleção Progestor es 2007 - Para ente nder a ge stão do S US. Dispo nível em http://ww w.conass.o rg.br/ pub licacao/ind ex.html

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, M inistério d a Saúde. P olítica Na cional de Atenção Básica. B rasília, 20 07.

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http:// dtr2 004.saud e.gov.br/d ab/legislac ao/portari a1625_10 _07_07.pd f.

Coletâ

Disponíve l em: http: //portal.sa ude.gov.b r/portal/sa ude/profis

, M inistério d a Saúde. S ecretaria

ea Pacto s pela Sa úde. ional/area .cfm?id_a rea=1021

, M inistério d a Saúde. S ecretaria Executiva. Política N acional de Atenção Básica.

Brasília:

Ministério

da Saúde, 2006. Dis ponível em : www.sa

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STARFIE LD,

Bárb ara.

Aten ção

Prim aria:

equ ilíbrio

en tre

neces sidades

de saúde,

serviços

e tecnolog ia | Bárba ra Starfie ld-Brasilia : UNESC O, Ministé rio da Saú de, 2002.

726p.

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UNIVERSID ADE FEDER

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO CONHEC IMENTO S

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE BIOMEDI CINA

1. Ética

/05; RDC

306/04; L ei 12.305/ 10. 3. Asp ectos clíni cos labora toriais em Hematolo gia. 4. As pectos clí-

Aspectos clínicos l aboratoriai s em Imu nologia. 6.

laboratori ais em Bi-

Líquidos Corporais . 9. Bios-

nicos lab oratoriais

Aspectos clínicos la boratoriai s em Para sitologia.

oquímica e Hormôn ios. 8. As pectos clín icos labor atoriais e

seguranç a. 10. Con trole de Q ualidade n o Laborat ório Clínic o.

profission al no exe rcício da

em Microb iologia. 5.

Biomedici na. 2. Le gislação

RDC 302

7. Aspecto s clínicos

Sugestõe s Bibliog ráficas

BRASIL.

duos de serviços

Agência N acional de Vigilância Sanitária.

Manual d e gerenci iamento d e resí-

de saúde. Brasília, D F: Ministé rio da Saú de, 2006.

BRASIL.

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BRASIL.

n o 302/ 2 005. Regu lamento Técnico p ara funci onamento de labor atórios clí nicos.

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Ministério da Saúde. Agência

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de 21/02 /2011.

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São Paulo : Editora

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO LIMA, A. ta

LIMA, A.

tação. 8. ed. Rio d e Janeiro: Guanabar a Koogan, 2001.

Oliveira et. al. Méto

os de lab oratório aplicado

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D.P. Paras itologia H umana. 1 1. ed. Rio de Janeiro : Atheneu , 2005.

RAVEL, R ichard. La boratório

Rio de Ja neiro: Gua nabara K oogan, 199 97.

clínico:

aplicações clínicas d os dados laboratoria is. 6ª. ed.

STRASIN GER, S.K . Uroanál se e fluid os biológ icos. São Paulo: Liv raria méd ica paulis- ta, 5ª ed. 2009.

TEIXEIRA , P.; VALL E, S. Bios seguranç a: uma ab ordagem multidiscip linar. Rio de Janei- ro: Fiocru z, 2002.

TRABUL SI, L. R. M icrobiolog ia. 4ª. ed.

Rio de Ja neiro: Ath eneu, 200 4.

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C. Labora tório na

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE ENFERM AGEM

1. Ética,

plicações éticas e j urídicas no

exercício profission al. 2. Siste matizaçã o da assis tência de enfermage em. 3. Fun damentos

Regulame ntação do

ética e bi oética; im-

bioética e legislação em enfer magem: p rincípios b ásicos da

exercício

profission al de enfe rmagem.

de Enfer magem. 4 . Farmaco logia aplic ada à En fermagem . 5. Preve enção e c ontrole de

infecção

Assistênci a de enfer magem ao os pacient es clínicos

hospitalar.

