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Contato

Programação Semanal

Contato Programação Semanal

Endereço: Rua Darke de Matos, 108, Higienópolis, CEP: 21051-470 Telefone: (21) 2280 - 4405 Depósitos e Transferências:

Domingo:

Quinta-feira:

08:45 - Reunião de Oração 09:00 - Culto Matutino 09:50 - EBD 19:10 - Culto de Adoração

20:00 - Ensaio do Coral Suave Harmonia

Banco do Brasil | Agência: 3120-8 | C/C: 9950-3 Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis CNPJ: 42.202.093/0001-87

   
 

Santa ceia:

INFORMATIVO

Terça-feira:

1º domingo: à noite 3º domingo: pela manhã

 

16:00 - Reunião de Oração

Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis Organizada em 07 de dezembro de 1941 Ano 7 nº 296.

Internet

Endereço: http://iechigienopolis.blogspot.com/ E-mail: iechigienopolis@gmail.com Notícias, arquivo de boletins, serviços, estudos bíblicos, fotos e muito mais! Visite nosso site.

Quarta-feira:

19:30 - Estudo Bíblico

 

Equipe

Rio de Janeiro, 16 de Setembro de 2012

Editor e diagramador: Aline Cabral e Marcus Vinicius Carvalho Editor e redator: Marcus Vinicius Carvalho

Pastor

Pr. Roberto Mazzucchelli

 
 

Telefones: (21) 2417 - 8007 | (21) 2417 -1724

Aula de artesanato

Celular:

(21) 8889 - 3895 | (21) 9783 -0665

Todas as quartas-feiras aqui na igreja às 14:00h. O custa ape- nas R$ 25,00 mensais. Vale à pena conferir.

Seja bem vindo! Somos gratos por sua visita. Volte mais vezes. Deus abençoe!

E-mail: robertoabrigo@hotmail.com Atendimento Pastoral: Quarta-feira a partir das 14:00 horas Sexta -feira a partir das 14:00 horas

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Visitantes

UNIÃO DE HOMENS

 

Sejam bem vindos em nome de Jesus. Nos alegramos com sua presença entre nós. Volte sempre!

FEIJÃO AMIGO - Dia 21 de setembro às 19 horas. Se você deseja participar converse com o Irmão Jorge.

Motivos de Oração

CORAL SUAVE HARMONIA

Igreja: Ore pela nossa igreja com o objetivo de que todas as atividades para a Glória do nosso Senhor sejam realizadas. Oficiais da igreja: Ore em favor dos nossos oficiais e suas famílias. Pastor: Ore sempre em favor de nosso pastor, para que ele esteja sempre com suas forças renovadas. Enfermos: Oremos em favor dos enfermos de nossa igreja e famílias. Missões: Ore pelas missões desenvolvidas ao redor do mun- do, seja por qualquer denominação. Missionários: Ore pelos nossos missionários e todos aqueles que aceitam o chamado por amor às almas em favor de nos- so Senhor Jesus Cristo. Cristãos perseguidos: Ore em favor dos nossos irmãos em Cristo que sofrem diariamente pelo nome de Jesus Cristo.

ANIVERSÁRIO - Dia 22 de setembro às 19 horas Haverá um encontro de corais e contamos com a presença de todos.

Telefone missionários

Rua Darke de Matos, 108 | Higienópolis Rio de Janeiro | RJ | CEP: 21051-470 Tel.: 2280-4405

Missionária Carminha: Celular da vivo 07791058868 ou

0317736251754

 

Missionário Daniel : Celular da vivo 02798169107

A Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis existe para glorificar a Deus, edificando crentes e equipando-os para ir e fazer discípulos de todas as nações, no poder do Espírito Santo.

 

Distribuição gratuita

Boletim Informativo - IECH - Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis Café com o pastor Roberto

Boletim Informativo - IECH - Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis

Boletim Informativo - IECH - Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis
IECH - Igreja Evangélica Congregacional de Higienópolis Café com o pastor Roberto Mazzucchelli Gospel de rapina

