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ORIENTAÇÍES PARA A CELEBRAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

32ª Assembléia Geral Itaici, Indaiatuba, SP, 13 a 22 de abril de 1994 Introdução: Há alguns anos a Linha 4 - Dimensão Litúrgica da CNBB - vem trabalhando o importante tema das Celebrações Dominicais da Palavra de Deus. Uma pesquisa realizada nos anos de 1989-199O, respondida por 159 Dioceses, numa porcentagem de 65% sobre o total, revelou que esta é uma das formas celebrativas mais freqüentes. Aproximadamente 7O% das comunidades reúnem-se e celebram os mistérios da fé ao redor da Palavra de Deus. A celebração da Palavra de Deus é um ato litúrgico reconhecido e incentivado pela Igreja. Sua reflexão torna-se ainda mais significativa se considerarmos o apreço das comunidades pela leitura e meditação da Sagrada Escritura e a prática da Leitura Orante. A Palavra de Deus é acontecimento, onde o Pai entra na história, onde o Filho prolonga o mistério de sua Páscoa e o Espírito atua com sua força. As celebrações da Palavra de Deus, especialmente aos domingos, fundamentam-se no caráter sacerdotal de cada batizado e de cada batizada. "Ele fez para nós um Reino de Sacerdotes", nos recorda o Apocalipse. "Ele te unge sacerdote", repetimos em cada celebração batismal. Isto é, cada celebração da Palavra é uma forma do povo consagrado, "proclamar as maravilhas Daquele que nos chamou das trevas à luz". As celebrações da Palavra de Deus não são uma criação dos últimas décadas, mas fazem parte da tradição da Igreja. As comunidades primitivas criaram uma estrutura própria de celebração da Palavra - o ofício divino. Hoje existem, nas comunidades católicas do Brasil, diversos roteiros da celebração da Palavra de Deus. A finalidade destas celebrações é a de assegurar às comunidades cristãos a possibilidade de se reunir no domingo e nas festas, tendo a preocupação de inserir suas reuniões na celebração do ano litúrgico e de as relacionar com as comunidades que celebram a Eucaristia. O presente texto foi examinado e aprovado de modo geral pelos Bispos Responsáveis por Liturgia em agosto de 1992 e em março de 1993. Foi depois apresentado na 31ª Assembléia Geral em 1993, onde se resolveu que voltasse às bases diocesanas para ser aperfeiçoado através do estudo das Equipes de Liturgia. Finalmente, na 32ª Assembléia Geral, em 1994, foi aprovado em votação unânime. A Páscoa do Senhor e a luz de seu Espírito iluminem o discernimento pastoral de todos quantos colaboraram no enriquecimento deste texto. Dom Clemente José Carlos Isnard Bispo responsável pela Linha 4.

1ª - PARTE

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Sentido Litúrgico da Celebração da Palavra de Deus 1- "Entre as formas celebrativas que se encontram na tradição litúrgica, é muito recomendada a celebração da Palavra de Deus"(1) para o alimento da fé, da comunhão e do compromisso do povo de Deus(2). Ela é ação litúrgica reconhecida e incentivada pelo Concilio Vaticano II: "Incentive-se a celebração sagrada da Palavra de Deus, nas vigílias das festas mais solenes, em algumas férias do Advento e da Quaresma, como também nos domingos e dias santos, sobretudo naqueles lugares onde falta o padre"(3). 2- Em terras latino-americanas a realidade da "falta de ministros, a dispersão populacional e a situação geográfica do Continente fizeram crescer a consciência" da importância das celebrações da Palavra de Deus (4). 3- Medellin, ao mesmo tempo que realça o valor desta forma celebrativa, sublinha sua relação com as celebrações sacramentais: "Fomentem-se as sagradas celebrações da Palavra, conservando sua relação com os sacramentos nos quais ela alcança sua máxima eficácia, e particularmente com a Eucaristia" (5) 4- Puebla recomenda as celebrações da Palavra presididas por diáconos ou leigos(6), como ocasiões propícias de evangelização (7). Estas, "com uma abundante, variada e bem escolhida leitura da Sagrada Escritura, são de muito proveito para a comunidade, sobretudo, para a realização da celebração dominical" (1). 5- É nesta celebração que muitas comunidades encontram, comummente, o alimento de sua vida cristão. Formadas por gente simples, em luta pela sobrevivência e mais abertas à solidariedade, estas comunidades, espontaneamente, unem a Escritura à vida e, criativamente, integram preciosos elementos da religiosidade popular e de sua cultura(9). 6- Através da Palavra de Deus, as comunidades celebram o mistério de Cristo em sua vida. Depois dos sacramentos, a celebração da Palavra é a forma mais importante de celebrar (1O). Isto está exigindo de nós uma mais aprofundada reflexão teológica e uma maior atenção pastoral. 7- Nas diferentes formas celebrativas e na diversidade de assembléias das quais os fiéis tomam parte, exprimem-se os múltiplos tesouros da única Palavra de Deus. Isto acontece no transcorrer do ano litúrgico, em que se recorda o mistério de Cristo em seu desenvolvimento, como na celebração dos sacramentos e dos sacramentais da Igreja, e também nas respostas de cada fiel à ação interna do Espírito Santo. Deste modo, a celebração litúrgica, converte-se num acontecimento novo e enriquece a palavra com uma nova interpretação e eficácia (11).

1. 2. 3. 4. 5. 6. 7
1.

Congregação para o Culto Divino, Celebrações Dominicais na Ausência do cf. CNBB, Doc. 43, n. 95. SC 35.4. PUEBLA, 9OO Medellin 9,14; cf. CNBB, Doc. 26, n. 229. cf. Puebla, 944. cf. Puebla, 946. Puebla, 929.

Presbítero(CDAP),n. 2O.

9. cf. CNBB, Doc. 43, n.97. 1O. cf. Ibidem, n. 93. 11. Cf Ordo Lectionum Missae (OLM), n. 3.

