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INSTRUTOR

INSTRUTOR GM RAMOS  PÓS-GRADUANDO EM SEGURANÇA PÚBLICA  TÉCNOLOGO EM SAÚDE E SEG. DO TRABALHO

GM RAMOS

PÓS-GRADUANDO EM SEGURANÇA PÚBLICA

TÉCNOLOGO EM SAÚDE E SEG. DO TRABALHO

SOCORRISTA RESGATISTA

GUARDA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS

LEGISLAÇÃO • RESOLUÇÃO CFM nº 1.671/03 • (Publicada no D.O.U., de 29 Julho 2003, Seção

LEGISLAÇÃO

RESOLUÇÃO CFM nº 1.671/03

(Publicada no D.O.U., de 29 Julho 2003,

Seção I, pg. 75-78)

BOMBEIROS, AGENTES DE DEFESA CIVIL, POLICIAIS e GUARDAS MUNICIPAIS.

NBR 14608 ANEXO B (BOMBEIRO CIVIL).

GM Ramos

CÓDIGO PENAL BRASILEIRO

CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de

1940

Art. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida

ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente

perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública:

Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

Parágrafo único - A pena é aumentada de metade, se

da omissão resulta lesão corporal de natureza grave, e triplicada, se resulta a morte.

GM Ramos

CÓDIGO PENAL BRASILEIRO

*Omissão de socorro quando agente de segurança pública:

Considerável parcela da doutrina garante haver crime de

homicídio na fria e deliberada intenção de se alcançar a morte de um desafeto através da conduta omissiva de socorro.

(arts. 121 e 129, § 3º ), permanecendo a dificuldade em relação à lesão corporal grave ou gravíssima (art. 129, §§ 1º e 2º) em confronto com a omissão de socorro seguida de lesão corporal grave. Podem ser enquadrados como crimes de homicídio doloso ou preterdoloso.

GM Ramos

ESTATISTICAS

A NECESSIDADE DO TREINAMENTO EM PRIMEIROS SOCORROS E RCP:
A NECESSIDADE DO TREINAMENTO EM
PRIMEIROS SOCORROS E RCP:
•

A expressão “Primeiros Socorros” significa o atendimento imediato prestado a uma pessoa vítima de um acidente ou de um mal súbito.

Quando aplicados com eficiência, os primeiros

socorros significam a diferença entre “vida e morte”, “recuperação rápida e hospitalização longa” ou,

invalidez temporária e invalidez permanente”.

GM Ramos

EMENTA

AULA 01- Anatomia e Fisiologia;

- Avaliação inicial do Cenário;

- Abordagem primária rápida;

AULA 02- Abordagem primária completa;

- RCP - Ressuscitação cardio Pulmonar;

- Estado de choque. Classificação, sinais, sintomas e tratamento;

AULA 03- Hemorragias. Classificação e tratamento;

- Fraturas. Classificação e tratamento;

- Ferimentos. Classificação e tratamento;

- Queimaduras. Classificação e tratamento;

- Choque elétrico. Sintomas e tratamento;

AULA 04- Emergências Clinicas. Reconhecimento e tratamento;

- Envenenamento e Intoxicação. Reconhecimento e tratamento;

- Biossegurança. Procedimentos;

- Movimentação, remoção e transporte das vítimas.

GM Ramos

OBJETIVOS • Avaliar a cena e identificar rapidamente situações de risco; • Identificar o mecanismo

OBJETIVOS

Avaliar a cena e identificar rapidamente

situações de risco;

Identificar o mecanismo de injúria e possíveis lesões;

Acionar o serviço se suporte a vida (SIATE ou

SAMU);

Efetuar avaliação conforme prioridades;

Iniciar o suporte básico de vida;

Definir transporte rápido;

Imobilizar e transportar ao hospital.

GM Ramos

PRIMEIROS SOCORROS

AULA 1
AULA 1

GM Ramos

ANATOMIA

É o estudo das estruturas do corpo humano.

O corpo se divide em três eixos que servem de referencia para indicar a posição e a direção do corpo e dos órgãos:

indicar a posição e a direção do corpo e dos órgãos: SAGITAL: Anteroposterior; TRANSVERSAL : Latero-lateral:

SAGITAL: Anteroposterior;

TRANSVERSAL : Latero-lateral:

LONGITUDINAL OU

CRÂNIO-CAUDAL

GM Ramos

ANATOMIA

Sagital Mediano: divide o corpo em duas partes (direito e esquerdo) semelhantes e exatamente ao meio;

Sagital Paramediano: divide o corpo em duas partes (direito e esquerdo) desde que não seja exatamente ao meio;

Sagital Paramediano: divide o corpo em duas partes (direito e esquerdo) desde que não seja exatamente

GM Ramos

ANATOMIA

Frontal ou coronal:

divide o corpo em duas partes (anterior ou posterior

independente da

posição;

Transversal: divide o

corpo em duas partes

(superior ou inferior) independente do corte.

da posição; • Transversal: divide o corpo em duas partes (superior ou inferior) independente do corte.