Café com o pastor

Roberto Mazzucchelli

Gospel de rapina

Soube hoje que as Igrejas Cristãs Nova Vida, da qual sou o Bispo Primaz, foram notificadas de que teriam de pagar direitos auto- rais pela execução de músicas de “louvor” nos seus cultos. Cada uma de nossas igrejas ficaria, assim, responsável por declarar o número de membros e a frequência aos seus cultos, para que fosse avaliado o imposto a ser pago ao Christian Copyright Li- censing International (CCLI), sociedade que realiza a arrecada- ção e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Por sua vez, o CCLI repassaria o valor devido aos compositores cujas músicas estão cadastradas. São poucas as vezes em que me vejo sequestrado por um assunto do momento aqui no blog. Tenho como norma pessoal não me deixar levar pelas “últimas”. Já há bastante alvoroço em torno de assuntos efêmeros e não precisam da minha voz para somar à confusão instaurada por “notícias” e controvérsias. Não obstante essa regra que tento seguir, não posso me calar ante esse fato. Já deixei passar algumas horas até que a minha revolta se acalmas- se, para que, no seu lugar, pudesse me expressar com clareza e me reportar às Escrituras como regra. Pois, em meio ao transtor- no, ninguém se contém e acaba por pecar pelo excesso. Isso não quer dizer que me sinta menos convicto sobre o que tenho a di- zer, mas quero realmente trazer uma perspectiva lúci- da.Comecemos pelo que constitui o direito autoral e o porquê da sua existência. Seria justo que alguém lucrasse pelo trabalho, a inspiração e a arte de outro sem que o autor da obra participasse dos lucros? Certamente que não. Cada emissora de rádio, show ou outro tipo de empreendimento com fins lucrativos deve pres- tar a devida parcela do seu lucro a quem ajudou a produzir essa arte. Por outro lado, a Igreja é um empreendimento com fins lucrativos? Não – segundo a definição do próprio Estado brasilei- ro. Ela goza de certos privilégios, na compreensão de que a sua atividade é religiosa, devota e piedosa e, sendo assim, sem fins lucrativos. Que muitos “lucram” em nome da Igreja ninguém duvida. Mas, em termos estritamente definidos pela legislação, não é um empreendimento que tenha como finalidade o lucro.

Louvar a Deus é uma atividade que gera rentabilidade? Também não. Quando cantamos ao Senhor, estamos nos expressando a Deus em sacrifício santo e agradável a Ele (se bem que não caem nesta categoria muitas das músicas que doravante serão objeto de taxação, por decreto-lei). Mas, para manter o fio da meada desta reflexão, suponhamos que as músicas adocicadas, sem fundamento em qual- quer real princípio cristão, emotivas e, em alguns casos, passionais (para não dizer sensuais) sejam realmente louvor (algo que tenho tentado ensinar a nossa denominação que não são). Cantar essas músicas traz lucro para a igreja? A resposta é não. A igreja não lucra. Não há um centavo a mais caindo nas salvas porque cantamos uma música de uma dessas cantoras gospel da moda em vez de Castelo Forte. É possível fazer um culto fundamentado apenas nas músicas riquíssimas do Cantor Cristão e da Harpa Cristã (para não falar nos Vencedores por Cristo, cuja maioria das canções não recai sobre este novo decreto-lei). Esses cantores e essas cantoras têm o apoio de empresários da fé. Homens que também lucram absurdamente às custas da boa-fé de pessoas a quem prometem uma vida de lucro pelo seu envolvimento. Não me surpreende ver a lista de “notáveis” que apoiam essa iniciativa. Agora, esses cantores que se venderam para emissoras de televisão, que ganham fortunas nas suas turnês “gospel” e pela venda de incontáveis CDs e DVDs, não estão satisfeitos. Que- rem mais. Querem “enterrar os ossos”. Tornaram-se mercadores da fé, e com essa última cartada, suas máscaras caem por terra. Que máscaras? As que fazem com que acreditemos que eles realmente creem que o culto é para Deus somente. Para eles, a igreja não passa de fonte de lucro. A igreja não passa de um negócio. Sim, porque, por essa ação, afirmam não acreditar que a igreja seja uma assembleia de sacrifício. Para eles, a igreja é uma máquina de dinheiro. Sua eclesio- logia é clara. Suas lágrimas de comoção são teatro. Seus gestos de mãos erguidas não passam de encenação. A despeito do meu repúdio por esse grupo de músicos “cristãos”, fico grato a eles por uma razão. Tenho tentado ensinar a denominação que lidero a ser mais criteriosa na escolha das músicas cantadas nos cultos. Por força da popularida- de desses “superastros do louvor” a pressão da juventude e dos músi- cos da igreja tem sido quase insuportável. Então cantam as músicas sem devocionalidade real deles e delas para o enlevo de pessoas que nem precisavam confessar Jesus para cantá-las com comoção. Graças ao mercantilismo dos tais, vou emitir uma circular para as nossas igrejas em que instruirei todas a pagar os direitos autorais devidos caso queiram insistir em usar as referidas músicas da moda em seus cultos. Os que não querem fazer parte desse mercado de rapina rece- berão uma lista compreensiva de músicas que continuam sendo de domínio público, inclusive as que compus e pelas quais nunca recebi nem quero receber um centavo. Graças a Deus, são os bons e velhos hinos que têm conteúdo e substância, confissão e verdadeiro testemu- nho do Evangelho.

Há centenas de hinos antigos que vamos tirar das prateleiras e redescobrir. Podemos aprendê-los e retrabalhá-los para torná-los atuais aos nossos dias, com arranjos interessantes. Músicas escri- tas por santos e não por crianças. Músicas escritas para a glória de Deus e não para lucro sórdido. Sim, falei sórdido. Pois os atuais já lucraram com o que é legítimo. Agora vão atrás do res- to. É um gospel de rapina. Sinto-me na necessidade de tomar um banho, pois essa história me forçou a passear pelo lamaçal onde esses chafurdam para encher a própria barriga – que é o seu deus, afinal.

Na paz

Caça-Palavras

Quão,

e Quão

é que os

 

vivam em

 

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