cf. Agostinho. Ev. Cl 1. 12.n.A Palavra de Deus está viva e atuante hoje na comunidade eclesial.Nesta perspectiva.2O. cf. Instr. e manifesta o amor ativo do Pai. Memória e presença de Jesus Cristo 11. 13.12. cf. como profeta e sacerdote . cf.28.2Cor 6.7. Os fiéis. n. realiza e manifesta a aliança que Deus firmou com seu povo. 21. 26. cf. SC 7. n.5. cf.10-11. n. CNBB. cf. n. Deus continua a falar aos seus filhos em Jesus Cristo. é um "acontecimento" através do qual. OLM.9. o próprio Deus entra no mundo.3O-32. através da celebração da Palavra de Deus. IGMR. cf. se constituem em memória reveladora dos acontecimentos maravilhosos da salvação. ali anunciadas.O centro e a plenitude de toda a Escritura e de toda a celebração litúrgica é Jesus Cristo. A exemplo das comunidades primitivas. Doc. Euchr. Assim.27. Lc 24. in Ioann. cf. da Palavra proclamada e da oração comunitária(2O).16. 78.Na proclamação da Palavra Cristo continua falando ao seu povo. escutando a Palavra de Deus. Is. 1Tm 3. hoje(18). Doc.4. 1O. Ef 1. Salmo 148. e seu nome seja louvado por todas as nações (1 2). Ela é poder(16) e força criadora de Deus(17) que se dirige pessoalmente a cada um. 2O 24. 9. n. Cf Hb 4. dando semente ao semeador e o pão ao que come. as celebrações da Palavra. alcança seu mais pleno significado na ação litúrgica. . 15. A Palavra nunca deixa de ser eficaz (14).A Palavra de Deus. 16. sob a ação do Espírito Santo. "Ela é como a chuva e a neve que descem do céu e para lá não voltam.1. cf. atingem a plenitude no mistério pascal (23).9. 71. 43. Ele é uma presença continua na Igreja através da Eucaristia e dos demais sacramentos. Sto. tract. O testemunho de vida do próprio ministro da Palavra tem sua importância. "Onde se proclama a sua soberania aí está o Senhor presente"(21) e. CNBB. 12. 19.19-2O. cria. n.7. 18. age.O mistério da salvação. 2O. realizando o mistério da salvação. tornando-a fecunda e fazendo-a germinar.7. palavra e sinal do amor com que Deus intervém e age para salvar seu povo: presença divina ativa entre nós (19). Cf. Ela contém. Doc.3 Deus fala e age em favor de seu povo 8. 22. É Ele quem realiza o projeto do Pai. Mysterium. 2 Didaqué. 33. que a Palavra de Deus não cessa de recordar e prolongar. nos santifica e presta ao Pai o culto perfeito(22). reconhecem que as maravilhas.2O. 17. 1. Jo 2O.33. 14. pelo Espírito Santo. 30. 23. Mc 16. os irmãos reunidos para a escuta da Palavra na celebração fazem a experiência da presença viva do Ressuscitado (24). sem terem regado a terra. 3. n.4ss. CDAP. faz-se memória do mistério pascal de Cristo morto e ressuscitado. cf. 9. para que a sua Palavra se propague e seja conhecida. IV. 43. Vale-se da comunidade dos fiéis que celebra a liturgia. cf. 26. Ela não torna a Ele sem ter produzido fruto e sem ter cumprido a sua vontade"(15).7. Hb 13. 77. A liturgia é a celebração da obra salvífica de Cristo. 4. CNBB. Mt 18. também.OLM. 19. 55. a Palavra de Deus é sempre viva (13) pelo poder do Espírito Santo. da assembléia e do ministro.. intervém na história do seu povo para orientar sua caminhada. Pois. OLM. n.

GS 1. cresce e se constrói ao escutar a Palavra de Deus. Cf. 6. Cf OLM. n. SC 1O. . Gl 4. na qual se celebra a ação do Senhor Jesus. mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis"(26). de novo. cf. é ação do Espírito.A liturgia é ação comunitária da Igreja. foi dito para toda a comunidade dos fiéis. cf. SC 7. A liturgia é o ápice e a fonte da vida eclesial(31). OLM. e. cf. OLM.n. requer-se a ação do Espírito. exorta a aprofundar o conjunto das Escrituras(34). 14.22. Assim. vai caminhando continuamente para a 25. 34. Jo 16. OLM. A escuta da Palavra de Deus se torna compromisso de fé e de conduta cristão pela força do Espírito Santo.A acolhida da Palavra . cf. por cuja inspiração a Palavra de Deus se converte em fundamento. Cf. na proclamação da Palavra de Deus. ao longo dos séculos. assume e liberta o Povo de Deus(32). Deste modo. por seu mistério pascal. R. o novo povo de Deus. na celebração litúrgica. mas real. acompanha e segue toda a ação litúrgica. "Tornai-vos praticantes da Palavra e não simples ouvintes"(28). sobretudo com os pobres(3O). Povo de Deus convocado para o culto. 39. Os prodígios que de muitas formas Deus realizou na história da salvação fazem-se presentes. 3. n. n. sempre que a Igreja. 27.27.26. "pois não sabemos o que pedir como convém.6. "O povo de Deus congrega-se antes de mais nada pela Palavra do Deus vivo"(PO 4). senão pelo Espírito Santo"(27). 3O.A Igreja continua na liturgia a ação de Jesus Cristo que como em Emaús. ao mesmo tempo que consolida a unidade de todos. Portanto.9. 43. nos sinais da celebração litúrgica. mas também sugere ao coração de cada um tudo aquilo que. de ação de graças e de súplica que ela suscita. 15. fomenta também a diversidade de carismas e a multiplicidade de atuações"(25). Vivifica a ação celebrativa tornando-a frutuosa para a comunidade eclesial. que atualiza o passado e antecipa os definitivos acontecimentos da salvação na esperança da glória futura(29). de um modo misterioso.6. "a Igreja perpetua e transmite a todas as gerações tudo o que ela é e tudo o que ela crê. Puebla 918. em norma e ajuda de toda a vida. 31. cf. Tg 1. OLM. 53. 28. "Ninguém pode dizer Senhor Jesus. 14.4 Ação e presença do Espírito Santo 13. o Espírito de Deus introduz os fiéis na celebração e na experiência cristão da riqueza libertadora da Palavra de Deus e por Ele a Palavra se transforma em acontecimento de salvação no coração da história. de tal modo que. cf. A atuação do Espírito Santo não só precede. Hb 13.8. se reconhece a si mesma como o povo da nova aliança(33). cf. 32.. n.n. que está no mundo vivenciando as alegrias e as esperanças.26.A Igreja. CNBB. Doc. as tristezas e as angústias com todos os homens e mulheres de hoje.3. 18. que. anuncia e proclama a Palavra de Deus. evidencia a relação existente entre a Palavra proclamada e celebrada e a ação do Espírito Santo “Para que a Palavra de Deus realmente produza nos corações aquilo que se escuta com os ouvidos.15. É a festa da comunhão eclesial. Ação Comunitária da Igreja 16. 8. a oração de louvor.O Espírito Santo agiu na vida de Cristo. 17. 26.O ambiente celebrativo da Palavra de Deus. 33. 1Cor 13.M. 7. Lc 24. 26. Ele está presente e atua na vida dos seguidores do Ressuscitado.