Biossegu rança. 6.

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO e cirúrgic o

e cirúrgic os, com a fecções d

endócrino,

rológico,

ACLS Su porte Ava nçado de

emergênc ia pré e i ntrahospit alar. 9. Ad ministraçã o em enf ermagem:

administr ação; funç ões admi nistrativas

gestão d e qualidad e. 10. Pla nejament o Familiar . 11. Assi stência à

Parto Hu manizado

aparelho cardiovas cular, res piratório, d igestivo, r enal, neu-

muscular e esquelé tico. 7. B LS - Supo rte básico de Vida -

Vida. 8. A tuação do enfermeir o em situ ações de

- planeja mento, org anização,

direção

cutâneo,

urgência e

princípios gerais da

e controle;

Mulher: G estação /

Puerpério . 12. Prob lemas de saúde ma s comuns durante a gestação.

13. Aleita mento Ma terno: ma nejo, comp licações e

intervenç ão de enf ermagem

como polí-

tica de re dução da mortalidad e infantil.

14.

Ações programá ticas prec onizadas

pelo Minis-

tério da

Saúde nos

program as de saú de da cri ança e do

adolesce nte (PAIS C, AIDPI,

PROSAD e PSF).

Sugestõe s Bibliog ráficas

AMERICA N HEART

America n Heart A ssociatio n sobre

cardiova scular d e emerg ência. C urrents.

28.2005. Disponível

http://ww w.america nheart.org download able/heart /11410728 64029Cur rentsPortu gueseWi

nter2005- 2006.pdf .

ASSOCI ATION. A spectos m ais relev antes das

.

16,

n.

diretrize s 2005 da

ressuscit ação car diopulmo nar e ate ndimento

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nacional

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hu manização .

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO P o rtaria

P ortaria 1.0 71 de 04 de julho de 2005.

Disponível

Política na cional de atenção a o paciente

em: htt p://www.s obrati.com .br/ms-pol itica-critico o.htm. Ac esso em

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de enferm agem ao

paciente

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CONSEL HO REGI ONAL DE

Exercício

c/c com o Decreto n . 94.406 d e 8 de jun ho de 198 7.

ENFERM AGEM DE

GOIÁS ( COREN-G GO). Legi slação do

Profissi onal da E nfermage m. - Lei F ederal n. 7 .498, de 2 5 de junh o de 1986.

FERNAN DES, A.T.

Atheneu. São Paulo , 2000.

Infecção

Hospital ar e suas

interface s na área a da saúd e. Editora

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Alegre: Art med, 2008 .

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MORTON , P.G. et a l., Cuidad os Crític os de Enf ermagem – Uma ab ordagem holística.

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Guanabar a e Kooga n, Rio de

Janeiro,

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UNIVERSID ADE FEDER

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

Diagnose s Associat ion. Diagn ósticos d e Enferm agem da NANDA:

ficação – 2009-201 0. Porto A legre: Art med, 2009

definiçõe

2009-201 0 . Porto A legre: Art med, 2009 definiçõe e classi - PAULIN A ,

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dução de Danielle C orbert (et al.)-Rio de e Janeiro: Elsevier, 2 006.

Fundamen tos de e nfermage m pediátr ica,editor a Marilyn

enfermag em cirúr-

J. Hocken berry, tra-

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE FARMÁC IA

1. Ética e a bioética

e as ciên cias farm acêuticas. 2. Farma

ologia ge ral. 3. Epi

emiologia

clínica e

pesquisa

clínica. 4.

Farmacov igilância.

5.

Farmac oepidemio logia. 6.

Farmacoe-

conomia.

