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APONTAMENTOS DE

SISTEMAS OPERATIVOS COMPLEMENTARES

APONTAMENTOS DE SISTEMAS OPERATIVOS COMPLEMENTARES Instalação e Operação de Sistemas Informáticos Operador/a de

Instalação e Operação de Sistemas Informáticos

Operador/a de Informática - Nível II

Informáticos Operador/a de Informática - Nível II União de Sindicatos do Distrito de Castelo Branco. Avenida
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União de Sindicatos do Distrito de Castelo Branco. Avenida General Humberto Delgado, nº 77, 2º esquerdo, 6000 Castelo Branco

Curso EFA: Instalação e Operação de Sistemas Informáticos (Nível II)

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ANTIVÍRUS

Os vírus representam um dos maiores problemas para os utilizadores de computadores. Um vírus é um pequeno programa criado com a finalidade de causar sérios danos. Ao ser activado, executa instruções 1 prejudiciais ao Sistema Operativo. Recebe o nome vírus porque possui a característica de se multiplicar facilmente, assim como ocorre com os vírus reais (Biologia). O vírus dissemina-se ou age por meio de falhas de determinados software, espalhando-se como numa infecção. Estes ficheiros nocivos ao sistema estão muitas vezes mascarados, tornando difícil detectá-los ou evitar que sejam executados. Quando são executados, podem fornecer instruções que possibilitem que, por exemplo, certos dados sejam eliminados definitivamente do computador, alteração da configuração do sistema operativo, modificação do normal funcionamento ou a destruição total do sistema operativo. A maioria dos vírus tem como primeira instrução a propagação para outros computadores. Existem milhões de vírus conhecidos e todos os dias novos vírus são criados e disseminados pelos computadores. A galopante transferência de dados que a Internet permite possibilitou o meio ideal para estes vírus se “propagarem”. Por exemplo, através de dados recebidos no e-mail (quando o utilizador executa o ficheiro que está em anexo) ou no normal acesso a dados na World Wide Web. Os arquivos que comportam as extensões seguintes são mais susceptíveis de estarem infectados : .exe, .com, .bat, .pif, .vbs, .scr, .doc, .xls, .msi, .eml Quando abre e executa um programa infectado”, pode não reparar que acabou de o executar, embora o seu computador pode tornar-se mais lento, parar de reagir ou desligar-se e reiniciar constantemente. Por vezes, um vírus ataca os ficheiros de que necessita para iniciar o computador. Neste caso, depois de premir o botão para ligar o computador, o que acontece é que o computador nunca chega a

1 Uma série de direcções básicas, expressas em código, que dizem ao CPU como executar as operações.

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arrancar. Todos estes sintomas são sinais típicos de um computador infectado, embora possam também ser provocados por problemas de equipamento, ou software, não relacionados com vírus.

Além dos vírus, existem outros perigos:

a) Worms (vermes): têm a particularidade de se reproduzir e propagarem-se

rapidamente pelas redes de computadores. Por exemplo, capturam endereços de e-

mail e assim têm a direcção de propagação. É uma subclasse de vírus. b) Trojans (Cavalo de tróia, por analogia cerco da cidade de Tróia pelos

Gregos): é um programa escondido noutro, que executa comandos dissimulados, seja

o roubar uma senha, copiar dados, ou dar acesso ao computador por um utilizador

externo. É difícil detectar se um trojan está ou não a ser executado no computador.

Não se considera um trojan um vírus, uma vez que o objectivo primeiro não é

a reprodução e propagação. Mas um vírus pode comportar-se como um trojan, por

exemplo, ao permitir a ligação de utilizadores externos. O procedimento primeiro é activar uma firewall (parede de fogo), ou seja, um programa que filtra as

comunicações que entram e saem da sua máquina. Uma firewall permite ver as comunicações do computador.

c) Spyware (): é um software que recolhe informações pessoais sem o seu

conhecimento ou permissão, ou seja, analisam os sistemas operativos, monitorizam a actividade e enviam informações a outros computadores no ciberespaço. Pode tornar-se alvo de spyware se transferir música de programas de partilha de ficheiros, transferir jogos gratuitos de sites em que não confia, ou transferir outro software de origens desconhecidas.