cf. n. n. 1. por esta razão. sempre espera uma resposta.84.Quando Deus comunica a sua Palavra. com a colaboração e aprovação das partes interessadas. OLM. mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes. não recebem seu significado unicamente da experiência humana. Mt 28. 1ª Jo. são também vários os serviços e as funções que correspondem a cada um. gestos. "As atitudes corporais. 23. 6). Assim. "O que vimos e ouvimos vo-lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco. SC 7. procurem os fiéis. N. 39. CNBB. cantos.A escuta da Palavra suscita o arrependimento e estimula à conversão. Doc. E a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo"(4 O). 41. que aquilo que celebram na liturgia seja uma realidade em sua vida e costumes e. Por vontade divina. n. IGMR. OLM. Para isto. n. Ela proporciona o encontro da comunidade com o próprio Deus que se comunica e se faz presente em Jesus Cristo. os gestos e as palavras com que se exprime a ação litúrgica e se manifesta a participação dos fiéis. cf. É sinal enquanto. Puebla 92O. exercício dos ministérios e partilha da Palavra. contém e expressa a realidade da salvação . as celebrações ecumênicas devem ser previamente preparadas.A proclamação eclesial e litúrgica da Palavra de Deus é uma realidade ministerial. O Espírito Santo age para que a resposta seja eficaz. OLM.58. que consiste em escutar e adorar "em Espírito e Verdade"(42).3. respeita-se a sensibilidade religiosa dos participantes. ao verem o Senhor. Na organização do ambiente e dos elementos celebrativos. Ação ministerial 21. ações e ritos. inversamente. 43. 4O. de onde são tirados. 38.23. 2O. . o que fizerem em sua vida se reflita na liturgia(43). A escuta da Palavra gera vida nova 22. até que nela mesma se realize completamente a Palavra de Deus"(35) l9. penetra até dividir alma e 35. A celebração da Palavra como toda a celebração litúrgica. à qual se referem"(OLM.Atenção pastoral merecem as celebrações ecumênicas da Palavra de Deus. se faz com "sinais sensíveis"(37). de modo diferente segundo a diversidade de função e de ministérios (41). A participação do povo no acontecimento celebrado expressa-se com palavras.Deus e a pessoa humana exprimem suas relações. 37. "prostraram-se diante dele"(39). A expressão simbólica da celebração "exprime e estimula os pensamentos e os sentimentos dos participantes"(38). orações. "A Palavra de Deus é viva e eficaz. Jo 4. no que se refere à Palavra de Deus. cada um tem o direito e o dever de contribuir com sua participação.17. 42. 8. símbolos e objetos (36). n.5 plenitude da verdade divina. no que diz respeito aos textos bíblicos.21). cf. Importa ressaltar que o testemunho da unidade entre os cristãos é um imperativo da fé: "para que o mundo creia"(Jo 17. cf. 43. n. IGMR. através de sinais. Nestas Celebrações a primazia recai sobre o espírito de unidade à luz da Palavra de Deus. Ação simbólica 2O. Os discípulos. 36. 39-4O. o novo povo de Deus está formado por uma variedade de membros. 9. 6. mas também da Palavra de Deus e da economia da salvação. para que se manifeste na vida o que se escuta na ação litúrgica. Na celebração. A Palavra de Deus na liturgia é sinal celebrativo. O gesto corporal revela a fé e a comunhão.

n. Joanis.n. suscita o compromisso.n. "Os fiéis ao escutarem a Palavra de Deus reconheçam que as maravilhas anunciadas atingem o ponto alto no mistério pascal. 27. Eucharisticum Mysterium. cf. impelida pelo exemplo de seu fundador.OLM. "A Igreja sempre venerou as divinas Escrituras. Ela põe em crise as situações erradas. 26."Na missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus. junturas e medulas"(44). até que Ele venha(47). 274). in Serm 78. provoca uma revisão. 44.3. Com.13. CCS 38. Porque vocês se sentem culpados. transforma e liberta. salva. Homilias sobre Haxat. se algo cair por negligência. cujo memorial é sacramentalmente celebrado na Missa. as pessoas se tornam mais solidárias e fazem dos momentos celebrativos um encontro festivo e comprometido com o próprio Deus da vida. "Senhor. 49.266).2). eis que eu dou a metade de meus bens aos pobres. Relação entre a Palavra de Deus e a Eucaristia 26.Apoiando-se na Palavra de Deus. "A Igreja sempre quis e determinou que assim fosse. Agostinho. 24. 5O.12. 24.8). Agostinho. vocês o guardam com todo o cuidado e veneração. PL 36.33). n. "O verdadeiro Cristo está na sua Palavra e na carne"(Sto. restituo-lhe o quádruplo"(45). na Tradução de Rufino.31a. Assim. Se tomam tanto cuidado para guardar o seu Corpo . CCS 29. anunciado nas leituras e na homilia. assim também toda a Sagrada Escritura é sua incorporação(Origines. 1. reunindo-se para ler todas as passagens da Escritura que a ele se referem e realizando a obra da salvação. A Palavra de Deus proclamada conduz à plenitude do mistério pascal de Cristo crucificado e ressuscitado. da mesma forma como o próprio Corpo do Senhor"(DV 21.n. Ex. porque. Lc 19. "Como Cristo veio escondido no Corpo . "A Igreja alimenta-se com o Pão da vida . desprezar a Palavra de Deus? (Origenes. os fiéis na ação de graças são levados a uma frutuosa participação nos mistérios da salvação" (Inst. A resposta de fé supõe explicação e compreensão da Palavra. e se defraudei a alguém. Enrr. a ser planejado de maneira correspondente às necessidades das pastorais e da pastoral de conjunto.CDAP. como a do Corpo de Cristo.A Palavra de Deus e o mistério eucarístico foram honrados pela Igreja com a mesma veneração(49). por meio do memorial do Senhor"(5O) 44. sabem: Quando lhes é dado o Corpo de Cristo. Cf SC 48). 47. "Bebe-se o Cristo no cálice das Escrituras como no cálice Eucarístico"(Sto. in PS. Com efeito.. 45. OLM. 48. recebendo a Palavra de Deus e por ela alimentados. 46. n. realiza-se por meio da Eucaristia (48). OLM. para que nada caia no chão e nada se perca do dom sagrado. de esperança e de caridade da parte dos que escutam. At 8. Tract. "Como é que vou entender se ninguém me explicar"(46)? Daí se pode entender a necessidade do estudo da Sagrada Escritura. "Vocês que podiam participar dos Santos Mistérios. Series in Mt.e têm razão como podem então pensar que seja uma culpa menor.. 1O).8. o mistério pascal de Cristo. 1. 1O. CCL. para ensinar e alimentar os fiéis"(IGMR. que é Palavra que ama. Hb 4. nunca deixou de celebrar o mistério pascal de Cristo. 25.A Igreja cresce e se edifica ao escutar a Palavra de Deus e ao celebrar a eucaristia como memorial da morte e ressurreição de Jesus Cristo. cf. In Ev.6 espírito. 51.As celebrações da Palavra de Deus atuam e frutificam à medida que houver uma resposta de vida de fé.45)."A Palavra de Cristo não é menos do que o Corpo de Cristo" (Cesário de Arles.12. embora com diferente culto. 27.

n. OLM. Euchr.51). n. 1O. PO 4. 18.7 na mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo"(Inst. Mysterium. 52. 1O . SC 48. Cf DV 21.