7. Política s e Siste mas de Sa úde. 8. N íveis de A tenção à s aúde e s

a integra-

ção. 9. H umanizaçã o em Saú de. 10. As sistência

saúde. 12 . Farmáci a clínica e atenção f armacêuti ca. 13. Fa rmácia ho spitalar. 1 4. Legisla-

Farmacêut ica. 11. G estão de s erviços de

ção da pr ofissão far macêutica . 15. Bios segurança . 16. Farm acotécnic a hospital ar. 17. Ge-

renciame nto de res íduos em serviços d e saúde.

gências 1 9. Aspect os clínico s laborato riais em i munologia , parasito logia, mic robiologia,

bioquímic a clínica,

tação de exames la boratoriais . 22. Doaç ção de san gue, med ula, transf usões e tr ansplantes

hematolog ia. 20. No ções em p atologia e processos s gerais 21 . Interpre-

18. Polític a Naciona l de aten ção às Ur-

23. Legisl ação em h ematologi a. 24. Noç ões em o ncologia.

Sugestõe s Bibliog ráficas

ALMEIDA , Jose Ric ardo Cha mbum de,

realidade , São Paul o, Ed. Ath eneu, 200 4.

Farmacêu ticos em oncologia a: uma nov a

BISSON, M. B. Far mácia clín ica & Ate nção farm acêutica. 2 ed. Bar ueri, SP: M anole,

2007.

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sico para a Farmá cia Hospit alar. Bras ília, 1994. 174p.

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UNIVERSID ADE FEDER

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO Ministério d a

Ministério

da Saúde. Manual d e Oncolo gia – 13ª e dição – 08 8/2011, Dis ponível

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de Vigilânc ia Sanitári ia. Resolu ção - RDC

n o 153, d e 14 de Ju lho de 200 4. Regula mento Té cnico para procedim entos hem oterápi- cos.

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de Vigilânc ia Sanitári ia. Resolu ção - RDC

n o 153, d e 14 de Ju lho de 200 4. Regula mento Té cnico para procedim entos hem oterápi-

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Ministério da Saúde . Agência Nacional

de Vigilânc ia Sanitári ia. Resolu ção - RDC

n o 302/ 2 005. Regu lamento T écnico par a funciona mento de laboratóri os clínicos .

Ministério da Saúde . Política Nacional de Atençã o às urgê ncias . 3ª . ed. Ampliada . Brasília: Editora do Ministério da Saúde , 2006.

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Ministério da Saúde . Secretar ia de Aten ção à Saú de. Núcleo o Técnico da Política

Nacional de Human ização. A colhiment o nas prá ticas de p rodução Brasília: E ditora do Ministério da Saúde , 2009.

de saúde. 2. ed. –

Ministério da Saúde . Secretar ia de Aten ção à Saú de. Núcleo o Técnico da Política Nacional de Human ização. A mbiência. 2. ed. – B rasília : Ed itora do M inistério d a Saúde,

2009.

Ministério da Saúde . Secretar ia de Aten ção à Saú de. Núcleo o Técnico da Política

Nacional de Human ização. Cl ínica amp liada, eq uipe de re ferência e

co singu lar. 2. ed. Brasília: M inistério d a Saúde,

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projeto t erapêuti-

Ministério da Saúde . Secretar ia de Aten ção à Saú de. Núcleo o Técnico da Política Nacional de Human ização. H umanizaS US: Docu mento ba se para g estores e trabalha-

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

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UNIVERSID ADE FEDER

L DE GOIÁS

HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

RDC ANV ISA 115, 1 0 de maio

de 2004 Diretrize s para o uso de al bumina.

RDC ANV ISA 220 2 1/09/2004 .

RDC ANV ISA 302 / 05.

RDC ANV ISA 306/0 4.

RDC ANV ISA 34/20 00 uso da talidomid a.

RESOLU ÇÃO CFF 288/96.

34/2 0 00 uso da talidomid a. RESOLU Ç ÃO CFF 288/96. SILVA, P a ulo

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TRABUL SI, L. R. M icrobiolog ia. 4. ed.

VAZ, Ade laide J. et al. Imuno ensaios:

Guanaba ra Koogan , 2007.

Rio de Ja neiro: Athe neu, 2004 .

Fundame ntos e Ap icações.