GM Ramos

ANATOMIA

Além dessa divisão para identificar as

partes do corpo humano, são

definidos:

Planos anatômicos

Plano mediano

- direito e esquerdo

Plano transversal

- superior e inferior

Plano frontal

- anterior (ventral) e posterior (dorsal)

GM Ramos

Plano transversal • - superior e inferior • Plano frontal • - anterior (ventral) e posterior

COLUNA VERTEBRAL

COLUNA VERTEBRAL Coluna cervical (pescoço): composta de 07 vértebras; Coluna torácica (parte superior do dorso):

Coluna cervical (pescoço): composta de 07 vértebras;

Coluna torácica (parte superior do dorso):

composta de 12 vértebras;

Coluna lombar (parte inferior do dorso):

composta de 05 vértebras;

Coluna sacral (parte da pelve): composta de 04 vértebras.

Coluna coccígea (cóccix ou cauda): composta

de 04 vértebras.

GM Ramos

TORAX

TORAX ANTERIOR POSTERIOR GM Ramos

ANTERIOR

POSTERIOR

GM Ramos

ABDÔMEN

• O Abdômen é a

segunda maior cavidade do corpo humano.

• Contêm os principais órgãos do sistema digestivo.

• Divisão em quadrantes.

cavidade do corpo humano. • Contêm os principais órgãos do sistema digestivo. • Divisão em quadrantes.

GM Ramos

QUADRANTES ABDOMINAIS (ÓRGÃOS)

QSD Maior parte do fígado, vesícula biliar, parte do intestino delgado, parte do intestino grosso, parte do pâncreas, parte do estômago.

intestino grosso, parte do pâncreas, parte do estômago . QSE Baço, maior parte do estômago, parte

QSE Baço, maior parte do estômago, parte do intestino grosso, parte do intestino

delgado, parte do pâncreas,

parte do fígado.

QID Apêndice, parte do intestino delgado, parte do intestino grosso, parte do ovário (mulher).

QIE Parte do intestino grosso, parte do intestino delgado, parte do ovário (mulher).

GM Ramos

MEMBROS INFERIORES E SUPERIORES

MEMBROS INFERIORES E SUPERIORES PELVE MEMBROS INFERIORIORES MMII GM Ramos MEMBROS SUPERIORES MMSS

PELVE

MEMBROS INFERIORES E SUPERIORES PELVE MEMBROS INFERIORIORES MMII GM Ramos MEMBROS SUPERIORES MMSS

MEMBROS

INFERIORIORES

MMII

GM Ramos

MEMBROS INFERIORES E SUPERIORES PELVE MEMBROS INFERIORIORES MMII GM Ramos MEMBROS SUPERIORES MMSS

MEMBROS

SUPERIORES

MMSS

FISIOLOGIA

Estudo das funções dos órgãos e estruturas

do corpo humano.

GM Ramos
GM Ramos

TIPOS DE MÚSCULOS

Músculo esqueléticos (voluntários):

Estão ligados aos ossos do esqueleto.

Músculos lisos (involuntários):

Responsável pela função muscular automática

de alguns órgãos.

Músculo Cardíaco:

Músculo involuntário;

Possui suprimento de sangue e sistema elétrico

próprios; Tolera interrupções no suprimento de sangue por um pequeno período de tempo.

GM Ramos

TIPOS DE MÚSCULOS

TIPOS DE MÚSCULOS GM Ramos

GM Ramos

AVALIAÇÃO INICIAL DO CENÁRIO

Equipamento de Proteção Individual

Segurança na Cena

Mecanismo de Injúria / Natureza da Doença

Número de Pacientes

Recursos Adicionais

Imobilizar Coluna Cervical

Injúria / Natureza da Doença • Número de Pacientes • Recursos Adicionais • Imobilizar Coluna Cervical

GM Ramos

AVALIAÇÃO INICIAL DO CENÁRIO

1º - Segurança própria

2º - Segurança da equipe e curiosos

3º - Segurança da vítima

Acionar outros serviços se necessário:

Bombeiros, SAMU, PM, Copel, etc.

GM Ramos

SEGURANÇA NA CENA:

Perigos Potenciais

• Tráfego na cena; • Substâncias instáveis; • Vazamento de combustível; • Materiais elétricos; •
• Tráfego na cena;
• Substâncias instáveis;
• Vazamento de
combustível;
• Materiais elétricos;
• Potencial de violência;
• Fogo ou fumaça;
• Outros perigos em cenas de batida ou resgate; • Cenas de crime.
• Outros perigos em
cenas de batida ou
resgate;
• Cenas de crime.

GM Ramos

MECANISMO DE INJÚRIA

Confirmar tipo de acidente (trânsito, queda, FAF,

FAB);

Verificar variantes (tipo de colisão, altura, calibre

da arma);

Quantidade de força;

Tempo de duração;

Área do corpo atingido.

GM Ramos

NATUREZA DO TRAUMA/DOENÇA

Procurar por explicações para determinar a

natureza do trauma/doença.