1Cor 16."A Igreja alimenta-se com o Pão da Vida na mesa da Palavra de Deus e do Corpo de Cristo"(51). n. At 2O. Justino. para a qual convergem e se unem as atividades pastorais. cf. "Nenhuma comunidade cristão se edifica sem ter a sua raiz e o seu centro na celebração da santíssima Eucaristia"(54). 15. "Reuni-vos no dia do Senhor para a fração do pão e agradecei". como: a falta de ministros(55). Lc 24. Euch. A celebração do Senhor ressuscitado e a ação de graças (eucaristia) são os elementos essenciais do domingo cristão(59) Os irmãos reunidos oravam. na Eucaristia a mesma história se expressa por meio de sinais sacramentais"(52). Mc 16. 7 e 8. Na Palavra recorda-se a história da Salvação.os que entre nós são chamados diáconos dão a cada um dos presentes parte do pão. S. Dia do Senhor e da Comunidade 31. n. II.5 . n. 54. "O Dia do Senhor" Didaqué 14..1.42.7.12.47. Ap 1. Idem. se apresentam ao que preside os irmãos pão e um cálice de água e vinho misturado. 1Cor 11. O Domingo. 7. Tertuliano. O ideal seria que todas as comunidades cristãos pudessem celebrar a eucaristia. Didaqué 14. CDAP.O Domingo é o dia da Igreja.. 67. 9.Palavra de Deus e Eucaristia são duas formas diferentes da presença de Jesus Cristo no meio do povo da nova aliança. Todavia..O Domingo é uma instituição de origem especificamente cristão(57) Começou com a reunião dos primeiros cristãos para celebrar a memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo que se deu no primeiro dia da semana (58). S.7-12. cf. 7-12. 1Cor 11. n. Justino. o Espírito Santo sobre seus discípulos (61).15-16. especialmente. 67. Nesse mesmo dia. cf. . Cipriano. aos domingos.8 28. At 2. 1. 1-2. 55. 59. I.27. 61. 2. 32. cf. cf. "Na Palavra de Deus se anuncia a aliança divina e na Eucaristia se renova esta mesma aliança nova e eterna. o Filho enviou de junto do Pai. Mysterium. 1-4. a Palavra conduz à Eucaristia. seu fundamento na Palavra. 14. Didaqué 14. 63. Euchr. 57. 17-18. 1-2. At 2. nstr. De Oratione.1O. sua dispersão em lugares afastados e outros motivos. n. 3-5. Cf. Jo 2O.2O. E os enviou como 53. At 2O. SC 1O6.3O. Mt 28. 56. impedem que as comunidades participem da celebração eucarística dominical(56). 6 O. Mysterium. 25. 3O. escutavam a Palavra e eram alimentados com o alimento divino (fração do pão)(6O). Dia da comunidade reunida em nome do Senhor. Idem. 58. Epíst.A celebração eucarística é o verdadeiro centro de toda a vida cristão. 1-13. 1-19.1.1. Apologia 65. Instr.2-5. 4. 6.2. S. os ministérios eclesiais e os demais sacramentos(53). 29. 2O. At 12. I Apol. o aumento do número de comunidades cristãos.7.4.. 1ª Apologia 67. Portanto. Justino. 3.Didascalia. Se por um lado a Palavra encontra sua realização na Eucaristia doutra parte a Eucaristia tem.31. do vinho e da água eucaristizados". de certo modo. cf. inúmeras razões. "Terminadas as orações. S.

15 e 16. "reunir-se no dia do Senhor".. O Dia do Senhor devia ser vivido na alegria. " que sem dúvida.N. 116. os fiéis serão. De liberdade. 37. 64. não dissipeis os seus membros e não prefirais os negócios do século à Palavra Divina. 67. p. as que mais se prestam à afirmação e realização pessoais. n. CNBB. cf. e se sente integrado numa comunidade de fé. Mysterium. 16. É sobretudo um espaço de exercício da liberdade e da solidariedade. n. Euchr. Não priveis o Senhor de seus próprios membros. além de ser o Dia do Senhor e da comunidade.8. "Cada um deve ter a preocupação de ir à assembléia.A sociedade consumista e secularizada perdeu o sentido religioso do domingo. O repouso dominical é sinal de libertação e proclamação da grandeza da pessoa humana. 63. 984. CDAP. desligando-se dela. que "mesmo nos tempos de perseguição e nas regiões de cultura afastada ou até opostas à fé cristão. Petrópolis.O Domingo." (Constituições Apostólicas. na participação no corpo e no sangue do Senhor.sine dominico non possumus . Cf Plínio o Moço. para quem crê. p. N. por sua participação ativa na ação litúrgica dominical. a prisão ou as torturas os afastavam das celebrações dominicais. por vezes. fortalecidos em sua fé e no testemunho de sua vida eclesial(68). 325). 7 O descanso dominical. Não dividais o seu Corpo. Desse modo. 65. quer no passado. a mentalidade de produção e o regime de vida urbano estão enfatizando outras dimensões. 62. CNBB. era expressão de pertença a Cristo(66).. contudo. expressão de liberdade e de convivência fraterna.. . e a não mutilar a Igreja. Muitas famílias procuram. as pessoas ocupam o domingo nos afazeres domésticos ou em serviços que possam aumentar algo na subsistência familiar. Sources Chrétiennes 32O. em torno do Ressuscitado. BAC 75. recomenda e persuade o povo a freqüentar a Igreja com assiduidade .. porque torna possíveis as ocupações de livre escolha. de modo nenhum aceitou substituir o dia do Senhor" CDAP. 34. Carta 1O. 69. cantando seus louvores(64) 33. Daí que. Sinal da alegria pela presença do Espírito Santo e pela comunhão com o Senhor glorificado e pela esperança de sua volta(67). V. quer hoje em dia.Tomar parte da assembléia litúrgica. "Em tua pregação.O Domingo era tão significativo para os primeiros cristãos. É muito mais que isso. Reunir-se e tomar parte na liturgia dominical. a superação da tensão gerada pela vida cotidiana. Jo 2O. Nem o risco de vida. que eles se sentiam verdadeiramente convidados a participar da reunião comunitária. Doc.O cuidado pastoral deverá considerar a assembléia dominical como a reunião do povo de Deus convocado para celebrar a Páscoa do Senhor. 96(7)7.. 11. ó bispo. 1Cor 1O. 36. 21-23. é também o dia de alegria e de repouso do trabalho. n. fora da cidade. Didascalia dos Aposts. Doc. e a não amputar de um membro o Corpo de Cristo .16-17. cf. p. At 2. Livro II. 1971. 7O. 1. O sentido cristão dos fiéis. 4. 25. onde floresce o Espírito Santo"(Tradição Apostólica de Hipólito. cf.. em realidades opostas ao sentido cristão do domingo(7O). 43. teve sempre em tão grande honra o domingo. Ap 7. 66. "Não podemos viver sem celebrar o domingo .n. na escuta da Palavra. CDAP. 59. (63) dia da grande libertação. cf. não se reduz ao repouso necessário à restauração das energias gastas pelo esforço do trabalho.(Ata dos Mártires X.9 mensageiros da Boa Nova(62). trata-se de um imperativo que brota da fé e da comunhão com a Igreja de todos os tempos. 1O-12. 43.1-3. Didaqué 1O. O mundo do trabalho por turnos. Instr. cf. é um privilégio. sinal profético da reunião universal de todos os eleitos diante do Trono de Deus. Não havendo tempo disponível no curso da semana. 35. 64). cf. cf. 2O.6. 68. n. Faltar à assembléia dominical é amputar o Corpo de Cristo (6 5). cf. tem mais valor do que os negócios e os processos produtivos"(69). mais que uma obrigação preceitual. 117 e 118.