Rio de Jan eiro:

VERRAS TRO, T.; L ORENZI, F. T.; WE NDEL NET O, S. Hem atologia e hemode rivados:

fundamen tos de mo rfologia, fi siologia, p atologia e clínica. S

o Paulo:

Atheneu, 2 005.

XAVIER, M. R.; SO UZA, C. F

prática c línica: con sulta rápid a. 2.ed. A rtmed, 20 10.

M.; BAR ROS, E.; A LBUQUE RQUE, G. C. Labora tório na

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE FISIOTER APIA

1. Aspect os éticos

4. Monito rização he modinâmi ca. 5. Mo nitorização

de pacien tes critica-

mente en fermos. 8. Recursos da Fisiote rapia Pne umofuncio nal. 9. Oxi genoterap ia. 10. Via

Aérea Art ificial. 11. Ventilaçã o Mecânic a Invasiva . 12. Venti lação Mec cânica Nã o Invasiva.

em pacien tes graves . 2. Avalia ção do pa ciente crít ico. 3. Cui dados ge-

rais com

respiratór ia. 6. Equ ilíbrio Ácid o – Básic o. 7. Trat amento ve ntilatório

o paciente

em esta do crítico.

UNIVERSID A DE FEDER L DE GOIÁS HOSP I ITAL DAS CL ÍNICAS COMISSÃO DE

UNIVERSID ADE FEDER

L DE GOIÁS

HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO 13. Desm ame

13. Desm ame da

ventilação

Ventilação

mecânic a.

Mecânica . 14. Cui dados fisi oterapêuti cos no pa ciente em

Sugestõe s Bibliog ráficas

BRANT,

cursos M anuais e Instrume

Tereza Cri stina Silva . Brito, Ra quel Rodri gues e Pa rreira, Ver ônica Fran co. Re-

tais em F isioterap a Respira tória. Edit ora Manol e, 2009.

DAVID, C id Marcos . Ventilaç ão Mecân ica: Da fis iologia à prática cl ínica. Rio de Janei- ro: Revint er, 2001.

KNOBEL, Elias. Ter apia Inten siva: Pne umologia e Fisioter apia Resp iratória. Janeiro: A theneu, 2 005.

Rio de

MACHAD O, Maria

Intensiva e Reabili tação. Gu anabara K oogan, 20 08.

da Glória R odrigues.

Bases da

Fisiotera pia Respi ratória: T erapia

REGENG A, M.M. F isioterapi a em card iologia: d a unidade reabilitaç ão. 1ª.ed. , São Pau o: Roca, 2 000.

de terap ia intensi va à

SARMEN TO, Georg e Jerre Vi eira - Fisi oterapia R espiratór ia em Ped iatria e Neonatol ogia – 1e d. São Pa ulo: Manol e, 2007.

_, G.J.V. Manole, 2 007.

Fisioterap ia respira tória no p aciente c rítico. 2 e d. São Pa ulo:

SCALAN, Craig L;

Respirat ória de Eg an, 7a edi ção. São

WILKINS,

Robert L;

STOLLER, James K. Fundame entos da T erapia Paulo: Ma nole, 2003 .

WEST, Jo hn B. Fisi opatolog a Pulmon ar Moder na. São P aulo: Man ole, 2002.

, Jo hn B. Fisi ologia Re spiratória

Moderna . 6 ed. Sã o Paulo: M anole, 20 02.

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE FONOAU DIOLOGI A

1. Motric idade Or ofacial: a

vegetativ as e neuro anatomofi siologia do s órgãos fonoarticul atórios. 2.

fisiologia,

pêutica n os distúrb ios deglu titórios. 3.

adulto, tri agem audi tiva neona tal, neuro anatomofi siologia do s órgãos d da audição , Implante

das funçõ es neuro-

Disfagia: anatomo-

avaliação e as alte ações da deglutição , diagnóst ico difere ncial e con duta tera-

Audiolo gia: avalia ção audi ológica inf antil e do

aliação d os órgãos fonoarticu latórios e

Coclear,

PEATE. 4. Voz: distú rbios da v oz e seus aspectos clínicos, p revenção, avaliação,