Muitas vezes descrita pela queixa principal

do paciente

Pegar informações do paciente e das pessoas na cena

Observar a cena.

queixa principal do paciente • Pegar informações do paciente e das pessoas na cena • Observar

GM Ramos

NÚMERO DE VÍTIMAS

Verificar quantidade de vítimas

Por princípio sempre solicitar uma ambulância para cada vítima ( conforme protocolo).

Mais de 05 vítimas Protocolo de AMUVI

uma ambulância para cada vítima ( conforme protocolo). • Mais de 05 vítimas – Protocolo de

GM Ramos

RECURSOS ADICIONAIS

Considerar apoio para:

Segurança na cena. Retirar vítima de local

de difícil acesso (altura,

espaço confinado, entrincheirado, preso a

ferragens).

– Retirar vítima de local de difícil acesso (altura, espaço confinado, entrincheirado, preso a ferragens). GM

GM Ramos

ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA

ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA • Apresente-se . • Pergunte o nome da vítima. • Obtenha consentimento. •

Apresente-se.

Pergunte o nome da vítima.

Obtenha consentimento.

Imobilize a coluna cervical (Trauma).

. • Pergunte o nome da vítima. • Obtenha consentimento. • Imobilize a coluna cervical (Trauma).

GM Ramos

ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA

Não mover a vítima da sua posição inicial,

exceto:

Risco de explosão, incêndio, choque elétrico,

etc.;

Temperaturas extremas; Risco de novos acidentes;

Risco de desabamento, inundação, etc.

GM Ramos

ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA

Realizada em menos de 30 segundos.

Identificar prioridades da vítima que necessitem suporte básico de vida imediato.

Repassar a central e solicitar suporte avançado

de vida se necessário.

O tempo é nosso maior inimigo.

Repassar a central e solicitar suporte avançado de vida se necessário. • O tempo é nosso

GM Ramos

ABORDAGEM PRIMÁRIA RÁPIDA

Faça um panorama geral.

Cheque o nível de consciência.

Cheque a respiração.

Cheque a circulação e as principais lesões.

Identifique a prioridade do paciente.

GM Ramos

NÍVEL DE CONSCIÊNCIA

Responsividade

Como o paciente responde a um estímulo

externo.

Orientação

Estado mental e

habilidade de pensar.

GM Ramos

Como o paciente responde a um estímulo externo. • Orientação  Estado mental e habilidade de

RESPIRAÇÃO E CIRCULAÇÃO

Vítima responde respira

Não responde verificar respiração Controle de VVAA respiração artificial

Acionar SAV (médico)

Checar sinais de circulação Presente checar principais lesões

Ausente ou alterado - SAV

GM Ramos

PRIMEIROS SOCORROS

AULA 2
AULA 2

GM Ramos

ABORDAGEM PRIMARIA COMPLETA

Etapas

A (Airway) Vias Aéreas

B (Breathing) Respiração

C (Circulation) Circulação e hemorragias

D (Disability) Estado neurológico

E (Exposure) Exposição da vítima

GM Ramos

A VIAS AÉREAS E

CONTROLE CERVICAL

Realizando o controle cervical, pergunte como

está a vítima.

Vítima responde VVAA permeáveis e respira

“A” e “B” resolvidos

Não responde Verificar VVAA e desobstruir se for o caso (queda da língua, vômito, sangue ,

corpo estranho).

• Não passar para “B” enquanto não resolver o “A”.

GM Ramos

CHECANDO AS VIAS AÉREAS

Procure por sinais de comprometimento das

vias aéreas:

Dispneia (falta de ar) entre duas e três

palavras;

Uso de músculos assessórios;

Escorrimento nasal e uso de músculos

assessórios em crianças;

Respiração anormal.

GM Ramos

SINAIS DE OBSTRUÇÃO DE VVAA

EM INCONSCIENTES

Trauma óbvio, sangue ou outra obstrução

Sons ao respirar como bolhas, grunhidos ou qualquer outro som anormal

Respiração extremamente baixa ou ausente.

GM Ramos
GM Ramos

ABRINDO AS VIAS AÉREAS

Manobra de tração da mandíbula.

ABRINDO AS VIAS AÉREAS • Manobra de tração da mandíbula. GM Ramos

GM Ramos

ABRINDO AS VIAS AÉREAS

Manobra de hiperextensão do pescoço

Realizar em vítima de trauma quando a tração é ineficiente.

• Manobra de hiperextensão do pescoço – Realizar em vítima de trauma quando a tração é

GM Ramos

MANOBRA DE HEIMLICH

• Também conhecida como “compressões

abdominais”. Destinada às obstruções causadas por corpos estranhos sólidos. Em crianças e adultos é realizada no epigástrio. Em gestantes

e lactentes, essa manobra é realizada no tórax, sobre o esterno, sendo entre os seios na gestante e na linha mamilar com os dedos

indicador e médio nos lactentes.

GM Ramos

MANOBRA DE HEIMLICH

MANOBRA DE HEIMLICH GM Ramos
MANOBRA DE HEIMLICH GM Ramos

GM Ramos

B - RESPIRAÇÃO

Abra as vias aéreas.