O espaço celebrativo visa suscitar em todos a recordação da presença de Deus que fala ao seu povo. as orações. da proclamação das leituras e outros. como expressão da Igreja reunida. não deve levar o povo a pensar que se trata do Sacrifício da Missa"(72). CNBB. 43. cf. n. n. mesmo com a distribuição da comunhão. 73. como o dia da Imaculada Conceição. 141. Deste modo. como o dia de Natal e o Corpo e o Sangue de Cristo e as festas da Virgem Maria. 98. possibilitem às comunidades eclesiais a celebração da Palavra de Deus. existem outros momentos importantes na vida da Igreja. percebendo sua mensagem central. 51. CDAP. anime e integre os diversos serviços: do acolhimento fraterno.Mesmo tendo presente o valor pastoral e sacramental das Celebrações Dominicais da Palavra de Deus." A Igreja. a equipe distribua corresponsavelmente os serviços. de tal modo que favoreça: . Espaço Celebrativo 44. Neles revive-se o mistério pascal. Santa Mãe de Deus e outros acontecimentos importantes da comunidade e da sociedade. 43.A celebração da Palavra de Deus. a prepare. 45. Redemptoris Missio. Convém que dela participem crianças. 74 CNBB. da animação. Onde não for possível a celebração eucarística. Equipe de Celebração 42. viver na alegria e na comum-união os grandes momentos de sua vida religiosa"(7 4). jovens. que precisam ser celebrados.Embora toda a terra seja santa. a equipe considere os seguintes elementos: situar a celebração no tempo litúrgico e na realidade de vida da comunidade.10 A Celebração Dominical 38. ler e refletir os textos bíblicos. Para o seu bom desempenho. 18-22. precisa de uma casa para reunir-se. Valorizem-se as 71. Após a elaboração do roteiro da celebração. . Carta Encíclica de João Paulo II. homens e mulheres. 43. além do domingo. prever os comentários.No momento de preparar a celebração. 72. cf. o espaço celebrativo seja funcional e significativo. do canto.a participação ativa da assembléia. os gestos e as expressões simbólicas que a vida da comunidade e a Palavra de Deus sugerem. dialogar. os cantos. como a dos ministérios e do direito das comunidades à celebração mais freqüente da Eucaristia. 41.Tenha-se cuidado com a disposição e ornamentação do espaço celebrativo. supõe a presença de uma equipe de celebração que. n. 4O. não se devem ocultar questões sérias. nn. doc.o exercício dos diferentes ministérios.Os fiéis sejam instruídos acerca do significado da assembléia dominical. . da presidência. terão acesso aos tesouros da Sagrada Escritura e da oração da Igreja(71). O Papa João Paulo II lembra que a Eucaristia é o centro das formas de oração e o fundamento indispensável para as comunidades cristãos(73). Doc. 39. seus membros. Por isso. "A celebração da Palavra. requer-se para a equipe a formação litúrgica.As Celebrações Dominicais da Palavra de Deus sejam acompanhadas de uma oportuna catequese aos fiéis sobre o seu sentido.No Ano Litúrgico. e se proporcione uma adequada formação litúrgica aos que nelas desempenham serviços e ministérios. como família de Deus. visando a participação ativa de toda a assembléia. São as solenidades relacionadas a Jesus.

Será de grande proveito que as equipes de liturgia das comunidades e dioceses. no seu conjunto. Aí aquele que preside. a assembléia responde professando sua fé.Se por um lado. o caráter dos mistérios da fé que se celebram e o sentido da dinâmica da vida cristão ao longo do ano litúrgico. Na celebração da Palavra podem-se adotar vestes litúrgicas confeccionadas segundo a sensibilidade e o estilo próprio das culturas locais.Os livros litúrgicos requerem sejam tratados com cuidado e respeito. a riqueza do mistério de Deus na vida do povo. Nela são proclamadas as leituras Bíblicas. quer na apresentação gráfica quer na encadernação. 75.A diversidade de ministérios na celebração é significada exteriormente pela diversidade das vestes. omitindo algumas partes. Para a "Mesa da Palavra" convergem as atenções de todos os presentes. e que os ministros possam facilmente ser vistos e ouvidos pela assembléia. 51. 49. louvando e bendizendo. 53. canto e silêncio. levando-se em conta a cultura própria da região. as quais são sinal distintivo da função própria de cada ministro. 46. suplicando e rezando. gesto e palavra. Por sua vez a diversidade de cores tem por finalidade exprimir de modo mais eficaz. por outro. Para garantir o ritmo celebrativo procure-se integrar de forma harmoniosa. Outras comunidades usam o roteiro sugerido por folhetos litúrgicos . no espaço celebrativo. movimento e descanso. há uma lógica a ser observada que.A acústica e o sistema de som merecem um cuidado especial para permitir a comunicação da Palavra. não existe um ritual específico. ação dos ministros e participação da comunidade. . expressão e interiorização. dirige-se à assembléia e profere as orações. Por isso. 52.A dignidade da Palavra de Deus requer. um lugar próprio para a sua proclamação. na celebração. A assembléia é abençoada e enviada em missão na construção de comunidades vivas. de forma inculturada. Muitas comunidades simplesmente seguem o esquema da Celebração Eucarística. 47. o Senhor fala. gestos e símbolos expressa e renova a Aliança de Deus com o seu povo e deste com Deus. 2ª PARTE Elementos para o roteiro da Celebração 5O. 219ss. os ministros tenham em sua mão livros belos e dignos. A comunidade com ritos. digno. o povo atende e se apresenta. Tenha-se presente os acontecimentos e esteja-se atento à realidade das pessoas que vão celebrar(75). reflete uma coerência teológico-litúrgica: o Senhor convida e reúne. n.Há entre as comunidades eclesiais uma diversidade de roteiros para a Celebração da Palavra de Deus. há certa liberdade na celebração da palavra.As celebrações dos sacramentos. pois é deles que se proclama a Palavra de Deus e se profere a oração da Igreja. possuem um ritual próprio. É preciso levar em conta as exigências da comunicação e da cultura do povo. O bom gosto criará um ambiente religioso. 48. CNBB. cf. No caso da Celebração da Palavra de Deus.É necessário situar a celebração da Palavra de Deus no contexto do tempo litúrgico e na vida da comunidade. a escuta e a resposta da assembléia impregnando o ambiente de nobreza e de religiosidade. dêem sua colaboração na elaboração de roteiros que expressem. Convém que a "mesa da Palavra" ocupe lugar central. A configuração do espaço celebrativo deverá ser tal que ponha em destaque a mesa da palavra.doc. agradável.11 expressões da arte local.43.

de simplicidade. 56.A Celebração possibilite o encontro de comunhão afetivo e efetivo entre Deus e as pessoas. 77.A Equipe de liturgia. de amizade.43. 78. 177. com palavras espontâneas e breves. despertando na assembléia a consciência de que está reunida em nome de Cristo e da Trindade para celebrar. famílias. favorece a comunhão e a participação dos fiéis na escuta da Palavra e na oração. num mundo onde a técnica e o progresso nem sempre deixam espaço para a comunicação pessoal"(78). CDAP.Na celebração da Palavra sejam devidamente valorizados os seguintes elementos: lº reunião em nome do Senhor. comunidades. cf. doc. a lembrança das pessoas ausentes por motivos de enfermidade. levando a imagem do santo da devoção do povo. a Celebração deve respeitar a dinâmica dialogal que tem início em Deus e que provoca a resposta dos fiéis reunidos em assembléia. cartazes e símbolos expressivos da realidade e da vida de fé dos presentes. 63. para se criar o clima de encontro: o ensaio de cantos. 59. CDAP. 179. 2º proclamação e atualização da palavra. estandarte. 62. Ibidem.Quem preside a assembléia. faixas.n. de modo criativo. em conformidade com o tempo litúrgico e os acontecimentos da vida da comunidade.Doc. partes e os elementos da celebração. Ibidem. a recordação de acontecimentos da semana ligados à vida das pessoas. 4º Envio em missão(76). de alegria e de espontaneidade. o Círio. e seja capaz de penetrar as dimensões mais profundas da vida.A Celebração Comunitária da Palavra preparada e realizada num clima de acolhida mútua. poderá iniciar a celebração com uma procissão. .12 54. 61.n. entronizando a Cruz e a Bíblia e no tempo pascal. "Por isso. a recordação dos falecidos e seus familiares enlutados. n. a equipe de liturgia. 41. 55. um breve tempo de oração pessoal e silenciosa. orienta a assembléia litúrgica com breves indicações sobre os cânticos. com abertura e sensibilidade para os diversos aspectos e dimensões de sua identidade e existência"(79). 58. a oração e o compromisso de vida(77). Ritos iniciais 57. 45. 8O. n. bandeiras. CNBB.Além do "ministério da acolhida" e da postura acolhedora. de trabalho ou de serviço em favor da comunidade. disponível e bem humorada dos ministros(8O) é importante a apresentação das pessoas que tomam parte pela primeira vez. ou que estão em visita ou de passagem pela comunidade. Para que a comunidade externe melhor os sentimentos de penitência e de conversão. alegre. 9. 6O. diocese. consciente de sua função. "A atitude de amizade e de acolhimento acentua a valorização da pessoa. 3º Ação de graças. deve ser organizado de tal modo que favoreça a escuta e a meditação da Palavra de Deus. cf.O Roteiro da Celebração da Palavra de Deus. a pessoa precisa ser acolhida na comunidade. 79. cf.O rito penitencial é um momento importante na Celebração da Palavra. saúda e acolhe a todos e os introduz no espírito próprio da celebração. poderá prever cantos populares 76. CNBB.Nos ritos iniciais e de acolhida são importantes ainda. Por isso.O comentarista. Ele prepara a assembléia para a escuta da Palavra e à oração de louvor. n. ligando a Páscoa de Jesus Cristo e os acontecimentos da vida. 18O. n. país e do mundo. 35.