Informática

especializam-se no desenvolvimento de software próprio para o diagnóstico de eventuais vírus que possam alojar-se no sistema operativo e danificá-lo.

Para

combater

este

problema,

certas

empresas

na

área

da

Este software é o Antivírus. A principal tarefa é o constante rastreio de todos os ficheiros e remoção de ficheiros eventualmente perigosos para o sistema. Uma

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particulariade é que sempre que se efectua uma ligação à Internet, o software actualiza automaticamente a base de dados com os novos vírus que vão surgindo e formas de actuar sobre eles e eliminá-los. Existem vários métodos de eliminar vírus:

- apagar o código que corresponde ao vírus no ficheiro infectado;

- eliminar definitivamente o ficheiro infectado;

- pôr em quarentena o ficheiro infectado, ou seja, colocá-lo numa directoria onde não pode ser executado.

Uma vez que a ligação à Internet é o PRINCIPAL meio de transferência de dados entre computadores, e dada a possibilidade de se encontrarem com facilidade dados “infectados”, esta versão do Antivírus disponibiliza definições e configurações próprias para a ligação à Internet (Rede) e para o acesso a conteúdos na World Wide

Web.

(Rede) e para o acesso a conteúdos na World Wide Web . Fig. 1: A janela

Fig. 1: A janela do software Antivírus Norton (versão Internet Security).

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Este Antivírus apresenta uma janela de configuração, na qual se destacam três secções principais (é aconselhável que todas as opções estejam activadas):

| Computador |: permite configurar a forma como pretende que o antivírus seja analisado para ver se tem vírus, ameaças de segurança em tempo real e outras ameaças desconhecidas. Pode ainda activar a configuração para obter actualizações regulares.

a configuração para obter actualizações regulares. Fig. 2: Caixa de diálogo de configuração das definições

Fig. 2: Caixa de diálogo de configuração das definições do computador

O utilizador deve por vezes executar a opção | analisar agora |, a qual executa a análise a todos os ficheiros e posterior mensagem de resultados, visualizar o | histórico |, ou seja, a lista de todos os ficheiros que o antivírus considerou serem perigosos para o computador e qual a gravidade de cada um, e a | quarentena |, que

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mostra a lista de todos os ficheiros que o antivírus considerou serem perigosos para o sistema, mas os colocou preventivamente numa directoria em que é impossível serem executados.

numa directoria em que é impossível serem executados. Fig. 3: Janela de execução da análise de

Fig. 3: Janela de execução da análise de ficheiros no Sistema Operativo.

| Rede |: monitoriza as actividades na Internet, e permite configurar protecções várias, como a recepção de ficheiros por e-mail ou mensagens instantâneas (através de um software como o Windows Messenger) e tentativas de instrusão e tráfego não autorizado.

| Web |: fornece uma protecção completa enquanto utiliza as informações na World Wide Web, nomeadamente em detectar vulnerabilidades do browser, protecção contra o download (guardar no computador) de ficheiros considerados pouco seguros, proteger os seus dados pessoais nas ligações à web (antiphishing).

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(Nível II) UFCD: Sistemas Operativos Complementares Fig. 4: Caixa de diálogo de configuração das definições

Fig. 4: Caixa de diálogo de configuração das definições da World Wide Web.

de configuração das definições da World Wide Web. União de Sindicatos do Distrito de Castelo Branco

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COMPACTADORES DE DADOS

Os compactadores de dados, tal como o nome indica, são software próprio com a função de diminuir o tamanho de um ou mais ficheiros. É possível compactar quase todo o tipo de ficheiros, como documentos de texto, imagens e vídeo (por exemplo, a uma imagem de 12 Megabyte é possível efectuar uma compressão, de modo que fique menos “pesada”).

uma compressão, de modo que fique menos “pesada”) . Estes software permitem que um ou mais

Estes software permitem que um ou mais ficheiros sejam agrupados num único ficheiro de arquivo (ficheiro resultante da compactação). Se quisermos posteriormente aceder aos ficheiros originais, há que efectuar a descompactação do ficheiro de arquivo.