UNIVERSID A DE FEDER L DE GOIÁS HOSP I ITAL DAS CL ÍNICAS COMISSÃO DE

UNIVERSID ADE FEDER

L DE GOIÁS

HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO diagnósti co diferen

diagnósti co diferen cial e con duta fonoa udiológica

siologia d os órgãos fonoarticu latórios. 5 . Linguag em: dese nvolviment to normal e patologi-

nos distú rbios da c omunicaç

nos distú rbios voc ais, neuro anatomofi-

as, condu tas fonoa udiológica

o.

Sugestõe s Bibliog ráficas

BASSET O, Mônica C.A. BRO CK, Roger r & Wajnsz tejn, Rube ns Neon atologia:

vite à atu ação Fon oaudiológ ica. São

Paulo, SP: editora L ovise, 199 8.

Um con-

BEHLAU, Mara. O l ivro do es pecialist a. São Pau lo, SP: 1

edição Bo ok toy, 200 1.

BHATNA GAR, Sub hash C. N

Comunic ação. Rio de Janeir o, RJ: Ed. Guanabar a-Koogan S.A., 2004 4.

urociênc ia para o Estudo d

s Distúrb ios da

COSTA,

RJ: MED SI - Editor a Médica e Científica

Milton e C ASTRO, L u iz de P. T ópicos em

Ltda, 200 3.

Deglutiç ão e Disf agia.Rio d e Janeiro,

FERRAZ, Maria da C. A. Man ual Prátic o de Motr icidade O rofacial - Avaliação e Tratamen to. São P aulo, SP: 6ª edição Book Toy, 2011.

ORTIZ, K arin Z. - or ganizador a. Distúrb ios Neuro lógicos A dquirido s - Lingua gem e Cogniçã o.Barueri, SP: Ed. M anole, 200 5.

PENA-CA SANOVA, Jordi e P AMIES, M ontserrat P . Reabilit ação da A fasia e

Transtor nos Asso ciados. Ba rueri, SP:

Ed. Mano le, 2005.

RUSSO,

SP: Book Toy, 2011 .

Ieda C.P.

& SANTOS , Teresa,

M.M. Prát ca da Au diologia C línica. Sã o Paulo,

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE NUTRIÇÃ O

1. Suport e nutricio nal. 2. Di etoterapia

gastrintes tinais, pan creáticas,

materno-i nfantil. 4.

do pacien te crítico

incluindo

renais, p ulmonares , cardiova sculares e

Nutrição d o paciente hematoló gico

Sugestõe s Bibliog ráficas

doenças

hepáticas,

câncer. 3 . Nutrição

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HOSPI ITAL DAS CL ÍNICAS

COMISSÃO DE RESIDÊN CIA

MULTIP ROFISSIONA L (COREMU)

CEN TRO DE SEL EÇÃO

N CIA MULTIP ROFISSIONA L (COREMU) CEN T RO DE SEL E ÇÃO MAHAN, L. K.;

MAHAN, L. K.; ESC OTT-STU MP, S. Ali mentos, Paulo: Ro ca, 2005.

utrição & dietotera pia. 11. e d. São

PINHO,N .; PACHE CO,S.; BA LUZ,K.; O LIVEIRA,A . Manual de Nutriç ão Oncoló gica. 2. ed. São P aulo: Athe neu, 2004 . 218 p.

SHILS, M E; SHIKE, M; ROSS , AC; CAB ALLERO B; COUSI NS, RJ. N utrição M oderna na

Saúde e na Doenç a. 10ed. S ão Paulo:

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SEARCH . Food, N utrition, P hysical A ctivity, an d the Pre vention of Cancer:

Perspect ive. Wash ington DC : AICR, 20 07.517p.

CANCER

RESEARC H FUND / AMERIC AN INSTIT UTE FOR CANCER RE-

a Global

CONHEC IMENTOS

ESPECÍF ICOS DE ODONTO LOGIA