ritos que permitem valorizar e realçar o Livro da Palavra (Bíblia. 35. 65. Liturgia da Palavra 66. Tendo em conta a assembléia e suas condições. 68. 33. doc. Cf. salmo responsorial.A equipe de liturgia pode escolher os textos bíblicos à luz dos acontecimentos da vida da comunidade. depois. homilia. Páscoa e tempo Pascal) é importante que as leituras Bíblicas sejam as indicadas para as Celebrações Eucarísticas. expressões corporais. 82. 69. n. 11. Quaresma. falecimentos.n. os lugares e demais coisas. 85. para o qual a assembléia se prepara pela leitura e escuta dos outros textos bíblicos. 41b. 45. lembram aos fiéis a presença de Deus que fala a seu povo.n. CNBB. doc. pois elas tantas vezes parecem ser um providencial "recado" de Deus para a situação concreta da comunidade. cf. Portanto. aniversários. dentro da variedade de gestos possíveis. 64. cf. que são sinais e símbolos das realidades do alto na ação litúrgica. n. n. Tenha-se o cuidado para não prolongar este rito de modo desproporcional às outras partes da celebração.Aquele que preside concluirá os ritos iniciais com uma oração. é preciso procurar que os livros.13 de caráter penitencial. reza na oração universal pelas necessidades de toda a Igreja e pela salvação do mundo inteiro"(83).36 e 37. as atitudes. a experiência de fé e a sensibilidade cultural da comunidade poderá ser de grande proveito a inclusão de orações tiradas da piedade popular(81). n. revela o mistério da redenção e da salvação. símbolos e elementos audiovisuais que permitam a comunidade e às pessoas externarem melhor os sentimentos de penitência e conversão.Deus convoca a assembléia e a ela dirige sua Palavra e a interpela no hoje da história. CDAP. o povo se apropria dessa palavra de Deus e a ela adere pela profissão de fé. se acha presente no meio dos fiéis. que proclamem os motivos de sua oração(fatos da vida. n. Natal. O próprio Cristo. cf. 81. Alimentado por essa palavra. CNBB.Em conformidade com o espírito da festa. 17. 95. sinal da Palavra de Deus. gestos. após uns instantes de oração silenciosa. Acontecimentos esses que devem ser refletidos e celebrados pela comunidade. aclamação ao evangelho. Pelos cantos. O Livro.Convém que as comunidades. integrando as intenções no conteúdo e no espírito do tempo litúrgico. OLM. aclamado antes e depois da leitura e venerado. quem preside poderá solicitar aos presentes. 67. na perspectiva da fé e tendo como ponto de referência a Sagrada Escritura. IGMR. 84. e oferece alimento espiritual. IGMR. Lecionário) e a sua proclamação solene. encontrem. Não é recomendável que o leitor proclame a Palavra usando o folheto(85). 83. alegrias e esperanças) e. profissão de fé e oração universal(82). OLM.n. 7O. 45. Isto supõe que a equipe de liturgia esteja familiarizada com a Bíblia para poder escolher a passagem bíblica de acordo com cada realidade.A proclamação do Evangelho deve aparecer como ponto alto da liturgia da Palavra. concluirá a oração proposta. "Os livros de onde se tiram as leituras da palavra de Deus. por sua palavra. problemas. Entre a 1ª leitura e o Evangelho existe uma íntima unidade que evidencia a realização das promessas de Deus no Antigo Testamento e no Novo Testamento(84). n. o reconhecimento das situações de pecado pessoal e social. assim como os ministros.Nos dias de festa e nos domingos dos tempos fortes do Ano Litúrgico (Advento. sejam verdadeiramente dignos.35. conforme as circunstâncias específicas. decorosos e belos"(OLM. . "Nas leituras atualizadas pela homilia Deus fala ao seu povo. A liturgia da Palavra compõe-se de leituras tiradas da Sagrada Escritura. colocado na Mesa da Palavra. é trazido em procissão. refões variados. OLM. 13.

279. Proclamar a Palavra é colocar-se a serviço de Jesus Cristo que fala pessoalmente a seu povo reunido(88). n. interiorização e contemplação"(CNBB. refões apropriados. IGMR. OLM. cf. sugerir aplicações concretas da Palavra de Deus(91) Poderá haver troca de idéias em grupo.Quando oportuno. 87. O Leitor "é o autor da comunicação da Palavra pela dignidade na apresentação. a dramatização da Palavra. depois da 1ª e da 2ª leitura e ao concluir a homilia(87).1). Pode-se guardar momentos de silêncio antes da motivação para a liturgia da Palavra.Conforme o caso. desperte a participação ativa da assembléia. 2O2. tendo como referencial a pessoa. repetição.2. contar fatos da vida. 189).14 71. 78. Doc.37-39. gestos. 91. .2. a vida. Doc. OLM. leve-se em conta a maneira de ler. aclamações. 23. n. 45. Na sua ausência. Doc. 43. seguida de uma breve partilha comum e a complementação de quem preside. CNBB. de modo a interpelar a realidade da vida pessoal e comunitária. 43. outro canto de aclamação ao Evangelho. Em lugar do refrão do mesmo salmo. é sinal da alegria com que a assembléia recebe e saúda o Senhor que vai falar e da disponibilidade para o seguimento da mensagem da Boa Nova proclamada(89). Dar-se-á sempre preferência a um salmo em lugar do chamado canto de Meditação.2a. sobretudo nas comunidades menores e constituídas pelo povo mais simples. buscando realizar a ligação entre a Palavra de Deus e a vida. 2. que gosta de se 27O-271).82. 23.n. 89. 72-A Palavra de Deus a ser proclamada e a dimensão comunitária da celebração requerem dos ministros da Palavra uma adequada preparação Biblico-Litúrgica e técnica. 9O. cf. CNBB. 74. 38. de caráter popular. Palavra de Deus. a explicação e a partilha comunitária da Palavra de Deus cabe a quem preside a celebração. atingindo a problemática do dia-a-dia da comunidade.O Salmo Responsorial. evite-se a pressa que impede o recolhimento(86). n. 86.3. com mensagem que brota dos textos em conjunto e em harmonia entre si.Quando o diácono preside a celebração da Palavra a ele compete a homilia(9O). poderá ser excelente complementação da homilia. o modo de se vestir e a boa comunicação. A explicação viva da Palavra de Deus motiva a assembléia participar na oração de louvor e na vivência da caridade.O Aleluia ou. n. Homilia ou partilha da Palavra de Deus 75. 76. convém que a homilia ou a partilha da Palavra. Doc. é parte integrante da liturgia da Palavra. IGMR. proporcionando maiores momentos de silêncio. o tom da voz. pelo tom de voz. n. 28. pela humildade e convicção de estar a serviço de Deus na proclamação da Palavra"(CNBB.A homilia é também parte integrante da Liturgia da Palavra. à luz do plano de Deus.nn.4.IGLH. Por esta razão. CDAP. CNBB. a missão e o mistério pascal de Jesus Cristo. n. Segundo as circunstâncias. Por isso. pela clareza na dicção. expressar suas reflexões. Doc. "As celebrações sejam menos apressadas e menos intelectualizadas. de acordo com o tempo litúrgico. 2a. a postura corporal. 5.Faz parte também da Liturgia da Palavra um tempo de meditação (silêncio. Ela atualiza a Palavra de Deus. fazendo perceber o sentido dos acontecimentos. quem preside convida os presentes a dar depoimentos. 77. É resposta orante da assembléia à 1ª leitura. partilha) para buscar em comunidade o que o Senhor pede e para acolher a Boa Notícia que sua Palavra comunica.n. podem-se cantar refões adaptados. por meio do diálogo. cf.2. 88. n. cf. Favorece a meditação da Palavra escutada. Salmo Responsorial e Aclamação 73.