Ver

Ouvir

Sentir

B - RESPIRAÇÃO • Abra as vias aéreas. – Ver – Ouvir – Sentir GM Ramos

GM Ramos

B - RESPIRAÇÃO

B - RESPIRAÇÃO • Checando a respiração: – Asfixia; – Taxa; – Profundidade; – Cianose (

Checando a respiração:

Asfixia;

Taxa;

Profundidade;

Cianose ( coloração azul- arroxeada da pele);

Sons pulmonares;

Movimentos do diafragma.

GM Ramos

B - RESPIRAÇÃO

Vítima fala – “B” resolvido

Não fala e não respira reavaliar VVAA Preparar para respiração artificial.

Acionar SAV (médico)

Dificuldade em respirar reavaliar VVAA Administrar O

Acionar SAV (médico)

GM Ramos

C CIRCULAÇÃO E

CONTROLE DE HEMORRAGIAS

C – CIRCULAÇÃO E CONTROLE DE HEMORRAGIAS • Checando o pulso da vítima: – Consciente –

Checando o pulso da vítima:

Consciente pulso radial

Inconsciente pulso carotídeo

Presença

Taxa

Ritmo

Força

– pulso radial – Inconsciente – pulso carotídeo • Presença – Taxa – Ritmo – Força
– pulso radial – Inconsciente – pulso carotídeo • Presença – Taxa – Ritmo – Força

GM Ramos

C CIRCULAÇÃO E

CONTROLE DE HEMORRAGIAS

Valores normais do pulso Adulto 60 a 100 pulsações por minuto (bpm)

Criança 70 a 110 pulsações por minuto (bpm)

Lactente 120 a 160 pulsações por minuto (bpm)

por minuto (bpm) Lactente 120 a 160 pulsações por minuto (bpm) C A R O T

CAROTÍDEO

por minuto (bpm) Lactente 120 a 160 pulsações por minuto (bpm) C A R O T

BRAQUIAL

GM Ramos

por minuto (bpm) Lactente 120 a 160 pulsações por minuto (bpm) C A R O T

FEMORAL

C CIRCULAÇÃO E

CONTROLE DE HEMORRAGIAS

C – CIRCULAÇÃO E CONTROLE DE HEMORRAGIAS • Checando perfusão: – Cor – Temperatura – Condição

Checando perfusão:

Cor

Temperatura

Condição da pele

Enchimento capilar - Perfusão

GM Ramos

C CIRCULAÇÃO E

CONTROLE DE HEMORRAGIAS

Procurar por sangue no chão e/ou roupa.

Controlando a hemorragia

Pressão direta

Elevação

Pressão em pontos específicos

Pelo mecanismo de injúria suspeitar de hemorragia interna quando perfusão baixa.

GM Ramos

C CIRCULAÇÃO E

CONTROLE DE HEMORRAGIAS

Circulação e controle de hemorragias normais

– Ir para passo “D”

Alteração de circulação:

Choque hipovolêmico

Sem sangue aparente hemorragia interna Acionar SAV (médico)

Ausência de circulação (não há pulso)

Massagem cardíaca.

GM Ramos

D ESTADO NEUROLÓGICO

Avaliar funcionamento do

sistema nervoso:

Nível de Consciência

Reação das Pupilas

GM Ramos

NEUROLÓGICO • Avaliar funcionamento do sistema nervoso: – Nível de Consciência – Reação das Pupilas GM

NÍVEL DE CONSCIÊNCIA

A Alerta abertura ocular espontânea

V Responde a estímulo Verbal

D Responde a Dor

I Inconsciência não responde aos estímulos

GM Ramos
GM Ramos

REAÇÕES DAS PUPILAS

1) Fixa, sem reação a

luz;

2) Dilata com a luz e

contrai sem luz;

3) Reação lenta; 4) Aberturas desiguais.

1) Fixa, sem reação a luz; 2) Dilata com a luz e contrai sem luz; 3)

GM Ramos

REAÇÕES DAS PUPILAS

O problema não é a posição final da pupila e sim a ausência de sua reatividade.

Midríase: pode ser indicativo de hipóxia cerebral, edema intracraniano, hipovolemia, TCE.

Miose: pode indicar envenenamento, intoxicação

(comum após uso de drogas).

Anisocórica: geralmente indica edema intracraniano por TCE, sendo que o edema

nesses casos localiza-se do lado da midríase.

Utiliza-se uma lanterna clínica para avaliação e independe do estado de consciência da vítima.

GM Ramos

REAÇÕES DAS PUPILAS

MIOSE:
MIOSE:

Pupila contraída.

MIDRIASE :

Pupila dilatada.

ANISOCÓRICA:

Pupilas desiguais.

GM Ramos

PARADA CARDIORESPIRATÓRIA

02 Tipos: parada respiratória e parada

cardíaca;

Parada respiratória (OVACE, afogamento,

trauma, etc.);

Parada cardíaca (IAM, trauma direto no coração e drogas);

80% das paradas cardiopulmonares são por

parada cardíaca súbita PCS.