Ao efectuarmos a compactação de ficheiros, são duas as vantagens:

- mais espaço livre no disco rígido, pois ao efectuar a compactação, o ficheiro resultante tem obviamente menor tamanho 2 , ou seja, um ficheiro “pesado” passa a ocupar menos espaço, podendo ser mais facilmente armazenado (quer no disco rígido, quer num qualquer suporte de amazenamento móvel, como pen USB e CD/DVD);

2 Deve eliminar os ficheiros originais, ou seja, os que foram compactados: o compactador ( software de aplicação) apenas cria um ficheiro de arquivo resultante, não efectua a eliminação do ficheiros alvo da compactação.

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- permite diminuir o tamanho de ficheiros ao serem transferidos pela Internet. Imagine que pretende enviar um e-mail: quanto menor seja o ficheiro, mais rápido é o envio. Outra vantagem é que num único ficheiro de arquivo colocado em anexo no campo de escrita do e-mail inclui todos os ficheiros que pretende enviar. Porém, é necessário que a pessoa que receberá o ficheiro de arquivo compactado no e-mail tenha um sofware de compactação/descompactação para aceder aos ficheiros originais. Eis alguns software de compactação e descompactação de dados disponíveis no mercado:

Software

Formatos (extensões)

Sítio na WWW

WinRar

.zip e .rar

http://www.rarlab.com

Winzip

.zip

http://www.winzip.com

Tab. 1: Alguns software de compactação de dados.

Os compactadores de dados possuem a opção de criar um arquivo "auto extract" (extracção automática). O arquivo compactado ficará com a extensão ".exe" em vez da extensão padrão do compactador (como .zip, .rar, .arj, .lzh ou .gz), podendo ser executado para efectuar a descompactação dos dados armazenados.

A

tabela

seguinte

mostra

a

comparação

entre

o

tamanho

de

ficheiros

compactados (formato .zip e .rar) e os ficheiros originais:

compactados (formato .zip e .rar) e os ficheiros originais: Tab. 2: Comparação de resultados de compactação
compactados (formato .zip e .rar) e os ficheiros originais: Tab. 2: Comparação de resultados de compactação
compactados (formato .zip e .rar) e os ficheiros originais: Tab. 2: Comparação de resultados de compactação

Tab. 2: Comparação de resultados de compactação entre formato .zip e .rar

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De seguida, analisa-se o software WinRar, pela versatibilidade e facilidade de utilização. Este software permite criar e gerenciar ficheiros a compactar e/ou descompactar.

criar e gerenciar ficheiros a compactar e/ou descompactar. Fig. 5: Janela de execução do WinRar: opções

Fig. 5: Janela de execução do WinRar: opções pricipais e área d escolha de ficheiros.

Ao seleccionar-se o ficheiro ou ficheiros a compactar, clique em | Adicionar |.

Aparecerá uma Caixa de diálogo (ver fgura seguinte). Pode atribuir o nome ao ficheiro de arquivo resultante, qual o formato de compressão (.rar ou .zip), o método de compressão (compressão lenta ou rápida / pior ou melhor compactação).

lenta ou rápida / pior ou melhor compactação). Fig. 6: Caixa de diálogo de configuração da

Fig. 6: Caixa de diálogo de configuração da compactação.

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WinRar tem a

particularidade de poder ser executado e compactar ficheiros, através da selecção do menu rápido de cada ficheiro ou conjunto de ficheiros, através da opção | Adicionar |.

Porém,

o

Fig. 7: Menu rápido do ficheiro e opções de compactação pelo software WinRar.

ao invés, pretender

descompactar um ficheiro (por exemplo, o ficheiro [que a figura seguinte mostra] Winrar.rar, seleccione a opção | Extrair para | e surgirá a caixa de diálogo onde se lhe é permitido escolher onde quer que os ficheiros a descompactar sejam guardados, ou a opção | Extrair arquivo | no menu rápido do ficheiro ou ficheiros a serem executados.

Se,

Fig.

8:

Menu

rápido

do

ficheiro de

arquivo

compactado

e

opção

de

descompactação.

Se, Fig. 8: Menu rápido do ficheiro de arquivo compactado e opção de descompactação.
Se, Fig. 8: Menu rápido do ficheiro de arquivo compactado e opção de descompactação.