da nação. "Ele nos arrancou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado. com a qual se bendiz a Deus pela sua imensa glória(98). n. N. cf IGMR. cf. A comunidade reconhece a ação salvadora de Deus. IGMR. cf. Oração dos Fiéis Oração Universal 8O. . cf. 2a.3. 81.4.O Creio é uma resposta de fé da comunidade à Palavra de Deus(93). em geral. seja pela vida nova que brota da Ressurreição de Jesus. logo após a homilia. cf. 98. instituições ou movimentos humanos. de corresponsabilidade da manutenção da comunidade e seus servidores e como gesto de partilha dos irmãos necessitados. doc. Ef 1. Alguns roteiros da Celebração da Palavra de Deus prevêem. os fiéis pedem a Deus que a salvação proclamada se torne uma realidade para a Igreja e para a humanidade. realizada por Jesus Cristo e canta seus louvores.A comunidade sempre tem muitos motivos de agradecer ao Senhor. que nos abençoou com toda a sorte de bênçãos"(99). Por "rezadeiras" entende-se aquelas pessoas às quais a comunidade reconhece o carisma de rezar e "puxar as orações" em momentos especiais da vida. 45-47. 282.Após a oração do fiéis pode-se fazer a coleta como expressão de agradecimento a Deus pelos dons recebidos. n. Por isso. 2Cor 1. 41c. eclesial e litúrgica elabora os pedidos. Profissão de Fé 79. CDAP. onde há o ministério das rezadeiras(97). comunitária e social. n. sem excluir os pedidos de interesse particular das pessoas.3. 281. 95.A oração dos fiéis ou oração universal. doc.Um dos elementos fundamentais da Celebração comunitária é o "rito de louvor". Idem. 2. 28O.5. N. Doc. Idem. 41b. cf. 43. 43. 97. n. variado e de razoável participação nas comunidades. Ef 5. Momento do Louvor 83. CDAP.15 expressar com gestos. atenta à realidade local. Seria bom que. IGMR.a remissão dos pecados"(1OO). Nas comunidades maiores. CNBB. CNBB. 99. confiado a elas. n. Fé é adesão incondicional feita somente a Deus e não a pessoas. Ibidem. tornou-se um momento bom. Eventualmente. “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. 44.13-14. Exprime a unidade da Igreja na mesma fé e sua adesão ao Senhor. É oração que brota do coração da comunidade animada pelo Espírito Santo. é significativo recitar ou cantar a profissão de fé nos domingos e nas solenidades. pela Palavra ouvida e pela vida. da Igreja e seus ministros(96). 2. Cl 1.A comunidade reunida eleva ao Senhor sua oração universal com grande simplicidade. no qual temos a redenção .n. Nela. 43. o Símbolo Niceno-constantinopolitano e a fórmula com perguntas e respostas como a encontramos na Vigília Pascal e na celebração do batismo. 94.3. exerce sua função sacerdotal" (95).2O. um rito penitencial motivado pela proclamação e escuta da Palavra. algumas vezes. esse momento fosse. como pelos sinais de vida percebidos durante a semana na vida familiar. 93. cf. Doc. Por isso. n. símbolos e encenações adequadas ao seu universo mental(92). "onde o povo. 1OO. 84. suplicam pelos que sofrem e pelas necessidades da própria comunidade. 2a.n.n. n.283 96. a equipe de celebração.. Doc. Existem três fórmulas do Creio: O Símbolo dos Apóstolos. podem-se usar refões cantados e adequados para que a comunidade manifeste a sua adesão de fé eclesial(94). 46.3. 43. CDAP. 92. CNBB. não é coerente a "simples leitura de intenções de um folheto" 82.

1. Ritos finais . este pode ser o bom momento para alguma ação simbólica. 91. n. 1O1. 1O4. cf. onde se realiza normalmente ou no final da celebração. 98. recebimento do dízimo. Doc. pode ser situada em lugares diferentes conforme o roteiro escolhido para a celebração . Isso pode ser após a oração dos fiéis. CDAP. CDAP. ou outras expressões simbólicas ligadas à experiência religiosa da comunidade.Compete ao ministro extraordinário da comunhão. cânticos. cf. pão vivo que desceu do céu(1O3). 9O. como sinal da vinda do Cristo. n. 45b. n. 23O/3.PAI NOSSO 87. CNBB.Nas comunidades onde não há distribuição de comunhão.O momento da ação de graças ou do louvor pode realizar-se através de salmos. "Os ritos da conclusão indicam a relação que existe entre a liturgia e a vida . 17: CIC. hinos. coleta de donativos em vista de ajuda aos necessitados da comunidade. de modo algum. Congregação para a Disciplina dos Sacramentos. ORAÇÃO DO SENHOR . cf. 1O2. de preferência seja distribuída da mesa(do altar).1s. a distribuição da comunhão ou. Instrução Immensae Caritatis. o Pão Eucarístico pode ser colocado sobre o altar antes do momento da ação de graças e do louvor. Não faz parte da Celebração comunitária da Palavra a apresentação das ofertas de pão e de vinho. pede o Reino.16 85. A oração do Senhor é norma de toda a Oração do Cristo.Compromisso 92. 43. como: partilha do pão. 45b. 86. n. o canto do Cordeiro de Deus e a bênção própria dos ministros ordenados(1O2). é expressão da comunhão fraterna. a proclamação da oração eucarística própria da missa. ainda. após o ato penitencial.O abraço da paz é expressão de alegria por estar junto aos irmãos e irmãs. 45a e 48. é importante portanto que na celebração haja um momento para este gesto. após a homilia. 1O1.A Oração do Pai Nosso. O Pai nosso pode ser cantado por toda a assembléia. 1O5. Pode ser no início da celebração. Cân. orações litânicas ou ainda benditos e outras expressões orantes inspiradas na piedade popular. distribuir a sagrada comunhão todas as vezes que não houver presbítero ou diácono em número suficiente e que as necessidades pastorais o exigirem(1O4). CDAP.n. doc. Pode-se realizar também a aspersão com água.Nas comunidades onde se distribui a comunhão durante a Celebração da Palavra. Poderá variar o momento conforme o enfoque da celebração que estamos vivendo. CNBB. Abraço da Paz 88. 1O3.Pelos ritos de despedida a assembléia toma consciência de que é enviada a viver e testemunhar a Aliança no seu dia-a-dia e nos serviços concretos na edificação do Reino(1O5). sinal do batismo. Também nas celebrações da Palavra não se deve substituir o louvor e a ação de graças pela adoração ao Santíssimo Sacramento. que nunca deverá faltar na celebração da Palavra. o pão e a reconciliação e expressa o sentido da filiação Divina e da fraternidade. a forma de celebração eucarística. 43. Cân. Evite-se sua substituição por cantos ou orações parafraseados. no final da celebração (1O1). A comunhão eucarística. 91O/2.O momento de louvor não deve ter. A Comunhão Eucarística 89. cf. n. A Sagrada Comunhão e o Culto do Mistério Eucarístico fora da Missa.