GM Ramos

RCP • A VÍTIMA NÃO RESPONDE: - Acionar o serviço médico; - Iniciar RCP (30:2).

RCP

A VÍTIMA NÃO

RESPONDE:

- Acionar o serviço

médico;

- Iniciar RCP (30:2).

GM Ramos

RCP

As novas diretrizes (2012) encorajam RCP somente com compressões torácicas para o

leigo que testemunha uma parada cardíaca

súbita. RCP é mais fácil de ser executada por indivíduos não treinados e pode ser facilmente

instruída por telefone pelo atendente do Serviço

Médico de Emergência (SME).

pelo atendente do Serviço Médico de Emergência (SME). As novas Diretrizes da AHA ( American Heart

As novas Diretrizes da AHA (American Heart Association),

recomendam que exista uma alteração no processo A-B-C (via aérea, respiração e compressões torácicas) para C-A-B (compressões torácicas, via aérea e respiração) em procedimentos de Suporte Básico de Vida (SBV) em adultos,

crianças e bebes (excluindo-se recém-nascidos).

GM Ramos

RCP

A sequencia para atendimento recomendada para um

socorrista que atua sozinho foi modificada. Agora a

recomendação é que ele inicie as compressões torácicas antes da ventilação de resgate.

Não houve alteração na recomendação referente à relação

compressão-ventilação de 30:2 para um único socorrista de

adultos, crianças e bebês (excluindo-se recém-nascidos). Profundidade de compressão mínima de 5 cm em adultos

- Retorno total do tórax após cada compressão

- Minimização das interrupções nas compressões torácicas

- Evitar excesso de ventilação

GM Ramos

INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO

IAM

Doenças cardíacas são a 1ª causa de morte no Brasil e

Doenças cardíacas são a 1ª causa de morte no Brasil e no mundo; • IAM é

no mundo;

IAM é a principal causa de parada cardíaca súbita;

Em algum momento da

parada o coração apresenta fibrilação

ventricular FV;

GM Ramos

Como Reverter o Quadro?

A FV só é revertida com desfibrilação;

• RCP garante a oxigenação até a chegada de um DEA;

• Somente 6,4% sobrevivem a uma PCS fora do

hospital;

• Programas para leigos aumentam de 49% a

74% a taxa de sobrevivência.

GM Ramos

DESFRIBILAÇÃO

Funciona em Fibrilação Ventricular ou

Taquicardia Ventricular;

• Uso imediato em Parada Cardíaca Súbita com

até 5 minutos;

Uso após 5 ciclos/2 min. de RCP quando em Parada respiratória ou mais de 4 a 5 minutos de

PCS;

Após aplicação de 1 choque iniciar RCP c/ compressões.

GM Ramos

DEA - DESFIBRILAÇÃO AUTOMÁTICA

EXTERNA

Recomenda-se o uso do DEA após 5 ciclos de RCP;

Não usar DEA em crianças abaixo de 1 ano;

O uso imediato do DEA só pode ser executado

quando presenciado a PCR.

GM Ramos

DEA - DESFIBRILAÇÃO AUTOMÁTICA

EXTERNA

DEA - DESFIBRILAÇÃO AUTOMÁTICA EXTERNA GM Ramos
DEA - DESFIBRILAÇÃO AUTOMÁTICA EXTERNA GM Ramos

GM Ramos

DEA - DESFIBRILAÇÃO AUTOMÁTICA EXTERNA GM Ramos

ESTADO DE CHOQUE

• Muitos ferimentos envolvem algum grau de choque. O choque ocorre quando o sistema circulatório
• Muitos
ferimentos
envolvem
algum
grau
de
choque.
O choque ocorre quando o sistema circulatório
falha em mandar sangue para as diversas
partes do corpo.
TIPOS DE CHOQUES:
Hipovolêmico, cardiogênico, neurogênico,
anafilático e séptico.

GM Ramos

CHOQUE HIPOVOLÊMICO

• O choque hipovolêmico resulta da perda de líquidos e fluídos corporais, quando relacionado com
• O choque hipovolêmico resulta da perda de
líquidos e fluídos corporais, quando relacionado
com perda de sangue, é conhecido como
Choque Hemorrágico.
líquidos e fluídos corporais, quando relacionado com perda de sangue, é conhecido como Choque Hemorrágico. GM

GM Ramos

SINAIS E SINTOMAS

• Respiração e pulso rápido; • Palidez ou pele azulada; • Lentidão no repreenchimento capilar;
• Respiração e pulso rápido;
• Palidez ou pele azulada;
• Lentidão no repreenchimento capilar;
• Pele úmida e fria;
• Transpiração forte;
• Pupilas dilatadas;
• Olhos escuros e fundos;
• Ânsia, vômito e náusea;
• Frio intenso;
• Perda da consciência em choque profundo.