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(Nível II) UFCD: Sistemas Operativos Complementares Fig. 9: Caixa de diálogo de configuração da

Fig. 9: Caixa de diálogo de configuração da descompactação.

Pode, se assim o pretender, aceder à funcionalidade | Assistente | na janela de execução do WinRar. No fundo, auxilia o utilizador na tarefa de compressão ou descompressão de ficheiros. Basta seguir com atenção as caixas de diálogo e seleccionar qual as opções pretendidas. As imagens seguintes demonstram as opções a tomar no caso de querer criar um ficheiro de arquivo (compactação):

caso de querer criar um ficheiro de arquivo (compactação): Fig. 10: Caixa de diálogo do Assistente

Fig. 10: Caixa de diálogo do Assistente de tarefas do WinRar: selecção da tarefa.

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(Nível II) UFCD: Sistemas Operativos Complementares Fig. 11: Escolha de ficheiros a compactar. Fig. 12: Campo

Fig. 11: Escolha de ficheiros a compactar.

Complementares Fig. 11: Escolha de ficheiros a compactar. Fig. 12: Campo de escrita do nome do

Fig. 12: Campo de escrita do nome do ficheiro de arquivo resultante da compactação.

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(Nível II) UFCD: Sistemas Operativos Complementares Fig. 12: Última caixa de diálogo, de opção de qualidade

Fig. 12: Última caixa de diálogo, de opção de qualidade de compressão, atibuição de palavra passe apar execução do ficheiro de arquivo resultante, ou opção de formato auto-extraível (.exe).

resultante, ou opção de formato auto-extraível (.exe). Fig. 13: Ficheiro de arquivo resultante. União de

Fig. 13: Ficheiro de arquivo resultante.

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ANEXOS

Conceitos Importantes:

Antes de começar a utilizar e configurar um Antivírus, convém ter presente alguns conceitos:

- Internet/Rede: é plataforma física, ou seja, os cabos que permitem o fluxo de dados dos centros de armazenamento e transmissão desses dados (servidores) aos computadores pessoais;

-

World Wide Web (www): é a plataforma lógica, ou seja, é o maior espaço de acesso

e

recuperação de informação.

- Phishing: é um tipo de fraude que consiste em roubar sua identidade ou dados pessoais como números de contas bancárias e palavras-chave;

- Browser: O fluxo de dados do acesso à World Wide Web é traduzido visualmente no software de aplicação de nome web-browser (exemplos: Internet Explorer e Google Chrome), através de um resultado visual e interactivo a que chamamos de páginas ou sítios;

- Cookies: é um grupo de dados trocados entre o navegador e o servidor de páginas, colocado num ficheiro criado no computador do utilizador. A sua função principal é de detectar o acesso do utilizador a certos sites e captar informação pessoal;

- Rootkits: é um programa com código mal intencionado que pretende esconder software de segurança e do utilizador através de diversas técnicas avançadas de programação;

- Spam: são mensagens não desejadas, por exemplo, e-mails recebidos sem que tenha dado o seu endereço (publicidade, etc);

- Firewall: permite monitoriza as comunicações entre o seu computador e os outros computadores na Internet e impede que haja qualquer tipo de intrusão.

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Lista de alguns Software Antivírus:

Existem vários Antivírus disponíveis no mercado, e convém que tenham um destes software instalado no computador, dos quais saliento os seguintes:

Unidades de Informação:

A unidade mínima (mais pequena) de informação chama-se bit (contracção de duas palavras inglesas: binary e digit). Um bit pode assumir o valor 0 ou 1 (sistema de númeração binária 3 ). Como é a unidade mais pequena, só têm relevância para quantificarmos a informação se agruparmos vários bits. Então quantificamos a informação do seguinte modo:

- um conjunto de 8 bits denomina-se Byte (1 Byte)

- 1024 bytes denomina-se 1 Kilobyte (1KB)

- 1024 KB são 1 Megabyte (1 MB)

- 1024 MB são 1 Gigabyte (1 GB)

- 1024 GB é 1 Terabyte (1 TB)

3 Ver Apontamentos de Arquitectura de Computadores sobre o sistema de numeração binária, ou seja, os dados armazenados e tratados por um computador traduzidos em zeros e uns (0 e

1)

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