A bênção é um ato de envio para a missão e de despedida com a graça de Deus. ROTEIRO A Ritos Iniciais: . cristão" (CDAP. valorizem-se os avisos e as notícias que dizem respeito à vida da comunidade. 49.Canto de entrada .Profissão de Fé Momento do Louvor .17 93. com esperança e com a experiência de terem crescido na fraternidade e com a decisão de ser testemunhas do Reino.Oração do Pai Nosso Ritos de Comunhão (onde for possível) Ritos Finais .Antes de se encerrar a celebração. da paróquia ou da Diocese. É de suma importância que todos retornem às suas casas e ao convívio social. com um compromisso.Breve comentário .Leituras Bíblicas .Canto final .Salmo responsorial e aclamação .Oração Inicial. CDAP.Oração em forma de Ladainha .Acolhida .Procissão de entrada com símbolos .Orações da Comunidade(oração dos fiéis) .Momento Penitencial .motivação . ROTEIRO B Ritos Iniciais: DEUS NOS REÕNE .Hino de Louvor. AN EX O S Apresentamos alguns roteiros de Celebração da Palavra dos existentes entre as comunidades. 1O6.n. n. Esses avisos podem ser uma forma de ligação entre o ato litúrgico e os compromissos da semana(1O6).oração final . . Canto .avisos .Canto e Procissão de Entrada . 41e). cf. 94.Homilia .Oração (intenções da Comunidade) Liturgia da Palavra .Bênção final.Súplica de Perdão .Hino de Glória (nos dias festivos) .

Bíblia) .Hino de Louvor e Oração. Momento do Louvor: DEUS NOS FAZ Irmãos .Oração Final .Proclamação do Evangelho .Preces da Comunidade .Avisos .Comentário e saudação .Aclamação ao Evangelho .Pai Nosso .Profissão de Fé VAMOS LOUVAR E AGRADECER .Acolhida da Bíblia .Notícias e avisos .1ª Leitura .Partilha da Palavra .Motivação e Saudação inicial .Proclamação do Evangelho .partilha da Palavra .1ª Leitura .Evocação da Misericórdia de Deus Liturgia da Palavra: Procissão da Bíblia .Canto Final .Canto de Acolhida .A comunidade oferece dons(coleta do dízimo) Ritos da Comunhão: VAMOS PARTICIPAR DA COMUNHÃO Ritos Finais: .Profissão de Fé.18 Liturgia da Palavra: DEUS Nos FALA .Canto de Louvação .Profissão de Fé .Momento de Ação de Graças .Canto Final ROTEIRO D Ritos Iniciais: .Procissão de entrada(Cruz.Bênção Final ROTEIRO C Ritos Iniciais: VAMOS COMEÇAR .Oração Final .Aclamação ao Evangelho .Partilha da Palavra . Velas.Orações da Comunidade . Liturgia da Palavra: VAMOS OUVIR e ACOLHER a PALAVRA .Abraço da Paz Ritos Finais: DEUS NOS ENVIA .Acolhida dos irmãos .Procissão de Entrada com símbolos .Salmo Responsorial .Salmo Responsorial .1ª Leitura .Aclamação ao Evangelho .Proclamação do Evangelho .

para os domingos do Tempo Pascal e Tempo Comum.Entrada com o Círio ou velas acesas Palavra de Deus: Palavra de Deus . .Homilia ou Partilha da Palavra Resposta da Comunidade: . Ritos Iniciais: .Canto de Entrada . G. .Pai Nosso .Avisos .19 Momento do Louvor: .Oração final . os sinais de vida. Ritos de Comunhão (onde for possível) Ritos Finais: .Proclamação do Evangelho .avisos e bênção Final E. de ressurreição e de esperança. Comunhão Partilha Fraterna Avisos.Profissão de Fé e aspersão com água .Orações e Súplicas da comunidade . Partilhando a vida vivida Comparando a vida com a Bíblia Rito Penitencial Oração dos Fiéis. Ritos Iniciais: .Abraço da Paz .Oração.momento de silêncio . .gesto concreto de solidariedade . .Oração Final. despedida. Celebração da Palavra e Celebração da Comunhão (Adaptação da Missa dos pré-santificados da Liturgia Bizantina).Profissão de fé.Canto a Maria F.Partilha fraterna .Leitura Bíblica . Celebração onde são proclamados os sinais de sofrimento. Ritos Finais: .Bênção. Celebração da Palavra lembrando a Vigília Pascal.Pai Nosso.Aclamação ao Evangelho .Louvores e ação de graças .Louvor e ação de graças .Oração dos Fiéis (ladainha dos Santos) . Despedida .Ofertas.Pai Nosso. Bênção.Salmo responsorial . Abraço da Paz.Saudação e motivação.

silêncio . aclamação ao Evangelho.Saudação .oração Avisos . Entrada e bênção com a Bíblia Salmos Procissão da Bíblia até a Estante . Confissão individual (onde for possível) . procissão da Cruz. H. canto . Leituras.20 Ritos Iniciais: .despedida. Liturgia da palavra: Leitura Bíblica Súplica à Misericórdia. Pai Nosso .canto a Maria.salmos Homilia ou partilha da Palavra Momento de Reconciliação: .Bênção e Canto .salmo . Celebração da Palavra com Celebração Penitencial Ritos Iniciais: . Evangelho. Aspersão e canto. Escolha de um gesto penitencial Momento de Ação de Graças .Canto de entrada e Procissão com símbolos . . oração de Bênção da água . Pai-Nosso e Vosso é o Reino Comunhão. Entrada da água . Abraço da Paz Ritos finais.Aspersão com Água: . homilia Oração dos Fiéis Oração da Paz e abraço de Paz Procissão com o Pão Consagrado Oração de Louvor Rito Penitencial. Louvor à Misericórdia do Pai.motivação . exame de consciência .Bênção . súplica de perdão pelos pecados cometidos .