GM Ramos

TRATAMENTO

Estancar o sangramento;

Aquecer a vítima;

Manter a vítima calma;

Não permitir que a vítima adormeça.

a vítima calma; • Não permitir que a vítima adormeça.  Socorristas podem prevenir o estado

Socorristas podem prevenir o estado de

choque, mas não podem revertê-lo.

GM Ramos

CHOQUE ANAFILÁTICO

É uma Reação Alérgica grave e potencialmente fatal.

Os sintomas são causados pela ação das células de defesa e pela grande liberação de uma substância

chamada histamina.

• Este processo ocorre em questão de minutos ou em segundos, causando inclusive a morte
Este processo ocorre em questão de minutos ou em
segundos, causando inclusive a morte de vítima, caso
ela não seja assistida imediatamente.

Uma das causas mais comuns de morte por cheque anafilático, e que representa 24% do total, é a insuficiência de circulação de sangue no corpo devido a obstrução dos vasos sanguíneos.

do total, é a insuficiência de circulação de sangue no corpo devido a obstrução dos vasos
do total, é a insuficiência de circulação de sangue no corpo devido a obstrução dos vasos

GM Ramos

SINAIS E SINTOMAS

• Tosse e espirros; • Dificuldade para respirar; • Aperto e inchaço na garganta; •
• Tosse e espirros;
• Dificuldade para respirar;
• Aperto e inchaço na garganta;
• Aperto no peito;
• Coceira, queimação, empolação,
erupção severa ou vermelhidão;
• Face, pálpebras, língua e boca

inchadas; Tontura, náusea e vômito; Cãibras abdominais.

• Face, pálpebras, língua e boca inchadas; Tontura, náusea e vômito; Cãibras abdominais. • • GM
• •

GM Ramos

PRIMEIROS SOCORROS

AULA 3
AULA 3

GM Ramos

HEMORRAGIAS EXTERNAS

• Nesse tipo de hemorragia o sangue que sai dos vasos pode ser visto. Na
• Nesse tipo de hemorragia o sangue que sai dos
vasos pode ser visto. Na maioria dos casos as
hemorragias podem ser interrompidas em 5-10
minutos com aplicação dos procedimentos
corretos de primeiros socorros.
ARTERIAL
CAPILAR
em 5-10 minutos com aplicação dos procedimentos corretos de primeiros socorros. ARTERIAL CAPILAR VENOSO GM Ramos

VENOSO

GM Ramos

1)

2)

3)

4)

5)

TRATAMENTO

1) 2) 3) 4) 5) TRATAMENTO Verificar vias aéreas abertas e respiração adequada. Pressão direta (aplicar

Verificar vias aéreas

abertas e respiração

adequada. Pressão direta (aplicar um pano para fazer pressão).

Aplique pressão com os

dedos ou a mão protegidos por luva.

Elevar a extremidade que

sangra também para

sangramento venoso. Use tanto pressão direta quanto dos pontos de pressão.

GM Ramos

HEMORRAGIAS INTERNAS

• Ocorre sem que a pele seja rompida e portanto o sangue que sai não
• Ocorre sem que a pele seja rompida e portanto
o sangue que sai não pode ser visto.
HEMORRAGIAS INTERNAS • Ocorre sem que a pele seja rompida e portanto o sangue que sai

GM Ramos

SINAIS E SINTOMAS

• Sangue pela boca (junto com o vômito ou saliva), nas fezes e na urina;
• Sangue pela boca (junto com o vômito ou
saliva), nas fezes e na urina;
Sangue pela vagina ou ânus;
Pulso rápido;
Frio e pele úmida;
Pupilas dilatadas;
Vômito e náuseas;
Costelas fraturadas ou afundamento no peito.

GM Ramos

FRATURAS

Há dois tipos de fratura:

Fechada, quando o osso se quebra mas a pele não é perfurada;

Aberta, quando o osso está quebrado e a pele é rompida.

o osso se quebra mas a pele não é perfurada; • Aberta, quando o osso está
o osso se quebra mas a pele não é perfurada; • Aberta, quando o osso está

GM Ramos

SINTOMAS

Dor intensa e impossibilidade de movimentar a

região são os principais sinais de fratura.

Sangramento nos casos de aberta(exposta).

de movimentar a região são os principais sinais de fratura. • Sangramento nos casos de aberta(exposta).

GM Ramos

TRATAMENTO • Manter a área fraturada IMOBILIZADA até a chegada do resgate.
TRATAMENTO
• Manter a área fraturada
IMOBILIZADA até a chegada do
resgate.

GM Ramos

FERIMENTOS - FAB

Ferimentos por FAB ou perfuro cortantes.

JAMAIS REMOVER O OBJETO.

Em casos de exposição de órgãos não toque

nem tente recolocalos.

 JAMAIS REMOVER O OBJETO.  Em casos de exposição de órgãos não toque nem tente

GM Ramos

 JAMAIS REMOVER O OBJETO.  Em casos de exposição de órgãos não toque nem tente

FERIMENTOS - FAF

FERIMENTOS - FAF Ferimentos por Armas de Fogo. •  Controlar a hemorragia. GM Ramos

Ferimentos por Armas de Fogo.

Controlar a hemorragia.

GM Ramos

QUEIMADURAS

• Queimadura é a lesão causada por ação de calor ou de outras radiações sobre
• Queimadura é a lesão causada por ação de
calor ou de outras radiações sobre o
organismo. As queimaduras, além de
provocarem intensa dor local, podem causar
choque e levar a vítima à morte, dependendo
do estado e da extensão da área atingida.
GM Ramos

QUEIMADURAS

Os seguintes agentes podem causar queimaduras: • Líquidos ferventes, contato direto com chama, sólidos
Os seguintes agentes podem causar
queimaduras:
• Líquidos ferventes, contato direto com chama,
sólidos superaquecidos ou incandescentes,
vapores quentes, substâncias químicas,
radiações infravermelhas e ultravioletas
naturais, emanações radiativas e eletricidade.
• QUEDAS COM MOTOS.

GM Ramos

CLASSIFICAÇÃO

As queimaduras externas podem ser

superficiais, quando atingem apenas camadas da superfície da pele, ou profundas, quando há destruição da pele na área atingida.

A classificação das queimaduras em graus é uma classificação prática, que indica apenas a

profundidade da lesão.

Queimaduras de todos os graus podem apresentar-se no mesmo paciente.

GM Ramos

CLASSIFICAÇÃO

1º GRAU:

Caracteriza a lesão superficial da pele, sem

formação de bolhas. Forma-se somente

eritema, isto é, vermelhidão. A dor é suportável. E o caso das queimaduras causadas pelos

raios solares e por radioatividade.

GM Ramos
GM Ramos

CLASSIFICAÇÃO

• 2º GRAU: Caracteriza a lesão das camadas mais profundas da pele, com formação de
• 2º GRAU:
Caracteriza a lesão das camadas mais
profundas da pele, com formação de flictenas
(bolhas). Por vezes extensas, por
desprendimento das camadas superficiais.
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CLASSIFICAÇÃO

• 3 º GRAU: Neste nível, as lesões atingem todas as camadas da pele, tecido
• 3 º GRAU:
Neste nível, as lesões atingem todas as
camadas da pele, tecido celular subcutâneos,
em certos casos, os músculos profundos,
podendo chegar à carbonização da área
atingida.
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TRATAMENTO

Nos casos de 1º e 2º graus colocar a área atingida debaixo de água corrente (fria) para resfriar e diminuir a dor.

Lembre-se jamais fure as bolhas.

atingida debaixo de água corrente (fria) para resfriar e diminuir a dor. • Lembre-se jamais fure

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TRATAMENTO

TRATAMENTO • Em queimaduras de 3º grau: • É preciso resfriar o local. Faça isso com

Em queimaduras de 3º grau:

É preciso resfriar o local. Faça isso com compressas úmidas;

Se a queimadura tiver atingido grande parte do corpo, tenha o cuidado de manter a vítima aquecida;

Não ofereça medicamentos, alimentos ou água,

pois a vítima pode precisar tomar anestesia e,

para isso deve estar em jejum.

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• É PROIBIDO passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no

É PROIBIDO

passar gelo, manteiga ou qualquer coisa que não seja água fria no local, em qualquer caso.

O QUE NÃO SE DEVE FAZER

Passar CREME DENTAL, pomadas, ovo,

manteiga, óleo de cozinha;

CREME DENTAL , pomadas, ovo, manteiga, óleo de cozinha; • Furar as bolhas; • Retirar a

Furar as bolhas;

Retirar a pele morta;

Arrancar a roupa grudada na área queimada;

Apertar o ferimento.

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CHOQUE ELÉTRICO

O pior choque é aquele que se origina quando

uma corrente elétrica entra pela mão da pessoa e sai pela outra.

Nesse caso, atravessando o tórax, ela tem grande chance de afetar o coração e a respiração.

pela outra. • Nesse caso, atravessando o tórax, ela tem grande chance de afetar o coração

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SINTOMAS

IMPORTANTE:

Inibição dos centros nervosos, inclusive dos que

comandam a respiração produzindo parada respiratória;

Alteração no ritmo cardíaco, podendo produzir fibrilação ventricular e uma consequente parada

cardíaca;

Queimaduras profundas, produzindo necrose do tecido;

Alterações no sangue provocadas por efeitos térmicos

e eletrolíticos da corrente elétrica;

Perturbação no sistema nervoso;

Morte.

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TRATAMENTO

Desligar o sistema elétrico;

Não tocar no acidentado em hipótese alguma enquanto ele estiver submetido a choque elétrico, se tocar, estará se submetendo aos mesmos efeitos do choque que ele;

Acionar o resgate.

a choque elétrico, se tocar, estará se submetendo aos mesmos efeitos do choque que ele; •
a choque elétrico, se tocar, estará se submetendo aos mesmos efeitos do choque que ele; •

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PRIMEIROS SOCORROS

AULA 4
AULA 4

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EMERGÊNCIAS CLINICAS

VÍTIMA CLÍNICA: apresenta sinais e sintomas

de disfunções com natureza fisiológica, como doenças, surtos psicóticos, etc.

1. Perguntar se alguém conhece o histórico

clínico da vítima;

2. Podemos verificar a bolsa ou carteira da vítima procurando por remédios ou receitas, mas atenção para esta abordagem, chamar uma

ou mais pessoas para acompanhar e

testemunhar a busca, verificar celular ligando para alguém e para levantar se a vítima possui histórico clinico.

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CRISE CONVULSIVA

CRISE CONVULSIVA • CAUSAS COMUNS: • Falta de alimentação; • Estresse; • Epilepsia; • Trauma

CAUSAS COMUNS:

Falta de alimentação;

Estresse;

Epilepsia;

Trauma crânio-encefálico;

Intoxicação por drogas;

Hipertermia (febre alta) em crianças;

Acidente vascular cerebral (derrame);

Abstinência alcoólica.

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TRATAMENTO

Afastar os objetos próximos para que a vítima não se machuque (batendo contra eles).

Não impeça os movimentos convulsivos, apenas

posicione-se de joelhos atrás da cabeça da vítima

e segure-a, a fim de evitar traumatismos.

Posicione a vítima lateralmente para que ela não

aspire vômitos e outras secreções para os

pulmões.

Quando os espasmos desaparecerem, acomode a

vítima confortavelmente e certifique-se de que ela

está respirando.

Durante a crise, não use de força para conter a vítima, nem ponha nada em sua boca.

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ENVENENAMENTO e INTOXICAÇÕES

As intoxicações e envenenamentos são causados

por ingestão, aspiração ou introdução no organismo de substâncias tóxicas. A depender da ocorrência, o indivíduo pode morrer ou ter sérias

complicações se não for socorrido em tempo.

Alguns produtos que podem causar intoxicações são substâncias químicas utilizadas em limpeza doméstica e de laboratório; venenos utilizados no ambiente da casa, como raticidas; entorpecentes e medicamentos em geral; além de alimentos deteriorados; e gases tóxicos.

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TRATAMENTO

Leve a vítima para um local arejado. Afrouxe a

roupa. Pergunte à vítima o que aconteceu.

Se a intoxicação for na pele, lave bastante o local afetado com água corrente.

E se a intoxicação for por ingestão, não

provoque vômito, nem ofereça nada para beber (nem água).

Encaminhe a vítima com urgência para um

serviço médico de emergência e sempre que

possível leve com você restos da substância, embalagens, recipientes que possam ter causado o problema.

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BIOSEGURANÇA

• As doenças transmissíveis pelo sangue são caracterizadas pela presença de micro- organismos que podem
• As doenças transmissíveis pelo
sangue são caracterizadas
pela presença de micro-
organismos que podem estar
presentes em seres humanos.
Dessas doenças, duas são
significativamente
preocupantes: Hepatite B
(HBV) e a AIDS (HIV).

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PROCEDIMENTOS

1) Use luvas de látex para evitar contato direto com o sangue ou fluídos corporais
1) Use luvas de látex para evitar contato direto
com o sangue ou fluídos corporais da vítima;
2) Se não houver disponibilidade de conseguir
luvas de látex, pode-se utilizar sacos
plásticos;
3) Mantenha os cortes abertos cobertos com
bandagem, tecidos ou plásticos evitando
contato com o sangue da vítima;
4) Aplique a respiração boca a boca, utilizando
proteção para evitar o contato direto com a
boca da vítima. Jamais realize a ventilação
sem proteção.

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PROCEDIMENTOS

Caso o socorrista tenha sido exposto ao sangue e fluídos deve: 1) Lavar imediatamente o
Caso o socorrista tenha sido exposto ao sangue
e fluídos deve:
1) Lavar imediatamente o local com água
corrente e sabão, enxaguando
vigorosamente a região;
2) Comunicar o incidente imediatamente à
autoridade sanitária de sua região;
3) Procurar atendimento médico especializado.

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MOVIMENTAÇÃO, REMOÇÃO E

TRANSPORTE DAS VÍTIMAS

Como regra básica, não se deve mover uma vítima do local do acidente até que
Como regra básica, não se deve mover uma vítima
do local do acidente até que todo o processo de
remoção tenha sido devidamente organizado.
No entanto a remoção deverá ser feita se:
• Houver perigo de incêndio;
• Houver materiais perigosos ou explosivos;
• O local do acidente oferecer perigo à vítima ou ao
socorrista;
• A ambulância não puder chegar ao local.

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 Acidentes ocorrem a qualquer hora, em qualquer lugar e com qualquer pessoa, inclusive com

Acidentes ocorrem a qualquer

 Acidentes ocorrem a qualquer hora, em qualquer lugar e com qualquer pessoa, inclusive com você.

hora, em qualquer lugar e com qualquer pessoa, inclusive com você.

Devemos estar preparados

para enfrentá-los, e da melhor

maneira possível.

GM Ramos

Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos

Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para cuidar. Por que amamos as coisas e usamos as

pessoas?

Bob Marley

Email: ramostecnico@hotmail.com

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